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ECONOMIA: O PALÁDIO UTILIZADO NOS CONVERSORES CATALÍTICOS DOS AUTOMÓVEIS É O NOVO OURO

NOVO OURO? GRAÇAS À CHINA, PREÇOS DO PALÁDIO BATEM RECORDE HISTÓRICO

Neste ano, os preços do paládio bateram recorde, ao subirem mais de 9% na Bolsa de Nova York, o que representa o melhor desempenho neste ano entre os principais metais. Os investidores apostam que, devido à oferta limitada, este é apenas o começo da alta de preços, de acordo com a edição Bloomberg.
Fatores de crescimento
Novo Ouro? Graças à China, preços do paládio batem recorde histórico
CC0 / Pixabay
De acordo com a empresa de análise COM Group, quase 70% da demanda de paládio vem da indústria automobilística. O metal, que é utilizado em conversores catalíticos, beneficiou da transição dos motores de diesel aos de gasolina, o que impulsionou a demanda em um mercado que atualmente tem uma oferta limitada.
Os analistas assinalaram que a luta das autoridades chinesas contra a poluição do ar foi outro fator que contribuiu para o crescimento da demanda de paládio, já que as normas mais estritas de emissão de poluentes têm levado os fabricantes de automóveis a utilizarem mais conversores catalíticos.
Oferta limitada
“O mercado tem um perspectiva muito positiva […] lidamos com défices de oferta durante oito anos, e se espera que isso continue. A oferta certamente tem sido um problema para a mineração, bem como a redução dos estoques existentes”, apontou Maxwell Gold, diretor da estratégia de investimentos da Aberdeen Standard Investments.
Novo Ouro? Graças à China, preços do paládio batem recorde histórico
Os analistas de mercado, inclusive o Citigroup, predizem um maior crescimento do preço deste metal, que nesta sexta-feira (23) alcançou US$ 1.170 (R$ 4.469) por onça (uma onça equivale a cerca de 31 gramas).
A produção de paládio está muito concentrada, sendo o mercado de pouca negociação, tal como ocorre com a platina. A Rússia e a África do Sul produzem em conjunto cerca de três quartos da oferta mundial. A produção de seu principal país produtor, a Rússia, foi de 81 toneladas métricas em 2017. A empresa russa Norilsk Nickel é o maior produtor de paládio do mundo, representando quase 40% da produção do metal a nível mundial.
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CHINA SUSPENDE COOPERAÇÃO COM OS EUA EM VÁRIAS ÁREAS- CHAVES INCLUINDO CLIMA E DEFESA

China anuncia fim da cooperação com os Estados Unidos em áreas como clima e defesa

Governo chinês fez o anúncio como uma reação à visita de Nancy Pelosi a Taiwan; manobras militares foram registradas na região

Presinde da China, Xi Jinping

SELIM CHTAYTI/REUTERS – 01.07.2022

A China anunciou nesta sexta-feira (5) que suspendeu a cooperação com os Estados Unidos em várias áreas-chave, incluindo clima e defesa, em retaliação à visita a Taiwan da presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi.

A China executa grandes manobras militares ao redor de Taiwan desde quinta-feira (4), apesar da condenação dos Estados Unidos e de outros aliados ocidentais.

Nesta sexta-feira, o Ministério das Relações Exteriores da China atacou os Estados Unidos novamente, suspendendo as negociações e a cooperação em várias áreas, incluindo aquelas relacionadas ao combate às mudanças climáticas.

Os dois maiores poluidores do mundo se comprometeram no ano passado a trabalhar juntos para acelerar a ação climática, prometendo se reunir regularmente para “enfrentar a crise climática”.

Pelosi, que também foi sancionada pela China por sua visita, defendeu a sua viagem a Taiwan e garantiu nesta sexta-feira que os Estados Unidos “não vão permitir” que a China isole a ilha.

Taiwan também condenou a resposta de Pequim à visita e o primeiro-ministro Su Tseng-chang pediu aos aliados que pressionem pela redução da tensão.

“Não esperávamos que o vizinho do mal mostrasse seu poder em nossos portões e colocasse arbitrariamente em perigo as rotas marítimas mais movimentadas do mundo com seus exercícios militares”, disse Su à imprensa.

‘Nossa pátria é poderosa’

A China classifica os exercícios bélicos, que continuarão até domingo ao meio-dia (hora da China), como uma resposta “necessária” à visita de Pelosi.

Taiwan afirmou que 68 aviões de combate chineses e 13 navios de guerra cruzaram a chamada “linha mediana” do estreito que separa a ilha da China continental nesta sexta-feira.

A linha média é uma coordenada não oficial, mas geralmente aceita, entre as costas da China continental e as de Taiwan.

Jornalistas da AFP na ilha chinesa de Pingtan viram um caça sobrevoando a área. Os repórteres também observaram um navio militar chinês navegando pelo Estreito de Taiwan.

Os exercícios da China incluíram um “ataque de míssil convencional” na costa leste de Taiwan, segundo o exército chinês.

A emissora estatal CCTV informou que mísseis chineses sobrevoaram Taiwan, o que seria uma grande escalada se confirmado oficialmente.

Na ilha chinesa de Pingtan, turistas locais exaltaram orgulhosamente o poderio militar de seu país contra seu vizinho muito menor.

“Nossa pátria é poderosa. Não temos medo de uma guerra com Taiwan, com os Estados Unidos ou com qualquer país do mundo”, disse à AFP Liu, um turista de 40 anos da província de Zhejiang.

‘Escalada significativa’

O Partido Comunista Chinês considera Taiwan como parte de seu território e prometeu tomar a ilha um dia, inclusive pela força se necessário. Mas a escala e intensidade das manobras provocaram indignação dos Estados Unidos e outros países.

Essas manobras representam “uma escalada significativa”, disse o secretário de Estado americano Antony Blinken, após reuniões com chanceleres de países do leste da Ásia no Camboja. Blinken considera que a visita de Pelosi “não justifica” as manobras iniciadas por Pequim.

O Japão pediu o “fim imediato” das manobras chinesas, após indicar que cinco mísseis teriam caído em sua zona econômica exclusiva (ZEE) e que quatro deles poderiam ter “sobrevoado a ilha de Taiwan”.

A Austrália também descreveu as manobras militares como “desproporcionais e desestabilizadoras”.

Os exercícios acontecem em algumas das rotas marítimas mais movimentadas do planeta, que transporta eletrônicos fundamentais de fábricas no Sudeste Asiático para os mercados mundiais.

O Escritório Marítimo e Portuário de Taiwan emitiu alertas para os navios que circulam nesta área e várias companhias aéreas internacionais disseram à AFP que desviariam seus voos para evitar o espaço aéreo da ilha.

“Fechar estas rotas marítimas – mesmo que temporariamente – tem consequências não apenas para Taiwan, mas também para os fluxos comerciais ligados ao Japão e à Coreia do Sul”, disse Nick Marro, analista sênior de comércio global da Economist Intelligence Unit.

A hipótese de uma invasão de Taiwan, com 23 milhões de habitantes, é improvável. Mas, desde a eleição em 2016 da atual presidente, Tsai Ing-wen, as ameaças aumentaram.

Tsai, que ao contrário do governo anterior pertence a um partido pró-independência, se recusa a reconhecer que a ilha e o continente fazem parte de “uma mesma China”.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DOS EUA FAZ APELO A RÚSSIA E CHINA PARA CONVERSAR SOBRE CONTROLE DE ARMAS NUCLEARES

Joe Biden convoca líderes de China e Rússia a negociar controle de armas nucleares

Presidente dos EUA deseja uma maior participação destes dois países nas decisões envolvendo este tipo de armamento

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em evento na Casa Branca

ANNA MONEYMAKER/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/GETTY IMAGES VIA AFP – 28.7.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou um apelo a Rússia e China, nesta segunda-feira (1º), para conversas sobre controle de armas nucleares, afirmando que Moscou tem essa responsabilidade, especialmente, desde a invasão da Ucrânia.

Em um comunicado, Biden explicou que seu governo está disposto a “negociar rapidamente” um texto que substitui o Novo Start, o tratado que limita as armas nucleares intercontinentais dos Estados Unidos e da Rússia e que expira em 2026.

“A Rússia deve mostrar que está disposta a retomar os trabalhos sobre o controle de armas nucleares”, afirmou Biden.

“Mas a negociação requer um parceiro disposto a operar de boa-fé. E a agressão brutal e não provocada da Rússia na Ucrânia destruiu a paz na Europa e constitui um ataque aos princípios fundamentais da ordem internacional”, completou.

A Rússia vem aumentando sua capacidade nuclear nos últimos anos, embora seu arsenal hoje seja muito menor do que o dos Estados Unidos e da China.

Para Biden, Pequim tem o dever, como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, “de participar de conversas que reduzam o risco de um erro de cálculo e abordem a dinâmica militar desestabilizadora”.

“Não há qualquer benefício para nenhuma das nossas nações, nem para o mundo, em resistir a um compromisso sobre o controle de armas e a não proliferação nuclear”, acrescentou o presidente americano.

Biden defendeu que as potências nucleares — Rússia e Estados Unidos especialmente — têm a responsabilidade de marcar a pauta e assegurar o cumprimento do TNP (Tratado de Não Proliferação Nuclear).

“A saúde do TNP sempre repousou em limites de armas significativos e recíprocos entre os Estados Unidos e a Federação Russa. Mesmo no auge da Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética foram capazes de trabalhar juntos para defender nossa responsabilidade compartilhada de garantir a estabilidade estratégica”, lembrou Biden.

“O mundo pode confiar em que meu governo continuará apoiando o TNP e buscará fortalecer a arquitetura de não proliferação que protege os povos de qualquer lugar (do mundo)”, insistiu.

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NAVIO DA MARINHA DOS EUA DESAFIA RESTRIÇÕES IMPOSTA PELA CHINA AO NAVEGAR PERTO DA CADEIA DE ILHAS DO MAR ASIÁTICO

China ‘expulsa’ navio de guerra americano de mar do sul asiático

Região é disputada pelo partido comunista com o Vietnã e Taiwan

Destróier americano USS Benfold fez manobras no mar do sul da China

Destróier americano USS Benfold fez manobras no mar do sul da China | Foto: Divulgação

 

Um navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos navegou perto de uma disputada cadeia de ilhas do mar da China Meridional na quarta-feira, 13, desafiando as restrições impostas pelo país asiático na região.

Com essa manobra, a China acusou os EUA de destruírem a paz e a estabilidade nas disputadas ilhas Paracel. O regime comunista informou que teria afastado o navio depois que ele entrou ilegalmente em águas chinesas, e o Exército de Libertação Popular acusou Washington de violar a soberania e a segurança de Pequim.

“Os fatos mais uma vez mostram que os EUA são um criador de risco no mar da China Meridional”, segundo um comunicado.

A Marinha americana, em resposta, alegou que apenas afirmou direitos e liberdades de navegação na região, seguindo o direito internacional.

O arquipélago das ilhas Paracel, que na China são chamadas de Xisha e, no Vietnã, de Hoang Sa, são um grupo de mais de 30 ilhas localizadas entre as costas dos dois países. A região hoje está sob controle de Pequim, mas é reivindicada pelo Vietnã e por Taiwan, e foi palco de uma batalha naval entre China e Vietnã em janeiro de 1974.

O arquipélago das ilhas Paracel em destaque na mapa | Foto: Reprodução/Google

Data simbólica

A data para a navegação do navio de guerra americano é simbólica. Segunda-feira 11 marcou o sexto aniversário de uma decisão do Tribunal Permanente de Arbitragem, sediado em Haia, na Holanda, segundo a qual os chineses não têm base legal para reclamar “direitos históricos” sobre a maior parte das ilhas no mar do Sul da China disputadas com as Filipinas. A China nunca aceitou a decisão.

Em nota, a Sétima Frota dos EUA, divisão da Marinha que opera nos oceanos Índico e Pacífico, negou as acusações feitas pelo regime chinês e disse que a operação demonstra apenas o “compromisso de manter a liberdade de navegação”.

O texto alega que a China tem exigido permissão ou notificação prévia antes que um navio militar passe pela região. “Reivindicações marítimas ilegais e abrangentes representam uma séria ameaça à liberdade dos mares, incluindo as liberdades de navegação e sobrevoo, livre comércio e oportunidades econômicas”, segue a nota.

Ontem, em mais um discurso que visava reforçar a presença americana na Ásia, o secretário de Estado Antony Blinken instou Pequim a cessar o que chamou de “comportamento provocativo” no mar do Sul da China. A resposta chinesa veio hoje.

“Instamos os EUA a respeitarem a soberania, os direitos e os interesses da China no mar da China Meridional e pararem de usar esse assunto para semear discórdia entre os países da região”, disse o porta-voz da chancelaria Wang Wenbin. “Isso é extremamente irresponsável.”

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TECNOLOGIA: VALE A PENA COMPRAR UM CELULAR COM PROJETOR?

Na nossa coluna TECNOLOGIA desta quinta-feira trago um artigo espetacular sobre a nova tecnologia em matéria de audiovisual. O celular com projetor que já está revolucionando a indústria do entretenimento visual. Éle é capaz de projetar imagens com até 90 polegadas full HD e com a qualidade de uma SMART TV de última geração. A seguir temos um vídeo com uma pequena amostra do que há de mais moderno lançado na China e depois você pode conhecer as principais marcas e modelos disponíveis no mercado brasileiro e saber se vale a pena comprar um smartphone projetor. A Smart TV está com os dias contados?

Fonte:

Vale a pena comprar um celular com projetor?

Modelos de celular com projetor estão se tornando populares entre os brasileiros, mas vale a pena investir em um acessório do tipo?

O celular é um ótimo aparelho para nos permitir assistir aquele vídeo, filme ou série em um momento ocioso, como quando estamos viajando de ônibus ou na fila de um banco, mas pode ser muito útil também para assistir vídeo em casa quando bate aquela preguiça de ligar o computador.

Nesse casos, o uso de um projetor específico para celulares tem feito sucesso entre os brasileiros. No mercado, é possível tanto encontrar projetos individuais feitos especialmente para serem conectados em smartphones e até mesmo celulares que já vem com esse recurso em suas configurações. Mas vale a pena fazer esse tipo de investimento?

Preço

Esse é um dos pontos que os consumidores costumam considerar primeiro na hora de comprar um aparelho com projetor e, claro, a quantia que você embolsar no produto vai ter impacto direto na qualidade da imagem.

Para começar falando de celular que já vem com a função de projetor, os preços começam na faixa de R$ 1700,00, tanto nos que já possuem a função nativa, como o Quantum V, quanto os kits que contam com aparelho mais projetor separado.

A linha Z de celulares da Motorola é capaz de projetar imagens diretamente pelo celular, com os Moto Snaps. Na linha estão o Moto Z2 Play, Moto Z2 Force e Z3 Play, por exemplo. Esses modelos de celular custam, a partir de R$ 1.200,00, mas o Moto Snap Insta-Share Projector, que permite a projeção de imagens, deve ser comprado à parte, com preço médio de R$ 1.500,00.

Se você pretende comprar o celular com o projetor, é possível encontrar bons combos com desconto, como o Moto Z2 Play com o Moto Snap projetor por R$ 2.000,00. Agora, se você já possui um celular dessa linha e quer investir no projetor, não tem jeito, terá que desembolsar essa grana.

Uma opção mais em conta para quem já tem um celular e não quer gastar comprando um novo é procurar modelos de miniprojetor para celular, que permitem conexão direta com o smartphone. Esses aparelhos podem ser encontrados no mercado a partir de R$ 300,00.

moto-z3-projetor

Qualidade da Imagem

Vamos destacar a qualidade de imagem dos modelos que mencionamos no tópico acima.

No caso do Quantum V, que traz um projetor Laser HD integrado no smartphone, a imagem pode ser projetada a até 2 metros do aparelho, com resolução HD (1280 x 720 pixels), 31 lúmens e contraste de 5.000:1. O tamanho vai variar, dependendo da distância entre o celular e a tela de projeção, sendo de 40 polegadas para uma distância de 1 metro e 80 polegadas para 2 metros.

Já o Moto Snap da Motorola tem uma resolução menor, sendo de 854×480 WVGA (480p), que pode ser projetada a até 1,2 metros, com projeção de tela máxima de 70 polegadas, 400:1 de contraste e 50 lúmens.

Já no caso dos miniprojetores, utilizamos um modelo bom, sem ser premium, para ter como base: o Mini Projetor Led Profissional 1200 Lumen Wi-Fi uc46, que permite conexão por Wi-Fi ou HDMI com diversos aparelhos, incluindo smartphones e notebooks. O projetor é mais robusto do que as opções dos celulares, pesando 980g, mas entrega qualidade melhor, com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), distância de projeção de 1 a 3,8 metros e tamanho de projeção de até 130 polegadas, com 1200 lúmens e contraste 800:1.

