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EX-GENERAL VENEZUELANO SERÁ EXTRADITADO DA ESPANHA PARA OS EUA

Espanha decide extraditar ex-general venezuelano para os EUA

Hugo Carvajal denunciou esquema de financiamento de partidos de esquerda pelos governos de Chávez e de Maduro

INTERNACIONAL  
por Agência EFE

Hugo Carvajal se posiciona durante sua audiência de extradição para os EUA em Madri

REUTERS – 20.10.2021

A Justiça espanhola determinou a extradição para os Estados Unidos do ex-general venezuelano chavista Hugo Armando Carvajal, conhecido como “El Pollo”, detido em Madri e considerado o fugitivo mais procurado por tráfico de drogas, após negar sua solicitação de asilo no país europeu.

A Audiência Nacional decidiu nesta quarta-feira (20) que Carvajal ficará à disposição da Unidade de Cooperação Policial Internacional, que deverá concretizar a entrega do ex-general aos EUA.

Carvajal é procurado pelos americanos para ser julgado por crimes que na Espanha equivalem a pertencimento a uma organização criminosa ou colaboração com organização terrorista e tráfico de drogas de forma agravada.

Em 14 de setembro, o tribunal espanhol suspendeu a extradição do ex-general até que o Ministério do Interior resolvesse o pedido de asilo feito por ele.

Pouco depois, a pasta informou que tinha recusado o pedido e Carvajal recorreu da recusa imediatamente. No entanto, na terça-feira (19) havia sido ratificado que o asilo não seria concedido, motivo pelo qual a extradição foi confirmada.

A Audiência Nacional aprovou a extradição do ex-chefe do serviço secreto venezuelano em novembro de 2019, meses depois de ele ter sido preso com documentação falsa. Entretanto, a extradição não se concretizou, uma vez que o acusado não apareceu, pois estava em liberdade e, em seguida, em paradeiro desconhecido.

Quase dois anos após a fuga, Carvajal foi preso, em setembro, em um apartamento em Madri que a polícia espanhola localizou com a ajuda da agência antidrogas americana.

Depois da detenção, ele foi colocado em uma prisão e pediu para ser autorizado a depor perante o tribunal espanhol em que sua extradição estava sendo processada, o que foi aceito pelo juiz encarregado do caso.

Inicialmente, Carvajal disse que falaria sobre questões de terrorismo internacional como ETA e Farc, mas durante o depoimento apontou para supostos pagamentos a ex-líderes do partido espanhol Podemos, aliado do Partido Socialista no governo espanhol, por meio da petroleira estatal venezuelana PDVSA.

Após esse primeiro comparecimento diante do juiz, Carvajal forneceu documentos ao tribunal com os quais pretende provar que tais políticos receberam pagamentos do governo venezuelano. Depois de entregar a documentação, foi convocado a comparecer à Audiência Nacional em 27 de outubro.

O ex-chefe do serviço secreto da Venezuela enviou uma carta de sete páginas ao juiz espanhol em que relata detalhes de um esquema de financiamento de partidos de esquerda na América Latina e na Europa pelos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Entre os beneficiados estaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações foram divulgadas pelo site espanhol Okdiario nesta semana.

Além de citar Lula, o ex-general apontou como exemplos “concretos” de beneficiados pelo esquema de financiamento: Néstor Kirchner, na Argentina; Evo Morales, na Bolívia; Fernando Lugo, no Paraguai; Ollanta Humala, no Peru; Zelaya, em Honduras; Gustavo Petro, na Colômbia; e o Movimento Cinco Estrelas, na Itália.

Fonte: R7

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MÍSSEIS HIPERSÔNICOS DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO AO PRESIDENTE DOS EUA

Joe Biden se diz preocupado com mísseis hipersônicos da China

Novo armamento chinês teria capacidade de viajar a mais de 6.000 km/h, cerca de cinco vezes mais rápido que a velocidade do som

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Presidente Joe Biden falou com a imprensa antes de viagem ao estado da Pensilvânia

JONATHAN ERNST/REUTERS – 20.10.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (20) que está preocupado com os mísseis hipersônicos chineses, dias depois da divulgação, em uma reportagem, de que Pequim havia testado uma arma hipersônica com capacidade nuclear.

Enquanto embarcava no Air Force One para uma viagem ao estado da Pensilvânia, Biden foi questionado por repórteres se estava preocupado com os mísseis hipersônicos chineses e respondeu: “Sim”.

As armas hipersônicas viajam na atmosfera com velocidade mais de cinco vezes superior à do som, ou cerca de 6.200 quilômetros por hora.

O jornal Financial Times informou no fim de semana que, em agosto, a China testou uma arma que voou pelo espaço e circulou o globo antes de se dirigir a um alvo, que errou. O Ministério das Relações Exteriores da China negou a informação.

O teste ocorreu enquanto os Estados Unidos e seus rivais globais aceleram o ritmo para construir armas hipersônicas — a próxima geração de armas que roubam dos adversários o tempo de reação e os mecanismos tradicionais de derrota.

“As armas hipersônicas são uma virada de jogo estratégica com o potencial perigoso de minar fundamentalmente a estabilidade estratégica como a conhecemos”, disse o senador Angus King, do Maine, na segunda-feira (18), acrescentando que “os EUA não podem retardar este desenvolvimento ou permitir pontos cegos enquanto monitoramos o progresso de nossos concorrentes”.

A Casa Branca levantou preocupações sobre a tecnologia de mísseis hipersônicos chineses por meio de “canais diplomáticos”, disse a porta-voz Jen Psaki a repórteres nesta quarta-feira.

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NAVIOS DE GUERRA DA CHINA E RÚSSIA PROTAGONIZARAM CENA DE PROVOCAÇÃO AO JAPÃO E AOS EUA

China e Rússia provocam Japão e EUA com manobra militar inédita

Dez embarcações dos dois países atravessaram sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas

INTERNACIONAL

 Do R7

Navios de China e Rússia atravessaram um importante estreito no arquipélago japonês

REPRODUÇÃO VIA REUTERS TV

Dez navios de guerra das marinhas da China e da Rússia protagonizaram uma cena inédita de provocação ao Japão e aos EUA, seus adversários tanto localmente quanto no cenário global, nesta segunda-feira (18), ao atravessarem sem aviso o estreito que separa duas das principais ilhas japonesas.

O episódio, denunciado nesta terça, aconteceu depois de uma série de exercícios navais que os dois países realizam em conjunto no mar do Japão, em águas internacionais, todos os anos. Após o fim da atividade, que envolveu dezenas de embarcações, cinco destróieres chineses e cinco russos se desgarraram da esquadra.

Os dez navios atravessaram o estreito de Tsugaru para chegar ao oceano Pacífico. Com pouco menos de 20 quilômetros, o estreito separa as ilhas de Honshu — a maior e mais populosa do Japão, onde fica a capital, Tóquio — e Hokkaido, ao norte.Yoshihiko Isozaki, membro do novo governo do Japão, criticou a ação em uma entrevista à rede pública NHK e disse que Tóquio “observa de perto as atividades” de chineses e russos na região.

O novo primeiro-ministro do país, Fumio Kishida, vem reiterando uma dura posição japonesa contra a China e reforçando a aliança com os EUA. No último mês, o presidente americano Joe Biden fortaleceu o grupo Quad — aliança formada por EUA, Japão, Índia e Austrália —, em uma tentativa de frear o crescimento chinês na região.

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CHINA REALIZOU UM NOVO TESTE ESPACIAL COM MÍSSIL HIPERSÔNICO EM ÓRBITA

China testou um míssil hipersônico em órbita e surpreende EUA

Segundo reportagem do jornal ‘Finantial Times’, Pequim realizou o teste em agosto e manteve a ação em segredo

INTERNACIONAL

Do R7

Lançamento de foguete chinês em abril

MATJAZ TANCIC / EFE – EPA – 29.4.2021

A China realizou um novo teste espacial com um míssil hipersônico em órbita, informou no sábado (16) o Financial Times.

A reportagem, que cita fontes que estavam cientes do teste, indica que Pequim lançou em agosto um míssil com capacidade nuclear que deu a volta na Terra em órbita baixa antes de descer para seu objetivo, do qual caiu a mais de 32 quilômetros de distância, segundo três fontes.

As fontes do FT disseram que o planador hipersônico foi transportado por um foguete Long March, cujos lançamentos geralmente são anunciados, enquanto o teste de agosto se manteve em segredo.

O progresso da China em armas hipersônicas “pegou de surpresa a inteligência americana”, diz a matéria.

Além da China, Estados Unidos, Rússia e ao menos outros cinco países estão trabalhando em tecnologia hipersônica.

Os mísseis hipersônicos, como os mísseis balísticos tradicionais que podem transportar armas nucleares, podem voar a mais de cinco vezes a velocidade do som.

Os mísseis balísticos voam alto no espaço fazendo um arco para alcançar seu objetivo, enquanto um míssil hipersônico toma uma trajetória baixa na atmosfera, atingindo seu objetivo potencialmente mais rápido.

O Pentágono não respondeu até o momento a um pedido da AFP para comentar a matéria do Financial Times.

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EUA ACEITARÃO ENTRADA DE VIAJANTES IMUNIZADOS COM MESCLA DE DOSES DIFERENTES DE VACINA CONTRA COVID-19

EUA aceitarão entrada de viajantes com mescla de tipos de vacina

Imunizantes precisam estar na lista de medicamentos aprovados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)

INTERNACIONAL

Da EFE

EUA vão aceitar a partir do dia 8 de novembro entrada de viajantes imunizados contra a Covid-19

KEVIN MOHATT / REUTERS – ARQUIVO

Os Estados Unidos aceitarão a partir de 8 de novembro a entrada de viajantes imunizados contra a Covid-19 com uma mescla de doses de diferentes tipos de vacina, desde que os imunizantes tenham sido aprovados pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A informação foi confirmada na mais recente atualização das diretrizes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), com ênfase em que só serão aceitos comprovantes de vacinação com os imunizantes que receberam aval da OMS.

“As pessoas que tiverem uma combinação de duas (diferentes) doses de uma vacina de dose dupla licenciada pela FDA (Food and Drug Administration) ou que constem na lista de uso de emergência da OMS serão consideradas vacinadas com o ciclo completo”, disse um porta-voz dos CDC à Agência Efe neste sábado.

“Embora os CDC não tenham recomendado a mistura de tipos de vacina em uma série primária, reconhecemos que isso é cada vez mais comum em outros países, motivo pelo qual deve ser aceito para a interpretação dos ensaios de vacinação”, acrescentou.

A Casa Branca anunciou na sexta-feira que abrirá suas fronteiras aéreas e terrestres em 8 de novembro aos viajantes internacionais com o ciclo vacinal completo, incluindo os de países que estão sujeitos a restrições de entrada há mais de um ano, como Brasil e Espanha.

A última atualização dos CDC sobre o assunto, divulgada na sexta-feira, frisa que “para efeitos de entrada nos Estados Unidos, as vacinas aceitas incluirão as licenciadas ou aprovadas pela FDA ou que constam na lista de uso de emergência da OMS”.

Até agora, a OMS autorizou as três vacinas aprovadas pela FDA — Pfizer/BioNTech, Moderna e Janssen — e também incluiu em sua lista duas versões da vacina da AstraZeneca, assim como as da Sinopharm e da Sinovac.

A Casa Branca também anunciou nesta semana que abrirá as fronteiras terrestres com o México e o Canadá, que estão fechadas para viagens não essenciais desde março de 2020, período que coincide com o surto da pandemia e ainda com a gestão de Donald Trump como presidente.

O plano de abertura dessas fronteiras terrestres consistirá em duas fases. A primeira entrará em vigor em 8 de novembro e exigirá comprovante de vacinação de visitantes em viagens consideradas “não essenciais”, como turismo ou visitas.

A segunda será em janeiro de 2022, quando o comprovante de vacinação será obrigatório para todos os viajantes, incluindo os caminhoneiros, que terão tempo de se vacinar antes de a exigência entrar em vigor.

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KIM JONG-HUN CULPA OS EUA POR TENSÕES E INSTABILIDADE NA PENÍNSULA ASIÁTICA

Líder norte-coreano diz que Estados Unidos são ‘raiz’ das tensões

Kim Jong-un afirma que norte-americanos pretendem construir diálogos falsos e questionou se algum país acreditaria nisto

INTERNACIONAL

 por AFP

O exército de Kim Jong-un tem realizado uma forte escalada militar nas últimas semanas

EFE/EPA/KCNA – 29.6.2021

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, culpou nesta terça-feira (12, segunda 11 no Brasil) os Estados Unidos por estarem na origem das tensões e instabilidade nesta península asiática, informou a mídia estatal.

Os Estados Unidos são “a raiz” da instabilidade e demonstram hostilidade em relação à Coreia do Norte, declarou Kim de acordo com a agência oficial KCNA. Este discurso acontece após semanas de vários testes balísticos na Coreia do Norte, incluindo mísseis de cruzeiro de longo alcance e uma suposta arma hipersônica.

O regime comunista isolado está sujeito a várias sanções internacionais por desenvolver um programa de armas nucleares e mísseis balísticos proibidos pela ONU, o que foi acelerado sob a liderança de Kim Jong-un.

Segundo Pyongyang, o arsenal é necessário para se proteger de uma possível invasão dos Estados Unidos.

O governo do presidente Joe Biden afirmou repetidamente que não é hostil à Coreia do Norte, mas Kim se mostra cético.

“Estou muito curioso se há pessoas ou países que acreditam nisso”, lançou. “Não há base nas ações americanas para acreditar que não sejam hostis”, acrescentou.

Kim se tornou o primeiro líder norte-coreano a se encontrar pessoalmente com um presidente americano em exercício na cúpula de Cingapura de 2018 com Donald Trump.

As negociações sobre uma possível suspensão das sanções em troca do encerramento do programa de armas de Pyongyang foram interrompidas um ano depois, após uma cúpula fracassada entre os dois mandatários em Hanói.

Biden, que assumiu o poder no início do ano, garante que quer retomar esses contatos com a Coreia do Norte e propõe um encontro sem pré-requisitos.

A Casa Branca é uma aliada próxima da Coreia do Sul e mantém 28.500 soldados no país para defendê-lo de uma possível invasão do Norte, como aconteceu em 1950.

O conflito entre os dois vizinhos segue tecnicamente aberto, já que as duas Coreias nunca assinaram um tratado de paz, apenas um armistício em 1953.

A Coreia do Sul também está aumentando suas capacidades militares e, em setembro, testou com sucesso um míssil balístico lançado por submarino e apresentou um míssil de cruzeiro supersônico.

Kim acusou seu vizinho de hipocrisia, observando que suas “tentativas irrestritas de fortalecer seu poder militar estão destruindo o equilíbrio militar na península coreana e aumentando a instabilidade militar e o perigo”.

Fonte: R7

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EMBAIXADOR FRANCÊS VOLTOU AOS EUA DEPOIS DE DUAS SEMANAS ENQUANTO OS DOIS PAÍSES RESTABELECEM RELAÇÕES

Embaixador da França retorna aos EUA com diminuição das tensões

Atrito entre os países começou após norte-americanos e britânicos atravessarem a venda de submarinos franceses aos australianos

INTERNACIONAL

por AFP

Conversa de Macron (foto) e Biden por telefone amenizou os ânimos

LUDOVIC MARIN / POOL / AFP
O embaixador francês voltou aos Estados Unidos nesta quarta-feira (29) depois de quase duas semanas, enquanto os dois países estabelecem relações após a revolta da França com o cancelamento de um contrato para a compra de submarinos feita pela Austrália.

