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HOMEM MAIS VELHO DO MUNDO RECONHECIDO PELO GUINNESS BOOK COMEMORA ANIVERSÁRIO DE 113 ANOS

Homem mais velho do mundo comemora aniversário de 113 anos

Juan Vicente Pérez Mora nasceu em 27 de maio de 1909. Desde 2020, esperava a certificação do livro dos recordes

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE e AFP

Juan Vicente Pérez Mora, de 113 anos, o homem mais velho do mundo

JOHNNY PARRA/EFE

O venezuelano Juan Vicente Pérez Mora, o homem mais velho do mundo reconhecido pelo Guinness Book, o livro dos recordes, completa nesta sexta-feira (27) 113 anos e vai comemorar a data com uma série de eventos em seu estado natal, Táchira.

A celebração de mais um ano de vida de Tio Juan, como é conhecido na região onde vive, contará com cerimônia religiosa, apresentação de banda e número de dança liderado por sua neta. Autoridades locais e estaduais foram convidadas para o aniversário.

O homem nasceu em 27 de maio de 1909. Desde 2020, esperava a certificação do recorde de homem mais velho do mundo pelo Guinness, que foi oficializada em 17 de maio.

Pérez foi casado por 60 anos, e sua esposa faleceu há 25. Desse casamento nasceram 11 filhos, que deram a Pérez 41 netos, 18 bisnetos e 12 tataranetos.

Sua família se sente “muito grata pela saúde” que Pérez tem, segundo uma de suas filhas, Nelyda. O homem quer ser lembrado como uma pessoa trabalhadora, fiel à sua esposa e à sua profunda devoção religiosa.

Até janeiro passado, o homem mais velho do mundo era o espanhol Saturnino de la Fuente García, nascido em 11 de fevereiro de 1909. Ele também tinha 112 anos, e faltava pouco menos de um mês para completar 113 quando faleceu.

A pessoa viva mais velha do mundo é uma francesa nascida em 11 de fevereiro de 1904. Ela tem 118 anos.

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MOMENTO ESPETACULAR: BRASILEIRA MAYA GABEIRA SURFA A MAIOR ONDA DO MUNDO E ENTRA PARA GUINNESS WORLD RECORDS

UM FEITO DIGNO DE FIGURAR NO GUINNESS BOOK É O DESTAQUE DA NOSSA COLUNA MOMENTO ESPETACULAR DESTA QUINTA-FEIRA E COMO SE NÃO BASTASSE UM RECORDE BRASILEIRO E MAIS AINDA UM RECORDE MUNDIAL DE UMA BRASILEIRA. A BRASILEIRA MAYA GABEIRA BATEU O RECORDE DOS RECORDES, POIS COM UMA ONDA DE 22,4 M DE ALTURA SUPEROU O RECORDE MUNDIAL MASCULINO COM UMA ONDA DE APENAS 21 M. UM SHOW PRA NINGUÉM BOTAR DEFEITO. PORTANTANO, NÃO PERCA, ASSISTA AO VÍDEO A SEGUIR. PARABÉNS MAYA!

BRASILEIRA ENTRA PRO GUINNESS POR SURFAR MAIOR ONDA DA HISTÓRIA: VÍDEO

O Big Waves Awards 2020, considerado o Oscar das ondas gigantes, confirmou: a brasileira e surfista profissional, Maya Gabeira, fez história no esporte e vai para o Guinness.

Maya foi premiada na categoria “Maior Onda do Big Arwards 2020”. Ela bateu o próprio recorde mundial feminino na semana passada ao pegar uma onda de 22,4 metros de altura, equivalente a um prédio de 7 andares. (vídeo abaixo)

Assim, a WSL – World Surf League – validou e a Maya Gabeira vai para o Guinness World Records com o título de Maior Onda Surfada – Sem Limites – Feminino.

Próprio recorde

O recorde anterior também era dela, quando surfou em uma onda de 20 metros em 2018, no mesmo local, em Nazaré, Portugal.

As divisões masculina e feminina são separadas no Big Wave Awards, mas a onda de Maya neste ano superou a do vencedor entre os homens – o havaiano Kai Lenny, com uma onda de 21 metros.

“Uma mulher surfou a maior onda do ano no geral.  Era algo que eu havia sonhado anos atrás, mas não como algo realista. Não houve representação para eu acreditar que era possível”, disse a campeã brasileira.

“Eu apenas pensei que era tão irreal, mas ver isso acontecer foi incrível. Esse é um esporte extremamente dominado pelos homens, então ter uma mulher capaz de representar isso é bastante raro”, comemorou Maya.

Veja:

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CONHEÇA ESTRADA BOLIVIANA CONSIDERADA UMA DAS MAIS PERIGOSAS DO MUNDO

A estrada mais perigosa do mundo

Ela fica na Bolívia, tem 64 quilômetros e apenas três metros de largura

Uma estrada boliviana construída por prisioneiros de guerra paraguaios depois da Guerra do Chaco (1932-1935) é considerada uma das mais perigosas do mundo.

A pista tem apenas três metros de largura | Foto: Reprodução/Flickr

A estrada vai de La Paz, principal cidade da Bolívia, para uma região conhecida como Yungas. Ela tem 64 quilômetros e uma descida acentuada de 3,5 mil metros. Partes da rodovia têm apenas três metros de largura, há uma série de curvas fechadas e cantos cegos, além cachoeiras que escorrem pelas rochas.

Barreiras de segurança são raras. Ao longo do trecho, mais comum, são santuários à beira da estrada: cruzes brancas, cachos de flores e fotos.

Depois do trecho inicial até o topo da montanha é apenas pista de terra. E ainda, é uma rota importante para caminhões e ônibus. No começo dos anos 2000, estimava-se que 200 a 300 pessoas morriam na estrada.

Ela ainda é uma rota importante para caminhões e ônibus | Foto: Reprodução Flickr

A reputação macabra da estrada tornou-a uma espécie de atração turística e atrai um fluxo constante de viajantes. Em 1995, o Banco Interamericano de Desenvolvimento o batizou de “o caminho mais perigoso do mundo”.

A rota também é a porta de entrada para as Yungas (“terras quentes” na língua indígena de Aymara, falada por 1,7 milhão de bolivianos): regiões com ouro e a planta coca.

Uma parte importante de seu trecho é de terra | Foto: Reprodução/Flickr

Uma corrida do ouro está em andamento em partes do Yungas e da Amazônia boliviana, desencadeada pelo aumento dos preços do minério depois da crise financeira global de 2007-2008.

Grande parte da mineração é ilegal e ligada ao crime organizado, às vias navegáveis envenenadas e ao aumento do desmatamento, como destacado em um relatório de 2018 do Projeto de Informação Geo-Referencial Da Amazônia, uma coalizão de organizações da sociedade civil.

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HOTEL EM GRAMADO FOI ESCOLHIDO O SEGUNDO MELHOR DO MUNDO EM 2022, SEGUNDO SITE TRIP ADVISOR

Por g1 RS

 

Fachada do Hotel Colline de France, em Gramado, é inspirada na arquitetura de hotéis da França — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoFachada do Hotel Colline de France, em Gramado, é inspirada na arquitetura de hotéis da França — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Um hotel de Gramado, na Serra do Rio Grande do Sul, foi escolhido o segundo melhor do mundo em 2022 de acordo com uma votação feita anualmente por turistas no site TripAdvisor, especializado em viagens. O Hotel Colline de France, inaugurado em novembro de 2018, havia ficado no topo do ranking no ano passado, e, desta vez, ficou atrás apenas do Tulemar Bungalows & Villas, localizado no litoral da Costa Rica

Com arquitetura e decoração inspiradas nas construções francesas do século XIX, o hotel brasileiro tem diárias que variam entre R$ 900 e R$ 4 mil e já recebeu em suas dependências nomes como Glória Maria, Dira Paes, Eduardo Moscovis, Edson Celulari, Ana Hickman, Danielle Winits e a dupla sertaneja Cesar Menotti e Fabiano.

“Acredito que alguns dos diferenciais do hotel são a decoração inspirada no Segundo Império Francês, o cuidado que temos com os hóspedes e a sofisticação das suítes e das áreas comuns. Há uma dedicação em atender as particularidades de cada hóspede, seja atendendo particularidades de restrição alimentar, surpreendendo em datas especiais ou buscando entender anseios particulares de cada um”, explica Márcio Santos, gerente do hotel.

O levantamento é feito com base nas avaliações e opiniões publicadas em todo o mundo por clientes do Tripadvisor durante um período de 12 meses. Com 2,4 mil avaliações no site, o Colline de France tem uma avaliação média de cinco estrelas — são apenas quatro avaliações de quatro estrelas e nenhuma abaixo disso.

Jardim do Hotel Colline de France, com inspiração em estabelecimentos da França — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoJardim do Hotel Colline de France, com inspiração em estabelecimentos da França — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Com 34 suítes, o hotel aposta no atendimento personalizado. Há cinco tipos de hospedagens, que se adaptam ao tamanho e às necessidades de cada hóspede. A maior demanda de clientes, claro, acontece no inverno — mas a sazonalidade das buscas vem diminuindo, garante Márcio.

Gramado já sofreu com grandes baixas durante o verão, quando o pessoal procurava mais cidades litorâneas, mas ultimamente a região desenvolveu atrativos e eventos para o público vir durante o ano inteiro. Existe uma demanda maior durante o inverno e nos dias próximos ao Natal Luz, mas a baixa temporada já não é mais tão baixa”, sustenta.Uma das suítes do Hotel Colline de France, em Gramado — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoUma das suítes do Hotel Colline de France, em Gramado — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

O estabelecimento é um sonho do casal Jonas e Ana Clara Tomazi, ambos apaixonados pela França e com algumas viagens para o país no currículo. Além da decoração e da arquitetura, a gastronomia do hotel também é inspirada no país europeu, com uma chef formada na França responsável pelo cardápio. Inaugurado em 2018, o hotel sofreu com as dificuldades da pandemia logo no seu início.

“Depois da inauguração, já veio a pandemia. Superamos alguns percalços neste tempo de funcionamento, mas crescemos. Inauguramos uma área de jardim e estamos prestes a finalizar uma área de piscina térmica e de sauna”, observa o gerente

Suítes do Hotel Colline de France, em Gramado, custam a partir de R$ 900 por dia — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoSuítes do Hotel Colline de France, em Gramado, custam a partir de R$ 900 por dia — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Confira a lista dos 10 melhores hotéis do mundo, segundo o TripAdvisor

  1. Tulemar Bungalows & Villas, no Parque Nacional Manuel Antonio (Costa Rica)
  2. Hotel Colline de France, em Gramado (Brasil)
  3. Ikos Aria, em Kefalos (Grécia)
  4. Romance Istanbul Hotel, em Istambul (Turquia)
  5. THE OMNIA, em Zermatt (Suíça)
  6. Kayakapi Premium Caves – Cappadocia, em Ürgüp (Turquia)
  7. Six Senses Laamu, na ilha de Olhuveli (Maldivas)
  8. Hamanasi Adventure and Dive Resort, em Hopkins (Belize)
  9. Padma Resort Ubud, em Payangan (Indonésia)
  10. BLESS Hotel Madrid, em Madri (EspanhSaguão do Hotel Colline de France, em Gramado, conta com obras de arte e muito dourado — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoSaguão do Hotel Colline de France, em Gramado, conta com obras de arte e muito dourado — Foto: Felipe Valduga/Divulgação
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BOAS NOTÍCIAS: ESTUDOS DO ACADÊMICO HANS ROSLING DEMONSTRAM QUE O MUNDO ESTÁ MELHORANDO

Na sessão BOAS NOTÍCIAS desta quarta-feira temos um notícia espetacular. O mundo está melhorando, constata o acadêmico sueco Hans Rosling, apesar das inúmeras notícias ruis que a imprensa midiática espalha pelo mundo. Leia reportagem completa, a seguir e veja porque.

O mundo está melhorando, comprova levantamento

Imagem de capa para O mundo está melhorando, comprova levantamentoFoto: Pixabay

Pode não parecer, mas o mundo está melhorando sim! Apesar de tanta notícia ruim que a mídia comum derrama diariamente na cara da gente, números oficiais comprovam que está acontecendo uma evolução silenciosa, que cresce a cada década.

É o que mostra um levantamento feito pelo acadêmico sueco Hans Rosling em seu livro Factfulness – factualidade, em tradução livre.

Na publicação, Hans mostra gráficos que comprovam questões importantes como o aumento da expectativa de vida, as reduções da mortalidade infantil, da desigualdade social, da pobreza extrema, dos conflitos/guerras e o avanço da democracia.

Veja os principais pontos do livro:

1. Aumenta a expectativa de vida 

Durante a Revolução Industrial, em 1.770, a expectativa de vida nos países europeus não ultrapassava 35 anos. As taxas muito altas de mortalidade infantil e morte de mulheres durante o parto diminuíam. Doenças comuns na época e erradicadas hoje, como varíola ou peste, também eram um grande problema. A expectativa de vida hoje passa dos 80 anos na Europa, Oceania, Américas, Ásia e Rússia. Na África chega aos 60 anos.

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2. Cai a mortalidade infantil 

Há mais de um século, a taxa de mortalidade infantil ultrapassava 10%, mesmo em países com alto nível de renda, como os Estados Unidos e o Reino Unido. Graças à medicina moderna, à previdência social e saúde pública, esse número foi reduzido nos países ricos até quase ser eliminado. Além disso, as economias em desenvolvimento, como a Índia e o Brasil, têm taxas de mortalidade infantil muito menores do que as economias hoje desenvolvidas tinham há um século, com um nível de renda muito semelhante. A taxa hoje é inferior a 10% em todos os países.

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3. Índices de natalidade em queda

Embora muitas pessoas estejam preocupadas com o crescimento da população mundial, a realidade é que as taxas de natalidade diminuíram consideravelmente. As estimativas de longo prazo da Organização das Nações Unidas indicam que a população mundial se estabilizará em cerca de 11 bilhões até o final deste século. Em muitos países em desenvolvimento, como o Brasil, a China e várias nações africanas, optaram por seguir uma política de baixa natalidade. Para muitas economias avançadas, essa transição levou quase 100 anos (começando com a Revolução Industrial), mas outras conseguiram isso em duas ou três décadas.
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4. O crescimento do PIB 

Estados Unidos e a Europa Ocidental, líderes tecnológicos, cresceram cerca de 2% ao ano nos últimos 150 anos, o que significa que os níveis de renda dobraram aproximadamente a cada 36 anos. Levando em conta que houve inúmeros altos e baixos durante longos períodos de tempo, como a Grande Depressão ou a recente Grande Recessão, é quase um milagre que a taxa de crescimento permaneça constante a longo prazo. Países com baixo nível de renda, como a China ou a Índia, têm crescido a um ritmo mais acelerado nas últimas décadas, tanto que se aproximam inexoravelmente dos países ocidentais. Uma taxa de crescimento de 10% durante um período prolongado significa que a renda dobrará aproximadamente a cada sete anos. Em 1820 países como China, Índia, Oeste da Ásia e Japão tinham renda per capita na faixa de US$ 1.000. EUA e Europa ficavam entre US 2.100 e US$ 2.400. Hoje EUA passam de 52 mil, Europa 40 mil e Japão US$ 35 mil. Abaixo aparecem China com US$ 12 mil per capita, Leste da Asia 10 mil, Índia 6 mil, África US$ 4.500, números de 2016.

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5. Melhora distribuição de renda

Embora a desigualdade social dentro dos países tenha aumentado como resultado da globalização, a desigualdade mundial permanece em declínio por várias décadas, em decorrência do desenvolvimento de países como a China e a Índia, onde centenas de milhões de pessoas melhoraram seu nível de vida. De fato, pela primeira vez desde a Revolução Industrial, cerca de metade da população mundial pode ser considerada de classe média. Veja o gráfico:

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6. A democracia avança

Ao longo da história da humanidade, as pessoas viveram submetidas a regimes opressivos antidemocráticos. Hoje, cerca de metade da população mundial vive em democracia. Entre as que ainda estão em autocracias, 90% vivem na China. No entanto, o país asiático está mudando de rumo, então, há razões para acreditar que o desenvolvimento econômico sustentado levará a sua democratização (de acordo com a Teoria da Modernização).

7. Menos conflitos/guerras

A história do mundo é a história de sua divisão pelos conflitos. De fato, pelo menos duas das grandes potências estiveram em guerra durante mais de 50% do tempo desde 1500, aproximadamente. Enquanto a primeira metade do século XX foi especialmente sangrenta, com duas guerras mundiais em um pequeno intervalo, o período posterior poderia ser descrito como pacífico. Pela primeira vez em toda a história não houve guerras ou conflitos na Europa Ocidental em três gerações, e organizações internacionais como a União Europeia e as Nações Unidas têm sido peças fundamentais para trazer estabilidade ao mundo.

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Com informações do ElPais

Fonte: Só Notícias Boa

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CRÔNICAS: A CICATRIZ, POR ANA MADALENA

Bem que o texto de hoje da nossa querida Ana Madalena poderia estar na coluna REFLEXÃO ao invés da coluna CRÔNICAS, pois nos convida a refletir sobre o mundo desumano em que estamos vivendo, de cada um por si, do farinha pouca meu pirão primeiro, do venha nós o vosso reino, enfim, um mundo recheado de tanto egoísmo, que nem nos damos conta da importância e do valor da fraternidade, e da compaixão, que precisamos enxergar, apesar das cicatrizes que acumulamos ao longo da jornada. Então convido você a ler este lindo e ao mesmo tempo profundo texto reflexivo desta extraordinária escritora!

Resultado de imagem para A cicatriz

“Quem tem o mel, dá o mel
 Quem tem o fel, dá o fel
 Quem nada tem, nada dá”.
  Da sagrada escritura dos violeiros, Zé Ramalho

A cicatriz

Eu tinha até intenção de responder direitinho, mas sem tempo, resolvi abreviar. Para um bom entendedor, meias palavras … A pesquisadora ficou muito chateada, mesmo eu não sendo obrigada a responder. Ainda teve aquela cena de humilhação com a mocinha que estava ao meu lado. Fiquei extremamente indignada;  não admito ver maus tratos, muito menos fazer terceiros de saco de pancada. Em época de extremismos, um pouco de empatia é pedir demais? Sinceramente, os tempos podem ser outros, mas eu sou a mesma. Certas coisas eu não abro mão. Pronto, falei.
Cena: estava eu no supermercado quando apareceu uma moça fazendo pesquisa. O foco era sobre as aglomerações no verão. Enquanto analisava a tal pesquisa, uma senhora muito bem vestida caminhava ao lado de uma mocinha, que empurrava o carrinho. A senhora dizia o que levar, talvez lendo uma lista pelo celular. De repente ouvi um xingamento. A moça, bem assustada, explicava que colocara “aquilo” porque estava acabando. A reclamação continuou e ficou impossível não ouvir. Como elas estavam passando pela gôndola dos temperos, conclui que um orégano da vida tenha sido o motivo do destempero de tão “elegante” senhora. Sabe vergonha alheia? Eu senti. Por trás das máscaras, cada uma de nós escondeu um sentimento. Nessa hora meu celular tocou; era meu pai avisando que fosse pegá-lo no dentista. Devolvi a pesquisa, explicando que não poderia me demorar, mas mesmo assim a moça me seguiu até o caixa, insistindo para que eu terminasse o questionário. Foi quando escrevi em letras garrafais BAIXA HUMANIDADE e devolvi a pesquisa.
Li um artigo que a falta de empatia começa na infância e tem relação com ausência de limites. A empatia é um sentimento que só pode se manifestar quando nos colocamos no lugar do outro; está ligado à compaixão e ao processo de identificação, além de ser um exercício, uma competência, que só se desenvolve com a prática. Parece muito simples mas, um exemplo bem atual, as aglomerações nessa pandemia, mostram exatamente o oposto. E olha que estamos falando em salvar vidas…
O que determina a origem da civilização? Para a antropóloga Margaret Mead, o primeiro sinal de civilização em uma cultura foi um fêmur cicatrizado há quinze mil anos encontrado num sitio arqueológico.  Explico: houve um tempo em que a lei era matar ou morrer; não existia mimimi. Uma pessoa machucada atrapalhava todo o restante do grupo, por isso muitos eram deixados à deriva. Ter um osso cicatrizado era sinônimo de cuidado, de amor ao próximo. Alguém despendeu tempo para com o outro. Dito isso, fico me perguntando qual seria a resposta para essa mesma pergunta nos dias atuais… A impressão que tenho é que estamos vivendo uma regressão civilizatória.
Ou não! Enquanto estava aqui refletindo, recebi uma mensagem de padre Robério, um amigo de muitos anos. A mensagem: ” O Papa Francisco comemorou o primeiro Dia Internacional da Fraternidade Humana, participando de um encontro virtual dia 04 de fevereiro de 2021, organizado pelo Xeique Mohammed bin Zayed, em Abu Dabi”. Segundo o Papa, a fraternidade é a nova fronteira da humanidade.
“Fraternidade significa estender a mão, significa respeito, significa ouvir com o coração aberto, significa firmeza nas próprias convicções.  Não existe fraternidade se as convicções forem negociadas. Esse é o momento de ouvir. É o momento da certeza de que um mundo sem irmão é um mundo de inimigos. A indiferença é uma forma sutil de inimizade. Não é preciso uma guerra para fazer inimigos”.
Eu sou uma pessoa otimista! Ainda acredito na humanidade. Sei que vamos cuidar de ossos quebrados e, principalmente das cicatrizes que não aparecem. Finalizo com uma mensagem de Fernando Pessoa:  “Somos anjos de uma única asa e, só podemos voar, quando nos abraçamos uns aos outros”. Vamos refletir!
Um abraço fraterno.
Ana Madalena
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GORILA DA PLANÍCIE OCIDENTAL CONSIDERADA A MAIS VELHA DO MUNDO VIVE NO ZOOLÓGICO DE BERLIM ACABA DE COMPLETAR 65 ANOS

Gorila mais velha do mundo acaba de completar 65 anos

Fatou ganhou um bolo de arroz com frutas para comemorar seu aniversário em Berlim, na Alemanha

Zoe Sottile

da CNN

Fatou, a gorila mais velha do mundo, recebe um bolo de arroz com frutas em seu aniversário de 65 anos no zoológico de Berlim, na Alemanha, em 13 de abril de 2022.Fatou, a gorila mais velha do mundo, recebe um bolo de arroz com frutas em seu aniversário de 65 anos no zoológico de Berlim, na Alemanha, em 13 de abril de 2022.REUTERS

Fatou, uma gorila da planície ocidental que se acredita ser a mais velha do mundo, acaba de comemorar seu 65º aniversário no zoológico de Berlim.

“Nossa Gorilla está comemorando seu aniversário de 65 anos hoje, tornando-a a gorila mais velha do mundo”, escreveu o zoológico no Instagram.

“O tradicional bolo de aniversário também não poderia faltar este ano. A refeição de aniversário é sempre algo muito especial para Fatou”, disse o zoo.

Fotos incluídas no post mostravam o enorme primata desfrutando de um bolo decorado com bagas e frutas para formar os números “65”.

Fatou chegou a Berlim em 1959 através do que o zoológico descreve como “circunstâncias incomuns” em um comunicado de imprensa de seu aniversário de 61 anos.

Um marinheiro usou a jovem gorila para pagar sua conta em uma taverna em Marselha, na França. Depois, ela foi transportada pela Europa antes de ser comprada pelo zoológico na Alemanha. Especialistas deram apenas dois anos de idade no momento de sua chegada.

Em 2019, Fatou foi nomeada a “gorila viva mais velha em cativeiro” pelo Guinness World Records depois que Trudy, um gorila nascido em 1956, morreu. Fatou é um dos únicos animais do zoológico de Berlim nascido na natureza, de acordo com o comunicado de imprensa.
Em cativeiro, os gorilas geralmente vivem até 50 anos, observou o Guinness.

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BRITÂNICO SE TORNOU A PESSOA MAIS VELHA DO MUNDO A ANDAR AO LONGO DAS ASAS DE UM AVIÃO DURANTE O VOO

Britânico de 95 anos se torna a pessoa mais velha a andar sobre as asas de um avião

Ivor Button superou o feito de Thomas Lackey, que realizou o desafio nas alturas quando tinha 93 anos e 100 dias

INTERNACIONAL

 Maria Cunha*, do R7

O britânico Ivor Button se tornou o homem mais velho do mundo a andar sobre as asas de um avião

REPRODUÇÃO: YOUTUBE/SWNS

Aos 95 anos, Ivor Button entrou para o livro dos recordes ao se tornar a pessoa mais velha do mundo a andar ao longo das asas de um avião durante o voo, uma modalidade conhecida como wing walking.

”Estou são! Eu não estava com medo. Eu estava mais preocupado em ficar com frio”, disse Button ao jornal britânico Wales Online após retornar ao solo.

O recorde anterior era de Thomas Lackey, que tinha 93 anos e 100 dias quando completou o desafio, em 2013.

A paixão de Button por voar começou cedo. Em 1932, aos 6 anos, seus pais o levaram ao Circo Voador de Sir. Alan Cobham, onde ele teve a primeira experiência de voo, algo incomum para a maioria das pessoas naquela época. O britânico conta que ele e todos os presentes receberam 10 xelins, o equivalente hoje a R$ 3,04, para subir em uma aeronave de cabine aberta.

“Eu era tão pequeno que não podia ver por cima da cabine, mas devia estar amarrado. Fiquei muito desapontado quando voltei para a escola no dia seguinte. Eles [os colegas] não acreditaram em mim, mas eu simplesmente adorei”, lembra.