Duração da bateria e peso

O Quantum V pode durar até 4 horas rodando projeções, graças a sua bateria de 4000 mAh e seu peso é de 203 gramas, o peso de um celular mais robusto.

Já o Moto Z2 Play tem bateria de 3.000 mAh, enquanto a bateria do projetor é de 1.100 mAh, o que leva a um tempo de duração de aproximadamente 2 horas. O peso do smartphone sozinho é de 145g e, com o Snap acoplado, de 270g.

Os modelos de mini-projetores costumam pesar entre 400g e 1kg, dependendo do modelo. A média de duração da bateria é de 4 horas, variando de produto para produto.

Vale a pena comprar um celular com projetor?

O celular com projetor atrai pela sua praticidade de poder assistir qualquer conteúdo em qualquer lugar em um tamanho considerável, sendo necessário ter em mãos apenas o seu celular (o que, vamos combinar, é um aparelho que sempre está por perto). Por outro lado, as opções de modelos do tipo no mercado brasileiro são poucas e não muito baratas.

O ponto principal para considerar se vale a pena ou não investir em um modelo do tipo é pensar o quanto você irá realmente usar essa função e, para a maior parte dos usuários, a resposta final será negativa. A verdade é que não vale a pena investir em um celular apenas pela função de projeção.

Caso você considere que irá usar o projetor com frequência (talvez no trabalho, talvez para distrair as crianças nas férias), uma opção mais viável pode ser realmente comprar um mini-projetor e deixá-lo, por exemplo, no escritório.


Yolanda Moretto é jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero e trabalha com assessoria de imprensa e gestão de redes sociais. Já trabalhou com setores de tecnologia, energia e empreendedorismo.

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PLANOS DA CHINA PARA ASSINAR ACORDOS COMERCIAIS COM PAÍSES DO PACÍFICO SUL DEIXAM POTÊNCIAS OCIDENTAIS EM ALERTA

Potências ocidentais alertam sobre planos da China no Pacífico Sul

Porta-voz da diplomacia americana chamou de ‘sombrios’ os acordos propostos por Pequim aos pequenos países da região

INTERNACIONAL

por AFP

26/05/2022 – 10H14

Presidente da China, Xi Jinping

YOAN VALAT/REUTERS – 25.03.2019

As potências ocidentais alertaram nesta quinta-feira (26) sobre os planos vazados da China para assinar acordos comerciais e de segurança com países do Pacífico Sul, uma área de importância estratégica para os Estados Unidos e seus aliados na região.

Os acordos de cooperação propostos por Pequim vazaram pouco antes da visita a oito países do ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, que desembarcou na capital das Ilhas Salomão, Honiara, nesta quinta-feira.

De Washington, o porta-voz da diplomacia americana, Ned Price, v e expressou sua preocupação de que sejam negociados em um “processo apressado e não transparente”.

O acordo ofereceria a 10 pequenos países milhões de dólares em ajuda, a perspectiva de um acordo de livre comércio com a China e acesso ao enorme mercado chinês.

Em troca, a China treinaria a polícia local, se envolveria em sua segurança cibernética, expandiria os laços políticos, faria mapas marinhos sensíveis e obteria maior acesso aos recursos naturais dessas ilhas.

Esses acordos devem ser aprovados em 30 de maio em Fiji em uma reunião entre Wang e vários colegas regionais, mas já causaram alarme em alguns países da região.

“Esta é a China tentando expandir sua influência na região do mundo onde a Austrália tem sido o parceiro de segurança número um desde a Segunda Guerra Mundial”, declarou o novo primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, nesta quinta-feira.

Na sua opinião, a Austrália “precisa responder” com um “aumento” do seu compromisso no Pacífico que se materializaria num plano de 350 milhões de dólares em ajudas adicionais.

Também a Nova Zelândia, que mantém laços estreitos com a China, considerou que os planos de segurança de Pequim na região não eram necessários, nas palavras de sua primeira-ministra, Jacinda Ardern.

O presidente dos Estados Federados da Micronésia, David Panuelo, um aliado próximo de Washington, alertou seus colegas do Pacífico que o acordo pode parecer “sexy”, mas dá à China “acesso e controle de nossa região”.

O vazamento ocorre depois que Pequim conseguiu assinar um controverso acordo de segurança com as Ilhas Salomão em abril, que pegou Washington e seus aliados desprevenidos.

Neste contexto, o chanceler chinês garantiu hoje que seu país “não tem intenção” de construir uma base militar nas Ilhas Salomão, referindo-se ao pacto de segurança assinado.

O ministro minimizou a suspeita dos países ocidentais após este acordo, especialmente da Austrália e dos Estados Unidos, que temem que permita à China estabelecer sua presença militar no arquipélago.

Fonte: R7

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MANOBRA MILITAR DA CHINA PERTO DE TAIWAN É UMA ADVERTÊNCIA APÓS DECLARAÇÃO DE BIDEN

China faz manobra militar perto de Taiwan como ‘advertência’ por declarações de Biden

Presidente americano afirmou que interveria militarmente na ilha em caso de uma ataque de Pequim

Porta-voz do exército da China destacou em fala que Taiwan é território chinês

DADO RUVIC/REUTERS – 28/04/2022

O Exército da China anunciou nesta quarta-feira (25) que realizou manobras militares perto de Taiwan como uma “advertência contra a conspiração entre as forças separatistas e os Estados Unidos”, depois que o presidente americano, Joe Biden, disse que seu país interviria militarmente se Pequim tentasse se apoderar da ilha.

“Esta é uma patrulha do Exército Popular de Libertação (EPL) em torno de Taiwan com o objetivo de prontidão de combate e exercícios de treinamento tanto no mar quanto no ar”, disse o coronel Shi Yi, porta-voz do Comando do Teatro Oriental, em comunicado.

Shi afirmou que os exercícios são “uma advertência solene contra o recente conluio entre os Estados Unidos e as ‘forças separatistas taiwanesas”.

“É hipócrita e fútil que os EUA tomem ações completamente opostas a suas palavras e frequentemente encorajem as ‘forças de independência de Taiwan’. Todos esses atos dos EUA só levarão a uma situação perigosa e terão sérias consequências para si mesmos”, declarou.

O porta-voz também enfatizou que “Taiwan é parte da China”, e por isso o país quer “salvaguardar firmemente a soberania e a segurança nacional, bem como a paz e a estabilidade na região”.

Na segunda-feira (23), a China reagiu com veemência às declarações de Biden de que os EUA continuam empenhados em defender Taiwan e que podem intervir militarmente no caso de uma invasão chinesa à ilha, que Pequim considera uma parte “inalienável” de seu território.

Em outubro passado, a China e os Estados Unidos tiveram uma discussão semelhante sobre Taiwan depois que Biden anunciou um “compromisso” explícito de defender a ilha no caso de uma invasão chinesa.

A China insiste em “reunificar” a República Popular com a ilha, que tem sido governada autonomamente desde que o partido Kuomintang lá se estabeleceu em 1949, após perder a guerra civil contra os comunistas.

Desde então, tem havido apelos crescentes para que Taiwan declare independência como um Estado soberano, o que irrita Pequim, que reitera que “a reunificação será alcançada”.

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CHINA ESTÁ EM EVIDÊNCIA NAS DISCURSÕES DIPLOMÁTICAS SOBRE O ATUAL AVANÇO MILITAR RUSSO NA UCRÂNIA

Qual é o papel da China em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia?

Potência econômica e militar se vê dividida entre interesses políticos e estratégicos diante da pressão internacional

INTERNACIONAL

Letícia Sepúlveda, do R7

ATUALIZADO EM 03/04/2022 – 13H49

O presidente russo Vladimir Putin em reunião com o presidente chinês Xi Jinping, em Pequim

KREMLIN VIA REUTERS – 04.02.2022

A China, grande parceira política da Rússia, está em evidência nas discussões diplomáticas sobre o atual avanço militar dos russos na Ucrânia. A posição do país asiático durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas sobre o conflito foi muito aguardada. Entretanto, Pequim decidiu se abster da resolução que condenava a invasão do território ucraniano, uma posição que diz muito sobre o dilema enfrentado por Pequim.

Enquanto se encontra pressionada pelos países ocidentais para se opor à ofensiva militar, mas estrategicamente vinculada à política russa, a China, segundo o ministro das Relações Exteriores do país, Wang Yi, está “do lado certo da história” em relação à crise. Mas qual seria essa posição?

Alexandre Uehara, especialista em relações internacionais e professor da ESPM, afirma que o “lado certo” está ligado à posição pragmática que o país adota diante da situação.

“A China tem interesse em manter relações com a Rússia por questões geopolíticas, mas os Estados Unidos são seu principal parceiro econômico. O país não tem como abrir mão da Rússia, grande parceira estratégica, ao mesmo tempo que só se tornou a segunda maior economia do mundo porque manteve relações econômicas importantes com o Ocidente”, explica.

De acordo com Alana Camoça, professora de relações internacionais da UFRJ e pesquisadora do LabChina-UFRJ, a principal consequência para a China em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia está ligada à área política. “A guerra traz problemas para a legitimidade chinesa no âmbito internacional, já que o país é visto do lado oposto ao do Ocidente, porque tem se colocado como neutro.”

“Além disso, a China vem tentando, há algum tempo, reconstruir sua imagem internacional enquanto um país pacífico e respeitador da ordem internacional, e esse conflito tem minado esses esforços.”

Essa neutralidade também conversa com as ações adotadas pela Rússia em relação à expansão da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para perto de suas fronteiras, que também interessa à China, na medida em que seu crescimento econômico deixou em alerta os países europeus e os Estados Unidos.

Uehara explica que “os americanos aplicam estratégias de contenção da China há algum tempo. O Diálogo Quadrilateral de Segurança, formado por EUA, Índia, Japão e Austrália, claramente mostra o receio que esses países têm em relação ao avanço chinês. Além disso, a China vem expandindo seu mecanismo de defesa”.

Diante do impasse no Leste Europeu, o apoio internacional se mostra essencial para a Ucrânia. Nesse contexto, a China assume mais uma grande significância, uma vez que, após seu grande crescimento econômico, ultrapassou o Japão e se tornou a principal referência para os outros países asiáticos, muito dependentes de sua parceria comercial.

O antagonismo com os chineses, portanto, não é interessante para essas regiões. Além disso, elas sofrem a intimidação de todo o poderio militar

Pelo fato de os interesses chineses estarem relacionados tanto à sua aliança geopolítica com a Rússia como à sua estreita relação com o Ocidente, surge o debate sobre o papel mediador da China para o alcance do cessar-fogo no Leste Europeu.

Por um lado, o país se mostra interessado em assumir esse papel mediador, que seria benéfico para sua legitimidade internacional e para encerrar um conflito que prejudica seus objetivos políticos e econômicos. Por outro, enfrenta o impasse de abandonar seu posicionamento de neutralidade.

“O país tem capacidade de diálogo, mas é preciso ter uma espécie de triangulação ao lado da Rússia e dos EUA, com quem os chineses têm tensões. São necessários canais de diálogo e visões que saiam desse maniqueísmo (bem X mal), como no espírito da Guerra Fria, para que comecem a pensar de forma pragmática sobre esse conflito”, explica a professora da UFRJ.

“Se a China tomasse um dos lados, sua pressão contra a Rússia poderia fazer Moscou recuar, até porque os dois países têm relações econômicas muito profundas. Essa dependência do gigante asiático poderia ser um grande problema para os russos, que estão ficando cada vez mais isolados na arena internacional”, explica. “Mas não vejo a China disposta a se movimentar nesse sentido.”

Em uma guerra moderna, em que as notícias circulam em tempo real e em grande quantidade, as informações se mostram valiosas. A China e a Rússia exercem uma política interna parecida em relação à liberdade de imprensa e ao acesso que a população pode ter a determinadas notícias. Entretanto, para Alana Camoça, essa semelhança não é o que define a relação estreita entre os países.

“A posição da China é muito mais prática em relação aos interesses geoeconômicos e políticos que estão em jogo do que por afinidade com a política interna russa.”

Para ela, “também é importante ponderar que a guerra de informação acontece tanto dentro quanto fora do ponto de vista interno. Apesar de os chineses falarem que buscam uma mediação, ainda assim são vistos de forma negativa pelos maiores fluxos midiáticos, assim como os russos”.

Armas nucleares

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, subiu o tom em suas afirmações e declarou que claramente a Rússia está considerando o uso de armas químicas e biológicas no território ucraniano. A declaração ocorreu com a intensificação dos ataques russos à Ucrânia, ao lado das grandes sanções econômicas aplicadas pelos países ocidentais contra Moscou.

Entre as duas grandes potências militares, o papel da China de novo chama a atenção da diplomacia mundial. Para Uehara, tal medida não se alinha aos interesses chineses.

“Não sabemos qual é o limite do presidente Putin em termos de escalar o conflito. A Rússia tem armamentos nucleares táticos, bombas nucleares com capacidade de causar destruição localizada. Já a China, país com arsenal nuclear, não mostrou interesse em colaborar nesse sentido. Isso poderia gerar sanções dos países ocidentais, o que foge de seus objetivos.”

Tais sanções, entretanto, poderiam ser prejudiciais para os dois lados. “Em um futuro próximo, a China pode ser a maior economia do mundo, ela também é muito importante para os Estados Unidos e para a Europa. Os chineses possuem meios de retaliar a arena internacional, onde jogam o jogo das grandes potências”, conclui Camoça.

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CHINA APLICA SANÇÕES A GRUPO NÃO ESPECIFICADO DE FUNCIONÁRIOS AMERICANOS POR “INVENTAREM MENTIRAS” SOBRE DIREITOS HUMANOS

China aplica sanções a funcionários americanos por ‘mentirem’ sobre Direitos Humanos

Medida foi adotada após Washington anunciou restrições de visto para autoridades chinesas acusadas de reprimirem minorias

China e EUA adotam sanções recíprocas em momento delicado da relação entre os dois países

PIXABAY

Pequim anunciou, nesta quinta-feira (31), que aplicou sanções contra um grupo não especificado de funcionários americanos por “inventarem mentiras” sobre a situação dos direitos humanos na China.

A medida foi adotada depois que Washington anunciou restrições de visto para autoridades chinesas acusadas de reprimirem minorias étnicas e religiosas na região ocidental de Xinjiang.

As relações sino-americanas se encontram em seu ponto mais baixo em décadas, agravadas, recentemente, pelo aparente apoio de Pequim à Rússia em sua invasão à Ucrânia.

Na semana passada, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, pediu à China que “pare com seu genocídio e crimes contra a humanidade” em Xinjiang. Ao mesmo tempo, Washington anunciou sanções contra autoridades chinesas não identificadas.

Em represália, Pequim informou hoje que “vai impor restrições recíprocas de visto a funcionários americanos”.

O porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin, declarou que as sanções serão aplicadas “aos que inventaram mentiras sobre temas de direitos humanos que envolvem a China, promoveram e implementaram sanções contra a China e prejudicaram os direitos e interesses da China”.

“Os Estados Unidos usam o pretexto dos chamados direitos humanos para inventar mentiras maliciosas e usam isso para interferir nos assuntos internos da China, manchar a imagem da China” e aplicar sanções contra funcionários de Pequim, acrescentou.

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OMS DISCUTIU COM A CHINA A NECESSIDADE DE COLABORAÇÃO SOBRE AS ORIGENS DO CORONAVÍRUS

OMS volta a pressionar China para investigar origem do coronavírus

Cobranças para que país aprofunde investigações já estremeceu relação dos chineses com o Ocidente

INTERNACIONAL

 por Reuters

Tedros (foto) se reuniu com o primeiro-ministro chinês

DENIS BALIBOUSE/REUTERS

O chefe da OMS (Organização Mundial da Saúde) disse neste sábado (5) que discutiu com o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, a necessidade de uma colaboração mais forte sobre as origens do coronavírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19, um assunto de controvérsia que prejudicou as relações de Pequim com o Ocidente.

Tedros Adhanom Ghebreyesus já havia pressionado a China a ser mais aberta com dados e informações relacionadas à origem do vírus.

“Prazer em conhecer o primeiro-ministro Li Keqiang”, tuitou Tedros. “Discutimos a Covid-19 e a necessidade de um esforço agressivo no VaccinEquity este ano para vacinar 70% de todas as populações”, disse ele, referindo-se à campanha da OMS por acesso justo a vacinas em todo o mundo.