Em 17 de setembro, o embaixador Philippe Etienne foi ordenado a retornar a Paris para consultas depois que a Austrália cancelou um contrato multimilionário para aquisição de submarinos franceses, por conta de uma nova aliança com norte-americanos e britânicos.

Etienne chegou quarta-feira à tarde ao Aeroporto Internacional de Dulles, arredores da da capital americana, disse um porta-voz da embaixada francesa.

Seu retorno foi acertado durante um telefonema na semana passada entre o presidente francês, Emmanuel Macron, e seu homólogo americano, Joe Biden, que reconheceu que a Casa Branca poderia ter se comunicado melhor com seu aliado de longa data.

Em uma linguagem surpreendentemente forte, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, acusou os Estados Unidos de traição e a Austrália de dar uma facada nas costas.

Os australianos disseram que cancelaram o contrato porque decidiram que precisam de submarinos nucleares, que podem ficar submersos por períodos muito mais longos, em um momento de tensões crescentes com a China.

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VÍNCULO DO TALIBÃS COM AL-QAEDA CAUSA PREOCUPAÇÃO E GENERAIS DOS EUA ACONSELHAM A PERMANÊNCIA DE TROPAS PARA FORTALECER GOVERNO AFEGÃO

EUA: Generais dizem que sugeriram permanência no Afeganistão

Militares do alto escalão das Forças Armadas americanas teriam aconselhado a manutenção de 2.500 soldados no país

INTERNACIONAL

 por AFP

Mark Milley falou com senadores americanos nesta terça-feira (28)Mark Milley falou com senadores americanos nesta terça-feira (28)POOL/GETTY IMAGES NORTH AAMMERICA/GETTY IMAGES VIA AFP – 28.9.2021

Generais do mais alto escalão das Forças Armadas dos Estados Unidos disseram nesta terça-feira (28) que aconselharam a manutenção de tropas no Afeganistão para fortalecer o governo afegão e manifestaram preocupação quanto à possibilidade da continuidade do vínculo entre os talibãs e a organização jihadista Al-Qaeda.

O general Mark Milley, chefe do Estado-Maior Conjunto, e o general Kenneth McKenzie, que lidera o Comando Central dos Estados Unidos que abrange o Afeganistão, disseram que tinham recomendado pessoalmente a manutenção de aproximadamente 2.500 soldados americanos no país asiático.

O presidente Joe Biden ordenou, em abril, a retirada completa das forças americanas do Afeganistão antes de 11 de setembro, mantendo o estabelecido no acordo alcançado com os talibãs por seu antecessor na Casa Branca, Donald Trump.

Milley, McKenzie e o secretário de Defesa, Lloyd Austin, falaram nesta terça na Comissão das Forças Armadas do Senado sobre o fim da mobilização de tropas americanas no Afeganistão.

Ao ser questionado se a retirada dos militares e a evacuação caótica de civis em Cabul tinham prejudicado a imagem internacional dos Estados Unidos, Milley disse que aliados e adversários estavam revisando “intensamente” a credibilidade da Casa Branca.

“Creio que ‘prejuízo’ é uma palavra que poderia ser utilizada”, afirmou o militar.

Milley ressaltou que os talibãs “eram e continuam sendo uma organização terrorista, e que ainda não romperam completamente os laços com a Al-Qaeda”, a rede que usou o Afeganistão como base para planejar os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington.

“Resta saber se os talibãs conseguirão ou não consolidar o poder, ou se o país se fragmentará novamente em uma guerra civil”, disse Milley. “Contudo, devemos continuar protegendo o povo americano dos ataques terroristas que possam surgir do Afeganistão”, afirmou.

“Uma rede Al-Qaeda ou um grupo Estado Islâmico reconstituídos com aspirações de atacar os Estados Unidos é uma possibilidade muito real”, advertiu o general aos senadores, apesar de admitir que ainda “é muito cedo para determinar a sua capacidade”.

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CRISE MIGRATÓRIA DIFICULTA ENTRADA DE HAITIANOS NOS EUA

Haitianos fazem fila na Cidade do México em busca de regularização

Dificuldades para entrar nos Estados Unidos fez com que migrantes buscassem autorização para seguir no território mexicano

INTERNACIONAL

por Agência EFE

Crise migratória fez com que haitianos tivessem dificuldades para entrar nos Estados Unidos

EFE/MARIO GUZMÁN

Mais de 100 haitianos fazem fila nesta quarta-feira (22) na frente do escritório da Comissão Mexicana de Ajuda aos Refugiados (Comar), localizado na Cidade do México, em tentativa de obter autorização para seguir no país, diante das dificuldades que compatriotas têm para entrar nos Estados Unidos.

“Acabo de chegar, tenho uma semana na Cidade do México, porque vou cruzar (a fronteira com os EUA). No caminho, escutei que estão recolhendo gente para deportar e fiquei aqui para conseguir os papéis”, disse Marie Sola St. Fort, de 40 anos, à Agência Efe.

A haitiana contou que vive desde os 12 anos fora do Haiti e, desde então, viveu em vários países. Como fala espanhol, ajudou outros migrantes da preencher as fichas que o Comar solicita para que sejam iniciados os trâmites de regularização da situação no México.

Já o advogado Alexander Ovil, haitiano que vive no México faz dez anos, disse que se sentiu na obrigação de ir até o local, para conhecer a situação dos recém-chegados à capital do país, para tentar ajudar de alguma maneira.”Para a grande maioria, o sonho era chegar até o norte e poder cruzar (a fronteira com os EUA), mas situação que se vive lá, não é adequada para eles. Acredita que é melhor tentar, de alguma maneira, se regularizar aqui”, explicou.

Histórias variadas

Os haitianos que fazem fila para entregar os documentos apresentam diversas histórias, conforme explicou Ovil, que conversou com diversos deles.

“É uma mistura. Chegam de todas as partes, tanto do sul, como do norte. Realizar o sonho americano fica mais complicado a cada dia, então, a maioria dos que estão aqui, buscam um abrigo legal”, relata o advogado.

Nos últimos dias, cerca de 13 mil migrantes irregulares, a maioria provenientes do Haiti, ficaram retidos pelas autoridades dos Estados Unidos em um acampamento improvisado, sob a ponta que liga as cidades de Del Río, no estado do Texas, e Ciudad Acuña, já no território mexicano.

O grupo de cidadãos haitianos veio de Brasil e Chile, depois que, em agosto, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA (DHS) anunciou a ampliação do programa de Status de Proteção Temporária.

Diante da dificuldade de conseguir permanecer no território americano, os migrantes decidiram partir para a Cidade do México, onde buscariam legalizar a situação.

“Eu disse a meu marido que iria para outro país que estivesse aberto para os migrantes, que é o México. Queria cruzar para os Estados Unidos, porque tenho família lá”, relatou Marie Sola St. Fort, que viveu na República Dominicana e Chile.

Depois de navegar, caminhar, viajar de ônibus e táxis, a haitiana conseguiu chegar à Guatemala, para depois alcançar a cidade de Tapachula, que fica no estado de Chiapas, no México. Em seguida, ela partiu para a capital, onde tentar conseguir autorização para residir, depois trabalhar e conseguir seguir a vida.

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BOLSONARO ESTÁ EM NOVA YORK E DISCURSARÁ NA ASSEMBLEIA-GERAL DA ONU

Bolsonaro chega aos EUA para Assembleia-Geral da ONU

O presidente discursará na abertura do debate geral dos chefes de estado

Mariana Janjácomoda CNN

em Nova York

 

O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) desembarcou em Nova York, nos Estados Unidos, neste domingo (19). Ele discursará na Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na terça-feira (21).

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, publicou nas redes sociais uma foto da chegada de Bolsonaro.

Manifestantes contrários a Bolsonaro também estavam próximos do local. O pequeno grupo gritava palavras de ordem e seguravam cartazes.

Além do discurso na abertura do debate geral dos chefes de estado, o presidente do Brasil terá reuniões com outras autoridades. Uma delas é o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, na segunda-feira (20).

Fonte: CNN

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MIGRANTES EXIGEM EM PROTESTO TRÂNSITO LIVRE AOS ESTADOS UNIDOS

Migrantes protestam no México para exigir trânsito livre aos EUA

Maioria dos manifestantes é formada por haitianos; Eles solicitam um mandado de segurança para famílias conseguirem seguir viagem

INTERNACIONAL

Do R7

Mais de 200 pessoas protestaram nas ruas de TapachulaMais de 200 pessoas protestaram nas ruas de TapachulaCLAUDIO CRUZ / AFP

Cerca de 200 migrantes, a maioria haitianos, marcharam nesta quarta-feira (15) na cidade de Tapachula, no sul do México, para exigir que as autoridades locais permitam que eles transitem livremente até os Estados Unidos, conforme constatou a AFP.

Os manifestantes caminharam do centro da cidade, que fica no estado de Chiapas, até o Instituto Nacional de Migração (INM), sem que fossem registrados incidentes.

O objetivo do grupo era exigir celeridade na concessão das autorizações de estada que lhes permitam seguir caminho rumo ao norte, depois que várias caravanas foram desmobilizadas através da força nos últimos dias.

Ativistas de defesa dos direitos dos migrantes solicitaram um mandado de segurança coletivo à Justiça federal para que possam deixar Tapachula, que fica ao lado da fronteira com a Guatemala, onde milhares de pessoas permanecem ilhadas há meses, sem a possibilidade de se deslocarem por território mexicano.

“Hoje (15) entregamos à Justiça federal cinco mandados de segurança de casos urgentes (…) e, hoje mesmo, essas famílias poderão seguir viagem, seja caminhando, em ônibus, o que seja, rumo à fronteira norte”, disse aos jornalistas Luis García, ativista do Centro de Dignificação Humana.

García anunciou que, na próxima segunda-feira, serão apresentados mandados de segurança em favor de 7 mil migrantes para que possam sair em caravana até a Cidade do México para exigir uma solução ao presidente Andrés Manuel López Obrador.

“Vamos à Cidade do México de qualquer maneira. Tapachula não é nenhum depósito de lixo”, acrescentou.

Com esta ação, García, junto com Irineo Mujica, da organização Povos Sem Fronteiras, terminaram uma greve de fome de 72 horas para exigir que o governo mexicano libere o trânsito de migrantes e deixe de usar a força contra eles.

O INM, por sua vez, suspendeu das funções dois de seus agentes por maus-tratos a um migrante haitiano em uma das últimas caravanas.

Neste ano de 2021, 147.033 pessoas sem documentos foram detidas pelas autoridades mexicanas, um número três vezes maior em comparação com o mesmo período de 2020, quando foram reportadas 48.398 detenções, segundo o INM.

Os migrantes, que fogem da violência e da pobreza em seus países, tentam chegar ao território dos Estados Unidos para pedir asilo.

Após a chegada do democrata Joe Biden à Casa Branca o número de migrantes que tentam cruzar ilegalmente a fronteira a partir do México se multiplicou, muitos dos quais são menores de idade.

Para conter a migração ilegal, o governo mexicano tem mais de 27 mil efetivos das Forças Armadas mobilizados nas fronteiras sul e norte.

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EX-PRESIDENTE DOS EUA ELOGIA BOLSONARO QUANDO COMENTAVA LUTA ENTRE NORTE-AMERICANO E BRASILEIRO

Donald Trump diz que adora Bolsonaro: “ele trabalha tão duro”

Ex-presidente dos EUA falou sobre mandatário e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, enquanto comentava luta de boxe

BRASIL

por Reuters

Trump e Bolsonaro são aliados e frequentemente se elogiamTrump e Bolsonaro são aliados e frequentemente se elogiamTOM BRENNER08.MAR.2020/REUTERS

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump elogiou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na noite deste sábado (11), quando comentava a luta entre o brasileiro Vitor Belfort e o norte-americano Evander Holyfield, ocorrida na Flórida, EUA.

“Eu adoro o presidente do Brasil, eu tenho que te dizer… Ele e seu filho são ótimas pessoas… Ele trabalha tão duro ajudando as pessoas, eu espero que ele esteja indo bem”, afirmou Trump, conforme vídeo publicado pelo seu ex-assessor Jason Miller, na rede social Gettr.

Miller participou recentemente de um evento conservador em Brasília e também se reuniu com Bolsonaro e com o filho dele o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

No último dia 7, a Polícia Federal deteve e interrogou Miller nas dependências da corporação no Aeroporto de Brasília, no âmbito de inquéritos que tramitam no STF para apurar financiamento a atos antidemocráticos.

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TALIBÃ FOI ELOGIADO PELOS EUA POR FACILITAR RETIRADA DE CIDADÃOS AMERICANOS DO AFEGANISTÃO

EUA elogiam ‘cooperação’ do Talibã em nova retirada do Afeganistão

113 passageiros, incluindo americanos, canadenses, alemães e ucranianos foram levados em voo fretado até Doha, no Qatar

INTERNACIONAL

 por AFP

Passageiros e tripulação chegaram à noite em Doha, no Qatar

KARIM JAAFAR/AFP – 9.9.2021

Os Estados Unidos elogiaram na quinta-feira (9) a “cooperação” e “flexibilidade” do Talibã no primeiro voo de evacuação desde sua retirada do Afeganistão.

“O Talibã cooperou para facilitar a partida de cidadãos americanos e residentes legais permanentes em voos charter” do aeroporto de Cabul, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Emily Horne, sobre o voo para o Qatar.

“Eles mostraram flexibilidade e foram práticos e profissionais ao lidar conosco nesse esforço”, acrescentou Horne, afirmando que a Casa Branca também agradeceu o Qatar pelos seus trabalhos.

A porta-voz enfatizou que os esforços continuarão para facilitar as evacuações de americanos e afegãos que trabalharam com a missão dos EUA.

O primeiro voo para evacuar civis de Cabul desde a retirada das tropas americanas no final de agosto pousou no Qatar nesta quinta-feira com 113 passageiros, incluindo americanos, canadenses, alemães e ucranianos, disse uma fonte próxima da operação à AFP, na capital Doha.

A porta-voz da Casa Branca, Jen Pskai, se recusou a dizer quantos americanos estavam a bordo do voo, dizendo que o governo dos Estados Unidos ainda não tem todos os detalhes.

O governo de Joe Biden disse anteriormente que cerca de 100 americanos ainda estavam no Afeganistão e que desejavam ir embora após a conclusão da ponte aérea realizada pelo exército dos Estados Unidos em agosto, em meio à tomada de poder dos talibãs, que levou à retirada de mais de 123.000 pessoas do país.

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SUPREMA CORTE DOS EUA DECIDE MANTER LEI QUE PROÍBE INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ APÓS SEIS SEMANAS

Direito ao aborto sofre revés com decisão da Suprema Corte dos EUA

Tribunal decide não avaliar uma nova lei promulgada no Texas, que impede a interrupção da gravidez após seis semanas

INTERNACIONAL

por AFP

Maioria da Suprema Corte decidiu não julgar polêmica lei antiaborto do Texas

KEVIN DIETSCH / GETTY IMAGES VIA AFP – 2.9.2021

O direito ao aborto nos Estados Unidos sofreu seu maior revés em 50 anos com a decisão da Suprema Corte de manter uma lei do Texas que proíbe a interrupção da gravidez após seis semanas.

O presidente Joe Biden criticou a decisão nesta quinta-feira (2), alertando que ela ameaça causar um “caos inconstitucional”, enquanto os contrários ao aborto celebravam e os defensores dos direitos reprodutivos preparavam novas ações judiciais.A Suprema Corte, que em 1973 reconheceu o direito das mulheres ao aborto em sua emblemática sentença “Roe v. Wade”, decidiu na quarta-feira à noite deixar em vigor as restritivas regulamentações do Texas, que nem mesmo contemplam exceções para estupro ou incesto.

