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DIREITO: BRASILEIRO DE 21 ANOS É UM DOS ADVOGADOS MAIS JOVEM APROVADO PARA ATUAR NOS EUA

Por Carolina Cruz, G1 DF

 

Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal

No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É o resultado de muita dedicação. O que você colhe está completamente ligado a coisas que você fez em 7, 8, 10 anos”, disse Mateus ao G1.

A dedicação de Mateus começou cedo. Com o incentivo dos pais — dois advogados — ele passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB), para o curso de Direito, aos 14 anos. Com 18 anos, ele se formou, e ficou conhecido como o mais jovem a ser aprovado para a OAB e também a fazer sustentação perante o Supremo Tribunal Federal (STF) — com causa ganha (relembre o caso mais abaixo).

Em 2019, o brasiliense foi aprovado para um mestrado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, considerada uma das melhores do mundo. Segundo ele, a experiência o fez “rever todas as premissas”.

“Quando cheguei lá, percebi que havia muita demanda por pessoas que entendem tanto o universo jurídico brasileiro quanto o americano, e o mestrado em Harvard abre a porta para você fazer a prova do Bar”, conta.

“Acho que a vida não é sobre ter um plano é sobre sempre adaptar o seu plano”, diz Mateus.

‘Habeas corpus’ para sair do castigo e ver jogo, aos 10 anos

Advogado Mateus Ribeiro, 18 anos, recebe carteira da OAB no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Mateus reconhece que faz parte de uma exceção. “A realidade de estudar fora, de aprender e falar bem inglês, de ter acesso a um país diferente é um negócio que precisa crescer cada vez mais, que precisa, cada vez mais, deixar de ser a exceção”, disse.

Na família, Mateus não foi o único a seguir o direito e se formar cedo. Ele foi quem quebrou o recorde do irmão, João Costa Ribeiro Neto, que conquistou a carteira da OAB aos 20 anos. A irmã, Clarissa Costa Ribeiro, foi graduada em direito aos 20 anos.

Em entrevista à TV Globo, em 2018, o jovem contou que os primeiros passos rumo à advocacia foram dados ainda antes do vestibular, aos 10 anos de idade. Na tentativa de escapar de um castigo, ele recorreu a uma estratégia que os pais já conheciam: um pedido de habeas corpus (assista abaixo).

“Meu irmão sugeriu que eu impetrasse um habeas corpus que seria julgado pelo meu pai, para eu poder ir pra sala ver o jogo do Corinthians”, conta Mateus.

Ainda criança, ele se destacava não só nas “manobras de defesa”, mas também na habilidade com a leitura. Mateus chegou a ler 86 livros em um ano

Advogado aos 18 anos

Antes do mestrado em Harvard, o jovem atuou, por um ano, como advogado. Ele defendia, principalmente, causas que envolvem Direito Constitucional e, neste período, foi o mais jovem a realizar uma sustentação oral no STF.

Mateus defendeu a tese de que apenas o estado pode legislar sobre o Direito do Trabalho. O entendimento representou a maioria da Corte em julgamento que contou com 7 votos favoráveis e 4 contrários.

“Eu cheguei lá como um advogado normal, até com aquelas roupas todas, difícil de fato das pessoas identificarem que eu era tão novo. E foi ótimo, porque eles não me trataram diferente e ao final da sustentação eu falei que tinha apenas 18 anos naquela ocasião. E aí, nossa, os ministros elogiaram e ficaram surpresos”, lembra.

O ministro relator do processo, Luiz Edson Fachin, definiu Mateus como “ilustre causídico [advogado]” e o parabenizou

Advogado mais jovem do país a defender uma tese no STF estréia na tribuna e recebe elogios

Questionado se a idade já causou alguma situação diferente na profissão, Mateus nega. “Eu nunca quis ser definido pela minha idade. Eu nunca quis que eu fosse tratado de uma maneira especial, diferente ou pior por ser um advogado que estava na profissão mais cedo que o normal”, aponta.

“Eu acho que quando você demonstra maturidade na sua profissão as pessoas reagem bem a isso e consideram que, dado a sua conduta, você merece. Eu acho que sempre fui muito bem recebido”, diz Mateus.

A prova do “Bar”, em New York, ocorreu em outubro de 2020, quando ele tinha 20 anos. No mesmo mês, Mateus voltou ao Brasil e, atualmente, ele trabalha em um escritório de advocacia em São Paulo, que presta apoio jurídico a empresas brasileiras que fazem operações internacionais.

“Pretendo trabalhar e ajudar a economia do Brasil justamente como uma ponte entre as empresas daqui e o mercado financeiro de Nova York. Empresas que estão se financiando para crescer, contratar pessoas. Sinto esse chamado, de ser essa ponte [entre os dois países]”, conta.

Fonte: G1
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EUA ACERTARAM COM O IRAQUE A RETIRADA DAS ÚLTIMAS TROPAS NO PAÍS

EUA definem retirada das últimas tropas de combate no Iraque

Militares norte-americanos foram enviados ao país do Oriente Médio para combater extremistas islâmicos

INTERNACIONAL

Da AFP

Acordo foi feito durante reunião virrtualAcordo foi feito durante reunião virrtual
AHMAD AL-RUBAYE / AFP

Os Estados Unidos acertaram, nesta quarta-feira (7), com o Iraque a retirada de todas as tropas de combate que permanecem implantadas no país para combater os extremistas islâmicos. Um pequeno contingente de treinamento, porém, continuará no país.

“As partes confirmaram que a missão dos Estados Unidos e as forças da coalizão entraram em uma transição focada no treinamento e aconselhamento, permitindo assim a redistribuição de quaisquer tropas de combate restantes no Iraque, para o qual o cronograma será estabelecido em um diálogo técnico”, anunciaram os países em um comunicado conjunto após uma reunião virtual.

O anúncio ocorre em um momento em que as forças dos EUA recebem ataques de foguetes quase diários, atribuídos a milícias paramilitares xiitas ligadas ao Irã, o que levou Biden a ordenar ataques aéreos contra acampamentos na Síria.

Mas Biden, em uma rara concordância com seu antecessor, Donald Trump, está buscando acabar com uma política conhecida como “guerras sem fim”.

Trump havia determinado uma redução do contingente no Iraque e no Afeganistão em seus últimos meses no poder e, em 15 de janeiro, as tropas americanas em cada país haviam sido reduzidas a 2.500 soldados.

O ex-presidente democrata Barack Obama ordenou a retirada de todas as tropas do país no Iraque, mas voltou a enviar tropas após a brutal ofensiva do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

De acordo com o comunicado conjunto, “a transição das forças dos Estados Unidos e outros contingentes internacionais das operações de combate para treinamento, equipamento e assistência às Forças de Segurança Iraquianas reflete o sucesso desta parceria estratégica”.

O Iraque prometeu proteger as bases com pessoal americano que, segundo Washington, está presente “apenas como um apoio aos esforços do Iraque para combater o EI”.

Fonte: R7
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EUA NÃO APOIAM UM SISTEMA QUE EXIGE PASSAPORTE DE VACINAÇÃO E DESCARTA IMPOSIÇÃO DE CREDENCIAIS

Casa Branca descarta imposição de passaporte de vacinação nos EUA

Secretária de imprensa do governo afirma que país não apoia um sistema que exige que norte-americanos carreguem credenciais

INTERNACIONAL

 Da AFP

Anúncio foi feito por Jen Psaki, secretária de imprensa da Casa Branca

ALEX WONG / GETTY IMAGES VIA AFP

A Casa Branca descartou nesta terça-feira (6) a imposição de qualquer forma de passaporte sanitário de vacinação contra o coronavirus nos Estados Unidos, mas disse que as empresas privadas são livres para explorar a ideia.

“O governo não apoia ou apoiará agora um sistema que exige que os americanos carreguem uma credencial. Não haverá banco de dados federal de vacinas ou ordem federal que exija que todos obtenham uma única credencial de vacinação”, disse a jornalistas a secretária de imprensa, Jen Psaki.

Os chamados passaportes de vacinação, que comprovam imunização contra a covid-19, têm sido apresentados em todo o mundo como uma ferramenta potencialmente poderosa para reabrir países com segurança para reuniões em massa e viagens.

No entanto, a ideia gerou resistência generalizada sobre questões de privacidade e outros abusos dos direitos civis.

Psaki disse que o maior interesse vem de empresas privadas que buscam reabrir locais onde “há grande quantidade de pessoas”, como estádios ou teatros.

A porta-voz do governo de Joe Biden disse que um “guia” será publicado com “respostas importantes para as perguntas dos americanos, em particular sobre preocupações com privacidade, segurança e discriminação”.

“Nosso interesse, por parte do governo federal, é muito simples, é de que a privacidade e os direitos dos americanos devem ser protegidos e, portanto, que esses sistemas não sejam usados de forma injusta contra a população”, afirmou Psaki.

Fonte: R7
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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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PEQUIM É EXORTADO PELOS EUA À “PARAR DE DESTRUIR INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS DE HONG KONG “

EUA solicita que Pequim pare de ‘destruir’ democracia de Hong Kong

Washington afirmou que China pode sofrer consequências caso não respeite as instituições democráticas do território autônomo

Comunicado foi feito por Antony Blinken, chefe da diplomacia americana

MANDEL NGAN / POOL / AFP

Os Estados Unidos reafirmaram formalmente nesta quarta-feira (31) que Hong Kong não desfruta mais da autonomia prometida pela China e, portanto, não merece um tratamento favorável de Washington, exortando Pequim a “parar de destruir as instituições democráticas” do território.

“Continuaremos a apelar à República Popular da China para que respeite as suas obrigações e compromissos internacionais: pare de desmantelar as instituições democráticas, a autonomia e o Estado de direito de Hong Kong, liberte imediatamente todos os indivíduos presos injustamente e abandonar todas as acusações contra eles, além de respeitar os direitos humanos de todo o povo de Hong Kong”, afirmou o chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, em um comunicado.

O secretário de Estado informou que haverá “consequências para estas ações”, ao mesmo tempo em que Pequim ratificou na terça-feira (30) uma reforma radical do sistema eleitoral de Hong Kong que vai marginalizar totalmente a oposição.

Em maio, o governo do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia declarado que a ex-colônia britânica não tinha mais o “alto grau de autonomia” garantido pela China quando ocorreu a transferência de soberania por Londres, em 1997. Como consequência, revogou o status comercial preferencial do qual desfrutava Hong Kong.

Uma lei de 2019 prevê que o governo notifique o Congresso dos Estados Unidos a cada ano sobre a situação da autonomia desse território.

“No ano passado, a República Popular da China continuou a desmantelar o alto grau de autonomia de Hong Kong”, principalmente com a polêmica lei de segurança nacional de Pequim, que “minou seriamente os direitos e liberdades dos residentes de Hong Kong”, observou Blinken.

“Certifico ao Congresso que Hong Kong não merece tratamento diferenciado”, acrescentou, confirmando que o governo do democrata Joe Biden dará continuidade à política do antecessor.

Da mesma forma, Blinken denunciou novamente “as prisões arbitrárias e acusações de opositores pacíficos, militantes e manifestantes por razões políticas”, além da “proibição de fato de manifestações públicas”.

Fonte: R7
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CONSIDERADO CULPADO POR DIVERSOS CRIMES, IRMÃO DO PRESIDENTE DE HONDURAS PEGA PRISÃO PERPÉTUA NOS EUA

Irmão do presidente de Honduras pega prisão perpétua nos EUA

Tony Hernández, irmão de Juan Orlando Hernández, foi considerado culpado em 2019 de diversos crimes, incluindo tráfico

INTERNACIONAL

Da AFP

Manifestantes comemoraram a condenação de Hernánzes em Nova York

TONY A. CLARY / AFP – 30.3.2021

O irmão do presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, foi condenado nesta terça-feira (30) à prisão perpétua por um juiz de Nova York por tráfico de drogas em larga escala.

Tony Hernández, de 42 anos, foi declarado culpado em outubro de 2019 após um julgamento no qual os promotores americanos disseram que o chefe de Estado hondurenho havia conspirado para o narcotráfico, uma acusação que o presidente do país centro-americano nega.

Ele respondia a acusações de tráfico de cocaína aos Estados Unidos, falso testemunho e posse de armas de fogo.

O juiz Kevin Castel declarou que a sentença de prisão perpétua para Tony Hernández, que foi detido em um aeroporto de Miami em novembro de 2018, foi “bem merecida”.

Os promotores do distrito sul de Nova York garantiram em seu processo que o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, era um parceiro fundamental de seu irmão Tony, embora ele não tenha sido acusado.

Os promotores exigiram prisão perpétua, ressaltando que Hernández “não demonstrou nenhum remorso”, enquanto a defesa pediu a pena mínima obrigatória de 40 anos.

“Com total impunidade”

“O acusado era um congressista hondurenho que, junto ao seu irmão Juan Orlando Hernández, desempenhou um papel de liderança em uma violenta conspiração de tráfico de drogas patrocinada pelo Estado”, escreveram os promotores ao juiz antes da sentença.

Tony Hernández atuou “com total impunidade” graças à proteção de seu irmão e contribuiu para a “putrefação” das instituições hondurenhas, afirmou também a promotoria durante o julgamento.

Uma testemunha da acusação, o ex-traficante de drogas e ex-prefeito hondurenho Alexander Ardón, testemunhou durante o processo que esteve presente em uma reunião na qual o agora preso Joaquín “Chapo” Guzmán, então chefe do cartel mexicano de Sinaloa, entregou um milhão de dólares em dinheiro para Tony Hernández pela campanha eleitoral de seu irmão, em 2013.

O presidente de Honduras também foi acusado por promotores americanos de ser parceiro de outro narcotraficante hondurenho, Geovanny Fuentes Ramírez, considerado culpado de tráfico de drogas em 22 de março, após um julgamento presidido pelo mesmo juiz Castel.

Juan Orlando Hernández, advogado que chegou ao poder em janeiro de 2014, e que está em seu segundo mandato, nega ter sido sócio do seu irmão ou de Fuentes no tráfico de cocaína para os Estados Unidos, e afirma que traficantes de drogas que testemunharam contra seu irmão em ambos os processos querem vingança contra ele por sua luta contra essa atividade ilícita.

Todos desde 2006

Durante o julgamento de Geovanny Fuentes, os promotores americanos afirmaram que, desde 2006, todos os presidentes hondurenhos receberam propina de traficantes de drogas em troca de proteção e promessa de não-extradição.

Fábio Lobo, filho do ex-presidente de Honduras Porfirio “Pepe” Lobo (2010-2014) — do Partido Nacional, o mesmo de Hernández — foi condenado a 24 anos de prisão em Nova York em 2017, por ajudar no tráfico de 1,4 toneladas de cocaína para os Estados Unidos.

O ex-advogado de Tony Hernández, Melvin Bonilla, foi baleado e morto no início deste mês quando dirigia por uma área central de Tegucigalpa.

Um suposto parceiro de Tony, Magdaleno Meza, foi baleado e morto em uma prisão de segurança máxima de Honduras em outubro de 2019, dias depois que o irmão do presidente foi considerado culpado.

Segundo seu advogado, Meza foi assassinado após receber ameaças “de pessoas que se identificaram como sendo do governo”.

Fonte: R7
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EUA VÃO AJUDAR O BRASIL EM SEUS ESFORÇOS PARA MAXIMIZAR O ACESSO ÀS VACINAS, AFIRMA EMBAIXADOR

EUA vão ajudar Brasil a ter acesso às vacinas, diz embaixador

Todd Chapman reuniu-se nesta terça com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga e garantiu colaborar no enfrentamento da covid

BRASIL

 Do R7

Todd Chapman, embaixador dos EUA no BrasilTodd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil DIVULGAÇÃO/US EMBASSY

A Embaixada dos Estados Unidos afirmou em nota nesta terça-feira (30) que o país vai ajudar o Brasil em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas. O embaixador Todd Chapman reuniu-se por videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga para revisar a cooperação dos Estados Unidos com o Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Os Estados Unidos têm estado ao lado do Brasil e do povo brasileiro no enfrentamento da covid-19 desde o início da pandemia. A reunião entre o embaixador Chapman e o ministro Queiroga foi uma oportunidade importante para reiterar nosso compromiso”, diz a nota.

