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EUA VÃO IMPOR SANÇÕES À AUTORIDADES CUBANAS QUE CONSIDEREM ESTAR ENVOLVIDAS EM VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS

EUA vão impor sanções contra autoridades cubanas

Ação norte-americana tem como objetivo repreender violações dos direitos humanos nos protestos de 11 de julho

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Presidente dos EUA, Joe BidenPresidente dos EUA, Joe Biden SAMUEL CORUM/EFE/ARQUIVO

Os Estados Unidos vão impor sanções, nesta quinta-feira (22), a autoridades cubanas que considerem estar diretamente envolvidas em violações dos direitos humanos durante os protestos de 11 de julho em Cuba, revelou à Agência Efe um funcionário do alto escalão americano.

As sanções fazem parte da resposta do governo do presidente dos EUA, Joe Biden, à situação na ilha, que inclui também possíveis medidas para tentar melhorar o acesso à internet em Cuba e um estudo sobre a possibilidade de voltar a autorizar o envio de remessas para o país.

Um alto funcionário dos EUA, que pediu anonimato, disse à Efe que o anúncio das sanções acontecerá hoje, 11 dias após os protestos antigovernamentais sem precedentes na ilha.

Uma fonte legislativa, familiarizada com as conversas no seio do governo americano, também confirmou à Efe que Biden vai impor uma nova onda de sanções “seletivas” contra funcionários do governo cubano, na tentativa de apoiar os protestos na ilha.

As sanções devem afetar um pequeno número de funcionários do Ministério do Interior cubano e seus militares.

Na última segunda-feira, o governo americano revelou que o Departamento do Tesouro estava “estudando a designação de funcionários cubanos responsáveis pela violência, repressão e violações dos direitos humanos contra manifestantes pacíficos” em Cuba.

Biden também ordenou sua equipe que estudasse a reautorização do envio de remessas a Cuba, proibidas desde novembro do ano passado, desde que seja garantido que o dinheiro “chegue diretamente às mãos do povo cubano”, explicou à Efe um funcionário americano.

Outra das medidas anunciadas pelo governo na segunda-feira e que estão em estudo é a transferência de mais pessoal para a embaixada dos Estados Unidos em Havana com o objetivo de “facilitar a participação diplomática, consular e da sociedade civil” e também por razões de “segurança”.

Fonte: R7
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SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DOS EUA PEDIU QUE CIDADÃOS DE CUBA E HAITI NÃO ARRISQUEM SUAS VIDAS TENTANDO ENTRAR EM TERRITÓRIO AMERICANO PELO MAR

EUA pedem que cubanos e haitianos não venham pelo mar

Governo norte-americano faz apelo a população dos dois países do Caribe e diz que patrulhas marítimas serão ampliada.

INTERNACIONAL

por Agência EFE

Secretário de Segurança dos EUA fez apelo para caribenhos não tentarem migração pelo mar

SARAH SILBIGER / POOL VIA EFE – EPA – 30.6.2021

O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Alejandro Mayorkas, pediu nesta terça-feira (13) para que os cidadãos de Cuba e Haiti, países que enfrentam crises políticas, não arrisquem suas vidas tentando entrar no território americano de forma irregular pelo mar, e advertiu que a entrada não será permitida.

“Nenhum imigrante interceptado no mar, independentemente da nacionalidade, será autorizado a entrar nos EUA”, disse em entrevista coletiva Mayorkas, que nasceu em Cuba e é o primeiro imigrante a comandar o Departamento de Segurança Nacional americano.

Segundo o secretário, os migrantes que tentam entrar nos EUA de “de forma irregular” continuarão sendo interceptados e as operações no estreito da Flórida e no mar do Caribe “permanecem sem mudanças”.

“Nunca é o momento adequado de tentar a migração pelo mar. Não vale a pena correr este risco”, declarou Mayorkas, ao enfatizar que o governo está “acompanhando de perto” as situações em Cuba e Haiti.

Nesse contexto, ratificou o compromisso do governo do presidente Joe Biden de apoiar o Haiti em busca de justiça após o assassinato do mandatário Jovenel Moise e confirmou o envio de três funcionários de seu departamento como parte de uma delegação americana.

“Também nos solidarizamos com o povo cubano”, acrescentou.

Entretanto, observou que a Guarda Costeira e os seus parceiros estaduais, locais e federais estão “monitorizando qualquer atividade que possa indicar um aumento da migração marítima insegura e irregular no Estreito da Florida, incluindo partidas não autorizadas de navios da Flórida para Cuba”.

Fonte: R7
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CUBANOS QUE VIVEM NOS EUA PROTESTAM CONTRA O COMUNISMO NA ILHA

Abaixo o comunismo!’, protestam cubanos que vivem nos EUA

Milhares de cubanos saíram às ruas em dezenas de cidades pedindo o fim da ditadura

INTERNACIONAL 

por AFP

Cubanos pedem ajuda dos EUA

JIM WATSON / AFP

Agitando bandeiras cubanas e americanas e gritando “Pátria ou Vida!”, milhares de cubanos protestaram em Miami e Washington D.C. em apoio aos protestos antigovernamentais históricos na ilha comunista, que podem significar grandes mudanças.

“Este é o momento, não há outro, e esta é a definição total de que o comunismo vai cair. Sou 100% a favor da Pátria e Vida; Abaixo o comunismo!”, afirmou o cubano Humberto Ponce Díaz à AFP nos protestos de domingo em Miami, em frente ao emblemático Café Versailles no bairro cubano de Little Havana, que começou como uma caravana de carros.

O prefeito de Miami, Francis Suárez, participou do protesto que, segundo a imprensa local, reuniu mais de 5.000 pessoas, e até pediu aos Estados Unidos para intervir na ilha.”Sessenta anos de comunismo, crueldade e opressão não podem durar mais!”, escreveu ele em seu Twitter após denunciar a repressão de manifestantes na ilha pela polícia cubana, que agrediu e prendeu inúmeros manifestantes.

“Imploramos aos Estados Unidos que tomem uma atitude enquanto nos manifestamos pacificamente nas ruas de Miami”, acrescentou.

“Pátria e vida!”, gritavam os manifestantes, muitos deles com camisetas com essa legenda, um novo grito de guerra em oposição ao governo, nascido do vídeo musical que se tornou viral e que modificou o lema oficial “Pátria ou morte”.

Cansados da crise econômica que agravou a escassez de alimentos e medicamentos e obrigou o governo a racionar eletricidade, além da explosão do número de casos de coronavírus, milhares de cubanos saíram às ruas no domingo em dezenas de cidades, gritando: “Estamos com fome”, “Liberdade” e “Abaixo a ditadura”.

Esta foi a primeira manifestação popular contra o governo a nível nacional desde a revolução de 1959 que levou Fidel Castro ao poder.

As únicas concentrações autorizadas em Cuba são geralmente as do Partido Comunista.

Embora o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, tenha reconhecido a “insatisfação” de alguns cubanos, ele também acusou Washington de querer provocar “distúrbios sociais” em Cuba e deu aos revolucionários uma “ordem de combate” para enfrentar os manifestantes.

“A Flórida apoia o povo de Cuba que vai às ruas contra o regime tirânico de Havana”, anunciou o governador do estado, Ron DeSantis, em sua conta no Twitter.

“Hoje o povo cubano disse basta! Como cubano-americana, tenho orgulho de me juntar a essas vozes que em todo o país pedem liberdade e democracia”, tuitou a vice-governadora, Jeanette Núñez, que compareceu ao protesto em Miami. “É hora de uma Cuba livre!”.

Exilados cubanos nos Estados Unidos não escondem a esperança de que os protestos de domingo signifiquem o fim do governo comunista na ilha.

Apoio dos EUA

Nesta segunda-feira (12), um grupo de 25 cubanos protestou em frente à Casa Branca, na capital americana, e alguns exigiram que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomasse medidas a respeito.

“Espero que este presidente (Joe Biden) e o Congresso tomem medidas na direção certa e ajudem meu povo”, afirmou à AFP um deles, Sergio Álvarez, um cubano de 32 anos.

“Precisamos de ajuda”, disse este eletricista da Tesla que relatou que seu pai morreu este ano na ilha por falta de remédios.

Biden “precisa denunciar o que está acontecendo em Cuba (…) não estamos sentindo o apoio deste governo”, afirmou Elaine Miranda, uma estudante universitária cubana de 26 anos, em frente à Casa Branca.

Biden pediu na segunda-feira ao governo cubano que não recorra à violência e expressou o apoio dos Estados Unidos aos manifestantes.

O presidente, que assumiu o cargo em janeiro, ainda não reverteu nenhuma das sanções impostas pelo ex-presidente Donald Trump a Cuba e praticamente ignorou o dossiê cubano até hoje.

Seu porta-voz disse em março que “uma mudança na política em relação a Cuba não está” entre suas “maiores prioridades”.

Fonte: R7

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‘AMPLITUDE’ DE ATAQUE CIBERNÉTICO À EMPRESAS NOS EUA É DESTACADO PELO FBI

FBI destaca ‘amplitude’ do ataque cibernético nos EUA

Invasão a empresa que vende programas para varejo fez hackers espalharem vírus por mais de mil empresas no mundo

INTERNACIONAL

 por AFP

Ataques com ransomware vêm se espalhando pelos EUA nas últimas semanas

KACPER PEMPER / REUTERS – ARQUIVO

O FBI destacou neste domingo (4) que a “amplitude” do ataque cibernético em curso desde sexta-feira contra a empresa Kaseya, que afeta seus clientes nos EUA e vários outros países, poderia impedir uma resposta a todas as vítimas individualmente.

Os hackers atacaram a Kaseya na sexta-feira, pouco antes do fim de semana prolongado do Dia da Independência nos Estados Unidos, para exigir um resgate de potencialmente mais de 1.000 empresas por meio do software de gerenciamento oferecido por essa empresa norte-americana.

“Se você acredita que seus sistemas foram comprometidos, encorajamos você a usar todas as medidas recomendadas e seguir o conselho da Kaseya para desligar imediatamente os servidores (que hospedam o software afetado) e relatar isso ao FBI”, informou a autoridade em uma mensagem.

“Embora a escala deste incidente possa nos impedir de responder a cada vítima individualmente, todas as informações que recebemos serão úteis para combater essa ameaça”, enfatizou.

Busca pelos autores

O FBI abriu uma investigação e está trabalhando com a Agência de Segurança de Infraestrutura e Cibersegurança dos Estados Unidos (CISA) e outras agências “para entender a escala da ameaça”.

O presidente americano, Joe Biden, declarou no sábado que ordenou uma investigação, em particular para determinar se o ataque veio ou não da Rússia. “Ainda não temos certeza”, havia dito.

É difícil estimar a extensão desse ataque de “ransomware”, um tipo de programa que paralisa sistemas de computador e exige um resgate financeiro para desbloqueá-los.

De acordo com a Kaseya, menos de 40 clientes foram afetados, mas alguns deles também têm outros clientes, e o ataque pode ter se espalhado para centenas ou até milhares deles.

Com sede em Miami, a Kaseya, que afirma ter mais de 40.000 clientes, oferece ferramentas de TI para empresas, incluindo o software VSA, que permite o gerenciamento da rede de servidores, computadores e impressoras de uma única fonte.

Em uma nova mensagem no domingo, a empresa disse que estava trabalhando 24 horas por dia, “em todas as regiões”, para resolver o problema e restaurar o serviço para seus clientes que usam o software afetado remotamente “dentro de 24 a 48 horas”.

A empresa de segurança cibernética ESET Research identificou vítimas do ataque cibernético em 17 países no sábado.

Como consequência direta do ataque cibernético, uma rede de supermercados sueca teve que fechar 800 lojas no sábado, depois que seu sistema de caixas ficou paralisado.

Fonte: R7
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EXPANSÃO DO ARSENAL NUCLEAR CHINÊS PREOCUPA OS EUA

EUA consideram ‘preocupante’ expansão do arsenal nuclear chinês

Departamento de Estado norte-americano alertou para a construção de mais de 100 novos silos para mísseis balísticos na China

INTERNACIONAL

por AFP

A

Departamento de Estado fez relatório sobre a construção de novos silos para mísseis

MANDEL NGAN / POOL VIA REUTERS – 1.7.2021

Os Estados Unidos expressaram preocupação nesta quinta-feira (1º) com um relatório que aponta que a China está construindo mais de 100 novos silos para mísseis balísticos intercontinentais.

“Acho que é justo dizer que esses relatórios e outros sugerem que o arsenal nuclear da República Popular da China crescerá mais rápido e em um nível mais alto do que talvez anteriormente previsto”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, quando questionado sobre o tema pela imprensa local.

Como noticiou o Washington Post na quinta-feira, citando um estudo de imagens comerciais de satélite feito por um grupo da Califórnia, os silos estavam sendo construídos em um deserto próximo à cidade de Yumen, no noroeste chinês.

O Centro James Martin para Estudos de Não Proliferação (nuclear), em Monterrey, argumentou que os 119 locais de construção na província de Gansu eram semelhantes às instalações de lançamento chinesas existentes para mísseis balísticos com ogivas nucleares.

“Este acúmulo é preocupante”, admitiu Price, acrescentando: “Isso levanta questões sobre as intenções da República Popular da China”.

Price garantiu que o fato “reforça em nós a importância da aplicação de medidas práticas para reduzir os riscos nucleares” e “destaca como a República Popular da China parece estar se desviando novamente de décadas de uma estratégia nuclear baseada na dissuasão mínima”.

Fonte: R7
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SEGUNDO DONALD TRUMP, BIDEN CAUSOU A PIOR CRISE MIGRATÓRIA DA HISTÓRIA DOS EUA

Trump vai à fronteira com México para criticar políticas de Biden

Ex-presidente diz que falará sobre “pior crise migratória do país” quando visitar a cidade de Weslaco, no Texas

INTERNACIONAL

 por AFP

Trump critica "pior crise migratória da história" dos EUA

BRANDON BELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Donald Trump comparecerá à fronteira com o México nesta quarta-feira (30) para criticar “a pior crise migratória” da história dos Estados Unidos, causada segundo ele por seu sucessor, Joe Biden, e para retomar o fio condutor de sua Presidência: a luta contra a imigração ilegal.

Uma “fronteira sul destruída”, “uma verdadeira zona de desastre”, afirma Trump diante da possibilidade de uma nova candidatura presidencial em 2024. O republicano não perdeu sua retórica desde sua “reclusão” em suas propriedades na Flórida e Nova Jersey.

Com essas palavras, o republicano anunciou seu primeiro compromisso desde que deixou a Casa Branca em 20 de janeiro. O ex-presidente estará em Weslaco, uma pequena cidade no extremo sul do Texas, perto da fronteira.

A calma reinou neste município na manhã desta quarta-feira, antes da chegada do ex-presidente. Uma caminhonete repleta de bandeiras Trump simboliza a reminiscência de sua popularidade neste estado conservador.

Mais precisamente no Texas, em 12 de janeiro, ele fez sua última visita oficial para falar sobre imigração.

Junto com o governador do Texas, Greg Abbott, e uma delegação de parlamentares republicanos, ele se encontrará com autoridades por volta das 11h30 (13h30 de Brasília) para uma reunião de “segurança da fronteira” e, em seguida, visitará, uma hora depois, uma parte do “muro” que separa os Estados Unidos do México.

“Construam o muro!”, ouvia-se com frequência em seus comícios antes de sua eleição em 2016.

Durante seus quatro anos como presidente, aproximadamente 600 quilômetros foram levantados, embora a maioria desses trechos tenha sido apenas melhorias em cercas já existentes.

Para os republicanos, o programa do bilionário funcionou, mas a chegada de Biden à Casa Branca com a promessa de uma política de imigração “mais humana” gerou um efeito de atração ao país.

A primavera foi marcada por prisões recordes na fronteira sul dos Estados Unidos, de 3.200 quilômetros.Em maio, cerca de 180.000 pessoas foram presas após entrarem ilegalmente, o maior número em 15 anos.

A oposição acusa a vice-presidente, Kamala Harris, responsável por gerenciar a migração irregular, de ignorar a “crise”.

O governador do Texas decretou em meados de junho que o estado continuará a construir o muro fronteiriço. E a governadora republicana da Dakota do Sul, Kristi Noem, acaba de anunciar que enviará dezenas de soldados da Guarda Nacional de seu estado para a fronteira, apesar de estar a mais de 2.000 quilômetros de distância.