Aos 14 anos, durante a Segunda Guerra Mundial, ele se juntou à tripulação de terra do aeroporto de Staverton, onde havia uma escola de treinamento de navegação. Lá, perguntou a um dos pilotos se poderia participar de um dos treinos e foi colocado na torre de armas.

Atualmente pai de quatro filhos, avô de 17 netos e enteados, e bisavô de cinco bisnetos, Button tem um longo histórico nas alturas. Ele já praticou voo livre, balonismo e microlighting, uma categoria de voo em aeronave de asas fixas e leves.

Nesta última experiência, Button levantou dinheiro para a Ataxia UK, instituição que ajuda pessoas com ataxia, uma condição que afeta a coordenação, o equilíbrio e a fala. Na maioria dos casos, não há cura e só os sintomas são controlados.

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PREÇOS MUNDIAIS DOS ALIMENTOS ATINGIRAM “UM NÍVEL SEM PRECEDENTES” NO MÊS DE MARÇO DEVIDO A GUERRA NA UCRÂNIA

Preços dos alimentos atingem nível recorde no mundo devido à guerra na Ucrânia

Agência da ONU para a Alimentação e a Agricultura informou que 38,3 milhões de pessoas podem ser afetadas em junho, caso medidas adequadas não sejam tomadas

Menino ucraniano come um pão em estação ferroviária em Przemysl, no leste da Polônia

WOJTEK RADWANSKI/AFP – 07.04.2022

Os preços mundiais dos alimentos atingiram “um nível sem precedentes” em março devido à guerra na Ucrânia, que afeta seriamente o comércio de cereais e óleos vegetais, anunciou nesta sexta-feira (8) a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura).

Os preços das matérias-primas agrícolas, como trigo, girassol ou milho, continuam a disparar à medida que se intensifica o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, os principais exportadores mundiais desses produtos.

O índice da FAO, que se baseia na variação mensal mundial dos preços de uma cesta de produtos básicos, registrou alta de 12,6% em março, em relação a fevereiro, quando já havia batido recorde desde sua criação, em 1990, disse a organização em um comunicado.

A FAO destaca que o preço dos cereais “aumentou 17,1% em relação a fevereiro, principalmente devido ao trigo e outros grãos grossos, aumentos causados ​​pela guerra na Ucrânia”.

O bloqueio dos portos ucranianos explica essa alta histórica. A Ucrânia é o quinto maior exportador mundial de trigo.

Desde o início do conflito, em 24 de fevereiro, o mar de Azov foi fechado ao transporte e as exportações dos portos de Berdyansk e Mariupol foram bloqueadas.

O preço do milho também “registrou um aumento mensal de 19,1%, atingindo um nível recorde, assim como o da cevada e o do sorgo”, disse a FAO em seu relatório de março. A Ucrânia pediu na quinta-feira à União Europeia ajuda urgente para os agricultores.

A Comissão Europeia coordenará os embarques, que incluem “combustível, sementes e fertilizantes” ou máquinas agrícolas, de acordo com o comissário de agricultura Janusz Wojciechowski.

Risco de crise alimentar global

Os preços dos alimentos também subiram devido aos óleos vegetais, que aumentaram 23,2% em um mês, impulsionados principalmente pelo óleo de girassol, do qual o principal exportador mundial é a Ucrânia.

Os preços dos óleos de palma, soja e colza também aumentaram, devido à ausência do óleo de girassol nos supermercados.

Na França, por exemplo, óleo, farinha ou massa tornaram-se escassos em algumas lojas, principalmente devido às compras dos consumidores, que temem a escassez.

Na terça-feira, o presidente russo Vladimir Putin propôs “monitorar” as entregas de alimentos a países “hostis” ao Kremlin, em meio à escalada de sanções contra as operações militares russas na Ucrânia.

A FAO também indica que, como resultado do conflito, a fome no Sahel e na África Ocidental, uma região altamente dependente das importações de grãos da Rússia e da Ucrânia, pode piorar.

Se medidas adequadas não forem tomadas, a fome poderá afetar 38,3 milhões de pessoas em junho, segundo a instituição.

A pedido do presidente do Níger, Mohamed Bazum, vários países, entre os quais Estados Unidos e França, comprometeram-se na quarta-feira a aumentar a sua ajuda às populações dessa zona num montante de 1,79 milhão de euros (1,95 milhão de dólares).

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VEJA A LISTA DOS 10 DONOS DAS MAIORES FORTUNAS NO BRASIL

Saiba quem são os donos das 10 maiores fortunas do Brasil

Foto: Reprodução

A revista Forbes divulgou nesta semana a relação dos bilionários espalhados pelo mundo; por aqui, Jorge Paulo Lemann e seus sócios dominam a lista.

Veja:
1º – Jorge Paulo Lemann – R$ 72,3 bilhões (US$ 15,4 bilhões)
Economista e empresário, Lemann fundou em 1999 a Ambev, a maior cervejaria do país. Mais tarde, em 2008, sua empresa comprou a Anheuser-Busch, dona da marca Budweiser, e se tornou a maior empresa do setor no mundo, a AB Inbev. Atualmente, ocupa a 117ª posição no ranking global de mais ricos

2º – Eduardo Saverin – R$ 49,8 bilhões (US$ 10,6 bilhões)
Cofundador do Facebook, sua fortuna ainda deriva da pequena parte que detém da companhia. Recentemente, fundou uma empresa de capital de risco, a B Capital, com seu sócio Raj Ganguly. Atualmente, tem a 185ª maior fortuna no ranking mundial

3º – Marcel Herrmman Telles – R$ 48,4 bilhões (US$ 10,3 bilhões)
Em 1972, começou a trabalhar na corretora Garantia, de Jorge Paulo Lemman, de quem virou sócio em menos de dois anos. Atualmente, é um dos sócios da AB Inbev, a maior cervejaria do mundo, e da 3G Capital, empresa que adquiriu o Burger King, o Tim Hortons e o Popeyes. Atualmente, ocupa a 192ª posição no ranking global

4º – Jorge Moll Filho – R$ 46 bilhões (US$ 9,8 bilhões)
Médico cardiologista e empresário, fundou a Rede D´Or, que possui mais de 30 hospitais espalhados pelo Brasil. Em 2010, vendeu laboratórios subsidiários à Fleury S.A por mais de US$ 750 milhões. Atualmente, ocupa a 206ª posição entre os mais ricos do mundo

5º – Carlos Alberto Sicupira – R$ 39,9 bilhões (US$ 8,5 bilhões)
A maior parte de sua fortuna vem da porcentagem (3%) que possui da AB Inbev, a maior cervejaria do mundo. Sócio de Lemman e Herrmman Telles, ainda é dono da 3G Capital,  empresa que adquiriu o Burger King, o Tim Hortons e o Popeyes. Tem a 251ª fortuna do mundo

6º – Filhos de Joseph Safra – R$ 36,1 bilhões (US$ 7,7 bilhões)
Jacob Safra, Ester Safra, David Safra e Alberto Safra herdaram pouco menos de metade da fortuna do pai, fundador do Banco Safra, um dos maiores do país. Nascido em 1938, Joseph morreu em dezembro de 2020, aos 82 anos de idade. Atualmente, ocupam a 304ª posição no ranking global

7ª – Lucia Maggi – R$ 32,4 bilhões (US$ 6,9 bilhões)
Mulher mais rica do país, Lucia fundou, junto com seu marido Andre Maggi, a Amaggi, um gigante no ramo de exportação de soja e outras commodities. Atualmente, ocupa a 350ª posição mundial

8º – André Esteves – R$ 27,2 bilhões (US$ 5,8 bilhões)
Começou como estagiário, tornou-se dono do banco de investimento Pactual e o vendeu para o UBS, o maior banco suiço, por US$ 3,1 bilhões, formando o UBS Pactual. Em 2008, criou o BTG Investiments, empresa global de investimentos. No ano seguinte, adquiriu o UBS Pactual por US$ 2,5 bilhões e criou o BTG Pactual. É o 438º com mais dinheiro no mundo

9º – Alexandre Behring – R$ 23,9 bilhões (US$ 5,1 bilhões)
Apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2020 e se consagrou investindo em empresas de capital privado, não listadas na Bolsa de Valores. É também sócio de Jorge Paulo Lemman, Herrmman Telles e Sucupira na 3G Capital, empresa que adquiriu o Burger King, o Tim Hortons e o Popeyes. Ocupa a 536ª posição no ranking de mais ricos

10º – Luciano Hang – R$ 22,5 bilhões (US$ 4,8 bilhões)
Em 1986, fundou a Havan, uma loja de departamento que se tornou uma das maiores do ramo. A marca está presente em 155 cidades brasileiras e tem mais de 20 mil funcionários. É o 586º no ranking mundial.

Fonte: Blog do BG

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: SE A RAÇA HUMANA DESAPARECESSE DA TERRA COMO FICARIA A NATUREZA?

Na coluna ECOLOGIA & MEIO AMBIENTE desta sexta-feira temos um artigo intrigante e ao mesmo tempo instigante, pois levanta um questionamento muito pertinente nos dias atuais, que todo ser humano devia levar a reflexão! Leia o artigo e tire suas conclusões!

Vitória da natureza: como seria a Terra sem os humanos

Ao trabalhar tão arduamente para dificultar sua sobrevivência no planeta, a humanidade inspira uma pergunta: o que aconteceria à Terra se nossa raça sumisse de repente daqui? As respostas de especialistas mostram que o mundo resistiria muito bem à mudança.

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Angkor Wat, no Camboja: a vegetação tomou conta da antiga capital do reino Khmer. Foto: Max Pixel

Equipe Planeta

Em tempos de aquecimento global e suas consequências – elevação do nível do mar, secas acentuadas de um lado, chuvas torrenciais de outro, furacões e tornados devastadores –, além de terremotos, erupções vulcânicas e alguns insanos ansiosos para apertar um gatilho nuclear, nada mais normal que as velhas profecias apocalípticas estejam de volta. Será o fim da humanidade? O fim do planeta? É difícil responder à primeira pergunta. Mas a segunda, com certeza, tem resposta – e ela é negativa.

Ninguém pode desprezar a incrível força regeneradora da natureza. Quem já viu um recife artificial se formar a partir dos restos de um navio afundado conhece bem esse poder. Se ervas brotam até mesmo numa fresta no asfalto, por que deixariam intocadas as construções humanas? As espetaculares construções de Palenque e Angkor Wat, por exemplo, foram encontradas em meio a densas florestas.

E se a raça humana subitamente desaparecesse da Terra? Em sua edição de fevereiro de 2005, a revista científica americana “Discover” especulou sobre o tema e, pelas projeções colhidas, o mundo continuaria repleto de vida, com uma vantagem adicional – seu mais problemático ocupante já não estaria por aqui brincando de deus incompetente.

Para começar, não haveria mais as emissões industriais (e de queimadas propositais) de dióxido de carbono. Esse gás levaria cerca de 200 anos para se dissipar. A camada de ozônio se recuperaria, reduzindo muito os efeitos nocivos dos raios ultravioleta.

Eventuais vazamentos de metais pesados e toxinas chegariam à natureza, e alguns deles poderiam exigir um milênio inteiro para se decompor. Enquanto isso, as represas e barragens ficariam assoreadas e transbordariam, permitindo que os rios voltassem a levar nutrientes para o mar, reduto da maior parte dos seres vivos. Seria, grosso modo, um retorno aos velhos tempos – e a Terra estaria pronta para outra etapa de sua vida.

Oásis entre as Coreias

Imaginar a superfície terrestre sem homens não é pura ficção. Alguns redutos isolados nos dão esse privilégio hoje. Um deles é a Zona Desmilitarizada entre as duas Coreias. Antes da guerra que devastou a península coreana, esse território de cerca de 250 km de comprimento por 4 km de largura era ocupado há milênios por plantações de arroz.

Delimitada após o fim do conflito, em 1953, a área já mal apresenta vestígios dos arrozais. Entre os trechos pantanosos em que muitas plantações se transformaram despontam bandos de grous de cabeça vermelha, uma das espécies mais raras do planeta. Essas aves tocam o solo tão suavemente que nem ativam as inúmeras minas enterradas ali.

Um sumiço dos humanos ali não significaria uma imediata vitória da natureza. Antes disso, as represas que desviam rios para ajudar no abastecimento de água da região metropolitana de Seul (a capital sul-coreana) teriam de entrar em colapso.

Nesse intervalo entre 100 e 200 anos, porém, muita coisa aconteceria, imaginou o biólogo Edward Wilson, da Universidade Harvard. Segundo ele, ursos-negros asiáticos, lontras, almiscareiros e leopardos-de-amur voltariam a percorrer aquelas terras, então repletas de carvalhos e cerejeiras. Os tigres-siberianos, hoje restritos à fronteira entre a China e a Coreia do Norte, também se espalhariam pela área. “Poucas espécies de animais domesticados sobreviveriam depois de uns duzentos anos”, avaliou Wilson.

Predestinação

Outro relance da ausência humana no mundo é a Floresta Bialowieza, entre a Polônia e a Belarus (antiga Bielo-Rússia) – um resto da vastidão verde que já recobriu a Europa desde os Montes Urais, a leste, até o Canal da Mancha. Seus pouco mais de 200 mil hectares contêm carvalhos de meio milênio e freixos e tílias de mais de 40 metros, em meio a arbustos, samambaias, trepadeiras e fungos. Uivos de lobos e pios de corujas e pica-paus são ouvidos em meio à densa vegetação.

Floresta Bialowieza, na Polônia: praticamente intacta, apesar dos
esforços em contrário. Foto: Max Pixel
 

Ficar tanto tempo intacta é uma proeza notável neste planeta, mas a Floresta Bialowieza parece predestinada a isso. Ainda no século 14, um duque lituano declarou-a área de caça exclusiva para a família real. Quando os russos a tomaram, ela foi doada aos czares. Os alemães usaram a floresta para retirar madeira (e massacrar inimigos) durante a I Guerra Mundial, mas um núcleo permaneceu intocado e foi transformado em parque nacional polonês em 1921.

Os soviéticos recomeçaram a retirar madeira, mas, com a chegada dos nazistas, o marechal Hermann Goering, ambientalista fanático, protegeu a área de novo. Depois da II Guerra Mundial, um embriagado Josef Stálin teria aceito, em Varsóvia, conceder à Polônia 40% da floresta.

Destruição por água e plantas

O que aconteceria com o habitat preferido dos humanos – as grandes cidades – se eles sumissem? O modelo escolhido foi nada menos do que Nova York, a capital do mundo.

Segundo Jameel Ahmad, diretor do departamento de engenharia civil da Cooper Union College, os repetidos congelamentos e descongelamentos comuns em meses como março e novembro rachariam o cimento em cerca de dez anos, permitindo a infiltração da água. O tempo faria essas fendas se alargarem, favorecendo a irrupção de ervas. E, sem ninguém para controlar as árvores, raízes de ailanto (uma espécie que os nova-iorquinos trouxeram da China) invadiriam as calçadas e rachariam a rede de esgoto em cinco anos, afirmou Dennis Stevenson, curador do Jardim Botânico da cidade.

Animais cuja sobrevivência depende do homem desapareceriam em dez anos. As baratas, por exemplo, não resistiriam ao frio dos edifícios sem calefação, e os ratos, cujo alimento vem do lixo, virariam refeição para falcões e gaviões. Vegetais hoje comestíveis, como a cenoura, o brócolis, a couve-flor e o repolho, voltariam a suas irreconhecíveis formas originais.

As fendas no solo ampliariam muito um dos problemas já existentes em Nova York: a elevação do nível de água subterrânea. Assim como em São Paulo e outras metrópoles do mundo, o oceano de concreto e asfalto não deixa muito espaço para absorver essa água. Sem energia elétrica, as bombas de sucção que impedem inundações no metrô não funcionariam. Em consequência, as águas inundariam o solo sob o pavimento, o que originaria crateras nas ruas.

Fogo espalhado

Não é só isso. Se os esgotos forem destruídos, antigos cursos d’água reapareceriam e novos surgiriam, afirmou Eric Sanderson, membro da Bronx Zoo Wildlife Conservation Society. Com isso, em duas décadas as colunas de aço que sustentam a rua acima dos túneis de metrô do East Side ficariam encharcadas, sofreriam corrosão e deformariam.

Central Park, em Nova York: após 200 anos sem humanos, a grama estaria na altura do joelho. Foto: Max Pixel 

Steven Clemants, vice-presidente do Jardim Botânico do Brooklyn, também deu suas pinceladas no quadro. Após 200 anos sem humanos, observou, toneladas de folhas de carvalhos e plátanos recobririam as ruas da cidade. Qualquer relâmpago que caísse sobre a grama seca do Central Park – já na altura do joelho – poderia espalhar fogo por todo o município.

Como as pontes da cidade resistiriam por uns 300 anos, em duas décadas Nova York receberia grandes contingentes de coiotes, seguidos por veados, ursos e lobos. Nos cursos d’água, sapos, arenques e mexilhões marcariam presença.

Ainda não se sabe ao certo quanto tempo os animais e vegetais resistiriam a materiais tóxicos. Sem ninguém para cuidar de lugares como a usina nuclear de Indian Point, cerca de 50 quilômetros ao norte de Times Square, imagina-se que a radiatividade vazaria após 50 anos e contaminaria o rio Hudson por pelo menos 10 milênios. Enquanto isso, os prédios erigidos com pedras – as construções mais resistentes – estariam ficando em ruínas.

O toque final estaria por conta de uma glaciação, que, como as outras três que atingiram Nova York, varreriam os resíduos da cidade. Quando o gelo recuasse, haveria uma incomum concentração de metais avermelhados, restos de fiação e encanamentos. O futuro dominador das terras poderia explorar essas reservas, mas não teria ideia de como elas surgiram ali. Pena: se soubesse, provavelmente não repetiria a trajetória catastrófica daqueles antigos humanos.

QUADRO

O último reduto da vida selvagem

Para vários cientistas, a responsabilidade humana vai muito além dos males derivados da Revolução Industrial. “Quando o homem deixou a África e a Ásia e chegou a outras partes do mundo, foi o caos”, afirmou o paleoecologista Paul Martin, da Universidade do Arizona. Para ele, a humanidade está por trás do grosso das extinções em massa de seu período, porque elas começaram em todos os lugares com a chegada de nossos antepassados: na Austrália, há 60 mil anos; nas Américas, há uns 15 mil anos; no Caribe, há 6 mil anos; e em Madagascar, há 2 mil anos.

Só os oceanos continuam relativamente a salvo da capacidade de destruição humana, simplesmente porque o homem pré-histórico não era capaz de caçar grandes animais marinhos. Até a época de Colombo, por exemplo, pelo menos 12 espécies oceânicas eram maiores do que a maior nau de sua frota, afirmou o paleoecologista marinho Jeremy Jackson, do Smithsonian Tropical Research Institute, no Panamá.

Mesmo que o atual estrago nos oceanos seja significativo – haja vista a agonia dos recifes de coral e o quase colapso enfrentado pela indústria da pesca do bacalhau –, a situação não é tão dramática quanto a da terra firme, considerou Jackson. “A grande maioria das espécies marinhas está profundamente exaurida, mas ainda existe”, afirmou. “Se as pessoas realmente fossem embora, a maioria delas se recuperaria.”

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FILOSOFIA: QUAL É A PONTE ENTRE A CIÊNCIA E A ESPIRITUALIDADE

A nossa coluna FILOSOFIA desta quinta-feira trás um texto que reflete sobre a fronteira entre ciência e espiritualidade. Existe uma linha tênue entre as duas coisas ou elas jamais se encontrarão? Algumas obras tratam do assunto com realismo e coragem e vale a pena se aprofundar nesse assunto, já que o nosso propósito maior é a expansão da consciência e isso só ocorre se experimentarmos o conhecimento. Boa leitura!

A ciência à luz da ética

            “Nós começamos a descobrir o nosso mundo desde o momento em que nascemos. Continuamos experimentando e aprendendo até o momento de fechar os olhos, o momento da morte física. As descobertas são tarefa para toda uma vida  

Els Rijneker*

SOPHIA • JUL/AGO 2020

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Muitos livros foram escritos sobre ciência, e outros tanto sobre espiritualidade. Qual é a ponte entre ciência e espiritualidade? Deveria realmente haver uma ligação? De onde surge a inspiração para as descobertas científicas? Albert Einstein é um bom exemplo de alguém que construiu essa ponte. Dizem que A Doutrina Secreta de H. P. Blavatsky estava sempre ao seu alcance, sobre sua escrivaninha.

Existem poucos títulos referentes ao elo entre ciência e espiritualidade: O Universo em um Átomo – A Convergência da Ciência em Espiritualidade, do Dalai Lama; A Ciência do Yoga, de I. K. Taimni (Ed. Teosófica); A Ciência e o Sagrado, de R. Ravindra; Um Guia para o Modo de Vida do Bodhisattva; The Universe is a Single Atom (O Universo é um Simples Átomo); A  Flash of Lightning in the Dark of Night (Um Relâmpago na Noite Escura).

Todos os teósofos conhecem o Mantra da Unidade, de Annie Besant, que começa assim: “Ó vida oculta, que vibras em cada átomo, ó luz oculta, que brilhas em cada criatura, ó amor oculto, que tudo abrange na unidade.” O lema da Sociedade Teosófica é Satyan nasti  paro dharma (Não há religião superior à verdade). Com ênfase na liberdade de pensamento, os membros da Sociedade Teosófica são estudantes da vida, buscando a verdade juntos, buscando a arte de viver corretamente. Essa busca tem por objetivo descobrir o desconhecido através do estudo de religião, filosofia e ciência comparadas e investigar as leis inexplicadas da natureza e os poderes latentes no ser humano.

Nós começamos a descobrir o nosso mundo desde o momento em que nascemos. Continuamos experimentando e aprendendo até o momento de fechar os olhos, o momento da morte física. As descobertas são tarefa para toda uma vida. O que assimilamos, compreendemos e lembramos depende das nossas  habilidades e do nosso contexto educacional e cultural. Em suma, experienciamos o mundo através de nossos sentidos e depois acrescentamos nossos pensamentos e emoções. Nossas observações mal podem ser chamadas de imparciais, verdadeiras e puras.

Na pesquisa e na ciência existem muitas armadilhas. Atualmente é preciso discernimento, ética, integridade pessoal e espiritualidade. A Escada de Ouro, de H. P. Blavatsky,  menciona “uma vida limpa, uma mente aberta, um coração puro, um intelecto ardente, uma clara percepção espiritual”. Evidentemente isso também é trabalho para toda uma vida.

Em um simpósio realizado em março de 2014, Marco Pasi, professor de História e Filosofia Hermética, falou sobre “o desafio da alma acadêmica”: “Um dos problemas metodológicos mais frequentemente debatidos em nosso campo diz respeito àqueles que não desejam adotar uma postura neutra ou ‘agnóstica’ no estudo do esoterismo, e sim deixar seus julgamentos serem coloridos por suas próprias crenças espirituais.”

A abordagem científica – a curiosidade e a vontade de investigar e de fazer pesquisa em geral – começa a partir de observações do mundo. Hipóteses são formuladas e testadas sob condições controladas, com instrumentos de alta precisão. Como resultado é apresentada uma nova teoria. Os cientistas são agora capazes de observar a menor das partículas do mundo material. A essa altura, no entanto, surge a questão: qual é a força por trás do mundo material? Que energia é essa? O que é a vida?

Para captar isso são necessários níveis de compreensão mais “etéreos”, quase espirituais. Conseguimos ver além do mundo material? Conseguimos realmente ver e entender as coisas como elas são? Conseguimos alcançar a visão pura, sob qualquer condição? O ser humano pode ser inteligente e brilhante intelectualmente, pode ter estudado muito e reproduzido uma imensa quantidade de fórmulas, fatos e números (a chamada “doutrina do olho” ou “doutrina da cabeça”). Mas possuímos a visão interior? Somos inteligentes nesse sentido (a “doutrina do coração”)? Qual é o nosso objetivo na vida:

Qual é o nosso objetivo na vida: status, orgulho, lucro para poucos, ou o compartilhar com toda a humanidade? Existem questões até mesmo mais difíceis, já que temos uma visão tão limitada: o que  preservar, o que manter, o que liberar – porque a mudança neste mundo físico é inevitável. A correta atitude e integridade devem, necessariamente, desempenhar um papel importante na pesquisa científica. Deveríamos perguntar a nós mesmos se uma descoberta será útil e benéfica para todo o planeta ou para apenas uma parte do mundo. Se  será boa somente para a humanidade ou para todos os reinos (animais e plantas). Será correto, por exemplo, tirar a vida dos animais?

Klaus Klostermaier, professor emérito da Universidade de Manitoba, em Winnipeg, Canadá, escreveu: “Aldous Huxley, um gigante do século XX no reino das ciências humanas, cuja filosofia perene é não apenas uma inigualável antologia das religiões do mundo, mas também o esboço para a religião universal,  sugere que o jñana do Vedanta (puro conhecimento) é a chave para destrancar o portal que leva ao significado da existência.”

Os empreendimentos científicos – e com eles uma grande parte dos nossos esforços públicos na área de educação – são em grande parte dedicados a evitar as grandes questões humanas, em vez de abordá-las. A redução da racionalidade à manipulação matemática de dados não apenas restringe o escopo da ciência e a faz ignorar questões de significado, mas também convence os cientistas e as pessoas em geral de que questões desse tipo, questões relativas ao eu, são “anticientíficas”, e  portanto não vale a pena pesquisá-las. A pesquisa com relação a esse tipo de questão aparentemente “não compensa”. A ciência moderna deixa de lado, por exemplo, questões que incluem toda a gama da ética, da estética e da  espiritualidade.