“O embaixador aproveitou a oportunidade para revisar a cooperação dos EUA e conversou sobre ao acesso às vacinas. Embora nossa primeira prioridade seja garantir o acesso dos norte-americanos às vacinas, estamos engajando ativamente o Brasil em maneiras de ajudar em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas seguras, eficazes e de qualidade para os brasileiros.”

O embaixador norte-americano também destacou o que os EUA já realizaram ao longo dos 12 meses da pandemia, como por exemplo,  o fornecimento de insumos, equipamentos de saúde, cestas basicas, ventiladores pulmonares, hospitais de campanha, equipamentos de proteção individual e assistência técnica médica.

O governo dos EUA e o setor privado norte-americano já doaram mais de US$ 75 milhões para comunidades brasileiras que lutam contra o ritmo acelerado do novo vírus.

Embaixador Chapman reafirmou o compromisso dos EUA com a continuidade dos esforços para reduzir o impacto da pandemia em comunidades brasileiras.

Fonte: R7

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CIÊNCIAS: A AMBICIOSA E POLÊMICA PROPOSTA DE UM GRUPO DE CIENTISTAS DOS EUA É DE ESCURECER O SOL PARA CONTER AQUECIMENTO NA TERRA

Uma ala de cientistas propõe uma ousada iniciativa para escurecer o sol com o intuito de conter o aquecimento da terra. Trata-se de sugestões de geoengenharia que inclui injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar e também a formação de nuvens cirrus cada vez mais finas. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa curiosa descoberta da ciência!

Cientistas propõem escurecer o Sol para conter aquecimento da Terra

Sugestões de geoengenharia incluem injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar e formação de nuvens cirrus cada vez mais finas

Nuvens cirrus: uma das ideias de geoengenharia propostas envolve trabalhar com essas formações. Crédito: Piqsels

Um grupo de cientistas do governo dos EUA apresentou nesta semana uma proposta ambiciosa e polêmica para impulsionar novas pesquisas sobre geoengenharia solar como uma saída para se enfrentar o problema do aquecimento do planeta. Em relatório divulgado pelas Academias Nacionais de Ciências (NAS) do país, os pesquisadores recomendam um financiamento de até US$ 200 milhões nos próximos cinco anos para entender melhor a viabilidade de intervenções para diminuir a intensidade da luz solar, o risco de consequências indesejadas prejudiciais e como essa tecnologia poderia ser administrada de maneira ética.

No documento, os autores reforçam que a redução das emissões de carbono segue sendo a ação mais urgente contra a mudança do clima, mas o progresso lento e preocupante nessa frente pressiona pela consideração de outras soluções viáveis ainda pouco estudadas.

O relatório considera três tipos de geoengenharia solar para aumentar a reflexão da radiação solar de volta para o espaço, diminuindo o aquecimento do planeta: a injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar; o uso de partículas para tornar as nuvens baixas sobre os oceanos mais reflexivas; e a formação de nuvens cirrus de alta altitude cada vez mais finas.

Fenômenos imprevisíveis

Para os defensores dessa proposta, a geoengenharia pode trazer benefícios mais rápidos em termos de contenção do aumento de temperatura. Já para os críticos, o uso desse tipo de tecnologia abre espaço para uma série de fenômenos imprevisíveis com efeitos negativos sobre o clima, que podem inclusive intensificar o processo de aquecimento da Terra. Além disso, seria necessário manter esses efeitos permanentemente, já que a concentração de CO2 não diminui e um eventual esgotamento desse processo permitiria um salto significativo na temperatura terrestre.

Fonte: Revista Planeta

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PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN CONVIDOU 40 LÍDERES MUNDIAIS ENTRE ELES O PRESIDENTE DO BRASIL JAIR BOLSONARO PARA UMA CÚPULA SOBRE O CLIMA

Biden convida Bolsonaro e outros líderes para cúpula sobre o clima

No Dia da Terra, em 22 de abril, 40 chefes de Estado terão reunião virtual para discutir medidas de combate às mudanças climáticas

INTERNACIONAL

 Da AFP

Joe Biden quer retomar a participação dos EUA nas decisões sobre o clima e o meio ambiente

JIM WATSON / AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, convidou 40 líderes mundiais, entre eles o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, para uma cúpula virtual sobre o clima, informou nesta sexta-feira (26) à AFP um alto funcionário do Departamento de Estado.

A reunião, prevista para os dias 22 e 23 de abril e que tem como objetivo marcar o retorno de Washington à primeira linha do combate às mudanças climáticas, depois de o governo de Donald Trump abandonar o Acordo de Paris sobre o clima.

O novo presidente democrata anunciou a intenção de organizar uma reunião coincidindo com o Dia da Terra, em 22 de abril, antes da cúpula da ONU prevista para novembro em Glasgow, Escócia.

A reunião durará dois dias e por causa da pandemia será celebrada de forma virtual.

Cumprindo sua promessa de campanha, Biden decretou no primeiro dia do seu mandato o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris sobre o Clima.

A reincorporação dos Estados Unidos — os maiores emissores de CO2 do mundo — foi efetivada em 19 de fevereiro. Quase todos os países do mundo integram o pacto assinado em 2015.

Fonte: R7
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COREIA DO NORTE DESAFIA A ADMINISTRAÇÃO DE JOE BIDEN AO FAZER TESTES DE MÍSSEIS DIAS DEPOIS DE UMA VISITA À REGIÃO DOS MÁXIMOS ENCARREGADOS DA DIPLOMACIA E DA DEFESA DOS EUA

Coreia do Norte faz primeiro teste de mísseis desde a posse de Biden

Ação é considerada um desafio aberto à administração de Joe Biden, que está definindo sua estratégia em relação ao país asiático

Coreia do Norte advertiu que não mudaria sua postura com relação aos EUA

SAZALI AHMAD / AFP

A Coreia do Norte lançou vários mísseis poucos dias depois de uma visita à região dos máximos encarregados da diplomacia e da defesa dos Estados Unidos, no primeiro desafio aberto de Pyongyang à administração de Joe Biden, disse, nesta terça-feira (23), um funcionário americano.

“Estamos sabendo de dois mísseis”, disse à AFP este funcionário, que pediu para ter sua identidade preservada. Veículos de comunicação americanos afirmaram que se tratavam de mísseis de curto alcance.

Diferentemente de outros testes balísticos de Pyongyang, nem a Coreia do Sul, nem a Coreia do Norte falaram destes lançamentos e os funcionários americanos também mantiveram silêncio até o momento.

Vários especialistas asseguraram no Twitter que os projéteis lançados eram provavelmente mísseis de cruzeiro, uma resposta bastante moderada às manobras militares conjuntas que Washington e Seul acabam de realizar.

O governo de Biden está desenhando sua estratégia com relação à Coreia do Norte depois que a tentativa de diplomacia direta de seu antecessor, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, não conseguiu nenhum progresso na desnuclearização do país asiático.

Desde fevereiro, a nova administração americana tentou sem sucesso estabelecer contatos com os dirigentes norte-coreanos.

Na semana passada, a Coreia do Norte advertiu que não mudaria sua postura com relação aos Estados Unidos até que renunciassem à sua “política hostil” com relação ao país, enquanto os secretários de Assuntos Exteriores e da Defesa americanos, Antony Blinken e Lloyd Austin, estavam em Seul para, entre outras coisas, reforçar os laços de Washington com a Coreia do Sul frente a Pyongyang.

Fonte: R7
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SECRETARIA DE SAÚDE E SERVIÇOS HUMANOS DOS EUA SERÁ COMANDADA POR XAVIER BECERRA, 1º LATINO NA HISTÓRIA A OCUPAR O POSTO

Senado aprova nome, e EUA terão 1º latino secretário de Saúde

Procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, foi aceito para ocupar cargo com a vantagem de apenas um voto

INTERNACIONAL

Da EFE

Xavier Becerra será o novo secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA

EFE/ MICHAEL REYNOLDS – ARQUIVO

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira (18) como secretário de Saúde e Serviços Humanos o atual procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, que se torna assim o primeiro latino a ocupar o posto na história.

Ao todo, Becerra, de origem mexicana, recebeu o voto favorável de 50 senadores, enquanto 49 se manifestaram contrariamente.

O único entre os integrantes da casa que são do Partido Republicado que se posicionou favoravelmente à indicação foi a moderada Susan Mollins, representante do estado do Maine.

O processo da confirmação do secretário de Saúde e Serviços Humanos acabou se tornando uma batalha partidária, já que os democratas defenderam sem reservas a indicação, remontando à defensa da reforma sanitária do governo de Barack Obama.

O principal argumento dos republicados é que Becerra não tem experiência suficiente para ocupar o cargo.

O novo secretário terá a responsabilidade de liderar a resposta do governo de Joe Biden contra o novo coronavírus. Além disso, de dar atendimento ao crescente número de menores migrantes que chegaram nos EUA através da fronteira com o México.

Becerra tem mais de 25 anos de experiência legislativa e foi um dos parlamentares que ajudou na aprovação da reforma sanitária do último governo democrata antes de Biden, o chamado “ObamaCare”.

Fonte: R7
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RELATÓRIO DE INTELIGÊNCIA DOS EUA ALERTA SOBRE RISCO DE ATAQUES DE MILÍCIAS ARMADAS E SUPREMACISTAS BRANCOS NO PAÍS

EUA alertam para aumento da ameaça do terrorismo doméstico

Novo relatório alerta para risco de ataques de milícias armadas e supremacistas brancos no país

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Alerta tem como foco milícias e supremacistas brancos

EPA

Um novo relatório da Inteligência dos Estados Unidos fez um novo alerta sobre o aumento do risco de ataques de milícias armadas e supremacistas brancos no país.

O documento está em um dossiê solicitado pelo presidente Joe Biden, segundo o jornal “The New York Times”, logo após a sua posse em 20 de janeiro.

As análises foram enviadas ao Congresso e evidenciam que é necessário enviar mais recursos para evitar ataques de terrorismo doméstico e que há um risco “elevado” de que ações do tipo ocorram nos “próximos meses” por conta de “fatores sociopolíticos controversos”.

De acordo com os membros dos serviços de Inteligência, os extremistas de matriz racial, especialmente os supremacistas brancos, são os mais capazes de organizar ataques em massa contra civis. Já as milícias armadas focam em forças de segurança e ordem e em funcionários e estruturas de governo.

Os criminosos solitários ou pequenas células extremistas são os mais propensos a conduzirem ataques. O relatório não foi divulgado de maneira completa para o público, apenas um resumo dos pontos principais. O documento integral foi entregue apenas para o Congresso e para a Casa Branca.

Esse é o segundo documento do tipo divulgado em menos de três meses. Em 27 de janeiro, um alerta nacional para terrorismo interno foi divulgado e teve como pano de fundo a invasão de apoiadores do ex-presidente Donald Trump ao Capitólio, ocorrida em 6 de janeiro, e que deixou cinco mortos.

Fonte: R7
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IRMÃ DE KIM JONG-UN DÁ RECADO AO GOVERNO BIDEN ‘ SE QUER PAZ NÃO CAUSE PROBLEMAS’

Coreia do Norte alerta EUA: ‘se quer paz, não cause problema’

Irmã de Kim Jong-un aproveitou visita de diplomatas dos EUA à Coreia do Sul para dar recado ao governo Biden

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Relação entre o regime de Kim Jong-un e os EUA esfriou ainda no governo Trump

KCNA VIA REUTERS – 6.3.2021

A irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Yo-jong, criticou os atuais testes militares na Coreia do Sul e alertou o novo governo dos Estados Unidos a não “causar problema” se quiser a paz, reportou a imprensa estatal na terça-feira (16, no horário local).

A declaração acontece um dia antes da chegada do principal diplomata e do chefe de Defesa norte-americanos em Seul para uma primeira rodada de conversa com seus equivalentes sul-coreanos.

“Aproveitamos essa oportunidade para alertar o novo governo dos EUA que tenta deixar o cheiro de pólvora em nossa terra”, disse Kim em nota publicada pela agência de notícias estatal KCNA. “Se quiser dormir em paz pelos próximos quatro anos, era melhor não ter causado um problema em seu primeiro passo”.

A Coreia do Norte até agora rejeitou os pedidos dos Estados Unidos para engajar em diálogo, afirmou a Casa Branca na segunda-feira, confirmando o esfriamento nas relações que começou no governo de Trump e se estende para o mandato de Biden. 

O líder Kim Jong Un participou de três reuniões históricas com Trump e trocou uma série de cartas, mas o governo do país asiático encerrou as negociações e afirmou que não participaria mais enquanto os Estados Unidos não abandonassem sua política de hostilidade.

Tropas norte-americanas e sul-coreanas iniciaram um exercício militar conjunto, que foi limitado a simulações de computador por conta do risco com o coronavírus, além das iniciativas contínuas de engajar em negociações com o Norte.

Fonte: R7

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EUA E TRÊS DOS SEUS PARCEIROS SE COMPROMETERAM A FORNECER UM BILHÃO DE DOSES DE VACINA PARA A ÁSIA

EUA, Índia, Japão e Austrália fazem pacto por vacinas para Ásia

Países do chamado Quad prometem 1 bilhão de doses de vacinas até 2022, num esforço para conter a influência da China

INTERNACIONAL

por Reuters

Biden participou de reunião virtual com Yoshihide Suga, Narendra Modi e Scott Morrison

TOM BRENNER / REUTERS – 12.3.2021

Os Estados Unidos e três de seus parceiros mais próximos na região do Indo-Pacífico se comprometeram, nesta sexta-feira (12), a fornecer até 1 bilhão de doses de vacina contra o coronavírus para a Ásia até o final de 2022, em uma reunião cuidadosamente coreografada para conter a crescente influência da China na região

O presidente dos EUA, Joe Biden, e os líderes de Austrália, Índia e Japão — países juntos conhecidos como Quad — prometeram em sua primeira cúpula moldar um Indo-Pacífico livre e aberto, com cooperação em segurança marítima, cibernética e econômica, todas questões vitais para as quatro democracias diante dos desafios de Pequim.

“Estamos renovando nosso compromisso de garantir que nossa região seja regida pelo direito internacional, comprometida com a defesa dos valores universais e livre de coerção”, disse Biden a seus colegas, sem citar a China.

Seu conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, classificou a cúpula virtual como um grande dia para a diplomacia norte-americana, enquanto os EUA buscam revitalizar suas alianças e se aproximar de Pequim com uma posição de força antes de uma reunião de alto escalão EUA-China no Alasca na próxima semana.

“Os quatro líderes discutiram o desafio apresentado pela China e deixaram claro que nenhum deles tem ilusões sobre a China”, disse Sullivan a repórteres mais tarde, acrescentando que todos acreditam que a democracia pode vencer a “autocracia”.

Em uma declaração conjunta, Biden, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, prometeram trabalhar de forma estreita na distribuição de vacinas contra a Covid-19, clima e segurança.

“Nós lutamos por uma região que seja livre, aberta, inclusiva, saudável, ancorada por valores democráticos e sem coerção”, acrescentaram.

Fonte: R7

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JOE BIDEN ANUNCIOU AS PRIMEIRAS SANÇÕES CONTRA AUTORIDADES IRANIANAS ACUSADAS DE VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS

Irã: Biden anuncia sanções por violações dos direitos humanos

Autoridades da Guarda Revolucionária Iraniana serão proibidas de entrar nos EUA durante interrogatórios de detidos em protestos

INTERNACIONAL

DA  AFP

Autoridades iranianas e familiares não podem entrar nos EUA

SAUL LOEB / AFP

O governo de Joe Biden, que busca fazer com que o Irã retorne ao acordo internacional para conter seu programa nuclear, anunciou nesta terça-feira (9) as primeiras sanções contra autoridades iranianas acusadas de violações dos direitos humanos.

As sanções afetam Ali Hematian e Massud Safdari, dois membros da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, que serão impedidos de entrar nos Estados Unidos por suas responsabilidades durante interrogatórios de detidos em protestos em 2019 e 2020. Essa proibição também afeta seus familiares.

