PRESIDENTE DOS EUA PROPÔS UTILIZAR BENS CONFISCADOS DOS BILIONÁRIOS RUSSOS PARA COMPENSAR A UCRÂNIA PELOS DANOS CAUSADOS PELA INVASÃO DAS TROPAS DE MOSCOU

Biden propõe transferir para a Ucrânia bens confiscados de bilionários russos

Presidente americano chamou oligarcas de ‘caras malvados’ e ainda pediu ao Congresso que autorize o repasse de US$ 33 bilhões em ajuda à Ucrânia

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em pronunciamento sobre a guerra na Ucrânia

REPRODUÇÃO/ YOUTUBE – CASA BRANCA

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, propôs nesta quinta-feira (28) utilizar os bens confiscados dos bilionários russos, a quem chamou de “caras malvados” para compensar a Ucrânia pelos danos provocados pela invasão das tropas de Moscou ao país. A declaração ocorreu em anúncio feito na Casa Branca.

Essa proposta, um endurecimento da posição de Washington frente a Moscou, será acompanhada de novas ajudas militares a Kiev, também anunciadas por Biden nesta quinta-feira.

O líder americano ainda pediu ao Congresso que autorize o repasse de 33 bilhões de dólares (R$ 165 bilhões) em ajuda à Ucrânia, sendo 20 bilhões de dólares (R$ 100 bilhões) em ajuda militar.

Do total, 8,5 bilhões de dólares ajudarão o governo ucraniano a responder à crise imediata”, enquanto cerca de 3 bilhões de dólares são necessários para financiar assistência humanitária e lidar com o choque global de preços de abastecimento de alimentos resultante da invasão russa

“Nós não estamos atacando a Rússia, estamos ajudando a Ucrânia a se defender da agressão que sofre. (…) Nós devemos ajudar os ucranianos a lutarem pelo seu território ou estaremos do lado das agressões russas”, apontou. O presidente ainda disse que as ações humanitárias feitas pelos EUA para ajudar os ucranianos irão continuar, como o com o envio de alimentos, água e remédios.

Biden citou um “sistema de segurança de longo prazo”, estratégia para continuar ajudando a Ucrânia contra as ameaças e agressões da Rússia. Ele garantiu que os refugiados ucrânianos são bem-vindos nos EUA e que receberão vistos de entrada.

O governo americano já concedeu mais de 3 bilhões de dólares (R$ 15 bilhões) em armamento à Ucrânia desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro. A Casa Branca busca agora obter financiamento suficiente do Congresso para poder estender essa assistência até outubro.

Os países da União Europeia confiscaram até agora mais de 30 bilhões de dólares (R$ 150 bilhões) em ativos russos, dos quais 7 bilhões (R$ 35 bilhões) são de bens de luxo pertencentes a bilionários (iates, obras de arte, imóveis e helicópteros), disse a Casa Branca.

“Nao pertmitiremos que a Rússia intimide os países ocidentais por conta das sanções. As ameaças não irão vencer”, completou o líder americano. Para ele “a energia não é só uma commodity, mas uma arma dos russos que está sendo usada para intimidar e chantagear outras nações.”

O governo dos Estados Unidos “bloqueou barcos e aviões no valor de mais de 1 bilhão de dólares, e congelou centenas de milhões de dólares das elites russas em contas americanas”.

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BIDEN FORMALIZA DESIGNAÇÃO DA COLÔMBIA COMO ALIADO ESTRATÉGICO FORA DA OTAN

Joe Biden oficializa Colômbia como ‘aliado importante da Otan’

Presidente dos Estados Unidos deu aos colombianos o título que apenas Argentina e Brasil possuem na América Latina

Iván Duque (à esq.) e Joe Biden (à dir.) em visita oficial do colombiano aos EUAIván Duque (à esq.) e Joe Biden (à dir.) em visita oficial do colombiano aos EUALATIN AMERICA NEWS AGENCY VIA REUTERS CONNECT – 10.3.2022

presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enviou uma carta nesta quinta-feira (21) à presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, para formalizar a designação da Colômbia como um aliado estratégico fora da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).Em comunicado transmitido pela Casa Branca, Biden afirma que essa designação é “um reconhecimento da importância da relação entre os Estados Unidos e a Colômbia e as contribuições cruciais colombianas para a segurança regional e internacional”.

Biden já havia feito o anúncio em março ao presidente Iván Duquedurante sua visita a Washington.

“A Colômbia é a pedra angular de nossos esforços compartilhados para construir um hemisfério próspero, seguro e democrático”, disse.

O status de “aliado importante não pertencente à Otan” (MNNA, na sigla em inglês), uma qualificação legal que os Estados Unidos concedeu a 18 países, proporciona benefícios em questões militares e comerciais. A Argentina e o Brasil, designados por Bill Clinton em 1998 e por Donald Trump em 2019, eram até agora os únicos latino-americanos.

Fonte: R7

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PRESIDENTES DOS EUA E UCRÂNIA DISCUTIRAM CAPACIDADES ADICIONAIS PARA AJUDAR OS MILITARES DA UCRÂNIA

Biden e Zelenski discutem capacidades militares ‘adicionais’ para o exército ucraniano

EUA prometeram fornecer à Ucrânia cerca de 500 milhões de dólares (R$ 2.3 bilhões) em ajuda direta na luta contra a Rússia

INTERNACIONAL

 por AFP

Presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos tiveram encontro presencial em setembro de 2021

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP – 1º.9.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e seu colega ucraniano, Volodmir Zelenski, discutiram em um telefonema nesta quarta-feira (30) sobre capacidades militares “adicionais” necessárias para ajudar os militares da Ucrânia, informou a Casa Branca.

“Os líderes discutiram […] os esforços contínuos dos Estados Unidos e seus parceiros e aliados para identificar capacidades adicionais para ajudar os militares ucranianos a defender seu país”, disse o comunicado.

A Casa Branca acrescentou que Biden destacou o impacto “determinante” das armas fornecidas pelos americanos durante o conflito.’

Biden também disse a Zelenski que os Estados Unidos fornecerão à Ucrânia cerca de 500 milhões de dólares (R$ 2.3 bilhões) em ajuda direta, em meio à luta de Kiev contra as forças invasoras russas.

O chefe de Estado ucraniano, por sua vez, escreveu no Twitter que “compartilhou sua análise da situação no campo de batalha e na mesa de negociações”, um dia após uma nova sessão de negociações entre Kiev e Moscou.

“Falamos sobre apoio defensivo específico, um novo pacote de sanções melhorado e ajuda macrofinanceira e humanitária” para a Ucrânia, acrescentou Zelesnki.

A Rússia, que lançou sua invasão na Ucrânia em 24 de fevereiro, multiplicou nos últimos dias os sinais contraditórios sobre suas intenções militares e diplomáticas.

O Kremlin estimou, nesta quarta-feira, que não houve nenhum avanço nas negociações entre as duas partes em Istambul, o que reduz as esperanças geradas por outras declarações muito mais positivas de funcionários russos na terça-feira (29).

As autoridades ucranianas acusaram, nesta quarta, a Rússia de bombardear um centro da Cruz Vermelha em Mariupol e a cidade de Chernihiv.

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EUA ANUNCIARAM NOVAS SANÇÕES CONTRA RÚSSIA EM RETALIAÇÃO À INVASÃO DA UCRÂNIA

EUA anunciam novas sanções contra políticos e empresas russos

Medidas foram adotadas como forma de retaliação à invasão da Ucrânia e em coordenação com aliados americanos

INTERNACIONAL

 por AFP

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

ALEX WONG / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (24), novas sanções financeiras contra políticos, oligarcas e a indústria de defesa da Rússia em retaliação à invasão da Ucrânia e intensificaram a coordenação com aliados para impedir que Moscou use suas reservas de ouro.

Essas medidas, que envolvem o congelamento de ativos nos Estados Unidos, são direcionadas a 328 deputados da Duma (câmara baixa do Parlamento) — além da própria instituição — e 48 “grandes empresas públicas” do setor de defesa, segundo um relatório da Casa Branca.

Estas são “sanções de bloqueio total contra mais de 400 indivíduos e entidades, inclusive a Duma e seus membros, elites russas apoiadoras e empresas de defesa russas que alimentam a máquina de guerra de Putin”, afirmou.

As penalidades são direcionadas, entre outros, à Tactical Missiles Corporation JSC (KTRV), um grande conglomerado de defesa estatal russo no qual as armas estão atualmente implantadas, na Rússia, disse o Departamento do Tesouro dos EUA em outro comunicado.

“A KTRV produz material de defesa russo, inclusive armas aéreas e sistemas de armas para a Marinha russa”, disse, citando várias armas submarinas e sistemas de radar usados em frotas de submarinos.

Os líderes dos países do G7 e da UE (União Europeia) anunciaram que estão reforçando sua coordenação para evitar que os objetivos dessas sanções fracassem.

Eles também querem continuar a bloquear a capacidade do Banco Central russo de usar reservas internacionais, como ouro, para enfraquecer o financiamento da guerra.

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PRESIDENTE DOS EUA ADVERTE AS EMPRESAS AMERICANAS QUE SE PROTEJAM DE POSSÍVEIS ATAQUES CIBERNÉTICOS REALIZADOS PELA RÚSSIA

Biden pede a empresas americanas que se protejam de possível ciberataque russo

Segundo a Casa Branca, ações criminosas podem ser direcionadas para infraestruturas essenciais, sob posse pública ou não

Presidente Joe Biden em registro feito no jardim da Casa Branca

KEVIN DIETSCH/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/GETTY IMAGES VIA AFP – 20.3.2022

presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu nesta segunda-feira (21) às empresas que se protejam de possíveis ataques cibernéticos realizados pela Rússia em resposta às sanções ocidentais impostas a Moscou pela sua ofensiva na Ucrânia.

“Meu governo reitera essas advertências baseando-se nos dados dos serviços de inteligência em constante evolução, segundo os quais o Estado russo analisa diferentes formas de possíveis ciberataques”, escreveu o presidente em comunicado divulgado pela Casa Branca.

Os ataques cibernéticos entram no “manual de estratégia” do Estado russo, insiste Biden. É “crucial acelerar o reforço da nossa segurança cibernética interna”, alertou o presidente.

Segundo a Casa Branca, os ataques podem ser direcionados para infraestruturas essenciais, muitas delas em mãos do setor privado.

“Ainda temos muito a fazer para garantir que fechamos todas as portas de entrada digitais, especialmente a dos serviços de capital dos quais os americanos dependem”, afirmou Anne Neuberger, funcionária encarregada da segurança para a tecnologia cibernética.

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SENADO DOS EUA DISCUTE A HISTÓRICA NOMEAÇÃO DA PRIMEIRA MULHER NEGRA A INTEGRAR O TRIBUNAL MÁXIMO DO PAÍS

Senado dos EUA discute nomeação da primeira mulher negra para a Suprema Corte

Comitê Judiciário do Senado realizará quatro dias de audiências de confirmação para a jurista Ketanji Brown Jackson, indicada pelo presidente Joe Biden

A juíza Ketanji Brown Jackson se reúne com o senador Chuck Grassley em Washington

JONATHAN ERNST/REUTERS – 02.03.2022

O Senado dos Estados Unidos discute, nesta segunda-feira (21), a histórica nomeação para a Suprema Corte da juíza Ketanji Brown Jackson, que se tornará a primeira mulher negra a integrar o tribunal máximo do país.

O Comitê Judiciário do Senado realizará quatro dias de audiências de confirmação, a partir desta segunda-feira, para a jurista de 51 anos, indicada pelo presidente Joe Biden.

As audiências no Senado para os indicados à Suprema Corte se tornaram um campo de batalha partidário nos últimos anos, entre republicanos e democratas.

“Cada nomeação da Corte é significativa porque muitos assuntos são decididos ali”, afirmou Larry Sabato, diretor do Centro de Política da Universidade de Virgínia.

“Além disso, muitos desses assuntos são problemas sociais candentes que movem votos ou motivam os eleitores”, como o aborto e o direito às armas, explicou Sabato à AFP.

Jackson foi indicada para substituir outro juiz liberal, Stephen Breyer, que se aposentou aos 83 anos.

Sua confirmação, estima Sabato, não mudará completamente a composição da corte, dominada por uma maioria conservadora de 6 a 3. “Isso por si só reduz os riscos e deve contribuir para uma confirmação mais fácil”, disse.

Os democratas, com uma pequena vantagem, têm os votos para confirmar Jackson, jurista formada pela renomada Universidade Harvard, que atuou como defensora pública federal para clientes desfavorecidos.

O Senado, formado por 100 membros, está dividido em 50-50 entre democratas e republicanos. A vice-presidente democrata Kamala Harris tem o voto de minerva.

“Inevitavelmente, alguns senadores republicanos atacarão Jackson por uma grande variedade de temas” porque “estarão jogando para a base republicana”, considerou Sabato.

Mas as credenciais de Jackson parecem abrir o caminho, apesar das disputas partidárias, segundo o analista.

Até senadores republicanos moderados votaram há apenas um ano para confirmar a indicação de Jackson ao Tribunal de Apelações do Circuito dos Estados Unidos.

Ainda assim, vários parlamentares republicanos criticaram Biden por cumprir sua promessa eleitoral de escolher uma mulher negra para a Suprema Corte.

“Já que os democratas infelizmente tiveram algum sucesso ao tentar pintar os republicanos como racistas, pode ser mais difícil recusar uma jurista negra”, disse a senadora republicana Susan Collins, do Maine.

Se a indicação for confirmada, Jackson será a terceira pessoa afro-americana a servir na Suprema Corte, mas a primeira mulher negra.

Thurgood Marshall trabalhou na Corte entre 1967 e 1991 e foi sucedido por Clarence Thomas, que permanece no cargo. Thomas, de 73 anos, foi hospitalizado na sexta-feira (18) com uma infecção, mas deve sair do hospital em breve, anunciou a Suprema Corte em um curto comunicado.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DOS EUA ANUNCIARÁ NESTA TERÇA-FEIRA (16) O ENVIO DE US$ 800 MILHÕES EM AJUDA DE SEGURANÇA À UCRÂNIA

Biden anunciará US$ 800 milhões em ajuda de segurança à Ucrânia

Presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, deve discursar virtualmente para congressistas americanos nesta quarta-feira (16)

INTERNACIONAL

por AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciará nesta quarta-feira (16) o envio de US$ 800 milhões em ajuda para a Ucrânia, no mesmo dia em que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, tem previsto discursar virtualmente para congressistas americanos.

A decisão eleva “o total da ajuda anunciada para 1 bilhão de dólares somente na última semana”, declarou o funcionário do governo americano, que pediu anonimato.

Zelenski deverá renovar seus pedidos por mais ajuda quando se dirigir ao Congresso virtualmente, enquanto alguns legisladores pressionam a Casa Branca a adotar uma linha mais dura em relação à invasão russa.

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FILHO DE AGRICULTORES RÉCEM-FORMADO NO IFRN FOI APROVADO NA UNIVERSIDADE DOS EUA

Por g1 RN — Natal

 

Filhos de agricultores, Moizés Henriques da Silva Almeida, recém-formado no IFRN, foi aprovado em universidade dos EUA — Foto: Arquivo pessoalFilhos de agricultores, Moizés Henriques da Silva Almeida, recém-formado no IFRN, foi aprovado em universidade dos EUA — Foto: Arquivo pessoal

Filho de agricultores, um estudante de 19 anos recém-formado no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) foi aprovado em seleção na Universidade de Tufts, nos Estados Unidos. Moizés Henriques da Silva Almeida percorria mais de 50 quilômetros entre sua casa, no interior da Paraíba, e o Campus Pau dos Ferros do IFRN para assistir às aulas.

“Quando eu abri o portal da universidade e encontrei um grande ‘Congratulations’, primeiro veio o estado de choque, depois, a alegria de saber que deu tudo certo. Nem caiu a ficha ainda”, contou. “Foi, definitivamente, o momento mais louco que eu vivi! Eu não pensava que conseguiria, porque é muito competitivo”, completou.

Moizés foi um dos 20 brasileiros selecionados pelo Programa Oportunidades Acadêmicas Graduação, oferecido através do órgão EducationUSA. O estudante conheceu a Universidade de Tufts durante as buscas por uma instituição e fez todo o processo de admissão, que contou com produção de prova de proficiência; prova americana padronizada; cartas de recomendação; redações; formulários financeiros; entrevistas; e vários outros requisitos.

O egresso do IFRN viajará para os EUA nos próximos meses. Ele vai cursar por quatro anos Ciência da Computação, e talvez, também, Engenharia Ambiental, na Escola de Artes e Ciências da Universidade de Tufts, localizada no estado americano de Massachussetts.