“Também discutimos a necessidade de uma colaboração mais forte nas origens do vírus Covid-19, enraizada na ciência e nas evidências”, acrescentou.

A OMS estabeleceu no ano passado o Grupo Consultivo Científico sobre as Origens de Novos Patógenos e pediu à China que forneça dados brutos para ajudar em qualquer nova investigação. A China recusou, citando regras de privacidade do paciente.

A China negou consistentemente as alegações de que o vírus vazou de um laboratório especializado na cidade de Wuhan, onde o Covid-19 foi identificado pela primeira vez no final de 2019.

Um estudo conjunto da China e da OMS publicado no ano passado praticamente descartou a teoria de que o Sars-CoV-2 se originou em um laboratório, dizendo que a hipótese mais provável era que ele infectasse humanos naturalmente, provavelmente através do comércio de animais selvagens.

Em novembro passado, a China afirmou que um relatório de inteligência dos EUA desclassificado dizendo que era plausível que a pandemia tenha se originado em um laboratório não era científico e não tinha credibilidade.

Fonte: R7

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CIENTISTAS CHINESES ESTUDAM TECNOLOGIA QUE PERMITIRÁ GRAVIDEZ ARTIFICIAL

Chineses estudam tecnologia para ‘gravidez artificial’

A pesquisa está sendo feita por pesquisadores do leste do país

A tecnologia ainda não está sendo em bebês humanos

A tecnologia ainda não está sendo em bebês humanos | Foto: Divulgação/Xinhua

 

Um grupo de cientistas do leste da China estudam uma tecnologia que permitirá a gravidez artificial.

Os pesquisadores “dizem ter desenvolvido um sistema de inteligência artificial que pode monitorar e cuidar de embriões à medida que crescem em fetos em um ambiente de útero artificial”, afirma uma matéria publicada no jornal South China Morning Post

Contudo, a tecnologia ainda está sendo testada em humanos. A inteligência artificial está “cuidando de um grande número de embriões de animais por enquanto”, informa a matéria citando a publicação dos resultados da pesquisa em um jornal cientifico.

Atualmente, o experimento é feito com embriões de camundongos imersos em fluído nutritivo. O sistema desenvolvido analisa os dados e informa as condições de saúde dos espécimes, indicando quais têm chances de sobreviver e aqueles que sucumbiram para serem retirados.

O grupo de pesquisadores acredita que o método em desenvolvimento para gravidez artificial pode se tornar mais seguro que a gestação convencional.

Porém, conflitos éticos e a legislação internacional impedem os experimentos em humanos. Os impactos sociais e psicológicos nos bebês gerados por um contingente de recém-nascidos por meio da gravidez artificial também causam preocupações.

“Se algumas crianças forem geradas pelos pais e outras pelo governo, haverá um grande problema”, disse um pesquisador.

Fonte: R7

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ARGENTINA E CHINA ASSINARAM CONTRATO PARA COSTRUÇÃO DA 4ª USINA NUCLEAR NO PAÍS SUL-AMERICANO

Argentina e China assinam contrato para construir usina nuclear

Instalação de R$ 42 bilhões ficará localizada em Lima, cidade a 100 km de Buenos Aires, capital do país latino-americano

NTERNACIONAL

 por AFP

Argentina já possui três usinas nucleares, que produzem 7,5% da energia elétrica do país

REPRODUÇÃO SITE/NUCLEOELÉCTRICA ARGENTINA S.A.

Argentina e China assinaram nesta terça-feira (1º) um contrato para a construção de uma quarta usina nuclear no país sul-americano, por um investimento de 8 bilhões de dólares (R$ 42 bilhões), informou a agência pública de notícias Télam.

O anúncio da construção da usina de Atucha III, que ficará localizada em Lima, 100 km ao norte de Buenos Aires, foi feito nas vésperas da viagem oficial do presidente Alberto Fernández a Pequim, que ocorrerá de 4 a 6 de fevereiro.

Segundo o acordo firmado entre a estatal Nucleoeléctrica Argentina e a Corporação Nuclear Nacional da China, a construção da usina tipo HPR-100, com 1.200 megawatts de energia elétrica (MWe) de potência bruta e vida útil de 60 anos, criará 7.000 empregos e 40% de fornecedores argentinos.

A China, segundo parceiro comercial da Argentina, ficará responsável pela engenharia, construção, aquisição, início e entrega do Atucha III, cujo reator utilizará urânio enriquecido como combustível e água clara como refrigerante e moderador.

A Argentina, pioneira regional nesse campo há meio século, possui outras três usinas nucleares (Atucha I e II, também em Lima, e Embalse, em Córdoba, no centro do país), que fornecem até 7,5% da energia elétrica do país, segundo estimativas privadas.

O presidente da Nucleoeléctrica Argentina, José Luis Antúnez, disse que a nova usina ajudará o país a “suprir a demanda de eletricidade com energia básica, limpa, segura e sustentável, e combater os efeitos das mudanças climáticas que afetam o planeta”.

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TAXA DE NATALIDADE DA CHINA CAIU PARA UM MÍNIMO RECORDE EM 2021

Número de nascimentos na China em 2021 é o menor em 44 anos

Taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 por mil pessoas, segundo dados do National Statistics Office (ONE)

Autoridades estenderam em 2021 a política para permitir que os casais tenham três filhos

PIXABAY

A taxa de natalidade da China caiu para um mínimo recorde em 2021, com analistas alertando para um envelhecimento mais rápido do que o esperado, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira(17).

A taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 nascimentos por mil pessoas, revelaram dados do National Statistics Office (ONE), abaixo dos 8,52 por mil em 2020, e o menor desde o início dos registros comparativos em 1978.

É também o nível mais baixo desde a fundação da China comunista em 1949. Pequim está enfrentando uma possível crise demográfica em meio ao envelhecimento da população, desaceleração econômica e o menor crescimento populacional em décadas.

O governo afrouxou a política de um filho por família em 2016, permitindo que os casais tenham dois filhos, mas essa mudança não provocou um baby boom.

No ano passado, as autoridades estenderam a política para permitir que os casais tenham três filhos. Em 2021, o país registrou 10,62 milhões de nascimentos, segundo dados oficiais.

A taxa de crescimento natural da população caiu para 0,34 por mil habitantes, ante o valor anterior de 1,45 por mil.

“O desafio demográfico é bem conhecido, mas a velocidade do envelhecimento da população é mais rápida do que o esperado”, disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management.

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GRÁVIDAS DA CHINA PODERÃO FAZER CESARIANA MESMO SEM APROVAÇÃO DOS MARIDOS

China autoriza que mulheres façam cesariana sem aval dos maridos

A medida está sendo discutida nesta semana pelo comitê permanente do Parlamento

Grávidas da China poderão fazer cesariana mesmo sem aprovação dos maridos

Grávidas da China poderão fazer cesariana mesmo sem aprovação dos maridos | Foto: Reprodução/Unsplash

Se desejarem, as grávidas da China podem fazer cesarianas, mesmo que seus maridos discordem da decisão. Os detalhes da medida estão sendo discutidos pelo comitê permanente do Parlamento, de acordo com informação da mídia estatal, divulgada nesta terça-feira, 21.

O comitê quer começar a dar mais direitos às mulheres, começando pela mudança na decisão de seus partos. Atualmente, hospitais só autorizam que gestantes façam cesarianas se os maridos derem permissão.

O grupo parlamentar vai propor um esboço de emenda à Lei de Proteção dos Direitos e Interesses da Mulher, que foi aprovada em 1992. Apesar de estar em vigor há quase 30 anos, a norma ainda sofre com problemas antigos e pressão da sociedade, afirmou o parlamentar He Yitin, ao Beijing News.

Pela regra, mulheres deveriam ter direitos iguais aos dos homens na China, mas as decisões sobre casamento, as escolhas de ter filhos ou construir uma carreira são frequentemente decididas por seus familiares ou autoridades.

Lei do filho único na China

Para frear o crescimento populacional, por muitos anos as mulheres só puderam ter um bebê. Mas, por causa da baixa taxa de natalidade registrada nos últimos anos, a lei do filho único, que estava em vigor desde a década de 1970, sofreu alterações.

Em 2015, a China deu a permissão para casais terem dois filhos e, em outubro deste ano, a autorização aumentou a quantidade de três por família.

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EUA TESTAM RESISTÊNCIA DE SATÉLITE A AMEAÇAS DA CHINA E RÚSSIA

EUA fazem exercício de guerra para testar resistência de satélites a ataques

Prática acontece após russos abaterem um satélite de comunicação ultrapassado, e contou com apoio do Reino Unido, Canadá e AustráliaMike

Mike Stone

da Reuters

Vice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no ColoradoVice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no Colorado13/12/2021 Força Aérea dos EUA/Sargento. Brittany A. Chase/Divulgação

Os Estados Unidos estão testando a resistência de satélites a ameças da China e da Rússia quilômetros acima da superfície da Terra. Isso acontece poucas semanas depois de os russos abaterem um satélite de comunicação obsoleto.

As simulações com auxílio de computadores incluem o possível abate de satélites rastreadores de mísseis, interferência e outros “efeitos” de guerra eletrônica, que são táticas possíveis em uma guerra espacial. Satélites de verdade não são utilizados na prática.

Durante uma visita à Base da Força Espacial de Schriever, no Colorado, a vice-secretária de Defesa Kathleen Hicks acompanhou o exercício de treinamento espacial simulado “Bandeira Espacial”, realizado pelas forças norte-americanas. Foi o 13º exercício do tipo e o terceiro envolvendo parceiros como o Reino Unido, o Canadá e a Austrália.

Líderes do Pentágono estão visitando bases do país nesta semana, enquanto o esboço de orçamento de 2023 do governo Biden ganha corpo. O Departamento da Defesa espera direcionar fundos do orçamento para garantir que as Forças Armadas possam conter ameaças da China e da Rússia.

Satélites são vitais para comunicações militares, navegação por posicionamento global e sistemas de sincronização necessários em caso de um conflito armado.

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CHINA CRITICOU BOICOTE DOS EUA AOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO DE PEQUIM 2022

EUA ‘pagarão o preço’ por boicote aos Jogos de Inverno, diz China

Americanos anunciaram medida em resposta às acusações de violação dos direitos humanos no território chinês

Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 NOEL CELIS/AFP – 01.12.2021

A China criticou nesta terça-feira (7) o “boicote diplomático” dos Estados Unidos aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim-2022 em nome dos direitos humanos e afirmou que Washington “pagará o preço”.

Os Estados Unidos enviarão seus atletas, mas nenhum representante diplomático irá aos Jogos Olímpicos de 2022 em razão das violações dos direitos humanos por parte da China, especialmente na região de maioria muçulmana de Xinjiang (noroeste), anunciou na última  segunda-feira (6) a Casa Branca, ignorando as advertências chinesas.’

O porta-voz da diplomacia chinesa, Zhao Lijian, acusou o governo americano de violar o princípio de neutralidade política no esporte.

“A tentativa dos Estados Unidos de interferir nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim devido ao preconceito ideológico, com base em mentiras e rumores, expõe apenas suas intenções sinistras”, declarou Zhao.

“Os Estados Unidos pagarão o preço de suas ações equivocadas”, afirmou. “Fiquem atentos”, respondeu ao ser questionado sobre as represálias da China, antes de voltar a classificar de “mentira do século” as acusações ocidentais sobre a situação em Xinjiang.

Em Washington, a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, explicou na segunda-feira a decisão do governo do presidente Joe Biden.

“Se estivesse presente, a representação diplomática americana trataria estes Jogos como se nada estivesse acontecido, apesar das flagrantes violações dos direitos humanos e das atrocidades da China em Xinjiang. E simplesmente não podemos fazer isso”, afirmou.

“Os atletas do Team USA contam com todo o nosso apoio. Estaremos dando a eles 100% de suporte, enquanto torcemos por eles daqui”, completou Jen Psaki.

“Menos vírus”

Com o boicote, nenhum representante do governo dos Estados Unidos assistirá aos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos, mas os atletas do país disputarão as duas competições.

“Francamente, os chineses estão aliviados de escutar a notícia, porque, quanto menos funcionários americanos presentes, menos vírus”, tuitou o jornal estatal chinês Global Times.

Com as restrições da China à entrada de estrangeiros devido à luta contra a Covid-19, poucos líderes mundiais devem viajar a Pequim, com exceção do presidente russo Vladimir Putin, que aceitou um convite do colega chinês Xi Jinping.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) saudou o fato de a decisão “política” de Washington não impedir a participação de atletas americanos.

“A presença de funcionários do governo e diplomatas é uma decisão puramente política de cada governo, que o COI, em sua neutralidade política, respeita plenamente”, disse um porta-voz da entidade olímpica à AFP.

O Departamento de Estado americano afirmou que funcionários diplomáticos estarão presentes em Pequim “para garantir a segurança de nossos atletas, técnicos e indivíduos associados à equipe olímpica dos Estados Unidos”.

O que representa “uma questão diferente da representação diplomática oficial”, segundo o porta-voz do departamento, Ned Price.

Há vários meses, o governo americano buscava a melhor forma de se posicionar com relação aos Jogos de Inverno, um evento popular que será organizado de 4 a 20 de fevereiro de 2022 por um país que os EUA acusam de executar um “genocídio” contra os muçulmanos uigures de Xinjiang.

Várias organizações de defesa dos direitos humanos acusam Pequim de ter internado ao menos um milhão de muçulmanos em Xinjiang em “campos de reeducação”.

As autoridades chinesas denunciam sistematicamente a “interferência” dos ocidentais que condenam essa situação, afirmando que são “centros de formação profissional” para apoiar o emprego e combater o extremismo religioso.

O ex-chefe da diplomacia americana sob a administração Donald Trump, Mike Pompeo, pediu um boicote total dos Jogos.

“O Partido Comunista da China não dá a mínima para um boicote diplomático, porque no final das contas eles vão receber os atletas do mundo todo”, afirmou no Twitter.

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A CHINA OFERECERÁ UM BILHÃO DE DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19 A PAÍSES AFRICANOS

Presidente da China promete mais 1 bi de doses de vacina para África

Xi Jinping afirmou que o país já doou mais de 200 milhões de doses ao continente africano e que também irá ampliar investimentos

INTERNACIONAL 

por Reuters – Internacional

Presidente chinês anunciou que irá enviar vacinas para ajudar a combater a variante Ômicron

CARLOS GARCÍA RAWLINS / REUTERS – ARQUIVO

O presidente Xi Jinping disse nesta segunda-feira (29) que a China oferecerá mais 1 bilhão de doses de vacinas contra a Covid-19 a países africanos e incentivará empresas chinesas a investirem não menos que 10 bilhões de dólares na África nos próximos três anos.

A promessa de doses adicionais da vacina –além das quase 200 milhões que a China já forneceu ao continente– surge no momento em que se intensificam as preocupações com a disseminação de uma nova variante do coronavírus, conhecida como ômicron, que foi identificada pela primeira vez no sul da África.

Em um discurso feito por meio de um link de vídeo na abertura do Fórum de Cooperação China-África, Xi também disse que será criado um centro transfronteiriço China-África para fornecer às instituições financeiras africanas uma linha de crédito de 10 bilhões de dólares (cerca de R$ 56 bilhões), sem dar detalhes adicionais.As importações totais da China da África, uma das principais fontes chinesas de petróleo bruto e minerais, chegarão a 300 bilhões de dólares (cerca de R$ 1,68 trilhão) nos próximos três anos, disse Xi, acrescentando que os dois lados cooperarão em áreas como saúde, inovação digital, promoção comercial e desenvolvimento verde.

Fonte: R7

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POLÍTICA: DILMA NÃO PODERIA SER MAIS CLARA QUANDO CITA QUE A CHINA SOCIALISTA É O MODELO A SER COPIADO

Dilma ressurge, exalta a China e deixa claro que este é o modelo a ser seguido! (veja o vídeo)

Foto: Divulgação PlanaltoFoto: Divulgação Planalto

A ex-presidente Dilma Rousseff ressurgiu em mais um vídeo que circula nas redes, mas desta vez, sem tropeçar nas palavras ou se atrapalhar com a telinha do smartphone, ela foi direto ao ponto sobre o que um governo lulopetista – ou mesmo a tal terceira via – tem planejado para o Brasil, caso volte ao poder.

“É uma discussão teórica, política e econômica a respeito do que é a China. E abrir essa discussão é fundamental, pois para ‘transformar é preciso compreender’ e a China, representa uma ‘luz’ nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”, disse a petista.

Dilma não poderia ser mais clara, quando cita ‘transformação’ e ‘luz’ e, para ela, a China socialista é o modelo a ser copiado e implantado.

