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TAXA DE NATALIDADE DA CHINA CAIU PARA UM MÍNIMO RECORDE EM 2021

Número de nascimentos na China em 2021 é o menor em 44 anos

Taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 por mil pessoas, segundo dados do National Statistics Office (ONE)

Autoridades estenderam em 2021 a política para permitir que os casais tenham três filhos

PIXABAY

A taxa de natalidade da China caiu para um mínimo recorde em 2021, com analistas alertando para um envelhecimento mais rápido do que o esperado, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira(17).

A taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 nascimentos por mil pessoas, revelaram dados do National Statistics Office (ONE), abaixo dos 8,52 por mil em 2020, e o menor desde o início dos registros comparativos em 1978.

É também o nível mais baixo desde a fundação da China comunista em 1949. Pequim está enfrentando uma possível crise demográfica em meio ao envelhecimento da população, desaceleração econômica e o menor crescimento populacional em décadas.

O governo afrouxou a política de um filho por família em 2016, permitindo que os casais tenham dois filhos, mas essa mudança não provocou um baby boom.

No ano passado, as autoridades estenderam a política para permitir que os casais tenham três filhos. Em 2021, o país registrou 10,62 milhões de nascimentos, segundo dados oficiais.

A taxa de crescimento natural da população caiu para 0,34 por mil habitantes, ante o valor anterior de 1,45 por mil.

“O desafio demográfico é bem conhecido, mas a velocidade do envelhecimento da população é mais rápida do que o esperado”, disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management.

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GRÁVIDAS DA CHINA PODERÃO FAZER CESARIANA MESMO SEM APROVAÇÃO DOS MARIDOS

China autoriza que mulheres façam cesariana sem aval dos maridos

A medida está sendo discutida nesta semana pelo comitê permanente do Parlamento

Grávidas da China poderão fazer cesariana mesmo sem aprovação dos maridos

Grávidas da China poderão fazer cesariana mesmo sem aprovação dos maridos | Foto: Reprodução/Unsplash

Se desejarem, as grávidas da China podem fazer cesarianas, mesmo que seus maridos discordem da decisão. Os detalhes da medida estão sendo discutidos pelo comitê permanente do Parlamento, de acordo com informação da mídia estatal, divulgada nesta terça-feira, 21.

O comitê quer começar a dar mais direitos às mulheres, começando pela mudança na decisão de seus partos. Atualmente, hospitais só autorizam que gestantes façam cesarianas se os maridos derem permissão.

O grupo parlamentar vai propor um esboço de emenda à Lei de Proteção dos Direitos e Interesses da Mulher, que foi aprovada em 1992. Apesar de estar em vigor há quase 30 anos, a norma ainda sofre com problemas antigos e pressão da sociedade, afirmou o parlamentar He Yitin, ao Beijing News.

Pela regra, mulheres deveriam ter direitos iguais aos dos homens na China, mas as decisões sobre casamento, as escolhas de ter filhos ou construir uma carreira são frequentemente decididas por seus familiares ou autoridades.

Lei do filho único na China

Para frear o crescimento populacional, por muitos anos as mulheres só puderam ter um bebê. Mas, por causa da baixa taxa de natalidade registrada nos últimos anos, a lei do filho único, que estava em vigor desde a década de 1970, sofreu alterações.

Em 2015, a China deu a permissão para casais terem dois filhos e, em outubro deste ano, a autorização aumentou a quantidade de três por família.

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EUA TESTAM RESISTÊNCIA DE SATÉLITE A AMEAÇAS DA CHINA E RÚSSIA

EUA fazem exercício de guerra para testar resistência de satélites a ataques

Prática acontece após russos abaterem um satélite de comunicação ultrapassado, e contou com apoio do Reino Unido, Canadá e AustráliaMike

Mike Stone

da Reuters

Vice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no ColoradoVice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no Colorado13/12/2021 Força Aérea dos EUA/Sargento. Brittany A. Chase/Divulgação

Os Estados Unidos estão testando a resistência de satélites a ameças da China e da Rússia quilômetros acima da superfície da Terra. Isso acontece poucas semanas depois de os russos abaterem um satélite de comunicação obsoleto.

As simulações com auxílio de computadores incluem o possível abate de satélites rastreadores de mísseis, interferência e outros “efeitos” de guerra eletrônica, que são táticas possíveis em uma guerra espacial. Satélites de verdade não são utilizados na prática.

Durante uma visita à Base da Força Espacial de Schriever, no Colorado, a vice-secretária de Defesa Kathleen Hicks acompanhou o exercício de treinamento espacial simulado “Bandeira Espacial”, realizado pelas forças norte-americanas. Foi o 13º exercício do tipo e o terceiro envolvendo parceiros como o Reino Unido, o Canadá e a Austrália.

Líderes do Pentágono estão visitando bases do país nesta semana, enquanto o esboço de orçamento de 2023 do governo Biden ganha corpo. O Departamento da Defesa espera direcionar fundos do orçamento para garantir que as Forças Armadas possam conter ameaças da China e da Rússia.

Satélites são vitais para comunicações militares, navegação por posicionamento global e sistemas de sincronização necessários em caso de um conflito armado.

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CHINA CRITICOU BOICOTE DOS EUA AOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO DE PEQUIM 2022

EUA ‘pagarão o preço’ por boicote aos Jogos de Inverno, diz China

Americanos anunciaram medida em resposta às acusações de violação dos direitos humanos no território chinês

Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 NOEL CELIS/AFP – 01.12.2021

A China criticou nesta terça-feira (7) o “boicote diplomático” dos Estados Unidos aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim-2022 em nome dos direitos humanos e afirmou que Washington “pagará o preço”.

Os Estados Unidos enviarão seus atletas, mas nenhum representante diplomático irá aos Jogos Olímpicos de 2022 em razão das violações dos direitos humanos por parte da China, especialmente na região de maioria muçulmana de Xinjiang (noroeste), anunciou na última  segunda-feira (6) a Casa Branca, ignorando as advertências chinesas.’

O porta-voz da diplomacia chinesa, Zhao Lijian, acusou o governo americano de violar o princípio de neutralidade política no esporte.

“A tentativa dos Estados Unidos de interferir nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim devido ao preconceito ideológico, com base em mentiras e rumores, expõe apenas suas intenções sinistras”, declarou Zhao.

“Os Estados Unidos pagarão o preço de suas ações equivocadas”, afirmou. “Fiquem atentos”, respondeu ao ser questionado sobre as represálias da China, antes de voltar a classificar de “mentira do século” as acusações ocidentais sobre a situação em Xinjiang.

Em Washington, a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, explicou na segunda-feira a decisão do governo do presidente Joe Biden.

“Se estivesse presente, a representação diplomática americana trataria estes Jogos como se nada estivesse acontecido, apesar das flagrantes violações dos direitos humanos e das atrocidades da China em Xinjiang. E simplesmente não podemos fazer isso”, afirmou.

“Os atletas do Team USA contam com todo o nosso apoio. Estaremos dando a eles 100% de suporte, enquanto torcemos por eles daqui”, completou Jen Psaki.

“Menos vírus”

Com o boicote, nenhum representante do governo dos Estados Unidos assistirá aos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos, mas os atletas do país disputarão as duas competições.

“Francamente, os chineses estão aliviados de escutar a notícia, porque, quanto menos funcionários americanos presentes, menos vírus”, tuitou o jornal estatal chinês Global Times.

Com as restrições da China à entrada de estrangeiros devido à luta contra a Covid-19, poucos líderes mundiais devem viajar a Pequim, com exceção do presidente russo Vladimir Putin, que aceitou um convite do colega chinês Xi Jinping.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) saudou o fato de a decisão “política” de Washington não impedir a participação de atletas americanos.

“A presença de funcionários do governo e diplomatas é uma decisão puramente política de cada governo, que o COI, em sua neutralidade política, respeita plenamente”, disse um porta-voz da entidade olímpica à AFP.

O Departamento de Estado americano afirmou que funcionários diplomáticos estarão presentes em Pequim “para garantir a segurança de nossos atletas, técnicos e indivíduos associados à equipe olímpica dos Estados Unidos”.

O que representa “uma questão diferente da representação diplomática oficial”, segundo o porta-voz do departamento, Ned Price.

Há vários meses, o governo americano buscava a melhor forma de se posicionar com relação aos Jogos de Inverno, um evento popular que será organizado de 4 a 20 de fevereiro de 2022 por um país que os EUA acusam de executar um “genocídio” contra os muçulmanos uigures de Xinjiang.

Várias organizações de defesa dos direitos humanos acusam Pequim de ter internado ao menos um milhão de muçulmanos em Xinjiang em “campos de reeducação”.

As autoridades chinesas denunciam sistematicamente a “interferência” dos ocidentais que condenam essa situação, afirmando que são “centros de formação profissional” para apoiar o emprego e combater o extremismo religioso.

O ex-chefe da diplomacia americana sob a administração Donald Trump, Mike Pompeo, pediu um boicote total dos Jogos.

“O Partido Comunista da China não dá a mínima para um boicote diplomático, porque no final das contas eles vão receber os atletas do mundo todo”, afirmou no Twitter.

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A CHINA OFERECERÁ UM BILHÃO DE DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19 A PAÍSES AFRICANOS

Presidente da China promete mais 1 bi de doses de vacina para África

Xi Jinping afirmou que o país já doou mais de 200 milhões de doses ao continente africano e que também irá ampliar investimentos

INTERNACIONAL 

por Reuters – Internacional

Presidente chinês anunciou que irá enviar vacinas para ajudar a combater a variante Ômicron

CARLOS GARCÍA RAWLINS / REUTERS – ARQUIVO

O presidente Xi Jinping disse nesta segunda-feira (29) que a China oferecerá mais 1 bilhão de doses de vacinas contra a Covid-19 a países africanos e incentivará empresas chinesas a investirem não menos que 10 bilhões de dólares na África nos próximos três anos.

A promessa de doses adicionais da vacina –além das quase 200 milhões que a China já forneceu ao continente– surge no momento em que se intensificam as preocupações com a disseminação de uma nova variante do coronavírus, conhecida como ômicron, que foi identificada pela primeira vez no sul da África.

Em um discurso feito por meio de um link de vídeo na abertura do Fórum de Cooperação China-África, Xi também disse que será criado um centro transfronteiriço China-África para fornecer às instituições financeiras africanas uma linha de crédito de 10 bilhões de dólares (cerca de R$ 56 bilhões), sem dar detalhes adicionais.As importações totais da China da África, uma das principais fontes chinesas de petróleo bruto e minerais, chegarão a 300 bilhões de dólares (cerca de R$ 1,68 trilhão) nos próximos três anos, disse Xi, acrescentando que os dois lados cooperarão em áreas como saúde, inovação digital, promoção comercial e desenvolvimento verde.

Fonte: R7

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POLÍTICA: DILMA NÃO PODERIA SER MAIS CLARA QUANDO CITA QUE A CHINA SOCIALISTA É O MODELO A SER COPIADO

Dilma ressurge, exalta a China e deixa claro que este é o modelo a ser seguido! (veja o vídeo)

Foto: Divulgação PlanaltoFoto: Divulgação Planalto

A ex-presidente Dilma Rousseff ressurgiu em mais um vídeo que circula nas redes, mas desta vez, sem tropeçar nas palavras ou se atrapalhar com a telinha do smartphone, ela foi direto ao ponto sobre o que um governo lulopetista – ou mesmo a tal terceira via – tem planejado para o Brasil, caso volte ao poder.

“É uma discussão teórica, política e econômica a respeito do que é a China. E abrir essa discussão é fundamental, pois para ‘transformar é preciso compreender’ e a China, representa uma ‘luz’ nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”, disse a petista.

Dilma não poderia ser mais clara, quando cita ‘transformação’ e ‘luz’ e, para ela, a China socialista é o modelo a ser copiado e implantado.

E podem ter certeza de que, se voltarem, desta vez não deixarão passar.

A diferença, senhores, é que, caso isso aconteça, jamais seremos uma China, e o caminho será mesmo a Venezuela!

Cabe a cada brasileiro, escolher nas urnas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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FALTA DE ESCLARECEIMENTO SOBRE DESAPARECIMENTO DE TENISTA PODE DEIXAR CHINA FORA DO TÊNIS PROFISSIONAL

Associação ameaça excluir China do tênis profissional

Declaração ocorreu após a falta de esclarecimentos sobre o desaparecimento da tenista Peng Shuai

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Peng Shuai treina antes do torneio australiano de tênis, em Melbourne

WILLIAM WEST/AFP – 13.01.2021

A Associação de Tênis Feminino (WTA) ameaçou deixar a China de fora do circuito profissional em virtude da falta de esclarecimentos sobre o desaparecimento da tenista Peng Shuai, uma das maiores estrelas do esporte no país asiático.

Em uma entrevista à emissora “CNN”, o presidente da WTA, Steve Simon, revelou que a associação está preparada para tomar essa decisão.

A WTA é a grande responsável por administrar o circuito do tênis feminino em todo o mundo. A medida da entidade poderá afetar diretamente várias atletas chinesas, como Shuai Zhang (63º), Saisai Zheng (80º), Zinyu Wang (98º), Qiang Wang (104º) e entre outras.

Shuai desapareceu depois de acusar o ex-vice-premiê Zhang Gaoli, um importante político do Partido Comunista chinês, de tê-la agredido sexualmente. A declaração feita no início de novembro foi excluída da rede social Weibo e, desde então, não se teve mais notícias da tenista.

A mídia estatal da China divulgou uma mensagem que teria sido redigida pela atleta, mas a WTA e vários usuários das redes sociais questionaram a autenticidade. No conteúdo do e-mail, que foi retirado através de um print de tela, Shuai supostamente escreveu que está bem e que suas acusações são “falsas”.

Depois de uma grande mobilização do mundo do tênis sobre o desaparecimento de Shuai, a Anistia Internacional (AI) também se envolveu no caso e cobrou por respostas das autoridades chinesas.

Shuai, de 35 anos de idade, já foi líder do ranking mundial de duplas e venceu em Wimbledon e Roland Garros na categoria.

Fonte: R7

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A CHINA É APONTADA COMO O PAÍS QUE MAIS EMITIU GÁS POLUENTE QUE CONTRIBUIU PARA O AQUECIMENTO GLOBAL

Entenda por que a China é um dos países mais poluidores do mundo

Cenário envolve aspectos como baixo custo de produção, mão de obra barata e menos restrições para a construção de indústrias

INTERNACIONAL

Sofia Pilagallo*, do R7

Uma usina de carvão nos arredores de Zhengzhou, na província de Henan

BBC BRASIL

Um ranking divulgado pelo World Resources Institute (WRI) aponta que, em 2020, a China foi o país do mundo que mais emitiu gases poluentes que contribuem para o aumento do aquecimento global.

O dado não vem como uma grande surpresa, segundo o professor e pesquisador do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Wilson Roseghini, uma vez que muitos produtos disponíveis no mercado vêm com a etiqueta “Made in China” (“Feito na China”).

“Os salários são menores na China e, por conta disso, o país tem mão de obra barata e custo mais baixo para você produzir e terceirizar uma série de serviços. Esse processo ocorreu  sobretudo nas décadas de 80 e 90, quando muitas empresas, principalmente dos Estados Unidos, se instalaram na China para produzir equipamentos e outros insumos para exportar para o restante do mundo. Outra questão é que lá há menos restrições para desapropriar certas áreas e desmatar florestas para construir indústrias”, afirma Roseghini.

O professor ressalta que o cenário atual é um pouco diferente. Hoje, a China é altamente pressionada a produzir de forma mais limpa, devido às mudanças climáticas. Existe também um movimento no sentido de distribuir as forças do mercado internacional. Durante seu mandato, o ex-presidente dos EUA Donald Trump, por exemplo, “repatriou” uma série de empresas norte-americanas, como Samsung e Apple, trazendo-as de volta para o país de origem.

Para Roseghini, a China conseguiria, sim, produzir de forma mais limpa e, ainda assim, manter a economia do país aquecida — mas este é um processo lento e gradual que não acontece do dia para noite. Vale lembrar que se a economia chinesa vai mal, a economia do restante do mundo também vai.

“Nós temos que imaginar, de forma simplificada, dois grandes pesos nessa balança: Estados Unidos e China. De um lado, o país que mais consome no mundo e do outro o que mais produz. Se os Estados Unidos diminuem o consumo, a China quebra. Se a China diminui a produção, os EUA quebram. E, claro, isso é sentido em todas as partes do globo”, diz.

Eis então o grande desafio que se apresenta para a China: manter a economia aquecida enquanto melhora as fontes de energia e tenta racionalizar a produção. O professor acredita que a segunda tarefa é um pouco menos complexa do que a primeira, uma vez que não é do interesse da China que os países parem de consumir produtos chineses. Já a primeira é mais simples de contornar e há algumas medidas que vêm sendo tomadas nesse sentido.