“Hoje, no Conselho de Direitos Humanos em Genebra, expressamos claramente nossa preocupação com os abusos que o governo iraniano continua a cometer contra seus cidadãos, incluindo a detenção injusta de muitas pessoas em condições deploráveis”, declarou o chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, em comunicado.

O governo Biden prometeu que os Estados Unidos voltarão a aderir ao acordo nuclear assinado em 2015 por Teerã com as grandes potências, do qual o governo Donald Trump decidiu se retirar. Em troca, exige que o Irã honre seus compromissos de limitar seu programa nuclear.

Nesse cenário, o governo dos Estados Unidos deveria voltar a levantar as sanções contra o Irã que estavam suspensas com o pacto, mas que Trump restabeleceu a partir de 2018.

Fonte: R7
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BIDEN VAI OFERECER UMA PERMISSÃO MIGRATÓRIA, CONHECIDA COMO STATUS DE PROTEÇÃO TEMPORÁRIA A 320 MIL VENEZUELANOS QUE JÁ ESTÃO NOS EUA

Biden vai oferecer proteção migratória a 320 mil venezuelanos

Programa vai oferecer aos refugiados e imigrantes que estão nos EUA a chance de residir e trabalhar legalmente

INTERNACIONAL

Da EFE

Biden deve anunciar programa para venezuelanos nesta terça (9)

KEVIN DIETSCH / POOL VIA EFE – EPA – 8.3.2021

O presidente norte-americano, Joe Biden, planeja conceder a cerca de 320 mil venezuelanos que já estão nos Estados Unidos uma permissão migratória conhecida como Status de Proteção Temporária (TPS), com a qual poderão trabalhar e residir legalmente no país.

Dois integrantes da cúpula do governo anteciparam a medida de Biden, que valerá por 18 meses e pode ser prorrogada. Apenas venezuelanos que já estão nos EUA a partir desta segunda-feira, 8 de março de 2021, poderão se candidatar.

A medida entrará oficialmente em vigor na terça-feira, quando for publicada no Federal Register, o diário oficial do governo no qual as leis, regulamentos e avisos públicos são divulgados. A partir de então, os venezuelanos terão 180 dias para aderir ao programa.

Como vai funcionar

Para ter acesso ao benefício, é necessário provar que não tem registro criminal e pagar taxas no total de US$ 545 ao Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês), que processará os pedidos.

O TPS é um programa de imigração criado em 1990 com o qual os EUA concedem autorizações extraordinárias a imigrantes de nações afetadas por guerra, desastres naturais, epidemias ou outras condições que tornam insegura a volta aos países de origem.

Neste caso, Biden decidiu conceder TPS aos venezuelanos porque acredita que eles não podem retornar ao país natal em segurança devido às “condições extraordinárias” que a Venezuela atravessa atualmente, disseram os dois funcionários, que falaram com os repórteres sob condição de anonimato.

“A designação se deve às condições extraordinárias e temporárias na Venezuela, que impedem os cidadãos que aqui se encontram de retornar em segurança. Existe uma situação humanitária complexa com fome generalizada, desnutrição e a presença crescente de grupos armados não estatais e infraestruturas em ruínas”, disse uma das fontes, segundo a qual o governo estima que cerca de 320 mil venezuelanos podem se beneficiar do TPS.

Antes de deixar o cargo, o ex-presidente Donald Trump suspendeu a deportação de imigrantes irregulares venezuelanos por um período de 18 meses e também concedeu a eles autorizações temporárias de trabalho.

Trump tomou esta medida com base em uma licença chamada Partida Forçada Adiada (DED) e que os presidentes dos EUA têm utilizado ao longo da história por razões de política externa, por exemplo, para exercer pressão sobre um determinado país.

O TPS carece, em princípio, de tais conotações políticas. O DED permanecerá em vigor, e os venezuelanos podem solicitar qualquer uma das autorizações, de acordo com os funcionários

Fonte: R7

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SEGUNDO DIRETOR DO FBI, OS CASOS DE TERRORISMO INVESTIGADOS NOS EUA CHEGARAM A 2 MIL NOS ÚLTIMOS MESES

FBI investiga cerca de 2 mil casos de terrorismo interno nos EUA

Segundo o diretor da agência, Christopher Wray, o número de casos sob investigação praticamente duplicou desde 2017

INTERNACIONAL

 Da EFE

Diretor do FBI afirmou que o número de casos monitorados pela agência explodiu

LEAH MILLIS / POOL VIA EFE – EPA – 2.3.2021

Os casos de terrorismo interno que o FBI investiga nos Estados Unidos chegaram a 2 mil nos últimos meses, informou nesta terça-feira (2) o diretor da agência, Christopher Wray.

“Aumentamos o número de investigações sobre terrorismo doméstico de cerca de 1 mil quando cheguei aqui, para cerca de 1,4 mil no final do ano passado e para cerca de 2 mil hoje”, declarou Wray, que ocupa o cargo desde 2017.

A afirmação foi feita em uma apresentação ao Comitê Judiciário do Senado, que está investigando o ataque ao Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump, em 6 de janeiro. O diretor, que foi indicado justamente pelo republicano, deu detalhes sobre as investigações do FBI sobre os eventos no Congresso.

Invasão ao Capitólio

Em 6 de janeiro, centenas de eleitores de Trump invadiram o Capitólio quando uma sessão conjunta das duas câmaras estava sendo realizada para ratificar a vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais, em um ataque que terminou com cinco mortos.

O chefe do FBI também descartou a presença de infiltrados de organizações de esquerda ou anarquistas na violência de janeiro, como o entorno de Trump acusou.

“Até hoje não vimos nenhuma evidência de violência anarquista, extremistas ou pessoas ligadas ao Antifa em relação ao dia 6 (janeiro)”, destacou.

Após o assalto ao Capitólio, Trump enfrentou seu segundo julgamento político no Senado, do qual foi absolvido em 13 de fevereiro, e onde sua defesa argumentou, sem fornecer provas, de que o Antifa estava por trás do ataque.

Por outro lado, Wray falou de extremismo racial e observou que o número de investigações e prisões também cresceu significativamente durante o seu mandato.

“O número de prisões, por exemplo, de extremistas violentos motivados racialmente, que são o que pode ser classificado como supremacistas brancos, foi quase o triplo no ano passado em comparação com o meu primeiro ano como diretor”, disse.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: NOS EUA ALGUMAS CIDADES ESTÃO PAGANDO PARA VOCÊ SE MUDAR. SAIBA QUAIS SÃO!

Nos Estados Unidos, algumas cidades já estão pagando para você se mudar para lá. Elas oferecem programas para tenta atrair trabalhadores que deixaram seus escritórios e montaram carteiras em suas próprias casas, sabendo que o turno pode ser permanente. Alguns desses programas são irresistíveis com um custo de vida bem mais em conta. Portanto, não dê bobeira e comece logo a ler o artigo completo a seguir e saber quantas, quais são e onde estão localizadas essas cidades! 

Estas 6 cidades e este estado vão pagar para você se mudar para lá

Você está sentindo que precisa de uma mudança de cenário ou talvez queira se mudar para uma cidade mais barata? Se você se preocupa com o orçamento, mais e mais cidades na América vão pagar para você se mudar para lá.

Alguns desses programas exigem que você compre uma casa ou obtenha uma carteira de motorista estadual, mas outros exigem quase nenhum obstáculo.

Depois que a pandemia do coronavírus atingiu cidades em todo o país, muitos perceberam que talvez não precisem pagar US $ 4.000 por mês por um apartamento em Nova York ou por uma residência urbana na Califórnia se forem trabalhar em casa.

A maioria dos programas a seguir tenta atrair trabalhadores que deixaram seus escritórios e montaram carteiras em suas próprias casas, sabendo que o turno pode ser permanente.

1. Tulsa, Oklahoma

JustTulsa.com / Flickr — licença CC 

Tulsa Remote é uma iniciativa de recrutamento única que visa atrair indivíduos talentosos para a cidade Art Déco. Com uma doação de US $ 10.000 para inspirá-lo a se mudar, a iniciativa pede que você more na cidade deles por um ano, confiante de que desejará ficar mais tempo no final.

O candidato ideal para o Tulsa Remote é um nômade digital ou trabalhador remoto com a flexibilidade de trabalhar em qualquer lugar – que está procurando uma comunidade real para chamar de lar. Além de receber $ 10.000, distribuídos ao longo de um ano, o programa está oferecendo a você um espaço em um centro de co-working, ajuda para encontrar moradia e oportunidades regulares de construção de comunidade.

Leia mais nas perguntas frequentes e inscreva-se se quiser ir para onde o vento sopra nas planícies.

2. Ozarks, Arkansas

Sharon Mollerus / Flickr – licença CC 

“Um dos melhores custos de vida, inúmeras vantagens de estilo de vida ao ar livre, artes, cultura e culinária nacionalmente classificadas e renda per capita 14% maior do que a média nacional.”

Isso é o que o site do Northwest Arkansas Council se orgulha, dizendo que a região oferece “uma oportunidade única de criar equilíbrio para aqueles que desejam se mudar de grandes cidades e subúrbios congestionados e caros”.

Os condados de Benton e Washington vão oferecer às pessoas que trabalham remotamente, empregos de tempo integral – especialmente empreendedores de talento e aqueles em campos STEM – US $ 10.000 e uma rua ou mountain bike para aproveitar a infraestrutura de ciclismo bem estabelecida em Ozarks – ou uma associação anual a uma de suas instituições culturais e artísticas de “classe mundial”.

As inscrições podem ser feitas através do site deles , e você deve ser capaz de se mudar para o estado dentro de seis meses.

3. Savannah, Geórgia

Sunira Moses 

Savannah é um lugar lindo, e eles estão procurando incentivar os trabalhadores de tecnologia remotos a se mudarem para a área do condado de Chatham – desde que tenham três anos de experiência de trabalho verificável e que garantam pelo menos um ano de aluguel ou compra de propriedade.

As despesas de mudança serão cobertas com $ 2.000 após 30 dias de residência, e o cargo pode ser remoto ou interno. As inscrições podem ser feitas aqui .

PS O custo de vida da cidade é relativamente baixo – superando outras metrópoles regionais como Nashville e Atlanta.

4. Topeka, Kansas

Gary Todd 

A iniciativa Choose Topeka ajudará os trabalhadores que desejam se mudar para Topeka – que têm acordos para trabalhar dentro da cidade – com $ 10.000 em despesas de mudança para quem deseja alugar e $ 15.000 para quem quer comprar uma casa.

Os incentivos entram em ação após um ano de residência. Os trabalhadores remotos precisarão de um emprego fora do condado e receberão apenas $ 5.000 em assistência para o aluguel e $ 10.000 para comprar uma casa.

“O Choose Topeka foi criado com a intenção de investir em funcionários que vivam e trabalhem em Topeka e Shawnee County, para que possamos promover uma ‘comunidade intencional’, uma das construtoras de apoio à comunidade”, disse Barbara Stapleton, VP de Retenção e Talento de Negócios Iniciativas em GO Topeka .

5. Hamilton, Ohio

Amy Bolinder, licença CC 

O Programa de Atração de Talentos de Hamilton, Ohio está oferecendo “bolsas reversas” para recém-formados nas áreas STEM que ajudarão a pagar dívidas de empréstimos estudantis com pagamentos de $ 300 por mês – até $ 10.000 no total.

Eles devem comprovar emprego na cidade ou condado e planos de se mudar para lá – com qualquer mudança para fora da cidade ou condado, perdendo os pagamentos futuros.

6. Newton, Iowa

USDA

Newton, Iowa, está oferecendo um tipo de incentivo ligeiramente diferente. Procurando melhorar a qualidade do estoque de moradias disponíveis, a The Newton Housing Initiative está oferecendo dinheiro às pessoas que desejam construir uma nova casa.

“A Newton Housing Initiative, aprovada pela Câmara Municipal em 2014, ofereceu incentivos a construtores, incorporadores imobiliários, proprietários e compradores de casas …” escreve o site da iniciativa.

MAIS: a cidade do Mississippi pagará a você um estipêndio mensal e custos de realocação para se mudar para lá

Para casas avaliadas em US $ 180.000 ou mais, os candidatos ao programa de subsídio recebem um incentivo em dinheiro de US $ 10.000 e o Pacote de Boas-Vindas Conheça Newton no valor de US $ 2.500. Casas avaliadas em menos de US $ 180.000 renderão US $ 5.000 para os proprietários.

7. Alasca

Zetong Li 

Um dos lugares mais bonitos da Terra, o estado do Alasca não vai pagar necessariamente para você se mudar para lá, mas existe um fundo estatal financiado pelas vendas de extração mineral que paga um dividendo aos trabalhadores que optam por permanecer no estado.

De acordo com a Fox Business, “o valor exato do pagamento varia de ano para ano. Este ano, o pagamento é de $ 992. No ano passado, foi de $ 1.606. O maior dividendo até agora foi de $ 2.072 em 2015. ”

“Para ter direito ao dividendo, é necessário ser residente do estado durante todo o ano civil anterior, ter a intenção de permanecer como residente do Alasca indefinidamente e não ter sido sentenciado por uma condenação por crime no ano anterior, entre outros requisitos”. escreve Fox.

Fonte: Good News Network

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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PLANEJA CORTES DRÁSTICOS NAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

EUA voltam oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa

GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nesta sexta-feira (19), revigorando a luta global contra a mudança climática enquanto o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Cientistas e diplomatas estrangeiros saudaram a volta dos EUA ao tratado, que se tornou oficial 30 dias depois de seu presidente, Joe Biden, ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump adotou a ação, alegando que uma ação climática seria cara demais.

O enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais nesta sexta-feira para assinalar a volta dos EUA, aparecendo com os embaixadores do Reino Unido e da Itália, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Kerry e a conselheiro climática doméstica de Biden, Gina McCarthy, estão elaborando novos regulamentos e incentivos com o objetivo de acelerar a produção de energia limpa e a transição dos combustíveis fósseis.

Estas medidas formarão a espinha dorsal da próxima meta de redução de emissões de Washington, ou Contribuição Determinada Nacionalmente, anunciada antes de uma cúpula climática global de líderes que Biden presidirá em 22 de abril. A próxima conferência climática da ONU acontece em Glasgow em novembro.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

Apesar do entusiasmo com a volta dos EUA às negociações mundiais, negociadores climáticos dizem que o caminho à frente não será fácil. As metas climáticas de Biden enfrentam desafios políticos nos EUA, a oposição de empresas de combustíveis fósseis e alguma preocupação de líderes estrangeiros com o vaivém norte-americano nas diretrizes para o clima.

Fonte: R7

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AO RELEMBRAR MASSACRE DA PARKLAND, JOE BIDEN PEDIU NOVAS LEIS PARA RESTRINGIR O COMERCIO DE ARMAS NOS EUA

No 3º aniversário do massacre da Parkland, Biden pede menos armas

Ao relembrar tiroteio em escola da Flórida que terminou com 17 mortos, presidente dos EUA pediu reforma nas leis de posse

INTERNACIONAL 

Da EFE

Joe Biden pediu novas leis para restringir o comércio de armas nos EUA
KEVIN DIETSCH / POOL VIA EFE – EPA – 12.2.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu ao Congresso, neste domingo, para reformar as leis que regulamentam a posse de armas de fogo, uma solicitação altamente simbólica por ocasião do aniversário de três anos do tiroteio no colégio da cidade de Parkland, na Flórida, na qual morreram 17 pessoas.

Em uma declaração, Biden reconheceu o trabalho dos sobreviventes da tragédia, que travaram uma campanha para restringir a posse de armas e se tornaram um símbolo para uma geração de jovens americanos que não querem aceitar tiroteios em escolas como algo normal.

“Esta”, disse Biden, “é uma história escrita por jovens de todas as gerações que desafiaram o dogma dominante para exigir uma verdade simples: podemos fazer melhor. E faremos”.

Proposta ao Congresso

Biden prometeu que seu governo não vai esperar o próximo tiroteio para fazer uma proposta ao Congresso, o único com poder de reformar a legislação sobre armas e que não aprovou nenhuma lei significativa por mais de duas décadas, em parte devido à influência da poderosa Associação Nacional de Rifles (NRA, sigla em inglês).

