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PSICOLOGIA: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS EM #WANDA VISION

Na coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira Rossandro Klinjey faz a análise psicológica dos personagens da série Wanda Vision para que possamos aproveitar o caráter pedagógico e trazer para nossas vidas. O episódio final mostra a aprofundamento da vivência emocional de Wanda, nos falando sobre amor e tristeza. A forma como a personagem central Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) lida com a dor mostra seu egoísmo e sua ambiguidade moral. Embora ela não tenha sido exatamente uma vilã, ela fez sofrer as pessoas da cidade de Westview, que ela utilizou com verdadeiros fantoches para seu teatro de fantasias, tudo para tentar recuperar a vida que ela havia perdido e acreditava que um dia teria com Visão (Paul Bettany). Wanda aprende a lição de que nossa dor não nos autoriza a fazer os outros sofrerem, nem podemos machucar ninguém para administrar nossas angústias. A série é uma história sobre como superar esse estado de escapismo, e acontece num período de luto e dor da humanidade. Todos nós sofremos perdas que nos fazem viver uma separação do real. É como se houvesse uma desconexão, a vida de todos parece continuar a nosso redor, enquanto nosso mundo parece estar desmoronando. Depois desse spoiler você deve estar curioso(a). Então comece logo a assistir ao vídeo, reflita e faça o seu juízo de valor.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: WANDA CRIOU UMA NOVA REALIDADE. O QUE VOCÊ FAZ COM A SUA DOR?

Na coluna PSICOLOGIA desta quarta-feira o incrível Rossandro Klinjey faz uma mini palestra acerca dos heróis e inimigos, personagens da criatividade de Wanda da série Wanda Vision. Esses heróis já enfrentaram todo tipo de inimigos, de monstros geneticamente modificados, forças alienígenas intergalácticas a seres vindos de universos paralelos, mas sem sobra de dúvidas nenhum inimigo é mais potente e cruel do que o interno. Agora, os heróis, como cada um de nós mortais, lutam a batalha diária da saúde mental, lidando com o maior de todos os inimigos, que exige a construção e consolidação de nossos mecanismos pessoais de sobrevivência emocional. Essa confusão de sentimentos é vivida pelos super-heróis da série WandaVision, que estreou recentemente no Disney Plus. Nesse vídeo analiso como o luto é tratado na série. O luto é uma emoção avassaladora e universal. Por isso muitas vezes negamos e imaginamos que a perda ou mudança não está acontecendo, tudo isso para termos tempo de digerir mais gradualmente a notícia e começar a processá-la. Todos nós passaremos pelo luto, por uma perda, seja de um ente querido, de um emprego, o fim de um relacionamento ou qualquer outra mudança que altere a vida como você a conhece. Por isso não é tarefa fácil viver do luto, que é pessoal em sem planos ou cronograma a ser seguido. Tudo vale, chorar, negar, fantasiar ou sentir o profundo vazio.

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PSICOLOGIA: “BIRD BOX” SOMOS NÓS HOJE?, POR ROSSANDRO KLINJEY

Achei super interessante o vídeo que estamos publicando neste domingo, aqui na coluna PSICOLOGIA do renomado psicólogo Rossandro Klinjey, onde ele faz uma análise muito precisa e clara sobre o filme “Bird Box”, que retrata uma sociedade desconectada, que muitas vezes deixa as pessoas isoladas, solitárias e desesperançosas, mas que apesar disso existe um elo invisível que une a todos e que as pessoas não sabem ou não percebem. Então convido você a assistir o vídeo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

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PSICOLOGIA: COMO TRABALHAR A ANSIEDADE NA PANDEMIA, POR ROSSANDRO KLINJEY

Na nossa coluna PSICOLOGIA  desta quarta-feira temos uma mini palestra do extraordinário psicólogo Rossandro Klinjey sobre ansiedade, onde ele ensina como trabalhar esse distúrbio emocional na pandemia. A ansiedade tem sido um desafio coletivo durante a pandemia. Como é possível atenuar os sintomas e melhorar a saúde emocional? Manter o foco no hoje é essencial para deixar de lado a falsa sensação de controle do futuro e com isso, a ansiedade pelo que ainda virá. Então, se você está passando por isso ou não, mas quer prevenir, essa é a oportunidade de saber como!

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PSICOLOGIA: DROGA DERIVA DA IBOGAÍNA PRODUZ EFEITOS TERAPÊUTICOS SEM CAUSAR ALUCINAÇÕES

Uma droga psicodélica que produz efeitos terapêuticos sem causar alucinações é o destaque, aqui na coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira. Um novo psicodélico que aparentemente produz efeitos terapêuticos significativos sem causar quaisquer viagens que alterem a mente. A droga é derivada da ibogaína e interfere positivamente no cérebro e não provoca viagens alucinatórias nem distúrbios cardíacos. Então lhe convido a ler essa interessante matéria, refletir e tirar suas conclusões!

Droga psicodélica produz efeitos terapêuticos sem causar alucinações

Testes em laboratório e em animais com droga derivada da ibogaína interferem positivamente no cérebro e não provocam viagens alucinatórias nem distúrbios cardíacos

Ibogaína para consumo: um composto extraído dela consegue efeitos terapêuticos sem provocar viagens alucinatórias. Crédito: Kgjerstad/Wikimedia

Diversos estudos sugerem que drogas psicodélicas, como cogumelos mágicos, têm o potencial de tratar depressãovício e outros problemas de saúde mental. Mas, como lembra o portal IFLScience, a imprevisibilidade das viagens alucinatórias ocasionadas com essas substâncias torna difícil seu uso médico. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis (EUA) parecem estar no caminho para eliminar esse empecilho: eles criaram um novo psicodélico que aparentemente produz efeitos terapêuticos significativos sem causar quaisquer viagens que alterem a mente. O estudo a esse respeito foi publicado na revista “Nature”.

No artigo, os autores explicam como trabalharam para criar uma droga que oferecesse os mesmos benefícios do psicodélico ibogaína e não produzisse nenhum efeito colateral negativo. Derivada da iboga (Tabernanthe iboga), um arbusto da África Ocidental, a ibogaína é um alcaloide altamente psicoativo que elimina o desejo e a abstinência em dependentes de opioides e outras drogas.

Estudos em animais indicaram que a ibogaína aumenta a expressão de fatores-chave de crescimento em várias regiões do cérebro, permitindo a formação de novas conexões. Por exemplo, registrou-se que tanto o fator neurotrófico derivado da linha de células gliais (GDNF) quanto o fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF) aumentaram significativamente após uma dose única de ibogaína. Isso acarretou um crescimento acentuado na proliferação sináptica. Pesquisadores atribuem a esse aumento na plasticidade neural a possibilidade de os usuários reconectarem seus cérebros e superar vícios.

Aumento de conexões

Por outro lado, a ibogaína produz uma viagem psicodélica extremamente intensa e duradoura. Ela também afeta a função cardíaca e tem sido associada a várias mortes.

No novo estudo, os pesquisadores californianos isolaram os principais componentes psicoplastogênicos do alcaloide da ibogaína. Com uma única reação química, eles criaram um composto que apelidaram de tabernanthalog. Tal como a ibogaína, o tabernanthalog estimulou um grande aumento em novas conexões quando aplicado a neurônios em uma placa de Petri. Isso indica que ele retém a capacidade de promover a plasticidade cerebral.

A vantagem é que os ratos que receberam o componente não apresentaram resposta de contração da cabeça. Isso sugere que eles não experimentaram alucinações. Normalmente, os roedores apresentam uma quantidade significativa de espasmos da cabeça quando recebem psicodélicos.

O tabernanthalog também mostrou grande eficácia no tratamento de vícios em roedores. Por exemplo, ratos treinados para empurrar uma alavanca em troca de heroína atenuaram esse comportamento depois de receber o composto. E os ratos que se tornaram dependentes do álcool reduziram a ingestão da substância após uma única dose da droga.

Melhora considerável

No que se refere à depressão, os roedores colocados nesse estado também exibiram uma melhora considerável após receberem tabernanthalog. Eles mostraram, por exemplo, maior motivação para nadar quando colocados na água. Os bons resultados se estenderam ainda à função cardíaca: não se observou nenhum efeito perigoso quando a droga foi administrada a camundongos, ratos ou peixe-zebra, o que implica que ela é bem mais segura do que a ibogaína.

As novidades têm o potencial de animar os profissionais da área médica que lidam com tais problemas. Mas existem aqueles que acreditam que estados alterados de consciência são fundamentais para o poder de cura dos psicodélicos. Por exemplo, vários estudos indicaram que “experiências místicas” são o principal preditor de resultados positivos em psicoterapia psicodélica assistida para pacientes com depressão e outros problemas de saúde mental.

De qualquer modo, dizem os autores do estudo, seu trabalho “demonstra que, por meio de um projeto químico cuidadoso, é possível modificar um composto psicodélico para produzir uma variante mais segura, não alucinógena com potencial terapêutico”.

Fonte: Revista Planeta

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PSICOLOGIA: SAIBA EM QUE CONSISTEM, NA VISÃO DE CARL JUNG, OS TIPOS PSICOLÓGICOS

Para quem tem interesse em se aprofundar na área do AUTOCONHECIMENTO, neste sábado, aqui na coluna PSICOLOGIA você vai conhecer o que são os Tipos Psicológicos descobertos pelo Psiquiatra Suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) e como esses arquétipos influenciam nos processos psicológicos básicos, para a determinação do caráter de uma pessoa. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e entender mais sobre o comportamento humano.

TIPOS PSICOLÓGICOS – ATITUDES E FUNÇÕES

Publicado por Institutofreedom 
27 de janeiro de 2017

 

No ano de 1921, Jung publica o resultado de um de seus estudos mais importantes no contexto da personalidade humana. A obra Tipos Psicológicos proporcionou uma intensa contribuição, pois este estudo identificou um certo número de processos psicológicos básicos, descrevendo também de que forma esses processos se ligam em diversas combinações para a determinação do caráter de uma pessoa.

Os Tipos Psicológicos consistem num sistema de combinações entre Atitudes e Funções.

O Psiquiatra Suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) nos deixou um importante legado que nos remete à distinção entre as atitudes básicas do ser humano e suas mais variadas dimensões. Para que possamos entender melhor essa distinção entre as atitudes de Introversão e Extroversão, é preciso compreender a essência entre dois outros termos que pretendo abordar neste pequeno artigo: Objetivo e Subjetivo.

O Termo “objetivo” nos leva à compreensão de tudo aquilo que está conectado com o Mundo Externo (o não-eu). Já o termo Subjetivo nos dá o entendimento de tudo o que se faz presente no Mundo Interno, o que nos orienta à percepção do próprio eu.

Através desse segmento proposto por Jung, conclui-se que na Extroversão, a libido é direcionada ao mundo exterior objetivo, e se aplica às questões das percepções, pensamentos e sentimentos que se referem a objetos, pessoas e animais, e também às outras circunstâncias como as pressões do ambiente. Na Introversão, a libido é direcionada para o mundo interno Subjetivo, fluindo para as estruturas e os processos psíquicos conectados com o próprio eu.

No entanto, é preciso deixar claro que o sujeito pode se demonstrar extrovertido e alguns momentos e introvertido em outros. Porém, uma dessas atitudes é predominante. Quando predomina a objetividade, o indivíduo é qualificado como Extrovertido e quando se pondera que uma pessoa é subjetiva, qualifica-se como Introvertida.

O ser humano introvertido se interessa muito pelo seu mundo interno; se apresenta mais introspectivo diante das circunstâncias, geralmente é muito retraído, esboçando traços de timidez em muitos casos, sendo assim, muito preocupado com suas próprias questões ligadas ao seu interior. Devido à maneira que se orienta para a sociedade, ele parece aos olhos externos, alguém anti-social e extremamente reservado.

O sujeito Extrovertido se preocupa com as questões relacionadas ao externo, é mais direcionado aos relacionamentos com as pessoas e as coisas. Ele se apresenta para a sociedade de uma forma diferente, dando à impressão de ser mais ligado, ativo e amistoso com tudo aquilo que o cerca.

A distinção entre essas duas atitudes da psique fica dimensionada da seguinte forma em nossa mente: A Atitude oposta àquela demonstrada pelo consciente, fica presente de maneira significativa no inconsciente. Assim, podemos concluir que o Extrovertido Consciente, na verdade é um Introvertido Inconsciente e vice-versa.

Vamos agora, compreender um pouco sobre as Funções Psicológicas propostas por Jung.

Carl Gustav Jung (1875-1961), nos deixou um ensinamento muito importante e determinante no contexto do Funcionamento da psique. Este ensino nos remete as Quatro Funções Psicológicas:

•Pensamento;
•Sentimento;
•Sensação;
•Intuição.

Jung divide as Funções Psicológicas em dois grupos:

•As Irracionais (Percepção): Sensação e Intuição;
•As racionais (Julgamento): Pensamento e Sentimento.

O Pensamento é uma função psicológica que tem a missão de associar idéias umas as outras para que se possa chegar a uma conclusão e uma solução de um determinado problema. É uma função intelectual, com o objetivo de compreender as coisas. As principais características do Pensamento são: A lógica, a racionalidade, a objetividade e a busca pelos resultados.

A Função Sentimento é avaliadora, o trabalho exercido por ela consiste em aceitar ou rejeitar uma idéia, definindo-a como agradável ou desagradável. Suas principais características são: A Afetividade, a conciliação, o zelo por sua subjetividade e seus relacionamentos emocionais com as pessoas.

Segundo Jung, a Sensação é uma percepção sensorial que consiste em todas as experiências conscientes produzidas pelos órgãos dos sentidos: Visões, ruídos, cheiros, paladares e todas as sensações que se originam no interior do nosso corpo. As características principais que nos remetem a essa função são: A utilização dos Cinco Sentidos, a percepção de algo concreto, o senso da realidade e a realização. Esta função também é muito ligada com o “Aqui e Agora”.

A Intuição não exige nenhum julgamento, pois o indivíduo não sabe de onde ela vem, nem de onde se origina. Esta função também é muito conhecida como percepção extra-sensorial. Suas principais características: O Sexto Sentido, Imaginação, Visão de futuro, forte criatividade e facilidade para enxergar novas possibilidades.

