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PRESIDENTE DA CHINA AFIRMOU, NÃO QUERER CONFLITO COM QUALQUER OUTRA NAÇÃO

China diz que não ter intenção de travar ‘guerra fria ou quente’

Presidente Xi Jinping afirmou em discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas não querer conflito com qualquer outra nação

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

 

Xi Jinping adotou tom conciliador em discurso

Carlos Garcia Rawlins/Reuters – 8.9.2020

O presidente da China, Xi Jinping, disse nesta terça-feira à Assembleia-Geral das Nações Unidas que Pequim “não tem intenção de travar uma guerra fria ou quente com qualquer outra nação”, à medida que as tensões entre a China e os Estados Unidos aumentam.

“Continuaremos a reduzir as diferenças e resolver disputas com outros por meio do diálogo e da negociação. Não buscaremos desenvolver apenas a nós mesmos ou nos envolver em um jogo de soma zero”, disse Xi em discurso gravado para o encontro anual virtual de líderes mundiais durante a pandemia de coronavírus.

A fala de Xi Jinping ocorreu logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerir, na mesma assembleia, que a China tem responsabilidade pela disseminação do coronavírus, o qual chamou de  “vírus chinês”.

Segundo ele, o país asiático proibiu viagens domésticas, mas continuou permitindo voos para o exterior.

Fonte: R7

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PONTO DE VISTA: O DRAGÃO CHINÊS AVANÇA E SORRATEIRAMENTE SE APODERA DA NOSSA SOBERANIA NACIONAL

Caro(a) leitor(a),

Venho, a tempos falando aqui da grande ameaça que a China representa, não apenas para o Brasil, mas para o mundo todo. Não é a toa que países como Estados Unidos, França, Alemanha e Japão já começaram a retirar suas bases operacionais de solo chinês. A china, que foi a origem do coronavírus já se recuperou do impacto da pandemia, sua economia voltou a crescer e suas companhias estão comprando empresas em apuros pelo resto do mundo. No Brasil já comprou várias empresas importantes e estratégicas e continua comprando, inclusive áreas imensas para agricultura. Então, minha gente, é hora de dar um basta nisso.Precisamos abrir o olho parar essa expansão chinesa no nosso país. E isso não só pode, como deve ser feito por nós cidadão através das redes sociais mandando recados aos nossos políticos que estão facilitando as regras e a legislação para dar esse acesso ao governo Chinês. Portanto você que ler o corajoso texto a seguir, do  Cláudio Hellmeister, não deixe que ele corra todo esse risco em vão.Vamos ajudar a divulgar para o máximo de cidadãos brasileiros, pois isso é conscientização, é expansão da consciência e só quando todo cidadão brasileiro tiver acesso ao conhecimento conseguiremos mudar o rum desse país! 

Australianos veem com preocupação crescente influência da China no país - 20/11/2017 - Mundo - Folha de S.Paulo

A INVASÃO SILENCIOSA DO IMPÉRIO CHINÊS QUE NINGUÉM ESTÁ PERCEBENDO

Enquanto o povo se preocupa só com o covid-19 vendo na Globo esquecem que a China já comprou através do Dória:

SABESP- CPTM – COMGAZ – ANEL – MINERADORA DE EXTRAÇÃO DE FERRO EM MINAS GERAIS – TV BAND
CNN
NO PARANÁ COMPRARAM TODA A OPERAÇÃO DE CONTAINERS DO PORTO DE PARANAGUÁ
VAI COMPRAR E PAGAR TODA DIVIDA DA GLOBO
ESTÁ DE OLHO NO NORDESTE ONDE NINGUÉM DA ATENÇÃO VAI COMPRAR MUITAS TERRAS NO NORDESTE PARA PRODUZIR ALIMENTOS PARA SI MESMA ESTA DE OLHO NOS PORTOS QUE SÃO A SAÍDA  DE ALIMENTOS PARA ELES, PRINCIPALMENTE O PORTO DE SANTOS O MAIOR PORTO DA AMÉRICA LATINA  !!
REALIDADE É QUE A CHINA ESTÁ LEGALMENTE COMENDO PELAS BEIRADAS O BRASIL INTEIRO ENQUANTO O POVO SE DISTRAI.
A CHINA VAI TOMAR CONTA DE ÁREAS PRODUTIVAS E NÃO PRODUTIVAS E TRANSFORMA-LAS EM TERRITÓRIO COMUNISTA LEGALIZADO.
ACORDA FORÇAS ARMADAS NOSSA SOBERANIA ESTÁ INDO PRA CHINA MESMO !!
A ÍNDIA  EXPULSOU TODAS AS EMPRESAS CHINESAS QUE LA ESTAVAM, TIVERAM QUE USAR DINHEIRO DE SUAS RESERVAS PARA COMPRAR AS EMPRESAS.
A CHINA ESTÁ COMPRANDO TODAS AS EMPRESAS NÃO ARREMATADAS POR EMPRESAS BRASILEIRAS QUE QUEBRARAM NO BRASIL A PREÇO DE BANANA !!
Com certeza só estão ajudando a prorrogar esta Pandemia no Brasil pra que os empresários chineses venham e comprem todas as empresas quebradas junto com políticos corruptos, e que toda esquerda tem camuflada no Brasil através de promessas comunistas façam e já fazem como nosso Governador DÓRIA está vendendo o Estado mais rico do Brasil para os chineses.
QUANDO O POVO ACORDAR  SERÁ TARDE !!!
Por Cláudio Hellmeister
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VOOS SAÍDOS DO BRASIL PARA OS EUA TÊM NOVA POLÍTICA DE RESTRIÇÃO

Estados Unidos mudam política de restrição para voos saídos do Brasil

Mudança anunciada neste sábado, e que também vale para China, Irã, Reino Unido e Irlanda do Norte, valerá a partir de segunda-feira (14)

INTERNACIONAL

Do R7, com Agência Brasil

Voos brasileiros estavam proibidos desde maio

Os Estados Unidos decidiram modificar a restrição de chegada para alguns tipos de voos saídos do Brasil por conta da pandemia do novo coronavírus. O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA anunciou neste sábado (12) a mudança, que valerá a partir de segunda-feira (14).

Além do Brasil, também foram incluídos na decisão a China (excluindo as regiões administrativas de Hong Kong e Macau), Irã, região Schengen da Europa, Reino Unido (excluindo territórios estrangeiros fora da Europa) e Irlanda do Norte.

A liberação muda a distribuição dos locais onde esses voos, com passageiros que estiveram nos territórios cidados nos 14 dias anteriores à chegada, poderão pousar. Até então, eles podiam descer em apenas 15 aeroportos espalhados pelos EUA. A partir de agora, essa restrição não será mais aplicada.

A medida, no entanto, não libera a entrada para todos os cidadãos estrangeiros, como chegou a ser noticiado. Poderão entrar no território norte-americano apenas cidadãos dos EUA ou estrangeiros com visto de residência permanente e seus familiares próximos, como vem acontecendo desde maio.

A região Schengen da Europa é composta por Alemanha, Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Hungria, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça.

A restrição de voos saídos do Brasil teve início em 28 de maio. Outros países tiveram a restrição imposta antes. O governo dos EUA informou que está mudando sua estratégia em relação à prevenção da covid-19 e “priorizando outras medidas de saúde pública” para reduzir o risco de transmissões relacionadas a viagens. Segundo o governo, há um melhor entendimento sobre as formas de transmissão do vírus.

“Hoje temos um melhor entendimento sobre a transmissão da covid-19, que indica que sintomas baseados em processos de triagem tem eficácia limitada porque pessoas com covid-19 podem não ter sintomas ou febre no momento da triagem, ou apenas sintomas leves”, informou a embaixada dos EUA no Brasil.

Dentre as ações a serem adotadas pelos Estados Unidos a partir de agora estão a prestação de informações sobre saúde para passageiros antes, durante e depois do voo; a possibilidade de testagem para reduzir o risco de transmissões do vírus, a ampliação dos treinamentos e informações para parceiros do setor de transporte e portos para garantir o reconhecimento da doença e imediata notificação ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); recomendações depois da chegada de passageiros para que monitorem a si mesmos e tomem precauções, incluindo ficar em casa por até 14 dias, dentre outras medidas.

 

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EUA E CHINA ACEITAM VOLTAR A NEGOCIAR E DESTACAM PROGRESSOS

EUA e China discutem acordo comercial e destacam progressos

Também foi discutido o “significativo aumento” de compras por Pequim de produtos americanos, além de ações que devem ser feitas no futuro

ECONOMIA

por 

Agência Estado

EUA e China aceitam voltar a negociar

O representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, participaram de reunião virtual com o vice-premiê da China Liu Hu, informou o escritório de Lighthizer, em comunicado. Segundo a nota, o encontro tratou da implementação da “fase 1” do acordo comercial entre as duas maiores economias do planeta.

