PRESIDENTE RUSSO ASSINOU UMA LEI QUE ABRE CAMINHO PARA SUA PERMANÊNCIA NO KREMLIN ATÉ 2036

 

Putin assina lei que o autoriza a disputar mais dois mandatos

Nova lei abre caminho para que o presidente russo permaneça no Kremlin até 2036

INTERNACIONAL

da AFP

Desde 2000, Putin ficou apenas 4 anos fora da presidência russa

ALEXEI DRUZHININ/KREMLIN VIA REUTERS

O presidente russo, Vladimir Putin, 68 anos, assinou nesta segunda-feira (5) a lei que permite que ele dispute dois novos mandatos de seis anos, o que abre o caminho para sua permanência no Kremlin até 2036.

A lei, publicada no Diário Oficial do governo russo, foi aprovada pelo Parlamento em março, após um referendo constitucional organizado no verão de 2020.

Após chegar ao poder no ano 2000, Putin eliminou toda a competição política real em duas décadas, restringindo a oposição e a mídia independente. Ele sempre se recusou a falar sobre sua sucessão.

Putin deveria, em teoria, encerrar sua carreira ao final de seu atual mandato em 2024, já que a lei russa não permite que um presidente exerça mais de dois mandatos consecutivos.

Mas de acordo com o texto que promulgou hoje, “esta restrição não se aplica aos que ocupavam o cargo de chefe de Estado antes da entrada em vigor das alterações à Constituição”, aprovadas por referendo em 2020.

Vida eterna

“Que sigam adiante com uma lei que concede a vida eterna ao presidente”, ironizou no Twitter Evgueni Roijzmán, um detrator do Kremlin e ex-prefeito de Ekaterimburgo, uma das maiores cidades da Rússia.

A equipe do opositor preso Alexei Navalny reagiu publicando um vídeo do ano 2000 em que Putin diz ser contra um presidente russo permanecer no poder por mais de dois mandatos.

A reforma ocorre em um momento em que o presidente russo desfruta de uma popularidade maior que 60% de acordo com as pesquisas, apesar da pandemia, da economia desacelerada e das reformas sociais impopulares em 2018.

Esta não é a primeira vez que Putin atinge o limite de dois mandatos. Em 2008, ele assumiu o cargo de primeiro-ministro e deixou o Kremlin para seu último chefe de governo, Dmitry Medvedev. Após esse interlúdio de quatro anos, ele foi reeleito presidente em 2012.

Depois, a duração do mandato presidencial foi ampliada de quatro para seis anos e Putin foi reeleito em 2018 com 76% no primeiro turno, sem oposição real.

Princípios conservadores e imunidade

A lei promulgada inclui também novos requisitos para os candidatos presidenciais. Agora devem ter ao menos 35 anos, residir na Rússia pelo menos há 25 anos e nunca ter tido uma cidadania estrangeira ou uma permissão de residência permanente em outro país.

A revisão votada no verão introduz também na Constituição princípios conservadores desejados pelo presidente, como a fé em Deus, o casamento apenas entre heterossexuais e a educação patriótica.

Também concede imunidade aos presidente russos, inclusive depois de deixarem o cargo.

Adiado por uma semana devido à pandemia de covid-19, o referendo do ano passado, cujo resultado não gerou a menor dúvida, acabou oficialmente com a vitória do “sim” com 77,92% dos votos e uma participação de 65%, de acordo com os dados oficiais.

O opositor Alexei Navalny qualificou este referendo como uma “grande mentira” e a ONG Golos, especializada na observação das eleições, denunciou um ataque “sem precedentes” à soberania do povo russ

Fonte: R7

 

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PONTO DE VISTA: A VERDADEIRA FACO DE JOÃO DORIA ESTÁ ESTÁ SE REVELANDO

Caro(a) leitor(a),

Você que acompanha as publicações do Blog do Saber e desta coluna, sabe do nosso compromisso em mostrar a verdadeira face de um personagem da política nacional que engana o eleitor há muito tempo. Esse personagem se chama João Doria e, a meu ver, é a mente mais doente da política nacional. Por isso a minha preocupação em impedir que esse crápula alcance seu objetivo maior que é ser presidente da república. O artigo a seguir é mais uma evidência e constatação do que venho falando aqui. O cara é capaz de tudo para chegar ao poder. Desde se aliar e usar o nome de Bolsonaro em 2018 para se eleger governador de São Paulo, como se aliar ao maior bandido e ladrão que a história da humanidade já conheceu, o meliante Lula. Portanto, peço a você que está consciente dessa verdade que me ajude a divulgar essa postagem!

Doria diz que aceita “sentar com Lula” e revela sua verdadeira face

Foto: Arquivo/Agência BrasilFoto: Arquivo/Agência Brasil

Em entrevista ao site esquerdista “Revista Fórum”, o deputado federal Orlando Silva, do PCdoB-SP, fez uma revelação bombástica: ele disse que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chegou a apelar para ele, em certa ocasião, e afirmar que toparia conversar com o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tentativa de unir forças contra a reeleição do atual presidente, Jair Bolsonaro.

Em vídeo, o esquerdista detalhou o encontro com o tucano.

“Lá pelas tantas, ele (Doria), falando de política, falou a seguinte frase: “em 2022, para derrotar o Bolsonaro, eu sento até com o Lula”. Eu falei: “vai muito bem por aí. É um bom caminho”. Eu disse ainda para ele que fiquei com a frase na cabeça e, quando tivesse chance, ia falar sobre isso para um jornalista. E ele me respondeu: “pode falar”, contou em conversa com Cynara Menezes.

Sobre a tal “Frente Ampla”, que congrega artistas e adversários políticos de diversas vertentes contra Bolsonaro, Orlando Silva foi enfático ao dizer que apoiaria qualquer pessoa contra o chefe do Executivo, em um eventual segundo turno.

“Eu sou muito contra Bolsonaro. Eu e todo mundo que seja razoável. O que ele está fazendo no Brasil é inacreditável. Esse cara é tão perverso quanto esses ditadores que exerceram poder no Brasil. Ele equivale a Emílio Gastarrazu Médici”, acredita.

A afirmação de João Doria contrasta com a narrativa para se eleger, em 2018. Durante aquele ano, o tucano utilizava o slogan “BolsoDoria” e fazia duras críticas à corrupção e ao ex-presidente Lula, que era investigado na Operação “Lava Jato”, da Polícia Federal. Doria tentou de todas as formas vincular o próprio nome à imagem de Jair Bolsonaro, que era visto como político confiável, crível, sincero e empático. Mas, depois de eleito às custas da “onda Bolsonaro”, virou as costas pro atual presidente, tornando-se opositor ferrenho do Planalto.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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O VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO ELOGIOU A ESCOLHA DOS NOVOS COMANDANTES DO EXÉRCITO, MARINHA E AERONÁUTICA FEITA POR BOLSONARO

Escolha dos novos comandantes foi ‘muito boa’, diz Mourão à CNN

Vice-presidente argumenta que novo comandante do Exército, general Paulo Nogueira, não era o mais antigo, como é tradicional na escolha, mas ‘não é o mais novo’

Igor Gadelha

Por Igor Gadelha, CNN  

 Atualizado 31 de março de 2021 às 21:51

Vice-presidente do Brasil, Hamilton MourãoVice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão elogiou, na noite desta quarta-feira (31), a escolha dos novos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica feita pelo presidente Jair Bolsonaro. “Muito boa”, afirmou à CNN Mourão, que é general da reserva.

No caso do Exército, Mourão ressaltou que o escolhido, general Paulo Sérgio Nogueira, não era o mais antigo, “mas também não era o mais novo”. Com aposentadoria de alguns oficiais, Nogueira foi o terceiro da lista de antiguidade.

O vice-presidente destacou “liderança” como a principal característica que define o novo comandante do Exército. Até esta quarta-feira, Nogueira atuava como chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército Brasileiro.

Como antecipou a analista da CNN Basília Rodrigues, para a Marinha o escolhido foi o almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, segundo mais antigo da lista. Já o novo comandante da Aeronáutica será o tenente-brigadeiro Baptista Júnior.

As escolhas foram elogiadas pelo vice-presidente. “Dois excelentes profissionais (os comandantes escolhidos para Marinha e Aeronáutica). Como tenho dito, nada muda”, afirmou Mourão.

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SEGUNDO MILITARES, TENDÊNCIA É DE INSTABILIDADE POLÍTICA ATÉ O FINAL DO MANDATO DO PRESIDENTE BOLSONARO

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Avaliação é de que instabilidade política seguirá até o fim do mandato do presidente

Caio Junqueira
Por Caio Junqueira, CNN  
 Atualizado 30 de março de 2021 às 21:00

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Militares da ativa e da reserva com que a CNN conversou nesta terça-feira fizeram uma análise do futuro do governo Bolsonaro. Segundo os oficiais, a principal tendência e de instabilidade política até o final do mandato, mas apontam também outros cenários.

  1. O presidente se fragiliza até o final do mandato e fica cada vez mais refém do Congresso Nacional, que o mantém nessa condição a fim de tirar proveito da situação gerando um estado de instabilidade permanente. Para os militares ouvidos, este é o cenário mais provável.
  2. O presidente se recupera politicamente. Vacinação em massa e retomada da economia fazem sua popularidade crescer novamente e traz estabilidade ao país.  Cenário, menos provável, segundo os interlocutores.
  3. O presidente tenta liderar uma ruptura, mas sem apoio das forças, acaba caindo. Cenário improvável.

Nos círculos militares nesta tarde, a tônica era que qualquer fosse o interesse do presidente em politizar as forças, elas não cederiam à pressão. Uma fonte disse à CNN que essa variável (apoio das Forças para uma aventura) o presidente nunca terá. E se houver uma demanda presidencial nesse sentido, haverá insubordinação.

Sobraram elogios aos demissionários, assim como Fernando Azevedo, pelo fato de terem desembarcado, o que foi considerado o melhor sinal de que as tropas não embarcariam em qualquer ideia de ruptura institucional. A leitura é a de que todos salvaram suas biografias.

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CONSIDERADO CULPADO POR DIVERSOS CRIMES, IRMÃO DO PRESIDENTE DE HONDURAS PEGA PRISÃO PERPÉTUA NOS EUA

Irmão do presidente de Honduras pega prisão perpétua nos EUA

Tony Hernández, irmão de Juan Orlando Hernández, foi considerado culpado em 2019 de diversos crimes, incluindo tráfico

INTERNACIONAL

Da AFP

Manifestantes comemoraram a condenação de Hernánzes em Nova York

TONY A. CLARY / AFP – 30.3.2021

O irmão do presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, foi condenado nesta terça-feira (30) à prisão perpétua por um juiz de Nova York por tráfico de drogas em larga escala.

Tony Hernández, de 42 anos, foi declarado culpado em outubro de 2019 após um julgamento no qual os promotores americanos disseram que o chefe de Estado hondurenho havia conspirado para o narcotráfico, uma acusação que o presidente do país centro-americano nega.

Ele respondia a acusações de tráfico de cocaína aos Estados Unidos, falso testemunho e posse de armas de fogo.

O juiz Kevin Castel declarou que a sentença de prisão perpétua para Tony Hernández, que foi detido em um aeroporto de Miami em novembro de 2018, foi “bem merecida”.

Os promotores do distrito sul de Nova York garantiram em seu processo que o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, era um parceiro fundamental de seu irmão Tony, embora ele não tenha sido acusado.

Os promotores exigiram prisão perpétua, ressaltando que Hernández “não demonstrou nenhum remorso”, enquanto a defesa pediu a pena mínima obrigatória de 40 anos.

“Com total impunidade”

“O acusado era um congressista hondurenho que, junto ao seu irmão Juan Orlando Hernández, desempenhou um papel de liderança em uma violenta conspiração de tráfico de drogas patrocinada pelo Estado”, escreveram os promotores ao juiz antes da sentença.

Tony Hernández atuou “com total impunidade” graças à proteção de seu irmão e contribuiu para a “putrefação” das instituições hondurenhas, afirmou também a promotoria durante o julgamento.

Uma testemunha da acusação, o ex-traficante de drogas e ex-prefeito hondurenho Alexander Ardón, testemunhou durante o processo que esteve presente em uma reunião na qual o agora preso Joaquín “Chapo” Guzmán, então chefe do cartel mexicano de Sinaloa, entregou um milhão de dólares em dinheiro para Tony Hernández pela campanha eleitoral de seu irmão, em 2013.

O presidente de Honduras também foi acusado por promotores americanos de ser parceiro de outro narcotraficante hondurenho, Geovanny Fuentes Ramírez, considerado culpado de tráfico de drogas em 22 de março, após um julgamento presidido pelo mesmo juiz Castel.

Juan Orlando Hernández, advogado que chegou ao poder em janeiro de 2014, e que está em seu segundo mandato, nega ter sido sócio do seu irmão ou de Fuentes no tráfico de cocaína para os Estados Unidos, e afirma que traficantes de drogas que testemunharam contra seu irmão em ambos os processos querem vingança contra ele por sua luta contra essa atividade ilícita.

Todos desde 2006

Durante o julgamento de Geovanny Fuentes, os promotores americanos afirmaram que, desde 2006, todos os presidentes hondurenhos receberam propina de traficantes de drogas em troca de proteção e promessa de não-extradição.

Fábio Lobo, filho do ex-presidente de Honduras Porfirio “Pepe” Lobo (2010-2014) — do Partido Nacional, o mesmo de Hernández — foi condenado a 24 anos de prisão em Nova York em 2017, por ajudar no tráfico de 1,4 toneladas de cocaína para os Estados Unidos.