Haverá uma ponte entre ciência e espiritualidade? É mais do que provável que haja. Deve haver uma, e ela pode sempre ser  melhorada.

Como devemos agir para melhorar essa condição? Esta é uma questão de ética. O primeiro passo deve ser dado individualmente. Somos todos livres para tomar essa decisão por nós mesmos, e temos que trilhar nosso próprio caminho para alcançar o grande “conhece-te a ti mesmo”, gnothi seauton, a frase gravada no frontispício do templo de Apolo em Delfos.

Movimentos espirituais visam essa meta de discernir, compreender e agir eticamente. Embora no mundo científico essa não seja uma prática comum, seria uma ideia apropriada considerar e discutir questões éticas com maior frequência, admitindo que as soluções não  são facilmente encontradas. Estudo, meditação e serviço são os três pilares da vida teosófica, ligados à arte de viver corretamente. Os cientistas devem combinar em suas pesquisas o raciocínio e a reflexão, num estudo meditativo cujo resultado levaria a um sincero serviço à humanidade.

“Os empreendimentos científicos são em grande parte dedicados a evitar as grandes questões humanas, em vez de abordá-las. A redução da racionalidade à manipulação de dados restringe o escopo da ciência.”

Fonte:  Revista Sophia, ANO 18 • Nº 86

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CONHEÇA A POLÍTICA DE PREÇO DA GASOLINA NO PAÍS MAIS RICO DO MUNDO

Quanto custa a gasolina no país mais rico do mundo? Conheça a vida no Qatar, sede da Copa

Uma alta receita do petróleo e um governo ditatorial criam estruturas de preço muito diferentes das dos países ocidentais

O aumento dos combustíveis por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia é um fenômeno global. No Brasil, há uma semana, a Petrobras elevou o preço da gasolina em 18,8% e o do diesel em 24,9%, causando indignação geral. Outros países também estão registrando fortes elevações: nos Estados Unidos, o galão da gasolina (o equivalente a 3,79 litros) subiu 51% desde março do ano passado e está custando US$ 4,32 dólar (R$ 22,18 pelo câmbio desta quarta-feira, 16 de março).

Mas a situação é um pouco diferente no Qatar, o país mais rico do mundo, que vai sediar neste ano a Copa do Mundo de futebol. A produção de petróleo e gás responde por cerca de 60% do PIB (Produto Interno Bruto). Com esse tesouro em forma de combustível, a renda per capita é de cerca de US$ 130 mil (R$ 667,4 mil) por ano ou US$ 10,8 mil (R$ 55,4 mil) por mês, segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional). O litro da gasolina está custando hoje 2,10 riais do Qatar, ou R$ 2,94. Considerando essa renda per capita, praticamente de graça.

A cotação da moeda local, o rial, nem é muito absurda em relação ao brasileiro real (1 para 1,4), mas tanta riqueza cria, na economia, uma estrutura de preços de produtos e serviços totalmente diferente daquela à qual estamos acostumados. O combustível é super barato, mas as bebidas, caríssimas. Uma escova simples num cabeleireir fica em 250 rials (R$ 350), mas roupas na rede de fast fashion MNG custam o mesmo, em reais, do que na Zara, no Brasil. Depois de visitar o país em dezembro passado para conhecer os preparativos para a Copa, queria dar uma sugestão ao governo. Na área de desembarque do aeroporto, deveria haver uma faixa para recepcionar os turistas parafraseando Dante Alighieri na Divina Comédia: “Vós que entrais, abandonai… TODA E QUALQUER REFERÊNCIA DE PREÇO“, porque no país a lógica do dinheiro é diferente.

.Saiba como funcionam os ganhos e gastos no país da Copa:

  • O Qatar precisa atrair muita mão de obra estrangeira para todos os setores. Dos seus cerca de três milhões de habitantes, 80% são estrangeiros – indianos, paquistaneses, filipinos, birmaneses. Só é possível entrar no país para trabalhar com um convite do empregador e vaga garantida. Os patrões são responsáveis por pagar o alojamento dos funcionário de todos os escalões, então até constroem prédios de quatro ou cinco andares em bairros mais afastados do centro da capital Doha para hospedar seus funcionários. Uma vaga em quarto compartilhado em um dos predinhos custa cerca de 250 rials (R$ 350,50) para o contratante; um apartamento mobiliado de 90 metros quadrados com dois quartos e dois banheiros em um bairro central de Doha custa 6.500 rials (R$ 9.090) por mês. Se não tiver um prédio próprio, o empregador é obrigado a pagar uma ajuda de custo para hospedagem de 500 rials (R$ 599).
  • Caso o profissional queira se instalar definitivamente em Doha, vai pagar até 2 milhões de rials (R$ 2,8 milhões) por um apartamento do mesmo perfil. Para pegar um financiamento, os juros são de 5% ao ano. (Dependendo da modalidade, os juros da Caixa, no Brasil, podem chegar a 10,75%.) Ter casa própria no Qatar vem com um bônus: quem compra um imóvel no país ganha a cidadania qatari. Presenteada com um apartamento no bairro mais luxuoso de Doha pelo seu então marido, o bilionário Wissam Al Mana, a cantora americana Janet Jackson recebeu a cidadania. O casamento dos dois terminou em 2017, cinco meses depois de ter começado. Não se sabe se ela renunciou à cidadania qatari.
  • Monarquia absolutista, o Qatar é governado por um ditador, o emir Tamim bin Hamad Al Thani, que herdou o trono de seu pai. Thani é também o dono do clube de futebol Paris Saint Germain, onde joga o brasileiro Neymar. Seu governo subsidia parte das despesas com energia elétrica, gás e água dos cidadãos. Um plano pós-pago de telefone celular da Vodafone ou da operadora local, a Ooredoo, varia de 100 rials (R$ 139,80) a 500 rials (R$ 699).
  • O governo também dá de presente para todos os qataris que se casam um lote para que construam sua casa e comecem uma família.
  • salário mínimo no Qatar é de 1.000 rials (R$ 1.398), não muito diferente do Brasil. Foi instituído em março de 2021 em resposta às críticas da comunidade mundial às condições de trabalho de profissionais menos qualificados, como pedreiros. Os relatos de utilização de mão de obra escrava nas obras dos 11 estádios que receberão jogos da Copa também fizeram a Fifa pressionar por melhorias. Calcula-se que 6.500 operários tenham morrido nas obras.
  • Um professor ganha, em média, 15.000 rials (R$ 20.970) por mês. Um médico, de 35.000 rials (R$ 48.900) a 40.000 rials (R$ 55.920) por mês.
  • O patrão também é responsável por bancar a alimentação dos funcionários. Caso não tenha um refeitório, precisa pagar uma ajuda de custo de 300 rials (R$ 419,40).
  • Os cidadãos qataris usufruem de um sistema público de saúde, grátis. Recentemente, uma lei proibiu o acesso ao sistema para os estrangeiros, que precisam contratar um plano de saúde. Quem paga? Claro, o patrão.
  • A passagem de ônibus metropolitana em Doha custa de 3 rials (R$ 4,19) a 10 rials (R$ 13,98).
  • Como o país não produz quase nada de alimentos, os supermercados são abastecidos com importações. Mesmo com a recente disparada da inflação no Brasil, os preços assustam: 1 litro de leite custa 7 rials (R$ 9,79) e uma dúzia de ovos, 15 qataris (R$ 20,97).
  • Nos restaurantes, há opções para todos os bolsos. Um McLanche Feliz no McDonald’s fica em 25 qataris (R$ 34,95). Um jantar para dois em um restaurante fino não sai por menos de 400 qataris (R$ 559,20).
  • As bebidas são caras. Um capuccino vai de 15 rials (R$ 20,97) a 25 rials (R$ 34,95). Uma caneca de cerveja em um bar fica em 50 rials (R$ 69,90), enquanto uma garrafa comprada no supermercado custa 30 rials (R$ 41,94).
  • A cereja do bolo? O Qatar não cobra impostos sobre vendas, como o ICMS, nem sobre propriedades, nem imposto de renda.

Vale a pena ($$$) conhecer? Com toda certeza.

(A jornalista viajou ao Qatar a convite do grupo de turismo Águia, que comercializa pacotes de viagem e tem a exclusividade das vendas, no Brasil, dos camarotes nos estádios da Copa.)

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BRASIL E O PAÍS QUE MAIS GASTA POR PARLAMENTAR EM COMPARAÇÃO COM A RENDA MÉDIA DO PAÍS

Entre auxílios e benefícios, parlamentares do Brasil estão entre os mais bem pagos

Custo anual para manter senadores e deputados federais atinge R$ 24,7 milhões por ano, segundo estudo; além do salário, eles contam com até R$ 106 mil por mês para contratar até 25 secretários

Edison Veiga

colaboração para a CNN

Plenário do Senado FederalPlenário do Senado FederalPedro França/Agência Senado/10.mar.2022

Manter os parlamentares brasileiros não é barato. Todos os anos, cerca de R$ 24,7 milhões são necessários para garantir os salários, benefícios e outros penduricalhos de 81 senadores e 513 deputados federais, um batalhão de quase 600 políticos escolhidos periodicamente para trabalhar no Congresso Nacional e que disputarão um desses cargos nas eleições deste ano.

A conta é de um estudo divulgado em 2021 por pesquisadores das universidades de Brasília, do Sul da Califórnia e do Instituto de Matemática Pura e Aplicada.

A pesquisa comparou 33 democracias pelo mundo e concluiu que o Brasil é o país que mais gasta por parlamentar em comparação com a renda média do país.

O salário de um senador ou deputado, de R$ 33.763 por mês, está muito além da realidade brasileira, como mostram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No quarto trimestre de 2021, a renda média do trabalho no país foi de R$ 2.447, o menor valor de toda a série histórica da Pnad Contínua, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012.

Segundo as conclusões do estudo, o orçamento anual para a manutenção dos parlamentares é 528 vezes a renda média da população brasileira. “Nos demais países analisados, essa diferença é de cerca de 40 vezes”, afirma a professora.

Além do salário, deputados federais e senadores brasileiros contam, por exemplo, com até R$ 106 mil por mês para contratar até 25 secretários — número maior de assessores quando comparado a países como Estados Unidos (18 funcionários), Chile (12) e França (12), por exemplo.

“Apenas o salário mensal, sem considerar os demais benefícios concedidos, já coloca os parlamentares brasileiros entre os mais bem pagos do mundo e os mais bem pagos da América Latina”, afirma a pesquisadora Jayane Maia, do German Institute for Global and Area Studies (Giga Hamburgo) e da Universidade de Erfurt, da Alemanha.

Comparando somente o salário, o parlamentar norte-americano ganha mais do que o brasileiro. Se um deputado ou senador no Brasil tem o holerite na casa dos US$ 80 mil anuais, nos Estados Unidos eles ganham US$ 193 mil no mesmo período — mais do que o dobro.

Uma das propostas em tramitação é o projeto de decreto legislativo 1/2015, apresentado pelo ex-deputado federal Cabo Daciolo (então filiado ao PSOL e agora no PROS), que revoga o aumento salarial dos congressistas aprovado em 2014.

Com isso, o valor voltaria a ser de R$ 26.723,13. A última ação legislativa registrada na Câmara sobre o projeto foi a designação da relatoria para o parlamentar Marcelo Ramos (PSD-AM), em junho de 2021.

Durante os primeiros meses da crise do coronavírus, entre março e junho de 2020, parlamentares apresentaram propostas para reduzir o salário para até R$ 16.881,50 ― com o objetivo de que a mudança se tornasse definitiva. Os projetos, no entanto, não avançaram.

R$ 170 mil por deputado

Além do salário mensal, os parlamentares brasileiros recebem auxílio-moradia e possuem direito ao ressarcimento integral de suas despesas com saúde (benefício que é estendido ao cônjuge e dependentes com até 21 anos de idade).

Recebem a cota para o exercício da atividade parlamentar, que cobre passagens áreas, hospedagem, combustível e outras despesas, além de verba para contratação de pessoal, lembra Jayane Maia.

Segundo a pesquisadora, todos esses valores mensais se discriminam da seguinte maneira:

  • Salário (R$ 33.763);
  • Verba de gabinete (em torno de R$ 100 mil);
  • Auxílio-moradia para parlamentares que não ocupam apartamento funcional em Brasília (em torno de R$ 4.200).

O reembolso de despesas médico-hospitalares e a cota para exercício de atividade parlamentar, variáveis, não entram nessa conta.

A distância do estado do deputado em relação a Brasília é um fator que altera a cota de exercício de atividade parlamentar, considerando a diferença de valor das passagens aéreas.

“O deputado do Distrito Federal é o que recebe a menor cota: cerca de R$ 30 mil. Com isso, ele ganha cerca de R$ 170 mil por mês, contando salário e demais benefícios. Podemos dizer que esse é o gasto mínimo mensal de um parlamentar no Brasil. Mas um deputado de outro estado recebe um valor total maior que esse”, ressalta a pesquisadora.

Sistemas (e geografias) diferentes

O cientista político Leonardo Bandarra, também do Giga Hamburgo, pondera que a geografia brasileira acaba implicando na necessidade de certos auxílios que não seriam pertinentes a nações menores, como os países europeus.

“As pessoas fazem muitas comparações entre o Brasil e a Alemanha, o Brasil e a Suécia, mas é difícil comparar porque são países com populações menores e sistemas nos quais o eleitor tem um maior controle sobre o representante e o Parlamento. Normalmente são sistemas unicamerais. No Brasil, é bicameral [Câmara dos Deputados e Senado]”, diz.

Além disso, por serem países menores, há uma maior facilidade de transporte entre as bases e a capital, explica o pesquisador.

“Nesse caso, eles pagam menos também. E são países com maior controle das finanças públicas. Nesse sentido, sim, você tem menos assessores, e muitas vezes não precisa de residências oficiais”, afirma.

Tais diferenças justificam, no entendimento dele, que o Brasil tenha “excessos”, como “uma verba de gabinete, muitas vezes mais do que o necessário” e mesmo “uma quantidade de deputados grande, um parlamento grande, inchado”.

Bandarra aponta que alguns auxílios extras a que parlamentares brasileiros têm acesso não existem em outras democracias. E lembra que, em países europeus, é comum políticos andarem de transporte público.

“Por exemplo: o auxílio-moradia para quem já mora na cidade ou quem tem imóvel próprio. E auxílios extras, de gasolina, de carro oficial. Não há nada comparável em alguns países, como a Alemanha”, analisa.

Fonte: CNN

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DAS DEZ MELHORES PRAIAS DO MUNDO TRÊS FICAM NO BRASIL, SEGUNDO TRIPADVISOR

Brasil tem 3 praias entre as 10 melhores do mundo em 2022, segundo TripAdvisor

Quarta Praia, em Morro de São Paulo, Baía do Sancho e Baía dos Golfinhos são os três destinos litorâneos brasileiros no top 10; Grace Bay Beach nas ilhas Turks & Caicos está em primeiro lugar

Forrest Brown

da CNN

Baía do Sancho: entre as top 10 praias para se visitar em 2022, segundo a TripAdvisorBaía do Sancho: entre as top 10 praias para se visitar em 2022, segundo a TripAdvisorGetty Images

Imagine um paraíso quente e intocado. Praias de areia branca. Água tingida de turquesa clara como gin. E você tem a praia número 1 do mundo em 2022, de acordo com os usuários do TripAdvisor.

A plataforma de viagens acaba de lançar o segundo de seus prêmios anuais Travelers’ Choice para 2022: The Best of the Best Beaches.

Saindo no topo está Grace Bay Beach nas ilhas Turks & Caicos.

Este local encantador no Oceano Atlântico não é exatamente novo no melhor circuito de praia. Na premiação de 2021 do TripAdvisor, ficou em 4º lugar.

O Caribe tem o maior número de praias na lista dos 10 melhores deste ano, e cinco continentes estão representados na contagem. O Brasil é o único destino a ter mais de um escolhido com impressionantes três praias.

Para 2022, as melhores praias são:

1. Praia de Grace Bay: Grace Bay, Turks & Caicos
2. Praia de Varadero: Varadero, Cuba
3. Baía Turquesa: Exmouth, Austrália
4. Quarta Praia: Morro de São Paulo, Brasil
5. Eagle Beach: Palm – Eagle Beach, Aruba
6. Praia Radhanagar: Ilha Havelock, Índia
7. Baía do Sancho: Fernando de Noronha, Brasil
8. Trunk Bay Beach: Parque Nacional das Ilhas Virgens, Ilhas Virgens Americanas
9. Baía dos Golfinhos: Praia da Pipa, Brasil
10. Spiaggia dei Conigli: Lampedusa, Itália

Número 1 do ano passado – Whitehaven Beach em Whitsunday Island na Austrália – não ficou no top 10 neste ano.

Grace Bay Beach: Este trecho de areia fina nas Ilhas Turks & Caicos é a melhor praia do mundo, de acordo com usuários do TripAdvisorCrédito: Ellen McKnight/Adobe Stock

Praia de Varadero: A Praia de Varadero em Cuba oferece areias brancas, palmeiras e um cenário tropical Crédito: Adobe Stock

Turquoise Bay: No Cape Range National Park, em Exmouth, Austrália Ocidental, Turquoise Bay é um local popular para mergulho com snorkel Crédito: Getty Images

Os usuários do TripAdvisor elogiam esta praia em Morro de São Paulo, Brasil, por ser um refúgio de calma com relativamente poucos turistas Crédito: Alamy Stock Photo

Eagle Beach: “Absolutamente linda”, diz um usuário do TripAdvisor desta praia em Oranjestad, capital da ilha caribenha holandesa de Aruba Crédito: Getty Images

Praia de Radhanagar: Há muitas praias incríveis nas Ilhas Andaman, na Índia, mas Radhanagar na Ilha Havelock se destaca por suas condições imaculadas e seu pôr do sol Crédito: Adobe Stock

Baia do Sancho: Esta praia no arquipélago brasileiro de Fernando de Noronha é bastante remota e a acessibilidade não é fácil, mas os usuários do TripAdvisor acham que vale a pena o esforço. Crédito: Adobe Stock

Trunk Bay Beach: No Parque Nacional das Ilhas Virgens, Trunk Bay é conhecida pelas tartarugas-de-couro Crédito: Getty Images

Baía dos Golfinhos: Golfinhos são uma das principais atrações deste trecho do litoral ao sul de Natal, Brasil Crédito: Adobe Stock

Spiaggia dei Conigli: Esta praia na ilha siciliana de Lampedusa, Itália, é um local de nidificação de tartarugas cabeçudas Crédito: Adobe Stock

O melhor de Grace Bay Beach

O TripAdvisor disse em um comunicado à imprensa que a praia de Grace Bay teve mais de 7.200 avaliações até o momento e que 90% delas recebem a classificação mais alta.

A praia fica na costa nordeste da ilha de Providenciales. Você pode pensar nisso como parte do Caribe – e é realmente próximo – mas todo o território de Turks & Caicos está tecnicamente no Oceano Atlântico.

Uma barreira de recife ajuda a manter Grace Bay Beach livre de algas e outros objetos, diz o site oficial de turismo de Turks & Caicos. Passeios de barco e outros esportes aquáticos são populares nas águas calmas e rasas entre a praia e o recife.

Indo para Turks e Caicos

Aqui está o que você precisa saber sobre uma viagem a Turks & Caicos durante a pandemia.

Primeiro, visitantes de todo o mundo são bem-vindos para passar férias lá; no entanto, eles devem estar totalmente vacinados se tiverem 16 anos ou mais.

Todos os viajantes com 2 anos ou mais precisam de um resultado negativo do teste de PCR Covid-19 realizado no máximo três dias antes da chegada, e não é necessário fazer quarentena. Um formulário de autorização de viagem precisa ser preenchido e também é necessário um seguro de viagem Covid-19.

As máscaras são obrigatórias em todos os locais públicos até 28 de fevereiro para maiores de 2 anos, e não há restrições de viagens entre as ilhas.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA tinham um aviso de viagem de Nível 4 (risco muito alto) nas ilhas em 22 de fevereiro. Esse é o nível mais alto do CDC, e a agência aconselha as pessoas a evitar as Ilhas Turks & Caicos por enquanto.

As 10 melhores praias dos EUA

O TripAdvisor também tem uma categoria separada apenas para praias nos Estados Unidos.

Estados com litoral do Pacífico ganham muito em 2022, com apenas uma praia do Golfo do México e um local no Atlântico na lista. O Havaí manteve quatro vagas para si.

As melhores praias dos EUA para 2022 são:

1. Área de recreação estadual de Hapuna Beach: Puako, Havaí
2. Praia Siesta: Siesta Key, Flórida
3. Poipu Beach Park: Poipu, Havaí
4. Moonstone Beach: Cambria, Califórnia
5. Kailua Beach Park: Kailua, Havaí
6. Praia de Driftwood: Jekyll Island, Geórgia
7. Ruby Beach: Parque Nacional Olímpico, Washington
8. Cannon Beach: Cannon Beach, Oregon
9. La Jolla Cove: La Jolla, Califórnia
10. Ho’okipa Beach Park: Paia, Havaí

A maior ilha do Havaí, Hapuna Beach, “tem as ondas perfeitas para surf, bodyboard e body surf”, afirmou o TripAdvisor.

O primeiro lugar em 2021, St. Pete Beach, em São Petersburgo, Flórida, não chegou ao top 10 de 2022.

Como os locais são escolhidos

De acordo com o TripAdvisor, as seleções homenageiam os locais mais populares entre seus avaliadores.

O prêmio Melhor dos Melhores da Travelers’ Choice foi baseado na qualidade e na quantidade de avaliações e nas avaliações dos viajantes do TripAdvisor sobre praias, reunidas entre 1º de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021.

Uma pesquisa recente também revelou que 37% dos viajantes farão uma viagem à praia em 2022, disse a plataforma.

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CIENTISTA BRASILEIRO LIDERA PROJETO DE MAIOR REDE DE TELESCÓPIOS DO MUNDO

Brasileiro lidera o CTA, maior rede de telescópios do mundo; conheça o projeto

Observatório liderado por Luiz Vitor de Souza Filho ajudará a estudar raios gama e desvendar mistérios sobre matéria escura

Evanildo da Silveira

colaboração para a CNN

Observatório CTA terá telescópios de diversos tamanhos, que já estão sendo prototipadosObservatório CTA terá telescópios de diversos tamanhos, que já estão sendo prototipadosCTA/Divulgação

Mais de 1.500 cientistas, além de instituições de pesquisa e empresas de 25 países, estão trabalhando em conjunto para construir o Cherenkov Telescope Array (CTA), que terá mais de 100 telescópios ligados em rede e será o maior observatório de fontes extremas de energia, como os raios gama, do mundo.

E tudo sob a liderança de um cientista brasileiro, o astrofísico Luiz Vitor de Souza Filho, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, em São Carlos (IFSC-USP).

Sua implementação começou em 2013 e, depois de vários adiamentos, a previsão para sua conclusão é 2025. Quando estiver em plena operação, serão 118 telescópios de vários tamanhos, alguns deles com 23 metros de diâmetro. Desse total, 99 serão instalados nos Andes chilenos, na região do Cerro Paranal, e 19 na Ilha Canária de La Palma, na Espanha.

“O efeito Cherenkov é a emissão de radiação (luz) decorrente da passagem de uma partícula carregada com velocidade maior do que a velocidade da luz em um meio, como água ou ar, por exemplo”, explica Souza. “Ou seja, quando uma partícula com carga elétrica atravessa a atmosfera terrestre, ele produz uma rastro luminoso, que pode ser detectado pelos telescópios do CTA.” A velocidade da luz só não pode ser ultrapassada no vácuo.

Alguns números ajudam a entender melhor isso. A velocidade da luz no vácuo (c) é de 299.792,458 km/s e é insuperável. Mas em um meio qualquer é menor que esse valor. No ar perto da superfície terrestre, por exemplo, a velocidade da luz é de aproximadamente 299.702  km/s.

A velocidade de um elétron no ar pode ser maior que esse valor, mas é obrigatoriamente menor que 299.792 km/s, ou seja, é maior do que velocidade da luz naquele meio, mas menor que ela no vácuo. Resumindo, nada, seja no vácuo ou num meio qualquer, pode superar a velocidade de 299.792 km/s.

Em busca dos eventos extremos

Os telescópios CTA vão procurar os raios gama – também conhecidos como raios cósmicos –, que são emitidos pelos eventos mais extremos conhecidos do universo, como explosões de estrelas supernovas e colisões de buracos negros.

“O CTA será a próxima geração de telescópios dedicados à astronomia da radiação gama, portanto, para a observação do céu na faixa mais energética do espectro eletromagnético”, explica o astrofísico Ulisses Barres de Almeida, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e um dos três investigadores principais do CTA no Brasil – junto a Souza e à física Elisabete Dal Pino, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP

“O observatório investigará os eventos mais energéticos do universo, incluindo as condições físicas dos aceleradores cósmicos de partículas, tais quais buracos negros, pulsares, supernovas e surtos de radiação gama; além da composição e origem da matéria escura, os campos magnéticos do universo, e a violação da constância da velocidade da luz, que só é possível medir-se em raios gama”, explica Dal Pino.

De acordo com ela, o novo observatório terá uma melhora em sensibilidade de um fator 5 a 10 vezes mais que os atuais nas energias entre 100 gigaelétron-volts (GeV) e 10 teraelétron-volts (TeV). Por definição, um elétron-volt é a quantidade de energia cinética ganha por um único elétron quando acelerado por uma diferença de potencial elétrico de um volt, no vácuo.

“Com o CTA será possível detectar raios gama do cosmos numa faixa que compreende desde energias bem abaixo dos 100 GeV até acima dos 100 TeV, alcançando energias jamais observadas antes no universo”, diz Elisabete.