E podem ter certeza de que, se voltarem, desta vez não deixarão passar.

A diferença, senhores, é que, caso isso aconteça, jamais seremos uma China, e o caminho será mesmo a Venezuela!

Cabe a cada brasileiro, escolher nas urnas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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FALTA DE ESCLARECEIMENTO SOBRE DESAPARECIMENTO DE TENISTA PODE DEIXAR CHINA FORA DO TÊNIS PROFISSIONAL

Associação ameaça excluir China do tênis profissional

Declaração ocorreu após a falta de esclarecimentos sobre o desaparecimento da tenista Peng Shuai

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Peng Shuai treina antes do torneio australiano de tênis, em Melbourne

WILLIAM WEST/AFP – 13.01.2021

A Associação de Tênis Feminino (WTA) ameaçou deixar a China de fora do circuito profissional em virtude da falta de esclarecimentos sobre o desaparecimento da tenista Peng Shuai, uma das maiores estrelas do esporte no país asiático.

Em uma entrevista à emissora “CNN”, o presidente da WTA, Steve Simon, revelou que a associação está preparada para tomar essa decisão.

A WTA é a grande responsável por administrar o circuito do tênis feminino em todo o mundo. A medida da entidade poderá afetar diretamente várias atletas chinesas, como Shuai Zhang (63º), Saisai Zheng (80º), Zinyu Wang (98º), Qiang Wang (104º) e entre outras.

Shuai desapareceu depois de acusar o ex-vice-premiê Zhang Gaoli, um importante político do Partido Comunista chinês, de tê-la agredido sexualmente. A declaração feita no início de novembro foi excluída da rede social Weibo e, desde então, não se teve mais notícias da tenista.

A mídia estatal da China divulgou uma mensagem que teria sido redigida pela atleta, mas a WTA e vários usuários das redes sociais questionaram a autenticidade. No conteúdo do e-mail, que foi retirado através de um print de tela, Shuai supostamente escreveu que está bem e que suas acusações são “falsas”.

Depois de uma grande mobilização do mundo do tênis sobre o desaparecimento de Shuai, a Anistia Internacional (AI) também se envolveu no caso e cobrou por respostas das autoridades chinesas.

Shuai, de 35 anos de idade, já foi líder do ranking mundial de duplas e venceu em Wimbledon e Roland Garros na categoria.

Fonte: R7

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A CHINA É APONTADA COMO O PAÍS QUE MAIS EMITIU GÁS POLUENTE QUE CONTRIBUIU PARA O AQUECIMENTO GLOBAL

Entenda por que a China é um dos países mais poluidores do mundo

Cenário envolve aspectos como baixo custo de produção, mão de obra barata e menos restrições para a construção de indústrias

INTERNACIONAL

Sofia Pilagallo*, do R7

Uma usina de carvão nos arredores de Zhengzhou, na província de Henan

BBC BRASIL

Um ranking divulgado pelo World Resources Institute (WRI) aponta que, em 2020, a China foi o país do mundo que mais emitiu gases poluentes que contribuem para o aumento do aquecimento global.

O dado não vem como uma grande surpresa, segundo o professor e pesquisador do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Wilson Roseghini, uma vez que muitos produtos disponíveis no mercado vêm com a etiqueta “Made in China” (“Feito na China”).

“Os salários são menores na China e, por conta disso, o país tem mão de obra barata e custo mais baixo para você produzir e terceirizar uma série de serviços. Esse processo ocorreu  sobretudo nas décadas de 80 e 90, quando muitas empresas, principalmente dos Estados Unidos, se instalaram na China para produzir equipamentos e outros insumos para exportar para o restante do mundo. Outra questão é que lá há menos restrições para desapropriar certas áreas e desmatar florestas para construir indústrias”, afirma Roseghini.

O professor ressalta que o cenário atual é um pouco diferente. Hoje, a China é altamente pressionada a produzir de forma mais limpa, devido às mudanças climáticas. Existe também um movimento no sentido de distribuir as forças do mercado internacional. Durante seu mandato, o ex-presidente dos EUA Donald Trump, por exemplo, “repatriou” uma série de empresas norte-americanas, como Samsung e Apple, trazendo-as de volta para o país de origem.

Para Roseghini, a China conseguiria, sim, produzir de forma mais limpa e, ainda assim, manter a economia do país aquecida — mas este é um processo lento e gradual que não acontece do dia para noite. Vale lembrar que se a economia chinesa vai mal, a economia do restante do mundo também vai.

“Nós temos que imaginar, de forma simplificada, dois grandes pesos nessa balança: Estados Unidos e China. De um lado, o país que mais consome no mundo e do outro o que mais produz. Se os Estados Unidos diminuem o consumo, a China quebra. Se a China diminui a produção, os EUA quebram. E, claro, isso é sentido em todas as partes do globo”, diz.

Eis então o grande desafio que se apresenta para a China: manter a economia aquecida enquanto melhora as fontes de energia e tenta racionalizar a produção. O professor acredita que a segunda tarefa é um pouco menos complexa do que a primeira, uma vez que não é do interesse da China que os países parem de consumir produtos chineses. Já a primeira é mais simples de contornar e há algumas medidas que vêm sendo tomadas nesse sentido.

Atualmente, a matriz energética da China é baseada sobretudo no carvão mineral, que é altamente poluidor, além de outros combustíveis fósseis, como carvão vegetal, gás natural e petróleo. De uns anos para cá, no entanto, o país tem investido também em usinas hidrelétricas, uma vez que lá há rios de grande porte, além de energia eólica e na instalação de paineis solares.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fábio Fleury

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NAVIOS DE GUERRA CONSTRUÍDOS PELA CHINA TÊM SEMELHANÇA COM OS USADOS PELOS EUA

China construiu navios de guerra semelhantes aos usados pelos EUA

Imagens de satélite divulgadas pelo Instituto Naval americano mostram veículos utilizados para testar armas em deserto chinês

INTERNACIONAL 

por AFP

Aparentemente, a China construiu modelos em escala real de navios de guerra dos EUA, incluindo um porta-aviões, que seriam alvos potenciais para praticar ataques contra algumas das armas americanas mais potentes posicionadas no Pacífico – mostram imagens de satélite recebidas pela AFP.

Centrados em enormes porta-aviões, os comandos navais de batalha estão entre as armas mais poderosas do arsenal americano. Um deles se encontra estacionado no Pacífico, onde observa áreas-chave como Taiwan e o Mar do Sul da China.

A China vem desenvolvendo mísseis antinavio há anos, incluindo alguns capazes de destruir porta-aviões.

Em imagens de satélite capturadas no mês passado e enviadas à AFP neste domingo (7), enormes modelos de navios americanos podem ser vistos no deserto de Taklamakan, na região chinesa de Xinjiang. Pelo menos um deles tem o formato de porta-aviões e outro de destróier. Um dos alvos estava montado em trilhos usados para transportá-lo.

Entre as estruturas em escala natural, havia algumas planas, assim como outras mais sofisticadas, parecidas com instrumentos de navegação, de acordo com o Instituto Naval dos Estados Unidos (Usni, na sigla em inglês).

“A análise das imagens de satélite históricas mostra que o modelo do porta-aviões foi construído, inicialmente, entre março e abril de 2019”, afirma o relatório do instituto.

“Passou por várias reconstruções e foi quase completamente desmontado em dezembro de 2019. Mas o local voltou a ser usado no fim de setembro deste ano, e a estrutura estava praticamente concluída no início de outubro”, completou.

O Usni diz que, segundo a empresa de Inteligência AllSource Analysis, a área já foi usada para testes de mísseis balísticos no passado. Ao ser questionado sobre as imagens, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin, disse na segunda-feira não estar “a par da situação”.

Pequim está avançando em um grande projeto de modernização de seu arsenal, de acordo com um relatório do Pentágono divulgado na semana passada, com muitas de suas armas projetadas para ajudar a neutralizar os principais navios americanos em caso de um conflito regional.

O Exército chinês mobilizou alguns de seus mísseis em exercícios, o que, segundo depoimento dado há meses no Congresso pelo almirante da Marinha americana Philip Davidson, é “uma mensagem inequívoca para o público regional e global”.

Os Estados Unidos fazem regularmente operações no Mar do Sul da China e ao redor de Taiwan, o que irrita Pequim.

A China reivindica a soberania de quase toda essa área marítima e considera Taiwan uma parte de seu território a ser retomada um dia, se necessário à força.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DOS EUA NA COP26 ACUSOU CHINA DE VIRAR AS COSTAS AO “GIGANTESCO” PROBLEMA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Joe Biden acusa China de virar as costas à luta climática na COP26

Presidente chinês Xi Jinping não compareceu pessoalmente à cúpula da ONU que discute as mudanças climáticas do planeta

INTERNACIONAL

por AFP

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante discurso na COP26

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, acusou nesta terça-feira (2) a China de virar as costas ao “gigantesco” problema das mudanças climáticas na COP26, marcada por uma grande promessa global de produzir menos gás metano que não inclui o maior emissor mundial.

No terceiro dia da conferência do clima da ONU, os líderes de uma centena de países, convidados a participar com a esperança de que sua presença impulsione o diálogo, decidiram reduzir em 30% as emissões de metano no fim desta década.

Mas o compromisso não inclui China, Rússia e Índia, três dos cinco maiores emissores do planeta. E os presidentes dos dois primeiros países citados, Xi Jinping e Vladimir Putin, que antes haviam evitado a cúpula do G20 em Roma, nem mesmo viajaram para a cidade escocesa de Glasgow.

“Acho que foi um grande erro, francamente, a China não ter aparecido”, disse Biden em coletiva de imprensa, acusando o país de “virar as costas” ao “gigantesco” problema que o planeta enfrenta.

Iniciativa sobre o metano

O metano tem efeito estufa 80 vezes mais potente do que o CO₂. Suas fontes, como as minas de carvão a céu aberto e o gado, receberam relativamente pouca atenção até agora.

“É um dos gases que podemos reduzir mais rapidamente”, destacou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, lembrando que o metano é responsável por “cerca de 30%” do aquecimento global acumulado desde a revolução industrial.

O compromisso foi assinado por cem países, liderados por Estados Unidos e pelos da União Europeia. Apesar da inclusão de grandes produtores de carne, como Brasil e Argentina, esses países representam pouco mais de 40% das emissões mundiais de metano.

“O anúncio de hoje não alcança a redução de 45%, que, segundo a ONU, é necessária para manter o aquecimento global abaixo de 1,5 grau”, lamentou Murray Worthy, responsável pela ONG Global Witness.

A Argentina juntou-se à promessa, enfatizando “o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas” entre países desenvolvidos — responsáveis pela imensa maioria das emissões do último século — e países em desenvolvimento.

“A contribuição da nossa agrobioindústria para a segurança alimentar mundial não deve ser excluída das negociações climáticas para não gerar novas formas de protecionismo”, defendeu o presidente argentino, Alberto Fernández.

Ele pediu que o pagamento de parte de sua enorme dívida externa seja vinculado “aos investimentos imprescindíveis em infraestrutura verde de que a Argentina precisa”.

Negociações complicadas

Cancelada no ano passado por causa da pandemia, a COP26 tem como missão desenvolver o Acordo de Paris de 2015 e alcançar como principal objetivo a limitação do aquecimento global em 1,5 grau. No entanto, as negociações anunciadas são complicadas.

“Ainda resta um longo caminho a percorrer”, alertou o primeiro-ministro britânico e anfitrião da conferência, Boris Johnson, declarando-se “prudentemente otimista” quando os líderes começam a deixar Glasgow e passam o bastão para os negociadores.

Buscando dar impulso, os chefes de Estado e de governo não só prometeram emitir menos gases, mas também absorver mais, freando e revertendo o desmatamento e a degradação do solo em 2030.

“Nossas florestas são a forma que a natureza captura carbono, retirando CO₂ de nossa atmosfera”, declarou Biden. “Temos que enfrentar essa questão [do desmatamento] com a mesma seriedade da descarbonização de nossas economias.”

Segundo a ONG Global Forest Watch, somente em 2020 a destruição de florestas primárias cresceu 12% em relação ao ano anterior — apesar da desaceleração econômica devido à pandemia —, e o Brasil, berço da maior floresta tropical do planeta, teve 9,5% de aumento nas emissões de gases de efeito estufa.

Os mais de cem países que assinaram a iniciativa representam 85% das florestas do mundo.

As medidas incluem apoiar atividades em países em desenvolvimento, como a restauração de terras degradadas, o combate a incêndios florestais e a defesa dos direitos das comunidades indígenas.

 

E serão apoiadas por um fundo de US$ 12 bilhões (aproximadamente R$ 68 bilhões) de dinheiro público financiado por 12 países entre 2021 e 2025, além de US$ 7,2 bilhões (cerca de R$ 40 bilhões) de investimento privado de mais de 30 instituições financeiras globais.

“É muito importante ser neutro em carbono, mas também é muito importante ser positivo com a natureza”, disse o presidente da Colômbia, Iván Duque, durante o evento, cujo país é 52% ocupado por floresta tropical e 35% por terras amazônicas e que prometeu declarar 30% de seu território área protegida em 2022.

Duque antecipou a promessa em oito anos com relação ao previsto, “porque temos que agir agora”, afirmou.

Grupos ambientalistas denunciaram o fim do desmatamento em 2030 como tarde demais e o Greenpeace o considerou “luz verde para mais uma década de destruição florestal”.

Fonte: R7

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MÍSSEIS HIPERSÔNICOS DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO AO PRESIDENTE DOS EUA

Joe Biden se diz preocupado com mísseis hipersônicos da China

Novo armamento chinês teria capacidade de viajar a mais de 6.000 km/h, cerca de cinco vezes mais rápido que a velocidade do som

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Presidente Joe Biden falou com a imprensa antes de viagem ao estado da Pensilvânia

JONATHAN ERNST/REUTERS – 20.10.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (20) que está preocupado com os mísseis hipersônicos chineses, dias depois da divulgação, em uma reportagem, de que Pequim havia testado uma arma hipersônica com capacidade nuclear.

Enquanto embarcava no Air Force One para uma viagem ao estado da Pensilvânia, Biden foi questionado por repórteres se estava preocupado com os mísseis hipersônicos chineses e respondeu: “Sim”.

As armas hipersônicas viajam na atmosfera com velocidade mais de cinco vezes superior à do som, ou cerca de 6.200 quilômetros por hora.

O jornal Financial Times informou no fim de semana que, em agosto, a China testou uma arma que voou pelo espaço e circulou o globo antes de se dirigir a um alvo, que errou. O Ministério das Relações Exteriores da China negou a informação.

O teste ocorreu enquanto os Estados Unidos e seus rivais globais aceleram o ritmo para construir armas hipersônicas — a próxima geração de armas que roubam dos adversários o tempo de reação e os mecanismos tradicionais de derrota.

“As armas hipersônicas são uma virada de jogo estratégica com o potencial perigoso de minar fundamentalmente a estabilidade estratégica como a conhecemos”, disse o senador Angus King, do Maine, na segunda-feira (18), acrescentando que “os EUA não podem retardar este desenvolvimento ou permitir pontos cegos enquanto monitoramos o progresso de nossos concorrentes”.

A Casa Branca levantou preocupações sobre a tecnologia de mísseis hipersônicos chineses por meio de “canais diplomáticos”, disse a porta-voz Jen Psaki a repórteres nesta quarta-feira.

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NAVIOS DE GUERRA DA CHINA E RÚSSIA PROTAGONIZARAM CENA DE PROVOCAÇÃO AO JAPÃO E AOS EUA

China e Rússia provocam Japão e EUA com manobra militar inédita

Dez embarcações dos dois países atravessaram sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas

INTERNACIONAL

 Do R7

Navios de China e Rússia atravessaram um importante estreito no arquipélago japonês

REPRODUÇÃO VIA REUTERS TV

Dez navios de guerra das marinhas da China e da Rússia protagonizaram uma cena inédita de provocação ao Japão e aos EUA, seus adversários tanto localmente quanto no cenário global, nesta segunda-feira (18), ao atravessarem sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas.

O episódio, denunciado nesta terça, aconteceu depois de uma série de exercícios navais que os dois países realizam em conjunto no mar do Japão, em águas internacionais, todos os anos. Após o fim da atividade, que envolveu dezenas de embarcações, cinco destróieres chineses e cinco russos se desgarraram da esquadra.

Os dez navios atravessaram o estreito de Tsugaru para chegar ao oceano Pacífico. Com pouco menos de 20 quilômetros, o estreito separa as ilhas de Honshu — a maior e mais populosa do Japão, onde fica a capital, Tóquio — e Hokkaido, ao norte.Yoshihiko Isozaki, membro do novo governo do Japão, criticou a ação em uma entrevista à rede pública NHK e disse que Tóquio “observa de perto as atividades” de chineses e russos na região.