“Hoje, peço ao Congresso que promulgue reformas na lei de armas de senso comum”, pediu Biden.

Especificamente, ele pediu ao Legislativo que aprovasse leis que exigissem a verificação dos antecedentes dos compradores de armas e proibir fuzis de assalto e pentes de alta capacidade, que permitem aos proprietários de armas matar um grande número de pessoas sem ter que parar para recarregar as balas.

Biden também pediu o fim da “imunidade” de que gozam os fabricantes de armas que vendem essas “armas de guerra” nas ruas dos Estados Unidos.

Antes de Biden, vários presidentes democratas tentaram restringir o direito de portar armas, protegido pela Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Na verdade, quando deixou o poder, o ex-presidente Barack Obama reconheceu que sua maior frustração na Casa Branca foi o fracasso de seus esforços para expandir o controle de armas no país.

Nos EUA, onde vivem 319 milhões de pessoas, as armas ultrapassam o número de habitantes. Especificamente, a proporção de armas por 100 pessoas sobe para 120, de acordo com “The Small Arms Survey”, um estudo elaborado pelo Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais da Universidade de Genebra (Suíça).

Fonte: R7
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O EX-PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP, É ABSOLVIDO EM IMPEACHMENT E COMEMORA

Trump comemora sua segunda absolvição em impeachment

Com 43 votos a seu favor e 57 contra, o ex-presidente não foi condenado e agora diz que seu movimento ‘apenas começou’

INTERNACIONAL

Do R7

Donald Trump emitiu comunicado após ser absolvido no Senado

MICHAEL REYNOLDS/EFE/EPA

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump comemorou neste sábado (13) sua absolvição no julgamento político do qual era alvo no Senado e ressaltou que seu movimento político (“Make America Great Again” ou “Tornar os EUA Grandes de Novo” em tradução livre) apenas “acabou de começar”.

“Nosso movimento histórico, patriótico e belo para ‘Tornar os EUA Grandes de Novo’ acabou de começar. Nos próximos meses, terei muito a compartilhar com vocês e espero continuar nossa incrível jornada juntos para alcançar a grandeza americana para todo o nosso povo. Nunca houve nada parecido”, disse Trump em comunicado.

Com essas palavras, o ex-presidente deixou no ar mais uma vez a possibilidade de voltar à política, mas sem dar detalhes concretos, como se pretende concorrer à presidência nas eleições de 2024.

Postura desafiadora

Trump, que governou por um mandato, entre janeiro de 2017 e janeiro deste ano, considerou o julgamento político parte da “maior caça às bruxas” da história dos EUA.

Ele agradeceu a seus advogados e aos senadores republicanos que votaram para absolvê-lo e criticou os políticos democratas que fizeram campanha por sua condenação.

O comunicado não incluiu nenhuma crítica à invasão, por parte de centenas de seus apoiadores, ao Capitólio — sede do Congresso americano — em 6 de janeiro, um dos dias mais convulsivos da história dos EUA. Naquela ação, cinco pessoas morreram, incluindo um policial Durante toda a semana que durou o julgamento, o ex-mandatário permaneceu em silêncio público. No entanto, através de assessores, ele vinha dando informações à imprensa sobre como estava se sentindo durante todo o processo.

Por exemplo, hoje uma fonte ligada a Trump disse à rede de televisão “ABC” que o ex-presidente havia ficado “petrificado”, “estupefato” e em estado de “pânico total” quando o Senado aprovou de surpresa uma proposta democrata de intimação de testemunhas, algo que anteriormente havia sido descartado.

No final, porém, o Senado decidiu por voltar atrás, algo que poderia ter prolongado o julgamento.

Este processo ficará na história de duas maneiras: porque fez de Trump o primeiro presidente americano a encarar e ser absolvido em dois julgamentos políticos – depois daquele realizado há um ano por sua pressão sobre a Ucrânia para investigar negócios no país envolvendo seu então concorrente nas eleições Joe Biden e seu filho Hunter Biden – e porque nunca havia sido julgado politicamente um presidente que já não estava mais no poder.

Trump mora atualmente em seu clube particular Mar-a-Lago, em Palm Beach, no estado da Flórida. Ele chegou ao local em 20 de janeiro, poucas horas antes da posse de Joe Biden como novo presidente dos EUA, uma cerimônia da qual ele se recusou a participar, já que reitera, sem mostrar provas, de que foi vítima de uma fraude nas eleições presidenciais de novembro do ano passado.

Fonte: R7
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RELATORA DA ONU DIZ QUE SANÇÕES DOS EUA EXACERBARAM PROBLEMAS DA VENEZUELA

Sanções dos EUA agravaram calamidades na Venezuela, diz ONU

Relatora afirma que punições unilaterais por parte dos EUA pioraram problemas e crises que já existiam no país antes

Relatora diz que sanções exacerbaram problemas da Venezuela

MIGUEL GUTIERREZ / EFE – 12.2.2021

A relatora especial da ONU sobre o impacto negativo das medidas coercitivas unilaterais nos direitos humanos, Alena Douhan, afirmou nesta sexta-feira que as sanções aplicadas pelos Estados Unidos à Venezuela exacerbaram as calamidades no país sul-americano.

“As sanções impostas, cada vez mais, pelos EUA exacerbaram as calamidades anteriormente relatadas”, disse a relatora na primeira e única declaração pública, após uma visita de 12 dias à Venezuela.

Diante de dezenas de jornalistas em Caracas, Douhan analisou o registro das reuniões que realizou durante a estadia no país, que incluiu reuniões com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e cerca de 50 outras pessoas.

“Reconheço o efeito devastador das sanções sobre os direitos humanos, como a alimentação, a vida, a educação”, continuou a relatora, insistindo que as restrições dos últimos anos agravaram a crise na Venezuela, embora não tenha dito que elas causaram esta situação, como argumenta o governo de Nicolás Maduro.

Efeitos da crise

Entre esses efeitos devastadores relatados está o fato de o salário mínimo recebido pela maioria da população ser inferior a US$ 10 (cerca de R$ 53), o que fez com que entre 1 milhão e 5 milhões de venezuelanos deixassem o país desde 2015.

As sanções também apertaram o cerco financeiro, uma vez que vários representantes do governo têm restrições para representar os interesses da Venezuela no exterior, enquanto a principal indústria do país, a petroleira PDVSA, tem tido problemas para fazer negócios desde 2017.

Por esta razão, a relatora instou os países a suspenderem as sanções aplicadas à Venezuela, especialmente Estados Unidos, Portugal e Reino Unido, países que congelaram US$ 6 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões) que, de acordo com o estudo, o país necessita para ter acesso a alimentos e medicamentos.

Fonte: R7
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O SENADO DOS EUA DEVE VOTAR NESTE SÁBADO O FUTURO POLÍTICO DE DONALD TRUMP

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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PEDIU O FIM DO GOLPE DE ESTADO EM MIANMAR

Biden anuncia sanções a Mianmar e exige renúncia de militares

Presidente dos EUA pediu fim do golpe militar no país asiático e disse que o resultado da última eleição deve ser respeitado

INTERNACIONAL

 Da EFE

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu fim do golpe de Estado em Mianmar

MICHAEL REYNOLDS / POOL VIA EFE – EPA – 10.2.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira (10) a imposição de sanções econômicas a membros do governo militar que tomou o poder na semana passada em Mianmar, e insistiu que os militares “devem renunciar”.

Os militares de Mianmar “devem renunciar ao poder tomado e demonstrar respeito pela vontade do povo, expressada nas eleições de 8 de novembro”, comentou Biden em discurso na Casa Branca.

“Identificaremos uma primeira rodada de alvos nesta semana, e também vamos impor fortes controles às exportações”, acrescentou o mandatário americano.

Em concreto, Biden anunciou o congelamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,4 bilhões) que o governo de Mianmar tem nos EUA para evitar que o dinheiro “seja controlado pelos generais”.

Golpe militar

No dia 2 de fevereiro, um dia após a revolta militar, o governo de Biden classificou o ato como golpe de Estado e anunciou que restringiria a ajuda voltada às autoridades de Mianmar, mais ainda mantendo a assistência humanitária à população, incluindo a minoria rohingya.

Desde o golpe de Estado, ao menos 190 pessoas foram detidas e 19 delas foram liberadas depois, informou nesta quarta-feira a Associação para a Assistência de Presos Políticos em Mianmar.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: O GOVERNO DOS EUA APROVA FORMALMENTE A EXPANSÃO DO SANTUÁRIO MARINHO NACIONAL DE FLOWER GARDEN BANKS

Baseado na rica história de 30 anos de estudos científicos e revisão pública da preservação do Santuário Marinho Nacional de Flower Garden Banks, o governo dos EUA aprovou formalmente a expansão de 56 milhas quadradas para 160 milhas quadradas dos ‘recifes mais saudáveis do mundo’. Convido você a ler o artigo completo a seguir e assistir ao vídeo desta maravilha da natureza!

Santuário contendo os ‘recifes de coral mais saudáveis ​​do mundo’ apenas triplicou de tamanho graças à proteção do governo dos EUA

O maior santuário de coral do Golfo do México acabou de ficar 200% maior, agora que o governo dos EUA aprovou formalmente a expansão do Santuário Marinho Nacional de Flower Garden Banks.

A NOAA triplicou o tamanho do santuário, localizado ao largo das costas de Louisiana e Texas, para proteger alguns dos recifes de coral mais saudáveis ​​e bonitos do mundo.

“Eles são especiais porque permanecem saudáveis”, disse o Dr. Tom Bright, da Texas A&M University, conhecido como ‘o pai dos Flower Garden Banks’.

“A cobertura de corais aqui é maior agora do que quando começamos a estudá-los nas décadas de 1970 e 80”.

Aumentar o tamanho do santuário de 56 milhas quadradas para 160 milhas quadradas baseia-se na rica história de 30 anos de estudos científicos e revisão pública da preservação deste lugar especial.

“Quanto mais descobrimos sobre essas áreas, mais percebemos que elas são tão diversas e produtivas quanto qualquer comunidade marinha do mundo”, disse GP Schmahl, Superintendente do santuário.

Ouriço-do-mar com esponjas e corais estrelados – NOAA 

A expansão, anunciada em janeiro, adiciona mais 14 recifes e bancos que fornecem habitat importante para peixes recreativos e comercialmente importantes, como pargo, cavala, garoupa e wahoo, bem como espécies ameaçadas ou em perigo de tartarugas marinhas, corais e manta gigante raios.

As proteções nessas novas áreas limitarão o impacto de atividades como pesca com equipamentos de controle de fundo, ancoragem de navios, exploração e produção de petróleo e gás e atividades de salvamento em recursos biológicos sensíveis, de acordo com o anúncio da NOAA .

“Adicionar esses recifes e bancos ecologicamente significativos protegerá os habitats que contribuem para a economia azul da América e impulsionará a resiliência ecológica para grande parte da próspera recreação, turismo e pesca comercial da região do Golfo do México”, disse o contra-almirante aposentado da Marinha Tim Gallaudet, Ph.D. ., administrador adjunto da NOAA.

Anêmona em Flower Garden Banks – NOAA 

Localizado a 115 milhas da costa do Texas e da Louisiana, a NOAA designou pela primeira vez o Santuário Marinho Nacional em 1992. Quatro anos depois, o Stetson Bank, localizado a 80 milhas da costa do Texas, foi adicionado ao santuário por ação do Congresso.

A expansão do santuário surgiu como uma das questões prioritárias após a explosão da plataforma de petróleo Deepwater Horizon em 2010, que resultou no maior derramamento de óleo marinho offshore da história dos Estados Unidos, com cientistas do governo e organizações não governamentais pedindo proteções adicionais para a vida marinha e essenciais Habitat do Golfo.

A expansão deve entrar em vigor nesta primavera, depois que o Congresso estiver em sessão por 45 dias.

ASSISTA o incrível vídeo de dezenas de espécies maravilhosas …

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VACINAÇÃO EM AMSSA NOS EAU UTILIZA ESTÁDIOS E ARENAS

Nos EUA, estádios e arenas estão sendo usados para agilizar vacinação em massa

Da CNN, em São Paulo
05 de fevereiro de 2021 às 23:50

No esforço de aumentar o ritmo de vacinação dos Estados Unidos, estádios e arenas esportivas estão abrindo suas portas para vacinar a população. É o caso do lendário estádio de baseball Yankee Stadium, casa do New York Yankees que iniciou processo de vacinação nesta sexta-feira (5).

O planejamento é que 15 mil pessoas possam se vacinar no local, mas apenas moradores do bairro do Bronx, onde fica o estádio. Para receber o imunizante, será preciso apresentar um comprovante de residência.

Em Louisville, no estado do Kentucky, uma arena de hockey e de shows foi transformada em um drive thru de vacinação que aplica cerca de 1.500 doses por dia. O processo está sendo tocado por voluntários, que ganham direito a se vacinar após 40h trabalhadas.

A utilização de grandes arenas faz parte de uma estratégia do governo americano de aumentar o ritmo de vacinação do país. A partir da próxima semana o governo vai aumentar em 20% a distribuição de doses para 10,5 milhões por semana. Além disso, 6.500 farmácias de rua também poderão oferecer a vacina.

Até agora foram distribuídas 57 milhões de doses nos EUA. Quase 28 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose e cerca de 7 milhões receberam as duas doses.

O estádio de baseball Yankee Stadium está sendo usado como um ponto de vacinaçãoO estádio de baseball Yankee Stadium está sendo usado como um ponto de vacinação nos Estados Unidos Foto: Reprodução/CNN (05.fev.2021)

 

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BIDEN COMEÇA A REVERTER POLÍTICAS DE IMIGRAÇÃO E ASSINA 3 ORDENS EXECUTIVAS PARA RETIFICAR AS CONSEQUÊNCIAS DELAS

Biden assina 3 ordens executivas para reverter políticas de imigração de Trump

Biden assina decretos para reverter políticas imigratórias de Trump | Mundo | G1

Priscilla Alvarez, da CNN
02 de fevereiro de 2021 às 20:46 | Atualizado 02 de fevereiro de 2021 às 21:17

O presidente dos Estados UnidosJoe Biden, assinou nesta terça-feira (2) três ordens executivas que miram as políticas de imigração linha-dura de seu predecessor e tentam retificar as consequências delas.

As medidas se basearão nas ações tomadas nos primeiros dias do governo Biden e começarão a fornecer um quadro mais claro das prioridades de imigração do governo.

Veja um resumo das ordens do governo americano:

  • Criar uma força-tarefa que reunificaria as famílias: A força-tarefa será presidida pelo secretário do Departamento de Segurança Interna. O objetivo será encontrar pais separados de seus filhos sob a administração anterior. A força-tarefa também apresentará relatórios regulares ao presidente, incluindo um contendo recomendações.
  • Abordar a causa raiz da migração: Esta ordem executiva se concentrará em fornecer apoio à América Central para conter o fluxo de migrantes para a fronteira Estados Unidos-México e fornecer outros caminhos para migrar para os Estados Unidos sem viajar para o norte. Isso inclui ações como fornecer ajuda para combater a corrupção e tomar uma série de ações para restaurar o processo de asilo.
  • Rever o sistema de imigração legal: Esta ordem funcionará para promover a integração e inclusão de imigrantes, de acordo com a Casa Branca, e restabelecer uma força-tarefa para novos americanos. Isso também estimulará uma revisão da regra de cobrança pública, que torna mais difícil para os imigrantes obterem status legal se usarem benefícios públicos como Medicaid, vale-refeição e vale-moradia.

Após horas de sua presidência, Biden agiu para desfazer rapidamente muitas políticas da administração de Trump em uma série de ações executivas. Mas seu governo já enfrentou obstáculos jurídicos na implementação dessas políticas.