Para cobrir esta extensa faixa energética, o observatório terá três tamanhos diferentes de telescópios: de grande porte (LST), com 23 metros de diâmetros, de médio (MST) com 15 metros, e de pequeno (SST) com 4 metros.

Por meio da observação que será feita pelo conjunto de telescópios, será possível reconstruir a direção e energia da radiação gama que está vindo de fontes distantes do universo.

“O CTA é um experimento amplo e múltiplo desenhado para fazer descobertas ao invés de medidas incrementais”, explica Souza. “Os resultados do novo observatório trarão informações sobre escalas macro (astro) e micro (partículas) da natureza.”

Segundo o astrônomo Reinaldo Santos de Lima, do IAG-USP, que também participa do projeto, mais informações, detalhes e estatísticas de fontes astrofísicas, como supernovas, pulsares, núcleos ativos de galáxias, ou ainda regiões extensas da galáxia onde se produz radiação de altíssima energia, tornam possível compreender mais sobre as condições físicas destas fontes e ambientes.

“Também ajudam a entender os processos de geração e interações fundamentais das partículas super-relativísticas que geram esta radiação, os raios cósmicos”, acrescenta.

O CTA ajudará ainda a entender como as partículas fundamentais (prótons, nêutrons, elétrons, por exemplo) interagem em escalas de energia inacessíveis em experimentos na Terra, como o acelerador de partículas Large Hadron Collider (LHC) ou Grande Colisor Elétron-Pósitron, instalado na Suíça.

“Tais escalas energéticas de interação de partículas eram comuns nos primeiros momentos do universo após do Big Bang, mas só podem ser estudadas hoje nesses fenômenos astrofísicos extremos”, explica o físico e astrônomo Aion da Escóssia Melo Viana, colega de Souza no IFSC-USP, e também integrante do observatório.

Além disso, diz Viana,há a possibilidade de que se possa finalmente descobrir a natureza da misteriosa matéria escura, por meio da sua aniquilação ou desintegração nos centros de galáxias (como a própria Via Láctea), o que produziria uma luz tênue em raios gama que poderá ser detectada pelo CTA.

O Brasil à frente do projeto

Não é por acaso que pesquisadores brasileiros estejam participando, com posições de destaque, do mais avançado observatório a ser construído.

“O Brasil tem longa experiência nesta área de pesquisa que recebe o nome de Astrofísica de Partículas (antigamente o nome mais usado era raios cósmicos)”, explica Souza.

De acordo com ele, entre os primeiros artigos científicos de física publicados em revistas de conhecimento internacional foram resultados nesta área de pesquisa, e tiveram como autores os brasileiros Marcello Damy e Paulus Pompéia, em 1940.

O físico brasileiro mais conhecido, César Lattes, também fez sua carreira nessa área de pesquisa. “Esses pioneiros plantaram as sementes de uma comunidade que hoje participa do CTA”, orgulha-se Souza.

Ainda segundo ele, nas últimas duas décadas, a comunidade brasileira abriu novas perspectivas da participação nacional ao envolver a indústria na construção de grandes observatórios, como o Pierre Auger, na Argentina, e o Southern Astrophysical Research Telescope, mais conhecido como SOAR, no Chile.

O Brasil também tem participação nos experimentos da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), que opera o LHC, cuja instrumentação tem algumas semelhanças com os observatórios de Astrofísica de Partículas.

Souza diz que essas iniciativas das últimas décadas, colocaram a comunidade nacional de Astrofísica de Partículas no mais alto patamar da ciência sendo feita nesta área.

Assim, o país se tornou um parceiro importante ao contribuir com conhecimento científico e inovação tecnológica.

“Por isso, em 2010 propus ao Consórcio Internacional do CTA a inclusão do Brasil”, conta. “Em função do histórico, fomos aceitos. Em seguida, iniciei a tarefa de formação de uma equipe nacional e de prospecção de empresas interessadas em participar. Foi um caminho árduo, mas depois de 11 anos, conseguimos destaque científico no Consórcio e participação da indústria nacional na construção dos telescópios.”

Ele próprio foi eleito recentemente, para um mandato de dois anos, como presidente da assembleia científica do CTA, o órgão máximo do observatório para a área de ciência e pesquisa.

“Minha escolha é resultado de uma longa história de sucesso da área de Astrofísica de Partículas do Brasil e em particular dos participantes no CTA”, diz. “Hoje já somos mais de 50 pessoas envolvidas com o CTA no Brasil. Eu me sinto muito honrado e desafiado ao assumir esta responsabilidade. O Observatório está em um estágio muito importante de transição entre protótipos e construção definitiva dos telescópios nos locais onde serão instalados, o que vai exigir muito da presidência da assembleia.”

Além dos pesquisadores, empresas brasileiras também participam da construção do observatório. É o caso da Orbital Engenharia, de São José dos Campos (SP), que venceu uma concorrência com uma empresa da Europa para desenvolver o projeto e construir a estrutura (braço) mecânica de sustentação das câmeras dos telescópios de médio porte.

“Ela tem aproximadamente 16 metros de altura e será instalada em telescópios com espelho de 12 metros de diâmetro, para dar sustentação e posicionar a câmera de duas toneladas”, conta o presidente da empresa, Célio Costa Vaz.

Essa estrutura possui vários requisitos de projeto, fabricação, interfaces, transporte, montagem e de vida operacional em ambientes agressivos, incluindo a resistência a terremotos.

Souza diz que, para a Orbital Engenharia, “com sua vocação e vasta experiência no desenvolvimento de tecnologias próprias voltadas para aplicações espaciais no país”,  essa escolha se mostrou como uma oportunidade para aplicar sua capacidade de engenharia espacial em um projeto desafiador de relevância internacional. “Também possibilitou a abertura de um novo mercado,  qual seja, o de fornecer apoio de engenharia à pesquisa científica em astrofísica em nível mundial”, diz

Fonte: CNN

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CONFLITO ENTRE RÚSSIA E UCRÂNIA PROVOCARIA O ENVOLVIMENTO DAS POTÊNCIAS MILITARES DO MUNDO E TERIA REFLEXOS NO BRASIL

Entenda como conflito entre Rússia e Ucrânia poderia afetar o Brasil

Agravamento da situação no Leste da Europa faria preço do petróleo e do gás disparar e impactaria na economia do país

INTERNACIONAL

Letícia Sepúlveda

 do R7

Membro do exército russo durante exercício militar na região sul de Rostov, na Rússia

SERGEY PIVOVAROV/REUTERS – 26.01.2022

As preocupações devido à crescente tensão na fronteira da Rússia com a Ucrânia não estão restritas apenas à Europa. O conflito entre os dois países provocaria o envolvimento das principais potências militares do mundo e teria reflexos inclusive no Brasil, mesmo estando tão distante da zona de guerra.

O geógrafo João Correia explica que o país ocupa o assento rotativo no Conselho de Segurança da ONU a partir deste ano e fica até 2023 e que, tradicionalmente, assume uma posição de neutralidade nesse tipo de questão da geopolítica.

Apesar disso, o país pode ser pressionado a abandonar essa postura mais diplomática, como já ocorreu no passado. “A ex-presidente Dilma foi muito criticada em 2014, quando não se posicionou em relação à invasão russa na península da Crimeia”, lembra Correia.

Para o professor Carlos Gustavo Poggio, do curso de Relações Internacionais da FAAP, se o conflito se agravar, o maior impacto para o Brasil talvez não seja relacionado com a Rússia diretamente, mas sim em questões mais amplas.

“Precisaríamos analisar como o país se comportaria se uma invasão ocorresse, se os Estados Unidos demandariam algum tipo de posicionamento do governo brasileiro”, aponta. “Além disso, haveria um impacto no comércio internacional, na bolsa de valores, e isso afetaria a economia do país.”

A Rússia é um parceiro comercial importante para o Brasil. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país negociou um total de 2,7 bilhões de dólares (R$ 14,3 bilhões) em produtos russos em 2020. Desse total, 53,6 milhões de dólares (R$ 285,6 milhões) foram gastos na importação de óleos combustíveis de petróleo.

O preço do petróleo subiria se a Rússia, que é uma grande exportadora, diminuísse seu fornecimento. Outro fator que contribuiria para a alta do preço seria a demanda por gás natural em toda a Europa, grande consumidora do gás russo.

Gunther Rudzit, professor do curso de relações internacionais da ESPM, afirma que se o conflito na Ucrânia se agravar, haverá uma disparada do preço do petróleo, do gás natural e uma grande valorização do dólar.

Ele ainda cita Adriano Pires, Doutor em Economia Industrial pela Universidade de Paris XIII, ao dizer que se o barril do petróleo subir dos atuais 87 dólares para 100 dólares, o litro da gasolina pode custar R$ 10,00 no Brasil e impactar todos os setores.

“Com esse valor, o preço dos produtos seriam muito inflacionados. Seria o pior cenário possível para a Petrobras e para o país”, ressalta. “Por isso precisamos esperar muito que a situação não se torne mais grave na Ucrânia, porque isso afetaria a economia global com um todo.”

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BIDEN ENVIA MENSAGEM AOS TERRORISTAS DE TODO MUNDO

Biden diz que EUA irão ‘caçar e encontrar’ terroristas

Presidente norte-americano afirmou que líder do Estado Islâmico explodiu todo um andar de um prédio para não ser preso

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden. fez um pronunciamento rápido nesta quinta-feira (3) na Casa Branca, para comentar a operação das forças especiais do país que resultou na morte do líder Estado Islâmico (EI), Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurashi, na Síria.Biden assegurou que “a operação de ontem à noite removeu um grande líder terrorista do campo de batalha e enviou uma forte mensagem aos terroristas de todo o mundo: vamos caçar vocês e encontraremos vocês”.

“Em um último ato desesperado de covardia, e sem se importar com a vida de sua própria família ou de outras pessoas no prédio, ele escolheu explodir a si mesmo, não apenas o cinto (de explosivos), mas todo o terceiro andar do que enfrentar a justiça pelos crimes que cometeu, levando vários familiares com ele, como fez seu antecessor”, explicou.

Os soldados americanos que participaram da ação estão bem.

Segundo Biden, al-Qurashi subiu à liderança do Estado Islâmico em 2019, depois que outra operação de forças norte-americanas eliminou o antecessor Abu Bakr al-Baghdadi. “Desde então, o EI realizou ataques contra os EUA, seus aliados e incontáveis civis no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. Ele supervisionou operações do grupo ao redor do mundo”, afirmou.

O presidente norte-americano também acusou al-Qurashi de ser o responsável pelo recente ataque contra uma prisão no norte da Síria onde estão detidos combatentes do EI.

“Ele também foi a força que moveu o massacre da minoria yazidi no norte do Iraque em 2014”, disse Biden, que citou massacres de vilas inteiras e a venda de mulheres e meninas yazidis como escravas, além do uso em massa de estupros “como arma de guerra”.

Fonte: R7

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REFLEXÃO: ASSIM COMO AS ONDAS DO MAR A VIDA RETRIBUI O QUE OFERECER AOMUNDO

Você recebeu o livre arbítrio de Deus e por isso é livre para pensar, o pensamento desconhece barreiras e a linha do tempo, portanto, esteja no momento PRESENTE, pois é neste momento onde você possui a oportunidade para fazer escolhas,  bem como, desenvolver ações que resultarão no seu êxito e progresso no futuro. A lei da Causa e Efeito regem a sua natureza e por isso, assim como as ondas do mar que levam e trazem as dádivas do mar, a vida retribui o que oferecer ao mundo. Boa leitura!

A Vida Retribui o que Oferecer ao Mundo

Auto motive-se, você é a fonte primária desta poderosa energia, Deus te concedeu a inteligência e o livre arbítrio, exerça sua soberania sobre si. Cultive raciocínios bons e positivos, auto encoraje-se para batalhar por seus ideais, crie emoções de satisfações e autoconfiança, e desta forma, aflore as potencialidades natas que está agraciado! Tenha atitudes pertinentes e concretas para realizar seus objetivos.

Você é livre para pensar, o pensamento desconhece barreiras e a linha do tempo, portanto, esteja no momento PRESENTE. Agora, é onde você possui a oportunidade para fazer escolhas,  bem como, desenvolver ações que resultarão no seu êxito e progresso no futuro.

Hoje é o início de um novo ciclo de vida, faça o seu melhor e com muito amor, seja o reflexo da conquista e do êxito, acredite em si e confie na providência divina, Deus está presente em todos os momentos da sua vida, ele te proporciona oportunidades fantásticas, uma noite de sono restauradora, um novo dia esplendoroso, a força necessária para batalhar, a saúde que te mantém em pé, te concede a água que sacia sua sede, o alimento que o nutre, a natureza que enfeita sua vida homem, o ar que respira, e as chances de evolução, ou seja, Deus está te concedendo oportunidades de progresso e aprimoramento o tempo todo. Compete a você, restaurar o seu padrão de raciocínio e explorar suas potencialidades. Suas aptidões e talentos, lhe possibilitam ir ao encontro de todos os propósito que criar, por isso, batalhe incansavelmente, refaça o seu destino, este é o momento!

Recomeçar é o segredo, esteja convicto que é possível e tenha Deus a frente, que maravilhosas oportunidades surgirão. Faça todo o possível, lícito, sensato e com respeito, tenha a humildade como holofote na caminhada da vida, que na sua jornada terá adornos incríveis para recolher. A vida te retribui o que oferecer ao mundo, realize boas ações e pensamentos nobres e prepare-se para colher alegrias, conquistas e momentos de felicidades.

Autor: Reginaldo Rodrigues

Fonte: Leve Consciência

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O QUE O DEVEMOS APRENDER COM O MUNDO ÁRABE

Reflexões sobre o mundo árabe

O que o Ocidente perdeu pelo caminho?

Pessoas em um calçadão em Dubai | Foto: PixabayPessoas em um calçadão em Dubai | Foto: Pixabay

Acabei de passar alguns dias de férias nos Emirados Árabes Unidos. Foi a primeira vez que visitei Dubai e Abu Dhabi. Foi a primeira vez que visitei um país muçulmano. Foi uma experiência importante para entender melhor essa parte do mundo. É impressionante o desenvolvimento econômico que estão promovendo neste país. Também temos a aprender com eles sobre a importância das tradições e da religião. A forma como a cultura muçulmana está organizada e fortalecida, principalmente em comparação às sociedades ocidentais, é algo que merece nossa atenção.

Primeiro, vamos à parte econômica. Pode-se argumentar que Dubai é o lugar mais próspero em termos materiais da história da humanidade. Lá tem a maior estrutura vertical já construída pelo homem (Burj Khalifa – 829m) e o maior shopping do mundo (Dubai Mall), apenas para citar dois exemplos. Também já existe o projeto para o prédio que superará o Burj Khalifa como o mais alto do mundo, o Dubai Creek Tower, que terá mais de 1,2 quilômetro de altura.

Mundo árabe

Lá não existe pobreza. As casas “populares” são grandes e bonitas. Um trabalhador estrangeiro consegue tranquilamente ganhar 4.000 dirham por mês, cerca de R$ 6 mil. Para os nativos, esse valor é no mínimo 25.000 dirham (R$ 37 mil). A criminalidade também é inexistente; a segurança é total. Um trabalhador da Jordânia me relatou um episódio curioso. Em sua primeira semana vivendo em Dubai, ele se envolveu em uma briga de rua com outro estrangeiro. Os dois foram levados à delegacia, e foi dito a eles que esse tipo de comportamento não existia naquele país, e que eles deveriam focar em arrumar trabalho. Se acontecesse algum problema novamente, eles estariam no primeiro voo de volta para o país deles. Esse rapaz nunca mais se envolveu em confusão. Vale lembrar também que existe pena de morte no país para crimes mais graves como homicídio.

Portanto, a impressão que o país passa é de um lugar extremamente seguro, desenvolvido e com inúmeras possibilidades de trabalho e investimento. O mais impressionante é que tudo isso foi feito em 50 anos, através de um sistema político estável (monarquia) e uma visão de longo prazo. É claro que o dinheiro do petróleo, principalmente de Abu Dhabi, impulsionou esse crescimento. Mas Dubai não é mais dependente de petróleo. Eles reorganizaram quase toda sua economia para focar no turismo, construção e setor imobiliário.

É curioso ver pessoas no Brasil dizendo que a monarquia é ultrapassada e retrógrada. Só se esquecem que este país, talvez o mais desenvolvido do mundo, é uma. Mas essa é outra discussão. O importante é que a estabilidade política foi fundamental para eles atingirem esse progresso em tão pouco tempo, coisa que é quase impossível de vislumbrar no Brasil. Não temos nem estabilidade, nem visão de longo prazo. Nosso país é, infelizmente, uma confusão generalizada. Não existe união em torno de um projeto para o futuro do país. Precisamos fazer o Brasil dar certo apesar desta complexa realidade.

Sobre o tradicionalismo, a cultura muçulmana é muito presente em todo lugar. Por mais que Dubai esteja mais aberta, existem mesquitas por todo lado. Abu Dhabi já é bem mais tradicional; é recomendável que as mulheres andem com o cabelo e pescoço cobertos. De forma geral, as tradições são muito respeitadas. Não existe espaço para qualquer pauta que possa desestabilizar o futuro do país. Todas as discussões delirantes que temos no Ocidente, como, por exemplo, se homens podem engravidar, simplesmente não existem por lá.

Valores cristãos em crise

É triste fazer a comparação com o Ocidente e perceber como o Cristianismo está enfraquecido. Tanto a igreja católica como a protestante estão infiltradas por pautas progressistas. No mundo muçulmano, eles tem convicção de que o Ocidente está totalmente perdido dentro do que acreditamos ser “liberdade”. E eles tem razão. Estamos com a nossa ordem sagrada muito fragilizada. Boa parte da nossa população não está nem aí para Deus. Sequer sabemos se queremos casar ou ter filhos. Estamos, ao menos parcialmente (para não ser tão pessimista), à deriva.

É fácil entender também porque os muçulmanos serão maioria em diversos países europeus em pouco tempo. Eles têm uma bússola moral clara. Você pode discordar de todas as suas crenças religiosas e da sua moralidade, mas é inegável que eles têm valores muito bem definidos, e não estão dispostos a mudá-los. Isso os fortalece como povo. E é isso que perdemos ao longo do caminho. Quatrocentos anos de ataques ao Cristianismo após o Iluminismo estão cobrando o seu preço. Estamos há séculos em decadência moral.

Diante disso, a conclusão racional é que o Ocidente precisa urgentemente fortalecer o Cristianismo. Recuperar nossas tradições. Retornar com convicção e ênfase à moralidade cristã. Esse é o único caminho possível. Precisamos casar, formar famílias e voltar a viver em comunhão com Deus. Precisamos criar novas gerações que vivam de acordo com valores cristãos. Não quero menosprezar outras crenças e religiões, mas apenas o cristianismo — incluo aqui católicos e protestantes— tem a força, tradição e capilaridade necessárias para nos ajudar nesta retomada de consciência e moralidade na América do Sul, América do Norte e Europa. Caso isso não ocorra, infelizmente, teremos uma sociedade cada vez mais perdida, fragilizada, confusa e desmoralizada. E isso interessa a todos os outros, menos a nós.

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MAIOR DIAMANTE NEGRO LAPIDADO DO MUNDO FOI COLOCADO EM EXIBIÇÃO PÚBLICA PELA PRIMEIRA VEZ EM DUBAI

Maior diamante negro lapidado do mundo é exibido em Dubai

Formado pelo impacto de um meteorito há mais de 2,6 bilhões de anos, o “Enigma” será leiloado nos EUA em fevereiro

INTERNACIONAL

 por AFP

O diamante apelidado de "Enigma" tem 555,55 quilates e 55 faces

GIUSEPE CACACE / AFP – 17.1.2022

O maior diamante negro lapidado do mundo foi colocado em exibição pública pela primeira vez em Dubai nesta segunda-feira(17), antes de seu próximo leilão, que deve alcançar um preço de US$ 5 milhões (cerca de R$ 27,6 milhões).

Especula-se que o “Enigma”, como o raro diamante de carbono foi apelidado, foi formado por um impacto de meteorito há mais de 2,6 bilhões de anos, de acordo com a especialista em joias da casa de leilões Sotheby’s, Sophie Stevens.

Uma das pedras mais difíceis de lapidar devido à sua resistência (é composta por inúmeros pequenos diamantes, grafite e carbono), este diamante de 555,55 quilates e 55 faces não foi mostrado por seu proprietário anônimo nos últimos 20 anos.

Seu formato foi inspirado no símbolo de poder e proteção do Oriente Médio, o Jamsa, em forma de mão, também ligado ao número cinco.

“É muito diferente!”, disse Stevens sobre essa joia, registrada no livro Guinness como o maior diamante lapidado do mundo.

Depois de ser exibido em Dubai, o “Enigma” viajará para Los Angeles e Londres, para ser leiloado online por sete dias a partir de 3 de fevereiro.

Fonte: R7

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HÁ UM ANO CRISE DO OXIGÊNIO NO AMAZONAS CAUSAVA PERPLEXIDADE EM TODO MUNDO E SEGUE TOTALMENTE IMPUNE

Por Ayrton Senna Gazel e Victor Cruz, g1 AM

 

Parentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/ReutersParentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Há exato um ano, a crise do oxigênio no Amazonas causava perplexidade em todo o mundo e marcava um dos momentos mais tristes da pandemia no Brasil. No dia 14 de janeiro de 2021, o caos se instalou no sistema de saúde de Manaus, quando faltou oxigênio nos hospitais.

Na época, o estado registrava recorde de internados com Covid, e as unidades ficaram superlotadas. O Amazonas foi o primeiro estado do país a sofrer com os impactos da segunda onda da Covid.

Investigações do Ministério Público e da Defensoria Pública apontam que mais de 60 pessoas morreram em todo o estado por conta da falta de oxigênio. Mais de 500 pacientes foram transferidos às pressas para hospitais em outros estados.

Até hoje, ninguém foi responsabilizado pela crise do oxigênio. Autoridades públicas e empresas privadas são alvos de ações do MP-AM, MPF e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, instalada no Senado.

O número de vidas perdidas, desde o começo da pandemia, passa de 13,8 mil.

Atualmente, o Amazonas enfrenta uma nova explosão de casos de Covid-19, causada, sobretudo, pela variante ômicron. Na terça e quarta (11 e 12), foram registrados mais mil novos casos de Covid.

Apesar do aumento de casos, a situação é menos grave do que no ano passado graças ao avanço da vacinação no estado: 41,5% estão com o esquema vacinal completo, e 65,21% tomaram a primeira dose.

Mas o crescimento de novos casos trouxe o medo de uma nova crise reativa as restrições. Eventos com mais de 200 pessoas foram cancelados, além de blocos carnavalescos e até cruzeiros.

Esta reportagem mostra fatos que antecederam e sucederam a crise do oxigênio no Amazonas. Você vai entender:

Os sinais da crise que estava por vir

Em dezembro de 2020, o Amazonas voltou a observar aumento de novos casos de Covid. Com o consequente aumento de internações e mortes, o governo estadual determinou o fechamento total do comércio no dia 26 de dezembro.

A medida causou revolta nos comerciantes e manifestações por toda a capital. Sob pressão, o governo flexibilizou a abertura do comércio no fim do ano, mas a Justiça determinou o retorno das medidas restritivas no começo de janeiro.

Em meio a esse cenário, foi identificada no Amazonas a variante P.1, hoje conhecida como Gama, que se mostrou mais letal e mais transmissível.

Rapidamente, o sistema de saúde, tanto na rede pública quanto privada, ficou sobrecarregado. O número de internados com Covid só aumentava, e, também, a demanda por oxigênio.

O caos dos dias 14 e 15 de janeiro

Nas primeiras horas do dia 14 de janeiro, profissionais de saúde e familiares de pacientes saíam de dentro dos hospitais em desespero, relatando que havia acabado o oxigênio dos hospitais. Foram dois dias sem oxigênio, ou quase nada, nos hospitais.

A situação foi constatada nos principais hospitais de Manaus, como Hospital 28 de Agosto, Hospital Universitário Getúlio Vargas, Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, e Serviços de Pronto-Atendimento (SPA) pela cidade.

Em meio à falta do insumo, pacientes morriam asfixiados nas unidades. A urgência por oxigênio era tão grande que pessoas passaram a comprar o insumo por contra própria, e levavam às pressas para os hospitais, na esperança de salvar seus familiares internados.

 A capacidade de produção das empresas fornecedoras era de 28,2 mil metros cúbicos, na época.

A corrida por oxigênio provocou filas gigantescas na frente nas empresas fornecedoras, porém, faltou o insumo até para vender. As empresas tinham que dar prioridade ao fornecimento a hospitais.

Parentes de pacientes hospitalizados se reúnem para comprar oxigênio e encher botijões em empresa privada em Manau — Foto:

Como os hospitais estavam lotados, muitos pacientes permaneceram internados em casa, sobrevivendo com cilindros de oxigênio. Nos hospitais particulares, também faltava o insumo. E, nos dias seguintes, a crise do oxigênio se estendeu para municípios do interior.

De acordo com documentos obtidos pelo Ministério Público, a falta de oxigênio causou a morte de pelo menos 31 pessoas apenas em Manaus nos dias 14 e 15 de janeiro.

Conforme levantamento da Defensoria Pública do Amazonas, cerca de 30 pacientes também perderam a vida por conta da escassez do insumo no interior do Amazonas.

Com o sistema de saúde sem oxigênio e superlotado, 542 pacientes foram transferidos em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para hospitais de 16 estados.