“Esses quatro tipos funcionais correspondem aos recursos óbvios através dos quais a consciência obtém sua orientação para a experiência.”
(Carl Gustav Jung)

A Sensação nos diz que uma coisa existe, o Pensamento nos diz o que é essa coisa, o Sentimento nos informa se a coisa é agradável ou não, e a Intuição nos diz de onde ela vem e para onde ela vai.

Na realidade, todos nós temos as Quatro funções Psicológicas, porém existe a Função Principal (onde me sinto mais confortável), a Auxiliar, a Terciária e a Inferior (função que exige algo a mais de mim / consiste na atuação da Sombra).

Ex: Se minha função principal for o Pensamento Introvertido, minha função inferior será Sentimento Extrovertido. (100% oposto).

TIPOS PSICOLÓGICOS E SUAS FUNÇÕES INFERIORES

1. Tipo Pensamento Introvertido:
Pessoas com esse tipo dão valor as idéias do ponto de vista do sujeito, não do objeto. Eles se mostram interessados pela produção de idéias novas. Facilmente se perdem no mundo da fantasia. Não são práticos, são mais teóricos.
Função Inferior: Sentimento Extrovertido.

2. Tipo Pensamento Extrovertido:
O Pensamento Extrovertido carrega em si uma vida governada pelo pensamento. Costumam ser indivíduos com organização e praticidade.
Função Inferior: Sentimento Introvertido.

3. Tipo Sentimento Introvertido:
São personalidades difíceis de serem compreendidos, pois seu exterior pouco revela. Pessoas do tipo Sentimento Introvertido transmitem uma leve impressão de não possuírem nenhuma espécie sentimento. São pessoas reservadas e também demostram tendencia a serem autoritárias.
Função inferior: Pensamento Extrovertido

4. Tipo Sentimento Extrovertido:
Os indivíduos que carregam em si o Tipo Sentimento Extrovertido sempre estabelecem relações de profunda harmonia com o ambiente. O pensamento está subordinado ao sentimento. São vulneráveis ao objeto amado. Fazem amizades com extrema facilidade, pois possuem uma boa conversa.
Função Inferior: Pensamento Introvertido.

5. Tipo Sensação Introvertida:
Os indivíduos do Tipo Sensação Introvertida carregam em si a intensidade da sensação subjetiva. Possuem uma tendência recuar do mundo exterior e seus dilemas. Há uma separação entre a consciência e o corpo físico. Demosntram intensa dificuldade de compreender a si próprios.
Função Inferior: Intuição Extrovertida.

6. Tipo Sensação Extrovertida:
São indivíduos que têm percepção dos fatos bem desenvolvida. Costumam procurar por pessoas ou situações que lhe proporcionem fortes sensações. Essas pessoas concentram sua atenção para o físico, possuindo um bom gosto estético. São pessoas que costumeiramente não se esquecem de seus compromissos e são sempre bem rígidos com a pontualidade.
Função Inferior: Intuição Introvertida.

7. Tipo Intuição Introvertida:
Indíviduos do Tipo Intuição Introvertida são mais direcionadas para os conteúdos do inconsciente. Não são muito comunicativas e geralmente são mal compreendidos pelo outro. São mais ligados às questões da espiritualidade, carregando em si uma misteriosa capacidade de pressentir o futuro.
Função Inferior: Sensação Extrovertida.

8. Tipo Intuição extrovertida:
São pessoas que possuem uma grande capacidade para perceber as coisas ao seu redor. Enxergam o mundo através de uma percepção externa. Estão sempre à espera de novos horizontes e de novas oportunidades. O Tip Intuição Introvertida não são muito ligados às quesões relacionadas ao corpo, não percebendo quando estão cansados ou famintos. Sentem-se prisioneiros em várias situações que apresentam estabilidade.
Função Inferior: Sensação Introvertida.

Texto: Evandro Rodrigo Tropéia

Qual será a sua Atitude predominante?
Qual será a sua Função Psicológica principal?

Referências Bibliográficas: HALL, C.S; Nordby, V.J. Introdução à Psicologia Junguiana. Ed. Cultrix, SP, 2003.

Fonte: Instituto Freedom

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PSICOLOGIA: O SISTEMA ESCOLAR COMPULSÓRIO É A MÁQUINA DE MOER AS PAIXÕES E OBSESSÕES DOS SEUS JOVENS FILHOS

O Sistema Escolar Compulsório acaba com as mais decisivas habilidades dos nossos jovens como o entusiasmo e a obsessão, como uma máquina de moer. Não podemos deixar que continue acontecendo. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir e saber o que fazer para evitar!

O entusiasmo e a obsessão são suas mais decisivas habilidades

E a escola afeta o desenvolvimento de ambas. Não deixe isso acontecer

 

Foram incontáveis as vezes que ouvi essas duas frases de efeito sobre a importância da educação escolar:

“A escola não é sobre aprender coisas específicas. É sobre aprender a como aprender.”

“A escola não é sobre como resolver algum problema específico. É sobre aprender a como pensar.”

Os seguidores dessas idéias frequentemente partem do princípio de que a melhor maneira de as crianças aprenderem a como aprender e a como pensar é por meio da escola.

Tais pessoas consideram perfeitamente aceitável o fato de que as coisas que as crianças aprendem na escola não serão diretamente úteis para elas fora da escola, pois acreditam que essas “meta-habilidades” de aprender e de pensar são perfeitamente transferíveis para o futuro, quando então, já na vida adulta, poderão ser utilizadas para conseguir os conhecimentos e as habilidades demandadas pelo mercado.

Só que este aprendizado imposto é totalmente antitético àquela outra habilidade realmente transferível e muito mais fundamentalmente importante: o entusiasmo.

O entusiasmo é a devoção genuína e espontânea a uma busca. É o impulso voluntário que nos leva a querer se aprofundar em algo, por pura paixão. O entusiasmo é a mais fundamental das habilidades transferíveis, pois é o mais poderoso motivador do aprendizado e da criatividade. Em qualquer área.

Por definição, o entusiasmo e a paixão não podem ser ensinados por meio de lições obrigatórias e compulsórias. O entusiasmo é como se fosse uma planta que só pode ser silvestre; que não pode ser cultivada por qualquer outra coisa senão a liberdade.

Acabando com o entusiasmo das crianças

Toda criança normal já nasce dotada de entusiasmos naturais. Elas são inerentemente dotadas de curiosidades. Elas são ávidas para explorar as coisas do mundo. Elas adoram observar e interagir com o mundo ao seu redor com grande entusiasmo e dedicação.

E, sob a adequada liberdade, esse entusiasmo irá crescer com o tempo e a experiência. Em algumas ocasiões, o entusiasmo chegará ao ponto da obsessão. As crianças irão se tornar obcecadas ou por alguma atividade específica (um esporte, um videogame, uma arte criativa etc.) ou por um assunto (dinossauros, uma linha de brinquedos, carros, aviões etc.).

Para os olhos de um adulto, esta obsessão poderá parecer inútil ou excessiva. Afinal, como é que um conhecimento profundo sobre Pokémon irá melhorar o futuro de uma criança? Mas eis aí o grande erro: a parte crucial não é o fato de a criança estar aprendendo tudo sobre Pokémon, mas sim o fato de que a criança, ao seguir o seu êxtase (para utilizar uma frase de Joseph Campbell), está aprendendo a como ficar absorta em algo; a como se aprofundar completamente em um assunto.

Esta, de novo, é a mais fundamental das habilidades transferíveis. No futuro, será esta propensão — construída na infância — à imersão voluntária e entusiasmada que o indivíduo poderá utilizar para dominar qualquer arte, assunto, trabalho manual, ocupação: desde design gráfico até administração de negócios e programação de computadores.

Só que os pais, os professores e todos os burocratas que criam os currículos do sistema escolar frequentemente fazem de tudo para oprimir e esmagar o desenvolvimento desta paixão. As crianças são tolhidas de seguir seus próprios interesses e compulsoriamente redirecionadas para fazer apenas aquilo que os adultos consideram ser mais importante. E mesmo essas atividades impostas também não são aprofundadas. Com o intuito de deixar a criança “mais experiente” e “mais madura”, as atividades são continuamente interrompidas e alteradas. Apenas explorações superficiais são permitidas.

O doutor Peter Gray, professor de psicologia do Boston College e especialista no assunto, escreveu todo um livro, intitulado  Livre para Aprender, relatando inúmeros exemplos práticos de como o sistema escolar compulsório mata o entusiasmo e a motivação das crianças. Em seu artigo “A escola é uma prisão e está destruindo nossas crianças“, ele diz:

Esta incrível vontade de aprender e esta enorme capacidade de aprendizado não são desligadas quando a criança faz 5 ou 6 anos de idade. Nós é que as desligamos por meio de nosso coercitivo sistema de educação compulsória. A maior e mais duradoura lição trazida pelo nosso sistema escolar é que aprender é algo maçante, que deve ser evitado ao máximo possível.

Ainda segundo Gray, o entusiasmo e o impulso natural pelo aprendizado são continuamente substituídos por um sistema de controle social que ensina às crianças que seus interesses e observações não mais importam.

Em nome da educação escolar, estamos cada vez mais roubando das crianças o tempo e a liberdade de que necessitam para se educarem por conta própria por meio de seus próprios métodos. Criamos um arranjo educacional no qual as crianças devem suprimir seus instintos naturais — os quais as estimulam a estar no controle do próprio aprendizado — para, em vez disso, simplesmente seguirem automaticamente métodos e caminhos criados para elas por adultos, e os quais não levam a lugar nenhum.

Já o conhecido educador e defensor do ensino doméstico (homeschooling) John Holt escreveu o seguinte em seu livro — hoje best-seller — Como as Crianças Aprendem:

Queremos acreditar que estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar. Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada. Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente usamos.

Ainda pior do que tudo isso: nós tentamos convencê-las de que, ao menos dentro da escola, ou mesmo em qualquer situação em que palavras, símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos, elas simplesmente não podem pensar. Devem apenas repetir.

No final, quando a criança sai do sistema escolar compulsório, sua capacidade de entusiasmo — a paixão genuína e espontânea a uma busca — está completamente atrofiada. Ela não mais pode seguir suas paixões simplesmente porque ela já se esqueceu de que tal coisa existe. A única coisa que pode impulsioná-la a realizar algo é a motivação externa dada por figuras de autoridades. Tudo o que ela aprendeu é que deve fazer apenas aquilo que os outros consideram bom para ela.

Consequentemente, no trabalho e na vida em geral, essa pessoa ficará à deriva. Será um adulto que irá apenas a reboque dos outros, sem rumo certo na vida.

Meu caso

Lembro-me de ter tido, no início de minha infância, uma sucessão de manias que à época eu chamava de “febres”. Eu descobria um determinado assunto e então ele dominava minhas atenções e interesses por meses. E então, com o tempo, eu ficava saciado e me dava por satisfeito, e ia então para o assunto seguinte. Tive várias fases. Fui obcecado com dinossauros, depois com animais em geral (colecionava os nomes científicos de todas as espécies que saíam nas revistas da National Geographic), depois com He-Man, Transformers etc.

E então minha suscetibilidade a contrair essas febres foi sendo interrompida e finalmente vencida por essa verdadeira máquina de moer chamada de “sistema escolar compulsório”. Fui dominado pela apatia e tive uma crise existencial. E isso durou até a universidade.

Porém, quando finalmente me formei, minha capacidade de paixão e entusiasmo voltou, e veio forte. Reaprender a habilidade da obsessão e do entusiasmo foi uma das mais importantes etapas do meu processo de “desescolarização”.

Vencida a crise existencial, tornei-me obcecado em estudar teologia e cosmologia. Após perceber que eu não compreendia o mundo à minha volta, tornei-me obcecado em aprender sobre a história do mundo, e me tornei autodidata no assunto. Após descobrir as idéias da liberdade, tornei-me obcecado em estudar por conta própria os princípios da Escola Austríaca de Pensamento Econômico e a filosofia política do libertarianismo. Deixar-me ser levado por meu êxtase ao longo desses caminhos de obsessão finalmente me levou a uma carreira profissional bem-sucedida e gratificante.

Meu único arrependimento é que esta feliz progressão tenha sido tão longamente postergada por aquele martírio devorador de entusiasmos e arrefecedor de espíritos que é o sistema escolar compulsório.

Conclusão

Não ceda à tentação de frustrar as paixões de seus jovens filhos; não restrinja suas obsessões. Confie nas escolhas deles. Deixe-os cultivar sua capacidade nata de se devotar com entusiasmo, paixão e júbilo às suas próprias buscas. A paixão e o entusiasmo são os ativos mais preciosos deles: a habilidade fundamental que irá gerar todas as outras habilidades. Não roube isso deles. Deixe-os livre para construir suas paixões. Isso lhe deixará orgulhoso no futuro.

Fonte: mises.org.br

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PSICOLOGIA: O SURPREENDENTE IMPACTO SOBRE A PSIQUE DA COVID-19 SOBRE SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO

Um estudo para verificar os efeitos psicológicos da pandemia em sobreviventes do Holocausto é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna PSICOLOGIA, cuja conclusão foi surpreendente. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento desse interessante resultado!

Covid-19 e sobreviventes do Holocausto: os impactos sobre a psique

Estudo descobriu que a pandemia pode ecoar adversidades passadas e desencadear reações psicológicas ampliadas em pessoas que passaram por essa experiência trágica

Judeus em Auschwitz, 1944: entre os sobreviventes do Holocausto agora confrontados com a pandemia de covid-19 em Israel, os que manifestaram mais preocupação com a doença foram os que enfrentaram doenças infecciosas durante aquele período. Crédito: Ernst Hofmann ou Bernhard Walte/German Federal Archives/Wikimedia

Pessoas que sobreviveram ao Holocausto (o genocídio de cerca de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial) exibiram uma ampla gama de reações emocionais e maneiras de lidar com a pandemia de covid-19, segundo um estudo da Universidade Bar-Ilan (Israel). Alguns estão lidando bem com a crise atual, enquanto outros enfrentam dificuldades consideráveis. A forma como lidam com a crise atual deriva em grande parte de como lidam com suas memórias traumáticas do genocídio promovido pelo regime nazista. A pesquisa foi publicada na revista “Journal of Psychiatric Research”.

