PRIMEIRA VACINA CONTRA COVID-19 PARA CRIANÇA NO BRASIL FOI APLICADA EM GAROTO INDÍGENA DE 8 ANOS

Criança indígena é primeira a ser vacinada no Brasil contra a Covid-19

Imunizante da Pfizer, único liberado para crianças, foi aplicado em solenidade em hospital de São Paulo

Anna Gabriela Costada CNN

em São Paulo

 

A primeira vacina contra a Covid-19 em uma criança foi aplicada nesta sexta-feira (14), no Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP). Davi Seremramiwe, de 8 anos, foi a primeira criança a ser vacinada no país. O garoto indígena é natural de Mato Grosso, mas vem a São Paulo com frequência para realizar tratamento de saúde.

O imunizante da Pfizer recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância de Saúde (Anvisa), em 16 de dezembro, para ser aplicado em crianças de 5 a 11 anos no Brasil. Até o momento, a vacina da farmacêutica norte-americana é a única liberada pela autoridade sanitária para ser aplicada nesta faixa etária.

Em solenidade simbólica, com a presença de profissionais da saúde  e o governador de São Paulo, João Doria, mais crianças com comorbidades foram vacinadas contra a Covid-19. A vacinação no estado – para o público de 5 a 11 anos – terá início na segunda-feira (17), onde serão priorizadas as crianças indígenas, quilombolas e com comorbidades.

Davi, o primeiro garoto a ser vacinado contra a Covid-19, nasceu em uma tribo Xavante no estado do Mato Grosso, ele tem uma condição de saúde que afeta as pernas e o faz a andar com ajuda de uma órtese.

Por nove meses, ele e o pai, o cacique Jurandir Siridiwe, fizeram viagens periódicas à capital paulista para que Davi fosse tratado no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas. Atualmente, Davi mora com uma tutora na cidade de Piracicaba (SP). Ela o acompanha nas consultas rotineiras que garoto faz no HC com médicos das áreas de reabilitação e neurologia.

A primeira remessa de doses da vacina infantil da Pfizer contra a Covid-19 chegou ao Brasil na madrugada desta quinta-feira (13). No lote, vieram 1,2 milhão de vacinas destinadas ao governo brasileiro para distribuição aos estados e municípios, seguindo o critério populacional.

Ao todo, o Brasil deve receber 4,3 milhões de doses em janeiro. Para fevereiro, a expectativa é que a Pfizer entregue mais 7,2 milhões de doses e, em março, mais 8,4 milhões de imunizantes. O esquema vacinal para crianças é composto por duas doses com intervalo de oito semanas.

No estado de São Paulo a expectativa é de vacinar 4,3 milhões de crianças no período de três semanas.

Na quinta-feira (13), o governo paulista afirmou que os pais já podem incluir as crianças de 5 a 11 anos no pré cadastro para vacinação contra a Covid-19.

Segundo o governo, o pré-cadastro é opcional e não é um agendamento, mas agiliza o atendimento nos locais de imunização, evitando filas e aglomerações. Para cadastrar os filhos, os pais ou responsáveis devem acessar o link, clicar no botão “Crianças até 11 anos” e preencher o formulário online.

A página recebeu 303 mil acessos apenas no primeiro dia em que o pré-cadastro foi disponibilizado, número que supera a média de procura no último mês em 1.039%. Em dezembro, a média foi de 26.613 acessos diariamente.

Distribuição de vacinas infantis

Confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado:

Região Centro-Oeste (8,17%)

  • Distrito Federal – 1,30%
  • Goiás – 3,55%
  • Mato Grosso do Sul – 1,47%
  • Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

  • Espírito Santo – 1,93%
  • Minas Gerais – 9,02%
  • Rio de Janeiro – 7,49%
  • São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

  • Paraná – 5,25%
  • Rio Grande do Sul – 4,73%
  • Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

  • Alagoas – 1,77%
  • Bahia – 7,07%
  • Ceará – 4,42%
  • Maranhão – 4,02%
  • Paraíba – 1,89%
  • Pernambuco – 4,80%
  • Piauí – 1,62%
  • Rio Grande do Norte – 1,67%
  • Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

  • Acre – 0,57%
  • Amazonas – 2,77%
  • Amapá – 0,55%
  • Pará – 4,99%
  • Rondônia – 0,93%
  • Roraima – 0,38%
  • Tocantins – 0,86%
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INMET PREVER PORTO ALEGRE COMO A CAPITAL MAIS QUENTE DO BRASIL NO FIM DE SEMANA

Por g1 RS

 

Porto Alegre pode ser a capital mais quente do Brasil nesta sexta (14) — Foto: Alex Rocha/PMPAPorto Alegre pode ser a capital mais quente do Brasil nesta sexta (14) — Foto: Alex Rocha/PMPA

As altas temperaturas que castigaram a Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul esta semana devem chegar à Capital nesta sexta-feira (14). A previsão, com isso, é que Porto Alegre seja a capital mais quente do Brasil no fim desta semana.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura nos termômetros pode chegar a 37°C. “Se este valor for alcançado, a capital gaúcha vai igualar o recorde de calor para 2022, que é de 37°C, em 2/1/2022”, diz a metorologista Josélia Pegorim, da ClimaTempo.

A baixa umidade, de 20% no período mais crítico, fez com que a Defesa Civil emitisse alertas orientando sobre a ingestão de água e que seja evitada a exposição ao sol entre 10h e 16h, especialmente de crianças e idosos.

E não apenas na sexta. Até a segunda (17), é possível que a capital gaúcha alcance os 39ºC, embora as nuvens com pancadas de chuva ajudem a amainar a sensação de abafamento.

Há condição para pancadas de chuva apenas no norte gaúcho, mas de forma muito fraca e pontual. Com a atuação de um bloqueio atmosférico, as frentes frias não conseguem avançar da Argentina para o RS.

A previsão indica que sejam mesmo dias de muito sol e com calor intenso. As maiores temperaturas seguem sendo na Fronteira Oeste.

Em Santana do Livramento, por exemplo, é possível atingir 41ºC, e em Bagé, 40ºC.

Ao longo da semana, os termômetros chegaram a marcar 44ºC, em São Borja, na quarta-feira (12), e 41,1ºC, Uruguaiana, na quarta (13).

Veja a previsão do tempo segundo o ClimaTempo:

  • Capital: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 37°C
  • Pelotas: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 19°C e máxima de 35°C
  • Caxias do Sul: Pancadas de chuva e trovoadas. Mínima de 18°C e máxima de 34°C
  • Santa Maria: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 39°C
  • Santa Rosa: Pancadas de chuva e trovoadas. Mínima de 24°C e máxima de 37°C
  • Erechim: Pancadas de chuva e trovoadas. Mínima de 19°C e máxima de 31°C
  • Uruguaiana: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 25°C e máxima de 40°C
  • Torres: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 30°C
  • Rio Grande: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 34°C
  • Mostardas: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 24°C e máxima de 36°C
  • Passo Fundo: Pancadas de chuva e trovoadas. Mínima de 20°C e máxima de 32°C
  • Bagé: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 21°C e máxima de 38°C
  • Tramandaí: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 31°C
  • Xangri-Lá: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 30°C
  • Capão da Canoa: Tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 22°C e máxima de 32°C
  • São Borja: Pancadas de chuva e trovoadas. Mínima de 23°C e máxima de 37°C

Fonte: G1

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SUSPENSÃO DA TEMPORADA DE CRUZEIROS NO BRASIL É RECOMENDADA PELA ANVISA

Por g1 Santos

 

Anvisa recomenda suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil — Foto: Reprodução/ TV GloboAnvisa recomenda suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil — Foto: Reprodução/ TV Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência da República, na tarde desta quarta-feira (12), a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil, como ação necessária à proteção da saúde da população.

Três navios seguem fundeados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, após a confirmação de casos de Covid-19 a bordo e a suspensão da temporada, até então com previsão de retomada em 21 de janeiro.

Segundo a agência reguladora, o documento encaminhado ao Ministério da Saúde e à Casa Civil foi concluído nesta terça-feira (11), e contém a apresentação do cenário epidemiológico de Covid-19 nas embarcações de cruzeiro que operam a temporada 2021-2022, incluindo as intercorrências, por embarcação, desde o início de suas operações em território nacional.

Anvisa explica que os protocolos que definiu para a operação dos navios de cruzeiro no Brasil trouxeram dispositivos que permitiram acompanhar o cenário epidemiológico nas embarcações durante quase dois meses, e foram fundamentais para se identificar rapidamente a alteração no número de casos a bordo na penúltima semana epidemiológica de 2021.

Com isso, em 31 de dezembro de 2021, devido ao aumento exponencial de casos, especialmente entre tripulantes, a Anvisa recomendou a suspensão temporária dos cruzeiros, preventivamente, até que houvesse mais dados disponíveis para a avaliação do cenário epidemiológico.

Desde a recomendação de suspensão temporária, a Anvisa vem avaliando a evolução do cenário epidemiológico do SARS-CoV-2 a bordo dos navios, e também no Brasil e no mundo. Assim, observou que o cenário tem se tornado ainda mais desafiador, tendo em vista, principalmente, o aumento acelerado do número de casos nas embarcações e no Brasil.

Portanto, a agência entende que o cenário atual é desfavorável à continuidade das operações dos navios de cruzeiro. Nesse sentido, com fundamento no princípio da precaução, e a partir de todos os dados disponíveis, recomendou a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros marítimos no Brasil, como ação necessária à proteção da saúde da população.

Cenário epidemiológico

De acordo com o protocolo sanitário estabelecido pela Anvisa para embarque, desembarque e transporte de viajantes em embarcações de cruzeiro marítimo, o navio deve ter um programa de monitoramento constante da situação de saúde dos viajantes a bordo, incluindo a realização de testagem de passageiros e tripulantes durante a operação.

O protocolo permitiu a verificação de um aumento acelerado dos casos de Covid-19 a bordo das embarcações em operação na costa brasileira, provavelmente decorrente do surgimento da variante ômicron.

Segundo a Anvisa, os dados demonstram que, das cinco embarcações em operação no Brasil, três estão classificadas no nível 4, sinalizando alerta quanto à disseminação do vírus e eventual mudança de contexto epidemiológico.

De acordo com a agência, até o último dia 6, foi reportado um total de 1.177 casos positivos de Covid-19 entre tripulantes e passageiros. Os dados apontam a detecção de 31 casos de Covid-19 nos 55 dias iniciais da temporada (de 1º/11 a 25/12), com uma explosão acentuada a partir do dia 26 de dezembro, tendo sido registrados 1.146 casos em apenas 12 dias (de 26/12 a 06/01), o que representa um aumento de 37 vezes nesse período.

“De acordo com a Portaria GM/MS 2.928, de 2021, a autorização da operação de navios de cruzeiro poderá ser revista a qualquer momento, em função dos desdobramentos do contexto epidemiológico dos navios de cruzeiro ou de alterações do cenário epidemiológico nacional e internacional”, destaca a Anvisa.

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ONDA DE CALOR FARÁ RIO GRANDE DO SUL ASSISTIR OS TERMÔMETROS MARCANDO TEMPERATURAS ACIMA DOS 40ºC

Forte onda de calor atinge Sul do Brasil, Argentina e Uruguai nesta semana

Período de seca colabora com aumento das temperaturas sul-americanas; termômetros devem ficar acima da casa dos 40ºC

Elis Franco

Leonardo Lopes

da CNNem São Paulo

 

Uma onda de calor intensa atinge a região central da América do Sul nesta semana em meio a um período de estiagem. Principais afetados, a ArgentinaUruguai e o estado brasileiro do Rio Grande do Sul devem assistir os termômetros marcando temperaturas acima da casa dos 40ºC.

De acordo com a MetSul Meteorologia, as temperaturas mais altas no Rio Grande do Sul devem ser registradas na região Oeste do estado. A área da cidade de Uruguaiana pode ver uma escalada de calor com máximas de 41ºC e 42ºC nos próximos dias.

“Em Porto Alegre e região, o calor será maior no final da semana e no próximo fim de semana com marcas ao redor ou acima dos 40ºC”, aponta a MetSul.

São esperadas temperaturas recordes para a década nos territórios uruguaio e argentino. A expectativa é de que os locais mais quentes da Argentina registrem entre 45ºC e 47ºC. Os termômetros uruguaios devem ficar entre 41ºC e 43ºC.

“Será um evento de calor incomum com temperatura muitíssimo acima da climatologia normal de janeiro com máximas até 10ºC a 15ºC acima das médias históricas”, explica a plataforma sobre meteorologia.

Calor durante a seca

O evento pode ser classificado como “extremo climático composto”. “O Centro da América do Sul terá uma poderosa onda de calor (extremo) em meio ao um quadro de estiagem forte a severa (outro extremo) que pode levar a incêndios (extremo consequente)”, afirma a MetSul.

O calor deve agravar as perdas da agricultura provocadas pela seca, aumentar o risco de incêndio na vegetação e potencialmente provocar falta de água em alguns municípios.

A MetSul indica que na Argentina, por exemplo, pode haver crise de abastecimento energético com cortes de luz na capital Buenos Aires pela alta demanda.

Fonte: CNN

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SENADOR AMERICANO DEFENDE A IDEIA DE QUE OS EUA FORTALEÇAM COOPERAÇÃO EM DEFESA COM O BRASIL

Senador republicano pede maior cooperação em defesa com o Brasil

Marco Rubio acredita que o país deve aumentar esforços para combater a influência da China no continente

O senador americano cobrou que os EUA priorizem e busquem opções para fortalecer os laços com o Brasil

O senador americano cobrou que os EUA priorizem e busquem opções para fortalecer os laços com o Brasil | Foto: Reprodução/marcorubio.com

 

O senador americano Marco Rubio, do Partido Republicano, defende a ideia de que os Estados Unidos (EUA) fortaleçam a cooperação em defesa com o Brasil.

O republicano fez o pedido ao secretário de Defesa norte-americano, Lloyd Austin, em uma carta enviada na sexta-feira 7.

Rubio lembrou que o Brasil é um importante aliado dos EUA e parceiro na área de segurança com grandes capacidades, além de estar disposto a trabalhar “lado a lado” com o país para garantir “segurança e estabilidade” na região.

O senador americano cobrou que Austin priorize e busque opções para fortalecer os laços com o Brasil e apoiar “iniciativas que tornem a região mais segura da influência maligna do Partido Comunista Chinês”.

O congressista acusou Pequim de tentar aumentar sua influência no continente americano através de práticas como corrupção, extorsão com vacinas, ameaças ao meio ambiente e desafios à soberania, entre outras coisas.

Nascido em Cuba, o senador, que representa o Estado da Flórida, considerou como “um bom primeiro passo” a recente visita ao Brasil feita pela chefe do Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, general Laura Richardson, para manter e expandir as relações bilaterais, mas acredita que mais pode ser feito.

Durante a viagem, que aconteceu em novembro, Richardson visitou o Comando Militar da Amazônia, em Manaus, e foi recebida em Brasília pelo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, e outras autoridades do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e das Forças Armadas brasileiras.

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LEI QUE INSTITUI AUXÍLIO BRASIL É SANCIONADA PELO PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro sanciona lei que institui o Auxílio Brasil

Programa social, com valor mínimo de R$ 400, substitui o Bolsa Família, criado há 18 anos

Elizabeth Matravolgyi

Henrique Andrade

da CNN

Sâo Paulo

Logo do novo programa social do governo federal, o Auxílio BrasilLogo do novo programa social do governo federal, o Auxílio BrasilRafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou a lei que institui o Auxílio Brasil, programa social que substitui o Bolsa Família, criado em 2003. A decisão foi publicada, com vetos, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (30).

A Medida Provisória responsável pela lei, editada em agosto pelo governo federal, foi aprovada pelo Senado em 2 de dezembro e em 25 de novembro pela Câmara dos Deputados.

O Auxílio Brasil começou a ser pago em novembro, mas o valor de R$ 400, prometido pelo governo, só foi implementado em 10 de dezembro, após a promulgação da PEC dos Precatórios, que abriu espaço fiscal no Orçamento, e a publicação de uma Medida Provisória que complementou as parcelas já previstas.

Os brasileiros contemplados com o Bolsa Família não precisam realizar um novo cadastro para receber os recursos do Auxílio Brasil.

Os beneficiários podem retirar os valores nas lotéricas, agências da Caixa e pelo aplicativo Caixa Tem, no qual constam todas as instruções sobre o pagamento.

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ESCRITORA MINEIRA OCUPA SEGUNDO LUGAR NO RANKING DE LIVRO DE FICÇÃO MAIS VENDIDO NO BRASIL

Quem é Carla Madeira, a segunda escritora mais lida no Brasil em 2021

Com seu livro de estreia “Tudo É Rio”, publicado em 2016 e relançado neste ano, a escritora mineira cria um “livro-viral” sobre um triângulo amoroso formado por uma prostituta e um casal

Adriana Del Ré

colaboração para a CNN

Carla Madeira, a segunda autora mais lida de 2021 lançou seu livro "Tudo É Rio" em 2014Carla Madeira, a segunda autora mais lida de 2021 lançou seu livro “Tudo É Rio” em 2014Cris Cortez/Divulgação

No ranking dos livros de ficção mais vendidos de 2021, um título em especial tem chamado a atenção. Logo atrás de “Torto Arado”, grande sucesso editorial, do baiano Itamar Vieira Junior, que vendeu mais de 200 mil exemplares, “Tudo é Rio”, da mineira Carla Madeira, ocupa o segundo lugar, com mais de 40 mil exemplares vendidos.

O título é um relançamento. Ele foi lançado a primeira vez em 2014, pela editora Quixote, e este ano voltou ao mercado sob a chancela de uma grande editora, a Record. Na nova casa, Carla Madeira lançou este ano seu terceiro livro, “Véspera”, e ainda vai relançar, em 2022, o segundo título, “A Natureza da Mordida”, que atualmente está esgotado.

“’Tudo é Rio’ já vinha fazendo essa trajetória de ficar entre os primeiros lugares, mas era meio pontual. Agora isso consolidou em termos de Brasil, com o lançamento pela Record”, diz Carla Madeira, em entrevista à CNN.

Nome forte na área de publicidade em Belo Horizonte, a autora mineira de 57 anos migrou da pequena Quixote para a Record a convite da vice-presidente da editora, Roberta Machado.

“Quando li ‘Tudo é Rio’, percebi na hora que era um ‘livro-viral’, do tipo que quem lê precisa desesperadamente de mais pessoas lendo para poder comentar, sofrer junto. Esse tipo de obra se beneficia muito do poder de distribuição e de divulgação de uma editora grande. Você precisa esbarrar por ele em todo canto do país”, explica Roberta, ao falar sobre decisão de contratar Carla.

Roberta afirma que não é tão raro um livro ser relançado no mercado com sucesso de vendas. No caso da próprio grupo, ela cita o caso de Eduardo Spohr, que já era autopublicado bem-sucedido, mas que, depois de entrar para a editora – e contar com sua estrutura de divulgação e distribuição –, alcançou a marca de 1 milhão de livros vendidos.

“Carina Rissi também teve esse efeito quando entrou na ‘Verus’. Lembro também quando relançamos ‘O Leitor’, de Bernard Schlink, para a ocasião do lançamento do filme com a Kate Winslet. Lya Luft é outro bom exemplo que estourou”, complementa.

Mulheres na Literatura

“Tudo é Rio” tem uma história potente, poética, imagética. Centra-se no triângulo amoroso formado pela prostituta Lucy, a mais requisitada da cidade e que adora sexo, e o casal Dalva e Venâncio, cuja vida é marcada por uma tragédia. Com forte protagonismo feminino, o livro traz questões ligadas à família, abuso, violência doméstica.

Na construção de personagens longe de serem maniqueístas, a autora se aprofunda na complexidade deles e nos extremos que regem suas vidas, como amor e ódio, acolhimento e abandono, felicidade e desencanto.

O livro começou a ser escrito por Carla no final dos anos 1990, quando uma situação dramática envolvendo Dalva e Venâncio paralisou sua escrita, que foi só retomada 14 anos depois, de forma intensa. Em “A Natureza da Mordida” e “Véspera”, a autora volta a investir em histórias instigantes protagonizadas por personagens femininas.

O sucesso de Carla Madeira faz a escritora Dirce Waltrick do Amarante destacar um aspecto importante no atual mercado editorial quando se fala em autoras mulheres. “Tivemos muitos lançamentos de livros escritos por mulheres (muitos também traduzidos por mulheres). Parece que nós, mulheres, estamos começando a ficar interessadas em nos ouvir, saber o que pensamos e o que e como escrevemos”, avalia Dirce. “A propósito das mulheres na literatura, as cinco finalistas do prêmio Jabuti na categoria poesia deste ano foram mulheres”, completa.

A seguir, Carla Madeira fala sobre o sucesso de “Tudo é Rio”, que em breve vira série com a ajuda do ator e diretor Murilo Benício, os percalços que enfrentou ao escrevê-lo e como uma publicitária de formação como ela virou escritora sem planejar:

CNN Brasil: Como é ver seu livro de estreia, ‘Tudo é Rio’, que foi lançado há 7 anos, estar na lista de mais vendidos de 2021?

Carla Madeira: É uma superalegria, dá um contentamento enorme perceber que o livro está fazendo sentido para as pessoas, está tendo ressonância. Por isso, costumo dizer que a coisa mais importante é a experiência do processo criativo, porque, a partir do momento que você coloca o livro no mundo, não sabe mais como vai ser. Cada pessoa vai ler com seus recursos, com sua visão.

Então, é um acontecimento muito bacana você ver que o livro está produzindo uma inquietação, um desejo de compartilhar. Isso é uma coisa que é da história de ‘Tudo é Rio’: ele está entre os mais vendidos muito por causa do boca a boca, porque uma pessoa que lê vive uma experiência que ela quer compartilhar.

Que tipo de gatilhos você acha que essa história desperta nas pessoas?

Tem uma questão que é colocada que é o tempo emocional que a gente tem diante de uma agressão. De você perceber essas camadas, essa possibilidade do bem e do mal que convive dentro da gente. A gente tem essas potências de violência e afeto, de perdoar, de vingar. A questão de que pode-se perdoar o imperdoável, o que significa isso.

Compreender que perdoar não é o contrário de punir, que você pode perdoar, mas isso não libera o agressor da punição. Ficar presa a uma história de amor que é também uma história de violência. E pensar: existe amor quando existe violência? Então, acho que todas essas questões vêm à tona, só que percebo claramente que o livro tem camadas.

Então, por exemplo, tem a questão da sexualidade, que é uma questão tão difícil às vezes, da mulher nesse lugar do desejo explícito. Embora Lucy tenha uma sexualidade muito fálica, muito do controle, acho que ela expressa esse gatilho: por que a mulher não pode estar nesse lugar do prazer pelo prazer? Ela coloca essa discussão.

As pessoas têm empatia pela prostituta Lucy?