O ex-advogado de Tony Hernández, Melvin Bonilla, foi baleado e morto no início deste mês quando dirigia por uma área central de Tegucigalpa.

Um suposto parceiro de Tony, Magdaleno Meza, foi baleado e morto em uma prisão de segurança máxima de Honduras em outubro de 2019, dias depois que o irmão do presidente foi considerado culpado.

Segundo seu advogado, Meza foi assassinado após receber ameaças “de pessoas que se identificaram como sendo do governo”.

Fonte: R7
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INSULTOS AO PRESIDENTE DA TURQUIA ATRAVÉS DE CHARGE NA REVISTA FRANCESA PODE CUSTAR 4 ANOS DE PRISÃO AOS AUTORES

Jornalistas do Charlie Hebdo são indiciados por ‘ofensa’ a Erdogan

Promotor turco pediu até 4 anos de prisão para 4 funcionários da revista francesa por charge que ironizava o presidente do país

Presidente da Turquia foi retratado em uma charge da revista francesa

ADEM ALTAN / AFP – 24.3.2021

Um promotor da Turquia pediu nesta sexta-feira (26) até quatro anos de prisão contra quatro colaboradores do semanário satírico francês Charlie Hebdo por terem “insultado” o presidente Recep Tayyip Erdogan em uma caricatura em 2020, segundo a agência de imprensa estatal Anadolu.

Os quatro colaboradores da revista francesa indiciados são a caricaturista Alice Petit e três encarregados da famosa revista, Gérard Biard, Julien Sérignac e Laurent Sourisseau, conhecido como Riss, segundo a agência.

O desenho retrata o autoritário presidente turco de cuecas, com um copo de cerveja na mão, levantando a saia de uma mulher com véu, enquanto exclama: “¡Ohhh, o profeta!”.

A publicação desta caricatura, em outubro, desencadeou a revolta de Erdogan em um contexto de fortes tensões diplomáticas entre Ancara e Paris.

A ata de acusação, que deve ser formalmente aceita por um tribunal para que se possa abrir um processo, considerou que o desenho “não entra de forma alguma no marco da liberdade de expressão ou de imprensa”, mas é “vulgar, obsceno e desonroso”.

Erdogan qualificou a caricatura de “ataque ignóbil” cometido por “abutres”.

O assunto chegou em um contexto de crise diplomática entre a Turquia e a França.

O presidente turco chegou a acusar o colega francês, Emmanuel Macron, de “islamofobia” por ter defendido o direito a caricaturizar o profeta Maomé.

Macron advertiu na terça-feira para “as tentativas de ingerência” da Turquia nas eleições presidenciais francesas de 2022 e acusou Ancara de difundir mentiras através dos veículos de comunicação controlados pelo Estado.

Anteriormente, Erdogan disse que seu colega francês precisava realizar “exames mentais” após uma polêmica provocada por uma nova lei francesa que reprime o Islã radical.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL RENUNCIA AO CARGO

André Brandão renuncia ao cargo de presidente do Banco do Brasil

A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, após seis meses à frente da instituição

Natália Flach, do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 18 de março de 2021 às 20:37

O novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão

O presidente do Banco do Brasil, André Brandão, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (18). A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, apenas seis meses após ter assumido o comando da instituição, de acordo com fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários.

Segundo o documento, Brandão entregou a renúncia ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do conselho do BB, Hélio Lima Magalhães.

nome escolhido pelo governo para substituir Brandão no cargo é Fausto de Andrade Ribeiro, presidente da BB Administradora de Consórcios desde setembro de 2020.

As conversas sobre a possível saída de Brandão começaram pouco depois de Bolsonaro anunciar, em suas redes sociais, que haveria troca no comando da Petrobras, com a saída de Roberto Castello Branco para entrada do general Joaquim Luna e Silva. Na ocasião, o presidente disse “semana que vem tem mais”.

Brandão chegou a reclamar com Guedes de que estaria sem condições para trabalhar diante das especulações sobre sua saída do cargo. Por causa do rumor de mercado, as ações do banco recuaram 5% no dia 26 de fevereiro.

Em janeiro, Bolsonaro já teria tentado demitir Brandão, depois que o BB anunciou um plano de economia que incluía o fechamento de 361 agências e cerca de 5 mil demissões voluntárias.

Dança das cadeiras

Brandão, que é ex-presidente do HSBC, substituiu Rubem Novaes no comando do Banco do Brasil, em setembro do ano passado. Novaes disse, em entrevista à CNN, que saiu por causa dos conflitos políticos de Brasília e por acreditar que o banco precisa de um executivo mais afinado com as inovações tecnológicas necessárias para enfrentar a concorrência das fintechs.

Não me adaptei à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília“, afirmou Novaes.

O executivo teve atritos com o alto escalão do governo e enfrentou dificuldades para levar adiante os planos de privatizar o banco.

Fonte: CNN

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CÂMARA DOS DEPUTADOS DO PARAGUAI REJEITOU PEDIDO DE IMPEACHMENT DO PRESIDENTE DO PAÍS E SEU VICE

Governistas barram impeachment de presidente do Paraguai

Após a decisão, houve protestos em Assunção, confronto com a polícia e um princípio de incêndio na sede do partido do presidente

INTERNACIONAL

 Da EFE

A polícia entrou em confronto com manifestantes após a decisão do Congresso

CESAR OLMEDO / REUTERS – 17.3.2021

A Câmara dos Deputados do Paraguai rejeitou nesta quarta-feira (17) uma tentativa de julgamento de impeachment do presidente do país, Mario Abdo Benítez, e seu vice, Hugo Velázquez.

O Partido Liberal, o maior da oposição, e outros partidos minoritários tentavam emplacar o julgamento político do governante tendo como argumento sua suposta má gestão da crise na área da saúde em meio à pandemia do novo coronavírus.

Os deputados do Partido Colorado, de Benítez, que têm a maioria na Casa, conseguiram derrubar a proposta por um placar de 42 votos contra, 36 a favor e dois ausentes, em duas rodadas de votação.

A bancada do Partido Liberal tem 29 cadeiras, e eram necessários 53 votos para que o processo fosse encaminhado ao Senado.

A iniciativa surgiu após protestos populares realizados há uma semana e meia em Assunção para denunciar a escassez de medicamentos para os pacientes com covid, o colapso de hospitais e casos de corrupção em compras de suprimentos para enfrentar a pandemia, além do atraso na compra de vacinas.

Após a decisão, manifestantes foram às ruas de Assunção, tentando chegar ao Congresso. A polícia reprimiu com cavalaria e jatos d’água e os grupos se dispersaram. Segundo a imprensa paraguaia, algumas pessoas foram para a porta do prédio onde fica a sede do Partido Colorado, ao qual Benítez pertence, e chegaram a colocar fogo em um dos anexos. O incêndio foi controlado por bombeiros e pelo menos cinco pessoas foram presas.

Fundamentos das acusações

A deputada Celeste Amarilla, do Partido Liberal, foi encarregada de ler as acusações contra Abdo Benítez no plenário. Ela citou uma suposta “negligência” por parte do governo na hora de preparar o sistema de saúde de forma eficiente no período de um ano em que o Congresso aprovou um fundo equivalente a US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 9 bilhões) para lidar com a emergência sanitária.

As acusações enfatizaram os escândalos de corrupção que envolveram a compra de medicamentos no início da pandemia, assim como o desabastecimento nos hospitais à medida em que o número de casos aumentava.

A lentidão na compra de vacinas para o país, que só recebeu cerca de 20 mil doses, todas elas para profissionais de saúde, foi outro fator que reforçou a acusação.

A deputada Kattya González, do Partido do Encontro Nacional, leu a acusação contra Velázquez, com base em seu não cumprimento de seu papel constitucional como vetor entre a Presidência e o Congresso.

Ele também foi acusado de inação e de mentir depois de anunciar, no ano passado, a implementação de reformas estatais a serem executadas em três meses.

O presidente da Câmara, Pedro Alliana, que também comanda o Partido Colorado, convocou a sessão extraordinária a pedido do deputado governista Basilio Núñez, uma hora depois que os liberais apresentaram o documento acusatório na recepção da Casa.

A rápida solicitação do governo foi interpretada como uma estratégia para arquivar a iniciativa com base em sua maioria de assentos.

Fonte: R7
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RUMORES DE QUE O ATUAL PRESIDENTE DA TANZÂNIA FALECEU DE COVID-19 É DESMENTIDO PELO VICE

Tanzânia anuncia a morte do presidente John Mabufuli

Após boatos de que o mandatário teria tido covid-19, vice-presidente alega que ele morreu de problemas cardíacos

INTERNACIONAL

 Do R7, com AFP

A vice-presidente Samia Hassan (e) anunciou a morte de John Magufuli

ERICKY BONIPHACE / AFP – 24.7.2019

O presidente da Tanzânia, John Magufuli, de 61 anos, morreu nesta quarta-feira (17) por problemas cardíacos, anunciou a vice-presidente Samia Suhulu Hassan em um pronunciamento na televisão, depois de duas semanas de ausência do chefe de Estado, atribuída em alguns rumores à covid-19.

“É com grande pesar que lhes informo que hoje, 17 de março de 2021, às 18h (12h no horário de Brasília), perdemos nosso líder, o presidente da Tanzânia, John Pombe Magufuli”, declarou Hassan.

Magufuli, que segundo a vice-presidente tinha problemas cardíacos há 10 anos, apareceu pela última vez em público em 27 de fevereiro, e os boatos se espalharam. Ela afirmou que o presidente morreu no hospital Emilio Mzena, um estabelecimento federal na capital Dar es Salam, onde estava sendo tratado.

Há uma semana, o líder da oposição Tundi Lissu, que vive exilado na Bélgica, se juntou a outros que questionavam a ausência do presidente, dizendo que seria uma forma severa da covid-19, agravada por problemas de saúde.

Na segunda-feira, a própria Hassan tinha dito que a população deveria ignorar os rumores, afirmando que o presidente estava doente, mas sem especificar a doença. “Se tem um momento que devemos estar unidos, é agora”, pediu ela.

Reeleito em outubro de 2020, Magufuli, apelidado de “Trator”, chegou ao poder em 2015 prometendo lutar contra a corrupção.

Mas seu primeiro mandato foi marcado, segundo muitas organizações de direitos humanos, por uma tendência autoritária, reiterados ataques contra a oposição, e o retrocesso das liberdades fundamentais.

Em fevereiro, Tanzânia, que Magufuli disse ter sido “libertada” da covid-19 graças a orações, experimentou uma onda de mortes, atribuídas oficialmente a pneumonia.

Personalidades de destaque foram afetadas, como o vice-presidente do arquipélago de Zanzibar, Seif Sharif Hamad, que morreu. Após isso, Magufuli se viu forçado a admitir a presença do vírus na Tanzânia à imprensa.

Fonte: R7

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DIREITO-JUSTIÇA: OACB PASSARÁ A RECEBER DENÚNCIAS DE OFENSAS CONTRA O PRESIDENTE, FAMILIARES E INTEGRANTES DO GOVERNO FEDERAL

Tem que deixar o governo trabalhar”, clama presidente da Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil (veja o vídeo)

Fotomontagem: Geraldo BarralFotomontagem: Geraldo Barral

Indignada com os ataques contínuos que o presidente Bolsonaro recebe da imprensa militante e da extrema esquerda, a Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil (OACB) postou nas redes sociais que a entidade passaria a receber denúncias de ofensas ao presidente, a familiares do chefe do Executivo ou a integrantes do governo federal, seja por parte de políticos, artistas, professores ou qualquer um, e abriria processo contra os agressores.

A iniciativa da entidade ganhou repercussão e Geraldo Barral, presidente da OACB, revelou que houve até uma tentativa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de ‘intimidar o grupo’.

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, Barral falou sobre a necessidade dos conservadores reagirem.

“Esse povo tem que deixar o governo trabalhar, não é possível que todo dia se crie uma celeuma sobre alguma coisa que se disse, e não estão dando importância ao que tem sido feito, aos fatos concretos do governo, mas estão preocupados em sabotar o governo, essa que é a verdade. Então, todas essas pessoas que cometerem crimes, e não apenas críticas, podem, sim, vir a serem processadas”, ressaltou.

Confira:

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PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA ACEITOU O CONVITE DE BOLSONARO PARA OCUPAR O MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

Marcelo Queiroga aceita convite para assumir o Ministério da Saúde

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia aceitou o convite para ser o quarto ministro da pasta no governo Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 15 de março de 2021 às 21:09

Marcelo Queiroga aceita convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para ocupar o Ministério da Saúde.

Marcelo Queiroga deixou o gabinete presidencial por volta das 18h30 desta segunda-feira e aceitou o convite. O presidente Jair Bolsonaro confirmou ao repórter da CNN Leandro Magalhães a escolha do novo ministro.

A apoiadores, Bolsonaro falou sobre a escolha. “A conversa foi excelente, já conhecia há alguns anos, então não é uma pessoa que eu tomei conhecimento há poucos dias. Tem tudo, no meu entender, para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento a tudo que o Pazuello fez até hoje.”

“Marcelo Queiroga é também gestor, mas muito mais entendido na questão de saúde, vai fazer outros programas que interessem cada vez mais para nós diminuirmos o número de pessoas que vierem a óbito em razão dessa doença, que abalou o mundo todo”, prosseguiu o presidente.