Para muitos desses sobreviventes, as diretrizes da política de saúde da pandemia de covid-19 são uma reminiscência de várias condições adversas existentes durante o Holocausto. Elas incluem o isolamento prolongado e a separação de membros da família, mas, particularmente, o risco onipresente de contrair doenças infecciosas.

Estudos anteriores mostraram que os sobreviventes são mais sensíveis a vários eventos estressantes pós-Holocausto. Entre eles destacam-se aqueles que refletem um trauma primário passado. No novo estudo, os pesquisadores examinaram se a exposição a adversidades específicas do Holocausto estaria relacionada a reações psicológicas amplificadas à covid-19.

O estudo enfocou 127 sobreviventes do Holocausto e judeus de ascendência europeia que não passaram por essa experiência. Todos eles nasceram antes de 1945. Os entrevistados foram entrevistados durante o período da saída gradual do primeiro bloqueio (lockdown) de Israel, entre abril e junho de 2020.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT, ou PTSD na sigla em inglês) e a solidão foram mais prevalentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas o Holocausto, como tuberculose e disenteria, ante adultos mais velhos que não experimentaram o evento trágico (38,5% x 0% para TEPT; 53,8% x 22,6% para solidão). Além disso, e surpreendentemente, as preocupações relacionadas à covid-19 foram mais frequentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas durante o Holocausto (46,2%) ante outros sobreviventes (22,1%) ou aqueles que não foram expostos ao Holocausto (6,5%).

“Acreditávamos que a maioria dos sobreviventes do Holocausto manifestaria maior sofrimento psicológico durante a pandemia. Isso se explicaria porque muitos deles ainda lidam com sintomas de TEPT e outras deficiências. No entanto, o aumento da angústia foi evidente sobretudo em um subgrupo de sobreviventes cujas vidas foram ameaçadas por doenças infecciosas durante o Holocausto”, disse o prof. Amit Shrira, do Programa de Mestrado em Gerontologia e do Departamento Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Bar-Ilan.

Shrira conduziu o estudo em colaboração com Maya Frenkel-Yosef, da Nini Czopp Association, que fornece serviços sociais aos sobreviventes do Holocausto holandês-israelense e suas famílias, e com Ruth Maytles, aluna de doutorado da Universidade Bar-Ilan. Estudioso também da transmissão intergeracional do trauma, Shrira atualmente analisa com colegas os dados de um novo estudo focado em como os descendentes de sobreviventes do Holocausto estão lidando com a atual pandemia.

Fonte: Revista Planeta

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PSICOLOGIA: VITIMISMO POR ROSSANDRO KLINJEY

O que é o vitimismo na concepção de Rossandro Klinjey é o destaque da nossa coluna PSICOLOGIA desta quarta-feira. Saiba como lidar com esses vampiros que só sugam as energias das pessoas ao seu redor e entenda como funciona a mente delas. Então convido você a assistir essa palestra incrível!

Fonte:

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PSICOLOGIA: A PSICÓLOGA SARITA CESANA FALA SOBRE VALORES X CONFIANÇA

Na nossa coluna PSICOLOGIA desta quarta-feira a psicóloga Sarita Cesana faz uma mini-palestra sobre valores versus confiança. Os valores podem mudar; E a confiança também? Assista ao vídeo e leia o texto a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Contextualizando: *As crenças são suposições ou convicções julgadas verdadeiras a respeito de pessoas, conceitos ou fatos.*Os valores, são um método simplificado de descrever o que é importante para nós. São uma forma rápida de descrever nossas motivações individuais. Em conjunto com nossas crenças, são os fatores causais que orientam nossa tomada de decisões. Nossos valores não são imutáveis, eles podem variar dependendo do momento, da maturidade ou contexto. Ex:  amizade pode ser um valor alto para os jovens, que precisam se relacionar em grupo, trabalhar aceitação e inclusão. À medida que envelhecemos, esse valor pode diminuir, dando lugar de prioridade para outros, como saúde e qualidade de vida.   Para mim, a confiança sempre foi um valor importante, independente da época, idade ou lugar. Ao longo do passar dos anos, com essa realidade que fomos nos “acostumando” a viver, o lema que eu trazia, da fala do meu pai, foi sendo distorcido: melhor desconfiar, até prova em contrário!!! Desta forma, chamo a atenção para refletirmos sobre nossas relações interpessoais, em casa ou no ambiente profissional: cada vez mais será necessário restabelecer vínculos com base na confiança, para a elevação da consciência e o alcance de resultados.
Autora: Sarita Cesana
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PSICOLOGIA: TEMPOS DE ANGUSTIA POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta sexta-feira o destaque da nossa coluna PSICOLOGIA é a mini-palestra de Rossandro Klinjey sobre a angustia em tempos de difíceis. Essa angustia acontece pela falta de concentração no si mesmo e a profunda concentração na superficialidade do celular e das redes sociais. Do afastamento dos relacionamentos interpessoais. Assista essa rica palestra e tire boas lições!

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PSICOLOGIA: PRA VOCÊ O DOMINGO É DIA DE RELAXAMENTO OU DE ESTRESSE?

Como é visto o domingo pelas pessoas é o destaque do PODCAST de Sarita Cesana na nossa coluna PSICOLOGIA desta terça-feira. para algumas pessoas é dia de relaxamento, mas para outras é dia de estresse por causa da segunda-feira batendo a sua porta. Você é qual das duas pessoas? Ouça o Podcast e saiba como mudar esse paradigma!

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PSICOLOGIA: SER PSICÓLOGO EM TEMPOS DESAFIADORES, O QUE É MITO E O QUE É VERDADE

‘Ser Psicólogo em tempos desafiadores: o que é mito e o que é verdade’ é o tema do PODCAST da nossa consultora em psicologia e desenvolvimento pessoal Sarita Cesana na coluna PSICOLOGIA desta quarta-feira. Ela fala das dificuldades de ser psicólogo em tempos tão difíceis, mas fala da importância desse profissional e dá dicas preciosas também. Ouça o Podcast e tire suas conclusões!

Fonte:

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PSICOLOGIA: AS PESSOAS QUE VOCÊ CULPA NÃO SÃO DESCARTÁVEIS!

Caro(a) leitor(a),

Tenho procurado textos e vídeos que possam vir a somar na sua vida neste período tão difícil de quarentena. Não tem sido fácil, dado o nível consciencial dos leitores deste blog. Mas, tenho encontrado coisas realmente boas. Por isso lhe convido a assistir essa mini-palestra do competente psicólogo Rossandro Klinjey, na nossa coluna PSICOLOGIA desta terça-feira sobre as nossas sombras e o perdão! É imperdível!

“A mágoa é terrível quando nos faz acreditar que quem nos magoa pode ser descartado. Nós somos quem somos, porque nos relacionamos com outras pessoas, sejam familiares, cônjuge, amigos ou qualquer outro nível de relação. É preciso reconhecer que mesmo na dor há aprendizado”(Rossandro Klinjey).

Fonte:

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PSICOLOGIA: A TERAPIA DA LINHA DO TEMPO COMO FERRAMENTA PARA A CURA DA DEPRESSÃO

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DEPRESSÃO TEM CURA: CONHEÇA A TLT

 

A depressão é o mal tão conhecido do século passado, chegou até os nossos dias e está se aprofundando. Por que tem sido assim? A depressão tem cura? Por que ela chegou aos nossos tempos e se agravou? O que é depressão?

O QUE SENTE A PESSOA COM DEPRESSÃO

Com depressão a pessoa sente uma imensa desesperança, é como se a pessoa estivesse morta. A tristeza da depressão é uma tristeza que não dá tréguas. A pessoa vai lá para baixo, o pensamento é limitante e pessimista. O pensamento derrubado derruba a pessoa. Na vida tudo é circunstancial e a pessoa com depressão está apegada às circunstâncias.

Sentimento de culpa e a baixa-estima também estão ligadas à depressão. Mesmo a pessoa que tinha uma autoestima razoável pode perder muito de sua autoestima.

Outros sintomas

  • Alteração de humor
  • Tristeza profunda e sem fim
  • Dor e desencanto, não vê perspectiva
  • Desesperança
  • Distúrbio do sono
  • Perda do apetite ou a pessoa pode também comer demais, mas o mais comum é a perda da fome
  • Culpa

E TUDO COMEÇA NO PENSAMENTO

A depressão começa no nível mais profundo do pensamento e sentimento da pessoa humana. O pensamento gera sentimento a nível profundo, que geram imagens e provocam mudança, inclusive, na fisiologia da pessoa, a qual fica prostrada. Tudo começa no pensamento. Qual é o pensamento que domina a sua mente na maior parte do tempo?

QUANDO A DEPRESSÃO SE TORNA CRÔNICA E RECORRENTE

A depressão é classificada, pela Psiquiatria, como doença, sendo assim a pessoa com depressão é tratada com remédios. O paciente, que faz tratamento somente à base de drogas farmacêuticas, começa a consumir remédios e pode vir a fazer uso deles a vida inteira. Neste sentido a “doença” realmente se tornou crônica e recorrente. Em alguns casos o remédio pode ser necessário e ajudar por um tempo determinado, entretanto é um tratamento auxiliar, e jamais deveria ser permanente, deveria acontecer apenas por um curto período de tempo.

A pessoa que está com depressão a vida inteira, quando se limita a se tratar somente com remédios, ela não está indo até a causa-raiz, até a origem do problema que está no mais profundo. Somente o tratamento medicamentoso não resolve a raiz do problema, do pensamento e da emoção. Neste sentido, a “doença” torna-se realmente uma enfermidade crônica e recorrente.

EXISTE LUZ NO FUNDO DO TÚNEL!

Nos casos em que é necessário a medicação, o correto e recomendável é que o paciente faça paralelamente a psicoterapia para investigar a causa raiz da depressão, da tristeza profunda. Investigar a causa-raiz na Psicoterapia é definitivo na cura da depressão. Mas existe luz no fundo do túnel!

A pessoa com depressão pode receber a imensa ajuda da cura através da psicoterapia com uma técnica de regressão de memória como a TLT-Terapia da Linha do Tempo. Com a ajuda desta técnica, a  TLT, o paciente vai buscar as raízes do problema com o auxílio do poder ilimitado de seu inconsciente. Uma vez descoberta a causa-raiz fica muito mais fácil a mudança imediata de pensamento, sentimento e de crenças profundas. A pessoa pode finalmente voltar a sentir paz e alegria de viver.

A DEPRESSÃO É GENÉTICA?

Quando uma doença é considerada genética é porque está relacionada a hereditariedade e ao gene, algo no físico. Se algo é classificado como genético a solução é a droga lícita. Sendo assim, no caso da depressão, o problema fica sem solução.

Na visão da Psicoterapia, se existe algo de genético na depressão é porque se trata de alguma herança da família, que foi transmitida, na linha do tempo da pessoa, de inconsciente para inconsciente. Se alguém hoje na família sofre de depressão é porque o pai era deprimido, porque o avô era deprimido, alguma bisavó era deprimida, não é mais uma carga genética, mas sim uma carga do inconsciente que vem na linha do tempo da pessoa.

Portanto, a depressão veio de fato de uma herança, isto não significa que esta herança tenha que estar necessariamente nos genes, como se estivesse impressa no físico da pessoa. Esta herança é, antes de tudo, uma herança depressiva, do pensamento deprimido que a pessoa herdou e que tem sim solução.

JOGAR LUZ NO PROBLEMA É O PRINCÍPIO DA CURA

A tristeza da depressão é uma tristeza que não dá tréguas, esse sofrimento que é uma infelicidade crônica, deixa o depressivo prostrado e isto afeta toda a fisiologia da pessoa, a qual fica mais sujeita a infecções, inflamações e aos problemas do coração. A pessoa sente tristeza, e não consegue entender a causa, para ela parece não haver uma causa aparente.

Na verdade, a causa não está consciente, a causa do problema está inconsciente. A pessoa não aprendeu ainda a olhar para si própria, não aprendeu a olhar para dentro, não aprendeu a jogar luz na dor, no sofrimento e em suas nas raízes. Por falta de coragem, por baixa autoestima e total desconhecimento da importância que é fazer isto, a pessoa que sofre de depressão não entendeu ainda que jogar luz no problema é o princípio da cura.

Em uma cura milagrosa, quando Deus cura uma doença, Ele primeiro joga luz para que a pessoa entenda o que precisa ser resolvido. Em uma cura milagrosa, você recebe uma grande luz em sua consciência e entende o que está acontecendo.

A EFICÁCIA DA PSICOTERAPIA E DA TERAPIA DA LINHA DO TEMPO (TLT)

Na Psicoterapia, você precisa primeiro entender onde está a causa do sofrimento, onde está a causa raiz da depressão, da tristeza profunda. Quando a causa é iluminada, com a ajuda de uma técnica terapêutica como a TLT, o paciente é imerso em um grande alívio.

O processo de cura terapêutica começa com este imenso alívio e, rapidamente, a cura pode se estabelecer. O paciente tem a consciência, a compreensão da origem da dor, do sofrimento então a dor começa a se dissolver.

TUDO TEM UMA ORIGEM

A chave para a cura da depressão é jogar luz na dor e no sofrimento. Se a pessoa tem uma perspectiva ruim sobre o futuro é porque teve uma experiência ruim no passado. A pessoa com depressão projeta o passado no futuro.

Na verdade, o problema começou lá no passado,  as raízes mais profundas estão a partir da primeira infância para trás. A causa-raiz da depressão pode estar nos 3 aninhos para trás, especialmente, com 2 anos de idade. A causa-raiz pode estar também na gestação, durante o parto, na concepção ou até mesmo antes da concepção.

A TLT INVESTIGA A CAUSA-RAIZ DA DEPRESSÃO

A TLT-Terapia da Linha do Tempo é uma terapia de regressão de memória que auxilia na cura da causa raiz da raiva, da depressão, do medo, da tristeza profunda. Segundo a TLT, a causa raiz do medo e da depressão podem estar em algum antepassado, no seu avô ou bisavô, por exemplo.