O texto destaca que os dois lados identificaram progressos na área e estão comprometidos em tomar os passos necessários para garantir o sucesso do pacto. Também foi discutido o “significativo aumento” de compras por Pequim de produtos americanos, além de ações que devem ser feitas no futuro.

“As partes abordaram passos dados pela China para efetuar as mudanças estruturais exigidas pelo acordo que irão assegurar maior proteção para direitos de propriedade intelectual, remover os impedimentos para companhias americanas nas áreas de serviços financeiros e agricultura e eliminar a transferência forçada de tecnologia”, destaca o comunicado.

Fonte : R7
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ANIMOSIDADE INTENSIFICADA NA PANDEMIA ENTRE EUA E CHINA LEVOU AO FECHAMENTO DE CONSULADOS NESTES PAÍSES

Como países abrem — e fecham — embaixadas e consulados

Animosidades entre Estados Unidos e China se intensificaram desde o início da pandemia e levaram ao fechamento de consulados nestes países

INTERNACIONAL

Alvaro Gadelha*, do R7

 

Trabalhadora limpa calçada em frente ao Consulado fechado dos EUA em Chengdu, ChinaTrabalhadora limpa calçada em frente ao Consulado fechado dos EUA em Chengdu, China

Em 2020 as relações internacionais têm sido abaladas com o embate indireto de  das duas maiores potências mundiais — EUA e China — , em um cenário agravado, em parte, pela pandemia do novo coronavírus. O confronto, comparado a uma Guerra Fria, resultou no fechamento do consulado americano em Chengdu, na última segunda-feira (27), e antes do consulado chinês em Houston, na última sexta-feira (24).

Mas como essas instituições que simbolizam as relações diplomáticas podem ser alvo de desentendimentos entre os dois países?

Dois tipos de órgãos tratam dessas relações bilaterais em solo internacional, cada um deles com funções diferentes: as embaixadas e os consulados. “A embaixada cuida dos temas que dizem respeito a Estados. Os consulados cuidam mais dos temas que envolvem pessoas”, explica Fausto Godoy, professor de Relações Internacionais da ESPM SP.

Função

Os temas políticos, econômicos e sociais, são responsabilidade da Embaixada, que serve como representação do Estado, preocupando-se com decisões políticas locais que interessem o país representado e promoções econõmicas para firmar acordos e participações no mercado.

Por outro lado, os consulados cuidam da assistência dos cidadãos de um dos países representados nessa relação, cuidando da emissão de passaportes e das questões legais de casamentos e nascimentos, por exemplo.

Uma dúvida comum é sobre a soberania em relação ao espaço físico das embaixadas e consulados. Ou seja, a qual dos dois países aquele terreno pertence.

Esses locais não são considerados terrirório estrangeiro. Apenas a residência do embaixador é considerada como território com imunidade diplomática, não o local onde ele trabalha.

EUA e China

O que implica a criação de uma dessas instituições — e também o seu fechamento — é a proximidade entre os países envolvidos, sendo que sua abertura depende da autorização de quem as receberá.

“Quanto mais densas as relações, maior tende a ser o número de consulados. As relações entre Brasil e EUA são densas e, portanto, existem muitos consulados brasileiros em diferentes regiões dos EUA”, acrescenta Godoy

Sendo assim, as animosidades entre China e EUA provocaram uma maior dificuldade legal, econômica e social para os cidadãos dos dois países, ao interferirem justamente no órgão que lida com estas situações ligadas aos indivíduos.

Porém, Godoy afirma que o impacto político seria outro caso as instituições alvo desses países fossem embaixadas. “Fechar a embaixada significaria romper as relações. Não é o caso quando se fecha um consulado, pois vários são fechados por questões administrativas, e não políticas”, conclui.