A ideia é publicar a nomeação no Diário Oficial da União desta terça-feira (16). Segundo Bolsonaro, a transição da gestão do atual ministro, o general Eduardo Pazuello, deve durar uma ou duas semanas.

Marcelo Queiroga é o quarto nome a ser indicado ministro da Saúde no governo Bolsonaro. Antes de Eduardo Pazuello, a pasta foi ocupada pelo ortopedista e ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) e pelo oncologista Nelson Teich.

 

Fonte: CNN
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MILITARES ACONSELHARAM O PRESIDENTE BOLSONARO A NÃO IR PARA O CONFRONTO COM GOVERNADORES E A BUSCAR UMA AGENDA POSITIVA NA SAÚDE

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 03 de março de 2021 às 20:11

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva | EXPRESSO CNN - YouTube
Militares aconselharam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a desistir de fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a não ir para o confronto com governadores e a buscar uma agenda positiva na saúde, no momento em que o país vive sua pior fase na pandemia.

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas.

Ele disse, por exemplo, que “não quer culpar ninguém” e que iria conversar com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a demanda por mais recursos que os governadores apresentaram em reunião na terça-feira (2) com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Em outra frente, seguindo essa linha, o Palácio do Planalto orientou o Ministério da Saúde a destravar as negociações com as farmacêuticas. Logo pela manhã, Pazuello se reuniu com o secretário-executivo Helcio Franco e o orientou a retomar as tratativas, especialmente com a Pfizer.

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O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO E O MINISTRO DA COMUNICAÇÃO, FÁBIO FARIA, CITAM EM REDES SOCIAIS REPASSES DO GEVERNO FEDERAL AOS ESTADOS PARA A SAÚDE

Bolsonaro e Faria citam repasses federais para saúde em meio à lotação de UTIs

Postagens em redes sociais dão a entender que o governo federal destina boa parte do orçamento para saúde e, de fato, o faz, pois é obrigatório

Natália Flach, da CNN

Atualizado 28 de fevereiro de 2021 às 19:25

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do PlanaltoPresidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do PlanaltoFoto: Adriano Machado/Reuters (12.jan.2021)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e o ministro da Comunicação, Fábio Faria (PSD-RN), escreveram em suas redes sociais que o governo federal destinou cerca de R$ 600 bilhões para os estados investirem na área de saúde no ano passado (confira abaixo). Eles também citaram os valores indiretos de ajuda aos estados, que inclui a suspensão e a renegociação de dívidas (auxílio emergencial), que somaram ao redor de R$ 294 bilhões em 2020.

São Paulo foi o estado que mais recebeu: R$ 135 bilhões em repasse obrigatório e R$ 55,19 em auxílio. O segundo estado foi Minas Gerais, com R$ 81,4 bilhões obrigatórios e R$ 26,9 bilhões em auxílio. O terceiro da lista é o estado do Rio de Janeiro, que recebeu R$ 76 bilhões em repasses e R$ 24,94 bilhões em auxílio.

Entre os estados que menos receberam recursos estão o Acre, com R$ 6,8 bilhões de repasses e R$ 1,38 bilhão em auxílio, e Roraima, com R$ 5,1 bilhões em repasses obrigatórios e R$ 1,04 bilhão de auxílio. Veja a lista completa de repasses no final do texto.

Repasse obrigatório

Os tuítes do presidente e do ministro, feitos a partir de dados do Portal da Transparência, Localiza SUS e Senado Federal, mostram que o governo federal destina boa parte do orçamento para os estados e, mais especificamente, para a saúde.

Esse repasse de verbas para saúde — assim como os para educação — é obrigatório. Para 2021, estima-se que sejam destinados R$ 123,8 bilhões para a saúde e R$ 55,6 bilhões para educação.

Aliás, a obrigatoriedade desses gastos mínimos em saúde e educação esteve a ponto de ser revisada no Congresso, que deve debater a PEC Emergencial nesta quarta-feira (3). No entanto, o relator da PEC no Senado, Márcio Bittar (MDB-AC), admitiu à CNN que voltou atrás, após perceber que a maioria dos senadores é contrária à medida. Se a PEC for aprovada, é possível que o auxílio emergencial seja retomado neste ano.

Leitos de UTIs no Brasil

As postagens do presidente e do ministro foram feitas em meio à superlotação em vários hospitais em todo o país. O estado de São Paulo, por exemplo, registrou no sábado (27) recorde de internações, com 15.517 pessoas hospitalizadas. Dessas, 8.506 foram em leitos de enfermaria e 7.011 em leitos de unidade de terapia intensiva (UTI).

Até por isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou neste domingo (28) o pedido de São Paulo, Maranhão e Bahia para o Ministério da Saúde volte a financiar leitos de UTIs destinados a pacientes com Covid-19. O aval foi dado pela ministra do STF Rosa Weber, que acolheu o pedido feito pelas procuradorias dos estados.

Segundo o governo de São Paulo, o Ministério da Saúde chegou a custear um total de 3.822 leitos de UTI em São Paulo no decorrer da pandemia, mas reduziu esse financiamento e “passou a subsidiar o funcionamento de apenas 564 leitos em 2021”, informou em nota. O governo estadual diz que, com a decisão, o Ministério da Saúde terá que arcar com um total de 3.258 leitos de UTI no estado. De acordo com a Procuradoria-Geral paulista, a decisão do STF “é uma grande vitória para o Estado de São Paulo”.

O governo da Bahia também afirmou que o número de leitos custeados pela União vinha sendo reduzido nos últimos meses e que solicitou a habilitação imediata de 462 leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. Porém, as habilitações não teriam sido aprovadas pelo Ministério da Saúde.

Nas redes sociais, o governador Flávio Dino também comemorou a decisão. “STF deferiu liminar determinando ao Ministério da Saúde repasses financeiros relativos a leitos de UTI no Maranhão. Ou seja, fica evidenciado que não se cuida de um ‘favor’, e sim de um direito dos estados e um dever do governo federal, segundo a Constituição e legislação do SUS.”

AcreRepasse de recursos do Governo Federal para o AcreFoto: Secom / Reprodução

Alagoas Repasse de recursos do Governo Federal para o AlagoasFoto: Secom / Reprodução

Secom / ReproduçãoRepasse de recursos do Governo Federal para o AmapáFoto: Amapá

AmazonasRepasse de recursos do Governo Federal para o AmazonasFoto: Secom / Reprodução

BahiaRepasse de recursos do Governo Federal para BahiaFoto: Secom / Reprodução

CearáRepasse de recursos do Governo Federal para o CearáFoto: Secom / Reprodução

Distrito FederalRepasse de recursos do Governo Federal para o Distrito FederalFoto: Secom / Reprodução

Espírito SantoRepasse de recursos do Governo Federal para o Espírito SantoFoto: Secom / Reprodução

GoiásRepasse de recursos do Governo Federal para o GoiásFoto: Secom / Reprodução

MaranhãoRepasse de recursos do goverrno Federal para o MaranhãoFoto: Secom / Reprodução

Mato GrossoRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato GrossoFoto: Secom / Reprodução

Mato GrossoRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato GrossoFoto: Secom / Reprodução

Mato Grosso do SulRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato Grosso do SulFoto: Secom / Reprodução

Minas GeraisRepasse de recursos do Governo Federal para Minas GeraisFoto: Secom / Reprodução

ParáRepasse de recursos do Governo Federal para o ParáFoto: Secom / Reprodução

ParaíbaRepasse de recursos do Governo Federal para ParaíbaFoto: Secom / Reprodução

ParanáRepasse de recursos do Governo Federal para o ParanáFoto: Secom / Reprodução

PernambucoRepasse de recursos do Governo Federal para PernambucoFoto: Secom / Reprodução

PiauíRepasse de recursos do Governo Federal para o PiauíFoto: Secom / Reprodução

Rio de JaneiroRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio de JaneiroFoto: Secom / Reprodução

Rio Grande do NorteRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio Grande do NorteFoto: Secom / Reprodução

RondôniaRepasse de recursos do Governo Federal para o RondôniaFoto: Secom / Reprodução

RoraimaRepasse de recursos do Governo Federal para o RoraimaFoto: Secom / Reprodução

Santa CatarinaRepasse de recursos do Governo Federal para Santa CatarinaFoto: Secom / Reprodução

Rio Grande do SulRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio Grande do SulFoto: Secom / Reprodução

São PauloRepasse de recursos do Governo Federal para São PauloFoto: Secom / Reprodução

SergipeRepasse de recursos do Governo Federal para SergipeFoto: Secom / Reprodução

TocantinsRepasse de recursos do Governo Federal para o TocantinsFoto: Secom / Reprodução

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: POLÍTICA COM HUMOR INTELIGENTE SÓ COM BÁRBARA

Como já falei aqui antes adoro a forma como a Bárbara lida com os fatos políticos, com muito humor e inteligência, desnudando os fatos de uma forma de fácil entendimento para qualquer um. Também já falei para ficar claro que concordo com o pensamento de direita liberal dela. porém quando se trata de Sergio Moro divirjo diametralmente dela, pois é onde ela expõe, sem querer, a sua parcialidade política ao deixar muito claro a sua obsessão, o seu amor incondicional por Bolsonaro, mostrando que a única pessoa que ela teme derrotar o nosso presidente nas urnas em 2022 é o próprio Moro e por isso fica provocando o mesmo a se expor na mídia para desgastar a sua imagem e derreter a sua popularidade, cujas últimas pesquisas eleitorais mostram os dois tecnicamente empatados.

Bem, feitos os devidos esclarecimentos convido você a assistir o último vídeo do TE ATUALIZEI dessa talentosa youtuber Bárbara!

Fonte:

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POLÍTICA: A PEÇA “PRECISAMOS MATAR O PRESIDENTE” É LIBERDADE DE EXPRESSÃO OU AMEAÇA À INTEGRIDADE FÍSICA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

Aberração: Grupo teatral carioca estreia, em março, peça “Precisamos matar o presidente”

FotomontagemFotomontagem

André Porciúncula, Secretário Nacional de Fomento à Cultura do Governo Federal, usou as redes sociais para denunciar uma peça teatral que mais parece um convite para matar o presidente Jair Bolsonaro.

A peça que alguns chamam de “liberdade de expressão e trabalho artístico” poderia ser enquadrada como grave ameaça à integridade física do presidente da República.

“Eis o tipo de “peça” que uma elite militante doentia (agora, desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura, nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos à cultura a sanidade dos valores do homem comum”, disparou o secretário.

O “espetáculo” é de um tal grupo carioca chamado “Blabonga Cia Teatral” e disseram que vão explorar as “possibilidades” de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06/03, pela plataforma Doity, a peça “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

Porto, em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro, tentou justificar o surgimento da “brilhante” ideia:

“O espetáculo, assim como qualquer outra arte, nasce de uma necessidade… A pandemia acabou unindo todas essas necessidades… Somada à necessidade, surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado. Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro”, divaga Porto.

Apesar de tentar despistar, o fato é que a peça estimula, sim, agressões contra o presidente Jair Bolsonaro e a família dele.

Meu Deus, aonde vamos parar?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EM COLETIVA DE IMPRENSA E TOM DE DESPEDIDA PRESIDENTE DA PETROBRAS EXALTA RESULTADOS E DIZ QUE FRASE NA CAMISA NÃO É INDIRETA AO GOVERNO

Em tom de despedida, presidente da Petrobras exalta resultados e explica camisa

Roberto Castello Branco afirma que ‘mind the gap’, expressão que significa ‘cuidado com o buraco’, é slogan interno e não indireta ao governo Bolsonaro

Iuri Corsini e Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 25 de fevereiro de 2021 às 20:46

Em tom de despedida, presidente da Petrobras exalta resultados e explica camisa

Em vias de deixar o comando da Petrobras, presidente da estatal, Roberto Castello Branco, realizou coletiva virtual na tarde desta quinta-feira (25) com a participação da imprensa.

Castello Branco voltou a usar a camisa

com a frase “Mind The Gap” – estava com ela numa live pela manhã –, elencou os feitos nos últimos dois anos à frente da Petrobras e afirmou que deixará a estatal maior  do que quando entrou.

Sobre a frase em sua camisa, ele disse não ter sido uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro ou ao governo federal, mas um slogan interno usado em 2020.

Castello Branco citou o “ambiente extremamente desafiador” causado pela pandemia e também pelo enorme impacto negativo sobre a indústria de petróleo em termos globais. O presidente ressaltou que a Petrobras foi “a única empresa grande de petróleo a aumentar a geração de caixa mesmo com preços médios abaixo em relação a 2019”.

“Nos comprometemos a promover uma recuperação em J. Ou seja, sair da crise melhor do que começamos. Fomos a única empresa grande de petróleo a aumentar a geração de caixa mesmo com o preço médio de petróleo menor do que em 2019. Nosso fluxo de caixa livre foi o maior de todos entre as grandes empresas de petróleo, embora sejamos uma empresa estatal sujeita a uma série de restrições e menor do que as outras.”, afirmou.

O ainda mandatário da Petrobras também citou a economia feita com a implantação do home office, medida criticada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Castello Branco afirmou que a estatal teve o menor custo administrativo dos últimos 10 anos, devido às economias aplicadas por conta do regime de teletrabalho.

De acordo com ele, essas economias consistem na redução de custos com vale transporte, vale refeição, energia, locação de salas de escritórios que foram cortados em decorrência do trabalho à distância.

