FILOSOFIA: NÃO HÁ DIÁLOGO COM QUEM É DOGMÁTICO

FILOSOFIA: NÃO HÁ DIÁLOGO COM QUEM É DOGMÁTICO
SP - 21/07/2016 - ISTOE - GURUS, LEANDRO KARNAL. HISTORIADOR, FILOSOFO E PROFESSOR DA UNICAMP - FOTO: FELIPE GABRIEL

O renomado filósofo Leandro Karnal é o destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta segunda-feira numa mini-palestra interessantíssima sobre “Não há diálogo com que é dogmático”. Assista a essa atraente palestra e saiba como lhe dar com a catequese dos dogmáticos!

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FILOSOFIA: OS CONCEITOS DE EMPATIA, SIMPATIA E ANTIPATIA POR LEANDRO KARNAL

FILOSOFIA: OS CONCEITOS DE EMPATIA, SIMPATIA E ANTIPATIA POR LEANDRO KARNAL
SP - 21/07/2016 - ISTOE - GURUS, LEANDRO KARNAL. HISTORIADOR, FILOSOFO E PROFESSOR DA UNICAMP - FOTO: FELIPE GABRIEL

 

Na nossa coluna FILOSOFIA desta segunda-feira temos mais uma mini-palestra do extraordinário Leandro Karnal sobre os conceitos de Empatia, Antipatia e Simpatia com muito humor e metáforas incríveis. Um vídeo que ensina, diverte e relaxa.

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FILOSOFIA: COMO OBTER A TRANQUILIDADE EM MEIO AO CAOS SOB O PRISMA DO ESTOICISMO

O destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta terça-feira é, mais uma vez, o ESTOICISMO. No texto a seguir você vai aprender o passo a passo para alcançar a tranquilidade em meio ao caos através do manual de sobrevivência da filosofia estoica. Mergulhe nessa poço de sabedoria e expanda sua consciência!

O manual de sobrevivência da filosofia estoica: a tranquilidade em meio ao caos em 4 passos

Imagem panorâmica de pedras empilhadas , ao lado de uma flor branca, em um lago, representando a harmonia e tranquilidade.

Estudar todos aqueles livros enormes de difícil leitura e interpretação pode ser cansativo e entediante para alguns, mas solucionar problemas contemporâneos sem a ajuda da filosofia, é como querer escapar de um labirinto onde todas as paredes mudam continuamente.“A filosofia nos ensina a agir, não a falar”. Sêneca

escola estoica foi fundada no século III a.C em Atenas pelo grego Zenão de Cítio. A ideia principal do estoicismo é basicamente a sabedoria do bom viver e/ou conviver. Mesmo firmada há centenas de anos, os pensadores estoicos nos deixaram uma herança enorme de conteúdo. Nós, gerações nascidas no ventre das metrópoles, dos vícios e das doenças modernas, podemos encontrar nesta filosofia um manual de sobrevivência para seguir os anos caóticos do século XXI com mais sabedoria e tranquilidade.

Citarei aqui o estoico Sêneca, que foi ministro de Nero, Marco Aurélio, um grande líder e imperador romano, e Epicteto, um escravo aleijado. Estes são os três protagonistas que tiveram vidas completamente diferentes, mas com apenas uma filosofia: o bom uso da racionalidade para encontrar o cerne da felicidade. Os principais conceitos dos pensadores serão compilados e divididos em 4 passos para que você consiga digeri-los com mais facilidade:

ENTENDENDO A NATUREZA E A HARMONIA

natureza em harmonia

O estudo da filosofia para os estoicos é, sobretudo, eliminar as angústias a partir da autorresponsabilidade. Mas, antes de chegarmos a este núcleo, voltemos ao princípio de tudo: a natureza. Contemplar o Universo e todas as partículas milagrosas que regem o mesmo, é reconhecer nossa pequenez e miserabilidade. Cafona, né? Mas pensemos melhor: enquanto não entendermos que há um mundo de infinidades, onde há mutações diversas das quais somos incapazes de ter controle, não entenderemos o básico. Este seria o pensamento macro de onde se extrai o micro: concentre sua mente no que você pode controlar e esqueça todos aqueles problemas sem soluções que te atordoam. Se o tempo é vida que escoe, é preciso encontrar o equilíbrio entre dois vícios: não nos entregar às emoções destrutivas, mas também não fazer da mente um corpo inerte. Veja bem, a natureza nunca foi inerte. Se fazemos parte dela, temos que aceitar o movimento, seguir o fluxo harmonicamente e entender o propósito da vida humana que é, basicamente, exercer nossas virtudes.

“O universo é transformação, a vida é opinião”. Marco Aurélio

QUAL É O NOSSO PAPEL?

Se somos parte da natureza, qual é o nosso propósito como espécie? Cada ser vivo tem o seu papel, assim como o da planta é o de fazer a fotossíntese, o do ser humano é o de desempenhar seus valores. Não há como negar que o que nos move é a convivência social, o dar e receber, a caridade genuína; são essas as virtudes que trazem a verdadeira paz de espírito e sensação de pertencimento. Mas, a partir do momento em que a sociedade começou a dar prioridade para as coisas e não pessoas, começamos também a nos transformar em objetos, e os valores foram se perdendo pela troca de interesses.

ajudar o próximo

“Fazer o bem aos outros é parte da natureza humana, assim como correr para os cavalos, fazer mel para as abelhas ou produzir uvas para as videiras”. Marco Aurélio

Como faço para exercer meus valores em um mundo de guerras, de fome e de corrupção se não devo dar importância para aquilo que não está sob o meu controle? Um exemplo didático e clichê que muito ouvimos é: “não podemos, individualmente, acabar com a fome no mundo, mas podemos minimizá-la fazendo a nossa parte”.

E como podemos nos sentir membros desse Universo que preza a perfeita harmonia se não estamos em harmonia com a nossa própria essência? No filme ‘O Grande Ditador’, que retrata os avanços da segunda guerra mundial e a dureza dos governantes, Charles Chaplin revela como as virtudes foram tomadas pela ganância. Ele encerra a narrativa com o discurso: “Não se influencie por homens-máquina, com mentes de aço e corações de pedra. Não sois máquina! Não sois gado! Homens é que sois!”.

“Pois saiba que não é fácil manter a sua mente em harmonia com a natureza e ao mesmo tempo manter o controle das coisas externas. Se você dá atenção a uma, você necessariamente tem de negligenciar a outra.” Epicteto

RETIRE DOS OMBROS O PESO DAS EXPECTATIVAS E VENÇA A ANSIEDADE

Nos deparamos com pessoas que têm expectativas muito fantasiosas sobre a vida, e essa é uma das maiores causas da irracionalidade humana.

“Nós estamos, normalmente, mais assustados do que machucados; e sofremos mais na imaginação do que na realidade”. Sêneca

homem frustrado

Não crie expectativas! Veja, a maior razão de nossos sofrimentos é a esperança de que algo dará certo ou errado. Vivemos sempre em função do que ainda não aconteceu. A resposta do processo seletivo, a reciprocidade em um relacionamento e a aposentadoria que não sai. Entenda que todas essas questões também estão fora de nossa alçada como seres humanos. Nutrir expectativas é dar vida a uma das doenças mais comuns do mundo moderno: a ansiedade. Se vivermos apenas em função de tudo o que desejamos, perderemos o nosso presente e viveremos pelo futuro.

O indivíduo que vive em espera pode ser identificado por um dos seguintes perfis: aquele que é positivo, mas se torna um idealista inerte que se vê no centro do mundo; e aquele que enxerga tudo de forma negativa, se entregando à angústia e aos infortúnios da vida em uma crise existencial.