Percebo que ela vai se humanizando ao longo da história. Ela não quer compaixão de ninguém, então ela passa por esse lugar até que entende que a sexualidade, esse controle via sexualidade, não pode tudo. Ela não pode com essa dor dela do não amor, de ter perdido a mãe e o pai, de ter encontrado uma tia que não a fez sentir incluída nem amada. Então, ela vai revelando essa fragilidade. É esse lugar não maniqueísta, ela não é só isso, ela também é uma figura complexa com suas dores, suas carências.

Acho que sim. Eu e (ator e diretor) Murilo Benício temos tido conversas já tem um tempo. Estamos tentando fazer acontecer. Estamos vivendo uma situação de muita mudança nessa coisa de produção, governo, pandemia, que deu uma fragilizada imensa neste momento. Então, as coisas estão mais lentas do que a gente gostaria. Mas existe essa conversa.

A partir de “Tudo é Rio”, como você vê sua escrita em “A Natureza da Mordida” e “Véspera”?

Quando lancei “Tudo é Rio”, meu primeiro livro, foi um jorro. Fiquei 14 anos meio paralisada, sem escrever, depois que escrevi a cena do Venâncio com o bebê (momento trágico do livro). Voltei ao livro, eliminei todo uma primeira parte que existia e comecei daquilo que tinha me paralisado por tanto tempo: seja lá o que for, é aqui que eu quero mergulhar.

É um livro muito transbordamento, levei oito meses escrevendo num fluxo insano de produção. Quando terminei, falei: não vou escrever outro livro. Não tinha mais nada dentro. Mas aí quando comecei a me interessar a escrever “A Natureza da Mordida”, eu tinha muito claro que queria outra história, outra linguagem. Eu queria uma linguagem menos poética, outro tipo de narrativa.

O livro tem dois narradores diferentes, vozes diferentes. É um livro muito diferente de “Tudo é Rio”. E foi muito legal perceber que, em momento nenhum, eu me preocupei em repetir “Tudo é Rio”, porque ele estava se mostrando um sucesso. Entendi que a coisa mais importante é proteger meu processo criativo. Não posso nem me encantar muito com os elogios nem me perturbar muito com as críticas.

O importante para mim, o lugar que a literatura tem para mim, tem a ver com conseguir fazer esses mergulhos, muito no meu interior, acessando questões que são de profundo afeto para mim. E eu tenho conseguido fazer isso.

E com “Véspera”?

Engraçado como “Véspera” foi mais difícil de proteger, por causa da pandemia. A pandemia foi uma intromissão muito forte num certo silêncio que eu preciso para entrar nesse outro lugar. O silêncio para escuta. Então, com a pandemia, as minhas emoções estavam muito misturadas: meu marido é uma pessoa de risco para Covid-19; a minha mãe, mais velha; minha empresa tem 90 pessoas e, em uma semana, a gente colocou todo mundo em casa.

Um processo de aprendizado muito violento e muito intelectual. Não era uma coisa física, era uma coisa na cabeça. Isso foi muito barulhento. Na hora que você para e se propõe estar em outro lugar, na pele de outras pessoas, tentando entender como elas lidariam com determinadas situações, estava muito difícil eu sair da jogada e deixar aquela personagem tomar forma. Saí muito cansada, mais do que em ‘Tudo é Rio’. É outra natureza de cansaço.

Você chegou a cursar matemática e largou a faculdade para fazer Jornalismo e Publicidade. Como a literatura se torna algo “profissional”?

A literatura é tão mais do que isso, é tão mais eu com a vida. E graças a Deus, por não depender da literatura para viver, isso me dá uma liberdade enorme para produzir, experimentar. Isso é um lugar de privilégio. Mas a história é que venho de uma família de matemáticos. Meu pai é matemático, meus irmãos todos são da área de exatas.

Mas também é uma família de muita música, muita arte. Meu pai era um intelectual e minha mãe mal completou o primário, mas era uma artista, de olhar para nuvem, fazer poesia, criou a gente cantando. Então, eram duas energias tão fortes para mim e eu cresci gostando muito dessas coisas.

Minha paixão pela palavra veio através da música e não pela literatura. Foi Chico Buarque, Caetano, Gil, Clube da Esquina. Passei a adolescência tendo banda, fazendo show, cantando em bar, achando que eu ia ser cantora. E, quando chegou a hora de decidir qual curso superior eu iria fazer, como eu gostava de matemática e existia o temor na minha que eu fosse totalmente artista, fui para a matemática. Fiz dois anos e meio. Um dia, cheguei em casa e disse que não ia mais fazer. Fui para a comunicação. A publicidade usa todas as linguagens artísticas: a música, o cinema, a literatura. Eu fazia roteiro para filme, muitos tipos de textos. Isso me deu um treino de síntese, imagético, e acho que a minha literatura se beneficiou com isso.

E como entra seu primeiro livro nisso?

Só virou um livro pela paixão, pelo arrebatamento do processo criativo. Não foi uma decisão fazer um livro. Fui fazendo um livro, porque me encantei por aquilo. Até que cheguei à cena de Venâncio com o filho e me paralisou.

Percebi que era mais que só o prazer de exercitar a linguagem, escolher a palavra. Veio a porrada no sentido de: isso aqui também é outra coisa muito potente, tem uma dor que está vindo. Diante daquela cena, eu não sabia sair dela. Senti uma dor tão louca, um susto tão grande de ser capaz de imaginar aquilo.

Eu estava tentando engravidar na época (ela é mãe de dois filhos), e foi assim uma coisa tão sem saída que larguei para lá. Fiquei parada por 14 anos. Quando retomei o livro, eliminei a primeira parte e comecei o livro com a história da Lucy. Voltei no capítulo 4, que é um capítulo de uma palavra só, escrito “Dor”. Foi quase que um ritual de passagem. Como se eu tivesse colocado um ponto nisso e falado: agora vou encarar.

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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE: MINISTRO DA INFRAESTRUTURA APRESENTA BALANÇO DOS TRABALHOS REALIZADOS PELA PASTA EM 2021

Em balanço, Tarcísio traz números impressionantes e mostra que Brasil é um imenso canteiro de obras (veja o vídeo)

Fotomontagem: Imagens - MInfraFotomontagem: Imagens – MInfra

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas apresentou um balanço dos trabalhos realizados pela pasta em 2021, durante entrevista coletiva, em Brasília, e os números chamam a atenção.

Desde janeiro de 2019, 237 grandes obras foram concluídas e entregues pelo governo Bolsonaro, sendo 108 só neste ano.

Destaque também para as transferências para a inicitiva privada, com leilões, concessões e arrendamentos de 33 aeroportos, 34 terminais aeroportuários, 6 rodovias e 6 ferrovias, em contratos que superaram R$ 90 bilhões.

O governo também fez melhorias em 4 mil quilômetros de rodovias, com recuperações e duplicações.

Uma das meninas dos olhos de Jair Bolsonaro, entretanto é o investimento no transporte por trens. E neste campo, o ministério da Infraestrutura autorizou 49 novos pedidos, com investimentos já em curso de quase R$ 166 bilhões e a construção de 12,9 mil quilômetros de ferrovias em todo o país.

Obras que, segundo Tarcísio, tornam o país em um grande canteiro de obras e levam à geração de pelo menos 1 milhão e 200 mil novos postos de trabalho.

Um show de eficiência e trabalho, com aplicação efetiva de mais de 99% do orçamento disponibilizado pelo governo em 2021, e com retorno garantido, sem um único centavo de corrupção.

Confira aqui, o balanço completo, e veja abaixo o vídeo com o resumo:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PORTARIA DEFININDO REGRAS PARA ENTRADA DE VISITANTES NO BRASIL FOI PUBLICADA PELO GOVERNO

Governo publica portaria que define regras para entrada de viajantes no Brasil

Documento interministerial publicado pela Casa Civil, pelos ministérios da Saúde, Justiça e Segurança Pública, e da Infraestrutura, exige comprovante de vacinação para entrada no país

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

O governo federal publicou nesta segunda-feira (20) portaria que define regras para a entrada de viajantes no Brasil no contexto da pandemia de Covid-19. O documento interministerial foi publicado pela Casa Civil, pelos ministérios da Saúde, Justiça e Segurança Pública, e da Infraestrutura.

De acordo com a portaria, será exigido comprovante de vacinação dos imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ou pelas autoridades do país em que o viajante foi imunizado. A aplicação da última dose ou dose única deve ter sido feita, no mínimo, 14 dias antes da data de ingresso no país.

Além do comprovante de vacinação, será necessária a apresentação de teste de diagnóstico negativo, realizado em até 72 horas antes do embarque, e do comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante (DSV).

De acordo com o documento, os brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, que saíram do país até 14 de dezembro de 2021, estão dispensados da apresentação de comprovante de vacinação ou de quarentena no regresso.

Segundo o documento, também estão dispensados da apresentação de comprovante de vacinação os seguintes viajantes:

  • com condição de saúde que contraindique a vacinação, desde que atestada por laudo médico
  • não elegíveis para vacinação em função da idade, conforme critérios definidos pelo Ministério da Saúde
  • em virtude de questões humanitárias (descritas na portaria)
  • provenientes de países com baixa cobertura vacinal divulgados pelo Ministério da Saúde e publicados no site do ministério
  • brasileiros e estrangeiros residentes no território brasileiro, que não estejam completamente vacinados

Quarentena

A portaria define que os viajantes dispensados do comprovante de vacinação deverão realizar quarentena de 14 dias ao ingressarem no território brasileiro. A quarentena poderá ser feita na cidade de destino final e no endereço registrado na Declaração de Saúde do Viajante.

A quarentena prevista poderá ser descontinuada desde que seja apresentado resultado negativo de teste de diagnóstico molecular (RT-PCR) ou teste de antígeno realizado em amostra coletada a partir do quinto dia do início da quarentena, e desde que o viajante esteja assintomático.

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VARIEDADES: SAIBA A ORIGEM DO TRADICIONAL PASTEL COM CALDO DE CANA

Por Vivian Souza, g1
 
Pastel e caldo de cana — Foto: Marcelometal on VisualHunt

Pastel e caldo de cana — Foto: Marcelometal on VisualHunt

O pastel com caldo de cana é tradição nas feiras livres, principalmente nas paulistanas. A massa tem ligação com a presença de imigrantes japoneses em São Paulo nos anos 40; a bebida, por sua vez, era produzida desde o século 16 no país e consumida por pessoas negras escravizadas nos engenhos de cana-de-açúcar.

Com histórias longevas, os dois alimentos movimentam o agronegócio brasileiro até hoje com seus ingredientes. A cana-de-açúcar, por exemplo, é utilizada tanto para a garapa quanto para a cachaça (que, além de ser apreciada sozinha, dá a crocância em receitas como a do pastel).

Ela teve o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2021 estimado em R$ 1,119 trilhão, 9,9% maior em comparação ao do ano passado.

Em termos nutricionais, no entanto, apesar de os sabores combinarem, uma comida acaba anulando os benefícios da outra. O pastel, por ser frito, estimula a produção de radicais livres, que geram substâncias tóxicas no organismo, enquanto a garapa tem função antioxidante (entenda mais abaixo).

Veja nesta reportagem:

  1. Onde o agronegócio entra nessa história
  2. Quais vantagens e desvantagens do consumo
  3. Como a combinação conquistou o brasileiVersão brasileira do pastel usa adaptação dos ingredientes chineses. — Foto: Arte / g1

Versão brasileira do pastel usa adaptação dos ingredientes chineses. — Foto: Arte / g1

Pastel como ‘disfarce’

Existem duas teorias sobre como o pastel chegou ao Brasil.

primeira é que ele teria vindo com os europeus, principalmente os portugueses, por causa das pastelarias.

Contudo, nesses lugares, os produtos feitos, em maioria, são doces — caso do próprio pastel de Belém — e, por isso, não têm tanta influência no que conhecemos como pastel de feira, afirma a professora de Gastronomia do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) São Paulo Márcia Yukie Ikemoto.

Por outro lado, a fogazza, pastel italiano feito com massa de pizza, se aproxima mais do conceito brasileiro, porém, ainda assim, não envolve a fritura, já que o prato é assado.

A segunda teoria é que a iguaria se difundiu no Brasil com os japoneses, apesar de ter sido desenvolvida pelos chineses.

Nessa versão, o pastel foi uma adaptação dos pratos guioza e rolinho primavera no Brasil, usando ingredientes locais, daí a troca da farinha de arroz pela de trigo e do vinagre e do saquê pela cachaça.

“Lá para a década de 1940, a gente tem com os japoneses o problema da Segunda Guerra Mundial. Porque o Japão se aliou à Alemanha, ficando malvisto aqui. Aí os japoneses têm que começar a se ‘disfarçar’ de chineses”, narra a professora.

Esses imigrantes, então, que não foram para o campo, usaram o pastel, uma receita chinesa, como parte do seu ‘disfarce’ e também para conseguir uma rendaNo Brasil, a receita do pastel ganhou diversidade de recheios — Foto: Divulgação

No Brasil, a receita do pastel ganhou diversidade de recheios — Foto: Divulgação

Diferente das demais iguarias asiáticas, o pastel, por ter ingredientes mais comuns aos brasileiros, começou a fazer sucesso e foi crescendo:

“E vai do litoral de Santos, por onde esses imigrantes chegaram, e foi se espalhando para a cidade de São Paulo, depois a gente vê atingindo Rio de Janeiro e Belo Horizonte, lá para 1950. Na década de 60, começa a atingir o Sul do país”.

A princípio, o recheio do pastel era uma mistura de carne de porco com a bovina, mas, conforme foi se tornando popular, isso também se “abrasileirou”. As proteínas foram separadas e depois vieram outros sabores. Em Minas Gerais, o famoso queijo. Hoje em dia encontram-se até doces, como Romeu e Julieta.

‘Casamento’ por acaso

A cana, muito mais antiga no Brasil do que o pastel, começou a ser cultivada em engenhos ainda em 1516. Nessas plantações, as pessoas negras que foram escravizadas consumiam o caldo da cana, inclusive porque ele tem um potencial energético, explica Maurício Lopes, professor de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi.

A bebida era oferecida pelos próprios senhores de engenho, durante a moagem da cana, que exigia muitas horas de trabalho, aponta a professora especialista em história social da escravidão Maria Helena Machado, da Universidade de São Paulo (USP).

Com o tempo, a garapa também foi se popularizando e, assim como os demais sucos, começou a ser comercializada nas feiras livres.

Caldo de cana começa no Brasil ainda nos engenhos — Foto: Second-Half Travels on VisualhuntCaldo de cana começa no Brasil ainda nos engenhos — Foto: Second-Half Travels on Visualhunt

Em paralelo, o pastel, que nasce em lanchonetes, também chega a esse comércio quando os imigrantes japoneses, principalmente os produtores do campo, recorrem às feiras para ter uma relação mais direta com os clientes, relata Márcia.

Daí para a combinação ser feita foi apenas uma questão de alguém comprar a bebida e o alimento, achar a combinação saborosa e recomendar para outras pessoas, diz Lopes.

Equação zerada

Quem nunca trocou o almoço pelo pastelzinho da feira com o caldo de cana? Apesar de ser saborosa, a substituição feita com frequência não é recomendada pela médica nutróloga Valéria Goulart.

“O pastel, do ponto de vista de saúde, não é nada interessante. Porque geralmente (os feirantes) usam aqueles óleos que ficam ali liberando substâncias até cancerígenas, que são esses óleos vegetais saturados que vão liberando gordura trans”, diz.

Além disso, essa gordura diminui o colesterol bom, eleva o ruim e estimula a produção de radicais livres, que são substâncias químicas tóxicas.

Com isso, o alimento acaba até anulando os benefícios do caldo de cana, que reduz os níveis de radicais livres, devido à sua característica antioxidante.

A garapa é considerada um combo de nutrientes, rica também em fósforo, magnésio, sódio, ferro, carboidratos e vitaminas. Um dos seus benefícios mais comuns é o efeito energético, gerado por causa do açúcar. Por isso o caldo é recomendado durante e após exercícios intensos.

Para quem sofre com o intestino preso, a garapa também pode ser uma aliada, pois ela ajuda a melhorar a função hepática do fígado, que produz a bilirrubina, que, por sua vez, ajuda misturar as gorduras, o que acaba tendo um efeito laxante e alivia dores intestinais.

As outras vantagens vão desde função calmante, ajudando a amenizar o estresse, à proteção do sistema neuronal, que previne doenças degenerativas, como o Mal de Parkinson.

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OS MONUMENTOS BRASILEIROS REPRESENTAM A MEMÓRIA DA SOCIEDADE DO PAÍS

Qual é o papel dos monumentos para a memória da história no Brasil

Neste episódio do podcast Entre Vozes, Luciana Barreto revela como estátuas costumam refletir versões discutíveis de personagens e acabam ignorando outras

Da CNN Brasil*

Em São Paulo

Qual é o papel dos monumentos para a memória da história no Brasil | CNN Brasil

Os monumentos representam a memória da nossa sociedade. Através deles, conhecemos as histórias que foram deixadas por quem teve o poder de construir uma narrativa e consolidá-la ao longo do tempo. Mas, muitas vezes, esses tributos apresentam apenas uma versão da história, isso porque as pessoas, culturas e lugares possuem diferentes interpretações, a depender do ponto de vista de quem descreve os acontecimentos.

Neste episódio do Entre Vozes, Luciana Barreto revela detalhes de como nasceu “o mito dos Bandeirantes” e como os livros e monumentos históricos buscaram perpetuar a versão de que eles eram heróis desbravadores – algo que, hoje, é motivo de contestação. Para isso, convidamos a historiadora e feminista negra Angélica Ferrarez de Almeida, que há anos realiza pesquisas sobre temas como raça, memória e patrimônio. Ela nos ajuda a entender a importância de também se debater quais monumentos o Brasil deixou de erguer ao longo da história, e como isso contribui para a invisibilização de personagens importantes do país.

Além de Angélica, o episódio conta também com a participação de Cássia Caneco, educadora que coordenou um levantamento realizado em São Paulo, que tinha como objetivo verificar quantos monumentos existiam na cidade e a quem eles eram dedicados. Segundo ela, o resultado não surpreende: “Dos 367 monumentos que São Paulo tinha até setembro de 2020, só cinco homenageavam pessoas negras”.

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PONTO DE VISTA: O PCC ATIROU UM TOMAHAWK CONTRA O BRASIL E ACERTO EM CHEIO

Caro(a) leitor(a),

Pronto!

Conseguimos, somos os campeões em vacinação contra a COVID-19 no mundo! Que maravilha não? Até os Bolsonaristas estão comemorando, tentando silenciar a esquerda que o acusa tanto de genocida. É claro que um genocida jamais seria um campeão de vacinação porque a índole de um genocida é matar ou mutilar e não salvar pessoas, não é mesmo?

O caso de Bolsonaro é altamente esdruxulo e surreal! Vou explicar o porquê.

É público e notório que o Brasil é o país mais cobiçado do mundo. Todo mundo quer por a mão na nossa soberania. Vemos isso todos os dias na mídia internacional. Essa cobiça tem uma razão muito simples. Um país com dimensões continentais, sendo o 5º maior país em território e o que detêm as maiores riquezas naturais, tanto em termos de diversidade de fauna e flora quanto minerais do mundo, sem falar que é o segundo maior produtor de carne bovina e o maior produtor de soja do mundo. Isso significa que é simplesmente o maior seleiro produtor de alimentos mundial, para não repetir tantas vezes do mundo.

Dito isto, é fácil perceber o assédio explícito e até obsceno da China, que além de ser o maior comprador das nossas comodities, está comprando tudo o que pode de terras cultiváveis do nosso país. Esse assédio é milimétricamente calculado, um plano bem elaborado para transformar o Brasil em colônia da China.

Não é a toa que o Brasil hoje é o campeão mundial em vacinação. Foi um míssil Tomahawk, de precisão cirúrgica que a China lançou em direção ao Brasil. Você deve estar perguntando, o que você está querendo dizer o que com isso?

Bem, quanto mais o tempo passa e a verdade vem a tona fica cada vez mais evidente que esse vírus foi criado intencionalmente, senão vejamos!

É público e notório que o Brasil tem tradição em políticas públicas de vacinação e que detém knowhow em desenvolvimento e produção de vacinas há bastante tempo e com isso já disseminou uma cultura de vacinação coletiva. Sabendo disso e ciente da força do espectro político de esquerda no Brasil e na América do Sul, o PCC – Partido Comunista Chinês vislumbrou que,  introduzir suas vacinas aqui seria tão fácil quanto roubar um pirulito da mão de uma criança.

Também é público e notório que a China é um país com 1 bilhão e meio de habitantes e que boa parte dessa massa humana é faminta e passa por necessidades básicas. E que por mais lento que seja o ritmo de crescimento vegetativo são algumas dezenas de milhões de novos chineses a cada ano. Desta forma existe uma demanda absurda por comida e gêneros de primeira necessidade por essa massa faminta por consumo e só um país como o Brasil tem tudo que eles precisam para supri-los. Por isso estão comprando tudo que podem de terras cultiváveis aqui no Brasil e na Argentina. É uma invasão silenciosa preparando o terreno para trazer parte da sua população para as terras tupiniquins um dia.

Pode parecer uma teoria da conspiração ou algo muito sinistro, mas quando eu junto todas essas informações e mais aquela que vem de uma parte da ciência, que pelo fato de as vacinas terem sido processadas a toque de caixa e em tempo recorde, passando por cima de todos os protocolos para desenvolvimento de vacinas diz que uma das consequências da vacinação em crianças e jovens será adultos estéreis, não tem como não passar pela minha cabeça que esse é um plano macabro, milimétricamente planejado como um tiro certeiro e cirúrgico de um missil Tomahawk.

Resumindo, o que o PCC quer é transformar o Brasil em colônia, distribuindo feudos para os bilionários emergentes (e assim mantê-los sob seu controle) administrarem. Esterilizando a população brasileira vai garantir, aos poucos a extinção dessa população, para depois povoar a colônia com o excesso de chineses.

O objetivo do Blog do Saber e desse que vos escreve é fazer você, caro(a) leitor(a), refletir sobre os temas e assuntos que envolvem o rumo e o futuro da humanidade. Você não precisa concordar ou me dar razão, mas é preciso conhecer, refletir e fazer juízo de valor sobre temas importantes e polêmicos, por mais que pareçam abomináveis ou surreal, analisando os dois lados da moeda, pois quando nos recusamos a conhecer o outro lado estamos sendo ignorantes e ficamos estagnados na nossa jornada evolutiva. Lembre-se bem, você tem o direito ao conhecimento e o livre arbítrio para escolher assimilar ou recusar.