Atualmente, a matriz energética da China é baseada sobretudo no carvão mineral, que é altamente poluidor, além de outros combustíveis fósseis, como carvão vegetal, gás natural e petróleo. De uns anos para cá, no entanto, o país tem investido também em usinas hidrelétricas, uma vez que lá há rios de grande porte, além de energia eólica e na instalação de paineis solares.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fábio Fleury

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NAVIOS DE GUERRA CONSTRUÍDOS PELA CHINA TÊM SEMELHANÇA COM OS USADOS PELOS EUA

China construiu navios de guerra semelhantes aos usados pelos EUA

Imagens de satélite divulgadas pelo Instituto Naval americano mostram veículos utilizados para testar armas em deserto chinês

INTERNACIONAL 

por AFP

Aparentemente, a China construiu modelos em escala real de navios de guerra dos EUA, incluindo um porta-aviões, que seriam alvos potenciais para praticar ataques contra algumas das armas americanas mais potentes posicionadas no Pacífico – mostram imagens de satélite recebidas pela AFP.

Centrados em enormes porta-aviões, os comandos navais de batalha estão entre as armas mais poderosas do arsenal americano. Um deles se encontra estacionado no Pacífico, onde observa áreas-chave como Taiwan e o Mar do Sul da China.

A China vem desenvolvendo mísseis antinavio há anos, incluindo alguns capazes de destruir porta-aviões.

Em imagens de satélite capturadas no mês passado e enviadas à AFP neste domingo (7), enormes modelos de navios americanos podem ser vistos no deserto de Taklamakan, na região chinesa de Xinjiang. Pelo menos um deles tem o formato de porta-aviões e outro de destróier. Um dos alvos estava montado em trilhos usados para transportá-lo.

Entre as estruturas em escala natural, havia algumas planas, assim como outras mais sofisticadas, parecidas com instrumentos de navegação, de acordo com o Instituto Naval dos Estados Unidos (Usni, na sigla em inglês).

“A análise das imagens de satélite históricas mostra que o modelo do porta-aviões foi construído, inicialmente, entre março e abril de 2019”, afirma o relatório do instituto.

“Passou por várias reconstruções e foi quase completamente desmontado em dezembro de 2019. Mas o local voltou a ser usado no fim de setembro deste ano, e a estrutura estava praticamente concluída no início de outubro”, completou.

O Usni diz que, segundo a empresa de Inteligência AllSource Analysis, a área já foi usada para testes de mísseis balísticos no passado. Ao ser questionado sobre as imagens, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin, disse na segunda-feira não estar “a par da situação”.

Pequim está avançando em um grande projeto de modernização de seu arsenal, de acordo com um relatório do Pentágono divulgado na semana passada, com muitas de suas armas projetadas para ajudar a neutralizar os principais navios americanos em caso de um conflito regional.

O Exército chinês mobilizou alguns de seus mísseis em exercícios, o que, segundo depoimento dado há meses no Congresso pelo almirante da Marinha americana Philip Davidson, é “uma mensagem inequívoca para o público regional e global”.

Os Estados Unidos fazem regularmente operações no Mar do Sul da China e ao redor de Taiwan, o que irrita Pequim.

A China reivindica a soberania de quase toda essa área marítima e considera Taiwan uma parte de seu território a ser retomada um dia, se necessário à força.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DOS EUA NA COP26 ACUSOU CHINA DE VIRAR AS COSTAS AO “GIGANTESCO” PROBLEMA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Joe Biden acusa China de virar as costas à luta climática na COP26

Presidente chinês Xi Jinping não compareceu pessoalmente à cúpula da ONU que discute as mudanças climáticas do planeta

INTERNACIONAL

por AFP

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante discurso na COP26

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, acusou nesta terça-feira (2) a China de virar as costas ao “gigantesco” problema das mudanças climáticas na COP26, marcada por uma grande promessa global de produzir menos gás metano que não inclui o maior emissor mundial.

No terceiro dia da conferência do clima da ONU, os líderes de uma centena de países, convidados a participar com a esperança de que sua presença impulsione o diálogo, decidiram reduzir em 30% as emissões de metano no fim desta década.

Mas o compromisso não inclui China, Rússia e Índia, três dos cinco maiores emissores do planeta. E os presidentes dos dois primeiros países citados, Xi Jinping e Vladimir Putin, que antes haviam evitado a cúpula do G20 em Roma, nem mesmo viajaram para a cidade escocesa de Glasgow.

“Acho que foi um grande erro, francamente, a China não ter aparecido”, disse Biden em coletiva de imprensa, acusando o país de “virar as costas” ao “gigantesco” problema que o planeta enfrenta.

Iniciativa sobre o metano

O metano tem efeito estufa 80 vezes mais potente do que o CO₂. Suas fontes, como as minas de carvão a céu aberto e o gado, receberam relativamente pouca atenção até agora.

“É um dos gases que podemos reduzir mais rapidamente”, destacou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, lembrando que o metano é responsável por “cerca de 30%” do aquecimento global acumulado desde a revolução industrial.

O compromisso foi assinado por cem países, liderados por Estados Unidos e pelos da União Europeia. Apesar da inclusão de grandes produtores de carne, como Brasil e Argentina, esses países representam pouco mais de 40% das emissões mundiais de metano.

“O anúncio de hoje não alcança a redução de 45%, que, segundo a ONU, é necessária para manter o aquecimento global abaixo de 1,5 grau”, lamentou Murray Worthy, responsável pela ONG Global Witness.

A Argentina juntou-se à promessa, enfatizando “o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas” entre países desenvolvidos — responsáveis pela imensa maioria das emissões do último século — e países em desenvolvimento.

“A contribuição da nossa agrobioindústria para a segurança alimentar mundial não deve ser excluída das negociações climáticas para não gerar novas formas de protecionismo”, defendeu o presidente argentino, Alberto Fernández.

Ele pediu que o pagamento de parte de sua enorme dívida externa seja vinculado “aos investimentos imprescindíveis em infraestrutura verde de que a Argentina precisa”.

Negociações complicadas

Cancelada no ano passado por causa da pandemia, a COP26 tem como missão desenvolver o Acordo de Paris de 2015 e alcançar como principal objetivo a limitação do aquecimento global em 1,5 grau. No entanto, as negociações anunciadas são complicadas.

“Ainda resta um longo caminho a percorrer”, alertou o primeiro-ministro britânico e anfitrião da conferência, Boris Johnson, declarando-se “prudentemente otimista” quando os líderes começam a deixar Glasgow e passam o bastão para os negociadores.

Buscando dar impulso, os chefes de Estado e de governo não só prometeram emitir menos gases, mas também absorver mais, freando e revertendo o desmatamento e a degradação do solo em 2030.

“Nossas florestas são a forma que a natureza captura carbono, retirando CO₂ de nossa atmosfera”, declarou Biden. “Temos que enfrentar essa questão [do desmatamento] com a mesma seriedade da descarbonização de nossas economias.”

Segundo a ONG Global Forest Watch, somente em 2020 a destruição de florestas primárias cresceu 12% em relação ao ano anterior — apesar da desaceleração econômica devido à pandemia —, e o Brasil, berço da maior floresta tropical do planeta, teve 9,5% de aumento nas emissões de gases de efeito estufa.

Os mais de cem países que assinaram a iniciativa representam 85% das florestas do mundo.

As medidas incluem apoiar atividades em países em desenvolvimento, como a restauração de terras degradadas, o combate a incêndios florestais e a defesa dos direitos das comunidades indígenas.

 

E serão apoiadas por um fundo de US$ 12 bilhões (aproximadamente R$ 68 bilhões) de dinheiro público financiado por 12 países entre 2021 e 2025, além de US$ 7,2 bilhões (cerca de R$ 40 bilhões) de investimento privado de mais de 30 instituições financeiras globais.

“É muito importante ser neutro em carbono, mas também é muito importante ser positivo com a natureza”, disse o presidente da Colômbia, Iván Duque, durante o evento, cujo país é 52% ocupado por floresta tropical e 35% por terras amazônicas e que prometeu declarar 30% de seu território área protegida em 2022.

Duque antecipou a promessa em oito anos com relação ao previsto, “porque temos que agir agora”, afirmou.

Grupos ambientalistas denunciaram o fim do desmatamento em 2030 como tarde demais e o Greenpeace o considerou “luz verde para mais uma década de destruição florestal”.

Fonte: R7

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MÍSSEIS HIPERSÔNICOS DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO AO PRESIDENTE DOS EUA

Joe Biden se diz preocupado com mísseis hipersônicos da China

Novo armamento chinês teria capacidade de viajar a mais de 6.000 km/h, cerca de cinco vezes mais rápido que a velocidade do som

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Presidente Joe Biden falou com a imprensa antes de viagem ao estado da Pensilvânia

JONATHAN ERNST/REUTERS – 20.10.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (20) que está preocupado com os mísseis hipersônicos chineses, dias depois da divulgação, em uma reportagem, de que Pequim havia testado uma arma hipersônica com capacidade nuclear.

Enquanto embarcava no Air Force One para uma viagem ao estado da Pensilvânia, Biden foi questionado por repórteres se estava preocupado com os mísseis hipersônicos chineses e respondeu: “Sim”.

As armas hipersônicas viajam na atmosfera com velocidade mais de cinco vezes superior à do som, ou cerca de 6.200 quilômetros por hora.

O jornal Financial Times informou no fim de semana que, em agosto, a China testou uma arma que voou pelo espaço e circulou o globo antes de se dirigir a um alvo, que errou. O Ministério das Relações Exteriores da China negou a informação.

O teste ocorreu enquanto os Estados Unidos e seus rivais globais aceleram o ritmo para construir armas hipersônicas — a próxima geração de armas que roubam dos adversários o tempo de reação e os mecanismos tradicionais de derrota.

“As armas hipersônicas são uma virada de jogo estratégica com o potencial perigoso de minar fundamentalmente a estabilidade estratégica como a conhecemos”, disse o senador Angus King, do Maine, na segunda-feira (18), acrescentando que “os EUA não podem retardar este desenvolvimento ou permitir pontos cegos enquanto monitoramos o progresso de nossos concorrentes”.

A Casa Branca levantou preocupações sobre a tecnologia de mísseis hipersônicos chineses por meio de “canais diplomáticos”, disse a porta-voz Jen Psaki a repórteres nesta quarta-feira.

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NAVIOS DE GUERRA DA CHINA E RÚSSIA PROTAGONIZARAM CENA DE PROVOCAÇÃO AO JAPÃO E AOS EUA

China e Rússia provocam Japão e EUA com manobra militar inédita

Dez embarcações dos dois países atravessaram sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas

INTERNACIONAL

 Do R7

Navios de China e Rússia atravessaram um importante estreito no arquipélago japonês

REPRODUÇÃO VIA REUTERS TV

Dez navios de guerra das marinhas da China e da Rússia protagonizaram uma cena inédita de provocação ao Japão e aos EUA, seus adversários tanto localmente quanto no cenário global, nesta segunda-feira (18), ao atravessarem sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas.

O episódio, denunciado nesta terça, aconteceu depois de uma série de exercícios navais que os dois países realizam em conjunto no mar do Japão, em águas internacionais, todos os anos. Após o fim da atividade, que envolveu dezenas de embarcações, cinco destróieres chineses e cinco russos se desgarraram da esquadra.

Os dez navios atravessaram o estreito de Tsugaru para chegar ao oceano Pacífico. Com pouco menos de 20 quilômetros, o estreito separa as ilhas de Honshu — a maior e mais populosa do Japão, onde fica a capital, Tóquio — e Hokkaido, ao norte.Yoshihiko Isozaki, membro do novo governo do Japão, criticou a ação em uma entrevista à rede pública NHK e disse que Tóquio “observa de perto as atividades” de chineses e russos na região.

O novo primeiro-ministro do país, Fumio Kishida, vem reiterando uma dura posição japonesa contra a China e reforçando a aliança com os EUA. No último mês, o presidente americano Joe Biden fortaleceu o grupo Quad — aliança formada por EUA, Japão, Índia e Austrália —, em uma tentativa de frear o crescimento chinês na região.

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CHINA REALIZOU UM NOVO TESTE ESPACIAL COM MÍSSIL HIPERSÔNICO EM ÓRBITA

China testou um míssil hipersônico em órbita e surpreende EUA

Segundo reportagem do jornal ‘Finantial Times’, Pequim realizou o teste em agosto e manteve a ação em segredo

INTERNACIONAL

Do R7

Lançamento de foguete chinês em abril

MATJAZ TANCIC / EFE – EPA – 29.4.2021

A China realizou um novo teste espacial com um míssil hipersônico em órbita, informou no sábado (16) o Financial Times.

A reportagem, que cita fontes que estavam cientes do teste, indica que Pequim lançou em agosto um míssil com capacidade nuclear que deu a volta na Terra em órbita baixa antes de descer para seu objetivo, do qual caiu a mais de 32 quilômetros de distância, segundo três fontes.

As fontes do FT disseram que o planador hipersônico foi transportado por um foguete Long March, cujos lançamentos geralmente são anunciados, enquanto o teste de agosto se manteve em segredo.

O progresso da China em armas hipersônicas “pegou de surpresa a inteligência americana”, diz a matéria.

Além da China, Estados Unidos, Rússia e ao menos outros cinco países estão trabalhando em tecnologia hipersônica.

Os mísseis hipersônicos, como os mísseis balísticos tradicionais que podem transportar armas nucleares, podem voar a mais de cinco vezes a velocidade do som.

Os mísseis balísticos voam alto no espaço fazendo um arco para alcançar seu objetivo, enquanto um míssil hipersônico toma uma trajetória baixa na atmosfera, atingindo seu objetivo potencialmente mais rápido.

O Pentágono não respondeu até o momento a um pedido da AFP para comentar a matéria do Financial Times.

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TRÊS ASTRONAUTAS VÃO DECOLAR NESTA SEXTA-FEIRA (15) PARA MAIS UMA MISSÃO ESPACIAL DA CHINA

Saiba mais sobre a missão espacial da China que decola nesta 6ª

Três astronautas — dois homens e uma mulher — vão passar 6 meses em módulo da estação espacial em construção

Ye Guangfu (e), Zhai Zhigang (c) e Wang Yaping vão passar os próximos 6 meses em órbita

REPRODUÇÃO / TWITTER

Três astronautas vão decolar nesta sexta-feira (15), às 13h23 (0h23 de sábado no horário de Pequim) para a mais longa missão espacial tripulada da história do programa espacial da China. Os membros da missão Shenzhou-13 vão passar seis meses no módulo da futura estação espacial do país, que está em órbita desde abril.

A tripulação, formada por Zhai Zhigang (55 anos), o primeiro chinês a fazer uma saída extraveicular, em 2008; Wang Yaping (41 anos), a segunda chinesa a viajar ao espaço, em 2013; e Ye Guangfu (41 anos), em seu primeiro voo espacial, vai conduzir diversos experimentos, fazer caminhadas espaciais e instalar equipamentos na estação.

A estação espacial deve ser concluída no fim de 2022 e receberá o nome Tiangong (“Palácio celestial”) em chinês ou CSS (“Estação espacial chinesa”) em inglês, com um tamanho similar ao da antiga estação soviética Mir (1986-2001). A previsão é que ela permanecerá operacional por pelo menos 10 anos.

Corrida espacial

O programa espacial chinês avançou de forma agressiva o seu cronograma de missões em 2021. O primeiro módulo da estação, chamado Tianhe (“Harmonia celestial”), foi colocado em órbita em uma missão que partiu em 29 de abril.

Desde então, outras três missões foram realizadas, em maio, junho e setembro. Na decolagem em maio, três astronautas foram para a estação, onde passaram 90 dias, a missão mais tripulada mais longa até a desta sexta.

A Agência Espacial Chinesa (CMSA, na sigla em inglês), anunciou que os tripulantes farão de duas a três “missões extraveiculares”. Com isso, Wang Yaping deve se tornar a primeira mulher chinesa a caminhar no espaço.

Wang, que esteve no espaço em junho de 2013 como tripulante da missão Shenzhou-10, chegou a dar uma aula para uma audiência calculada em cerca de 60 milhões de crianças chinesas. Na missão que se inicia nesta sexta-feira, ela deverá dar mais uma aula para alunos de todo o país.

Com a quinta missão este ano, a China busca reduzir seu atraso em relação a outras potências espaciais, como os EUA, a Rússia e a União Europeia. Para 2022, estão previstas pelo menos outras seis decolagens para seguir no processo de montagem da estação espacial.