Porém, apesar dos últimos números positivos, o lucro final foi pequeno, já que os três últimos trimestres fecharam no vermelho. Apesar do lucro recorde do quarto trimestre de 2020, que fechou em R$ 59,9 bilhões, o lucro final foi de R$ 7,1 bilhões. Esse resultado equivale a uma queda de 82% em relação ao resultado de 2019.

Mind The Gap

O presidente demissionário da Petrobras seguiu com a camisa que usou em conferência virtual realizada na manhã de hoje junto ao mercado, com os dizeres “Mind The Gap”. A frase gerou certa polêmica, pois muitos a interpretaram como uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro e sua política em relação à estatal.

Castello Branco negou ter sido um recado ao presidente ou ao governo federal. Segundo ele, este é um slogan de campanha já estabelecido, que tem o intuito de incentivar a companhia a sempre diminuir a diferença de performance entre a Petrobras e outras empresas internacionais do ramo.

“Pedimos emprestado o slogan do metrô de Londres. Este foi o nome que batizamos para nosso plano estratégico em 2020. Usualmente se tende a ter uma visão interna. Ou seja, comparar sua performance consigo mesmo em relação a anos anteriores. Dessa vez, decidimos nos comparar com o que há de melhor externamente e ter compromisso em fechar a diferença de performance que nos separavam das maiores companhias do mundo e que tinham melhores números que o nosso. O ‘Mind The Gap’ representa isso”, explicou ele.

O mandato de Castello Branco à frente da companhia vai até 20 de março, quando deverá ser substituído por Joaquim Silva e Luna, após decisão do presidente Jair Bolsonaro.

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PRESIDENTE DO INEP, ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO ENEM É EXONERADO DO CARGO

Alexandre Lopes é exonerado da presidência do Inep, órgão responsável pelo Enem

Ato publicado no Diário Oficial da União durante a madrugada, assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, exonera Lopes, desde 2019 à frente do Inep

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de fevereiro de 2021 às 04:00

Presidente do Inep Alexandre Lopes fala sobre segurança na aplicação do EnemAlexandre Lopes na presidência do Inep (16.jan.2021)Foto: Reprodução / CNN

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (26), Alexandre Ribeiro Ferreira Lopes foi exonerado da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

A exoneração foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto. Não há, no ato, a nomeação de um substituto.

Na mesma edição, foi publicada a exoneração do chefe de gabinete da presidência do órgão, Marcelo Silva Pontes, em portaria assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Servidor público federal, Alexandre Lopes, é analista de comércio exterior desde 1999. É graduado em Engenharia Química, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e em Direito, pela Universidade de Brasília (UnB). Assumiu a presidência do Inep em 20 de maio de 2019.

Após adiamento em virtude da pandemia, o Enem de 2020 começou a ser aplicado em janeiro de 2021, com recordes de abstenções.

O exame, que teve novidades como a implementação do Enem Digital, foi mantido no início do 2021 em meio a pedidos para que as provas fossem novamente postergadas.

Fonte: CNN

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EM MEIO AO ESCÂNDALO DA VACINAÇÃO, PRESIDENTE DA ARGENTINA DIZ QUE RECEBEU DOSE PARA DEMONSTRAR A POPULAÇÃO QUE O IMUNIZANTE É CONFIÁVEL

Fernández reclama de escândalo da ‘vacinação VIP’ na Argentina

Presidente diz que já demitiu o ministro da Saúde e afirma que recebeu a vacina russa para provar sua segurança

INTERNACIONAL

 Do R7

Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação

JOSÉ MENDEZ / EFE – 23.2.2021

Em meio a uma visita oficial ao México, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, criticou de maneira dura as denúncias sobre um suposto esquema de “vacinação VIP”, montado no Ministério da Saúde, que destinaria doses de imunizantes contra a covid-19 para políticos e aliados.

Na semana passada, o presidente pediu para que o ministro da Saúde, Ginés González García, entregasse o cargo depois que um jornalista admitiu que havia sido vacinado mesmo sem pertencer a grupos prioritários, após tratar com o ministro.

“Queria que a Argentina funcionasse de outro modo. Claramente, quando fiquei sabendo do que aconteceu, reagi e perdi um ministro. Li que fizeram uma denúncia, O fato foi suficientemente grave para que um ministro como Ginés deixasse seu cargo, mas precisamos terminar com a palhaçada. Peço aos promotores e juízes que façam o que for necessário”, disse Fernández.

“Não existe esse delito”

O presidente acrescentou ainda: “não existe nenhum tipo penal na Argentina que diga ‘será castigado aquele que vacina outro que se adiantou na fila’. Não existe esse delito e não se pode criar delitos de graça”.

Fernández também criticou o fato de ter sido colocado, junto com outros políticos, como beneficiado pela “vacinação VIP”, por ter sido vacinado no fim de janeiro.

“A imprensa argentina me coloca entre os que receberam a vacina indevidamente, mas precisei entrar na campanha porque esses mesmos veículos diziam que não era possível confiar na vacina russa e tive que fazer pela confiança das pessoas. Pelo mesmo motivo Cristina (Kirchner, vice-presidente) foi vacinada, Axel (Kiciloff, governador de Buenos Aire) e muitos governadores, vários dos quais são da oposição”, explicou. 

Segundo o presidente, cerca de 70 pessoas foram vacinadas no país no que ele chamou de “circunstâncias irregulares”, mas algumas delas foram escolhidas por questões estratégicas.

“Nessas listas, aparecem pessoas que devem se vacinar pelas funções que desempenham. Por exemplo, vacinamos o ministro da Economia (Martín Guzmán) e alguns de sua equipe porque eles vão fazer visitas aos países do G7”, disse.

Na lista divulgada pelo governo, além da equipe de Guzmán, alguns com menos de 40 anos, aparece o fotógrafo presidencial Estebán Colazzo, de 33, parentes de políticos e alguns jornalistas.

Fonte: R7

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OPINIÃO: ESPELHANDO-SE NOS EXEMPLOS DO STF E SE ACHANDO AUTORIDADE ABSOLUTA, JUIZ FEDERAL DEU 72 HORAS PARA O PRESIDENTE EXPLICAR TROCA DE COMANDO DA PETROBRÁS

Todas as respostas para o juiz de 1ª instância que quer explicações do presidente sobre a troca no comando da Petrobras

O Juiz Federal André Prado de Vasconcelos, da 7ª Vara Federal de Minas Gerais, espelhando-se nos exemplos do STF e achando-se autoridade absoluta, deu um prazo de 72 horas para a maior autoridade do país, o Presidente da República, “explicar” por que é que trocou o comando da Petrobrás.

Não sou porta-voz do Presidente, mas ele não precisa explicar nada. Deixa que eu explico.

Primeiro, senhor Juiz, porque ele quis e ninguém tem nada a ver com isso, muito menos o senhor. Se está faltando trabalho na vara federal em que o senhor trabalha, a ponto de sobrar tempo para pedir que uma autoridade do Executivo “se explique”, então precisamos rever o seu salário.

Segundo, senhor Juiz, ele o fez porque essa é uma atribuição exclusiva do Presidente da República, e que, por estar escrito na Constituição Federal (o senhor conhece? É um livrinho! Eu recomendo a leitura!) ele não precisa dar explicações a ninguém, muito menos a um Juiz de primeira instância.

Terceiro, senhor, juiz, não há ato ilícito algum para ser questionado, arguido, explicado ou interrogado. A preocupação deveria ser com os que roubam o país e não com aqueles que querem impedir o roubo, o senhor não acha?

Quarto, se cada Juiz do Brasil resolver “questionar” os atos executivos do Presidente da República, e o Presidente perder seu tempo tendo que “se explicar”, o país vai se tornar ingovernável. Tá certo que a justiça é lenta, não anda, juiz tem férias duas vezes por ano, muitos acumulam processos e muitos crimes prescrevem por falta de julgamento… Mas nós não queremos isso para o executivo causado por falta de tempo para trabalhar, por ter que ficar se explicando, não é mesmo?

Quinto, senhor Juiz, embora alguns juízes achem que no Brasil a pulga manda no cachorro, as coisas não funcionam assim. Pulgas continuam sendo pulgas e devem ter consciência do quão minúsculas e insignificantes elas são perto dos cachorros.

Presidente… Se há alguém para quem o senhor realmente deve explicações dos seus atos, é para os milhões de brasileiros que votaram no senhor. O resto que leia a Constituição ou entenda pelos jornais.

Foto de Marcelo Rates Quaranta

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CRISE POLÍTICA NO HAITI VEM GANHANDO NOVOS CONTORNOS APÓS O PRESIDENTE SE RECUSAR A DEIXAR O PODER

Haiti: entenda a crise política que o país está enfrentando

Presidente Moïse alega que seu mandato vai até 2022, enquanto Judiciário e Legislativo afirmam que acaba neste ano

INTERNACIONAL

João Melo, Do R7*

Protestos no país tiveram início no dia 7 de fevereiro

REUTERS/JEANTY JUNIOR
O Haiti vive uma crise política que vem ganhando novos contornos nas últimas semanas, quando o presidente Jovenel Moïse se recusou a deixar o poder no dia 7 de fevereiro.

Moïse alega que o seu mandato deve terminar somente em fevereiro de 2022, afirmando que o primeiro ano, dos cinco que devem ser cumpridos, teve o cargo ocupado por um presidente interino. Ele usa como base o artigo 134-1 da Constituição haitiana, que afirma que o tempo de mandato deve ser contado a partir do momento que o político assume o cargo, que no seu caso foi em 2017.

Contudo, a sociedade civil e a oposição política afirmam que durante o mandato do presidente interino, em 2016, os cinco anos de Moïse no poder já estavam sendo contabilizados. Pois, de acordo com a emenda constitucional 134-2, de 2011, o mandato de um presidente começa a valer após anunciado o resultado das eleições, o que aconteceu em 2016.

De acordo com Fernando Romero Wimer, professor do curso de Relações Internacionais e Integração da UNILA (Universidade Federrelacionado a uma situação atual, à continuidade, ou não, de Moïse no poder. E o outro se relaciona a uma situação conjuntural, que tem a ver com acusações de golpes e fraude eleitoral das eleições realizadas no final de 2016”, afirma Fernando Romero.

Manifestações e prisões

No dia 6 de fevereiro, o Conselho Superior do Poder Judiciário do Haiti confirmou que o mandato de Moïse deveria acabar no dia 7 de fevereiro deste ano, afirmando que a soberania da lei deve ser aplicada a todos os atores políticos, inclusive ao presidente.

No dia seguinte, manifestações lideradas pela população, igrejas locais e organizações de direitos humanos tomaram conta das ruas do país pedindo a renúncia de Moïse. Isso gerou uma onda de violência e de repressão aos manifestantes liderada por militares que apoiam o atual presidente.Leia mais: Idosa de 90 anos caminha 10 km na neve para receber vacina nos EUA

No mesmo dia, o presidente alegou que sofreu uma tentativa de golpe de Estado e também de assassinato, e prendeu cerca de 20 pessoas sob a acusação de complô. Entre os presos estava o juiz Yvickel Dabrésil, que faz parte da Suprema Corte do Haiti, e está entre os representantes do poder Judiciário que poderia assumir como presidente provisório caso Moïse deixe a presidência.

Yvickel foi liberado no dia 11 de fevereiro após muita pressão da sociedade civil e da comunidade de juízes do Haiti. Porém, ele foi aposentado pelo presidente da República, mesmo sem ter concluído seu mandato de 10 anos na Suprema Corte.

No último domingo (14), novos protestos foram realizados em Porto Príncipe, capital do país, e novamente os manifestantes e jornalistas presentes para cobrir as passeatas foram reprimidos pelas forças armadas comandadas por Moïse.

“Há uma forte ameaça à liberdade de expressão e ao direito à informação no país”, afirma Handerson Joseph, professor de antropologia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Segundo Joseph, haitiano naturalizado brasileiro, as mobilizações populares no país caribenho vêm acontecendo há algum tempo.

“Em 2019, ocorreram manifestações de grupos políticos, sociais e religiosos haitianos. Eles lutaram contra diversos fatores: corrupção, inflação de aproximadamente 20%, aumento desenfreado do preço da gasolina e dos alimentos, desvalorização da moeda haitiana (gourdes) em relação ao dólar americano e desvalorização do salário mínimo”, destaca Joseph.

O professor de Relações Internacionais da UNILA entende que a crise no Haiti vai além dos impasses políticos. “Economicamente, o país é o mais pobre da América Latina com queda do PIB de quase 4% em 2020. Socialmente, 14% da população economicamente ativa está desempregada e a insuficiência alimentar pune quase um terço dos 11 milhões de habitantes”, afirma.

Diante destes problemas e incertezas relacionadas à continuidade do poder, Moïse governa através de decretos desde janeiro de 2020, uma vez que o parlamento foi dissolvido por ele com o intuito de que não fossem realizadas eleições em outubro do ano passado.

O presidente também está engajado em fazer uma reforma constitucional no país. Ele marcou um referendo para o dia 25 de abril para realizar alterações na Carta Magna haitiana, com o objetivo de legalizar a reeleição presidencial e convocar eleições para setembro deste ano.

Interferência Internacional

Em comunicado divulgado no dia 9 de fevereiro, a OEA (Organização dos Estados Americanos), declarou apoio à continuidade de Moïse no poder até fevereiro do ano que vem.

“A Secretaria-Geral da OEA renova seu apoio ao processo eleitoral como a única opção consistente com a Carta Democrática para substituir o atual Presidente constitucional em 7 de fevereiro de 2022”, afirmou a entidade.