Fonte: CNN Brasil

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A EMBAIXADA DOS EUA NO BRASIL ANUNCIOU QUE O GOVERNO AMERICANO DOARÁ INSUMOS E APOIARÁ AÇÕES DE COMBATE À COVID-19 NO AMAZONAS

Estados Unidos anunciam doações para ajudar a combater a Covid-19 no Amazonas

Por Victória Cócolo, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 29 de janeiro de 2021 às 04:24

Paciente com Covid-19 transferido de Manaus chega a RecifePaciente com Covid-19 transferido de Manaus Foto: Rodrigo Baltar/Agência Pixel Press/Estadão Conteúdo (26.jan.2021)

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou, nesta quinta-feira (28), que o governo americano doará insumos hospitalares e apoiará ações de combate à Covid-19 no Amazonas. As medidas foram tomadas por conta da crise sanitária instaurada em Manaus, em decorrência da pandemia.

A iniciativa acontece por meio da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Grupo +Unidos, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e UNA, que formaram a iniciativa ‘Juntos pelo Amazonas’.

O programa já arrecadou mais de R$ 300 mil em doações diretas. O governo também informou que já foram doados equipamentos de proteção aos trabalhadores da área de saúde do Amazonas e R$ 1,6 milhão para o programa Unidos Contra a Covid-19 da Fiocruz. O valor é destinado à construção de usinas de produção de oxigênio, item que está em falta na região.

Os Estados Unidos disponibilizaram uma bolsa de pesquisa de cerca de R$ 1 milhão para produzir ventiladores hospitalares de baixo custo. De acordo com o país, Manaus recebeu 40 desses equipamentos. Outros locais com mais demanda também foram contemplados com mil ventiladores pulmonares.

Também segundo os EUA, a administração do país e o setor privado já disponibilizaram cerca de US$ 75 milhões (R$ 414 milhões) para uma série de iniciativas no Brasil. Entre elas, doação de equipamentos de saúde, alimentos, produtos de higiene e proteção individual, além de projetos de apoio a empreendedores, inteligência artificial e combate à desinformação.

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COM UMA ESMAGADORA CONFIRMAÇÃO DO SENADO JANET YELLEN É A PRIMEIRA MULHER SECRETÁRIA DO TESOURO DOS EUA

Senado confirma Janet Yellen no comando do Tesouro dos EUA

Placar para confirmar a primeira mulher a ocupar o cargo foi de 84 a 15, com toda a oposição vinda dos republicanos

INTERNACIONAL

por Reuters

A primeira mulher secretária do Tesouro dos EUA, Janet YellenA primeira mulher secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen REUTERS/LEAH MILLIS/FOTO DE ARQUIVO

Janet Yellen obteve uma esmagadora confirmação do Senado como a primeira mulher secretária do Tesouro dos EUA nesta segunda-feira (25), preparando-a para trabalhar com o Congresso em novos estímulos econômicos em razão do coronavírus, na revisão da política de sanções dos EUA e fortalecimento da regulamentação financeira.

O placar de votação no Senado foi de 84-15 para confirmar Yellen, com toda a oposição vinda dos republicanos, vários dos quais expressaram preocupação com a proposta de ajuda de 1,9 trilhão de dólares para alívio aos efeitos do coronavírus do presidente Joe Biden, bem como seus planos para impostos e gastos.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: A IKEA COMPRA FLORESTA COM 11.000 HECTARES NOS EUA PARA PRESERVAR A NATUREZA

No intuito de garantir que florestas não serão divididas em segmentos menores e desenvolvidas o Ingka Group está criando servidões permanentes que legalmente impedem a floresta seja dividida. A IKEA comprou 11.000 hectares de floresta dos EUA para se manter fiel aos seus princípios – proteger o meio ambiente e se esforçar para se tornar uma empresa neutra em carbono. O artigo a seguir conta os detalhes dessa empreitada!

IKEA compra 11.000 hectares de floresta dos EUA para evitar que seja desenvolvida

A IKEA continua tentando e se mantendo fiel aos seus princípios – proteger o meio ambiente e se esforçar para se tornar uma empresa neutra em carbono, ao mesmo tempo em que continua sendo uma das experiências de compra mais prazerosas do mundo.

Sua última mudança é uma grande compra de 11.000 acres de floresta na Geórgia que parecia que seria perdida para o desenvolvimento.

Para garantir que permaneça intacta e funcionando para sugar o CO2 da atmosfera, a floresta foi comprada pela IKEA como parte de uma estratégia para reduzir mais carbono do que cria em sua cadeia de valor.

Lar da valiosa tartaruga gopher, a floresta produtiva na Bacia de Altamaha agora é propriedade da subsidiária da IKEA, Ingka Group, que trabalhou com o The Conservation Fund, uma organização sem fins lucrativos que protegeu mais de 8 milhões de acres de florestas nos EUA da fragmentação e do desenvolvimento.

Uma floresta produtiva é aquela em que a madeira é colhida e cultivada novamente – e são essas florestas que muitas vezes sofrem ao serem divididas em segmentos menores e desenvolvidas, algo que o Fundo de Conservação e o Inka estão garantindo que não acontecerá criando servidões permanentes que legalmente impedem a floresta de ser dividido em pedaços menores.

E, essas ações irão, por sua vez, proteger a tartaruga gopher – uma espécie prioritária para a conservação.

O Grupo Ingka possui atualmente 616.000 acres dessas florestas nos Estados Unidos e na Europa, ao mesmo tempo em que opta por garantir os mais altos padrões internacionais para um bom manejo florestal. Um porta-voz acrescentou que “nenhuma quantidade significativa” de madeira das florestas é usada atualmente nos produtos da Ikea.

“Florestas bem administradas fornecem benefícios essenciais, incluindo água limpa e habitat importante para a vida selvagem, bem como mitigação das mudanças climáticas”, disse Larry Selzer, presidente e CEO do The Conservation Fund.

Gopher tortoise por Val Keefer para The Conservation Fund 

“A transferência dessas terras para a Ingka Investments completa nosso  processo do Working Forest Fund , por meio do qual identificamos e compramos importantes florestas privadas em risco; desenvolver planos sustentáveis ​​de colheita e restauração; (e) garantir proteções de conservação permanentes para bloquear a fragmentação e o desenvolvimento ”, observou ele.

O manejo florestal é apenas uma maneira pela qual a maior loja de móveis do mundo está tentando se tornar uma empresa neutra em carbono. Recentemente, eles anunciaram que começariam a comprar móveis usados ​​da IKEA de clientes para revenda, enquanto vans elétricas e menos materiais emissores de carbono são usados ​​na embalagem e no produto.

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: HOMEM OUVE A VOZ DA ESPOSA E SAI DO COMA INDUZIDO

A história de Don Gillmer é o destaque, aqui na coluna Boas Notícias, deste sábado. Ele entrou em coma induzido depois que precisou ser internado quando testou positivo para Covid-19. Ele afirma que saiu do coma depois que ouviu a voz de sua esposa. Então lhe convido a ler essa emocionante história de superação! 

Homem acorda do coma após ouvir a voz da esposa: Covid

O poder do amor! Um homem que ficou dois meses em coma disse que “acordou” após ouvir a voz da esposa.

Don Gillmer tem 43 anos e foi hospitalizado poucos dias depois de testar positivo para a Covid-19. Os médicos da Carolina do Sul, nos EUA, tiveram que colocá-lo em coma induzido e chamaram o pai e a esposa dele, Lacy.

“Eu disse que ele estava indo muito bem, que eles estavam cuidando muito bem dele. Ele estava em mãos incríveis”, contou Lacy à estação de notícias WKRC.

Don Gillmer disse que ouviu a esposa falando com ele e que as palavras dela ajudaram a salvá-lo: “Juro que ouvi a voz dela e, quando ela saiu, eu estava estável. Ela é meu anjo, você sabe. Ela é a razão de eu estar aqui.”, afirmou Don.

O caso de Don era grave.

“Recebi plasma convalescente duas vezes, Remdesevir, [mas] nada estava funcionando. Nada estava ajudando a me recuperar. Nunca vou esquecer quando eles chegaram com os papéis que eu precisava assinar para entrar em um respirador. Isso me assustou.”

Agora, curado, ele se recupera aos poucos. Depois de semanas aprendendo a andar novamente, Don Gillmer finalmente teve alta.

Ele ainda faz fisioterapia duas vezes por semana – o que, segundo ele, não conseguiria sem o apoio da esposa.

“Eu penso em como ela dirigiu para o hospital na noite em que disseram a ela que eu não poderia sair”, disse ele.

E Don agradeceu ao amor da vida dele e afirmou que a força dela o trouxe de volta: “eu não sei se poderia ter sido tão forte quanto ela”, concluiu.

Lacy e Don - Foto: reprodução / WKRC
Lacy e Don – Foto: reprodução / WKRC

Com informações da WKRC e SunnySkyz

Fonte: Só Notícia Boa

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EMBAIXADA DOS EUA SERÁ MANTIDA EM JERUSALÉM PELO GOVERNO BIDEN

Governo Biden diz que vai manter embaixada dos EUA em Jerusalém

Em sabatina no Senado, o indicado a secretário de Estado, Antony Blinken, indicou que não deve alterar medida adotada por Trump

INTERNACIONAL

Do R7

Blinken passou por sabatina com senadores nesta terça-feira, véspera da posse

ALEX EDELMAN / POOL VIA REUTERS – 19.1.2021

Uma das principais medidas do governo Donald Trump na política externa, a transferência da embaixada norte-americana em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém, será mantida no futuro governo Joe Biden. Foi o que indicou, esta terça-feira (19), durante sabatina com membros do Senado, o indicado do democrata para secretário de Estado, Antony Blinken.

Questionado pelo senador republicano James Risch, que deixará nos próximos dias o cargo de presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, se reconhece Jerusalém como capital de Israel e se manterá a embaixada dos EUA na cidade, Blinken respondeu “sim e sim”.

O futuro secretário de Estado também indicou que irá tentar negociar a chamada “solução de dois Estados” para dar fim ao conflito entre Israel e Palestina.

“A única forma de assegurar o futuro de Israel como um Estado judeu e democrático e de dar aos palestinos um Estado ao qual têm direito é através da chamada solução de dois Estados”, afirmou. No entanto, ele afirmou que “sendo realista, é difícil ver perspectivas de curto prazo para avançar nisso”.

Fonte: R7
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SAÚDE: VOCÊ SABE QUAL A IDADE MAIS PRODUTIVA DO SER HUMANO?

Um estudo para averiguar qual a idade mais produtiva da vida humana revelou que, por incrível que pareça, é entre 60 e 70 anos. Este é o destaque desta publicação da coluna SAÚDE, neste sábado. Então leia o breve texto a seguir e descubra o porquê!

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VELHO?

Um extenso estudo nos EUA revelou que:▪A idade mais produtiva da vida humana é entre 60 e 70 anos;
▪A 2ª etapa mais produtiva do ser humano é entre 70 e 80 anos;
▪A 3ª etapa mais produtiva é 50 e 60 anos.
▪Antes disso o ser humano ainda não chegou no seu auge.
▪A idade média dos vencedores do Prêmio Nobel é de 62 anos;
▪A idade média dos presidentes das 100 maiores empresas do mundo é de 63 anos;
▪A idade média dos pastores das 100 maiores igrejas dos EUA é de 71 anos;
▪A idade média dos papas é de 76 anos.
▪Isso nos confirma que os melhores e mais produtivos anos do ser humano estão entre os 60 e 80 anos de idade.
▪Esse estudo foi publicado por uma equipe de _*médicos e psicólogos no NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE.*_
▪Eles constataram que aos 60 anos você atinge o topo do seu potencial emocional e mental e isso continua até os 80 anos.
▪Portanto, se você tem 60, 70 ou 80 anos, você está no melhor nível da sua vida.

Fonte: Jornal de Medicina da Nova Inglaterra.

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POLICIAL QUE ATRAIU SOZINHO UMA MULTIDÃO PARA LONGE DO SENADO DURANTE INVASÃO, ESTÁ SENDO CHAMADO DE HERÓI

O policial chamado de ‘herói’ por ação durante invasão do Congresso dos EUA

As imagens da rebelião mostram Goodman atraindo uma multidão para longe do Senado e os legisladores escondidos lá dentro

INTERNACIONAL

 por BBC NEWS BRASIL

O agente Eugene Goodman está sendo elogiado por seu trabalho na semana passada

IGOR BOBIC

Um policial do Capitólio dos Estados Unidos está sendo chamado de herói por conduzir sozinho uma multidão para longe do plenário do Senado durante os tumultos da semana passada.

As imagens do oficial, identificado como Eugene Goodman, mostram-no a poucos passos dos manifestantes enquanto eles o perseguem por escadas.

Goodman então é visto olhando para a entrada do Senado antes de atrair os homens na direção oposta.

Cinco pessoas, incluindo um policial, morreram como resultado dos tumultos. Outro policial que estava trabalhando durante o episódio morreu por suicídio neste fim de semana, disse sua família.

A demonstração de bravura de Goodman, que é veterano do Exército e serviu no Iraque, vem em meio a críticas à polícia do Capitólio por aparentes falhas de segurança durante o ataque.

Na noite de segunda-feira (11), o departamento disse que dois de seus policiais foram suspensos e mais de uma dúzia está sob investigação por suspeita de envolvimento impróprio com os manifestantes.

O professor de direito penal da Escola de Direito de Nova York e veterano de 20 anos do Departamento de Polícia de Nova York, Kirk Burkhalter, classificou a reação de Goodman aos manifestantes como “tremenda”.

“Não acho que tenha havido qualquer tipo de treinamento que o preparasse para essa situação”, disse Burkhalter.

No vídeo filmado pelo repórter do Huffington Post Igor Bobic, Goodman, que é negro, é hostilizado pelo grupo de apoiadores de Trump — todos homens brancos.

O homem na frente do pelotão, vestindo uma camiseta da QAnon, foi identificado como Doug Jensen, de Iowa. Posteriormente, ele foi preso pela polícia local e pelo FBI (Polícia Federal americana) por seu papel nos tumultos.

As filmagens mostram Jensen liderando a multidão que perseguiu Goodman pelas escadas — a poucos metros da entrada do andar do Senado. Enquanto é perseguido, Goodman grita “segundo andar!” em seu rádio, aparentemente alertando outros oficiais do grupo que se aproximava do plenário.

Depois que Goodman olha para a entrada do plenário do Senado, ele empurra Jensen — um movimento aparentemente calculado para chamar a atenção para si mesmo, atraindo a multidão para longe do plenário, onde muitos se escondiam.

A imagem de Goodman seguido por uma multidão — alguns armados com bandeiras confederadas, outros com alusões à bandeira nazista — é foi extremamente perturbadora, disse Burkhalter.

“Sendo policial ou não, ver um homem negro sendo perseguido por alguém que carrega uma bandeira da Confederação — há algo de errado com essa imagem. Isso nunca deveria acontecer novamente”, disse ele.

“Isso parece ser tudo que precisamos corrigir.”

O oficial Goodman foi homenageado por vários membros do Congresso, alguns deles pedindo que Goodman recebesse a Medalha de Honra do Congresso por seus serviços.

“Enquanto a multidão fascista de Trump saqueava o Capitólio dos EUA, este bravo oficial da USCP (a polícia do Capitólio) manteve desordeiros assassinos longe do plenário do Senado e salvou a vida daqueles que estavam lá dentro”, escreveu o congressista Bill Pascrell no Twitter.

“Na quarta-feira passada, eu estava dentro do plenário do Senado quando o oficial Eugene Goodman desviou uma multidão enfurecida para longe dali, correndo um grande risco pessoal. Seu pensamento rápido e ação decisiva naquele dia provavelmente salvaram vidas, e temos uma dívida de gratidão com ele”, escreveu o senador Bob Casey na segunda-feira.

O impasse de Goodman com a multidão ocorreu poucos minutos antes que as autoridades pudessem selar o local, de acordo com reportagem do Washington Post.

O departamento de polícia do Capitólio conta com 2 mil funcionários, e tem a tarefa de proteger o prédio do Capitólio e todos que estão dentro dele. Eles são diferentes da polícia de DC, que patrulha o resto da capital americana.

O que vai acontecer com a Polícia do Capitólio dos EUA agora?

O chefe da Polícia do Capitólio, Steven Sund, renunciou na semana passada após críticas sobre a reação de sua força aos distúrbios, incluindo um apelo público da democrata Nancy Pelosi para que Sund deixasse o cargo.