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BRASIL FECHARÁ AS FRONTEIRAS AÉREAS PARA SEIS PAÍSES DA ÁFRICA DEVIDO A NOVA VARIANTE ÔMICRON

Brasil vai restringir voos vindos de 6 países da África

Restrição para passageiros da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue entrará em vigor a partir da próxima segunda-feira

João de Marida CNN

Em São Paulo

O ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira afirmou nesta sexta-feira (26) que o Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África devido à nova variante do coronavírus chamada Ômicron. Segundo o ministro, a medida entrará em vigor a partir da próxima segunda-feira (29).

“O Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África em virtude da nova variante do coronavírus. Vamos resguardar os brasileiros nessa nova fase da pandemia naquele país. Portaria será publicada amanhã e deverá vigorar a partir de segunda-feira”, escreveu o ministro nas redes sociais.

O ministro explicou que a decisão foi tomada em conjunto e será assinada pela Casa Civil, Ministério da Infraestrutura, Ministério da Saúde e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo Ciro Nogueira, a restrição atingirá os passageiros oriundos de: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

A linhagem B.1.1.529 do novo coronavírus foi classificada nesta sexta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como variante de preocupação.

Identificada em múltiplos países, segundo a OMS, a variante Ômicron tem preocupado cientistas por ter muitas mutações que podem conferir vantagens ao vírus. A cepa foi encontrada na África do Sul, em Botsuana, em Hong Kong e na Bélgica.

Segundo levantamento feito pela CNN ao longo desta sexta-feira (26), pelo menos outras 23 nações já haviam anunciado bloqueios totais ou parciais a viajantes vindos de países do sul da África.

Variante Ômicron no Brasil

Até o momento, não há registros da variante no Brasil. Porém, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou à CNN nesta sexta-feira (26) que há a possibilidade de a variante Ômicron já estar circulando no país.

“Realmente a possibilidade existe, não temos como dizer que é zero chance de já estar no Brasil, que não é possível. A possibilidade de termos algum caso que não tenha sido identificado existe, é uma possibilidade, mas até o momento não existe.”, afirma Barra Torres.

A Anvisa recomendou nesta sexta-feira medidas de restrição para voos, a decisão vale para viajantes procedentes da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Segundo Barra Torres, a medida de restrição de voos provenientes de países africanos visa “mitigar ou atrasar ao máximo” a chegada da nova variante ao Brasil.

“É importante que a população se conscientize que a pandemia ainda não acabou, o apito final deste jogo ainda não foi dado. Nós temos sim uma cultura vacinal muito forte, temos milhões de pessoas aderindo voluntariamente à vacinação. Se a vacinação fosse um candidato e a eleição fosse hoje, a vacina venceria em primeiro turno, o candidato do momento é a vacina.Temos como evitar mantendo uma cultura de vacinação forte”, explicou o diretor da Anvisa.

(*Com informações de Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo)

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MEDIDA PROVISÓRIA QUE SUBSTITUI BOLSA FAMÍLIA POR AUXÍLIO BRASIL FOI APROVADA NA CÂMARA

Câmara aprova MP que substitui Bolsa Família pelo Auxílio Brasil

Matéria segue agora para apreciação do Senado. Para não perder a validade, precisa ser aprovada pelas duas Casas do Congresso até o dia 7 de dezembro

Bia Gurgelda CNN

 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) a medida provisória que substitui o programa de distribuição de renda Bolsa Família pelo Auxílio Brasil.

Os critérios para recebimento do benefício foram alterados e incentivos ligados ao esporte, desempenho no estudo e inserção produtiva foram incluídos pela medida.

Foram votados também seis destaques, mas só um deles, de autoria do PSDB, foi acatado pelo plenário e alterou o texto-base: a emenda que inclui na lei o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), um registro público eletrônico de informações socioeconômicas das famílias de baixa renda, e permite que as famílias possam se inscrever no cadastro presencialmente. A justificativa é que nem todos têm acesso aos meios eletrônicos e/ou internet.

A matéria segue agora para apreciação do Senado. Para não perder a validade, a medida provisória precisa ser aprovada pelas duas Casas do Congresso até o dia 7 de dezembro.

A MP também institui programa o Alimenta Brasil, que substitui o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), para que o poder público compre alimentos produzidos pela agricultura familiar, garantindo renda mínima aos produtores.

O relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), retirou do texto a correção automática do benefício pela inflação. Apesar de defender o reajuste, ele disse que, caso mantivesse a indexação, a matéria não teria votos suficientes para aprovação na Casa, porque o ponto desagrada a ala governista no Congresso.

O texto aprovado estipula que para receber o benefício, a família precisa ter renda mensal per capita de até R$ 210 mensais, e os parâmetros que caracterizam as linhas de pobreza e extrema pobreza foram modificados. Em relação ao que o governo considerava no Bolsa Família, a extrema pobreza passou de renda de R$ 89 para R$ 105 per capita, e a de pobreza, de R$178 para R$ 210.

Além disso, o relatório impede que haja fila de espera para ingressar no programa. Atualmente, por lei, o governo não é obrigado a atender todas as famílias que estão dentro da faixa de pobreza e extrema pobreza. Com essas medidas, o relator prevê que cerca de 3 milhões de famílias que antes não eram beneficiadas pelo antigo programa serão incluídas no novo auxílio.

Outros pontos previstos na versão original da MP enviada pelo governo e alterados na Câmara foram a retirada do limite de 5 beneficiários por família, a permissão para beneficiários do programa terem direito a crédito consignado e a inclusão de mulheres que amamentam como possíveis beneficiárias.

O texto de Marcelo Aro também prevê que anualmente o governo deverá ir a público fazer um balanço sobre o auxílio e prestar contas sobre o cumprimento, ou não, de metas relacionadas ao benefício.

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GOVERNO: BANCO DO BRASIL SUSPENDE EMPRÉSTIMOS PARA SERVIDORES DO RN POR FALTA DE REPASSE PELO GOVERNO DO ESTADO

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Bancos suspendem empréstimo para servidores do RN por falta de repasse do governo, diz sindicato

Foto: Reprodução

Mais uma vez o empréstimo consignado deixou de ser realizado pelo Banco do Brasil para os servidores do Estado. Segundo o Sindicato dos Servidores da Administração Direta do RN (Sinsp), a suspensão teria sido por falta de repasse do governo das parcelas descontadas dos contracheque dos servidores públicos.

“Quem tentou contato com o banco nos últimos 30 dias teve pelo menos três respostas negativas, por conta da interrupção”, disse o sindicato em seu site oficial.

Ainda de acordo com o Sinsp, além do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal foi outra instituição bancária que interrompeu o empréstimo consignado para servidores do Estado por conta da falta do repasse das parcelas retiradas dos funcionários para os bancos. Por outro lado, vários servidores que conseguiram fazer o empréstimo anteriormente sofrem com o desconto do seu contracheque e o não repasse aos bancos.

“Essa pessoa é constrangida publicamente, sendo negativada e tendo seu nome inserido no SPC e Serasa, não conseguindo acessar mais crédito por algo que o governo fez com seu nome. Como se não pudesse piorar, o servidor que já teve os valores descontados ainda é cobrado uma segunda vez pelas instituições bancárias”, lamenta o sindicato.

Fonte: Blog do BG

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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE: ENTENDA COMO VAI FUNCIONAR A LEI QUE CRIA VALE-GÁS SANCIONADA POR BOLSONARO

Bolsonaro sanciona lei que cria o vale-gás; entenda como vai funcionar

O governo usará a estrutura do programa social Auxílio Brasil para operacionalizar o pagamento do benefício

Do CNN Brasil Business*

presidente Jair Bolsonaro sancionou proposta que cria auxílio gás para ajudar a população de baixa renda a adquirir gás de cozinha, informou a Presidência da República em nota nesta segunda-feira (22).

Terão direito ao programa, segundo o comunicado, as famílias registradas no Cadastro Único do governo federal com renda mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550) ou que tenham entre seus membros alguém que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Com o programa, cada família elegível vai receber, a cada bimestre, um valor monetário correspondente a uma parcela de, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 kg de GLP, estabelecido pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), conforme regras a serem definidas em decreto”, afirma a nota da Presidência.

O programa também vai dar preferência a famílias com mulheres vítimas de violência doméstica, mas o Ministério da Cidadania ainda precisa detalhar como será o acompanhamento e enquadramento dessas pessoas.

O pagamento vai ser feito a cada dois meses, e o valor será de 50% do valor médio nacional do botijão de 13 Kg, que está em cerca de R$ 102.

A previsão é que atenda até 19 milhões de famílias.

Ainda de acordo com o comunicado, o governo usará a estrutura do programa social Auxílio Brasil para operacionalizar o pagamento do benefício.

A elevação do preço dos combustíveis e do gás de cozinha tem sido um fator importante no aumento recente da inflação e levado a uma queda na popularidade de Bolsonaro, que deverá buscar a reeleição no pleito mercado para daqui a menos de um ano, em outubro de 2022.

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DEDICAÇÃO AO TRANSPLANTE CAPILAR FAZ MÉDICA POTIGUAR VIRAR REFERÊNCIA NO BRASIL E EXTERIOR

Médica potiguar se dedica ao transplante capilar e vira referência no Brasil e no exterior

Após 6 meses na Europa, precisamente na Espanha, e mais 1 ano de prática na região sudeste/centro oeste do Brasil, em janeiro deste ano a Dra. Ingrid Lins retornou ao seu Estado de origem trazendo na bagagem larga experiência em Transplante Capilar.

A médica faz uso da técnica FUE DHI, que é uma evolução na área, pois torna o procedimento menos invasivo (sem cortes com bisturi) e proporciona melhores resultados para o paciente, sendo um dos poucos profissionais a dominar essa técnica no Brasil, e uma das únicas a utilizar esse método de dedicação total e exclusiva durante todo o procedimento, refletindo diretamente na naturalidade do resultado do Transplante Capilar.

Logo que retornou ao Rio Grande do Norte, montou sua clínica em Natal, no Manhattan Business, uns dos prédios mais novos e modernos de Natal e que abriga médicos de renome da Capital, e clínica também em Mossoró, no Edifício West Clinical.

Em menos de 1 ano em terras potiguares, ela se tornou referência na área, não só no Rio Grande do Norte, como também já contabiliza pacientes de outros Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, mas o que ela não esperava tão cedo é que os resultados do seu trabalho se espalhasse além-fronteiras, chegando a países como Chile, Espanha e Sérvia, e já tendo novas cirurgias agendadas com chilenos, espanhóis e americanos.

A Dra. Ingrid Lins acredita que esse sucesso é devido ao seu grau de exigência, perfeccionismo, cuidados e dedicação, em conjunto com o seu conhecimento na utilização da Técnica FUE DHI. Essa técnica pode ser feita em um dia e, em alguns casos, até um dia e meio, de empenho total e irrestrito ao paciente, o que dá o padrão de qualidade que os pacientes têm apreciado tanto.

Em países onde são referência em Transplante Capilar, há um consenso que a pressa é inimiga da perfeição, pois se trata de um procedimento com muitas minúcias, quando se almeja o melhor resultado possível para cada paciente. E, certamente, esse padrão de atendimento e qualidade não seria possível se o transplante fosse realizado em 4h ou 6h, uma vez que não há como seguir todas as etapas rigorosamente.

Para entregar o que os seus pacientes buscam, é a própria Dra. Ingrid quem realiza todo o transplante, auxiliada por uma equipe que foi cuidadosamente preparada por ela, com o objetivo de garantir a excelência na entrega dos serviços médicos.

Foi baseado nesse padrão de qualidade que o chileno Tomás Cubillo, de 37 anos, desembarcou em Natal nos dias 12 e 13 de novembro para realizar o procedimento com a médica potiguar.

Quando alguém busca tratamento de saúde ou de recuperação da autoestima no exterior, que é o caso do Tomás, certamente está à procura de inovação, segurança e os melhores resultados possíveis. Para se chegar a um profissional que preza pela excelência, o paciente pesquisou vários profissionais, avaliando currículos e resultados. Segundo Tomás Cubillo, foi uma escolha criteriosa.

Foi na consulta, ainda no Chile, que Tomás afirmou que sofre de calvície desde os 18 anos e sempre pesquisou sobre transplante capilar. Há algum tempo ele acompanhava o trabalho da Drª Ingrid nas redes sociais e sempre recorreu a ela quando tinha dúvidas ou sentia alguma insegurança, “A Drª foi a única que conseguiu me acalmar e sempre me respondia prontamente,” observou Tomás. Sentindo-se seguro e vendo o trabalho da médica potiguar, ele não teve dúvidas: Deixou o seu país de origem e escolheu a Drª Ingrid Lins para fazer seu transplante capilar. Um grande facilitador para realizar consultas a distância nestes países é que a Dra. Ingrid Lins fala o espanhol, como também o inglês.

Ainda segundo Tomás, também pesou em sua decisão o fato de ele observar que a técnica FUE DHI, utilizada pela Dra. ingrid Lins, confere a implantação dos folículos na profundidade ideal e no ângulo correto, deixando a linha frontal com maior naturalidade, alta densidade, e além disso preservando a área doadora do paciente.
O paciente, exigente e perfeccionista, disse que não estava a procura de preço, sua busca era por qualidade, naturalidade e perfeição, um trabalho refinado, e tudo isso ele encontrou nas terras potiguares.

Para conhecer mais sobre o mundo de cabelos e tirar suas dúvidas sobre transplante capilar, procure a Dra Ingrid Lins.

Fonte: Blog do BG
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ANÁLISE POLÍTICA: A QUESTÃO É, ATÉ QUANDO O STF VAI GOVERNAR O BRASIL?

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o intrépido jornalista Rodrigo Constantino comenta sobre a repercussão da fala do togado Dias Toffoli quando afirmou que vivemos sob a égide do semipresidencialismo, onde o mesmo  conclui que o sistema contra-ataca para preservar o seu clubinho. Por isso você não pode deixar de assistir o vídeo completo a seguir, refletir e tirar suas conclusões!

Fonte:

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BRASILEIRA É ELEITA COMO CONSELHEIRA DA CÂMARA DE COMÉRCIO BRASIL-FRANÇA

Eliana Moares é eleita conselheira da Câmara de Comércio Brasil-França

Mandato da brasileira é de três anos e ela tem como missão fomentar projetos comerciais entre os dois países

INTERNACIONAL

 Do R7

Eliana Moraes (primeira à direita) fará parte do conselho da CCBF pelos próximos três anosEliana Moraes (primeira à direita) fará parte do conselho da CCBF pelos próximos três anos REPRODUÇÃO

A CCBF (Câmara de Comércio Brasil-França) elegeu nesta quinta-feira (18) Eliana Moraes como conselheira para um mandato de três anos. A brasileira terá pelos próximos anos a missão de promover projetos comerciais entre as duas nações.

Fundada em 2008, a CCBF é uma câmara que tem como objetivo central desenvolver relações econômicas, financeiras e comerciais em diversos seguimentos, como indústria e serviços.

A CCBF também ajuda a difundir um maior conhecimento das realidades e diversidades das atividades comerciais do Brasil na França. A partir de reuniões e eventos, a câmara interliga personalidades econômicas dos dois países.

Atualmente a CCBF é liderada pelo ex-embaixador da França no Brasil. Sr. Phillippe Lecourtier, presidente do Conselho de Administração da câmara de comércio. O presidente de honra da instituição é o atual embaixador brasileiro na França, Luís Fernando Serra.

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BRASIL ULTRAPASSOU OS EUA NO PERCENTUAL DA POPULAÇÃO COMPLETAMENTE VACINADA CONTRA COVID-19

Brasil ultrapassa os EUA em parcela da população totalmente vacinada contra a Covid

Segundo levantamento da Agência CNN, 59,06% dos brasileiros foram completamente vacinados, contra 58,9% da população dos EUA

Emylly Alves

Henrique Andradeda CNN

em São Paulo

Brasil ultrapassa os EUA em parcela da população totalmente vacinada contra a Covid | JORNAL DA CNN - YouTube

Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (17) os EUA no percentual da população completamente vacinada contra a Covid-19, segundo dados levantados pela Agência CNN. Ao todo, 59,06% dos brasileiros estão com a imunização completa contra a doença, contra 58,9% nos EUA.

Brasil e EUA são os países líderes em mortes por Covid-19 no mundo. A doença já matou 762.994 norte-americanos, enquanto 47.244.379 casos foram registrados. No Brasil, são 611.851 mortes e 21.977.661 infecções confirmadas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Nesta quarta, o Brasil registrou 373 mortes e 11.977 casos de Covid-19. As médias móveis (considerando a última semana) de óbitos e infecções ficaram em 259 e 9.766, respectivamente.

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ARTHUR LIRA VOLTOU A DEFENDER O SISTEMA SEMIPRESIDENCIALISMO NO BRASIL

Lira defende discussão sobre mudança em sistema político do Brasil e aponta semipresidencialismo

Em Lisboa, presidente da Câmara dos Deputados afirmou que o modelo pode “articular de forma mais virtuosa e eficiente” às “necessidades institucionais” do país

Thais Arbex

Teo Curyda CNN

em Lisboa

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur LiraO presidente da Câmara dos Deputados, Arthur LiraReprodução/CNN

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), voltou a defender nesta segunda-feira (15) uma “ampla e transparente” discussão sobre o futuro do sistema político do Brasil e apontou o semipresidencialismo como o modelo que pode “articular de forma mais virtuosa e eficiente” às “necessidades institucionais” do país.

Em sua fala na abertura do IX Fórum Jurídico de Lisboa, Lira afirmou que “a história tem nos ensinado a duras penas” que o chamado presidencialismo de coalizão “não tem se mostrado à altura dos desafios que o Brasil enfrenta”.

No semipresidencialismo, a figura do presidente da República fica mantida como nos moldes atuais – escolhido em eleições diretas –, mas é criado o posto do primeiro-ministro, que é indicado pelo presidente eleito e aprovado pelo Congresso. Os dois compartilham de atribuições governamentais.

“Há muito se sabe, no Brasil, das dificuldades e dos custos políticos de se governar em um sistema que combina presidencialismo forte, federalismo, bicameralismo, representação proporcional e o nosso pior problema: o multipartidarismo”, afirmou Lira.

A nova discussão sobre o semipresidencialismo acontece às vésperas das eleições presidenciais de 2022 e, além de tema do encontro jurídico em Lisboa, o debate sobre um novo sistema político voltou a ganhar força no Congresso.

“Passadas mais de três décadas de vigência da nossa Carta Magna, da constituição de 1988, talvez essa seja a hora, ministro Gilmar, de mobilizarmos as forças políticas, presidente Rodrigo Pacheco, e sociais do país para uma discussão mais ampla e transparente sobre o futuro do nosso sistema político”, disse Lira.

Uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre a adoção do sistema presidencialista foi apresentada no ano passado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e tem apoio de importante ala do chamado centrão. Lira afirmou, no entanto, que a proposta não é unanimidade entre os parlamentares, mas voltou a dizer que o modelo “sobressai entre aquelas que podem articular de forma mais virtuosa e eficiente a nossa experiência histórica e nossas necessidades institucionais”.

Lira destacou também que o semipresidencialismo “significaria o devido reconhecimento de uma realidade fundada na Constituição de 1988, que seja o fortalecimento institucional do Parlamento como órgão de fiscalização e de sustentação do funcionamento regular do governo”.

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SEGUNDO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE, O BRASIL SAIRÁ NA FRENTE EM NEUTRALIDADE DE CARBONO ATÉ O ANO DE 2050

Brasil vai sair na frente no desafio de reduzir emissões, diz ministro após COP26

Joaquim Leite, ministro do Meio Ambiente, destacou que o país “foi líder” nas articulações sobre o mercado do carbono, uma das apostas do governo federal

João de Marida CNN*

Em São Paulo

 Atualizado 13/11/2021 às 20:22

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou à CNN neste sábado (13) que o Brasil “sairá na frente” de outros países no desafio global em reduzir emissões de gases, a chamada neutralidade de carbono até o ano de 2050 — um dos acordos do relatório final da COP26.

“Criamos as bases do programa de crescimento verde com 10 ministérios, e é um comitê interministerial que olha para redução de emissões/neutralidade de carbono até 2050, conservação de floresta nativa e para uso racional de recursos naturais”, disse.

À CNN, após o encerramento da COP26, em Glasgow, na Escócia, e aprovação do novo acordo global sobre o clima, Leite destacou que o país “foi líder” nas articulações sobre o mercado do carbono, uma das apostas do governo federal no encontro.

“Em quase todos os biomas brasileiros você vai poder gerar crédito de carbono por proteger a floresta nativa. O setor privado vai desenvolver projetos, e nosso objetivo é exportar créditos”, avaliou. “Fomos elogiados pela atuação, pois fizemos  papel de líder no mercado de carbono. Representantes da China, União Europeia e EUA vieram ao nosso estande, deixando claro a participação do Brasil”.

O ministro do Meio Ambiente destacou que, além da conservação das florestas nativas, o Brasil conta com dois setores que serão “exportadores” de créditos de carbono: papel/celulose e o etanol, segundo ele.

“Dois setores exemplos para o mundo, que com certeza vão gerar créditos de carbono, gerar mais projetos sustentáveis e empregos verdes para o Brasil. Esse era o desafio que tínhamos na COP26”, concluiu.

Créditos de carbono

Uma das principais discussões realizadas na COP26 foi sobre o crédito de carbono. O motivo do debate é que esse mercado pode ser uma alternativa para ajudar países e empresas a diminuírem a emissão de gases de efeito estufa.

O desafio de países em manter o aumento da temperatura média do planeta abaixo de 2ºC é um ponto central na conferência. E um dos caminhos é justamente transformar as emissões em negócio.

Nações e empresas têm metas ambientais. Dessa forma, aqueles que conseguirem diminuir a poluição para além desses objetivos com a redução da emissão de carbono geram créditos e têm direito de vender o excedente.

A lógica é incentivar setores da economia a se descarbonizar. No Brasil, a estimativa é que o mercado de carbono possa trazer receitas de até US$ 100 bilhões ao Brasil, segundo um estudo do ICC Brasil, braço da International Chamber of Commerce no país.

Redução de combustíveis fósseis

Depois de uma maratona de negociações, a COP26 (Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas) aprovou neste sábado (13), em Glasgow, na Escócia, um acordo sobre o clima no planeta que inclui, pela primeira vez na história, uma referência aos combustíveis fósseis e seu papel na crise climática.

O texto final aponta explicitamente para o carvão, que é o maior contribuinte individual para as mudanças climáticas. Em todas as 25 COPs anteriores, nunca um acordo havia mencionado carvão, petróleo ou gás, ou mesmo combustíveis fósseis em geral, como impulsionadores — muito menos a principal causa — da crise climática.

Emocionado, o presidente da COP26, Alok Sharma, fez o anúncio do acordo com golpes de martelo. Ele emendou oralmente o rascunho mais recente do texto atenuando a linguagem em torno dos combustíveis fósseis depois de objeções feitas pela Índia e o Irã. O acordo final se refere a uma “redução” do carvão, em vez de uma “eliminação”.