“Desejo construir um futuro melhor para mim e para minha família e liderar a mudança do nosso país, que precisa de jovens proativos e dispostos a construírem um futuro melhor para todos. Que mais jovens com a realidade parecida com a minha também conquistem seus sonhos e objetivos”, declarou.

A mãe do estudante, a agricultora Mônica Simone, não esconde o orgulho pela conquista do filho.

“É algo pelo qual ele já sonhava e lutava. Não veio de graça; foi através de muita luta e esforço, e Deus o abençoou”, comemorou.

“É uma alegria imensa, que a gente nem sabe explicar, mas estamos muito felizes com a conquista dele. O coração fica um tanto apertado, mas confiante de que tudo dará certo, dando força para ele seguir. É uma conquista para a família, que está toda orgulhosa”, emendou a mãe.

Rotina

Morador de município de Bom Sucesso, na Paraíba, com uma população estimada em 4.937 habitantes, Moizés formou-se no início de 2022 no Curso Técnico Integrado em Informática, no Campus Pau dos Ferros. “Para os estudantes do interior, estudar no IFRN é um feito muito importante, tanto pela qualidade de ensino que a gente sabe que tem lá, e também pelas oportunidades que sabemos que vamos encontrar”, contou.

A rotina de Moizés começava cedo. Às 5h20, ele já estava saindo de casa, rumo ao Campus. O estudante dirigia-se até a cidade vizinha, Alexandria, no Rio Grande do Norte, onde pegava o ônibus em direção ao IFRN. Como se tornou bolsista na unidade, o retorno para casa ocorria por volta das 19h30.

Foram quatro anos no Curso Técnico Integrado em Informática. O jovem lembra, porém, que “antes de ingressar no instituto, não possuía contato com computadores ou tecnologias. Houve, então, o medo do que viria pela frente”, mas o curso “supriu as necessidades de equipamentos e de conhecimento”.

Estudar em outro país nem sempre esteve na lista de sonhos de Moizés. Foi após conhecer e aprender a língua inglesa, com os recursos que lhe eram possíveis, que o estudante descobriu as oportunidades que estão além do território brasileiro. “Oportunidades essas que não são introduzidas a jovens da minha realidade”, ressaltou.

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ESCALADA NUCLEAR DA RÚSSIA CAUSA PREOCUPAÇÃO AOS EUA

EUA estão “preocupados” com escalada nuclear da Rússia, diz oficial americano

Jake Sullivan afirmou que ataque em região próxima à fronteira com a Polônia mostra que Putin está “frustrado”

DJ Judd

Jasmine Wright

da CNN

Tanques de armazenamento de combustível são vistos em chamas na Base Aérea Antonov, controlada pela Rússia, em Hostomel, na UcrâniaTanques de armazenamento de combustível são vistos em chamas na Base Aérea Antonov, controlada pela Rússia, em Hostomel, na UcrâniaSatellite image (c) 2022 Maxar Technologies

O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, disse à CNN neste domingo (13) que, embora o governo Biden esteja “preocupado com a possibilidade de escalada”, com relação à postura nuclear do presidente russo, Vladimir Putin, “não vimos nada que exija que mudemos nossa postura nuclear agora.”

“Estamos observando isso extremamente de perto e, obviamente, o risco de escalada com um país nuclear é grave, e é um tipo de conflito diferente de outros conflitos que o povo americano viu ao longo dos anos”, disse Sullivan à CNN.

“E o presidente americano, Joe Biden, tem que levar essa responsabilidade extremamente a sério, mesmo que redobremos nossos esforços para apoiar os ucranianos. No momento atual, os Estados Unidos não ajustaram sua postura nuclear, mas é algo que monitoramos dia a dia, hora a hora, porque é uma prioridade primordial para o presidente”.

Ele também disse que os ataques russos a Lviv, a aproximadamente 19 quilômetros da fronteira da Ucrânia com a Polônia, é um sinal de que Putin “está frustrado pelo fato de que suas forças não estão fazendo o tipo de progresso que ele pensou que fariam contra grandes cidades, incluindo Kiev“.

Para o oficial, os ataques indicam que “ele está expandindo o número de alvos, que está atacando e que está tentando causar danos em todas as partes do país”.

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BIDEN ANUNCIOU QUE OS EUA VÃO BANIR A IMPORTAÇÃO DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E CARVÃO DA RÚSSIA

Biden proíbe importações de petróleo e gás natural russos para os Estados Unidos

Carvão também será afetado pela medida; anúncio foi feito em pronunciamento nesta terça-feira

Tiago Tortella

da CNN*

 

Os Estados Unidos vão banir a importação de petróleogás natural e carvão da Rússia, anunciou o presidente Joe Biden nesta terça-feira (8). A medida é mais uma tentativa de impactar a economia russa devido à guerra na Ucrânia.

“Hoje, estou anunciando que os Estados Unidos estão mirando na principal artéria da economia da Rússia. Estamos proibindo todas as importações de petróleo, gás e energia russos”, informou o presidente durante o pronunciamento na Casa Branca.

“Isso significa que o petróleo russo não será mais aceitável nos portos dos EUA e o povo americano dará outro golpe poderoso na máquina de guerra de Putin“, adicionou.

Biden afirmou que a decisão foi tomada após consultar aliados, como países da União Europeia – que não aderiram ao banimento -, e entende que este movimento pode aumentar o preço dos combustíveis no mundo, inclusive nos EUA.

“Nós entendemos que a guerra de Putin está causando danos e elevando preços, mas isso não é desculpa para que as empresas explorem os consumidores americanos. Este não é o momento de obter lucro em cima da situação”, pontou, acrescentando que as empresas que “estão saindo da Rússia estão dando exemplo para outras”.

Autoridades econômicas da Casa Branca estão envolvidas há mais de uma semana em como administrar o corte dessas importações. O Departamento de Energia informou que nas últimas duas semanas de fevereiro as importações russas de petróleo caíram para zero quando as empresas americanas cortaram os laços com o país, implementando sua própria proibição.

Também está sendo discutida a possibilidade de permitir a Venezuela de vender seu petróleo no mercado internacional, o que ajudaria a substituir o combustível russo. Outra possibilidade é a flexibilização de sanções ao Irã.

Os Estados Unidos já haviam liberado barris de petróleo de suas reservas para diminuir o impacto da guerra e sanções no preço do produto e seu fornecimento para outros países. O presidente americano também destacou que fará o possível para minimizar o efeito negativo da medida desta terça-feira nos EUA.

Incentivando o investimento em energia sustentável, Biden disse querer “que ninguém precise se preocupar com o preço da energia limpa, para que líderes como Putin não usem o petróleo como forma de manipulação política”.

As importações da Rússia representam uma pequena fatia do universo energético dos EUA – cerca de 8% em 2021, dos quais apenas cerca de 3% era petróleo bruto.

Esses esforços ficaram mais intensos nos últimos dias, pois ficou quase certo que os EUA iriam impor uma proibição nesta semana.

A Rússia alertou que o preço do barril de petróleo pode subir para US$ 300 se o Ocidente sancionar este produto. Com a guerra, o valor deste produto ultrapassou US$ 100 pela primeira vez desde 2014.

Enquanto isso, a União Europeia planeja reduzir as importações de gás russo em dois terços neste ano, visando eliminar a dependência antes de 2030. Quanto ao petróleo, a medida ainda não é dada como certa no bloco europeu, visto que diversos países dependem mais do produto russo quando comparado aos Estados Unidos.

Comentando sobre o conflito na Ucrânia, Biden afirmou que os ucranianos são um exemplo para o mundo e que o país “jamais será uma vitória para Putin”.

“Eles inspiraram o mundo com sua bravura, seu patriotismo, sua determinação desafiadora de viver em liberdade. A guerra de Putin causou um enorme sofrimento e perda desnecessária de vidas de mulheres, crianças, todos na Ucrânia – tanto ucranianos quanto, devo acrescentar, russos”, finalizou.

Medida vai a votação no Congresso americano

A presidente da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que o banimento anunciado por Joe Biden mostra “a força e a determinação dos Estados Unidos em responsabilizar Putin por sua guerra premeditada e não provocada contra a Ucrânia”.

Em comunicado emitido nesta terça-feira (8), Pelosi informou que a medida será votada hoje e que o projeto de lei:

  • Proibirá a importação de produtos petrolíferos e energéticos russos para os Estados Unidos;
  • Tomará medidas para revisar o acesso da Rússia à Organização Mundial do Comércio e explorar como podemos diminuir ainda mais a Rússia na economia global;
  • Reautorizará e fortalecerá a Lei de Responsabilidade Global de Direitos Humanos Magnitsky para que os Estados Unidos possam impor mais sanções à Rússia.

Ela finalizou afirmando esperar uma votação bipartidária forte e que os “Estados Unidos não precisam escolher entre defender nosso valores democráticos e nossos interesses econômicos”.

Entenda o conflito

Após meses de escalada militar e intemperança na fronteira com a Ucrânia, a Rússia atacou o país do Leste Europeu. No amanhecer desta quinta-feira (24), as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.

Horas mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma “operação militar especial” na região de Donbas (ao Leste da Ucrânia, onde estão as regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, as quais ele reconheceu independência).

O que se viu a seguir, porém, foi um ataque a quase todo o território ucraniano, com explosões em várias cidades, incluindo a capital Kiev. De acordo com autoridades ucranianas, dezenas de mortes foram confirmadas nos exércitos dos dois países.

Em seu pronunciamento antes do ataque, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

A Rússia vem reforçando seu controle militar em torno da Ucrânia desde o ano passado, acumulando dezenas de milhares de tropas, equipamentos e artilharia nas portas do país. Nas últimas semanas, os esforços diplomáticos para acalmar as tensões não tiveram êxito.

A escalada no conflito de anos entre a Rússia e a Ucrânia desencadeou a maior crise de segurança no continente desde a Guerra Fria, levantando o espectro de um confronto perigoso entre as potências ocidentais e Moscou.

Fonte: R7

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SECRETÁRIO DE ESTADO DOS EUA ANUNCIA VERBA PARA AJUDA HUMANITÁRIA AOS REFUGIADOS DA GUERRA DA UCRÂNIA

Na Polônia, secretário de Estado dos EUA anuncia verba de US$ 2,7 bi para ajuda humanitária

Cerca de 106 mil refugiados chegaram da Ucrânia nas últimas 24 horas, segundo autoridades polonesas

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

ATUALIZADO EM 05/03/2022 – 14H08

Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, em imagem de arquivo

OLIVIER DOULIERY/POOL/AFP – 04.03.2022

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, anunciou neste sábado (5) uma verba de US$ 2,7 bilhões para ações de ajuda humanitária aos refugiados de guerra ucranianos, e reafirmou seu compromisso com a defesa do flanco oriental da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). O governo do presidente americano Joe Biden pediu ao Congresso a aprovação do repasse, conforme disse Blinken na cidade de Rzeszów, na Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, em um pronunciamento conjunto com o chanceler polonês Zbigniew Rau.

Blinken enfatizou a “enorme solidariedade” que a Polônia está demonstrando ao receber os refugiados, bem como sua importância estratégica para a defesa do flanco oriental da Otan. Antes do pronunciamento conjunto, houve uma reunião entre Blinken e o primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki, na mesma cidade. No fim da reunião, o premiê polonês garantiu que seu país e os EUA concordaram plenamente sobre a necessidade de “construir uma arquitetura de defesa mais sólida” no flanco oriental. Os Estados Unidos têm 10 mil soldados destacados em território polonês, de acordo com o secretário de Estado americano.

A Polônia recebeu 106 mil refugiados da Ucrânia nas últimas 24 horas, o maior número desde o início da invasão russa do país vizinho, segundo as autoridades polonesas. Com isso, chegou a cerca de 780 mil o total de refugiados acolhidos pela Polônia nos dez dias desde o começo da ofensiva militar russa. Segundo dados da ONU, estima-se que 1,2 milhão de pessoas tenham deixado a Ucrânia nos últimos dez dias, 78 mil delas não ucranianas, principalmente estudantes ou trabalhadores de 138 nacionalidades que vivem no país.

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VODCA PRODUZIDA NA RÚSSIA ESTÁ SENDO BANIDA DE BARES NOS EUA

Bares dos Estados Unidos boicotam a vodca produzida na Rússia

Alguns governadores norte-americanos já deram ordem para que lojas deixem de vender a bebida importada dos russos

Vodca produzida na Rússia está sendo banida de bares nos Estados Unidos

MAOR ATTIAS/PEXELS

A invasão da Ucrânia pelos russos vem gerando todo o tipo de reação negativa para o país administrado por Vladimir Putin, e nem a vodca escapou. A tradicional bebida, que é produzida em larga escala no território russo, sofre atualmente um forte boicote de bares e restaurantes nos Estados Unidos.

Governadores de alguns estados norte-americanos já determinaram que lojas parem de vender a bebida que é importada da Rússia em solidariedade ao povo ucraniano.

Com isso, a vodca feita no país de Vladimir Putin está banida nos estados de Utah, New Hampshire, Ohio e Pennsylvania. Spencer Cox, governador de Utah escreveu no Twitter: “Faremos nossa parte para enfrentar os invasores russos e ficar ao lado das nosssa irmãs e irmãos ucranianos. Todos os produtos feitos na Rússia serão imediatamente removidos das lojas de bebidas do estado. Também revisaremos todas as aquisições estatais para quaisquer produtos russos”.

Em entrevista à agência France Press, Ronnie Heckman, dono de um restaurante no estado de Maryland disse que “é uma maneira de conscientizar as pessoas sobre o que está acontece neste momento”.

Ainda segundo a agência, alguns bares até mudaram o nome da bebida. Em vez de usar o apelido de “Moscow mule” (mula de Moscou, por causa do “coice”), o drink agora está sendo chamado de “Kiev mule”.

Fonte: R7

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BIDEN ENFATIZA QUE REFORMA DA IMIGRAÇÃO É A COISA CERTA E ECONOMICAMENTE INTELIGENTE A SE FAZER E PEDE AO CONGRESSO APROVAÇÃO DE UMA VEZ POR TODAS

Biden pede ao Congresso dos EUA que aprove reforma da imigração ‘de uma vez por todas’

Em seu primeiro discurso do Estado da União, presidente norte-americano disse que decisão será ‘economicamente inteligente’

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP

Joe Biden é aplaudido em seu primeiro discurso do Estado da União

GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu na noite de terça-feira (1º) que o Congresso aprove a reforma da imigração “de uma vez por todas”, enfatizando que, além de ser “a coisa certa a fazer, é a coisa economicamente inteligente a fazer”.

“Se queremos promover a liberdade e a justiça, precisamos proteger a fronteira e consertar o sistema de imigração”, disse Biden sob aplausos durante seu primeiro discurso sobre o Estado da União.

O líder democrata garantiu que é possível fazer “as duas coisas”. Ele disse que seu governo instalou novas tecnologias para detectar melhor o tráfico de drogas e implementou patrulhas conjuntas com o México e a Guatemala “para capturar mais traficantes de pessoas”.

Biden também observou que mais juízes de imigração foram designados para lidar com mais casos de asilo “mais rápido” e que foram feitos acordos com “parceiros na América do Sul e Central para receber mais refugiados e proteger suas próprias fronteiras”.

O presidente dos EUA, que chegou ao poder em janeiro de 2021 prometendo uma política de imigração mais humana e a regularização de milhões de imigrantes indocumentados, enfatizou que ter uma fronteira segura não é incompatível com manter “a chama da liberdade acesa que levou gerações de imigrantes a esta terra.”

Em meio a aplausos vigorosos e vigorosos, ele pediu “fornecer um caminho para a cidadania” para jovens que vieram ao país ainda crianças com seus pais imigrantes, bem como para aqueles que vivem e trabalham nos Estados Unidos sob status temporário e para trabalhadores, trabalhadores rurais e trabalhadores essenciais.

Devemos “revisar nossas leis para que as empresas tenham os trabalhadores de que precisam e as famílias não esperem décadas para se reunir. Não é apenas a coisa certa a fazer, é economicamente inteligente”, ressaltou.

“É por isso que a reforma da imigração tem o apoio de todos, de sindicatos a líderes religiosos e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos”, destacou. “Vamos fazer isso de uma vez por todas!”, disse ele em meio a novos aplausos.

Biden promoveu a reforma da imigração e propôs um caminho para a cidadania para 11 milhões de imigrantes indocumentados em um país que não tem uma lei desse tipo há 35 anos. Mas suas principais iniciativas pararam, sem apoio suficiente no Senado, onde ele enfrenta oposição frontal de republicanos e alguns democratas centristas.