Os democratas acusam os republicanos de manipulação política e garantem que o aumento de migrantes na fronteira se deve a vários fatores, ao mesmo tempo em que relembram a polêmica política da separação das famílias imposta por Trump.

Sob sua presidência, quase 4.000 crianças migrantes foram separadas de suas famílias. No início de junho, mais de 2.000 ainda não haviam se reunido com seus entes queridos.

“Palhaços”

“Por quatro anos, os republicanos ficaram em silêncio enquanto Trump sabotava nosso sistema migratório”, afirmou o porta-voz do Partido Democrata, Ammar Moussa, nesta quarta-feira, chamando a visita do ex-presidente de um “espetáculo de palhaços”.

Banido das redes sociais desde o ataque dos seus apoiadores ao Capitólio em 6 de janeiro, Trump mantém muita influência em seu partido.

E está determinado a continuar tendo peso na política americana.Depois de meses quase em silêncio, sua agenda se acelera. O magnata do mercado imobiliário voltou a fazer comícios no último sábado, em Ohio, como início de sua campanha para as eleições parlamentares e locais de novembro de 2022.

Diante de milhares de apoiadores, ele repetiu suas acusações infundadas a respeito do “roubo” na última eleição, ao perder para Biden. E deu a entender que vai tentar uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais.

Ele fará outro grande comício neste sábado em Sarasota, na Flórida.

Fonte: R7
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EUA PLANEJAM EVACUAR ALGUNS INTÉRPRETES AFEGÃOS ANTES DA RETIRADA TOTAL DOS SOLDADOS

Intérpretes que ajudaram os EUA serão retirados do Afeganistão

Temendo represálias por parte dos talibãs, governo norte-americano quer tirar tradutores antes da retirada das tropas

INTERNACIONAL

 por AFP

Ao longo dos anos da guerra, cerca de 18 mil afegãos trabalharam como tradutores para os EUA

ADEK BERRY / AFP – ARQUIVO

Os Estados Unidos planejam evacuar pelo menos alguns intérpretes afegãos que trabalharam com suas tropas antes da retirada total dos soldados posicionados no Afeganistão, informou um alto funcionário americano nesta quinta-feira (24).

A medida manteria em segurança os intérpretes, que enfrentam possível represália violenta por parte das forças do Talibã, enquanto são processados seus vistos de imigração para entrar nos Estados Unidos, informou o funcionário, que falou sob condição de anonimato.

“Nós identificamos um grupo de solicitantes de SIV (Visto Especial de Imigrante) que serviram como intérpretes a serem realocados para um local fora do Afeganistão antes de concluirmos nossa retirada militar em setembro, a fim de concluir o processo de solicitação de visto”, indicou.

Não foi especificado o número de intérpretes a serem evacuados ou para onde serão levados, mas sabe-se que seus pedidos de visto “já estavam em andamento”.

“Não abandonaremos aqueles que nos ajudaram”, afirmou Joe Biden, questionado sobre o assunto em entrevista coletiva na Casa Branca. Quando questionado sobre os países que poderiam hospedar temporariamente esses intérpretes, ele respondeu: “Não sei”.Após a retirada das tropas, o processamento do visto continuará, “mesmo para aqueles que permanecerem no Afeganistão”, acrescentou o alto funcionário sob anonimato.

“Se necessário, consideraremos opções adicionais de realocação ou evacuação”, assegurou.

Cerca de 18 mil afegãos que trabalharam com as forças americanas desde que começaram a operar no Afeganistão, depois dos ataques de 2001 contra os Estados Unidos, esperam emigrar para solo americano temendo represálias caso o Talibã volte ao poder.

Mas o processo para esses vistos é extremamente longo e eles correm o risco de ficar presos se o governo afegão entrar em colapso logo após a saída das tropas estrangeiras.

Alguns legisladores e organizações de direitos humanos estão pedindo ao governo Biden que evacue os afegãos com casos pendentes para a ilha de Guam, no Pacífico.

Em abril, Biden ordenou a partida dos 2.500 soldados ainda presentes no Afeganistão, antes de 11 de setembro, aniversário dos ataques de 2001, que provocaram a invasão americana nesse país asiático.

Fonte: R7
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SEGUNDO PORTA-VOZ DOS EUA, AS ELEIÇÕES PERUANAS FORAM JUSTAS E UM MODELO DE DEMOCRACIA NA REGIÃO

 

EUA dizem que eleições no Peru foram justas e servem de ‘modelo’

Departamento de Estado norte-americano elogia trabalho das autoridades eleitorais peruanas na votação para presidente

INTERNACIONAL

 por Reuters

Fernando Castillo terminou à frente de Keiko Fujimori na contagem de votos

SEBASTIAN CASTANEDA / REUTERS – 15.6.2021

O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos Ned Price disse nesta terça-feira (22) que as eleições presidenciais peruanas foram justas e um modelo de democracia na região, em uma demonstração de apoio ao trabalho das autoridades eleitorais do país sul-americano.

O Peru realizou suas eleições de segundo turno para a presidência do país no dia 6 de junho, e o tribunal eleitoral do país ainda avalia algumas impugnações antes de declarar oficialmente o ganhador da disputa, que segundo a contagem de votos foi o socialista Pedro Castillo, com uma estreita vantagem sobre a candidata de direita Keiko Fujimori.

As impugnações e pedidos de anulação de votos foram apresentadas em grande maioria por Keiko, filha do ex-presidente preso Alberto Fujimori. A candidata apresentou poucas provas que sustentem suas acusações.

“Felicitamos as autoridades peruanas por administrar de maneira segura outra rodada de eleições livres, justas, acessíveis e pacíficas, inclusive em meio aos importantes desafios da pandemia de covid-19”, disse Price em nota.

“As eleições recentes são um modelo de democracia na região. Apoiamos que as autoridades eleitorais tenham tempo para processar e publicar os resultados de acordo com as leis peruanas”, acrescentou o porta-voz. 

Price manifestou que os Estados Unidos compartilham de uma profunda amizade, que tem sido traduzida na cooperação mútua nas áreas de saúde, segurança e proteção ambiental.

“Os Estados Unidos esperam continuar essa importante aliança com o candidato devidamente eleito pelo povo peruano, como será confirmado pelas autoridades eleitorais peruanas”, afirmou.

Fonte: R7

 

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NOVAS SANÇÕES ESTÃO SENDO PREPARADAS PELOS EUA CONTRA MOSCOU PELA PRISÃO DO OPOSITOR RUSSO NAVALNY

EUA preparam novas sanções contra Rússia por caso Navalny

Opositor do Kremlin foi preso após ser envenenado em 2020; Biden e Putin se encontraram há quatro dias

INTERNACIONAL

 por AFP

Os Estados Unidos preparam novas sanções contra Moscou pela prisão do opositor russo Alexei Navalny, disse neste domingo (20) o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.

“Estamos preparando outra série de sanções para aplicar nesta situação”, disse à rede CNN, quatro dias depois da cúpula em Genebra entre o presidente americano Joe Biden e seu homólogo russo Vladimir Putin.

Alexei Navalny, líder do principal partido de oposição russo, foi transferido em coma para um hospital de Berlim em agosto de 2020 após um envenenamento na Rússia que ele atribui ao Kremlin.

Passou quase seis meses se recuperando na Alemanha e foi preso em janeiro quando voltou para a Rússia. Desde então, está preso e Washington exige sua libertação.

“Já sancionamos a Rússia pelo envenenamento de Alexei Navalny”, lembrou Sullivan. “Não fizemos sozinhos, reunimos nossos aliados em um esforço coletivo para sancionar o uso de uma substância química contra um de seus cidadãos em território russo”.

Em março, alguns dias depois da prisão de Navalny, Washington aplicou sanções a sete altos funcionários russos, as primeiras sanções tomadas contra a Rússia sob o mandato de Biden, que começou em 20 de janeiro.

Pouco antes da cúpula russo-americana em Genebra em 16 de junho, Biden disse que a morte de Navalny “só deterioraria as relações (de Moscou) com o resto do mundo”. “E comigo”, enfatizou.

Durante seu encontro, Biden e Putin mostraram vontade de aliviar as tensões, embora não tenham feito anúncios concretos.

Sobre o destino de Navalny, Putin se limitou a dizer que “este homem sabia que estava violando a lei vigente na Rússia”.

Fonte: R7
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LÍDER DA COREIA DO NORTE AFIRMOU QUE SEU PAÍS DEVE SE PREPARAR PARA O “DIÁLOGO E O CONFRONTO” COM OS EUA

Coreia do Norte antecipa ‘diálogo e confronto’ com EUA, diz Kim

Líder norte-coreano diz que país deve se preparar para negociações difíceis com o governo Joe Biden

INTERNACIONAL

 por AFP

Líder norte-coreano fala durante reunião do comitê central do partido

KCNA / DIVULGAÇÃO VIA AFP – 17.6.2021

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou que seu país deve se preparar para “o diálogo e o confronto” com os Estados Unidos sob a presidência de Joe Biden, informou a agência estatal KCNA nesta sexta-feira (18, quinta 17 de Brasília).

Durante uma reunião nesta quinta-feira do comitê central do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, atualmente no poder, Kim Jong-un delineou sua estratégia para as relações com Washington e a tendência política da nova administração americana, revelou a KCNA.

Kim “enfatizou a necessidade de se preparar para o diálogo e o confronto e, especialmente, estar bem preparado para o confronto a fim de proteger a dignidade de nosso Estado” e garantir um “ambiente de paz”, acrescentou a agência oficial de notícias.

O líder norte-coreano “pediu uma reação rápida e clara para enfrentar a mudança da situação e concentrar esforços para assumir o controle estável da situação na península coreana”.

Política hostil

Pyongyang já havia acusado Biden de seguir uma “política hostil” e advertido que seria um “grande erro” do presidente norte-americano dizer que enfrentaria a ameaça do programa nuclear norte-coreano “com diplomacia e dissuasão”.

O antecessor de Biden, o republicano Donald Trump, fez manchete — embora tenha resultado em pouco progresso prático — com uma série de encontros diretos com Kim, uma política que Biden disse que não seguirá a menos que os termos mudem dramaticamente.

Após cúpula, Rússia saúda ‘bom senso’ dos EUA sobre diálog

Em uma visita a Washington em maio do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, Biden anunciou que não se encontraria com Kim a menos que houvesse um plano de negociação concreto sobre o arsenal nuclear de Pyongyang.

A Casa Branca disse que buscará uma “abordagem política calibrada”, que no jargão diplomático é entendida como manter um perfil baixo e a mente aberta.

“Entendemos onde esforços anteriores encontraram dificuldades e tentamos aprender com eles”, afirmou um alto funcionário da Casa Branca.

Fonte: R7
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PUTIN DIZ QUE SEU PAÍS SOFRE ATAQUES VINDOS DOS EUA, MAS NÃO ACREDITA EM PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO NORTE-AMERICANO

Putin volta a negar envolvimento em ciberataques contra os EUA

Presidente russo diz que seu país também sofre ataques vindos dos EUA, mas não acredita que governo norte-americano participe

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Putin participou de cúpula com Joe Biden em Genebra, na Suíça

DENIS BALIBOUSE / POOL VIA EFE – EPA – 16.6.2021

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, voltou a negar o envolvimento de seu governo com os ciberataques contra pontos vulneráveis da infraestrutura dos EUA, após sua primeira cúpula com o presidente norte-americano Joe Biden nesta quarta-feira (16) em Genebra, na Suíça.

Nos últimos meses, ataques cibernéticos contra a empresa de gasodutos Colonial, a mais importante da costa leste do país, além do frigorífico JBS, a Microsoft e órgãos do governo norte-americano, foram atribuídos a hackers baseados na Rússia. O próprio Biden, no entanto, já havia descartado a participação de autoridades russas.

Nesta quarta, ao se referir ao assunto em uma coletiva com jornalistas, Putin, que na segunda-feira também já havia negado que seu governo tivesse participado da ofensiva, falou em uma possível cooperação com os EUA.

“Na questão da cibersegurança, nós vamos começar negociações que acho que serão extremamente importantes”, disse o presidente russo. “Acreditamos que a esfera da segurança cibernética é extremamente importante para o mundo em geral, para os Estados Unidos e, no mesmo grau, para a Rússia”

Segundo ele, “a maior parte dos ciberataques do mundo partem dos EUA, Canadá, países latino-americanos e Reino Unido”. De acordo com a Fox News, Putin afirmou que citava uma lista feita por autoridades norte-americanas e questionou “onde está a Rússia na lista? A Rússia não está na lista”.

Ele disse que a Rússia também sofre ciberataques e citou como exemplo uma ofensiva ao sistema de saúde de uma das regiões do país.

“Desde então, vemos de onde procedem os ataques, vemos que este trabalho é coordenado a partir do ciberespaço dos Estados Unidos”, revelou Putin, ressaltando que não acredita que governo dos EUA esteja “interessado em manipulações desse tipo”.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DOS EUA PARABENIZOU NOVO PRIMEIRO-MINISTRO ISRAELENSE NAFTALI BENNETT

Joe Biden parabeniza o novo primeiro-ministro israelense

Pronunciamento do presidente americano foi feito por meio de comunicado após a confirmação do nome de Naftali Bennett

INTERNACIONAL

 Da AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, parabenizou o novo primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, neste domingo (13), depois que uma aliança de partidos que tirou Benjamin Netanyahu depois de 12 anos no poder e formou um novo governo.”Felicito o primeiro-ministro Naftali Bennett, o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores Yair Lapid, e todos os membros do novo gabinete israelense”, disse Biden em um comunicado.”Estou ansioso para trabalhar com o primeiro-ministro Bennett para fortalecer todos os aspectos do relacionamento próximo e duradouro entre nossas duas nações. Israel não tem melhor amigo do que os Estados Unidos.”

Fonte: R7
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AVANÇO MILITAR DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO NOS EUA

EUA admitem preocupação com avanço militar da China

Autoridades de serviços de segurança norte-americano se mostraram preocupadas com espionagens feitas pelo país asiático

INTERNACIONAL

 Da EFE

Declarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUADeclarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUAEFE/EPA/GRAEME JENNINGS

Dois funcionários de alto escalão da inteligência dos Estados Unidos admitiram nesta sexta-feira (11) sua preocupação com o avanço militar da China, que representa um “grande desafio” para Washington e seus aliados e também pode colocar esses países “em risco”.

O diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA), Scott Berrier, e o diretor-geral da Agência de Segurança Nacional (NSA), Paul Nakasone, fizeram essas reflexões durante uma audiência do Subcomitê de Inteligência das Forças Armadas da Câmara dos Representantes.

“A China continua sendo um competidor estratégico de longo prazo dos EUA, como uma ameaça que representa um grande desafio de segurança: Pequim usa várias abordagens, incluindo espionagem diplomática, econômica e militar para atingir seus objetivos estratégicos”, argumentou Berrier.

Além disso, o chefe do DIA destacou que a China “continua sua modernização militar durante as últimas décadas para construir uma força incrivelmente letal” que poderia colocar os EUA e seus aliados “em risco”.

Berrier fez essas afirmações depois que o secretário do Departamento de Defesa, Lloyd Austin, ordenou na quarta-feira ao Pentágono que coloque a China e seu fortalecimento militar no centro da política de defesa dos EUA, embora a estratégia a seguir seja confidencial.

Por sua vez, Nakasone disse que opor-se aos esforços do governo chinês contra os EUA é uma “prioridade” para a NSA, responsável pelo monitoramento global, coleta e processamento de informações e dados para fins de inteligência e contraespionagem nacionais e estrangeiras.

Tamanha é a preocupação atual do governo americano com os movimentos da China que Austin sugeriu nesta quinta-feira o estabelecimento de “uma linha de comunicação direta”, no estilo do “telefone vermelho” que conectou a União Soviética e os EUA durante a Guerra Fria e que segue em funcionamento ainda hoje.

 Durante uma audiência da Comissão das Forças Armadas do Senado americano, Austin assegurou que é “essencial haver uma linha direta de comunicação entre militares e membros do governo” dos EUA e da China.

A diretriz do Pentágono e os comentários de funcionários de alto escalão da inteligência dos EUA são divulgados no momento em que tanto o governo do presidente Joe Biden como membros de ambos partidos do Congresso intensificam suas iniciativas para segurar as ambições internacionais da China.