Durante entrevista coletiva realizada em 5 de fevereiro, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA,  Ned Price, também apoiou ao atual presidente haitiano. “De acordo com a posição da OEA sobre a necessidade de prosseguir com a transferência democrática do poder executivo, um novo presidente eleito deve suceder ao Moïse quando seu mandato terminar em 7 de fevereiro de 2022”.

Joseph, entretanto, questiona a interferência de órgãos internacionais na política do Haiti. De acordo com o antropólogo, a opinião da população haitiana perde cada vez mais força por conta da influência de autoridades estrangeiras no país.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DA ARGENTINA PEDIU A DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE EM MEIO A POLÊMICA SOBRE AUTORIZAÇÃO DE VACINA EM JORNALISTA

Presidente da Argentina pede saída do ministro da Saúde

Jornalista teria recebido autorização do titular da pasta para ser vacinado sem respeitar o protocolo seguido pela população

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pediu nesta sexta-feira (19) a demissão do ministro da Saúde, Ginés González García, em meio à polêmica desencadeada por um jornalista próximo ao partido governista, que revelou ter sido vacinado contra a covid-19 depois de ter pedido ao titular da pasta, sem respeitar o protocolo seguido para a população em geral.Segundo fontes oficiais consultadas pela Agência Efe, o presidente deu a indicação ao chefe de gabinete, Santiago Cafiero, para pedir a saída do ministro, que por enquanto não falou publicamente sobre o assunto.

“Telefonei para meu velho amigo Gines González García, que conheço desde muito antes dele ser ministro, e ele me disse que eu tinha que ir ao Hospital Posadas. Quando eu estava para ir, recebi uma mensagem de seu secretário, que me disse que uma equipe de vacinadores do Posadas estava vindo para o Ministério, e para ir ao Ministério para me dar a vacina”, declarou o jornalista Horacio Verbitsky, de 79 anos, à estação de rádio “El Destape”.

Nas últimas horas, vários meios de comunicação locais divulgaram que outros rostos próximos ao governo teriam acesso à vacina de forma preferencial, mas nenhum deles confirmou a informação.

As declarações de Verbitsky, feitas esta manhã, vieram apenas um dia depois que a província de Buenos Aires, onde está localizado o referido hospital, foi a primeira a implantar a operação de vacinação contra o coronavírus para os maiores de 70 anos. A campanha começou após mais de um mês e meio em que apenas os funcionários da área da saúde foram imunizados em todo o país.

Em sua juventude, o jornalista foi militante na guerrilha Montoneros (esquerda peronista), tem uma longa carreira na mídia e atualmente é presidente do Centro de Estudos Jurídicos e Sociais. Ele admitiu hoje que há alguns meses disse que “preferia esperar um pouco” antes de ser vacinado, e ver “que efeitos colaterais poderia haver”.

“Eu não tinha pressa de me vacinar. Bem, ontem eu recebi a vacina. Decidi me vacinar”, afirmou ele, para revelar que pediu a González García, chefe da Saúde desde a chegada de Fernández ao poder, em dezembro de 2019, e que já havia ocupado o cargo durante o governo de Néstor Kirchner.

Até agora, a Argentina – que tem cerca de 45 milhões de habitantes, dos quais cerca de 7,2 milhões têm mais de 60 anos – recebeu 1,22 milhão de doses da vacina russa Sputnik V, longe dos 5 milhões inicialmente previstos para janeiro e dos 14,7 milhões assinados para fevereiro.

Também nesta semana, 580 mil doses do imunizante desenvolvido pelo Instituto Serum, na Índia, chegaram ao país vizinho, graças à transferência de tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Enquanto em outras cidades da província de Buenos Aires já começou a campanha em idosos, que devem se inscrever previamente em um site para ter acesso à vacinação, a capital, governada pela oposição ao governo nacional, por enquanto só abriu o registro online para aqueles com mais de 80 anos.

Fonte: R7
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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PLANEJA CORTES DRÁSTICOS NAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

EUA voltam oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa

GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nesta sexta-feira (19), revigorando a luta global contra a mudança climática enquanto o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Cientistas e diplomatas estrangeiros saudaram a volta dos EUA ao tratado, que se tornou oficial 30 dias depois de seu presidente, Joe Biden, ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump adotou a ação, alegando que uma ação climática seria cara demais.

O enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais nesta sexta-feira para assinalar a volta dos EUA, aparecendo com os embaixadores do Reino Unido e da Itália, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Kerry e a conselheiro climática doméstica de Biden, Gina McCarthy, estão elaborando novos regulamentos e incentivos com o objetivo de acelerar a produção de energia limpa e a transição dos combustíveis fósseis.

Estas medidas formarão a espinha dorsal da próxima meta de redução de emissões de Washington, ou Contribuição Determinada Nacionalmente, anunciada antes de uma cúpula climática global de líderes que Biden presidirá em 22 de abril. A próxima conferência climática da ONU acontece em Glasgow em novembro.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

Apesar do entusiasmo com a volta dos EUA às negociações mundiais, negociadores climáticos dizem que o caminho à frente não será fácil. As metas climáticas de Biden enfrentam desafios políticos nos EUA, a oposição de empresas de combustíveis fósseis e alguma preocupação de líderes estrangeiros com o vaivém norte-americano nas diretrizes para o clima.

Fonte: R7

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ECONOMIA: IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE BICICLETAS SERÁ REDUZIDO, SEGUNDO ANUNCIOU O PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro anuncia redução no imposto de importação de bicicletas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite dessa quarta-feira (17) que o governo vai reduzir de 35% para 20% a alíquota do imposto de importação de bicicletas no Brasil até o final do ano. Em uma postagem nas redes sociais, em que aparece andando de bicicleta, o presidente escreveu que a medida foi uma decisão da Câmara de Comércio Exetior (Camex), do Ministério da Economia, e será publicada na edição de amanhã (18) do Diário Oficial da União (DOU).

“Atualmente o Imposto é de 35%. A CAMEX deliberou por diminuí-lo. Publicará no DOU de amanhã: para 30% em março/21; para 25% em julho/21; e para 20% em dezembro/21”, postou Bolsonaro.

Fonte: Blog do BG

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EM REUNIÃO DO FORUM DOS GOVERNADORES, FÁTIMA BEZERRA PEDE AO PRESIDENTE DO SENADO PRIORIDADE PARA MAIOR OFERTA DE VACINA

Governadora pede ao presidente do Senado prioridade para maior oferta de vacina

14 fev 2021

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Ampliação da oferta de vacinas e maior rapidez no fornecimento aos estados, a liberação de recursos para ampliar a assistência pública de saúde, incluindo a aquisição de insumos, e o retorno do auxílio emergencial. Estas foram as prioridades sugeridas pela governadora do Rio Grande do Norte, professora Fátima Bezerra, ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para integrar a  pauta do Congresso Nacional neste início de ano.

Fátima Bezerra fez as solicitações na reunião virtual do Fórum dos Governadores do Brasil, na manhã desta sexta-feira (12). “O Brasil demorou a iniciar a vacinação e o faz de forma lenta. Neste momento, a pandemia recrudesce e precisamos acelerar a vacinação. Ainda estamos em parte da vacinação dos idosos e não chegamos ainda à faixa dos 80 anos. E eles são os mais vulneráveis. É preciso também incluir os profissionais da educação como grupo prioritário para que possamos retornar às atividades presenciais, até porque os alunos estão há um ano em atividade remota e isso gera prejuízos que aprofundam as desigualdades sociais”, argumentou a governadora.

Fátima também solicitou a intervenção do presidente do Senado para que o Ministério da Saúde defina um calendário de entrega de vacinas com maior quantidade de doses. “Precisamos acelerar o Plano Nacional de Imunização. Os prazos anunciados não foram cumpridos”, afirmou para citar que apenas 2% da população brasileira foi vacinada até agora. A chefe do Executivo estadual registrou também que a Lei que instituiu calamidade pública devido à pandemia da Covid-19 expirou em 2020. “Mas a pandemia não acabou, continuamos perdendo vidas. Há 15 dias solicitamos uma reunião com o Ministério da Saúde e esta reunião ainda não aconteceu”, disse, para em seguida externar sua confiança no desempenho de Rodrigo Pacheco como presidente do Senado.

O coordenador do Fórum dos Governadores, Wellington  Dias, do Piauí, destacou que a Covid-19 demanda rede extra de leitos e de profissionais de saúde, o que exige mais investimentos.  Ao pedir o apoio do presidente do Senado junto ao Governo Federal, Dias lembrou a redução, em 2021, do orçamento da Saúde: “o que gera problema crítico aos estados”. Lembrou também que o Ministério da Saúde não cumpriu o calendário inicial de entregar 15 milhões de doses da vacina em janeiro, e sugeriu contatos com os laboratórios para aquisição de maior quantidade de doses, bem como para o fornecimento de IFAs que gerem a produção de vacinas no Brasil.

A fim de mensurar a importância da vacinação, Dias disse que, com 50% da população vacinada, o percentual de internações cai 60%. Também apontou a definição de critérios padronizados em todo o país para compras de itens destinados à saúde pública. “O problema hoje é grave, deve ampliar em março e pode gerar colapso no sistema público de saúde. Os insumos tiveram um estouro de preços e há dificuldade de entrega pelos fornecedores”, afirmou.

Rodrigo Pacheco prometeu intermediar junto ao governo federal em favor das reivindicações dos governadores. Também presente à reunião, o presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, se comprometeu a tratar dos pleitos junto aos ministros da economia, Paulo Guedes, e da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Fonte: Política em Foco
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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PEDIU O FIM DO GOLPE DE ESTADO EM MIANMAR

Biden anuncia sanções a Mianmar e exige renúncia de militares

Presidente dos EUA pediu fim do golpe militar no país asiático e disse que o resultado da última eleição deve ser respeitado

INTERNACIONAL

 Da EFE

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu fim do golpe de Estado em Mianmar

MICHAEL REYNOLDS / POOL VIA EFE – EPA – 10.2.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira (10) a imposição de sanções econômicas a membros do governo militar que tomou o poder na semana passada em Mianmar, e insistiu que os militares “devem renunciar”.

Os militares de Mianmar “devem renunciar ao poder tomado e demonstrar respeito pela vontade do povo, expressada nas eleições de 8 de novembro”, comentou Biden em discurso na Casa Branca.

“Identificaremos uma primeira rodada de alvos nesta semana, e também vamos impor fortes controles às exportações”, acrescentou o mandatário americano.

Em concreto, Biden anunciou o congelamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,4 bilhões) que o governo de Mianmar tem nos EUA para evitar que o dinheiro “seja controlado pelos generais”.

Golpe militar

No dia 2 de fevereiro, um dia após a revolta militar, o governo de Biden classificou o ato como golpe de Estado e anunciou que restringiria a ajuda voltada às autoridades de Mianmar, mais ainda mantendo a assistência humanitária à população, incluindo a minoria rohingya.

Desde o golpe de Estado, ao menos 190 pessoas foram detidas e 19 delas foram liberadas depois, informou nesta quarta-feira a Associação para a Assistência de Presos Políticos em Mianmar.

Fonte: R7
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ANÁLISE POLÍTICA: PRESIDENTE ACLAMADO, VAZAMENTOS PEGAM MORNO, DEM SOLTA A MÃO DE MAIA E MUITO MAIS, POR BÁRBARA

Segunda-feira é dia de política com humor aqui na coluna ANÁLISE POLÍTCA sob o comando da irreverente Bárbara. Comungo com os a maioria dos comentários ácidos dela com postura liberal, menos do pensamento dela sobre Sergio Moro. Vocês ainda vão saber o porquê. Mas vale a pena registrar aqui os comentários equivocados dela sobre ele. No vídeo de hoje ela comenta como a semana deve ter sido difícil para Maia já que seu próprio partido, aparentemente, soltou sua mão e também vazamentos sobre as conversas de seu Morno, Mourão dando caneladas e mais. Deixa estar e vamos em frente!

Fonte:

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GOVERNO DA FRANÇA ANUNCIOU O FECHAMENTO DAS FRONTEIRAS PARA VIAJANTES DE FORA DA UNIÃO EUROPEIA

França fecha fronteiras para países de fora da União Europeia

País tenta evitar chegada de variantes do coronavírus e presidente não quer decretar novo lockdown para frear coronavírus

INTERNACIONAL  

Da Ansa

França vai fechar fronteiras para viajantes fora da União Europeia

YOAN VALAT/EFE/EPA – 25.1.2020

O governo da França anunciou nesta sexta-feira (29) o fechamento de suas fronteiras para viajantes provenientes de fora da União Europeia, em uma tentativa de conter a disseminação de novas cepas do coronavírus.

A medida entra em vigor neste domingo (31) e só abre exceção para viagens consideradas “essenciais”. “As entradas e saídas de nosso território com destino ou proveniência em um país externo à União Europeia serão vetadas, salvo motivos imperativos”, disse o primeiro-ministro Jean Castex.

A proibição chega enquanto o presidente Emmanuel Macron tenta evitar a imposição de um terceiro lockdown na França, que totaliza cerca de 3,2 milhões de casos e quase 76 mil óbitos na pandemia. “Os próximos dias serão decisivos”, disse Castex após uma reunião do conselho de defesa sanitária.

Viajantes provenientes dos outros 26 países da União Europeia, com exceção de trabalhadores pendulares, terão de apresentar exame RT-PCR negativo.