A operação iniciou em 15 de janeiro e seguiu até 10 de fevereiro. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), 444 pacientes retornaram com vida ao Amazonas.

O pico da segunda onda da Covid foi registrado entre meados de janeiro e início de fevereiro de 2021. Os números de infectados, internados e mortos pela doença só perderam força a partir do final de março.

Mais 11 pacientes do Amazonas foram transferidos para outros estados por conta de falta de oxigênio em Manaus. — Foto: Arthur Castro/Divulgação/Governo do AM

A omissão das autoridades diante da crise

Três dias antes da crise eclodir, em 11 de janeiro, a White Martins, empresa responsável pelo fornecimento de oxigênio ao Governo do Amazonas, informou que a demanda estava seis vezes acima do que vinha sendo registrado ao longo da pandemia.

Ao g1, a White Martins afirmou que possuía capacidade para produzir um volume de oxigênio três vezes maior do que o contratado pelo governo, mas a demanda já superava a sua capacidade.

Na ocasião, o governador do Amazonas, Wilson Lima, já descrevia a situação como dramática, por conta da demanda crescente do estado.

 Naquela época, a pasta se dedicava propagar o uso de medicamentos ineficazes no combate à doença, como a hidroxicloroquina.

Durante o período, documentos enviados do Ministério da Saúde a Manaus sugeriam a criação de tendas para indicar remédios sem eficácia comprovada contra a Covid.

A CPI da Covid, instalada no Senado, também mostrou que uma carta foi enviada pela White Martins ao governo do Amazonas no dia 16 de julho de 2020, indicando que o estoque de oxigênio fornecido pela empresa ao estado não suportaria um colapso na saúde pública, justamente o que aconteceria em janeiro de 2021.

Após seis meses de trabalho, a CPI aprovou o relatório final, que atribuiu nove crimes ao presidente Jair Bolsonaro e pediu 80 indiciamentos por crimes na pandemia.

Apesar da Justiça ainda não ter responsabilizado ninguém pelo trágico episódio, ações em diferentes órgãos tentam responsabilizar os culpados. Há processos em andamento na Procuradoria-Geral da República, Ministério Público Federal, Ministério Público do Amazonas, Defensoria Pública, entre outros.

Representantes da CPI da Covid vão a Manaus entregar relatório ao Ministério Público

O consumo atual de oxigênio no estado

De acordo com a White Martins, o consumo atual de oxigênio nas unidades de saúde atendidas pela empresa no Amazonas é de 11,4 mil metros cúbicos diários, o que representa um sexto da demanda na época.

Durante a crise, foram instaladas 41 miniusinas geradoras do gás oxigênio, sendo 11 na capital, e 30 distribuídas em outros 26 municípios do interior, que seguem em funcionamento, segundo a SES.

Somados as produções das miniusinas e das empresas que possuem contrato com o governo, a capacidade de produção de oxigênio medicinal no Amazonas gira em torno de de 60 mil metros cúbicos por dia, conforme a SES.

As incertezas provocadas pela ômicron

Agora o Amazonas está diante de uma nova explosão de casos de Covid-19 causada pela variante ômicron.

As medidas de restrição foram reforçadas. Festas e blocos de rua no Carnaval de Manaus já foram suspensas, assim como a Temporada de Cruzeiros. Os eventos com venda de ingresso estão proibidos por tempo indeterminado, e os eventos privados devem ter limite máximo de 200 pessoas.

Mesmo não sendo tão letal como as outras cepas, a variante causa preocupação, e especialmente em um contexto de alta de outras síndromes respiratórias, como a Infueza H2N3, que sobrecarregam os hospitais da capital.

Apesar da preocupação, o governo Wilson Lima afirma que o estado conta, atualmente, com uma estrutura muito mais robusta e preparada para um eventual terceiro pico, como visto no ano passado.

“Hoje temos 350 leitos funcionando só no Hospital Delphina Aziz, eram apenas 130 no passado. Também temos 11 leitos de UTI em Parintins, o que não contávamos no passado, além de usinas de oxigênio, que agora temos 39. Portanto, estamos muito mais preparados para enfrentar uma situação como nós vimos no ano passado, o que eu acredito que não vai se repetir”, disse Wilson Lima em entrevista à Rede Amazônica.

Segundo o governador, o consumo de oxigênio também é monitorado em tempo real pelas equipes de enfrentamento à Covid-19.

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DIARISTA POTIGUAR REALIZOU SONHO DE CRIANÇA DE DISPUTAR CAMPEONATO MUNDIAL DE XADREZ

Por Leonardo Erys, g1 RN

 

Cibele Florêncio, de 24 anos de idade, durante o mundial: ela é enxadrista e diarista — Foto: DivulgaçãoCibele Florêncio, de 24 anos de idade, durante o mundial: ela é enxadrista e diarista — Foto: Divulgação

A potiguar Cibele Florêncio, de 24 anos de idade, realizou “um sonho de criança”, como ela define, no último mês de dezembro. A primeira viagem de avião e, logo de cara, internacional: com destino a Varsóvia, na Polônia.

O sonho não estava em apenas conhecer uma nova cultura, mas principalmente no objetivo da viagem, que era nobre: disputar o Campeonato Mundial de Xadrez.

De origem humilde, com a mãe vendedora de marmita e o padrasto piscineiro de um condomínio, Cibele trabalha como diarista para ganhar a vida. Mesmo na dura rotina, que não a permite se dedicar exclusivamente ao xadrez, ela arranjou um espaço para ir longe no esporte.

“A minha experiência no Mundial foi a melhor do mundo, algo maravilhoso, que vou levar pro resto da vida. Era um sonho de criança, que eu tinha, e fui aprendendo a jogar mais intenso”, contou ao g1.

“Comecei a colocar isso na minha cabeça: meu sonho é participar no meio das melhores do mundo. E isso aconteceu. Então, um dos meus sonhos realizados. Um sonho de criança que se realizou”.

Para poder estar lá, no entanto, não foi fácil. Vice-campeã brasileira em duas categorias, ela se credenciou a disputar o Mundial. Mas faltava o aporte financeiro para garantir a viagem, a estadia e o tempo na cidade polonesa.

Foi nesse momento que surgiram patrões, um grupo de médicos de um hospital particular de Natal, e uma vaquinha virtual. A arrecadação possibilitou a viagem e a realização do sonho.

“Pude aproveitar cada momento que estava ali, sentada na cadeira com as melhores do mundo, jogando, sabendo de onde eu vim”, disse.

“Ter conseguido atravessar o mundo para realizar o meu sonho… Eu me senti muito orgulhosa de mim mesma, porque eu nunca tinha viajado nem nacionalmente e minha primeira viagem ser internacional, então foi tudo um aprendizado e muita emoção junto. Um momento único”.

De dia diarista, de noite enxadrista

Cibele Florêncio também sofre para poder treinar. Imagina ter que trabalhar durante todo o dia como diarista e de noite, se o cansaço deixar, encaixar um tempinho para poder treinar xadrez. E mais: ser vice-campeã brasileira e representante do país no Mundial desse forma.

“Eu sou diarista e faço faxina o dia todo, desde de manhã cedo. Saio de casa às 7h30 para chegar em casa depois das 17h. E quando tem algum torneio no fim de semana que eu consigo ir, eu chamo a minha irmã pra treinar”, conta.

A irmã dela, Maria Gabriele, de 21 anos de idade, é a parceira de treinos durante as noites. Isso quando Cibele não chega muito cansada do serviço.

“O único momento que a gente tem para treinar é à noite, porque durante o dia eu faço faxina, então não treino muito”, contou.

Quando a irmã não pode, Cibele conta que o jeito é apelar para treinar sozinha mesmo, em duelos por aplicativos.

Paixão pelo tabuleiro desde criança

Moradora da Comunidade do Retiro, no município de Macaíba, na Grande Natal, Cibele Florêncio começou a treinar xadrez com 9 anos de idade.

Ela fez parte de um projeto da prefeitura que ensinava alunos das escolas da rede pública a jogarem o esporte. A irmã dela desenvolveu o talento no mesmo projeto.

Veja abaixo a reportagem da véspera da viagem da enxadrista ao Mundial:

Desde o início da carreira, que começou com torneios locais, ela segue uma caminhada movida pela paixão pelo xadrez, praticamente sem apoios financeiros.

Recentemente, após ter recebido o auxílio para competir o Mundial, as coisas parecem ter melhorado e ela também conseguiu fechar um patrocínio.

Com mais ajuda, a ideia é conseguir se dedicar ainda mais à carreira como enxadrista.

“Agora é focar mais. Pretendo me dedicar, estudar mais, tentar tirar um tempo mais pra mim. Agora como está uma correria, cumprindo alguns compromissos, eu não estou treinando muito, mas eu pretendo, sim. Quero viver de xadrez, fazendo o que eu gosto“, destacou.

Cibele também contou que recebeu oferta de bolsa para estudar em uma universidade particular de Natal, além da oferta de um colégio que quer que ela dê aulas de xadrez aos estudantes.

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SAIBA QUAIS OS LUGARES MAIS PERIGOSOS DO MUNDO PARA ENTRAR NO MAR

Ataques de tubarão: mapa mostra os lugares mais perigosos do mundo

Em 2021 foram registradas 81 ocorrências, duas delas no Brasil; nove pessoas morreram após ser feridas

INTERNACIONAL

 Letícia Sepúlveda, do R7

Tubarão em alto-mar

O portal Tracking Sharks elaborou um mapa que mostra os 81 ataques de tubarão registrados em 2021 e os lugares mais perigosos do mundo para entrar no mar.

A maioria dos casos aconteceu nos Estados Unidos, onde 42 pessoas foram atacadas. Apenas no estado da Flórida, houve 26 incidentes.

Segundo o site, entre todos os ataques registrados no ano passado, nove foram fatais. O trecho mais letal se encontra no estado de Nova Gales do Sul, na costa leste da Austrália. Cinco pessoas sofreram ataques na região, e duas delas não resistiram aos ferimentos.

Os surfistas de 15 e 59 anos foram mortos por tubarões-brancos, muito comuns na costa e responsáveis pela maior parte dos incidentes.

Em 2021, dois ataques aconteceram no Brasil, e um deles foi fatal. Um homem de 51 anos morreu após ser mordido na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. O outro incidente foi na praia da Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha. A vítima teve a mão direita mordida e levou 32 pontos.

O portal Tracking Sharks afirma que conhecer o local pode evitar essas ocorrências. Os banhistas podem buscar mais informações com salva-vidas e moradores da região. Além disso, não é recomendado entrar na água sangrando e em horários de pouca luz.

Caso você sofra um ataque de tubarão, o site indica dobrar um dos braços em forma de V, apontando o cotovelo diretamente para o animal. Assim, será possível proteger suas artérias. Também é possível se proteger acertando o tubarão nos olhos e nas brânquias.

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SÃO PAULO É CLASSIFICADO COMO UM DOS 50 MELHORES DESTINOS DO MUNDO PARA VISITAR, APONTA REVISTA NORTE-AMERICANA

São Paulo está entre os 50 melhores destinos do mundo para visitar em 2022

Lista da revista “Travel+Leisure” destaca a capital paulista como um centro artístico e cultural que está preparada para receber novos viajantes

CNN Viagem & Gastronomia

do Viagem & Gastronomia

Avenida Paulista, um dos endereços mais importante da capital paulista, que concentra lojas, empresas e centros culturaisAvenida Paulista, um dos endereços mais importante da capital paulista, que concentra lojas, empresas e centros culturaisUnsplash

São Paulo está entre as 50 melhores cidades do mundo para se visitar em 2022, de acordo com a escolha dos editores da “Travel+Leisure”, renomada revista norte-americana especializada em turismo. Junto das Ilhas Galápagos, pertencente ao Equador, a cidade de mais de 12 milhões de habitantes é a única da América do Sul a figurar na lista.

A publicação destaca São Paulo como um centro de arte e cultura, que ressalta seu lado dinâmico que combina luxo, design e moda. “Com as companhias aéreas adicionando voos em todo o Brasil em 2022 e um florescente renascimento da hospitalidade em toda a cidade, São Paulo está bem preparada para o fluxo de novos viajantes”, escreve a jornalista Molly O’Brien.

Inaugurado em dezembro, o luxuoso hotel Rosewood São Paulo é tido como um destino imperdível na cidade. Instalado num edifício histórico da Cidade Matarazzo, no bairro da Bela Vista, o hotel conta com mais de 160 quartos, suítes e residências, assim como bares, seis restaurantes e duas piscinas.

Destaques da lista

Organizada alfabeticamente, a lista divulgada em dezembro não segue uma hierarquia e foi pensada com base no momento que o mundo atravessa – com a flexibilização de fronteiras e novos regulamentos perante as variantes da Covid-19.

“Muitos dos destinos que escolhemos para 2022 oferecem o que acreditamos que os viajantes procuram em um mundo pós-pandêmico, de hotéis com acomodações privadas a destinos repletos de atividades ao ar livre”, explica a publicação.

Dentro os 50 destinos, alguns são mais conhecidos, como Las Vegas, o complexo da Disney em Orlando, na Flórida, as ilhas Maldivas e a Grécia.

Outros são lugares menos conhecidos do público em geral, mas igualmente fascinantes, como a Ilha Caldeira, em Moçambique; o Parque Nacional Kafue, na Zâmbia; Kaunas, segunda maior cidade da Lituânia e a ilha japonesa de Kyushu.

Dohacapital do Catar, país que sediará os jogos da Copa do Mundo de 2022, também aparece entre os melhores destinos para se conhecer no ano que vem. A publicação ressalta a sensação futurista da cidade e destaca o Museu de Arte Islâmica e os restaurantes Damasca One, de comfort food, e o Em Sherif, rooftop que serve comidas regionais.

Confira aqui a lista completa dos 50 melhores destinos do mundo para viajar em 2022 segundo Travel+Leisure.

Destinos mais bonitos do mundo

A revista também divulgou neste mês uma lista em que elege os 55 destinos mais bonitos de todo o mundo, tendo como foco parques nacionais, montanhas, praias, desertos e outras maravilhas naturais.

Entre as escolhas, duas delas são brasileiras: o arquipélago de Fernando de Noronha e as Cataratas do IguaçuNoronha, pertencente ao estado de Pernambuco, foi destacado como um local “cuidadosamente preservado que oferece praias isoladas e águas cristalinas abundantes em vida marinha”.

Já as Cataratas, na fronteira entre o Brasil e a Argentina, é formada por 275 quedas d’água e entrou para a lista com ênfase na “magnificência” de seus sons e energia trazidos pela água.

Outros destinos relevantes mundo afora fazem parte da seleção, como Machu Picchu, no Peru, o vale de Glen Coe, na Escócia (cenário das gravações da série “Outlander”), Lago de Como, na Itália (pano de fundo para as gravações do filme “Casa Gucci”) e Big Sur, região costeira da Califórnia que tem uma das estradas mais fotografadas do mundo.

Fonte: CNN


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SAÚDE: NÚMERO DE ADULTOS COM 40 ANOS OU MAIS VIVENDO COM DEMÊNCIA NO MUNDO DEVE TRIPLICAR ATÉ 2050

Casos de demência no mundo podem triplicar até 2050, diz estudo

Pesquisa estima que o Brasil poderá ter aumento de 206%, saltando de cerca de 1,8 milhões de casos em 2019 para 5,6 milhões de indivíduos com a condição em 2050

Lucas Rocha

da CNNem São Paulo

Fatores de risco para demência, como o tabagismo, a obesidade, alto teor de açúcar no sangue e baixa escolaridade também devem impactar o cenário da doença no mundoFatores de risco para demência, como o tabagismo, a obesidade, alto teor de açúcar no sangue e baixa escolaridade também devem impactar o cenário da doença no mundoClaudia van Zyl/Unsplash

O número de adultos com 40 anos ou mais vivendo com demência em todo o mundo deve quase triplicar até 2050, passando de cerca de 57 milhões em 2019 para 153 milhões. Os principais motivos são o crescimento populacional e o envelhecimento da população.

Os dados do estudo Global Burden of Disease, que realizou estimativas para 204 países, foram publicados no periódico científico Lancet Public Health. De acordo com o estudo, fatores de risco para demência, como o tabagismo, a obesidade, alto teor de açúcar no sangue e baixa escolaridade também devem impactar o cenário da doença no mundo.

As mulheres são mais afetadas pela demência que os homens em todo o mundo. Em 2019, a proporção era de cerca de 100 casos entre elas para 69 entre eles. Segundo o estudo, esse padrão deve permanecer em 2050.

Distribuição entre os países

Em relação ao Brasil, o estudo estima que haverá um aumento de 206% no número de pessoas vivendo com demência nas próximas décadas. De cerca de 1,8 milhões de casos em 2019, o país poderá atingir 5,6 milhões de indivíduos com a condição em 2050.

As estimativas preveem que os aumentos mais significativos dos casos de demência devem ocorrer no leste da África Subsaariana. De acordo com o estudo, o número de pessoas com demência nessa região deve aumentar em 357%, saltando de quase 660 mil em 2019 para mais de 3 milhões em 2050. A explicação está no crescimento populacional, com os aumentos mais expressivos em países como Djibouti (473%), Etiópia (443%) e o Sudão do Sul (396%).

Por outro lado, os aumentos mais discretos de casos estão previstos para os países da Ásia-Pacífico de alta renda. O número de indivíduos com demência deve crescer 53%, de 4,8 milhões em 2019 para 7,4 milhões em 2050. No Japão, o aumento estimado é de 27%, de 4,1 milhões para 5,2 milhões de casos.

Prevenção à demência

Os autores reforçam a necessidade de implementação de estratégias de saúde pública como medidas para reduzir os riscos de demência, como promover o acesso à educação, dieta equilibrada e exercícios físicos, assim como a expansão dos recursos de saúde e assistência social.

Entre os fatores de risco que podem ser modificados, o estudo elenca baixa escolaridade, hipertensão, deficiência auditiva, tabagismo, obesidade na meia-idade, depressão, sedentarismo, diabetes, isolamento social, excessivo consumo de álcool, traumatismo craniano e poluição do ar.

“Abordar esses fatores por meio de intervenções de saúde pública é um caminho para reduzir a prevalência da doença, e mudanças futuras nos fatores de risco modificáveis ​​podem influenciar a trajetória das tendências na prevalência específica por idade”, diz o artigo.

De acordo com o estudo, o aumento ao longo do tempo no número de pessoas afetadas pela demência acentua a importância de não apenas quantificar a carga atual da demência, mas também gerar previsões da prevalência da condição para permitir decisões políticas embasadas, planejamento dos sistemas de saúde e alocação de recursos pelos países.

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UTILIDADE PÚBLICA: SAIBA QUAIS AS COMPANHIAS AÉREAS MAIS SEGURAS DO MUNDO

Levantamento traz as companhias aéreas mais seguras do mundo para 2022

A tabela anual de segurança mede fatores como acidentes e registros de incidentes graves das companhias, a idade de suas aeronaves, e protocolos da Covid-19

Tamara Hardingham-Gill

da CNN

O ano passado provou ser mais um ano incrivelmente difícil para as companhias aéreas, devido à queda nas viagens aéreas, que continuou ao longo de 2021, por causa do impacto da pandemia.

Mesmo agora, dois anos depois que Covid-19 foi trazido pela primeira vez à atenção do mundo, ainda há muito menos voos e passageiro  voando.

O vírus também continuou a dominar as conversas sobre segurança aérea, levando a algumas mudanças significativas na lista anual das companhias aéreas mais seguras do mundo de AirlineRatings.com, um site de avaliação de produtos e segurança de companhias aéreas.

Este ano, a Air New Zealand saiu no topo da tabela anual de segurança, que monitora 385 companhias aéreas de todo o mundo, medindo fatores como acidentes e registros de incidentes graves das companhias aéreas, a idade de suas aeronaves, bem como protocolos e inovação operacional relacionados à Covid-19.

A companhia aérea de bandeira da Nova Zelândia foi premiada com o primeiro lugar “devido ao seu excelente histórico de incidentes, número de inovações na cabine, treinamento de pilotos e idade de frota muito baixa”, de acordo com Geoffrey Thomas, editor-chefe do site australiano.

A Etihad Airways ficou em segundo lugar, enquanto a Qatar Airways ficou em terceiro. A Singapore Airlines e a TAP Portugal alcançaram o quarto e quinto lugar, respectivamente.

Visivelmente ausente entre as cinco primeiras está a Qantas, que deteve o título de companhia aérea mais segura do mundo de 2014 a 2017, bem como de 2019 a 2021 (nenhum vencedor claro foi encontrado em 2018).

A companhia australiana ocupa o sétimo lugar desta vez, devido a um “ligeiro aumento nos incidentes juntamente com a idade da frota.”

Em outubro de 2021, um Boeing da Qantas viajando da cidade australiana de Perth para Adelaide, na Austrália Ocidental, foi desviado devido a um desequilíbrio de combustível, em uma ocorrência classificada como um “incidente grave”.

“Os últimos dois anos foram extremamente difíceis para as companhias aéreas, com a Covid-19 reduzindo as viagens. Os editores da Airline Ratings têm se concentrado principalmente nos esforços que as companhias aéreas estão empreendendo para treinar os pilotos antes de um retorno ao serviço”, explica Thomas.

“A Air New Zealand é líder neste campo, com reciclagem abrangente.” A companhia aérea também recebeu elogios por ser líder mundial em avanços de segurança operacional nas últimas quatro décadas.

Suas várias iniciativas incluem recentemente se tornar uma das primeiras companhias aéreas do mundo a testar o uso da tecnologia Assaia Apron AI para melhorar o tempo de giro de suas aeronaves.

“A Air New Zealand tem se destacado em todo o amplo espectro de segurança, nunca perdendo de vista os menores detalhes enquanto cuida de suas tripulações de voo que trabalharam sob estresse significativo”, disse Thomas à CNN.

Em algumas ocasiões, AirlineRatings escolheu simplesmente nomear o vencedor, antes de listar o restante das principais companhias aéreas em ordem alfabética.
Mas o site recentemente optou por classificar cada uma das 20 principais companhias aéreas em ordem numérica, revelando algum movimento significativo de ano para ano.

Por exemplo, a Emirates estava em quinto lugar na lista de 2021, mas a companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos foi listada em 20º lugar este ano, enquanto a Southwest Airlines ficou em 13º lugar em 2021, mas não está incluída no novo top 20 de 2022.

AirlineRatings.com também produziu uma lista das companhias aéreas de baixo custo mais seguras do mundo, que são listadas em ordem alfabética e igualmente classificadas, mais uma vez.

As 10 principais companhias aéreas de baixo custo mais seguras são: Allegiant Air, easyJet, Frontier Airlines, Jetstar Group, Jetblue, Ryanair, Vietjet Air, Volaris, Westjet e Wizz Air.

As companhias aéreas mais seguras de AirlineRatings.com em 2022:

1. Air New Zealand
2. Etihad Airways
3. Qatar Airways
4. Singapore Airlines
5. TAP Air Portugal
6. SAS
7. Qantas
8. Alaska Airlines
9. EVA Air
10. Virgin Australia / Virgin Atlantic
11. Cathay Pacific Airways
12. Hawaiian Airlines
13. American Airlines
14. Lufthansa
15. Finnair
16. KLM
17. British Airways
18. Delta Air Lines
19. United Airlines
20. Emirates

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RÚSSIA ENFRENTARÁ GRAVES CONSEQUÊNCIAS SE ATACAR A UCRÂNIA

G7 adverte Rússia sobre “pesadas consequências” caso ataque a Ucrânia

Grupo dos países mais ricos do mundo está reunido em Liverpool para debater a crise na fronteira entre a Rússia e a Ucrânia

Da Reuters

Representantes do G7 se reúnem em Liverpool, no Reino UnidoRepresentantes do G7 se reúnem em Liverpool, no Reino UnidoReuters/Phil Noble

Rússia enfrentará consequências enormes e graves se o presidente Vladimir Putin atacar a Ucrânia, alertou o Grupo dos Sete em um esboço de comunicado ao qual a Reuters teve acesso neste domingo (12).

A inteligência dos Estados Unidos avalia que a Rússia pode estar planejando uma ofensiva em várias frentes contra a Ucrânia já no próximo ano, envolvendo até 175 mil soldados.

O Kremlin nega ter planos de invasão e diz que o Ocidente está dominado pela “russofobia”. Moscou diz que a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ameaça a Rússia e violou as garantias dadas a ela quando a União Soviética entrou em colapso, em 1991.

Em uma reunião na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra, os representantes dos países do G7 disseram estar unidos na decisão de condenar o avanço militar da Rússia perto da Ucrânia, e apelaram a Moscou para diminuir a escalada.

“Reafirmamos nosso compromisso inabalável com a soberania e integridade territorial da Ucrânia, bem como o direito de qualquer estado soberano de determinar seu próprio futuro”, afirma o texto.

Um comunicado divulgado pela embaixada russa em Londres na noite de sábado (11), antes de o documento conjunto do G7 ser divulgado, disse que o uso frequente da frase “agressão russa” pela Grã-Bretanha durante a reunião em Liverpool é enganoso e tem a função de criar uma causa em torno da qual os países do grupo possam se reunir.

“A Rússia fez inúmeras ofertas à Otan sobre maneiras de diminuir as tensões. O fórum do G7 poderia ser uma oportunidade para discuti-las, mas até agora não ouvimos nada além de slogans agressivos”, disse o comunicado da embaixada russa.

Para Moscou, o crescente apoio da Otan à Ucrânia e a possibilidade de a Rússia ter mísseis da aliança voltados contra si em território ucraniano é uma “linha vermelha” que ela não permitirá que seja cruzada.