De fato, a expectativa é que a China esteja muito presente na viagem de Biden pela Europa, onde o presidente americano quer obter um endosso mais claro de seus aliados para sua principal prioridade internacional: a intensa competição entre Washington e Pequim.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: APÓS SER CONDENADO GOVERNO DOS EUA CRIAM REGRA DE PROTEÇÃO PARA AS BALEIAS JUBARTE AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO

O governo dos Estados Unidos anunciou que estará protegendo oficialmente 116.098 milhas náuticas quadradas do Oceano Pacífico como habitat crítico para três populações de baleias jubarte ameaçadas de extinção. A regra final poderia começar a ajudar a proteger as baleias migratórias de ataques de navios, emaranhamento em equipamentos de pesca e derramamentos de óleo. As jubartes do Pacífico finalmente conseguiram as proteções de habitat de que precisavam há tanto tempo. Então leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa grande vitória da Center for Biological Diversity, da Wishtoyo Foundation e da Turtle Island Restoration Network.

Baleias jubarte ameaçadas de extinção ganham novas proteções no Oceano Pacífico dos EUA

Foto de Christopher Michel, licença CC

O governo dos Estados Unidos anunciou que estará protegendo oficialmente 116.098 milhas náuticas quadradas do Oceano Pacífico como habitat crítico para três populações de baleias jubarte ameaçadas de extinção.

A regra final poderia começar a ajudar a proteger as baleias migratórias de ataques de navios, emaranhamento em equipamentos de pesca e derramamentos de óleo.

A ação foi motivada por uma vitória legal em 2018  do Center for Biological Diversity, da Wishtoyo Foundation e da Turtle Island Restoration Network – que abriu um processo contra a falha federal em designar habitat crítico conforme exigido pela Lei de Espécies Ameaçadas.

“As jubartes do Pacífico finalmente conseguiram as proteções de habitat de que precisavam há tanto tempo. Agora precisamos proteger melhor as jubartes de colisões de navios e emaranhamento em equipamentos de pesca, suas principais causas de morte ”, disse Catherine Kilduff, uma advogada do Centro  em um comunicado. “Para recuperar as populações da costa oeste dessas baleias majestosas e brincalhonas, precisamos de limites de velocidade obrigatórios dos navios e da conversão da pesca com armadilhas mortais da Califórnia em equipamentos sem corda.”

Center for Biological Diversity também processou  o governo federal em janeiro por não proteger as baleias ameaçadas de extinção de navios em alta velocidade que usam os portos da Califórnia. A organização também está co-patrocinando a Lei de Prevenção de Emaranhamento de Baleias da Califórnia ( Assembly Bill 534 ), que exigiria que o caranguejo Dungeness comercial do estado e outras pescarias de armadilha se convertessem em equipamentos sem corda (também conhecido como “on-demand” ou “pop-up bóia ”) até o final de 2025.

Uma população de baleias jubarte ameaçadas de extinção que se alimenta na costa da Califórnia contém menos de 800 indivíduos, o que os deixa vulneráveis ​​a ameaças humanas.

Esta regra é uma vitória, pois designa um total de 224.030 milhas náuticas quadradas para as duas populações em perigo e uma ameaçada, mas a sobreposição de habitat significa que 116.098 milhas náuticas quadradas serão protegidas.

Especificamente, a regra designa 48.521 milhas náuticas quadradas de habitat crítico ao largo da costa da Califórnia, Oregon e Washington para a população jubarte que passa o inverno na América Central.

A população do México tem 116.098 milhas náuticas quadradas no Oceano Pacífico Norte, incluindo o Mar de Bering e o Golfo do Alasca – regiões que também compõem as 59.411 milhas náuticas quadradas listadas para a população jubarte do Pacífico Norte Ocidental.

“Hoje é um bom dia para as baleias jubarte e para o oceano do qual todos os seres vivos dependem”, disse Todd Steiner, diretor executivo da Turtle Island Restoration Network. “Designar 116.000 milhas quadradas de habitat crítico no oceano é algo para comemorar, mas baleias, tartarugas e golfinhos ainda precisam de proteção adicional contra a pesca industrial e ataques de navios para se recuperar e prosperar, então não vamos descansar sobre os louros.”

A proteção crítica do habitat ajudará a proteger as áreas oceânicas essenciais para a migração e alimentação. A designação garantirá que as atividades permitidas pelo governo federal não destruam ou danifiquem o habitat importante das baleias. As evidências mostram que as espécies em perigo ou ameaçadas que têm habitat crítico protegido têm duas vezes mais probabilidade de se recuperar do que aquelas sem ele – e isso é realmente uma boa notícia.

Fonte: Good News Network

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SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

Covid-19: Biden diz que EUA não doarão vacinas em troca de favores

Mais de 90 países receberão 500 milhões de doses do imunizante da Pfizer por meio do consórcio Covax

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa esta semana da cúpula do G7

EFE/EPA/NEIL HALL

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (10) que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

“Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores”, disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e “para acabar isto (a pandemia)”.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7, em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Os imunizantes serão entregues a 92 países que não têm condições de adquirir doses para imunizar a população por meio do consórcio Covax. O Brasil não faz parte da lista de países que receberão as doses dos EUA.

As entregas começarão em agosto com previsão de entregar até 200 milhões de doses do imunizante até o fim deste ano.

Segundo a Casa Branca, as outras 300 milhões de doses serão entregues até junho de 2022. Todas as doses serão produzidas em fábricas nos EUA.

Fonte: R7
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MACRON E MERKEL COBRAM UM POSICIONAMENTO DOS EUA E DINAMARCA APÓS DENÚNCIA DE ESPIONAGEM

Aliados pedem explicações a EUA e Dinamarca por caso de espionagem

Reportagem de TV dinamarquesa implicou os dois países em um esquema para monitorar comunicações de líderes europeus

INTERNACIONAL

por AFP

Macron e Merkel cobraram um posicionamento dos EUA e Dinamarca após denúncia

MICHAEL SOHN / POOL VIA AFP – 31.5.2021

O presidente francês, Emmanuel Macron, e a chefe do governo alemão, Angela Merkel, pediram nesta segunda-feira (31) explicações aos Estados Unidos e Dinamarca sobre as acusações de espionagem a responsáveis europeus, entre eles a líder alemã.

“Não é aceitável entre aliados, muito menos entre aliados e sócios europeus”, disse Macron no final de um conselho de ministros franco-alemão. A chanceler alemã apoiou as declarações do chefe de Estado francês.

“Só posso me juntar às palavras de Emmanuel Macron”, respondeu Angela Merkel, que disse estar “tranquila” com a reação do governo dinamarquês. “É uma boa base, não só para esclarecer os fatos, mas também para estabelecer uma relação de confiança”, acrescentou.

De acordo com uma reportagem do canal de televisão público dinamarquês “Danmarks Radio” (DR), em parceria com vários meios de comunicação europeus, e exibida no domingo, Washington utilizou instalações dinamarquesas ao menos até 2014 para poder escutar várias autoridades de quatro países (Alemanha, Suécia, Noruega e França), incluindo a chanceler alemã, Angela Merkel.

“É algo extremamente grave. Precisamos verificar se nossos sócios dinamarqueses da União Europeia cometeram erros, ou falhas, em sua cooperação com os serviços americanos”, declarou o secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Clément Baune.

No que diz respeito à parte americana, o ministro pediu para “constatar se efetivamente aconteceram escutas, espionagem dos líderes políticos”, sem descartar a possibilidade de “avaliar as consequências em termos de cooperação”.

A espionagem de Washington sobre aliados europeus é amplamente conhecida desde as revelações de Edward Snowden, mas o papel que países da UE podem ter desempenhado na operação amplia ainda mais o escândalo.

Operação Dunhammer

De acordo com o canal DR, a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) americana teve acesso a SMSs, ligações telefônicas e atividades na Internet, o que inclui buscas, chats e serviços de mensagens dos funcionários espionados. Entre eles, também está o ministro alemão das Relações Exteriores da época, Frank-Walter Steinmeier.

O que Copenhague sabia a respeito? A espionagem de altos funcionários poderia acontecer por sua colaboração no programa “XKeyscore”, sem seu conhecimento?

As revelações do canal DR estão baseadas em um relatório confidencial da Inteligência militar dinamarquesa (FE). Batizada “Operação Dunhammer”, foi ordenada em uma data não revelada pela direção da FE após o caso Snowden — algo que sugere que este serviço poderia não estar a par — e entregue em maio de 2015.

Procurada pela AFP, a FE se recusou a fazer comentários. Sem mencionar diretamente a questão, a ministra da Defesa da Dinamarca, Trine Bramsen, considerou “inaceitável”, em um breve comunicado, “a espionagem sistemática de aliados próximos”.

“É inaceitável que países que mantêm cooperação estreita entre aliados sintam a necessidade de se espionar”, considerou a primeira-ministra sueca, Erna Solberg, citada pela emissora NRK.

O ministro sueco da Defesa, Peter Hultqvist, afirmou que esteve “em contato com o Ministério da Defesa dinamarquês para perguntar se usaram plataformas dinamarquesas para espionar políticos suecos”.

Por sua vez, o porta-voz do governo alemão também afirmou que Berlim “está em contato com todos os interlocutores nacionais e internacionais para obter esclarecimentos”.

Muito próximo a Washington

O caso joga nova luz sobre a destituição em agosto de 2020 do diretor da FE, Lars Findsen, de seu antecessor, Thomas Ahrenkiel — a quem havia sido prometido o cargo de embaixador justamente em Berlim —, e de outros três agentes. Eles foram destituídos por Bramsen que, de acordo com a DR, foi informada sobre a espionagem dos europeus na ocasião.

O motivo preciso do afastamento do grupo nunca foi divulgado, mas o governo os criticou por terem “ocultado informações essenciais e cruciais” e por “apresentação de informações incorretas” sobre as obtidas entre 2014 e 2020.

O serviço também foi criticado por ter obtido informações “não autorizadas” sobre cidadãos dinamarqueses e por não ter “acompanhado, ou investigado, outros indícios de espionagem”.

“São novas peças do quebra-cabeças. É exatamente o mesmo escândalo que aquele que demonstrou que os serviços alemães haviam ajudado os americanos a espionar há alguns anos”, declarou à AFP Thomas Wegener Friis, especialista em Inteligência da Universidade do Sul da Dinamarca.

Único país nórdico membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da UE, a Dinamarca é um dos aliados mais próximos dos Estados Unidos na Europa e cedeu soldados durante a guerra no Iraque.

Snowden, que atualmente vive na Rússia, pediu a Copenhague e a Washington transparência “completa” sobre o tema em uma mensagem no Twitter.

Fonte: R7

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EMBARGO DOS EUA À CUBA IMPOSSIBILITOU A FABRICAÇÃO DE DOSES SUFICIENTE PARA SUA POPULAÇÃO

Cuba diz que sanções dos EUA impedem fabricação de vacinas

País tem dois imunizantes que aguardam autorização para uso emergencial e outros três em fase de desenvolvimento

Frasco da vacina Soberana 2 desenvolvida pelo governo de Cuba

ERNESTO MASTRASCUSA/EFE – ARQUIVO

Cuba, que desenvolveu seus próprios imunizantes contra a covid-19, denunciou nesta sexta-feira (28) que o fortalecimento do embargo dos Estados Unidos à ilha impossibilitou a fabricação de doses suficientes para sua população, retardando sua campanha de vacinação.

“É preciso dizer que não vacinamos mais cubanos porque não tivemos recursos para fabricar mais vacinas, que fique claro para o mundo”, afirmou Yuri Valdés, vice-diretor do Finlay Institute of Vaccines, durante uma sessão da Assembleia Nacional (Parlamento, unicameral), na qual legisladores convocaram parlamentares de todo o mundo a se juntarem ao pedido pelo fim das sanções e do embargo, imposto há 60 anos pelos Estados Unidos.

A insuficiência das doses “não é por falta de evidência técnica, é porque não tivemos os recursos, porque esses recursos foram bloqueados”, explicou o cientista perante parlamentares de seu país e outras personalidades internacionais que participaram virtualmente.

Se o governo de Joe Biden “não pode ter tempo para rever toda a política com Cuba, (revise) a que tem a ver com todos os cubanos que são internados [em hospitais por covid-19], com os cubanos que estamos vacinando”, afirmou Valdés.

“Você tem que convocar o governo dos Estados Unidos, digamos, está bem, não verifique tudo, mas verifique se, faça algo, você pode ser (significar) a diferença entre mortos e não mortos”, ressaltou.

Cuba tem cinco vacinas candidatas desenvolvidas pelo próprio país. Duas delas, Soberana 2 e Abdala, aguardam autorização para uso emergencial ou condicional pelas autoridades sanitárias do país, data prevista para junho.

Dado o crescente número de casos registrados nos últimos meses, o governo lançou uma campanha de vacinação em populações de risco com esses imunizantes no dia 12 de maio, e planeja vacinar 70% da população até agosto.

Durante o governo de Donald Trump, Washington impôs cerca de 250 sanções contra Cuba, que o governo Biden manteve intactas.

“Os Estados Unidos reforçaram a agressão contra Cuba diante da covid-19”, denunciou o presidente da comissão de Relações Internacionais, Alberto Núñez.

Organizações solidárias com Cuba nos Estados Unidos, Chile, Espanha, Itália e outros países se organizaram para obter 20 milhões de seringas para poder vacinar a população de 11,2 milhões.

Além disso, uma entidade governamental suíça e a ONG MediCuba Europe concederam em abril um financiamento urgente de US$ 600.000 para a compra de seringas.

Fonte: R7
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AUTORIDADES COMERCIAIS AMERICANAS E CHINESAS TIVERAM A PRIMEIRA CONVERSA TELEFÔNICA DESDE QUE BIDEN SE TORNOU PRESIDENTE DOS EUA

China e EUA têm primeira aproximação após guerra comercial

Autoridades comerciais conversaram por telefone pela 1ª vez; relações entre dois países se deterioraram durante governo Trump

EUA e China aceitam voltar a negociar

REUTERS/JASON LEE/ILLUSTRATION/FILE PHOTO

Autoridades comerciais chinesas e americanas tiveram a primeira conversa telefônica desde que Joe Biden se tornou presidente dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministério do Comércio da China.

As relações entre Pequim e Washington se deterioraram durante a presidência de Donald Trump, marcada por um conflito comercial entre as duas grandes potências mundiais.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, conversou com Katherine Tai, Representante do Comércio dos Estados Unidos (USTR), em uma “troca construtiva” e em uma “atitude de igualdade e respeito mútuo”, de acordo com um comunicado divulgado pelo ministério.

“A embaixadora Tai falou sobre os princípios que orientam a administração Biden-Harris, com foco nas políticas comerciais (…) ao mesmo tempo que mencionou as questões que preocupam”, afirma, em um comunicado curto, o escritório da representante americana do Comércio.

Washington confirmou uma “reunião virtual” e uma conversa “sincera e pragmática”.

Este foi o primeiro contato entre Tai, designada para o posto em março, e Liu He, principal conselheiro econômico do presidente Xi Jinping e negociador chefe na guerra comercial.

Os dois países assinaram um acordo em janeiro de 2020, com o objetivo de encerrar dois anos de guerra comercial, que continha dispositivos sobre a proteção da propriedade intelectual e as condições de transferência de tecnologia, grandes exigências dos Estados Unidos.

O acordo prevê ainda que as duas partes devem ter encontros de etapa a cada seis meses.

Mas o novo governo Biden anunciou em abril que faria um balanço das promessas cumpridas pela China no âmbito do acordo.

A “capacidade” da China de cumprir seus compromissos com os Estados Unidos é uma “prioridade”, disse Katherine Tai.

Compromissos

Com o acordo comercial, a China se comprometeu a aumentar em pelo menos 200 bilhões de dólares em 2020 e 2021 as compras de produtos e serviços americanos para tentar reduzir o desequilíbrio da balança comercial, muito favorável ao gigante asiático.

Mas no fim do primeiro trimestre de 2021, Pequim havia cumprido apenas entre 61% e 75% das compras previstas, de acordo com um estudo de Chad Brown, pesquisador do Peterson Institute for International Economics (PIIE), que utilizou dados do comércio internacional publicados pelos dois países.

O acordo comercial denominado “fase 1” manteve as tarifas dos Estados Unidos de 25% sobre uma gama de produtos chineses e componentes industriais que representavam 250 bilhões de dólares, assim como as medidas de retaliação chinesas de mais de 100 bilhões de dólares sobre as importações procedentes dos Estados Unidos.