“A principal tarefa na vida é simplesmente esta: identificar e separar questões de modo que eu possa dizer claramente para mim mesmo quais são externas, fora do meu controle, e quais têm a ver com as escolhas sobre as quais eu, de fato, tenho controle”. Epicteto

NÃO PERMITA QUE O EXTERNO ABALE SEUS ALICERCES INTERNOS

Este é o tópico que julgo ser o centro de todo o pensamento.

Os estoicos falam muito sobre a paz de espírito e a consciência, falam também sobre a raiva e o rancor. Acreditam que o verdadeiro sábio é imune às causas externas, pois a sua paz de espírito é a sua fiel armadura, e tudo o que a ameaça é rejeitado. Isso também serve para ofensas, julgamentos e críticas sem embasamento. Algumas vezes, agimos como se tivéssemos assinado um termo onde autorizamos quem pode ou não nos ferir.

“Qualquer pessoa capaz de irritar você se torna seu mestre; ele só pode te irritar quando você se deixa perturbar por ele”. Epicteto

Jovem mulher abalada

Sêneca, complementa que: ‘’Não é sobre o que acontece com você, mas é como você reage que importa’’. Saiba que você é o único responsável pela sua evolução pessoal, e o que você alimenta dentro si é, de fato, quem tu és.

“A felicidade da sua vida depende da qualidade de seus pensamentos”. Marco Aurélio

O conceito de inteligência emocional dos estoicos é o mesmo que é estudado e disseminado hoje pelos maiores nomes da neurociência e da psicologia comportamental. Reconhecer as emoções e saber discerni-las para só depois reagir, te faz livre das tribulações que estão sempre cutucando e desejando a instabilidade emocional. É preciso eliminar nossos impulsos que são fruto da irracionalidade e dar lugar à lucidez da sabedoria, da ponderação, da prudência e da sensatez.

“Quando alguma coisa acontece a você; recorde sempre de voltar-se para dentro de si próprio e perguntar com qual faculdade você tem de lidar. Se você vê um belo rapaz ou uma bela garota, você irá descobrir que o autodomínio é a faculdade a ser usada. Se problemas lhe são colocados às costas, você irá encontrar a resignação e a perseverança; se observar a grosseria e obscenidade, você irá encontrar a paciência”. Epicteto

Mulher com inteligência emocional

Em algumas circunstâncias da vida, somos obrigados a conviver com pessoas que nos desagradam, seja no ambiente de trabalho ou até mesmo no núcleo familiar. Nestes casos, nem sempre a demissão e o desvinculo são escolhas viáveis. Por isso, Epicteto deixa claro que: “Se o seu irmão lhe causa problemas, tome o cuidado de manter a relação que você estabeleceu com ele e não considere o que ele faz, mas o que você deve fazer se o seu propósito é o de manter-se em harmonia com a natureza. Porque ninguém irá lhe causar mal sem o seu consentimento”.

O estoicismo defende, com fundamento, que nada tem o poder sobre a nossa paz e harmonia, senão nós mesmos. Se usufruirmos de nossas virtudes e esquecermos os vícios externos, seremos os verdadeiros autores da nossa jornada. A virtude, para eles, nada mais é que a racionalidade humana dividida em quatro valores: sabedoria, justiça, coragem e autodisciplina.

“Um bom caráter é a única garantia de eterna e despreocupada felicidade”. Sêneca

Os estoicos dizem que não é possível atingir a perfeição, mas o ideal é estar em constante processo de evolução e viver de acordo com o curso natural do Universo.

“Não questione se os eventos deveriam acontecer tal como você desejaria, mas deixe que sua vontade seja a de que os eventos devam acontecer tal como eles ocorrem, e você terá paz”. Epicteto

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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FILOSOFIA: CONHEÇA O QUE É O TANTRA E SUA FILOSOFIA

Na edição desta sexta-feira da coluna FILOSOFIA trago um artigo muito interessante sobre o “Tantra” e sua filosofia, já que mencionei o tema na edição da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL e acho que, assim como eu, muita gente não tem muita noção do seja essa prática filosófica. Portanto, convido você a conhecer com mais profundidade sobre essa filosofia milenar.