O procurador dos EUA em exercício, Michael Sherwin, disse que o Departamento de Justiça vai considerar a possibilidade de processar qualquer policial do Capitólio que tenha agido como cúmplice dos manifestantes.

O policial Howard Liebengood, 51, que trabalhou durante os distúrbios, morreu por suicídio no sábado, disse sua família. Um advogado da família de Liebengood chamou a morte do veterano de 15 anos do departamento de uma “perda devastadora”.

No Twitter, o senador republicano Mitt Romney disse que ele e sua equipe estavam “de coração partido” com a morte de Liebengood. “Howie era uma presença familiar e alegre, e também um amigo meu e da minha equipe”, escreveu Romney. “Sua bravura, bondade e cuidado genuíno com os outros foram profundamente sentidos por todos nós que tivemos o privilégio de conhecê-lo.”

De acordo com a CBS News, a força policial do Capitólio respondeu a uma série de incidentes de policiais que ameaçaram causar danos a si mesmos após os ataques da semana passada.

Burkhalter diz que a responsabilidade por qualquer falha de segurança é da liderança do departamento.

Quando se chega ao ponto em que cada policial, como o policial Goodman, precisa tomar decisões sobre a distribuição de recursos, a batalha está perdida, diz ele.

“Nunca deveria ter chegado a esse ponto.”

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RECOLOCAÇÃO DE CUBA, PELOS EUA, COMO PATROCINADOR DO TERRORISMO, PODE DIFICULTAR RELAÇÕES COM PAÍS APÓS POSSE DE BIDEN

EUA recolocam Cuba como país ‘patrocinador do terrorismo’

Iniciativa a poucos dias do fim do governo Trump pode dificultar uma retomada das relações após a posse de Joe Biden

INTERNACIONAL 

Da EFE

Pompeo acusou Cuba de 'patrocinar terrorismo'

MENAHEM KAHANA / POOL VIA EFE – EPA – ARQUIVO

O governo dos Estados Unidos, ainda sob a presidência Donald Trump, voltou a colocar Cuba em sua lista de patrocinadores do terrorismo, da qual o país havia sido retirado em 2015 durante o segundo mandato de Barack Obama durante o processo de “degelo” na relação bilateral.

Nove dias antes de Trump deixar a Casa Branca, o secretário de Estado, Mike Pompeo, anunciou uma decisão que pode complicar as chances de o presidente eleito, Joe Biden, retomar rapidamente a aproximação com Havana.

“Com esta ação, vamos mais uma vez responsabilizar o governo cubano e enviar uma mensagem clara: o regime dos Castro deve acabar com seu apoio ao terrorismo internacional e à subversão da justiça americana”, disse Pompeo em comunicado.

Fonte: R7
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A CÂMARA DOS REPRESENTANTES DOS EUA VOTARÁ, NESTA QUARTA-FEIRA (13), SE ACUSARÁ OU NÃO O PRESIDENTE NO FIM DO MANDATO

Câmara dos Representantes votará impeachment de Trump na 4ª

Processo deverá ser aprovado na Câmara, mas julgamento no Senado pode ficar apenas para depois da saída do presidente

INTERNACIONAL

 Da EFE

Democratas apresentaram pedido de impeachment de Trump nesta 2ª Democratas apresentaram pedido de impeachment de Trump nesta 2ª

JIM LO SCALZO / EFE – EPA – 11.1.2021

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos votará nesta quarta-feira (13) se acusará ou não o presidente em fim de mandato, Donald Trump, de “incitar uma insurreição” que resultou na invasão do Capitólio na semana passada, o que poderá abrir um segundo processo de impeachment contra o republicano uma semana antes do fim de seu mandato

O vice-líder da maioria democrata na Câmara dos Representantes, Steny Hoyer, anunciou em conversa telefônica com os demais congressistas que a Casa se reunirá na quarta-feira às 9h (horário local; 11h de Brasília) para considerar a acusação política apresentada contra Trump.

Os democratas já têm os votos necessários para aprovar esse processo contra Trump durante a votação, disse no Twitter nesta segunda-feira um dos congressistas que redigiram a resolução, o democrata David Cicilline.

Fonte: R7
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PARA EVITAR QUE SITUAÇÕES DOS EUA OCORRAM NO BRASIL, FUX DIZ QUE O STF ESTARÁ VIGILANTE

STF estará vigilante para evitar que situação nos EUA ocorra no Brasil, diz Fux

Estadão Conteúdo

 Atualizado 10 de janeiro de 2021 às 18:18

O ministro do STF Luiz FuxO ministro do Supremo Ttribunal Federal (STF) Luiz Fux

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, garantiu que a Corte, “como guardiã da democracia constitucional, permanecerá vigilante para que a situação registrada nos EUA no último 6 de janeiro jamais ocorra no Brasil”.

A afirmação foi feita em artigo publicado no jornal O Globo deste domingo, (10). Segundo ele, o Judiciário tem papel essencial, porque cabe a esse poder ser o garantidor do cumprimento das leis e da Constituição. “Não se pode hesitar em cumprir essa missão”, escreveu Fux.

O presidente do Supremo disse que “não há democracia sem respeito às instituições”, – sendo elas do Judiciário, do Legislativo, do Executivo ou mesmo as privadas -, e afirmou que qualquer líder que busque subjugá-las, “concentrando e abusando do poder a ele concedido pelo voto, deve sofrer imediata reação da imprensa livre, da sociedade crítica e dos demais poderes constituídos”.

“Vitórias eleitorais não representam carta-branca para desígnios individualistas ou decisões arbitrárias. O governo é das leis e não dos homens”, disse o ministro no artigo. “Preservaremos a democracia a qualquer custo”, concluiu.

Vale lembrar que, um dia após os fatos ocorridos nos Estados Unidos, quando extremistas invadiram a sede do Legislativo americano para interromper a confirmação da eleição naquele país, o presidente Jair Bolsonaro voltou a levantar dúvida sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro e a pressionar pela instituição do voto impresso.

Na ocasião, sem citar diretamente o ataque ao Capitólio por uma multidão pró-Donald Trump na quarta-feira. Bolsonaro afirmou que o modelo eletrônico pode levar o Brasil a ter um problema pior que os EUA.

“Se nós não tivermos o voto impresso em 2022, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter problema pior que os Estados Unidos”, disse o presidente.

Também sem apresentar nenhuma prova, Bolsonaro repetiu que houve fraude nas eleições americanas.

“O pessoal tem que analisar o que aconteceu nas eleições americanas agora. Basicamente qual foi o problema, causa dessa crise toda? Falta de confiança no voto.

Então lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos correios por causa da tal da pandemia e houve gente que votou três, quatro vezes, mortos votaram, foi uma festa lá. Ninguém pode negar isso daí”, disse Bolsonaro.

“E aqui no Brasil, se tivermos o voto eletrônico em 2022, vai ser a mesma coisa. A fraude existe”, completou o presidente brasileiro.

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A INVASÃO DO CAPITÓLIO ENTRARÁ PARA HISTÓRIA DOS EUA E TERÁ REFLEXOS NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS DA POLÍTICA NORTE-AMERICANA

Quais os impactos da invasão do Capitólio para o futuro dos EUA

Partido Republicano, governo Biden e sistema político norte-americano devem sentir os reflexos das ações de trumpistas

INTERNACIONAL 

| Pablo Marques, do R7

Invasão do Capitólio deve ter reflexo na política dos Estados Unidos

A invasão do Capitólio por apoiadores do presidente Donald Trump entrará para a história dos EUA e terá reflexos nos próximos capítulos da política norte-americana.

As declarações de Trump sobre a ocorrência de fraudes no sistema eleitoral para beneficiar Joe Biden e a decisão de não reconhecer a derrota para o adversário foram alguns dos motivos que fizeram trumpistas se organizarem e partirem para Washington para barrar a sessão no Congresso que certificaria a vitória democrata nas urnas.

“O Trump não tem responsabilidade sobre as informações que ele divulga. Não é possível confirmar tudo o que as pessoas falam na internet, mas o presidente não pode divulgar mentiras”, diz o professor Leonardo Paz, pesquisador do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da FGV, apontando a parcela de culpa do líder americano pela invasão do Capitólio.

Desde a derrota, em novembro passado, o candidato republicano questiona a apuração de votos em estados onde os eleitores mudaram de lado e votaram no partido democrata. “A retórica do presidente convenceu muitas pessoas de que o resultado foi roubado, mas não existem provas que justifiquem essa postura”, diz Paz.

Consequências para os republicanos

O Partido Republicano está dividido internamente entre aqueles que seguem apoiando Trump e aqueles que buscam um distanciamento. O professor da FGV afirma ser difícil apontar impactos de algo tão recente, mas acredita que a postura do partido pode indicar o que vai acontecer daqui para frente.

“Um possível caminho será reconhecer que o governo Trump foi um erro e iniciar uma reconstrução e deixar que os Democratas governem, já que Biden terá maioria no legislativo. Outro cenário seria uma aproximação com os democratas para tentar a aprovação de projetos de maneira conjunta, ou seja, bipartidária e assim conseguir alguns crédito”, explica.

O professor destaca, porém, que Trump é uma potência de popularidade e ir contra os seus apoiadores também pode ser uma manobra arriscada eleitoralmente.

Fonte: R7
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A VITÓRIA DOS DEMOCRATAS NO SENADO DOS EUA, SIGNIFICA CONSOLIDAÇÃO DE MAIS PODER E UMA CHANCE DE UM GOVERNO TRANQUILO AO NOVO PRESIDENTE

O que significa o controle dos democratas no Senado dos EUA

Em eleição, partido de Biden consolidou mais poder para os próximos anos e uma chance de governo tranquilo ao novo presidente

Vitória democrata no Senado é sinal positivo para governo de Biden

A duas semanas do fim do mandato de Donald Trump, o atual presidente ainda tinha esperança de conseguir anular a vitória do democrata Joe Biden nas eleições de novembro de 2020.

Nos últimos 2 meses, o atual presidente teve 60 ações que tentavam cancelar, frear ou reverter a posse de Biden rejeitadas na Justiça dos EUA. Na noite de terça-feira (5), ele tentou a última sorte: a vitória republicana no Senado. Porém, o resultado nesta quarta-feira (6) não foi nada animador para Trump.

Os senadores democratas Raphael Warnock e Jon Ossoff venceram o segundo turno na Geórgia e os com isso o partido conquistou a maioria no Senado, posição que os republicano ocupavam na casa desde 2015. Assim como as eleições presidenciais, o resultado foi apertado e disputado até o fim.

A Geórgia, antigo reduto republicano e conservador, teve um giro nas últimas eleições, se tornando um dos estados decisivos nas eleições e elegendo o primeiro candidato democrata desde 1992. A mudança, porém, não é homogênea, com os democratas vencendo em grandes centros urbanos e os republicanos mantendo a força, poder e influência nas regiões mais rurais.

Assim como no Brasil, o papel do Senado é fundamental. Nos EUA, o Senado é a última etapa para a aprovação de “acordos internacionais, referendar embaixadores, processos de impeachment, votação de orçamento, decisão de pautas polêmicas e, em uma eventual guerra, tudo precisa da aprovação do Senado”, explica o professor de Relações Internacionais da ESPM, Roberto Uebel. “O Senado é a instituição fundamental para que a política externa dos EUA funcione”.

Maré calma (mas nem tanto) para Biden

Com um papel tão importante, um Senado de maioria democrata indica uma governança mais tranquila para Joe Biden, que não terá que se preocupar com projetos barrados pelos republicanos e nem negociar aprovações importantes com a oposição.

Apesar de a maré parecer tranquila, não significa que Biden não vá encontrar problemas na hora de aprovar pautas complexas, como as de meio ambiente, por exemplo, e pode encontrar rusgas dentro do próprio partido.

O partido democrata não é hegemônico, e tampouco pode ser encarado como sendo totalmente de esquerda. Apesar de ser menos conservador e mais disposto a negociar pautas polêmicas e se alinhar com pautas progressistas, o partido democrata está mais próximo do centro. Com isso, pautas progressistas podem acabar trazendo debates dentro do partido, entre os mais conservadores e os mais liberais.

“Mas, ainda assim, é melhor lidar com disputas dentro do próprio partido do que com os republicanos”, analisa o professor.

Além do Senado, os democratas também mantiveram o poder na Câmara, controlada por Nancy Pelosi, fazendo com que o partido detenha o poder em todas as esferas políticas e garantindo uma governabilidade mais tranquila para Biden.

O papel de Pence

Com mais um baque na frágil campanha de Trump para se manter no poder, ele recorreu ao aliado e vice-presidente, Mike Pence, que terá que oficializar a eleição de Joe Biden. Trump pediu ao vice que não o fizesse e o pressionou publicamente, por mensagens no Twitter. Apesar do apelo, especialistas não acreditam que o republicano cederá aos pedidos de Trump.

“Mike Pence é um político tradicional e uma figura forte no partido republicano. Ele não vai jogar fora essa carreira política”, analisa Roberto Uebel, que ressalta que não reconhecer Biden como presidente traria “resultados catastróficos” para os EUA e a política externa.

Quando entrou na chapa de Trump, em 2016, Pence era o elo entre o candidato, que nunca havia participado da política  antes, com os chefes e membros importantes do partido republicano. Agora, “ele é alguém que pode ser um candidato à presidência”, aponta Pedro Brites.

Mas, para isso, “ele vai ter que conseguir se firmar como um político que respeita a Constituição, apesar da proximidade com o Trump”, conclui.

E, para isso, terá que aceitar a vitória de Biden e do partido democrata no comando do Senado.

Membros do partido republicano alinhados a Trump pretendem protestar contra a vitória de Biden no Congresso, mas parte do partido já aceitou e reconheceu a vitória do democrata e tenta se distanciar de Trump.

Fonte: R7

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COMO JOE BIDEN PRETENDE MUDAR AS RELAÇÕES COMERCIAIS DOS EUA COM O RESTO DO MUNDO

Joe Biden: como o presidente eleito dos Estados Unidos pretende mudar as relações comerciais de seu país com o resto do mundo

Espera-se que o novo governo se distancie da política linha dura de Trump — mas, em muitos casos, abordagens diferentes podem ser aplicadas para os mesmos fins

INTERNACIONAL

 por BBC NEWS BRASIL

 Biden perseguirá muitos objetivos de Trump, mas recorrendo a políticas menos unilaterais

Com o anúncio da nomeação da ex-presidente do Banco Central americano (Fed), Janet Yellen como futura secretária do Tesouro dos Estados Unidos, o presidente eleito Joe Biden começa a delinear com clareza a configuração da sua equipe econômica.

O próximo governo terá inúmeros desafios nesta área, a começar por colocar o país na rota da recuperação econômica após a grave crise causada pela pandemia de covid-19 — mas também enfrentará muitos desafios além de suas fronteiras, no que se refere às relações comerciais.

“Em sua tentativa de colocar a ‘América em primeiro lugar’ — em termos de empregos e lucros —, o presidente Donald Trump taxou as importações procedentes de nações que ele julgou que tentavam dar uma vantagem injusta a seus produtores, com poucos benefícios perceptíveis aos EUA “, diz Dharshini David, correspondente da BBC para questões de comércio global.

Mas o que a mudança de gestão na Casa Branca significará para a política comercial americana?

Destacamos seis fatores-chave que devem ser levados em conta, desde objetivos globais até o posicionamento sobre questões latino-americanas:

1. Entre as prioridades de Biden e Trump, não há tantas diferenças

O lema “compre produtos americanos” de Joe Biden durante a campanha eleitoral lembra algumas das propostas de Trump.

Como o desemprego nos Estados Unidos mais que dobrou durante a pandemia, as promessas de ajudar a melhorar as chances de os cidadãos americanos ganharem a vida têm um grande apelo.

Nesse sentido, Biden prometeu, entre outras coisas, penalizar empresas americanas que transferirem empregos para o exterior.

E, assim como Trump, ele está preocupado com as ambições e a forma de fazer negócios da China, país com o qual o atual governo travou uma dura guerra comercial.

2. Mesmo sonho, mas meios diferentes

Uma diferença fundamental é que Biden tem ideias muito distintas de Trump sobre como ser bem sucedido no cenário mundial, destaca a jornalista especialista no tema da BBC.