Fonte: R7

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SECRETÁRIO DE ESTADO NORTE-AMERICANO AFIRMOU QUE EXISTE APOIO INTERNACIONAL PARA AS POLÍTICAS APLICADAS PELOS EUA CONTRA A CHINA

Pompeo: atuação dos EUA contra a China tem apoio de outros países

Nos últimos dias, Washington e Pequim fecharam consulados respectivos, os EUA o da China em Houston, e a China o norte-americano em Chengdu

INTERNACIONAL

por 

Reuters – Internacional

 

Pompeo falou sobre a China na audiência do orçamento anual do Departamento de EstadoPompeo falou sobre a China na audiência do orçamento anual do Departamento de Estado

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse nesta quinta-feira (30) que “a maré está virando” para a China ao afirmar que existe apoio internacional para as políticas aplicadas pelos Estados Unidos contra o país asiático.

Os EUA intensificaram as manobras militares marítimas no Mar do Sul da China e vem fazendo uma campanha de oposição e ameaças de sanções contra a compra e uso de tecnologia chinesa 5G por outros parceiros comerciais da China.

Como reflexo das tensões crescentes entre Washington e Pequim, Pompeo adotou uma linha dura contra a China durante um depoimento ao Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA.

“Vemos o Partido Comunista chinês como ele é: a ameaça central de nossos tempos”, disse Pompeo.

Nos últimos dias, Washington e Pequim fecharam consulados respectivos –os EUA o da China em Houston, e a China o norte-americano em Chengdu–, e recentemente Pompeo anunciou o fim do status comercial especial de Hong Kong.

“Fechamos o consulado de Houston porque era um antro de espiões”, afirmou.

Ele não quis tratar diretamente das reportagens segundo as quais a Rússia ofereceu recompensas pelo assassinato de soldados dos EUA no Afeganistão. “As devidas pessoas estão cientes de qualquer ameaça a nossos soldados em ação no Afeganistão”, disse ele em resposta a uma pergunta do senador Bob Menendez, o democrata mais graduado do comitê.

Debate sobre orçamento

Pompeo depôs publicamente em uma audiência do Comitê de Relações Exteriores do Senado pela primeira vez em 15 meses e debateu o pedido de orçamento anual do Departamento de Estado.

O governo do presidente Donald Trump vem tentando reduzir este orçamento desde que ele tomou posse, o que o Congresso tem rejeitado todos os anos. Parlamentares democratas disseram à audiência que tampouco apoiarão cortes profundos neste ano.

Na semana passada, os democratas do comitê divulgaram um relatório que criticou duramente o período de Pompeo no cargo, dizendo que ele prejudicou a capacidade do departamento para conduzir a diplomacia deixando postos desocupados durante meses, tratando mal diplomatas de carreira e incentivando uma cultura de retaliação.

Parlamentares também perguntaram ao secretário a razão de Trump ter demitido abruptamente Steve Linick, o inspetor-geral do departamento, em maio enquanto ele investigava vendas de armas à Arábia Saudita e alegações de que o próprio Pompeo ordenou indevidamente que um subordinado pago pelos contribuintes se encarregasse de tarefas pessoais.

Pompeo negou irregularidades, repetindo afirmações anteriores de que Linick vazou informações indevidamente.

Fonte: R7

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: NO DIA MUNDIA DO TIGRE 2020 A TAILÂNDIA COMEMORA AVISTAMENTOS DE NOVOS VÁRIOS TIGRES NO OESTE DO PAÍS

Na nossa coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE desta quinta-feira temos uma excelente notícia vinda da Tailândia sobre avistamentos de novos vários tigres no oeste do país. No lançamento do primeiro Dia Internacional do Tigre, os governos dos 13 países da região resolveram dobrar o número de tigres até 2022. Outra grande notícia e a natureza agradece.

Boas notícias para populações de tigres surgindo na Índia e descobertas na Tailândia – no Dia Mundial do Tigre 2020

 

Em um momento de triunfo para as espécies ameaçadas, novas fotos divulgadas hoje no Dia Mundial do Tigre 2020 revelaram avistamentos de vários novos tigres em uma região do oeste da Tailândia pela primeira vez em quatro anos.

Emitidos para o aniversário de 10 anos de conscientização global em torno de tigres, os vídeos e fotos de alta definição foram obtidos com armadilhas fotográficas remotas utilizadas como parte de um programa contínuo de monitoramento da vida selvagem pelo Departamento de Parques Nacionais, Vida Selvagem e Conservação de Plantas (DNP) da Tailândia, Panthera, um grupo global de conservação de gatos selvagens, e a Sociedade Zoológica de Londres (ZSL).