Fonte: R7

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: UM ARRANHA-CÉU FAZENDA É A ÚLTIMA NOVIDADE DE UM ARQUITETO ITALIANO NA CHINA

Um arranha-céu auto sustentável que será construído em Shenzhen na China é o destaque da nossa edição desta quarta-feira, aqui na coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE. Um projeto da Carlo Ratti Associati, sediada em Turim, pretende construir uma torre de 218 metros na qual 10.000 metros quadrados do exterior de vidro são dedicados à produção alimentos ou 270,00 toneladas por ano. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes desse mega projeto!

Elevando-se sobre a cidade, este ‘arranha-céu’ produzirá 270 toneladas de alimentos hidropônicos em 51 histórias

Carlo Ratti Associati

Combinando uma fazenda vertical e um espaço de escritório em um único conceito de 51 andares da mitologia chinesa, um arquiteto italiano está completando o horizonte de Shenzhen com um impressionante “arranha-céu”.

Com uma fachada que apresenta uma fazenda hidropônica vertical que se estende por toda a altura do prédio, a Jian Mu Tower foi projetada para um supermercado chinês líder para ser um lugar onde os inquilinos podem cultivar, vender, comprar ou consumir produtos no mesmo local em que trabalham .

Localizada na cidade de Shenzhen, no sul da China, a Carlo Ratti Associati, sediada em Turim, revelou planos para construir uma torre de 218 metros (650 pés) na qual 100.000 pés quadrados (10.000 metros quadrados) do exterior de vidro são dedicados à produção alimentos – 590.000 libras por ano, que também conteriam cerca de um milhão de pés quadrados para escritórios, um supermercado, jardins e praça de alimentação.

A jardinagem hidropônica envolve o uso de vapor de água rico em nutrientes ao invés do solo, e permite que as plantas sejam cultivadas em tubos empilhados verticalmente.

Trabalhando com a ZERO, uma empresa italiana especializada em abordagens inovadoras para a agricultura, a fazenda de Jian Mu é otimizada para produzir de tudo, desde salada de folhas verdes a frutas e ervas aromáticas, mantendo-se eficiente e sustentável.

Um agrônomo de IA supervisionaria a maioria dos sistemas hidropônicos, regulando a água e os nutrientes, planejando os ciclos de plantio e colheita e outros assuntos.

O prédio, projetado como a nova sede da rede de supermercados Wumart, onde toda a cadeia de produção pode ser “exibida de uma maneira limpa e tecnologicamente empolgante”, foi batizada e projetada em homenagem a uma árvore mítica que separava o céu da terra no folclore chinês.

Carlo Ratti Associati

De acordo com a crença tradicional, explica a página do projeto , o céu é redondo, enquanto a Terra é quadrada. O arranha-céu ecoa esse princípio com sua base retangular que gradualmente se transforma em uma forma tubular à medida que sobe.

Carlo Ratti Associati

“A fazenda hidropônica vertical abraça a noção de zero milhas de alimentação no sentido mais abrangente”, disse Carlo Ratti a Dezeen . “As safras cultivadas na torre são vendidas e até consumidas no mesmo local, o que nos ajuda a economizar muita energia na distribuição de alimentos.”

O sol ajudará as plantações a crescerem, o que por sua vez protegerá os escritórios internos do sol, reduzindo a carga de ar condicionado, enquanto o ar úmido subtropical da China ajudaria a fornecer umidade às plantas.

“A agricultura urbana em pequena escala está acontecendo em cidades de todo o mundo – de Paris a Nova York e Cingapura. A Torre Jian Mu, no entanto, leva isso para o próximo nível ”, escreve Ratti, que também é professor no MIT.

Carlo Ratti Associati

“Essa abordagem tem o potencial de desempenhar um papel importante no design das cidades do futuro, pois envolve um dos desafios arquitetônicos mais urgentes da atualidade: Como integrar o mundo natural ao design de edifícios.”

O conceito de vídeo revelado abaixo é nada menos que ficção científica utópica, como merece ser assistido.

Imagem em destaque: Carlo Ratti Associati

Fonte: Good News Network

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REPRESENTANTES DO TALIBÃ VÃO PARTICIPAR DE REUNIÃO INTERNACIONAL EM MOSCOU, NA RÚSSIA

Rússia convida Talibã para reunião com  China, Irã, Paquistão e Índia

Encontro em Moscou acontece após cúpula extraordinária do G20 que discutirá a situação humanitária no Afeganistão

INTERNACIONAL

 por AFP

Representantes do Talibã vão participar de reunião internacional em Moscou, na Rússia

WAKIL KOHSAR / AFP

A Rússia vai convidar os talibãs para negociações internacionais sobre o Afeganistão, em Moscou, em 20 de outubro – anunciou o enviado do Kremlin, Zamir Kabulov, nesta quinta-feira (7), citado por agências de notícias russas.

Ao ser questionado pelos jornalistas sobre se o Talibã seria convidado para a reunião, que terá representantes de China, Irã, Paquistão e Índia, Kabulov respondeu “sim”. Não especificou quem, do governo talibã, seria convidado.

Esta conferência internacional acontecerá na sequência de uma cúpula extraordinária do G20, em 12 de outubro, dedicada à crítica situação humanitária no Afeganistão.

Nesta quinta-feira (7), Kabulov disse que a Rússia estuda modalidades concretas para enviar ajuda humanitária para o Afeganistão.

O “material” está sendo recolhido para ser transferido, afirmou.

O grupo Talibã assumiu o controle de Cabul em agosto passado, ao final de uma rápida ofensiva contra o governo apoiado por países ocidentais.

Duas décadas depois de serem expulsos do poder pelos Estados Unidos, os fundamentalistas voltaram ao comando do país, deflagrando uma série de problemas de segurança, principalmente para os Estados vizinhos.

A Rússia tem muito interesse na situação no Afeganistão. O país foi ocupado durante dez anos pelas forças soviéticas até sua retirada em 1989, ao fim de guerra sangrenta. Moscou considera o movimento talibã como terrorista, mas mantém o diálogo com ele há anos.

Fonte: R7
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EXERCÍCIOS MILITARES NA FRONTEIRA COM TAIWAN AUMENTAM DURANTE O MANDATO DE JINPING

Taiwan acusa China de aumentar tensão após demonstração militar

Governo chinês fez exercícios com 39 aeronaves em região perto da fronteira dos dois territórios para celebrar feriado nacional

INTERNACIONAL

 por AFP

Exercícios militares na fronteira com Taiwan aumentaram durante o mandato de Jinping

GREG BAKER/AFP – 30/9/2021

Neste sábado (2), Taiwan acusou a China de elevar a pressão e tentar minar a paz na região, após a incursão recorde de 38 aviões militares chineses na zona de defesa da ilha.

A demonstração de força de Pequim começou na sexta-feira (1º), aniversário do Dia Nacional da China, com a incursão de um número recorde de aviões militares chineses, 38 no total, incluindo um bombardeiro H-6 com capacidade nuclear.

Segundo o Ministério do Interior de Taiwan, houve outro recorde neste sábado, com a incursão de 39 aviões na zona da ilha. Os 23 milhões de habitantes do território, governado por um regime democrático, vivem sob a ameaça constante de uma invasão da China.

Pequim considera que a ilha pertence a seu território e ameaça conquistá-la, inclusive pela força, em caso de necessidade.

Desde que Xi Jinping assumiu, em 2012, a liderança do Partido Comunista da China e, em consequência, do país, os aviões militares chineses entram com frequência na Adiz (Zona de Identificação de Defesa Aérea) de Taiwan.

Mas a incursão de sexta-feira provocou uma resposta especialmente forte de Taipé.

“A China foi beligerante e atacou a paz regional ao executar vários atos de intimidação”, declarou o primeiro-ministro Su Tseng-chang neste sábado. “É evidente que o mundo, a comunidade internacional, rejeita cada vez mais esses comportamentos da China.”

O ministério da Defesa de Taiwan informou que 22 caças, dois bombardeiros e um avião antissubmarino entraram na sexta-feira na Adiz, ao sudoeste da ilha. Durante a madrugada de sábado, um segundo grupo de 13 aviões entrou na mesma zona, de acordo com o ministério.

Adiz não é o mesmo que o espaço aéreo de Taiwan, pois inclui uma área maior que se sobrepõe à parte da zona de identificação de defesa aérea da China continental e até mesmo parte de seu território.

As manobras aconteceram depois que o Reino Unido enviou na segunda-feira (27), pela primeira vez desde 2008, um navio de guerra ao Estreito de Taiwan, o mar que separa esta ilha da China continental e que Pequim considera uma passagem marítima muito sensível.

O exército chinês acusou o Reino Unido de atuar com “má intenção para sabotar a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”. Estados Unidos e outros países julgam que essa zona pertence a águas internacionais e que, portanto, está aberta a todos.

No ano passado, 380 militares chineses foram detectados na Adiz e, no decorrer de 2021, mais de 500 já foram identificados. O recorde diário anterior havia acontecido em 15 de junho, quando 28 aeronaves entraram na zona de defesa aérea de Taiwan.

Alguns analistas advertem que as relações entre a China continental e Taiwan não eram tão tensas desde meados da década de 1990. Fontes militares dos Estados Unidos disseram temer que a China possa estar contemplando invadir a ilha.

Alexander Huang, professor associado da Universidade Tamkang de Taipé, considera que a incursão aérea mais recente não busca apenas enviar uma mensagem a Taiwan.

“A China envia uma mensagem política aos Estados Unidos e ao Reino Unido no dia de seu feriado nacional: ‘Não façam bobagens em minha região'”, disse Huang, ao recordar que Washington mantém dois porta-aviões na região e Londres, um.

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RELATÓRIO DO FMI APONTA FAVORECIMENTO À CHINA EM RANKING DO BANCO MUNDIAL

Chefe do FMI teria favorecido China em ranking do Banco Mundial

Relatório diz que diretora do Fundo pressionou funcionários para melhorarem avaliação chinesa, garantido investimentos no país

INTERNACIONAL

por Reuters

Kristalina Georgieva negou as acusações feitas contra ela

LUDOVIC MARIN/POOL/AFP – 18.5.2021

A diretoria executiva do FMI (Fundo Monetário Internacional) está revisando um relatório preparado pelo Banco Mundial o qual apontou que a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em seu cargo anterior no Banco Mundial pressionou funcionários da instituição a alterar dados para favorecer a China, disse o Fundo nesta sexta-feira (17).

Georgieva afirmou discordar “substancialmente com as conclusões e interpretações” do relatório independente, preparado pelo escritório de advocacia WilmerHale a pedido do comitê de ética do Banco Mundial e divulgado na quinta-feira (16).

O documento revelou que Georgieva e outros funcionários do Banco Mundial aplicaram “pressão indevida” sobre a equipe para aumentar a classificação da China no relatório “Doing Business 2018”, que avalia o ambiente de negócios nos países.

A revisão do FMI foi lançada depois que Georgieva informou o conselho sobre o assunto na quinta-feira.

“O conselho do FMI está atualmente revisando esse assunto”, disse Gerry Rice, porta-voz do FMI, à Reuters, acrescentando: “Como parte do procedimento regular em tais assuntos, o comitê de ética vai informar o conselho”, disse Rice, sem dar cronograma.

Georgieva abordou o assunto no início de uma reunião previamente agendada com a equipe do FMI nesta sexta-feira, de acordo com três pessoas que participaram do evento virtual e uma quarta que foi informada sobre seus comentários.

“Não é verdade”

Georgieva disse que valoriza muito dados e análises e não pressiona a equipe a alterar informações como o relatório apontou, de acordo com uma transcrição fornecida à Reuters.

“Deixe-me colocar de uma forma muito simples para vocês. Não é verdade. Nem neste caso nem antes ou depois pressionei a equipe para manipular dados”, disse Georgieva ao estafe do FMI, de acordo com a transcrição.

O credor multilateral com sede em Washington estava buscando o apoio da China para um grande aumento de capital na época, quando Georgieva era a executiva-chefe do Banco Mundial.

Georgieva chefia o FMI e seus cerca de 2.500 funcionários desde 2019. Ela ajudou a liderar a resposta global à pandemia de covid-19, garantindo apoio para uma expansão de 650 bilhões de dólares das reservas de emergência do Fundo.

Alguns dos 190 países-membros do FMI, que financiam seus empréstimos e outros projetos voltados para o alívio da pobreza e o fortalecimento da estabilidade financeira global, disseram que também estão revisando o relatório de ética.

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EMBAIXADA DA CHINA SERÁ MANTIDA NO AFEGANISTÃO, SEGUNDO ANUNCIOU TALIBÃS

Talibãs anunciam que China manterá embaixada no Afeganistão

Segundo porta-voz, o governo chinês também irá ampliar a ajuda humanitária para o país, inclusive no combate à pandemia

Homens do Talibã patrulham as ruas de Cabul, capital do Afeganistão

AAMIR QURESHI / AFP – 2.9.2021

Um porta-voz do Talibã afirmou nesta quinta-feira (2) que a China prometeu manter aberta sua embaixada no Afeganistão e aumentar a ajuda ao país, devastado por décadas de conflito.

Abdul Salam Hanafi, membro do gabinete político do grupo islâmico em Doha, no Catar, “manteve conversas com Wu Jianghao, vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular da China”, anunciou o porta-voz do grupo, Suhail Shaheen no Twitter.“O vice-ministro chinês garantiu que manterá sua embaixada em Cabul e que nossas relações melhorarão. (…) A China continuará e aumentará sua ajuda humanitária, em particular para o tratamento da covid-19”, acrescentou.Fonte: R7

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VÁRIOS PAÍSES DA ÁSIA CENTRAL TEM MAIORIA ISLÂMICA E TEMEM SER ALVOS DO GRUPO

Saiba como o Talibã também é ameaça para Rússia e China

Vários países da Ásia Central têm maioria islâmica e também temem ser alvos do grupo, assim como nações ocidentais

INTERNACIONAL

Eugenio Goussinsky,

do R7

Talibã retomou o controle do Afeganistão

EFE/22-08-21

Dos países da Ásia Central, o Afeganistão é um dos que mais retratam as características tribais de uma região que, há milênios, é palco da luta de povos nativos pelo controle local. O sufixo Istão, inclusive, proveniente do iraniano “stan”, significa terra, local, remetendo cada uma dessas denominações, à relação de algum povo com sua região de origem: Afeganistão, Tadjiquistão, Quirguistão, entre outros.

Neste sentido, os conceitos tribais, de uma época, anterior aos anos 2 mil a.c, prevalecem sobre os que se desenvolveram para formar as chamadas democracias ocidentais, a partir principalmente da Revolução Industrial (a partir de 1760), conforme afirma o professor Danilo Porfírio de Castro Vieira, professor de Relações Internacionais e Direito no Uniceub (Centro Universitário de Brasília).

“O Afeganistão, enquanto país, tendo como marco o ano de 1919 com a saída dos britânicos, nunca esteve dentro da lógica de estado nacional de tradição europeia, com um povo, uma nação, um território, soberania. Na verdade a gente vê uma confederação de etnias, de grupos, como pashtuns, tadjiques, quirguizes, turcomenos, com etnia, cultura, tradição e visão religiosa próprias. O que une aquela região é o islã, mas dentro de diversas interpretações, há islã sunita, xiita e por aí adiante”, observa.

Povoada há mais de 2,5 mil anos, a região do Afeganistão já integrou o Império Persa (cerca de 500 a.c), esteve sob o domínio de Alexandre da Macedônia (356.a.c a 323.a.c), foi palco do budismo por meio do Império Kushana, antes de voltar ao controle persa para, então, já com o islamismo difundido na região, passar para o domínio mongol (do século 3 d.c ao 7 d.c).

Em 1747, Ahmad Shah Durrani, originário dos antecessores dos pashtuns, unifica o país e se torna rei do Afeganistão, até a chegada dos ingleses. As várias etnias, no entanto, sempre foram a marca daquela região. E o islamismo se enraizou na maioria delas, tornando a religião um importante instrumento de identidade local.

Tal característica só facilitou a tomada de poder do Talibã, que chegou em 1995 e foi tirado em 2001, após os atentados de 11 de setembro, com os bombardeios comandados pelos Estados Unidos, após o regime abrigar células da Al-Qaeda que organizaram os ataques em território americano naquele ano.

“O Talibã é um movimento que se desenvolve em um grupo étnico relativamente majoritário em termos de controle territorial, os pashtuns. Eles se mantiveram sempre presentes em uma guerra civil que nunca terminou, desde 2001. A presença americana e da Otan na região foi entendida como uma guerra santa, uma ação a ser respondida como Jihad ao invasor. Os talibãs nunca foram efetivamente derrotados e o que os ajuda também é a geografia complicada da região, que é início da cordilheira do Himalaia, extremamente acidentada, ora desértica, ora fria, complicada de ir e vir em termos de contingente militar”, observa Castro Vieira.