O novo primeiro-ministro do país, Fumio Kishida, vem reiterando uma dura posição japonesa contra a China e reforçando a aliança com os EUA. No último mês, o presidente americano Joe Biden fortaleceu o grupo Quad — aliança formada por EUA, Japão, Índia e Austrália —, em uma tentativa de frear o crescimento chinês na região.

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CHINA REALIZOU UM NOVO TESTE ESPACIAL COM MÍSSIL HIPERSÔNICO EM ÓRBITA

China testou um míssil hipersônico em órbita e surpreende EUA

Segundo reportagem do jornal ‘Finantial Times’, Pequim realizou o teste em agosto e manteve a ação em segredo

INTERNACIONAL

Do R7

Lançamento de foguete chinês em abril

MATJAZ TANCIC / EFE – EPA – 29.4.2021

A China realizou um novo teste espacial com um míssil hipersônico em órbita, informou no sábado (16) o Financial Times.

A reportagem, que cita fontes que estavam cientes do teste, indica que Pequim lançou em agosto um míssil com capacidade nuclear que deu a volta na Terra em órbita baixa antes de descer para seu objetivo, do qual caiu a mais de 32 quilômetros de distância, segundo três fontes.

As fontes do FT disseram que o planador hipersônico foi transportado por um foguete Long March, cujos lançamentos geralmente são anunciados, enquanto o teste de agosto se manteve em segredo.

O progresso da China em armas hipersônicas “pegou de surpresa a inteligência americana”, diz a matéria.

Além da China, Estados Unidos, Rússia e ao menos outros cinco países estão trabalhando em tecnologia hipersônica.

Os mísseis hipersônicos, como os mísseis balísticos tradicionais que podem transportar armas nucleares, podem voar a mais de cinco vezes a velocidade do som.

Os mísseis balísticos voam alto no espaço fazendo um arco para alcançar seu objetivo, enquanto um míssil hipersônico toma uma trajetória baixa na atmosfera, atingindo seu objetivo potencialmente mais rápido.

O Pentágono não respondeu até o momento a um pedido da AFP para comentar a matéria do Financial Times.

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TRÊS ASTRONAUTAS VÃO DECOLAR NESTA SEXTA-FEIRA (15) PARA MAIS UMA MISSÃO ESPACIAL DA CHINA

Saiba mais sobre a missão espacial da China que decola nesta 6ª

Três astronautas — dois homens e uma mulher — vão passar 6 meses em módulo da estação espacial em construção

Ye Guangfu (e), Zhai Zhigang (c) e Wang Yaping vão passar os próximos 6 meses em órbita

REPRODUÇÃO / TWITTER

Três astronautas vão decolar nesta sexta-feira (15), às 13h23 (0h23 de sábado no horário de Pequim) para a mais longa missão espacial tripulada da história do programa espacial da China. Os membros da missão Shenzhou-13 vão passar seis meses no módulo da futura estação espacial do país, que está em órbita desde abril.

A tripulação, formada por Zhai Zhigang (55 anos), o primeiro chinês a fazer uma saída extraveicular, em 2008; Wang Yaping (41 anos), a segunda chinesa a viajar ao espaço, em 2013; e Ye Guangfu (41 anos), em seu primeiro voo espacial, vai conduzir diversos experimentos, fazer caminhadas espaciais e instalar equipamentos na estação.

A estação espacial deve ser concluída no fim de 2022 e receberá o nome Tiangong (“Palácio celestial”) em chinês ou CSS (“Estação espacial chinesa”) em inglês, com um tamanho similar ao da antiga estação soviética Mir (1986-2001). A previsão é que ela permanecerá operacional por pelo menos 10 anos.

Corrida espacial

O programa espacial chinês avançou de forma agressiva o seu cronograma de missões em 2021. O primeiro módulo da estação, chamado Tianhe (“Harmonia celestial”), foi colocado em órbita em uma missão que partiu em 29 de abril.

Desde então, outras três missões foram realizadas, em maio, junho e setembro. Na decolagem em maio, três astronautas foram para a estação, onde passaram 90 dias, a missão mais tripulada mais longa até a desta sexta.

A Agência Espacial Chinesa (CMSA, na sigla em inglês), anunciou que os tripulantes farão de duas a três “missões extraveiculares”. Com isso, Wang Yaping deve se tornar a primeira mulher chinesa a caminhar no espaço.

Wang, que esteve no espaço em junho de 2013 como tripulante da missão Shenzhou-10, chegou a dar uma aula para uma audiência calculada em cerca de 60 milhões de crianças chinesas. Na missão que se inicia nesta sexta-feira, ela deverá dar mais uma aula para alunos de todo o país.

Com a quinta missão este ano, a China busca reduzir seu atraso em relação a outras potências espaciais, como os EUA, a Rússia e a União Europeia. Para 2022, estão previstas pelo menos outras seis decolagens para seguir no processo de montagem da estação espacial.

Fonte: R7

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: UM ARRANHA-CÉU FAZENDA É A ÚLTIMA NOVIDADE DE UM ARQUITETO ITALIANO NA CHINA

Um arranha-céu auto sustentável que será construído em Shenzhen na China é o destaque da nossa edição desta quarta-feira, aqui na coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE. Um projeto da Carlo Ratti Associati, sediada em Turim, pretende construir uma torre de 218 metros na qual 10.000 metros quadrados do exterior de vidro são dedicados à produção alimentos ou 270,00 toneladas por ano. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes desse mega projeto!

Elevando-se sobre a cidade, este ‘arranha-céu’ produzirá 270 toneladas de alimentos hidropônicos em 51 histórias

Carlo Ratti Associati

Combinando uma fazenda vertical e um espaço de escritório em um único conceito de 51 andares da mitologia chinesa, um arquiteto italiano está completando o horizonte de Shenzhen com um impressionante “arranha-céu”.

Com uma fachada que apresenta uma fazenda hidropônica vertical que se estende por toda a altura do prédio, a Jian Mu Tower foi projetada para um supermercado chinês líder para ser um lugar onde os inquilinos podem cultivar, vender, comprar ou consumir produtos no mesmo local em que trabalham .

Localizada na cidade de Shenzhen, no sul da China, a Carlo Ratti Associati, sediada em Turim, revelou planos para construir uma torre de 218 metros (650 pés) na qual 100.000 pés quadrados (10.000 metros quadrados) do exterior de vidro são dedicados à produção alimentos – 590.000 libras por ano, que também conteriam cerca de um milhão de pés quadrados para escritórios, um supermercado, jardins e praça de alimentação.

A jardinagem hidropônica envolve o uso de vapor de água rico em nutrientes ao invés do solo, e permite que as plantas sejam cultivadas em tubos empilhados verticalmente.

Trabalhando com a ZERO, uma empresa italiana especializada em abordagens inovadoras para a agricultura, a fazenda de Jian Mu é otimizada para produzir de tudo, desde salada de folhas verdes a frutas e ervas aromáticas, mantendo-se eficiente e sustentável.

Um agrônomo de IA supervisionaria a maioria dos sistemas hidropônicos, regulando a água e os nutrientes, planejando os ciclos de plantio e colheita e outros assuntos.

O prédio, projetado como a nova sede da rede de supermercados Wumart, onde toda a cadeia de produção pode ser “exibida de uma maneira limpa e tecnologicamente empolgante”, foi batizada e projetada em homenagem a uma árvore mítica que separava o céu da terra no folclore chinês.

Carlo Ratti Associati

De acordo com a crença tradicional, explica a página do projeto , o céu é redondo, enquanto a Terra é quadrada. O arranha-céu ecoa esse princípio com sua base retangular que gradualmente se transforma em uma forma tubular à medida que sobe.

Carlo Ratti Associati

“A fazenda hidropônica vertical abraça a noção de zero milhas de alimentação no sentido mais abrangente”, disse Carlo Ratti a Dezeen . “As safras cultivadas na torre são vendidas e até consumidas no mesmo local, o que nos ajuda a economizar muita energia na distribuição de alimentos.”

O sol ajudará as plantações a crescerem, o que por sua vez protegerá os escritórios internos do sol, reduzindo a carga de ar condicionado, enquanto o ar úmido subtropical da China ajudaria a fornecer umidade às plantas.

“A agricultura urbana em pequena escala está acontecendo em cidades de todo o mundo – de Paris a Nova York e Cingapura. A Torre Jian Mu, no entanto, leva isso para o próximo nível ”, escreve Ratti, que também é professor no MIT.

Carlo Ratti Associati

“Essa abordagem tem o potencial de desempenhar um papel importante no design das cidades do futuro, pois envolve um dos desafios arquitetônicos mais urgentes da atualidade: Como integrar o mundo natural ao design de edifícios.”

O conceito de vídeo revelado abaixo é nada menos que ficção científica utópica, como merece ser assistido.

Imagem em destaque: Carlo Ratti Associati

Fonte: Good News Network

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REPRESENTANTES DO TALIBÃ VÃO PARTICIPAR DE REUNIÃO INTERNACIONAL EM MOSCOU, NA RÚSSIA

Rússia convida Talibã para reunião com  China, Irã, Paquistão e Índia

Encontro em Moscou acontece após cúpula extraordinária do G20 que discutirá a situação humanitária no Afeganistão

INTERNACIONAL

 por AFP

Representantes do Talibã vão participar de reunião internacional em Moscou, na Rússia

WAKIL KOHSAR / AFP

A Rússia vai convidar os talibãs para negociações internacionais sobre o Afeganistão, em Moscou, em 20 de outubro – anunciou o enviado do Kremlin, Zamir Kabulov, nesta quinta-feira (7), citado por agências de notícias russas.

Ao ser questionado pelos jornalistas sobre se o Talibã seria convidado para a reunião, que terá representantes de China, Irã, Paquistão e Índia, Kabulov respondeu “sim”. Não especificou quem, do governo talibã, seria convidado.

Esta conferência internacional acontecerá na sequência de uma cúpula extraordinária do G20, em 12 de outubro, dedicada à crítica situação humanitária no Afeganistão.

Nesta quinta-feira (7), Kabulov disse que a Rússia estuda modalidades concretas para enviar ajuda humanitária para o Afeganistão.

O “material” está sendo recolhido para ser transferido, afirmou.

O grupo Talibã assumiu o controle de Cabul em agosto passado, ao final de uma rápida ofensiva contra o governo apoiado por países ocidentais.

Duas décadas depois de serem expulsos do poder pelos Estados Unidos, os fundamentalistas voltaram ao comando do país, deflagrando uma série de problemas de segurança, principalmente para os Estados vizinhos.

A Rússia tem muito interesse na situação no Afeganistão. O país foi ocupado durante dez anos pelas forças soviéticas até sua retirada em 1989, ao fim de guerra sangrenta. Moscou considera o movimento talibã como terrorista, mas mantém o diálogo com ele há anos.

Fonte: R7
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EXERCÍCIOS MILITARES NA FRONTEIRA COM TAIWAN AUMENTAM DURANTE O MANDATO DE JINPING

Taiwan acusa China de aumentar tensão após demonstração militar

Governo chinês fez exercícios com 39 aeronaves em região perto da fronteira dos dois territórios para celebrar feriado nacional

INTERNACIONAL

 por AFP

Exercícios militares na fronteira com Taiwan aumentaram durante o mandato de Jinping

GREG BAKER/AFP – 30/9/2021

Neste sábado (2), Taiwan acusou a China de elevar a pressão e tentar minar a paz na região, após a incursão recorde de 38 aviões militares chineses na zona de defesa da ilha.

A demonstração de força de Pequim começou na sexta-feira (1º), aniversário do Dia Nacional da China, com a incursão de um número recorde de aviões militares chineses, 38 no total, incluindo um bombardeiro H-6 com capacidade nuclear.

Segundo o Ministério do Interior de Taiwan, houve outro recorde neste sábado, com a incursão de 39 aviões na zona da ilha. Os 23 milhões de habitantes do território, governado por um regime democrático, vivem sob a ameaça constante de uma invasão da China.

Pequim considera que a ilha pertence a seu território e ameaça conquistá-la, inclusive pela força, em caso de necessidade.

Desde que Xi Jinping assumiu, em 2012, a liderança do Partido Comunista da China e, em consequência, do país, os aviões militares chineses entram com frequência na Adiz (Zona de Identificação de Defesa Aérea) de Taiwan.

Mas a incursão de sexta-feira provocou uma resposta especialmente forte de Taipé.

“A China foi beligerante e atacou a paz regional ao executar vários atos de intimidação”, declarou o primeiro-ministro Su Tseng-chang neste sábado. “É evidente que o mundo, a comunidade internacional, rejeita cada vez mais esses comportamentos da China.”

O ministério da Defesa de Taiwan informou que 22 caças, dois bombardeiros e um avião antissubmarino entraram na sexta-feira na Adiz, ao sudoeste da ilha. Durante a madrugada de sábado, um segundo grupo de 13 aviões entrou na mesma zona, de acordo com o ministério.

Adiz não é o mesmo que o espaço aéreo de Taiwan, pois inclui uma área maior que se sobrepõe à parte da zona de identificação de defesa aérea da China continental e até mesmo parte de seu território.

As manobras aconteceram depois que o Reino Unido enviou na segunda-feira (27), pela primeira vez desde 2008, um navio de guerra ao Estreito de Taiwan, o mar que separa esta ilha da China continental e que Pequim considera uma passagem marítima muito sensível.

O exército chinês acusou o Reino Unido de atuar com “má intenção para sabotar a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”. Estados Unidos e outros países julgam que essa zona pertence a águas internacionais e que, portanto, está aberta a todos.

No ano passado, 380 militares chineses foram detectados na Adiz e, no decorrer de 2021, mais de 500 já foram identificados. O recorde diário anterior havia acontecido em 15 de junho, quando 28 aeronaves entraram na zona de defesa aérea de Taiwan.

Alguns analistas advertem que as relações entre a China continental e Taiwan não eram tão tensas desde meados da década de 1990. Fontes militares dos Estados Unidos disseram temer que a China possa estar contemplando invadir a ilha.

Alexander Huang, professor associado da Universidade Tamkang de Taipé, considera que a incursão aérea mais recente não busca apenas enviar uma mensagem a Taiwan.

“A China envia uma mensagem política aos Estados Unidos e ao Reino Unido no dia de seu feriado nacional: ‘Não façam bobagens em minha região'”, disse Huang, ao recordar que Washington mantém dois porta-aviões na região e Londres, um.

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RELATÓRIO DO FMI APONTA FAVORECIMENTO À CHINA EM RANKING DO BANCO MUNDIAL

Chefe do FMI teria favorecido China em ranking do Banco Mundial

Relatório diz que diretora do Fundo pressionou funcionários para melhorarem avaliação chinesa, garantido investimentos no país

INTERNACIONAL

por Reuters

Kristalina Georgieva negou as acusações feitas contra ela

LUDOVIC MARIN/POOL/AFP – 18.5.2021

A diretoria executiva do FMI (Fundo Monetário Internacional) está revisando um relatório preparado pelo Banco Mundial o qual apontou que a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em seu cargo anterior no Banco Mundial pressionou funcionários da instituição a alterar dados para favorecer a China, disse o Fundo nesta sexta-feira (17).

Georgieva afirmou discordar “substancialmente com as conclusões e interpretações” do relatório independente, preparado pelo escritório de advocacia WilmerHale a pedido do comitê de ética do Banco Mundial e divulgado na quinta-feira (16).

O documento revelou que Georgieva e outros funcionários do Banco Mundial aplicaram “pressão indevida” sobre a equipe para aumentar a classificação da China no relatório “Doing Business 2018”, que avalia o ambiente de negócios nos países.

A revisão do FMI foi lançada depois que Georgieva informou o conselho sobre o assunto na quinta-feira.

“O conselho do FMI está atualmente revisando esse assunto”, disse Gerry Rice, porta-voz do FMI, à Reuters, acrescentando: “Como parte do procedimento regular em tais assuntos, o comitê de ética vai informar o conselho”, disse Rice, sem dar cronograma.

Georgieva abordou o assunto no início de uma reunião previamente agendada com a equipe do FMI nesta sexta-feira, de acordo com três pessoas que participaram do evento virtual e uma quarta que foi informada sobre seus comentários.

“Não é verdade”

Georgieva disse que valoriza muito dados e análises e não pressiona a equipe a alterar informações como o relatório apontou, de acordo com uma transcrição fornecida à Reuters.