A causa de sua angústia pode estar em sua bisavó. O problema veio de inconsciente para inconsciente até você, portanto a raiz pode estar lá. O importante, na cura da depressão, é buscar a raiz e fazer a cura profunda da raiz do sofrimento, da depressão.

TEM CURA PARA TUDO DEBAIXO DO SOL NASCENTE

“Quem acredita busca, quem busca encontra” (Jesus Cristo)

A depressão causa desesperança. Se você sofre de depressão e sente desesperança, saiba que a esperança é um direito seu divino. Todo homem, toda mulher tem o direito divino à esperança. É verdade! Tudo tem cura debaixo do sol, da lua, das estrelas, debaixo do sol nascente.

TOMO REMÉDIO, POSSO FAZER A TLT?

Sim você pode fazer a TLT. Importante lembrar que uma pessoa que já está tomando medicamento não pode tirar o medicamento para fazer a terapia porque ela poderia não ter condições de fazer o processo terapêutico, porque já está sob o controle do medicamento. Durante o tratamento com a Psicoterapia, ela poderá abandonar o medicamento somente no tempo certo, conversando com o próprio coração, conversando com o médico que prescreveu aquele medicamento.

Fonte: Instituto Ciência e Luz

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PSICOLOGIA: A COMUNICAÇÃO EM TEMPOS DE QUARENTENA

Nesta quarta-feira o destaque da nossa coluna PSICOLOGIA é um texto muito oportuno da psicóloga colaboradora deste blog Sarita Cesana sobre “A Comunicação em tempos de quarentena”, que vem a nos fazer refletir sobre uma mudança comportamental quando somos “obrigados” confinados com familiares 24 horas poe dia durante um tempo indeterminado. O mais nos afeta é justamente a comunicação. Nesse período vamos ter que reaprender a nos comunicar. Leia o texto completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

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A comunicação em tempos de quarentena

Em tempos de quarentena, um novo desafio se apresenta: a convivência mais intensa, tanto consigo, quanto com as pessoas com o qual cada um está vivendo.

Nós convivemos, mas muitas vezes não nos comunicamos. Qual a última vez que você parou para SE ouvir? Ou para prestar atenção no que está acontecendo com você ou com as pessoas que estão ao seu redor? A nossa vida cotidiana, e corrida, não nos permite essas “paradas” reflexivas: entramos num piloto automático, entre demandas, compromissos e atividades, sem tempo (nem paciência, por vezes) para encontros mais profundos.

E agora, uma urgência maior, nos obriga a essa parada compulsória e, ainda por tempo indeterminado! E ficamos em casa, alguns na praia, outros no campo, mais próximos, ou mais distantes da natureza, tendo que dar conta dessa com-vivência tão inesperada.  E é então que conflitos, desgastes, situações de estresse vão tomando uma proporção nunca vista!

Por que, ainda, a comunicação é algo que nos incomoda? Por que não simplificamos, ao invés de complicar? Não parece tão fácil?

A essência da palavra “comunicação” se traduz em “tornar comum”. É através do ato de se comunicar que os seres humanos podem expressar sentimentos, pensamentos, opiniões, e assim obter respostas e se relacionar no meio em que vivem. É através deste canal, que somado aos gestos, sorrisos, olhares, expressões, cheiros, cores, melodias e até a respiração, que as interações trazem significados.

A maioria das pessoas passa a vida lutando, e entrando em conflito com a realidade, na ilusão de, assim, estar vivendo. Aprender a ser feliz e estar em paz, passa irremediavelmente por aprender a aceitar as coisas tal como são. Isso tudo passa, inevitavelmente, pela jornada da autodescoberta, do olhar para si e, com humildade, reconhecer nossas fragilidades.

 

Então, que tal aproveitar esse momento ímpar, e cuidar de aperfeiçoar sua comunicação intra e interpessoal? Em lugar de julgamentos, de tantas mensagens negativas e ameaçadoras, de confrontos e desencontros, proponho um resgate da sua criança interior, verdadeira, criativa, alegre e “leve”. Já que a distância se impõe, que venham mais sorrisos, desculpas, tolerância, acolhimento, que possamos, em tempos difíceis, aprender a conviver, trazendo uma comunicação amorosa e profunda.

Sarita Cesana

Psicóloga CRP 17/0979

Contato: (84) 98169-1884

@saritacesana

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PSICOLOGIA: SAÚDE MENTAL NA QUARENTENA

Nesta terça-feira na coluna PSICOLOGIA temos uma mini-palestra com o psicólogo Rossandro Klinjey e sua esposa Janine Lima sobre saúde mental na quarentena. Este vídeo faz parta do quadro #QuarentenaSemPirar que visa promover diariamente conteúdos de apoio para a gestão emocional e os cuidados com a saúde mental nessa fase de quarentena. Orientações e conselhos saudáveis para você superar esse período tão difícil.

Fonte:

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PSICOLOGIA: TUDO PASSA, INCLUSIVE O MEDO, POR ROSSANDRO KLINJEY

Na nossa coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira você vai assistir uma min-palestra do competente psicólogo Rossandro Klinjey que faz uma carta ao medo. O medo que é o nosso maior inimigo e foi criado pela crença judaico-cristã e atormenta a humanidade desde então, precisa ser combatido para que superemos essa pandemia. E a maior arma contra o medo é não ouvi-lo. Assista a essa aula maravilhosa e se fortaleça nessa crise!

Fonte:

 

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PSICOLOGIA: AUTOPERDÃO, O QUE ESTÁ FALTANDO PARA EU APRENDER?

O destaque da nossa coluna PSICOLOGIA desta terça-feira é o renomado psicólogo Rossandro Klinjey com a palestra sobre o Autoperdão, onde ele nos ensina como identificar o que está faltando para nós sermos capazes do autoperdão. Assista a palestra e descubra! 

Fonte:

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PSICOLOGIA: COMO O CELULAR INTERFERE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS

Nesta sexta-feira o destaque da coluna PSICOLOGIA é uma palestra do brilhante psicólogo Rossandro Klinjey sobre o tipo de personalidade que os celulares (des)constroem e como o celular interfere na educação dos filhos. Um dos maiores e mais corriqueiros problemas na sociedade contemporânea. Assista a palestra e tire suas conclusões!

Fonte:

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PSICOLOGIA MIDIÁTICA: O JOGO PSICOLÓGICO DA GLOBO PARA INFLUENCIAR O SEU PÚBLICO

Caro(a) leitor(a),

Achei esse artigo fantástico!

porque comenta de uma maneira bastante didática de fácil assimilação para qualquer leitor perceber a estratégia tenebrosa, e por que não dizer macabra da Rede Globo para fazer a sua cabeça e transformar o seu público em massa de manobra, através de uma lavagem cerebral. É pura neuro linguística em ação. Por isso eu peço que leia o artigo a seguir com atenção e reflita. Não deixe de assistir o JN. Pelo contrário, passe a assistir todos os dias, mas com um olhar crítico. Observando os detalhes enumerados no artigo de Lukas Hawks e só então tire as susa conclusões! 

Como funciona o processo de desinformação e assassinato de reputação da Globo contra o atual governo

Para quem quiser decifrar como funciona o processo de desinformação e assassinato de reputação por parte da Globo contra o atual governo, vou revelar para vocês algumas informações para que decifrem quando assistirem ao próximo Jornal Nacional:

1- Faz parte da estratégia de desinformação usar frases negativas de impacto, como: “Bolsonaro ataca,” “declaração polêmica,” “crise no governo,” etc. Reparem que essas frases são ditas com muita ênfase, e sempre vem acompanhadas da palavra Bolsonaro… Isso cria no seu imaginário, a associação negativa, com o nome Bolsonaro. Isso é para que seu subconsciente se acostume com essa associação.

2- Sempre que houver uma notícia positiva, repare que a palavra Bolsonaro é omitida, e substituída pelas palavras “governo” ou “Brasil”.

3- Quando Bolsonaro é associado inevitavelmente a algo positivo, repare que SEMPRE a matéria seguinte será desfavorável ao governo, sempre!

4- As reportagens desfavoráveis ao governo, são sempre feitas pelos mesmos repórteres, são aqueles que têm uma espécie de confiança da direção, e estão sempre fazendo as reportagens de interesse da emissora, como sobre adversários políticos da Globo, militância por Marielle, ou contra a Igreja Universal, ou a Record… São sempre os mesmos jornalistas que fazem esse tipo de reportagem.

5- Sempre que Bolsonaro viaja para algum lugar ou faz algum importante acordo comercial benéfico ao Brasil, o JN desvirtua o feito, maximizando polêmicas específicas durante a viagem, explorando a impulsividade de Bolsonaro ao dar entrevistas, fazendo perguntas específicas sem sentido, porque já possuem uma narrativa montada negativa e fazem a pergunta já com a matéria pronta, a fim de polemizar e tirar o foco da viagem, exemplo: “briga com Moro”, “filhos que causam problemas”, ou “opiniões polêmicas” aleatórias.

Nós somos animais linguísticos e não nos comunicamos apenas pelo QUE dizemos, mas também COMO dizemos e reagimos de modo diferente ao mesmo texto quando o ouvimos de forma diferente, especialmente quando isso ocorre visualizando imagens diferentes.

A forma como falamos, também implica na comunicação, então, reparem nas expressões dos jornalistas, na maneira deles falarem e comparem com a forma que falam sobre a tal de Greta ou da Marielle, no brilho no olhar, nas palavras e na expressão facial… Tudo isso é montado para alcançar um objetivo claro: convencer você de alguma coisa que não condiz com os fatos, mas com uma agenda específica.

Ora, existem muito mais aspectos dentro desse processo, mas seria muito complexo de explicar, mas eles seguem sempre o mesmo padrão… Tudo isso é psicologia e se chama desinformação. Funciona como um processo de lavagem cerebral. Eles fazem isso há muito tempo, e o tempo todo, transformam bandidos em mocinhos e vice versa. Dessa forma, conseguem fazer com que as pessoas tenham conclusões equivocadas, e acabam assassinando reputações e construindo um mundo irrealista, perverso e manipulador.

Não caia nessa!

*Publicado originalmente no Facebook do autor Lukas Hawks

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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PSICOLOGIA: SAIBA COMO VENCER A NEGATIVIDADE

Na nossa coluna PSICOLOGIA desta quarta-feira você vai saber “Como vencer a negatividade” ao ler o artigo completo a seguir. Vai conhecer as características das pessoas negativas, das pessoas positivas, das pessoas realistas e como barrar a negatividade recuperando o positivismo consciente. Então leia o texto completo a seguir e saiba como!

COMO VENCER A NEGATIVIDADE

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Igual que acontece com o positivismo, a negatividade pode ser contagiosa, fazendo você entrar num ciclo vicioso bastante nocivo para a sua saúde física e emocional. Descubra como se livrar.

19 MAR 2018 · Última alteração: 11 OUT 2019
Como vencer a negatividade

Muitos especialistas concordam que ter uma visão mais positiva da vida oferece uma série de benefícios à pessoa. Os dias são encarados com mais motivação, a pessoa lida melhor com os problemas, além do fato de essa postura ajudar a ser mais resiliente.

Quem convive com alguém positivo, acaba se beneficiando também; é inegável que essa forma de “ver o mundo” deixa marcas nos demais, afetando humor e bem-estar. Mas sabe de uma coisa? Está comprovado que a negatividade também é contagiosa.

Muitas vezes, nem se trata da nossa própria negatividade, mas de atitudes de pessoas que estão a nosso redor, que vamos repetindo sem sequer perceber. Se deixamos a negatividade avançar, os danos emocionais podem ser bastante palpáveis, prejudicando a forma como reagimos em todas as áreas da nossa vida.

As personalidades das pessoas costumam inclinarem-se a atitudes positivas, negativas ou realistas. E não necessariamente pertencem sempre ao mesmo grupo. Qualquer pessoa pode ter atitudes típicas desses diferentes tipos de personalidade, e é exatamente essa mistura que contribui para a individualidade.

No teste você poderá encontrar elementos que te ajudem a identificar qual tipo de personalidade é mais forte em você, bem como suas principais características. Clique no link a seguir para fazer o teste:

Características de uma pessoa positiva

  • São persistentes
  • São guiadas por objetivos
  • Estão mais focadas nas soluções que nos problemas
  • Sabem pedir ajuda quando é preciso
  • Acreditam em si mesmas
  • Vêm a melhor versão dos demais
  • Assumem a responsabilidade por seus atos
  • Analisam seus pontos fortes e suas debilidades
  • Vêm oportunidades

Características de uma pessoa negativa

  • Vêm o copo “meio vazio”
  • Costumam usar expressões como “não posso” ou “é difícil”
  • Acreditam ter má sorte
  • Comparam-se a outras pessoas constantemente
  • Costumam pensar que são vítimas
  • Têm medo do fracasso
  • Acham que a autoaceitação é difícil
  • Evitam se sentir fracassados aos olhos dos demais
  • Buscam culpar aos demais pelo acontece com eles
  • Não perdoam seus erros

Características de uma pessoa realista

  • Não se iludem facilmente
  • Determinam metas que sabem que podem alcançar
  • Estão mais focada nas soluções que nos problemas
  • Não acreditam na sorte
  • Fazem o que acham necessário em cada oportunidade
  • Trabalham com os elementos que têm, sem esperar mais
  • Tomam o tempo necessário para encontrar soluções
  • Sabem “passar página” quando uma situação não é favorável
  • Não se iludem com planos ou promessas

Como barrar a negatividade

Ter pensamentos negativos de forma esporádica é natural, e inclusive ajuda a manter os pés no chão. Por exemplo, quando você sente que a vida está dando um duro golpe, não atuar pelo extremo positivismo é o que permite refletir e aprender com a experiência.

Qualquer extremo pode ser prejudicial, por isso o caminho para barrar a negatividade passa por buscar o equilíbrio. É importante evitar que a amargura diante das dificuldades ou imprevistos seja a tônica da sua vida, porque pode prejudicar sua saúde e ainda dificultar o convívio social, já que ninguém gosta de estar envolvido por um mar de pessimismo.