 

O tribunal, ao qual a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e as associações de planejamento familiar recorreram na segunda-feira para suspender sua aplicação, não decidiu sobre a constitucionalidade da lei. Mas citou “antecedentes processuais complexos e recentes” que lhe permitem vigorar enquanto a batalha judicial continua. 

Biden classificou a decisão como “um ataque sem precedentes aos direitos constitucionais das mulheres”.

“Estranhos agora terão o poder de se intrometer nas decisões de saúde mais privadas e pessoais das mulheres”, disse o presidente democrata, prometendo “ver quais medidas o governo federal pode tomar para garantir que as mulheres no Texas tenham acesso a abortos seguros e legais”.

A decisão da Suprema Corte foi tomada por cinco de seus nove juízes, três dos quais foram escolhidos pelo ex-presidente republicano Donald Trump, que durante seu mandato consolidou uma maioria conservadora de 6-3 no painel.

Portanto, a decisão foi uma grande conquista para Trump e seus aliados conservadores, que estavam exultantes nesta quinta-feira.

É “uma vitória retumbante para os pró-vida!”, tuitou Dan Patrick, o vice-governador republicano do Texas, o segundo estado mais populoso dos Estados Unidos.

Para o grupo contrário ao aborto Texas Right to Life a decisão foi “uma vitória maciça do movimento pró-vida” e um golpe para a “decisão injusta de Roe v. Wade”, que deve ser replicada “em todo o país”.

Por outro lado, as organizações de defesa aos direitos reprodutivos não esconderam seu descontentamento. “Estamos arrasados. Nossas pacientes estão assustadas, confusas e desesperadas para descobrir onde podem fazer um aborto”, disse Amy Hagstrom Miller, diretora do Whole Woman’s Health.

“Dizer que estamos chateados é um eufemismo, mas (…) vamos continuar lutando”, disse a associação Fund Texas Choice no Twitter.

Brecha na lei

Promulgada em maio pelo governador republicano Greg Abbott, a lei do Texas proíbe o aborto a partir do momento em que o batimento cardíaco do embrião pode ser detectado, o que geralmente ocorre às seis semanas, antes que muitas mulheres saibam que estão grávidas. Só há uma exceção: em caso de perigo para a saúde da mulher.

Mais de 85% dos abortos realizados até agora no Texas foram após a sexta semanas de gestação, de acordo com organizações de planejamento familiar, que desde quarta-feira tentam encaminhar mulheres para estados vizinhos.

“O impacto desta lei hedionda não deve ser subestimado: ela visa principalmente negros e latinos, de baixa renda e que vivem em áreas rurais”, que não podem viajar, enfatizou o presidente da Planned Parenthood, Alexis McGill Johnson.

Antes do Texas, doze estados aprovaram leis semelhantes, mas todas foram derrubados na Justiça por violarem a jurisprudência da Suprema Corte que garantia o direito ao aborto desde que o feto não fosse viável fora do útero, ou seja, até por volta das 22 semanas de gravidez.

Mas o Texas redigiu sua lei de forma diferente: não cabe às autoridades fazer cumprir a medida, mas “exclusivamente” aos cidadãos, que são incentivados a denunciar organizações ou indivíduos que ajudam mulheres a fazer abortos.

O texto determina que os denunciantes receberão pelo menos 10.000 dólares em “indenização” em caso de condenação. Os críticos veem isso como um “bônus” por reportar, mas seus apoiadores já criaram sites para coletar qualquer “informação anônima”.

A norma explora um vácuo jurídico e complica a intervenção de juízes federais. Esta é a razão pela qual o Supremo Tribunal se manteve à margem.

Mesmo assim, o presidente do tribunal, John Roberts, que costuma atuar de forma conservadora, votou ao lado dos três magistrados progressistas. Para ele, teria sido necessário suspender essa lei “inédita” enquanto se aguarda uma análise substancial.

Este primeiro teste para a nova Suprema Corte logo será seguido por outro: uma lei do Mississippi que proíbe o aborto após 15 semanas de gravidez, exceto em casos de emergência médica ou anomalia fetal grave, deve ser examinada nas próximas semanas.

“Espere a mesma maioria”, previu a historiadora dos direitos ao aborto Mary Ziegler.

Fonte: R7

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MORRE NOS EUA DE COVID-19 FUNDADOR DE UM GRUPO QUE CRITICAVA MEDIDAS DE COMBATE À PANDEMIA

Líder de grupo antimáscara morre de covid-19 nos Estados Unidos

Caleb Wallace tinha 30 anos e era fundador de um movimento que criticava as medidas de combate à pandemia

INTERNACIONAL

Do R7

O criador de um grupo que defendia o não uso de máscaras de proteção morreu neste fim de semana, nos Estados Unidos, vítima de covid-19. Caleb Wallace estava internado há três semanas na UTI e usando ventilçação mecânica, mas não resistiu ao tratamento contra a doença.O anúncio foi feito na internet pela mulher dele, Jessica. Ela comunicou a morte na página de uma campanha virtual para ajudar a custear a internação do marido.”Caleb morreu em paz. Ele estará para sempre em nossos corações e nossos pensamentos, escreveu a viúva, que está grávida. O casal tem outros três filhos.

Na semana em que foi internado, Caleb organizou um evento contra as máscaras, que, segundo ele, eram ineficázes contra o coronavírus. O grupo criado pelo americano foi batizado de The San Angelo Freedom Defenders, algo como Os Defensores da Liberdade em San Angelo, em tradução livre. Eles se diziam “cansados do controle do governo” nas vidas deles.

Segundo a imprensa local, Caleb se negou a fazer teste de covid-19 e a procurar ajuda médica ao sentir os primeiros sintomas. Em vez disso, tomou ivermectiva, vitamina C e outras substâncias ineficazes contra a covid-19.

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SEGUNDO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA, AINDA RESTAM CERCA DE 250 CIVIS NORTE-AMERICANOS QUE TENTAM SAIR DO AFEGANISTÃO

Cerca de 250 cidadãos dos EUA ainda buscam sair do Afeganistão

A dois dias do fim da retirada militar norte-americana, ainda resta um grupo de civis tentando chegar ao aeroporto de Cabul

INTERNACIONAL

Do R7

Afegãos aguardam em fila diante do aeroporto de Cabul

WAKIL KOHSAR / AFP – 28.8.2021

O Departamento de Estado dos EUA afirmou, neste domingo (29), que ainda restam cerca de 250 civis norte-americanos ou naturalizados que tentam sair do Afeganistão antes do fim do prazo da retirada militar do país, que será na terça-feira (31).

Segundo o site The Hill, um porta-voz do departamento afirmou em um comunicado que algumas dessas pessoas podem estar a viajando a caminho do aeroporto internacional Hamid Karzai, em Cabul, ou podem já ter chegado.

Desde que o grupo extremista Talibã chegou às proximidades de Cabul em 14 de agosto e os EUA deram início à retirada de civis, quase 6 mil norte-americanos foram evacuados do país, 50 deles nas últimas 24 horas. Os soldados que mantém o controle do aeroporto e adjacências começaram a sair no sábado.

De acordo com o porta-voz, cerca de 280 norte-americanos que mantém contato com o Departamento de Estado decidiram permanecer no Afeganistão ou ainda não se decidiram.

Neste domingo, um grupo de 98 países afirmou que o grupo extremista lhes garantiu que pessoas com a documentação adequada que quiserem deixar o país após o fim da retirada norte-americana poderão sair.

“Vamos continuar emitindo documentos de viagens para afegãos designados e esperamos o compromisso do Talibã de que eles poderão viajar para nossos países”, diz o comunicado emitido pelo grupo.

Ainda existem, no entanto, muitas sobre a intenção do grupo de cumprir essas promessas.

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ATAQUE DOS EUA CONTRA ESTADO ISLÂMICO-K FOI UMA RETALIÇÃO PELA MORTE DE 13 SOLDADOS AMERICANOS EM CABUL

EUA realizam ataque contra Estado Islâmico-k no Afeganistão

Ofensiva que matou um membro do grupo em Nangahar é uma retaliação ao ataque em Cabul que matou 13 soldados americanos

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da Reuters

Presidente Biden prometeu caçar os responsáveis pelo atentado em CabulPresidente Biden prometeu caçar os responsáveis pelo atentado em Cabul ,JONATHAN ERNST / REUTERS – 26.8.2021

Os Estados Unidos realizaram, na noite desta sexta (27), um ataque com drones contra um membro do Estado Islâmico em Nangahar, a leste de Cabul. A ação é uma resposta ao atentado ao aeroporto local, na última quinta-feira (26), que vitimou 13 soldados americanos e mais 161 afegãos. O Estado Islâmico reivindicou o ataque.

Com esta ofensiva, os americanos mataram uma pessoa que estaria envolvida no planejamento de possíveis novos ataques em Cabul. O porta-voz da Marinha, capitão William Urban, disse não ter informações a respeito de nenhuma vítima civil.

Nesta quinta-feira, o presidente Joe Biden fez um pronunciamento à imprensa sobre a situação crítica no Afeganistão e prometeu caçar os responsáveis pelo atentado. “Vamos caçá-los e fazê-los pagar. Defenderei nossos interesses com tudo o que estiver ao meu alcance”, disse o mandatário norte-americano.

A explosão no aeroporto de Cabul acontece no momento em que os Estados Unidos fazem a retirada de cidadãos americanos e de suas tropas do Afeganistão após uma ocupação que durou vinte anos. Milhares de afegãos também tentam deixar o país.

Os talibãs e o ex-presidente Donald Trump assinaram, em 29 de fevereiro de 2020, um acordo histórico em Doha. O pacto previa a retirada completa das tropas estrangeiras até maio de 2021. Os talibãs se comprometeram a negociar com o governo afegão e também a reduzir os atos violentos.

O atual presidente, Joe Biden, deu continuidade ao acordo. Quando as tropas norte-americanas começaram a deixar o Afeganistão, o Talibã passou a controlar todas as regiões do país com grande velocidade e facilidade. A ofensiva do grupo fundamentalista dominou a capital Cabul no dia 15 de agosto, com a tomada do palácio presidencial após a fuga do presidente Ashraf Ghani.

A queda de Cabul provocou pânico generalizado na população. Milhares de pessoas correram para o aeroporto com a esperança de fugir enquanto os países ocidentais organizavam a retirada de seus cidadãos e de pessoas sob sua proteção. Foi neste cenário que houve o ataque ao aeroporto de Cabul.

Há ainda a expectativa, segundo o Pentágono, de que o Estado Islâmico volte a atacar nos próximos dias. A retirada das tropas americanas tem que acontecer até o dia 31 de agosto, que é o prazo acordado com o Talibã.

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ATENTADO NO AEROPORTO DE CABUL COLOCA EUA E TALIBÃ EM UMA POSIÇÃO INÉDITA DE COOPERAÇÃO

Como o atentado em Cabul colocou os EUA e o Talibã no mesmo lado

Biden e o comandante das tropas no Afeganistão falaram sobre “cooperação” com o grupo durante a retirada norte-americana

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7, com EFE

Soldados do Talibã fazem a segurança na maior parte de Cabul atualmente

AKHTER GULFAM / EFE – EPA – 25.8.2021

Durante quase 20 anos, os EUA mantiveram uma pesada intervenção militar no Afeganistão, com o objetivo de livrar o país do Talibã, que eles consideravam uma ameaça. Agora, no momento em que as tropas norte-americanas fazem sua retirada e um grupo rival dos talibãs, o Isis-K, promoveu um atentado suicida com dezenas de mortes no aeroporto de Cabul, os dois lados se veem em uma posição inédita, a de cooperação.

Enquanto aos militares dos EUA dominam o aeroporto e tentam retirar o maior número de pessoas do país, os talibãs dominaram todo o perímetro ao redor do local e fazem o controle de quem pode ou não ter acesso. Em uma coletiva nesta quinta (26) após o atentado, o próprio presidente Joe Biden reconheceu a situação.”Eles não são os mocinhos aqui, quero deixar bem claro. Não confiamos neles, mas sabemos que eles vão agir em função de seus interesses. O interesse deles é que nós possamos sair no prazo acordado. Não é uma questão de confiança. Não há nenhuma evidência de que houve uma colaboração entre o Talibã e o Isis-K nesse ataque”, disse o mandatário norte-americano.Tanto Biden quanto o chefe do Comando Central dos EUA, general Kenneth McKenzie, afirmaram que os militares norte-americanos em Cabul trocaram informações com os talibãs e que, por meio dessa cooperação, alguns outros atentados podem já ter sido evitados. Além disso, uma eventual retaliação contra o Isis-K pode ser interessante para o próprio Talibã.

McKenzie explicou que suas tropas têm “compartilhado informações com os talibãs” e tendem a continuar “coordenando” para evitar novos ataques. Segundo ele, tanto os EUA quanto o grupo têm como um “objetivo comum”, que é concluir a missão de evacuação até o fim do mês.

“Eles (os talibãs) têm uma razão prática para nos quererem fora até 31 de agosto. Eles querem retomar o controle do aeroporto. Também queremos partir até essa data, se for possível. Portanto, compartilhamos um objetivo em comum”, justificou.

Por sua vez, Biden também lembrou que os EUA tinham um acordo com os talibãs desde o início de 2020, ainda no governo Trump, que deu início à retirada. Pela negociação, os membros do grupo não atacariam mais as tropas norte-americanas.

Estratégia da moderação

Para o Leonardo Paz, professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ e analista da FGV, a situação do Afeganistão mostra, além de uma convergência de interesses entre os norte-americanos e os talibãs, uma vontade do grupo extremista de pacificar o país para dar prosseguimento ao seu projeto.

“É uma cooperação muito curiosa, os EUA conseguiram se organizar para conduzir o processo deles de retirada. Depois que o Talibã tomou Cabul, eles acabaram se acomodando e não entraram em confronto. Eles também não se dão bem com essa célula do Estado Islâmico (o Isis-K) por questões políticas, é rival desse núcleo”, explica.

Além de consolidar seu controle sobre o Afeganistão, o grupo deve em breve suprir a ausência dos EUA com alianças com outros países, interessados em sua localização estratégica e suas reservas minerais ainda não exploradas. Segundo o professor, o território afegão é rico em elementos que serão importantes para tecnologias “verdes”, como lítio, cobalto e cobre.

“O segundo problema é que o Talibã está com essa estratégia de se mostrar moderado, até por indicação de líderes como Xi Jinping, que já falou em novas conversas. A China está louca para entrar no Afeganistão, tem trilhões de dólares em minerais para serem explorados. Para o Talibã é muito ruim esse conflito. Vão ter que se organizar até para evitar novos atentados”, ressalta.

Fonte: R7

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REUNIÃO ENTRE PRESIDENTE DOS EUA E PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL IRÁ MARCAR UMA NOVA ETAPA NA RELAÇÃO ENTRE OS DOIS PAISES

Biden e Bennett se reúnem para reforçar laços entre EUA e Israel

Primeiro encontro do primeiro-ministro israelense com o presidente dos EUA ocorre em momento turbulento, após volta do Talibã

INTERNACIONAL

 Eugenio Goussinsky, do R7

Bennett embarca para encontro com presidente Joe Biden, em Washington

GPO/AVI OHAYON/24-08-21

A reunião entre o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quinta-feira (26), na Casa Branca, em Washington, irá marcar uma nova etapa nas relações entre os dois países.  Será o primeiro encontro entre ambos desde a posse do novo governo israelense, em 13 de junho último.

Para Biden, a reunião ganha em importância, em um momento no qual o governo americano tem sido alvo de críticas após a volta ao poder do grupo radical Talibã, no Afeganistão, no último dia 16. O governo dos Estados Unidos acusado de falhas de planejamento para a retirada das tropas americanas do país.