“Deixe-me colocar de uma forma muito simples para vocês. Não é verdade. Nem neste caso nem antes ou depois pressionei a equipe para manipular dados”, disse Georgieva ao estafe do FMI, de acordo com a transcrição.

O credor multilateral com sede em Washington estava buscando o apoio da China para um grande aumento de capital na época, quando Georgieva era a executiva-chefe do Banco Mundial.

Georgieva chefia o FMI e seus cerca de 2.500 funcionários desde 2019. Ela ajudou a liderar a resposta global à pandemia de covid-19, garantindo apoio para uma expansão de 650 bilhões de dólares das reservas de emergência do Fundo.

Alguns dos 190 países-membros do FMI, que financiam seus empréstimos e outros projetos voltados para o alívio da pobreza e o fortalecimento da estabilidade financeira global, disseram que também estão revisando o relatório de ética.

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EMBAIXADA DA CHINA SERÁ MANTIDA NO AFEGANISTÃO, SEGUNDO ANUNCIOU TALIBÃS

Talibãs anunciam que China manterá embaixada no Afeganistão

Segundo porta-voz, o governo chinês também irá ampliar a ajuda humanitária para o país, inclusive no combate à pandemia

Homens do Talibã patrulham as ruas de Cabul, capital do Afeganistão

AAMIR QURESHI / AFP – 2.9.2021

Um porta-voz do Talibã afirmou nesta quinta-feira (2) que a China prometeu manter aberta sua embaixada no Afeganistão e aumentar a ajuda ao país, devastado por décadas de conflito.

Abdul Salam Hanafi, membro do gabinete político do grupo islâmico em Doha, no Catar, “manteve conversas com Wu Jianghao, vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular da China”, anunciou o porta-voz do grupo, Suhail Shaheen no Twitter.“O vice-ministro chinês garantiu que manterá sua embaixada em Cabul e que nossas relações melhorarão. (…) A China continuará e aumentará sua ajuda humanitária, em particular para o tratamento da covid-19”, acrescentou.Fonte: R7

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VÁRIOS PAÍSES DA ÁSIA CENTRAL TEM MAIORIA ISLÂMICA E TEMEM SER ALVOS DO GRUPO

Saiba como o Talibã também é ameaça para Rússia e China

Vários países da Ásia Central têm maioria islâmica e também temem ser alvos do grupo, assim como nações ocidentais

INTERNACIONAL

Eugenio Goussinsky,

do R7

Talibã retomou o controle do Afeganistão

EFE/22-08-21

Dos países da Ásia Central, o Afeganistão é um dos que mais retratam as características tribais de uma região que, há milênios, é palco da luta de povos nativos pelo controle local. O sufixo Istão, inclusive, proveniente do iraniano “stan”, significa terra, local, remetendo cada uma dessas denominações, à relação de algum povo com sua região de origem: Afeganistão, Tadjiquistão, Quirguistão, entre outros.

Neste sentido, os conceitos tribais, de uma época, anterior aos anos 2 mil a.c, prevalecem sobre os que se desenvolveram para formar as chamadas democracias ocidentais, a partir principalmente da Revolução Industrial (a partir de 1760), conforme afirma o professor Danilo Porfírio de Castro Vieira, professor de Relações Internacionais e Direito no Uniceub (Centro Universitário de Brasília).

“O Afeganistão, enquanto país, tendo como marco o ano de 1919 com a saída dos britânicos, nunca esteve dentro da lógica de estado nacional de tradição europeia, com um povo, uma nação, um território, soberania. Na verdade a gente vê uma confederação de etnias, de grupos, como pashtuns, tadjiques, quirguizes, turcomenos, com etnia, cultura, tradição e visão religiosa próprias. O que une aquela região é o islã, mas dentro de diversas interpretações, há islã sunita, xiita e por aí adiante”, observa.

Povoada há mais de 2,5 mil anos, a região do Afeganistão já integrou o Império Persa (cerca de 500 a.c), esteve sob o domínio de Alexandre da Macedônia (356.a.c a 323.a.c), foi palco do budismo por meio do Império Kushana, antes de voltar ao controle persa para, então, já com o islamismo difundido na região, passar para o domínio mongol (do século 3 d.c ao 7 d.c).

Em 1747, Ahmad Shah Durrani, originário dos antecessores dos pashtuns, unifica o país e se torna rei do Afeganistão, até a chegada dos ingleses. As várias etnias, no entanto, sempre foram a marca daquela região. E o islamismo se enraizou na maioria delas, tornando a religião um importante instrumento de identidade local.

Tal característica só facilitou a tomada de poder do Talibã, que chegou em 1995 e foi tirado em 2001, após os atentados de 11 de setembro, com os bombardeios comandados pelos Estados Unidos, após o regime abrigar células da Al-Qaeda que organizaram os ataques em território americano naquele ano.

“O Talibã é um movimento que se desenvolve em um grupo étnico relativamente majoritário em termos de controle territorial, os pashtuns. Eles se mantiveram sempre presentes em uma guerra civil que nunca terminou, desde 2001. A presença americana e da Otan na região foi entendida como uma guerra santa, uma ação a ser respondida como Jihad ao invasor. Os talibãs nunca foram efetivamente derrotados e o que os ajuda também é a geografia complicada da região, que é início da cordilheira do Himalaia, extremamente acidentada, ora desértica, ora fria, complicada de ir e vir em termos de contingente militar”, observa Castro Vieira.

Enquanto o país carrega características milenares, similares à época das primeiras formações urbanas, o Talibã se liga à modernidade quando o assunto são armamentos. Há fortes suspeitas de que o grupo mantenha inclusive armas fabricadas nos Estados Unidos, como carabinas M4 e rifles M16, aviões de ataque A-29 Tucano, helicópteros Black Hawk e veículos utilitários militares Humvee.

Com tal arsenal, aliado aos preceitos radicais interpretados na lei islâmica, a expectativa é a de que o grupo volte a financiar atentados terroristas pelo mundo. O discurso mais moderado não disfarça a essência extremista do grupo, segundo Castro Vieira.

“O Talibã já esteve no poder década de 90 e estabeleceu um regime duro, de supressão das liberdades das mulheres e opressão contra qualquer forma de divergência seja ela política ou religiosa. Acolheu células terroristas jihadistas, a Al-Qaeda a Jihad Islâmica e, após o 11 de setembro, não quis entregar as lideranças responsáveis que estavam no Afeganistão, essa foi a causa da guerra ao terror” diz.

Após a retomada do poder, líderes do Talibã foram vistos na capital Cabul, para organizarem o novo governo. Entre os presentes nas conversas estavam Khalil Haqqani – um dos terroristas mais procurados pelos Estados Unidos, com uma recompensa de 5 milhões de dólares por sua captura, em função de suas ligações com a Al-Qaeda.

A declaração de funcionário da inteligência britânica, ao Voice of America, a respeito da presença de Haqqani no Afeganistão se encaixa à afirmação de Castro Vieira sobre a ameaça terrorista crescente com a retomada de poder pelo Talibã.

“O fato de termos Khalil Haqqani encarregado da segurança de Cabul é desanimador. Haqqani e a Al-Qaeda têm uma longa história juntos, você pode argumentar que eles estão interligados e é altamente improvável que eles cortem os laços”, disse o funcionário.

Sobre isso, Castro Vieira completa, analisando a aceitação de China e Rússia do novo governo. Sobre a Rússia, a questão tem relação com as aspirações separatistas da Chechênia.

“É uma questão de segurança regional. Não é à toa que a China e a Rússia se mostram muito prudentes e até resilientes com status do Talibã, qualquer hostilização naquela região é um problema. O Afeganistão, do Talibã, foi um espaço que incitou guerras civis no Cáucaso, diga-se a Chechênia. Putin não quer encrenca e dor de cabeça com o Talibã, já disse que há territórios russos em que não se exige visto. Grande parte da Ásia Central tem maioria islâmica, para potências como a Rússia, é melhor aceitar e ficar vigilante”, diz.

Em relação à China, a questão diz respeito, entre outras, às manifestações dos uigures em prol da liberdade. Os uigures são muçulmanos de origem turcomena que habitam a província chinesa de Xinjiang.

“A China tem fronteira com o Paquistão, uma potência nuclear que tem relação muito forte com o Talibã, já que parte do exército paquistanês e parte dos paquistaneses são pashtuns (muitos deles adeptos do Talibã). Isso é preocupante para o governo chinês, que disputa espaço na Caxemira e combate na província de Xinjiang, onde a China luta para controlar a comunidade islâmica local, com perseguições inclusive. A questão para a China é agora ter de tratar com uma ordem política estatal jihadista próxima de sua fronteira”, ressalta.

A postura da China e da Rússia, neste sentido, são mostras claras do temor que ronda o mundo, apesar das declarações menos ameaçadoras do atual regime do Talibã.

“É importante lembrar que, quando os talibãs tomaram o poder na década de 90, falaram a mesma ladainha de agora, que eles não são ameaça para ninguém, que é uma questão interna, que as mulheres serão resepeitadas dentro da sharia… Basta olhar as reportagens de então. Seguindo John Adams (segundo presidente americano, de 1797 a 1801), fatos são coisas teimosas, não mudam. Isso vale para o Talibã. Analiso o grupo pelas obras deixadas, não há como relativizar. O temor é esse, de ações terroristas, de incitação de insurgentes, aí não há outra forma, teremos de pagar para ver”, completou Castro Vieira.

Fonte: R7

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CHINA É MAIOR RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA NO MUNDO

China é a maior poluidora ambiental do planeta – e assim permanecerá por décadas

“Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”

INTERNACIONAL

 Marco Antonio Araujo, do R7

Casais dançam em meio à poluição usando máscaras na China

CHINA DAILY VIA REUTERS

O alerta da ONU é mais do que preocupante: passamos do “ponto de retorno”, não há mais como recuar nos estragos impostos à natureza, e o aquecimento global como o conhecemos tornou-se irreversível. A responsabilidade é planetária, mas, por mais que sejamos bombardeados pela propaganda oficial, qualquer pessoa esclarecida sabe: a China continua sendo o maior responsável pela emissão dos gases do efeito estufa no mundo. Sozinha, gera mais danos que todos os países europeus juntos.

E assim permanecerá por décadas. Não há esforço governamental – nem mesmo o de uma ditadura comunista – que reverta os estragos já feitos por um desenvolvimento econômico que assombra a todos, mas cujos altíssimos custos ambientais são ignorados. Basta observar o gráfico a seguir, que demonstra com clareza a tendência de crescimento das emissões de poluentes por parte do Império do Meio:

Emissões de CO2 entre 2009 e 2019 na China, Europa, EUA e Brasil

FONTE: PÁGINA DO SUNSET ENERGIA

Embora alvo de graves acusações sobre sua política ecológica, o Brasil, para efeito de comparação, e por ter matriz energética majoritariamente limpa, permanece em níveis bem baixos. Já os chineses devem muitas explicações (além das promessas contidas em seus Planos Quinquenais) sobre como pretende cumprir suas metas audaciosas e fundamentais para a sobrevivência do planeta.

Nenhum país pode almejar 6% de crescimento anual impunemente. Em 2020, no meio de uma pandemia, a China inflou seu PIB em 2,7%, enquanto o resto do mundo definhava. Uma explicação para esse fenômeno pode estar na frase proferida pelas autoridades chinesas durante a primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente em Estocolmo, no longínquo 1972: “Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”. Mais claro, impossível.

Compromisso inatingível

O Banco Mundial, em relatório sobre as 20 metrópoles mais poluídas, identificou 16 na China com os piores índices mundiais de qualidade do ar. Nada é por acaso: o carvão não só alimenta a geração de energia nas usinas elétricas do país continental, como é a causa de 80% de suas emissões de dióxido de carbono. Por conta dessa enorme dependência da queima de combustíveis fósseis, a China também é destaque em se tratando de chuva ácida – provocada pelo dióxido de enxofre.

Dessa forma, como cumprir o compromisso de atingir a neutralidade de carbono até 2060 – anunciado por Xi Jinping durante discurso na 75ª Assembleia da Organização das Nações Unidas? Por mais que os comunistas exibam projetos de sustentabilidade, invistam em carros elétricos – e tenham tornado limpa 30% de toda a sua energia consumida – não há como um gigante desses se locomover sem causar estragos igualmente monstruosos.

Para agravar o quadro, o próprio governo chinês admite que um dos seus maiores desafios é o combate à corrupção. Pois é. Longe de ser um privilégio da sociedade brasileira, a bandidagem que se alimenta da riqueza (e pobreza) de seu povo também move a maior economia do mundo. Para trás.

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CHINA APRESENTOU UM TREM MAGLEV COM VELOCIDADE MÁXIMA DE 600 KM / H

China apresenta trem que alcança a velocidade de 600 km/h

Veículo terrestre mais rápido do mundo pode percorrer a distância de Pequim a Xangai no mesmo tempo que um avião

INTERNACIONAL

Do R7 com Reuters

Trem pode ir de Pequim a Xangai em apenas uma hora

REUTERS

A China apresentou na terça-feira (20) um trem maglev com velocidade máxima de 600 km/h, informou a mídia estatal. O modelo inaugural do veículo tem apenas 5 vagões, mas novas versões podem contar com dois ou até mesmo 10 vagões para transportar uma quantidade máxima de 100 passageiros.

A velocidade máxima atingida pelo trem do tipo maglev (levitação magnética) o torna no veículo terrestre mais rápido do mundo. Ele foi desenvolvido pela China e fabricado na cidade costeira de Qingdao.

O primeiro projeto do veículo chinês foi apresentado em 2016 e o primeiro protótipo foi lançado em 2019. Em 2020 foi realizado um teste bem-sucedido com o maglev.

Usando a força eletromagnética de imãs, o trem maglev levita acima dos trilhos sem contato entre a carroceria e o trilho, o que aumenta consideravelmente a velocidade atingida nas viagens.

A China vem usando essa tecnologia há quase duas décadas, mas em uma escala muito limitada. Xangai, por exemplo, tem uma pequena linha maglev que vai de um de seus aeroportos ao centro da cidade.

Embora ainda não existam linhas maglev entre cidades ou províncias na China que possam fazer bom uso das velocidades mais altas, algumas cidades, incluindo Xangai e Chengdu, começaram a realizar pesquisas.

Com a velocidade de 600 km/h, o novo trem levaria apenas 2h30 para viajar de Pequim a Xangai, percorrendo um trajeto de aproximadamente 1.000 km. Em comparação, a viagem demora o mesmo tempo de avião e mais de 5 horas em um trem tradicional.

Países do Japão à Alemanha também estão procurando construir redes maglev, embora os altos custos e a incompatibilidade com a infraestrutura de vias atuais continuem sendo obstáculos para o rápido desenvolvimento.

Fonte: R7
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POLÍTICA: EMBAIXADOR DA CHINA RECEBE SÁBIA RESPOSTA DE ERNESTO ARAÚJO POR CRÍTICAS A CRENÇA DE BRASILEIROS

Contra crença de brasileiros, embaixador da China desafia Deus e recebe sábia resposta de Ernesto Araújo

Fotomontagem - Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações ExterioresFotomontagem – Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações Exteriores

Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.

Com este post no Twitter, o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, voltou a atacar os brasileiros, ainda que indiretamente, agora tocando em um assunto extremamente delicado, a religião.

O post que defende o ateísmo, portanto afirmando a inexistência de Deus e, consequentemente, do próprio Cristianismo, vai contra a crença da grande maioria da população do país, formada por católicos e evangélicos.

Wanming, entretanto, não ficou sem a devida e sábia resposta, em outro post, do ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

“Quis ut Deus? (Quem é como Deus?) Essa é a tradução latina do nome hebraico מיכאל – Micael, o Arcanjo Miguel que enfrenta o demônio e sua arrogância. Para os cristãos, Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, a Trindade envolta em mistério mas presente na nossa vida e nosso coração”, escreveu Araújo.Reprodução Internet

Esta não é a primeira polêmica do embaixador chinês por aqui. No ano passado, o governo de Xi Jinping cobrou do governo brasileiro e do Congresso Nacional, que chamassem a atenção do deputado federal Eduardo Bolsonaro, após o parlamentar ter dito que a China deveria ser responsabilizada pela disseminação do vírus que causou a pandemia do novo coronavírus.

Na época, entretanto, além do pedido formal, o próprio Yang Wanming resolveu responder, em mensagem oficial da embaixada no Brasil, na qual afirmava que Eduardo havia “contraído vírus mental”, após visita a Miami, atacando também os Estados Unidos.