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BOAS NOTÍCIAS: CASAL DE INDÍGENAS GANHA R$ 1,2 BILHÃO NA LOTERIA NOS EUA

O casal Cliff e Tammy Webster, que vive na reserva Nação Oneida de Winsconsin viraram noticia no mundo inteiro após faturar um prêmio equivalente a R$ 1,2 bilhão em um jogo de loteria nos Estados Unidos e também viraram destaque desta edição da coluna BOAS NOTÍCIAS. Leia o artigo completo a seguir e saiba com eles estão vivendo depois da sorte grande!

Casal de reserva indígena ganha R$ 1,2 bilhão na loteria

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Por Monique de Carvalho
Imagem de capa para Casal de reserva indígena ganha R$ 1,2 bilhão na loteriaO casal Cliff e Tammy Webster,que vive numa reserva indígena, teve a vida mudada completamente, após faturar um prêmio de quase R$ 2 bilhões Foto: reprodução

O casal Cliff e Tammy Webster,que vive numa reserva indígena, teve a vida mudada completamente, após faturar um prêmio equivalente a R$ 1,2 bilhão em um jogo de loteria nos Estados Unidos.

Eles vivem hoje na reserva Nação Oneida de Winsconsin e viraram noticia no mundo inteiro, após reivindicarem o prêmio da aposta que realizaram em janeiro deste ano.

Em vídeo do YouTube, publicado pela Wisconsin Lottery, Cliff afirma que estava assistindo ao noticiário da manhã quando descobriu pela esposa que havia um vencedor no estado.

Planos para o futuro 

O casal optou por receber todo o prêmio em um único depósito, em vez de pagamentos mensais com o valor do prêmio reajustado.

Os dois preferiram receber o prêmio em dinheiro, em vez de pagamentos anuais, por isso, levaram US$ 225,1 milhões, cerca de R$ 1,2 bilhão. Após o pagamento de impostos federais, a dupla ficou com US$ 153,9 milhões, o equivalente a quase R$ 809 milhões.

Cliff informou em entrevista que ele e a esposa querem investir em um imóvel para a família e um pequeno negócio para ser a fonte de renda, mesmo com um montante considerável na poupança.

Ele também comentou o quanto está radiante com o prêmio e que ainda está assimilando a virada financeira que tiveram no último mês.

“Você não sabe o que fazer, mas às 4h30 estávamos nos abraçando e gritando”, disse ele.

“Foi um dos momentos mais felizes da minha vida”, concluiu.

Com informações de BNL Data

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BIDEN LIBERA US$ 350 MILHÕES DE DÓLARES EM NOVAS AJUDAS MILITARES À UCRÂNIA

Presidente dos EUA aprova ajuda de US$ 350 milhões à Ucrânia

Joe Biden manteve uma conversa telefônica de 40 minutos com o líder ucraniano, Volodymyr Zelenski, nesta sexta-feira (25)

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da EFE

Biden libera 350 milhões de dólares em ajuda

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP – 22.2.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aprovou na noite desta sexta-feira (25) a liberação de até 350 milhões de dólares em novas ajudas militares à Ucrânia, que sofre ataques da Rússia desde quinta-feira (24).

Em um memorando, Biden autorizou o Departamento de Estado a direcionar até US$ 250 milhões em ajuda geral à Ucrânia e até US$ 350 milhões em “itens e serviços de defesa”, incluindo educação e treinamento militar.

O anúncio veio depois que o presidente dos EUA manteve uma conversa telefônica de 40 minutos com seu colega ucraniano, Volodymyr Zelenski, na sexta-feira (25), para discutir ajuda militar e sanções.

Embora a Casa Branca não tenha divulgado o conteúdo da conversa, Zelenski disse no Twitter que conversou com Biden sobre “fortalecer as sanções”, “assistência concreta à defesa” e “uma coalizão antiguerra”.

“Grato aos Estados Unidos pelo forte apoio à Ucrânia”, acrescentou o líder ucraniano.
Em reação ao ataque russo, Biden atingiu a Rússia com sanções a seus bancos e sua elite, além de restrições às exportações de alta tecnologia para a Rússia, entre outras medidas, às quais se somaram a punições econômicas contra o presidente Vladimir Putin e outras várias figuras do seu Governo.

Fonte: R7

ARTE/R7

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PRESIDENTE DOS EUA ANUNCIOU QUE SANÇÕES ECONÔMICAS CONTRA RÚSSIA COMEÇAM A VALER A APRTIR DESTA QUARTA-FEIRA (23)

Biden diz que sanções contra a Rússia valem a partir desta quarta

Segundo o presidente dos EUA, bancos estatais e instituições financeiras russas não poderão negociar com o Ocidente

INTERNACIONAL

 Lucas Ferreira, do R7

Biden anuncia novas sanções e diz que Rússia perderá acesso a empréstimos no Ocidente - 22/02/2022 - Mundo - FolhaO presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira (22) que as sanções econômicas contra a Rússia começam a valer já amanhã, quarta-feira. Bancos estatais russos e outras instituições finaceiras sofrerão cortes de investimentos e financiamentos ocidentais.

De acordo com Biden, a elite russa será a próxima a sofrer sanções com a escalada das tensões. O presidente americano ressaltou que todas as medidas estão alinhadas com os parceiros ocidentais.

O mandatário americano também classificou o reconhecimento das regiões separatistas na Ucrânia como a anexação de mais um pedaço do país pela Rússia. Segundo Biden, esse movimento seria apenas o começo da invasão russa.

Putin afirmou que envio de tropas para região separatista ucraniana pode não ser imediato

Apesar de criticar a ação de Putin em relação aos territórios separatistas, Biden ressaltou que os Estados Unidos não têm intenção de lutar contra a Rússia, defendendo apenas os territórios das nações da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“Autorizei movimentos adicionais de forças e equipamentos dos EUA, já mobilizados na Europa, para fortalecer nossos aliados do Báltico, Estônia, Letônia e Lituânia”, disse Biden. “Deixe-me ser claro, esses são movimentos totalmente defensivos de nossa parte.”

Biden revelou durante o discurso que o governo russo estaria estocando grandes quantidades de bolsas de sangue. Na visão do presidente dos Estados Unidos, esse seria um sinal de que a Rússia se prepara para uma guerra.

“Não há dúvida de que a Rússia é o agressor, então estamos atentos aos desafios que enfrentamos. […] No entanto, ainda há tempo para evitar o pior cenário que trará um sofrimento incalculável a milhões de pessoas se agirem como sugeriram”, disse Biden.

O presidente americano também assegurou que fará de tudo para que o conflito no Leste Europeu não interfira na economia americana, em especial no preço dos combustíveis do país.

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ESTUDANTE POTIGUAR FICA ENTRE OS ALUNOS COM MELHORES NOTAS NA SELEÇÃO DE UNIVERSIDADE NOS EUA E GANHA BOLSA PARA OS QUATRO ANOS DE CURSO FORA DO PAÍS

Por g1 RN

 

Estudante potiguar fica entre 1% com melhores notas em seleção de universidade dos EUA e ganha bolsa para cursar Física — Foto: DivulgaçãoEstudante potiguar fica entre 1% com melhores notas em seleção de universidade dos EUA e ganha bolsa para cursar Física — Foto: Divulgação

O estudante potiguar José Moraes de Albuquerque Neto, de 18 anos, ficou entre 1% dos alunos com melhores notas na seleção da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e conseguiu uma bolsa de 100 mil dólares para os quatro anos de curso de Física fora do país. Esse benefício é concedido apenas para quem consegue os melhores resultados.

Ele fez a prova de seleção em Brasília, em outubro do ano passado, e respondeu a 58 questões de matemática, 52 questões de leitura em inglês e outras 44 de gramática. Aluno da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Porto em 2021, José ainda aguarda o resultado de outras oito universidades americanas.

A escolha pela Michigan State University, segundo ele, se deu porque a instituição possui o melhor departamento de física nuclear norte-americano, além de ostentar um dos três melhores laboratórios do mundo nessa área.

José Neto conta que a curiosidade pela física sempre esteve na sua vida, mas o interesse passou a ser maior durante o Ensino Médio. “Sempre fui muito experimentalista, buscava o sentido das coisas, como o Universo funcionava e levantava dúvidas. A Física é a ciência que perfeitamente permite isso”, explicou. Agora, ele sonha em ser pesquisador. “Meu foco é a pesquisa em física nuclear e física atômica. Quero ser professor universitário”, garantiu.

No ano passado, ele foi medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. O estudante fez questão de destacar a contribuição dos professores da escola durante todo o processo. “Pude ver o brilho no olhar dos professores – especialmente os de Física e Química – quando descobriram que eu queria ser um cientista pesquisador. Eles me apoiaram em todos os aspectos, sempre”, contou.

O professor de Física Ewerton Barros, que deu aula para José Neto durante conclusão do Ensino Médio, destacou as qualidades do aluno. “Um rapaz de inteligência diferenciada, muito humilde, de bem com a vida e conhecedor e estudioso de várias áreas de conhecimento. José Neto é aquele tipo de aluno que engrandece nossa carreira de professor. Ele alçará voos ainda maiores, não tenho dúvidas”.

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EUA ANUNCIAM QUE RECEBERAM RESPOSTA DA RÚSSIA POR ESCRITO SOBRE NEGOCIAÇÕES DE SEGURANÇA NA EUROPA

Estados Unidos recebem resposta da Rússia a propostas sobre segurança na Europa

Governo americano sugeriu discutir a implantação de mísseis na Europa e as limitações mútuas das manobras militares

O ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, prometeu tornar pública a carta de Moscou

SHAMIL ZHUMATOV / POOL / AFP

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (17), que receberam a resposta da Rússia por escrito às suas propostas de negociações sobre segurança na Europa para neutralizar a crise sobre a Ucrânia.

A resposta foi entregue ao embaixador dos Estados Unidos na Rússia, John Sullivan, disse um funcionário de alto escalão do governo americano.

Nesta quarta-feira (16), o Departamento de Estado americano reafirmou que o secretário Antony Blinken estava pronto para se reunir com seu homólogo russo, Serguei Lavrov, uma vez que essa carta tivesse sido recebida e analisada.

E, hoje, o ministro das Relações Exteriores russo prometeu tornar “público” o conteúdo da carta de Moscou.

Washington apresentou suas propostas escritas em 26 de janeiro, rejeitando as principais demandas russas formuladas em rascunhos de tratados apresentados em dezembro passado. Entre elas, está a garantia formal de que a Ucrânia nunca ingressará na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), assim como a da retirada de algumas forças da Aliança Atlântica estacionadas às portas da Rússia.

Os Estados Unidos propõem, por sua vez, discussões sobre a implantação de mísseis na Europa e sobre limitações mútuas das manobras militares.

A mensagem americana de janeiro sugere “compromissos recíprocos, por parte de Estados Unidos e Rússia, de não implantar sistemas de lançamento de mísseis ofensivos terrestres e forças de combate permanentes em território ucraniano”.

Washington também propõe que Moscou inspecione certas infraestruturas militares que lhe dizem respeito na Europa e garante que está pronto a discutir a “indivisibilidade da segurança”.

O Kremlin se baseia nesse conceito para exigir a retirada da Otan de sua vizinhança, argumentando que a segurança de uns não pode ser alcançada à custa da dos demais, ainda que reconheça o direito de cada Estado, e, portanto, da Ucrânia, de escolher suas alianças.

Depois de enviar a carta, a Rússia ameaçou reagir, incluindo a opção militar na mesa, se os Estados Unidos rejeitarem suas principais exigências de segurança. Reforçou, nesse sentido, que deseja a retirada das forças americanas estacionadas na Europa Central e Oriental e dos países bálticos.

“Se não houver uma disposição por parte dos Estados Unidos de nos entendermos em relação às garantias legais para nossa segurança (…) a Rússia se verá obrigada a agir, aplicando, sobretudo, medidas de caráter militar e técnico”, frisou o ministério em sua resposta aos EUA.

Ainda nesta quinta, o Departamento de Estado informou que a Rússia “expulsou” o número 2 de sua embaixada em Moscou.

“Pedimos à Rússia que acabe com as expulsões infundadas de diplomatas americanos” e “estamos estudando nossa resposta”, disse um porta-voz do departamento à AFP.

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O PRESIDENTE DOS EUA AFIRMA QUE APESAR DE MOSCOU ANUNCIAR RETIRADA DAS TROPAS DAS FRONTEIRAS HÁ UM RISCO ELEVADO DE INVASÃO DA UCRÂNIA POR PARTE RÚSSIA

Biden diz que risco de a Rússia invadir a Ucrânia é muito elevado

Segundo o presidente americano, Moscou não está retirando as tropas da fronteira, mas reforçando o número de militares

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

ALEX WONG / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (17) que o risco de a Rússia invadir a Ucrânia é “muito elevado”, apesar do anúncio de Moscou de mais retiradas de tropas da fronteira.

A ameaça é “muito alta, porque eles não retiraram nenhuma de suas tropas. Eles moveram mais tropas”, disse Biden a repórteres na Casa Branca.

“Temos motivos para acreditar que eles estão fazendo uma operação de pretexto para ter uma desculpa para entrar.”

“Todas as indicações que temos são de que eles estão preparados para entrar na Ucrânia, atacar a Ucrânia”, insistiu.

“Minha percepção é que isso vai acontecer nos próximos dias.”

Biden disse que ainda não leu uma nova resposta escrita do presidente russo, Vladimir Putin, às propostas dos EUA para uma saída diplomática da crise.

As forças militares russas cercaram grande parte das fronteiras da Ucrânia como parte de uma tentativa de derrubar as políticas pró-ocidentais do país, incluindo seu objetivo de longo prazo de ingressar na Otan.

No entanto, disse que não tem planos de ligar para o presidente russo.

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PF REALIZA OPERAÇÃO CONTRA GRUPO QUE PROMOVIA IMIGRAÇÃO ILEGAL PARA OS EUA

Ação da PF combate emigração ilegal para os EUA

Operação ocorre no Espírito Santo e Minas Gerais; agência de turismo intermediava interessados e coiotes por US$ 25 mil

BRASÍLIA

 Lucas Nanini,

do R7, em Brasília

Fronteira do México com os Estados Unidos

POLÍCIA FEDERAL/DIVULGAÇÃO

Polícia Federal realiza nesta sexta-feira (4) uma operação contra um grupo que promovia emigração ilegal para os Estados Unidos e falsificação de selo ou sinal público. São realizados dois mandados de busca e apreensão nas cidades de São Francisco, no Espírito Santo, e Central de Minas, em Minas Gerais.

Segundo a PF, o principal investigado teve de entregar o passaporte à corporação e precisará pagar uma fiança de 50 salários mínimos, por decisão da Justiça Federal de Colatina, no Espírito Santo. O valor deverá ser recolhido em 48 horas, por depósito judicial. Caso o suspeito não cumpra a determinação no prazo, será expedido mandado de prisão contra ele.

Durante a operação desta sexta (4), que recebeu o nome de “Cristo Rey”, 16 policiais federais também atuaram para recolher novas provas para a conclusão das investigações.

Em 2021, a PF recebeu a denúncia de que uma agência de viagens de Barra de São Francisco fazia a intermediação entre interessados em entrar nos Estados Unidos e os chamados coiotes, que fariam o transporte ilegal deles ao país a partir da fronteira com o México.

A empresa cobrava US$ 25 mil por pessoa, valor que cobria todo o processo. O serviço incluía confecção e retirada de passaporte em São Paulo, passagens com embarque em Guarulhos e chegada aos Estados Unidos sem sobressaltos alfandegários. Os contratos eram identificados com símbolos da PF.  Advogados norte-americanos eram contratados para atender imigrantes detidos e estudar formas de manipular as regras migratórias.

A apuração preliminar realizada pelo Oficialato de Ligação da PF na cidade de El Paso, no Texas, contou com o apoio da unidade de inteligência da US Border Patrol e da Adidância da PF em Washington. Nessa fase, os policiais coletaram diversos dados, como valores cobrados, pessoas envolvidas no exterior, locais de embarque e permanência de migrantes e estratégias para a entrada ilegal nos Estados Unidos.

Os envolvidos poderão responder por promoção de migração ilegal, associação criminosa e fabricação de selo ou sinal público. Se condenados, a pena pode chegar a 14 anos de reclusão.

Ilegalidade

A operação recebeu o nome de Cristo Rey em referência ao monte do mesmo nome, que é livre de muro na fronteira entre o México e os Estados Unidos, em El Paso. A área é de propriedade da Igreja Católica, que impediu a construção da separação, e por isso o local é muito usado pelos coiotes que fazem o transporte ilegal de migrantes.