“Biden sofreu um revés com a chegada do Talibã, isso em um primeiro momento gera apreensão em Israel, devido a questões de segurança. Para Biden, a reunião ganha importância no sentido de retomar por inteiro uma aliança histórica, garantir a proteção e reforçar laços e compromissos dos Estados Unidos com Israel”, afirma ao R7 a professora Marília Pimenta, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Fecap (Fundação escola de Comércio Álvares Penteado), em São Paulo.

Para a professora, a chegada do Talibã provocou, mesmo que Israel não esteja diretamente envolvido na guerra local, uma instabilidade maior na região.

“A saída desastrosa das tropas americanas tem repercussão em Israel. Acredito que haverá uma espécie de cobrança de Bennett em relação a este tema. A preocupação é que o Afeganistão, como ocorreu anteriormente, se torne refúgio de grupos terroristas, como a Al-Qaeda, que tenham o objetivo de realizar atentados”, destacou Marília.

Apesar de ambos terem se mantido como aliados ao longo das últimas décadas, o objetivo de Bennett também é o de reaproximar os dois países em relação a vários temas, após um período de dificuldades de sintonia entre o governo de Benjamin Netanyahu, antecessor de Bennett, e os democratas.

“Há uma nova administração nos Estados Unidos e um novo governo em Israel, e trago comigo, de Jerusalém, um novo espírito de cooperação, que se baseia na conexão especial e de longa data entre os dois países”, afirmou Bennett, sobre a adminisntração de Joe Biden, que assumiu o poder em janeiro de 2021, em meio a uma relação mais fria com o então primeiro-ministro Netanyahu, do direitista partido Likud.

Ao R7, o encarregado de negócios da embaixada de Israel no Brasil, David Atar, destacou que Joe Biden é um velho amigo do Estado de Israel.

“Nós estamos trabalhando em estreita colaboração com a administração do governo Biden. O Estado de Israel e os Estados Unidos mantêm uma forte aliança baseada nos laços compartilhados de valores democráticos e direitos humanos”, observou Atar.

Atar acrescentou que, no encontro, serão discutidas não só alternativas para evitar que o Irã desenvolva se projeto nuclear, mas também para impedir que o governo iraniano atrapalhe os acordos que Israel vem firmando com países árabes como os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein, o Sudão e o Marrocos.

“Os dois têm boa comunicação, Biden ligou para Bennett apenas duas horas depois que o novo líder israelense foi empossado. Israel também contou com o firme suporte americano durante os últimos incidentes violentos no Oriente Médio. Durante o encontro, os principais assuntos devem focar em formas de prevenir o armamento nuclear do Irã e como deter os esforços iranianos em desestabilizar e enfraquecer os países árabes aliados no Oriente Médio”, ressaltou Atar.

Posição de Bennett

Bennett também defende bandeiras da direita, sendo líder do Yamina, um partido nacionalista secular. Por outro lado, dentro de um governo de união nacional, que assumiu o poder após mais de 12 anos de Netanyahu no cargo, a premissa básica que ele vem adotando é a da conciliação.

E nas questões de segurança, há uma grande convergência entre os vários partidos de Israel, principalmente em relação  a essa preocupação com a ameaça iraniana. Bennett adiantou que o tema será prioritário nas conversas com Biden.

“Vamos lidar com muitas frentes, especialmente a frente iraniana, e especialmente o salto do programa nuclear iraniano, nos últimos dois ou três anos. Em particular, discutiremos o plano para bloquear este programa”, disse Bennett.

O primeiro-ministro israelense irá tentar persuadir Biden a não retomar o acordo com o Irã, após negociações recentes ocorridas em Viena, com países europeus e a China, em relação aos planos de obtenção de armamento nuclear pelo governo iraniano. O pacto foi selado em 2015, mas os Estados Unidos, em 2018, na administração de Donald Trump, se retiraram do acordo.

“O Irã está fazendo rápidos progressos em seus esforços de enriquecimento de urânio e já reduziu significativamente o tempo necessário para adquirir materiais a serem usados para a construção de uma única bomba nuclear”, destacou.

O primeiro-ministro ressaltou, ainda, que as conversas irão girar também em torno de “várias ações para fortalecer a superioridade militar israelense”.

“O que precisamos fazer, e o que estamos fazendo, é formar uma coalizão regional de países árabes razoáveis, junto conosco, que vai se defender e bloquear essa expansão e esse desejo de dominação do Irã”, disse Bennett.

“Somos a âncora precisa da estabilidade, da disposição de fazer o trabalho para manter a região do Oriente Médio mais segura”, completou o primeiro-ministro, a respeito da reunião.

Temas como a pandemia atual e intercâmbio tecnológico também estarão na pauta.

“Paralelamente, trataremos também das esferas da alta tecnologia, da economia, da inovação, da crise climática que nos preocupa a todos e – claro – do combate ao coronavírus”, ressaltou Bennett.

As relações entre Estados Unidos e Israel tiveram início já em 1948, quando o governo americano reconheceu a fundação do Estado de Israel. Desde então, a aproximação ganhou força principalmente no fim dos anos 60, com a chegada de Lyndon Johnson ao poder nos Estados Unidos, após Israel ter se aliado com países como França e Inglaterra em combates com o Egito em 1956

Fonte: R7

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SECRETÁRIO DE DEFESA DOS EUA ORDENOU A VACINAÇÃO OBRIGATÓRIA IMEDIATA CONTRA COVID-19 PARA TODOS OS MILITARES DO PAÍS

Pentágono ordena vacinação obrigatória a todos os militares

Medida se estende a todo o efetivo, tanto na ativa quanto na reserva, que ainda não foi imunizado contra a covid-19

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Lloyd Austin, secretário de Defesa dos EUA, emitiu a ordem nesta quarta

MICHAEL REYNOLDS / EFE – EPA – 19.8.2021

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, ordenou nesta quarta-feira (25) a vacinação obrigatória e imediata contra a covid-19 para todos os militares do país.

Em comunicado enviado aos responsáveis de todos os departamentos militares, Austin pediu a imunização de todos os efetivos — tanto aqueles que estão na ativa como os da reserva — que ainda não se vacinaram.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, explicou em entrevista coletiva que serão administradas as vacinas que tiverem sido completamente aprovadas pela Food and Drug Administration (FDA).

Até agora, o único imunizante a ter recebido a aprovação completa da FDA é o da Pfizer. As outras duas vacinas que estão sendo administradas no país — Moderna e Janssen — só têm autorização para o uso emergencial.

Questionado sobre a possibilidade de haver militares receosos com a vacinação, Kirby enfatizou que esta é “uma ordem legal”.

“E antecipamos que nossas tropas vão seguir as ordens legais. Quando você ergue a mão direita e faz o juramento, é o que concorda em fazer”, declarou.

No entanto, o porta-voz acrescentou que os comandantes têm “muitos instrumentos disponíveis” para aumentar as taxas de vacinação e para conseguir fazer com que os soldados tomem “a decisão certa sem terem de recorrer a ações disciplinares”.

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COLÔMBIA HOSPEDARÁ TEMPORIAMENTE AFEGÃOS QUE FOGEM DA TOMADA DE SEU PAÍS PELO TALIBÃ ENQUANTO AGUARDA APROVAÇÃO PARA ENTRAR NOS EUA

Colômbia receberá refugiados afegãos que se dirigem aos EUA

Cerca de 4 mil afegãos que colaboraram com norte-americanos ficarão no país até a emissão de visto norte-americano

INTERNACIONAL

 por Reuters

Presidente da Colômbia anunciou a abertura do país para afegãos que vão para os EUA

NATHALIA ANGARITA / REUTERS – ARQUIVO

A Colômbia hospedará temporariamente afegãos que fogem da tomada de seu país pelo Talibã enquanto aguardam a aprovação para entrar nos Estados Unidos, disse o presidente Iván Duque nesta sexta-feira (20).

Duque não especificou quantos afegãos transitariam pela Colômbia. Os meios de comunicação dos EUA e da Colômbia informaram que o número será de cerca de 4.000.

O presidente dos EUA, Joe Biden, está enfrentando críticas por sua forma de lidar com a caótica retirada norte-americana do Afeganistão. Os críticos acusam seu governo de avaliar mal a velocidade com que o Talibã assumiria o controle e de desvirtuar o planejamento de retirada de norte-americanos e aliados afegãos após a presença de 20 anos dos EUA no Afeganistão.

“A Colômbia também se junta ao grupo de países aliados que oferecerá apoio aos EUA para que os cidadãos do Afeganistão que ajudaram os EUA durante anos e que estão em processo de registro e transferência migratória para aquele país possam ficar na Colômbia temporariamente”, disse Duque em declarações conjuntas com o embaixador dos Estados Unidos, Philip Goldberg.

Mais detalhes serão fornecidos nos próximos dias, segundo Duque.

Os Estados Unidos pagarão o custo da estada dos afegãos no país sul-americano, disse Goldberg, agradecendo à Colômbia por sua ajuda e também por sua generosidade em receber cerca de 2 milhões de imigrantes venezuelanos.

Entre terça (17) e quarta-feira (18), as forças armadas de diversos países deram início ao processo de retirada de seus cidadãos do Afeganistão, que desde o último domingo (15) está sob controle do Talibã. Na foto acima, indianos fazem fila para embarcar em um avião militar que partiu na terça-feira de Cabul, capital do país, rumo à Índia.

Fonte: R7

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5 MIL PESSOAS JÁ FORAM RETIRADAS DO AFEGANISTÃO PELOS EUA DESDE DOMINGO

EUA já retiraram 5 mil pessoas do Afeganistão desde domingo

Chefes militares norte-americanos dizem que 20 voos estão deixando Cabul todos os dias, mas querem ampliar esses números

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Cerca de 5 mil pessoas já foram retiradas pelos Estados Unidos do Afeganistão desde que o Talibã controlou a capital, Cabul, no domingo, e as autoridades norte-americanas querem acelerar o ritmo, declarou nesta quarta-feira (18) o Chefe do Estado-Maior dos EUA, Mark Milley.

O oficial militar concedeu entrevista coletiva no Pentágono junto com o Secretário de Defesa, Lloyd Austin, na qual eles preferiram não detalhar quantas dessas pessoas são americanas e quantas são afegãs.

Milley afirmou que atualmente há uma média de 20 voos de aeronaves C-17 dos EUA saindo do Afeganistão a cada 24 horas com pessoas retiradas, mas frisou que as forças armadas americanas têm a capacidade de aumentar significativamente a quantidade de pessoas transportadas.

Os EUA retiraram cerca de 2 mil pessoas do território afegão entre ontem e hoje, a maioria nativos. O número é significativamente inferior às estimativas do Pentágono, que pretendia retirar entre 5 mil e 9 mil diariamente através do aeroporto de Cabul.

Anteriormente, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, John Kirby, disse aos repórteres que 18 aeronaves C-17 militares dos EUA saíram de Cabul entre as 15h (local, 7h de Brasília) de terça-feira e as 15h desta quarta-feira com 2 mil pessoas, incluindo 325 americanos.

Kirby informou que 4,5 mil soldados dos EUA estão atualmente destacados no Aeroporto Internacional Hamid Karzai e considerou que as instalações são seguras e permanecem abertas para permitir voos. O porta-voz admitiu que o Pentágono está ciente de alguns problemas e do “assédio de indivíduos” que estavam tentando chegar ao aeroporto.

A esse respeito, ele reiterou que os comandantes americanos em Cabul estão em contato com o Talibã para tentar garantir que tal assédio não ocorra e que as pessoas que querem chegar ao aeroporto possam fazê-lo com segurança.

“Através do Departamento de Estado, os Talibãs estão garantindo a passagem segura para o aeroporto dos cidadãos americanos, ou seja, aqueles com passaportes americanos”, destacou o general.

A situação dessas pessoas, no entanto, contrasta com a dos afegãos que não possuem passaporte americano, que, segundo o Ministério de Relações Exteriores dos EUA, estão sendo bloqueados pelos rebeldes.

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MULTIDÃO DE AFEGÃOS FOI ATÉ AO AEROPORTO DE CABUL NA TENTATIVA DE DEIXAR O PAÍS

EUA pedem a cidadãos para que se refugiem e evitem aeroporto

Multidão de pessoas tentou embarcar à força em aviões norte-americanos que estavam partindo de Cabul com estrangeiros

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Multidão de afegãos foi até o aeroporto de Cabul na tentativa de deixar o país

WAKIL KOHSAR / AFP

Os Estados Unidos pediram nesta segunda-feira a seus cidadãos no Afeganistão que “se refugiem” e evitem ir ao aeroporto de Cabul, palco de cenas dramáticas nas últimas horas, com centenas de pessoas tentando desesperadamente entrar em aviões – até mesmo se agarrando a eles – rumo a outros países.

“Pedimos aos cidadãos americanos que se refugiem e não vão ao aeroporto até novo aviso do Departamento de Estado”, disse o porta-voz da pasta, Ned Price, em entrevista coletiva um dia após a capital afegã cair sob domínio dos talibãs.

Ao menos dois atiradores foram mortos pelas forças de segurança americanas no Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul, de acordo com o Pentágono.

Price também disse que “todas as opções” para retirar afegãos que se beneficiam do programa especial de vistos e suas famílias continuam a ser exploradas. Além disso, ele reiterou que a segurança dos funcionários do governo dos EUA e cidadãos americanos é uma prioridade para o país.

Em relação aos diplomatas americanos, Price confirmou que os funcionários que estavam na embaixada em Cabul, incluindo o embaixador, foram levados ao aeroporto de Cabul, onde estão “seguros”.

O porta-voz afirmou que os EUA vão manter uma presença diplomática no Afeganistão “desde que seja seguro e responsável fazê-lo”, mas ressaltou que a embaixada está fechada.

“Não há presença dos EUA no terreno na embaixada”, explicou.

Sobre as imagens dramáticas no aeroporto de Cabul, onde pelo menos seis pessoas morreram, segundo várias testemunhas, e milhares de pessoas desesperadas tentavam fugir do país embarcando em voos de repatriação, Price as classificou como “caóticas”, “dolorosas” e “difíceis de observar”.

Ao comentar um comunicado do Conselho Superior de Reconciliação Nacional do Afeganistão, Price disse que o governo dos EUA só trabalhará com um governo afegão que seja “inclusivo e representativo”, o que, segundo ele, inclui a “participação plena e significativa das mulheres”.

Os EUA enviaram 6 mil soldados nos últimos dias, e outros 1 mil estão a caminho do Afeganistão para ajudar na retirada de civis americanos e seus aliados após a tomada de poder pelos talibãs.

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EUA VÃO CONTROLAR O TRÁFEGO AÉREO EM CABUL NO AFEGANISTÃO

EUA assumirão controle do tráfego aéreo do aeroporto de Cabul

Medida foi tomada para garantir a retirada de estrangeiros do Afeganistão após a ofensiva do Talibã pelo país

INTERNACIONAL

por Agência EFE

EUA vão controlar o tráfego aéreo em Cabul, no Afeganistão

WAKIL KOHSAR / AFP

Os Estados Unidos garantiram neste domingo (15) que, nas próximas horas, assumirá o controle do tráfego aéreo no aeroporto de Cabul, para permitir os trabalhos de evacuação de americanos e aliados.

Em um comunicado conjunto, o Pentágono e o Departamento de Estado indicaram que estão tomando uma série de medidas para garantir a segurança do Aeroporto Internacional da capital do Afeganistão, para permitir a saída segura de aviões civis e militares.