Enquanto o país carrega características milenares, similares à época das primeiras formações urbanas, o Talibã se liga à modernidade quando o assunto são armamentos. Há fortes suspeitas de que o grupo mantenha inclusive armas fabricadas nos Estados Unidos, como carabinas M4 e rifles M16, aviões de ataque A-29 Tucano, helicópteros Black Hawk e veículos utilitários militares Humvee.

Com tal arsenal, aliado aos preceitos radicais interpretados na lei islâmica, a expectativa é a de que o grupo volte a financiar atentados terroristas pelo mundo. O discurso mais moderado não disfarça a essência extremista do grupo, segundo Castro Vieira.

“O Talibã já esteve no poder década de 90 e estabeleceu um regime duro, de supressão das liberdades das mulheres e opressão contra qualquer forma de divergência seja ela política ou religiosa. Acolheu células terroristas jihadistas, a Al-Qaeda a Jihad Islâmica e, após o 11 de setembro, não quis entregar as lideranças responsáveis que estavam no Afeganistão, essa foi a causa da guerra ao terror” diz.

Após a retomada do poder, líderes do Talibã foram vistos na capital Cabul, para organizarem o novo governo. Entre os presentes nas conversas estavam Khalil Haqqani – um dos terroristas mais procurados pelos Estados Unidos, com uma recompensa de 5 milhões de dólares por sua captura, em função de suas ligações com a Al-Qaeda.

A declaração de funcionário da inteligência britânica, ao Voice of America, a respeito da presença de Haqqani no Afeganistão se encaixa à afirmação de Castro Vieira sobre a ameaça terrorista crescente com a retomada de poder pelo Talibã.

“O fato de termos Khalil Haqqani encarregado da segurança de Cabul é desanimador. Haqqani e a Al-Qaeda têm uma longa história juntos, você pode argumentar que eles estão interligados e é altamente improvável que eles cortem os laços”, disse o funcionário.

Sobre isso, Castro Vieira completa, analisando a aceitação de China e Rússia do novo governo. Sobre a Rússia, a questão tem relação com as aspirações separatistas da Chechênia.

“É uma questão de segurança regional. Não é à toa que a China e a Rússia se mostram muito prudentes e até resilientes com status do Talibã, qualquer hostilização naquela região é um problema. O Afeganistão, do Talibã, foi um espaço que incitou guerras civis no Cáucaso, diga-se a Chechênia. Putin não quer encrenca e dor de cabeça com o Talibã, já disse que há territórios russos em que não se exige visto. Grande parte da Ásia Central tem maioria islâmica, para potências como a Rússia, é melhor aceitar e ficar vigilante”, diz.

Em relação à China, a questão diz respeito, entre outras, às manifestações dos uigures em prol da liberdade. Os uigures são muçulmanos de origem turcomena que habitam a província chinesa de Xinjiang.

“A China tem fronteira com o Paquistão, uma potência nuclear que tem relação muito forte com o Talibã, já que parte do exército paquistanês e parte dos paquistaneses são pashtuns (muitos deles adeptos do Talibã). Isso é preocupante para o governo chinês, que disputa espaço na Caxemira e combate na província de Xinjiang, onde a China luta para controlar a comunidade islâmica local, com perseguições inclusive. A questão para a China é agora ter de tratar com uma ordem política estatal jihadista próxima de sua fronteira”, ressalta.

A postura da China e da Rússia, neste sentido, são mostras claras do temor que ronda o mundo, apesar das declarações menos ameaçadoras do atual regime do Talibã.

“É importante lembrar que, quando os talibãs tomaram o poder na década de 90, falaram a mesma ladainha de agora, que eles não são ameaça para ninguém, que é uma questão interna, que as mulheres serão resepeitadas dentro da sharia… Basta olhar as reportagens de então. Seguindo John Adams (segundo presidente americano, de 1797 a 1801), fatos são coisas teimosas, não mudam. Isso vale para o Talibã. Analiso o grupo pelas obras deixadas, não há como relativizar. O temor é esse, de ações terroristas, de incitação de insurgentes, aí não há outra forma, teremos de pagar para ver”, completou Castro Vieira.

Fonte: R7

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CHINA É MAIOR RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA NO MUNDO

China é a maior poluidora ambiental do planeta – e assim permanecerá por décadas

“Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”

INTERNACIONAL

 Marco Antonio Araujo, do R7

Casais dançam em meio à poluição usando máscaras na China

CHINA DAILY VIA REUTERS

O alerta da ONU é mais do que preocupante: passamos do “ponto de retorno”, não há mais como recuar nos estragos impostos à natureza, e o aquecimento global como o conhecemos tornou-se irreversível. A responsabilidade é planetária, mas, por mais que sejamos bombardeados pela propaganda oficial, qualquer pessoa esclarecida sabe: a China continua sendo o maior responsável pela emissão dos gases do efeito estufa no mundo. Sozinha, gera mais danos que todos os países europeus juntos.

E assim permanecerá por décadas. Não há esforço governamental – nem mesmo o de uma ditadura comunista – que reverta os estragos já feitos por um desenvolvimento econômico que assombra a todos, mas cujos altíssimos custos ambientais são ignorados. Basta observar o gráfico a seguir, que demonstra com clareza a tendência de crescimento das emissões de poluentes por parte do Império do Meio:

Emissões de CO2 entre 2009 e 2019 na China, Europa, EUA e Brasil

FONTE: PÁGINA DO SUNSET ENERGIA

Embora alvo de graves acusações sobre sua política ecológica, o Brasil, para efeito de comparação, e por ter matriz energética majoritariamente limpa, permanece em níveis bem baixos. Já os chineses devem muitas explicações (além das promessas contidas em seus Planos Quinquenais) sobre como pretende cumprir suas metas audaciosas e fundamentais para a sobrevivência do planeta.

Nenhum país pode almejar 6% de crescimento anual impunemente. Em 2020, no meio de uma pandemia, a China inflou seu PIB em 2,7%, enquanto o resto do mundo definhava. Uma explicação para esse fenômeno pode estar na frase proferida pelas autoridades chinesas durante a primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente em Estocolmo, no longínquo 1972: “Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”. Mais claro, impossível.

Compromisso inatingível

O Banco Mundial, em relatório sobre as 20 metrópoles mais poluídas, identificou 16 na China com os piores índices mundiais de qualidade do ar. Nada é por acaso: o carvão não só alimenta a geração de energia nas usinas elétricas do país continental, como é a causa de 80% de suas emissões de dióxido de carbono. Por conta dessa enorme dependência da queima de combustíveis fósseis, a China também é destaque em se tratando de chuva ácida – provocada pelo dióxido de enxofre.

Dessa forma, como cumprir o compromisso de atingir a neutralidade de carbono até 2060 – anunciado por Xi Jinping durante discurso na 75ª Assembleia da Organização das Nações Unidas? Por mais que os comunistas exibam projetos de sustentabilidade, invistam em carros elétricos – e tenham tornado limpa 30% de toda a sua energia consumida – não há como um gigante desses se locomover sem causar estragos igualmente monstruosos.

Para agravar o quadro, o próprio governo chinês admite que um dos seus maiores desafios é o combate à corrupção. Pois é. Longe de ser um privilégio da sociedade brasileira, a bandidagem que se alimenta da riqueza (e pobreza) de seu povo também move a maior economia do mundo. Para trás.

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CHINA APRESENTOU UM TREM MAGLEV COM VELOCIDADE MÁXIMA DE 600 KM / H

China apresenta trem que alcança a velocidade de 600 km/h

Veículo terrestre mais rápido do mundo pode percorrer a distância de Pequim a Xangai no mesmo tempo que um avião

INTERNACIONAL

Do R7 com Reuters

Trem pode ir de Pequim a Xangai em apenas uma hora

REUTERS

A China apresentou na terça-feira (20) um trem maglev com velocidade máxima de 600 km/h, informou a mídia estatal. O modelo inaugural do veículo tem apenas 5 vagões, mas novas versões podem contar com dois ou até mesmo 10 vagões para transportar uma quantidade máxima de 100 passageiros.

A velocidade máxima atingida pelo trem do tipo maglev (levitação magnética) o torna no veículo terrestre mais rápido do mundo. Ele foi desenvolvido pela China e fabricado na cidade costeira de Qingdao.

O primeiro projeto do veículo chinês foi apresentado em 2016 e o primeiro protótipo foi lançado em 2019. Em 2020 foi realizado um teste bem-sucedido com o maglev.

Usando a força eletromagnética de imãs, o trem maglev levita acima dos trilhos sem contato entre a carroceria e o trilho, o que aumenta consideravelmente a velocidade atingida nas viagens.

A China vem usando essa tecnologia há quase duas décadas, mas em uma escala muito limitada. Xangai, por exemplo, tem uma pequena linha maglev que vai de um de seus aeroportos ao centro da cidade.

Embora ainda não existam linhas maglev entre cidades ou províncias na China que possam fazer bom uso das velocidades mais altas, algumas cidades, incluindo Xangai e Chengdu, começaram a realizar pesquisas.

Com a velocidade de 600 km/h, o novo trem levaria apenas 2h30 para viajar de Pequim a Xangai, percorrendo um trajeto de aproximadamente 1.000 km. Em comparação, a viagem demora o mesmo tempo de avião e mais de 5 horas em um trem tradicional.

Países do Japão à Alemanha também estão procurando construir redes maglev, embora os altos custos e a incompatibilidade com a infraestrutura de vias atuais continuem sendo obstáculos para o rápido desenvolvimento.

Fonte: R7
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POLÍTICA: EMBAIXADOR DA CHINA RECEBE SÁBIA RESPOSTA DE ERNESTO ARAÚJO POR CRÍTICAS A CRENÇA DE BRASILEIROS

Contra crença de brasileiros, embaixador da China desafia Deus e recebe sábia resposta de Ernesto Araújo

Fotomontagem - Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações ExterioresFotomontagem – Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações Exteriores

Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.

Com este post no Twitter, o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, voltou a atacar os brasileiros, ainda que indiretamente, agora tocando em um assunto extremamente delicado, a religião.

O post que defende o ateísmo, portanto afirmando a inexistência de Deus e, consequentemente, do próprio Cristianismo, vai contra a crença da grande maioria da população do país, formada por católicos e evangélicos.

Wanming, entretanto, não ficou sem a devida e sábia resposta, em outro post, do ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

“Quis ut Deus? (Quem é como Deus?) Essa é a tradução latina do nome hebraico מיכאל – Micael, o Arcanjo Miguel que enfrenta o demônio e sua arrogância. Para os cristãos, Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, a Trindade envolta em mistério mas presente na nossa vida e nosso coração”, escreveu Araújo.Reprodução Internet

Esta não é a primeira polêmica do embaixador chinês por aqui. No ano passado, o governo de Xi Jinping cobrou do governo brasileiro e do Congresso Nacional, que chamassem a atenção do deputado federal Eduardo Bolsonaro, após o parlamentar ter dito que a China deveria ser responsabilizada pela disseminação do vírus que causou a pandemia do novo coronavírus.

Na época, entretanto, além do pedido formal, o próprio Yang Wanming resolveu responder, em mensagem oficial da embaixada no Brasil, na qual afirmava que Eduardo havia “contraído vírus mental”, após visita a Miami, atacando também os Estados Unidos.

O fatos demonstram que Yang Wanming não tem preparo para ocupar o cargo atual e, talvez, esteja desdenhando de forças as quais, definitivamente, desconhece.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOAS NOTÍCIAS: NA CHINA HISTÓRIA DE SEQUESTRO TERMINA 24 ANOS DEPOIS COM FINAL FELIZ

Um reencontro emocionante de um filho com seus pais depois de 24 anos de um sequestro que os separou é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira, para começar a semana com uma notícia maravilhosa. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa história comovente!

Filho sequestrado aos 2 reencontra pais após 24 anos de buscas [Vídeo]

Um filho sequestrado e vendido há 24 anos, foi localizado e finalmente se reencontrou com os pais. O sequestro dele mobilizou a China desde 1997 e inspirou até um filme.

A polícia na cidade de Liaocheng, província de Shandong, divulgou que encontrou Guo Xinzhen, que foi raptado aos 2 anos de idade. Agora, adulto, Guo pôde se reunir com os pais.

O vídeo do encontro, no último final de semana, foi divulgado pela polícia e mostra a família em lágrimas, se abraçando fortemente e gritando: “Nós encontramos você, você voltou!.”

Apesar de o pai ter rodado o país de moto em busca do filho, Guo estava próximo, na província vizinha de Henan.

Investigação e teste de DNA

O sequestro de Guo Xinzhen foi no leste da China em 1997 e desencadeou uma busca desesperada e aparentemente interminável por seus pais em todo o país. O drama inspirou cineastas a levar sua história para as telonas.

A polícia disse ter prendido duas pessoas que confessaram ter sequestrado e traficado Guo. Ele foi levado nas proximidades da casa da família por uma mulher desconhecida, disseram seus pais à polícia em 1997.

O caso nunca foi encerrado e este ano surgiu uma nova pista, com ajuda da análise de DNA e comparação de características faciais.

O Ministério de Segurança Pública encontrou uma correspondência potencial em Henan e quando os policiais rastrearam o homem, os testes de DNA confirmaram que era o desaparecido Guo Xinzhen.

A polícia deteve um suposto traficante de crianças identificado apenas como Hu, e sua ex-namorada identificada como Tang, de acordo com a postagem oficial nas redes sociais.

Os dois confessaram após o interrogatório, dizendo que Tang havia sequestrado Guo Xinzhen em 1997. Ela então se encontrou com Hu, e o casal pegou um ônibus de volta para Henan, onde venderam a criança.

No entanto, ainda não está claro para quem Guo Xinzhen foi vendido, e nenhum outro detalhe de sua criação foi fornecido pela polícia.

Esperança

O pai de Guo Xinzhen, Guo Gangtang, também nunca parou de procurar.

Ele saiu pela China, dirigindo uma motocicleta, e passou por quase todas as vastas províncias do país, cobrindo 500 mil quilômetros, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua.

Na bagagem, panfletos e uma bandeira estampada com a foto do filho. Foi assim que usou todas as economias e fez dívidas em sua longa jornada na busca pelo filho.

E foi isso que acabou inspirando o filme de 2015, “Lost and Love”, estrelado pelo ator de Hong Kong, Andy Lau.

Gangtang não conseguiu encontrar seu filho sozinho, mas conseguiu ajudar a rastrear mais de 100 outras crianças sequestradas e reuní-las com suas famílias, de acordo com a Xinhua.

Foto: reprodução
Foto: reprodução 

Veja o encontro:

Veja o trailer do filme:

Com informações do Diário de Notícias e  CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS: O SOL ARTIFICIAL DA CHINA ACABA DE QUEBRAR UM NOVO RECORDE

O sonho da energia verde (limpa) ilimitada está cada dia mais próximo e é o destaque desta segunda-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. Os chineses da EAST Fusion Facility, em Heifei, estabeleceram um novo recorde mundial de calor e duração. Eles criaram recentemente um gás de plasma que foi aquecido a 120 ° milhões Celsius, por 101 segundos antes de se dissipar. É algo extraordinário e você precisa ler o artigo completo a seguir para ficar por dentro dessa nova descoberta da ciência.

O ‘Sol Artificial’ da China traz a fusão nuclear um passo mais perto, quebrando o recorde mundial

É hora de acordar e sentir o cheiro do plasma, enquanto a energia de fusão termonuclear se aproxima cada vez mais da realidade.

Em sua busca para desenvolver energia verde ilimitada, a EAST Fusion Facility em Heifei, China, criou recentemente um gás de plasma que foi aquecido a 120 ° milhões Celsius – que é três vezes mais quente que o sol – e o manteve lá por 101 segundos antes de se dissipar , estabelecendo um novo recorde mundial de calor e duração.

“A descoberta é um progresso significativo e o objetivo final deve ser manter a temperatura em um nível estável por um longo tempo”, disse Li Mao, diretor de física da Southern University of Sci-Tech em Shenzhen.

O recorde anterior era de 50 ° milhões Celsius, mantido pelos cientistas que trabalham no reator de fusão na Coréia do Sul.

Carros voadores, jetpacks, trens-bala – há muitos marcos clássicos da tecnologia de ficção científica que alcançamos, mas um reator de fusão nuclear, essencialmente um sol artificial, é atualmente considerado apenas plausível.

Tomando emprestada a física das reações no centro do sol, um reator de fusão termonuclear transforma o hidrogênio em hélio, criando um sonho de energia verde ilimitada, já que a quantidade de deutério, uma versão do hidrogênio, encontrada em 1 litro de água do mar poderia produzir tanto energia como 300 litros de gasolina.

A razão pela qual esse quebra-cabeça de todos os quebra-cabeças é apenas plausível é que o sol conta com suas enormes forças gravitacionais para esmagar os átomos, enquanto na Terra temos que usar temperaturas como a que EAST alcançou.