A exigência já estava em vigor para chegadas aéreas e marítimas, mas agora também valerá nas fronteiras terrestres.

Fonte: R7
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DÓRIA CRITICA O PRESIDENTE NAS REDES SOCIAIS CINCO DIA APÓS PEDIR AJUDA PARA CONSEGUIR OS INSUMOS PARA FABRICAÇÃO DE VACINA

Cinco dias atrás, Doria pediu “ajuda” ao governo federal por insumos da China

da CNN, em São Paulo

 Atualizado 25 de janeiro de 2021 às 20:06

SP: Após quilombolas sumirem de plano de vacinação, Doria manda incluí-los - 19/01/2021 - UOL Notícias

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o governo federal nesta segunda-feira (25) nas redes sociais cinco dias após pedir ajuda ao presidente e ao ministério das Relações Exteriores para conseguir os insumos para produção da vacina.

Em entrevista coletiva na última quarta-feira (20), o paulista pediu ao governo “humildade diante da necessidade dos insumos que são produzidos na China”.

“Neste momento, este mal-estar precisa ser superado. Não são só os insumos da vacina do Butantan que estão pendentes para serem liberados […], mas também a da AstraZeneca”, disse. “É preciso restabelecer um patamar equilibrado nas relações diplomáticas. Até agora, não vi nenhuma manifestação”.

“Este é um bom momento para, mais uma vez, solicitar que a chancelaria do Brasil, o ministro das relações exteriores do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro, tratem com respeito a China”, declarou na ocasião.

Nesta segunda, o presidente Jair Bolsonaro publicou nas redes sociais que os insumos chineses devem chegar ao Brasil nos próximos dias. O ministro da Saúde Eduardo Pazuello também fez o mesmo anúncio em um vídeo.

“A continuidade do recebimento dos insumos para fabricação das vacinas pelo Butantan voltou à normalidade. Isso graças à ação diplomática do governo federal com o governo chinês, por intermédio da embaixada chinesa no Brasil”, disse o ministro na gravação.

A autoria da negociação, no entanto, foi contestada por Doria. “Todo o processo de negociação com a China para liberação de insumos para a vacina do Butantan foi realizado pelo Instituto e pelo Gov. de SP”, escreveu ele no Twitter.

“Sem parasitismo dos negacionistas e oportunistas. Até aqui só atrapalharam nosso trabalho em prol da ciência e da vida. São engenheiros de obra pronta. Vergonha!”, repreendeu.

No entanto, a CNN teve acesso a uma carta do embaixador da China no Brasil confirmando a exportação dos insumos e as tratativas com o governo federal.

“O lado chinês está disposto a continuar a fortalecer a cooperação com o lado brasileiro no combate à pandemia”, disse Yang Wanming na carta, desmentindo o governador paulista.

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NO AUGE DA PANDEMIA PORTUGAL REELEGE O PRESIDENTE MARCELO REBELO

Portugal reelege Marcelo Rebelo no auge da pandemia

O país registra a maior média de novos casos e mortes per capita em sete dias

INTERNACIONAL

 por Agência Estado

presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, cumprirá um segundo mandato após conquistar pouco mais de 60% dos votos na eleição de domingo (24), evitando um segundo turno, de acordo com resultados preliminares. A taxa de abstenção foi a maior desde a instauração do regime democrático, em 1974, chegando a 61,6%.

O Partido Socialista do primeiro-ministro Antônio Costa, no poder, não apresentou candidato oficial. Ana Gomes, candidata socialista que foi eurodeputada e não teve apoio do partido, ficou em segundo lugar, com 12,5%. Em terceiro apareceu o candidato André Ventura, de extrema direita, que obteve 11,9% para seu movimento ‘Chega’. Embora as medidas de confinamento estejam em vigor devido à pandemia do coronavírus, viagens foram permitidas para votação.

Rebelo de Sousa, professor de direito e ex-líder do partido de centro-direita PSD, tornou-se popular como comentarista político na televisão antes de sua primeira eleição em 2016. Nas últimas décadas, os presidentes portugueses têm cumprido dois mandatos – a última vez que houve segundo turno foi em 1986.

Em Portugal, o primeiro-ministro e o seu governo definem a política. Com mandatos de cinco anos, o presidente exerce um cargo relativamente decorativo, mas tem autoridades como nomear o primeiro-ministro e dissolver o Parlamento.

As eleições deste domingo serviram para medir a temperatura do país em relação à extrema direita, cujo candidato André Ventura queria “esmagar a esquerda”. O jurista de 38 anos causou surpresa ao conquistar uma cadeira no Parlamento nas eleições legislativas de 2019, quando atingiu 1,3% dos votos.

O país de 10 milhões de habitantes passa por um grave surto de pandemia após o Natal, com a maior média de novos casos e mortes per capita em sete dias, de acordo com o rastreador de dados da Universidade de Oxford.

O número de mortes por covid-19 bateu recordes pelo sétimo dia consecutivo neste domingo – 275 – com hospitalizações também em recorde e ambulâncias em fila de espera durante várias horas nos hospitais de Lisboa lotados. / W. Post e Reuters

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O PRESIDENTE DO TSE ROBERTO BARROSO, FOI ESCOLHIDO PARA DECIDIR COMO SERÁ A VOTAÇÃO PARA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Barroso é escolhido para decidir como será votação para a presidência da Câmara

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

20 de janeiro de 2021 às 16:28

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto BarrosoO presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil (15.out.2020)

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, foi sorteado relator de uma ação apresentada pelo PDT para contestar a definição de uma votação presencial para definir o presidente da Câmara dos Deputados, no próximo dia 1º.

Em razão do recesso judiciário, o processo foi encaminhado ao gabinete da ministra rosa Weber, vice-presidente da corte, que está de plantão.

A data e o formato da eleição foram decididos pela Mesa Diretora da Câmara na última segunda (18). O partido pede que o Supremo defina que a eleição seja realizada de forma parcialmente remota.

Na ação, a sigla pede uma medida liminar para derrubar a decisão da Mesa Diretora e requer um “sistema híbrido” de votação, que inclua a possibilidade do voto remoto. Ainda de acordo com o partido, a Câmara realizou votações em 2020 a partir de um sistema remoto de votação, com o voto à distância por aplicativo de celular.

Para a eleição do próximo dia 1º, o PDT propõe um sistema que ofereça a possibilidade de votos presenciais e à distância. O partindo quer também garantir a adoção de um sistema de votação híbrido.

“Há a estimativa de 3 mil pessoas transitando na Câmara no dia da eleição, a aglomeração causa riscos devido à pandemia da Covid-19. Com um modelo híbrido, deputados do grupo de risco podem votar pela internet. Quem quiser, poderia votar presencialmente”, diz o partido em trecho da ação.

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POR CAUSA DE FALAS CRÍTICAS AO PRESIDENTE BOLSONARO FEITAS PELO ADVOGADO MARCELO FELLER, MINISTRO DA JUSTIÇA REQUISITA INQUÉRITO POLICIAL

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN

 POLÍTICA

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN - 20/01/2021 - Mônica Bergamo - Folha

O ministro André Mendonça, da Justiça, pediu mais um inquérito com base na Lei de Segurança Nacional para investigar falas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. O alvo agora é o advogado Marcelo Feller, de São Paulo. A Polícia Federal, subordinada a Mendonça e ao presidente, já abriu uma investigação.

Em julho do ano passado, quando integrava o quadro “O Grande Debate”, da CNN, Feller citou estudos e disse que o discurso do presidente era responsável por pelo menos 10% das mortes por Covid-19 no país. Na época, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes tinha acusado o Exército de se associar a um “genocídio” na crise do novo coronavírus. Feller também comentou: “Não é o Exército que é genocida, é o próprio presidente, politicamente falando”.

No pedido à PF, Mendonça disse que a acusação pode “lesar ou expor a perigo de lesão” o próprio regime democrático “e a pessoa do Presidente da República”. Ele também já pediu investigações com base na Lei de Segurança Nacional também contra os colunistas da Folha Ruy Castro e Helio Schwartsman, contra o jornalista Ricardo Noblat e o cartunista Aroeira.

O advogado Alberto Toron, que representa Feller, diz que a iniciativa “revela uma faceta opressiva contra a liberdade de expressão e crítica e, mais ainda, contra a liberdade de imprensa, pois Feller falava na condição de debatedor contratado da CNN”. O advogado vai impetrar um habeas corpus pedindo o trancamento da investigação. “Feller disse o que hoje todos dizem: que o presidente tem responsabilidade sobre a política que resultou nessa multidão de mortos”, afirma.

E o movimento de ex-alunos de faculdades de prestígio ganhou novos manifestos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, justamente por considerá-lo responsável pelos resultados das políticas de combate à pandemia —considerados desastrosos.

Médicos que estudaram na Faculdade de Medicina da USP defendem o afastamento do presidente em carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nela, eles criticam a “condução inepta, irresponsável e criminosa” do governo Bolsonaro no enfrentamento da Covid-19. O abaixo-assinado passava na quarta (20) de 700 assinaturas.

Um manifesto de ex-estudantes de medicina da Unifesp com o mesmo pedido também acusa o presidente de crime de responsabilidade. E já somava mais de 400 assinaturas na quarta (20).

Fonte: Blog do BG

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O PRESIDENTE BOLSONARO DESAFIOU O GOVERNADOR DE SÃO PAULO JOÃO DÓRIA A REDUZIR A REDUZIR IMPOSTOS ESTADUAIS SOBRE COMBUSTÍVEIS

Bolsonaro desafia Doria a zerar imposto sobre combustível

Emilly Behnke, da Agência Estado

15 de janeiro de 2021 às 20:18

Jair Bolsonaro em BrasíliaO presidente Jair Bolsonaro: guerra aberta com Doria Foto: Reprodução/CNN

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desafiou nesta sexta-feira, 15, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), a reduzir os impostos estaduais sobre combustíveis. O presidente afirmou que “topa” reduzir os tributos federais sobre combustíveis caso Doria e demais governadores também reduzam os impostos incidentes de competência dos Estados.

“Eu topo zerar todos os impostos federais de combustível. Eu topo, se os governadores fizerem a mesma coisa”, disse Bolsonaro em entrevista ao apresentador José Luiz Datena. “Eu zero hoje (os do) governo federal, se o Doria zerar os impostos do combustível, sem problema nenhum”, declarou.

Na quinta, em live nas redes sociais, Bolsonaro citou que tem conversado com os ministérios da Infraestrutura, Economia e Minas e Energia sobre o preço dos combustíveis e do gás de cozinha.

Nesta sexta-feira, o presidente também repetiu que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) deverá zerar a tarifa de importação de pneus, em prol de caminhoneiros.

Ele comentou ainda que uma outra medida da Camex irá zerar a taxa de importação de cilindros de oxigênio, em falta no Amazonas, onde a situação da pandemia da covid-19 se encontra agravada.

A Camex deve se reunir ainda nesta sexta, após as notícias do aumento, há três semanas, do imposto de importação de cilindros de oxigênio terem tido forte repercussão negativa, para tentar reverter a alíquota.

ICMS

O desafio a Doria sobre os impostos que incidem em combustíveis foi uma reação de Bolsonaro ao aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em São Paulo. No ano passado, a Assembleia Legislativa (Alesp) autorizou a redução linear de 20% nos benefícios fiscais concedidos a setores da economia como medida de ajuste fiscal.

“Eu, governo federal, diminuímos o imposto de quase tudo”, comentou. “Agora tem governador que está aumentando o ICMS como o de São Paulo, eu tiro aqui, o cara aumenta aí, e quando dá problema o cara quer jogar no meu colo”, comentou.

Nesta sexta-feira, Doria publicou decretos que mantiveram os benefícios fiscais para alimentos, insumos agrícolas e remédios genéricos na cobrança do ICMS. Ele também retirou o limite mensal para isenção do imposto sobre a cobrança de energia elétrica em imóveis rurais. Na avaliação de Bolsonaro, a medida ocorre por “pressão” já que a população estava insatisfeita.

“Não tinha nem que ter aumentado. Quando você aumenta, por exemplo, o ICMS de combustível, reflete em tudo. Tudo tem frete em cima disso aí”, disse Bolsonaro. O presidente também voltou a negar que haja a possibilidade de tabelamento de preços por conta do aumento nos preços de produtos da cesta básica, como ocorreu com o arroz no fim do ano.

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ATÉ DIA 20 O RISCO É ZERO DE SER RETIRADO DA CASA BRANCA, DIZ TRUMP

Trump diz que corre ‘zero risco’ de ser retirado do cargo até dia 20

Presidente por mais oito dias, o republicano rejeitou a ideia de ser afastado da Casa Branca pela 25ª da Constituição

INTERNACIONAL 

Do R7

Trump visitou a construção do muro na fronteira com o México

CARLOS BARRÍA / REUTERS – 12.1.2021

Em visita às obras de construção do muro na fronteira com o México, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que corre “risco zero” de ser afastado do cargo nos próximos dias pelo eventual uso da 25ª emenda da Constituição norte-americana. A medida teria de ser tomada pelo vice-presidente Mike Pence, com apoio de membros do gabinete.

Trump, que deixará a presidência na próxima quarta-feira, dia da posse do presidente eleito Joe Biden, aproveitou a oportunidade para reclamar do banimento de seus perfis em diversas redes sociais, alegando que “a livre expressão está diante de um ataque inédito”.

republicano foi banido do Twitter, além do Facebook, Instagram e outros sites por seguir estimulando seus apoiadores após a invasão ao Capitólio, sede do Congresso do país, na última quarta.