“Ao longo das próximas das próximas 48 horas, teremos expandido nossa presença de segurança a quase 6 mil homens, com uma missão centrada unicamente em facilitar nossos esforços, e tomaremos as rédeas do controle aéreo”, diz a nota.

“Amanhã e nos próximos dias, levaremos para fora do país milhares de cidadãos americanos que residem no Afeganistão, assim como pessoal contratado a nível local para a missão americana em Cabul e suas famílias”, informa o comunicado.

Na embaixada dos EUA no país asiático, cuja sede foi transferida hoje para o aeroporto de Cabul, após a tomada da capital pelos talibãs, trabalham cerca de 4 mil funcionários, entre eles, 1,4 mil cidadãos americanos, segundo a emissora de televisão “ABC News”.

Até o momento, de acordo com a rede de TV dos EUA, cerca de 500 dos cidadãos do país que exercem função na representação diplomática já foram retirados do Afeganistão.

O Departamento de Estado e o Pentágono prometeram, além disso, retirar do país “outros cidadãos afegãos, particularmente vulneráveis”, além de acelerar a evacuação de outros que cumprem os requisitos para receber o visto especial de imigrante nos EUA.

O governo americano prometeu semanas atrás que, antes do fim de agosto, encerraria a retirada militar do Afeganistão e que ajudaria a retirar até 70 mil cidadãos oriundos do país asiático, entre intérpretes e outros funcionários que ajudaram as tropas dos Estados Unidos, além de seus familiares.

Na nota, o Departamento de Estado lembrou que cerca de 2 mil já chegaram ao território americano nas últimas duas semanas.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou neste domingo à emissora “CNN” que Washington também ajudaria a evacuar outros afegãos que não se qualificaram para obter vistos especiais, mas que apoiaram americanos e podem ser ameaçados pelos talibãs.

Mais cedo, o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, fugiu do país, o que resultou na tomada de Cabul pelos insurgentes e acelerou a retirada das delegações diplomáticas estrangeiras que já estava em curso.

Fonte: R7

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ALUNOS DE UNIVERSIDADE NOS EUA QUE NÃO SE VACINAREM CONTRA COVID-19 PAGARÃO MULTA

Universidade nos EUA vai multar alunos que não se vacinarem

Quantia equivalente a R$ 3,9 mil será usada para pagar testes e outras medidas de proteção contra a covid-19 na instituição

INTERNACIONAL

 Do R7

Alunos também pagarão taxa se testarem positivo e precisarem fazer quarentena no campus

PICRYL

A Universidade Wesleyan, da Virgínia Ocidental (EUA), anunciou nesta semana que irá cobrar uma multa de US$ 750 (cerca de R$ 3,9 mil) de cada aluno que não se vacinar contra a covid-19 antes do semestre letivo que começará em setembro.

A quantia será cobrada dos estudantes que não apresentarem uma prova de vacinação ou de primeira dose tomada até o dia 7 de setembro, anunciou a universidade em seu site oficial.

A instituição, que fica na cidade de Buckhannon, também escreveu em seu guia para o novo semestre que os alunos que se contaminarem com o coronavírus e não puderem fazer a quarentena fora do campus terão de pagar US$ 250 (cerca de R$ 1,3 mil) para ficar em uma das residências estudantis.

“As multas vão ser usadas para cobrir os gastos que virão do aumento de testes e outros recursos sanitários que a universidade terá de utilizar para mantes todos os outros alunos seguros”, explicou o reitor James Moore.

Estudantes, professores e funcionários que não se vacinarem terão de usar máscaras e manter distanciamento social em locais fechados, completou ele. Além disso, alunos não-vacinados deverão fazer um teste de covid-19 semanalmente.

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GOVERNO DOS EUA VAI ANALISAR POSSIBILIDADE DE QUEBRA DE SIGILO DE DOCUMENTOS DE 11 DETEMBRO

EUA abrem caminho para tirar sigilo de documentos do 11 de setembro

Governo norte-americano recebeu pedidos de familiares de vítimas que querem saber se houve envolvimento saudita nos ataques

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Governo norte-americano vai analisar a possibilidade de divulgar arquivos do 11 de Setembro

LIAM ENEA / FLICKR

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira que analisará os arquivos sobre os atentados de 11 de setembro de 2001 para determinar se é possível tirar o sigilo de mais algum documento, em meio à pressão de famílias das vítimas para que as autoridades revelem um suposto envolvimento da Arábia Saudita nos ataques.

O anúncio foi feito três dias após centenas de sobreviventes e parentes das vítimas pedirem ao presidente dos EUA, Joe Biden, para que não assista aos atos de comemoração do vigésimo aniversário dos atentados no mês que vem, a menos que novos documentos sobre o ocorrido sejam revelados.

“Meu governo está comprometido em garantir o maior nível de transparência possível sob a lei”, declarou Biden em comunicado.

Revisão dos documentos

Biden disse que o Departamento de Justiça se comprometeu nesta segunda-feira a “realizar uma nova revisão dos documentos” que o governo tem mantido até agora confidenciais, “e a fazê-lo o mais rapidamente possível”.

O mandatário não esclareceu se tal revisão será concluída antes do 20º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001, nem mencionou a Arábia Saudita na declaração.

A comissão do Congresso dos EUA que investigou os ataques concluiu que não havia provas de que o governo saudita ou altos funcionários sauditas forneceram recursos aos terroristas envolvidos nos ataques, 15 deles de origem saudita.

No entanto, vários congressistas e associações de vítimas têm pedido há anos uma maior transparência sobre os documentos dos EUA sobre os ataques, que todos os presidentes até agora se recusaram a revelar.

Durante a campanha eleitoral, Biden prometeu divulgar o máximo de informação possível, mas as famílias das vítimas afirmam que ele tem ignorado os pedidos sobre o assunto, e têm a certeza de que o governo tem documentos que implicariam os funcionários sauditas em atos de terrorismo.

Na declaração, Biden reconheceu que as famílias dos que morreram naquele dia “estão buscando justiça há 20 anos” e que dá “as boas-vindas” as reivindicações dos ativistas.

Mas também reiterou que respeitará as diretrizes estabelecidas durante o governo de Barack Obama (2009-2017) que permitem restringir a publicação de documentos se o governo considerar que estes divulgam “segredos de Estado”.

Isso diminui as expectativas de uma revelação dramática, especialmente antes do 20º aniversário dos ataques, daqui a pouco mais de um mês.

Brett Eagleson, que perdeu o pai, Bruce, no ataque às Torres Gêmeas em Nova York, disse na semana passada que as famílias das vítimas estão “frustradas, cansadas e entristecidas” pelo sigilo do governo dos EUA.

Em entrevista com à “NBC News”, Eagleson minimizou o possível efeito de uma revisão como a que Biden anunciou nesta segunda-feira, dizendo que os seus antecessores também anunciaram tais investigações e as utilizaram como “táticas de atraso”, mas acabaram “protegendo o governo saudita”.

Cerca de 3.000 pessoas foram mortas nos ataques planejados pela organização terrorista Al Qaeda no World Trade Center, em Nova Yorque, no Pentágono e perto de Shanksville, na Penilvânia.

Fonte: R7

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MÉXICO ENTROU COM AÇÃO JUDICIAL EM UM TRIBUNAL DE BOSTON CONTRA GRANDE FABRICANTES DE ARMAS DOS EUA

México processa grandes fabricantes de armas dos EUA

Governo mexicano abriu processo em uma corte de Boston pela entrada descontrolada de armamentos no país

INTERNACIONAL

 por AFP

O chanceler Ebrard (d), afirmou que tem um caso sólido contra os fabricantes

PEDRO PABLO CORTEZ / EFE – 4.8.2021

México entrou com uma ação judicial nesta quarta-feira (4) contra grandes fabricantes de armas dos Estados Unidos em um tribunal federal de Boston, denunciando um “comércio negligente e ilícito” que incentiva o contrabando e a violência em seu território, anunciou a chancelaria.

“Confiamos na qualidade jurídica do que estamos apresentando, vamos litigar com toda a seriedade e vamos ganhar o julgamento e reduzir drasticamente o tráfego ilícito de armas ao México”, disse o chanceler Marcelo Ebrard em coletiva de imprensa.

Entre as empresas denunciadas estão Smith & Wesson, Beretta, Colt, Glock, Century Arms, Ruger e Barrett, produtoras de mais de 68% das mais de meio milhão de armas que chegam ilegalmente no México todo ano, segundo informações da alegação.

De acordo com uma nota informativa da chancelaria mexicana, “entre 70% e 90% das armas recuperadas em cenas de crime no México foram traficadas dos Estados Unidos”.

Ebrard afirmou que não existem precedentes de que o governo mexicano “participe em um litígio desta natureza” em um tribunal americano e que a medida contou com a autorização do presidente Andrés Manuel López Obrador.

A equipe legal da chancelaria conta com o apoio dos advogados americanos Steve Shadowen, especializado em direitos civis, e Jonathan Lowy, também envolvido na prevenção da violência por armas de fogo.

Ação simbólica

O chanceler explicou que a ação visa a que as fabricantes indenizem o governo mexicano pelos danos causados por suas “práticas negligentes”, embora a quantia para cobrir essa exigência deva ser determinada no decorrer do julgamento.

Exige também o desenvolvimento e implementação de padrões razoáveis e verificáveis para “monitorar e disciplinar” os distribuidores de armas.

Ebrard acusou as fabricantes americanas de desenvolverem diferentes modelos, especialmente para os traficantes de drogas mexicanos, um argumento que está incluído na ação judicial.

“(As armas) são feitas para isso, para que as comprem, são mais valiosas, têm diferentes tipos de arranjos do ponto de vista estético e do ponto de vista do uso”, afirmou o chanceler.

O historiador e analista Lorenzo Meyer confirmou que não existem antecedentes de uma ação semelhante do México em tribunais dos Estados Unidos, embora tenha poucas expectativas sobre o sucesso da mesma.

“A ação receberá a resposta de um exército de advogados (…) Vejo isto mais como uma peça simbólica, como um elemento de pressão”, disse Meyer à AFP.

O especialista lembrou que até o momento as exigências mexicanas a respeito se limitaram a reclamações retóricas, sobretudo durante o governo do presidente Felipe Calderón (2006-2012), que lançou uma questionada ofensiva militar antidrogas.

Desde 2006 o México acumula 300.000 homicídios, a maioria deles vinculada ao crime organizado.

Descartado incidente diplomático

O chanceler mexicano insistiu em que o objetivo principal não é a reparação econômica, mas modificar a atuação dos fabricantes.

“Se não fizermos uma ação desta natureza e não a ganharmos, não vão entender, vão continuar fazendo o mesmo e vamos continuar tendo mortos todos os dias no nosso país”, afirmou Ebrard.

O chanceler descartou, ainda, que a ação possa gerar um incidente diplomático com Washington, pois o litígio não é contra o governo e a causa mexicana tem “razão jurídica e moral”.

O tráfico ilegal de armas é uma questão central na agenda binacional do México e Estados Unidos, principal mercado dos poderosos e sanguinários cartéis do narcotráfico.

Mais de 17.000 assassinatos cometidos em 2019 envolveram o uso de armas traficadas do país vizinho, segundo dados do governo mexicano.

O país encerrou 2020 com 34.523 homicídios, o que representou uma redução de 0,4% em comparação com 2019.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DOS EUA DISSE QUE GOVERNADOR DE NOVA YORK DEVERIA RENUNCIAR APÓS DENÚNCIAS DE ASSÉDIO SEXUAL

Biden diz que governador de NY deveria renunciar

Presidente afirmou que Andrew Cuomo, seu amigo e companheiro de partido, tem de sair após denúncias de assédio sexual

INTERNACIONAL

Do R7

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse que o governador de Nova York, o também democrata Andrew Cuomo, deveria renunciar ao cargo após a divulgação de uma investigação que mostrou que Cuomo assediou sexualmente diversas mulheres.

Biden respondeu que “sim” a um jornalista na Casa Branca se o governador, que está no terceiro mandato, deveria deixar o cargo. O presidente, no entanto, não falou que ele deveria ser retirado caso se recusasse a sair.

Cuomo está sob investigação por parte da promotoria do Estado e prometeu lutar contra as acusações. Segundo ele, o relatório da acusação é “tendencioso” e os “fatos são muito diferentes do que foi relatado”.

Ao longo dos últimos meses, Biden tinha evitado comentar as acusações contra Cuomo, de quem é amigo há muitos anos. Enquanto isso, o governador foi se isolando cada vez mais do restante do Partido Democrata.

O presidente afirmou que não falou com Cuomo e que não leu o relatório completo feito pela promotoria de Nova York. “Tudo que eu sei é o resultado final”, contou.

Outra antiga aliada do governador que se afastou dele nesta terça-feira foi a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi. “Como sempre, aplaudo as mulheres que trouxeram a verdade à tona. Reconhecendo o amor que ele tem por Nova York e o respeito que ele tem pelo cargo que ocupa, peço que ele renuncie”, disse a democrata, em um comunicado.

Fonte: R7
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GOVERNO DOS EUA RETOMOU OFICIALMENTE AS DEPORTAÇÕES DE INDOCUMENTADOS PARA SEUS PAÍSES DE ORIGEM

Biden retoma deportações rápidas com voos para América Central

Cerca de 147 migrantes, incluindo menores, foram enviados para Guatemala, El Salvador e Honduras

INTERNACIONAL

por Agência EFE

O governo do Estados Unidos retomou oficialmente nesta sexta-feira (30) as remoções expedidas por meio de transporte aéreo de deportados indocumentados para seus países de origem na América Central, anunciou o Departamento de Segurança Nacional (DHS).

A agência federal confirmou em comunicado que recobrou os voos de remoção acelerada para famílias que chegaram recentemente à fronteira sul. Os imigrantes foram enviados para Guatemala, El Salvador e Honduras.

Dois voos operados pela migração e Alfândega dos EUA (ICE) decolaram de Brownsville, no Texas, com 73 pessoas a bordo. Segundo o jornal The Washington Post, o número alvo inicial era de 147 adultos e menores, mas muitos deles tiveram que ser retirados das salas de espera imediatamente após terem testado positivo para coronavírus ou terem tido contato com uma pessoa infectada.

“O processo de remoção rápida é um meio legal para gerenciar com segurança nossa fronteira, e é um passo em direção ao nosso objetivo mais amplo de processamento seguro e ordenado da imigração”, destacou o DHS.

As remoções acontecem depois que o governo do presidente Joe Biden anunciou na última segunda-feira que retomaria as remoções aceleradas em função de um aumento na chegada de famílias indocumentadas, em sua maioria da América Central, no Vale do Rio Grande, na fronteira sul do Texas com o México. Nesse ponto, assim como outros ao longo da fronteira, houve um pico nos casos de coronavírus devido à variante delta.

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, defendeu na última terça-feira o processamento de migrantes para remoção rápida com o argumento de que “é um meio legal tradicionalmente empregado para assegurar uma fronteira”. Segundo ela, trata-se de um passo em direção ao objetivo do governo de ter um sistema de imigração seguro e ordenado.

O anúncio do reinício das deportações rápidas de certos grupos familiares que cruzam ilegalmente a fronteira foi acompanhado de uma ordem do governador do Texas, Gregg Abbott, para que o Departamento de Segurança Pública do estado detenha qualquer veículo suspeito de transportar migrantes que tenham cruzado a fronteira com o México.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DOS EUA ALERTOU QUE ATAQUE CIBERNÉTICO PODE RESULTAR EM UMA “GUERRA REAL COM TIROS”

Biden alerta que ciberataques podem levar a ‘guerra real’

Presidente dos EUA se disse preocupado com ataques cibernéticos à infraestrutura do país e lançou advertência

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden alertou para risco de "guerra real" como resultado de ataques cibernéticos

EVELYN HOCKSTEIN / REUTERS – 27.7.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou nesta terça-feira (27) que se os EUA se envolverem em uma “guerra real com tiros” contra uma “grande potência” poderá ser resultado de um ataque cibernético significativo ao país, ressaltando o que Washington vê como as ameaças crescentes representadas por Rússia e China.