O desafio que vem junto com essa necessidade: como você pode construir uma máquina que pode aquecer e conter matéria em tais extremos, que não apenas usa mais energia do que gera?

O dispositivo ao redor desses reatores de fusão é chamado de tokamak, que é um tubo em forma de donut revestido de superímãs.

Muitos tokamaks existem na Terra, e diferentes governos e institutos científicos estão todos lutando para realmente sustentar um plasma por dias em vez de segundos, e de alguma forma usar muito pouca energia para aquecer uma máquina a 120 milhões de graus Celsius.

projeto principal é o ITER , uma colaboração entre a UE, Rússia, Japão, Coreia do Sul, Índia e os EUA. Seu tokamak é do tamanho de um edifício e contém 3.000 toneladas de ímãs, 141 quilômetros de cabeamento e os mais sofisticados do mundo sistema de refrigeração.

Outros esforços incluem reatores de fusão menores de empresas privadas nos Estados Unidos, no MIT e no Commonwealth Fusion Systems e Tokamak Energy do Reino Unido. Esses dois criaram uma fita supercondutora engenhosa para enrolar em torno de ímãs poderosos, que criam imensa pressão além do calor, permitindo reatores de fusão “portáteis” – que custam um iota do preço inicial de € 20 bilhões do ITER.

O benefício de ter esse problema resolvido é que, essencialmente, a questão da energia está resolvida. Petróleo, carvão e gás podem permanecer no solo, não haveria perigo de outro Fukushima ou Chernobyl, e toda a miríade de problemas, ineficiências e custos atualmente inerentes às formas comuns de energia verde poderiam ser esquecidos.

O Experimental Advanced Superconductor Tokamak ( EAST ) na Academia Chinesa de Ciências de Heifei está provando que é possível estender e intensificar o efeito, e que enquanto o recorde de calor e duração puder ser continuamente superado, o sonho de energia limpa ilimitada sobreviverá .

Fonte: Good News Network

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PONTO DE VISTA: A CADA DIA A MENTIRA TEM AS PERNAS MAIS CURTAS E É DESMASCARADA DE FORMA RETUMBANTE

Caro(a) leitor(a),

A cada dia a mentira tem pernas mais curtas e é desmascarada de forma retumbante. Quando o Partido Comunista Chinês tentou encobrir a verdade sobre a origem da Covid-19 enveredou por um caminho tortuoso e muito perigoso. Porque, num país de quase 1 bilhão e meio de habitantes, manter um segredo, por maior que seja a repressão e o tolhimento das liberdades individuais, é o mesmo que querer tapar o sol com uma peneira. Mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre vem a tona e quando se trata de um número tão expressivo de pessoas envolvidas isso acontece muito rápido. Algo que ainda muito me surpreende é como o Partido Comunista Chinês ainda consegue manter o controle sobre uma quantidade cada vez maior de novos milionários e bilionários que surgem todos os dias na China. Essas pessoas, depois que descobrem o poder do dinheiro e o que ele pode lhes proporcionar. Depois que conhecem o mundo e passam a gozar das maravilhas que o capitalismo e o poder pode lhes dar têm todas as condições de se rebelarem contra o PCC e terem as suas vidas independentes do julgo comunista. Aqui e acola despontam notícias de algum bilionário desapareceu. Fala-se que em 2019, pelo menos 12 desses novos ricos chineses foram executados, mas a cada dia dezenas de novos bilionários despontam no cenário chinês e vai ficar impossível não perder o controle. A derrocada do PCC é apenas uma questão de tempo. O Comunismo está com os dias contados!

Primeiro caso de Covid-19 pode ter surgido na China em outubro de 2019

Estudo é da Universidade de Kent, no Reino Unido, publicado em jornal científico.

Publicado em 25.06.2021

CDC | Unsplash

O vírus que causa a doença da Covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser registrado na cidade chinesa de Wuhan, de acordo com um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, segundo artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento é 17 de novembro de 2019, e provavelmente a peste chinesa já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020.

O primeiro caso oficial na China surgiu em dezembro de 2019 e imediatamente foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o micro-organismo infeccioso já circulava antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções em humanos antes do surto de Wuhan.

Em artigo publicado nesta semana, o pesquisador Jesse Bloom, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, nos Estados Unidos, recuperou dados de sequenciamento genômico dos primeiros casos na China, que haviam sido deletados de uma base de dados.

As informações mostraram que as amostras retiradas do mercado de Huanan “não eram representativas” do Sars-CoV-2 como um todo e eram uma variante de uma sequência progenitora que circulava anteriormente, que se espalhou para outras partes do país asiático.

O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos confirmou à Reuters que as amostras usadas no estudo foram submetidas ao Sequence Read Archive (SRA) em março de 2020 e, posteriormente, excluídas a pedido de pesquisadores chineses, que disseram que seriam atualizadas e enviadas a outra base de dados.

Na discussão pública, acredita-se que essa exclusão pode significar mais uma evidência de que o Partido Comunista Chinês tenta encobrir a origem da doença.

Editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).
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XANGAI INAUGURA O HOTEL MAIS ALTO DO MUNDO

Em uma altura de 128 andares, hotel mais alto do mundo é inaugurado em Xangai

Empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, edifício mais alto da China, que possui 632 metros

Recepção J HotelRecepção do J Hotel, que ocupa os últimos andares da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

“Acima de tudo”. É assim que os clientes do J Hotel, em Xangai, podem se sentir quando estiverem hospedados por ali, já que a descrição vai de encontro com uma de suas principais características: o de hotel mais alto do mundo.

Inaugurado no sábado (19) no núcleo econômico da China, o empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, que possui 632 metros e 128 andares. A Torre é o segundo prédio mais alto do mundo, ficando atrás somente do Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros.

Pertencente ao grupo Jin Jiang International Hotels, propriedade majoritária do Estado chinês, o hotel de luxo possui 165 quartos, incluindo 34 suítes, distribuídos entre os 86º e 98º andares.

Divididas em seis categorias, algumas das acomodações são luxuosas, como a Shanghai Suite, maior suíte disponível, que soma 380 metros quadrados.

Quarto da Shanghai Suite, que possui vista privilegiada para o centro de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

Descrita como “integrada ao céu”, no 98º andar, a acomodação tem vestiário, escritório, cozinha e área de fisioterapia. Logo na entrada os hóspedes são recebidos por uma fênix chinesa e bordados de peônias na parede de couro de bezerro. Um salão curvo oferece uma vista panorâmica exclusiva de Puxi, o centro de Xangai.

O hotel ainda tem sete diferentes restaurantes, cada um com design e decorações únicas. Entre eles está o Heavenly Jin, no 120º andar, a 556 metros acima do chão, que oferece uma fusão das cozinhas moderna europeia, japonesa e chinesa, de acordo com o site oficial do hotel. Uma piscina indoor, fitness center e spa também podem ser encontrados entre os 84º e 85º andares, mas ainda não estão em funcionamento.

Bar dentro do Heavenly Jin, restaurante no 120 andar da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

Fonte: CNN

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SEGUNDO BIDEN, A CHINA TENTA SE PROTEGER COMO NAÇÃO RESPONSÁVEL PELA PANDEMIA E QUESTIONA FALTA DE INTERESSE DE DESCOBRIR ORIGEM DO CORONAVÍRUS

Biden questiona desejo da China de descobrir origem do coronavírus

Presidente dos EUA pede mais cooperação do governo chinês na investigação sobre como o coronavírus passou para humanos

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden pediu que a China ajude a esclarecer as origens da pandemia

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 16.6.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que a China está tentando se projetar como uma nação responsável em relação à pandemia de covid-19, mas que não estava claro se Pequim está realmente tentando entender as origens do coronavírus.

Questionado se ele chamaria o presidente chinês, Xi Jinping, de “velho amigo para velho amigo” para pedir-lhe que readmitisse os investigadores da Organização Mundial da Saúde, Biden afirmou: “Vamos esclarecer uma coisa: nos conhecemos bem, não somos velhos amigos. É apenas profissional.”

Biden deixou claro que continua cético quanto à cooperação da China com a investigação da OMS.

“A China está se esforçando muito para se projetar como uma nação responsável e muito acessível, e eles estão tentando muito falar sobre como estão ajudando o mundo em termos de covid-19 e vacinas”, disse Biden.

“Olha, certas coisas você não precisa explicar para as pessoas do mundo, elas veem os resultados. A China está realmente tentando ir a fundo nisso?”

Biden ordenou em maio que assessores encontrassem respostas para a origem do vírus que causa a covid-19, relatado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan, e disse que as agências de inteligência dos EUA estão analisando outras teorias, incluindo a possibilidade de um acidente de laboratório na China.

Uma equipe liderada pela OMS que passou quatro semanas em e ao redor de Wuhan em janeiro e fevereiro com pesquisadores chineses disse em seu relatório que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que a “introdução por meio de um incidente de laboratório” era extremamente improvável.

Mas especialistas disseram que alguns dados foram omitidos, e Washington diz que o estudo foi “insuficiente e inconclusivo”.

A China tem afirmado repetidamente que “politizar” a questão dificultará as investigações.

Fonte: R7

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AVANÇO MILITAR DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO NOS EUA

EUA admitem preocupação com avanço militar da China

Autoridades de serviços de segurança norte-americano se mostraram preocupadas com espionagens feitas pelo país asiático

INTERNACIONAL

 Da EFE

Declarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUADeclarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUAEFE/EPA/GRAEME JENNINGS

Dois funcionários de alto escalão da inteligência dos Estados Unidos admitiram nesta sexta-feira (11) sua preocupação com o avanço militar da China, que representa um “grande desafio” para Washington e seus aliados e também pode colocar esses países “em risco”.

O diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA), Scott Berrier, e o diretor-geral da Agência de Segurança Nacional (NSA), Paul Nakasone, fizeram essas reflexões durante uma audiência do Subcomitê de Inteligência das Forças Armadas da Câmara dos Representantes.

“A China continua sendo um competidor estratégico de longo prazo dos EUA, como uma ameaça que representa um grande desafio de segurança: Pequim usa várias abordagens, incluindo espionagem diplomática, econômica e militar para atingir seus objetivos estratégicos”, argumentou Berrier.

Além disso, o chefe do DIA destacou que a China “continua sua modernização militar durante as últimas décadas para construir uma força incrivelmente letal” que poderia colocar os EUA e seus aliados “em risco”.

Berrier fez essas afirmações depois que o secretário do Departamento de Defesa, Lloyd Austin, ordenou na quarta-feira ao Pentágono que coloque a China e seu fortalecimento militar no centro da política de defesa dos EUA, embora a estratégia a seguir seja confidencial.

Por sua vez, Nakasone disse que opor-se aos esforços do governo chinês contra os EUA é uma “prioridade” para a NSA, responsável pelo monitoramento global, coleta e processamento de informações e dados para fins de inteligência e contraespionagem nacionais e estrangeiras.

Tamanha é a preocupação atual do governo americano com os movimentos da China que Austin sugeriu nesta quinta-feira o estabelecimento de “uma linha de comunicação direta”, no estilo do “telefone vermelho” que conectou a União Soviética e os EUA durante a Guerra Fria e que segue em funcionamento ainda hoje.

 Durante uma audiência da Comissão das Forças Armadas do Senado americano, Austin assegurou que é “essencial haver uma linha direta de comunicação entre militares e membros do governo” dos EUA e da China.

A diretriz do Pentágono e os comentários de funcionários de alto escalão da inteligência dos EUA são divulgados no momento em que tanto o governo do presidente Joe Biden como membros de ambos partidos do Congresso intensificam suas iniciativas para segurar as ambições internacionais da China.

De fato, a expectativa é que a China esteja muito presente na viagem de Biden pela Europa, onde o presidente americano quer obter um endosso mais claro de seus aliados para sua principal prioridade internacional: a intensa competição entre Washington e Pequim.

Fonte: R7
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SEGUNDO AGÊNCIA ESTATAL DE NOTÍCIAS XINHUA, A CHINA VAI AUTORIZAR ATÉ TRÊS FILHOS POR FAMÍLIA

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

País, que é o mais populoso do mundo, teve queda expressiva na taxa de natalidade e lida com envelhecimento da população

INTERNACIONAL

 por AFP

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

PEXELS

A China vai autorizar até três filhos por família, ao acabar com o limite de dois ainda em vigor, anunciou nesta segunda-feira (31) a agência estatal de notícias Xinhua.

A decisão acontece poucas semanas após a divulgação dos resultados último censo no país, que demonstrou uma expressiva queda da taxa de natalidade no país mais populosos do mundo.

“Em resposta ao envelhecimento da população (…) os casais serão autorizadas a ter três filhos”, informou a agência estatal, ao destacar as conclusões de uma reunião do gabinete político do Partido Comunista comandada pelo presidente Xi Jinping.

No início de maio, os resultados do censo realizado em 2020 revelaram um envelhecimento mais rápido que o esperado da população chinesa.

No ano passado, marcado pela epidemia de covid-19, o número de nascimentos no país caiu a 12 milhões, contra 14,65 milhões em 2019.

A taxa de natalidade em 2019 (10,48 por 1.000) já estava no menor nível desde a fundação da China comunista em 1949.

Depois de mais de três décadas da “política do filho único”, a China flexibilizou as regras em 2016 e permitiu o segundo filho.

Mas a nova política não foi suficiente para estimular a taxa de natalidade em queda livre por vários motivos, incluindo a redução dos casamentos, o aumento do custo da moradia e da educação e, também, a decisão das mulheres de adiar os planos de gravidez para privilegiar a carreira profissional.

No outro extremo da pirâmide, a China tinha mais de 264 milhões de pessoas com mais 60 anos em 2020.

O grupo de pessoas com mais de 60 anos constitui agora 18,7% do total da população, um aumento de 5,44 pontos percentuais na comparação com o censo de 2010.

Do outro lado, a população em idade ativa (15 a 59 anos) representa 63,35% do total, uma queda de 6,79 pontos na comparação com a década anterior.

Em março, o Parlamento aprovou um plano para aumentar gradualmente a idade de aposentadoria durante os próximos cinco anos, o que desagradou grande parte da população.

Fonte: R7
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PRESIDENTES DA CHINA E RÚSSIA INAUGURARAM PROJETO QUE PREVÊ CONSTRUÇÃO DE 4 REATORES DE ENERGIA NUCLEAR

Xi e Putin inauguram projeto para construir 4 reatores nucleares

Equipamentos serão construídos em território chinês utilizando tecnologia russa, cumprindo acordos assinados em 2018

INTERNACIONAL

 Da EFE

Para Xi, projeto representa o elevado nível de cooperação alcançado entre os dois países

EVGENIA NOVOZHENINA/ REUTERS – 5.6.2019

O presidente da China, Xi Jinping, e seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, inauguraram virtualmente nesta quarta-feira (19) um projeto que prevê a construção de quatro unidades de geração de energia nuclear em território chinês utilizando tecnologia russa.

O plano, que faz parte de um pacote de acordos assinado durante a visita do presidente russo à China em 2018, prevê a construção das unidades 7 e 8 da central nuclear de Tianwan, na província de Jiangsu, e das unidades 3 e 4 na central de Xudapu, em Liaoning.

Em um breve discurso transmitido pela emissora de televisão estatal “CGTN”, Xi destacou que se trata de um projeto “seguro” que representa “o elevado nível de cooperação pragmática alcançado entre os dois países”.

Por sua parte, Putin disse que, graças ao plano, “a China poderá desfrutar de energia mais limpa a um preço mais baixo”, e que as relações bilaterais estão “em seu auge histórico”.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, o projeto demonstra “as realizações de Pequim e Moscou na fabricação de equipamento de alta gama e inovação tecnológica”.

Além disso, o plano irá ajudar a China a reduzir suas emissões de dióxido de carbono, segundo o ministério.

Segundo o jornal chinês Global Times, as quatro unidades têm um valor contratual de US$ 3,11 bilhões (R$ 16,3 bilhões), embora o custo total do projeto possa exceder US$ 15,55 bilhões (R$ 81,9 bilhões).

O jornal detalha que serão utilizados reatores russos de terceira geração VVER-1200 (refrigerados e moderados por água).

“Uma das características distintivas da tecnologia nuclear de terceira geração é que é segura, que não haverá acidentes como Chernobyl e Fukushima”, destacou o especialista Han Xiaoping ao Global Times.

Em abril, o número de unidades de energia nuclear em funcionamento na China chegou a 49, o que deixa o país no terceiro lugar do ranking mundial, de acordo com a Administração Nacional de Energia do país.

Outros especialistas chineses citados pelo jornal ressaltaram ainda que “a China poderia substituir alguma tecnologia dos EUA por tecnologia russa diante das crescentes restrições tecnológicas e comerciais de Washington.”