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Outra postura que deve ser evitada é a de autocomplacência. Quando a fase está ruim, nada parece dar certo, há muita exigência no trabalho ou em casa, colocar-se no papel de vítima não deixa de ser uma forma de aliviar a dor, principalmente ao começar a listar todas as vezes em que algo similar aconteceu.

Isso sem contar na capacidade que um discurso assim tem de despertar a empatia dos demais, ao menos num primeiro momento. Porém, cuidado: esse alívio momentâneo é uma armadilha. Uma pessoa muito negativa acaba perdendo a perspectiva, o que compromete seriamente suas decisões.

Recuperar o positivismo consciente, sendo capaz de ver as coisas boas da vida sem autoenganação, é a barreira mais potente que você conseguirá criar contra os extremos da negatividade.

Dicas para ser menos negativo

As mudanças de comportamento requerem esforço e paciência, porém tudo fica mais fácil quando se sabe o caminho a seguir. Se você sente o peso do excesso de negatividade e deseja mudar, fique atento a essas dicas:

  • Não tente controlar o que não está a seu alcance.
  • Evite participar de conversas negativas, para não ser mentalmente manipulado.
  • Diante de dificuldades, centre-se nos possíveis resultados, porque isso é o que justifica o percurso.
  • Enfrente o medo e evite que esse seja paralisante. Quanto mais medo tiver, mais negativo será.
  • Busque sempre ser a melhor versão de você mesmo, porque é a melhor forma de evoluir.
  • Confie em si mesmo, porque isso atrai coisas positivas. Quem está ao redor, respeitará essa atitude e confiará ainda mais em você.

É uma pessoa negativa? Procure a ajuda de um psicólogo especializado em motivaçãoe tenha mais qualidade de vida.

Fotos: MundoPsicologos.com

Fonte: 

psicólogos

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MundoPsicologos.com

 

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PSICOLOGIA: SAIBA COMO TER UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL ENTRE SOGRA E NORA!

Na coluna PSICOLOGIA deste sábado trago um artigo publicado no site Mundo Psicólogos sobre o relacionamento sogra-nora, que em muitos casos é um pesadelo e pode levar até a separação do casal. Neste artigo você vai encontrar uma análise completa das prováveis origens dos desentendimentos e como tratar e/ou evitar cair nessas armadilhas e ter um relacionamento saudável.

SOGRAS E NORAS: COMO TER UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL?

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

A relação com a sua sogra é um pesadelo? Com certeza, você não é a única. Mas de quem será a culpa? Veja a seguir dicas para transformar a convivência em uma experiência mais saudável.

23 MAI 2018 · Última alteração: 19 OUT 2019 · Leitura: 3 min. Habilidades sociais
Sogras e noras: como ter uma relação saudável?

A impopular figura da sogra há anos é alvo fácil de piadas e brincadeiras de mau gosto. Não faltam adeptos da premissa de que ter uma convivência positiva e construtiva é impossível, ajudando a espalhar a má fama. O que justificaria tamanha tensão? Como ser capaz de transformar uma convivência forçada numa relação saudável?

O primeiro passo é reconhecer que o relacionamento pode estar sendo “estranho” para ambas as partes. Nesse sentido, é muito importante exercitar a empatia, já que os conflitos entre sogras e noras costumam surgir de um sentimento de invasão de território.

A sogra, muitas vezes, é incapaz de compartilhar com outra pessoa o filho ou filha que leva vários anos criando. É um sentimento que nem sempre se manifesta de forma consciente, ela simplesmente sente que há outra pessoa tentando roubar o seu lugar. Por mais exagerado que possa parecer, é um comportamento intrínseco ao instinto de muitas mães.

A nora, por sua vez, se cansa das numerosas situações em que é comparada, seja com o comportamento da mãe do seu companheiro ou com o de uma ex. Isso sem contar o fato de serem conscientes de quão forte é o vínculo entre mãe e filho. Ter uma relação igualmente sólida pode ser fonte de muita pressão e stress.

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Além disso, também entram em jogo as ideias pré-concebidas da nora ideal e da sogra ideal. Ao não cumprir as expectativas, prevalece um sentimento negativo, como um rechaço quase automático, que afeta todas as decisões relacionadas àquela pessoa.

Dicas para ser uma boa nora

Coloque-se no lugar da sua sogra. Pense que, algum dia, você também poderá ter filhos e tente imaginar os sentimentos que uma situação assim despertará em você: ciúme, medo de perder a alguém que você ama incondicionalmente, medo de ficar sozinha, nostalgia, etc.

Evite a rivalidade. Aceite a experiência da sua sogra e buscar seu apoio fará com que se sinta valorizada. É importante que você assuma que ambas têm defeitos e qualidades, e tente manter a cordialidade.

Evite comparações. Não deixe que o relacionamento com os seus pais seja o único referencial. Com sua sogra, o tratamento pode ser diferente, mas isso não tem porque ser necessariamente negativo.

Escolha com cuidado as palavras na hora de indicar que há alguma atitude ou comportamento da sua sogra que está incomodando você. Não se trata de ser “puxa saco”, mas de tratar o outro com o devido respeito, falando dos seus sentimentos de maneira sincera e amigável.

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Dicas para ser uma boa sogra

Aceite que seu filho cresceu. Você precisa entender que chegou o momento de ele tomar suas próprias decisões, desenvolvendo uma vida de forma independente. Se você deixar ele livre para escolher, continuará sendo um porto seguro, sempre que surgirem dificuldades.

Não imponha suas normas. Você criou sua família da forma que considerou oportuna, mas não há motivos para seguir interferindo na vida do seu filho independente. Ele agora criará suas próprias regras, em base a seus valores e necessidades.

Não queira mudar a sua nora. Se ela não se encaixa nas suas expectativas de nora perfeita, é preciso se adaptar. A escolha é do seu filho, não sua. Entenda que ela terá sua própria personalidade e que, por mais divergências que tenham, ela ama seu filho igual que você.

Esteja sempre disponível para ajudar, para compartilhar sua experiência, mas não se ofenda se não recorrerem a você. É a vez deles de viver a vida, com erros e acertos.

E ainda, uma importante reflexão que deve ser feita para ambas viabilizando a convivência harmoniosa é o fato de que não deve existir rivalidade. Tanto a sogra, nora, sogro ou genro exercitam papeis diferentes na vida do cônjuge não deixando espaço para questionamentos sobre quem é o mais importante, mais amado ou mais presente. Todos possuem sua importância no papel que exercem em sua família.

Fotos: MundoPsicologos

Fonte:

psicólogos

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PSICOLOGIA: MUDE SUA VIDA CONHECENDO O PODER DOS ARQUÉTIPOS

Na nossa coluna PSICOLOGIA desta terça-feira você vai assistir a uma mini-palestra da psicóloga Luciana Paiva sobre “ARQUÉTIPOS”. Uma palavra enigmática e indecifrável para a maioria das pessoas. Neste vídeo você vai entender o seu significado através do conceito do mestre Carl Gustav Jung. Um conceito complexo com grande poder de transformação sob a sua vida. Assista ao vídeo e finalmente entenda como mudar a sua vida conhecendo o poder dos arquétipos!

Fonte:

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PSICOLOGIA: SAIBA AQUI COMO PARAR O OVERTHINKING

Na nossa coluna PSICOLOGIA desta segunda-feira temos um artigo do Mundo Psicólogo que vai lhe ajudar a parar o overthinking em sete passos. Se você é vitima dessa obsessão leia o artigo a seguir e comece a exercitar esse passo a passo para se livrar desse mal!

COMO PARAR O OVERTHINKING?

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Você já ouviu falar em overthinking? Em linhas gerais, é quando a pessoa é tomada por pensamentos angustiantes, que não passam. Quer saber como ficar livre disso? Confira as dicas no artigo.

6 NOV 2017 · Última alteração: 24 OUT 2019 · Leitura: 2 min.
Como parar o overthinking?
Overthinking, taí outra palavra em inglês que surge para definir uma situação cada vez mais comum no dia a dia de muita gente. Se você convive com pensamentos que causam angústia e nervosismo, pensamentos persistentes que parecem não ceder jamais, possivelmente estará sob os efeitos do overthinking.

Não se trata de uma preocupação normal, mas de algo que parece bloquear a mente da pessoa, com medos e inquietações que resultam ser inúteis. Obviamente, o costume de pensar não é nada negativo. Mas, feito de forma obsessiva e desordenada, só serve para desencadear stress e aumentar o receio de fracassar.

Seria possível ficar livre de algo assim? O primeiro passo é entender o quão importante é impor uma ordenação às ideias e pensamentos, a fim de evitar um fluxo bloqueante e os possíveis sintomas psicológicos derivados desse descontrole.

Como bloquear o pensamento excessivo?

Siga este passo a passo para começar a colocar um pouco de ordem no seu funcionamento mental:

1) Reconheça o overthinking

É importante saber reconhecer quando uma cadeia de pensamentos inúteis estão tomando o controle. Quando você está ansioso ou estressado, trate de se concentrar nas suas reações.

Você tem ideias obsessivas? Não para de pensar em hipóteses sobre o que poderá (ou não) acontecer? Essa sequência de pensamentos tem algum efeito positivo ou serve apenas para piorar a situação?

2) Dê um basta

Normalmente, quem é vítima do overthinking tem a necessidade de controlar tudo o que está acontecendo. Nesse sentido, é fundamental aceitar que, mesmo com uma capacidade analítica afiada, haverá vários elementos da sua vida que escaparão a seu controle.

Por isso, esforçar-se tanto para tentar prever o futuro é uma perda de tempo.

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3) Pense positivo

Quem pensa de forma obsessiva em determinada situação ou sucessão de acontecimentos, rapidamente é invadido por um medo a falhar, e o impacto disso não é nada positivo.

Trate de mudar sua perspectiva e ver as coisas por um prisma mais positivo, já que a negatividade, além de bloquear seus pensamentos, impede ações.

4) Busque o distanciamento

Este passo é fundamental para romper o ciclo dos pensamentos angustiantes. Pergunte-se se o foco do seu pensamento realmente é vital para você nos próximos dias, semanas ou anos.

Distanciar-se da situação muda a sua perspectiva, permite analisar seus problemas como se fosse outra pessoa. É o que permitirá pensar menos, e com mais lucidez.

5) Limite o tempo

Se é impossível deixar de pensar em determinado problema ou situação, trate de limitar o tempo que dedica a esse tipo de reflexão. Você pode fazê-lo enquanto realiza as tarefas domésticas, por exemplo, enquanto vai no ônibus, ou aproveitar para escrever tudo aquilo que é fonte de preocupação, trasladando para o papel o seu desabafo.

6) Saia da inércia

Manter-se ocupado é fundamental para romper o ciclo do overthinking. Por isso, pratique esporte, tenha um hobby, faça meditação e reserve tempo para as atividades que são prazerosas para você. Tudo isso vai a mudar o foco do seu pensamento para coisas mais positivas.

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Fonte: 

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PSICOLOGIA: VOCÊ SABE ONDE ESTÃO OS LIMITES DA ANSIEDADE?

Na coluna PSICOLOGIA deste sábado você vai saber coisas muito importantes sobre uma resposta psíquica natural chamada ANSIEDADE e principalmente como reconhecer quando sua ansiedade está ultrapassando os limites da moderação e pode lhe causar transtornos!

Onde estão os limites da ansiedade?

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

A ansiedade é uma resposta natural frente a situações de excitação ou medo. Porém, vira um transtorno quando a pessoa perde o controle. Você sabe onde estão os limites da normalidade?

14 JUL 2016 · Última alteração: 21 OUT 2019 · Leitura: 2 min.
Onde estão os limites da ansiedade?

Todos nós já nos sentimos ansiosos alguma vez, seja na véspera de uma prova importante, no primeiro dia do novo trabalho, antes de sair com aquela pessoa que você gosta, na hora de tomar uma decisão importante… É uma resposta psíquica natural, que cumpre determinadas funções cognitivas e emocionais.

Porém, o excesso de ansiedade é um problema e não traz nada de positivo para o dia a dia da pessoa. Por isso, é importante saber onde estão os limites da ansiedade, aquela que é considerada “normal”. Veja a seguir como reconhecer quando sua ansiedade está ultrapassando os limites da moderação.

Entendendo a ansiedade

Um dos primeiros sintomas da ansiedade é o coração disparado, as mãos frias e suadas e a respiração acelerada. Faz parte de um sistema de defesa natural, que trata de garantir a sobrevivência individual.

Outros sinais possíveis são inquietação, tensão muscular e dificuldade de concentração. Em níveis moderados, a ansiedade não provoca muito mais que esse tipo de reação. Isso porque a “ameaça” é passageira e não há motivo para seguir em alerta. Mas, quando se converte em ansiedade patológica, acaba dominando o sujeito, que já não consegue mais desconectar o sistema de “alerta”.

Quem tem que lidar com um quadro assim, vive numa realidade onde tudo é arriscado. Em decorrência, podem surgir ainda medos irracionais, fobias e manias, outros complicadores na hora de manter uma vida equilibrada.

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Entendendo e respeitando os limites

Quando você notar (ou alguém vier dizer) que está tendo reações desproporcionais ao que pede a situação, pare e preocupe-se. É fácil ultrapassar limite e se deixar levar por um medo imaginado. Nesse sentido o melhor é tentar identificar se, em algum momento, você teve dificuldade de controlar a ansiedade. Se a resposta for sim, tentar calcular a frequência com que isso ocorre.

Um dos pontos comuns a todos os que sofrem com o transtorno de ansiedade é justamente essa sensação de “estar constantemente ansioso”. Tomar decisões é dificílimo. Não deixa de ser uma postura extremamente defensiva, esperando sempre o pior.

Como controlar a ansiedade?

A ansiedade só é positiva quando controlada e utilizada para o nosso crescimento pessoal. Para conseguir utilizar melhor essa energia, é importante incluir técnicas de relaxamento no seu dia dia, além de trabalhar para descobrir o significado desta ansiedade. Saber por que se manifesta é a forma mais eficaz de estabelecer formas de controle.

Muitas vezes, porém, é impossível conseguir enfrentar um quadro assim sozinho. Se esse for o seu caso, não tenha medo de pedir ajuda. Há inúmeros psicólogos especializados em controle da ansiedade, que podem lhe ajudar a entender e enfrentar uma situação assim.