O que é Tantra?

Por Deva Nishok

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Tantra é um termo amplo, pelo qual antigos estudantes de espiritualidade na Índia designavam um tipo muito especial de ensinamentos e práticas que tiveram base em uma antiga sociedade. Com o passar do tempo, estes ensinamentos propagaram-se, misturando-se com diversas outras culturas e correntes filosóficas e religiosas como o Hinduísmo, o Vedanta, o Yoga, o Budismo, o Taoísmo, entre outras.

O Tantra hoje abrange uma variedade e uma diversidade muito ampla de crenças e práticas, quase sempre antagônicas entre si e cheias de contradição.

No Ocidente, o Tantra propagou-se e popularizou-se entre adeptos do misticismo, do esoterismo e da magia ritual, em escolas iniciáticas ligadas a nomes como Aleister Crowley ou Samael Aun Weor, sociedades outrora secretas, denominadas Golden Dawn, Sociedade Gnóstica (Gnosis) e outras. A maioria desses ensinamentos deturparam a Visão Original do Tantra, dificultando a sua compreensão mais profunda.

No Ocidente, por volta dos anos 60, surgiu um movimento que continua atual, denominado Neotantra, ligado à Nova Era e tido como uma popularização dos ensinamentos tântricos, adaptados a novos movimentos terapêuticos de vanguarda como a Bioenergética, a Primal, a Pulsation, o Rebirthing, e as meditações do mestre indiano Osho, especialmente elaboradas para o modo de vida ocidental.

Essa visão moderna e atualizada, propagada através da argumentação clara e objetiva de Osho, é a que mais se aproxima da metodologia aplicada nas meditações tântricas do Tantra Original, apesar de ser a mais perseguida pelo contexto de liberdade sexual que apresenta.

Mas o movimento Neotantra também fugiu do contato com o sistema existencialista proposto pelo Tantra, que é um caminho de acesso ao potencial energético criativo e libertador existente na raça humana, ainda em estado germinativo, mas prestes a desabrochar, desde que encontre as condições propícias.

Muitos trabalhos com o Tantra não trazem uma compreensão clara da extraordinária herança daquilo que pretendem representar e incorrem na perigosa distorção, vulgarização e banalização do sexo e no incentivo e valorização do jogo da sedução nos relacionamentos, como se o Tantra tivesse esse objetivo.

Mesmo na Índia e no Tibet, o Tantra tem o seu quinhão de fracasso moral. De drogadictos a alcoólatras, de pervertidos a maníacos sexuais, muitos falsos mestres e gurus abrem seus clubes de encontro e sedução sob a indefinida denominação de “Tantra”. O Tantra tornou-se, então, uma evasão fácil, reduto para inúmeros degenerados morais e sexuais.

Mesmo em seu país natal, os ensinamentos tântricos caíram em descrédito, precisamente por causa do uso indiscriminado de muitos de seus fundamentos atrelados ao sexo livre e superficial.  No Tantra Original, o objetivo das práticas  é conduzir o praticante àquilo que se pode chamar de “Experiência Oceânica”.

O Tantra Original proporciona a “Visão Sistêmica”, que oferece aos praticantes um modelo que permite a interação com outros organismos biológicos e outros sistemas de vida multidimensionais e pluridimensionais. A chave para penetrar na relação com outras formas de vida, biológicas ou não, resume-se a uma descarga neuro-muscular, liberadora de grandes proporções de energia, com a consequente distensão da mente, permitindo a sua expansão. Essa mesma experiência é proporcionada pelo orgasmo convencional, em menores proporções.

As práticas tântricas permitem ampliar a capacidade de liberação e de expansão da energia, agregando, com a experiência, um novo estado de percepção e consciência.