Segundo a Polícia Federal, 150 brasileiros foram detidos por dia, em 2021, ao tentar entrar ilegalmente no país norte-americano — quase 5.000 por mês. Não há dados sobre o número de pessoas que conseguiram fazer a travessia.

A PF informou que foram documentadas 1.589 apreensões de brasileiros que entraram ilegalmente nos Estados Unidos no ano fiscal de 2018. Com a flexibilização das restrições, houve recorde de detenções em 2021. Até setembro, foram contabilizados 78.842 casos.

‘Itens de viagem’ para os EUA

POLÍCIA FEDERAL/DIVULGAÇÃO

O Espírito Santo é o terceiro estado brasileiro em número de emigrantes ilegais. Minas Gerais e Rondônia são as unidades da federação com o maior número de situações do tipo.

A PF informa que as regras migratórias norte-americanas não foram flexibilizadas e que a travessia ilegal pela fronteira mexicana é cara e traz riscos às pessoas. “As organizações criminosas dedicadas a essa atividade não têm nada a perder. Há inúmeros relatos de agressão, estupros, furtos e até mesmo abandono dessas pessoas no deserto americano pelos coiotes”, declarou a corporação. A polícia relembrou o caso ocorrido em setembro do ano passado no Novo México. Na ocasião, o corpo de uma brasileira de 49 anos foi encontrado em uma área de deserto por agentes norte-americanos.

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EXÉRCITO DOS EUA ANUNCIOU QUE IRÁ DISPENSAR SOLDADOS QUE SE RECUSAREM A CUMPRIR NORMA DE VACINAÇÃO

Exército dos EUA irá dispensar soldados que não se vacinarem

Mais de 3.000 membros podem ser afastados; Marinha dispensou cerca de 40 integrantes, e Corpo de Fuzileiros Navais, mais de 300

INTERNACIONAL 

por AFP

Sargento de primeira classe aplica vacina em soldado em Fort Knox, no Kentucky

JON CHERRY/GETTY IMAGES/AFP – 09.09.2021

O Exército dos Estados Unidos anunciou na última quarta-feira (2) que irá dispensar os soldados que se recusarem a cumprir a norma de vacinação contra a Covid-19.

“Os soldados não vacinados representam um risco para a força e colocam em risco a prontidão”, pontuou a secretária do Exército, Christine Wormuth. “Iniciaremos os procedimentos de afastamento involuntário para os soldados que rejeitarem a ordem de vacinação e não estiverem aguardando uma decisão definitiva sobre um pedido de isenção”.

Mais de 3.000 soldados podem ser dispensados, de acordo com o comunicado. O exército tinha 48membros na ativa no fim de 2021.

Até 26 de janeiro, seis oficiais de alta patente, incluindo dois comandantes de batalhão, haviam sido destituídos por recusarem a vacina contra a Covid. O Exército também “repreendeu” por escrito 3.073 soldados que descumpriram a ordem.

A Marinha dos Estados Unidos já dispensou cerca de 40 membros, e o Corpo de Fuzileiros Navais, mais de 300. Essa força tem sido particularmente rigorosa, devido ao risco de que um único caso de Covid possa causar um surto que tire de serviço navios ou submarinos.

De acordo com o Pentágono, 97% dos cerca de 1,4 milhão de militares americanos na ativa receberam pelo menos uma dose de vacina contra a Covid.

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BIDEN ENVIA MENSAGEM AOS TERRORISTAS DE TODO MUNDO

Biden diz que EUA irão ‘caçar e encontrar’ terroristas

Presidente norte-americano afirmou que líder do Estado Islâmico explodiu todo um andar de um prédio para não ser preso

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden. fez um pronunciamento rápido nesta quinta-feira (3) na Casa Branca, para comentar a operação das forças especiais do país que resultou na morte do líder Estado Islâmico (EI), Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurashi, na Síria.Biden assegurou que “a operação de ontem à noite removeu um grande líder terrorista do campo de batalha e enviou uma forte mensagem aos terroristas de todo o mundo: vamos caçar vocês e encontraremos vocês”.

“Em um último ato desesperado de covardia, e sem se importar com a vida de sua própria família ou de outras pessoas no prédio, ele escolheu explodir a si mesmo, não apenas o cinto (de explosivos), mas todo o terceiro andar do que enfrentar a justiça pelos crimes que cometeu, levando vários familiares com ele, como fez seu antecessor”, explicou.

Os soldados americanos que participaram da ação estão bem.

Segundo Biden, al-Qurashi subiu à liderança do Estado Islâmico em 2019, depois que outra operação de forças norte-americanas eliminou o antecessor Abu Bakr al-Baghdadi. “Desde então, o EI realizou ataques contra os EUA, seus aliados e incontáveis civis no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. Ele supervisionou operações do grupo ao redor do mundo”, afirmou.

O presidente norte-americano também acusou al-Qurashi de ser o responsável pelo recente ataque contra uma prisão no norte da Síria onde estão detidos combatentes do EI.

“Ele também foi a força que moveu o massacre da minoria yazidi no norte do Iraque em 2014”, disse Biden, que citou massacres de vilas inteiras e a venda de mulheres e meninas yazidis como escravas, além do uso em massa de estupros “como arma de guerra”.

Fonte: R7

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NO MUSEU DEDICADO AOS NFTS AS PEÇAS DIGITAIS VÊM CAUSANDO FUROR NO MERCADO DE ARTE

Museu de NFTs é inaugurado em Seattle, nos Estados Unidos

Local exibe obras de arte digitais originais e explicações sobre como a tecnologia é usada para dar vida aos token não-fungíveis

TECNOLOGIA E CIÊNCIA

 por AFP

O Museu de NFT de Seattle visa buscar ajudar os visitantes a entender este novo universo

JASON REDMOND / AFP – 29.01.2022

Um museu dedicado aos NFTs (“token não-fungíveis”), as peças digitais que vêm causando furor no mercado de arte, abriu suas portas no estado americano de Washington.

O Museu de NFT de Seattle exibe obras de arte originais, assim como explicações da tecnologia usada para dar vida aos token não-fungíveis, buscando ajudar os visitantes a entender este novo universo.

“O ponto de ter um espaço físico é facilitar a compreensão de todos”, explicou o cofundador do museu Peter Hamilton, em entrevista à AFP.

“Não importa quanto você sabe, ou não, sobre arte digital, ou sobre os NFTs, porque você pode percorrer o museu e ver as peças de arte em um formato maior, de uma forma mais parecida com as exposições de um museu”, acrescentou.

As NFTs são peças virtuais únicas, cujo proprietário obtém a titularidade da obra, apesar de não ser algo tangível.

Seu conteúdo pode ser copiado, mas o NFT é “o original”, da mesma forma que existem no mundo inúmeras cópias da “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci. Já a pintura original pode ser encontrada apenas no Museu do Louvre.

Nos últimos meses, investidores e ricos colecionadores mergulharam de cabeça nesta mania digital, que funciona com a mesma tecnologia blockchain que sustenta as moedas digitais.

Em leilões recentes, os NFTs arrecadaram milhões, incluindo os 69,3 milhões de dólares (R$368 milhões) oferecidos por uma obra digital do artista Beeple, em um evento da Christie’s.

Como acontece com todas as novas tecnologias, há quem questione essas peças. Alguns inclusive descartam o gênero, dizendo ser apenas uma mod

Os visitantes do museu afirmam, no entanto, que veem essas peças como algo real.

“É como um fenômeno global, estamos vendo ele nascer”, disse uma mulher que visitava o museu.

Ver essa evolução é parte da diversão, afirma o cofundador do museu.

“É difícil dizer para onde vamos com essa tecnologia, isso é apenas o começo”, comentou Peter Hamilton.

“Quem disser que é especialista em NFT, está mentindo, porque estamos todos aprendendo. É uma experiência nova, estamos todos vivendo esse começo”, acrescentou.

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EM APOIO A OTAN OS EUA ENVIARÃO 3.000 SOLDADOS AO LESTE EUROPEU

EUA enviarão 3.000 soldados ao Leste Europeu, em apoio à Otan

Governo americano nega que movimentação de tropas seja para um eventual conflito entre Rússia e Ucrânia

INTERNACIONAL

por AFP

Cerca de 1.000 soldados americanos que estão na Alemanha irão para a Romênia

ALUN THOMAS / DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA VIA AFP – 31.1.2022

Os Estados Unidos enviarão 3.000 militares a vários países da Europa Oriental em apoio às forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), informou a imprensa americana nesta quarta-feira (2), citando funcionários do governo não identificados.

“Segundo as instruções do presidente e de acordo com as recomendações do secretário [da Defesa, Lloyd] Austin, o departamento vai reposicionar mais ao leste algumas unidades estacionadas na Europa”, afirmou um dos funcionários.

“Essas forças não vão lutar na Ucrânia”, enfatizou. “Esses movimentos não são permanentes. Respondem às circunstâncias atuais.”

Desse total, cerca de 1.000 soldados serão transferidos da Alemanha para a Romênia e outros 2.000 partirão da grande base americana de Fort Bragg, na Carolina do Norte, para a Alemanha e a Polônia, acrescentaram as mesmas fontes.

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AULAS PRESENCIAIS EM UNIVERSIDADE DOS EUA FORAM SUSPENSAS APÓS AMEAÇA DE ATAQUE

Universidade dos EUA tem aulas à distância após ameaça de ataque

Ex-professor de filosofia de UCLA enviou vídeo e texto para colegas com conteúdo “perturbador”, segundo autoridades

Aulas presenciais foram suspensas por ameaça de ataque aramado à universidade nos EUA

ROBYN BECK/AFP – 1º.2.2022

A universidade ameircana de UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) teve que adotar aulas em formato remoto nesta terça-feira (1º) depois que um ex-professor de filosofia divulgou um vídeo no qual parecia ameaçar o campus com um ataque a tiros.

A instituição informou a seus 44.500 alunos que as aulas teriam que ser realizadas virtualmente depois que Matthew Harris postou um discurso de 800 páginas e um vídeo na internet.  O ex-professor foi detido em Boulder, Califórnia, disse à imprensa a chefe de polícia, Maris Herold.

“Depois de revisar trechos do manifesto, identificamos milhares de referências violentas, afirmando coisas como assassinatos, morte, tiros, bombas, massacres no campus em Boulder”, acrescentou.

“O nível de violência que vimos no manifesto era obviamente alarmante. Ainda não cruzamos as informações entre estados e, por isso, temos parceiros na esfera federal revisando isto em detalhes. Mas posso dizer-lhes que era muito violento, muito perturbador”, emendou.

De acordo com a publicação estudantil Daily Bruin, a polícia da universidade começou a investigar Harris depois que ele enviou mensagens a várias pessoas do departamento de filosofia.

Estas mensagens incluíam um link para o vídeo intitulado “Filosofia UCLA (tiroteio)”, além das 800 páginas onde estavam as ameaças. Harris estava de licença administrativa desde o ano passado após ter sido acusado de enviar um vídeo com conteúdo pornográfico a uma estudante, noticiou o Daily Bruin.

Os ataques a tiros, particularmente em escolas, shopping centers e locais de culto, são um problema recorrente nos Estados Unidos, que vários governos não conseguiram conter.

Apesar de a opinião pública apoiar, em sua maioria, um controle mais estrito para a posse e o porte de armas de fogo, as tentativas de limitar o acesso às armas de fogo são, frequentemente, aplacados pelo poderoso lobby pró-armas, argumentando que se trata de um direito constitucional.

A violência com armas de fogo matou mais de 44 mil pessoas nos Estados Unidos em 2021, incluindo suicídios, segundo a entidade sem fins lucrativos Arquivo da Violência Armada.

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CULTURA ARMAMENTISTA DOS EUA ESCANCARA UM PROBLEMA MUITO PARTICULAR DO PAÍS

Cultura das armas projeta um futuro sombrio para os EUA

Especialista explica a relação dos americanos com os armamentos; país teve um aumento nas vendas desses itens na pandemia

INTERNACIONAL 

Fábio Fleury, do R7

Nenhum país vende mais armas que os EUA em todo o planeta

ERIK S. LESSER / EFE – EPA – ARQUIVO

Todos os anos, os tiroteios em massa que acontecem principalmente em escolas, mas também em shoppings, fábricas e festivais de música nos EUA escancaram um problema que é muito particular do país: a cultura armamentista está entrincheirada no dia a dia como em nenhum outro local do mundo.

A última pesquisa mundial da Small Arms Survey, realizada em 2018, colocava os EUA como o único país do mundo com mais armas do que habitantes: 120 para cada 100 pessoas. Na época, a estimativa era que os norte-americanos possuíam 393 milhões das 857 milhões de armas civis do planeta, 46% no total.

De lá para cá, o quadro só se agravou. Em 2019, 2,4 milhões de americanos compraram suas primeiras armas e, ao longo da pandemia, entre janeiro de 2020 e o final de abril de 2021, outros 5 milhões fizeram o mesmo. Ainda não há números fechados sobre a proporção por habitantes, mas 42% das residências nos EUA possuem pelo menos uma arma de fogo, segundo o Statista.

Em termos de comparação, o Brasil teve um crescimento na venda de armas e fechou 2021 com a estimativa de que cerca de 2,2 milhões armas registradas estejam nas mãos da população civil, o que eleva a proporção para cerca de 1 arma para cada 100 habitantes, segundo dados da Polícia Federal.

Causas vão além das leis

Mas voltando ao país que ocupa com folga a liderança: o que pode explicar tamanha prevalência de armas entre a população civil? De acordo com o canadense Robert Sean Purdy, professor de História da América na FFLCH-USP, não é apenas a famosa segunda emenda da Constituição, de 1791, que pode ser apontada como responsável pela situação que o país vive até hoje.

“Há muitos mitos sobre o papel da cultura e da Constituição sobre o armamento. O direito de ter armas estava relacionado à necessidade de ter milícias armadas para defesa contra futuros governos tirano, não o direito de ter armas em casa para uso pessoal. As próprias relações sociais de classe, raça e gênero explicam por que os americanos têm mais armas que todos os outros países do mundo: por centenas de anos, armas nas mãos de brancos foram usadas para reprimir pessoas indígenas e negras durante a escravidão e depois sem mencionar o uso de armas contra grevistas e movimentos sociais diversos”, explica.

Segundo Purdy, as poucas tentativas de controle de vendas de armas que foram colocadas em prática ao longo do século 20 tiveram como principal impulso a tentativa de evitar que movimentos sociais como os Panteras Negras tivessem o mesmo acesso às armas que o restante da população civil.

“A tímida regulamentação de armas nos anos 1960-70 foi estabelecida em grande parte para prevenir que afro-americanos tivessem acesso pleno às armas. O Partido dos Panteras Negras, por exemplo, exercia seu direito legal e constitucional de ter armas no fim dos anos 1960, mas o governo de California sob Ronald Reagan estabeleceu restrições justamente contra o partido”, relata.

Para o especialista, é uma questão que não deve ser resolvida facilmente, muito porque ela é tratada apenas no plano da regulamentação e não no enfrentamento de questões mais profundas, que fazem parte da sociedade norte-americana.

“Depois de cada massacre como Columbine, Sandy Hook ou a tragédia em Michigan no ano passado, há críticas de políticos e cidadãos sobre a facilidade de compra de armas no país. Vários estados têm endurecido as leis em relação ao uso de armas, mas os massacres continuam. O problema é que o debate fica parado somente na questão de regulamentação de armas e não enfrenta outras coisas que contribuem para a violência nos EUA, a mais óbvia sendo que o país vive um estado permanente de guerra no mundo”, avalia Purdy.

Segundo o professor, os números atuais, no entanto, devem ser contextualizados: “se, em 2022, 44% dos norte-americanos moram numa casa que tem pelo menos uma arma, esse dado é menor que em 1979 quando 50% das casas tinham armas. E mais da metade de todas as armas em circulação são de somente 3% da população que possuem em média 17 armas cada”.

Apesar de algum avanço nesse aspecto e no número de mortes, que caíram de 15,2 mortes por 100 mil habitantes por armas de fogo (incluindo homicídios e suicídios) em 1993 para 13,7 mortes por 100 mil habitantes em 2020 o pesquisador vê um futuro sombrio para os EUA na questão armamentista.

“A menos que haja uma radical mudança política não só para reduzir os números de armas no país, mas também para diminuir a cultura de violência alimentada pela extrema desigualdade social e racial e uma política externa perigosamente bélica. Com a atual polarização política no país e o alto nível de desigualdade social e racial não posso ser otimista sobre os próximos anos”, alerta o canadense.