O governo dos Estados Unidos afirmou em março que não está disposto a retirar as tarifas, mas se declarou disposto a negociar com a China.

As tarifas foram adotadas para “remediar uma situação comercial desequilibrada e injusta”, declarou Katherine Tai, antes de acrescentar que a suspensão das taxas poderia ter consequências negativas na economia americana.

Fonte: R7
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BIDEN PROMETEU AJUDAR A ORGANIZAR OS ESFORÇOS PARA RECONSTRUIR GAZA

Biden diz que ajudará a ‘reconstruir Gaza’ e apoia solução pacífica

Presidente dos EUA sinalizou que favorece a política de dois Estados e prioriza a segurança israelense na região

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden falou que pretende ajudar a organizar esforços para reconstruir a Faixa de Gaza

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP – 21.5.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira (21) ajudar a organizar os esforços para “reconstruir Gaza” e disse que a criação de um Estado palestino ao lado de Israel é a “única resposta” para o conflito.

“Precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta”, declarou o presidente americano durante entrevista coletiva na Casa Branca por ocasião da visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-In.

Biden também pediu a Israel que ponha fim às “lutas entre comunidades” em Jerusalém, que estiveram na origem dos confrontos dos últimos dias.”Não há mudança em meu compromisso com a segurança de Israel, ponto final, nenhuma mudança”, enfatizou o presidente americano, no entanto, acrescentando que “não haverá paz” até que a região “inequivocamente” reconheça a existência de Israel.

“Mas eu digo a vocês que há uma mudança. A mudança é que ainda precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta, a única resposta”, insistiu o presidente dos Estados Unidos.

Solução para a paz

A ideia de uma solução de dois Estados, com um Estado palestino soberano ao lado de Israel e Jerusalém como capital compartilhada, tem sido a pedra angular de décadas de diplomacia internacional com o objetivo de encerrar o violento conflito na região.

Mas a política americana sob o governo de Donald Trump foi criticada por ser abertamente pró-Israel e ignorar os palestinos.

Um plano de paz no Oriente Médio elaborado pelo conselheiro e genro de Trump, Jared Kushner, foi anunciado como uma solução de dois Estados. O plano, porém, previa um Estado palestino com soberania limitada e cuja segurança estava nas mãos de Israel.

A proposta foi categoricamente rejeitada pelos líderes palestinos.

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BOAS NOTÍCIAS: 80 MILHÕES DE DOSES DE IMUNIZANTES DE 4 FARMACEUTICAS SERÃO DOADAS POR BIDEN PARA OUTROS PAÍSES

Num momento como esse uma notícia como uma doação de 80 milhões de doses de imunizantes por uma só fonte é pra lá de boa, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Joe Biden anunciou que vai doar essa quantidade de doses dos imunizantes Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Biden anuncia doação dos EUA de 80 milhões de vacinas para o exterior

Imunizantes da Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca serão enviados nos próximos dois meses

da CNN*
17 de maio de 2021 às 13:54 | Atualizado 17 de maio de 2021 às 16:29

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou nesta segunda-feira (17) que irá enviar mais 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19 a outros países, além das 60 milhões de doses da AstraZeneca que já havia anunciado no começo deste mês. Ao todo, serão 80 milhões de imunizantes.

Nessa remessa, estarão doses da Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson, a serem enviadas até o fim do junho.

Até o momento, os EUA já mandaram doses da AstraZeneca ao Canadá e ao México. Esse imunizante ainda não foi aprovado pela agência reguladora do país.

Biden disse que os EUA trabalharão com o consórcio Covax, da OMS, e outros parceiros para distribuir as doses de maneira igualitária em todo o mundo.

Ele declarou também que, nas próximas semanas, conversará com outras democracias para ampliar os esforços na mitigação da pandemia e que espera anunciar progressos até a cúpula do G7 em junho, que acontecerá no Reino Unido.

“Os EUA nunca estarão totalmente seguros até que a pandemia esteja sob controle globalmente. Nenhum oceano é largo o suficiente, nenhum muro é alto o suficiente para nos manter seguros”, declarou. “Doença e morte fora de controle em outros países pode desestabilizá-los e nos posar risco também”.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021)O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021) Foto: Getty Images

Biden planeja doar mais doses no futuro. “Os Estados Unidos continuarão a doar o estoque excedente conforme esse estoque nos for entregue, mas isso não será o suficiente”, afirmou, acrescentando que irá dialogar com outros países para aumentar a produção de imunizantes.

“Pediremos a outras nações para partilharem o custo econômico desse esforço, mas isso nos ajudará a vencer a pandemia e nos deixará a capacidade de produção para nos preparar para a próxima crise”.

Quem vai liderar essa distribuição será o coordenador da resposta à Covid-19 da Casa Branca, Jeff Zients, em conjunto com o conselho de Segurança Nacional e o Departamento de Estado.

Em pronunciamento na Casa Branca, Biden adiantou que os números da vacinação no país, que serão atualizados nesta terça-feira (18), mostrarão ques 60% da população americana já recebeu ao menos uma dose da imunização.

Ele disse ainda que, pela primeira vez, desde o início da pandemia, o número de casos da doença caiu em todos os 50 estados.

(*Com informações de Kaitlan Collins, da CNN Internacional)

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SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DA MAIOR REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE OLEODUTO DOS EUA VOLTA A CAIR

Sistema de empresa de oleoduto nos EUA volta a cair

Dias após o ciberataque que afetou a distribuição de combustível em várias regiões, empresa teve problemas novamente

INTERNACIONAL

 Da EFE

Ciberataque na semana passada comprometeu a distribuição de combustíveis nos EUA

JEMAL COUNTESS / POOL VIA EFE – EPA – 14.5.2021

O sistema de comunicação dos oleodutos da Colonial Pipeline, a maior rede de distribuição dos Estados Unidos, caiu nesta terça-feira (18), dias após a empresa ter retomado as operações, passado o ciberataque que causou uma crise de abastecimento no país.

A companhia descartou no Twitter que o novo problema esteja relacionado com o ciberataque sofrido no dia 7 de maio, que a obrigou a interromper o fluxo de combustível durante seis dias.

A Colonial Pipeline, sediada no estado da Geórgia, explicou que o servidor interno que gerencia o sistema de comunicação registrou “interrupções intermitentes” nesta terça-feira, devido aos esforços de fortalecimento que estão sendo realizados no processo de restauração.

O sistema afetado é o que conecta os fornecedores de combustível com o oleoduto e vice-versa, o que impede o planejamento das entregas.

Ataque cibernético descartado

A empresa foi alvo de um ciberataque com ransomware, como é conhecido o sequestro de dados em troca de um resgate, sob a ameaça de divulgá-los. O presidente dos EUA, Joe Biden, responsabilizou hackers que operam na Rússia, mas disse que o governo russo não está por trás do ataque.

De acordo com a empresa, os problemas desta terça-feira não estão vinculados a um ransomware e nem houve novos ciberataques. A Colonial Pipeline declarou que trabalha “com diligência” para que o sistema de comunicação volte a funcionar.

Além disso, a empresa disse que continua a distribuir produtos refinados através do oleoduto, como planejado com os seus agentes de abastecimento.

A Colonial Pipeline opera uma rede de oleodutos com 5.500 milhas (cerca de 8.851 quilômetros) e transporta 45% do abastecimento de combustível no leste dos Estados Unidos.

Embora a situação tenha melhorado desde a semana passada, ainda há falta de combustível em muitas bombas de gasolina no sul e no leste do país.

Fonte: R7
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NOS EUA ADOLESCENTES ENTRE 12 E 15 ANOS COMEÇAM A SER VACINADOS

Vacinação para adolescentes entre 12 e 15 anos começa nos EUA

Em diversos estados norte-americanos, pais e filhos mostraram alívio e alegria com a imunização dos mais jovens

INTERNACIONAL

Da AFP

Adolescente de 13 anos recebe vacina contra covid em centro de imunização na Virgínia

ANDREW CABALLERO REYNOLDS / EFE – 13.5.2021

Harrison Hunger, de 14 anos, recebeu sua vacina contra a covid-19, nesta quinta-feira (13), em uma clínica de Bloomfield Hills, no estado de Michigan, e agora só pensa em comer donuts

Questionado sobre qual será a primeira coisa que fará após a vacinação, não hesita: “Provavelmente irei ao Krispy Kreme, porque estão oferecendo donuts de graça para quem tem um destes”, responde ao mostrar o cartão de vacinação.

campanha de imunização de 17 milhões de adolescentes entre 12 e 15 anos começou com força nesta quinta-feira após a extensão da autorização da vacina Pfizer/BioNTech para essa faixa etária, parte da estratégia do presidente Joe Biden de tentar alcançar a imunidade de rebanho no país.

Em todo o país, jovens fizeram fila com seus pais em centros de vacinação, cerca de 15.000 farmácias e clínicas pediátricas, ansiosos para retornar a alguma normalidade pré-pandêmica.

“Isso vai me ajudar a sair mais”, afirmou Daniel Fox, de 13 anos, um dos primeiros na porta do Javits Center, em Nova York, centro de convenções que virou local de vacinação.

“Se encontrar online para jogar é muito divertido, mas também é divertido nos vermos pessoalmente de vez em quando”, completou.

Harrison, por sua vez, planeja viajar para o Alasca com sua família duas semanas após receber a segunda dose.

“Segura” e “eficaz”

“A vacina para jovens de 12 a 15 anos é segura, eficaz, prática, rápida e gratuita”, garantiu Biden na quarta-feira.

Os gêmeos de 14 anos, Anaya e Jay Tsai, também receberam sua primeira dose em Nova York.

“Há muito tempo que espero por este dia. É extremamente importante”, comemorou a mãe, Purva Tsai, de 47 anos.

“Espero que isso signifique que as coisas voltem ao normal para os meninos e que eles possam socializar com os amigos”, acrescentou.

 

Não havia muitas pessoas no posto de vacinação montado no Walter E. Washington Convention Center, na capital americana.

Kandall Frederick, de 15 anos, chegou cedo com sua mãe de carro, antes de entrar na escola.

“Eu estava emocionada”, admitiu a jovem. “Eu fui a última na família a ser vacinada, então agora estaremos todos seguros e podemos sair e fazer as coisas com mais liberdade”.

“É melhor prevenir do que remediar”, estimou Maya, de 15 anos. Sua mãe, Amy, diz estar “encantada” com a vacinação permitida pelas autoridades sanitárias. “Queremos que seja seguro e contribua o máximo possível para a imunidade coletiva”.

Uma pesquisa da Kaiser Family Foundation, que entrevistou pais de adolescentes em abril, revelou que três em cada dez queriam que seus filhos fossem vacinados imediatamente, um quarto vai esperar para ver como funciona, um quinto vai vacinar apenas se a escola pedir e o resto é contra a vacinação.

A vacina para adolescentes é a mesma que para adultos, incluindo o número de doses.

Os adolescentes são menos vulneráveis à covid do que as pessoas mais velhas, e a principal razão para vaciná-los é diminuir a transmissão.

Mas casos extremamente raros da covid ainda podem ocorrer entre adolescentes e crianças, bem como uma complicação pós-viral conhecida como síndrome inflamatória multissistêmica.

O que o nova-iorquino Theo Bernstein, que fez 12 anos há poucos dias, mais deseja é “voltar para a escola cinco dias por semana”, em vez dos dois atuais. Sua mãe, Daphna Straus, diz que está disposta a fazer “o que for preciso para deixar os professores mais confortáveis e voltarem a ensinar pessoalmente”.

Charles Muro, de 13 anos, que escreve para o jornal de sua escola em Hartford, Connecticut, diz que está “aliviado” após receber a vacina e quer promover a imunização entre seus amigos.

A vacina “é o futuro: se querem poder ir à pizzaria no domingo à noite, é assim que podemos voltar à normalidade”, lembrou.

A Academia Americana de Pediatria disse esta semana que a autorização da vacina da Pfizer é uma ferramenta importante para que mais escolas voltem às aulas presenciais em setembro, quando o novo ano letivo começa.

Fonte: R7
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OS EUA ENVIARÃO UM EMISSÁRIO AO ORIENTE MÉDIO PARA EXORTAR ISRAELENSES E PALESTINOS A DIMINUIR ESCALADA DE ATAQUES E CONFRONTOS

EUA enviam emissário para tentar reduzir conflito na Faixa de Gaza

Secretário de Estado norte-americano Antony Blinken condenou disparos de foguetes do Hamas contra Israel

INTERNACIONAL

 Da AFP

Anúncio foi feito pelo secretário de Estado americano Antony Blinken

SAUL LOEB / POOL / AFP

Os Estados Unidos enviarão um enviado ao Oriente Médio para exortar israelenses e palestinos a “diminuir a escalada” após a série de ataques e confrontos nos últimos dias, informou nesta quarta-feira (12) o secretário de Estado americano, Antony Blinken.

Hady Amr, alto funcionário do Departamento de Estado encarregado dos assuntos israelenses e palestinos, será responsável por instar, “em nome do presidente Joe Biden, a uma redução da violência”, anunciou Blinken a repórteres.

O secretário de Estado voltou a condenar os disparos de foguetes do movimento islamita Hamas contra Israel “com a maior firmeza”, mas também considerou que “qualquer morte de civis” é “uma tragédia”.

“Acho que Israel tem um dever adicional de tentar fazer todo o possível para evitar baixas de civis, mesmo que tenha o direito de defender seu povo”, declarou Blinken, observando que as imagens de crianças palestinas mortas eram “comoventes”.

Mas Blinken enfatizou que havia uma “distinção muito clara e nítida entre uma organização terrorista, o Hamas, que está disparando foguetes indiscriminadamente — visando civis, na verdade — e a resposta de Israel que está se defendendo”.

Mais tarde, o Departamento de Estado disse em um comunicado que Blinken conversou por telefone com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, pedindo esforços para “acabar com a violência”.

“O Secretário de Estado reiterou seu apelo a todas as partes para reduzir as tensões e pôr fim à violência”, disse a nota para limitar que também “enfatizou a necessidade de israelenses e palestinos viverem com segurança” e “desfrutar de liberdade, segurança, prosperidade e democracia igualmente”.

Em recentes interações de alto nível, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, ligou para seu homólogo israelense, Benny Gantz, e expressou seu apoio ao “direito legítimo de Israel de defender a si mesmo e a seu povo”, enquanto instava a tomar medidas para restaurar a calma, disse o Pentágono.

Um alto funcionário dos EUA disse separadamente que espera mais contatos de alto nível, inclusive com a Jordânia e o Egito, embora Washington não fale com o movimento Hamas, que considera um grupo terrorista.

O governo do presidente Joe Biden já havia apelado ao seu tradicional aliado Israel para adiar um polêmico desfile em Jerusalém e impedir os despejos de palestinos na parte oriental ocupada e anexada da Cidade Santa, o ponto de gatilho imediato para o novo ciclo de violência.

Tomando um tom mais claro da administração pró-Israel de seu predecessor republicano Donald Trump, Blinken renovou o apoio dos EUA para a eventual criação de um estado palestino independente.

“O mais importante agora é que todas as partes parem a violência e se envolvam na redução da escalada”, insistiu.

Fonte: R7
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VACINA DA PFIZER SERÁ DISPONIBILIZADA PARA NORTE-AMERICANOS DE 12 A 15 ANOS

EUA autorizam vacina da Pfizer para público de 12 a 15 anos

Agência de medicamentos do país amplia a faixa etária do imunizante e Biden pede que a campanha seja acelerada

INTERNACIONAL

 por Reuters

A vacina está disponível nos EUA sob uma autorização de uso emergencial para pessoas a partir dos 16 anos. A Pfizer e a BioNTech disseram que iniciaram o processo de aprovação total para essas idades na semana passada.A FDA afirmou que estava fazendo alterações para incluir milhões de crianças de 12 a 15 anos.É a primeira vacina contra covid-19 a ser autorizada nos Estados Unidos para essa faixa etária, vista como um passo importante para levar as crianças de volta às escolas com segurança.

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu aos Estados que disponibilizassem a vacina aos adolescentes mais jovens imediatamente.

“A ação de hoje permite que uma população mais jovem seja protegida da covid-19, aproximando-nos de retornar a um senso de normalidade e acabar com a pandemia”, disse a comissária em exercício da FDA, Janet Woodcock, em um comunicado.

“Os pais e responsáveis podem ter certeza de que a agência realizou uma revisão rigorosa e completa de todos os dados disponíveis, como fizemos com todas as nossas autorizações de uso de emergência da vacina contra Covid-19.”