Havia profundas divisões entre as nações sobre questões-chave, incluindo o uso dos termos sobre combustíveis fósseis e a quantia de dinheiro que o mundo desenvolvido deveria pagar ao Sul Global para ajudá-lo a se adaptar à crise climática. Isto impediu que a cúpula terminasse na sexta-feira (12), data inicialmente prevista para o encerramento.

(*Com informações de Isabella Faria, da CNN)

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VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO BRASIL PARA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA (17)

Governo federal começa a pagar Auxílio Brasil na próxima quarta (17); veja o calendário

Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO – 10.11.2021

A Caixa Econômica Federal começará a pagar o Auxílio Brasil, programa de transferência de renda substituto do Bolsa Família, na próxima quarta-feira (17). Segundo a instituição, as famílias contempladas com o programa receberão o benefício de acordo com o NIS (Número de Identificação Social), atribuído pelo banco para identificar pessoas cadastradas em programas sociais do governo.

Pessoas cujo NIS termina em 1 receberão primeiro, enquanto as que têm o documento com o final em 0 serão as últimas a ter acesso ao benefício. De acordo com o calendário estabelecido pela Caixa, neste mês, os pagamentos serão efetuados entre os dias 17 e 30. Já em dezembro, os repasses serão feitos do dia 10 ao 23.

Imagem: divulgação/Caixa

Para 2022, o banco ainda não tem as datas de pagamento. Contudo, assim como ocorria com o Bolsa Família, os recursos devem estar disponíveis a partir da segunda ou da terceira semana de cada mês.

Em novembro, serão beneficiados 14,65 milhões de famílias. Em dezembro, o número passará para 17 milhões, o que corresponde a todo o público já habilitado e a outras famílias que atenderem aos critérios de elegibilidade do programa, zerando a fila de espera. O atendimento alcançará mais de 50 milhões de brasileiros, ou um quarto da população.

Neste mês, o valor médio do Auxílio Brasil será de R$ 217,18, que corresponde a uma correção de 17,84% do tíquete médio de R$ 190 que era pago pelo Bolsa Família. O governo tem a esperança de começar a repassar R$ 400 a todos os beneficiários do programa em dezembro. Para isso, no entanto, depende da aprovação no Senado da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios ainda em novembro. Caso o texto passe, quem já estiver na folha de pagamento deste mês do Auxílio Brasil receberá o novo valor de forma retroativa.

Regras

Podem participar do programa as famílias em situação de pobreza (com renda per capita mensal de R$ 100,01 a R$ 200) ou extrema pobreza (com renda per capita mensal de até R$ 100) que tenham em sua composição gestantes, nutrizes (mães que amamentam), crianças, adolescentes e jovens com até 21 anos incompletos.

Para se candidatar ao programa, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e tenha atualizado seus dados cadastrais nos últimos dois anos.

Para a manutenção da família como beneficiária no Auxílio Brasil, o governo federal impôs algumas condições, entre elas a realização do pré-natal, o acompanhamento do calendário nacional de vacinação, o acompanhamento do estado nutricional, a frequência escolar mínima definida em regulamento e a matrícula em estabelecimento de ensino regular para jovens entre 18 e 21 anos.

Segundo a Caixa, os beneficiários do Bolsa Família migrarão automaticamente para
o Auxílio Brasil, sem necessidade de realizar novo cadastro. A instituição ainda informou que os cartões e senhas utilizados para saque do Bolsa Família continuarão válidos e poderão ser utilizados para o recebimento do Auxílio Brasil.

As famílias que recebem o Bolsa Família pelo aplicativo Caixa Tem, em conta Poupança Digital, receberão o Auxílio Brasil na mesma modalidade de pagamento e poderão continuar movimentando seu benefício pelo aplicativo.

Na próxima semana, a Caixa vai lançar um aplicativo chamado Auxílio Brasil, que substituirá o aplicativo Bolsa Família. Assim, de acordo com o banco, cada família poderá consultar a disponibilidade do seu benefício pelo novo aplicativo. Se preferir, o beneficiário poderá pedir mais informações sobre os valores que tem a receber ligando para o Atendimento Caixa ao Cidadão, pelo telefone 111.

Fonte: Blog do BG

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: CONHEÇA AS METAS AMBICIOSAS DE REDUÇÃO DE EMISSÃO ATÉ 2022 DISCUTIDAS NA COP26

Na edição desta sexta-feira da nossa coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE é sobre as principais quedas de braço que envolvem Brasil nas negociações da COP26. O rascunho do acordo final prevê que países apresentem metas mais ambiciosas de redução de emissão até 2022, tais como: Controle de quanto cada país rico está pagando, cifra do dinheiro que será pago a partir de 2025, eliminação de carvão e combustíveis fósseis e outros pontos relevantes. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes.

COP26: As principais quedas de braço que envolvem Brasil nas negociações sobre mudança climática

Nathalia Passarinho – @npassarinho

Enviada da BBC News Brasil a Glasgow

A boneca Amal, que representa refugiados sírios, visita a COP26CRÉDITO,JEFF J MITCHELL/GETTY IMAGES
Legenda da foto,
Rascunho do acordo final prevê que países apresentem metas mais ambiciosas de redução de emissão até 2022

Conforme as negociações da COP26 se aproximam da etapa final, negociadores dos quase 200 países presentes à cúpula do clima, em Glasgow, na Escócia, se esforçam para destravar os principais pontos de negociação.

Mas uma queda de braço entre países ricos, grandes emissores emergentes e países em desenvolvimento arrisca por a perder pontos cruciais, como financiamento a nações pobres, eliminação de combustíveis fósseis e instrumentos para dar transparência a recursos usados para mitigar as mudanças climáticas.

O objetivo da cúpula do clima é firmar compromissos para o cumprimento da meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento da Terra a 1,5°C até 2100.

Um rascunho do acordo final foi divulgado nesta quarta-feira (10/11) e prevê que países apresentem até o final de 2022 metas mais ambiciosas de cortes de emissões, além de suas estratégias de longo prazo para alcançar a chamada neutralidade climática- quando todas as emissões são compensadas por reflorestamento ou tecnologia de captura de carbono da atmosfera.

Outro ponto do texto diz que será que necessário que países ricos contribuam com mais do que os US$ 100 bilhões (R$ 550 bilhões) por ano que eles haviam prometido pagar a países em desenvolvimento entre 2020 e 2025. Mas o rascunho do acordo não estabelece uma nova cifra. E até agora os US$ 100 bilhões prometidos por ano não foram cumpridos pelos países desenvolvidos.

Além disso, a proposta preliminar de acordo estabelece a necessidade de acelerar a eliminação do uso de carvão e combustíveis fósseis. Mas nenhuma data ou prazo para que isso ocorra consta do texto. As negociações continuam até sexta (12/11) e podem entrar pelo fim de semana.

A expectativa é que grandes produtores de petróleo, como Arábia Saudita, pressionem para tirar do texto qualquer referência a cortes de subsídios a combustíveis fósseis.

Mas que trechos desse relatório interessa ao Brasil? E quais os pontos de disputa que devem esquentar as negociações até o final da semana?

Controle de quanto cada país rico está pagando

A principal demanda do Brasil e outros países em desenvolvimento é receber mais compensação e financiamento de nações ricas para ações de combate ao aquecimento global e adaptação às mudanças climáticas.

Algumas regiões do mundo já convivem com secas prolongadas e temperaturas que beiram os 50°C. E os mais atingidos são justamente os países mais pobres. Os países ricos haviam prometido em 2009 um financiamento de US$ 100 bilhões por ano a países em desenvolvimento para projetos ambientais entre 2020 e 2025. Mas esse valor não foi alcançado em 2020 e nem será cumprido em 2021.

Ativistas vestidos como líderes mundiais para protestar em GlasgowCRÉDITO,JEFF J MITCHELL/GETTY IMAGES

Legenda da foto, Rascunho do acordo não traz detalhe sobre financiamento de países ricos

O grande problema, segundo negociadores do Brasil e ambientalistas, é que faltam mecanismos sobre onde o dinheiro pode ser depositado e que pagamentos se enquadram em mitigação das mudanças climáticas. Também não há monitoramento de quanto cada país rico está aplicando.

Por causa dessa falta de controle, ambientalistas dizem que países ricos colocaram “na conta” desses US$ 100 bilhões até mesmo empréstimos com juros a nações pobres, e dinheiro que já era transferido historicamente como parte de compromissos anteriores de combate à pobreza.

Durante a COP26, Brasil, Uruguai e Argentina tentam convencer os demais negociadores a criar um comitê permanente para monitorar quanto cada país rico está dando às nações em desenvolvimento para combate às mudanças climáticas. Seria uma forma de avaliar se a meta dos US$ 100 bilhões está ou não sendo cumprida- e quais países estão atrás nas suas promessas.

Mas, segundo a BBC News Brasil apurou junto a negociadores brasileiros, a União Europeia está bloqueando essa proposta. O bloco europeu não quer, por exemplo, apresentar as contribuições de cada país, mas sim o total doado pelos integrantes do grupo.

Segundo negociadores e observadores que participam das negociações, países ricos querem estabelecer mecanismos para controlar se as metas de redução de emissões estão sendo cumpridas. Mas não aceitam o mesmo monitoramento para as promessas financeiras.

Cifra do dinheiro que será pago a partir de 2025

Outro grande ponto de impasse é o valor que os países ricos deverão pagar a nações em desenvolvimento a partir de 2025, quando se encerra o período do pagamento dos US$ 100 bilhões anuais.

O rascunho do texto da COP26 reconhece que mais financiamento é necessário aos países em desenvolvimento além dos US$ 100 bilhões prometidos por ano de 2020 a 2025. Mas o documento não estabelece a cifra que substituirá esses US$ 100 bilhões a partir de 2025.

Ativistas protestam contra combustíveis fósseis fora do plenário da COP26CRÉDITO,JEFF J MITCHELL/GETTY IMAGES

Legenda da foto, Ativistas protestam contra combustíveis fósseis fora do plenário da COP26 nesta quarta-feira

Brasil e demais países emergentes queriam que a cúpula do clima terminasse com um valor definido de financiamento para daqui a quatro anos. Uma alternativa seria ao menos estabelecer uma data para negociações sobre essa cifra, mas o texto preliminar do acordo também não prevê isso.

“Se não houver mais clareza sobre os mecanismos de financiamento, a responsabilidade pelo controle climático vai ter pendido mais para países em desenvolvimento que já assinaram o acordo de florestas”, disse à BBC News Brasil um negociador brasileiro.

Brasil, Indonésia e Congo, países com as maiores florestas tropicais, assinaram durante a cOP26, juntamente com mais de 100 países, um acordo paralelo que prevê zerar o desmatamento no mundo até 2030.

Eliminação de carvão e combustíveis fósseis

Enquanto os países possuidores das maiores florestas se comprometeram com ações para deixar suas matas em pé, os maiores emissores de gases poluentes não se comprometeram com uma data para reduzir ou eliminar o uso de carvão e combustíveis fósseis.

Um negociador brasileiro criticou o fato de não constar do texto um prazo para “transição energética”. Ou seja, para que países que hoje usam combustíveis fósseis como fonte de energia transformem sua matriz energética adotando alternativas sustentáveis, como energia solar.

Vários países ricos, como a Alemanha, ainda têm em combustíveis fósseis sua principal fonte de energia. Grandes países emergentes como China e Índia também dependem fortemente de uma matriz energética poluente.

O texto preliminar do acordo fala em “acelerar a eliminação do carvão e de subsídios a combustíveis fósseis”, mas não estabelece datas nem metas. Para um dos negociadores brasileiros ,foi um avanço incluir essa frase no documento, diante da forte pressão contrária da Arábia Saudita, que é grande produtora de petróleo.

Mas outro negociador do Brasil diz que poderia ter havido mais ambição, ao menos estabelecendo a necessidade de haver uma rápida transição de matrizes energéticas sujas para renováveis.

Negociações continuam

As negociações para um acordo final vão continuar até sexta-feira e ainda podem se estender pelo fim de semana. Até agora o Brasil aderiu a dois acordos paralelos: o de florestas, já mencionado acima, e a outro que prevê redução em 30% nas emissões de metano, um dos principais gases do efeito estufa.

Esse compromisso sobre metano atinge a produção de carne brasileira, já que o boi emite esse gás durante a fermentação gástrica e 17% das emissões de gases do efeito estufa do Brasil vêm da pecuária.

Mas lideranças do setor dizem que é possível alcançar a meta com manejo sustentável dos pastos, suplementação alimentar aos bois e redução do tempo de vida dos animais até o abate. Grandes produtores como JBS, Marfrig e Minerva Foods já comunicaram que é possível cumprir e até ampliar a meta.

“Na parte da pecuária a forma mais eficiente é uma melhoria no ciclo de vida. Com a redução do ciclo de vida dos animais, há menos emissão de metano. E no controle do desmatamento, fazemos monitoramento dos bois que vêm dos fornecedores”, disse à BBC News Brasil o presidente da Minerva Foods, Fernando Queiroz.

O governo brasileiro tem adotado o discurso de que, de agora em diante, cabe aos países ricos ampliar seus compromissos.

“O Brasil como ator chave nas negociações fez movimentos importantes durante os primeiros dias e anunciamos metas climáticas ainda mais ambiciosas”, declarou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, em discurso no plenário da COP26 nesta quarta-feira (10).

“É importante que os países desenvolvidos reconheçam a emergência financeira e mobilizem os recursos necessários para atingir os objetivos desejados nesta conferência. A meta dos 100 bilhões de dólares não foi cumprida! E este valor já não é mais suficiente para que o mundo construa uma nova economia verde com uma transição responsável”, completou o ministro.

Por sua vez, a equipe técnica de negociadores brasileiros diz que vai continuar a pressionar por mais clareza no formato de financiamento de países ricos a nações pobres. O ponto principal nesse quesito é a criação do comitê de monitoramento para controlar se as promessas financeiras vão ser cumpridas.

A grande dificuldade do Brasil está em recuperar o peso histórico que sempre teve em negociações climáticas, após a deterioraçào da imagem do país nos últimos dois anos. Em entrevista à BBC News Brasil, o embaixador Paulino Franco de Carvalho Neto, que chefia as negociações, reconheceu os graves aumentos de desmatamentos e emissões, e afirmou que há uma tentativa de “corrigir” o problema.

“Reconhecemos que temos que enfrentar o desafio do desmatamento ilegal. O que nós queremos fazer agora é corrigir isso. Olhar com muita seriedade, envolver recursos no combate ao desmatamento, aumentar os recursos, sejam nacionais ou internacionais.”

Fonte: BBC News

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A 26ª EDIÇÃO DA MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL ACONTECE ATÉ A PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA DIA 15 DE NOVEMBRO

Multifeira Brasil mostra Brasil segue até 15 de novembro na Arena das Dunas

Redação / Portal da Tropical

– Atualizado em: 09

Foto: Divulgação

A 26ª edição da multifeira Brasil Mostra Brasil acontece até a próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, no estacionamento interno da Arena das Dunas, em Natal. O evento ocorre diariamente, das 16h às 22h, com o objetivo de contribuir com o reaquecimento da economia potiguar.

Focada nos empresários e no mercado local e regional, a feira conta com a participação de artesãos de vários segmentos, como móveis, roupas, calçados, artigos de decoração, utilidades domésticas, além de uma programação cultural, com configuração da música potiguar. Nesta edição, além dos protocolos sanitários e de segurança de prevenção à covid-19, é exigido o comprovante de vacinação dos visitantes.

“Mesmo diante das dificuldades relacionadas à pandemia, estamos muito entusiasmados com nossa 26ª edição. Nosso intuito é contribuir com o reaquecimento da economia potiguar, fazendo uma feira focada nos empresários e no mercado local, mas também com alguns locais, trazendo para o evento os mais variados segmentos, com destaque para as novas tendências de moda, eletrodomésticos, artesanato , móveis, decoração, entre vários outros ”, avalia o diretor da multifeira, Wilson Martinez.

Para a artesã Adriana Vasconcelos, que começou a fazer artesanato durante uma pandemia, participar do evento é uma forma de incentivo aos artesãos, “Meu objetivo principal é ganhar visibilidade, e conseguir apresentar minha produção para todos os que estão aqui. Estamos expondo o que temos de melhor, e essa mostra mostra o quanto é rica nossa cultura e a nossa arte ”. A Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (Semtas) montou um estante no evento e, ao todo, 45 artesãos potiguares estão sendo beneficiados.

A edição 2021 vai gerar 120 Empregos apenas na etapa que envolve a montagem da estrutura física do evento: eletricistas, carpinteiros, tapeceiros, montadores, entre outros profissionais, que se desempregado de limpeza e apoio na manutenção da estrutura. “São mais de 120 empregos diretos e gerados nessa fase inicial é de 800 a mil, entre diretos e indiretos, gerados até o final do evento”, Wilson Martinez.

De acordo com a organização, a Brasil Mostra Brasil está gerando 700 empregos diretos e indiretos ea expectativa é que cerca de 80 mil pessoas visitam o espaço até a próxima segunda-feira (15). O evento segue todas as medidas e protocolos de prevenção e distanciamento, incorporando medidas de saúde e segurança, com uso obrigatório de máscara, medição de temperatura, disponibilização de álcool em diversos pontos, controle do número de pessoas que acessam o evento e a exigência faça comprovante de vacinação.

Este ano, acontece também, em paralelo, a 21ª edição da Natal Hair – Feira Regional de Saúde & Beleza, considerada uma das maiores do Nordeste sem segmento. A Natal Hair reúne profissionais dos salões de beleza, clínicas de estética, indústrias, fornecedores, distribuidores e público em geral, com fontes, cursos profissionalizantes, palestras, campeonato de barbeiros e preços promocionais em toda a exposição.

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PEC DOS PRECATÓRIOS É APROVADA PELA CÂMARA EM SEGUNDO TURNO

Câmara dos Deputados aprova PEC dos Precatórios em 2º turno de votação

Proposta, que abre espaço fiscal em 2022 para financiamento do Auxílio Brasil, segue agora para o Senado

Larissa Rodriguesda CNN

Em São Paulo e em Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (9), por 323 votos a 172, o texto-base da proposta de emenda à constituição conhecida como PEC dos Precatórios em segundo turno. Agora, o texto será encaminhado para apreciação do Senado Federal, onde também será votado em dois turnos.

Pela regra, a votação da PEC na Câmara precisa ocorrer em dois turnos, com 308 votos, no mínimo, em cada um deles, para ser aprovada.

A análise dos destaques em primeiro turno também foi encerrada no início da noite desta terça (9). Apenas um dos dispositivos que permitem mudanças de conteúdo da matéria foi acatado. Com isso, foi retirado do texto um artigo que permitia a flexibilização da Regra de Ouro, norma que estabelece que o governo não pode emitir dívida além de sua capacidade de investimento, salvo em casos de despesas correntes – referentes ao custeio da máquina pública.

O trecho, que alterava a regra fiscal, previa que o descumprimento da Regra de Ouro passasse a ser autorizado pelo Congresso Nacional ainda durante a votação do Orçamento do ano seguinte. Com a aprovação do destaque, a norma continuará como é hoje. Desde 2018, a Regra de Ouro tem sido descumprida pelo governo federal. Este ano, a insuficiência está estimada em R$ 93,9 bilhões.

Negociações

Desde a última segunda-feira (8), o Palácio do Planalto trabalhava para angariar votos entre os parlamentares. Isso porque, na semana passada, durante a votação em primeiro turno, a PEC foi aprovada apenas por quatro votos a mais do que o mínimo necessário.

No entanto, o dia começou com um revés para a base governista, que perdeu votos dos deputados do PDT. Após críticas do ex-governador do Ceará Ciro Gomes e a suspensão de sua candidatura à Presidência, o partido pressionou os parlamentares que haviam votado a favor da PEC ainda no primeiro turno. Com isso, após reunião no início da tarde desta terça, a legenda orientou voto contrário à proposta, mas cinco deputados da sigla votaram pela aprovação da PEC.

Com a mudança no PDT, o governo seguiu pressionando. Deputados da base foram convocados para a votação, na tentativa de aumentar o quórum que, no primeiro turno, havia sido de 456 parlamentares. Paralelamente, a pressão em cima de partidos como MDB, PSDB e PSB aumentou, tanto do lado do governo quanto da oposição, que seguiu obstruindo as votações.

Entenda

Aposta do governo Bolsonaro para a abertura de espaço fiscal em 2022 para o financiamento do novo programa social Auxílio Brasil, que substitui o Bolsa Família, a PEC dos precatórios tinha como objetivo inicial adiar e parcelar o pagamento da dívida da União em precatórios e sentenças judiciais. O montante para o ano que vem é de quase R$ 90 bilhões.

Com pagamento obrigatório previsto na Constituição Federal, precatórios são dívidas do governo com pessoas físicas, jurídicas, ou ainda de um ente da federação com outro, já decididas em definitivo – transitados em julgado – pelo poder Judiciário. O débito pode ser devido por municípios, estados ou União.

Em meio às negociações, o texto ganhou dispositivos que ampliam o teto de gastos e driblam outras regras fiscais. Segundo o Ministério da Economia, o espaço aberto pela proposta será de cerca de R$ 91 bilhões, sendo R$ 44,6 bilhões resultado do subteto estipulado para o pagamento dos precatórios e outros R$ 47 bilhões pela mudança na regra de correção do teto de gastos.

Só o Auxílio Brasil será responsável por consumir R$ 50 bilhões do montante total. Parte dos recursos restantes deve ser usada para aumentar o valor a ser repassado para parlamentares em 2022 por meio de emendas de relatos, conhecida como RP9, e do fundo eleitoral.

Fonte: CNN

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AVANÇO NA VACINAÇÃO E QUEDA NO NÚMERO DE CASOS DE COVID-19 FAZ PAÍSES ABRIREM AS FRONTEIRAS PARA O BRASIL

Saiba quais são os países que aceitam a entrada de brasileiros

Fronteiras voltam a ser abertas para voo que partem do Brasil a medida que a vacinação avança e os casos da doença caem no país

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Passageiros chegam ao aeroporto de Miami, no primeiro dia de reabertura das fronteiras dos EUA Passageiros chegam ao aeroporto de Miami, no primeiro dia de reabertura das fronteiras dos EUA CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH / EFE – EPA – 8.11.2021

Na segunda-feira (8), as fronteiras aéreas e terrestres dos EUA foram reabertas após quase 20 meses de restrições por conta da pandemia de Covid-19. A entrada de turistas brasileiros, desde que vacinados, voltou a ser permitida e o setor de turismo e viagens internacionais começam, aos poucos, a retomarem suas atividades.

O cenário é bem diferente do registrado em março deste ano, quando apenas 8 países no mundo — Afeganistão, Albânia, Costa Rica, Eslováquia, Macedônia do Norte, Nauru, República Centro Africana e Tonga —tinham restrições leves para a entrada de brasileiros em seus territórios.