A segurança cibernética subiu ao topo da pauta do governo Biden após uma série de ataques a entidades de alta importância, como a empresa de administração de redes SolarWinds, a Colonial Pipeline company, o frigorífico JBS e a fabricante de softwares Kaseya atingirem os Estados Unidos muito além das empresas hackeadas. Alguns dos ataques afetaram o fornecimento de alimentos e combustíveis a partes do país.

“Eu acredito que é mais do que provável que se acabarmos nos envolvendo em uma guerra – uma guerra real com tiros com uma grande potência — será graças a uma violação cibernética de grandes consequências”, disse Biden em um discurso de meia hora ao visitar o gabinete do diretor Nacional de Inteligência (ODNI, na sigla em inglês).

Durante uma cúpula no dia 16 de junho em Genebra entre Biden e o presidente russo, Vladimir Putin, o norte-americano compartilhou uma lista de instalações de infraestrutura que os Estados Unidos consideram fora dos limites para demais Estados-nações.

Desde então, membros do alto escalão da equipe de segurança nacional do governo Biden têm estado em contato constante com membros do alto escalão do Kremlin por conta de ataques virtuais aos Estados Unidos, segundo a Casa Branca.

Biden também destacou as ameaças representadas pela China, se referindo ao presidente chinês, Xi Jinping, como “seriamente comprometido à meta de se tornar a força militar mais poderosa do mundo, assim como a maior e mais proeminente economia do planeta até meados da década de 2040”.

Durante seu discurso para cerca de 120 funcionários do ODNI e autoridades e lideranças, Biden também agradeceu aos integrantes das agências de inteligência dos EUA, enfatizou sua confiança no trabalho que fazem e disse que não irá exercer qualquer tipo de pressão política sobre eles. O ODNI supervisiona 17 organizações de inteligência.

“Eu nunca irei politizar o trabalho que vocês fazem. Vocês têm a minha palavra”, disse. “É importante demais para o nosso país”.

Os comentários de Biden indicam uma ruptura clara com as declarações de seu antecessor Donald Trump, que tinha uma relação contenciosa com as agências de inteligência do país em questões como as indicações de que a Rússia teria interferido para ajudar Trump a conquistar a eleição de 2016 e o papel delas nas revelações de que Trump teria pressionado o governo da Ucrânia a investigar Biden.

Trump teve quatro diretores permanentes ou interinos de inteligência nacional durante seus quatro anos de governo.

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VÁRIOS PAÍSES SE UNIRAM AO GOVERNO DOS EUA PARA PEDIREM A CUBA RESPEITO PELOS DIREITOS CIVIIS

Vinte países pedem a Cuba que respeite ‘direitos e liberdades’

Brasil está entre as nações que apoiaram o apelo feito pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken

INTERNACIONAL

por AFP

Países como Brasil e Colômbia pedem que Cuba liberte pessoas detidas durante protestos do dia 11 de julho

EVA MARIE UZCATEGUI / AFP

Vinte países, incluindo vários latino-americanos, se uniram ao governo dos Estados Unidos nesta segunda-feira (26) para pedir a Cuba que respeite os direitos civis e liberte as pessoas detidas pelos protestos sem precedentes realizados em 11 de julho na ilha.

Brasil, Colômbia e Equador foram alguns dos 20 Estados que apoiaram o secretário de Estado americano, Antony Blinken, no apelo ao governo comunista para “respeitar os direitos e liberdades legalmente garantidos do povo cubano” e “libertar os detidos pelo exercício de seu direito a protestos pacíficos”.

“Instamos o governo cubano a prestar atenção às vozes e pedidos do povo cubano”, diz a declaração conjunta, que também pede o fim das restrições à Internet.

“A comunidade internacional não hesitará em seu apoio ao povo cubano e a todos aqueles que defendem as liberdades fundamentais que todos merecem”.

Outras nações latino-americanas que assinaram a declaração foram Guatemala e Honduras, ambas estreitamente alinhadas com a política externa dos Estados Unidos.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, comentou em um tuíte que o apelo de Blinken é baseado no apoio “de vários países que foram pressionados a cumprir seus ditames”.

Ele também destacou que Cuba conta com o apoio de 184 países que pedem aos Estados Unidos o fim do embargo contra a ilha e pediu a Washington que apresente provas que comprovem suas “acusações caluniosas”.

“Separar o político do humanitário”

A Coreia do Sul, tradicional aliada dos Estados Unidos, foi a única nação asiática a aderir ao pedido. Na Europa, se uniram Áustria, Polônia e Grécia.

A declaração, no entanto, não foi assinada por aliados próximos dos Estados Unidos, como Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Japão e Espanha, apesar do entusiasmo que demonstraram em colaborar com o presidente democrata Joe Biden, após a turbulência das relações com seu antecessor, o republicano Donald Trump.

Biden pretende fazer uma frente comum com seus aliados para pressionar Cuba, mas Washington tradicionalmente fica isolado nessa questão.

A Assembleia Geral da ONU condenou, no final de junho, por esmagadora maioria e pela 29ª vez, o embargo imposto à ilha pelos Estados Unidos em 1962.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, propôs aos Estados Unidos permitir o reenvio de remessas a Cuba, como primeiro passo para levantar o embargo.

“Muitas coisas poderiam ser feitas, sugiro apenas uma, com todo o respeito, pelas duas nações: que as famílias de Cuba possam receber remessas de quem vive e trabalha nos Estados Unidos ou em qualquer outro país”,  disse à imprensa o presidente de esquerda.

Segundo López Obrador, “Biden deve tomar uma decisão a esse respeito. É um apelo respeitoso, sem interferências, devemos separar o político do humanitário”.

Na semana passada, o governo Biden impôs sanções ao ministro da Defesa cubano. A Casa Branca afirma que busca uma forma de restaurar o acesso à Internet e permitir que os cubano-americanos enviem dinheiro sem precisar pagar ao governo.https://noticias.r7.com/internacional/vinte-paises-pedem-a-cuba-que-respeite-direitos-e-liberdades-26072021

Cuba registrou manifestações sem precedentes em mais de 40 localidades em 11 de julho, em meio à pior crise econômica da ilha em décadas e um forte aumento nas infecções por covid-19. Os protestos deixaram um morto, dezenas de feridos e mais de cem detidos.

Fonte: R7
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OS EUA CONTINUARÃO COM ATAQUES AÉREOS EM APOIO ÀS FORÇAS AFEGÃS CONTRA AS OFENSIVAS DO TALIBÃ

EUA planejam novos bombardeios no Afeganistão para reprimir Talibã

Retirada das tropas norte-americana permitiu que o grupo radical conseguisse dominar diversas áreas do território afegão

INTERNACIONAL

por AFP

Estados Unidos planejam seguir com ataques aéreos para combater o Talibã no AfeganistãoEstados Unidos planejam seguir com ataques aéreos para combater o Talibã no Afeganistão

MATTHEW FREEMAN/MARINHA DOS EUA/DIVULGAÇÃO VIA REUTERS

Os Estados Unidos continuarão seus ataques aéreos em apoio às forças afegãs se o Talibã continuar a ofensiva que realiza desde o início de maio, alertou neste domingo (25) o chefe das operações militares dos Estados Unidos no país.

“Os Estados Unidos intensificaram seus ataques aéreos em apoio às forças afegãs nos últimos dias e estamos prontos para continuar com esse alto nível de apoio nos próximos dias, se os talibãs continuarem seus ataques”, disse o general Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central do Exército dos EUA (Centcom).

Os talibãs apreenderam grandes áreas rurais do Afeganistão durante uma ofensiva nos últimos três meses, coincidindo com o início da retirada final das forças internacionais, agora quase completa.

As forças afegãs ofereceram pouca resistência e basicamente controlam apenas as capitais provinciais e as principais estradas .

“Gostaria de ser claro, o governo do Afeganistão será submetido a testes  nos próximos dias, o Talibã está tentando tornar sua campanha irreversível. Eles estão errados”, disse o general McKenzie.

Como chefe da Centcom, que supervisiona as atividades militares dos EUA em 20 países no Oriente Médio e na Ásia Central e do Sul, McKenzie liderou operações militares no Afeganistão desde 12 de julho, quando terminou o comando do general Austin Scott Miller.

O recente avanço relâmpago dos talibãs gerou temores de que eles voltem a tomar o poder, quase 20 anos depois de serem derrubados por uma coalizão internacional – liderada pelos EUA –  devido à recusa em entregar o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, após os ataques de 11 de setembro.

Fonte: R7
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EUA VÃO IMPOR SANÇÕES À AUTORIDADES CUBANAS QUE CONSIDEREM ESTAR ENVOLVIDAS EM VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS

EUA vão impor sanções contra autoridades cubanas

Ação norte-americana tem como objetivo repreender violações dos direitos humanos nos protestos de 11 de julho

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Presidente dos EUA, Joe BidenPresidente dos EUA, Joe Biden SAMUEL CORUM/EFE/ARQUIVO

Os Estados Unidos vão impor sanções, nesta quinta-feira (22), a autoridades cubanas que considerem estar diretamente envolvidas em violações dos direitos humanos durante os protestos de 11 de julho em Cuba, revelou à Agência Efe um funcionário do alto escalão americano.

As sanções fazem parte da resposta do governo do presidente dos EUA, Joe Biden, à situação na ilha, que inclui também possíveis medidas para tentar melhorar o acesso à internet em Cuba e um estudo sobre a possibilidade de voltar a autorizar o envio de remessas para o país.

Um alto funcionário dos EUA, que pediu anonimato, disse à Efe que o anúncio das sanções acontecerá hoje, 11 dias após os protestos antigovernamentais sem precedentes na ilha.

Uma fonte legislativa, familiarizada com as conversas no seio do governo americano, também confirmou à Efe que Biden vai impor uma nova onda de sanções “seletivas” contra funcionários do governo cubano, na tentativa de apoiar os protestos na ilha.

As sanções devem afetar um pequeno número de funcionários do Ministério do Interior cubano e seus militares.

Na última segunda-feira, o governo americano revelou que o Departamento do Tesouro estava “estudando a designação de funcionários cubanos responsáveis pela violência, repressão e violações dos direitos humanos contra manifestantes pacíficos” em Cuba.

Biden também ordenou sua equipe que estudasse a reautorização do envio de remessas a Cuba, proibidas desde novembro do ano passado, desde que seja garantido que o dinheiro “chegue diretamente às mãos do povo cubano”, explicou à Efe um funcionário americano.

Outra das medidas anunciadas pelo governo na segunda-feira e que estão em estudo é a transferência de mais pessoal para a embaixada dos Estados Unidos em Havana com o objetivo de “facilitar a participação diplomática, consular e da sociedade civil” e também por razões de “segurança”.

Fonte: R7
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SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DOS EUA PEDIU QUE CIDADÃOS DE CUBA E HAITI NÃO ARRISQUEM SUAS VIDAS TENTANDO ENTRAR EM TERRITÓRIO AMERICANO PELO MAR

EUA pedem que cubanos e haitianos não venham pelo mar

Governo norte-americano faz apelo a população dos dois países do Caribe e diz que patrulhas marítimas serão ampliada.

INTERNACIONAL

por Agência EFE

Secretário de Segurança dos EUA fez apelo para caribenhos não tentarem migração pelo mar

SARAH SILBIGER / POOL VIA EFE – EPA – 30.6.2021

O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Alejandro Mayorkas, pediu nesta terça-feira (13) para que os cidadãos de Cuba e Haiti, países que enfrentam crises políticas, não arrisquem suas vidas tentando entrar no território americano de forma irregular pelo mar, e advertiu que a entrada não será permitida.

“Nenhum imigrante interceptado no mar, independentemente da nacionalidade, será autorizado a entrar nos EUA”, disse em entrevista coletiva Mayorkas, que nasceu em Cuba e é o primeiro imigrante a comandar o Departamento de Segurança Nacional americano.

Segundo o secretário, os migrantes que tentam entrar nos EUA de “de forma irregular” continuarão sendo interceptados e as operações no estreito da Flórida e no mar do Caribe “permanecem sem mudanças”.

“Nunca é o momento adequado de tentar a migração pelo mar. Não vale a pena correr este risco”, declarou Mayorkas, ao enfatizar que o governo está “acompanhando de perto” as situações em Cuba e Haiti.

Nesse contexto, ratificou o compromisso do governo do presidente Joe Biden de apoiar o Haiti em busca de justiça após o assassinato do mandatário Jovenel Moise e confirmou o envio de três funcionários de seu departamento como parte de uma delegação americana.

“Também nos solidarizamos com o povo cubano”, acrescentou.

Entretanto, observou que a Guarda Costeira e os seus parceiros estaduais, locais e federais estão “monitorizando qualquer atividade que possa indicar um aumento da migração marítima insegura e irregular no Estreito da Florida, incluindo partidas não autorizadas de navios da Flórida para Cuba”.

Fonte: R7
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CUBANOS QUE VIVEM NOS EUA PROTESTAM CONTRA O COMUNISMO NA ILHA

Abaixo o comunismo!’, protestam cubanos que vivem nos EUA

Milhares de cubanos saíram às ruas em dezenas de cidades pedindo o fim da ditadura

INTERNACIONAL 

por AFP

Cubanos pedem ajuda dos EUA

JIM WATSON / AFP

Agitando bandeiras cubanas e americanas e gritando “Pátria ou Vida!”, milhares de cubanos protestaram em Miami e Washington D.C. em apoio aos protestos antigovernamentais históricos na ilha comunista, que podem significar grandes mudanças.

“Este é o momento, não há outro, e esta é a definição total de que o comunismo vai cair. Sou 100% a favor da Pátria e Vida; Abaixo o comunismo!”, afirmou o cubano Humberto Ponce Díaz à AFP nos protestos de domingo em Miami, em frente ao emblemático Café Versailles no bairro cubano de Little Havana, que começou como uma caravana de carros.

O prefeito de Miami, Francis Suárez, participou do protesto que, segundo a imprensa local, reuniu mais de 5.000 pessoas, e até pediu aos Estados Unidos para intervir na ilha.”Sessenta anos de comunismo, crueldade e opressão não podem durar mais!”, escreveu ele em seu Twitter após denunciar a repressão de manifestantes na ilha pela polícia cubana, que agrediu e prendeu inúmeros manifestantes.

“Imploramos aos Estados Unidos que tomem uma atitude enquanto nos manifestamos pacificamente nas ruas de Miami”, acrescentou.

“Pátria e vida!”, gritavam os manifestantes, muitos deles com camisetas com essa legenda, um novo grito de guerra em oposição ao governo, nascido do vídeo musical que se tornou viral e que modificou o lema oficial “Pátria ou morte”.

Cansados da crise econômica que agravou a escassez de alimentos e medicamentos e obrigou o governo a racionar eletricidade, além da explosão do número de casos de coronavírus, milhares de cubanos saíram às ruas no domingo em dezenas de cidades, gritando: “Estamos com fome”, “Liberdade” e “Abaixo a ditadura”.

Esta foi a primeira manifestação popular contra o governo a nível nacional desde a revolução de 1959 que levou Fidel Castro ao poder.

As únicas concentrações autorizadas em Cuba são geralmente as do Partido Comunista.

Embora o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, tenha reconhecido a “insatisfação” de alguns cubanos, ele também acusou Washington de querer provocar “distúrbios sociais” em Cuba e deu aos revolucionários uma “ordem de combate” para enfrentar os manifestantes.