Putin exigiu garantias jurídicas de segurança de que a Otan não se expandirá mais para o leste ou colocará suas armas perto do território russo.

Washington disse repetidamente que nenhum país pode vetar as expectativas da Ucrânia com relação à Otan.

O Kremlin disse no domingo que Putin disse ao presidente dos EUA, Joe Biden, que as tropas russas não representavam nenhuma ameaça, e que Moscou estava sendo demonizada por movimentar tropas em seu próprio território.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que há diferenças conceituais muito sérias entre a Rússia e os Estados Unidos nas “linhas vermelhas” de Moscou.

O G7 é formado pela Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos, além de um representante da União Europeia.

“Apelamos à Rússia para diminuir a escalada, buscar canais diplomáticos e cumprir seus compromissos internacionais sobre a transparência das atividades militares”, disse o G7 no texto.

O grupo acrescenta que está articulando acordos “a fim de resolver o conflito no leste da Ucrânia”.

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POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Aqui na coluna POESIA desta terça-feira você vai ver e ouvir mais um belíssimo e reflexivo poema do talentoso Allan Dias Castro sobre ocupar o seu lugar no mundo, que você consegue respeitando os seus próprios passos. Então assista, ouça, reflita e curta muito!

Fonte:

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ORQUESTRA DE CRIANÇAS E JOVENS DA VENEZUELA ENTRA PARA O GUINNESS BOOK COMO A MAIOR DO MUNDO

Venezuela entra no Guinness Book com maior orquestra do mundo

Mais de 12 mil músicos, entre crianças e jovens do país, tocaram a Marcha Eslava, do compositor russo Piotr Ilich Tchaikovsky

Orquestra de crianças e jovens bateu recorde mundial em apresentação no sábado (13)

O Sistema de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela recebeu no sábado (20) a certificação oficial do Guinness Book como “maior orquestra do mundo”, integrada por mais de 12 mil músicos que tocaram a Marcha Eslava, do compositor russo Piotr Ilich Tchaikovsky.

Após receber o documento oficial que confirma o recorde, o diretor do Sistema, Eduardo Méndez, afirmou que “é uma grande honra” que “as crianças e jovens da Venezuela” estejam recebendo o que descreveu como “uma façanha”.

“Hoje a Venezuela deve se sentir muito orgulhosa do que tem, por essas crianças, esses jovens, não só pelos 12 mil que estiveram lá, mas por esse milhão de crianças que fazem parte do sistema”, comentou Méndez. Recordou também que tudo começou quando morreu o maestro José Antonio Abreu, fundador do Sistema Nacional de Orquestras e Corais Juvenis e Infantis da Venezuela, em 2018.

Dias após a morte, 10.701 músicos se reuniram em Caracas para fazer um concerto em sua homenagem. “Isto é para você, maestro, foi uma homenagem”, disse Méndez, acompanhado pelas duas irmãs de Abreu, que não falaram.

Méndez destacou que o registro foi possível graças ao “trabalho árduo, tenacidade, disciplina” de toda a equipe e garantiu que “é um feito” de todo o país e não apenas do Sistema. “Podemos fazer muitas coisas boas e com metodologia feita na Venezuela por venezuelanos. Podemos fazer coisas como esta”, concluiu.

Durante a breve cerimônia, precedida de um concerto, o ministro da Comunicação, Freddy Ñáñez, disse que “a música é a mais pura expressão da alma” porque “é capaz de dizer tudo”.

O ministro transmitiu as suas felicitações e as do presidente Nicolás Maduro a todas as pessoas envolvidas.

El Sistema, como é popularmente conhecido, realizou um enorme concerto no sábado passado (13), com mais de 12 mil músicos, em uma tentativa de alcançar o recorde mundial do Guinness de “maior orquestra do mundo”. A Marcha Eslava, que durou 12 minutos, foi precedida por Te Deum, de Marc-Antoine Charpentier, e Chamambo, de Manuel Artés.

Ao total, foram executadas oito obras, as últimas como forma de prestar homenagem ao maestro Abreu, que fundou o Sistema em 1975 para dar às crianças de meios pobres acesso à educação musical. O concerto ocorreu no pátio da Academia Militar do Forte Tiuna, em Caracas.

A apresentação da Marcha Eslava foi conduzida por Andrés David Ascanio, e durante todo o concerto os músicos usaram máscaras por causa da pandemia de Covid-19.

Para alcançar o recorde mundial do Guinness como “a maior orquestra do mundo”, a Venezuela teve de cumprir um conjunto de regras que exigiam que todos os membros fossem “músicos especializados” e conduzidos por um maestro “experiente”. Além disso, cada participante tinha de tocar o seu próprio instrumento “durante todo o tempo”, não podia ser compartilhado por dois ou mais músicos, e a obra executada tinha de ter “uma duração mínima de cinco minutos”.

Fonte: R7

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A CHINA É APONTADA COMO O PAÍS QUE MAIS EMITIU GÁS POLUENTE QUE CONTRIBUIU PARA O AQUECIMENTO GLOBAL

Entenda por que a China é um dos países mais poluidores do mundo

Cenário envolve aspectos como baixo custo de produção, mão de obra barata e menos restrições para a construção de indústrias

INTERNACIONAL

Sofia Pilagallo*, do R7

Uma usina de carvão nos arredores de Zhengzhou, na província de Henan

BBC BRASIL

Um ranking divulgado pelo World Resources Institute (WRI) aponta que, em 2020, a China foi o país do mundo que mais emitiu gases poluentes que contribuem para o aumento do aquecimento global.

O dado não vem como uma grande surpresa, segundo o professor e pesquisador do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Wilson Roseghini, uma vez que muitos produtos disponíveis no mercado vêm com a etiqueta “Made in China” (“Feito na China”).

“Os salários são menores na China e, por conta disso, o país tem mão de obra barata e custo mais baixo para você produzir e terceirizar uma série de serviços. Esse processo ocorreu  sobretudo nas décadas de 80 e 90, quando muitas empresas, principalmente dos Estados Unidos, se instalaram na China para produzir equipamentos e outros insumos para exportar para o restante do mundo. Outra questão é que lá há menos restrições para desapropriar certas áreas e desmatar florestas para construir indústrias”, afirma Roseghini.

O professor ressalta que o cenário atual é um pouco diferente. Hoje, a China é altamente pressionada a produzir de forma mais limpa, devido às mudanças climáticas. Existe também um movimento no sentido de distribuir as forças do mercado internacional. Durante seu mandato, o ex-presidente dos EUA Donald Trump, por exemplo, “repatriou” uma série de empresas norte-americanas, como Samsung e Apple, trazendo-as de volta para o país de origem.

Para Roseghini, a China conseguiria, sim, produzir de forma mais limpa e, ainda assim, manter a economia do país aquecida — mas este é um processo lento e gradual que não acontece do dia para noite. Vale lembrar que se a economia chinesa vai mal, a economia do restante do mundo também vai.

“Nós temos que imaginar, de forma simplificada, dois grandes pesos nessa balança: Estados Unidos e China. De um lado, o país que mais consome no mundo e do outro o que mais produz. Se os Estados Unidos diminuem o consumo, a China quebra. Se a China diminui a produção, os EUA quebram. E, claro, isso é sentido em todas as partes do globo”, diz.

Eis então o grande desafio que se apresenta para a China: manter a economia aquecida enquanto melhora as fontes de energia e tenta racionalizar a produção. O professor acredita que a segunda tarefa é um pouco menos complexa do que a primeira, uma vez que não é do interesse da China que os países parem de consumir produtos chineses. Já a primeira é mais simples de contornar e há algumas medidas que vêm sendo tomadas nesse sentido.

Atualmente, a matriz energética da China é baseada sobretudo no carvão mineral, que é altamente poluidor, além de outros combustíveis fósseis, como carvão vegetal, gás natural e petróleo. De uns anos para cá, no entanto, o país tem investido também em usinas hidrelétricas, uma vez que lá há rios de grande porte, além de energia eólica e na instalação de paineis solares.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fábio Fleury

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DEPUTADO DIZ QUE GOVERNADORA DO RN VIVE NO MUNDO DE FANTASIAS ACREDITANDO SER UMA GRANDE GESTORA

Tomba: “Fátima é ‘Alice no País das Maravilhas’, vive no mundo da fantasia”

Deputado faz sérias críticas ao setor de saúde pública do Estado e cobra promessas feitas pela governadora Fátima Bezerra

Adenilson Costa
30/10/2021 | 08:43

BZNotícias - Tomba Farias diz que deputados são desrespeitados pelo governo e que Fátima Bezerra não tem o que comemorar - Portal da Abelhinha

“A governadora Fátima Bezerra é uma espécie de ‘Alice no País das Maravilhas’, que vive em um mundo fantasioso, achando-se uma grande gestora, enquanto a população sofre as consequências da incompetência governamental. A saúde do Rio Grande do Norte se encontra em colapso, pessoas têm seus membros amputados por falta de atendimento médico”. Foi com essas palavras que o deputado estadual Tomba Farias (PSDB), analisou a forma como a governadora Fátima Bezerra (PT) vem conduzindo o Rio Grande do Norte.

O deputado Tomba denuncia em entrevista concedida ao Jornal Agora RN: “Dias atrás, faltava alimentação nos hospitais, tanto no Walfredo Gurgel, como no Deoclécio Marques. Aí o governo de Fátima lança pacotes, mas não paga aos anestesistas e não paga aos médicos”. E revolta-se: “É um absurdo os procedimentos de cateterismo não estarem sendo autorizados há mais de 21 dias, por falta de pagamento. Onde nós vamos parar?”, questionou.

De acordo com Tomba: “É a população que ‘paga o pato’ do caos na saúde do governo Fátima Bezerra, pois o povo está sem cirurgias e sem cateterismo”. E enfatizou: “Cateterismo é procedimento ‘pra’ ontem, pois envolve o coração que move o corpo. Infelizmente é essa minha avaliação. É a avaliação que diz respeito a um governo que não existe, a não ser no mundo de fantasia em que vive a governadora”, disparou. Para o deputado Tomba, as ações anunciadas pela governadora Fátima Bezerra podem ser classificadas como “me engana que eu gosto”, pois segundo o parlamentar: “Em um período pré-eleitoral, ela anuncia uma série de medidas, de ações de governo, que não devem sair do papel. As medidas que ela anunciou são como um pacote “me engana que eu gosto”, declarou.

Durante a entrevista o deputado relembrou: “No passado recente, o governo prometeu fazer a operação tapa-buracos nas estradas do Estado, e não fez mais do que 30% do que prometeu. O governo costuma fazer isso, anunciar o que não vai cumprir, como fez com relação aos tapa-buracos. E agora lança de novo um novo tapa-buracos, com asfalto e tudo mais. O governo tem mesmo de fazer alguma obra, pois há três anos se encontra no poder e eu não conheço nenhuma obra dele”, questionou.

Eleições de 2022

Tomba Farias, que já foi prefeito da Cidade de Santa Cruz-RN, mas que hoje está em seu 3º mandato na Assembleia Legislativa do Estado, contou à nossa equipe de reportagem seus planos para as eleições do próximo ano.

Segundo o deputado: “Sou candidato a reeleição e não vislumbro concorrer a outro cargo, seja ele qual for. Vou voltar para a Assembleia Legislativa para continuar sendo o porta-voz daqueles que não têm voz nem vez. Essa é a minha missão: trabalhar em favor dos municípios, desenvolver ações que possam contribuir para o desenvolvimento das cidades do interior, a exemplo do que fizemos na nossa cidade de Santa Cruz”, explicou. Questionado quem o deputado Tomba apoia para disputar a cadeira de governador do Estado em 2022,

o parlamentar explicou: “Creio que todo o Rio Grande do Norte sabe a resposta dessa pergunta. Meu candidato é o deputado federal Benes Leocádio, um nome que vem também do municipalismo e que se encontra pronto e preparado para colocar o Rio Grande do Norte nos trilhos do desenvolvimento”, destacou. Já para concorrer ao cargo de deputado federal, o ex-prefeito de Santa Cruz afirmou: “Meu compromisso para deputado federal é com o ex-governador Robinson Faria”, disse. Em relação à disputa pela única cadeira de Senador da República,

Tomba explicou que o seu candidato é o ministro Rogério Marinho [Desenvolvimento Regional], que na avaliação do deputado: “É um nome capaz e que é habilitado para representar o Rio Grande do Norte em qualquer esfera. Creio que o eleitor potiguar tem uma dívida de gratidão com Rogério, que através do MDR vem realizando uma verdadeira revolução no Nordeste e no seu Estado. Nunca se viu, em tempo algum, tantos recursos serem investidos no nosso Estado, na região, uma preocupação tão grande com a questão da segurança hídrica”, enfatizou.

Perguntado sobre a cúpula do PSDB no RN ter declarado apoio a pré-candidatura de João Doria nas prévias internas do partido, para concorrer ao cargo de presidente da República em 2022, Tomba disse: “Eu participei junto com o presidente Ezequiel e o deputado Gustavo Carvalho desse apoio ao João Doria nas prévias partidárias. Estive com Gustavo Carvalho em São Paulo, onde fomos recebidos por Doria. Essa questão das prévias é um assunto de âmbito partidário. Alguém tinha que ser escolhido e nós achamos que Doria era a melhor opção”, destacou.

Fonte: Agora RN

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ECOLOGIA-MEIO AMBIENTE: SAIBA QUAIS AS FLORESTAS MAIS PROTEGIDAS DO MUNDO QUE SÃO EMISSORAS DE CARBONO

Por Victoria Gill, BBC

 

Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, está ameaçado pela pressão agrícola — Foto: Andreas Brink (via BBC)Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, está ameaçado pela pressão agrícola — Foto: Andreas Brink (via BBC)

Florestas geralmente ajudam no combate às mudanças climáticas, já que absorvem carbono do ambiente. Mas dez das florestas mais protegidas do mundo são hoje emissoras de carbono, de tão degradadas que foram pela atividade humana e pelas mudanças climáticas.

A informação alarmante é de um estudo da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre a emissão e absorção de gases que causam aquecimento do planeta em florestas consideradas patrimônio mundial.

Ele revelou que dez florestas protegidas emitiram mais carbono do que absorveram nos últimos 20 anos (confira a lista completa abaixo).

As florestas do patrimônio mundial abrangem uma área duas vezes maior que a Alemanha.

A mesma pesquisa também revelou que a rede de 257 florestas do Patrimônio Mundial em todo o mundo removeu, ao todo, 190 milhões de toneladas de carbono da atmosfera todos os anos.

“Isso é quase metade das emissões anuais de carbono do Reino Unido por combustíveis fósseis”, comparou Tales Carvalho Resende, da Unesco, coautor do relatório.

“Agora temos o quadro mais detalhado até o momento do papel vital que essas florestas desempenham na mitigação das mudanças climáticas.”

Mas as florestas enfrentam uma série de pressões, incluindo a extração ilegal de madeira, a expansão da agricultura e incêndios florestais – que são mais prováveis ​​pelas mudanças climáticas.

Combinando dados coletados por satélite com informações de monitoramento no nível do local, os pesquisadores estimaram o carbono absorvido e emitido pelas florestas que são patrimônio mundial entre 2001 e 2020.

Mas, além de calcular os bilhões de toneladas de carbono absorvidos por toda aquela “biomassa” de árvores e vegetação, a pesquisa revelou quanta pressão alguns desses locais estão sofrendo.

Esse locais têm alguns dos mais altos níveis de proteção oficial. Eles são considerados globalmente significativos em termos de seu valor natural para o mundo e são monitorados de perto e continuamente.

“Mas eles ainda estão sob pressão significativa”, disse Carvalho Resende.

“As principais pressões são a invasão agrícola, extração ilegal de madeira – pressões induzidas pelo homem.

“Mas também encontramos ameaças relacionadas ao clima – mais especificamente incêndios florestais.”

‘Círculo vicioso’

Nos últimos anos, o que a Unesco chamou de “incêndios florestais sem precedentes”, notadamente na Sibéria, nos Estados Unidos e na Austrália, gerou dezenas de milhões de toneladas de CO2.

Sequoias gigantes na Califórnia – algumas das coisas mais antigas da Terra – foram perdidas em um incêndio — Foto: Getty Images via BBCSequoias gigantes na Califórnia – algumas das coisas mais antigas da Terra – foram perdidas em um incêndio — Foto: Getty Images via BBC

“É um ciclo vicioso”, disse Carvalho Resende. “Mais emissões de carbono significam mais incêndios florestais, o que significa mais emissões de carbono”.

E os incêndios florestais não são a única ameaça relacionada ao clima.

Patrimônios mundiais que emitiram mais carbono do que absorveram de 2001 a 2020

‘Mensagem alarmante’

O furacão Maria destruiu cerca de 20% da cobertura florestal no Parque Nacional Morne Trois Pitons, em Dominica, em 2017.

“Há uma mensagem alarmante deste estudo”, disse Carvalho Resende.

“Mesmo as melhores e mais protegidas áreas florestais do mundo estão ameaçadas pela crise climática global.

“Portanto, a ação (para cortar as emissões globais) é realmente necessária agora para garantir que essas florestas – que todas as florestas – possam continuar a atuar como sumidouros (absorções maior que as emissão) de carbono e, é claro, como locais importantes para a biodiversidade”.

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SPA NO PARANÁ É PREMIADO COMO MAIS SUSTENTÁVEL DO MUNDO

Spa brasileiro é considerado o mais sustentável do mundo em relevante prêmio internacional

Prêmio World Spa & Wellness Awards 2021 é um dos mais importantes da categoria e consagra Lapinha Spa, no Paraná, como o mais sustentável

CNN Viagem & Gastronomiado 

São Paulo

Spa Lapinha leva prêmio internacionalSpa Lapinha leva prêmio internacional Victor Affaro

Pioneira na prática da medicina integrativa no Brasil há quase 50 anos, a Lapinha é a primeira clínica e spa médico do país. Localizado na cidade de Lapa, pertinho de Curitiba, no Paraná, sua história teve início na década de 1950, quando a brasileira descendente de alemães Margarida Bornschein Langer experimentou na Suíça os benefícios da medicina naturista. Animada com os resultados, voltou ao Brasil decidida a construir um centro para difundir o tratamento.

Em sua grade de atividades, são priorizadas atividades que equilibram o corpo e a mente como: exercícios de meditação e relaxamento, mindfulness, caminhadas longas ao amanhecer, yoga, circuito funcional, entre outras.

O resultado World Spa & Wellness Awards saiu nessa semana. Lançado em 2012, é considerado uma das principais homenagens do setor, e reconhece a excelência no atendimento, serviço e padrões e engloba locais de todas as partes do mundo.

Neste ano, a Lapinha levou a melhor na categoria Spa Sustentável, por conta de ter o tema como um dos principais pilares em todos os seus processo, desde o solo livre de agrotóxicos, a água potável e um espaço cercado por uma mata virgem, possibilitando a reconexão interna de cada hóspede.

Sobre este feito, Margareth Brephol, proprietária da empresa, comenta: “É muito especial o reconhecimento do nosso trabalho sustentável, agradecemos nossos hóspedes, parceiros e colaboradores que apoiam nosso propósito de cura do ser humano, da nossa comunidade e nossa terra”.

Fonte: CNN

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EX-PRESIDENTE DONALD TRUMP NÃO ESTÁ NA LISTA DAS 400 PESSOAS MAIS RICAS DO MUNDO

Trump deixa grupo dos 400 mais ricos do mundo, segundo Forbes

Ex-presidente dos EUA sai da lista da revista americana, pela primeira vez em 25 anos, após perder R$ 3,2 bilhões de sua fortuna

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Ex-presidente Donald Trump não está na lista das 400 pessoas mais ricas do mundo

MICHAEL REYNOLDS/EFE/EPA/

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump saiu, pela primeira vez em 25 anos, da lista com as 400 maiores fortunas do mundo, que é feita pela revista americana Forbes.

A fortuna do empresário é calculada em US$ 2,5 bilhões (R$ 13,5 bilhões), valor semelhante ao que está na edição de 2020 do ranking, em que Trump apareceu na 339ª colocação.

Neste ano, no entanto, os principais negócios do ex-presidente, focados no setor imobiliário, estagnaram diante do impulso dos setores de transação com criptomoedas e tecnológico, em que ele está ausente.

Em comparação com os valores anteriores à pandemia de Covid-19, a fortuna de Trump caiu US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões), o que a Forbes atribuiu às decisões do empresário de não diversificar os investimentos, como ele foi aconselhado em 2016, ao chegar à Casa Branca.

Em comunicado, a publicação incluiu um gráfico com a evolução da fortuna de Trump desde 1996, ano em que foi registrada a maior alta e o colocou próximo aos 100 mais ricos do mundo. Entre altos e baixos, a riqueza do magnata se manteve estável entre 2000 e 2015, para depois apresentar queda.

Durante o período de Trump na Presidência dos EUA, sua fortuna não deixou de cair, mas houve a saída dele do grupo dos 200 mais ricos do planeta, em 2016; em seguida, da lista dos 300, em 2020; para, nesta edição, ele ter deixado a dos 400.

Até o momento, o ex-presidente não se pronunciou sobre a lista da Forbes, por comunicado, o que vem fazendo, já que está com contas suspensas no Twitter e no Facebook.

Fonte: R7

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SEGURANÇA: COPENHAGEM FOI ELEITA A CIDADE MAIS SEGURA DO MUNDO

Copenhagen é a ‘cidade mais segura do mundo’ em 2021

Índice de Cidades Seguras (SCI), da Economist Intelligence Unit, classificou 60 destinos nas categorias segurança digital, segurança de saúde, infraestrutura, entre outras

CNN Viagem & Gastronomia

Atualizado 19/09/2021 às 11:19

Tamara Hardingham-Gill, CNN

Copenhagen foi eleita a cidade mais segura do mundo pela primeira vez, marcando 82,4 pontos em 100 no relatório anualCopenhagen foi eleita a cidade mais segura do mundo pela primeira vez, marcando 82,4 pontos em 100 no relatório anual Getty Images

A segurança tem sido uma preocupação primordial para os viajantes quando se trata de decidir qual destino visitar. Mas o mundo virou de ponta-cabeça nos últimos anos devido à pandemia global e a noção de exatamente o que torna um lugar “seguro” mudou significativamente.

Isso pode ajudar a explicar a sacudida no topo do Índice de Cidades Seguras (SCI) da Economist Intelligence Unit, que classifica 60 destinos internacionais nas categorias segurança digital, segurança de saúde, infraestrutura, segurança pessoal, bem como segurança ambiental, uma nova categoria para este ano.

Embora cidades asiáticas como Tóquio, Cingapura e Osaka tenham continuamente ocupado os primeiros lugares ano após ano, é um destino europeu que ocupa a primeira posição em 2021.Copenhagen foi eleita a cidade mais segura do mundo pela primeira vez, marcando 82,4 pontos em 100 no relatório anual. A capital da Dinamarca saltou do oitavo lugar em 2019 para o topo da lista, em grande parte graças à introdução de uma seção de segurança ambiental, na qual a cidade teve uma pontuação particularmente boa, junto com a segurança pessoal.

Coesão social

“Um fator chave que torna Copenhagen uma cidade tão segura é sua baixa taxa de criminalidade, atualmente em seu nível mais baixo em mais de uma década”, disse Lars Weiss, prefeito de Copenhagen, no relatório. “Copenhagen também é caracterizada por uma grande coesão social e uma lacuna de riqueza relativamente estreita. É uma cidade mista, onde tanto a assistente de limpeza quanto o CEO se encontram no supermercado local e têm seus filhos na mesma escola.

“Este é um dos pilares da cultura dinamarquesa e contribui muito para os altos níveis de confiança e segurança dos quais nos beneficiamos. “a cidade canadense Toronto acabou de perder o primeiro lugar, ficando em segundo lugar com 82,2 pontos, enquanto Cingapura foi o terceiro com 80,7 pontos. Embora Sydney tenha ficado em quarto lugar, com 80,1 pontos, a cidade australiana liderou a categoria de segurança digital, enquanto a vencedora de 2019, Tóquio, recebeu 80,0 pontos, colocando a cidade japonesa em quinto lugar.

Impacto da Covid-19

Copenhagen é definitivamente um líder geral digno e Toronto um merecido segundo colocado, mas tanto por causa do sucesso de longo prazo em tornar os residentes seguros quanto por qualquer melhoria particular nos últimos dois anos”, diz o relatório. “Toronto e Copenhagen se saem visivelmente melhor no novo pilar de segurança ambiental do que qualquer uma das três principais cidades dos anos anteriores.”

Amsterdam, na Holanda, foi o sexto com 79,3 pontos, enquanto o Wellington, na Nova Zelândia, ficou em sétimo lugar com 79,0 pontos, e foi o líder geral na categoria de segurança ambiental. As cidades da Ásia-Pacífico Hong Kong e Melbourne ficaram em oitavo lugar, com 78,6 pontos cada, enquanto a Suécia, Estocolmo, fechou a lista dos 10 primeiros com 78,0 pontos. Nova York foi a cidade norte-americana com a melhor posição na lista, dividindo a 11ª posição com a espanhola Barcelona (ambas as cidades receberam 77,8 pontos).

Washington DC ficou logo atrás em 14º lugar, enquanto Londres e São Francisco empataram em 15º. Houve poucas surpresas no outro extremo da lista, com Lagos, na Nigéria, Cairo, no Egito, Caracas, na Venezuela, Karachi, no Paquistão, e Yangon, em Mianmar, sendo os cinco últimos.