A região é adjacente à maior população remanescente e apenas à segunda população reprodutora de tigres da Indochina no mundo.

” Esses avistamentos são extremamente encorajadores para o futuro dos tigres em nosso país e além”, disse o chefe da Divisão de Pesquisa da Vida Selvagem do DNP, Dr. Saksit Simcharoen.

Os parceiros esperam finalmente alcançar a meta da Tailândia de aumentar a população de tigres em 50% até 2022.

O Dr. John Goodrich, da Panthera, declarou: “Em um mar de notícias que põe em dúvida o futuro da vida selvagem do nosso planeta, esse desenvolvimento é um sinal bem-vindo de esperança e possível virada da maré para o tigre em extinção na Tailândia”.

Panthera

Na primeira cúpula global de tigres e no lançamento do primeiro Dia Internacional do Tigre, os governos dos 13 países da região resolveram dobrar o número de tigres até 2022 – e foram feitos “grandes” progressos.

“Os tigres finalmente estão voltando de maneira notável em grande parte do sul da Ásia, Butão, Rússia e China”, disse o WWF em comunicado hoje.

O Nepal informou que foi o primeiro país a dobrar sua população de tigres em 2019 , mas a Índia, em particular, vem divulgando seu sucesso.

Um censo de tigres divulgado no ano passado na Índia, onde 70% dos tigres estão localizados, relatou que as populações quase dobraram em 12 anos – de 1.400 para quase 3.000 em 2019.

Em 1973, a Índia tinha apenas 9 reservas de tigres, mas hoje o país tem 50 reservas, com um total de 2.967 tigres, informou ontem o ministro da Floresta e Meio Ambiente da União Prakash Javadekar.

Cerca de 3.900 tigres permanecem em estado selvagem em todo o mundo, de acordo com o World Wildlife Fund.

ASSISTA ao vídeo da armadilha da câmera HD… ( Foto principal de Vincent van Zalinge na Índia )

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: MAIS UM HERÓI SALVA GAROTO DE 2 ANOS QUE CAIU DO 4º ANDAR

Em Huai’an, na China, um garoto de 2 anos de idade despencou do 4º andar de um edifício e foi salvo por homem que o agarrou antes de colidir com o chão. Este é o destaque desta terça-feira da coluna BOAS NOTÍCIAS. Leia o artigo completo a seguir e assista ao vídeo da ocorrência!

Homem agarra menino de 2 anos que caiu do 4º andar: vídeo

Um vídeo impressionante mostra o momento em que um homem salva a vida de menino de 2 anos que escorregou e caiu do 4º andar de um prédio.

Ele viu a criança pendurada no ar-condicionado da varanda, do lado de fora do apartamento e quando percebeu o perigo, o herói sem capa ficou de prontidão lá embaixo, esperando para agarrá-la quando caísse. E foi o que aconteceu.

Na queda, o menino rodou várias vezes no ar até cair nos braços do seu salvador. (vídeo abaixo)

Não pergunte como ele aguentou o peso, já que uma criança de 2 anos pesa em torno de 12kg, mais o impacto dela na queda livre de uma altura de 12 metros, aproximadamente.

Assim que agarrou o menino, o homem colocou a criança no ombro e foi amparado por vizinhos, que acompanhavam tudo de perto.

Como

O caso aconteceu em Huai’an, na China.

As imagens foram divulgadas este mês pelo New York Post.

A criança teria trancado a avó pra fora do apartamento e depois subido pela janela, informou o New York Post.

Felizmente, o salvador e o menino passam bem.

O homem está sendo chamado de herói na cidade.

Assista:

 

Com informações do NYP e SunnySkyz

Fonte: Só Notícia Boa

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ATIVISTAS LANÇARAM CAMPANHA EM QUE ACUSAM A APPLE E A NIKE DE SE BENEFICIAREM DA EXPLORAÇÃO DE GRUPO MINORITÁRIO MUÇULMANO NA CHINA

 

Apple e Nike são acusadas de usar ‘trabalho forçado’ de minoria muçulmana na China

Ativistas acusaram as empresas ocidentais de “apoiar e se beneficiar” dos abusos da minoria muçulmana chinesa

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

 

Gigantes americanas são acusadas de terem fornecedores que praticam trabalho forçado na ChinaGigantes americanas são acusadas de terem fornecedores que praticam trabalho forçado na China

Gigantes corporativas, incluindo a Nike, enfrentam crescentes pedidos para cortar relações com fornecedores acusados de explorar “trabalho forçado” do povo uigur, na China.