“A Flórida apoia o povo de Cuba que vai às ruas contra o regime tirânico de Havana”, anunciou o governador do estado, Ron DeSantis, em sua conta no Twitter.

“Hoje o povo cubano disse basta! Como cubano-americana, tenho orgulho de me juntar a essas vozes que em todo o país pedem liberdade e democracia”, tuitou a vice-governadora, Jeanette Núñez, que compareceu ao protesto em Miami. “É hora de uma Cuba livre!”.

Exilados cubanos nos Estados Unidos não escondem a esperança de que os protestos de domingo signifiquem o fim do governo comunista na ilha.

Apoio dos EUA

Nesta segunda-feira (12), um grupo de 25 cubanos protestou em frente à Casa Branca, na capital americana, e alguns exigiram que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomasse medidas a respeito.

“Espero que este presidente (Joe Biden) e o Congresso tomem medidas na direção certa e ajudem meu povo”, afirmou à AFP um deles, Sergio Álvarez, um cubano de 32 anos.

“Precisamos de ajuda”, disse este eletricista da Tesla que relatou que seu pai morreu este ano na ilha por falta de remédios.

Biden “precisa denunciar o que está acontecendo em Cuba (…) não estamos sentindo o apoio deste governo”, afirmou Elaine Miranda, uma estudante universitária cubana de 26 anos, em frente à Casa Branca.

Biden pediu na segunda-feira ao governo cubano que não recorra à violência e expressou o apoio dos Estados Unidos aos manifestantes.

O presidente, que assumiu o cargo em janeiro, ainda não reverteu nenhuma das sanções impostas pelo ex-presidente Donald Trump a Cuba e praticamente ignorou o dossiê cubano até hoje.

Seu porta-voz disse em março que “uma mudança na política em relação a Cuba não está” entre suas “maiores prioridades”.

Fonte: R7

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‘AMPLITUDE’ DE ATAQUE CIBERNÉTICO À EMPRESAS NOS EUA É DESTACADO PELO FBI

FBI destaca ‘amplitude’ do ataque cibernético nos EUA

Invasão a empresa que vende programas para varejo fez hackers espalharem vírus por mais de mil empresas no mundo

INTERNACIONAL

 por AFP

Ataques com ransomware vêm se espalhando pelos EUA nas últimas semanas

KACPER PEMPER / REUTERS – ARQUIVO

O FBI destacou neste domingo (4) que a “amplitude” do ataque cibernético em curso desde sexta-feira contra a empresa Kaseya, que afeta seus clientes nos EUA e vários outros países, poderia impedir uma resposta a todas as vítimas individualmente.

Os hackers atacaram a Kaseya na sexta-feira, pouco antes do fim de semana prolongado do Dia da Independência nos Estados Unidos, para exigir um resgate de potencialmente mais de 1.000 empresas por meio do software de gerenciamento oferecido por essa empresa norte-americana.

“Se você acredita que seus sistemas foram comprometidos, encorajamos você a usar todas as medidas recomendadas e seguir o conselho da Kaseya para desligar imediatamente os servidores (que hospedam o software afetado) e relatar isso ao FBI”, informou a autoridade em uma mensagem.

“Embora a escala deste incidente possa nos impedir de responder a cada vítima individualmente, todas as informações que recebemos serão úteis para combater essa ameaça”, enfatizou.

Busca pelos autores

O FBI abriu uma investigação e está trabalhando com a Agência de Segurança de Infraestrutura e Cibersegurança dos Estados Unidos (CISA) e outras agências “para entender a escala da ameaça”.

O presidente americano, Joe Biden, declarou no sábado que ordenou uma investigação, em particular para determinar se o ataque veio ou não da Rússia. “Ainda não temos certeza”, havia dito.

É difícil estimar a extensão desse ataque de “ransomware”, um tipo de programa que paralisa sistemas de computador e exige um resgate financeiro para desbloqueá-los.

De acordo com a Kaseya, menos de 40 clientes foram afetados, mas alguns deles também têm outros clientes, e o ataque pode ter se espalhado para centenas ou até milhares deles.

Com sede em Miami, a Kaseya, que afirma ter mais de 40.000 clientes, oferece ferramentas de TI para empresas, incluindo o software VSA, que permite o gerenciamento da rede de servidores, computadores e impressoras de uma única fonte.

Em uma nova mensagem no domingo, a empresa disse que estava trabalhando 24 horas por dia, “em todas as regiões”, para resolver o problema e restaurar o serviço para seus clientes que usam o software afetado remotamente “dentro de 24 a 48 horas”.

A empresa de segurança cibernética ESET Research identificou vítimas do ataque cibernético em 17 países no sábado.

Como consequência direta do ataque cibernético, uma rede de supermercados sueca teve que fechar 800 lojas no sábado, depois que seu sistema de caixas ficou paralisado.

Fonte: R7
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EXPANSÃO DO ARSENAL NUCLEAR CHINÊS PREOCUPA OS EUA

EUA consideram ‘preocupante’ expansão do arsenal nuclear chinês

Departamento de Estado norte-americano alertou para a construção de mais de 100 novos silos para mísseis balísticos na China

INTERNACIONAL

por AFP

A

Departamento de Estado fez relatório sobre a construção de novos silos para mísseis

MANDEL NGAN / POOL VIA REUTERS – 1.7.2021

Os Estados Unidos expressaram preocupação nesta quinta-feira (1º) com um relatório que aponta que a China está construindo mais de 100 novos silos para mísseis balísticos intercontinentais.

“Acho que é justo dizer que esses relatórios e outros sugerem que o arsenal nuclear da República Popular da China crescerá mais rápido e em um nível mais alto do que talvez anteriormente previsto”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, quando questionado sobre o tema pela imprensa local.

Como noticiou o Washington Post na quinta-feira, citando um estudo de imagens comerciais de satélite feito por um grupo da Califórnia, os silos estavam sendo construídos em um deserto próximo à cidade de Yumen, no noroeste chinês.

O Centro James Martin para Estudos de Não Proliferação (nuclear), em Monterrey, argumentou que os 119 locais de construção na província de Gansu eram semelhantes às instalações de lançamento chinesas existentes para mísseis balísticos com ogivas nucleares.

“Este acúmulo é preocupante”, admitiu Price, acrescentando: “Isso levanta questões sobre as intenções da República Popular da China”.

Price garantiu que o fato “reforça em nós a importância da aplicação de medidas práticas para reduzir os riscos nucleares” e “destaca como a República Popular da China parece estar se desviando novamente de décadas de uma estratégia nuclear baseada na dissuasão mínima”.

Fonte: R7
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SEGUNDO DONALD TRUMP, BIDEN CAUSOU A PIOR CRISE MIGRATÓRIA DA HISTÓRIA DOS EUA

Trump vai à fronteira com México para criticar políticas de Biden

Ex-presidente diz que falará sobre “pior crise migratória do país” quando visitar a cidade de Weslaco, no Texas

INTERNACIONAL

 por AFP

Trump critica "pior crise migratória da história" dos EUA

BRANDON BELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Donald Trump comparecerá à fronteira com o México nesta quarta-feira (30) para criticar “a pior crise migratória” da história dos Estados Unidos, causada segundo ele por seu sucessor, Joe Biden, e para retomar o fio condutor de sua Presidência: a luta contra a imigração ilegal.

Uma “fronteira sul destruída”, “uma verdadeira zona de desastre”, afirma Trump diante da possibilidade de uma nova candidatura presidencial em 2024. O republicano não perdeu sua retórica desde sua “reclusão” em suas propriedades na Flórida e Nova Jersey.

Com essas palavras, o republicano anunciou seu primeiro compromisso desde que deixou a Casa Branca em 20 de janeiro. O ex-presidente estará em Weslaco, uma pequena cidade no extremo sul do Texas, perto da fronteira.

A calma reinou neste município na manhã desta quarta-feira, antes da chegada do ex-presidente. Uma caminhonete repleta de bandeiras Trump simboliza a reminiscência de sua popularidade neste estado conservador.

Mais precisamente no Texas, em 12 de janeiro, ele fez sua última visita oficial para falar sobre imigração.

Junto com o governador do Texas, Greg Abbott, e uma delegação de parlamentares republicanos, ele se encontrará com autoridades por volta das 11h30 (13h30 de Brasília) para uma reunião de “segurança da fronteira” e, em seguida, visitará, uma hora depois, uma parte do “muro” que separa os Estados Unidos do México.

“Construam o muro!”, ouvia-se com frequência em seus comícios antes de sua eleição em 2016.

Durante seus quatro anos como presidente, aproximadamente 600 quilômetros foram levantados, embora a maioria desses trechos tenha sido apenas melhorias em cercas já existentes.

Para os republicanos, o programa do bilionário funcionou, mas a chegada de Biden à Casa Branca com a promessa de uma política de imigração “mais humana” gerou um efeito de atração ao país.

A primavera foi marcada por prisões recordes na fronteira sul dos Estados Unidos, de 3.200 quilômetros.Em maio, cerca de 180.000 pessoas foram presas após entrarem ilegalmente, o maior número em 15 anos.

A oposição acusa a vice-presidente, Kamala Harris, responsável por gerenciar a migração irregular, de ignorar a “crise”.

O governador do Texas decretou em meados de junho que o estado continuará a construir o muro fronteiriço. E a governadora republicana da Dakota do Sul, Kristi Noem, acaba de anunciar que enviará dezenas de soldados da Guarda Nacional de seu estado para a fronteira, apesar de estar a mais de 2.000 quilômetros de distância.

Os democratas acusam os republicanos de manipulação política e garantem que o aumento de migrantes na fronteira se deve a vários fatores, ao mesmo tempo em que relembram a polêmica política da separação das famílias imposta por Trump.

Sob sua presidência, quase 4.000 crianças migrantes foram separadas de suas famílias. No início de junho, mais de 2.000 ainda não haviam se reunido com seus entes queridos.

“Palhaços”

“Por quatro anos, os republicanos ficaram em silêncio enquanto Trump sabotava nosso sistema migratório”, afirmou o porta-voz do Partido Democrata, Ammar Moussa, nesta quarta-feira, chamando a visita do ex-presidente de um “espetáculo de palhaços”.

Banido das redes sociais desde o ataque dos seus apoiadores ao Capitólio em 6 de janeiro, Trump mantém muita influência em seu partido.

E está determinado a continuar tendo peso na política americana.Depois de meses quase em silêncio, sua agenda se acelera. O magnata do mercado imobiliário voltou a fazer comícios no último sábado, em Ohio, como início de sua campanha para as eleições parlamentares e locais de novembro de 2022.

Diante de milhares de apoiadores, ele repetiu suas acusações infundadas a respeito do “roubo” na última eleição, ao perder para Biden. E deu a entender que vai tentar uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais.

Ele fará outro grande comício neste sábado em Sarasota, na Flórida.

Fonte: R7
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EUA PLANEJAM EVACUAR ALGUNS INTÉRPRETES AFEGÃOS ANTES DA RETIRADA TOTAL DOS SOLDADOS

Intérpretes que ajudaram os EUA serão retirados do Afeganistão

Temendo represálias por parte dos talibãs, governo norte-americano quer tirar tradutores antes da retirada das tropas

INTERNACIONAL

 por AFP

Ao longo dos anos da guerra, cerca de 18 mil afegãos trabalharam como tradutores para os EUA

ADEK BERRY / AFP – ARQUIVO

Os Estados Unidos planejam evacuar pelo menos alguns intérpretes afegãos que trabalharam com suas tropas antes da retirada total dos soldados posicionados no Afeganistão, informou um alto funcionário americano nesta quinta-feira (24).

A medida manteria em segurança os intérpretes, que enfrentam possível represália violenta por parte das forças do Talibã, enquanto são processados seus vistos de imigração para entrar nos Estados Unidos, informou o funcionário, que falou sob condição de anonimato.

“Nós identificamos um grupo de solicitantes de SIV (Visto Especial de Imigrante) que serviram como intérpretes a serem realocados para um local fora do Afeganistão antes de concluirmos nossa retirada militar em setembro, a fim de concluir o processo de solicitação de visto”, indicou.

Não foi especificado o número de intérpretes a serem evacuados ou para onde serão levados, mas sabe-se que seus pedidos de visto “já estavam em andamento”.

“Não abandonaremos aqueles que nos ajudaram”, afirmou Joe Biden, questionado sobre o assunto em entrevista coletiva na Casa Branca. Quando questionado sobre os países que poderiam hospedar temporariamente esses intérpretes, ele respondeu: “Não sei”.Após a retirada das tropas, o processamento do visto continuará, “mesmo para aqueles que permanecerem no Afeganistão”, acrescentou o alto funcionário sob anonimato.

“Se necessário, consideraremos opções adicionais de realocação ou evacuação”, assegurou.

Cerca de 18 mil afegãos que trabalharam com as forças americanas desde que começaram a operar no Afeganistão, depois dos ataques de 2001 contra os Estados Unidos, esperam emigrar para solo americano temendo represálias caso o Talibã volte ao poder.

Mas o processo para esses vistos é extremamente longo e eles correm o risco de ficar presos se o governo afegão entrar em colapso logo após a saída das tropas estrangeiras.

Alguns legisladores e organizações de direitos humanos estão pedindo ao governo Biden que evacue os afegãos com casos pendentes para a ilha de Guam, no Pacífico.

Em abril, Biden ordenou a partida dos 2.500 soldados ainda presentes no Afeganistão, antes de 11 de setembro, aniversário dos ataques de 2001, que provocaram a invasão americana nesse país asiático.

Fonte: R7
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SEGUNDO PORTA-VOZ DOS EUA, AS ELEIÇÕES PERUANAS FORAM JUSTAS E UM MODELO DE DEMOCRACIA NA REGIÃO

 

EUA dizem que eleições no Peru foram justas e servem de ‘modelo’

Departamento de Estado norte-americano elogia trabalho das autoridades eleitorais peruanas na votação para presidente

INTERNACIONAL

 por Reuters

Fernando Castillo terminou à frente de Keiko Fujimori na contagem de votos

SEBASTIAN CASTANEDA / REUTERS – 15.6.2021

O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos Ned Price disse nesta terça-feira (22) que as eleições presidenciais peruanas foram justas e um modelo de democracia na região, em uma demonstração de apoio ao trabalho das autoridades eleitorais do país sul-americano.

O Peru realizou suas eleições de segundo turno para a presidência do país no dia 6 de junho, e o tribunal eleitoral do país ainda avalia algumas impugnações antes de declarar oficialmente o ganhador da disputa, que segundo a contagem de votos foi o socialista Pedro Castillo, com uma estreita vantagem sobre a candidata de direita Keiko Fujimori.

As impugnações e pedidos de anulação de votos foram apresentadas em grande maioria por Keiko, filha do ex-presidente preso Alberto Fujimori. A candidata apresentou poucas provas que sustentem suas acusações.

“Felicitamos as autoridades peruanas por administrar de maneira segura outra rodada de eleições livres, justas, acessíveis e pacíficas, inclusive em meio aos importantes desafios da pandemia de covid-19”, disse Price em nota.

“As eleições recentes são um modelo de democracia na região. Apoiamos que as autoridades eleitorais tenham tempo para processar e publicar os resultados de acordo com as leis peruanas”, acrescentou o porta-voz. 

Price manifestou que os Estados Unidos compartilham de uma profunda amizade, que tem sido traduzida na cooperação mútua nas áreas de saúde, segurança e proteção ambiental.

“Os Estados Unidos esperam continuar essa importante aliança com o candidato devidamente eleito pelo povo peruano, como será confirmado pelas autoridades eleitorais peruanas”, afirmou.