Com o avanço da vacinação no Brasil e em boa parte do planeta, muitos territórios voltaram a se abrir e o turismo internacional é novamente uma realidade. Atualmente, de acordo com o portal da IATA, a Associação Internacional de Transporte Aéreo, pelo menos 111 países permitem a entrada de brasileiros.

Alguns exigem apenas a apresentação de um certificado de vacinação. Outros pedem resultados de testes PCR ou de antígenos na chegada ou resultados negativos recentes feitos antes da viagem. Outros exigem apenas um formulário com as informações de saúde.

Abaixo seguem os países que permitem e também os que ainda não permitem a chegada de turistas brasileiros. Os requisitos específicos podem ser encontrados no portal Travel Center da IATA. Muitas das restrições podem vencer ainda neste mês ou ainda ser reintroduzidas, caso o país esteja enfrentando novos surtos de Covid-19.

Países que permitem a entrada de brasileiros a turismo, por continente:

Américas

Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bermudas, Bolívia, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, Equador, EUA, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai

Europa

Albânia, Alemanha, Armênia, Áustria, Belarus, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Espanha, Eslováquia, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Islândia, Kosovo, Liechtenstein, Moldávia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Sérvia, Suíça, Ucrânia

Ásia e Oriente Médio

Bangladesh, Camboja, Catar, Emirados Árabes, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Maldivas, Mongólia, Nepal, Omã, Paquistão, Quirguistão, Sri Lanka, Tadjiquistão, Taiwan, Timor Leste, Uzbequistão

África

África do Sul, Botswana, Burundi, Burkina Faso, Camarões, Chade, Congo, Egito, Eritréia, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Lesoto, Mali, Marrocos, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia, Tunísia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbábue

Oceania

Polinésia Francesa

Países que não permitem entrada de turistas

Afeganistão, Arábia Saudita, Angola, Argélia, Austrália, Benin, Bulgária, Cazaquistão, China, Cingapura Coreia do Sul, Coreia do Norte, Estônia, Fiji, Filipinas, Grécia, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Kuwait, Letônia, Líbia, Lituânia, Madagascar, Malásia, Micronésia, Mianmar, Nauru, Noruega, Nova Caledônia, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Polônia, Rússia, Samoa Americana, Suécia, Suriname, Síria, Tailândia, Turcomenistão, Turquia, Tonga, Tuvalu, Vanuatu, Venezuela e Vietnã

Fonte: R7

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OPINIÃO: O BRASIL TEM DADO A HOMENS MEDÍOCRES A CHANCE DE REDENÇÃO

Alcolumbre é um dos grandes responsáveis pelas desgraças que acometem o país

Davi Alcolumbre - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilDavi Alcolumbre – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil é um país singular. Não sei se sou o primeiro a falar isso, mas faço questão de reafirmar tal constatação nesse artigo. Temos tantas singularidades que nos particularizam como nação que faltam linhas ou mesmo palavras em nosso vernáculo para descrever tal estado de coisas.

Poderia citar muitas, mas uma em específico serve para o tema dessa coluna: o Brasil tem dado a homens medíocres a possibilidade da redenção. Tantas figuras desprezíveis já tiveram a chance de fazer a coisa certa e jogaram no lixo tal oportunidade.

Continuaram medíocres, com a diferença de adicionarem gratuitamente a antipatia nacional para si.

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) é o exemplo mais cristalino deste quadro. Por pura birra com o governo, ele resolveu por bem emperrar ad infinitum a sabatina de André Mendonça, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar uma das onze vagas no Supremo Tribunal Federal.

Arrogando para si o poder de presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o sr. Alcolumbre julga ser o dono absoluto da pauta, desprezando até mesmo a posição de senadores oposicionistas – um deles é Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE), que não perdeu a chance de dar uma belíssima enquadrada em seu colega por não marcar a bendita sabatina.

Não é a primeira vez do senador Alcolumbre. Ele já atrasou o Brasil em outras ocasiões por deixar de fazer a coisa certa. Se há algum homem público neste país que poderia ter evitado as nossas desgraças atuais e fez de tudo para não as impedir, esse homem é Davi Alcolumbre.

A criação de uma CPI para investigar ilegalidades cometidas pelo Poder Judiciário – especialmente o STF – foi discutida pelos principais atores políticos em 2019. O grupo ‘’Muda Senado’’, suprassumo do lavajatismo, levou adiante a iniciativa, defendendo a necessidade de frear o ativismo judicial.

Eu mesmo defendi a CPI da Lava Toga em artigo que fiz para o Instituto Liberal – colocado depois na Gazeta do Povo por Rodrigo Constantino – por entendê-la como uma simples reafirmação de um dos princípios que norteiam qualquer democracia sólida: a transparência. Sem um Judiciário confiável e transparente, cai um pilar importante da nossa República.

Pois bem, o que fez o senador Alcolumbre, na época presidente do Senado? Teimou em não abrir a CPI – ela dependia do seu consentimento para ganhar vida. Chegou ao cúmulo do ridículo ao falar que a Lava Toga não faria bem ao país.

A mais alta instância do Poder Judiciário rasga a Constituição, promove uma insegurança jurídica absurda, interfere constantemente nos outros poderes e atua politicamente na perseguição aos conservadores, mas a tentativa de investigar e enquadrar os agentes que promovem o apequenamento do Brasil é que realmente faria mal? O sr. Alcolumbre deve viver em mundo paralelo.

A melhor solução possível para frear o ativismo togado sempre foi pensada e exaustivamente debatida por aqueles cientes do problema. Da CPI da Lava Toga ao impeachment de ministros do STF, avolumaram-se as sugestões, os caminhos a seguir para o enfrentamento da questão.

Para os mais legalistas – incluindo este humilde colunista – e defensores fiéis de saídas dentro da lei, o impeachment sempre foi o caminho ideal. A Constituição estabelece que o Senado é a instituição que pode impedir um ministro do STF com a aprovação do processo por maioria qualificada de no mínimo 54 senadores.

A abertura do processo depende do aval do presidente da casa, decidindo pelo prosseguimento ou pelo arquivamento do pedido.

Durante o governo Bolsonaro, ficou mais escancarado do que nunca que a atual composição do Supremo desrespeita a Constituição e provoca danos enormes ao país. Nada mais nada menos que 52 pedidos de impeachment foram apresentados desde a posse de Jair Bolsonaro, sendo a maioria esmagadora no período em que Davi Alcolumbre foi presidente do Senado.

Pois bem, o sr. Alcolumbre arquivou todos de uma tacada só após a tentativa vergonhosa de driblar a letra da lei e empreender uma reeleição inconstitucional na Casa Alta. O meio legal de menor desgaste foi simplesmente desprezado.

O sr. Alcolumbre sempre alegou o cumprimento irrestrito da lei para não levar adiante as soluções para o enfrentamento do maior – e mais atual – problema do Brasil. Cabe aqui alguns esclarecimentos importantes. Alcolumbre levou adiante o famigerado PL das Fake News do seu desafeto Alessandro Vieira.

Mesmo com todas as críticas por parte de setores importantes da sociedade civil e das óbvias ilegalidades da iniciativa, ele deu de ombros e bancou praticamente sozinho a votação da matéria. Em que lugar ficou o seu espírito legalista, o mesmo a servir de justificativa para não enfrentar o ativismo judicial do STF? A duplicidade moral do senador Alcolumbre é uma coisa impressionante.

Revejam a manifestação do senador Esperidião Amin (PP-SC) sobre o PL das Fake News e tirem suas próprias conclusões. Não há a menor possibilidade de defesa razoável da matéria sob qualquer ponto de vista, mas Davi Alcolumbre fez questão de colocá-lo em pauta, em um dos episódios que mais apequenaram e mancharam o Senado.

Agora o sr. Alcolumbre trava irresponsavelmente a sabatina de André Mendonça. Como confiar nas intenções de um senador outrora alvo de inquérito no STF e acusado de empreender uma ‘’rachadinha’’ milionária?

Esse senhor é responsável diretamente pelos nossos problemas mais urgentes por ter tido a oportunidade de findá-los e nada fazer.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

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COMEÇA SEXTA-FEIRA (05) NO ARENA DAS DUNAS EM NATAL A MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL

Por g1 RN

 

Brasil Mostra Brasil começa na sexta-feira (5) em Natal — Foto: Divulgação/Brasil Mostra BrasilBrasil Mostra Brasil começa na sexta-feira (5) em Natal — Foto: Divulgação/Brasil Mostra Brasil

A Multifeira Brasil Mostra Brasil vai começar na próxima sexta-feira (5) em Natal. Essa será a 26ª edição do evento, que vai até o dia 15 de novembro na Arena das Dunas.

Nesta edição, serão 12.000m² de área de exposição com cerca de 400 empresas participantes.

“Mesmo diante das dificuldades relacionadas à pandemia, estamos muito entusiasmados com nossa 26ª edição. Nosso intuito é contribuir com o reaquecimento da economia potiguar, fazendo uma feira focada nos empresários e no mercado local”, disse o diretor da Brasil Mostra Brasil, Wilson Martinez.

Haverá também “algumas atrações regionais, com muita diversidade, programação cultural, enfim, trazendo para o evento os mais variados segmentos, com destaque para as novas tendências de moda, artesanato, móveis, decoração, entre vários outros”.

Dois eventos acontecerão na Brasil Mostra Brasil neste ano, entre os dias 6 e 8 de novembro: a 21ª edição da Natal Hair – Feira Regional de Saúde & Beleza, reunindo profissionais dos salões de beleza, clínicas de estética, indústrias, fornecedores, distribuidores e público em geral e o evento de lançamento da Feira Regional de Saúde e Bem Estar Summer Health, com novidades na área esportiva, de saúde e bem-estar, com aulas e atividades.

Na Brasil Mostra Brasil, haverá expositores nacionais e locais e vários segmentos representados, como móveis, roupas, eletrônicos, artigos de decoração, utilidades domésticas, calçados, artesanato, dentre outros, além de uma programação cultural.

A Brasil Mostra Brasil deve gerar cerca de 700 empregos diretos e indiretos, segundo a organização. O evento informou que vai respeitar todas as medidas e protocolos de prevenção e distanciamento, incorporando medidas de saúde e segurança, com uso obrigatório de máscara, medição de temperatura, disponibilização de álcool em gel em diversos pontos, controle do número de pessoas que acessam o evento e a exigência do comprovante de vacinação.

O Brasil Mostra Brasil acontece em Natal desde o ano de 1995 e é o maior evento do segmento na capital potiguar. A multifeira já possui mais de 80 edições quando somadas as edições do Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Espírito Santo, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Pará, Maranhão e Mato Grosso.

Serviço

  • Evento: 26ª Multifeira Brasil Mostra Brasil
  • Data: 5 à 15 de novembro 2021
  • Horário: das 16h às 22h
  • Local: Arena das Dunas

Fonte: G1

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MINISTRO DA SAÚDE DISSE QUE O BRASIL PODERÁ COOPERAR COM DOAÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19 PARA PAÍSES POBRES

Brasil vai doar vacinas para países pobres, diz Queiroga à CNN

Após reunião com a cúpula do G20, ministro da Saúde Marcelo Queiroga diz, com exclusividade à CNN, que Brasil poderá cooperar na doação de vacinas contra a Covid-19

Leandro Magalhães

da CNN

 Atualizado 31/10/2021 às 12:24

Após participar da última reunião com a Cúpula do G20, na Itália, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse, com exclusividade à CNN, que o Brasil poderá cooperar com a doação de vacinas contra a Covid-19 para os países pobres.

“O Brasil certamente assumirá a sua posição de protagonista de um líder global e participará desta iniciativa para reforçar o acesso às vacinas no mundo”, afirmou.

Segundo Queiroga, o Brasil já tem estruturada e planejada como será a campanha nacional que dará continuação a imunização em 2022 e todos os brasileiros acima de 12 anos serão contemplados. Por isso, o excedente poderá ser destinado a ampliação do acesso às doses — um dos principais temas discutidos pelos líderes.

“A ampliação do acesso às vacinas aos países mais pobres é um dos objetivos do G20 para que, até meados de 2022, 70% da população mundial esteja vacinada com a primeira dose”, explica Queiroga.

De acordo com o ministro, o segundo tópico defendido entre os governos dos países foi o fortalecimento dos sistemas de saúde.

“Os líderes se comprometeram com o fortalecimento dos sistemas de saúde de uma maneira geral, não só para por fim a esta pandemia, mas para enfrentar outras emergências sanitárias como essa.”

Querioga enalteceu ainda o sistema de saúde brasileiro. “O Brasil é um país que tem 200 milhões de habitantes e tem um dos sistemas de saúde de acesso universal igualitário e gratuito dos maiores do mundo.”

Por fim, o ministro acrescentou que é importante preservar as “liberdades individuais” ao se seguir enfrentando a pandemia. “O presidente Bolsonaro, desde o início, defendeu o enfrentamento ao problema sanitário, a questão da economia é fundamental — o binômio saúde e economia não pode ser dissociado –, e a defesa intransigente das liberdades. Nós precisamos ter um ambiente de mais tranquilidade para poder avançar.”

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, participaram de reunião com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

“Discutimos o potencial do Brasil para a produção local de vacinas e terapêuticas, o que também poderia atender às necessidades da América Latina e Américas”, afirmou Adhanom pelo Twitter.

Fonte: CNN
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BRASIL DEVE ELEVAR SUA META DE REDUÇÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA

Em vídeo para COP26, Brasil prevê aumentar meta de redução de emissões até 2030

O anúncio deverá ser feito pelo presidente Jair Bolsonaro, por vídeo, na primeira participação do Brasil na COP26

Lourival Sant’Anna

da CNN

Em São Paulo

O Brasil deve elevar sua meta de redução de gases do efeito estufa. O governo brasileiro já comunicou a decisão à secretária-executiva da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), Patricia Espinosa.

O anúncio deverá ser feito amanhã de manhã (horário de Brasília), em um vídeo gravado na quinta-feira (28) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com legendas em inglês. Ele será exibido no stand da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na Conferência sobre Mudança Climática (COP26), em Glasgow.

A meta atual para 2030 é 43%. O novo número ainda está em discussão, mas deve ficar entre 45% e 48%.

O Brasil está sob pressão para elevar sua meta, depois que vários países aumentaram as suas, diante de novas evidências científicas de que as atuais não são suficientes para manter o aquecimento global em no máximo 2ºC até 2050, e preferencialmente 1,5ºC — a meta do Acordo de Paris, de 2015.

Além disso, o Brasil reviu para cima o inventário de emissões de 2005, nos quais baseia sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), o nome técnico das metas.

O inventário passou de 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente para 2,8 bilhões. Com isso, a manutenção da meta em 43% significa, na prática, que o Brasil poderia aumentar suas emissões, em termos absolutos.

Acaba de sair um novo inventário que reduz as emissões brasileiras em 2005 para 2,4 bilhões. A cada cinco anos o inventário é revisto, de acordo com as regras da UNFCCC, que evoluem junto com a ciência. O inventário é elaborado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Metano

Por outro lado, o Brasil não vai ceder às pressões para aderir ao grupo de 60 países que se comprometem a reduzir as emissões de gás metano de 2020 em 30% até 2030. A meta comprometeria a produção agropecuária do Brasil: 27% das emissões causadas pela atividade humana vêm da pecuária bovina e 9%, do cultivo de arroz irrigado.

Na visão do governo brasileiro, é uma meta vaga, já que os países não se comprometem individualmente com ela. Além disso, não há metas para outros gases específicos, como o dióxido de carbono, emitido predominantemente pelo uso de combustíveis fósseis nos países desenvolvidos.

As NDCs, conforme o Acordo de Paris, são calculadas em gás carbônico equivalente, o que inclui todos os gases do efeito estufa: vapor de água, dióxido de carbono, metano, ozônio, óxido nitroso e clorofluorcarbonos.

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APÓS 18 ANOS CHEGA AO FIM O BOLSA FAMÍLIA E COMEÇA O AUXÍLIO BRASIL

Fim do Bolsa Família e começo do Auxílio Brasil: veja como fica agora

Chegada do novo programa enfrenta dificuldades sobre a fonte dos recursos

Do CNN Brasil Business*

em São Paulo

Bolsa Família chega ao fim após 18 anos para dar lugar ao Auxílio BrasilBolsa Família chega ao fim após 18 anos para dar lugar ao Auxílio BrasilFoto: Ana Nascimento/CCE

Após 18 anos, o Bolsa Família chega ao fim, já que a Medida Provisória que criou o Auxílio Brasil revoga a lei que criou o programa. O último pagamento será feito neste domingo (31). Segundo dados do Ministério da Economia, 14,6 milhões de famílias brasileiras são atendidas pelo programa social, com um benefício médio mensal de R$ 191.

Para substituir o programa permanente criado em 2003, durante o governo Lula, o governo federal criou o Auxílio Brasil, que será pago a partir de 17 de novembro. O novo programa, no entanto, enfrenta dificuldades para ser colocado em prática conforme o planejado, pela falta de definição sobre a fonte de financiamento do programa.

A proposta é de que o programa amplie o número de beneficiários para R$ 17 milhões e que o valor mensal seja de, no mínimo R$ 400, a serem pagos até dezembro de 2022. Com isso, a estimativa é de que o orçamento para o programa social permanente salte de R$ 33,1 bilhões para R$ 84,730 bilhões.

A parcela a ser paga neste mês de novembro terá tíquete médio de R$ 220 já considerando os 17,8% de reajuste pela inflação do valor médio de R$ 189 do Bolsa Família. O pagamento da folha de novembro está garantido graças a um saldo de R$ 9,3 bilhões do Orçamento do Bolsa Família, remanejado no início da semana para o Auxílio Brasil.

Impasse

O governo tem como estratégia para financiar o Auxílio Brasil a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, atualmente aguardando aprovação na Câmara dos Deputados. O relator da proposta, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que sua expectativa é de que o texto seja aprovado pela Câmara na próxima quarta-feira (3).

O texto aprovado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados definiu uma revisão na regra que atualiza o teto de gastos anualmente, abrindo espaço fiscal de cerca de R$ 83 bilhões no Orçamento. Cerca de metade desse montante será direcionado ao novo programa social.

Na última tentativa de votar a PEC, o dia foi de negociações entre os deputados e ministros do Palácio do Planalto. Isso porque não há consenso na aprovação do texto. O relator da matéria afirmou estar disposto a fazer mudanças no parecer final, mas nenhum acordo ainda foi firmado.

A principal reclamação dos deputados contrários à matéria, em especial da oposição, está no não pagamento dos precatórios dos professores via Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) em 2022. Se esse pagamento acontecer, aumentará o gasto da União no ano que vem em cerca de R$ 16 bilhões, diminuindo ainda o espaço a ser aberto no orçamento de 2022 de R$ 83 bilhões para R$ 67 bilhões.

Na tarde desta sexta-feira (29), o novo secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, admitiu que a equipe econômica não trabalha com um plano B para o Auxílio Brasil de R$ 400. Segundo ele, sem a aprovação da PEC dos Precatórios, o valor atual do benefício deve ser corrigido apenas pela inflação.

Outra estratégia seria a verba extra resultante da aprovação de um novo Imposto de Renda, proposta que já passou na Câmara, mas aguarda aprovação no Senado.

Pagamento

A ideia é que os pagamentos fossem feitos da seguinte forma: os beneficiários receberiam R$ 400, que sairiam da verba do Bolsa Família para 2021 (R$ 34,7 bilhões) e os outros R$ 100 deveriam ser pagos em parcelas adicionais extrateto em caráter temporário, até o ano que vem, diante da alta da inflação e do preço dos alimentos.

A solução havia sido construída por sugestão da equipe econômica diante da pressão de integrantes da ala política do governo por uma nova prorrogação do auxílio emergencial, pago a cerca de 35 milhões de brasileiros.

Porém, com a PEC dos Precatórios travada no Congresso, o governo deve começar a pagar o Auxílio Brasil sem a parcela extra para atingir o valor mínimo de R$ 400.

Conforme informou a colunista da CNN Thaís Arbex, Ministério da Cidadania, sob o comando de João Roma, fechou a folha de pagamentos do próximo mês com a previsão de atender 17 milhões de famílias. O tíquete médio a ser pago será de R$ 220 — já considerando os 17,8% de reajuste pela inflação do valor médio de R$ 189 do Bolsa Família.

Quem poderá receber

Os beneficiários devem ser os mesmos já inscritos no Cadastro Único (CadÚnico).

Pelo desenho que chegou a ser divulgado, os beneficiários do pagamento emergencial que não se encaixam nas regras do Auxílio Brasil, cerca de 18 milhões de brasileiros, ficarão sem qualquer auxílio a partir do mês que vem.

De acordo com a Tendências Consultoria, as classes D e E tendem a receber o novo benefício. Esses grupos representam 54,7% das famílias brasileiras e têm renda de até R$ 2,8 mil.

Contudo, com empobrecimento da classe média em 2021, devido a fatores como inflação e desemprego, há a expectativa de que 1,2 milhão de famílias passem a integrar essas classes. A renda disponível também deve diminuir em 14%.

*Publicado por Ana Nunes

Fonte: CNN
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JUIZAS AFEGÃS E SEUS FAMILIARES AMEAÇADAS PELO TALIBÃ CHEGARAM AO BRASIL

Juízas afegãs chegam ao Brasil após ameaças do Talibã

Ao todo, 26 pessoas desembarcaram no Brasil e estão em Brasília. De acordo com associação, as magistradas estavam sendo ameaçadas depois da tomada do Afeganistão pelo Talibã

Marco Túlioda CNN

Em São Paulo

 

Sete juízas afegãs chegaram ao Brasil nesta semana juntas de seus familiares. Elas foram resgatadas em uma operação sigilosa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) em parceria com o governo federal.

Ao todo, 26 pessoas desembarcaram no Brasil e estão em Brasília. De acordo com a AMB, as juízas estavam sendo ameaçadas depois da tomada do Afeganistão pelo Talibã.

O grupo está recebendo apoio no atendimento à saúde, educação e assistência social e espera a concessão de visto para permanecer no Brasil. De acordo com a presidente da AMB, Renata Gil, a associação teve a coragem de enfrentar desafios de resgate.

“Com a ajuda de várias entidades, de várias forças do estado brasileiro, conseguimos realizar o sonho de trazer essas pessoas que vão, aqui nesse país, que é um país livre, construir uma nova vida com as suas famílias”, disse Gil.

(Publicado por Daniel Fernandes)

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OPINIÃO: PRECISAMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS NO NOSSO PAÍS

O Brasil nas nossas mãos: O futuro depende de nós

Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Futuro já começou …precisamos ser a mudança que queremos para o nosso País. A realidade só muda pelo conhecimento e pela informação que provoca decisões e produz ações…o resto é mi mi mi, o que não falta na atualidade.

Tudo muda e certamente o mundo mudou nos últimos 30 anos: para pior e para melhor…,mas o que realmente mudou?