O presidente Trump optou por buscar esse objetivo unilateralmente, usando tarifas e ameaças contra a China enquanto tentava coagir a Europa a se juntar a seu embate contra empresas como a Huawei.

Biden prefere a ideia de unir forças com outros parceiros, aplicando uma abordagem multilateral que incentiva os aliados tradicionais dos EUA a participarem desse esforço conjunto.

3. Restabelecimento da relação comercial com a União Europeia

É provável que isso signifique oferecer “um ramo de oliveira” à União Europeia, com uma oferta de redução das tarifas recentemente impostas para acalmar as turbulências, observa David.

A disputa entre a fabricante de aviões americana Boeing e sua concorrente europeia Airbus em razão de subsídios estatais existia antes de Trump chegar à Casa Branca, mas foi ele quem decidiu responder impondo tarifas sobre produtos de luxo europeus no valor de US$ 7,5 bilhões.

Analistas acreditam que Biden vai, no mínimo, evitar aumentar as tarifas e poderá, até mesmo, eliminar as existentes, como as aplicadas às importações de aço e alumínio.

Também é provável que a ameaça de taxar as importações de automóveis desapareça.

Nesse contexto, no entanto, é possível que os produtores de vinho de Bordeaux tenham que esperar, uma vez que com tantas questões pendentes internamente, Biden pode deixar a derrubada das barreiras alfandegárias em segundo plano.

4. Uma relação menos ‘especial’?

As relações comerciais com o Reino Unido também podem cair na lista de prioridades do governo Biden, apesar da tradicional “relação especial” que os dois países mantêm há décadas.

Embora as autoridades comerciais britânicas estejam cortejando a equipe do presidente eleito há algum tempo, é improvável que Washington tenha pressa em assinar um acordo com o Reino Unido.

Sabe-se que Biden não é exatamente um apoiador do Brexit e, além disso, ele já disse que não haverá negociação se o Acordo de Belfast (também conhecido como Acordo da Sexta-Feira Santa) de 1998, que selou a paz entre irlandeses, não for respeitado.

O receio de que isso aconteça está relacionado à Lei do Mercado Interno proposta pelo Reino Unido, que contempla a possível imposição de uma fronteira alfandegária rígida entre a Irlanda do Norte (que é parte do Reino Unido) e a República da Irlanda (que é um país independente e integrante da União Europeia).

5. E a América Latina?

Em termos comerciais, Biden vai herdar o acordo Estados Unidos-México-Canadá (T-MEC), fruto da renegociação feita por Trump do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês), que vigorava desde o início do século.

O novo governo vê com bons olhos o T-MEC — aprovado no Congresso americano com forte apoio tanto de republicanos quanto democratas. O tratado é considerado por muitos atualmente como o padrão a ser seguido nesse tipo de acordo comercial, dado que contempla cláusulas rigorosas sobre questões de direitos dos trabalhadores e proteção do meio ambiente.

Muitos analistas esperam ver mudanças nas relações comerciais com Cuba, que sofreu um forte revés durante o governo Trump, que voltou a impor restrições à ilha após a reaproximação feita na era Obama, quando o atual presidente eleito era vice-presidente do país.

Em todo caso, os analistas não prevêem que as relações comerciais estejam no centro do relacionamento com os países da América Latina, embora prevejam que a nova Casa Branca assumirá uma postura menos transacional nas relações com os governos da região e que mudará um pouco o foco de Trump, centrado em questões como migração e segurança, para uma agenda mais ampla que inclua proeminentemente a cooperação para o desenvolvimento.

6. Além do comércio de mercadorias

Mas a política comercial vai muito além do envio de contêineres carregados de mercadorias que lotam os portos diariamente.

Por exemplo, enquanto Trump olhava com desconfiança para a Organização Mundial do Comércio (OMC), “há quem espere que Biden aposte na promoção da reforma e modernização dessa organização, dentro da qual se estabelece o quadro de normas que norteiam o comércio mundial”, observa a correspondente da BBC para questões de comércio global.

Em todo caso, no entanto, sempre haverá algumas tensões pendentes, como a questão do imposto sobre serviços digitais que a Europa quer aplicar sobre os lucros de grandes empresas de tecnologia (principalmente americanas).

Em última análise, a correspondente da BBC enfatiza que “embora haja a possibilidade de uma mudança na postura comercial do novo presidente, sua volumosa agenda de questões internas a serem resolvidas pode tirar o foco desses temas por algum tempo”.

Fonte: R7

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DEPENDENDO DO AVAL DO SENADO, EX-FUNCIONÁRIA DO PENTÁGONO PODE OCUPAR O CARGO DE SUBSECRETÁRIA DE DEFESA DOS EUA

Kathleen Hicks pode ser 1ª mulher subsecretária de Defesa dos EUA

Presidente eleito Joe Biden escolheu a ex-funcionária do Pentágono para ocupar o cargo; nomeação depende de aval do Senado

INTERNACIONAL |

 EFE

Kathleen é a atual diretora do programa de segurança internacional do CSISKathleen é a atual diretora do programa de segurança internacional do CSIS

O presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, escolheu a ex-funcionária do Pentágono Kathleen Hicks para ser a nova subsecretária de defesa do futuro governo, e se a nomeação for confirmada pelo Senado, ela será a primeira mulher a ocupar o cargo.

Hicks, que já teve posições de destaque no Pentágono durante a administração de Barack Obama (2009-2017), é a atual diretora do programa de segurança internacional do CSIS (Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais), com sede em Washington.

A equipe de transição do democrata também anunciou, em um comunicado, que Colin Kahl — conselheiro de segurança nacional de Biden, quando ele era vice-presidente —, será nomeado subsecretário de Defesa para Políticas, escolha que também deverá ser confirmada pelo Senado.

Hicks e Kahl “têm ampla experiência e capacidade de julgamento à prova de crises, habilidades necessárias para ajudar a resolver a enorme lista de desafios que enfrentamos hoje e que podemos vir a encarar no futuro”, disse Biden, em um comunicado.

Desde novembro, Hicks lidera os esforços de transição de Biden no Pentágono, como chefe da equipe que analisa as políticas do Departamento de Defesa. Kahl, que supervisionou os questões relacionadas ao Oriente Médio no Pentágono, é atualmente co-diretor do Centro para Segurança e Cooperação Internacional da Universidade de Stanford, na Califórnia.

Dentro do Pentágono, Kahl também esteve envolvido na retirada de tropas do Iraque, na política de contenção do Irã e no fortalecimento dos laços militares com Israel, segundo a equipe de transição de Biden.

O presidente eleito escolheu o general Lloyd Austin como secretário de Defesa, o que fará com que o militar aposentado há quatro anos seja o primeiro negro a ocupar o cargo, se sua nomeação for confirmada pelo Senado.

Para assumir a secretaria, Austin também precisará que o Congresso abra uma exceção para seu caso, já que existe uma lei que impede que militares de assumam o Pentágono antes de estarem aposentados há pelo menos sete anos.

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OS LÍDERES DO IRÃ DISSERAM QUE SUAS POLÍTICAS NÃO MUDARIAM COM BASE NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DOS EUA

Como vai ficar a relação entre EUA e Irã quando acabar a era Trump?

Existe uma expectativa de que Joe Biden leve os EUA de volta para o acordo nuclear com Teerã, mas divisões internas na política do país e ações remanescentes do governo Trump são um obstáculo real a esse objetivo

INTERNACIONAL |

 por BBC NEWS BRASIL

Os líderes do Irã disseram que suas políticas não mudariam com base no resultado da eleição presidencial dos EUA

EPA

Na longa lista de tarefas do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, está voltar a integrar ao acordo nuclear com o Irã.

Celebrado em 2015, o Plano Conjunto e Abrangente de Ação (PCAA) foi costurado pelo governo de Barack Obama, o antecessor de Donald Trump na Casa Branca.

Mas Trump retirou os Estados Unidos do acordo em maio de 2018 e, desde então, tem feito o possível para demoli-lo.

Mas apesar de mais de dois anos da sua política de “pressão máxima” sobre o Irã, o país não cedeu e está mais perto de adquirir a tecnologia necessária para uma arma nuclear.

Biden, que assume em 20 de janeiro, conseguirá voltar ao status quo de antes?

“A estratégia é muito, muito clara”, diz Aniseh Bassiri Tabrizi, especialista em Irã do Instituto Real de Serviços Unidos, centro de estudos de defesa e segurança internacional baseado em Londres, no Reino Unido. “Mas não será fácil.”

O próprio Biden reconheceu isso em uma entrevista ao jornal The New York Times no início de dezembro, mas também afirmou que “a última coisa de que precisamos naquela parte do mundo é um aumento da capacidade nuclear”.

Condições e recusas

É justo dizer que existem desafios consideráveis. A começar pela complexa teia de sanções impostas pelos Estados Unidos nos últimos dois anos.

Além disso, após os Estados Unidos se retirarem do PCAA, o Irã começou a dar para trás em seus próprios compromissos.

Biden disse que retornará ao acordo nuclear e suspenderá as sanções se Teerã voltar a “cumprir integralmente o acordo nuclear”.

O Irã respondeu que não aceitará as pré-condições de Biden e que os Estados Unidos devem retornar ao acordo antes que as negociações possam ocorrer, segundo o ministro das Relações Exteriores, Javad Zarif.

Urânio enriquecido

Quando Trump abandonou o acordo nuclear, justificou que queria forçar o Irã a negociar um novo acordo que impusesse restrições indefinidas em seu programa nuclear e também interrompesse o desenvolvimento de mísseis balísticos.

O Irã se recusou e, em julho de 2019, ultrapassou o limite de 3,67% para o enriquecimento de urânio.

Ao mesmo tempo, o país tem hoje estocada cerca de 12 vezes a quantidade de urânio pouco enriquecido permitida pelo PCAA, de acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

O urânio pouco enriquecido é usado para muitos fins civis relacionados à energia nuclear. Mas, em seu mais alto estado de purificação (do qual o Irã não está nem perto, nem se sabe que está tentando fazer isso), ele pode ser usado em uma bomba nuclear – daí a preocupação.

Mas o governo iraniano insiste que suas ambições nucleares são inteiramente pacíficas.

Essas talvez sejam provavelmente questões relativamente simples de se lidar. As autoridades iranianas disseram que seus movimentos em direção ao não cumprimento são “reversíveis”.

Mas os avanços na pesquisa e desenvolvimento iranianos não podem ser simplesmente anulados. “Não podemos voltar atrás”, disse Ali Asghar Sol Budaph, ex-embaixador do Irã na AIEA.

O Irã que resistiu à tempestade Trump também tem suas próprias demandas. As autoridades dizem que a remoção das sanções não será suficiente. O país espera ser indenizado por dois anos e meio de danos econômicos graves.

Além disso, o governo iraniano diz que o próprio governo americano deixou de cumprir seus compromissos.

Em uma conferência virtual, Zarif afirmou que os Estados Unidos “violaram gravemente” uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que endossa o acordo nuclear quando o abandonaram.

“Os Estados Unidos devem cessar suas violações do direito internacional”, disse ele. “Isso não requer negociações.” Zarif continuou, dizendo que os Estados Unidos “não estavam em posição de estabelecer condições”.

Pressão política

Com as eleições presidenciais do Irã se aproximando em junho do próximo ano, campos reformistas e linha-dura estão disputando posições no país.

As avaliações populares do presidente Hassan Rouhani, visto como moderado, caíram à medida que a situação econômica do Irã piorou. Será que Biden sentirá necessidade de aumentar as chances de Rouhani reduzindo as sanções?

No início de dezembro, o Parlamento do Irã elevou a pressão sobre Biden ao aprovar um projeto de lei que impede as inspeções da ONU em suas instalações nucleares e exige que o governo retome o enriquecimento de urânio para 20%, bem acima dos 3,67% acordados no acordo, se as sanções americanas não forem abrandadas dentro de dois meses.

Rouhani disse que se opõe à implementação da lei, mas o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, que é a autoridade máxima do país, ainda precisa deixar clara sua posição sobre o projeto.

Isso ocorreu após o assassinato do principal cientista nuclear do Irã, Mohsen Fakhrizadeh, que teve um papel crucial no programa nuclear do país.

Ele foi morto em um misterioso ataque a uma estrada fora da capital Teerã. O Irã acredita que Israel e um grupo de oposição exilado usaram uma arma de controle remoto. O governo israelense não comentou publicamente as alegações de seu envolvimento.

No entanto, a margem de manobra de Biden pode ser limitada. O apoio ao acordo nos Estados Unidos está dividido em linhas partidárias, com a maioria dos republicanos se opondo.

Os resultados das duas votações em segundo turno da Geórgia para o Senado em janeiro determinarão o equilíbrio de poder em Washington e, possivelmente, a liberdade de ação do próximo governo.

Antigos aliados e novas alianças

Claro, o PCAA nunca foi um assunto bilateral. Seus outros patrocinadores internacionais (Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha, além da União Europeia) estão todos, de uma forma ou de outra, investidos nos seus rumos.

Os patrocinadores europeus, em particular, estão ansiosos para ver Washington mais uma vez comprometido com o sucesso do acordo.

O Reino Unido, a França e a Alemanha tentaram manter o acordo vivo durante os anos Trump e agora podem desempenhar um papel na negociação dos termos do retorno americano.

Mas há um reconhecimento de que o mundo mudou e que um simples retorno ao plano original é improvável.

“Até esses países agora falam cada vez mais em um novo acordo que dê continuidade ao PCAA”, diz Tabrizi.

Qualquer acordo desse tipo, afirma a especialista, teria como alvo as atividades regionais do Irã e o desenvolvimento de mísseis balísticos, bem como limitar as atividades nucleares quando as cláusulas do PCAA começarem a expirar.

O fato de que algumas das potências regionais que se opuseram ao plano, como Israel, Emirados Árabes e Bahrein, recentemente assinaram acordos de normalização de relações diplomáticas patrocinados e fortemente promovidos pelo governo Trump tornará seus interesses muito mais difíceis de ignorar.

“Se vamos negociar a segurança de nossa parte do mundo, devemos estar lá”, disse o embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Washington, Yousef al-Otaiba, ao público em um seminário recente organizado pelo Instituto de Estudos em Segurança Nacional da Universidade de Tel Aviv.

A determinação do embaixador foi confirmada por seu interlocutor israelense, o diretor do instituto, Amos Yadlin. “Israel também quer estar à mesa”, disse Yadlin, “com nossos aliados no Oriente Médio.”

Por sua vez, o rei Salman, da Arábia Saudita, fez um apelo pro “uma posição decisiva da comunidade internacional contra o Irã”.

Reviver o PCAA e, ao mesmo tempo, acomodar os pontos de vista e interesses daqueles que o temem ou desprezam representará um quebra-cabeça diplomático muito complicado para Biden. E não esqueçamos: o governo de seu antecessor ainda não acabou.

A mídia americana informou que Trump perguntou na semana passada a conselheiros seniores sobre as opções para atacar uma instalação nuclear iraniana, mas que ele foi dissuadido.

Desafiando as normas tradicionais associadas aos fins de governos, ele ainda está pressionando o Irã, introduzindo novas sanções desde sua derrota nas eleições e ameaçando impor ainda mais.

O que quer que ele acabe fazendo até o final de janeiro, a intenção parece clara: tornar o mais difícil possível para Joe Biden desfazer os resultados.

Fonte: R7

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AGÊNCIA DE AVIAÇÃO DOS EUA APROVA REGRAS PARA ENTREGAS NOTURNAS POR DRONES

 

Luzes e voo noturno: agência dos EUA aprova regras para entrega por drones

David Shepardson, da Reuters

28 de dezembro de 2020 às 18:00

Drones, droneO drone emitirá alertas sobre a importância de permanecer em casa durante o combate à pandemia do novo coronavírus

A agência de aviação dos Estados Unidos (FAA) anunciou nesta segunda-feira (28) regras para permitir que pequenos drones possam sobrevoar as pessoas durante a noite, em um passo significativo para o uso da tecnologia em entregas de encomendas.

As regras definem que a FAA pode exigir identificação remota da maioria dos drones para tratar de questões de segurança.