Fonte: R7

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A CÂMARA DOS REPRESENTANTES DOS EUA VOTARÁ, NESTA QUARTA-FEIRA (13), SE ACUSARÁ OU NÃO O PRESIDENTE NO FIM DO MANDATO

Câmara dos Representantes votará impeachment de Trump na 4ª

Processo deverá ser aprovado na Câmara, mas julgamento no Senado pode ficar apenas para depois da saída do presidente

INTERNACIONAL

 Da EFE

Democratas apresentaram pedido de impeachment de Trump nesta 2ª Democratas apresentaram pedido de impeachment de Trump nesta 2ª

JIM LO SCALZO / EFE – EPA – 11.1.2021

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos votará nesta quarta-feira (13) se acusará ou não o presidente em fim de mandato, Donald Trump, de “incitar uma insurreição” que resultou na invasão do Capitólio na semana passada, o que poderá abrir um segundo processo de impeachment contra o republicano uma semana antes do fim de seu mandato

O vice-líder da maioria democrata na Câmara dos Representantes, Steny Hoyer, anunciou em conversa telefônica com os demais congressistas que a Casa se reunirá na quarta-feira às 9h (horário local; 11h de Brasília) para considerar a acusação política apresentada contra Trump.

Os democratas já têm os votos necessários para aprovar esse processo contra Trump durante a votação, disse no Twitter nesta segunda-feira um dos congressistas que redigiram a resolução, o democrata David Cicilline.

Fonte: R7
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APÓS TENTATIVA DE RESGATE DO LÍDER DO PCC NO PARAGUAI, PRESIDENTE DO PAÍS DECRETA EXPULSÃO DO TRAFICANTE

Paraguai entrega líder do PCC ao Brasil após tentativa de resgate

Procedimento segue uma ordem do presidente paraguaio, Mário Abdo Benítez, que decretou ‘expulsão imediata’ do traficante

BRASIL |

 Da EFE

Líder do PCC é preso no Paraguai

O Paraguai entregou a autoridades brasileiras Giovanni Barbosa da Silva, considerado líder do Primeiro Comando da Capital, horas depois de uma tentativa de libertá-lo com um ataque à delegacia na qual estava preso.

A entrega foi feita na Ponte da Amizade, segundo o Ministério do Interior do país vizinho. Do lado paraguaio, participaram do procedimento funcionários do Departamento contra o Crime Organizado, do Ministério Público e da Direção Geral de Migração, com base no acordo de cooperação internacional entre as instituições policiais da Tríplice Fronteira.

O procedimento segue uma ordem do presidente paraguaio, Mário Abdo Benítez, que decretou a “expulsão imediata” de Giovanni, com casos pendentes no Brasil por tráfico de drogas e associação para o crime.

O chefe de governo fez o anúncio após as forças de segurança terem rechaçado um ataque de cerca de 20 homens armados para resgatar o líder do PCC, que foi preso na noite deste sábado em uma estrada pública na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil.

Os criminosos fizeram reféns três agentes da Polícia Nacional que faziam a guarda da sede da Investigação Criminal na cidade, um dos centros de operações do PCC no Paraguai. O ataque terminou com a libertação dos policiais e a detenção de dois supostos integrantes do grupo.

O Ministério do Interior anunciou a transferência dos dois detentos para a sede do Agrupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, para posteriormente responder ao Ministério Público.

Conhecido como ‘Bonitão’ e ‘Coringa’, Giovanni é considerado pelo MP do Paraguai o novo líder do PPC no país. O grupo está baseado na nação vizinha e mira o controle do tráfico de drogas e armas.

Há pouco menos de um ano, 76 prisioneiros, em sua maioria do PCC ou relacionados à facção, escaparam da prisão em Pedro Juan Caballero através de um túnel escavado durante uma semana. Um mês depois, o Ministério Público apresentou um relatório especializado mostrando que os guardas permitiram a fuga.

Fonte: R7
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A PRESIDENTE DA CÂMARA CONVERSOU COM COMANDANTE DAS FORÇAS ARMADAS PARA LIMITAR TRUMP DE LANÇAR ATAQUES CONTRA OUTRAS NAÇÕES

Pelosi discutiu medidas para impedir Trump de iniciar ataques

Presidente da Câmara revelou conversa com chefe das Forças Armadas para evitar que presidente possa usar códigos nucleares

INTERNACIONAL

  Do R7

A democrata Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, afirmou nesta sexta-feira (8), em uma carta à bancada de seu partido, que conversou com o principal comandante das Forças Armadas do país para tentar encontrar maneiras de limitar as opções para o presidente Donald Trump lançar ataques contra outras nações durante os últimos dias de seu mandato.

No comunicado, Pelosi diz que conversou com o general Mark Milley, chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA. para “evitar que um presidente instável inicie hostílidades militares contra outras nações ou tenha acesso aos códigos e ordene um ataque nuclear”.

Veja a íntegra da carta no tuíte abaixo:

Além disso, a presidente da Câmara também afirma que discutiu medidas para afastar Trump da presidência nos próximos dias. Ela menciona que sugeriu ao vice-presidente Mike Pence o uso da 25ª Emenda da Constituição norte-americana, que possibilitaria uma retirada imediata do mandarário do poder, mas diz que aguarda a resposta de Pence.

Ela disse também esperar que os parlamentares do Partido Republicano apoiem a saída imediata de Trump da presidência.

Fonte: R7
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A VITÓRIA DOS DEMOCRATAS NO SENADO DOS EUA, SIGNIFICA CONSOLIDAÇÃO DE MAIS PODER E UMA CHANCE DE UM GOVERNO TRANQUILO AO NOVO PRESIDENTE

O que significa o controle dos democratas no Senado dos EUA

Em eleição, partido de Biden consolidou mais poder para os próximos anos e uma chance de governo tranquilo ao novo presidente

Vitória democrata no Senado é sinal positivo para governo de Biden

A duas semanas do fim do mandato de Donald Trump, o atual presidente ainda tinha esperança de conseguir anular a vitória do democrata Joe Biden nas eleições de novembro de 2020.

Nos últimos 2 meses, o atual presidente teve 60 ações que tentavam cancelar, frear ou reverter a posse de Biden rejeitadas na Justiça dos EUA. Na noite de terça-feira (5), ele tentou a última sorte: a vitória republicana no Senado. Porém, o resultado nesta quarta-feira (6) não foi nada animador para Trump.

Os senadores democratas Raphael Warnock e Jon Ossoff venceram o segundo turno na Geórgia e os com isso o partido conquistou a maioria no Senado, posição que os republicano ocupavam na casa desde 2015. Assim como as eleições presidenciais, o resultado foi apertado e disputado até o fim.

A Geórgia, antigo reduto republicano e conservador, teve um giro nas últimas eleições, se tornando um dos estados decisivos nas eleições e elegendo o primeiro candidato democrata desde 1992. A mudança, porém, não é homogênea, com os democratas vencendo em grandes centros urbanos e os republicanos mantendo a força, poder e influência nas regiões mais rurais.

Assim como no Brasil, o papel do Senado é fundamental. Nos EUA, o Senado é a última etapa para a aprovação de “acordos internacionais, referendar embaixadores, processos de impeachment, votação de orçamento, decisão de pautas polêmicas e, em uma eventual guerra, tudo precisa da aprovação do Senado”, explica o professor de Relações Internacionais da ESPM, Roberto Uebel. “O Senado é a instituição fundamental para que a política externa dos EUA funcione”.

Maré calma (mas nem tanto) para Biden

Com um papel tão importante, um Senado de maioria democrata indica uma governança mais tranquila para Joe Biden, que não terá que se preocupar com projetos barrados pelos republicanos e nem negociar aprovações importantes com a oposição.

Apesar de a maré parecer tranquila, não significa que Biden não vá encontrar problemas na hora de aprovar pautas complexas, como as de meio ambiente, por exemplo, e pode encontrar rusgas dentro do próprio partido.

O partido democrata não é hegemônico, e tampouco pode ser encarado como sendo totalmente de esquerda. Apesar de ser menos conservador e mais disposto a negociar pautas polêmicas e se alinhar com pautas progressistas, o partido democrata está mais próximo do centro. Com isso, pautas progressistas podem acabar trazendo debates dentro do partido, entre os mais conservadores e os mais liberais.

“Mas, ainda assim, é melhor lidar com disputas dentro do próprio partido do que com os republicanos”, analisa o professor.

Além do Senado, os democratas também mantiveram o poder na Câmara, controlada por Nancy Pelosi, fazendo com que o partido detenha o poder em todas as esferas políticas e garantindo uma governabilidade mais tranquila para Biden.

O papel de Pence

Com mais um baque na frágil campanha de Trump para se manter no poder, ele recorreu ao aliado e vice-presidente, Mike Pence, que terá que oficializar a eleição de Joe Biden. Trump pediu ao vice que não o fizesse e o pressionou publicamente, por mensagens no Twitter. Apesar do apelo, especialistas não acreditam que o republicano cederá aos pedidos de Trump.

“Mike Pence é um político tradicional e uma figura forte no partido republicano. Ele não vai jogar fora essa carreira política”, analisa Roberto Uebel, que ressalta que não reconhecer Biden como presidente traria “resultados catastróficos” para os EUA e a política externa.

Quando entrou na chapa de Trump, em 2016, Pence era o elo entre o candidato, que nunca havia participado da política  antes, com os chefes e membros importantes do partido republicano. Agora, “ele é alguém que pode ser um candidato à presidência”, aponta Pedro Brites.

Mas, para isso, “ele vai ter que conseguir se firmar como um político que respeita a Constituição, apesar da proximidade com o Trump”, conclui.

E, para isso, terá que aceitar a vitória de Biden e do partido democrata no comando do Senado.

Membros do partido republicano alinhados a Trump pretendem protestar contra a vitória de Biden no Congresso, mas parte do partido já aceitou e reconheceu a vitória do democrata e tenta se distanciar de Trump.

Fonte: R7

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O PRESIDENTE BOLSONARO JÁ CONSIDERA FATO CONSUMADO A PRORROGAÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL POR SEIS MESES

Bolsonaro aposta em prorrogação do auxílio emergencial por mais seis meses

 POLÍTICASAÚDE

Bolsonaro aposta em prorrogação do auxílio emergencial por mais seis meses - Diário do Poder

O presidente Jair Bolsonaro já considera fato consumado a prorrogação do auxílio emergencial por seis meses, contrariando recomendações da área econômica do governo. Bolsonaro deixou claro em conversas ao telefone, nos últimos dias, que gosta da ideia. Ele sabe que o repique do covid-19 deixou o fim da pandemia ainda mais distante e que o governo terá de ajudar os brasileiros que precisam desse suporte financeiro. Para o presidente, o Congresso vai aprovar a prorrogação já em fevereiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O presidente gosta da ideia de prorrogar o auxílio emergencial porque sabe que sua popularidade será “turbinada” novamente.

Ele não está preocupado com a “paternidade” da prorrogação do auxílio. O povo sempre será grato a quem paga o benefício, isto é, o governo. Para o especialista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas, a prorrogação do auxílio será determinante na reeleição de Bolsonaro. Bolsonaro terminou o ano pandêmico de 2020 com a popularidade maior que a de 2019, e isso tem a ver com o auxílio pago aos mais pobres.

Fonte: Blog do BG

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O PERESIDENTE DO SENADO DAVI ALCOLUMBRE, ARTICULA ASSUMIR A PRIMEIRA VICE-PRESIDÊNCIA DA CASA EM UMA EVENTUAL GESTÃO DO SENADOR RODRIGO PACHECO

Alcolumbre deve rejeitar ministério de Bolsonaro para ser vice no Senado

Bárbara Baião e Thais Arbex, da CNN, em Brasília

Atualizado 30 de dezembro de 2020 às 20:03

Alcolumbre leva candidato a presidente do Senado para receber bênção de Bolsonaro - Folha PE

Sondado pelo Palácio do Planalto para assumir um ministério, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, articula para assumir a primeira vice-presidência da Casa em uma eventual gestão do senador Rodrigo Pacheco, do DEM. As conversas envolvem a cúpula do PSD que, segundo relatos feitos à CNN, deve ter a maior bancada no bloco, com onze parlamentares, e teria de ceder o espaço na Mesa a Alcolumbre.

A ofensiva do atual presidente do Senado para emplacar Pacheco ganhou força após um almoço com o presidente Jair Bolsonaro, na semana passada. Os dois correligionários pretendem iniciar a campanha com um giro por 15 estados ao lado de aliados, a partir do dia 5 de janeiro. Além disso, o senador Flavio Bolsonaro, do Republicanos, ajudaria no pedido de votos com senadores.

Desde que o STF vetou a possibilidade de recondução na mesma legislatura, Alcolumbre tem trabalhado para emplacar um sucessor do DEM com aval do governo. Mas, as negociações tem deixado de fora o MDB que, diante do cenário, busca viabilizar uma candidatura própria sob o argumento da proporcionalidade, já que tem a a maior bancada da Casa, com 13 senadores.

No próximo dia 6, o partido quer oficializar a filiação dos senadores Vital do Rego e Rose de Freitas. O próximo passo seria construir consenso em torno de um nome da bancada que represente uma relação de maior independência ao presidente Jair Bolsonaro. Entre os cotados, estão a senadora Simone Tebet e o senador Eduardo Braga.