Fotos: por MirkoOlandese e DracirR (Flickr)

Fonte: Mundo Psicólogos

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PSICOLOGIA: ADOLESCÊNCIA: APRENDA A SE PREOCUPAR COM O ESSÊNCIA!

Adolescência é o tema da coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira com o psicólogo e palestrante Rossandro Klinjey nos informando que, não é só você que está preocupado com o que os outros pensam. 9 em cada 10 pessoas em um ambiente estão tão preocupadas com o que os outros pensam sobre elas do que você. E na adolescência esse dilema toma uma dimensão gigantesca. O que fazer? Assista ao vídeo, abra a sua mente e se sinta muito melhor! 

Fonte:

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PSICOLOGIA: SUICÍDIO – SINAIS QUE NÃO DEVEMOS IGNORAR, POR ROSSANDRO KLINJEY

Aproveitando o a campanha setembro amarelo que está quase no fim trago mais um vídeo esclarecedor na coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira, onde o psicólogo Rossandro Klinjey alerta para: “Ficar atento aos sinais para prevenir, acolher, respeitar e ouvir. Nem sempre nos damos conta do que acontece àqueles que amamos por estarmos focados em outras coisas. Que a nossa conexão esteja concentrada no real, nas vidas daqueles que são importantes para nós.”Assista ao vídeo e de repente aprenda como ajudar alguém que precisa!

Fonte:

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PSICOLOGIA: PARA OS PAIS DESCONECTADOS SE CONECTAREM

Vamos começar esta segunda-feira pela coluna PSICOLOGIA, com texto da terapeuta Denise Dias sobre a educação dos filhos nos dias atuais, narrado pela apresentadora Fernanda Albuquerque do programa Mulher Demais que foi ao ar em 25/04/2019. Para todos os pais com filhos adolescentes que ainda estão desconectados! Assistam e Acordem!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO TER MAIS FORÇA DE VONTADE

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta segunda-feira você vai assistir a mais um resumo animado de Albano do canal Seja Uma pessoa Melhor. Desta vez ele trata do conteúdo de dois livros: “Os desafios à força de vontade” de Kelly McGonigol  e “Por que nós dormimos” de Matthew Walker. Destas leituras ele extraiu o conteúdo dessa mini-palestra sobre “Como ter mais força de vontade”. Não deixe de ver, vale a pena conferir!

Fonte: 

Publicado em 11 de ago de 2019

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CONHEÇA O PODER DA INTUIÇÃO E SAIBA COMO SER UMA PESSOA INTUITIVA

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira vamos ler e curtir um artigo muito interessante e bastante esclarecedor sobre uma percepção sensorial que todos nós temos, mas poucos são os que desenvolvem essa percepção, por pura ignorância. A Intuição é essa percepção sensorial inerente a todo ser humano, que mais cedo ou mais tarde todos iremos precisar na nossa evolução pessoal. Por isso ganhe tempo, pegue o atalho e conheça o poder que estás desperdiçando!

O Que É Uma Pessoa Intuitiva (e Como Ser Uma)?

Olá,

Você já sentiu uma sensação de que tem algo dizendo a você o caminho correto a tomar mas não sabia explicar por que esse é o melhor caminho? Essa é a sua intuição.

Intuição é aquela sensação positiva ou negativa que temos sobre se devemos ou não fazer alguma coisa.

É um sentimento, uma sensação que pode funcionar para os dois lados. Tanto para dizer a você o que fazer como para avisar quando algo não parece uma boa ideia.

A pessoa intuitiva é aquela que consegue se utilizar do poder da intuição para tomar as melhores decisões.

Diferença entre razão e intuição

Para entender a intuição precisamos considerar que nossa mente é dividida entre o consciente e o subconsciente.

O consciente é esse que você utiliza para pensar. É onde está a razão. De onde vem os seus pensamentos e o raciocínio. É o que você está utilizando para pensar sobre o que está lendo neste texto agora. Está relacionado ao seu intelecto.

A realidade é que isso é apenas uma pequena parte do que o nosso cérebro processa a cada instante. Tem muita coisa que o cérebro percebe e armazena sem sequer percebermos conscientemente. Essa é a parte pela qual fica responsável o subconsciente.

Então, por exemplo, enquanto o seu lado consciente presta atenção neste texto, o seu subconsciente registra outras informações que você não está prestando atenção diretamente.

Por exemplo, pessoas que possam estar falando a sua volta e você está ignorando para concentrar no texto, uma música ambiental que talvez esteja tocando, o barulho do carro passando, o batimento do seu coração, a percepção sobre as coisas que existem no ambiente como cadeiras e mesas, a cor do tapete.

Todas essas coisas são registradas pelo seu subconsciente enquanto você se concentra no que faz.

Nosso subconsciente tem uma capacidade muito superior de armazenamento de informações que o nosso consciente tem.

Enquanto o consciente lida com algumas poucas por vez, o inconsciente lida com uma quantidade enorme de uma só vez.

O conhecimento intuitivo vem justamente da sugestão dada por esse subconsciente sobre como devemos agir em uma determinada situação utilizando como base toda essa informação inacessível ao nível consciente.

intuição, diferente do intelecto, não é algo claro e racional. Não é uma lista de vantagens e desvantagens com as produzidas pela razão. Isso é papel do intelecto e da mente racional e consciente.

A intuição é muito mais subjetiva. Ela é um sentimento, uma sensação sobre qual caminho seguir.

Geralmente vem na forma de frases como “Algo me diz que é isso que devo fazer”. Mas você não tem capacidade de explicar o porquê tem essa sensação. Mas você tem.

Isso acontece por que o seu cérebro está dizendo isso pra você com base no registro que tem de todas suas experiências passadas.

Então, por exemplo, certamente você já conheceu uma pessoa que não simpatizou com ela.

Possivelmente seja por que algo nela lembra você de alguma coisa que você não gostou de experiências passadas. Mesmo que não consiga explicar.

É a sua intuição, por meio do seu subconsciente, agindo e passando essa informação pra você.

A mente lógica é limitada e consegue trabalhar apenas com uma quantidade limitada de dados.

A vantagem do seu subconsciente é que consegue lidar com uma quantidade de informações infinitamente superior àquelas que a sua mente racional e linear consegue. De forma criativa e espontânea.

A intuição junta suas experiências passadas para rapidamente voltar com a alternativa mais interessante. É a sua sabedoria inconsciente.

Por isso que quanto mais familiarizados estivermos com uma situação mais fácil surge o pensamento intuitivo.

O caminho da intuição não está no seu intelecto, está na sua alma. Quanto mais natural e menos intelectual, maior a intuição.

Mas qual a utilidade de saber isso?

A utilidade é perceber que temos uma quantidade de informação muito maior que poderíamos utilizar para tomar nossas decisões.

Geralmente quando precisamos decidir alguma coisa na vida juntamos algumas informações e conscientemente e racionalmente procuramos escolher qual a melhor alternativa que temos.

Mas e se pudéssemos acessar essa outra parte do cérebro e usar essas informações também no nosso processo de tomada de decisão?

Parece estranho, mas é possível. Isso é acessar a força da intuição.

Como desenvolver a intuição

Todos temos intuição, mas poucas pessoas prestam atenção nela.

Nossa cultura é de tomar decisões baseadas em fatos.

Imagine entrar numa reunião da empresa e dizer que acha melhor seguir um curso de ação porque a sua intuição está dizendo? Não vai dar certo. As pessoas vão querer justificativas e um racional para sua posição.

Então nos acostumamos a tomar nossas próprias decisões baseados exclusivamente no lado racional das vantagens e desvantagens. Silenciamos nossa intuição quando ela surge de forma que ela vai sumindo.

Mas você pode trazer isso de volta e incorporar a intuição no seu processo de decisão. Aqui vão algumas sugestões de como fazer isso.

1. Lembre do que a sua intuição disse no passado

Pegue alguns eventos importantes que aconteceram na sua vida.

Um relacionamento ou um projeto pessoal que não deu certo por exemplo.

Volte àquela época e tente lembrar o que a sua intuição dizia para você fazer. Qual o sentimento que você tinha sobre o que devia ser feito.

Tente lembrar por que você não seguiu sua intuição. Provavelmente por que não tinha uma razão clara pra isso.

Faça isso com diversos eventos do passado. Isso vai ajudar você a reconhecer o que é exatamente a sua intuição para que da próxima vez quando ela avisar você, você perceba com mais clareza.

Lembro de uma vez que aluguei um imóvel para um cidadão.

O cara era bem apresentável e falava bem. Pesquisei o nome dele nos órgãos competentes e o nome tava limpo.

Só que eu tinha uma sensação de que algo não estava certo com o cara. Só não sabia o quê.

Como racionalmente tudo parecia certo aluguei o imóvel. Dá pra imaginar o que aconteceu.

O sujeito deu o calote depois de poucos meses e tive uma enorme incomodação com um processo de despejo.

Hoje entendo que aquela desconfiança que senti era minha intuição dizendo que esse cara não era confiável.

Quando volto no tempo lembro de onde vinha essa intuição.

Por exemplo, no dia que conheci ele, ainda antes de alugar e ele jogou o dinheiro do aluguel na mesa como quem diz “Tenho o dinheiro pra pagar. Tá aí.”. Uma atitude exagerada e sem necessidade.

Além disso trouxe o irmão para conhecer o imóvel, mas não tinha fiador. Desconfiei do porquê o irmão não podia ser o fiador mas deixei de lado.

Esses foram sinais de alerta que a minha intuição captou, mas minha mente racional não.

2. Pergunte à sua intuição

Quando você precisar decidir alguma coisa, pergunte à sua intuição qual a sua sugestão.

Pergunte “Devo fazer A ou B?”. Então deixe a sua intuição responder pra você.

Não de forma racional. Não com justificativas e motivos do porquê deve ir para um lado ou outro. Isso é coisa da mente racional.

Procure sentir a resposta. Algo assim “Sinto que esse caminho é melhor. É o que o meu coração tá sentindo que precisa ser feito. ”.

Se não vier a resposta na hora, relaxe, ocupe a cabeça e o corpo com outra coisa como um exercício físico, assistir um filme ou mesmo passar por uma noite de sono.

Essa folga pra cabeça pode liberar o espaço necessário para sua intuição aparecer.

3. Experimente

Seguir sua intuição para decisões importantes logo de início pode gerar medo e insegurança. Por isso, o melhor é ir aos poucos.

Faça teste de intuição. Comece utilizando-a para fazer escolhas mais simples.

Por exemplo, escolher uma roupa, escolher uma comida, escolher uma atividade de lazer.

Faça escolhas nessas áreas não por motivos racionais, mas pelo que você sente.

Então a medida que vai ganhando confiança pode usar sua intuição para decisões mais complexas, como por exemplo, se deve entrar ou sair de um relacionamento ou emprego.

A sua intenção estará sempre certa? Não, nem sempre.

Às vezes tomamos decisões erradas seja usando nosso lado racional ou intuitivo.

Errar faz parte da vida e não há como evitar que isso de vez em quando aconteça.

Mas isso não deve ser motivo para ter medo de usá-la pois ela é útil.

O uso da intuição deve ser uma adição no seu leque de habilidades para tomar uma decisão. Pode não acertar sempre mas ajuda você a acertar mais.

Sinta a energia das opções quando for tomar uma decisão e não esqueça de levar isso em conta na hora de decidir. Aprenda a ouvir mais a sua voz interior.

Tampouco deixe de usar o seu lado racional para decidir. Tanto racionalidade e intuição na tomada de decisão são importantes.

Faça uma avaliação racional, mas também ouça sua intuição. Juntando os dois as suas chances de escolher o melhor aumentam muito.

Fonte: Evolução Pessoal

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: EVITE JULGAR AS PESSOAS

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta segunda-feira temos mais uma mini-palestra brilhante de Rossandro Klinjey. Desta vez sobre juízo de valor.  É muito fácil julgar a atitude dos outros sem saber o que que passa realmente na mente das pessoas. Assista a palestra e saiba como evitar julgar as pessoas.

Fonte: 

Publicado em 23 de ago de 2018

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REFLEXÃO: A VIDA É COMO UMA VIAGEM DE TREM, COM SUAS ESTAÇÕES E MUDANÇAS DE PISTAS

Na coluna REFLEXÃO deste sábado você vai literalmente viajar numa leitura que é uma aula de como viver, conviver e sobreviver. Leia o texto a seguir e descubra como viver e conviver melhor com as outras pessoas.

A vida é aprender a conviver com uns e sobreviver sem outros

Pensar Contemporâneo

A vida é como uma viagem de trem, com suas estações e mudanças de pista, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns casos e tristezas profundas em outros …

Quando nascemos, pegamos o trem e conhecemos nossos pais, acreditamos que eles sempre viajarão ao nosso lado, mas eles vão sair em alguma estação e continuaremos a viagem. De repente nos encontraremos sem sua companhia e amor insubstituível.

No entanto, muitas outras pessoas especiais e significativas estarão no caminho da nossa vida: nossos irmãos, amigos e em algum momento, nossa cara metade …

Alguns tomarão o trem para descer na próxima estação e eles passarão despercebidos, nem sequer notamos que eles desocuparam seus assentos. Outros vão amargurar a viagem, como aqueles parceiros irritantes que queremos sair o mais rápido possível.

Outros, ao descerem, deixarão um vazio definitivo … E até verão que alguns, embora sejam pessoas que você ama, ficarão em carros diferentes dos nossos … Durante toda a jornada eles permanecerão separados, a menos que decidamos nos aproximar deles e nos sentarmos. a seu lado. De fato, se realmente nos importamos, é melhor corrermos para fazer isso antes que outra pessoa chegue e assuma essa posição.

A jornada continua cheia de desafios, sonhos, fantasias, alegrias, tristezas, esperas e despedidas …

No entanto, é importante manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um o melhor que eles têm para oferecer.

Com o tempo, precisamos aprender a conviver com alguns e sobreviver sem os outros. Temos de aprender a lidar com as pessoas que não queremos ter ao nosso lado e também devemos avançar, apesar das perdas e da dor.