O fatos demonstram que Yang Wanming não tem preparo para ocupar o cargo atual e, talvez, esteja desdenhando de forças as quais, definitivamente, desconhece.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOAS NOTÍCIAS: NA CHINA HISTÓRIA DE SEQUESTRO TERMINA 24 ANOS DEPOIS COM FINAL FELIZ

Um reencontro emocionante de um filho com seus pais depois de 24 anos de um sequestro que os separou é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira, para começar a semana com uma notícia maravilhosa. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa história comovente!

Filho sequestrado aos 2 reencontra pais após 24 anos de buscas [Vídeo]

Um filho sequestrado e vendido há 24 anos, foi localizado e finalmente se reencontrou com os pais. O sequestro dele mobilizou a China desde 1997 e inspirou até um filme.

A polícia na cidade de Liaocheng, província de Shandong, divulgou que encontrou Guo Xinzhen, que foi raptado aos 2 anos de idade. Agora, adulto, Guo pôde se reunir com os pais.

O vídeo do encontro, no último final de semana, foi divulgado pela polícia e mostra a família em lágrimas, se abraçando fortemente e gritando: “Nós encontramos você, você voltou!.”

Apesar de o pai ter rodado o país de moto em busca do filho, Guo estava próximo, na província vizinha de Henan.

Investigação e teste de DNA

O sequestro de Guo Xinzhen foi no leste da China em 1997 e desencadeou uma busca desesperada e aparentemente interminável por seus pais em todo o país. O drama inspirou cineastas a levar sua história para as telonas.

A polícia disse ter prendido duas pessoas que confessaram ter sequestrado e traficado Guo. Ele foi levado nas proximidades da casa da família por uma mulher desconhecida, disseram seus pais à polícia em 1997.

O caso nunca foi encerrado e este ano surgiu uma nova pista, com ajuda da análise de DNA e comparação de características faciais.

O Ministério de Segurança Pública encontrou uma correspondência potencial em Henan e quando os policiais rastrearam o homem, os testes de DNA confirmaram que era o desaparecido Guo Xinzhen.

A polícia deteve um suposto traficante de crianças identificado apenas como Hu, e sua ex-namorada identificada como Tang, de acordo com a postagem oficial nas redes sociais.

Os dois confessaram após o interrogatório, dizendo que Tang havia sequestrado Guo Xinzhen em 1997. Ela então se encontrou com Hu, e o casal pegou um ônibus de volta para Henan, onde venderam a criança.

No entanto, ainda não está claro para quem Guo Xinzhen foi vendido, e nenhum outro detalhe de sua criação foi fornecido pela polícia.

Esperança

O pai de Guo Xinzhen, Guo Gangtang, também nunca parou de procurar.

Ele saiu pela China, dirigindo uma motocicleta, e passou por quase todas as vastas províncias do país, cobrindo 500 mil quilômetros, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua.

Na bagagem, panfletos e uma bandeira estampada com a foto do filho. Foi assim que usou todas as economias e fez dívidas em sua longa jornada na busca pelo filho.

E foi isso que acabou inspirando o filme de 2015, “Lost and Love”, estrelado pelo ator de Hong Kong, Andy Lau.

Gangtang não conseguiu encontrar seu filho sozinho, mas conseguiu ajudar a rastrear mais de 100 outras crianças sequestradas e reuní-las com suas famílias, de acordo com a Xinhua.

Foto: reprodução
Foto: reprodução 

Veja o encontro:

Veja o trailer do filme:

Com informações do Diário de Notícias e  CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS: O SOL ARTIFICIAL DA CHINA ACABA DE QUEBRAR UM NOVO RECORDE

O sonho da energia verde (limpa) ilimitada está cada dia mais próximo e é o destaque desta segunda-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. Os chineses da EAST Fusion Facility, em Heifei, estabeleceram um novo recorde mundial de calor e duração. Eles criaram recentemente um gás de plasma que foi aquecido a 120 ° milhões Celsius, por 101 segundos antes de se dissipar. É algo extraordinário e você precisa ler o artigo completo a seguir para ficar por dentro dessa nova descoberta da ciência.

O ‘Sol Artificial’ da China traz a fusão nuclear um passo mais perto, quebrando o recorde mundial

É hora de acordar e sentir o cheiro do plasma, enquanto a energia de fusão termonuclear se aproxima cada vez mais da realidade.

Em sua busca para desenvolver energia verde ilimitada, a EAST Fusion Facility em Heifei, China, criou recentemente um gás de plasma que foi aquecido a 120 ° milhões Celsius – que é três vezes mais quente que o sol – e o manteve lá por 101 segundos antes de se dissipar , estabelecendo um novo recorde mundial de calor e duração.

“A descoberta é um progresso significativo e o objetivo final deve ser manter a temperatura em um nível estável por um longo tempo”, disse Li Mao, diretor de física da Southern University of Sci-Tech em Shenzhen.

O recorde anterior era de 50 ° milhões Celsius, mantido pelos cientistas que trabalham no reator de fusão na Coréia do Sul.

Carros voadores, jetpacks, trens-bala – há muitos marcos clássicos da tecnologia de ficção científica que alcançamos, mas um reator de fusão nuclear, essencialmente um sol artificial, é atualmente considerado apenas plausível.

Tomando emprestada a física das reações no centro do sol, um reator de fusão termonuclear transforma o hidrogênio em hélio, criando um sonho de energia verde ilimitada, já que a quantidade de deutério, uma versão do hidrogênio, encontrada em 1 litro de água do mar poderia produzir tanto energia como 300 litros de gasolina.

A razão pela qual esse quebra-cabeça de todos os quebra-cabeças é apenas plausível é que o sol conta com suas enormes forças gravitacionais para esmagar os átomos, enquanto na Terra temos que usar temperaturas como a que EAST alcançou.

O desafio que vem junto com essa necessidade: como você pode construir uma máquina que pode aquecer e conter matéria em tais extremos, que não apenas usa mais energia do que gera?

O dispositivo ao redor desses reatores de fusão é chamado de tokamak, que é um tubo em forma de donut revestido de superímãs.

Muitos tokamaks existem na Terra, e diferentes governos e institutos científicos estão todos lutando para realmente sustentar um plasma por dias em vez de segundos, e de alguma forma usar muito pouca energia para aquecer uma máquina a 120 milhões de graus Celsius.

projeto principal é o ITER , uma colaboração entre a UE, Rússia, Japão, Coreia do Sul, Índia e os EUA. Seu tokamak é do tamanho de um edifício e contém 3.000 toneladas de ímãs, 141 quilômetros de cabeamento e os mais sofisticados do mundo sistema de refrigeração.

Outros esforços incluem reatores de fusão menores de empresas privadas nos Estados Unidos, no MIT e no Commonwealth Fusion Systems e Tokamak Energy do Reino Unido. Esses dois criaram uma fita supercondutora engenhosa para enrolar em torno de ímãs poderosos, que criam imensa pressão além do calor, permitindo reatores de fusão “portáteis” – que custam um iota do preço inicial de € 20 bilhões do ITER.

O benefício de ter esse problema resolvido é que, essencialmente, a questão da energia está resolvida. Petróleo, carvão e gás podem permanecer no solo, não haveria perigo de outro Fukushima ou Chernobyl, e toda a miríade de problemas, ineficiências e custos atualmente inerentes às formas comuns de energia verde poderiam ser esquecidos.

O Experimental Advanced Superconductor Tokamak ( EAST ) na Academia Chinesa de Ciências de Heifei está provando que é possível estender e intensificar o efeito, e que enquanto o recorde de calor e duração puder ser continuamente superado, o sonho de energia limpa ilimitada sobreviverá .

Fonte: Good News Network

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PONTO DE VISTA: A CADA DIA A MENTIRA TEM AS PERNAS MAIS CURTAS E É DESMASCARADA DE FORMA RETUMBANTE

Caro(a) leitor(a),

A cada dia a mentira tem pernas mais curtas e é desmascarada de forma retumbante. Quando o Partido Comunista Chinês tentou encobrir a verdade sobre a origem da Covid-19 enveredou por um caminho tortuoso e muito perigoso. Porque, num país de quase 1 bilhão e meio de habitantes, manter um segredo, por maior que seja a repressão e o tolhimento das liberdades individuais, é o mesmo que querer tapar o sol com uma peneira. Mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre vem a tona e quando se trata de um número tão expressivo de pessoas envolvidas isso acontece muito rápido. Algo que ainda muito me surpreende é como o Partido Comunista Chinês ainda consegue manter o controle sobre uma quantidade cada vez maior de novos milionários e bilionários que surgem todos os dias na China. Essas pessoas, depois que descobrem o poder do dinheiro e o que ele pode lhes proporcionar. Depois que conhecem o mundo e passam a gozar das maravilhas que o capitalismo e o poder pode lhes dar têm todas as condições de se rebelarem contra o PCC e terem as suas vidas independentes do julgo comunista. Aqui e acola despontam notícias de algum bilionário desapareceu. Fala-se que em 2019, pelo menos 12 desses novos ricos chineses foram executados, mas a cada dia dezenas de novos bilionários despontam no cenário chinês e vai ficar impossível não perder o controle. A derrocada do PCC é apenas uma questão de tempo. O Comunismo está com os dias contados!

Primeiro caso de Covid-19 pode ter surgido na China em outubro de 2019

Estudo é da Universidade de Kent, no Reino Unido, publicado em jornal científico.

Publicado em 25.06.2021

CDC | Unsplash

O vírus que causa a doença da Covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser registrado na cidade chinesa de Wuhan, de acordo com um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, segundo artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento é 17 de novembro de 2019, e provavelmente a peste chinesa já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020.

O primeiro caso oficial na China surgiu em dezembro de 2019 e imediatamente foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o micro-organismo infeccioso já circulava antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções em humanos antes do surto de Wuhan.

Em artigo publicado nesta semana, o pesquisador Jesse Bloom, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, nos Estados Unidos, recuperou dados de sequenciamento genômico dos primeiros casos na China, que haviam sido deletados de uma base de dados.

As informações mostraram que as amostras retiradas do mercado de Huanan “não eram representativas” do Sars-CoV-2 como um todo e eram uma variante de uma sequência progenitora que circulava anteriormente, que se espalhou para outras partes do país asiático.

O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos confirmou à Reuters que as amostras usadas no estudo foram submetidas ao Sequence Read Archive (SRA) em março de 2020 e, posteriormente, excluídas a pedido de pesquisadores chineses, que disseram que seriam atualizadas e enviadas a outra base de dados.

Na discussão pública, acredita-se que essa exclusão pode significar mais uma evidência de que o Partido Comunista Chinês tenta encobrir a origem da doença.

Editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).
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XANGAI INAUGURA O HOTEL MAIS ALTO DO MUNDO

Em uma altura de 128 andares, hotel mais alto do mundo é inaugurado em Xangai

Empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, edifício mais alto da China, que possui 632 metros

Recepção J HotelRecepção do J Hotel, que ocupa os últimos andares da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

“Acima de tudo”. É assim que os clientes do J Hotel, em Xangai, podem se sentir quando estiverem hospedados por ali, já que a descrição vai de encontro com uma de suas principais características: o de hotel mais alto do mundo.

Inaugurado no sábado (19) no núcleo econômico da China, o empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, que possui 632 metros e 128 andares. A Torre é o segundo prédio mais alto do mundo, ficando atrás somente do Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros.

Pertencente ao grupo Jin Jiang International Hotels, propriedade majoritária do Estado chinês, o hotel de luxo possui 165 quartos, incluindo 34 suítes, distribuídos entre os 86º e 98º andares.

Divididas em seis categorias, algumas das acomodações são luxuosas, como a Shanghai Suite, maior suíte disponível, que soma 380 metros quadrados.

Quarto da Shanghai Suite, que possui vista privilegiada para o centro de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

Descrita como “integrada ao céu”, no 98º andar, a acomodação tem vestiário, escritório, cozinha e área de fisioterapia. Logo na entrada os hóspedes são recebidos por uma fênix chinesa e bordados de peônias na parede de couro de bezerro. Um salão curvo oferece uma vista panorâmica exclusiva de Puxi, o centro de Xangai.

O hotel ainda tem sete diferentes restaurantes, cada um com design e decorações únicas. Entre eles está o Heavenly Jin, no 120º andar, a 556 metros acima do chão, que oferece uma fusão das cozinhas moderna europeia, japonesa e chinesa, de acordo com o site oficial do hotel. Uma piscina indoor, fitness center e spa também podem ser encontrados entre os 84º e 85º andares, mas ainda não estão em funcionamento.

Bar dentro do Heavenly Jin, restaurante no 120 andar da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

Fonte: CNN

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SEGUNDO BIDEN, A CHINA TENTA SE PROTEGER COMO NAÇÃO RESPONSÁVEL PELA PANDEMIA E QUESTIONA FALTA DE INTERESSE DE DESCOBRIR ORIGEM DO CORONAVÍRUS

Biden questiona desejo da China de descobrir origem do coronavírus

Presidente dos EUA pede mais cooperação do governo chinês na investigação sobre como o coronavírus passou para humanos

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden pediu que a China ajude a esclarecer as origens da pandemia

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 16.6.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que a China está tentando se projetar como uma nação responsável em relação à pandemia de covid-19, mas que não estava claro se Pequim está realmente tentando entender as origens do coronavírus.

Questionado se ele chamaria o presidente chinês, Xi Jinping, de “velho amigo para velho amigo” para pedir-lhe que readmitisse os investigadores da Organização Mundial da Saúde, Biden afirmou: “Vamos esclarecer uma coisa: nos conhecemos bem, não somos velhos amigos. É apenas profissional.”

Biden deixou claro que continua cético quanto à cooperação da China com a investigação da OMS.

“A China está se esforçando muito para se projetar como uma nação responsável e muito acessível, e eles estão tentando muito falar sobre como estão ajudando o mundo em termos de covid-19 e vacinas”, disse Biden.

“Olha, certas coisas você não precisa explicar para as pessoas do mundo, elas veem os resultados. A China está realmente tentando ir a fundo nisso?”

Biden ordenou em maio que assessores encontrassem respostas para a origem do vírus que causa a covid-19, relatado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan, e disse que as agências de inteligência dos EUA estão analisando outras teorias, incluindo a possibilidade de um acidente de laboratório na China.

Uma equipe liderada pela OMS que passou quatro semanas em e ao redor de Wuhan em janeiro e fevereiro com pesquisadores chineses disse em seu relatório que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que a “introdução por meio de um incidente de laboratório” era extremamente improvável.

Mas especialistas disseram que alguns dados foram omitidos, e Washington diz que o estudo foi “insuficiente e inconclusivo”.

A China tem afirmado repetidamente que “politizar” a questão dificultará as investigações.

Fonte: R7

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AVANÇO MILITAR DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO NOS EUA

EUA admitem preocupação com avanço militar da China

Autoridades de serviços de segurança norte-americano se mostraram preocupadas com espionagens feitas pelo país asiático

INTERNACIONAL

 Da EFE

Declarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUADeclarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUAEFE/EPA/GRAEME JENNINGS

Dois funcionários de alto escalão da inteligência dos Estados Unidos admitiram nesta sexta-feira (11) sua preocupação com o avanço militar da China, que representa um “grande desafio” para Washington e seus aliados e também pode colocar esses países “em risco”.

O diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA), Scott Berrier, e o diretor-geral da Agência de Segurança Nacional (NSA), Paul Nakasone, fizeram essas reflexões durante uma audiência do Subcomitê de Inteligência das Forças Armadas da Câmara dos Representantes.

“A China continua sendo um competidor estratégico de longo prazo dos EUA, como uma ameaça que representa um grande desafio de segurança: Pequim usa várias abordagens, incluindo espionagem diplomática, econômica e militar para atingir seus objetivos estratégicos”, argumentou Berrier.

Além disso, o chefe do DIA destacou que a China “continua sua modernização militar durante as últimas décadas para construir uma força incrivelmente letal” que poderia colocar os EUA e seus aliados “em risco”.

Berrier fez essas afirmações depois que o secretário do Departamento de Defesa, Lloyd Austin, ordenou na quarta-feira ao Pentágono que coloque a China e seu fortalecimento militar no centro da política de defesa dos EUA, embora a estratégia a seguir seja confidencial.

Por sua vez, Nakasone disse que opor-se aos esforços do governo chinês contra os EUA é uma “prioridade” para a NSA, responsável pelo monitoramento global, coleta e processamento de informações e dados para fins de inteligência e contraespionagem nacionais e estrangeiras.

Tamanha é a preocupação atual do governo americano com os movimentos da China que Austin sugeriu nesta quinta-feira o estabelecimento de “uma linha de comunicação direta”, no estilo do “telefone vermelho” que conectou a União Soviética e os EUA durante a Guerra Fria e que segue em funcionamento ainda hoje.