O fato é que a sociedade mudou muito pouco, quando falamos em política e comportamento político social, se pararmos para pensar… não me refiro à conjunção de fatores que elegeram um Candidato Conservador.

Como assim?

Calma, calma: vou explicar…

Atenção: Este é um Artigo Loooongo com mais de 3.200 palavras (desculpem rsss): caso queiram, podem acessar a versão Áudio/Podcast cujo link está no final da página, mas recomendo LER ou OUVIR e compartilhar pois certamente muitas “fichas vão cair” nesse momento crucial de nossa história face as eleições, processo que já começou.

Aos que preferem ler, vamos em frente…

Dias atrás revi uma entrevista “antiga” do Enéas Carneiro no “roda viva” de 1994 (que recomendo ver, mesmo por curiosidade), onde o então candidato à presidência, esse “personagem inesquecível” que nos deixou aos 68 anos em 2007, vítima de uma leucemia mieloide aguda, falava de suas ideias e plataforma como candidato, então pela segunda vez à Presidência (na primeira com seus 15 segundos de TV onde ficaram notabilizadas frases de efeito sempre finalizando com o tradicional bordão “meu nome é Eneeeeeas” e desta feita com cerca de 1 minuto e 17 segundo de TV onde se constituiria num dos maiores fenômenos eleitorais do Brasil, chegando em Terceiro Lugar na corrida Presidencial de 94 com cerca de 4.6 milhões de votos): um grande feito para um Conservador num ambiente já contaminado pela esquerda (também conhecida como a “Social Democracia Progressista de FHC”).

Nessa entrevista, que mais parecia a “santa inquisição”, o Enéas era submetido a um grupo de “jornalistas” nitidamente de extrema esquerda já simpatizantes de Lula, que seria fragorosamente derrotado por FHC (o candidato das Oligarquias, então) nas eleições de 94 por 34.3 milhões de votos, contra 17.1 milhões de votos de Lula, em turno único àquela época.

Era a segunda vez que um candidato considerado Conservador (ele próprio se dizia Conservador, mas acima de tudo um Nacionalista), mesmo com um conjunto de ideias meio malucas (como defender intervenção do Estado e Liberdade de mercado, algo certamente incompatível), se submetia ao “escrutínio” jornalístico de plantão algo que depois do Dr. Eneas, se é que ele de fato era um Conservador, jamais voltaria a acontecer até 2018 com Bolsonaro…

Um hiato de 24 anos (de Janeiro de 1995 até Janeiro de 2019) nos quais seriamos ASSALTADOS pelos governos PROGRESSISTAS (mesmo dando um desconto aos 2 últimos anos com o Temer, após o impedimento de Dilma)…principalmente nos últimos 14 com o PT.

Nessa entrevista do Eneas, vemos que o ambiente não mudou tanto assim (mesmo que a corrupção tenha sido atacada e combatida, todas as instituições continuam aparelhadas)…quem aparentemente mudou fomos nós… pois ficamos mais “espertos” e mais bem informados com a Internet; as redes sociais; o WhatsApp: e os novos canais independentes de mídia e jornalismo, nem sempre tendenciosos como os que tínhamos até então e que dominavam o pedaço, “fazendo nossas cabeças”, pois tinham na ocasião, a credibilidade que hoje não tem.

A mudança da População seria inevitável: CONHECIMENTO É PODER…

Ao rever o programa, se não soubéssemos a data, poderíamos dizer que a entrevista estaria sendo realizado hoje e veríamos algumas das posições defendidas por Enéas, como o potencial de riquezas do Brasil e os interesses escusos presentes no Establishment, sempre contrários aos interesses dos brasileiros e privilegiando a “elite” detentora do poder.

Não quero me ater às posições do Enéas, algumas das quais, discordo como a ideia de um “estado controlador”, o que se assemelha ao “socialismo”, embora ele se apresentasse com veemência como um ser liberal e a favor da “livre iniciativa”.

Mas sobretudo, na ocasião, a opinião expressa por Enéas sobre Lula chamava a atenção…algo que se materializou como uma profecia sinistra, anos depois. A história apenas confirmou o que Enéas já sabia e alertava aos brasileiros que naquela época não entendiam muito bem, infelizmente e assim, fomos enganados (já que até então Lula sempre fora visto apenas como um Ativista Sindical populista).

Dessa forma, quando finalmente Lula “sucedeu” FHC, tornando-se presidente pela primeira vez eleito em Outubro de 2002, continuaríamos a ser enganados por muito mais tempo, onde nada mudaria se não houvesse ocorrido o “acidente” da tal “terceira via”, me refiro a Bolsonaro, claro, produzido pela força e efeito “desconhecido até então”, da opinião pública que surgiu nas redes sociais e me refiro as Tias, Tios e Avós do Zap, principalmente, que refletiam um estado de consciência jamais visto e que fora produzido pelos escândalos de corrupção e pela ação da lava jato. Mais uma vez: CONHECIMENTO É PODER.

Eneas falava sobretudo do despreparo de Lula e de seu inegável desvio de caráter, algo que se revelou ainda pior quando este foi alçado ao poder… e essa história conhecemos bem. Mas Eneas se enganou: LULA ERA AINDA PIOR QUE ELE IMAGINAVA.

Nas eleições de 1994, depois da experiencia frustrada da Eleição de Collor (um candidato de orientação neoliberal) que herdara uma inflação de 1764% a. a. do fracassado governo Sarney (e hoje ficamos assustados e com razão pelo efeito da pandemia que nos trará uma inflação pouco acima de 8% a.a. e onde a Argentina chega a 50% a.a. sendo a sexta pior no mundo), e assim, chegávamos a um pleito onde tínhamos 9 candidatos à presidência dentre eles, além de FHC e Lula, o próprio Enéas, o Darcy Ribeiro, o Leonel Brizola, o Orestes Quércia e o Espiridião Amin, mas onde o FHC seria imbatível e teria como grande cabo eleitoral o “Plano Real” fruto de cabeças brilhantes, principalmente a do Economista Gustavo Franco, que debelaria definitivamente a Hiperinflação no País. FHC na ocasião era o Ministro da Fazenda do Governo Itamar Franco que herdara o Governo após o impedimento de Collor.

O sucesso do Plano Real que contava com o apoio de 70% da população (com o qual Eneas discordava, por razões obvias), contribuiria não apenas para eleger FHC em 1994, como para o reelege-lo em 1998, desta vez com a coligação que detinha mais de 70% dos Deputados e Senadores do Congresso, onde PFL, PMDB, PPB e PTB passavam a deter cargos no primeiro escalão do governo, dando início ao famigerado “teatro das tesouras” já que nas eleições seguintes teríamos a eleição de Lula que assumiria o governo (já razoavelmente aparelhado) em Janeiro de 2003, assim “convencendo” o Establishment de que faria o “jogo do poder das elites” e daí em diante, até o impedimento de Dilma (ao que tudo indica algo promovido pelo próprio Lula e pelo PSDB), teríamos 14 anos onde o Brasil foi destruído por governos “ditos” progressistas (PSDB e PT), o que representou então, os 22 anos de aparelhamento que saqueou o Brasil e os Brasileiros, quase inviabilizando o País como ocorreu com outros países “geridos” pela esquerda no mundo, mas principalmente na América Latina, tomada pelos participantes do “foro de São Paulo”, uma outra história hoje bem conhecida por muita gente.

MAS HOUVE UMA MUDANÇA IMPORTANTE DE 2016 PARA CÁ

Se a conclusão é a de que na política muito pouco mudou, como afirmei, na sociedade vivemos mudanças na forma de comunicação o que impactou a forma de como o “jogo político” passou a ser jogado à partir do impedimento de Dilma, basta ver de como as “redes” deram um susto no Establishment em 2018 e que à ocasião, já considerava como “favas contadas” a permanência dos “progressistas” no poder, mas como na poesia de “Drummond”: tinha uma “pedra no caminho”…uma pedra chamada Dilma… e não me refiro a sua duvidosa reeleição vencendo o Aécio, mas à estratégia malsucedida de substitui-la por alguém da “turma” das “Tesouras”, algo que não se materializou nas eleições de 2018 após a transição Temer.

Mesmo que a política e o modelo de subserviência no Brasil tenha sido mantido, principalmente com base no caráter corporativista que nos trouxe a constituição de 1988 (e suas incontáveis emendas mais que convenientes), a classe política foi de mal a pior, a julgar pelos 13 candidatos que concorreram à presidência em 2018, o que evidenciava o “vácuo” de bons políticos que vivemos nos últimos 20 anos: as pessoas envelhecem; outras morrem e nem sempre seus sucessores, de sangue ou não, tem o carisma e a expertise de seus mentores, muito menos em tempos de redes sociais.

Isso, sem dúvida, facilitou a vitória de uma terceira via em 2018 (interrompendo o “teatro das tesouras” à brasileira) no caso com a eleição do Bolsonaro, um improvável candidato da direita Conservadora num país dominado pela esquerda “progressista” (outro nome dado ao Socialismo), tanto na política, quanto de um aparelhado sistema judicial; da mídia; da cultura; da educação e dos principais setores da nossa sociedade que representam a economia.

Produziu-se assim, por um conjunto de fatores que já apresentei em outros artigos, a inflexão da curva que parece se materializar mesmo com tantas forças em contrário, algo que nem as fraudulentas pesquisas de “opinião” tem o poder de mudar, caso haja eleições limpas em 2022. Sendo um processo, os dados ainda estão rolando, mas reverter a inflexão por vias normais é algo pouco provável, mesmo pelo conjunto de forças de oposição.

Se por um lado tivemos e temos um processo de “doutrinação” nas duas últimas gerações, principalmente via Cultura e Educação, sabemos que a maior longevidade de uma população mais informada a cada dia, a mesma que produziu a “virada” nas urnas nos últimos anos, permanece engajada e possivelmente aumentou em número.

O tempo e a experiencia são os pais da razão e hoje a comunicação é absolutamente uma questão de curadoria onde há opções…ainda.

Uma população ativamente envolvida na política nacional é tudo que o Establishment gostaria de evitar, mas tem fracassado mesmo com todo aparato envolvido na censura e restrição nas liberdades de expressão. Pela primeira vez na nossa história a informação circula apesar dos canais uma vez que os vetores são a própria população.

Sociologicamente falando, a grande maioria da populações brasileira se apresenta como “conservadora nas pautas de “costumes” e “liberal nas pautas econômicas” e nada indica que isso vá mudar nos próximos anos: é um fenômeno Global mesmo que a oposição raivosa também seja global…globalista, para ser mais preciso.

Os eleitores jovens hoje entre 18 e 24 anos representam 19 milhões do eleitorado Brasileiro (onde apenas 1.3 milhão estão na faixa de 16 a 17) e, mesmo que seja um contingente importante, se encontra dividido. Assim, o contingente sênior dos cerca de 148 milhões de eleitores brasileiros é, como falei, majoritariamente composto por conservadores na pauta de costumes e liberal em termos de economia, defensores de um Estado menor, mais ágil e atento às suas reais funções de gestão em relação ao bem estar da população e ao desenvolvimento do potencial natural e agroindustrial que possuímos, o que nos coloca como uma potência econômica indiscutível, o que assusta e preocupa muita gente que concorre com o Brasil pelos mercados Globais: há sem dúvida um conflito de interesses que só vai se acirrar.

DITO ISSO, PARA ONDE VAMOS?

Tenho total convicção de que as eleições de 2022 serão as mais importantes da nossa história pois, não apenas podem impedir o retorno de criminosos que tomaram o país por quase 30 anos (e muitos ainda estão lá…, me refiro ao poder), mas também porque implicam na continuidade do processo de renovação das nossas “casas políticas” e também nos Estados: como enfatizei no último artigo, temos três jogos em andamento e não apenas o da eleição presidencial.

Assim, considero da maior importância o engajamento e conscientização de todos nós para a responsabilidade de cada um de nossos voto. Com base nisso, algo que vou repetir à exaustão até Outubro de 2022, o que está em jogo é o futuro do Brasil e dos Brasileiros, me refiro ao futuro imediato e não algo longínquo lá no horizonte.

Para começar, vou repetir o final do meu artigo publicado no JCO em 08/05/2021, sob o título SURGEM NO HORIZONTE OS SINAIS DE UM NOVO BRASIL.

Segue… e vale ler ou reler e propagar:

Se paramos para verificar como se apresentam os grupos de políticos que atuam nas casas políticas (também nos Estados e Assembleias), identificamos as seguintes configurações:

Os dinossauros honestos. Políticos honestos da velha guarda que são raríssimos;

Os dinossauros Bandidos, que entre os dinossauros são a maioria (muitos dos quais denunciados em processos da lava jato e que são os chamados “rabo preso” junto ao STF via foro privilegiado;

Os filhos dos dinossauros, que com honrosas exceções são frutas que não caem muito longe do pé, algo como filho de peixe, que são responsáveis em preservar as dinastias de poder que foram criadas ao longo da história da “Republica”…

A nova geração que tem algum poder pois são alavancados por algum tipo de interesse que tem poder. Muitas vezes interesses genuínos e outras vezes não.

A nova geração que representa o chamado “baixo clero” (mesmo que no baixo clero tenhamos integrantes de vários grupos) que, embora tenham boas pautas, não tem poder para implementá-las (Bolsonaro foi um destes). Esses, em sua maioria, são os representantes de boa parte da população: aqueles que tem a missão dificílima de enfrentar o establishment quase que sem nenhuma munição.

Guardadas as proporções, a estratificação é mais ou menos essa, o que nos mostra que boa parte da nova geração de políticos que tem poder é cooptada pelo sangue ou pela corrupção. E outra parte é formada por jovens políticos que representam as minorias sem grande poder de realização ou por outras vezes são também oportunistas buscando uma têta para mamar.

E visando manter o aparelhamento, temos no parlamento duas ferramentas que possibilitam perpetuar o “cabresto” de boa parte dos membros: me refiro a 1) o foro privilegiado que representa uma espécie de “salvo conduto” para garantir o poder da cooptação dos políticos e 2) a não prisão até o trânsito em julgado (a não possibilidade de prisão em segunda instância) que torna quase inimputáveis de pena os corruptores, que são representantes das oligarquias e facções criminosas que mandam no Parlamento (algo que se estende ao poder nos Estados e municípios).

Nem vou entrar aqui no sistema eleitoral que elege “gente sem voto” popular…me refiro ao “sistema proporcional”(QE e QP) que se aplica a Deputados e vereadores, mas que sugiro buscarem informações sobre esse famigerado sistema.

O PODER DO VOTO OU QUE O VOTO PRECISA TER

Por todas essas razões, estamos como falei, diante da mais importante eleição da nossa história. E não podemos de forma alguma renunciar ao VOTO CONSCIENTE e FISCALIZADO (se não auditado) para que a lisura do pleito possa cumprir o seu papel de representar o estágio de consciência e informação do eleitorado brasileiro… algo que de fato precisará ser consolidado nas próximas eleições (e quando digo próximas, me refiro aos próximos 20 anos, mas sobretudo às eleições de 2022).

Nessa hora e, desde já (lembrando que o Establishment já se encontra e franco processo eleitoral e a CPI, não deixa nenhuma dúvida quanto a isso), é preciso que cada eleitor cumpra o seu dever de casa para consolidar o processo de mudança que desejamos e precisamos.

E qual é o dever de casa de cada um dos eleitores brasileiros?

Segue uma lista breve, dos principais pontos que considero fundamentais:

Conheça os seus candidatos (algo como você nunca fez): faça pesquisas e se for o caso, crie até um breve dossiê da vida pregressa de cada um deles… não é difícil fazer: fontes não faltam. O importante é saber da idoneidade deles e do que já fizeram de bom pela sociedade, principalmente se já tiveram mandatos e pleiteiam reeleição.

Conheça e entenda as ligações dos seus candidatos com organizações diversas e com outras pessoas que representam interesses setoriais. Não se deixe enganar, muitos deles estarão mudando seus discursos e apagando “evidências” de ligações comprometedoras com gente ruim (para dizer o mínimo).

Veja a reputação e as ações dessas relações e veja as reais intenções dessas ligações. Quem os seus candidatos apoiam ou defendem?

Avalie a capacidade do candidato, me refiro mesmo ao perfil dos candidatos em relação à missão que você pretende atribuir a eles (não se esqueça que o que se atribui é um mandato, ou seja, uma missão de te representar): e não se esqueça que os políticos que você ajuda a eleger são uma espécie de espelho seu, das suas convicções e das aspirações para você mesmo e para a sociedade em geral.

Faça uma avaliação crítica do que pensa cada um dos candidatos que você poder vir a escolher, me refiro ao que eles defendem em termos de pautas que melhoram a vida da coletividade. Fuja de candidatos que se vestem de “chavões” retóricos que são pura demagogia e que não tem nenhuma sintonia com a realidade: lembremos que política é mesmo “a arte do possível” e que o que não está calcado na realidade é mesmo retórica para te enganar.

Se alguns dos teus candidatos estão em mandato, faça uma pesquisa de como votaram as pautas mais importantes dos últimos anos: comece por exemplo por como votou a PL 4754/2016 que visa manter/preservar o ativismo judicial que tanto mal tem feito ao país…,mas tem muitas outras votações importantes disponíveis que podem dizer quem é quem em relação ao que importa: me refiro a Parlamento; Estados e Municípios em geral.

Bem, é isso…

Aproveito para transcrever neste artigo, mensagem de vídeo que recebi e que circula nas redes, definindo os tipos de ladrão:

Segundo Francois-Marie Arouet, filósofo mais conhecido pelo seu pseudônimo VOLTAIRE, há dois tipos de ladrões:

O Ladrão Comum: que é aquele que rouba sua carteira, seu dinheiro, seu relógio, seu celular… e;

O Ladrão Político: que é aquele que rouba o seu futuro, o seu conhecimento, os seus sonhos, a sua educação, a sua saúde, o seu salário, as suas forças…o seu sorriso;

A grande diferença entre esses dois ladrões é que o Ladrão Comum te escolhe para roubar os teus bens…enquanto o Ladrão Político é você que o escolhe para te roubar.

E há ainda outra importante diferença, não menos importante: o Ladrão Comum é procurado pela Justiça e o Ladrão Político é, em geral, PROTEGIDO POR ELA.

Em que pese essa definição haver sido feita por Voltaire no século XVIII, de lá para cá, como afirmei no início deste artigo, nada mudou significativamente…pelo contrário, ficou ainda mais fácil, sutil e sofisticada a arte de te roubar por ambos os tipos de Ladrão.

Então que fique claro:

O processo de mudança do Estado e da sociedade não é uma corrida de 100 metros rasos e sim, uma imensa e sofrida maratona. E nesse imenso desafio, o VOTO representa o único bem que torna todos nós IGUAIS em termos de nos atribuir poder: numa sociedade democrática o VOTO é capaz de mudar a realidade e promover um futuro melhor.

Comece HOJE MESMO a construir o seu VOTO para 2022 (a oposição já começou): não é uma tarefa fácil e nem rápida, mas necessária para resgatar o Brasil que queremos para nós, nossos filhos e nossos netos.

NÃO ACEITE MAIS SER ROUBADO POR POLÍTICO LADRÃO!

Foto de JMC Sanchez
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PRESIDENTES DO BRASIL E COLÔMBIA AFIRMARAM QUE SEUS PAÍSES CHEGAM À PRÓXIMA CÚPULA DA ONU SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS “UNIDOS EM DEFESA DA AMAZÔNIA”

Brasil e Colômbia chegam à COP26 ‘unidos’ em defesa da Amazônia

Presidentes dos dois países participarão de cúpula em Glasgow, na Escócia, com outros líderes mundiais no final de outubro

INTERNACIONAL

 por AFP

Presidentes se encontram nesta terça-feira (19) no Palácio do Planalto, em Brasília

JOÉDSON ALVES/EFE – 19.10.2021

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e seu homólogo colombiano, Iván Duque, afirmaram nesta terça-feira (19), em Brasília, que seus países chegam à próxima cúpula da ONU sobre mudanças climáticas “unidos” em defesa da Amazônia.

“Chegaremos a Glasgow [Reino Unido] unidos para tratar de um assunto muito importante e caro para todos nós: nossa amada, rica e desejada Amazônia”, disse Bolsonaro após se reunir com Duque no Palácio do Planalto.

Os países da região amazônica “compartilham a ideia de chegar a Glasgow com uma mensagem inequívoca para proteger este território”, acrescentou Duque por sua vez.

“Nossa voz em Glasgow será não só trabalhar pela transição energética, pela redução de emissões, mas também alcançar a neutralidade de carbono e fazê-lo com grande proteção de nossas florestas tropicais e de nossa Amazônia”, afirmou o presidente colombiano no segundo dia de sua visita oficial ao Brasil.

Líderes mundiais se reunirão na cidade escocesa de Glasgow entre 31 de outubro e 12 de novembro para discutir a redução das emissões de CO2, chave para o combate às mudanças climáticas.

O governo Bolsonaro é muito criticado por sua política ambiental, principalmente pelo aumento do desmatamento desde que assumiu o poder em 2019, por ter enfraquecido órgãos de controle ambiental e defender publicamente a exploração de recursos em áreas protegidas.

Em uma mudança de discurso, em abril, Bolsonaro se comprometeu a atingir a neutralidade de carbono até 2050, ou seja, o equilíbrio entre a quantidade emitida e a retida, e prometeu que o Brasil eliminará o desmatamento ilegal até 2030.

Brasil e Colômbia concentram 61% e 6% da floresta amazônica em seus territórios, respectivamente. Setenta por cento do desmatamento na Colômbia ocorre nessa região. Em 2020, 109.302 hectares foram desmatados em solo amazônico colombiano, segundo dados oficiais.

Durante a visita oficial de Duque “para estreitar os laços” com o Brasil, os presidentes assinaram sete acordos de cooperação em temas como combate ao narcotráfico, exportação, saneamento, agricultura e tecnologia.

Duque também se reuniu com empresários colombianos e brasileiros em São Paulo e tem encontro marcado com os presidentes das duas casas do Congresso nesta terça-feira.

Brasil e Colômbia registraram intercâmbio bilateral de 3,6 bilhões de dólares em 2020, segundo o governo brasileiro

Fonte: R7

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SEGUNDO DADOS DO INCA, NA REGIÃO NORTE INCIDÊNCIA DE CÂNCER DE COLO DO ÚTERO É A MAIOR DO BRASIL

Projeto leva rastreamento de câncer de colo do útero a indígenas do Norte

Giulia Granchi

Do VivaBem, em São Paulo

19/10/2021 04h00

Divulgação/SESAIImagem: Divulgação/SESAI

Há cerca de cinco meses, Kátia Ramos Moreira Leite, médica patologista, foi procurada por um assessor da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), que dividiu com ela a situação alarmante de deficiência no rastreamento de saúde ginecológica das mulheres indígenas na região Norte do país. Mesmo havendo postos de saúde nos bairros e nas aldeias, as coletas de exames precisavam ir para laboratórios afastados das regiões, e muitos resultados nunca voltavam ou demoravam demais.