Ativistas lançaram uma campanha acusando empresas de “apoiar e se beneficiar” da exploração do grupo minoritário muçulmano.

Os Estados Unidos também aumentaram a pressão econômica, alertando as empresas a recusarem negócios em Xinjiang por conta dos abusos.

A Nike e outras marcas disseram que estão monitorando o problema.

A Nike afirmou estar “fazendo investigações contínuas com nossos fornecedores na China para identificar e avaliar riscos potenciais relacionados ao emprego de uigures ou outras minorias étnicas”.

A empresa disse que não recebe materiais diretamente de Xinjiang, a região no oeste da China que abriga grande parte da população uigure do país e onde muitas das fábricas a usam como mão-de-obra.

A Apple também disse que está investigando as acusações. “Não encontramos indícios de trabalho forçado nas linhas de produção da Apple e planejamos continuar monitorando”, afirmou a empresa.

Políticos e ativistas dizem que as empresas precisam fazer mais se não quiserem ser cúmplices dos abusos dos direitos humanos pelo governo chinês.

“As marcas e os varejistas deveriam ter encerrado isso há muito tempo, mas não fizeram e é por isso que essa exposição pública é importante e necessária”, disse Chloe Cranston, da Anti-Slavery International, uma das mais de 180 organizações envolvidas na campanha.

“Não se trata apenas de cortar os negócios com um fornecedor. É adotar uma abordagem abrangente.”

O que está acontecendo em Xinjiang?

Relatórios do Australian Strategic Policy Institute (ASPI) do Congresso americano, entre outros, revelaram que milhares de uigures foram transferidos para trabalhar em fábricas em toda a China, sob condições nas quais o relatório da ASPI dizia “indicar fortemente o trabalho forçado”. Isso ligou essas fábricas a mais de 80 marcas de destaque, incluindo Nike e Apple.

A China, que acredita-se ter detido mais de um milhão de uigures em campos de “reeducação” em Xinjiang, descreveu seus programas — que incluem supostamente uma esterilização forçada — como treinamento e educação no trabalho.

As autoridades dizem que estão respondendo aos “riscos de extremismo” e negaram acusações sobre supostos campos de concentração.

Omer Kanat, diretor-executivo da Uyghur Human Rights Project, disse que fazer com que as empresas desviem seus negócios de Xinjiang é fundamental para convencer o governo chinês a mudar suas políticas.

“Até agora, houve condenações sobre o que o governo chinês está fazendo, mas não houve nenhuma ação”, disse ele à BBC. “O governo chinês não fará nada a menos que haja alguns impactos reais, portanto, mirar nas empresas significa muito.”

O que os governos estão fazendo?

Os Estados Unidos estão aumentando a pressão econômica relacionada à questão de Xinjiang.

Este mês, o país alertou as empresas que fazem negócios em Xinjiang.

As autoridades de fronteira americanas também apreenderam um carregamento de 13 toneladas de cosméticos produzidos na região com um valor estimado de US$ 800 mil (cerca de R$ 4,1 bilhões).

Já o Departamento de Comércio colocou em uma lista negra mais 11 empresas — fornecedores que trabalham com companhias como a Apple —, uma medida que limita a capacidade dessas empresas para comprar produtos americanos.

Os parlamentares do Congresso dos Estados Unidos estão avaliando criar uma legislação que proíba explicitamente as importações de Xinjiang, enquanto os políticos americanos e da Europa também elaboram uma legislação que forçaria as empresas a monitorar a questão mais de perto.

“Empresas de todo o mundo devem reavaliar suas operações e cadeias de fornecedores e encontrar alternativas que não explorem o trabalho e violem os direitos humanos do povo uigure”, disse o congressista americano James McGovern, que lidera um comitê na China.

Kanat disse acreditar que um movimento internacional está crescendo nesse sentido, apontando para comentários recentes do secretário das Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Raab, que acusou a China de violações “grosseiras e notórias” dos direitos humanos e disse que sanções não podem ser descartadas.

“Isso é encorajador”, disse ele. “É o primeiro passo.”

O que as empresas dizem?