 Durante uma audiência da Comissão das Forças Armadas do Senado americano, Austin assegurou que é “essencial haver uma linha direta de comunicação entre militares e membros do governo” dos EUA e da China.

A diretriz do Pentágono e os comentários de funcionários de alto escalão da inteligência dos EUA são divulgados no momento em que tanto o governo do presidente Joe Biden como membros de ambos partidos do Congresso intensificam suas iniciativas para segurar as ambições internacionais da China.

De fato, a expectativa é que a China esteja muito presente na viagem de Biden pela Europa, onde o presidente americano quer obter um endosso mais claro de seus aliados para sua principal prioridade internacional: a intensa competição entre Washington e Pequim.

Fonte: R7
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SEGUNDO AGÊNCIA ESTATAL DE NOTÍCIAS XINHUA, A CHINA VAI AUTORIZAR ATÉ TRÊS FILHOS POR FAMÍLIA

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

País, que é o mais populoso do mundo, teve queda expressiva na taxa de natalidade e lida com envelhecimento da população

INTERNACIONAL

 por AFP

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

PEXELS

A China vai autorizar até três filhos por família, ao acabar com o limite de dois ainda em vigor, anunciou nesta segunda-feira (31) a agência estatal de notícias Xinhua.

A decisão acontece poucas semanas após a divulgação dos resultados último censo no país, que demonstrou uma expressiva queda da taxa de natalidade no país mais populosos do mundo.

“Em resposta ao envelhecimento da população (…) os casais serão autorizadas a ter três filhos”, informou a agência estatal, ao destacar as conclusões de uma reunião do gabinete político do Partido Comunista comandada pelo presidente Xi Jinping.

No início de maio, os resultados do censo realizado em 2020 revelaram um envelhecimento mais rápido que o esperado da população chinesa.

No ano passado, marcado pela epidemia de covid-19, o número de nascimentos no país caiu a 12 milhões, contra 14,65 milhões em 2019.

A taxa de natalidade em 2019 (10,48 por 1.000) já estava no menor nível desde a fundação da China comunista em 1949.

Depois de mais de três décadas da “política do filho único”, a China flexibilizou as regras em 2016 e permitiu o segundo filho.

Mas a nova política não foi suficiente para estimular a taxa de natalidade em queda livre por vários motivos, incluindo a redução dos casamentos, o aumento do custo da moradia e da educação e, também, a decisão das mulheres de adiar os planos de gravidez para privilegiar a carreira profissional.

No outro extremo da pirâmide, a China tinha mais de 264 milhões de pessoas com mais 60 anos em 2020.

O grupo de pessoas com mais de 60 anos constitui agora 18,7% do total da população, um aumento de 5,44 pontos percentuais na comparação com o censo de 2010.

Do outro lado, a população em idade ativa (15 a 59 anos) representa 63,35% do total, uma queda de 6,79 pontos na comparação com a década anterior.

Em março, o Parlamento aprovou um plano para aumentar gradualmente a idade de aposentadoria durante os próximos cinco anos, o que desagradou grande parte da população.

Fonte: R7
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PRESIDENTES DA CHINA E RÚSSIA INAUGURARAM PROJETO QUE PREVÊ CONSTRUÇÃO DE 4 REATORES DE ENERGIA NUCLEAR

Xi e Putin inauguram projeto para construir 4 reatores nucleares

Equipamentos serão construídos em território chinês utilizando tecnologia russa, cumprindo acordos assinados em 2018

INTERNACIONAL

 Da EFE

Para Xi, projeto representa o elevado nível de cooperação alcançado entre os dois países

EVGENIA NOVOZHENINA/ REUTERS – 5.6.2019

O presidente da China, Xi Jinping, e seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, inauguraram virtualmente nesta quarta-feira (19) um projeto que prevê a construção de quatro unidades de geração de energia nuclear em território chinês utilizando tecnologia russa.

O plano, que faz parte de um pacote de acordos assinado durante a visita do presidente russo à China em 2018, prevê a construção das unidades 7 e 8 da central nuclear de Tianwan, na província de Jiangsu, e das unidades 3 e 4 na central de Xudapu, em Liaoning.

Em um breve discurso transmitido pela emissora de televisão estatal “CGTN”, Xi destacou que se trata de um projeto “seguro” que representa “o elevado nível de cooperação pragmática alcançado entre os dois países”.

Por sua parte, Putin disse que, graças ao plano, “a China poderá desfrutar de energia mais limpa a um preço mais baixo”, e que as relações bilaterais estão “em seu auge histórico”.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, o projeto demonstra “as realizações de Pequim e Moscou na fabricação de equipamento de alta gama e inovação tecnológica”.

Além disso, o plano irá ajudar a China a reduzir suas emissões de dióxido de carbono, segundo o ministério.

Segundo o jornal chinês Global Times, as quatro unidades têm um valor contratual de US$ 3,11 bilhões (R$ 16,3 bilhões), embora o custo total do projeto possa exceder US$ 15,55 bilhões (R$ 81,9 bilhões).

O jornal detalha que serão utilizados reatores russos de terceira geração VVER-1200 (refrigerados e moderados por água).

“Uma das características distintivas da tecnologia nuclear de terceira geração é que é segura, que não haverá acidentes como Chernobyl e Fukushima”, destacou o especialista Han Xiaoping ao Global Times.

Em abril, o número de unidades de energia nuclear em funcionamento na China chegou a 49, o que deixa o país no terceiro lugar do ranking mundial, de acordo com a Administração Nacional de Energia do país.

Outros especialistas chineses citados pelo jornal ressaltaram ainda que “a China poderia substituir alguma tecnologia dos EUA por tecnologia russa diante das crescentes restrições tecnológicas e comerciais de Washington.”

Fonte: R7
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SEGUNDO ESTUDO, A CHINA EMITIU MAIS GASES QUE PROVACAM O ESFEITO ESTUFA QUE TODOS OS PAÍSES DESENVOLVIDOS JUNTOS

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

Emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

STR/AFP – 4.5.2021

A China foi o país que mais emitiu gases que provocam o efeito estufa no ano de 2019, em valor que é maior do que todos os países desenvolvidos juntos, mostrou um estudo publicado pelo Rhodium Group nesta quinta-feira (6).

Segundo o grupo independente, as emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 11%, seguidos pela Índia (6,6%). Os 27 países da União Europeia somam juntos 6,4% das emissões dos gases tóxicos.

Os principais seis gases poluentes emitidos, entre eles, o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, aumentaram para 14,09 bilhões de toneladas em 2019. O número supera a soma dos dados de todos os 37 países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em cerca de 30 milhões de toneladas.

No entanto, ao analisar a história, as nações da OCDE ainda são as maiores responsáveis pela emissão dos gases tóxicos, tendo emitido cerca de quatro vezes mais poluentes do que a China desde 1750.

“A história da China como principal fonte de emissão é relativamente curta em relação aos países desenvolvidos, muitos dos quais tiveram mais de um século de vantagem. O atual aquecimento global é resultado das emissões do passado recente e do mais longínquo”, destacam os especialistas no documento.

Os resultados do relatório ainda vem na esteira da cúpula sobre o clima convocada por Joe Biden em abril. Naquele momento, o presidente da China, Xi Jinping, confirmou que o país atingirá o pico de emissões até 2030 e, a partir de então, começará a cair até atingir a neutralidade em 2060.

Xi informou que a China irá controlar a produção energética através de carvão, extremamente poluente, que será limitada nos próximos cinco anos, com reduções sucessivas.

Fonte: R7
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ANÁLISE POLÍTICA: XI JINPING É “BONZINHO”, POR RICARDO PAZ

A nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado tem o prazer de publicar mais um comentário político do nosso amigo e colaborador Ricardo Paz, que está fazendo um doutorado nos Estados Unidos e tem uma visão diferenciada sobre os fatos geopolíticos que estão acontecendo atualmente. O comentário dele hoje é sobre o lobo em pele de cordeiro que atende pelo nome Xi Jinping, Supremo governante da China. Então leia o elucidativo artigo a seguir e clareie suas ideias.

Em recado aos EUA, Xi Jinping defende nova ordem mundial

XI JINPING É “BONZINHO”

O presidente Biden quer reduzir a emissão de CO2 em 50% dos níveis de 2005 até 2030. Uma meta muito ambiciosa, que imporá enormes sacrifícios aos americanos, podendo comprometer a retomada de crescimento sustentável. Na onda das “boas intenções” do governo democrata dos EUA, outros líderes ocidentais se comprometem com metas arrojadas para reduzir as emissões. E Greta Thunberg logo reaparecerá nas manchetes das revistas “politicamente corretas” com suas frases pré fabricadas incentivando medidas para salvar a humanidade. Só que, desta vez, deveriam treinar a garota propaganda das “green corporations” a bater forte na China. Ah, mas isso não pode, né ambientalistas?! A China tem feito declarações cínicas nos últimos dias, de que se compromete a reduzir CO2 mesmo não tendo obrigação alguma de fazê-lo até 2030. Isso graças a um “brilhante acordo” celebrado por Barack Obama em 2014 quando a China, finalmente, se comprometeu a reduzir as emissões só após 16 anos. Uma excelente carência de sacrifícios! A China é hipócrita? De forma alguma! Eles sabem o que querem, calculam suas ações e não se importam com a opinião alheia. Hipócritas somos nós, ocidentais, que nos impomos metas rigorosas, engolindo o discurso “salve o planeta” de ambientalistas tendenciosos e corporações oportunistas. Enquanto Xi Jinping, com sua cara de bonzinho, demonstra boas intenções em discursos matreiros, a China apenas segue se fortalecendo para liderar o mundo.
Ricardo Paz
Trabalhador
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POLÍTICA: O COLUNISTA RODRIGO CONSTANTINO FAZ UM ALERTA SOBRE UMA EVENTUAL APROXIMAÇÃO ENTRE BRASIL E CHINA ATRAVÉS DE ARTHUR LIRA

Constantino alerta sobre a “relação” de Lira com o Partido Comunista Chinês

Fotomontagem: Arthur Lira e Rodrigo Constantino (Reprodução)Fotomontagem: Arthur Lira e Rodrigo Constantino (Reprodução)

Em sua conta no Twitter, o colunista Rodrigo Constantino fez uma publicação alertando sobre uma eventual aproximação entre Brasil e China, através de Arthur Lira:

“Bom dia. Todos prontos para aprender mandarim, abandonar as urnas e enaltecer o comunismo?

Parece que não precisaremos mais de presidente ou eleição. O PCC controlará tudo diretamente pra nós. Uma província chinesa, olha que maravilha!”.

A postagem foi em resposta a duas publicações feitas pelo embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, no dia 25, em que o diplomata chinês anunciou uma conversa entre o presidente da Assembleia da China e o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil:

“O Presidente da Assembleia Popular Nacional da China, Sr. Li Zhanshu acabou de ter uma videoconferência, nesta noite da quinta-feira, com o Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Sr. Arthur Lira”, noticiou ele.

“Os dois Presidentes trocaram sinceramente opiniões e manifestaram os interesses comuns de aprofundamento das relações bilaterais, ampliação do intercâmbio e cooperação parlamentares, além do reforço da parceria no combate à pandemia e nas vacinas”, detalhou o embaixador chinês.

Foi só isso, por enquanto, mas o assunto é, de fato, intrigante…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CHINA FAZ INCURSÃO EM ZONA MARÍTIMA DAS FILIPINAS QUE É MOTIVO DE TENSÃO ENTRE OS DOIS PAÍSES

Filipinas acusa China de “fazer incursão” em zona de disputa

Embarcações militares foram vistas no Mar da China, que é motivo de tensão entre os dois país do sudeste asiático

INTERNACIONAL

 Da AFP

China faz incursão em zona marítima das Filipinas

REUTERS

Filipinas acusou a China, neste domingo (21), de fazr uma “incursão” em uma zona marítima em disputa pelos dois país. Embarcações paramilitares foram vistas no mar da China.

“Pedimos a China que coloque um fim neste incursão e retire imediatamente os navios que violam os nossos direitos marítimos e infringem a nossa soberania territorial”, afirmou o secretário de Defesa, Delfin Lorenzana, por meio de um comunicado.

Em 2016, o Tribunal Internacional de Haia tomou uma decisão em favor das Filipinas com relação à disputa. A Corte Permanente de Arbitragem concluiu, na época, que China não teria base legal para reclamar “direitos históricos” sobre a maior parte das águas do Mar da China Meridional.

Fonte: R7
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EXPORTAÇÃO DE SOJA PARA A CHINA TEM UM PESO SIGNIFICATIVO NA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

China deve aumentar produção de grãos no país e reduzir importações

Anúncio é um alerta principalmente para os produtores de soja, já que a exportação do grão para o país asiático é representativa

ECONOMIA

 Do R7

Exportação da soja para a China tem um peso significativo na balança comercial brasileira

PIXABAY

A China aumentará sua capacidade de garantir o abastecimento de grãos e produtos agrícolas importantes, disse a agência estatal de notícias Xinhua neste domingo.

Ela afirmou que a China diversificará as importações de produtos agrícolas e apoiará as empresas a se integrarem às cadeias de abastecimento de produtos agrícolas globais.

A Xinhua disse ainda que a mensagem foi incluída em um documento oficial “nº 1” que define as prioridades de Pequim para o ano.

Fonte: R7

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A CHINA QUER EVITAR SER CULPADA COMO O LUGAR ONDE COMEÇOU A PANDEMIA

China escondeu informações sobre início da pandemia, diz ONG

Diretor executivo da Human Rights Watch afirma que país não quer ser visto como local de origem da covid-19

INTERNACIONAL

Do R7

Human Rights Watch diz que China escondeu informações da missão da OMS em Wuhan

CNSPHOTO VIA REUTERS – 30.4.2020

A China escondeu informações sobre os primeiros casos de covid-19 há um ano, o que favoreceu os contágios, e voltou a ocultar dados na recente missão de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) a Wuhan, denunciou nesta quinta-feira (18) o diretor executivo da ONG Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth.

“A China, claramente, quer evitar ser culpada como o lugar onde começou a pandemia”, disse Roth, em entrevista coletiva organizada pela Associação de Correspondentes das Nações Unidas (Acanu).

O ativista norte-americano afirmou que o ocultamento durante a missão foi visto, por exemplo, quando Pequim “se recusou a compartilhar informação anônima sobre os primeiros casos”, levando em conta que apenas metade dos 174 identificados inicialmente tinham relação com o mercado Huanan, em Wuhan.

“Houve em Wuhan 92 pacientes internados com sintomas similares aos da covid-19 em outubro e novembro de 2019, mas a China só deu à OMS testes de anticorpos muito mais tarde, não exames ou análises de sangue, provas que teriam mostrado que o surto estava presente um ou dois meses antes da sua admissão”, argumentou.

Além disso, “Pequim continua a insistir na teoria maluca de que a covid-19 poderia ter tido origem no contato com alimentos congelados, apesar de não haver provas de que alguém em qualquer parte do mundo tenha sido infectado desta forma”, disse o chefe da HRW.

Roth criticou também a recente missão de especialistas da OMS e de outras organizações parceiras por “dar credibilidade a essa teoria dizendo que estão investigando, dando uma injecção de propaganda a Pequim em um momento em que deveríamos nos concentrar melhor no que eles estão escondendo”.

O ativista destacou que na missão “não havia nenhum membro de alto cargo da OMS” e denunciou uma “cumplicidade institucional” com a China por “se recusar a dizer algo crítico contra ela” e ajudar nas primeiras semanas do ano passado a rejeitar a possibilidade de transmissão do vírus de humano para humano.

“Em três semanas, em janeiro de 2020, o governo chinês suprimiu informações sobre a transmissão entre humanos, fingindo que todos os casos estavam relacionados com o mercado em Wuhan”, enquanto milhões de pessoas deixaram a cidade, milhares delas para o exterior, recordou Roth.

‘Supressão de informação é ruim’

“Tudo isto mostra que a supressão da informação é ruim para a saúde pública e para nos permitir saber o que aconteceu, algo que é fundamental para evitar uma próxima pandemia de covid-22 ou covid-23”, declarou.

O representante da HRW admitiu que não existem provas de que o vírus causador da covid-19 tenha nascido em laboratório, mas que a falta de transparência chinesa ajuda a alimentar tais suspeitas.

“Quanto mais a China esconde, mais credibilidade dá a estas teorias, pois as pessoas se perguntam o que é que está sendo escondido. Mas isso pode significar que eles apenas querem evitar ser apontados como o local físico onde outra doença infecciosa começou, como aconteceu há quase 20 anos com a Sars”, comentou o ativista americano.

Fonte: R7
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