O resultado pode ser comprovado na vida cotidiana, onde a pessoa passa a experimentar um fluxo brincalhão, relaxado e solto, mutuamente alimentador, que tem base no êxtase, no prazer e na alegria, oferecendo um intercâmbio de energias que lembra danças e jogos (Leela, em sânscrito).

Toda essa experiência permite que a pessoa vivencie a expansão dos próprios limites, a dissolução dos condicionamentos negativos, castradores e repressores, para se perceber em um sentimento de fusão com o todo, em um estado de felicidade.

No Tantra, a união dos genitais e a consequente descarga orgástica, embora poderosamente experienciadas, são consideradas secundárias em relação à meta final, que é alcançar o estado transcendental da união dos princípios masculino e feminino em sua propagação ao infinito, denominada Unio Mystica.

As pessoas que alcançam essa forma de sexualidade experimentam a ausência de ruído biológico dentro de um complexo sistema espiritual, espontâneo e natural. Sob este aspecto, alguns componentes são fundamentais para alcançar a compreensão do significado original e verdadeiro do Tantra, sem os quais, seu sistema existencial e sua correlação com o Sagrado fica incompleta.

O Tantra Original não está contido em livros ou textos, como constantemente é propagado entre os adeptos do Yoga ou do Budismo. Sua origem é a própria fonte geradora da vida. É necessário alcançá-la de forma vivencial, através das meditações e dinâmicas propostas nos trabalhos em grupo ou individuais.

Trata-se de uma conexão transcendente com a fonte da vida e o viver, que estão acessíveis e disponíveis a qualquer ser humano, pois não há privilégios. Não são necessárias práticas austeras ou isolamentos. Pelo contrário, o trabalho com o Tantra é social, não há nenhuma necessidade de rituais ou paramentos litúrgicos.

O Tantra é simples e exige apenas simplicidade por parte de quem o pratica. O sistema existencialista humanista presente no Tantra necessita de confiança, entrega, relaxamento profundo, amor e compaixão para que o estado de percepção e consciência ampliada conduza à experiência de supraconsciência.

O Tantra oferece ao indivíduo a chave que pode abrir a sua consciência, independentemente de sua cultura ou religião.

A essência dos ensinamentos tântricos está contida na nossa natureza mais íntima, nosso estado primordial e iluminado, que é a nossa potencialidade inerente. Esses ensinamentos estão livres do karma, porém são oprimidos pelos condicionamentos sociais, pelas crenças, pelo medo, pela desconexão com a Fonte Interior. Nosso estado primordial não é algo que tenha que ser construído ou conquistado, mas algo existente desde o princípio, e goza da mesma sabedoria e inteligência que modela o universo e permeia a natureza.

O ser humano perdeu o contato com essa sabedoria natural no esforço cotidiano de sobreviver. O Tantra possui os dispositivos para a reconexão com essa fonte original, de onde emana a vida e as tramas do desenvolvimento das espécies.

Deva Nishok

 

RECOMENDAÇÕES

Recomendamos atenção a quem procura iniciar seus estudos e práticas ligadas ao Tantra. Procurem informações de pessoas que já participaram de nossos trabalhos, a fim de se informar adequadamente sobre a idoneidade dos grupos e se é realmente o que procura.

O Tantra é um caminho de transcendência, de aprimoramento, de centramento e de auto-desenvolvimento. Desconfie quando há a proposta de sexo livre e despropositado, oferecido através de grupos ou por intermédio de “terapeutas” despreparados, travestidos de especialistas em Tantra.

Fonte: Centrometamorfose

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FILOSOFIA: ESTOICISMO EM TEMPOS DE CRISE

Nesta sexta-feira o destaque da nossa coluna FILOSOFIA é ESTOICISMO em Tempos de Crise. O que uma filosofia milenar pode nos ensinar nos dias de hoje diante de uma crise mundia jamais enfrentada antes pela humanidade. Assista a esse vídeo esclarecedor e aprenda como enfrentar essa pandemia sob a ótica do ESTOICISMO!