Resiliência urbana

Mas, embora as cidades com as pontuações gerais mais baixas tenham se encontrado perto do final de todas as categorias nos últimos anos, esse não é o caso aqui. Na verdade, o relatório observa que “existem alguns sinais de uma mudança que reflete a observada entre os líderes”, com Lagos pontuando “um pouco acima da média em segurança ambiental, enquanto o 55º lugar Casablanca vem em 41º lugar em segurança digital”. Não é de surpreender que a Covid-19 seja constantemente mencionada, principalmente nas avaliações sobre segurança sanitária, nas quais Copenhagen teve pontuação muito mais baixa do que em outras categorias.

De acordo com Nima Asgari, diretor do Observatório de Sistemas e Políticas de Saúde da Ásia-Pacífico, o assunto da resiliência urbana foi anteriormente focado em desastres e inundações, em vez de crises de saúde, “provavelmente porque as pessoas nunca pensaram que o sistema de saúde entraria em colapso como consequência de demanda contínua de surtos. “O relatório sugere que esse elo perdido pode ter levado a alguns destinos sendo menos preparados e, em última análise, menos bem-sucedidos em limitar o impacto do coronavírus. A Covid-19 ensina que sempre há um ponto cego, mesmo quando há muita atividade”, acrescenta Michele Acuto, professora de política urbana global da Universidade de Melbourne.

O relatório continua enfatizando que o entendimento da segurança da saúde “precisa ser revisado” como resultado direto do coronavírus.

Ponto de inflexão?

Enquanto isso, Naka Kondo, editora sênior do The EIU e editora do relatório, observa que a segurança digital se tornou uma prioridade ainda maior agora que “mais trabalho e comércio foram transferidos online”, e ajustes precisarão ser feitos em função disso. “Os responsáveis ​​pela segurança da infraestrutura precisam se ajustar às mudanças dramáticas nos padrões de viagens e nos locais onde os residentes consomem serviços públicos; as agências responsáveis ​​pela segurança pessoal precisam lidar com uma grande mudança nos padrões de crimes, impulsionada pelo bloqueio”, disse Kondo.

O relatório também reconhece que a pandemia trouxe “um ponto de virada potencial em todos os pilares da segurança urbana”, proporcionando uma oportunidade para as cidades “reavaliarem os perigos a longo prazo no caminho de alcançar cidades seguras, sustentáveis ​​e habitáveis, bem como oportunidades para chegando la.” “Uma compreensão renovada e mais holística da segurança urbana dá esperança para cidades que não são apenas mais seguras, em todos os sentidos, mas lugares mais sustentáveis ​​e agradáveis ​​para se viver”, acrescenta. Seis cidades, Amsterdã, Melbourne, Tóquio, Toronto, Cingapura e Sydney estão entre as 10 primeiras, todos os anos desde que o relatório foi lançado em 2015, enquanto Copenhagen tem sido uma presença constante desde 2019

Fonte: CNN

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COREIA DO NORTE REALIZA TESTES DE MÍSSEIS DE LONGO ALCANCE E DEIXA COMUNIDADE INTERNACIONAL EM ALERTA

Por que a escalada militar da Coreia do Norte deixa o mundo em alerta?

País vem testando mísseis cada vez mais potentes e gerando uma corrida armamentista com os países vizinhos

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo*, do R7

Coreia do Norte lançou míssil de longo alcance a partir do vagão de um trem

KCNA VIA REUTERS – 16.09.2021

A Coreia do Norte deixou os países vizinhos e a comunidade internacional em alerta ao realizar testes bem-sucedidos de novos mísseis de cruzeiro de longo alcance nos últimos dias 11 e 12 e, mais recentemente, na quarta-feira (15), quando o lançamento acorreu a partir do vagão de um trem. Da primeira vez, os projéteis voaram por 1.500 quilômetros antes de atingirem seus alvos e caírem no mar — já na segunda, a distância percorrida foi de 800 quilômetros.

Segundo o professor de Relações Internacionais da Facamp (Faculdades de Campinas) James Onnig, esse tipo de arma é herdeiro das bombas alemãs que atingiram a Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e vem sendo desenvolvido desde a Guerra Fria, conflito ideológico travado entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética entre 1947 e 1991.

A Coreia do Norte chegou a assinar o TNP (Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares), estabelecido em 1968, mas saiu do acordo em 2003 e, desde 2010, vem avançando em uma escalada militar que teve seu ápice em 2017.

“Pelo fato de a Coreia do Norte adotar um regime socialista e ter sido classificada pelos EUA, durante os anos 2000, como um país perigoso, a nação saiu do tratado e agora utiliza a energia nuclear como estratégia de defesa nacional. O ápice se deu em 2017, quando eles fizeram vários testes, e agora vêm se estabelecendo nesse ritmo: lançam um, lançam outro”, afirma.

Os mísseis de longo alcance preocupam porque, apesar de não carregarem artefatos nucleares, alguns especialistas internacionais, entre eles observadores da ONU (Organização das Nações Unidas), afirmam que poderia haver, sim, a capacidade de transporte desse tipo de bomba nesses mísseis. De acordo com Onnig, a bomba nuclear, em si, é um pequeno dispositivo que caberia dentro de uma caixa de cerca de um metro quadrado.

Do ponto de vista geopolítico, é possível afirmar que a escalada militar da Coreia do Norte não é positiva para nenhum país do mundo — mas, para Coreia do Sul, Japão e China, a situação merece uma atenção especial. No caso dos dois primeiros países, as rixas com a Coreia do Norte são antigas e se devem a acontecimentos históricos.

“As Coreias são rivais históricas desde o final da guerra entre os países, em 1953 — e, desde antes do conflito, quando as Coreias ainda eram unidas, ambas tinham rixa também o Japão, que invadiu e dominou a península da Coreia de forma extremamente violenta. Há relatos, inclusive, da escravização sexual de mulheres por parte dos soldados japoneses”, diz.

O caso da China, por sua vez, é bastante diferente, uma vez que o país não tem rixas históricas com a Coreia do Norte, e a tem, inclusive, como um de seus principais parceiros diplomáticos. Segundo o professor, o que preocupa o governo chinês é se ver obrigada a se aliar à Coreia do Norte, por questões econômicas, no caso de um eventual conflito naquela região — e, por questões ideológicas, no caso de um conflito com os EUA.

Demonstração de força

De toda forma, tanto um confronto regional quanto um de proporções maiores é uma possibilidade remota — diante disso, a pergunta que se deve fazer aqui é: por que, então, a Coreia do Norte estaria se armando? Para Onnig, a resposta passa por duas principais questões, sendo a primeira delas demonstração de força, inclusive internamente.

“Desde o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos vêm rotulando alguns países como sanguinários, ditatoriais e que precisam ser ‘varridos’ do mundo: Irã, Iraque, Síria, Cuba e, claro, a Coreia do Norte. Em resumo, todos aqueles que não se renderam diretamente a essa globalização neoliberal”, afirma.

“Tanto o Kim Jong-un, lider da Coreia do Norte, quanto o pai e o avô dele sempre se utilizaram desse discurso armamentista como forma de ‘mostrar os dentes’ e evitar um ataque. Mas também como forma de demonstração de poder internamente, para evitar que a sociedade civil tente derrubar o governo”, completa.

O segundo fator a ser levado em conta, de acordo com o professor, é a espécie de “corrida armamentista” que vem se fazendo presente na Ásia, uma vez que a Coreia do Norte não é o único país que detém armas nucleares naquela região. Além da China, que por vezes faz demonstrações de seu poderio militar, também fazem parte dessa lista o Paquistão e a Índia.

Para Onnig, em tese, nenhum país deseja fazer o uso de armas — apesar disso, as forças bélicas dos países de uma determinada região deve ser mais ou menos equivalente para não provocar tensões e conflitos na área. Se há um desequilíbrio nesse sentido, cria-se uma situação em que, inevitavelmente, alguns se sentem tentados a atacar os demais. Uma realidade que deve ser mudada.

“As tragédias humanitárias do século 20 mostram ao mundo que já passou da hora de a comunidade internacional se mobilizar no sentido de desativar por completo todas as armas nucleares disponíveis e começar a caminhar efetivamente rumo a uma era mais pacífica e harmoniosa”, diz.

“Vale destacar que, apesar de não serem comuns, acidentes com armas nucleares podem ocorrer — e, se consumados, provocariam desastres de dimensões inenarráveis com sequelas humanitárias graves”, completa.

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HOTEL BRASILEIRO APARECE NO RANKING QUE ELEGE OS MELHORES DO MUNDO

 

Hotéis e cidades brasileiras estão em ranking que elege os melhores do mundo

Fasano Boa Vista, em São Paulo, desponta entre os hotéis da premiação World’s Best; Rio de Janeiro e a capital paulista aparecem na lista de melhores cidades da América Central e do Sul

Saulo Tafarelo, do Viagem & Gastronomia

fasano boa vista piscinaPiscina do Fasano Boa Vista, único hotel brasileiro entre os 100 melhores do mundo de acordo com o ranking World’s Best (Foto: Tina Bini)

 

O tradicional ranking anual World’s Best da revista norte-americana especializada Travel+Leisure foi divulgado nesta quarta-feira (8), e coroa os melhores locais e marcas relacionados ao setor do turismo, como hotéis, resorts, spas, cidades, ilhas e aeroportos ao redor do mundo, entre outras categorias. E o Brasil marca presença nesta edição, com hotéis e cidades bem avaliados pelos leitores da publicação.

Hotel Fasano Boa Vista, em Porto Feliz (SP), aparece em 28º lugar no ranking dos 100 melhores hotéis do mundo – é o único hotel brasileiro da lista; o primeiro lugar do pódio ficou com o hotel Mahali Mzuri, no Quênia. O mesmo Fasano Boa Vista aparece em segundo lugar na lista dos 10 melhores resorts da América Central e do Sul.

Situado a aproximadamente 45 minutos de São Paulo, o hotel tem dois mil hectares em meio a um cenário bucólico luxuoso, em que hóspedes podem desfrutar de passeios de cavalo, campo de golfe, piscinas, relaxar no spa e ainda apreciar refeições da mais alta gastronomia. Do mesmo grupo, o Fasano São Paulo, localizado no bairro dos Jardins, também ganha destaque ao ser eleito como o melhor hotel entre os 10 melhores da América Central e do Sul.

“A propriedade da marca de hotel mais sofisticada do Brasil é impressionante, desde a grandeza de sua fachada elegante com painéis de madeira aos detalhes mais sutis, incluindo a hospitalidade da equipe e a elogiada culinária italiana em seu restaurante exclusivo”, descreve a publicação. Na mesma categoria, o JW Marriott Hotel, no Rio de Janeiro, aparece em 10º lugar. Na categoria dos hotéis as classificações foram feitas levando em consideração características como quartos, facilidades, localização, serviço, comida e preço.

No quesito de melhores cidades, o Rio de Janeiro surge em terceiro lugar entre as 10 melhores da América Central e do Sul – em primeiro lugar está Antigua Guatemala, na Guatemala, e em último da mesma lista está São Paulo. Pontos históricos, cultura, gastronomia, valores e gentileza dos habitantes foram levados em consideração na votação desta categoria.

Outros no pódio

milos grecia
Cavernas marinhas em Kleftiko na Ilha de Milos, na Grécia, eleita a melhor do mundo pelo World’s Best Awards 2021 (Foto: Wikimedia Commons)

Com suas águas azuis e construções características, Mílos, na Grécia, pulou da terceira posição do ano passado para o primeiro lugar entre as 25 melhores ilhas do mundo. No ranking das ilhas do México, América Central e do Sul, o Brasil não aparece, mas Galápagos, no Equador, surge pela 18ª vez consecutiva na posição de número um.

A cidade mexicana de San Miguel de Allende despontou na primeira posição entre as melhores cidades do mundo, deixando Udaipur, na Índia, e Istambul, na Turquia, em segundo e terceiro lugar respectivamente.

O Aeroporto Changi de Singapura foi o campeão na escolha dos leitores entre os melhores aeroportos do mundo – o local já aparece na mesma posição na lista por mais de uma década. Considerado o melhor aeroporto do mundo em 2021 pela Skytrax World Airport Awards, o “Óscar” do setor aeroportuário, o Aeroporto de Doha aparece na lista World’s Best 2021 em quinto lugar.

World’s Best Awards é uma premiação anual da Travel+Leisure baseada nos votos dos leitores da publicação. A edição deste ano foi aberta para votação em 11 de janeiro e encerrada em 10 de maio, período que coincidiu também com a reabertura gradual de vários destinos ao redor do mundo. Confira todas as categorias e campeões no site oficial.

Fonte: CNN

 

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CHINA É MAIOR RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA NO MUNDO

China é a maior poluidora ambiental do planeta – e assim permanecerá por décadas

“Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”

INTERNACIONAL

 Marco Antonio Araujo, do R7

Casais dançam em meio à poluição usando máscaras na China

CHINA DAILY VIA REUTERS

O alerta da ONU é mais do que preocupante: passamos do “ponto de retorno”, não há mais como recuar nos estragos impostos à natureza, e o aquecimento global como o conhecemos tornou-se irreversível. A responsabilidade é planetária, mas, por mais que sejamos bombardeados pela propaganda oficial, qualquer pessoa esclarecida sabe: a China continua sendo o maior responsável pela emissão dos gases do efeito estufa no mundo. Sozinha, gera mais danos que todos os países europeus juntos.

E assim permanecerá por décadas. Não há esforço governamental – nem mesmo o de uma ditadura comunista – que reverta os estragos já feitos por um desenvolvimento econômico que assombra a todos, mas cujos altíssimos custos ambientais são ignorados. Basta observar o gráfico a seguir, que demonstra com clareza a tendência de crescimento das emissões de poluentes por parte do Império do Meio:

Emissões de CO2 entre 2009 e 2019 na China, Europa, EUA e Brasil

FONTE: PÁGINA DO SUNSET ENERGIA

Embora alvo de graves acusações sobre sua política ecológica, o Brasil, para efeito de comparação, e por ter matriz energética majoritariamente limpa, permanece em níveis bem baixos. Já os chineses devem muitas explicações (além das promessas contidas em seus Planos Quinquenais) sobre como pretende cumprir suas metas audaciosas e fundamentais para a sobrevivência do planeta.

Nenhum país pode almejar 6% de crescimento anual impunemente. Em 2020, no meio de uma pandemia, a China inflou seu PIB em 2,7%, enquanto o resto do mundo definhava. Uma explicação para esse fenômeno pode estar na frase proferida pelas autoridades chinesas durante a primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente em Estocolmo, no longínquo 1972: “Não deixaremos de comer por medo de morrer asfixiados, nem de desenvolver nossa indústria por medo de poluir o meio ambiente”. Mais claro, impossível.

Compromisso inatingível

O Banco Mundial, em relatório sobre as 20 metrópoles mais poluídas, identificou 16 na China com os piores índices mundiais de qualidade do ar. Nada é por acaso: o carvão não só alimenta a geração de energia nas usinas elétricas do país continental, como é a causa de 80% de suas emissões de dióxido de carbono. Por conta dessa enorme dependência da queima de combustíveis fósseis, a China também é destaque em se tratando de chuva ácida – provocada pelo dióxido de enxofre.

Dessa forma, como cumprir o compromisso de atingir a neutralidade de carbono até 2060 – anunciado por Xi Jinping durante discurso na 75ª Assembleia da Organização das Nações Unidas? Por mais que os comunistas exibam projetos de sustentabilidade, invistam em carros elétricos – e tenham tornado limpa 30% de toda a sua energia consumida – não há como um gigante desses se locomover sem causar estragos igualmente monstruosos.

Para agravar o quadro, o próprio governo chinês admite que um dos seus maiores desafios é o combate à corrupção. Pois é. Longe de ser um privilégio da sociedade brasileira, a bandidagem que se alimenta da riqueza (e pobreza) de seu povo também move a maior economia do mundo. Para trás.

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CUTUCADA GERAL DO POTIGUAR ÍTALO FERREIRA NÃO TEM ALVO ESPECÍFICO

Potiguar Italo Ferreira manda recado à nova geração: “Se acha campeã do mundo antes de ser”

A cutucada geral, sem alvo específico, veio durante uma coletiva on-line que concedeu a jornalistas na última quinta-feira 29, em São Paulo, antes de embarcar de volta para sua cidade natal, Baía Formosa

Uol 31/07/2021 | 16:50

Potiguar Italo Ferreira manda recado à nova geração: "Se acha campeã do mundo antes de ser"Ítalo Ferreira com medalha de ouro conquistada nos Jogos de Tóquio Imagem: Marcelo Maragni No circuito desde 2015, Ítalo Ferreira corre a sua sétima temporada seguida na elite do surfe.

Aos 27 anos, o surfista campeão mundial em 2019 carrega na bagagem experiência suficiente para dar conselhos, ainda mais após a medalha de ouro olímpica no Japão , e aproveitou o momento de mais uma conquista na carreira para mandar um recado a alguns surfistas brasileiros da nova geração que, segundo ele, “se acham campeões do mundo antes de serem”. Uma cutucada geral, sem alvo específico, veio durante uma coletiva on-line que concedeu a jornalistas na última quinta-feira 29, em São Paulo, antes de embarcar de volta para sua cidade natal, Baía Formosa (RN). O surfista potiguar foi questionado sobre as promessas do Brasil para as próximas temporadas do surfe mundial. Sem dar nomes, Italo Ferreira aproveitou a resposta para aconselhar os surfistas da nova geração a colocarem os pés no chão. “A gente está bem forte, tem muita lenha pra queimar ainda. Filipe [Toledo], Gabriel [Medina], Yago [Dora] são caras que surfam muito e estão fazendo história no circuito, e tem alguns nomes da nova geração … Mas acho que a nova geração se acha campeã do mundo antes de ser. Precisa botar o pé no chão e ir passo a passo, conquistando e crescendo no esporte “, afirmou. Italo Ferreira briga pelo segundo título da Liga Mundial de Surfe (WSL). O surfista potiguar é o vice-líder do ranking, com 33.555 pontos, atrás apenas de Gabriel Medina, que soma 46.720 e é o único do circuito masculino classificado matematicamente para finais, que acontecem entre 9 e 17 de setembro, em Trestles, na Califórnia. Até como finais, outras duas etapas ainda serão disputadas: Barra de la Cruz, no México, entre 10 e 19 de agosto, e a onda clássica de Teahupo’o, no Taiti, entre 24 de agosto e 3 de setembro. Os cinco primeiros do ranking se classificaram para as finais do WSL, que faz sua estreia nesta temporada. N

Fonte: Agora RN

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CHINA APRESENTOU UM TREM MAGLEV COM VELOCIDADE MÁXIMA DE 600 KM / H

China apresenta trem que alcança a velocidade de 600 km/h

Veículo terrestre mais rápido do mundo pode percorrer a distância de Pequim a Xangai no mesmo tempo que um avião

INTERNACIONAL

Do R7 com Reuters

Trem pode ir de Pequim a Xangai em apenas uma hora

REUTERS

A China apresentou na terça-feira (20) um trem maglev com velocidade máxima de 600 km/h, informou a mídia estatal. O modelo inaugural do veículo tem apenas 5 vagões, mas novas versões podem contar com dois ou até mesmo 10 vagões para transportar uma quantidade máxima de 100 passageiros.

A velocidade máxima atingida pelo trem do tipo maglev (levitação magnética) o torna no veículo terrestre mais rápido do mundo. Ele foi desenvolvido pela China e fabricado na cidade costeira de Qingdao.

O primeiro projeto do veículo chinês foi apresentado em 2016 e o primeiro protótipo foi lançado em 2019. Em 2020 foi realizado um teste bem-sucedido com o maglev.

Usando a força eletromagnética de imãs, o trem maglev levita acima dos trilhos sem contato entre a carroceria e o trilho, o que aumenta consideravelmente a velocidade atingida nas viagens.

A China vem usando essa tecnologia há quase duas décadas, mas em uma escala muito limitada. Xangai, por exemplo, tem uma pequena linha maglev que vai de um de seus aeroportos ao centro da cidade.

Embora ainda não existam linhas maglev entre cidades ou províncias na China que possam fazer bom uso das velocidades mais altas, algumas cidades, incluindo Xangai e Chengdu, começaram a realizar pesquisas.

Com a velocidade de 600 km/h, o novo trem levaria apenas 2h30 para viajar de Pequim a Xangai, percorrendo um trajeto de aproximadamente 1.000 km. Em comparação, a viagem demora o mesmo tempo de avião e mais de 5 horas em um trem tradicional.

Países do Japão à Alemanha também estão procurando construir redes maglev, embora os altos custos e a incompatibilidade com a infraestrutura de vias atuais continuem sendo obstáculos para o rápido desenvolvimento.

Fonte: R7
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAÇA A PARTE QUE LHE CABE E MUDE O MUNDO

Quando nos conscientizamos que viemos para essa experiência com a missão suprema de aprender a amar fica muito mais fácil sermos proativos e fazermos “a parte que nos cabe” e assim acelerarmos e por quê não dizer, pegarmos o atalho no caminho da evolução espiritual! Quando ajudamos ao próximo despretensiosamente, sem publicidade, nem cobranças estamos praticando o exercício do amor, da gratidão e consequentemente da liberdade. Aparte que nos cabe não é uma obrigação, mas simplesmente o ato mais inteligente que o ser humano pode executar!

Amor ao próximo: 6 atitudes para transformar a vida das pessoas

A Parte Que Nos Cabe

Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos.

Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso.

Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros.

Mas o que fazer?

Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto.

Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros.

Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles.

Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários.

Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes.

Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes.

Isso é promoção humana.

Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais.

Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria.

Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza.

Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca.

Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo.

São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação.

Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso.

Há tanto a ser feito.

Tantos são os que sofrem.

Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los.

Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos.

Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido.

……………

Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo.

Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer?

Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum?

Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela?

Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem.

Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

Fonte: Momento de Reflexão

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XANGAI INAUGURA O HOTEL MAIS ALTO DO MUNDO

Em uma altura de 128 andares, hotel mais alto do mundo é inaugurado em Xangai

Empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, edifício mais alto da China, que possui 632 metros

Recepção J HotelRecepção do J Hotel, que ocupa os últimos andares da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

“Acima de tudo”. É assim que os clientes do J Hotel, em Xangai, podem se sentir quando estiverem hospedados por ali, já que a descrição vai de encontro com uma de suas principais características: o de hotel mais alto do mundo.

Inaugurado no sábado (19) no núcleo econômico da China, o empreendimento ocupa os últimos andares da Torre de Xangai, que possui 632 metros e 128 andares. A Torre é o segundo prédio mais alto do mundo, ficando atrás somente do Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros.

Pertencente ao grupo Jin Jiang International Hotels, propriedade majoritária do Estado chinês, o hotel de luxo possui 165 quartos, incluindo 34 suítes, distribuídos entre os 86º e 98º andares.

Divididas em seis categorias, algumas das acomodações são luxuosas, como a Shanghai Suite, maior suíte disponível, que soma 380 metros quadrados.

Quarto da Shanghai Suite, que possui vista privilegiada para o centro de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

Descrita como “integrada ao céu”, no 98º andar, a acomodação tem vestiário, escritório, cozinha e área de fisioterapia. Logo na entrada os hóspedes são recebidos por uma fênix chinesa e bordados de peônias na parede de couro de bezerro. Um salão curvo oferece uma vista panorâmica exclusiva de Puxi, o centro de Xangai.

O hotel ainda tem sete diferentes restaurantes, cada um com design e decorações únicas. Entre eles está o Heavenly Jin, no 120º andar, a 556 metros acima do chão, que oferece uma fusão das cozinhas moderna europeia, japonesa e chinesa, de acordo com o site oficial do hotel. Uma piscina indoor, fitness center e spa também podem ser encontrados entre os 84º e 85º andares, mas ainda não estão em funcionamento.

Bar dentro do Heavenly Jin, restaurante no 120 andar da Torre de Xangai (Foto: reprodução/site/J Hotel)

 

Fonte: CNN

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FINLÂNDIA BUSCA MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA PARA ALIVIAR CRISE DEMOGRÁFICA

País mais feliz do mundo busca mão de obra estrangeira

Finlândia tenta aliviar crise demográfica e solucionar déficit de mão de obra, um dos mais graves da Europa

INTERNACIONAL

por AFP

Finlândia busca trabalhadores estrangeiros para aliviar déficit

PIXABAy

Na liderança do ranking de “países mais felizes do mundo”, a Finlândia sofre para encontrar trabalhadores estrangeiros que aliviem sua crise demográfica e solucionem o déficit de mão de obra, um dos mais graves da Europa.

“Atualmente é amplamente reconhecido que precisamos de um número grade de pessoas para ajudar a cobrir os custos da geração mais velha”, declarou à AFP Saku Tihveräinen, ‘headhunter’ da agência Talented Solutions.

Muitos países ocidentais enfrentam o envelhecimento da população, mas poucos sentem o efeito como esta nação escandinava de 5,5 milhões de habitantes, que tem o maior déficit de trabalhadores qualificados dentro da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

A Finlândia tem quatro cidadãos com mais de 65 anos para cada 10 pessoas em idade produtiva. Em 2030, a proporção alcançará um para cada dois, o que deixará o país atrás apenas do Japão a nível mundial.

O governo calcula que precisa de um saldo migratório positivo de 20 mil a 30 mil pessoas a cada ano – o dobro do atual – para manter os serviços públicos e os cuidados geriátricos em nível de excelência e compensar o iminente déficit no sistema previdenciário.

Depois de vários anos de inércia, as empresas e o governo “estão em um ponto de inflexão e admitem o problema”, afirma Charles Mathies.

Diretor de pesquisas para educação e migrações da Academia da Finlândia, Mathies é um dos especialistas consultados para o programa governamental “Talent Boost” (Impulso ao talento), lançado há quatro anos para aumentar a atração do mercado de trabalho do país.