A maioria das crianças com covid-19 desenvolve apenas sintomas leves ou nenhum sintoma. No entanto, as crianças correm o risco de adoecer gravemente e ainda podem transmitir o vírus.

Houve surtos relacionados a eventos esportivos e outras atividades para crianças nessa faixa etária.

Fonte: R7

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MUDANÇAS NA POLÍTICA EXTERNA DOS EUA PODEM FAVORECER RELAÇÃO DIPLOMÁTICA ENTRE IRÃ E ARÁBIA SAUDITA

As negociações ainda secretas que podem mudar o Oriente Médio

Após anos de tensões e conflitos, Irã e Arábia Saudita podem se reaproximar com mudança na política externa dos EUA

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Após visita do iraquiano al-Khadimi à Arábia Saudita, iranianos e sauditas iniciaram diálogos sigilosos
DIVULGAÇÃO / GOVERNO DA ARÁBIA SAUDITA

Durante muitos anos, as relações diplomáticas entre o Irã e a Arábia Saudita, as nações mais influentes e com as maiores economias do Oriente Médio, foram praticamente inexistentes. Com os sauditas cada vez mais próximos dos EUA, além dos diversos conflitos envolvendo grupos patrocinados pelos dois regimes em outros países, não havia indicação de um entendimento em um futuro próximo.

Agora, a situação parece sofrer uma mudança, ainda que longe de confirmações oficiais. Segundo fontes ouvidas por importantes veículos ocidentais, como o Financial Times e o New York Times, o chefe da inteligência saudita iniciou conversas em sigilo com um dos principais nomes da segurança iraniana durante um encontro em Bagdá, capital do Iraque, no início de abril.

O encontro aconteceu dias depois de uma visita do primeiro-ministro iraquiano, Mustafa al-Kadhimi, a Riad, capital da Arábia Saudita. Na ocasião, ele e o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin-Salman, assinaram diversos acordos de cooperação. Coincidentemente, al-Khadimi é apontado como anfitrião do encontro entre os representantes saudita e iraniano.

Na conversa em Bagdá, que não foi confirmada oficialmente, foram abordadas áreas de atrito entre os dois países, como a guerra no Iêmen, disputada entre o governo oficial apoiado pela Arábia Saudita e rebeldes houthis financiados pelo Irã, as milícias pró-Irã que atuam no Iraque, a relação de ambos com os EUA, entre outras. Tudo isso poderia abrir caminho para um encontro em um nível diplomático oficial nos próximos meses.

No fim de abril, bin-Salman mostrou uma nova visão do país com relação ao Irã, dizendo em uma entrevista que, apesar de seu país se opor a “certos comportamentos negativos”, mas que esperava “contruir uma relação boa e positiva com o Irã, que possa beneficiar todos nós”.

Em resposta, um porta-voz do ministério das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, afirmou que “com negociações e um panorama construtivo, os dois países que são importantes na região e no mundo islâmico podem deixar suas diferenças para trás e entrar em uma nova fase de cooperação e tolerância para trazer estabilidade e paz à região”.

Virada nos EUA

O motivo para esse novo panorama está em Washington. A entrada do novo presidente norte-americano, Joe Biden, mudou a política externa do país. Seu antecessor, Donald Trump, era aliado próximo dos sauditas e apostava em uma política linha-dura contra o Irã, com sanções e a saída do acordo para controlar o programa nuclear iraniano.

Biden, por sua vez, denunciou o envolvimento de bin Salmen com o assassinato do jornalista Jamaal Khashoggi e cancelou uma venda de armas para o país, autorizada por Trump. De acordo com Joaquim Racy, professor de relações exteriores do Mackenzie-SP, a transição de governo nos EUA é a principal causa dessa reaproximação.

“Tudo isso tem a ver com o governo Biden, que está mudando a política externa norte-americana. Mesmo nos governos anteriores ao Trump, havia uma certa linearidade, eles sempre foram aliados em primeiro lugar de Israel, mas também da Arábia Saudita. Isso está se reconfigurando, ele tem contrariado algumas coisas até que os próprios democratas já fizeram”, afirma.

Caso as negociações sejam bem-sucedidas, o futuro da região pode ser de mais cooperação, segundo o especialista. “Antes de mais nada, a pacificação é o mais importante. Não só regional, mas mundial”, ressalta.

Um ponto de divergência entre os dois países e que deve ser levado em conta é o posicionamento de ambos dentro do mundo islâmico. O reino saudita é regido pelos preceitos sunitas, enquanto o governo do Irã é partilhado entre autoridades seculares e religiosos xiitas.

“Esse elemento religioso é muito forte lá. A gente não sabe até que ponto a motivação para a rivalidade é religiosa. Essa reaproximação no contexto islâmico é positiva no sentido de diminuir as tensões. Outra coisa importante é ver para onde isso pode pender em termos de relações com Israel”, afirma o professor.

Nos últimos meses do governo Trump, o ex-presidente vinha costurando acordos de paz entre Israel e nações islâmicas como Emirados Árabes e Bahrein. Ainda não está claro como essas relações irão se desenvolver na administração de Biden.

Fonte: R7

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O BRASIL PODERÁ RECEBER EM BREVE DOSES DE VACINAS EXCEDENTES DOS EUA

Bolsonaro afirma que Estados Unidos podem enviar vacinas ao Brasil em breve

Segundo Bolsonaro, governo tem feito “todo o possível” para ampliar o programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

05 de maio de 2021 às 21:03

Presidente Jair BolsonaroPresidente Jair BolsonaroFoto: Mateus Bononi/Getty Images

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (5) que os Estados Unidos podem anunciar em breve o envio ao Brasil de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19.

Segundo Bolsonaro, seu governo tem feito “todo o possível” para ampliar o programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Os Estados Unidos já passaram da marca de 200 milhões de doses de vacinas aplicadas e têm doses excedentes do imunizante da AstraZeneca.

Na semana passada, o governo americano anunciou que vai compartilhar 60 milhões de doses da vacina, o que despertou o interesse de vários países preocupados em acelerar suas vacinações.

A novidade foi mencionada pelo presidente em entrevista coletiva dada no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, após Bolsonaro receber Robson Nascimento de Oliveira, ex-motorista do jogador de futebol Fernando Lucas Martins. Robson foi condenado à prisão na Rússia por tráfico de drogas, ao ser pego com um medicamento que é permitido no Brasil, mas proibido na Rússia.

No momento em que falou sobre a possibilidade do envio das doses de vacinas ao Brasil, Bolsonaro argumentava que seu governo tem mantido boas relações diplomáticas com nações importantes, como os Estados Unidos, a Rússia e também a China.

China

Nesta quarta-feira, a relação comercial e diplomática entre o Brasil e a China voltou ao noticiário depois que o presidente da República levantou a possibilidade de o coronavírus causador da Covid-19 ter sido criado em laboratório.

Sem citar nominalmente a China, maior parceiro comercial do Brasil há mais de uma década, Bolsonaro falou em “guerra química” e em “guerra bacteriológica” e questionou: “Qual o país que mais cresceu seu PIB [Produto Interno Bruto]? Não vou dizer para vocês”.

Em 2020, o PIB da China apresentou expansão de 2,3%, enquanto a maior parte das grandes economias do planeta registrou retração. Para efeito de comparação, o PIB do Brasil encolheu 4,1%, o dos Estados Unidos caiu 3,5% e o da Alemanha ficou 5% menor do que no ano anterior. No entanto, o impacto da pandemia na economia chinesa aconteceu antes do resto do mundo, já que o novo coronavírus foi primeiro encontrado no país asiático.

A fala de Bolsonaro repercutiu politicamente e rendeu comentários preocupados do senador Omar Aziz, que preside a Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia.

“Hoje foi ruim, viu, e chama de guerra química e tal. E a gente está dependendo, a gente está na mão dos chineses para trazer o IFA [insumo farmacêutico ativo], nós não temos produção de IFA aqui e não vamos ter tão cedo”, disse Aziz.

Questionado se teria sido “mal compreendido” ao falar da China, Bolsonaro respondeu que não mencionou a palavra “China” e reclamou da imprensa.

“Vocês da imprensa não falam onde nasceu o vírus. Falem, ou estão temendo alguma coisa?”, disse o presidente.

Fonte: CNN

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GOVERNO DOS EUA ESTÁ EM CONTATO COM PRESIDENTE DO BRASIL PARA FORNECER AJUDA À HOSPITAIS DO PAÍS

Casa Branca trabalha com governo brasileiro para auxiliar hospitais

Medida está sendo tomada por conta da aceleração da pandemia no Brasil e vai girar em torno de R$ 108 milhões

INTERNACIONAL

por Agência Estado

Auxílio vai girar em torno de R$ 108 milhões, segundo a porta-voz da Casa Branca

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta terça-feira (4), que o governo dos Estados Unidos está em contato com o Brasil para fornecer ajuda a hospitais diante da aceleração da  pandemia no país.

Durante uma coletiva de imprensa, a assessora informou que o auxílio deve ficar em torno de US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões na cotação atual) em medicamentos usados para a intubação de pacientes.

Segundo Jen Psaki, as negociações envolvem a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e ainda não estão finalizadas.

Recentemente, a Casa Branca anunciou que ajudaria no combate à crise sanitária na Índia, que tem registrado recordes de casos e mortes por covid-19.

Durante a coletiva de imprensa, a porta-voz informou que a ajuda enviada pela Casa Branca à Índia inclui 1.500 cilindros de oxigênio, 550 concentradores de oxigênio e uma unidade de geração de oxigênio em grande escala.

Ao ser questionada se uma parte dos estoques da vacina da AstraZeneca que serão doados pelos EUA irão para o Brasil, Psaki se limitou a responder que há “uma gama de solicitações” do mundo inteiro pelos imunizantes.

Fonte: R7
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O GOVERNO DOS EUA INICIOU OFICIALMENTE A RETIRADA DOS ÚLTIMOS SOLDADOS DO AFEGANISTÃO

EUA iniciam última fase da retirada de soldados do Afeganistão

Previsão é que tropas norte-americanas deixem país até 11 de setembro, 20 anos após ataque às Torres Gêmeas, em Nova York

INTERNACIONAL  

Da AFP

Militares norte-americanos vão deixar o país até 11 de setembro

PATRICK BAZ / AFP

O governo dos Estados Unidos iniciou oficialmente neste sábado (1°) a retirada de seus últimos soldados do Afeganistão. Ao ser concluída, a volta para casa marcará o fim de uma guerra de 20 anos, mas abrirá um período de grande incerteza pela forte presença dos talibãs.

O processo de retirada já está em curso, de acordo com os comandantes americanos no Afeganistão, e a data de 1º de maio é sobretudo simbólica. Este era o prazo estabelecido no acordo assinado em fevereiro de 2020 em Doha, no Qatar, com os talibãs pela administração anterior de Donald Trump.

Nos últimos dias, Cabul e a base aérea de Bagram registraram um fluxo incomum de helicópteros americanos, responsáveis por preparar a retirada, que deve ser concluída no dia 11 de setembro, data do 20º aniversário dos atentados de 2001 nos Estados Unidos.

As forças de segurança afegãs estavam em alerta neste sábado, por medo de ataques contra as tropas americanas durante a retirada.

O exército dos Estados Unidos informou que executou um “bombardeio de precisão”, depois que uma área da província de Kandahar, onde fica uma de suas bases, foi atacada com “disparos ineficazes indiretos”. O bombardeio “destruiu outros mísseis que apontavam contra a base”, afirmou um porta-voz do exército americano.

Os aliados da Otan iniciaram na quinta-feira a retirada dos contingentes da missão contingentes da missão ‘Apoito Resoluto” (“Resolute Support”), que deve acontecer de maneira coordenada com Washington. “Os talibãs poderiam intensificar a violência”, declarou o ministro do Interior, Hayatullah Hayat, aos comandantes de polícia.

O presidente americano, Joe Biden, confirmou em meados de abril a retirada dos 2.500 soldados ainda presentes no Afeganistão.

“Chegou o momento de acabar com a guerra mais longa dos Estados Unidos”, declarou, ao destacar que o país cumpriu o objetivo da intervenção, que era impedir o Afeganistão de servir novamente de base a ataques contra o território americano.

Os talibãs consideram que a retirada deveria ter acabado em 1º de maio e que manter as tropas depois da data é uma “clara violação” do acordo com Washington.

“Isto abre, a princípio, a via para que nossos combatentes adotem as ações apropriadas contra as forças invasoras”, declarou à AFP Mohammad Naeem, porta-voz do grupo.

A intervenção militar dos Estados Unidos no Afeganistão foi motivada pelos atentados de 2001 contra as Torres Gêmeas de Nova York e o Pentágono. As tropas americanas expulsaram do poder os talibãs, acusados de dar cobertura ao grupo terrorista Al-Qaeda, responsável pelos ataques de 11/9.

O anúncio da retirada das tropas americanas foi feito em abril deste ano

KIM JAE-HWAN / AFP

No momento mais intenso da intervenção, em 2010-2011, 100.000 militares americanos estavam no Afeganistão. Mais de 2.000 americanos e dezenas de milhares de afegãos morreram no conflito.

Desde a assinatura do acordo de Doha, os talibãs interromperam os ataques diretos às forças estrangeiras. Mas não deram trégua às tropas do governo, que são perseguidas nas zonas rurais, e continuam aterrorizando a população das grandes cidades com assassinatos seletivos.

O anúncio da retirada dos americanos aumentou o medo dos afegãos, que temem o retorno dos talibãs ao poder e a imposição do regime fundamentalista que implantaram quando governaram entre 1996 e 2001.

“Todos têm medo da volta dos dias obscuros da era talibã”, declarou à AFP Mena Nowrozi, funcionária da rádio privada Kabul. “Os talibãs continuam sendo os mesmos, não mudaram. Estados Unidos deveriam permanecer por mais um ano ou dois”.

Risco de caos

O presidente afegão, Ashraf Ghani, garante que as tropas do governo, que depois de vários meses lutam sozinhas na frente de batalha – mas com apoio aéreo americano -, são “totalmente capazes” de resistir aos insurgentes.

Ghani também considera que a retirada americana significa que os talibãs ficarão sem desculpas para continuar lutando. “Quem eles matam? O que destroem? Agora acabou o pretexto de matar os estrangeiros”, afirmou esta semana em um discurso.

Mas o comandante do Estado-Maior americano, general Mark Milley, admitiu na quarta-feira que não é possível descarta um caos total.

“No pior dos cenários, teremos o desmoronamento do governo afegão, o desmoronamento do exército afegão, uma guerra civil, a catástrofe humanitária que a acompanha e o retorno potencial da Al-Qaeda”, reconheceu.

Abdul Malik, policial de Kandahar (sul), província que é um dos redutos históricos dos talibãs, afirmou à AFP que as Forças Armadas estão preparadas. “Temos que defender nossa pátria (…) Faremos todo o possível para defender nosso solo”, disse.

Não há garantia de que os talibãs deixarão de atacar as tropas americanas ou da Otan durante a retirada.

Fonte: R7
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“ESPERAMOS CONTINUAR A TRABALHAR JUNTOS PARA COLOCAR NOSSO MUNDO NO CAMINHO DE UM FUTURO SEGURO, PRÓSPERO E SUSTENTÁVEL”, AFIRMA ENVIADO DOS EUA APÓS CONVERSA COM MINISTROS DO MEIO AMBIENTE E DAS RELAÇÕES EXTERIORES DO BRASIL

EUA anunciam diálogo com governo do Brasil sobre metas climáticas

Nas redes sociais, John Kerry disse ter conversado, nesta sexta-feira (30), com ministros das Relações Exteriores e do Meio Ambiente

INTERNACIONAL

por Reuters

John Kerry vai conversar com ministros brasileiros sobre clima

REUTERS – 30.4.2021

O enviado dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, afirmou nesta sexta-feira (30) ter conversado com o ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, e com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a respeito de novas metas climáticas do Brasil.

“Eu falei hoje com os ministros do Meio Ambiente, Salles, e das Relações Exteriores, França, do Brasil sobre as importantes novas metas climáticas do Brasil”, disse Kerry no Twitter.

“Esperamos continuar a trabalhar juntos para colocar nosso mundo no caminho de um futuro seguro, próspero e sustentável”, acrescentou.

Na semana passada, em discurso durante a Cúpula do Dia da Terra, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil irá atingir a neutralidade climática em 2050, e reafirmou a intenção de zerar o desamamento ilegal em 2030, mas voltou a pedir recursos internacionais para o país atingir essas metas.