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FILOSOFIA: O PESSIMISTA, ANTES DE TUDO, É VAGABUNDO, POR MARIO SERGIO CORTELLA

FILOSOFIA: O PESSIMISTA, ANTES DE TUDO, É VAGABUNDO, POR MARIO SERGIO CORTELLA
SP - 22/07/2016 - ISTOE - OS GURUS DA INTELECTUALIDADE BRASILEIRA. MARIO SERGIO CORTELLA - FOTO: FELIPE GABRIEL

Em tempos de coronavírus temos que inovar para garantir uma quarentena menos enfadonha e sombria aos leitores deste blog. Por isso, hoje nesta publicação do meio dia o tema é FILOSOFIA com muito humor na figuraça do professor e filósofo Mario Sérgio Cortella falando do pessimista, que antes de mais nada é vagabundo. Assista e divirta-se com Cortella no programa PÂNICO!

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FILOSOFIA: INFELIZMENTE QUASE NINGUÉM CONHECE QUEM FOI O MAIOR PENSADOR DA LÍNGUA PORTUGUESA DO SÉCULO XVIII

É com muito prazer e satisfação que coloco como destaque da nossa coluna FILOSOFIA deste domingo o inenarrável e imortal Ariano Suassuna, que neste ato fala acerca do maior pensador da língua portuguesa do século XVIII, que infelizmente é desconhecido para a grande maioria dos brasileiros. Que neste vídeo o grande filósofo e dramaturgo nos apresenta como sendo “Matias Aires” e dá uma aula que você não pode deixar de assistir sob pena de continuar a ser um ignorante em filosofia da língua portuguesa!

Ariano Suassuna (1927 – 2014) foi dramaturgo, romancista, poeta e membro da Academia Brasileira de Letras Ariano. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino. Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado.

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FILOSOFIA: A VERDADEIRA FACE DE OLAVO DE CARVALHO E O SEU PENSAMENTO

Caro(a) leitor(a),

Confesso que o meu conhecimento sobre a vida e obra do filósofo Olavo de Carvalho é muito superficial. Além dos vários vídeos que já vi e publiquei aqui no blog não conheço muita coisa sobre a sua filosofia e ideologia política. Nesses vídeos consegui apenas identificar o seu perfil político-ideológico de direita conservador e conhecer melhor os conceitos de socialismo, comunismo, fascismo e democracia. Creio que a maioria dos leitores desse blog e dos brasileiros também possuem pouco conhecimento sobre essa figura polêmica que se apresenta como guru da família Bolsonaro e que, hoje tem mais influência na política nacional do que possamos imaginar. Por isso , acho de suma importância estudarmos mais sobre este ícone e sua obra. Na coluna FILOSOFIA deste domingo trago um artigo de Carlos Junior, colunista do Conexão Política, que retrata a genialidade desse escritor e defende suas idéias. Portanto leia o artigo completo a seguir e conheça um pouco mais esse mito!

ARTIGO: Bravatas e mais bravatas contra Olavo de Carvalho

Carlos Júnior

Publicado em 31.01.2020

Bravatas e mais bravatas contra Olavo de Carvalho

O teórico político italiano identificava no campo intelectual o território decisivo para o controle do poder político. Os regimes comunistas de inspiração leninista iriam fracassar por tomarem o poder antes de tomar os espaços culturais – daí a explicação da resistência popular ao novo regime por uma massa cristã e conservadora. Para Gramsci, conquistar a hegemonia era muito mais importante que vencer eleições ou dar golpes de Estado. Com o estabelecimento da hegemonia, todas as pessoas – incluindo os adversários – iriam pensar, agir e reagir nos ditames mentais requeridos pelo partido, a nova entidade revolucionária.