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MOVIMENTOS DOS EUA SOBRE A UCRÂNIA CAUSA PREOCUPAÇÃO NA RÚSSIA

Rússia observa com ‘preocupação’ ação dos EUA sobre a Ucrânia

O governo norte-americano colocou 8,5 mil soldados em alerta máximo

A Rússia posicionou suas forças militares na fronteira com a Ucrânia

A Rússia posicionou suas forças militares na fronteira com a Ucrânia | Foto: Reprodução

 

A Rússia indicou nesta terça-feira, 25, que está observando com grande preocupação os movimentos dos Estados Unidos (EUA).

Um dia antes, o governo norte-americano colocou 8,5 mil soldados em alerta máximo, para estarem prontos para serem enviados à Europa, em caso de uma escalada na crise na Ucrânia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acusou Washington de alimentar as tensões sobre a Ucrânia — repetindo a linha de que a crise está sendo impulsionada por ações dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Estados ocidentais acusam a Rússia de planejar um novo ataque à Ucrânia, invadida em 2014. Moscou nega, mas diz que pode realizar ações militares não especificadas a menos que as exigências sejam atendidas, incluindo uma promessa da Otan de nunca admitir Kiev na aliança.

Na segunda-feira 24, a Otan afirmou que está colocando forças de prontidão e reforçando o leste europeu com mais navios e caças de guerra. A Rússia denunciou os movimentos como “histeria” ocidental. A ação é uma resposta ao Kremlin, que posicionou as tropas russas na fronteira com a Ucrânia.

A Rússia está aguardando uma resposta por escrito dos EUA nesta semana à sua lista de demandas de segurança, algumas das quais Washington já descartou.

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ECONOMIA: O QUE O FED IRÁ FAZER DIANTE DE UM CENÁRIO OBSCURO NA ECONOMIA AMERICANA?

Um fato quase inédito, que não acontecia na economia dos Estados Unidos há, pelo menos, 40 anos volta a acontecer como consequência da pandemia de Covid-19. Com uma inflação de preços se aproximando da faixa dos dois dígitos rapidamente, uma taxa de desemprego de 3,9%, “aparentemente” positiva e os salários em queda, o país caminha para uma recessão. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê disso!

Inflação de preços nos EUA é a maior desde 1982. E os salários reais estão em queda

O que o Fed irá fazer?

A inflação de preços nos EUA atingiu o maior valor em quase quarenta anos.

Segundo dados publicados ontem (quarta-feira, 12 de janeiro de 2022) pelo Bureau of Labor Statistics, o índice de preços ao consumidor (CPI – Consumer Price Índex) acumulado em 2021 foi de 7,1%.

A última vez em que ele esteve tão alto assim foi em junho de 1982, quando a taxa foi de 7,2%.

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Gráfico 1: evolução da taxa de inflação de preços ao consumidor americano (acumulado em 12 meses)

Este acentuado aumento na inflação de preços provavelmente irá aumentar a pressão política para que o presidente do Federal Reserve (o Banco Central americano) Jerome Poweel “faça alguma coisa” sobre isso.

Após meses insistindo que a inflação de preços seria “transitória” e que não havia motivos para preocupação, ficou claro, já em outubro de 2021, que a inflação de preços estava alcançando os piores níveis em décadas.

Desde então, o Fed fez uma alteração drástica no tom de seus pronunciamento, com Powell, nesta semana, dizendo que a inflação se tornou “uma ameaça severa“, e ainda reiterando que o Fed planeja elevar a taxa básica de juros bem mais cedo do que se imaginava:

À medida que o ano [de 2022] vá avançando … se as coisas progredirem como o esperado, iremos normalizar a política monetária, o que significa que, em março, iremos abolir o programa de compra de ativos, o que também significa que iremos elevar os juros ao longo do ano.

Observem a condicional “se as coisas progredirem como o esperado”. Naturalmente, o planejado aperto monetário irá depender fortemente dos indicadores econômicos do próprio Fed. Mais especificamente, irá depender de se a economia está crescendo e se a bolsa de valores está subindo.

Queda da renda real

Para muitos americanos, porém, as notícias já são ruins, e a carestia está subtraindo o poder de compra dos trabalhadores. Os números de dezembro mostram que a inflação de preços já superou os ganhos salariais. Em 2021, o salário médio aumentou 4,7% em termos nominais. Mas com a inflação de preços subindo 7,1%, os salários reais caíram.

O gráfico abaixo mostra esta evolução. A linha azul representa a evolução da taxa de inflação de preços. A linha cinza mostra a evolução dos ganhos salariais nominais. A partir de 2021, a inflação passa a subir mais que os salários.

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Gráfico 2: evolução da taxa de inflação de preços (linha azul) versus evolução dos ganhos salariais nominais (linha cinza). Fonte: BLS, tabela B-3. Ganhos por hora e semanais de todos os empregados do setor privado não-agrícolaConsumer Price Index 

Analisando esta diferença, pode-se constatar que os salários reais estão caindo há pelo menos oito meses, com a queda chegando a 2,3% em dezembro de 2021 em relação a dezembro de 2020.

Além da inflação de preços, a inflação de ativos também continua sendo um problema para os consumidores. Por exemplo, de acordo com a Federal Housing and Finance Agency, os preços dos imóveis estão em forte ascensão, tendo encarecido 16,4% em 2021. Trata-se do maior aumento da série histórica (iniciada em 1975), e muito maior do que os aumentos registrados no período 2004 a 2007, ápice da bolha imobiliária.

Empregos e estímulos

A taxa de desemprego em 3,9% parece positiva, mas a criação de empregos foi significativamente abaixo do consenso: foi de 199 mil em dezembro versus um consenso de 450 mil.

Este número fraco tem de ser visto dentro de seu real contexto: o maior plano de estímulo fiscal e monetário da história recente. Com a oferta monetária tendo aumentado 40% desde janeiro de 2020, e com o governo tendo um déficit de US$ 2,77 trilhões (espantosos 15% do PIB, o maior da história), a criação de empregos ficou muito aquém da ocorrida em outros episódios de recuperações, e a situação do emprego está significativamente pior do que estava em 2019.

O número de pessoas que não estão na força de trabalho, mas que querem um emprego, não mudou em dezembro. Foi de 5,7 milhões. Isso representa 717 mil pessoas a mais do que em fevereiro de 2020.

O total dos que estão desempregados há muito tempo (aqueles que estão sem emprego há 27 semanas ou mais) permaneceu em 2 milhões em dezembro de 2021. Isso são 887 mil pessoas a mais que em fevereiro de 2020. Estes desempregados representam 31,7% do total de desempregados, de acordo com o BLS (Bureau of Labor Statistics).

A taxa de participação da força de trabalho — que é a razão entre o número total de pessoas economicamente ativas (empregadas e desempregadas) e o número total de pessoas aptas a trabalhar — ficou em 61,9% em dezembro, estagnada há quase doze meses. E 1,5 ponto percentual menor que em fevereiro de 2020.

Finalmente, a razão entre empregados e população total ficou em 59,5%, o que dá 1,7 ponto percentual abaixo do nível de fevereiro de 2020.

Se colocarmos todos estes números dentro do contexto de um maciço estímulo de US$ 3 trilhões, a evidência é cristalina. A gastança e a impressão monetária desenfreadas não trouxeram melhorias. Todos os empregos recuperados vieram simplesmente da reabertura da economia. Eles viriam de qualquer jeito. O plano de estímulos não apenas não acelerou a criação de emprego, como, ao contrário, reduziu.

Com as pessoas desempregadas recebendo 300 dólares por semana para ficar em casa, as empresas passaram a ter dificuldades para contratar pessoas. A situação se tornou tão bizarra que o McDonald’s passou a pagar 50 dólares apenas para a pessoa comparecer para uma entrevista de emprego.

Como bem apontou o The Wall Street Journal, ainda antes da pandemia, empresas americanas já estavam reclamando de uma escassez de mão-de-obra qualificada para a indústria e para os setores mais tecnológicos, o que estava afetando a competitividade americana. Na atual situação, ficou ainda mais difícil para essas empresas encontrarem pessoas para operar fábricas de semi-condutores e desenvolver tecnologias de ponta.

Ou seja: a recuperação teria sido mais robusta sem estes estímulos.

Pior: os estímulos serviram apenas para gerar carestia e reduzir os salários reais.

Se a força de trabalho está estagnada e os salários reais estão caindo em meio à maior expansão monetária, ao maior pacote fiscal e ao maior déficit da história do governo americano, a conclusão inevitável é de que estes estímulos não foram particularmente exitosos.

Em específico, o número inédito de pessoas abandonando o emprego é evidência de um mercado de trabalho disfuncional, no qual centenas de milhares de americanos não querem trabalhar porque os custos superam os salários. Isto não é um sintoma de economia robusta; é um sintoma de um efeito realmente preocupante e deletério da inflação.

Por tudo isso, apesar da taxa de desemprego estar em 3,9%, o fato é que os EUA não estão nem próximos de um pleno emprego. A taxa está baixa porque, como demonstrado, a quantidade de pessoas que se retiraram da força trabalho (e que, portanto, não entram nas estatísticas) é alta. Apagar pessoas da lista de desemprego não representa pleno emprego.

Uma inflação persistentemente alta em conjunto com impostos mais altos (que serão necessários para financiar ao menos uma parte do déficit trilionário) significam menos oportunidades de emprego, pois as pequenas e médias empresas — que são as maiores empregadoras do país — têm de lidar com custos de produção maiores e margens de lucro menores.

A sinuca de bico do Fed

Nos últimos 40 anos, a cada queda relevante da Bolsa e a cada recessão, o Fed sempre recorria à mesma receita: socorrer o mercado e a economia, injetando dinheiro nos bancos.

A ideia é que esta impressão monetária fosse despejada na economia — via empréstimos concedidos pelos bancos — e causasse uma injeção de ânimo e de gastos, sustentando a Bolsa e interrompendo a recessão. Com efeito, por reiteradas vezes, o dinheiro novo animou a Bolsa e provocou gastos a curto prazo, mas não aboliu o ciclo econômico nem inibiu crises financeiras.

Só que este longo histórico de socorro condicionou os investidores e bancos a presumir que, na próxima crise, o Fed novamente socorrerá a Bolsa e a economia. Mas a novidade é que, ao contrário das outras ocasiões, agora realmente está havendo inflação de verdade (mesmo porque os estímulos de agora foram sem precedentes).

Logo, o que fará o Fed no atual e inédito cenário?

Se ele optar pelo combate à inflação e eventualmente indicar que haverá uma normalização dos juros — para níveis acima da inflação —, a Bolsa poderá despencar, junto com o PIB. Nem investidores, nem bancos, nem gestores, nem os demais países anseiam por essa alternativa. Também não aplaudiram inicialmente quando Paul Volcker acertadamente aumentou os juros em 1981, o que aniquilou a estagflação da década de 1970 e propiciou a volta da estabilidade e décadas de lucros nos mercados, mas ao alto custo de uma profunda recessão no curto prazo.

Se ele se mantiver no curso atual, tolerando uma inflação de preços mais altas para não apertar a bolsa, os desarranjos econômicos supracitados irão se intensificar, com consequências nada alvissareiras.

O grau de liberdade do Fed desapareceu. A até então “alternativa gratuita” dos estímulos fiscais e monetários não inflacionários expirou. A regra do jogo mudou. Para o mundo todo.

Fonte: Mises Brasil

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PEQUIM ADOTA ESTRATÉGIA PARA PROTEGER ECONOMIA CHINESA CONTRA RISCOS DE TENSÃO COM OS EUA

Em tensão com o mundo, China amplia produção e ‘cria’ estoque

A estratégia adotada por Pequim é para tentar proteger a economia chinesa

A estratégia adotada por Pequim é para tentar proteger a economia chinesa contra o risco de um longo período de tensão com os Estados Unidos

A estratégia adotada por Pequim é para tentar proteger a economia chinesa contra o risco de um longo período de tensão com os Estados Unidos | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A China está ampliando a produção interna e aumentando os estoques de itens considerados essenciais, para tornar o país menos dependente do resto do mundo.

A estratégia adotada por Pequim é para tentar proteger a economia chinesa contra o risco de um longo período de tensão com os Estados Unidos (EUA) e outros países.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério da Agricultura, definiram a “segurança” como prioridade para 2022.

As autoridades se comprometeram a garantir o fornecimento em geral, de grãos até energia e matérias-primas, assim, como a produção e distribuição de componentes industriais e commodities.

China reforçou a compra de grãos

Além de reforçar as compras de grãos nos últimos meses, a China também detalhou planos para reservar terras aráveis para o cultivo de soja, cultura que abandonara quase completamente em 2001.

Para 2022, as autoridades econômicas da China definiram alimentos básicos como soja e oleaginosas como prioridades.

Prioridade é dos fornecedores internos

A agenda econômica orientada para a segurança faz parte da estratégia do Partido Comunista Chinês de dar prioridade aos fornecedores e consumidores internos como motores da economia da China.

Assim, diminuiria a dependência de investimento estrangeiro e às exportações.

Tensões com grande parte do mundo

Essa virada para dentro parece ter se acelerado à medida que as relações da China com grande parte do mundo desenvolvido se tornam mais tensas.

Uma série de questões que vão da pandemia de covid-19 aos direitos humanos e a reivindicação de soberania de Pequim sobre Taiwan colocaram os EUA e muitos de seus aliados, como Austrália, Canadá e Japão, contra a China, que retaliou com a restrição às importações de alguns de seus produtos.
O veto ao carvão australiano, em especial, agravou a crise de energia em muitas partes da China no ano passado.

Cada vez mais assertiva e nacionalista, a China busca se tornar mais autossuficiente não só em tecnologia, mas também em bens essenciais, como alguns alimentos de primeira necessidade cujo fornecimento para o país depende de importações já faz tempo.

Com informações do jornal Valor Econômico

Fonte: R7

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NORTE-COREANOS VINCULADOS AO PROGRAMA DE MÍSSEIS SOFRERAM SANÇÕES FINACEIRAS DOS EUA

EUA punem cinco norte-coreanos após lançamento de mísseis

Departamento do Tesouro americano impôs sanções financeiras a pessoas acusadas de adquirir tecnologia para foguetes balísticos

Os Estados Unidos impuseram nesta quarta-feira (12) sanções financeiras a cinco norte-coreanos vinculados ao programa de mísseis balísticos do país, um dia depois que Pyongyang anunciou o lançamento de um míssil hipersônico.

O Departamento do Tesouro disse que as cinco pessoas que sofreram sanções são “responsáveis por adquirir bens para os programas de armas de destruição em massa [da Coreia do Norte] e relacionados com mísseis balísticos”.

As medidas “apontam contra o uso contínuo de representantes no exterior para comprar ilegalmente bens para armas”, disse o subsecretário do Tesouro para Terrorismo e Inteligência financeira, Brian Nelson, em um comunicado.

“Os últimos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte representam mais uma prova de que ela continua desenvolvendo seus programas proibidos, apesar dos apelos da comunidade internacional a favor da diplomacia e da desnuclearização”, afirmou Nelson.

Os jornais estatais da Coreia do Norte informaram nesta quarta-feira (12) que o líder do país, Kim Jong-un, supervisionou pessoalmente o teste bem-sucedido do míssil hipersônico, o segundo lançamento desse tipo por parte da nação com armas nucleares em menos de uma semana.

A agência estatal de notícias norte-coreana KCNA disse que o teste mais recente “confirmou ainda mais” a “excelente gestão da unidade de combate hipersônico”. Afirmou que alcançou com precisão um alvo a cerca de 1.000 quilômetros de distância.

O Departamento do Tesouro disse que as sanções foram impostas “após seis lançamentos de mísseis balísticos [da Coreia do Norte] desde setembro de 2021, dos quais cada um violou múltiplas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

“Os Estados Unidos seguem comprometidos em buscar o diálogo e a diplomacia com [a Coreia do Norte], mas continuarão abordando a ameaça representada pelos programas de armas ilegais [norte-coreanos] para os Estados Unidos e a comunidade internacional”, afirmou.

O governo americano de Joe Biden se ofereceu repetidamente para iniciar um diálogo sobre a nuclearização, mas sua oferta não recebeu resposta em um ano.

Um dos norte-coreanos punidos, Choe Myong Hyon, tem sua base na Rússia e está vinculado a uma instituição norte-coreana, a SANS, que já sofreu sanções pelo seu envolvimento no desenvolvimento de armas por parte da Coreia do Norte. Os outros quatro, Sim Kwang Sok, Kim Song Hun, Kang Chol Hak e Pyon Kwang Chol, vinculados a esta mesma instituição, têm sua sede na China.