O Brasil e os Estados Unidos negociam desde fevereiro um possível financiameto norte-americano a medidas de combate ao desmatamento da Amazônia, com o Brasil pedindo recursos para financiar ações, enquanto os EUA pedem resultados antes de liberar dinheiro.

O desmatamento na Amazônia explodiu em 2019, depois da eleição do presidente Jair Bolsonaro, e atingiu em 2020 o maior índice desde 2012, com 11.088 km² de mata desaparecendo entre agosto de 2019 e julho de 2020, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Aliado do ex-presidente norte-americano Donald Trump, Bolsonaro foi pego de surpresa pela eleição do democrata Joe Biden, que não acreditava que aconteceria.

Com a mudança de governo nos EUA, o tema das mudanças climáticas –e, consequentemente, o desmatamento da Amazônia– mudou de patamar e passou a ser central no relacionamento entre os dois países, o que forçou o governo brasileiro a uma mudança de postura.

Procurados, o Itamaraty e o Ministério das Relações Exteriores não responderam de imediato a pedidos de comentários sobre a conversa dos ministros com Kerry.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: UMA AÇÃO DE GIGANTES PARA PRESERVAR AS FLORESTAS TROPICAIS É FRUTO DA CÚPULA DO CLIMA INTERNACIONAL

Uma ação conjunta entre três governos e nove corporações gigantes para arrecadar pelo menos US $ 1 bilhão somente este ano, para proteção florestal em grande escala e desenvolvimento sustentável é o destaque desta coluna nesta quarta-feira. Grande corporações como Amazon, Unilever e Nestlé se unem ao Reino Unido, EUA e Noruega numa iniciativa de gigante para preservar as florestas tropicais. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta ação inédita!

Amazon, Unilever e Nestlé unem-se ao Reino Unido, EUA e Noruega em uma nova iniciativa de US $ 1 bilhão para preservar as florestas tropicais

Esta semana, durante a Cúpula do Clima internacional, três governos e nove corporações gigantes anunciaram uma coalizão inovadora, chamada LEAF, que está se mobilizando para arrecadar pelo menos US $ 1 bilhão somente este ano, para proteção florestal em grande escala e desenvolvimento sustentável.

A coalizão já inclui os governos do Reino Unido, EUA e Noruega, e empresas internacionais, incluindo Airbnb, Amazon, Bayer, GlaxoSmithKline, Nestlé e Unilever.

Conhecida como LEAF, para Redução de Emissões por Aceleração do Financiamento Florestal, a iniciativa global representa de longe o maior investimento do setor privado para proteger as florestas tropicais.

O objetivo é que governos, empresas e ONGs paguem por reduções de emissões de alta qualidade das florestas tropicais, verificadas em relação a um padrão independente.

A Coalizão LEAF oferece uma nova abordagem importante que pode ajudar a proteger trechos de árvores, oferecendo a garantia financeira necessária para que os países comecem a priorizar políticas que reduzam o desmatamento.

“Com o envolvimento em nível local, esta abordagem pode ser uma tripla vitória: para o clima, as florestas tropicais e para as pessoas que dependem delas.” disse Manish Bapna , presidente interino e CEO do World Resources Institute.

Espera-se que mais participantes se juntem nos próximos meses.

“Esta é uma virada de jogo na luta para salvar as florestas tropicais – um novo modelo para catalisar o financiamento, em uma escala que está realmente à altura do desafio”, disse o vice-presidente sênior do Fundo de Defesa Ambiental, Nathaniel Keohane.

“A Coalizão LEAF define um alto padrão de como as empresas podem complementar cortes profundos em suas próprias emissões, investindo em reduções adicionais de emissões de florestas tropicais e subtropicais e também garantindo que os direitos dos povos indígenas que protegem e continuam protegendo essas florestas são respeitado e realizado ”, acrescentou Keohane .

Este modelo pioneiro de financiamento florestal pode canalizar dezenas de bilhões de dólares por ano para garantir a proteção das árvores na escala necessária para enfrentar a crise climática e cumprir as metas climáticas mundiais.

Fonte: Good News Network

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PRESIDENTE TURCO CONSIDEROU SEM FUNDAMENTO O RECONHECIMENTO DO GENOCÍDIO ARMÊNICO PELOS EUA

Erdogan critica reconhecimento dos EUA de genocídio armênio

Presidente turco disse ser ‘sem fundamento’ a declaração de Joe Bide e que afeta a relação entre os do país

 Da AFP

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan,

ADEM ALTAN / AFP

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, considerou nesta segunda-feira (26) “sem fundamento” o reconhecimento dos Estados Unidos do genocídio armênio e alertou sobre seu “impacto destruidor” nas relações entre ambos os países.

“O presidente americano fez declarações sem fundamento, injustas e contrárias à realidade”, ao reconhecer o genocídio armênio no sábado, declarou Erdogan, alertando sobre o “impacto destruidor” deste gesto de Joe Biden nas relações já tensas entre Ancara e Washington.

“Acreditamos que esses comentários foram incluídos na declaração após a pressão de grupos radicais armênios e círculos anti-turcos”, acrescentou o presidente turco

“Mas esta situação não anula o impacto destruidor desses comentários”, reiterou.

A Armênia, apoiada por muitos historiadores e acadêmicos, afirma que 1,5 milhão de pessoas de seu povo morreram em um genocídio promovido pelo Império Otomano entre 1915 e 1917.

A Turquia afirma que tanto armênios como turcos morreram em grande número durante a Primeira Guerra Mundial, mas nega com veemência que houve uma política deliberada de genocídio, um termo que não era definido legalmente até então.

No sábado, Biden reconheceu o genocídio armênio e se tornou o primeiro presidente americano a usar a palavra ‘genocídio’ no comunicado que a Casa Branca costuma emitir com motivo do aniversário desse massacre.

“Se você fala de genocídio, deve olhar para o espelho”, respondeu Erdogan nesta segunda.

“Também podemos falar do que aconteceu com os nativos americanos, com os negros e no Vietnã”, criticou.

Fonte: R7
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A TURQUIA RESPONDERÁ DE VÁRIAS MANEIRAS A DECLARAÇÃO DE BIDEN SOBRE O MASSACRE DE ARMÊNIOS, AFIRMOU O PORTA-VOZ DO PRESIDENTE TURCO

Turquia promete resposta após EUA reconhecerem genocídio armênio

Porta-voz do presidente Tayyip Erdogan disse que haverá reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses

NTERNACIONAL

 por Reuters

I5/04/2021 – 14H48

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan

ADEM ALTAN / AFP

declaração do presidente norte-americano, Joe Biden, de que o massacre de armênios pelo Império Otomano constituiu um genocídio é “simplesmente ultrajante” e a Turquia responderá de várias maneiras nos próximos meses, disse o porta-voz presidencial da Turquia neste domingo (25)

Biden rompeu no sábado (24) com décadas de comentários cuidadosamente calibrados da Casa Branca sobre os assassinatos de 1915, para deleite da Armênia e a comunidade armênia nos Estados Unidos, mas tensionando ainda mais a relação entre Washington e Ancara, dois aliados da Otan.

“Haverá uma reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses”, disse à Reuters Ibrahim Kalin, porta-voz e conselheiro do presidente Recep Tayyip Erdogan.

Kalin não especificou se Ancara restringiria o acesso dos EUA à base aérea de Incirlik no sul da Turquia, que tem sido usada para dar suporte à coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque, ou outras medidas que possa tomar.

As autoridades turcas condenaram imediatamente a declaração de Biden feita no sábado, e Kalin disse que Erdogan trataria do assunto após uma reunião de gabinete na segunda-feira.

“Em um momento e local que consideramos apropriados, continuaremos a responder a esta lamentável e injusta declaração”, disse ele.

A Turquia aceita que muitos armênios que viviam no Império Otomano foram mortos em confrontos com as forças otomanas na Primeira Guerra Mundial, mas nega que as mortes tenham sido sistematicamente orquestradas e constituído um genocídio.

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ANÁLISE POLÍTICA: XI JINPING É “BONZINHO”, POR RICARDO PAZ

A nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado tem o prazer de publicar mais um comentário político do nosso amigo e colaborador Ricardo Paz, que está fazendo um doutorado nos Estados Unidos e tem uma visão diferenciada sobre os fatos geopolíticos que estão acontecendo atualmente. O comentário dele hoje é sobre o lobo em pele de cordeiro que atende pelo nome Xi Jinping, Supremo governante da China. Então leia o elucidativo artigo a seguir e clareie suas ideias.

Em recado aos EUA, Xi Jinping defende nova ordem mundial

XI JINPING É “BONZINHO”

O presidente Biden quer reduzir a emissão de CO2 em 50% dos níveis de 2005 até 2030. Uma meta muito ambiciosa, que imporá enormes sacrifícios aos americanos, podendo comprometer a retomada de crescimento sustentável. Na onda das “boas intenções” do governo democrata dos EUA, outros líderes ocidentais se comprometem com metas arrojadas para reduzir as emissões. E Greta Thunberg logo reaparecerá nas manchetes das revistas “politicamente corretas” com suas frases pré fabricadas incentivando medidas para salvar a humanidade. Só que, desta vez, deveriam treinar a garota propaganda das “green corporations” a bater forte na China. Ah, mas isso não pode, né ambientalistas?! A China tem feito declarações cínicas nos últimos dias, de que se compromete a reduzir CO2 mesmo não tendo obrigação alguma de fazê-lo até 2030. Isso graças a um “brilhante acordo” celebrado por Barack Obama em 2014 quando a China, finalmente, se comprometeu a reduzir as emissões só após 16 anos. Uma excelente carência de sacrifícios! A China é hipócrita? De forma alguma! Eles sabem o que querem, calculam suas ações e não se importam com a opinião alheia. Hipócritas somos nós, ocidentais, que nos impomos metas rigorosas, engolindo o discurso “salve o planeta” de ambientalistas tendenciosos e corporações oportunistas. Enquanto Xi Jinping, com sua cara de bonzinho, demonstra boas intenções em discursos matreiros, a China apenas segue se fortalecendo para liderar o mundo.
Ricardo Paz
Trabalhador
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SEGUNDO EMBAIXADOR DOS EUA, O PRESIDENTE DO BRASIL ASSUMIU UM COMPROMISSO MUITO AMBICIOSO, O DE ‘NEUTRALIZAR A EMISSÃO DE CARBONO ATÉ 2050’

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

Durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), o presidente se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050

Produzido por Lourival Sant’Anna e texto por Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de abril de 2021 às 22:00

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, disse em entrevista exclusiva à CNN que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um compromisso de muita ambição durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), quando se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050.

“É o mesmo compromisso que nós fizemos e outros países que têm esse grande interesse fizeram. Isso é bastante importante. Tem certas pessoas que duvidam se vão chegar à meta ou não. Tem que ter primeiro a grande ambição que o presidente Jair Bolsonaro mostrou”, disse Chapman.

De acordo com o embaixador, o objetivo agora é encontrar formas de ajudar o país a cumprir esta meta. Segundo ele, existem empresários do setor privado e “grandes” organizações não-governamentais que querem “colocar dinheiro” para ajudar o Brasil a alcançar essas metas.

Chapman acredita que a ajuda financeira deve começar a chegar assim que os resultados começarem a aparecer. O embaixador também ressaltou que a responsabilidade não é apenas do governo federal.

“Queremos ver resultados. Eu acho que as finanças vão fluir com muito mais frequência, em volume, quando pudermos nos próximos três ou quatro meses um resultado bastante importante no desmatamento. O dever não é somente do governo federal, mas também dos governos estaduais e do setor privado. Temos todos que trabalhar em conjunto”, afirmou.

Ausência de Biden no discurso de Bolsonaro

Questionado se a ausência do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o pronunciamento de Bolsonaro e o fato do Brasil ter sido apenas o 21.º país a discursar na Cúpula eram indicativos de indisposição e má vontade com o país, o embaixador minimizou o ocorrido.

“Acho que se isso fosse verdade, a União Europeia e a Austrália também estariam conversando conosco sobre este fato. Às vezes, o presidente precisa sair e não era previsto. Essas coisas são de protocolo e logística. Isso não tem nada a ver com todas as coisas importantes que passaram no evento de hoje”, ressaltou.

Fonte: CNN

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OS EUA ENVIARÃO REFORÇOS TEMPORÁRIOS AO AFEGANISTÃO PARA RETIRADA DAS FORÇAS DE COALIZÃO

EUA enviarão reforços para garantir saída de tropas do Afeganistão

Operação logística para a retirada de soldados norte-americanos e da Otan do país deve durar cerca de 3 meses

INTERNACIONAL

 Da AFP

Comandante das forças norte-americanas no Oriente Médio, general Kenneth McKenzie

PHIL STEWART/REUTERS – 09.07.2019

Os Estados Unidos enviarão reforços temporários ao Afeganistão para proteger a retirada das forças da coalizão internacional, informou nesta quinta-feira (22) o comandante das forças norte-americanas no Oriente Médio, general Kenneth McKenzie, ante uma comissão do Senado americano.

Cerca de 2,5 mil soldados americanos, além de mais de 16 mil contratistas civis e suas equipes, deixarão o Afeganistão. A eles se somam a cerca de 7 mil soldados da Otan, que dependem dos militares americanos para o transporte de tropas e equipamentos. Essa grande e delicada operação de logística requer ao menos três meses para que os militares a concluam de forma ordenada e segura.

McKenzie reconheceu que o talibã é mais numeroso atualmente do que em 2011, e estimou suas fileiras em 50 mil combatentes. Também afirmou que os rebeldes controlam hoje uma parte maior do território afegão do que há 10 anos.

Fonte: R7
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A CASA BRANCA AINDA ESTÁ DANDO OS RETOQUES FINAIS EM SEU PLANO PARA REDUZIR AS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA DOS EUA

Mundo espera divulgação da meta climática dos EUA antes da cúpula

Encontro de Biden com líderes mundiais tem o objetivo de mostrar o compromisso norte-americano com as questões ambientais

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Governo Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas para reduzir emissões

CHRIS KEANE/REUTERS – FOTO DE ARQUIVO

A Casa Branca ainda está dando os retoques finais em seu plano para reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos EUA até 2030, antes de uma cúpula esta semana com líderes mundiais, incluindo Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China.

O governo do presidente Joe Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas ambiciosas para reduzir suas emissões, mas ainda não revelou seu próprio plano. Antes do início da cúpula na quinta-feira, a Casa Branca deve anunciar uma meta para cortar as emissões em cerca de 50% até 2030, em comparação com os níveis de 2005.

“Ainda resta muito tempo antes do início da cúpula”, disse um funcionário do governo a repórteres na quarta-feira (22), quando pressionado sobre a meta, conhecida como Contribuição Nacionalmente Determinada ou NDC, na sigla em inglês.

Os Estados Unidos têm sido o maior emissor histórico de gases do efeito estufa e atualmente estão atrás apenas da China. Sua meta será observada de perto como um sinal de quão seriamente Biden leva em conta a mudança climática. Ele prometeu restaurar a liderança dos EUA nas questões sobre o aquecimento global depois que o ex-presidente Donald Trump retirou o país do acordo climático de Paris.

Biden trouxe os EUA de volta ao acordo de Paris em janeiro, e a cúpula de dois dias foi projetada para mostrar um compromisso norte-americano e global renovado de limitar o aquecimento do planeta a 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais, a fim de evitar impactos climáticos cataclísmicos.

Uma ordem executiva de Biden que direcionará o Tesouro dos EUA e outras agências importantes para desenvolver uma estratégia sobre os riscos relacionados ao clima para ativos financeiros públicos e privados era inicialmente esperada esta semana, mas está atrasada, disse uma fonte familiarizada com a situação.

“Nos próximos dias e horas, muitos outros aumentos de ambição serão articulados”, disse o enviado internacional para o clima, John Kerry, em um evento organizado pelo Washington Post na manhã de quarta-feira.

Nas últimas 24 horas, Kerry anunciou medidas que ajudarão os Estados Unidos a reduzir sua participação nas emissões globais.

Ativistas, algumas corporações e outros líderes mundiais querem uma meta agressiva dos EUA, e alguns reagiram cedo para dizer que um corte de cerca de 50% não seria suficiente.