Quando você não pode coexistir com pessoas que te incomodam …

Ao longo da vida, encontraremos muitas pessoas que não compartilham nossos valores e pontos de vista. Essas são pessoas que podem ser profundamente egoístas, manipuladoras ou mesmo totalmente tóxicas. No entanto, ficar com raiva não vai ajudar. Pelo contrário, isso vai nos prejudicar.

Precisamos aprender a viver com essas pessoas sem afetar nosso equilíbrio emocional. Nós não podemos mudar de lugar toda vez que uma pessoa faz algo que nos incomoda. Se o fizermos, vamos acabar correndo de um carro para outro no caminho de nossas vidas, perenemente oprimidos e com raiva.

De fato, um dos maiores ensinamentos da vida é precisamente aprender a lidar com as pessoas que nos incomodam. Com o passar do tempo, não apenas nos tornamos pessoas mais tolerantes, mas também aprendemos a nos concentrar nos aspectos positivos daqueles que nos rodeiam. Não se trata de sofrer passivamente, mas de se tornar mais sábio e mais equilibrado.

Com o passar do tempo, entendemos que outras pessoas cometem erros e são imperfeitas, como nós, e aprendemos a nos concentrar nos pontos em comum e não nas diferenças. Assim tudo fica mais fácil.

Quando você não pode sobreviver sem as pessoas…

Há pessoas que gostaríamos de ter sempre ao nosso lado. Infelizmente, isso quase nunca acontece. Todo mundo tem sua própria estação e devemos aprender a deixá-las ir. É difícil, mas se não curarmos essa ferida, ela permanecerá continuamente aberta. Desta forma, não permitiremos que outras pessoas fantásticas se aproximem, pois cada vez que o fizerem, a ferida supurante arderá e nós recuaremos.

Essas novas pessoas não vão tomar o lugar daqueles que nos deixaram. Temos muito espaço em nossos corações para armazenar memórias e criar novos laços. Nós apenas temos que aprender a deixar ir e praticar o desapego um pouco mais. Se ficarmos presos nessa dor, o trem da vida continuará enquanto perdemos as belas paisagens e a companhia dos viajantes.

De fato, o grande mistério é que não sabemos em que época devemos viajar, e trancados nessa dor, podemos perder tudo o que temos para oferecer às pessoas que continuam ao nosso lado. Quando não podemos deixar ir aqueles que nos abandonaram, seja por nossa própria decisão ou por razões de vida, nossa viagem perderá seu significado e não valerá a pena.

Portanto, vamos fazer essa viagem contar. Não devemos apenas nos esforçar para criar boas lembranças para aqueles que estão ao nosso lado, mas também para nos fornecer boas lembranças. Tenha sempre em mente que há outra estação além, e você não sabe quando será a última. Portanto, aproveite cada momento da viagem.

Fonte: Rincon de la Psicología

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO FAZER O QUE PRECISA SER FEITO MESMO QUANDO NÃO TEMOS VONTADE

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta sexta-feira trago mais um resumo animado de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor sobre “Como fazer o que precisa ser feito mesmo quando não temos vontade”. São 7 dicas para fazer você sair da sua Zona de Conforto e começar a viver de verdade. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Fonte: 

Publicado em 21 de abr de 2019

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PSICOLOGIA E DESENVOLVIMENTO PESSOAL: AMOR QUE NÃO SE MEDE, POR ROSSANDRO KLINJEY

Na coluna PSICOLOGIA E DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira vamos assistir uma palestra extraordinária do psicólogo e palestrante Rossandro Klinjey sobre “Amor que não se mede”, o amor de pai e mãe que pelos filhos são capazes de fazer qualquer coisa. Assista esse vídeo e aprenda a ser uma pessoa melhor!

Fonte: 

Publicado em 27 de jul de 2017

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FILOSOFIA: AS HABILIDADES MAIS IMPORTANTES NAS CRIANÇAS QUE PRECISAM SER PRESERVADAS

Na coluna FILOSOFIA desta quinta-feira o artigo de Daniel Sanchez sobre as habilidades que precisam ser preservadas nas crianças para que o seu desenvolvimento não seja afetado. Isso ocorre principalmente na escola e os pais não devem permitir. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões!

Daniel Sanchez

O entusiasmo e a obsessão são suas mais decisivas habilidades

E a escola afeta o desenvolvimento de ambas. Não deixe isso acontecer

 

Foram incontáveis as vezes que ouvi essas duas frases de efeito sobre a importância da educação escolar:

“A escola não é sobre aprender coisas específicas. É sobre aprender a como aprender.”

“A escola não é sobre como resolver algum problema específico. É sobre aprender a como pensar.”

Os seguidores dessas idéias frequentemente partem do princípio de que a melhor maneira de as crianças aprenderem a como aprender e a como pensar é por meio da escola.

Tais pessoas consideram perfeitamente aceitável o fato de que as coisas que as crianças aprendem na escola não serão diretamente úteis para elas fora da escola, pois acreditam que essas “meta-habilidades” de aprender e de pensar são perfeitamente transferíveis para o futuro, quando então, já na vida adulta, poderão ser utilizadas para conseguir os conhecimentos e as habilidades demandadas pelo mercado.

Só que este aprendizado imposto é totalmente antitético àquela outra habilidade realmente transferível e muito mais fundamentalmente importante: o entusiasmo.

O entusiasmo é a devoção genuína e espontânea a uma busca. É o impulso voluntário que nos leva a querer se aprofundar em algo, por pura paixão. O entusiasmo é a mais fundamental das habilidades transferíveis, pois é o mais poderoso motivador do aprendizado e da criatividade. Em qualquer área.

Por definição, o entusiasmo e a paixão não podem ser ensinados por meio de lições obrigatórias e compulsórias. O entusiasmo é como se fosse uma planta que só pode ser silvestre; que não pode ser cultivada por qualquer outra coisa senão a liberdade.

Acabando com o entusiasmo das crianças

Toda criança normal já nasce dotada de entusiasmos naturais. Elas são inerentemente dotadas de curiosidades. Elas são ávidas para explorar as coisas do mundo. Elas adoram observar e interagir com o mundo ao seu redor com grande entusiasmo e dedicação.

E, sob a adequada liberdade, esse entusiasmo irá crescer com o tempo e a experiência. Em algumas ocasiões, o entusiasmo chegará ao ponto da obsessão. As crianças irão se tornar obcecadas ou por alguma atividade específica (um esporte, um videogame, uma arte criativa etc.) ou por um assunto (dinossauros, uma linha de brinquedos, carros, aviões etc.).

Para os olhos de um adulto, esta obsessão poderá parecer inútil ou excessiva. Afinal, como é que um conhecimento profundo sobre Pokémon irá melhorar o futuro de uma criança? Mas eis aí o grande erro: a parte crucial não é o fato de a criança estar aprendendo tudo sobre Pokémon, mas sim o fato de que a criança, ao seguir o seu êxtase (para utilizar uma frase de Joseph Campbell), está aprendendo a como ficar absorta em algo; a como se aprofundar completamente em um assunto.

Esta, de novo, é a mais fundamental das habilidades transferíveis. No futuro, será esta propensão — construída na infância — à imersão voluntária e entusiasmada que o indivíduo poderá utilizar para dominar qualquer arte, assunto, trabalho manual, ocupação: desde design gráfico até administração de negócios e programação de computadores.

Só que os pais, os professores e todos os burocratas que criam os currículos do sistema escolar frequentemente fazem de tudo para oprimir e esmagar o desenvolvimento desta paixão. As crianças são tolhidas de seguir seus próprios interesses e compulsoriamente redirecionadas para fazer apenas aquilo que os adultos consideram ser mais importante. E mesmo essas atividades impostas também não são aprofundadas. Com o intuito de deixar a criança “mais experiente” e “mais madura”, as atividades são continuamente interrompidas e alteradas. Apenas explorações superficiais são permitidas.

O doutor Peter Gray, professor de psicologia do Boston College e especialista no assunto, escreveu todo um livro, intitulado  Livre para Aprender, relatando inúmeros exemplos práticos de como o sistema escolar compulsório mata o entusiasmo e a motivação das crianças. Em seu artigo “A escola é uma prisão e está destruindo nossas crianças“, ele diz:

Esta incrível vontade de aprender e esta enorme capacidade de aprendizado não são desligadas quando a criança faz 5 ou 6 anos de idade. Nós é que as desligamos por meio de nosso coercitivo sistema de educação compulsória. A maior e mais duradoura lição trazida pelo nosso sistema escolar é que aprender é algo maçante, que deve ser evitado ao máximo possível.

Ainda segundo Gray, o entusiasmo e o impulso natural pelo aprendizado são continuamente substituídos por um sistema de controle social que ensina às crianças que seus interesses e observações não mais importam.

Em nome da educação escolar, estamos cada vez mais roubando das crianças o tempo e a liberdade de que necessitam para se educarem por conta própria por meio de seus próprios métodos. Criamos um arranjo educacional no qual as crianças devem suprimir seus instintos naturais — os quais as estimulam a estar no controle do próprio aprendizado — para, em vez disso, simplesmente seguirem automaticamente métodos e caminhos criados para elas por adultos, e os quais não levam a lugar nenhum.

Já o conhecido educador e defensor do ensino doméstico (homeschooling) John Holt escreveu o seguinte em seu livro — hoje best-seller — Como as Crianças Aprendem:

Queremos acreditar que estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar. Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada. Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente usamos.

Ainda pior do que tudo isso: nós tentamos convencê-las de que, ao menos dentro da escola, ou mesmo em qualquer situação em que palavras, símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos, elas simplesmente não podem pensar. Devem apenas repetir.

No final, quando a criança sai do sistema escolar compulsório, sua capacidade de entusiasmo — a paixão genuína e espontânea a uma busca — está completamente atrofiada. Ela não mais pode seguir suas paixões simplesmente porque ela já se esqueceu de que tal coisa existe. A única coisa que pode impulsioná-la a realizar algo é a motivação externa dada por figuras de autoridades. Tudo o que ela aprendeu é que deve fazer apenas aquilo que os outros consideram bom para ela.

Consequentemente, no trabalho e na vida em geral, essa pessoa ficará à deriva. Será um adulto que irá apenas a reboque dos outros, sem rumo certo na vida.

Meu caso

Lembro-me de ter tido, no início de minha infância, uma sucessão de manias que à época eu chamava de “febres”. Eu descobria um determinado assunto e então ele dominava minhas atenções e interesses por meses. E então, com o tempo, eu ficava saciado e me dava por satisfeito, e ia então para o assunto seguinte. Tive várias fases. Fui obcecado com dinossauros, depois com animais em geral (colecionava os nomes científicos de todas as espécies que saiam nas revistas da National Geographic), depois com He-Man, Transformers etc.

E então minha suscetibilidade a contrair essas febres foi sendo interrompida e finalmente vencida por essa verdadeira máquina de moer chamada de “sistema escolar compulsório”. Fui dominado pela apatia e tive uma crise existencial. E isso durou até a universidade.

Porém, quando finalmente me formei, minha capacidade de paixão e entusiasmo voltou, e veio forte. Reaprender a habilidade da obsessão e do entusiasmo foi uma das mais importantes etapas do meu processo de “desescolarização”.

Vencida a crise existencial, tornei-me obcecado em estudar teologia e cosmologia. Após perceber que eu não compreendia o mundo à minha volta, tornei-me obcecado em aprender sobre a história do mundo, e me tornei autodidata no assunto. Após descobrir as idéias da liberdade, tornei-me obcecado em estudar por conta própria os princípios da Escola Austríaca de Pensamento Econômico e a filosofia política do libertarianismo. Deixar-me ser levado por meu êxtase ao longo desses caminhos de obsessão finalmente me levou a uma carreira profissional bem-sucedida e gratificante.

Meu único arrependimento é que esta feliz progressão tenha sido tão longamente postergada por aquele martírio devorador de entusiasmos e arrefecedor de espíritos que é o sistema escolar compulsório.

Conclusão

Não ceda à tentação de frustrar as paixões de seus jovens filhos; não restrinja suas obsessões. Confie nas escolhas deles. Deixe-os cultivar sua capacidade nata de se devotar com entusiasmo, paixão e júbilo às suas próprias buscas. A paixão e o entusiasmo são os ativos mais preciosos deles: a habilidade fundamental que irá gerar todas as outras habilidades. Não roube isso deles. Deixe-os livre para construir suas paixões. Isso lhe deixará orgulhoso no futuro.

Fonte: Mises Brasil

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SAÚDE: 8 CAUSAS QUE CAUSAM PÉS E MÃOS FRIOS E AS SOLUÇÕES COM DR. MARCO MENELAU

Na coluna SAÚDE deste sábado temos mais uma palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez sobre pés e mãos frios. Ele fala sobre as 8 causas de pés e mãos frios. Não perca, pois você pode descobrir a solução do seu problema nesse vídeo. 

As informações transmitidas no canal do Dr. Marco Menelau, não visam o tratamento de doenças específicas, possuem apenas um caráter informativo de educação em saúde! Por este motivo, não devem ser utilizadas para o auto-diagnóstico, o auto-tratamento e a auto-medicação. Procure sempre seu médico!

Fonte: 

Publicado em 15 de jul de 2019

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PSICOLOGIA & DESENVOLVIMENTO PESSOAL: NÃO TROQUE SUA FAMÍLIA POR UM SMARTPHONE

Na coluna PSICOLOGIA & DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira vamos assistir uma mini-palestra maravilhosa de Rossandro Klinjey sobre a escassez e/ou privação do afeto nas famílias de hoje responsável pelos vícios e dependência química dos jovens. Assista a palestra q saiba como evitar isso.

Fonte: 

Publicado em 13 de jul de 2019

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REFLEXÃO: PARE O MUNDO! EU QUERO DESCER!

Na nossa coluna REFLEXÃO deste domingo vamos fazer uma leitura sobre o medo e as nossas visões de mundo de criança e adulto com as suas respectivas responsabilidades. Não deixe de ver, vale a pena conferir!

Pare o mundo! Eu quero descer!

23/04/2018

Vera Calvet

 

Você já sentiu como se os eventos estivessem acontecendo em uma velocidade tão grande, de formas tão desagradáveis, que a sensação é de impotência, como se o mundo acelerasse e tudo fosse desabando?