Entre os profissionais procurados estão profissionais de saúde espanhóis, metalúrgicos eslovacos, técnicos de informática ou especialistas marítimos russos, indianos e filipinos.

“Problema de mentalidade”

Apesar dos bons serviços públicos e do reduzido nível de criminalidade e desigualdade, a Finlândia sofre para captar talento estrangeiro pela dificuldade de seu idioma, o clima rigoroso e também pelo que muitos estrangeiros chamam de relutância generalizada em reconhecer experiências ou qualificações no exterior, assim como preconceito contra candidatos não finlandeses.

Ahmed (nome modificado) chegou ao país por motivos familiares e, apesar de ter longa experiência no setor de desenvolvimento de produtos digitais, não encontrou emprego.

“Nunca houve falta de empregos, apenas falta de mentalidade”, disse o britânico de 42 anos que, enquanto procurava emprego na Finlândia, recebeu ofertas da Noruega, Catar, Reino Unido e Alemanha.

Finalmente, ele optou por trabalhar na cidade alemã de Düsseldorf, para onde vai e volta a cada semana a partir de Helsinque.

“Muitas empresas e organizações finlandesas são inflexíveis sobre o uso do finlandês, e um finlandês muito fluente”, indica Saku Tihveräinen.

“Mas como a falta de mão de obra se aprofunda, vemos empresas que buscam outras soluções”, explica.

Ele cita como exemplo o caso de uma fábrica de tecnologia em expansão que conseguiu contratar quase 2.000 pessoas em seis meses depois de adotar o inglês como língua de trabalho.

O prefeito de Helsinque, Jan Vapaavuori, faz campanha para que grandes empresas de comunicação ajudem a melhorar a atratividade da cidade.

Convencer os solteiros não representa um grande problema, mas recrutar casais e famílias é difícil porque “os cônjuges sempre encontram problemas para conseguir um bom emprego”, explica.

Apesar das dificuldades, o prefeito confia na imigração asiática e na mudança de prioridades provocada pela pandemia que, segundo ele, reforçou os valores da cidade: “segura, funcional, confiável e previsível”.

Fonte: R7
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ARTIGO: A ESPIRITUALIDADE É O ÚNICO CAMINHO PARA SOBREVIVER ÀS AMEAÇAS QUE NOS CERCAM

Tenho visto tanta gente adoecendo e morrendo de graça que fico pensando! O mundo está realmente muito perigoso, agressivo, ácido e difícil de sobreviver, com tantas bactérias e vírus espalhadas aos milhões e até bilhões ou será que o ser humano está a cada dia mais frágil apesar de todo o avanço da ciência e da tecnologia? Quando olhamos para o passado e vemos o quão era difícil a sobrevivência do homem num mundo tão hostil e cercado de grandes feras por todos os lados e mais adiante a ameaça saiu do mundo macro, das feras, para o mundo microscópico, os grandes surtos pandêmicos como a peste negra, a peste bubônica, a gripe espanhola e tantas outras  de  facilmente percebemos que as ameaças a que o homem foi submetido ao longo de sua trajetória terrestre nunca ultrapassaram a sua capacidade de dominá-las ou bani-las da face da terra, ou seja, os meios para combater e exterminar essas ameaças sempre estiveram ao alcance do intelecto e dos recursos materiais. Mas sempre foi muito difícil e custoso para a humanidade alcançar essas vitórias sobre essas ameaças. Isso ocorre justamente por causa do desequilíbrio evolutivo mente-corpo-espírito. A humanidade sempre deu ênfase ao desenvolvimento  intelectual e material e ignoraram o desenvolvimento espiritual. Neste plano, infelizmente, ainda estamos na idade da pedra. O desenvolvimento espiritual não requer 5% do esforço e consumo de energia que o desenvolvimento intelectual e material necessitam, pois envolve apenas o esforço pessoal, o conhecimento, a leitura, a meditação, os exercícios mentais, exercícios físicos e uma alimentação saudável. A autocura é algo palpável, real e iminente. Ela está no nosso DNA. Só falta assumirmos o comando e aprendermos a vibrar em altas frequências e nada, absolutamente nada, que vibre em baixa frequência jamais nos atingirá.

 

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SEGUNDO AGÊNCIA ESTATAL DE NOTÍCIAS XINHUA, A CHINA VAI AUTORIZAR ATÉ TRÊS FILHOS POR FAMÍLIA

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

País, que é o mais populoso do mundo, teve queda expressiva na taxa de natalidade e lida com envelhecimento da população

INTERNACIONAL

 por AFP

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

PEXELS

A China vai autorizar até três filhos por família, ao acabar com o limite de dois ainda em vigor, anunciou nesta segunda-feira (31) a agência estatal de notícias Xinhua.

A decisão acontece poucas semanas após a divulgação dos resultados último censo no país, que demonstrou uma expressiva queda da taxa de natalidade no país mais populosos do mundo.

“Em resposta ao envelhecimento da população (…) os casais serão autorizadas a ter três filhos”, informou a agência estatal, ao destacar as conclusões de uma reunião do gabinete político do Partido Comunista comandada pelo presidente Xi Jinping.

No início de maio, os resultados do censo realizado em 2020 revelaram um envelhecimento mais rápido que o esperado da população chinesa.

No ano passado, marcado pela epidemia de covid-19, o número de nascimentos no país caiu a 12 milhões, contra 14,65 milhões em 2019.

A taxa de natalidade em 2019 (10,48 por 1.000) já estava no menor nível desde a fundação da China comunista em 1949.

Depois de mais de três décadas da “política do filho único”, a China flexibilizou as regras em 2016 e permitiu o segundo filho.

Mas a nova política não foi suficiente para estimular a taxa de natalidade em queda livre por vários motivos, incluindo a redução dos casamentos, o aumento do custo da moradia e da educação e, também, a decisão das mulheres de adiar os planos de gravidez para privilegiar a carreira profissional.

No outro extremo da pirâmide, a China tinha mais de 264 milhões de pessoas com mais 60 anos em 2020.

O grupo de pessoas com mais de 60 anos constitui agora 18,7% do total da população, um aumento de 5,44 pontos percentuais na comparação com o censo de 2010.

Do outro lado, a população em idade ativa (15 a 59 anos) representa 63,35% do total, uma queda de 6,79 pontos na comparação com a década anterior.

Em março, o Parlamento aprovou um plano para aumentar gradualmente a idade de aposentadoria durante os próximos cinco anos, o que desagradou grande parte da população.

Fonte: R7
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho  e podem se transformar em peças libertadoras da sabedoria. Conheça aqui os cinco passos ou símbolos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados ou agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos.   Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Como funciona a sua mente

Os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras. Se você os observa como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados. Você se abre a uma percepção ampla e saboreia a vastidão do mundo

Gaylon Ferguson*

Poder da mente: 6 passos para dominar seus pensamentos

William James, um dos fundadores da psicologia moderna, disse que nossa experiência primária do mundo é de “um grande florescimento, uma enorme confusão”. Atualmente pesquisadores mostram que os recém-nascidos têm mais habilidades para compreender experiências do que James acreditava, mas mesmo adultos ficamos confusos sobre como funciona a nossa mente. Sabemos que temos mente e experiências psicológicas, mas quem somos realmente? Como a mente atua para moldar nossas experiências do mundo, nossa experiência de estar vivo? Como ver claramente o rápido desabrochar da mente e do mundo?

A psicologia budista examina a nossa experiência diária de clareza e confusão a respeito da mente e do eu. Os mais antigos mapas budistas do nosso senso de eu mostram cinco passos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados. Os skandhas são agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos. Aliás, mente e corpo – o mental e o físico – são os principais tipos de eventos. Nós nos experimentamos mesmo como seres corporificados num mundo de outras formas físicas, como árvores e automóveis, e nos movemos ao lado de outros seres vivos, com suas próprias experiências mentais de sofrimento e tranquilidade.

Os cinco skandhas ou “amontoados” do nosso ser básico são: (1) forma; (2) sentimento; (3) percepção;(4) conceito; e (5) consciência. Vamos examinar, passo a passo, como eles constroem nosso senso de eu. Forma – O primeiro skandha é chamado de forma, significando tanto o corpo físico quanto o corpo do mundo. A forma é a base do nosso ser, o senso fundamental de que somos este corpo e esta mente. A separação entre corpo e mente é a distinção primária da nossa experiência. Meu corpo tem um peso na balança, mas meus pensamentos  têm substância incerta. Eles importam, particularmente para mim, mas não são materiais. Meu corpo e minha mente estão juntos, mas em desconfortável tensão.

Como em qualquer relacionamento dualista, corpo e mente podem se combinar harmoniosamente juntos durante algum tempo, mas podem também cair em profunda divisão, com discussões e separações em trincheiras. Quando tudo está indo bem, meu corpo coopera com o que minha mente parece querer dele: “Vamos tomar o café da manhã agora, não?” Mas às vezes o corpo se rebela e desenvolve uma dor no joelho exatamente quando eu queria dar uma corrida, ou adormece durante um encontro importante.

Corpo e mente  são como irmãos em disputa, porém unidos. Se estamos fisicamente cansados ou famintos, a experiência e o julgamento que fazemos dos outros podem ser contaminados pela fadiga e o baixo nível de açúcar. Um estudo recente mostrou que os juízes de Israel concedem indulto em 65% dos casos ouvidos imediatamente após terem comido, e em quase zero casos ouvidos exatamente  antes de um intervalo ou ao final do dia. Assim, o primeiro insight quanto ao funcionamento da mente é: entender a experiência mental requer estreita atenção ao skandha da forma.

Sentimento – A fase seguinte do surgimento do eu é chamada de sentimento, referente a gostar, desgostar ou sermos indiferentes ao que percebemos. Como nos sentimos a respeito das formas e seres que encontramos? Eles parecem atrativos ou ameaçadores? Sentimos como se estivéssemos correndo em direção a eles ou nos afastando? Esses sentimentos intuitivos – que não são emoções suficientemente maduras – formam a base para os impulsos subsequentes em direção ao que estamos experimentando, ou na direção contrária. “Um casaco  quente no inverno? Gosto muito disso. Quente demais ao sol do meio-dia? Não gosto.” Gosto, aversão, atração, repulsão, neutralidade – seguimos em círculo dia e noite.

Os devaneios e pesadelos são todos “temperados” pelo sentimento. Os sentimentos são o pano de fundo para toda a nossa experiência, uma textura mutante de encontro e troca com o mundo. Não que não existam seres benevolentes e malévolos, aqueles que nos desejam o bem e os que nos querem causar malefício.

Os sentimentos também são uma experiência mental. É, em parte, o deleite de nossa própria mente que saboreamos ao comer uma maçã. O skandha do sentimento aponta para o aspecto principalmente mental de toda a nossa experiência. Nossa mente acompanha a experiência de qualquer coisa. Isso parece óbvio a princípio, mas é um dos principais insights das tradições contemplativas. As experiências agradáveis ou desagradáveis do que quer que seja sempre têm um aspecto interno, e damos a esse aspecto o nome de mente.

Percepção – O estágio seguinte no desenvolvimento do eu é chamado de percepção. Estes são discernimentos mais específicos do que as avaliações gerais de sentimentos. Trata-se de “eu gosto muito não só do calor do meu casaco, mas também da sua cor azul e textura macia”. Essa percepção de qualidades desejáveis e  agradáveis estão todas tingidas pelas tendências do passado; nós prejulgamos uma coisa baseados nos sentimentos prévios.

Esses julgamentos perceptivos ocorrem a partir do meu ponto de vista, não da perspectiva de um “eu” que gradualmente se solidifica – a experiência que uma mariposa teria do casaco seria muito diferente. Percebemos isso como “um casaco de lã muito bom, azul e bonito” porque, pelo menos por enquanto, ele parece estar “do meu lado”, do lado de um eu central. Existe um senso nascente de que o casaco me completa, assim eu o agarro para tê-lo comigo. É como se, agarrando firmemente o casaco (substitua-o por qualquer coisa que sirva para você), eu também esteja agarrando-me a um eu.

O egocentrismo desse “perceber” chega para pousar na recompensa psicológica: o casaco suéter faz bem, estou melhor do que quando eu estava sem ele, estou muito mais sólido  num mundo em rápida mudança.

É como se o skandha da percepção fosse um desatualizado operador de uma central que temerosamente rastreia nossas ligações telefônicas segundo um critério simples: a meu favor ou contra mim? Como resultado, nossa experiência do mundo chega convenientemente empacotada em coisas que percebemos como boas para nós e coisas que não o são.

O problema é que o operador age com pressa e ansiedade, mal parando para perguntar o nome de quem liga ou a natureza do chamado. O operador muito rapidamente decide completar algumas ligações “amistosas” e a negar acesso a outras “inimigas”.

Isso seria muito útil e eficiente se fosse um processo preciso. Infelizmente, muitas vezes é uma série cômica de erros dolorosos, uma opinião preconceituosa baseada em padrões habituais: “Eu me lembro de você pelo agradável tom de voz, você é um ótimo amigo, deixe-me completar logo sua ligação.” Ou “Não, eu nunca ouvi falar de você, mas sua voz feia me lembra  uma pessoa desagradável, adeus.” Portanto, a percepção acrescenta nomes e rótulos de “reconhecimento” baseados na experiência passada. Vemos também impulsos correspondentes desenvolvendo-se para agarrar ativamente a experiência ou afastar-se dela.

Nosso superocupado e sensível operador da central também não consegue levar em conta o fato crucial da mudança. Todos nós já descobrimos que uma pessoa de quem duvidávamos ontem pode ser um  amigo amanhã – e vice-versa. Essa descoberta do novo é o que bloqueia o downloading de percepções passadas.

Percepção – O processo de desenvolvimento do ego endurece mais com o quarto skandha: conceito ou formação mental. Com o conceito, damos adjetivos para o tipo de pessoa que Maria é – boa, agradável – e para o tipo de pessoa que João representa  mau, desagradável. Este é o reino dos enredos e ideologias. É o aspecto dualista da mente, que chamamos de falso intelecto – ele usa categorias conceituais fixas para nós mesmos e para os outros.

Nesse reino  de visões distorcidas nós nos enganamos habilmente com base em julgamentos precipitados, intuições nebulosas, notícias de ontem:“ Ah, agora percebi, eu sou este tipo de pessoa e você é daquele tipo. Não podemos mais ser amigos.” Neste estágio, desenvolvemos sofisticadas interpretações de nós mesmos e de nossa experiência, muito além do sentimento básico de sim e não. É uma dimensão de explicações psicológicas: “Eu sou este tipo de pessoa porque isso já aconteceu antes.”

Não devemos negar o poder de causas e condições anteriores na formação dos seres que nós nos tornamos. Mas a tentação é transformar a água corrente de uma visão nova em cubos de gelo, em ideias fixas. Eu repito muitas e muitas vezes para mim mesmo, e para quem quiser ouvir velhas histórias sobre quem eu  sou, o que eu era e no que estou me tornando (e também quem você é e por que você é assim). Deixamos a humildade do não saber para trás e nos abrigamos num matagal de  conceitos.- Percepção –

Finalmente descobrimos a experiência mental do quinto skandha. O momentum acumulado da divisão inicial mente-corpo, o senso positivo ou negativo que temos dos outros, os rótulos para nós mesmos e para o mundo culminam numa vívida exibição de emoções e pensamentos.

Este skandha é a familiar corrente de consciência que experimentamos na vida diária – nossa corrente mental. A psicologia budista divide-a em oito consciências separadas. Além dos familiares sentidos de consciências (ver, ouvir, cheirar, saborear e tocar), o Budismo acrescenta um sexto sentido  consciencial, o mental. Assim como a consciência auditiva cuida dos sons, a sexta consciência da mente cuida dos pensamentos e das emoções. Ela também sintetiza a experiência das outras consciências num todo coerente, como um habilidoso editor de filme que coordena imagem, som e comentários discursivos.

Subjacentes aos seis sentido  conscienciais, podemos vislumbrar outras duas consciências: uma corrente subconsciente de ansiedade e emoções conflituosas (klesha, “consciência do incômodo”) e uma percepção nebulosa de fundo (alaya, “consciência depósito”), que às vezes rememoramos e chamamos de “eu”. Essas correntes subterrâneas são grandes inspiradoras; elas surgem ocasionalmente com velhos ressentimentos, ciúmes, paixões fixas e negações fortemente motivadas.

O skandha da consciência completa o desenvolvimento do ego iludido. Agora nos sentimos separados, independentes, sozinhos – apesar das amplas evidências do contrário.

Não estamos separados do ambiente. Se estivéssemos, como poderíamos  respirar, comer, beber e nos sustentar? De onde vem a língua que falamos, escrevemos e lemos? Nenhum de nós é autoproduzido, como nos  lembram nossos pais. Longe de sermos simples e unitários, nós nos elevamos como um conjunto dinâmico de acontecimentos físicos mentais, incluindo respiração, sono, sonho e despertar. Temos aspectos emocionais, psicológicos e fisiológicos, e embora eles ocasionalmente discordem entre si, também cooperam e se harmonizam.

Um insight sobre como nossas mentes funcionam não é um fim em si mesmo. A tradição não oferece esse ensinamento como simples conhecimento intelectual. Você deve usar esse mapa para se familiarizar cada vez mais, através da experiência direta, com os processos que chama de “eu” e “minha mente”.

Desenvolver uma amizade harmoniosa  consigo mesmo é a parte principal da senda budista do despertar. Os ensinamentos sobre os cinco skandhas convidam a uma experiência mais profunda de si mesmo. O que você encontra quando examina sua experiência de corpo e mente? Não estamos falando de dogmas – a questão não é confirmar se o mapa está “correto”. Parte da questão é notar que o mapa não é o território. Imagine um mapa do Canadá do tamanho do Canadá: ele seria inútil. Você foi convidado a ser um explorador de seus terrenos internos e externos.

Ao se engajar nessa exploração psicológica, um de seus melhores companheiros será o sentimento de amizade para consigo mesmo e para com os outros. A amizade significa considerar esses cinco processos mentais não como sinais de fraqueza ou inadequação, mas como aspectos de sua humanidade básica. Com o cultivo da amizade você pode experimentar os skandhas (e o que quer que surja no caminho) com verdadeira gratidão.

Os skandhas apontam, primeiramente, para a cura da separação mente-corpo. Se você prestar atenção ao corpo e à mente como uma experiência real, e apenas uma ideia distante, então começou bem. Isso é tradicionalmente chamado de “plena atenção ao corpo”. É um senso simples de boas-vindas e inclusão da sua experiência física – sem louvar ou condenar o corpo.

O mesmo serve para os outros skandhas. Se você consegue simplesmente sentir seus sentimentos, sem rejeitá-los ou contar a si mesmo histórias que justifiquem que você está certo, então os sentimentos se tornam sinais claros de estar vivo. Você não precisa representá-los nem reprimi-los. Isso é liberdade; isso supera a avidez e a fixação, e permite que seus sentimentos possam se elevar, marcar presença e ir embora. Você gosta que a vida borbulhe com emoções coloridas, com experiências sinceras. Você aprecia ser humano.

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho. Em vez de confinar sua percepção dos sentidos nas caixas estreitas de “por mim” e “contra mim”, você se abre a uma percepção ampla de visão e audição, e saboreia a vastidão do mundo.

Nessa viagem, tanto a claridade quanto a confusão estão entretecidas na experiência mental do dia a dia. Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas.

Cada momento no desabrochar de sua experiência é uma oportunidade de dar as boas-vindas a si mesmo, a seus sentimentos, à sua mente e às outras pessoas. A chave para trabalhar com a mente e compreender seus processos está no calor e na amizade inatas da própria mente. Você não precisa de um corpo-mente melhor. O desafio é ser amigo da sua mente e do seu corpo.

Fonte: Revista Sophia- Ano 19- nº 89

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METAS DE AUMENTAR ÁREAS PROTEGIDAS NO MUNDO EM 2020 FORAM ATINGIDAS PELA COMUNIDADE INTERNACIONAL

ONU aponta que proteção de áreas naturais avançou nos últimos anos

Comunidade internacional atingiu metas definidas em 2020 mas ainda é preciso dar mais atenção às populações locais

INTERNACIONAL

 por AFP

Metas definidas em 2020 foram atingidas pela comunidade internacional

CARLOS FABAL / AFP

A comunidade internacional praticamente atingiu as metas definidas em 2020 de aumentar as áreas naturais protegidas no mundo, mas é preciso melhorar sua gestão e levar em conta as populações locais, alertou a ONU nesta quarta-feira (19).

Em 2010, a comunidade internacional adotou 20 metas para 2020 para deter o declínio dramático da biodiversidade, os chamados AICHIs.

O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) divulgado nesta quarta-feira examinou as metas relacionadas à proteção de áreas naturais.

“Hoje, 22,5 milhões de km² de áreas terrestres e de águas interiores (16,64% do total mundial) e 28,1 milhões de km² de áreas marinhas e costeiras (7,74%) estão em áreas protegidas documentadas, um aumento de mais de 21 milhões de km² desde 2010″, de acordo com um comunicado.

A comunidade internacional estabeleceu metas para atingir 17% das áreas terrestres e 10% das áreas marinhas. O primeiro foi plenamente alcançado, se consideradas as últimas unidades de conservação não incluídas no relatório.

A qualidade da proteção

Cerca de 42% das unidades de conservação foram criadas na última década, segundo Trevor Sandwith, diretor do programa de áreas protegidas da IUCN, que relata um “grande esforço por parte dos países”.

O PNUMA e a IUCN saudaram esses avanços, mas enfatizaram que é necessário “melhorar a qualidade das áreas existentes e futuras”.

No entanto, atualmente não há padrões globais para medir esse fator, segundo Sandwith. De acordo com algumas avaliações, “metade faz as coisas bem e a outra metade, em absoluto”.

A IUCN desenvolveu uma lista de fatores para definir o bom funcionamento dessas zonas, como tamanho suficiente, regulamentação eficaz, finanças e conhecimentos necessários.

Por outro lado, o relatório destaca que cerca de um terço das áreas essenciais para a biodiversidade permanecem desprotegidas.

Além disso, “as áreas protegidas devem estar melhor conectadas entre si para permitir que as espécies se movam e os processos ecológicos funcionem”. Mas atualmente “apenas 8% das terras são protegidas e conectadas ao mesmo tempo”.

A publicação do relatório ocorre menos de seis meses antes da planejada COP15 sobre biodiversidade na China, que estabelecerá um novo quadro de ação até 2030.

Nesse encontro, a Coalizão de Alta Ambição pela Natureza e Pessoas (HAC), inicialmente promovida pela Costa Rica e pela França, defenderá que pelo menos 30% das áreas naturais terrestres e marinhas sejam protegidas.

Essa proteção também requer maior participação dos povos indígenas, segundo a IUCN e o PNUMA. De fato. Esses grupos temem que a criação de áreas protegidas seja um pretexto para expulsá-los de suas terras, como já aconteceu em muitos países.

Proteger a natureza não significa acabar com as atividades humanas, segundo Sandwith, mas sim promover práticas sustentáveis, da agricultura e pesca ao turismo, acrescenta.

Fonte: R7
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“ESPERAMOS CONTINUAR A TRABALHAR JUNTOS PARA COLOCAR NOSSO MUNDO NO CAMINHO DE UM FUTURO SEGURO, PRÓSPERO E SUSTENTÁVEL”, AFIRMA ENVIADO DOS EUA APÓS CONVERSA COM MINISTROS DO MEIO AMBIENTE E DAS RELAÇÕES EXTERIORES DO BRASIL

EUA anunciam diálogo com governo do Brasil sobre metas climáticas

Nas redes sociais, John Kerry disse ter conversado, nesta sexta-feira (30), com ministros das Relações Exteriores e do Meio Ambiente

INTERNACIONAL

por Reuters

John Kerry vai conversar com ministros brasileiros sobre clima

REUTERS – 30.4.2021

O enviado dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, afirmou nesta sexta-feira (30) ter conversado com o ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, e com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a respeito de novas metas climáticas do Brasil.

“Eu falei hoje com os ministros do Meio Ambiente, Salles, e das Relações Exteriores, França, do Brasil sobre as importantes novas metas climáticas do Brasil”, disse Kerry no Twitter.

“Esperamos continuar a trabalhar juntos para colocar nosso mundo no caminho de um futuro seguro, próspero e sustentável”, acrescentou.

Na semana passada, em discurso durante a Cúpula do Dia da Terra, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil irá atingir a neutralidade climática em 2050, e reafirmou a intenção de zerar o desamamento ilegal em 2030, mas voltou a pedir recursos internacionais para o país atingir essas metas.

O Brasil e os Estados Unidos negociam desde fevereiro um possível financiameto norte-americano a medidas de combate ao desmatamento da Amazônia, com o Brasil pedindo recursos para financiar ações, enquanto os EUA pedem resultados antes de liberar dinheiro.

O desmatamento na Amazônia explodiu em 2019, depois da eleição do presidente Jair Bolsonaro, e atingiu em 2020 o maior índice desde 2012, com 11.088 km² de mata desaparecendo entre agosto de 2019 e julho de 2020, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Aliado do ex-presidente norte-americano Donald Trump, Bolsonaro foi pego de surpresa pela eleição do democrata Joe Biden, que não acreditava que aconteceria.

Com a mudança de governo nos EUA, o tema das mudanças climáticas –e, consequentemente, o desmatamento da Amazônia– mudou de patamar e passou a ser central no relacionamento entre os dois países, o que forçou o governo brasileiro a uma mudança de postura.

Procurados, o Itamaraty e o Ministério das Relações Exteriores não responderam de imediato a pedidos de comentários sobre a conversa dos ministros com Kerry.

Fonte: R7
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