“Embora muitos aplaudam o compromisso do presidente de reduzir as emissões dos EUA em pelo menos metade até 2030, temos a responsabilidade de dizer a verdade: não está nem perto do suficiente”, afirmou Evan Weber, diretor político do influente grupo de jovens ativistas do Movimento Sunrise, acrescentando que a promessa reportada “será uma sentença de morte para nossa geração e para os bilhões de pessoas na linha de frente da crise climática nos Estados Unidos e no exterior.”

Líderes de todo o mundo estão participando da cúpula, que será realizada virtualmente por causa da pandemia covid-19.

Fonte: R7

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RÚSSIA ANUNCIOU RETALIAÇÕES CONTRA OS EUA POR CONTA DE SANÇÕES

Rússia responde aos EUA com expulsão de diplomatas e sanções

Governo russo anuncia retaliações contra pessoal diplomático, funcionários do governo e empresas dos EUA

INTERNACIONAL

 Da EFE

Sergei Lavrov anunciou retaliações contra os EUA por conta de sanções

YURI KOCHETKOV / EFE – EPA – 16.4.2021

Rússia anunciou nesta sexta-feira (16) que vai expulsar dez diplomatas americanos e adotar uma série de sanções em resposta a uma decisão semelhante tomada na véspera pelos Estados Unidos com base na alegação de espionagem cibernética russa contra o país e por interferência na Ucrânia.

O presidente russo, Vladimir Putin, “aprovou estas medidas em resposta aos atos absolutamente hostis e gratuitos anunciados por Washington contra a Rússia, nossos cidadãos, pessoas físicas e jurídicas, e nosso sistema financeiro”, disse Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores do país, em uma entrevista coletiva.

Lavrov afirmou que em breve será divulgada uma lista que incluirá oito funcionários norte-americanos que ocupam cargos de responsabilidade em instituições governamentais dos EUA, que na quinta-feira sancionou, por sua vez, funcionários russos de alto escalão.

Moscou também limitará e fechará as atividades das fundações e organizações não governamentais dos EUA que “abertamente” interferem nos assuntos internos da Rússia.

Além disso, as autoridades russas iniciarão o processo de denúncia do acordo que regula a mobilidade dos diplomatas no país para o qual foram designados, a fim de restringir suas viagens para longe de Moscou.

Lavrov advertiu que, caso a atual “troca de cortesias” continue, Moscou pedirá a Washington que reduza o número de seus diplomatas em território russo dos atuais 450 para 300, em conformidade com a presença russa nos EUA.

“Medidas dolorosas”

O ministro explicou que a Rússia reservará “medidas dolorosas” para o mundo dos negócios americano.

Quanto ao resto das medidas e à identidade dos americanos sancionados, ele disse que eles serão conhecidos ainda hoje.

Lavrov também declarou que o Kremlin “recomendou” ao embaixador dos EUA, John Sullivan, que voltasse a seu país para consultas com seus superiores.

Na quinta-feira, os Estados Unidos impuseram sanções à Rússia por sua suposta interferência nas eleições presidenciais de 2020 e por seu suposto papel no ataque hacker da SolarWinds, além de impor punições relacionadas às ações russas na Ucrânia e no Afeganistão.

O governo do presidente Joe Biden também anunciou a expulsão de dez membros da missão diplomática russa em Washington, incluindo membros dos serviços de inteligência.

Além disso, a Casa Branca acusou formalmente o Serviço de Espionagem Estrangeira da Rússia (SVR) de ter cometido o ataque hacker de grandes proporções que supostamente começou em 2019 e penetrou nos sistemas do governo dos EUA e de grandes empresas através de um software da empresa SolarWinds.

No total, as novas sanções de Washington afetam seis empresas russas por suas atividades de ciberespionagem, 32 organizações e indivíduos russos por interferência eleitoral e oito indivíduos e entidades pela ocupação da península ucraniana de Crimeia pela Rússia.

Fonte: R7

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REINO UNIDO SEGUE O PLANO DOS EUA E VAI RETIRAR QUASE TODAS AS TROPAS DO AFEGANISTÃO

Reino Unido vai retirar quase todas as tropas do Afeganistão

Segundo o The Times, governo britânico pode retirar 750 soldados que estão no Afeganistão, assim como anunciou Biden

Reino Unido pode seguir os EUA e retirar tropas do Afeganistão

HEDAYATULLAH AMID / EPA – EFE – 6.3.2020

Reino Unido vai retirar quase todas as suas tropas do Afeganistão seguindo o plano dos Estados Unidos de retirar as próprias tropas até 11 de setembro de 2021, informou o jornal The Times nesta terça-feira (13).

O Reino Unido traçou planos para entregar o controle da academia em Cabul onde as tropas britânicas ajudam a treinar soldados afegãos para o governo local, afirmou o jornal.

Existem cerca de 750 soldados britânicos no Afeganistão que teriam dificuldades sem o apoio dos EUA por causa da dependência de bases e infraestrutura dos EUA, de acordo com o Times.

Fonte: R7

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DURANTE UMA ABORDAGEM, POLICIAL DISPARA TIRO CONTRA UM JOVEM NEGRO NOS EUA

Biden pede calma após morte de jovem negro perto de Minneapolis

Daunte Wright de 20 anos morreu após levar um tiro disparado por um policial durante uma abordagem

INTERNACIONAL  

Do R7

Presidente dos EUA, Joe Biden

GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lamentou nesta segunda-feira (12) o falecimento “trágico” do jovem negro Daunte Wright, que levou um tiro na véspera disparado pela polícia durante um controle de tráfego, pedindo que as manifestações sejam “pacíficas” após uma primeira noite de tensões.

Enquanto isso, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, decretou toque de recolher na noite desta segunda-feira, após incidentes registrados no domingo (11).

“Devemos ter paz esta noite”, disse Frey ao anunciar a medida que vigorará entre as 19h locais e as+s 6h de terça-feira, e que também será adotada na vizinha Saint Paul e nos três condados da região metropolitana, incluindo o de Hennepin, onde ocorreu o incidente onde o jovem de 20 anos morreu.

A região está sob alta tensão, pois em Minneapolis é celebrado o julgamento contra Derek Chauvin, o policial branco acusado do assassinato de George Floyd no ano passado.

“Quero voltar a deixar claro: não há absolutamente nenhuma justificação, nenhuma, para os saques”, declarou Biden, embora tenha dito que as manifestações pacíficas são “compreensíveis”.

“Sabemos que a raiva, a dor, o sofrimento que existe na comunidade negra neste contexto é real, grave e importante”, acrescentou o presidente democrata.

“Mas isso não justifica a violência”, pontuou. “Deveríamos ouvir a mãe de Daunte, que pede paz e tranquilidade”.

“O que aconteceu” no domingo em Brooklyn Center, subúrbio de Minneapolis, “é verdadeiramente trágico, mas acho que é preciso esperar para ver o que mostra a investigação”, disse o presidente a jornalistas.

O chefe de polícia do Brooklyn Center informou que uma policial confundiu sua arma de serviço com um taser – pistola elétrica – quando atirou em Daunte Wright no domingo.

“Foi um tiro acidental que resultou na morte trágica do senhor Wright”, acrescentou o chefe da polícia, que divulgou o vídeo da detenção.

Biden qualificou as imagens de “bastante explícitas. A pergunta é: foi um acidente, foi intencional? Isso será determinado por uma investigação completa”.

Consultado sobre o julgamento de Derek Chauvin, o presidente disse ter a esperança “de que haja um veredicto que conte com o apoio de uma grande maioria”.

Enquanto isso, os Minnesota Twins suspenderam seu jogo contra os Red Socks em Boston nesta segunda-feira por causa da morte de Wright, confirmou o clube da Grande Liga de Beisebol.

Fonte: R7
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DIREITO: BRASILEIRO DE 21 ANOS É UM DOS ADVOGADOS MAIS JOVEM APROVADO PARA ATUAR NOS EUA

Por Carolina Cruz, G1 DF

 

Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal

No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É o resultado de muita dedicação. O que você colhe está completamente ligado a coisas que você fez em 7, 8, 10 anos”, disse Mateus ao G1.

A dedicação de Mateus começou cedo. Com o incentivo dos pais — dois advogados — ele passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB), para o curso de Direito, aos 14 anos. Com 18 anos, ele se formou, e ficou conhecido como o mais jovem a ser aprovado para a OAB e também a fazer sustentação perante o Supremo Tribunal Federal (STF) — com causa ganha (relembre o caso mais abaixo).

Em 2019, o brasiliense foi aprovado para um mestrado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, considerada uma das melhores do mundo. Segundo ele, a experiência o fez “rever todas as premissas”.

“Quando cheguei lá, percebi que havia muita demanda por pessoas que entendem tanto o universo jurídico brasileiro quanto o americano, e o mestrado em Harvard abre a porta para você fazer a prova do Bar”, conta.

“Acho que a vida não é sobre ter um plano é sobre sempre adaptar o seu plano”, diz Mateus.

‘Habeas corpus’ para sair do castigo e ver jogo, aos 10 anos

Advogado Mateus Ribeiro, 18 anos, recebe carteira da OAB no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Mateus reconhece que faz parte de uma exceção. “A realidade de estudar fora, de aprender e falar bem inglês, de ter acesso a um país diferente é um negócio que precisa crescer cada vez mais, que precisa, cada vez mais, deixar de ser a exceção”, disse.

Na família, Mateus não foi o único a seguir o direito e se formar cedo. Ele foi quem quebrou o recorde do irmão, João Costa Ribeiro Neto, que conquistou a carteira da OAB aos 20 anos. A irmã, Clarissa Costa Ribeiro, foi graduada em direito aos 20 anos.

Em entrevista à TV Globo, em 2018, o jovem contou que os primeiros passos rumo à advocacia foram dados ainda antes do vestibular, aos 10 anos de idade. Na tentativa de escapar de um castigo, ele recorreu a uma estratégia que os pais já conheciam: um pedido de habeas corpus (assista abaixo).

“Meu irmão sugeriu que eu impetrasse um habeas corpus que seria julgado pelo meu pai, para eu poder ir pra sala ver o jogo do Corinthians”, conta Mateus.

Ainda criança, ele se destacava não só nas “manobras de defesa”, mas também na habilidade com a leitura. Mateus chegou a ler 86 livros em um ano

Advogado aos 18 anos

Antes do mestrado em Harvard, o jovem atuou, por um ano, como advogado. Ele defendia, principalmente, causas que envolvem Direito Constitucional e, neste período, foi o mais jovem a realizar uma sustentação oral no STF.

Mateus defendeu a tese de que apenas o estado pode legislar sobre o Direito do Trabalho. O entendimento representou a maioria da Corte em julgamento que contou com 7 votos favoráveis e 4 contrários.

“Eu cheguei lá como um advogado normal, até com aquelas roupas todas, difícil de fato das pessoas identificarem que eu era tão novo. E foi ótimo, porque eles não me trataram diferente e ao final da sustentação eu falei que tinha apenas 18 anos naquela ocasião. E aí, nossa, os ministros elogiaram e ficaram surpresos”, lembra.

O ministro relator do processo, Luiz Edson Fachin, definiu Mateus como “ilustre causídico [advogado]” e o parabenizou

Advogado mais jovem do país a defender uma tese no STF estréia na tribuna e recebe elogios

Questionado se a idade já causou alguma situação diferente na profissão, Mateus nega. “Eu nunca quis ser definido pela minha idade. Eu nunca quis que eu fosse tratado de uma maneira especial, diferente ou pior por ser um advogado que estava na profissão mais cedo que o normal”, aponta.

“Eu acho que quando você demonstra maturidade na sua profissão as pessoas reagem bem a isso e consideram que, dado a sua conduta, você merece. Eu acho que sempre fui muito bem recebido”, diz Mateus.

A prova do “Bar”, em New York, ocorreu em outubro de 2020, quando ele tinha 20 anos. No mesmo mês, Mateus voltou ao Brasil e, atualmente, ele trabalha em um escritório de advocacia em São Paulo, que presta apoio jurídico a empresas brasileiras que fazem operações internacionais.

“Pretendo trabalhar e ajudar a economia do Brasil justamente como uma ponte entre as empresas daqui e o mercado financeiro de Nova York. Empresas que estão se financiando para crescer, contratar pessoas. Sinto esse chamado, de ser essa ponte [entre os dois países]”, conta.

Fonte: G1
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EUA ACERTARAM COM O IRAQUE A RETIRADA DAS ÚLTIMAS TROPAS NO PAÍS

EUA definem retirada das últimas tropas de combate no Iraque

Militares norte-americanos foram enviados ao país do Oriente Médio para combater extremistas islâmicos

INTERNACIONAL

Da AFP

Acordo foi feito durante reunião virrtualAcordo foi feito durante reunião virrtual
AHMAD AL-RUBAYE / AFP

Os Estados Unidos acertaram, nesta quarta-feira (7), com o Iraque a retirada de todas as tropas de combate que permanecem implantadas no país para combater os extremistas islâmicos. Um pequeno contingente de treinamento, porém, continuará no país.

“As partes confirmaram que a missão dos Estados Unidos e as forças da coalizão entraram em uma transição focada no treinamento e aconselhamento, permitindo assim a redistribuição de quaisquer tropas de combate restantes no Iraque, para o qual o cronograma será estabelecido em um diálogo técnico”, anunciaram os países em um comunicado conjunto após uma reunião virtual.

O anúncio ocorre em um momento em que as forças dos EUA recebem ataques de foguetes quase diários, atribuídos a milícias paramilitares xiitas ligadas ao Irã, o que levou Biden a ordenar ataques aéreos contra acampamentos na Síria.

Mas Biden, em uma rara concordância com seu antecessor, Donald Trump, está buscando acabar com uma política conhecida como “guerras sem fim”.

Trump havia determinado uma redução do contingente no Iraque e no Afeganistão em seus últimos meses no poder e, em 15 de janeiro, as tropas americanas em cada país haviam sido reduzidas a 2.500 soldados.

O ex-presidente democrata Barack Obama ordenou a retirada de todas as tropas do país no Iraque, mas voltou a enviar tropas após a brutal ofensiva do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

De acordo com o comunicado conjunto, “a transição das forças dos Estados Unidos e outros contingentes internacionais das operações de combate para treinamento, equipamento e assistência às Forças de Segurança Iraquianas reflete o sucesso desta parceria estratégica”.

O Iraque prometeu proteger as bases com pessoal americano que, segundo Washington, está presente “apenas como um apoio aos esforços do Iraque para combater o EI”.

Fonte: R7
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EUA NÃO APOIAM UM SISTEMA QUE EXIGE PASSAPORTE DE VACINAÇÃO E DESCARTA IMPOSIÇÃO DE CREDENCIAIS

Casa Branca descarta imposição de passaporte de vacinação nos EUA

Secretária de imprensa do governo afirma que país não apoia um sistema que exige que norte-americanos carreguem credenciais

INTERNACIONAL

 Da AFP

Anúncio foi feito por Jen Psaki, secretária de imprensa da Casa Branca

ALEX WONG / GETTY IMAGES VIA AFP

A Casa Branca descartou nesta terça-feira (6) a imposição de qualquer forma de passaporte sanitário de vacinação contra o coronavirus nos Estados Unidos, mas disse que as empresas privadas são livres para explorar a ideia.

“O governo não apoia ou apoiará agora um sistema que exige que os americanos carreguem uma credencial. Não haverá banco de dados federal de vacinas ou ordem federal que exija que todos obtenham uma única credencial de vacinação”, disse a jornalistas a secretária de imprensa, Jen Psaki.

Os chamados passaportes de vacinação, que comprovam imunização contra a covid-19, têm sido apresentados em todo o mundo como uma ferramenta potencialmente poderosa para reabrir países com segurança para reuniões em massa e viagens.

No entanto, a ideia gerou resistência generalizada sobre questões de privacidade e outros abusos dos direitos civis.

Psaki disse que o maior interesse vem de empresas privadas que buscam reabrir locais onde “há grande quantidade de pessoas”, como estádios ou teatros.

A porta-voz do governo de Joe Biden disse que um “guia” será publicado com “respostas importantes para as perguntas dos americanos, em particular sobre preocupações com privacidade, segurança e discriminação”.

“Nosso interesse, por parte do governo federal, é muito simples, é de que a privacidade e os direitos dos americanos devem ser protegidos e, portanto, que esses sistemas não sejam usados de forma injusta contra a população”, afirmou Psaki.