Ao mesmo tempo, o Tesouro americano impôs sanções ao norte-coreano O Yong Ho, ao russo Roman Anatolievich Alar e à entidade russa Parsek por “atividades ou transações que contribuíram materialmente para a proliferação de armas de destruição em massa” por parte da Coreia do Norte.

As sanções do Tesouro proíbem qualquer transação por parte de cidadãos americanos com as pessoas designadas, e as empresas estrangeiras que se relacionem com elas também poderiam estar sujeitas a sanções.

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SENADOR AMERICANO DEFENDE A IDEIA DE QUE OS EUA FORTALEÇAM COOPERAÇÃO EM DEFESA COM O BRASIL

Senador republicano pede maior cooperação em defesa com o Brasil

Marco Rubio acredita que o país deve aumentar esforços para combater a influência da China no continente

O senador americano cobrou que os EUA priorizem e busquem opções para fortalecer os laços com o Brasil

O senador americano cobrou que os EUA priorizem e busquem opções para fortalecer os laços com o Brasil | Foto: Reprodução/marcorubio.com

 

O senador americano Marco Rubio, do Partido Republicano, defende a ideia de que os Estados Unidos (EUA) fortaleçam a cooperação em defesa com o Brasil.

O republicano fez o pedido ao secretário de Defesa norte-americano, Lloyd Austin, em uma carta enviada na sexta-feira 7.

Rubio lembrou que o Brasil é um importante aliado dos EUA e parceiro na área de segurança com grandes capacidades, além de estar disposto a trabalhar “lado a lado” com o país para garantir “segurança e estabilidade” na região.

O senador americano cobrou que Austin priorize e busque opções para fortalecer os laços com o Brasil e apoiar “iniciativas que tornem a região mais segura da influência maligna do Partido Comunista Chinês”.

O congressista acusou Pequim de tentar aumentar sua influência no continente americano através de práticas como corrupção, extorsão com vacinas, ameaças ao meio ambiente e desafios à soberania, entre outras coisas.

Nascido em Cuba, o senador, que representa o Estado da Flórida, considerou como “um bom primeiro passo” a recente visita ao Brasil feita pela chefe do Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, general Laura Richardson, para manter e expandir as relações bilaterais, mas acredita que mais pode ser feito.

Durante a viagem, que aconteceu em novembro, Richardson visitou o Comando Militar da Amazônia, em Manaus, e foi recebida em Brasília pelo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, e outras autoridades do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e das Forças Armadas brasileiras.

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GOVERNO DOS EUA ANUNCIOU ASSISTÊNCIA HUMANITÁRIA DE R$ 750 MIL PARA AJUDAR FAMÍLIAS NA BAHIA

Governo dos EUA doa R$ 750 mil para ajudar famílias da Bahia

Recursos devem ser utilizados na compra de produtos de limpeza, higiene e cozinha para as pessoas que ficaram desabrigadas

BRASÍLIA

Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

Estragos provocados por fortes enchentes na Bahia

RICARDO DUTRA/AFP – 30.12.2021

A Agência para o Desenvolvimento Internacional, órgão vinculado ao governo dos Estados Unidos, anunciou, nesta sexta-feira (7), uma assistência humaniária de R$ 750 mil para socorrer os moradores da Bahia que ficaram desabrigados em razão das fortes chuvas e enchentes que atingiram o estado no fim do ano passado.

Segundo a agência, os recursos doados serão administrados por parceiros dos EUA no Brasil, como a Adra (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais) e a Cáritas Brasileira.

“A Adra vai distribuir itens de assistência, incluindo kits de limpeza e higiene, como vassouras, baldes, panos de limpeza, água sanitária, esfregões e detergente, a mais de 800 famílias em Itambé, Itabuna, Ilhéus, Eunápolis, Itapetinga e outras municipalidades. A Cáritas Brasileira entregará às famílias desabrigadas itens como roupa de cama, utensílios de cozinha e kits de higiene”, informou a Agência para o Desenvolvimento Internacional.

O órgão do governo estadunidense disse que especialistas em desastres da região da Bahia e da capital dos EUA, Washington, estão monitorando a situação em coordenação com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil para determinar outras formas de assistência.

“As equipes da Embaixada e dos Consulados dos EUA no Brasil ficaram comovidas com a situação crítica enfrentada por tantas famílias na Bahia. Os EUA se sentem comprometidos e honrados em poder ajudar com algumas das necessidades imediatas destas famílias”, afirmou o encarregado de Negócios Douglas Koneff.

“A situação na Bahia é preocupante, e a Usaid [Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional] está contente em poder ajudar estas famílias a superar este momento crítico e reconstruir suas vidas”, acrescentou o diretor da Agência para o Desenvolvimento Internacional no Brasil, Ted Gehr.

Assistência de outros países

Desde os primeiros registros de estragos provocados pelas chuvas, o Brasil recebeu oferta de ajuda humanitária de dois países, segundo o Ministério das Relações Exteriores: Japão e Argentina.

De acordo com a pasta, a Embaixada do Japão e a Agência de Cooperação Internacional do Japão ofereceram apoio à resposta emergencial brasileira com a possibilidade de doação de barracas de acampamento, colchonetes dobráveis, cobertores, galões portáteis, lonas plásticas e purificadores de água.

A oferta, por incluir materiais de rápida disponibilização e emprego, foi aceita pelo governo brasileiro. Os detalhes para operacionalizar a ajuda, segundo o Executivo, estão sendo discutidos com o governo japonês.

Já a Embaixada da Argentina ofereceu o envio de dez agentes dos Capacetes Brancos para trabalhos de apoio diversos, entre os quais seleção de doações, montagem de barracas e assistência psicossocial à população afetada pelas enchentes. O governo brasileiro recusou essa assistência, mas respondeu com “manifestação de apreço e agradecimento”, segundo o Itamaraty.

“Com base em avaliação técnica da situação no terreno, informou que tais ações já vêm sendo atendidas pelos esforços do governo federal. Como expressado à Embaixada argentina e em contatos que vêm sendo mantidos entre os ministros das Relações Exteriores de ambos os países, Carlos França e Santiago Cafiero, a oferta argentina poderá vir a ser aceita, caso a situação demande necessidades suplementares de assistência com as características da oferta em pauta”, explicou a pasta.

R7 questionou o Ministério das Relações Exteriores sobre a assistência anunciada pelos EUA, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Mais de 850 mil atingidos

De acordo com a Sudec (Superintendência de Proteção e Defesa Civil) da Bahia, as enchentes que afetaram o estado já atingiram 850.325 pessoas. Segundo a pasta, são pelo menos 26.534 desabrigados e 61.551 desalojados — isto é, pessoas que não precisam de ajuda direta do governo para ser abrigadas. O governo baiano já confirmou 26 mortos e 520 feridos. No momento, duas pessoas permanecem desaparecidas.

As cidades que registraram mortes são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2), Ubaitaba (1) e Belo Campo (1).

Segundo a Sudec, 175 municípios foram afetados com os estragos das chuvas. Desse total, 164 estão com decreto de situação de emergência.

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SEGUNDO MINISTRO DA CULTURA DA ÁFRICA DO SUL, A CHAVE DA CELA QUE FOI OCUPADA POR NELSON MANDELA SERÁ DEVOLVIDA AO PAÍS EM VEZ DE LEILOADA NOS EUA

África do Sul impede leilão da chave da cela de Mandela

Ministro da Cultura sul-africano solicitou a devolução do objeto, que seria leiloado no próximo dia 28 nos EUA

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Mandela passou 27 anos detido por lutar contra o regime segregacionista do apartheid

ALBERT OLIVE / EFE

O ministro da Cultura da África do Sul, Nathi Mthethwa, informou que a chave da cela da prisão que foi ocupada pelo ex-presidente Nelson Mandela (1918-2013) será devolvida ao país em vez de ser leiloada nos Estados Unidos.

O leilão estava agendado para acontecer no dia 28 de janeiro, em Nova York. Segundo Mthethwa, o objeto “pertence ao povo da África do Sul”, e a casa de leilões Guernsey teria concordado em enviar a chave de volta.

“A chave simboliza a dolorosa história da África do Sul, ao mesmo tempo que representa o triunfo do espírito humano sobre o mal”, informou o ministro em um comunicado.

Mandela, que liderou a luta contra o apartheid, o regime segregacionista da minoria branca do país, passou 27 anos na cadeia. A chave que seria leiloada era de uma cela ocupada pelo ex-presidente na Ilha Robben, perto da Cidade do Cabo, onde ele passou 18 desses anos.

Mthethwa também informou que a Guernsey decidiu interromper a venda de outros itens que pertenciam a Mandela, como pinturas, uma bicicleta ergométrica e uma raquete de tênis.

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DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS EUA QUER PROCESSAR INVASORES DO CAPITÓLIO

Governo americano quer processar envolvidos em ataque ao Capitólio

Secretário de Justiça dos EUA, Merrick Garland, afirmou que todos os participantes da invasão serão responsabilizados

Departamento de Justiça dos EUA quer processar invasores do Capitólio

AHMED GABER / REUTERS – 6.1.2020

O governo americano tem a intenção de processar os participantes do ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, independentemente de seu status, afirmou nesta quarta-feira (5) o secretário de Justiça, Merrick Garland.

“O Departamento de Justiça continua comprometido com que todos os atacantes de 6 de janeiro prestem contas, qualquer que seja seu status, tanto se estiveram presentes nesse dia como se foram responsáveis penalmente pelo ataque à nossa democracia”, disse Garland, segundo trechos de um discurso que será proferido à tarde.

“Acompanharemos os fatos aonde quer que nos levem”, acrescentou Garland, que também é o procurador-geral dos Estados Unidos.

Os detratores do ex-presidente republicano Donald Trump o acusam de incitar seus partidários a atacar o Congresso.

Garland não citou Trump nem disse se o ex-inquilino da Casa Branca está sob investigação.

Uma comissão parlamentar composta principalmente de democratas busca determinar se Trump encorajou ou coordenou a violência de seus partidários contra a sede do Congresso e os policiais que protegeram o local.

Cinco policiais e um manifestante foram mortos nos confrontos e 140 policiais ficaram feridos.

Pedido de paciência

Merrick Garland pediu paciência com a maior investigação da história do Departamento de Justiça, que já acusou mais de 725 pessoas até agora, em meio a uma pandemia de Covid-19, e garantiu que a Justiça é imparcial.

“Em nossas investigações, não pode haver regras diferentes de acordo com a filiação a um partido político, não pode haver regras diferentes para amigos e inimigos, para quem tem poder e para quem não tem.”

Ele também criticou as acusações de fraude nas eleições de 3 de novembro de 2020, repetidas por Trump sem provas.

“Essas acusações, que minaram a confiança da população na legitimidade de nossas eleições, foram repetidamente rejeitadas pelas forças de segurança e agências de inteligência da administração atual e anterior, bem como por todos os tribunais, estaduais ou federais, que as examinaram”, acrescentou.

As acusações de fraude geraram ameaças e violência contra políticos locais e federais que são “profundamente perigosas para nossa democracia”, alertou.

“A expressão pacífica de uma opinião ou ideologia, por mais extremista que seja, está protegida pela primeira emenda” da Constituição, mas não o ato de “ameaçar ilegalmente ferir ou matar alguém”, lembrou.

Fonte: R7

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INTERVALO DE 15 MINUTOS FAZ GÊMEOS NASCEREM EM ANOS DIFERENTES NA CALIFORNIA

Gêmeos nascem em anos diferentes nos Estados Unidos

Os irmãos Alfredo e Aylin vieram ao mundo com 15 minutos de diferença, tempo suficiente para o fim de 2021 e o começo de 2022

INTERNACIONAL

por AFP

Chances de gêmeos nascerem em anos diferentes é de uma em 2 milhões

REPRODUÇÃO FACEBOOK/NATIVIDAD MEDICAL CENTER

Um casal de gêmeos, nascido com 15 minutos de intervalo na Califórnia, Estados Unidos, fará aniversário em datas diferentes, pois um nasceu em 2021 e o outro em 2022. Alfredo Antonio Trujillo veio ao mundo às 23h45 de 31 de dezembro na cidade de Salinas. Quinze minutos depois, já em 2022, nasceu sua irmã, Aylin Yolanda Trujillo.

“Me parece uma loucura que sejam gêmeos e tenham aniversários diferentes”, disse Fátima Madrigal, mãe dos bebês.

O centro médico Natividad, onde os bebês nasceram, informou que a possibilidade de gêmeos nascerem em dois anos diferentes é de uma em 2 milhões.

“Foi um dos partos mais memoráveis da minha carreira”, disse a médica Ana Abril Arias, encarregada de atender Fátima Madrigal e seus bebês. “Foi um absoluto prazer ajudar esses pequenos a virem ao mundo em 2021 e 2022”, insistiu.

Alfredo, o irmão mais velho, nasceu pesando 2,75 kg, enquanto a caçula, Aylin, tinha 2,13 kg.

O Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças informou que 120 mil gêmeos nascem todos os anos nos Estados Unidos, aproximadamente 3% dos nascimentos.

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AVANÇO DA OMICRON PODE CAUSAR SURTO DE INTERNAÇÕES NOS EUA

EUA temem surto de internações com avanço da Ômicron

Consultor da Casa Branca disse que o alto grau de contágio da cepa é uma variante determinante para o sistema de saúde

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da Reuters

Número de casos nos Estados Unidos está em alta com disseminação da Ômicron

MARCO BELLO / REUTERS – 29.7.2020

Anthony Fauci, o maior especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos, disse neste domingo (2) que ainda há perigo de um surto de hospitalizações devido a um grande número de casos de coronavírus, apesar de os dados iniciais sugerirem que a variante Ômicron da Covid-19 é menos severa.

“A única dificuldade é que se você tiver tantos casos, mesmo que a taxa de hospitalização seja menor com a Ômicron do que com a Delta, ainda há o perigo de que você tenha um surto de hospitalizações que possa sobrecarregar o sistema de saúde”, disse Fauci em entrevista à CNN.

A variante Ômicron foi estimada em 58,6% dos casos de coronavírus em circulação nos Estados Unidos em 25 de dezembro, de acordo com dados dos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA).

A chegada repentina da Ômicron trouxe números de casos recordes a países ao redor do globo e limitou as festividades de Ano-Novo em todo o mundo.

“Certamente haverá muito mais casos porque esta é uma variante muito mais transmissível do que a Delta”, disse Fauci à CNN.

No entanto, “parece, de fato, que [Ômicron] pode ser menos grave, pelo menos a partir de dados que coletamos da África do Sul, do Reino Unido e até mesmo alguns dados preliminares daqui dos Estados Unidos“, comenta Fauci.

O consultor da Casa Branca acrescentou que o CDC dará um esclarecimento sobre se as pessoas com Covid-19 devem testar negativo para deixar o isolamento, após confusão na semana passada sobre a orientação que permitiria que as pessoas deixassem o isolamento após cinco dias sem sintomas.

O CDC reduziu o período de isolamento recomendado a pessoas assintomáticas com Covid-19 para cinco dias. A política não exige testes para confirmar se uma pessoa pode ou não transmitir a doença antes de voltar ao trabalho ou socializar, fazendo com que alguns especialistas levantem perguntas.

“Você está certo. Tem havido alguma preocupação sobre por que não pedimos às pessoas naquele período de cinco dias para fazer o teste. Isso é algo que agora está sendo considerado”, disse Fauci à ABC News em uma entrevista separada no domingo.

As autoridades dos EUA registraram, pelo menos, 346.869 novos casos de coronavírus no sábado (1º), de acordo com a apuração da Reuters.

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BIDEN VAI OFERECER A PUTIN “VIA DIPLOMÁTICA” PARA RESOLVER TENSÃO SOBRE A UCRÂNIA

Biden e Putin conversarão por telefone sobre tensão na Ucrânia

Presidente dos EUA vai oferecer  ‘uma via diplomática’ ao líder russo; um novo encontro está marcado para o dia 10 de janeiro

Joe Biden e Vladimir Putin conversarão por telefone sobre a Ucrânia nesta quinta-feira (29)

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O presidente americano, Joe Biden, vai oferecer ao seu colega russo, Vladimir Putin, “uma via diplomática” para tentar resolver a tensão sobre a Ucrânia, durante a conversa por telefone que os dois terão na quinta-feira, informou a Casa Branca nesta quarta (29).

Biden e Putin falarão por telefone “para discutir várias questões, incluindo os próximos compromissos diplomáticos com a Rússia”, anunciou uma porta-voz da Casa Branca para questões de segurança. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, confirmou a informação, especificando que o telefonema ocorrerá “na última hora da noite (horário de Moscou)”.