A campanha ativista está focada em marcas de roupas porque Xinjiang produz a maior parte do algodão da China, responsável por cerca de 20% do suprimento mundial.

As empresas de vestuário disseram que estão levando o problema a sério.

A Nike disse que, depois de questionar um de seus fornecedores, o Taekwang Group, sobre o assunto, a empresa parou de recrutar funcionários de Xinjiang em uma de suas fábricas.

A empresa de roupas esportivas disse que o Taekwang afirmou que esses trabalhadores “tinham a possibilidade de encerrar ou estender seus contratos a qualquer momento”.

“Isso continua sendo uma questão de importância crítica”, afirmou a empresa. “Continuamos a recorrer à orientação de especialistas e estamos trabalhando com marcas e outras partes interessadas para considerar todas as abordagens disponíveis para lidar com essa situação de forma responsável”.

A Gap também disse que tem políticas que proíbem trabalho involuntário em sua cadeia de suprimentos e não compra roupas diretamente de Xinjiang.

“Também reconhecemos que uma quantidade significativa do suprimento mundial de algodão é cultivado e distribuído por lá”, acrescentou.” Portanto, estamos tomando medidas para entender melhor como nossa cadeia de suprimentos global pode ser impactada indiretamente “.

Outras empresas contestaram as alegações de que suas cadeias de suprimentos estavam contaminadas por trabalho forçado .

A Adidas disse que nunca havia comprado produtos de Xinjiang e que a empresa citada no relatório da ASPI alegou falsamente ser um fornecedor.

“Os padrões da Adidas no local de trabalho proíbem estritamente todas as formas de trabalho forçado e prisional e são aplicáveis ​​a todas as empresas da nossa cadeia de suprimentos”, acrescentou. “O uso de trabalho forçado por qualquer um de nossos parceiros resultará no término da parceria.”

A Apple disse que não encontrou nenhum problema, apesar de realizar várias auditorias surpresa em seu fornecedor de longa data O-Film — uma das empresas citadas pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos.

Algumas das empresas chinesas acusadas de usar trabalho forçado de trabalhadores uigures também contestaram as alegações.

“Nós absolutamente não temos, não usamos e nunca usaremos trabalho forçado em nenhum lugar de nossa empresa”, disse a Esquel Group, fabricante de camisas de Hong Kong, que supostamente é fornecedora de marcas como Lacoste.

Ela acrescentou que ficou “profundamente ofendida” pela decisão dos EUA de adicioná-la à sua lista negra de importações nesta semana.

“Estamos trabalhando com todas as autoridades relevantes para resolver a situação e continuamos comprometidos com Xinjiang, pois temos orgulho de nossa contribuição para a região nos últimos 25 anos”.

Fonte: R7

 

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O FECHAMENTO IMEDIATO DO CONSULADO DA CHINA EM HOUSTON AUMENTA AS TENSÕES DIPLOMÁTICA ENTRE OS DOIS PAÍSES

 

EUA ordenam fechamento de consulado da China no Texas

Encerramento das atividades da representação chinesa em Houston é para proteger propriedade intelectual e informações privadas, diz EUA

INTERACIONAL

Do R7

Fechamento aumenta tensão entre EUA e ChinaFechamento aumenta tensão entre EUA e China

O governo dos Estados Unidos ordenou o fechamento imediato do consulado da China em Houston, Texas, em um movimento inesperado e que aumenta as tensões diplomáticas entre os dois países.A ordem de suspender toda e qualquer atividade no consulado foi primeiro denunciada pelo Ministério das Relações Exteriores chinês e, depois, confirmada por uma porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.O fechamento unilateral em um tempo tão curto é uma medida sem precedentes”, disse o porta-voz da chancelaria chinesa, Wang Webin. Em uma declaração oficial, o ministério diz que esta é “uma política de provocação unilateral dos EUA que viola seriamente as leis internacionais”.

O Departamento de Estado dos EUA justificou a medida dizendo que se trata de uma ação para proteger a propriedade intelectual e informações privadas do país.

Durante a madrugada, foi registrado um incidente com fogo no consulado chinês em Houston, que teve a intervenção de bombeiros. Durante a cobertura, a mídia local mostrou imagens do que seriam funcionários do consulado queimando documentos. A polícia de Houston disse ao canal local da rede de TV Fox que a queima de documentos estaria ocorrendo por conta da ordem de despejo.

Fonte: R7

 

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