Fonte: R7
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SEGUNDO ESTUDO, A CHINA EMITIU MAIS GASES QUE PROVACAM O ESFEITO ESTUFA QUE TODOS OS PAÍSES DESENVOLVIDOS JUNTOS

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

Emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

STR/AFP – 4.5.2021

A China foi o país que mais emitiu gases que provocam o efeito estufa no ano de 2019, em valor que é maior do que todos os países desenvolvidos juntos, mostrou um estudo publicado pelo Rhodium Group nesta quinta-feira (6).

Segundo o grupo independente, as emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 11%, seguidos pela Índia (6,6%). Os 27 países da União Europeia somam juntos 6,4% das emissões dos gases tóxicos.

Os principais seis gases poluentes emitidos, entre eles, o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, aumentaram para 14,09 bilhões de toneladas em 2019. O número supera a soma dos dados de todos os 37 países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em cerca de 30 milhões de toneladas.

No entanto, ao analisar a história, as nações da OCDE ainda são as maiores responsáveis pela emissão dos gases tóxicos, tendo emitido cerca de quatro vezes mais poluentes do que a China desde 1750.

“A história da China como principal fonte de emissão é relativamente curta em relação aos países desenvolvidos, muitos dos quais tiveram mais de um século de vantagem. O atual aquecimento global é resultado das emissões do passado recente e do mais longínquo”, destacam os especialistas no documento.

Os resultados do relatório ainda vem na esteira da cúpula sobre o clima convocada por Joe Biden em abril. Naquele momento, o presidente da China, Xi Jinping, confirmou que o país atingirá o pico de emissões até 2030 e, a partir de então, começará a cair até atingir a neutralidade em 2060.

Xi informou que a China irá controlar a produção energética através de carvão, extremamente poluente, que será limitada nos próximos cinco anos, com reduções sucessivas.

Fonte: R7
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ANÁLISE POLÍTICA: XI JINPING É “BONZINHO”, POR RICARDO PAZ

A nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado tem o prazer de publicar mais um comentário político do nosso amigo e colaborador Ricardo Paz, que está fazendo um doutorado nos Estados Unidos e tem uma visão diferenciada sobre os fatos geopolíticos que estão acontecendo atualmente. O comentário dele hoje é sobre o lobo em pele de cordeiro que atende pelo nome Xi Jinping, Supremo governante da China. Então leia o elucidativo artigo a seguir e clareie suas ideias.

Em recado aos EUA, Xi Jinping defende nova ordem mundial

XI JINPING É “BONZINHO”

O presidente Biden quer reduzir a emissão de CO2 em 50% dos níveis de 2005 até 2030. Uma meta muito ambiciosa, que imporá enormes sacrifícios aos americanos, podendo comprometer a retomada de crescimento sustentável. Na onda das “boas intenções” do governo democrata dos EUA, outros líderes ocidentais se comprometem com metas arrojadas para reduzir as emissões. E Greta Thunberg logo reaparecerá nas manchetes das revistas “politicamente corretas” com suas frases pré fabricadas incentivando medidas para salvar a humanidade. Só que, desta vez, deveriam treinar a garota propaganda das “green corporations” a bater forte na China. Ah, mas isso não pode, né ambientalistas?! A China tem feito declarações cínicas nos últimos dias, de que se compromete a reduzir CO2 mesmo não tendo obrigação alguma de fazê-lo até 2030. Isso graças a um “brilhante acordo” celebrado por Barack Obama em 2014 quando a China, finalmente, se comprometeu a reduzir as emissões só após 16 anos. Uma excelente carência de sacrifícios! A China é hipócrita? De forma alguma! Eles sabem o que querem, calculam suas ações e não se importam com a opinião alheia. Hipócritas somos nós, ocidentais, que nos impomos metas rigorosas, engolindo o discurso “salve o planeta” de ambientalistas tendenciosos e corporações oportunistas. Enquanto Xi Jinping, com sua cara de bonzinho, demonstra boas intenções em discursos matreiros, a China apenas segue se fortalecendo para liderar o mundo.
Ricardo Paz
Trabalhador
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POLÍTICA: O COLUNISTA RODRIGO CONSTANTINO FAZ UM ALERTA SOBRE UMA EVENTUAL APROXIMAÇÃO ENTRE BRASIL E CHINA ATRAVÉS DE ARTHUR LIRA

Constantino alerta sobre a “relação” de Lira com o Partido Comunista Chinês

Fotomontagem: Arthur Lira e Rodrigo Constantino (Reprodução)Fotomontagem: Arthur Lira e Rodrigo Constantino (Reprodução)

Em sua conta no Twitter, o colunista Rodrigo Constantino fez uma publicação alertando sobre uma eventual aproximação entre Brasil e China, através de Arthur Lira:

“Bom dia. Todos prontos para aprender mandarim, abandonar as urnas e enaltecer o comunismo?

Parece que não precisaremos mais de presidente ou eleição. O PCC controlará tudo diretamente pra nós. Uma província chinesa, olha que maravilha!”.

A postagem foi em resposta a duas publicações feitas pelo embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, no dia 25, em que o diplomata chinês anunciou uma conversa entre o presidente da Assembleia da China e o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil:

“O Presidente da Assembleia Popular Nacional da China, Sr. Li Zhanshu acabou de ter uma videoconferência, nesta noite da quinta-feira, com o Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Sr. Arthur Lira”, noticiou ele.

“Os dois Presidentes trocaram sinceramente opiniões e manifestaram os interesses comuns de aprofundamento das relações bilaterais, ampliação do intercâmbio e cooperação parlamentares, além do reforço da parceria no combate à pandemia e nas vacinas”, detalhou o embaixador chinês.

Foi só isso, por enquanto, mas o assunto é, de fato, intrigante…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CHINA FAZ INCURSÃO EM ZONA MARÍTIMA DAS FILIPINAS QUE É MOTIVO DE TENSÃO ENTRE OS DOIS PAÍSES

Filipinas acusa China de “fazer incursão” em zona de disputa

Embarcações militares foram vistas no Mar da China, que é motivo de tensão entre os dois país do sudeste asiático

INTERNACIONAL

 Da AFP

China faz incursão em zona marítima das Filipinas

REUTERS

Filipinas acusou a China, neste domingo (21), de fazr uma “incursão” em uma zona marítima em disputa pelos dois país. Embarcações paramilitares foram vistas no mar da China.

“Pedimos a China que coloque um fim neste incursão e retire imediatamente os navios que violam os nossos direitos marítimos e infringem a nossa soberania territorial”, afirmou o secretário de Defesa, Delfin Lorenzana, por meio de um comunicado.

Em 2016, o Tribunal Internacional de Haia tomou uma decisão em favor das Filipinas com relação à disputa. A Corte Permanente de Arbitragem concluiu, na época, que China não teria base legal para reclamar “direitos históricos” sobre a maior parte das águas do Mar da China Meridional.

Fonte: R7
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EXPORTAÇÃO DE SOJA PARA A CHINA TEM UM PESO SIGNIFICATIVO NA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

China deve aumentar produção de grãos no país e reduzir importações

Anúncio é um alerta principalmente para os produtores de soja, já que a exportação do grão para o país asiático é representativa

ECONOMIA

 Do R7

Exportação da soja para a China tem um peso significativo na balança comercial brasileira

PIXABAY

A China aumentará sua capacidade de garantir o abastecimento de grãos e produtos agrícolas importantes, disse a agência estatal de notícias Xinhua neste domingo.

Ela afirmou que a China diversificará as importações de produtos agrícolas e apoiará as empresas a se integrarem às cadeias de abastecimento de produtos agrícolas globais.

A Xinhua disse ainda que a mensagem foi incluída em um documento oficial “nº 1” que define as prioridades de Pequim para o ano.

Fonte: R7

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A CHINA QUER EVITAR SER CULPADA COMO O LUGAR ONDE COMEÇOU A PANDEMIA

China escondeu informações sobre início da pandemia, diz ONG

Diretor executivo da Human Rights Watch afirma que país não quer ser visto como local de origem da covid-19

INTERNACIONAL

Do R7

Human Rights Watch diz que China escondeu informações da missão da OMS em Wuhan

CNSPHOTO VIA REUTERS – 30.4.2020

A China escondeu informações sobre os primeiros casos de covid-19 há um ano, o que favoreceu os contágios, e voltou a ocultar dados na recente missão de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) a Wuhan, denunciou nesta quinta-feira (18) o diretor executivo da ONG Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth.

“A China, claramente, quer evitar ser culpada como o lugar onde começou a pandemia”, disse Roth, em entrevista coletiva organizada pela Associação de Correspondentes das Nações Unidas (Acanu).

O ativista norte-americano afirmou que o ocultamento durante a missão foi visto, por exemplo, quando Pequim “se recusou a compartilhar informação anônima sobre os primeiros casos”, levando em conta que apenas metade dos 174 identificados inicialmente tinham relação com o mercado Huanan, em Wuhan.

“Houve em Wuhan 92 pacientes internados com sintomas similares aos da covid-19 em outubro e novembro de 2019, mas a China só deu à OMS testes de anticorpos muito mais tarde, não exames ou análises de sangue, provas que teriam mostrado que o surto estava presente um ou dois meses antes da sua admissão”, argumentou.

Além disso, “Pequim continua a insistir na teoria maluca de que a covid-19 poderia ter tido origem no contato com alimentos congelados, apesar de não haver provas de que alguém em qualquer parte do mundo tenha sido infectado desta forma”, disse o chefe da HRW.

Roth criticou também a recente missão de especialistas da OMS e de outras organizações parceiras por “dar credibilidade a essa teoria dizendo que estão investigando, dando uma injecção de propaganda a Pequim em um momento em que deveríamos nos concentrar melhor no que eles estão escondendo”.

O ativista destacou que na missão “não havia nenhum membro de alto cargo da OMS” e denunciou uma “cumplicidade institucional” com a China por “se recusar a dizer algo crítico contra ela” e ajudar nas primeiras semanas do ano passado a rejeitar a possibilidade de transmissão do vírus de humano para humano.

“Em três semanas, em janeiro de 2020, o governo chinês suprimiu informações sobre a transmissão entre humanos, fingindo que todos os casos estavam relacionados com o mercado em Wuhan”, enquanto milhões de pessoas deixaram a cidade, milhares delas para o exterior, recordou Roth.

‘Supressão de informação é ruim’

“Tudo isto mostra que a supressão da informação é ruim para a saúde pública e para nos permitir saber o que aconteceu, algo que é fundamental para evitar uma próxima pandemia de covid-22 ou covid-23”, declarou.

O representante da HRW admitiu que não existem provas de que o vírus causador da covid-19 tenha nascido em laboratório, mas que a falta de transparência chinesa ajuda a alimentar tais suspeitas.

“Quanto mais a China esconde, mais credibilidade dá a estas teorias, pois as pessoas se perguntam o que é que está sendo escondido. Mas isso pode significar que eles apenas querem evitar ser apontados como o local físico onde outra doença infecciosa começou, como aconteceu há quase 20 anos com a Sars”, comentou o ativista americano.

Fonte: R7
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PALÁCIO DO PLANALTO ATENDE REIVINDICAÇÕES DA CHINA E NÃO EXCLUI PAÍS DO 5G

Governo atende China e não exclui país do 5G

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 29 de janeiro de 2021 às 18:16

Após pedido da China, Governo não deve excluir país do 5GO governo brasileiro decidiu não impor qualquer tipo de restrição aos chineses na política da tecnologia 5G no Brasil. A portaria com as diretrizes do leilão serão publicadas ainda nesta sexta-feira no Diário Oficial da União.

Com a decisão, o Palácio do Planalto atende a uma das principais reivindicações da China em um momento em que os dois países se reaproximam. O país asiático ajudou o Brasil na tentativa de acelerar a exportação de insumos para a fabricação da vacina no Brasil.

A portaria que será publicada apresentará uma série de contrapartidas que serão exigidas pelo governo brasileiro às operadoras que vencerem o leilão. Uma das mais significativas é a que prevê a criação de uma rede privativa de segurança para a administração pública federal. Até nesse ponto não haverá qualquer restrição aos chineses.

A Huawei e qualquer outra empresa poderá fornecer desde que haja compromissos de transparência e governança, os mesmos exigidos as empresas listadas em bolsa de valores brasileira. Além disso, serão exigidos algumas medidas para melhorar a conectividade na Região Norte. Por exemplo, a instalação de 13 mil quilômetros de fibra ótica na região.

Também prevê que seja levada a rede 4G a todas as localidades do país com mais de 600 habitantes. Uma outra exigência é a de que haja cobertura móvel em 48 mil km de rodovias federais, com prioridade para as BRs 163, 364, 242, 135, 101 e 116. As operadoras também serão obrigadas a oferecerem seu roaming em áreas de outras operadoras. Agora, a Anatel irá regulamentar essas medidas. O leilão deve ocorrer ainda no primeiro semestre.

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TRABALHADORES PRESOS HÁ 14 DIAS EM MINA DE OURO NA CHINA SÃO RESGATADOS

China resgata 11 trabalhadores presos em mina de ouro há 14 dias

Vinte e dois homens ficaram presos a cerca de 600 metros de profundidade na mina de Hushan após uma explosão

INTERNACIONAL

por Reuters

22 mineiros ficaram presos após explosão no dia 10

REPRODUÇÃO/VÍDEO/REUTERS

Equipes chinesas regataram 11 mineiros de ouro neste domingo (24), 14 dias depois de terem ficado presos após uma explosão subterrânea na província de Shandong, leste da China, informou a emissora estatal CCTV.

As imagens mostraram o primeiro mineiro resgatado, com uma venda preta nos olhos, sendo retirado de um poço de mina pela manhã. O trabalhador estava extremamente fraco, disse a CCTV em seu site Weibo. Equipes de resgate envolveram o homem em um cobertor antes de levá-lo ao hospital de ambulância.

Nas horas seguintes, dez mineiros de uma seção diferente da mina, que estavam recebendo alimentos e suprimentos de equipes de resgate na semana passada, foram trazidos à superfície.

Um deles estava ferido, mas vários dos outros foram mostrados caminhando, apoiados por equipes de resgate e vestindo um pano preto sobre os olhos, antes de deixar o local em ambulâncias.

Vinte e dois trabalhadores ficaram presos a cerca de 600 metros de profundidade na mina de Hushan após uma explosão no dia 10 em Qixia, uma importante região produtora de ouro sob a administração de Yantai na província costeira de Shandong.

Resgate continua

A operação de resgate continua procurando os outros desaparecidos em um local de explosão de uma mina de ouro.  “Os casos graves foram retirados primeiro e os seguintes estão em melhores condições físicas e psicológicas”, disse Xiao Wenru, engenheiro-chefe do Centro de Resgate de Minas sob o Ministério de Gestão de Emergências.

O chefe da equipe de resgate disse que as equipes continuarão procurando os outros 10 mineiros que ainda estão sem contato após o acidente.

“Os socorristas checaram os mineiros para ver se tinham ferimentos e cobriram os olhos para proteção. De modo geral, a operação de resgate foi mais rápida do que o esperado. Depois de retirar todos os mineiros encontrados, continuaremos com a busca pelos outros desaparecidos”, disse Chen Yumin, chefe da equipe de resgate no local.

Antes do domingo, as equipes de resgate estabeleceram contato com apenas 10 dos mineiros, que estão em boas condições físicas e psicológicas. Acredita-se que outro esteja morto.

As equipes de resgate disseram no sábado que os 10 trabalhadores voltaram a uma dieta normal após depender de soluções nutritivas para sobreviver nos dias anteriores. A sede do resgate no local informou que enviou alimentos, roupas e outros suprimentos para os 10 mineiros por meio de um canal.

Fonte: R7
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OPINIÃO: O DIA QUE A CHINA COMEÇAR A CAIR, A QUEDA SERÁ RÁPIDA E FORTE

O acerto de contas

Xi JinpingXi Jinping

O dia que a China começar a cair, a queda será rápida e forte.

Estamos de fato sob a 3ª onda revolucionária comunista, da dominação econômica chinesa, como eu sempre falo.

Mas essa ação chinesa é patrocinada/facilitada por outros poderes obscuros, que a usam para no final tirar proveito da situação futuramente

Ela tem dia e hora para acabar.

Quando a China não for mais útil à elite global, como está sendo agora no remanejamento do tabuleiro mundial, será mastigada e cuspida fora.

Vai ser um acerto de contas épico, que gerará um verdadeiro “expurgo” nos tempos modernos.

Quem viver, verá.