Na região Norte, a incidência de câncer de colo de útero é a maior do Brasil. Dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer) estimam que enquanto nas outras regiões a incidência, em média, é de 17 casos para cada 100 mil mulheres, lá, esse índice é de 24 casos para cada 100 mil mulheres. O atendimento, como apontou o pedido do assessor da Sesai, é majoritariamente centrado nas maiores cidades

Leite ouviu o pedido do assessor e aceitou, em nome da SBP (Sociedade Brasileira de Patologia), da qual é presidente, ajudá-los a montar um mutirão para análise dessas citologias vaginais. O processo está atualmente sendo realizado, e o material colhido é enviado para a sede da SBP, em São Paulo. Depois, as amostras são divididas para os 11 laboratórios espalhados no Brasil que aceitaram realizar os exames gratuitamente.

“O principal causador da doença é o contágio sexual pelo vírus do HPV. O diagnóstico é essencial. Como desde a lesão percursora até o desenvolvimento do câncer levam vários anos, é possível interromper esse processo. Mas se meninas iniciam atividade sexual sem proteção muito cedo e não fazem exames, aos 20 já podem ter carcinoma estabelecido”, explica a patologista.

O câncer de colo de útero é um dos tumores mais comuns entre as mulheres. A doença ocorre predominantemente em mulheres não brancas e com baixa escolaridade —cerca de 62% dos casos—, expondo a chaga da falta de acesso à informação e aos serviços de saúde em grupos mais vulneráveis da população.

“Além do mal que isso causa individualmente, também sobrecarrega o SUS com necessidade de tratamentos como quimioterapia e radioterapia. Não podemos deixar que isso aconteça”, diz a médica, explicando que a vacina contra o HPV é a maneira mais eficaz de se proteger contra o vírus.

“Se as mulheres conseguem descobrir a lesão, o que já é difícil, precisam ir até a capital, deixar o trabalho… Quando muitas vezes ela é chefe da rede da família. Por isso a importância de levar alternativas até elas, e sem dúvida o rastreio oportuno proporciona que as mulheres em volta daquela família conheçam a questão”, aponta Monique Freire Santana, médica patologista e pesquisadora da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas.

O objetivo do projeto é beneficiar 10 mil mulheres, número que pode ser excedido se houver uma demanda maior do que o esperado. “Antigamente, a gente não tinha a segurança de fazer um exame preventivo. Demorava até dois anos para sair um resultado. Agora, está chegando em 30 dias e estamos pedindo para que todas as mulheres indígenas façam a coleta”, diz Daniele Silva de Oliveira, indígena da etnia Mura e moradora da comunidade indígena Vista Alegre, em Roraima.

A coleta é feita por agentes de saúde das unidades primárias, e a SBP está criando um material para melhorar o treinamento desses profissionais. “Havia defeitos em muitas das coletas, o que prejudica um pouco da análise”, comenta a patologista.

Junto do Sesai e com a participação de uma ginecologista do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), o objetivo é criar um curso online ensinando as melhores práticas para a coleta.

O patologista Fábio Távora, diretor médico do Laboratório Argos, em Fortaleza, um dos participantes do projeto, avalia que o exame ajuda também a criar uma cultura de cuidados nas comunidades. “Oferecer esse teste gera uma ida ao sistema de saúde, transforma isso em coisa rotineira, e receber os resultados gera mais confiança nesse processo.”

E se o resultado apontar lesões?

Caso lesões sejam encontradas nos exames, o protocolo é prosseguir com biópsia para que o tipo de tumor seja identificado, e se necessário, encaminhar as pacientes para tratamento.

O intuito, explica a presidente da SBP, é contar com a ajuda do HC de São Paulo também para fazer o tratamento, além de levar equipes pequenas e itinerantes até as comunidades para fazer esse atendimento. “A área é enorme e muitas vezes as populações ficam bastante isoladas. Mesmo de barco, às vezes são dias e o custo é grande.”

Além disso, Leite afirma que junto da Sesai, há o planejamento para novas ações na área de saúde. “Uma delas é a doação de equipamentos mais modernos. Outra é a montagem de pequenos laboratórios para fazer pelo menos os exames mais primários nessas unidades de atendimento”, conta.

Fonte: VivaBem Uol

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GOVERNO DO PARAGUAI ANUNCIA PARCERIA COM BRASIL PARA CRIAÇÃO DE COMANDO E INTENSIFICAR LUTA CONTRA O CRIME ORGANIZADO NA FRONTEIRA

Paraguai anuncia parceria com Brasil contra crimes na fronteira

Governos pretendem aumentar patrulhamento de policiais na região fronteiriça de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Projeto prevê reforço policial na fronteira entre Brasil e Paraguai
ARTE/R7

O governo do Paraguai anunciou nesta terça-feira (12) que será criado em breve um comando que contará com policiais do país e do Brasil para intensificar a luta contra o crime organizado na fronteira, após os assassinatos de quatro pessoas no lado paraguaio no último sábado (9), uma delas filha do governador do departamento de Amambay.

O ministro do Interior do Paraguai, Arnaldo Giuzzio, disse em entrevista coletiva que a parceria, debatida há meses com a Polícia Federal brasileira, se concentrará na região de fronteira entre Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e Pedro Juan Caballero, a cidade paraguaia onde foram cometidas as quatro execuções.

A formação e logística deste comando não foram reveladas por Giuzzio na entrevista. “Estamos visando um plano de alcance imediato” e “propostas para estabelecer estratégias com maior duração”, disse o ministro. “Na realidade, hoje o problema do crime organizado transnacional se coloca na fronteira. E o efeito rebote já estamos vendo no interior de nosso país”, acrescentou.

Entre outras hipóteses, a polícia paraguaia está trabalhando na possibilidade de que os assassinatos ocorridos no último sábado em Pedro Juan Caballero, capital de Amambay, tenham sido cometidos por traficantes de drogas.

O ataque matou um homem paraguaio, Omar Vicente Álvarez Grance, de 32 anos, apontado pelas autoridades locais como o verdadeiro alvo dos criminosos, e outras três pessoas, entre elas Haylee Carolina Acevedo Yunis, de 21 anos, filha do governador de Amambay. Segundo a polícia local, as vítimas foram alvejadas após saírem de uma casa noturna no início da manhã

Fonte: R7

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BRASIL OCUPA O 4º LUGAR NO NÚMERO DE DOSES APLICADAS DE VACINAS CONTRA CORONAVÍRUS

Painel da Vacina: Brasil está em 59° no ranking global e é 4º no total de doses

Até às 11h do sábado (9), são cerca de 98.824.442 brasileiros totalmente imunizados, ou seja, que tomaram as duas doses da vacina ou o imunizante de dose única

Luana Franzãoda CNN*

São Paulo

Vacinação contra a Covid-19 no BrasilVacinação contra a Covid-19 no Brasil Breno Esaki/Agência Saúde DF

O Brasil ocupa o 59º lugar no ranking global de aplicação de vacinas contra a Covid-19, com uma taxa de cerca de 117,64 a cada 100 habitantes. O país também ocupa o 4ª lugar no número de doses aplicadas, com 250.941.443, ficando atrás de China (mais de 2 bilhões), Índia (935 milhões) e Estados Unidos (400 milhões).

Até às 11h do sábado (9), são cerca de 98.824.442 brasileiros totalmente imunizados, ou seja, que tomaram as duas doses da vacina ou o imunizante de dose única.

A aplicação da terceira dose ou dose de reforço continua avançando, somando 2.590.818 pessoas que a receberam até o momento, de acordo com as informações reunidas pela CNN Brasil.

Os números apresentados podem ser ainda maiores, visto que nem todos os estados e municípios divulgaram suas últimas atualizações.

Entre os países do G20, o Brasil ocupa a 13ª posição na quantidade de doses aplicadas a cada 100 habitantes. Os primeiros lugares são ocupados por China, com 153,64 doses, Canadá, com 149,63, e Itália, com 142,55. Outros países que também estão a frente são França (141,99), Reino Unido (138,12), Japão (136,55) e Coreia do Sul (134,05).

Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Informações obtidas por Giovanna Bronze, Julyanne Jucá, Ludmila Candal, Giulia Alecrim, Vital Neto, Victória Cócolo e Beatriz Araújo

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CIDADES BRASILEIRAS COM CARNAVAIS MAIS CONHECIDOS DO PAÍS JÁ COMEÇARAM A SE ORGANIZAR PARA FESTA DO PRÓXIMO ANO

Saiba quais cidades do Brasil já estão planejando o Carnaval de 2022

Na cidade de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) já sinalizou que há chances de a capital celebrar a festa

Paula Nobreda CNN

Em São Paulo

 

Algumas cidades brasileiras com carnavais entre os mais conhecidos do país começaram a se organizar para a festa do próximo ano.

Rio de Janeiro, Salvador e Ouro Preto (MG) estão decidindo se o Carnaval vai ser realizado com o uso de máscaras e com distanciamento social.

Na cidade de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) já sinalizou que há chances de a capital paulista celebrar a festa.

Em Pernambuco, Recife e Olinda ainda esperam o posicionamento das autoridades de saúde para saber se vão realizar a festa em 2022.

Fonte: CNN

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ENTRADA DE ESTRAMGEIROS POR VIA AÉREA ESTÁ LIBERADA NO BRASIL

Brasil libera entrada de estrangeiros por via aérea

Restrição valia para Reino Unido, Índia e África do Sul

Adriana De Lucada

CNNem São Paulo 
Atualizado 06/10/2021 às 21:49

 

O governo brasileiro decidiu liberar a entrada de passageiros vindos do Reino Unido, Índia e África do Sul nesta quarta-feira (6).Antes, estava  vetada a entrada de estrangeiros com passagem por esses países até 14 dias antes da viagem. A portaria só vale para voos.

Mesmo quando a liberação aos passageiros vindos desses países ainda não era permitida, quatro jogadores argentinos descumpriram a medida em setembro, quando passaram pelo Reino Unido e não cumpriram quarentena ao chegarem no Brasil.

Os atletas vieram disputar a partida das Eliminatórias da Copa do Mundo contra a seleção brasileira. A infração causou a interrupção do jogo por agentes da Polícia Federal (PF) a pedido a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: CNN

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POLÍTICA: MINISTÉRIO EM PARCERIA COM GOVERNO FEDERAL TÊM ADESÃO ATENDIDA E BRASIL FAZ PARTE DA ORGANIZAÇÃO EUROPEIA PARA PESQUISA NUCLEAR

 

Finalmente o Brasil ingressa na Organização Europeia para Pesquisa Nuclear

Jair Bolsonaro e Marcos Pontes - Foto: Carolina Antunes/PRJair Bolsonaro e Marcos Pontes – Foto: Carolina Antunes/PR

Uma adesão pleiteada pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, foi finalmente atendida. O Brasil agora faz parte da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN), que opera o mais potente acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider (LHC).

O conselho da organização aceitou o país como membro associado. Em junho de 2019, o ministro Marcos Pontes, em visita às instalações do centro, em Genebra na Suíça, reafirmou a disposição do Brasil em ser associado à instituição. Em agosto deste ano, Pontes e uma comitiva do ministério, estiveram no CERN para se reunir com diretores e reforçar o pedido de adesão do Brasil à organização.

Em agosto, durante o webinário “Associação do Brasil ao CERN: oportunidades e desafios”, realizado em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o ministro Marcos Pontes destacou a importância para o Brasil da participação no centro.

“O Brasil tem aguardado desde 2009 a concretização desse sonho da comunidade científica, do setor produtivo e da educação do país. É um sonho antigo que vamos efetivar agora. O país precisa ser efetivado como membro associado ao CERN”

Durante o programa ‘Bate-Papo Ciência e Tecnologia no Dia a Dia’, no dia 17 de agosto, onde foi debatida a participação do Brasil no CERN, o diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), unidade de pesquisa vinculada ao MCTI, Ronald Cintra Shellard, explicou a importância desta iniciativa para a ciência nacional.

“Antes tarde do que nunca. Eu acho que a iniciativa que o ministro está tomando é absolutamente essencial. Eu converso com as pessoas na rua sobre essas coisas e acho que todo cidadão brasileiro vai ver isso como sendo um grande passo para o nosso país”.

Entre os benefícios da participação do Brasil na organização estão oportunidades para a indústria nacional, a cooperação com o Sirius, o acelerador de partículas brasileiro, que faz parte do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social supervisionada pelo MCTI, transferência de conhecimento e popularização e difusão da ciência.

CERN

A Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) é um dos maiores e mais avançados centros de pesquisa do mundo. Voltado para a pesquisa em física de altas energias, a instituição opera o mais potente acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider (LHC).

O CERN conta com 23 países membros e, desde 2010, estendeu a possibilidade de países não europeus se tornarem membros associados. Mais de cem cientistas brasileiros usaram as instalações do CERN em 2019.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOA NOTÍCIA: BRASIL ALCANÇA QUASE 50% DE VACINADOS COM DUAS DOSES

Neste domingo o BOAS NOTÍCIAS do Blog do Saber trás os números atingidos, até aqui, com a vacinação no Brasil, que você pode conhecer e testemunhar que já alcançamos quase 50% de toda a população brasileira totalmente vacinadas. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e se inteirar com os números!

Brasil bate 91 milhões de pessoas totalmente vacinadas

Brasil abre o mês de outubro com a marca de 91 milhões de pessoas totalmente vacinadas contra Covid-19, ou seja, com as duas doses, ou a dose única do imunizante.

São 91.454.456 doses aplicadas para completar o esquema vacinal, o que corresponde a 42,87% da população do país.

Entre os que estão parcialmente imunizados com a primeira dose de vacinas são 146.605.293 pessoas, o que corresponde a 68,73% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 882.684 pessoas (0,41% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 238.942.433 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Todos os estados têm mais de 50% de sua população que tomaram a primeira dose.

Os dados são do consórcio de veículos de imprensa.

Levantamento é feito junto a secretarias de Saúde dos estados.

Quantidade de doses aplicadas

Do dia 29 para o dia 30 de setembro, a primeira dose foi aplicada em 615.772 pessoas, a segunda em 1.455.083, a dose única 3.779, e a dose de reforço em 61.317, um total de 2.135.951 doses aplicadas.

Os estados com maior porcentagem da população imunizada (com segunda dose ou dose única) são

  1. Mato Grosso do Sul (57,23%),
  2. São Paulo (56,62%),
  3. Rio Grande do Sul (48,78%),
  4. Paraná (44,95%) e
  5. Espírito Santo (44,12%).

Já entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão

  1. São Paulo (79,01%),
  2. Rio Grande do Sul (71,47%),
  3. Distrito Federal (71,04%),
  4. Santa Catarina (70,64%) e
  5. Paraná (69,79%)

Roraima, que é o último estado na aplicação da vacina, passou de 50% de sua população parcialmente imunizada com a primeira dose nesta quinta-feira (30).

Com isso, todos os estados e o Distrito Federal têm mais de 50% de pessoas que tomaram a primeira dose de vacinas.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: CERVEJA SOFRE REAJUSTE NO BRASIL A PARTIR DESTA SEXTA-FEIRA (01)

Sextou? Cerveja fica mais cara no Brasil a partir desta sexta-feira (1º)

Somado ao valor da carne, o reajuste da cerveja deixa cada vez mais difícil para o brasileiro fazer um churrasco

sabelle Resendeda

CNN

Tamires VitorioCleber Souzado

CNN Brasil Business

em São Paulo e Rio de Janeiro

brasileiro fazer um churrasco

Cerveja vai ficar mais cara no BrasilCerveja vai ficar mais cara no Brasil Anete Lusina no Pexels

cerveja vai ficar mais cara no Brasil a partir desta sexta-feira (1º), acompanhando a alta dos preços de produtos como combustíveis, alimentos e gás de cozinha.

Os consumidores já vinham lidando com o gosto amargo dessa notícia há alguns dias, já que a Ambev, dona das marcas Brahma, Skol e Stella Artois, enviou um comunicado aos comerciantes avisando que iria reajustar os preços da bebida na quarta-feira.

Em nota, a empresa afirmou que faz, periodicamente, ajustes nos preços de seus produtos, e que os reajustes vão variar conforme a região do país.

Na sequência, o grupo Heineken disse que os preços de seus produtos seguem os mesmos por ora, já que a empresa já fez uma revisão de valores neste ano e não prevê mais mudanças até o fim do ano.

Mesmo assim, o peso no bolso dos consumidores deve se espalhar pelo país de forma significativa, já que a Ambev concentra cerca de 60% do mercado no Brasil.

A cerveja é uma das bebidas mais consumidas pelos brasileiros. A Euromonitor aponta que o consumo em 2021 alcançou seu maior patamar desde 2014, com 13,67 bilhões de litros da bebida vendidos no país.

O preço da cerveja fechou agosto em alta pelo oitavo mês consecutivo, segundo o IBGE, em seus cálculos para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com isso, o preço do item já apresenta um aumento 3,49% no ano e 7,62% nos últimos 12 meses.

Somado ao valor da carne, o reajuste da cerveja deixa cada vez mais difícil para o brasileiro fazer um churrasco

Aumentar para quê?

O economista da Fundação Getúlio Vargas, André Braz, afirma que o aumento tem relação direta com a desvalorização do real, o que eleva o preço dos insumos para produção da cerveja, e com as elevações nos preços da energia elétrica e frete.

“Tudo isso é custo para a companhia e, embora o reajuste nos preços das cervejas seja feito uma vez por ano, esses são fatores que a empresa considera, pois aumenta o custo da produção”, ressalta o especialista.

Para o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, o reajuste anunciado pela cervejaria, embora compreensível em função da alta nos insumos e do dólar, não é desejável, já que o setor, um dos mais afetados pela pandemia, começa a mostrar sinais de recuperação.

Segundo a Abrasel, uma parcela significativa, cerca de 37%, ainda está operando no prejuízo. Em São Paulo, esse percentual é ainda maior, 50%.

“O setor está hiper pressionado por aumento de custos na luz, no aluguel, nos alimentos, no combustível, que afeta o delivery, por exemplo. Não suporta novo aumento sem repassar para o consumidor. É o acreditamos que vai acontecer instantaneamente”, avaliou.

Solmucci calcula ainda que o reajuste anunciado pela Ambev deverá ser a tendência também implantada por outras fabricantes de cervejas.

Repasse

Em comunicado à imprensa, a Abrasel afirma que 37% do setor de bares e restaurantes opera atualmente com prejuízo em todo o país; em São Paulo, esse número chega a 50%. “O ajuste de custos deverá ser repassado imediatamente ao consumidor”, diz a entidade. A expectativa da Abrasel é de que o aumento acompanhe a inflação acumulada nos últimos 12 meses e fique em até 10% na capital paulista.

Uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), divulgada nesta terça-feira (28), mostrou que, mesmo com a retomada gradual da economia, 62% dos estabelecimentos no país ainda não recuperaram o faturamento que tinham em 2019.

A situação é ainda pior para 55% deles, que declararam estar endividados. Desse total, 78% devem para bancos, 57% estão com impostos em atraso, 24% têm dívidas com fornecedores e 14% afirmam ter pendências trabalhistas.

Fonte: CNN

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OPINIÃO: SITUAÇÃO NO BRASIL NÃO ESTÁ FÁCIL PRA NINGUÉM GRAÇAS A IMBECILIDADE DO “FIQUE EM CASA A ECONOMIA A GENTE VER DEPOIS”

Ruim em casa, pior fora dela: A leviandade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Na adolescência, muitos já ouviram seus pais falarem essa frase, geralmente dita naqueles momentos de reclamação em face a algo que desagradava, parece que estamos vivendo algo parecido dentro de nossa grande casa chamada Brasil, pois a situação não está fácil para ninguém, não é?

Grande parte disso é devido a “doença que veio da Ásia”, também não podemos esquecer da imbecilidade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” propalada pois muitos idiotas úteis, pela extrema imprensa e pelos canalhas opositores políticos do presidente Jair Bolsonaro.

Outro detalhe, que eclodiu de longo prazo passado, foram as sistemáticas obras do PT, executadas em ditaduras comunistas/socialistas com dinheiro dos contribuintes brasileiros, em um grande esquema com construtoras para financiarem seu projeto de poder no Brasil e na América Latina.

Mas mesmo com todos essas revezes, o Brasil se destacou economicamente no mundo quando comparado com outras nações mais desenvolvidas, e quando a comparação é com os vizinhos sul-americanos, que em maioria são comunistas/socialistas, o destaque é abismal, pois os mesmos têm vivido as resultantes infernais de miséria, fome e morte que a esquerda sempre promove.

A extrema imprensa que é aparelhada por essa ideologia criminosa, segue os ditames nefastos de mentiras e manipulações e quando as notícias são boas, a cortina do silêncio cai instantaneamente; mas procurando os fatos fora da grande mídia, podemos comprovar o quanto o Governo Brasileiro é profícuo nas mãos de Jair Bolsonaro.

Ao visitar o site do Fundo Monetário Internacional (FMI) pude constatar em seu Relatório Anual que o desempenho econômico do Brasil foi muito além do esperado, destacando que “em parte devido à resposta enérgica das autoridades”, projetam um crescimento de 5,3% para o Brasil e queda da dívida pública de 99% para 92% do Produto Interno Bruto (PIB).

Também elogiaram o governo brasileiro por sua resposta política frente à “doença que veio da Ásia”, pois segundo o Fundo, essas políticas reduziram significativamente a gravidade da recessão de 2020 e amorteceram seu impacto sobre os pobres e vulneráveis como o programas emergenciais e ao mesmo tempo o Brasil preparou terreno para uma forte recuperação em 2021.

As reformas institucionais que Bolsonaro promoveu também foram parabenizadas pelo Fundo, pois visam criar bases para uma economia mais competitiva colocando o Brasil no radar dos grandes investidores internacionais.

A previsão do Fundo para o crescimento econômico da maior economia da América Latina é de expansão de 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto) já em 2021.

“A incerteza em torno das perspectivas é excepcionalmente alta, mas os riscos para o crescimento são vistos como amplamente equilibrados”, disse o Relatório Anual na conclusão de suas consultas do Artigo IV.

Mas te pergunto: Você assistiu algo naquela rede de TV que o nome rima com BOBO? Deve ser porque eles acham que os Brasileiros são bobos né?

E não é só na REDE BOBO, mas toda a extrema imprensa atua de forma repugnante, a teta das verbas públicas secaram e o comprometimento com seus antigos PaTrões os fazem maquinar dia e noite contra o Governo Bolsonaro e a população é quem paga essa conta.

Imaginem se hoje o Brasil estivesse nas mãos da maldita esquerda, assim como está a Venezuela, que se tornou um inferno de Fome e Morte, ou ainda como a faminta Argentina, onde partes de seus cidadãos tiveram que desenterrar frangos podres para dar de comer aos seus filhos???