Fonte: R7
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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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PEQUIM É EXORTADO PELOS EUA À “PARAR DE DESTRUIR INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS DE HONG KONG “

EUA solicita que Pequim pare de ‘destruir’ democracia de Hong Kong

Washington afirmou que China pode sofrer consequências caso não respeite as instituições democráticas do território autônomo

Comunicado foi feito por Antony Blinken, chefe da diplomacia americana

MANDEL NGAN / POOL / AFP

Os Estados Unidos reafirmaram formalmente nesta quarta-feira (31) que Hong Kong não desfruta mais da autonomia prometida pela China e, portanto, não merece um tratamento favorável de Washington, exortando Pequim a “parar de destruir as instituições democráticas” do território.

“Continuaremos a apelar à República Popular da China para que respeite as suas obrigações e compromissos internacionais: pare de desmantelar as instituições democráticas, a autonomia e o Estado de direito de Hong Kong, liberte imediatamente todos os indivíduos presos injustamente e abandonar todas as acusações contra eles, além de respeitar os direitos humanos de todo o povo de Hong Kong”, afirmou o chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, em um comunicado.

O secretário de Estado informou que haverá “consequências para estas ações”, ao mesmo tempo em que Pequim ratificou na terça-feira (30) uma reforma radical do sistema eleitoral de Hong Kong que vai marginalizar totalmente a oposição.

Em maio, o governo do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia declarado que a ex-colônia britânica não tinha mais o “alto grau de autonomia” garantido pela China quando ocorreu a transferência de soberania por Londres, em 1997. Como consequência, revogou o status comercial preferencial do qual desfrutava Hong Kong.

Uma lei de 2019 prevê que o governo notifique o Congresso dos Estados Unidos a cada ano sobre a situação da autonomia desse território.

“No ano passado, a República Popular da China continuou a desmantelar o alto grau de autonomia de Hong Kong”, principalmente com a polêmica lei de segurança nacional de Pequim, que “minou seriamente os direitos e liberdades dos residentes de Hong Kong”, observou Blinken.

“Certifico ao Congresso que Hong Kong não merece tratamento diferenciado”, acrescentou, confirmando que o governo do democrata Joe Biden dará continuidade à política do antecessor.

Da mesma forma, Blinken denunciou novamente “as prisões arbitrárias e acusações de opositores pacíficos, militantes e manifestantes por razões políticas”, além da “proibição de fato de manifestações públicas”.

Fonte: R7
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CONSIDERADO CULPADO POR DIVERSOS CRIMES, IRMÃO DO PRESIDENTE DE HONDURAS PEGA PRISÃO PERPÉTUA NOS EUA

Irmão do presidente de Honduras pega prisão perpétua nos EUA

Tony Hernández, irmão de Juan Orlando Hernández, foi considerado culpado em 2019 de diversos crimes, incluindo tráfico

INTERNACIONAL

Da AFP

Manifestantes comemoraram a condenação de Hernánzes em Nova York

TONY A. CLARY / AFP – 30.3.2021

O irmão do presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, foi condenado nesta terça-feira (30) à prisão perpétua por um juiz de Nova York por tráfico de drogas em larga escala.

Tony Hernández, de 42 anos, foi declarado culpado em outubro de 2019 após um julgamento no qual os promotores americanos disseram que o chefe de Estado hondurenho havia conspirado para o narcotráfico, uma acusação que o presidente do país centro-americano nega.

Ele respondia a acusações de tráfico de cocaína aos Estados Unidos, falso testemunho e posse de armas de fogo.

O juiz Kevin Castel declarou que a sentença de prisão perpétua para Tony Hernández, que foi detido em um aeroporto de Miami em novembro de 2018, foi “bem merecida”.

Os promotores do distrito sul de Nova York garantiram em seu processo que o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, era um parceiro fundamental de seu irmão Tony, embora ele não tenha sido acusado.

Os promotores exigiram prisão perpétua, ressaltando que Hernández “não demonstrou nenhum remorso”, enquanto a defesa pediu a pena mínima obrigatória de 40 anos.

“Com total impunidade”

“O acusado era um congressista hondurenho que, junto ao seu irmão Juan Orlando Hernández, desempenhou um papel de liderança em uma violenta conspiração de tráfico de drogas patrocinada pelo Estado”, escreveram os promotores ao juiz antes da sentença.

Tony Hernández atuou “com total impunidade” graças à proteção de seu irmão e contribuiu para a “putrefação” das instituições hondurenhas, afirmou também a promotoria durante o julgamento.

Uma testemunha da acusação, o ex-traficante de drogas e ex-prefeito hondurenho Alexander Ardón, testemunhou durante o processo que esteve presente em uma reunião na qual o agora preso Joaquín “Chapo” Guzmán, então chefe do cartel mexicano de Sinaloa, entregou um milhão de dólares em dinheiro para Tony Hernández pela campanha eleitoral de seu irmão, em 2013.

O presidente de Honduras também foi acusado por promotores americanos de ser parceiro de outro narcotraficante hondurenho, Geovanny Fuentes Ramírez, considerado culpado de tráfico de drogas em 22 de março, após um julgamento presidido pelo mesmo juiz Castel.

Juan Orlando Hernández, advogado que chegou ao poder em janeiro de 2014, e que está em seu segundo mandato, nega ter sido sócio do seu irmão ou de Fuentes no tráfico de cocaína para os Estados Unidos, e afirma que traficantes de drogas que testemunharam contra seu irmão em ambos os processos querem vingança contra ele por sua luta contra essa atividade ilícita.

Todos desde 2006

Durante o julgamento de Geovanny Fuentes, os promotores americanos afirmaram que, desde 2006, todos os presidentes hondurenhos receberam propina de traficantes de drogas em troca de proteção e promessa de não-extradição.

Fábio Lobo, filho do ex-presidente de Honduras Porfirio “Pepe” Lobo (2010-2014) — do Partido Nacional, o mesmo de Hernández — foi condenado a 24 anos de prisão em Nova York em 2017, por ajudar no tráfico de 1,4 toneladas de cocaína para os Estados Unidos.

O ex-advogado de Tony Hernández, Melvin Bonilla, foi baleado e morto no início deste mês quando dirigia por uma área central de Tegucigalpa.

Um suposto parceiro de Tony, Magdaleno Meza, foi baleado e morto em uma prisão de segurança máxima de Honduras em outubro de 2019, dias depois que o irmão do presidente foi considerado culpado.

Segundo seu advogado, Meza foi assassinado após receber ameaças “de pessoas que se identificaram como sendo do governo”.

Fonte: R7
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EUA VÃO AJUDAR O BRASIL EM SEUS ESFORÇOS PARA MAXIMIZAR O ACESSO ÀS VACINAS, AFIRMA EMBAIXADOR

EUA vão ajudar Brasil a ter acesso às vacinas, diz embaixador

Todd Chapman reuniu-se nesta terça com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga e garantiu colaborar no enfrentamento da covid

BRASIL

 Do R7

Todd Chapman, embaixador dos EUA no BrasilTodd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil DIVULGAÇÃO/US EMBASSY

A Embaixada dos Estados Unidos afirmou em nota nesta terça-feira (30) que o país vai ajudar o Brasil em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas. O embaixador Todd Chapman reuniu-se por videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga para revisar a cooperação dos Estados Unidos com o Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Os Estados Unidos têm estado ao lado do Brasil e do povo brasileiro no enfrentamento da covid-19 desde o início da pandemia. A reunião entre o embaixador Chapman e o ministro Queiroga foi uma oportunidade importante para reiterar nosso compromiso”, diz a nota.

“O embaixador aproveitou a oportunidade para revisar a cooperação dos EUA e conversou sobre ao acesso às vacinas. Embora nossa primeira prioridade seja garantir o acesso dos norte-americanos às vacinas, estamos engajando ativamente o Brasil em maneiras de ajudar em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas seguras, eficazes e de qualidade para os brasileiros.”

O embaixador norte-americano também destacou o que os EUA já realizaram ao longo dos 12 meses da pandemia, como por exemplo,  o fornecimento de insumos, equipamentos de saúde, cestas basicas, ventiladores pulmonares, hospitais de campanha, equipamentos de proteção individual e assistência técnica médica.

O governo dos EUA e o setor privado norte-americano já doaram mais de US$ 75 milhões para comunidades brasileiras que lutam contra o ritmo acelerado do novo vírus.

Embaixador Chapman reafirmou o compromisso dos EUA com a continuidade dos esforços para reduzir o impacto da pandemia em comunidades brasileiras.

Fonte: R7

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CIÊNCIAS: A AMBICIOSA E POLÊMICA PROPOSTA DE UM GRUPO DE CIENTISTAS DOS EUA É DE ESCURECER O SOL PARA CONTER AQUECIMENTO NA TERRA

Uma ala de cientistas propõe uma ousada iniciativa para escurecer o sol com o intuito de conter o aquecimento da terra. Trata-se de sugestões de geoengenharia que inclui injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar e também a formação de nuvens cirrus cada vez mais finas. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa curiosa descoberta da ciência!

Cientistas propõem escurecer o Sol para conter aquecimento da Terra

Sugestões de geoengenharia incluem injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar e formação de nuvens cirrus cada vez mais finas

Nuvens cirrus: uma das ideias de geoengenharia propostas envolve trabalhar com essas formações. Crédito: Piqsels

Um grupo de cientistas do governo dos EUA apresentou nesta semana uma proposta ambiciosa e polêmica para impulsionar novas pesquisas sobre geoengenharia solar como uma saída para se enfrentar o problema do aquecimento do planeta. Em relatório divulgado pelas Academias Nacionais de Ciências (NAS) do país, os pesquisadores recomendam um financiamento de até US$ 200 milhões nos próximos cinco anos para entender melhor a viabilidade de intervenções para diminuir a intensidade da luz solar, o risco de consequências indesejadas prejudiciais e como essa tecnologia poderia ser administrada de maneira ética.

No documento, os autores reforçam que a redução das emissões de carbono segue sendo a ação mais urgente contra a mudança do clima, mas o progresso lento e preocupante nessa frente pressiona pela consideração de outras soluções viáveis ainda pouco estudadas.

O relatório considera três tipos de geoengenharia solar para aumentar a reflexão da radiação solar de volta para o espaço, diminuindo o aquecimento do planeta: a injeção de partículas reflexivas na estratosfera para refletir a luz solar; o uso de partículas para tornar as nuvens baixas sobre os oceanos mais reflexivas; e a formação de nuvens cirrus de alta altitude cada vez mais finas.

Fenômenos imprevisíveis

Para os defensores dessa proposta, a geoengenharia pode trazer benefícios mais rápidos em termos de contenção do aumento de temperatura. Já para os críticos, o uso desse tipo de tecnologia abre espaço para uma série de fenômenos imprevisíveis com efeitos negativos sobre o clima, que podem inclusive intensificar o processo de aquecimento da Terra. Além disso, seria necessário manter esses efeitos permanentemente, já que a concentração de CO2 não diminui e um eventual esgotamento desse processo permitiria um salto significativo na temperatura terrestre.

Fonte: Revista Planeta

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PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN CONVIDOU 40 LÍDERES MUNDIAIS ENTRE ELES O PRESIDENTE DO BRASIL JAIR BOLSONARO PARA UMA CÚPULA SOBRE O CLIMA

Biden convida Bolsonaro e outros líderes para cúpula sobre o clima

No Dia da Terra, em 22 de abril, 40 chefes de Estado terão reunião virtual para discutir medidas de combate às mudanças climáticas

INTERNACIONAL

 Da AFP

Joe Biden quer retomar a participação dos EUA nas decisões sobre o clima e o meio ambiente

JIM WATSON / AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, convidou 40 líderes mundiais, entre eles o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, para uma cúpula virtual sobre o clima, informou nesta sexta-feira (26) à AFP um alto funcionário do Departamento de Estado.

A reunião, prevista para os dias 22 e 23 de abril e que tem como objetivo marcar o retorno de Washington à primeira linha do combate às mudanças climáticas, depois de o governo de Donald Trump abandonar o Acordo de Paris sobre o clima.

O novo presidente democrata anunciou a intenção de organizar uma reunião coincidindo com o Dia da Terra, em 22 de abril, antes da cúpula da ONU prevista para novembro em Glasgow, Escócia.

A reunião durará dois dias e por causa da pandemia será celebrada de forma virtual.

Cumprindo sua promessa de campanha, Biden decretou no primeiro dia do seu mandato o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris sobre o Clima.

A reincorporação dos Estados Unidos — os maiores emissores de CO2 do mundo — foi efetivada em 19 de fevereiro. Quase todos os países do mundo integram o pacto assinado em 2015.

Fonte: R7
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COREIA DO NORTE DESAFIA A ADMINISTRAÇÃO DE JOE BIDEN AO FAZER TESTES DE MÍSSEIS DIAS DEPOIS DE UMA VISITA À REGIÃO DOS MÁXIMOS ENCARREGADOS DA DIPLOMACIA E DA DEFESA DOS EUA

Coreia do Norte faz primeiro teste de mísseis desde a posse de Biden

Ação é considerada um desafio aberto à administração de Joe Biden, que está definindo sua estratégia em relação ao país asiático

Coreia do Norte advertiu que não mudaria sua postura com relação aos EUA

SAZALI AHMAD / AFP

A Coreia do Norte lançou vários mísseis poucos dias depois de uma visita à região dos máximos encarregados da diplomacia e da defesa dos Estados Unidos, no primeiro desafio aberto de Pyongyang à administração de Joe Biden, disse, nesta terça-feira (23), um funcionário americano.

“Estamos sabendo de dois mísseis”, disse à AFP este funcionário, que pediu para ter sua identidade preservada. Veículos de comunicação americanos afirmaram que se tratavam de mísseis de curto alcance.

Diferentemente de outros testes balísticos de Pyongyang, nem a Coreia do Sul, nem a Coreia do Norte falaram destes lançamentos e os funcionários americanos também mantiveram silêncio até o momento.

Vários especialistas asseguraram no Twitter que os projéteis lançados eram provavelmente mísseis de cruzeiro, uma resposta bastante moderada às manobras militares conjuntas que Washington e Seul acabam de realizar.

O governo de Biden está desenhando sua estratégia com relação à Coreia do Norte depois que a tentativa de diplomacia direta de seu antecessor, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, não conseguiu nenhum progresso na desnuclearização do país asiático.

Desde fevereiro, a nova administração americana tentou sem sucesso estabelecer contatos com os dirigentes norte-coreanos.

Na semana passada, a Coreia do Norte advertiu que não mudaria sua postura com relação aos Estados Unidos até que renunciassem à sua “política hostil” com relação ao país, enquanto os secretários de Assuntos Exteriores e da Defesa americanos, Antony Blinken e Lloyd Austin, estavam em Seul para, entre outras coisas, reforçar os laços de Washington com a Coreia do Sul frente a Pyongyang.

Fonte: R7
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SECRETARIA DE SAÚDE E SERVIÇOS HUMANOS DOS EUA SERÁ COMANDADA POR XAVIER BECERRA, 1º LATINO NA HISTÓRIA A OCUPAR O POSTO

Senado aprova nome, e EUA terão 1º latino secretário de Saúde

Procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, foi aceito para ocupar cargo com a vantagem de apenas um voto

INTERNACIONAL

Da EFE

Xavier Becerra será o novo secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA

EFE/ MICHAEL REYNOLDS – ARQUIVO

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira (18) como secretário de Saúde e Serviços Humanos o atual procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, que se torna assim o primeiro latino a ocupar o posto na história.

Ao todo, Becerra, de origem mexicana, recebeu o voto favorável de 50 senadores, enquanto 49 se manifestaram contrariamente.

O único entre os integrantes da casa que são do Partido Republicado que se posicionou favoravelmente à indicação foi a moderada Susan Mollins, representante do estado do Maine.

O processo da confirmação do secretário de Saúde e Serviços Humanos acabou se tornando uma batalha partidária, já que os democratas defenderam sem reservas a indicação, remontando à defensa da reforma sanitária do governo de Barack Obama.

O principal argumento dos republicados é que Becerra não tem experiência suficiente para ocupar o cargo.

O novo secretário terá a responsabilidade de liderar a resposta do governo de Joe Biden contra o novo coronavírus. Além disso, de dar atendimento ao crescente número de menores migrantes que chegaram nos EUA através da fronteira com o México.

Becerra tem mais de 25 anos de experiência legislativa e foi um dos parlamentares que ajudou na aprovação da reforma sanitária do último governo democrata antes de Biden, o chamado “ObamaCare”.

Fonte: R7
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