Para onde olhamos, só existe o mal contaminando tudo!

A antiga sensação de leveza e segurança se foi!

Dá mesmo vontade de gritar: “Pare o mundo, porque eu quero descer!”

Só nos resta o medo e a falta de esperança, pois o medo pode nos fazer imaginar sempre os piores resultados!

O medo, via de regra, é o responsável por nossa sensação de impotência. E é ele também o responsável por nossa percepção desse mundo feio do qual queremos nos libertar.

Estamos, nesses momentos, enxergando um mundo que reflete apenas o que mais tememos!

Pare um segundo e procure se lembrar como você se sentia quando era criança!

Dirá que o mundo era melhor, mais positivo nisso ou naquilo, certamente!

Porém, tenho certeza de que os adultos que tinham a missão de te proteger sentiam muitos medos e frustrações e também achavam que o mundo era difícil em diversos aspectos!

E uma criança hoje? Observe o quanto ela pode ser tão feliz e despreocupada quanto você foi, porque ela tem quem a proteja!

O que quero dizer é que hoje, o adulto é você!

Você é quem assume o papel de protetor tanto do mundo de seus filhos quanto do seu!

Você é quem tenta proteger a todos, consertar o mundo ou criticá-lo!

Não importa se o mundo está mais assim ou assado hoje em dia! A visão e o mundo de quem assume ser o protetor e ator pode ser facilmente tomada pelo medo e frustração! Em qualquer época! Enquanto que o mundo das crianças, não!

Talvez se nós, adultos protetores, nos déssemos ao direito de lembrar como é importante a visão mais positiva, alegre e confiante da criança, o mundo não seria visto como algo tão sem conserto ou tão negativo!

Nosso desafio é transitar no tempo, através dos eventos que cada época nos traz, porém, carregando nosso adulto e nossa criança interior lado a lado!

O mundo reflete nossos medos, mas também reflete nosso amor e esperanças!

Basta escolhermos a cada momento onde focaremos nossa atenção!

Ao conseguirmos essa visão equilibrada, veremos que tudo flui, evolui, chove e faz sol, as pessoas vem e vão e o mundo continua em seu ritmo e evolução!

E gritaremos: “Gira mundo! Eu quero é viver!”

Fonte: Blog Ráshuah

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REFLEXÃO: ATITUDE POSITIVA É TUDO NA VIDA

Na coluna REFLEXÃO desta segunda-feira estou postando mais um belo texto. Desta vez, de autoria de Vera Calvet sobre pensamento e atitude positiva. Uma ótica diferente de enxergar os eventos sem estresse. Não deixe de conferir!

Atitude positiva é tudo!

23/02/2019

Vera Calvet

 

Recebi um e-mail muito oportuno de um aluno, pois, como tudo o que acontece em nossas vidas, nada é por acaso.
Eu havia terminado um texto a respeito do estresse e finalizei a última frase com a palavra “atitude”.
Quando abri o referido e-mail, havia um trecho com uma curta história a respeito de positivismo e atitude. Não havia informações quanto ao autor do texto, mas sem dúvida traduz a palavra atitude com mestria e vou contá-la para vocês:“Um homem que estava ficando completamente calvo, um dia acordou pela manhã, olhou no espelho e percebeu que tinham lhe restado apenas três fios de cabelo no alto da cabeça.
Bom – ele disse – acho que vou colocar um gel e pentear meus cabelos para trás hoje! – Assim fez e teve um dia maravilhoso!
No dia seguinte, ele acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios no alto da cabeça.
Humm… – disse ele – acho que vou repartir meus cabelos no meio hoje! – Assim fez, e teve um dia magnífico!
No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo no alto da cabeça.
Bem – ele disse – hoje vou jogar meu cabelo para a direita! – Assim fez, e teve um dia divertido!
No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo no alto da cabeça.
Beleza! – exclamou – não tenho que pentear meus cabelos hoje!
E assim, teve mais um dia feliz!”

ATITUDE POSITIVA É TUDO!

Claro que essa pequena e divertida história exagera uma situação, mas ilustra perfeitamente a forma de encarar os eventos quando se trata de uma pessoa que toma atitudes positivas diante do inevitável. Como o estresse, por exemplo.

O estresse é uma inevitável consequência da vida! Estresse é sinônimo de esforço. Como por exemplo, quando levantamos um objeto pesado. Para erguê-lo, nossos músculos sofrem um esforço, um estresse. Porém, assim que pousamos o objeto, os músculos retornam ao estado de relaxamento anterior. Não deveria ser diferente quando se trata do estresse mental ou emocional. Mas, alguns fazem o esforço mental ou emocional inevitável, quando diante de uma situação mais difícil, porém não conseguem relaxar depois! Perpetuam o estresse! Essa atitude negativa quando se trata do inevitável estresse nosso de cada dia é o que nos leva a adoecer! Quem é vítima desse estresse constante, costuma ter como característica a tentativa de pretender controlar, inutilmente, o inevitável! Ao contrário do que o personagem de nossa breve história nos ensinou!

Meu sogro, quando via alguém reclamando da vida, dizia: “Pois é! É assim mesmo! A vida é feita para resolvermos problemas! Que bom que você está vivo para poder resolver isso!”

Todos os dias, inevitavelmente, novos desafios nos são oferecidos. Que bom! Estamos em crescimento! Indo em frente! E estaremos a cada dia, mais e mais aptos a vencê-los! Nada como o aprendizado e a experiência! Vamos em frente, pois nada está em nosso caminho por acaso! Se o desafio está diante de nós, é porque temos como aprender e vencer! Sairemos sempre fortalecidos!

Se lhe restam dois fios de cabelo, reparta-os ao meio e tenha um dia magnífico!

Fonte: Blog  Ráshuah

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FALTA FOCO NA SUA VIDA? SAIBA O QUE FAZER!

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta sexta-feira vamos assistir mais uma mini-palestra maravilhosa de Rossandro Klinjey. Desta vez sobre “Falta foco na sua vida? Saiba o que fazer”. Algo que falta para muitas pessoas, que estão perdidas, sem rumo e sem objetivo! Portanto não deixe de conferir esse vídeo!

Fonte: 

Publicado em 27 de jun de 2019

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AUTOCONHECIMENTO: COMO FAZER AS PAZES COM A DOR E NUNCA MAIS DESISTIR

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira você tem a oportunidade de conhecer uma das mais belas historias e exemplo de vida que alguém já vivenciou e agora tenta passar todo esse aprendizado para as pessoas que querem mergulhar fundo no seu SELF. Duvido que alguém que assista este vídeo do começo ao fim e/ou leia o livro CAN´T HURT ME de David Goggins seja a mesma pessoa ao final. Então este é um desafio que faço a você caro(a) leitor(a)! Assista a esse vídeo e tente ser a mesma pessoa depois disso!

Fonte: 

Publicado em 7 de mar de 2019

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: MEDO DE FALAR EM PÚBLICO, PARTE 1

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira estou publicando o primeiro vídeo de uma trilogia sobre “MEDO DE FALAR EM PÚBLICO”, ministrado por Ivan Maia. Um problema que atinge milhões de pessoas e as impede de se desenvolver e crescer profissionalmente. Então, se você tem essa limitação aproveite a excelente oportunidade de se livrar dela. Assista aos vídeos e seja outra pessoa depois disso!

Fonte: 

Publicado em 10 de dez de 2018

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AUTOCONHECIMENTO: COMO O ZEN BUDISMO PODE AJUDAR COM A DEPRESSÃO, PARTE 3

Na coluna AUTOCONHECIMENTO deste domingo vamos assistir a 3ª parte da palestra da Monja Coen sobre “Como o Zen Budismo pode ajudar com a depressão. Nesta última parte a Monja questiona e explica: O que é o verdadeiro equilíbrio emocional?

Não deixe de ver e aprender muita coisa interessante para o seu AUTOCONHECIMENTO nesta última parte desta série.

Fonte: 

Publicado em 31 de jul de 2017

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AUTOCONHECIMENTO: O SEU VAZIO TEM UM MOTIVO. DESCUBRA QUAL!

Na coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado trago mais uma maravilhosa mini-palestra de Rossandro Klinjey. Desta vez sobre “Quando a vida se torna vazia e sem sentido, significa que sofremos uma perda. E neste caso, o vazio nem sempre é fruto de uma perda material. De onde vem o seu vazio?”. Não deixe de ver. Vale a pena conferir!

Fonte: 

Publicado em 25 de jun de 2019

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DICA DE LIVRO: IKIGAI DE KEN MOGI

  1. Na coluna DICA DE LIVRO desta quarta-feira tenho o prazer de indicar um dos melhores livros que li nos últimos anos. IKIGAI, de Ken Mogi é sobre viver uma vida plena, longa e feliz. O segredo, segundo os japoneses, é encontrar o seu próprio ikigai, que vai lhe ajudar apreciar os prazeres da vida, a partir das coisas simples. O autor esclarece os cinco passos para alcançá-lo encontrando, desta forma, satisfação e alegria em tudo que faz. O objetivo desse antigo segredo japonês é viver mais, ter mais saúde, ser menos(as) estressado(a) e, principalmente, mais realizado(a) com a vida.

Ikigai: Os cinco passos para encontrar seu propósito de vida e ser mais feliz por [Mogi, Ken]

Foto: Amazon

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REFLEXÃO: “EU DEIXO PROSPERAR OS PÉS DE TOMATES SELVAGENS QUE BROTARAM NO CAPRICHOSO CANTEIRO DE ROSAS”

Na coluna REFLEXÃO desta quarta-feira temos mais um belo texto publicado por Beth Michepud inspirado em outro texto de autoria de Clara Baccarin: “Eu deixo prosperar os pés de tomates selvagens que brotaram no meu caprichoso canteiro de rosas”. Então relaxe, leia com toda calma esse belíssimo texto!

Se deixe surpreender com leveza

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Alguma vez você se pegou tentando manipular o tempo  ou alguém para conseguir algo? E deu certo? Suponho que não.

Porque será que temos a mania de querer estar no controle de tudo, como se fosse possível? Será pela sensação de conforto ao saber que tudo está correndo conforme o nosso programado ? Só que nem tudo depende de nossa vontade e o inesperado está sempre à espreita… e isto é ótimo! Se nós recebermos as surpresas que vida traz como um presente, certamente vamos sentir que aquele tal conforto de estar no controle é muito chato, previsível e um grande impedimento para a possibilidade de nos redescobrir.

Clara Baccarin é a autora do texto “Eu deixo prosperar os pés de tomates selvagens que brotaram no meu caprichoso canteiro de rosas”. É uma leitura bastante leve e inspiradora. Espero que gostem.

“A vida tem me ensinado sobre a fragilidade das situações idealizadas, sobre a vulnerabilidade da crença um tanto racional que muitas vezes temos de que podemos moldar os destinos, planejar cada detalhe, organizar perfeitamente, manipular os nossos passos e ter tudo sob controle.

A vida tem me mostrado sua dança própria, suas mudanças repentinas, suas curvas inesperadas no horizonte já traçado.

Por mais cuidadosos e perfeccionistas que sejamos, por mais conhecedores dos caminhos, sabedores do nosso íntimo e das nossas prioridades, a vida acontece mesmo é no passo, é no presente, é no seu tempo e ritmo. A força da natureza não para pra olhar as páginas cheias das nossas agendas e as datas importantes dos nossos calendários.

Às vezes chove forte dez minutos depois de termos estendido as roupas no varal embaixo de um sol intenso e de um céu aberto… quem esperaria…

Depende da gente lamentar ou sorrir, achar graça ou desgraça.

Às vezes a gente pensa que fechou definitivamente uma porta e os ventos do destino escancaram as nossas janelas naquela mesma paisagem, bem no auge da nossa desproteção.

Depende da gente aceitar e celebrar as surpresas ou virar as costas para o que nos tira o chão.

Acontece da gente encontrar o que procurávamos: o emprego certo, o amante ideal, a moradia que sonhávamos… mas aí, quantas vezes a gente chega nos nossos sonhos e já somos outra pessoa, bastante diferente.

A vida é volátil, balança a gente. No meio do caminho conhecido sempre pode surgir uma curva impremeditada. E eu ando acreditando em confiar mais e manipular menos. Em deixar que os ventos me levem, em aceitar as venturas do dia. Em tentar ver o bright side, o lado luminoso, em tudo que se apresenta, em todo inesperado que nasce.

Eu deixo prosperar os pés de tomates selvagens que brotaram no meu caprichoso canteiro de rosas. Porque nem sempre o melhor a fazer é arrancar o que nasceu com tanta força e exuberância em prol do plano bonitinho previamente estabelecido.

Eu assisto pela janela as roupas encharcadas e dançantes no varal desses verões que chacoalham tudo. E eu me deixo encharcar e chacoalhar alegremente junto com elas.”

Aceitar o inesperado com gratidão, seja ele bom ou nem tanto, é aceitar o milagre de viver.

Um salve à Vida!

Fonte: Sabedoria Universal

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AUTOCONHECIMENTO: QUAL FOI A ARMADURA QUE O SEU EGO MONTOU PARA VENCER?

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quarta-feira você vai conhecer um pouco mais sobre as armadilhas e a armadura do ego, com Rossandro Klinjey. Assista ao vídeo e saiba como lhe dar com isso!

Fonte:

Publicado em 9 de ago de 2018

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AUTOCONHECIMENTO: COMO O ZEN BUDISMO PODE AJUDAR COM A DEPRESSÃO – PARTE II

Na coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado vamos assistir a 2ª parte da palestra da Monja Coen sobre “Como o Zen Budismo pode ajudar com a depressão, sofrimento é opcional. Assista ao vídeo mesmo que não sofra de depressão, pois você pode ajudar a alguém que sofre!

Fonte: 

Publicado em 31 de jul de 2017

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AUTOCONHECIMENTO: NÃO BASTA SER GÊNIO, TEM QUE TER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira o renomado psicólogo Rossandro Klinjey nos explica com muita clareza o que é Inteligência Emocional e como coptá-la. Assista a essa mini-palestra sensacional e Seja Uma Pessoa Melhor!

Fonte: 

Publicado em 17 de abr de 2017

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