O problema é que no meio disso tudo ficaremos nós, o dito “mundo livre”, que sofre agora com a 3ª onda revolucionária comunista e continuará sofrendo depois do acerto de contas global com os chineses.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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A CHINA FELICITOU BIDEN PELA SUA POSSE E MANIFESTOU ESPERANÇA QUE SEU GOVERNO AJUDE OS DOIS PAÍSES A RETORNAR AO “RESPEITO MÚTUO E À COOPERAÇÃO”

China parabeniza Biden e pede ‘respeito mútuo’ entre os países

Relação entre os dois países foi afetada pela guerra comercial lançada por Donald Trump em 2018

INTERNACIONAL

 Da EFE

Presidente da China, Xi Jinping

JASON LEE / REUTERS – 19.12.2019

A China felicitou, nesta quinta-feira (21), Joe Biden por sua posse como o novo presidente dos Estados Unidos e manifestou a esperança de que seu governo seja “bem-sucedido” e ajude os dois países a retornar “ao respeito mútuo e à cooperação”.

“O governo do ex-presidente Trump – e, principalmente, de seu secretário de Estado, Mike Pompeo – quebrou muitas pontes que devem ser reconstruídas. Danificou estradas que devem ser reparadas. Os dois governos devem ter a coragem de ouvir um ao outro e respeitarem uns aos outros”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying.

Ela acrescentou que “se ambos estivermos dispostos a consertar, o faremos.”

Fonte: R7

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CEO DA FARMACEUTICA CHINESA SINOVAC BIOTECH, CONFESSOU TER SUBORNADO AUTORIDADES SANITÁRIAS DA CHINA DURANTE ANOS PARA ESTABELECER SUA EMPRESA COMO LÍDER NO MERCADO

 

CEO da Sinovac  subornou autoridades sanitárias na China

Casos não têm ligação com a Coronavac, a vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan (SP)

INTERNACIONAL

Do R7

A Sinovac é uma das líderes no setor de vacinas na China A Sinovac é uma das líderes no setor de vacinas na China
Thomas Peter / Reuters – 24.11.2020

Yin Weidong, fundador e CEO da farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, uma das líderes na corrida por uma vacina contra o novo coronavírus, confessou ter subornado autoridades sanitárias da China durante anos para estabelecer sua empresa como uma das líderes do mercado.

O caso, revelado em documentos da Justiça chinesa publicados pelo jornal norte-americano Washington Post, não envolve a Coronavac, a vacina contra covid-19 que a Sinovac está testando no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, mas revela como a companhia cresceu no mercado.

Segundo os documentos, em 2016 Yin admitiu em um julgamento que pagou mais de US$ 83 mil (cerca de R$ 427 mil) entre 2002 e 2011 para Yin Hongzhang, um agente sanitário que fiscalizava desenvolvimento de vacinas, e sua esposa. Foi nesse período que a Sinovac saiu de uma startup para uma das gigantes do setor na China, com diversas pesquisas financiadas pelo governo.

Confissão na Justiça

No julgamento, Yin Hongzhang confessou que apressava as certificações das vacinas da Sinovac e sete outras empresas e foi condenado, em 2017, a dez anos de prisão. Yin Weidong, que apesar de ter o mesmo sobrenome do agente não é parente dele, não foi processado e permanece no cargo, comandando a Sinovac até hoje.

Durante os nove anos em que o fiscal facilitou o processo de aprovações, a Sinovac conseguiu lançar vacinas contra hepatite A, SARS, gripe aviária, gripe suína, febre aftosa e gripe comum. Por conta da pesquisa com a SARS, acabou saindo na frente na corrida pela vacina contra o novo coronavírus.

A confissão de Yin Hongzhang ajuda a entender como uma empresa até então de pequeno porte foi a primeira no mundo a fazer testes clínicos de uma vacina contra a SARS em 2003 e a primeira a lançar comercialmente uma vacina contra a gripe suína em 2009.

A CoronaVac é uma das três vacinas chinesas contra a covid-19 que estão em fases mais avançadas. A vacina da estatal Sinopharm já está sendo aplicada em um programa que abrange os funcionários de saúde e a da CanSino, em parceria com um instituto militar de pesquisas, foi aplicada em pessoal das Forças Armadas.

A Sinovac reconheceu publicamente o caso de suborno, mas afirma que cooperou com as investigações e que ninguém da empresa foi processado. O CEO disse, ao testemunhar, que não tinha como recusar os pedidos do fiscal.

Em outros processos, pelo menos 20 agentes do governo e administradores do setor hospitalar de pelo menos cinco províncias chinesas admitiram ter recebido propinas de funcionários da Sinovac entre 2008 e 2016.

Em uma nota de resposta ao Post, um porta-voz da empresa disse que todos os casos foram analisados pelo sistema jurídico da China e que até hoje nenhum processo foi aberto contra a empresa ou seu fundador.

Corrupção e punições

A corrupção no setor farmacêutico chinês se tornou gigantesca após a descentralização promovida nos anos 1990, até que em 2007, o antigo responsável pela agência sanitária do país, Zheng Xiaoyu, foi executado por receber propinas de diversas empresas.

Até 2014, o governo costumava punir apenas os funcionários estatais que cobravam as propinas do setor privado. Naquele ano, a GlaxoSmithKline recebeu uma multa de US$ 490 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões) por subornar médicos e agentes do Estado para ampliar suas vendas. O principal executivo da empresa no país foi preso.

Apesar de todas as confissões, nenhum processo indica que a Sinovac esteja envolvida em algum tipo de escândalo com relação à segurança de seus produtos nem que as propinas tenham sido pagas para a aprovação de algum produto defeituoso. Mas especialistas acreditam que ela precisa ser olhada com cuidado.

“O fato de que a empresa tem esse histórico de propina cria uma sombra de dúvida sobre os dados da vacina, que ainda não foram publicados em artigos nem revisados por outros profissionais”, disse Arthur Caplan, especialista em ética médica entrevistado pelo Post. “Até mesmo em uma pandemia, uma empresa com reputação duvidosa precisa ser vista com cuidado”.

 

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EM RESPOSTA A EMBAIXADA DA CHINA NO BRASIL, ITAMARATY DIZ QUE NÃO É APROPRIADO TRATAR DE ASSUNTOS DIPLOMÁTICOS POR MEIO DE REDES SOCIAIS

Em nota, Itamaraty responde à embaixada da China

da CNN, em São Paulo

Atualizado 25 de novembro de 2020 às 22:04

Culpa é da China', diz Eduardo Bolsonaro; embaixador chinês repudia e exige desculpas | Política | G1
O Ministério das Relações Exteriores enviou nesta quarta-feira (25) uma nota à embaixada da China (leia a íntegra abaixo), em resposta ao que o país disse ontem sobre as críticas feitas pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). As informações são do âncora da CNN Caio Junqueira

No texto, o Itamaraty diz que não é apropriado que agentes diplomáticos da China no Brasil tratem de assuntos por meio das redes sociais.

“O tratamento de temas de interesse comum por parte de agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil através ds redes sociais não é construtivo, cria fricções completamente desnecessárias e apenas serve aos interesses daqueles que porvetura não desejem promover as boas relações entre o Brasil e a China”, diz o comunicado.

O documento aponta que as preocupações da China sobre as declarações do parlamentar serão tratadas de maneira apropriada e que o tom da declaração foi “ofensivo e desrespeitoso”.

“O tom e conteúdo ofensivo e desrespeitoso da referida ‘Declaração’ prejudica a imagem da China junto à opinião pública brasileira”, escreveu a equipe do Itamaraty.

O ministério considerou ainda “inadequado” que a embaixada tenha se pronunciado sobre as relações do Brasil com outros países, “tendo presente que a Embaixada do Brasil em Pequim não se pronuncia sobre as relações da República Popular da China com terceiros países”.

Leia a nota na íntegra:

Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 1
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 1
Foto: CNN (25.nov.2020)
Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 2
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 2
Foto: CNN (25.nov.2020)
Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 3
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 3
Foto: CNN (25.nov.2020)

‘Consequências negativas’

Uma postagem do deputado federal Eduardo Bolsonaro associando a tecnologia 5G chinesa a espionagem provocou a reação da embaixada da China nessa terça-feira (24). Em nota, a embaixada chama de “infundadas” as palavras do deputado e ameaça “consequências negativas” a quem perturbasse a parceria China-Brasil. O texto pedia ainda para acabar com a “narrativa da extrema direita norte-americana”

Na postagem feita na noite desta segunda-feira (23), o deputado, que também é presidente da Comissão de Relações Exteriores, escreveu que o governo brasileiro declarou apoio a aliança norte-americana para um “5G seguro” e “sem espionagem da China”.

Essa primeira parte que abria uma sequência de seis mensagens foi deletada pelo deputado. À CNN, ele admitiu ter apagado o trecho inicial para “evitar distorções”. “Apaguei para não dar margem é associar uma opinião pessoal a uma posição do governo.”

No trecho mantido nas redes sociais, o deputado afirma que o Brasil aderiu ao programa norte-americano para “proteger seus participantes de invasões e violações”.

Ainda à CNN, o deputado falou que a “China vai demonstrar mais respeito ao Brasil quando trocar o embaixador chinês no país”. A crítica é especialmente a um episódio em que o embaixador Yang Wanming republicou uma mensagem chamando a família do presidente Jair Bolsonaro de “grande veneno do Brasil”.

Íntegra da nota à embaixada da China

Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 1
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 1
Foto: CNN (25.nov.2020)
Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 2
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 2
Foto: CNN (25.nov.2020)
Nota do Itamaraty à Embaixada da China - parte 3
Nota do Itamaraty à Embaixada da China – parte 3
Foto: CNN (25.nov.2020)

Fonte: CNN

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CAPACIDADE DAS ÁRVORES CHINESAS DE EXTRAIR DIÓXIDO DE CARBONO DA ATMOSFERA É RECALCULADA POR CIENTISTAS

 

As florestas da China que absorvem mais poluentes do que se imaginava

Cientistas recalcularam capacidade das árvores chinesas de extrair dióxido de carbono da atmosfera

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

Alguns plantios de árvores surgiram do desejo de estabelecer indústrias de madeira e papel

A política agressiva da China de plantio de árvores provavelmente está desempenhando um papel significativo na moderação dos impactos climáticos do país.

Uma equipe internacional identificou duas áreas chinesas onde a escala de absorção de dióxido de carbono por novas florestas foi subestimada.

Juntas, essas áreas respondem por pouco mais de 35% de toda a captura de carbono da China, diz o grupo.

A análise dos pesquisadores, baseada em observações terrestres e por satélite, foi publicada na revista científica Nature.

O sequestro de carbono ocorre quando um reservatório — como florestas — absorve mais carbono do que o libera, reduzindo assim a concentração de CO2 na atmosfera.

A China é a maior emissora mundial de dióxido de carbono produzido pelo homem, responsável por cerca de 28% das emissões globais.

Mas, recentemente, o país declarou a intenção de atingir o pico dessas emissões antes de 2030 e então passar para a neutralidade de carbono até 2060.

As especificações de como o país alcançaria essas metas não são claras, mas inevitavelmente devem incluir não apenas reduções drásticas no uso de combustíveis fósseis,como também formas de retirar o carbono da atmosfera.

“Alcançar a meta de carbono zero da China até 2060, recentemente anunciada pelo presidente chinês Xi Jinping, envolverá uma grande mudança na produção de energia e também o crescimento de reservatórios de sequestro de carbono sustentáveis”, diz o coautor do estudo, Yi Liu, do Instituto Atmosférico Física (IAP), da Academia Chinesa de Ciências, em Pequim.

“As atividades de florestamento descritas no artigo [da Nature] desempenharão um papel importante para atingir essa meta”, acrescenta ele à BBC News.

O aumento das matas na China já é evidente há algum tempo. Bilhões de árvores foram plantadas nas últimas décadas para combater a desertificação e a perda de solo e para estabelecer indústrias vibrantes de madeira e papel, mas até agora estimava-se que seu efeito tivesse sido pouco exprressivo.

O novo estudo refina as estimativas de quanto CO2 todas essas árvores extras podem absorver à medida que crescem.

A última análise examinou uma série de fontes de dados. Eles compreendiam registros florestais, medições de monitoramento remoto por satélite da vegetação verde, disponibilidade de água no solo; e observações de CO2, novamente feitas do espaço, mas também por amostragem direta do ar no nível do solo.

“A China é um dos maiores emissores globais de CO2, mas o quanto é absorvido por suas florestas é muito incerto”, diz o cientista do IAP Jing Wang, principal autor do relatório.

“Trabalhando com dados de CO2 coletados pela Administração Meteorológica Chinesa, fomos capazes de localizar e quantificar quanto CO2 é absorvido pelas florestas chinesas.”

As duas áreas de sequestro de carbono até então subestimadas estão concentradas no sudoeste da China, nas províncias de Yunnan, Guizhou e Guangxi; e seu nordeste, particularmente nas províncias de Heilongjiang e Jilin.

A biosfera terrestre sobre o sudoeste da China, de longe a maior região individual de absorção, representa um sequestro de cerca de -0,35 petagramas por ano, representando 31,5% do sequestro de carbono terrestre chinês.

Um petagrama equivale a 1 bilhão de toneladas.

A biosfera terrestre sobre o nordeste da China, dizem os pesquisadores, é sazonal, por isso absorve carbono durante a estação de cultivo, mas emite carbono em outras ocasiões. Seu saldo líquido anual é de aproximadamente — 0,05 petagramas por ano, representando cerca de 4,5% do sequestro de carbono da China.

Para colocar esses números em contexto, a China estava emitindo 2,67 petagramas de carbono como consequência do uso de combustível fóssil em 2017.

O coautor Paul Palmer, professor da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, disse que o tamanho dos reservatórios da floresta pode parecer surpreendente, mas apontou a concordância muito boa entre as medições espaciais e em terra como razão para confiar na análise.

“Declarações científicas ousadas devem ser apoiadas por grandes quantidades de evidências e isso é o que fizemos neste estudo”, diz o cientista do Centro Nacional de Observação da Terra NERC à BBC News.

“Reunimos uma série de evidências baseadas em dados terrestres e de satélite para formar uma narrativa consistente e robusta sobre o ciclo do carbono chinês.”

O professor Shaun Quegan, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, estuda o equilíbrio de carbono da Terra, mas não esteve envolvido nesta pesquisa.

Ele diz que a descoberta no nordeste na China não foi uma surpresa para ele, mas sim o foi a da área sudoeste. Adverte, porém, que a capacidade das novas florestas de atrair carbono diminui com o tempo, à medida que a taxa de crescimento delas diminui e os sistemas adotam um estado mais estável.

“Este artigo (científico) ilustra claramente como várias fontes de evidências de dados espaciais podem aumentar nossa confiança nas estimativas de fluxo de carbono com base em dados esparsos de solo”, diz ele.

“Isso é um bom presságio para o uso da nova geração de sensores espaciais para ajudar os esforços das nações a cumprir seus compromissos sob o Acordo de Paris.”

Quegan é o principal cientista da próxima missão europeia Biomass, uma nave de radar que irá “pesar” florestas. Ela será capaz de dizer onde exatamente o carbono está sendo armazenado, seja nos troncos das árvores, no solo ou em outro lugar.

Outro projeto de satélite futuro digno de nota nesse contexto é a missão EU Sentinel (atualmente codinome CO2M), para medir CO2 na atmosfera em resolução muito alta.

Richard Black é diretor da Energy and Climate Intelligence Unit (ECIU), uma organização sem fins lucrativos que trabalha com questões de mudança climática e energia.

Diz ele: “Com a China estabelecendo sua ambição de emissão zero, é obviamente crucial saber o tamanho do sequestro nacional de carbono, então este é um estudo importante”.

“No entanto, embora o reservatório da floresta seja maior do que se pensava, ninguém deve confundir isso como uma forma de ‘passe livre’ para se chegar à emissão zero. Por um lado, a absorção de carbono será necessária para compensar as emissões contínuas de todos os gases de efeito estufa, não apenas CO2; por outro, o balanço de carbono das florestas da China pode ser comprometido pelos impactos das mudanças climáticas, como estamos vendo agora em lugares como Califórnia, Austrália e Rússia. ”

 

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QUAL O LEGADO DE TRUMP NA HISTÓRIA DOS EUA?

Legado Trump: o que o presidente deixa para a história dos EUA

Combativo e explosivo, presidente investiu no crescimento do país, confrontou a China e a Coreia do Norte e criou movimento no eleitorado americano

INTERNACIONAL

Giovanna Orlando, do R7

 

Trump é primeiro presidente nos EUA que não se reelege desde 1992

Depois de quatro anos de um mandato, Donald Trump deixa de ser o presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2020. Nas eleições de 3 de novembro, o Republicano não conseguiu garantir a reeleição e perdeu para o candidato democrata Joe Biden. A última vez que os norte-americanos não reelegeram um presidente foi em 1992.