Para não ficarmos somente aqui no eixo sul-americano, sabiam que na comunista Coréia do Norte, o presidente Kim Jong-un confisca os animais de estimação das famílias à força e os bichinhos são abatidos e vendidos para restaurantes e zoológicos estatais, pois a criação de cães, segundo os comunistas é uma tendência “contaminada pela ideologia burguesa capitalista”, portanto você que é ativista dos direitos do animais e que é esquerdista, fica a dica para você recuperar sua mentalidade destruída por essa ideologia maldita.

Esses fatos irrefutáveis nos provam duas coisas:

1) O quanto devemos ser gratos a Deus pelo fato do governo do Brasil estar nas mãos de um presidente que teme a Deus, se preocupa com o povo na amplitude da saúde e da economia e é de direita.

2) O quanto devemos abominar a extrema imprensa que está a serviço da esquerda, do globalismo e que agem criminosamente contra o presidente e o povo do Brasil.

Por isso eu estimulo você que está lendo esse artigo a colaborar com criadores de conteúdo, influenciadores e com aquela pequena parte da imprensa que tenta, sob muitas perseguições, trazer a verdade para os Brasileiros, a exemplo do Jornal da Cidade Online que teve seu canal desmonetizado pelo TSE sem qualquer justificativa, investigação, inquérito ou base constitucional, mas continua com muito empenho o seu trabalho.

Você que está lendo isso tem o grande poder de ampliar a narrativa dessas vozes que lutam em propagar a verdade, o simples curtir, compartilhar e se inscrever nesses canais de comunicação já ajudam de alguma forma, indicar para amigos, tudo isso forma simples e gratuita que todos podem fazer para quebrarmos a hegemonia mentirosa da esquerda.

Confira:

Foto de Bosco Foz

Bosco Foz

Jornalista, Gestor Público, Proprietário do canal Bosco Foz.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EM REUNIÃO PREMIÊ BRITÂNICO RESSALTOU QUE TRABALHA JUNTO AO BRASIL NAS MEDIDAS DE COMBATE À PANDEMIA

Estamos trabalhando juntos nas vacinas’, diz Boris a Bolsonaro

Ministros brasileiros participaram do encontro. Na ocasião, Bolsonaro se comprometeu a combater o desmatamento

BRASÍLIA

 Bruna Lima, do R7, em Brasília, e Evelyn Bastos, da Record TV

:

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, reuniu-se, nesta segunda-feira (20), com o presidente da República, Jair Bolsonaro, em Nova York. No encontro, que contou com a participação de ministros brasileiros (veja vídeo acima), o premiê britânico ressaltou trabalhar junto ao Brasil nas medidas de combate à pandemia. “Estamos trabalhando juntos nas vacinas.”

O trecho da reunião foi divulgado nas redes sociais. Nele, é possível ouvir o primeiro-ministro celebrando a parceria com o Brasil e a promessa: “vamos fazer muito mais juntos”. Boris recordou que Bolsonaro ligou para ele assim que assumiu o governo. “Fiz a promessa de revisitar o Brasil, mas aí chegou a covid”, justificou o inglês.

Clima

A reunião ocorreu na residência do consulado-geral do Reino Unido e a imprensa não pôde participar. No entanto, a comitiva brasileira repassou informações sobre os temas debatidos, como questões ligadas ao clima. Boris Johnson teria reconhecido a redução nos níveis de desmatamento no Brasil em relação ao ano anterior.

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, participou da reunião e afirmou que o governo brasileiro apresentou dados que apontam redução do desmatamento na Amazônia em abril deste ano em comparação com abril do ano passado. Segundo o ministro, Bolsonaro aproveitou a oportunidade para reafirmar o compromisso do Brasil com as metas da Conferência da ONU sobre o Clima (COP).

Além do ministro do Meio Ambiente, acompanharam Bolsonaro no encontro os ministros Marcelo Queiroga (Saúde), Carlos França (Relações Exteriores), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

O ministro da Saúde ficou encarregado de levar à mesa a proposta de flexibilizar a entrada de brasileiros no Reino Unido. O país ainda está na lista vermelha inglesa, o que significa que possui uma das mais rígidas restrições de entrada no país. Boris e as autoridades sanitárias britânicas chegaram a alterar regras para outras nações nos últimos dias, mas o Brasil continuou sem acesso livre.

Para entrar no Reino Unido, os viajantes que saem do Brasil, mesmo vacinados, precisam cumprir quarentena de 10 dias na chegada à Inglaterra. O presidente levou a reivindicação a Boris. Por outro lado, o primeiro-ministro inglês reforçou a importância da vacinação, recomendou as doses da AstraZeneca e questionou se Bolsonaro já tinha se imunizado. “Ainda não”, teria respondido o presidente brasileiro.

Bolsonaro viajou para Nova York para participar da 76ª Assembleia-Geral da ONU e abrirá os discursos entre os chefes de Estado. Diplomatas de todo o mundo terão que apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19 para que a entrada no evento, mas a regra não se aplica aos chefes de nações.

Mesmo assim, Bolsonaro tem a circulação restrita na cidade, já que a prefeitura de Nova York não permite entrada em prédios daqueles que não estão imunizados. Na chegada, inclusive, o presidente e ministros comeram pizza em pé do lado de fora de um estabelecimento.

Fonte: R7

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OPINIÃO: NOSSO PAPEL COMO BRASILEIROS COMUNS NA GUERRA POLÍTICA QUE ACONTECE ATUALMENTE NO BRASIL

A guerra política que acontece no País e o nosso papel, como brasileiros comuns

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Contextualização: ontem, dia 9, escrevi um texto na parte da manhã que envolvia minhas considerações a respeito do que o povo havia feito no dia 7 de setembro, e qual a extensão do ato. Resolvi suspender a sua publicação em virtude da “Carta à Nação” divulgada pelo Presidente da República durante a tarde, para (i) não ofuscar a importância daquele fato, que deveria ser noticiado em primeiro lugar, (ii) me inteirar do ocorrido e formar minha convicção, e (iii) acrescentar os adendos que eu tivesse àquele primeiro texto, que considerava (e ainda considero) importante para organização do pensamento a respeito dos tempos em que vivemos atualmente.

Então, resolvi acrescentar uma segunda parte ao texto escrito ontem, dia 8, com minha análise sobre o movimento do Presidente Bolsonaro na divulgação da tal “Carta à Nação” como consequência dos atos do dia 7.

O texto a seguir foi separado em duas partes. A primeira é a que já estava escrita ontem mesmo, dia 9, produzida antes da tal “Carta à Nação”, divulgada ontem à tarde, e a segunda é, obviamente, de depois.

Sem maiores delongas, passo, portanto, ao texto que produzi.

Parte I: Estamos em uma GUERRA POLÍTICA sem precedentes. Uma guerra pela retirada de poder da casta política que sempre dominou tudo desde a proclamação da República, no final de 1889.

Com efeito, durante toda a República o povo nunca participou ativamente de nada. Mesmo em 1964, período que todos adoram citar, ele, o povo, só foi até um certo momento; depois foi tirado de cena, como sempre foi feito.

Esses tempos atuais representam a primeira vez que o povo assume protagonismo de alguma ação política.

Não há democracia sem povo, e a vontade popular deve ser respeitada. Isso é incontestável, e não admite refutação mesmo entre aqueles que pregam a “relativização da verdade”, na atitude orwelliana dos tempos atuais.

O povo despertou e enxergou que pode ser protagonista dos rumos do país, e não mais apenas sendo mantido com a obrigação de votar nas eleições, para alimentar o sistema com os cargos que têm que ser preenchidos na máquina pública.

Por outro lado, o povo também já enxergou que aliado a esse protagonismo está o poder popular (que, aliás, é um dos postulados da Constituição da República, na expressão “todo o poder emana do povo”, constante do parágrafo único do artigo 1º da Carta).

E aqui, nesse particular, entra em cena a questão do exercício do poder. Olavo de Carvalho ensina que ter poder é se fazer obedecer; seja pelo convencimento ou seja pela força bruta. E diante do poder popular, a vontade da maioria tem que ser imposta. Não se pode ter medo de usar o verbo “impor”, que no léxico significa tornar obrigatória, forçar-se a cumprir.

Assim é em uma democracia. Se a vontade da maioria não é obedecida, ela tem que ser imposta. Não há mal algum nisso, repito. Não se trata de ser “antidemocrático”, trata-se justamente do inverso disso. Não se pode chamar de democracia a ideia de alguém impor a vontade popular da maioria frente à minoria. Viver em uma democracia é saber se resignar ante a vontade da maioria, caso seja minoria.

O povo saiu às ruas no dia 7 de setembro, na maior manifestação popular de toda a história do país, com, basicamente, três objetivos:

(i) estabelecer um marco temporal, fixando na história a data em que tudo começou, no despertar coletivo da população brasileira quanto à sua luta pela liberdade;

(ii) fazer um retrato para o mundo sobre o que vem acontecendo aqui, demonstrando à comunidade internacional o tamanho do movimento popular e a união de propósitos entre os brasileiros;

(iii) e demonstrar apoio ao Presidente da República, na sua luta em favor do povo contra o sistema oligárquico que escraviza o país, deixando claro que apoia e apoiará qualquer medida que ele venha tomar no sentido de impor a vontade popular da maioria sobre a minoria.

Esse é o panorama político em que nos encontramos. E aqui vou ao ponto principal desse meu texto. Não esperem resultados imediatos sobre o que o povo vem fazendo, daqueles de 24 ou até mesmo 48 horas, do tipo ultimato. Temos que ter maturidade para saber conservar o que já conquistamos nesses últimos anos e avançar mais, com consistência.

Entendo o sentimento de impaciência e até frustração de alguns, que têm feito contato comigo, dizendo-se agoniados ante a demora do Presidente em “fazer o que tem que fazer”. Na verdade, esse texto é mesmo endereçado a eles.

É realmente difícil, e entendo essas pessoas. Mas que saibam o seguinte: isso tudo que a minoria oligárquica que controla tudo faz para impedir a maioria do povo de tomar a frente nos destinos do país e garantir que o Presidente da República governe como deve governar é porque o Brasil é um país muito rico, mas muito rico mesmo, que mesmo com todas essas confusões e roubalheiras de sempre, funcionava relativamente bem, de acordo com a “teoria da graxa” que alguns juristas esquerdistas criaram para justificar as coisas erradas.

O sistema está em uma luta fratricida para se manter no poder e expelir o povo – representado por Jair Bolsonaro – do seu meio, tendo-o como um intruso, um invasor, uma persona non grata frente a essa casta oligárquica que controla tudo desde, repito, a proclamação da República.

Esse método de governar o país e de se tocar a máquina pública durou até o final de 2018, pois foi interrompido por Jair Bolsonaro quando foi eleito Presidente da República.

E agora, em um português claro, não querem largar o osso e não permitem que se pare a engrenagem que os alimenta.

A pergunta que alguns fazem é: como agir, frente a isso tudo?

Respondo por mim, que sou apenas um homem comum. De minha parte estarei com o Presidente da República aonde ele estiver, pois reconheço na figura dele a nossa única chance, como brasileiros, de conseguir algum avanço no que almejamos para o país. E estarei também com todos os brasileiros que lutam pela melhoria das coisas e pela demolição desse sistema que nos escraviza a todos, mantendo-nos reféns de um sistema falido, maquiado sob a alcunha de “democracia”, mas que na verdade se traduz em uma demofobia.

Não desanimo e nem me deixo levar pela emoção. Sei que todos nós nascemos nessa época para sairmos em defesa das coisas que amamos – e dentre elas está, em primeiro lugar, a liberdade. Tudo tem um propósito. A única diferença entre mim, você que lê isso aqui, os milhões que foram às ruas no dia 7, e Jair Bolsonaro, é que ele é Presidente da República e nós não.

De resto, ele é igual a nós todos, e deixá-lo de apoiar nas batalhas da GUERRA POLÍTICA significa o risco de nós perdermos o que já conquistamos, e retroceder àquele sistema que jamais podemos permitir que volte.

Devemos, por outro lado, continuar com a mesma demonstração de poder popular, com os mesmos discursos que temos usado, e sem retroceder um centímetro na nossa militância, até que enfim seja tomada alguma medida por parte do Presidente da República que garanta o cumprimento da vontade popular da maioria do povo.

É isso que penso sobre a situação do país e do nosso papel nisso tudo.

9 de setembro de 2021, 10 horas da manhã.

Parte: II

Divulgada a tal “Carta à Nação” por parte do Presidente da República, agora é hora de se avaliar a consequência política dela, e o que pode repercutir na militância de direita e na base de apoio de Bolsonaro.

Ressalvo que tudo o que escrevo aqui é com base em minha própria análise opinativa, de cidadão comum, que não integra governo nem partido político, e que portanto não possui qualquer informação chamada “de bastidores”.

Li a íntegra do documento, com muita atenção, sem me deixar contaminar pela emoção, e refleti bastante. Para mim, Bolsonaro sentou na mesa de negociação “com a moeda boa na mão”.

Ao chamar Michel Temer para servir de interlocutor para pacificação das instituições, especialmente do Supremo Tribunal Federal, na verdade não apenas golpeou a esquerda como desarmou completamente a narrativa de que ele seria antidemocrático ou golpista, e que estava prestes a decretar um regime de exceção, fora do Estado Democrático.

Transferiu a responsabilidade de tudo que envolva a crise institucional que, verdade seja dita, não foi gerada por ele, para o Supremo Tribunal Federal, e principalmente, restabeleceu a confiança imediata dos investidores no Mercado brasileiro, além de pretender avançar pautas no Legislativo que aparentemente não avançariam mais, em virtude da falada crise institucional.

Certamente, se não tivesse sido feito nada, o Governo de Jair Bolsonaro apenas se arrastaria tentando se equilibrar no gelo fino até o final do mandato, sem qualquer avanço no Congresso. E se tivesse sido tomada alguma medida de ruptura constitucional de verdade, daquelas que muita gente esperava, o país ingressaria em um caos econômico, social e político que no final apenas o povo é que sofreria, abrindo caminho para a esquerda radical e raivosa.

Por fim, tem um aspecto engraçado nisso tudo, que mostra como Bolsonaro é de fato uma pessoa de visão: ao “tirar Temer da cartola”, e deixar claro que foi ele quem rascunhou a tal “Carta à Nação”, fazendo questão de dizer que foi, sim, o ex-presidente quem escreveu, ele fez reviver nos ânimos da esquerda a questão do impeachment de Dilma, articulado muito por Temer nos bastidores, que chegou até mesmo a redigir uma carta à presidente naquela ocasião, carta essa que enfureceu os petistas que ainda defendiam a Mulher Sapiens.

A esquerda jamais superou o que Temer fez. Jamais o perdoou, e jamais o perdoará. E, por outro lado, foi Temer quem, agora, resolveu dar a viabilidade à pacificação institucional que Bolsonaro fez sem adentar em qualquer ato de ruptura.

No final, não teve golpe algum do Presidente da República, não teve tanque nas ruas, não teve fechamento de STF, não teve qualquer golpe antidemocrático como já haviam “vendido” para o mundo. Teve uma atitude de um verdadeiro estadista, que apenas com o capital político obtido no amplo apoio popular nas manifestações da véspera pode, com a maquiagem de acenar com a bandeira branca e estender a mão para quem o ataca, na verdade enquadrar todos e colocá-los de volta em seu círculo, transferindo para eles, inteiramente, a responsabilidade por eventuais disruptura na estabilidade do país.

Não tenho dúvidas que Bolsonaro não só garantiu a permanência do seu governo, com o desmantelamento de mais um golpe que se avizinhava para apeá-lo do cargo, como também a neutralização quase completa da esquerda, que nesse exato momento deve estar se perguntado o que aconteceu de errado dessa vez, no seu plano para provocar o caos e desestabilizar o país.

Agora é ter serenidade e paciência para ver os resultados da ação do Presidente da República, que certamente já aparecerão em um curto período de tempo.

10 de setembro de 2021, 11 horas da manhã.

Pensei, refleti, busquei informações, e achei a jogada MUITO BOA. Típica mesmo do nosso “soldado 01”, que vai abrindo caminho e tentando, além de se equilibrar no Poder, ganhar território para a direita, no futuro.

Bolsonaro teve o que se chama de “moeda boa na mão”, para negociar, depois do 7 de setembro.

Amanhã escrevo um texto sobre isso, e vai pro Jornal da Cidade, com minha visão ampla de tudo.

Mas por ora digo o seguinte: NÃO JOGUE FORA ESSE GRANDE AVANÇO QUE CONQUISTAMOS NA DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA, achando que Bolsonaro se acovardou. Tenha maturidade emocional para entender que ele na verdade AVANÇOU.

Leia a íntegra da nota, sem emoção e pausadamente. E pare de servir de massa de manobra para a Esquerda, ou de ser usado para narrativas.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos
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BOAS NOTÍCIAS: UNIVERSIDADES BRASILEIRAS ESTÃO ENTRE AS 0,6% MELHORES DO MUNDO

No ranking das melhores universidades do mundo a UNICAMP foi a universidade brasileira melhor colocada. No artigo a seguir você vai ficar sabendo quais as melhores universidades brasileiras. Então convido você a ler e ficar atualizado(a).

Sai ranking das melhores universidades do Brasil

Saiu o ranking das melhores universidades do mundo, feito pela Times Higher Education (THE), da Inglaterra.

No Brasil, a melhor instituição de ensino superior é a Universidade de São Paulo (USP), seguida da Universidade de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

As três primeiras posições em escala mundial são ocupadas, na ordem, pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia e pela Universidade de Harvard, ambas dos Estados Unidos.

Critérios

O levantamento avalia universidades fortes em pesquisa ao redor do mundo e baseia-se nos principais critérios que guiam uma instituição: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e visão internacional.

Responsável pela organização do levantamento, a Times Higher Education é uma publicação inglesa que veicula conteúdos referentes à educação superior. É vinculada ao jornal The Times, que produz uma série de rankings que estão entre os mais conceituados do mundo.

UFMG

O resultado chega, de certa forma, como um presente à UFMG, já que a universidade está em um momento de comemoração aos 94 anos de fundação.

“Nossa posição de destaque se justifica pelo grande esforço institucional, em especial por parte dos pesquisadores. A UFMG vem apresentando melhora continuada nos indicadores de pesquisa, ensino e captação de recursos da indústria”, diz o pró-reitor de Pesquisa, professor Mário Montenegro Campos.

Apesar da alegria com o resultado, a reitora se preocupa com o futuro da universidade.

“Os resultados recentes são muito bons, apesar das fortes restrições orçamentárias impostas às universidades nos últimos anos. Mas essa tendência precisa ser revertida rapidamente, sob pena de não conseguirmos manter, nos próximos anos, a qualidade e a pertinência social de todo o trabalho de ensino, pesquisa e extensão que realizamos”, adverte.

Com informações do Estado de Minas

Fonte: Só Notícia Boa

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OPINIÃO: DETENÇÃO SEM CRIME COMPROVADO E INQUÉRITO SIGILOSO É CONSTITUCIONAL?

A detenção de um empresário americano no Brasil por ordem de Moraes, num inquérito sigiloso… É normal?

Foto reproduçãoFoto reprodução

O fundador da rede social Gettr, Jason Miller, relatou no programa “Pingos nos Is” como foi detido pela PF na saída do país, depois de ter participado do congresso conservador CPAC. Após passar pelo controle de passaporte, ele foi abordado por agentes da PF.

A primeira dificuldade foi com a língua. Os agentes não falavam inglês e não havia um tradutor. Uma funcionária do aeroporto se ofereceu para ajudar. Jason questionou sobre o motivo. Os agentes informaram que tinha uma ordem do ministro Alexandre de Moraes de questioná-lo.

Então ele perguntou se ele estava sendo acusado de algo, os agentes afirmaram que não, mas que ele só poderia sair do país após a oitiva.

Ele questionou então se estaria preso. Novamente, disseram que não, só queriam fazer algumas perguntas.

Quando ele perguntou o motivo, disseram que o inquérito era sigiloso e eles não poderiam informar.

Perguntaram o que ele estava fazendo no Brasil. Ele disse que veio para o CPAC, dar uma palestra.

Perguntaram se ele era o executivo da rede social Gettr. Ele disse que sim.

Perguntaram, então, qual era a sua fonte de renda. Nesse momento, ele solicitou um advogado. Entrou em contato com a embaixada americana, que enviou a assessoria jurídica.

No meio tempo, os agentes disseram que ele poderia ir embora se assinasse um documento.

Ele disse que não assinaria nada, porque não entende português.

A assessoria jurídica chegou, recomendou que ele ficasse em silêncio, porque os advogados não tiveram acesso ao inquérito.

Depois de três horas detido, ele pode sair do país.

Alguém consegue achar isso normal?

Leandro Ruschel

Fonte: Jornal da Cidade Online

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MOMENTO ESPETACULAR: TOP MELHORES MOMENTOS DO BRASIL NAS OLIMPÍADAS DE TÓQUIO

A nossa coluna MOMENTO ESPETACULAR desta quinta-feira faz uma singela homenagem aos nossos heróis das Olimpíadas de Tóquio com o Top Melhores Momentos nas Olimpíadas de Tóquio. As Olimpíadas de Tóquio terminaram de forma positiva para o Brasil, com direito a recorde de medalhas, com 21 no total, melhor posição no quadro de medalhas de todos os tempos, 12º, e resultados históricos em diversas modalidades. O boxe puxou a lista das modalidades com destaque, enquanto o vôlei acabou sendo uma decepção, embora o time feminino tenha feito uma campanha muito boa e conquistado a prata.

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SEGUNDO CONASS, BRASIL REGISTRA MENOR NÚMERO DE MORTES POR COVID-19

Brasil registra o menor número de mortes por Covid-19 desde novembro de 2020

Dados costumam ser menores às segundas-feiras, já que parte dos órgãos de Saúde não opera aos domingos

Anna Gabriela Costa

da CNNem São Paulo

Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Prefeitura de Jundiaí

O Brasil registrou 182 mortes e 9.154 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta segunda-feira (6). Este é o menor número de óbitos registrados pela pandemia desde 15 de novembro de 2020, quando o país teve 140 mortes.

Com a atualização dos dados, o país passa a ter 20.899.933 de contaminados e 583.810 mortes provocadas pela Covid-19.

Os estados brasileiros com mais contaminados pelo novo coronavírus são: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina. Cada um destes estados já soma mais de 1 milhão de infectados pela doença.

São Paulo inicia dose de reforço e vacinação de 12 a 14 anos

A cidade de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (6), a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19 para idosos acima de 90 anos. A vacinação de adolescentes de 12 a 14 anos, sem comorbidades ou deficiência física permanente, também tem início nesta segunda.

No grupo de idosos, a prefeitura espera imunizar 52 mil pessoas com a dose de reforço. Já entre os adolescentes que receberão a primeira dose, a expectativa de público é de 360 mil pessoas.

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