Biden, que falará com Putin de sua casa em Delaware, se dirá disposto a empreender “uma via diplomática”, mas os Estados Unidos, que seguem “profundamente preocupados” com a presença de tropas na fronteira com a Ucrânia, também estão “preparados para responder” em caso de invasão, afirmou um alto funcionário da Casa Branca.

Washington “gostaria que as tropas voltassem às suas áreas de treinamento habituais”, disse essa fonte.

O telefonema entre os chefes de Estado acontecerá duas semanas antes das negociações entre os dois países, marcadas para 10 de janeiro, sobre os tratados de controle de armas nucleares e a situação na fronteira russo-ucraniana, em que o Ocidente acusa Moscou de concentrar tropas para um possível ataque.

O governo Biden continua realizando “ampla diplomacia com nossos aliados e parceiros europeus, consultando e coordenando uma abordagem comum em resposta à concentração militar da Rússia na fronteira com a Ucrânia”, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Emily Horne, em um comunicado.

Na quarta-feira (29), o secretário de Estado americano, Antony Blinken, se reuniu com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

O chefe da diplomacia americana “reiterou o apoio inabalável dos Estados Unidos à independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia em face do reforço militar da Rússia”, disse seu porta-voz, Ned Price.

Blinken e Zelenski falaram dos esforços para “resolver pacificamente o conflito no leste da Ucrânia e os próximos contatos diplomáticos com a Rússia”, acrescentou.

Zelensky também mencionou “esforços diplomáticos para alcançar a paz” e enfatizou em um tuíte que havia recebido garantias de “total apoio americano” para “combater um ataque russo”.

Esta será a segunda conversa telefônica entre as duas lideranças em menos de um mês. No início de dezembro, Joe Biden ameaçou Vladimir Putin com sanções “como nunca viu” se atacasse a Ucrânia.

A Rússia afirma ter agido em resposta ao que considera uma hostilidade do Ocidente e recentemente apresentou dois projetos de um tratado para impedir a expansão da Otan e encerrar as atividades militares das potências ocidentais perto das fronteiras russas. Acima de tudo, quer evitar que a Ucrânia se torne membro da Aliança Atlântica.

A negociação de 10 de janeiro é tensa. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, descartou “concessões” desde o início e os Estados Unidos já haviam alertado sobre alguns pedidos russos considerados “inaceitáveis”.

Essas negociações bilaterais precederão uma reunião marcada para 12 de janeiro entre a Rússia e a Otan. Ela é seguida de outra no dia 13 de janeiro entre Moscou e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da qual os Estados Unidos fazem parte, um porta-voz americano relatou na segunda-feira.

Em 2014, a Rússia anexou parte do território ucraniano, a península da Crimeia, manobra pela qual foi alvo de sanções.

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EUA TESTAM RESISTÊNCIA DE SATÉLITE A AMEAÇAS DA CHINA E RÚSSIA

EUA fazem exercício de guerra para testar resistência de satélites a ataques

Prática acontece após russos abaterem um satélite de comunicação ultrapassado, e contou com apoio do Reino Unido, Canadá e AustráliaMike

Mike Stone

da Reuters

Vice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no ColoradoVice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no Colorado13/12/2021 Força Aérea dos EUA/Sargento. Brittany A. Chase/Divulgação

Os Estados Unidos estão testando a resistência de satélites a ameças da China e da Rússia quilômetros acima da superfície da Terra. Isso acontece poucas semanas depois de os russos abaterem um satélite de comunicação obsoleto.

As simulações com auxílio de computadores incluem o possível abate de satélites rastreadores de mísseis, interferência e outros “efeitos” de guerra eletrônica, que são táticas possíveis em uma guerra espacial. Satélites de verdade não são utilizados na prática.

Durante uma visita à Base da Força Espacial de Schriever, no Colorado, a vice-secretária de Defesa Kathleen Hicks acompanhou o exercício de treinamento espacial simulado “Bandeira Espacial”, realizado pelas forças norte-americanas. Foi o 13º exercício do tipo e o terceiro envolvendo parceiros como o Reino Unido, o Canadá e a Austrália.

Líderes do Pentágono estão visitando bases do país nesta semana, enquanto o esboço de orçamento de 2023 do governo Biden ganha corpo. O Departamento da Defesa espera direcionar fundos do orçamento para garantir que as Forças Armadas possam conter ameaças da China e da Rússia.

Satélites são vitais para comunicações militares, navegação por posicionamento global e sistemas de sincronização necessários em caso de um conflito armado.

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NAÇÕES ALINHADAS COM OS EUA TAMBÉM FARÃO PARTE DO BOICOTE DIPLOMÁTICO AOS JOGOS DE PEQUIM

EUA x China: qual o peso do boicote ‘diplomático’ aos Jogos de Pequim?

Com medida, Biden consegue se posicionar contra o adversário geopolítico sem recorrer à guerra comercial, como fazia Trump

INTERNACIONAL

 Fábio Fleury, do R7

Representantes diplomáticos dos EUA, Reino Unido, Austrália e Canadá vão boicotar Pequim-2022

NOEL CELLIS / AFP – 7.12.2022

Na última segunda-feira (6), o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou que seu país irá fazer um “boicote diplomático” contra os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, que serão disputados em Pequim, capital da China, ao longo do próximo mês de fevereiro.

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, a medida serviria para mostrar que a administração Biden não compactua com o que ela chamou de “histórico de violações de direitos humanos” por parte do regime chinês, especialmente nas relações com territórios como Hong Kong e Taiwan, e também no chamado genocídio dos uigures na província de Xinjian.

Após o anúncio norte-americano, várias outras nações tradicionalmente alinhadas com os EUA, como o Reino Unido, a Austrália e o Canadá também divulgaram que farão parte do boicote diplomático.

Em um primeiro momento, seria possível confundir com o boicote liderado pelos EUA por conta da invasão da União Soviética ao Afeganistão tirou 65 países, como China, Índia, Argentina e Israel dos Jogos de Moscou-80. Outros 14 países do bloco soviético acabaram não disputando a edição seguinte, em Los Angeles-84, em retaliação. O Brasil disputou as duas edições.

No entanto, os boicotes da década de 1980 foram completos, os países simplesmente não mandaram representantes para participar dos Jogos. No caso atual, os países que fizeram o anúncio apenas não vão mandar representantes de Estado ou governo para acompanhar e participar de solenidades. Os atletas de todas as delegações poderão disputar as competições.

Disputas geopolíticas

Para o cientista político Leonardo Paz, professor do curso de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, a articulação feita pelo governo Biden para unir alguns dos aliados mais tradicionais dos EUA em uma ação conjunta contra a China, seu principal adversário geopolítico, pode render bons frutos no futuro.

“Levando essa disputa para o campo dos direitos humanos ele ganha em duas pontas, com quem quer bater de frente com a China e com os progressistas, porque é um tema muito caro pra essa ala do Partido Democrata. É um tema de política exterma que ganha pontos, avançando agenda e fazendo isso usando ferramentas diplomáticas normais”, analisa.

Para comparar, ele lembra a guerra comercial que o ex-presidente Donald Trump promoveu como modo de desafiar a China no cenário geopolítico. “Subir tarifas de importação, proibir empresas de negociar impacta a indústria e causa muitos problemas, alguns ainda não foram resolvidos. Não mandar uma comitiva para a China tem um impacto muito pequeno”, explica.

Com a medida, os EUA também conseguem reunir apoio em torno de uma bandeira em comum, mas que, de acordo com Paz, pode ter seu alcance ampliado no futuro. “Colocar todo mundo na mesa pra tomar medidas contra a China é muito difícil, ela é o principal parceiro comercial da maioria dos países. Esse boicote não afeta a balança comercial de ninguém e abre portas”, diz.

Para contextualizar o possível peso desse boicote, o professor relembra a tentativa do governo de Barack Obama de pedir que países aliados entrassem como acionistas do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, entidade proposta pela China que financia dezenas de projetos pelo mundo, especialmente a ‘Nova Rota da Seda’, principal plano do presidente chinês Xi Jinping.

“Obama tentou fazer com que os países não entrassem no banco e se deu mal, até o Reino Unido entrou como acionista. Construir alianças pontuais contra a China é muito difícil e nesse caso é uma vitória. Eu daria uma medalha [para Biden]”, completa Paz.

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CHINA CRITICOU BOICOTE DOS EUA AOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO DE PEQUIM 2022

EUA ‘pagarão o preço’ por boicote aos Jogos de Inverno, diz China

Americanos anunciaram medida em resposta às acusações de violação dos direitos humanos no território chinês

Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022Pessoas passam pelo logotipo dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 NOEL CELIS/AFP – 01.12.2021

A China criticou nesta terça-feira (7) o “boicote diplomático” dos Estados Unidos aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim-2022 em nome dos direitos humanos e afirmou que Washington “pagará o preço”.

Os Estados Unidos enviarão seus atletas, mas nenhum representante diplomático irá aos Jogos Olímpicos de 2022 em razão das violações dos direitos humanos por parte da China, especialmente na região de maioria muçulmana de Xinjiang (noroeste), anunciou na última  segunda-feira (6) a Casa Branca, ignorando as advertências chinesas.’

O porta-voz da diplomacia chinesa, Zhao Lijian, acusou o governo americano de violar o princípio de neutralidade política no esporte.

“A tentativa dos Estados Unidos de interferir nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim devido ao preconceito ideológico, com base em mentiras e rumores, expõe apenas suas intenções sinistras”, declarou Zhao.

“Os Estados Unidos pagarão o preço de suas ações equivocadas”, afirmou. “Fiquem atentos”, respondeu ao ser questionado sobre as represálias da China, antes de voltar a classificar de “mentira do século” as acusações ocidentais sobre a situação em Xinjiang.

Em Washington, a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, explicou na segunda-feira a decisão do governo do presidente Joe Biden.

“Se estivesse presente, a representação diplomática americana trataria estes Jogos como se nada estivesse acontecido, apesar das flagrantes violações dos direitos humanos e das atrocidades da China em Xinjiang. E simplesmente não podemos fazer isso”, afirmou.

“Os atletas do Team USA contam com todo o nosso apoio. Estaremos dando a eles 100% de suporte, enquanto torcemos por eles daqui”, completou Jen Psaki.

“Menos vírus”

Com o boicote, nenhum representante do governo dos Estados Unidos assistirá aos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos, mas os atletas do país disputarão as duas competições.

“Francamente, os chineses estão aliviados de escutar a notícia, porque, quanto menos funcionários americanos presentes, menos vírus”, tuitou o jornal estatal chinês Global Times.

Com as restrições da China à entrada de estrangeiros devido à luta contra a Covid-19, poucos líderes mundiais devem viajar a Pequim, com exceção do presidente russo Vladimir Putin, que aceitou um convite do colega chinês Xi Jinping.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) saudou o fato de a decisão “política” de Washington não impedir a participação de atletas americanos.

“A presença de funcionários do governo e diplomatas é uma decisão puramente política de cada governo, que o COI, em sua neutralidade política, respeita plenamente”, disse um porta-voz da entidade olímpica à AFP.

O Departamento de Estado americano afirmou que funcionários diplomáticos estarão presentes em Pequim “para garantir a segurança de nossos atletas, técnicos e indivíduos associados à equipe olímpica dos Estados Unidos”.

O que representa “uma questão diferente da representação diplomática oficial”, segundo o porta-voz do departamento, Ned Price.

Há vários meses, o governo americano buscava a melhor forma de se posicionar com relação aos Jogos de Inverno, um evento popular que será organizado de 4 a 20 de fevereiro de 2022 por um país que os EUA acusam de executar um “genocídio” contra os muçulmanos uigures de Xinjiang.

Várias organizações de defesa dos direitos humanos acusam Pequim de ter internado ao menos um milhão de muçulmanos em Xinjiang em “campos de reeducação”.

As autoridades chinesas denunciam sistematicamente a “interferência” dos ocidentais que condenam essa situação, afirmando que são “centros de formação profissional” para apoiar o emprego e combater o extremismo religioso.

O ex-chefe da diplomacia americana sob a administração Donald Trump, Mike Pompeo, pediu um boicote total dos Jogos.

“O Partido Comunista da China não dá a mínima para um boicote diplomático, porque no final das contas eles vão receber os atletas do mundo todo”, afirmou no Twitter.

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CHEFES DA DIPLOMACIA DOS EUA E RÚSSIA TIVERAM TENSO ENCONTRO SOBRE A UCRÂNIA

Diplomatas dos EUA e Rússia têm reunião tensa por conta da Ucrânia

Chefes da diplomacia norte-americana e russa, Antony Blinken e Sergei Lavrov se encontraram na Suécia para debater situação

INTERNACIONAL

 por AFP

Antony Blinken se reuniu com Sergei Lavrov, chefe da diplomacia russa

JONATHAN NACKSTRAND / POOL VIA AFP – 2.12.2021

Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia tiveram um tenso encontro nesta quinta-feira (2), repleto de advertências e ameaças sobre a Ucrânia, mas também indicaram que procuram resolver a crise por via diplomática.

“Estamos profundamente preocupados com os planos da Rússia de iniciar uma nova agressão contra a Ucrânia”, disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, ao chefe da diplomacia russa Sergei Lavrov.

Blinken retomou o tom adotado na quarta-feira quando, em uma reunião da Otan em Riga, expressou preocupação sobre “evidências” de que a Rússia teria planos de lançar “ações agressivas contra a Ucrânia”.

O americano também alertou nesta quinta-feira que se a Rússia continuar no caminho do “confronto”, sofrerá “graves consequências” depois de ameaçar Moscou com duras sanções na quarta-feira.

Blinken, no entanto, afirmou que estava disposto a “facilitar” a implementação dos acordos de Minsk, firmados após a Rússia anexar a Crimeia em 2014 e que visam resolver o conflito no leste da Ucrânia entre Kiev e separatistas pró-russos. No entanto, eles nunca foram totalmente aplicados.

Depois de listar as cláusulas dos acordos afirmando que Moscou não as respeitou, Blinken acrescentou: “a melhor forma de prevenir uma crise é a diplomacia”.

A reunião ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) reuniu as duas potências rivais e também a Ucrânia em Estocolmo.

Em seu discurso, Blinken também pediu à Rússia que “diminua a escalada” e retire as tropas, que, segundo os ocidentais, estão destacadas na fronteira com a Ucrânia.

Lavrov, no entanto, alertou que um “retorno ao cenário de pesadelo de um confronto militar” está se formando e acusou a Otan de “trazer sua infraestrutura militar para mais perto das fronteiras russas”.

O ministro russo também se opôs a uma eventual expansão da aliança do Atlântico para o leste que incluiria a Ucrânia, mas disse que estava aberto ao diálogo.

Lavrov declarou que Moscou deseja “garantias de segurança” em suas fronteiras e pediu ao seu homólogo americano que “não arraste a Ucrânia para o jogo geopolítico dos Estados Unidos”, caso contrário Moscou seria “obrigada a tomar medidas para restabelecer o equilíbrio militar-estratégico”, segundo o comunicado.

“Medidas dissuasivas”

Nesta quinta-feira, Blinken também se reuniu na capital sueca com seu colega ucraniano, Dmitro Kouleba, que reiterou seu pedido de implementação de “medidas dissuasivas” para que o presidente russo Vladimir Putin “pense duas vezes antes de recorrer à força militar”.

Desde novembro, Kiev e seus aliados ocidentais alertam para um reforço das tropas russas na fronteira com a Ucrânia e a possibilidade de uma invasão durante o inverno.

A Rússia — que anexou a península da Crimeia e é acusada de apoiar os separatistas — nega que esteja preparando um ataque e repreende a Otan por aumentar a tensão.

O Kremlin disse nesta quinta-feira que a disposição da Ucrânia de reconquistar a Crimeia constitui uma “ameaça direta” à Rússia.

Além da questão da Ucrânia, as últimas semanas foram marcadas pela crise migratória na fronteira de Belarus com a União Europeia e uma breve escalada dos confrontos entre a Armênia e o Azerbaijão, todos países membros da OSCE.

Os países da UE concordaram na quarta-feira sobre novas sanções contra Belarus, e os Estados Unidos disseram que anunciariam novas medidas punitivas “muito em breve”.

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TALIBÃ PEDIU AO GOVERNO DOS EUA PARA LIBERAR OS BILHÕES DE DÓLARES DE FUNDOS QUE ESTÃO CONGELADOS

Talibã pede aos EUA para desbloquear fundos afegãos

Governo extremista tenta conseguir o fim das sanções, enquanto o país enfrenta uma grave crise econômica e humanitária

INTERNACIONAL

 por AFP

Membros do Talibã são vistos em um veículo militar durante um desfile em Cabul

ALI KHARA/REUTERS – 14.11.2021

O Talibã pediu novamente ao governo dos Estados Unidos para liberar bilhões de dólares de fundos que estão congelados, após dois dias de negociações em Doha, enquanto o Afeganistão enfrenta uma grave crise econômica e humanitária. 