Em 2016, quando foi eleito, ninguém apostava que o apresentador de televisão e magnata nova iorquino conseguiria assumir o posto mais poderoso do mundo. Conhecido por ser explosivo, Trump não escondeu a personalidade forte durante o mandato, tendo atristos com diferentes líderes mundiais e focando em “tornar a América ótima”, com incentivos à economia doméstica.

Para especialistas, é difícil de explicar o legado do presidente mais “diferente” dos Estados Unidos. Trump não tinha formação política ou experiência passada em cargos públicos.

O bilionário conseguiu se comunicar com uma parcela da população que os Democratas não tinham conseguido conquistar durante os oito anos de Barack Obama na Casa Branca e criou um movimento próprio.

“É indiscutível que ele perdeu a eleição, mas o trumpismo provou a sua força, é um legado político expressivo”, diz o professor de Relações Internacionais da ESPM-SP Leonardo Trevisan.

Segundo ele, o trumpismo é “marcado por um apelo radicalizado, com características fundamentalistas e uma forte aproximação com o eleitor médio norte-americano”.

Trump conseguiu não só conquistar o tradicional eleitorado republicano, como conquistou a confiança e o voto de uma parcela da população que estava desencantada com a política nacional e a globalização, além de minorias importantes, como os latinos, que garantiram sua vitória na Flórida, e 35% do eleitorado muçulmano no país.

Legado econômico

Focando na economia interna e no crescimento do país, Trump adotou medidas mais protecionistas e nacionalistas que outros presidentes.

Entre algumas das medidas adotadas pelo presidente, estão a “desburocratização, liberação de empréstimos para pequenos comerciantes e empresários”, enumera a professora de Relações Internacionais da ESPM-SP Denilde Holzhacker. Segundo ela, parte dos votos que Trump recebeu foi por conta dessas políticas.

Apesar da ajuda econômica, Trump nunca teve uma plataforma e objetivos claros em outras partes do governo, como saúde, educação e meio ambiente. Na saúde, o presidente criticou o legado de Obama, mas não gerou melhoras ou mudanças, apesar de ter adotado uma postura dura durante a crise dos opióides, entre 2018 e 2019, chegando até a confrontar a indústria farmacêutica.

Tratamento com a China

Desde o início do mandato, Trump classificou a China como sendo a maior ameaça aos Estados Unidos e adotou uma postura combativa perante o país asiático. Com guerras comerciais e tecnológicas, embargos e taxas altíssimas, o presidente tentou barrar a entrada de produtos e empresas chinesas nos EUA e criticou abertamente o regime de Xi Jinping.

A relação entre os dois país piorou no começo deste ano, quando Trump afirmou que a culpa pela pandemia do novo coronavírus era da China e se referia a covid-19 como “vírus chinês”.

“O Trump desenhou o jeito como os EUA vão lidar com o primeiro concorrente do país desde a Guerra Fria”, analisa Trevisan. “Ele criou um processo, um histórico para normatizar as relações com a China”.

O país asiático é um dos únicos pontos em que Democratas e Republicanos não divergem, enxergando o crescimento econômico e tecnológico da China como uma ameaça. O governo de Biden já sinalizou que vai lidar com o país com cautela e não vai mexer nos 350 bilhões de dólares que Trump impôs como barreira alfandegária, diz o professor.

“Qualquer concessão que o Biden fizer vai ter um peso enorme na próxima eleição”, prediz.

Dialogo com a Coreia do Norte e Oriente Médio

Diferentemente de outros presidentes americanos, Trump buscou diálogo e aliados em áreas novas. O presidente se reuniu com o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, em históricas cúpulas, para tentar discutir a desnuclearização do país. Apesar dos esforços, as conversas não geraram frutos.

Trump também buscou diálogo com países do Oriente Médio, estreitando as relações do governo americano com Israel e fechando um acordo para normalizar a relação entre o país, os Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

Apesar da relação amigável com alguns governos árabes, Trump teve uma relação complicada com o Irã, e começou 2020 com o assassinato do general Qasem Soleimani, o que rendeu um mês de intensos bombardeios e princípio de guerra.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: APESAR DA PANDEMIA DA COVID-19 ENERGIA RENOVÁVEL CRESCE EXPONENCIALMENTE

Uma notícia fantástica é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira. Apesar da tsunami gerada pela COVID-19 em todo o planeta, um novo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) teve que ser revisado para incluir os números quase inacreditáveis ​​de crescimento nos setores de energia renovável de grandes países como Índia, China e os EUA. Por mais aterrado que tenha sido o ano de 2020 não impediu um fluxo evidentemente impossível de investimentos em instalações de energia renovável em todo o mundo. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e verificar para onde caminham os investimentos em energias limpas e renováveis!

Energia renovável desafia a desaceleração do COVID-19 para atingir crescimento recorde em 2020

 

 

Um novo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) teve que ser revisado para incluir os números quase inacreditáveis ​​de crescimento nos setores de energia renovável de grandes países como Índia, China e os EUA, mesmo com suas economias lutando com COVID- 19

Estimulado por contratos de longo prazo, uma ligeira queda de 5% na demanda global de energia, acesso prioritário às redes elétricas e instalação contínua de novas usinas renováveis, o crescimento mundial em energia renovável chegará a 7% até o final de 2020.

Dizer que o período de janeiro a outubro de 2020 tem sido economicamente incerto seria um eufemismo, mas isso não impediu um fluxo evidentemente impossível de investimentos em instalações de energia renovável em todo o mundo.

Este período viu um aumento de 15% na energia renovável leiloada quando medido em relação ao mesmo período do ano passado e, em comparação com 2019, o preço médio das ações das empresas de energia solar de capital aberto em 2020 mais que dobrou.

Outras medidas de aumento são um crescimento saudável de 4% em novas instalações de infraestrutura e plantas renováveis, totalizando cerca de 200 gigawatts nos EUA e na China, enquanto as mudanças de política nas duas nações viram um salto de 30% na produção de energia eólica e solar fotovoltaica fontes de energia.

As previsões para 2021 são ainda mais ensolaradas. A Índia e a UE vão liderar uma grande campanha que irá, de acordo com estimativas da AIE, resultar em um recorde de expansão de 10% nas energias renováveis ​​até o final de 2021.

Como isso é possível

Os preços de mercado podem ser impulsionados tanto por uma espécie de crença coletiva da mentalidade de turba do que pela economia real. Houve um período no início de setembro, por exemplo, em que a Tesla possuía metade de toda a participação no mercado automotivo, apesar de vender menos de um milhão de carros por ano.

MAIS: As vendas de veículos elétricos na Europa ultrapassaram até as previsões mais otimistas

A crença de que as ações da Tesla nunca caíram gerou uma enorme quantidade de dinheiro especulativo nas ações, fazendo com que a empresa valesse muito mais do que o que ganha com a fabricação e venda de veículos.

“Interrupções na cadeia de abastecimento e atrasos na construção retardaram o progresso dos projetos de energia renovável nos primeiros seis meses de 2020”, diz o relatório da IEA. “No entanto, a construção de fábricas e a atividade de manufatura aumentaram rapidamente e os desafios logísticos foram resolvidos principalmente com a flexibilização das restrições internacionais desde meados de maio.”

“Apesar dos desafios decorrentes da crise da Covid, os fundamentos da expansão da energia renovável não mudaram.”

Alguns desses fundamentos, se provados como verdadeiros, são surpreendentes e representam coisas com as quais os ativistas da mudança climática só poderiam sonhar oito ou dez anos atrás.

Já as formas mais baratas de novas instalações de energia, painéis solares fotovoltaicos e parques eólicos, geram os custos de eletricidade mais baratos da história, algo que a Austrália do Sul aproveitou no mês passado.

“A capacidade total instalada eólica e solar fotovoltaica está em curso para superar o gás natural em 2023 e o carvão em 2024. A energia solar fotovoltaica sozinha responde por 60% de todas as adições de capacidade renovável até 2025”, prevê a IEA.

Em 2025, o carvão pode parecer relativamente sem sentido, já que não só a energia renovável é a mais barata da história, mas também estará a caminho de abastecer a maior parte do mundo.

Além disso, as reduções nos custos devem triplicar o investimento de mercado em energias renováveis ​​para mais de 15% durante o mesmo período. Isso é liderado por empresas de investimento como a BlackRock, cujo CEO Larry Fink, responsável por administrar trilhões de dólares em capital privado, orienta as decisões de investimento agora principalmente sobre a capacidade das empresas para estratégias conscientes do clima.

Não há praticamente nenhum lugar para onde uma pessoa possa olhar e não ver perspectivas incríveis de energia renovável assumindo o controle do mercado global de energia na próxima década.

Fonte: Good News Network

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CHIMA IMPÔS SANSÕES ÀS EMPRESAS AMERICANAS PELA LIGAÇÃO COM UM PRÉ- ACORDO PELA VENDA DE ARMAS

 

China aplica sanções contra empresas norte-americanas

As empresas sancionadas, Lockheed Martin, Boeing Defense e Raytheon, teriam um pré-acordo de venda de armas para Taiwan

INTERNACIONAL

Da EFE

O anúncio das sanções contra as empresas e pessoas foi dado por Zhao Lijian

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, confirmou nesta segunda-feira que o país asiático impôs sanções às empresas americanas Lockheed Martin, Boeing Defense e Raytheon, pela ligação com um pré-acordo de venda de armas para Taiwan, por US$ 1,8 bilhão (R$ 10,1 bilhão).

De acordo com as informações dadas pelo representante da pasta ao jornal chinês Global Times, a medida também atingirá outras pessoas e organizações, pelo mesmo motivo, embora não tenham sido divulgados mais detalhes sobre a decisão.

Na semana passada, o próprio Zhao Lijian adiantou que a China daria uma “resposta legítima”, depois que o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a intenção de vender à Taiwan três lotes de armas, que incluem mísseis Slam-ER e unidades Himars, um sistema lançador de mísseis múltiplos rápidos.

Para que a venda se concretize, deverá ser aprovada tanto no Congresso americano, como pelo Legislativo taiwanês, de acordo com a agência de notícias pública de Taiwan, “CNA”.

Essa é a segunda vez que a China impões sanções à empresa armamentista Lockheed Martin. A primeira foi em julho deste ano, após um outro acordo com Taiwan, avaliado em US$ 620 milhões (R$ 3,4 bilhões), para reparar e tornar ativos mísseis Pac-3.

Na semana passada, a Agência de Cooperação em Segurança de Defesa dos EUA notificou o Congresso do país sobre o plano de venda, para “respaldar os contínuos esforços de Taiwan para modernizar as Forças Armadas e manter a capacidade defensiva e ajudar a manter a estabilidade política e o equilíbrio militar na região”.

Pouco depois, o presidente da China, Xi Jinping, ordenou que as tropas do país se mantenham “prontas para o combate”.

O jornal South China Morning Post, de Hong Kong, garantiu que Pequim vem avançando na militarização da costa sudeste, para “se preparar para uma possível invasão de Taiwan”.

Taiwan se considera um território soberano com governo e um sistema político próprio sob o nome da China, desde o fim da guerra civil entre nacionalistas e comunistas, ocorrida em 1949.

Já a China considera que Taiwan é uma província rebelde e insiste que volte a ser o que chama de “pátria comum”.

 

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GEOPOLÍTICA: AUSTRÁLIA FOCARÁ SUA PRESENÇA NO MAR DO SUL DA CHINA, E NÃO ENVIARÁ MAIS MARINHA AO ORIENTE MÉDIO

Devido a pandemia e outros interesses de segurança nacional a Austrália muda o seu posicionamento estratégico GEOPOLÍTICO e resolve retirar sua já tradicional presença no Oriente Médio para focar sua presença militar no Mar do Sul da China. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê! 

Austrália não enviará mais Marinha ao Oriente Médio e focará sua presença no Mar do Sul da China

Thaís Garcia

Publicado em 23.10.2020

Por  

 

A presença naval australiana de três décadas no Oriente Médio chegará a um fim abrupto neste ano, enquanto o Governo Federal se debate com um ambiente estratégico cada vez mais incerto perto de casa.

A ministra da Defesa australiana, Linda Reynolds, anunciou que a Austrália não enviará mais um navio da Marinha Real Australiana ao Oriente Médio, o que ocorria todos os anos. O último navio da Marinha australiana implantado na região, o HMAS Toowoomba, retornou à Austrália em junho deste ano.

A Austrália também se retirará da coalizão naval liderada pelos Estados Unidos que patrulha o Estreito de Ormuz no final de 2020. Isso significa que cerca de 30 anos de operações marítimas australianas no Oriente Médio – amplamente focadas em operações de contraterrorismo e pirataria – logo chegarão ao fim.

Em comunicado, Reynolds disse que as prioridades do governo australiano agora mudaram.

“Só este ano a Marinha respondeu ao incêndio florestal e às crises de covid-19, uma implantação de cinco navios em todo o Sudeste Asiático e no Pacífico, um compromisso contínuo com as iniciativas do ‘Pacific Step Up’ e várias atividades de grande sucesso com nossos parceiros regionais”, disse a ministra.

“Agora enfrentamos um ambiente estratégico cada vez mais desafiador, que exige mais recursos da Força de Defesa Australiana (ADF) mais perto de casa.

“Como resultado, a Força de Defesa Australiana reduzirá sua presença naval no Oriente Médio para permitir que mais recursos sejam implantados em nossa região”, acrescentou.

A mudança foi sinalizada na recente Atualização Estratégica de Defesa do Governo, que declarou que a deterioração das circunstâncias estratégicas forçaria os militares a se concentrarem mais fortemente no Indo-pacífico e na região imediata da Austrália.

A China se envolveu em um grande aumento naval na última década, além de afirmar um controle crescente sobre as águas contestadas do Mar do Sul da China, construindo uma série de fortificações militares.

A relação entre os Estados Unidos e seus aliados e a China também se tornou cada vez mais hostil no pós-pandemia, aumentando drasticamente o risco de conflito na região.

A Austrália tem participado de um número crescente de exercícios navais na região com uma série de aliados e parceiros, incluindo os Estados Unidos e o Japão.

No início deste ano, navios de guerra australianos encontraram a Marinha chinesa enquanto navegavam perto de ilhas contestadas “reivindicadas” por Pequim em seu caminho para exercícios trilaterais.

No próximo mês, a Marinha australiana também voltará aos exercícios navais do Malabar com os EUA, Japão e Índia, após um hiato de mais de uma década.

Altos funcionários, militares e ministros do Governo Morrison vêm contemplando a mudança do Oriente Médio há vários anos. No ano passado, houve um debate dentro do governo federal quando o Governo Trump pediu à Austrália para se juntar a uma coalizão naval liderada pelos EUA para proteger os navios no Estreito de Ormuz, perto do Irã. No final, o Governo Morrison concordou em enviar uma aeronave de vigilância e uma fragata para se juntar à missão.

O Chefe de Operações Conjuntas da Marinha autraliana, Tenente-general Greg Bilton, disse que a mudança anunciada pelo governo foi “histórica” ​​e a ministra Reynolds declarou que a Austrália poderia estar “orgulhosa” de sua contribuição naval.

“Há mais de 30 anos apoiamos a liberdade de navegação, a segurança marítima e o livre fluxo de comércio no Oriente Médio”, disse ela.

“Em cooperação com nossos parceiros, nossos compromissos têm sido inestimáveis ​​para cessar o comércio global de drogas, apoiando a redução de linhas de financiamento para atividades de terrorismo e aumentando a capacidade das forças regionais.”

Fonte: Conexão Política

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COM AJUDA DE ROBÔ QUE ANDA CHINA MUDA PRÉDIO HISTÓRICO DE LUGAR

 

China muda prédio histórico de lugar com ajuda de robô que anda

Movimentar o prédio antigo, que abrigou uma escola, para o novo local demorou apenas 18 dias e agora ele passa por reformas para preservação

INTERNACIONAL

Do R7

Prédio histórico que abrigou uma escola até 2018 foi realocado em Xangai

Reprodução/ CGTN

Um antigo prédio em Xangai foi recentemente realocado por um robô com rodas. O projeto de realocação durou 18 dias do antigo local da Escola Primária Lagena foi concluído em 15 de outubro, informou a CGTNVeja o vídeo do prédio histórico sendo movimentado.

O que é único no projeto é que o prédio tinha quase 200 apoios embaixo dele. Durante a movimentação do edifício, os apoios moviam-se como um homem que caminha, de forma a possibilitar a deslocação. O edifício que abrigou uma escola até 2018, passará por reformas para preservação.

Geralmente, os edifícios são movidos com métodos mais avançados, como trilhos deslizantes ou realocação de mesa, nenhum dos quais é adequado para este edifício em particular. No final, esse estilo de realocação foi formulado após várias rodadas de discussão.

https://youtu.be/-mqBmdZLo24

Fonte: R7

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