Fonte: R7

 

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NOVAS SANÇÕES ESTÃO SENDO PREPARADAS PELOS EUA CONTRA MOSCOU PELA PRISÃO DO OPOSITOR RUSSO NAVALNY

EUA preparam novas sanções contra Rússia por caso Navalny

Opositor do Kremlin foi preso após ser envenenado em 2020; Biden e Putin se encontraram há quatro dias

INTERNACIONAL

 por AFP

Os Estados Unidos preparam novas sanções contra Moscou pela prisão do opositor russo Alexei Navalny, disse neste domingo (20) o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.

“Estamos preparando outra série de sanções para aplicar nesta situação”, disse à rede CNN, quatro dias depois da cúpula em Genebra entre o presidente americano Joe Biden e seu homólogo russo Vladimir Putin.

Alexei Navalny, líder do principal partido de oposição russo, foi transferido em coma para um hospital de Berlim em agosto de 2020 após um envenenamento na Rússia que ele atribui ao Kremlin.

Passou quase seis meses se recuperando na Alemanha e foi preso em janeiro quando voltou para a Rússia. Desde então, está preso e Washington exige sua libertação.

“Já sancionamos a Rússia pelo envenenamento de Alexei Navalny”, lembrou Sullivan. “Não fizemos sozinhos, reunimos nossos aliados em um esforço coletivo para sancionar o uso de uma substância química contra um de seus cidadãos em território russo”.

Em março, alguns dias depois da prisão de Navalny, Washington aplicou sanções a sete altos funcionários russos, as primeiras sanções tomadas contra a Rússia sob o mandato de Biden, que começou em 20 de janeiro.

Pouco antes da cúpula russo-americana em Genebra em 16 de junho, Biden disse que a morte de Navalny “só deterioraria as relações (de Moscou) com o resto do mundo”. “E comigo”, enfatizou.

Durante seu encontro, Biden e Putin mostraram vontade de aliviar as tensões, embora não tenham feito anúncios concretos.

Sobre o destino de Navalny, Putin se limitou a dizer que “este homem sabia que estava violando a lei vigente na Rússia”.

Fonte: R7
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LÍDER DA COREIA DO NORTE AFIRMOU QUE SEU PAÍS DEVE SE PREPARAR PARA O “DIÁLOGO E O CONFRONTO” COM OS EUA

Coreia do Norte antecipa ‘diálogo e confronto’ com EUA, diz Kim

Líder norte-coreano diz que país deve se preparar para negociações difíceis com o governo Joe Biden

INTERNACIONAL

 por AFP

Líder norte-coreano fala durante reunião do comitê central do partido

KCNA / DIVULGAÇÃO VIA AFP – 17.6.2021

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou que seu país deve se preparar para “o diálogo e o confronto” com os Estados Unidos sob a presidência de Joe Biden, informou a agência estatal KCNA nesta sexta-feira (18, quinta 17 de Brasília).

Durante uma reunião nesta quinta-feira do comitê central do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, atualmente no poder, Kim Jong-un delineou sua estratégia para as relações com Washington e a tendência política da nova administração americana, revelou a KCNA.

Kim “enfatizou a necessidade de se preparar para o diálogo e o confronto e, especialmente, estar bem preparado para o confronto a fim de proteger a dignidade de nosso Estado” e garantir um “ambiente de paz”, acrescentou a agência oficial de notícias.

O líder norte-coreano “pediu uma reação rápida e clara para enfrentar a mudança da situação e concentrar esforços para assumir o controle estável da situação na península coreana”.

Política hostil

Pyongyang já havia acusado Biden de seguir uma “política hostil” e advertido que seria um “grande erro” do presidente norte-americano dizer que enfrentaria a ameaça do programa nuclear norte-coreano “com diplomacia e dissuasão”.

O antecessor de Biden, o republicano Donald Trump, fez manchete — embora tenha resultado em pouco progresso prático — com uma série de encontros diretos com Kim, uma política que Biden disse que não seguirá a menos que os termos mudem dramaticamente.

Após cúpula, Rússia saúda ‘bom senso’ dos EUA sobre diálog

Em uma visita a Washington em maio do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, Biden anunciou que não se encontraria com Kim a menos que houvesse um plano de negociação concreto sobre o arsenal nuclear de Pyongyang.

A Casa Branca disse que buscará uma “abordagem política calibrada”, que no jargão diplomático é entendida como manter um perfil baixo e a mente aberta.

“Entendemos onde esforços anteriores encontraram dificuldades e tentamos aprender com eles”, afirmou um alto funcionário da Casa Branca.

Fonte: R7
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PUTIN DIZ QUE SEU PAÍS SOFRE ATAQUES VINDOS DOS EUA, MAS NÃO ACREDITA EM PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO NORTE-AMERICANO

Putin volta a negar envolvimento em ciberataques contra os EUA

Presidente russo diz que seu país também sofre ataques vindos dos EUA, mas não acredita que governo norte-americano participe

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Putin participou de cúpula com Joe Biden em Genebra, na Suíça

DENIS BALIBOUSE / POOL VIA EFE – EPA – 16.6.2021

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, voltou a negar o envolvimento de seu governo com os ciberataques contra pontos vulneráveis da infraestrutura dos EUA, após sua primeira cúpula com o presidente norte-americano Joe Biden nesta quarta-feira (16) em Genebra, na Suíça.

Nos últimos meses, ataques cibernéticos contra a empresa de gasodutos Colonial, a mais importante da costa leste do país, além do frigorífico JBS, a Microsoft e órgãos do governo norte-americano, foram atribuídos a hackers baseados na Rússia. O próprio Biden, no entanto, já havia descartado a participação de autoridades russas.

Nesta quarta, ao se referir ao assunto em uma coletiva com jornalistas, Putin, que na segunda-feira também já havia negado que seu governo tivesse participado da ofensiva, falou em uma possível cooperação com os EUA.

“Na questão da cibersegurança, nós vamos começar negociações que acho que serão extremamente importantes”, disse o presidente russo. “Acreditamos que a esfera da segurança cibernética é extremamente importante para o mundo em geral, para os Estados Unidos e, no mesmo grau, para a Rússia”

Segundo ele, “a maior parte dos ciberataques do mundo partem dos EUA, Canadá, países latino-americanos e Reino Unido”. De acordo com a Fox News, Putin afirmou que citava uma lista feita por autoridades norte-americanas e questionou “onde está a Rússia na lista? A Rússia não está na lista”.

Ele disse que a Rússia também sofre ciberataques e citou como exemplo uma ofensiva ao sistema de saúde de uma das regiões do país.

“Desde então, vemos de onde procedem os ataques, vemos que este trabalho é coordenado a partir do ciberespaço dos Estados Unidos”, revelou Putin, ressaltando que não acredita que governo dos EUA esteja “interessado em manipulações desse tipo”.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DOS EUA PARABENIZOU NOVO PRIMEIRO-MINISTRO ISRAELENSE NAFTALI BENNETT

Joe Biden parabeniza o novo primeiro-ministro israelense

Pronunciamento do presidente americano foi feito por meio de comunicado após a confirmação do nome de Naftali Bennett

INTERNACIONAL

 Da AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, parabenizou o novo primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, neste domingo (13), depois que uma aliança de partidos que tirou Benjamin Netanyahu depois de 12 anos no poder e formou um novo governo.”Felicito o primeiro-ministro Naftali Bennett, o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores Yair Lapid, e todos os membros do novo gabinete israelense”, disse Biden em um comunicado.”Estou ansioso para trabalhar com o primeiro-ministro Bennett para fortalecer todos os aspectos do relacionamento próximo e duradouro entre nossas duas nações. Israel não tem melhor amigo do que os Estados Unidos.”

Fonte: R7
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AVANÇO MILITAR DA CHINA CAUSA PREOCUPAÇÃO NOS EUA

EUA admitem preocupação com avanço militar da China

Autoridades de serviços de segurança norte-americano se mostraram preocupadas com espionagens feitas pelo país asiático

INTERNACIONAL

 Da EFE

Declarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUADeclarações foram feitas por Scott Berrier, diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUAEFE/EPA/GRAEME JENNINGS

Dois funcionários de alto escalão da inteligência dos Estados Unidos admitiram nesta sexta-feira (11) sua preocupação com o avanço militar da China, que representa um “grande desafio” para Washington e seus aliados e também pode colocar esses países “em risco”.

O diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA), Scott Berrier, e o diretor-geral da Agência de Segurança Nacional (NSA), Paul Nakasone, fizeram essas reflexões durante uma audiência do Subcomitê de Inteligência das Forças Armadas da Câmara dos Representantes.

“A China continua sendo um competidor estratégico de longo prazo dos EUA, como uma ameaça que representa um grande desafio de segurança: Pequim usa várias abordagens, incluindo espionagem diplomática, econômica e militar para atingir seus objetivos estratégicos”, argumentou Berrier.

Além disso, o chefe do DIA destacou que a China “continua sua modernização militar durante as últimas décadas para construir uma força incrivelmente letal” que poderia colocar os EUA e seus aliados “em risco”.

Berrier fez essas afirmações depois que o secretário do Departamento de Defesa, Lloyd Austin, ordenou na quarta-feira ao Pentágono que coloque a China e seu fortalecimento militar no centro da política de defesa dos EUA, embora a estratégia a seguir seja confidencial.

Por sua vez, Nakasone disse que opor-se aos esforços do governo chinês contra os EUA é uma “prioridade” para a NSA, responsável pelo monitoramento global, coleta e processamento de informações e dados para fins de inteligência e contraespionagem nacionais e estrangeiras.

Tamanha é a preocupação atual do governo americano com os movimentos da China que Austin sugeriu nesta quinta-feira o estabelecimento de “uma linha de comunicação direta”, no estilo do “telefone vermelho” que conectou a União Soviética e os EUA durante a Guerra Fria e que segue em funcionamento ainda hoje.

 Durante uma audiência da Comissão das Forças Armadas do Senado americano, Austin assegurou que é “essencial haver uma linha direta de comunicação entre militares e membros do governo” dos EUA e da China.

A diretriz do Pentágono e os comentários de funcionários de alto escalão da inteligência dos EUA são divulgados no momento em que tanto o governo do presidente Joe Biden como membros de ambos partidos do Congresso intensificam suas iniciativas para segurar as ambições internacionais da China.

De fato, a expectativa é que a China esteja muito presente na viagem de Biden pela Europa, onde o presidente americano quer obter um endosso mais claro de seus aliados para sua principal prioridade internacional: a intensa competição entre Washington e Pequim.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: APÓS SER CONDENADO GOVERNO DOS EUA CRIAM REGRA DE PROTEÇÃO PARA AS BALEIAS JUBARTE AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO

O governo dos Estados Unidos anunciou que estará protegendo oficialmente 116.098 milhas náuticas quadradas do Oceano Pacífico como habitat crítico para três populações de baleias jubarte ameaçadas de extinção. A regra final poderia começar a ajudar a proteger as baleias migratórias de ataques de navios, emaranhamento em equipamentos de pesca e derramamentos de óleo. As jubartes do Pacífico finalmente conseguiram as proteções de habitat de que precisavam há tanto tempo. Então leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa grande vitória da Center for Biological Diversity, da Wishtoyo Foundation e da Turtle Island Restoration Network.

Baleias jubarte ameaçadas de extinção ganham novas proteções no Oceano Pacífico dos EUA

Foto de Christopher Michel, licença CC

O governo dos Estados Unidos anunciou que estará protegendo oficialmente 116.098 milhas náuticas quadradas do Oceano Pacífico como habitat crítico para três populações de baleias jubarte ameaçadas de extinção.

A regra final poderia começar a ajudar a proteger as baleias migratórias de ataques de navios, emaranhamento em equipamentos de pesca e derramamentos de óleo.

A ação foi motivada por uma vitória legal em 2018  do Center for Biological Diversity, da Wishtoyo Foundation e da Turtle Island Restoration Network – que abriu um processo contra a falha federal em designar habitat crítico conforme exigido pela Lei de Espécies Ameaçadas.

“As jubartes do Pacífico finalmente conseguiram as proteções de habitat de que precisavam há tanto tempo. Agora precisamos proteger melhor as jubartes de colisões de navios e emaranhamento em equipamentos de pesca, suas principais causas de morte ”, disse Catherine Kilduff, uma advogada do Centro  em um comunicado. “Para recuperar as populações da costa oeste dessas baleias majestosas e brincalhonas, precisamos de limites de velocidade obrigatórios dos navios e da conversão da pesca com armadilhas mortais da Califórnia em equipamentos sem corda.”

Center for Biological Diversity também processou  o governo federal em janeiro por não proteger as baleias ameaçadas de extinção de navios em alta velocidade que usam os portos da Califórnia. A organização também está co-patrocinando a Lei de Prevenção de Emaranhamento de Baleias da Califórnia ( Assembly Bill 534 ), que exigiria que o caranguejo Dungeness comercial do estado e outras pescarias de armadilha se convertessem em equipamentos sem corda (também conhecido como “on-demand” ou “pop-up bóia ”) até o final de 2025.

Uma população de baleias jubarte ameaçadas de extinção que se alimenta na costa da Califórnia contém menos de 800 indivíduos, o que os deixa vulneráveis ​​a ameaças humanas.

Esta regra é uma vitória, pois designa um total de 224.030 milhas náuticas quadradas para as duas populações em perigo e uma ameaçada, mas a sobreposição de habitat significa que 116.098 milhas náuticas quadradas serão protegidas.

Especificamente, a regra designa 48.521 milhas náuticas quadradas de habitat crítico ao largo da costa da Califórnia, Oregon e Washington para a população jubarte que passa o inverno na América Central.

A população do México tem 116.098 milhas náuticas quadradas no Oceano Pacífico Norte, incluindo o Mar de Bering e o Golfo do Alasca – regiões que também compõem as 59.411 milhas náuticas quadradas listadas para a população jubarte do Pacífico Norte Ocidental.

“Hoje é um bom dia para as baleias jubarte e para o oceano do qual todos os seres vivos dependem”, disse Todd Steiner, diretor executivo da Turtle Island Restoration Network. “Designar 116.000 milhas quadradas de habitat crítico no oceano é algo para comemorar, mas baleias, tartarugas e golfinhos ainda precisam de proteção adicional contra a pesca industrial e ataques de navios para se recuperar e prosperar, então não vamos descansar sobre os louros.”

A proteção crítica do habitat ajudará a proteger as áreas oceânicas essenciais para a migração e alimentação. A designação garantirá que as atividades permitidas pelo governo federal não destruam ou danifiquem o habitat importante das baleias. As evidências mostram que as espécies em perigo ou ameaçadas que têm habitat crítico protegido têm duas vezes mais probabilidade de se recuperar do que aquelas sem ele – e isso é realmente uma boa notícia.

Fonte: Good News Network

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SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

Covid-19: Biden diz que EUA não doarão vacinas em troca de favores

Mais de 90 países receberão 500 milhões de doses do imunizante da Pfizer por meio do consórcio Covax

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa esta semana da cúpula do G7

EFE/EPA/NEIL HALL

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (10) que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

“Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores”, disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e “para acabar isto (a pandemia)”.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7, em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Os imunizantes serão entregues a 92 países que não têm condições de adquirir doses para imunizar a população por meio do consórcio Covax. O Brasil não faz parte da lista de países que receberão as doses dos EUA.

As entregas começarão em agosto com previsão de entregar até 200 milhões de doses do imunizante até o fim deste ano.

Segundo a Casa Branca, as outras 300 milhões de doses serão entregues até junho de 2022. Todas as doses serão produzidas em fábricas nos EUA.

Fonte: R7
Continuar lendo SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

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