A estratégia teve um enorme sucesso no Brasil, que é o país mais gramsciano do mundo. A esquerda tomou as universidades, as escolas, os jornais e as igrejas. Fez da cultura seu feudo particular, reduzindo-a à mera pregação revolucionária. O declínio da intelectualidade brasileira não tem outra explicação a não ser o seu papel de meio para a chegada ao poder da gangue esquerdista. O que antes exigia anos de estudo, dedicação e genialidade agora só cobra a adesão ao partido através de chavões e cacoetes mentais.

O resultado está aí para todo mundo ver: desempenhos pífios em testes educacionais, índices de analfabetismo funcional alarmantes e produção literária e intelectual medíocre. O filósofo e professor Olavo de Carvalho tratou desse quadro em cursos e em sua produção jornalística por anos, angariando a antipatia e ódio dos intelectuais orgânicos e demais estúpidos.

Vejam a matéria que a Veja fez com o difamatório livro de sua filha Heloísa de Carvalho em parceria com o mentiroso e desonesto Henry Bugalho. Toda a postagem vem com ares de credibilidade e dá como verdades inquestionáveis as acusações contra Olavo. Sem querer entrar em conflitos familiares – não é a minha função – é, ainda assim, importante ressaltar que todos os outros filhos de Olavo já refutaram as mentiras contadas por Heloísa. Quanto ao dito Henry Bugalho, basta acompanhar seus vídeos para perceber um charlatão semianalfabeto falando do que não conhece.

O modus operandi da Veja é o de toda a imprensa brasileira: incapazes de compreender a obra e o pensamento de Olavo de Carvalho, buscam difamá-lo ao pegarem suas opiniões do dia e colocá-las como expressão máxima da sua produção intelectual. Não há em toda a grande mídia alguém capacitado para ler os seus livros e analisar criticamente o conteúdo contido em cada um deles. A única coisa que resta aos palpiteiros semianalfabetos é colocar na conta de Olavo opiniões tidas como absurdas e apresenta-lo como um lunático. Terra plana, fetos abortados na Pepsi… Tudo isso é divulgado em larga escala na ânsia de colar na testa do filósofo e seus alunos o adesivo de malucos.

Olavo de Carvalho colocou o ideólogo de Putin de joelhos – a surra intelectual em Alexandre Dugin foi a maior que já vi e li. Olavo de Carvalho colocou em livro o diagnóstico sobre a desgraça intelectual brasileira que coloquei no começo deste humilde artigo. Olavo de Carvalho tem na coletânea ‘’Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil’’ uma produção jornalística de alto quilate. Nela ele teve a coragem de falar do Foro de São Paulo e a sua omissão na grande mídia por todos esses anos – o maior engodo da história brasileira. Chamá-lo de charlatão é nada mais que inveja mal confessada.

Se querem conhecer o suprassumo do pensamento de Olavo de Carvalho, idiotas do show business, procurem ter acesso aos cursos de filosofia por ele ministrados. O pensamento político de Olavo está expresso no seu curso sobre Teoria do Estado. Antes de saírem tagarelando por aí, ao menos tenham dignidade de conhecer a obra do autor que diariamente vocês palpitam a exaustão.

Mas tenho certeza absoluta que nenhum palpiteiro engraçadinho irá fazer isso. Estão diante de um intelectual infinitamente superior a eles e a todos os imbecis que ostentam tal título que, para não dar o braço a torcer e nada falar sobre suas obras, preferem continuar com a invencionice de sempre a respeito de sua vida particular. É fofoca pura e simples com ares de credibilidade jornalística. Bravatas e mais bravatas são o máximo que a cólera dos imbecis pode nos oferecer.

Referências:

  1. https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/12/03/Como-o-Pisa-revela-uma-d%C3%A9cada-de-estagna%C3%A7%C3%A3o-do-ensino-no-Brasil
  2. https://veja.abril.com.br/blog/a-origem-dos-bytes/livro-revela-a-face-mais-obscura-de-olavo-de-carvalho
  3. http://olavodecarvalho.org/debate-com-duguin-ii/
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