O governo talibã também pediu o fim das sanções, durante uma série de reuniões lideradas por seu ministro das Relações Exteriores, Amir Khan Muttaqi, e o delegado especial dos Estados Unidos para o Afeganistão, Tom West.

Esta é a segunda rodada de negociações entre as duas partes no Catar desde que os Estados Unidos encerraram a ocupação do país e o grupo islâmico assumiu o poder.

“As duas delegações discutiram questões de política, economia, assuntos humanitários, saúde, educação e segurança, além de maneiras de fornecer os serviços bancários e fundos necessários”, disse o porta-voz das Relações Exteriores do Afeganistão, Abdul Qahar Balkhi, no Twitter.

O porta-voz indicou que a delegação de seu país tranquilizou os Estados Unidos em questões de segurança e instou para que os fundos congelados sejam liberados de maneira incondicional, o fim das listas de penalizados e das sanções e que as questões humanitárias sejam separadas da política. Washington congelou cerca de 9,5 bilhões de dólares do Banco Central do Afeganistão.

A economia – altamente dependente da ajuda internacional – entrou em colapso e alguns funcionários não recebem salários há meses. O Tesouro não pode pagar as importações.

 

Agências da ONU alertaram que 23 milhões de afegãos – cerca de metade da população – estão ameaçados pela fome neste inverno, devido à combinação entre a seca pela mudança climática e a paralisação econômica.

Nas negociações, Washington manteve sua posição sobre as sanções que afetam o primeiro-ministro Mohammad Hassan Akhund, mas garantiu que os Estados Unidos agirão para ajudar o povo afegão.

Washington pediu ao Talibã que dê às mulheres e meninas acesso à educação, expressou “preocupação” com relatos de violações dos direitos humanos e lembrou aos islâmicos seu compromisso de não permitir que organizações “terroristas” operem no local.

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BOAS NOTÍCIAS: HOSPITAL DA UNIVERSIDADE DE HAVARD TESTA EM HUMANOS VACINA CONTRA ALZHEIMER

É muito bom quando temos novidades no campo da cura do Alzheimer. O destaque desta terça-feira da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS uma nova vacina nasal que já está sendo testada em humanos, na sua 1ª fase, num ensaio clínico no Hospital da Universidade de Harvard, nos EUA. Notícia super animadora, pois outros laboratórios também começam a desenvolver suas vacinas baseadas no mesmo princípio ativo da vacina de Harvard. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa super descoberta!

Vacina nasal contra Alzheimer será testada em humanos

Uma vacina nasal contra Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez, num ensaio clínico no Hospital da Universidade de Harvard, nos EUA.

Os cientistas vão analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto. Recentemente, também já começaram os testes da biofarmacêutica sueca Alzinova com outra vacina contra o Alzheimer. O primeiro paciente a receber a dose mora na Finlândia.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos da vacina, em formato de spray nasal, desenvolvida pelo seu grupo de estudo.

Prevenção

Com a vacina, os pesquisadores querem prevenir ou retardar a progressão da doença. E para isso o ensaio da Fase 1, em humanos, será conduzido no Brighan and Women’s Hospital, segundo maior hospital universitário da Escola de Medicina de Harvard.

Serão 16 participantes com idades entre 60 e 85 anos. Todos os voluntários estão com Alzheimer em estágios iniciais e não possuem quaisquer outros problemas de saúde relevantes.

Ele vão receber duas doses da vacina com intervalo de uma semana entre elas. Nesse primeiro teste, os pesquisadores devem analisar a segurança do composto e também determinar a dose ideal a ser administrada.

A vacina se baseia no estímulo ao sistema imunológico pra limpar as placas amiloides que são a chave da doença de Alzheimer.

Elas se formam quando pedaços da proteína beta-amiloide se acumulam nas células nervosas, bloqueando as sinapses, região dos impulsos nervosos, o que prejudica as memórias.

Medicamento aprovado

Em junho deste ano, a Food and Drug Administration (FDA), a Anvisa dos EUA, aprovou o primeiro medicamento para o Alzheimer, o aducanumab, mas a decisão veio acompanhada de polêmicas. Ainda não há consenso sobre a eficácia do remédio e mais testes clínicos foram solicitados à fabricante.

Há ainda outros medicamentos à base de anticorpos que podem entrar no mercado no futuro. A farmacêutica Eli Lilly planeja enviar dados de seu remédio, o donanemab, ao FDA até o final do ano. As empresas Biogen e Eisai também estão nessa corrida com seu medicamento, o lecanemab.

Com informações da Superinteressante

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SECRETÁRIO DOS EUA AGRADECEU EM NOME DO GOVENO DO PAÍS A ÁFRICA DO SUL PELA TRANSPARÊNCIA NAS INFORMAÇÕES SOBRE A VARIANTE ÔMICRON

EUA agradecem África do Sul pela transparência sobre a Ômicron

Secretário de Estado dos EUA conversou com ministra sul-africana para agradecer colaboração entre as nações

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Antony Blinken agradeceu colaboração da África do Sul

HENRY ROMERO/REUTERS – 30.4.2015

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, agradeceu neste sábado (27), em nome do governo do país, a África do Sul pela transparência na divulgação das informações sobre a variante ômicron do novo coronavírus.

Blinken conversou por telefone com a ministra das Relações Exteriores e Cooperação sul-africana, Naledi Pandor, a quem transmitiu o “apreço” pela colaboração em matéria de saúde pública entre as duas nações, segundo informou o Departamento de Estado Americano, por meio de comunicado.

Blinken fez menção à importância da “rápida identificação” da nova variante por pesquisadores que trabalham na África do Sul.

A cepa, que foi batizada de Ômicron pela OMS (Organização Mundial da Saúde), preocupa a comunidade científica por causa do elevado número de mutações que apresenta, algumas que já tinham sido observadas em outras variantes, como a beta, mas dessa vez, que são vistas juntas.

Vários países do mundo e, inclusive, a União Europeia, decidiram suspender os voos procedentes de países do sul da África, especialmente, de África do Sul e Botsuana, ou elevaram as restrições para pessoas que chegam dessas regiões.

Fonte: R7

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SECRETÁRIO DE ESTADO AMERICANO AFIRMA QUE RESULTADO DAS ELEIÇÕES NA VENEZUELA NÃO REFLETE A VONTADE DO POVO

Eleições na Venezuela ‘não refletem a vontade do povo’, apontam EUA

Secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, não reconheceu a vitória política dos apoiadores de Nicolás Maduro

INTERNACIONAL

por AFP

Eleições na Venezuela 'não refletem a vontade do povo', apontam EUA - Notícias - R7 InternacionalAnthony Blinken não legitimou resultados eleitorais venezuelanosKEN CEDENO / POOL VIA AFP – 1.7.2021

O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, afirmou nesta segunda-feira (22) que as eleições regionais de domingo (21) na Venezuela, nas quais o chavismo do presidente Nicolás Maduro venceu por esmagadora maioria, “não refletem a vontade do povo venezuelano”.”As detenções arbitrárias e o assédio de atores políticos e da sociedade civil, a criminalização das atividades dos partidos da oposição, a proibição de candidatos em todo o espectro político, a manipulação das listas de eleitores, a censura persistente dos meios de comunicação e outras táticas autoritárias sufocaram praticamente o pluralismo político e garantiram que as eleições não refletissem a vontade do povo venezuelano”, afirmou Blinken em um comunicado.

O chavismo no poder venceu no principal município, Caracas, e elegeu 18 de 23 governadores nas eleições regionais venezuelanas, nas quais a oposição voltou a participar depois de anos de boicote e pedidos de abstenção.

“O regime de Maduro privou os venezuelanos uma vez mais de seu direito de participar de um processo eleitoral livre e justo”, afirmou Blinken.

Os Estados Unidos e outros 50 países não reconhecem a reeleição de Maduro em 2018 por considerá-la fraudulenta.

“Temeroso da voz e do voto dos venezuelanos, o regime distorceu enormemente o processo para determinar o resultado desta eleição muito antes de que as cédulas fossem emitidas”, insistiu o secretário de Estado.

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA CASA BRANCA, BIDEN TEM INTENÇÃO DE CONCORRER À PRESIDÊNCIA DOS EUA EM 2024

Biden tem intenção de concorrer novamente à Presidência em 2024

Crise do Afeganistão e gestão do coronavírus fizeram aprovação pública do presidente norte-americano cair nos últimos meses

INTERNACIONAL

por Reuters

Aos 79 anos, Joe Biden é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 9.9.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem a intenção de concorrer à reeleição em 2024, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, nesta segunda-feira (22).

Biden, de 79 anos, sofreu uma queda na aprovação pública nos últimos meses, levando alguns dos democratas a se perguntarem se ele buscaria um segundo mandato de quatro anos.

“Ele quer. É a intenção dele”, disse Psaki, enquanto Biden voava a bordo do Força Aérea Um para um evento de Ação de Graças com as tropas norte-americanas em Fort Bragg, no Estado da Carolina do Norte.

Os democratas ficaram abalados com as vitórias dos republicanos nas eleições estaduais da Virgínia neste mês, e como uma vitória democrata apertada em Nova Jersey.

Alguns têm cogitado a viabilidade de uma candidatura da vice-presidente Kamala Harris em 2024, caso Biden decida não concorrer de novo. Uma pesquisa recente do USA Today e da Universidade de Suffolk mostrou que ela tem aprovação de 28% no cargo.

Biden passou pelo primeiro exame físico na sexta-feira (19) desde que tomou posse em janeiro e médicos constataram que ele está caminhando de forma rígida e atribuíram frequentes episódios de tosse a refluxos ácidos. Os médicos afirmaram que ele está apto para trabalhar.

As perspectivas políticas de Biden pareciam estar balizadas na semana passada após a aprovação de um plano de infraestrutura de 1 trilhão de dólares. Ainda está sendo debatido um outro pacote de 2 trilhões de dólares de investimentos em segurança social.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DOS EUA PASSOU POR COLONOSCOPIA E FEZ RETIRADA DE PÓLIPO MAS JÁ ESTÁ APTO AO TRABALHO

Joe Biden teve pólipo removido e está apto ao trabalho, diz médico

Presidente dos Estados Unidos passou por colonoscopia na manhã desta sexta (19) e precisou transferir poderes para Kamala Harris

INTERNACIONAL

 por Reuters

Aos 78 anos, Joe Biden é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos

JONATHAN ERNST/REUTERS – 19.11.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que passou por exame físico e colonoscopia nesta sexta-feira (19), continua apto ao trabalho e pode executar suas responsabilidades sem nenhuma restrição, disse seu médico em boletim divulgado pela Casa Branca.

Kevin O’Connor, médico do presidente, afirmou que a colonoscopia encontrou um “pólipo de aparência benigna” que foi facilmente removido. “A avaliação histológica está prevista para ser concluída no início da próxima semana. […] O presidente nunca teve câncer de cólon.”

O’Connor também disse que Biden apresentou um aumento na frequência de “pigarros” devido a refluxo, o que justificou um exame detalhado. Esse exame não encontrou tumores, úlceras, câncer ou outras condições graves.

O andar de Biden também está “perceptivelmente mais rígido e menos fluido” do que no passado, escreveu O’Connor. O exame atribuiu grande parte da rigidez ao desgaste da coluna, disse ele.

Biden transferiu brevemente o poder para a vice-presidente Kamala Harris, por pouco mais de uma hora, enquanto ele se submetia a colonoscopia nesta sexta-feira.

Fonte: R7

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GRUPOS DE IMIGRANTES UNIRAM FORÇAS PARA SEGUIR RUMO À FRONTEIRA DOS EUA

Milhares de imigrantes se reúnem no México e marcham para os EUA

Grupos que saíram de toda a América Latina avançam para o norte em direção à fronteira mexicana com o estado do Texas

Centenas de famílias se reuniram na fronteira sul do México com objetivo de chegar aos EUA

JOSE TORRES/REUTERS – 18.11.2021

Grupos de imigrantes do caribenho Haiti e de outros países da América Central uniram forças, nesta quinta-feira (18), ao deixar Tapachula, cidade do sul do México, para seguir rumo à fronteira dos Estados Unidos.

Cerca de 3 mil imigrantes chegaram em grupos menores perto da fronteira sul do México com a Guatemala nas últimas semanas para descansar e depois continuar sua jornada para o norte. Eles são parte de uma caravana maior.

Cerca de 150 pessoas, a maioria do Haiti, reuniram-se em um parque entre o entardecer de quarta-feira (17) e a manhã desta quinta-feira para viajar para o norte, disse um jornalista da Reuters.

Enquanto isso, membros de outra caravana de imigrantes também começaram a sair nesta quinta-feira de Tapachula, onde permaneceram durante meses. Eles seguiam para Veracruz depois de combinarem pontos de encontro por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais.

Ana Gomez, uma salvadorenha de 32 anos que viaja com os três filhos, a irmã e a sobrinha, disse que passou um mês em Tapachula. Embora seu destino seja os Estados Unidos, ela disse que não descarta ficar no México.

Autoridades americanas prenderam mais de 1,7 milhão de imigrantes na fronteira EUA-México no atual ano fiscal, o maior número já registrado.

Fonte: R7

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BRASIL ULTRAPASSOU OS EUA NO PERCENTUAL DA POPULAÇÃO COMPLETAMENTE VACINADA CONTRA COVID-19

Brasil ultrapassa os EUA em parcela da população totalmente vacinada contra a Covid

Segundo levantamento da Agência CNN, 59,06% dos brasileiros foram completamente vacinados, contra 58,9% da população dos EUA

Emylly Alves

Henrique Andradeda CNN

em São Paulo

Brasil ultrapassa os EUA em parcela da população totalmente vacinada contra a Covid | JORNAL DA CNN - YouTube

Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (17) os EUA no percentual da população completamente vacinada contra a Covid-19, segundo dados levantados pela Agência CNN. Ao todo, 59,06% dos brasileiros estão com a imunização completa contra a doença, contra 58,9% nos EUA.

Brasil e EUA são os países líderes em mortes por Covid-19 no mundo. A doença já matou 762.994 norte-americanos, enquanto 47.244.379 casos foram registrados. No Brasil, são 611.851 mortes e 21.977.661 infecções confirmadas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Nesta quarta, o Brasil registrou 373 mortes e 11.977 casos de Covid-19. As médias móveis (considerando a última semana) de óbitos e infecções ficaram em 259 e 9.766, respectivamente.

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BIDEN PROÍBE AUTORIDADES DA NICARÁGUA DE ENTRAREM NOS EUA

Estados Unidos proíbem entrada de autoridades da Nicarágua no país

Decreto de Joe Biden é resposta ao pleito nicaraguense que elegeu Daniel Ortega à Presidência pela quarta vez consecutiva

Comunidade internacional acusa Daniel Ortega de manipulação das eleições

CESAR PEREZ/AFP – 8.11.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, proibiu nesta terça-feira (16) que membros do governo da Nicarágua entrem nos Estados Unidos, em resposta a um processo eleitoral considerado pelos americanos fraudado em favor do presidente nicaraguense, Daniel Ortega.

A proibição de Biden se aplica a todas as “autoridades eleitas”, incluindo aparentemente Ortega e a esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, além de membros das forças de segurança, juízes, prefeitos e outros vistos como ameaça à democracia no país centro-americano.

“Os atos abusivos e repressivos do governo Ortega e daqueles que o apoiam levam os Estados Unidos a agir”, disse Biden em um decreto.

O decreto do presidente Biden se dá apenas um dia depois que os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá impuseram sanções às autoridades nicaraguenses em resposta à eleição do dia 7 de novembro, classificada por muitos países de farsa.

As ações foram tomadas após a reeleição de Ortega para um quarto mandato consecutivo, na sequência de uma campanha em que sete rivais políticos foram presos e houve grande repressão à imprensa.

Ortega, um ex-líder marxista de guerrilha, chama os críticos americanos de “imperialistas ianques” e os acusa de tentar prejudicar o processo eleitoral da Nicarágua. Cuba, Venezuela e Rússia ofereceram apoio a Ortega.

Sanções anteriores, como congelamentos de ativos e proibições de viagens a certas autoridades da Nicarágua, impostos por Biden e por Donald Trump, não conseguiram dissuadir Ortega, e muitos analistas estão céticos quanto ao impacto das novas medidas.

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