“As novas regras abrem caminho para uma maior integração dos drones em nosso espaço aéreo, abordando questões de segurança e proteção”, disse o diretor da FAA, Steve Dickson.

“Elas nos aproximam do dia em que veremos mais rotineiramente as operações de drones, como a entrega de pacotes.”

Para operações noturnas, a FAA disse que o drone deve ser equipado com luzes anticolisão. As regras finais permitem operações sobre veículos em movimento em algumas circunstâncias.

A identificação remota é necessária para drones com peso maior do que 250 gramas e também será necessária para drones menores em certos casos, como voos em montagens ao ar livre.

Uma mudança na regra final exige que esses pequenos drones não tenham partes rotativas expostas que possam machucar a pele.

A regra de identificação remota elimina o requisito de que os drones estejam conectados à internet para transmitir dados de localização. A transmissão da identificação tem que ser feita por frequência de rádio.

A UPS recebeu em outubro de 2019 a primeira licença dos EUA para operar uma linha aérea de drones. E a Wing, do grupo do Google, obteve certificação de transportadora aérea para uma operação de drone com um único piloto.

Em agosto passado, o serviço de drones da Amazon recebeu aval do governo dos EUA para testar entregas de pacotes.

As novas regras da FAA entrarão em vigor 60 dias após a publicação. Os fabricantes de drones terão 18 meses para começar a produzir drones com a identificação remota, também conhecida como Remote ID, enquanto os operadores de drones terão mais um ano para começar a usar drones com o sistema.

 

Fonte: CNN
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UMA CAMPANHA DE RECRUTAMENTO NOS EUA ESTÁ NO CENTRO DE UMA BATALHA LEGAL ENTRE ORGANIZAÇÕES DE ESCOTISMO

Por que os escoteiros e as escoteiras estão em ‘guerra’ nos EUA

Uma campanha de recrutamento está no centro de uma batalha legal entre as duas principais organizações de escotismo do país

INTERNACIONAL |

 por BBC NEWS BRASIL

Desde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadasDesde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadas

Uma campanha de recrutamento está no centro de uma batalha legal entre as duas principais organizações de escotismo dos Estados Unidos.

Em 2018, a Boy Scouts of America, que é originalmente exclusiva para meninos, tirou a palavra boy (menino, em inglês) do nome de seu programa de recrutamento para crianças mais velhas, com idades entre 11 e 17 anos, e passou a aceitar meninas entre seus integrantes.

A organização disse na época que também estava mudando o nome do programa para Scouts BSA para se adequar à mudança e se tornar mais “inclusiva” — o nome da organização foi mantido como Boy Scouts of America, assim como o programa para crianças mais novas continuou a ser chamado de Cub Scouts (cub significa “filhote” em inglês).

Mas a organização Girl Scouts, que é voltada para meninas, protestou, alegando que a mudança seria prejudicial para sua marca e entrou com uma ação na Justiça em novembro de 2018, por violação de marca registrada.

A Girl Scouts diz que muitos pais inscreveram suas filhas por engano no Scouts BSA pensando que era o programa para meninas, disseram os advogados da organização.

Em resposta, os escoteiros acusaram as escoteiras de iniciar uma “guerra”. No mês passado, advogados da Boy Scouts pediram a um juiz que rejeitasse o processo. A organização nega que a mudança tenha causado confusão.

Em um comunicado divulgado no sábado (25/12), a Boy Scouts disse que isso é “não apenas impreciso, mas também ignora as decisões de mais de 120 mil meninas e mulheres jovens que se juntaram ao Scouts BSA ou ao Cub Scouts”.

Disputa por membros

Em outubro de 2017, a diretoria do Boy Scouts of America votou unanimemente para abrir o clube centenário a todas as crianças, independentemente do gênero.

“À medida que entramos em uma nova era para nossa organização, é importante que todos os jovens possam se ver no escotismo de todas as maneiras possíveis”, disse Michael Surbaugh, chefe-executivo da Boy Scouts of América. Ele acrescentou que queria tornar a organização mais “inclusiva”.

O movimento desencadeou uma forte reação online, inclusive do filho do presidente Donald Trump. “Estranho, eu pensei que era para isso que as Girls Scouts serviam???”, tuitou Donald Trump Jr.

Desde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadas nos Estados Unidos.

A presidente da Girl Scouts, Kathy Hopinkah Hannah, acusou o grupo de iniciar uma “campanha secreta” para recrutar meninas para uma organização que tinha um declínio “bem documentado” de membros.

“Solicito formalmente que sua organização permaneça focada em servir os 90% dos meninos americanos que não participam atualmente dos escoteiros… e não considere expandir para recrutar meninas”, escreveu a Hannah ao presidente da Boy Scouts, Randall Stephenson.

A Boy Scouts afirma ter cerca de 2,3 milhões de membros nos Estados Unidos, um terço a menos do que tinha em 2000, em comparação com cerca de 1,7 milhão de membros da Girl Scouts.

Fonte: R7

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PACOTE DE APOIO À ECONOMIA CONSEGUE ACORDO DO CONGRESSO DOS EUA

Congresso dos EUA chega a acordo sobre pacote de apoio à economia

O acordo de US$ 900 bilhões estabelece um suplemento temporário de US$ 300 por semana em benefícios de desemprego

INTERNACIONAL

por Agência Estado

 

Congresso dos EUA chega a acordo sobre pacote

Amber Searls / USA Today via Reuters – 2.11.2019

O líder da maioria republicana no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell, afirmou neste domingo (20) que o Congresso norte-americano chegou a um acordo final sobre um pacote fiscal de aproximadamente US$ 900 bilhões para auxiliar no combate aos efeitos econômicos da covid-19.

O acordo estabelece um suplemento temporário de US$ 300 por semana em benefícios de desemprego, US$ 600 em pagamentos diretos para grande parte da população, além de uma segunda rodada de subsídios para negócios afetados pela pandemia, financiamento para escolas, provedores de serviços de saúde e locatários em risco de despejo.

Covid-19 faz economia dos EUA encolher 32,9% no 2° trimestre

A expectativa era de que a Câmara votasse a legislação no fim da noite deste domingo ou na segunda-feira e que a ação do Senado ainda seguiria.

O que abriu espaço e permitiu o avanço na aprovação foi um acordo realizado no fim da noite de sábado entre republicanos e democratas sobre os poderes de empréstimos emergenciais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

As negociações aceleraram esta semana após líderes no Congresso concordarem em abandonar dois pontos: financiamento para governos estaduais e locais atingidos, que democratas e alguns republicanos buscavam, além de proteções para empresas e outras entidades que operam durante a pandemia, uma das principais prioridades do Partido Republicano.

Antes do anúncio da aprovação, McConnell afirmou em uma publicação na sua conta do Twitter que o povo americano “não estará por contra própria na luta contra o coronavírus”. “O Congresso acaba de chegar a um acordo. Vamos passar outro pacote de resgate o mais rápido possível. Mais ajuda está a caminho”, escreveu ele.

A medida vem em meio a um aumento no número de casos do novo coronavírus e mortes, além de evidências de que a economia está fragilizada.

O presidente Donald Trump apoia o projeto, principalmente a parte de mais pagamentos diretos. “Terminem o serviço”, escreveu ele no Twitter no sábado à noite.

Fonte: R7

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USO EMERGERGENCIAL DE VACINA DA MODERNA É APROVADO PELA FDA NOS EUA

 

FDA aprova uso emergencial da vacina da Moderna nos EUA

Corpo de especialistas da agência sanitária aprovou o imunizante após analisar testes que mostram eficácia de 95% contra a covid-19

INTERNACIONAL

Do R7

 

Vacinas da Moderna começarão a ser distribuídas nos EUA nos próximos dias

Divulgação via Reuters / Arquivo

A FDA, a agência sanitária dos EUA, autorizou nesta sexta-feira (19) o uso emergencial da segunda vacina contra o novo coronavírus no país. Uma semana após liberar a utilização da vacina da Pfizer, o órgão agora fez o mesmo com a da Moderna.

a primeira autorização que o imunizante fabricado pela empresa recebe no mundo desde o início da pandemia de covid-19. Assim como a da Pfizer, a vacina da Moderna utiliza a tecnologia do ‘RNA mensageiro’.

Distribuição no fim de semana

A empresa de biotecnologia fez um plano de logística com o governo norte-americano e pretende iniciar a distribução de 5,9 milhões de doses ainda neste fim de semana.

A decisão da FDA foi divulgada depois que os especialistas da agência analisaram os resultados de testes clínicos realizados com mais de 30 mil voluntários, que mostraram que a vacina tem efetividade de quase 95% em prevenir que o paciente contraia a covid-19.

 

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DEVIDO O AUMENTO DA TENSÃO ENTRE OS DOIS PAÍSES, EUA PLANEJA FECHAR ÚLTIMOS CONSULADOS NA RÚSSIA

Com tensão aumentada, EUA planejam fechar últimos consulados na Rússia

Por Jennifer Hansler, da CNN*

 Atualizado 19 de dezembro de 2020 às 02:48

A administração Trump informou ao Congresso dos Estados Unidos sobre o plano de fechar os dois consulados restantes do país na Rússia.

Em notificação datada de 10 de dezembro, o Departamento de Estado dos EUA disse aos legisladores que pretende fechar o consulado em Vladivostok e suspender as operações no consulado em Yekaterinburg.

Os fechamentos deixariam os EUA com apenas um posto diplomático na Rússia – a Embaixada dos EUA em Moscou – em um momento de tensões aumentadas entre as duas nações. O anúncio do plano também chega pouco antes da posse do presidente eleito Joe Biden.

Apenas nesta semana – depois que o aviso foi enviado ao Congresso – surgiram notícias de um ataque cibernético generalizado e contínuo contra várias agências do governo federal, bem como várias empresas da Fortune 500. O ataque é suspeito de ter ligações com a Rússia.

De acordo com a notificação, que foi obtida pela CNN americana nesta sexta-feira (18), o Departamento de Estado disse que “retende tomar essas medidas “em resposta aos desafios de pessoal em curso para a Missão dos EUA na Rússia, na esteira do limite de pessoal imposto pela Rússia em 2017 sobre a missão dos EUA”.

A nota também cita “o impasse resultante com a Rússia sobre vistos diplomáticos”.

Um porta-voz do Departamento de Estado confirmou as medidas pretendidas, dizendo que “o Secretário de Estado, em estreita consulta com o Embaixador John Sullivan, decidiu fechar o Consulado Geral dos EUA em Vladivostok e suspender as operações no Consulado Geral dos EUA em Yekaterinburg como parte de nosso esforços em andamento para garantir a operação segura da missão diplomática dos EUA na Federação Russa. ”

“A decisão do Departamento sobre os consulados dos EUA na Rússia foi tomada para otimizar o trabalho da missão dos EUA na Rússia”, disse o porta-voz na sexta-feira. “O realinhamento resultante de pessoal na Embaixada dos Estados Unidos em Moscou nos permitirá avançar nossos interesses de política externa na Rússia da maneira mais eficaz e segura possível.”

“Nenhuma ação relacionada aos consulados russos nos Estados Unidos está planejada”, acrescentaram.

A notificação do Congresso diz que 10 diplomatas americanos designados para os consulados serão transferidos para a embaixada em Moscou e os 33 funcionários locais serão dispensados. O aviso dizia que, uma vez concluído o procedimento de notificação ao Congresso, os consulados, “com o apoio da Embaixada de Moscou, planejam iniciar os procedimentos para remover todo o material sensível do consulado, incluindo equipamentos de informática e material consular controlado”.

O departamento suspendeu temporariamente as operações em março no consulado em Vladivostok devido à pandemia do novo coronavírus. O governo russo forçou o fechamento do consulado dos EUA em São Petersburgo em 2018 em uma ação de retaliação.

Agora, com o planejado fechamento dos dois consulados restantes – que foi relatado pela primeira vez pela Associated Press (AP) – todos os serviços para cidadãos americanos serão executados em Moscou.

O Departamento de Estado disse aos legisladores que “o fechamento planejado não afetaria adversamente a capacidade da Missão de promover os interesses nacionais dos EUA, ajudar os cidadãos dos EUA ou de conduzir uma supervisão adequada dos programas porque todas essas funções  ontinuariam a ser desempenhadas pela Embaixada dos EUA em Moscou.”

Não está claro quando os fechamentos serão concluídos ou se serão finalizados antes de Biden tomar posse no próximo mês. O presidente eleito disse que ele e sua equipe estão preparando uma “estratégia de imposição de custos” para responder à Rússia por suas medidas disruptivas, incluindo o ciberataque se Moscou for considerada responsável.

Fonte: CNN

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ATÉ A POSSE DO PRESIDENTE DOS EUA, TODO CONTATO ENTRE OS DOIS PAÍSES SÓ SERÁ FEITO VIA EMBAIXADA, POR DECISÃO DO ITAMARATY

Itamaraty define que até a posse de Biden contato só será via embaixadas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 16 de dezembro de 2020 às 21:04

Fundação de pesquisa do Itamaraty vira think tank olavista durante a pandemia - Jornal O Globo

O Itamaraty decidiu que, até a posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, todo o contato entre os dois países só será feito por meio das embaixadas. Ou seja, não haverá até o dia 20 de janeiro nenhum contato direto entre o Palácio do Planalto e a Casa Branca.

Até lá, o contato será feito pelas representações dentro dos países. Em Brasília, via Itamaraty e a embaixada dos Estados Unidos, hoje ocupada por Todd Chapmann, que é próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em Washignton, pela embaixada do Brasil, chefiada por Nestor Foster, junto à equipe do presidente eleito Joe Biden.

Esta foi a forma que a diplomacia brasileira encontrou para tentar se aproximar de Biden depois de o presidente Jair Bolsonaro ter sido o último mandatário de países democráticos a reconhecer sua vitória.

Ainda assim, a aposta é a de que o Brasil começará de uma posição de força e não de uma de fraqueza no relacionamento com Biden, principalmente porque há interesses permanentes entre os dois países quanto a situação geopolítica, que criam convergências inescapáveis para os dois países, independentemente de questões políticas mais pontuais. Parte da diplomacia, contudo, acredita que será uma tarefa árdua a reconstrução.

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TRUMP ANUNCIA QUE DEIXARÁ O CARGO O PROCURADOR-GERAL DOS EUA

 

Procurador-geral dos EUA deixará o cargo, anuncia Trump

Destino de Barr estava em questão desde que ele disse não ter encontrado sinal de fraude nas eleições de novembro, contradizendo Trump

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Bill Barr negou fraudes na eleição de 2020

John Amis – 21.09.2020/EFE

Em postagem na noite desta segunda-feira (14), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o procurador-geral William Barr deixará o cargo pouco antes do Natal e o procurador-geral adjunto, Jeff Rosen, se tornará o procurador-geral interino

“Tive uma reunião muito agradável com o procurador-geral Bill Barr na Casa Branca. Nosso relacionamento tem sido muito bom, ele tem feito um excelente trabalho! De acordo com a carta, Bill partirá pouco antes do Natal para passar as férias com sua família. O procurador-geral adjunto Jeff Rosen, uma pessoa notável, será o procurador-geral interino. O altamente respeitado Richard Donoghue assumirá as funções de procurador-geral adjunto. Obrigado a todos!”, escreveu Trump em sua conta no Twitter.

Barr, em uma carta a Trump vista pela agência Reuters, disse que deixaria seu posto em 23 de dezembro. A carta foi enviada logo após Barr ter informado o presidente sobre a revisão do Departamento de Justiça das alegações da campanha de Trump de fraude eleitoral na eleição de 2020. Nele, Barr prometeu que as alegações “continuariam a ser perseguidas”.

Na carta, Barr também elogiou o que chamou de recorde histórico de Trump, dizendo que ele ajudou a impulsionar a economia, fortalecer os militares e conter a imigração ilegal.

O destino de Barr nos últimos dias da administração Trump estava em questão desde que ele disse na semana passada que uma investigação do Departamento de Justiça não encontrou nenhum sinal de fraude nas eleições de novembro, contradizendo as alegações do presidente. A equipe jurídica de Trump acusou Barr de não conduzir um inquérito adequado.

 

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