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PEDIDO DE MÉDICO À LABORATÓRIOS PARA RESERVAR DOSES DE VACINA PARA O STF GERA DEMISSÃO E DESGASTE PARA O PRESIDENTE DA CORTE

Demissão de médico por reserva de vacinas para o STF gera novo desgaste para Fux

 POLÍTICA

Estado de Direito |Ministro Luiz Fux é eleito futuro presidente do TSE - Estado de Direito

A exoneração do médico Marco Polo Freitas, após pedido para laboratórios brasileiros reservarem 7 mil doses de vacina contra coronavírus para imunizar ministros, servidores e familiares, causou uma nova crise no Superior Tribunal Federal (STF). Presidente da Corte, Luiz Fux foi alvo de críticas de outros ministros por ter retirado Freitas do cargo de secretário de Serviços Integrados de Saúde.

Nesta terça-feira, 29, o médico afirmou que nunca realizou “nenhum ato administrativo sem ciência e anuência” dos seus superiores hierárquicos. Ministros ouvidos pelo Estadão elogiaram a atuação profissional de Freitas nos 11 anos em que esteve no Supremo – desde 2014 à frente da secretaria. Eles lembraram, ainda, que Fux havia defendido o pedido de reserva de imunizantes para a Corte em uma entrevista veiculada pela TV Justiça na semana passada.

A demissão de Freitas foi interpretada, nos bastidores, como uma tentativa de achar um “bode expiatório” para acalmar a opinião pública. Conforme revelou o Estadão, o ofício com o pedido de vacinas enviado à Fiocruz, no dia 30 de novembro, é assinado pelo diretor-geral do STF, Edmundo Veras dos Santos Filho. A Fiocruz já negou a solicitação do Supremo. Ainda falta manifestação do Instituto Butantã, também acionado pela Corte.

Na frente da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde, Freitas fazia o acompanhamento médico dos ministros. Além de ter acesso às fichas dos magistrados, ele indicava, nas viagens oficiais dos integrantes da Corte, hospitais de referência para urgências de saúde. Foi ele quem viajou a Paraty (RJ) após o acidente aéreo que levou à morte do ministro Teori Zavascki, em 2017.

“O médico Marco Polo Dias Freitas é um dos mais renomados clínicos do Brasil. Conduziu com absoluta maestria a adaptação da rotina do STF no início da pandemia. A responsabilidade pela infeliz requisição de vacinas não pode ser atribuída a um profissional da saúde”, disse ao Estadão o ministro Gilmar Mendes.

O ministro Marco Aurélio Mello, por sua vez, apontou que o ofício foi assinado pelo diretor-geral, que somente atua, externamente, “em nome do tribunal, com o conhecimento do presidente”. “A exoneração implica o afastamento de um bom profissional. Fica no ar a pergunta: a corda estourou no lado mais fraco?”, questionou. “A presidência, de viva voz, na TV Justiça, ante o noticiado pela imprensa, defendeu o ato. Arrependimento ante as críticas? Não sei não!”

Ricardo Lewandowski também saiu em defesa de Freitas, por quem disse ter “grande admiração”. “O considero um excelente médico e competente gestor, que goza da admiração e carinho de todos os integrantes do STF”, disse à reportagem. Freitas ocupava o cargo de secretário desde o período em que o ministro presidiu a Corte, em 2014.

Procurado, Fux não quis comentar a demissão de Freitas nem as críticas dos colegas.

Fonte: Blog do BG

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CÚPULA DO BLOCO DE MAIA TEM ACORDO NEUTRALIZADO APÓS VOTO PARA PRESIDENTE DA CÂMARA SER SECRETO

Voto secreto para presidente da Câmara neutraliza acordo de cúpula do ‘bloco de Maia’

 POLÍTICA

Maia aponta "interferência antidemocrática" na sucessão da Câmara e diz que deputados não irão se vender por emendas

Ao anunciar a formação de um “bloco de oposição”, para fazer frente à candidatura governista do deputado Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara, o ainda ocupante do cargo produziu um apenas factoide.

Afinal, dezenas de deputados de partidos do “bloco” anunciaram apoio a Lira, e muitos se rebelam ao serem tratados como “votos de cabresto” das cúpulas partidárias.

Mas importante mesmo é que o voto é secreto, em 1º de fevereiro, tornando a disputa praticamente imprevisível para todos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há outros pretendentes relevantes na disputa para presidir Câmara, como Fabio Ramalho (MDB-MG), muito querido entre colegas.

O experiente Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania, que está no bloco de Maia, concorda: voto secreto torna a disputa uma incógnita.

A disputa aceita candidaturas avulsas, e várias servem ao propósito de tirar votos dos nomes apoiados pela cúpula dos respectivos partidos.

Tancredo Neves, o sábio, não gostava de votação secreta no parlamento: “Na solidão da cabine indevassável”, dizia, “o homem trai”.

Fonte: Blog do BG

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ATÉ A POSSE DO PRESIDENTE DOS EUA, TODO CONTATO ENTRE OS DOIS PAÍSES SÓ SERÁ FEITO VIA EMBAIXADA, POR DECISÃO DO ITAMARATY

Itamaraty define que até a posse de Biden contato só será via embaixadas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 16 de dezembro de 2020 às 21:04

Fundação de pesquisa do Itamaraty vira think tank olavista durante a pandemia - Jornal O Globo

O Itamaraty decidiu que, até a posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, todo o contato entre os dois países só será feito por meio das embaixadas. Ou seja, não haverá até o dia 20 de janeiro nenhum contato direto entre o Palácio do Planalto e a Casa Branca.

Até lá, o contato será feito pelas representações dentro dos países. Em Brasília, via Itamaraty e a embaixada dos Estados Unidos, hoje ocupada por Todd Chapmann, que é próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em Washignton, pela embaixada do Brasil, chefiada por Nestor Foster, junto à equipe do presidente eleito Joe Biden.

Esta foi a forma que a diplomacia brasileira encontrou para tentar se aproximar de Biden depois de o presidente Jair Bolsonaro ter sido o último mandatário de países democráticos a reconhecer sua vitória.

Ainda assim, a aposta é a de que o Brasil começará de uma posição de força e não de uma de fraqueza no relacionamento com Biden, principalmente porque há interesses permanentes entre os dois países quanto a situação geopolítica, que criam convergências inescapáveis para os dois países, independentemente de questões políticas mais pontuais. Parte da diplomacia, contudo, acredita que será uma tarefa árdua a reconstrução.

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VITÓRIA DE JOE BIDEN É RECONHECIDA TAMBÉM PELO PRESIDENTE DO MÉXICO

 

Presidente mexicano reconhece vitória de Joe Biden nos EUA

López Obrador revela que ligou para o presidente-eleito norte-americano depois que o Colégio Eleitoral confirmou o resultado da eleição, na 2ª

INTERNACIONAL

Da EFE

Lopez Obrador foi um dos últimos líderes mundiais a parabenizar Biden

Sáshenka Gutiérrez / EFE – 15.12.2020

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, finalmente reconheceu, nesta terça-feira (15), a vitória de Joe Biden nas eleições dos Estados Unidos do mês passado, depois que o Colégio Eleitoral americano ratificou o democrata como presidente eleito.

Durante entrevista coletiva no Palácio Nacional, o presidente mexicano revelou que ontem à noite, “uma vez terminada a sessão do conselho eleitoral dos Estados Unidos e tomada uma resolução a favor de Biden”, ele enviou uma carta ao democrata como “presidente eleito dos Estados Unidos da América”.

Reconhecimento tardio

López Obrador, que manteve uma boa relação com Donald Trump, foi até agora um dos poucos líderes que ainda não havia parabenizado Biden e pediu que as acusações de fraude eleitoral feitas pelo atual presidente sem provas fossem esclarecidas.

Na coletiva, o presidente mexicano leu a carta enviada a Biden ontem à noite após obter mais de 270 votos do Colégio Eleitoral necessários para ratificá-lo como o próximo presidente dos Estados Unidos.

Na carta, ele celebra a posição de Biden sobre questões de imigração e deseja que “em breve” eles possam discutir este e outros assuntos.

De fato, em meio ao período de transição, o México negociou com o governo de Trump o levantamento das acusações de tráfico de drogas contra o general mexicano Salvador Cienfuegos, que pôde retornar ao México em liberdade enquanto era investigado pela Procuradoria-Geral daquele país.

Até então, López Obrador estava justificando seu não reconhecimento de Biden na Doutrina Estrada, uma política externa histórica consagrada na Constituição mexicana com base na não intervenção nas políticas internas de outros países.

Assim como López Obrador, o presidente russo, Vladimir Putin, também só reconheceu hoje a vitória de Biden, quando parabenizou o democrata

 

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PODCAST: ENTRE BOLSONARO E SEU VICE MOURÃO, O CLIMA ESTÁ POUCO AMIGÁVEL

 

Clima pouco amigável entre Bolsonaro e Mourão

Natuza Nery fala do distanciamento do presidente da República e seu vice. Bolsonaro enxerga seu vice como um conspirador.

SEGUNDA, 14/12/2020, 09:45

Conversa de Política – Natuza Nery

Natuza Nery firma-se como analista competente de política da GloboNews - Jornal Opção

Fonte:CBN

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A APRTIR DE JANEIRO BIDEN REITERA O RETORNO DOS EUA AO ACORDO DE PARIS

 

Biden reitera retorno dos EUA ao Acordo de Paris a partir janeiro

Presidente eleito afirmou que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Biden deve tomar posse no dia 20 de janeiro

Mike Segar / Reuters – 11.12.2020

O democrata Joe Biden, virtual presidente eleito dos Estados Unidos, garantiu neste sábado (12) que o país voltará ao Acordo do Clima de Paris “no primeiro dia” de seu governo, e que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca.

“Os Estados Unidos voltarão ao Acordo de Paris no primeiro dia de minha presidência e começarei imediatamente a trabalhar com meus colegas em todo o mundo para fazer tudo o que puder, incluindo convocar os líderes das maiores economias para uma cúpula do clima em meus primeiros 100 dias no cargo”, disse Biden, em um comunicado.

A cerimônia de posse do novo presidente americano está agendada para o próximo dia 20 de janeiro.

Trump volta a criticar Acordo de Paris em reunião do G20

O anúncio de Biden coincide com a comemoração do quinto aniversário do Acordo de Paris, onde foi estabelecido que o aumento da temperatura média global no final do século deve ser inferior a 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, e recomenda um máximo de 1,5 graus.

Biden acrescentou que seu governo aumentará “a ambição de metas domésticas” em matéria de clima e colocará “o país em um caminho sustentável para atingir emissões líquidas zero até 2050”.

Os EUA, um dos principais promotores do pacto durante a presidência de Barack Obama, não participam desde que o presidente Donald Trump, muito crítico do acordo, certificou a sua saída este ano.

Fonte: R7

 

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APÓS MADURO CONQUISTAR O LEGISLATIVO, ENTENDA O QUE MUDA

 

Venezuela: Entenda o que muda após Maduro conquistar o legislativo

Em eleição da semana passada, presidente chavista conquistou os três poderes; líderes latinos tendem a continuar distantes de Caracas

INTERNACIONAL

Giovanna Orlando, do R7

 

Maduro se consolida e controla todos os poderes na Venezuela após eleições

Fausto Torrealba/Reuters – 6.12.2020

O resultado das eleições na Venezuela do último final de semana confirmaram o cenário que líderes latinoamericanos tentaram evitar por anos: o presidente Nicolás Maduro foi reeleito, conquistou a Assembleia Nacional e agora controla o Executivo, Legislativo e Judiciário do país.

O pleito foi atípico, com a oposição se recusando a concorrer, chamando as eleições de fraudulentas e a altíssima taxa de abstenção da população, com apenas 31% de participação popular. Com uma eleição onde a maioria dos candidatos são alinhados ao governo de Maduro, o resultado não podia ser outro, e agora o presidente está consolidado no país.

Desde 2015, a oposição controlava a Assembleia Nacional, que tinha como presidente Juan Guaidó, que em fevereiro de 2019 decidiu se autoproclamar presidente do país e recebeu apoio de mais de 50 países, incluindo o Brasil, EUA e União Europeia. O mandato de Guaidó como presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição acabam no começo de 2021.

A Venezuela está há anos isolada na região, com pouca ou nenhuma relação com a maioria dos países latinos. Depois que Guaidó despontou como a esperança de uma mudança no país, a relação que os presidentes regionais tinham com Maduro foi cortada de vez.

Agora, com a reeleição de Maduro e a consolidação no poder, o que muda na relação do país com os vizinhos? Segundo o professor de Relações Internacionais da ESPM de Porto Alegre, Roberto Uebel, poucas coisas devem mudar.

“Domesticamente, isso é uma consolidação do madurismo. Regionalmente, não tem diferença no tratamento. O Maduro não tem uma legitimidade regional, o Brasil continua com um tom agressivo e o ministro das Relações Exteriores afirmou que o país continua reconhecendo o Guaidó como presidente”, explica.

Nem a chegada do peronista Alberto Fernández na presidência da Argentina em 2019 fez com que a Venezuela ganhasse um aliado na região. Até agora, aponta o especialista, Fernández se mantém afastado dos problemas de Maduro com o resto da América do Sul.

Falta de um líder carismático

Apesar de ser sucessor de Hugo Chávez, Nicolás Maduro nunca conseguiu a mesma popularidade e carinho que o ex-presidente tinha. Segundo o professor, um dos problemas para isso é a falta de carisma.

“Chávez tinha um carisma muito forte na Venezuela e na América Latina, tinha adesão de políticos latinos e o discurso da Pátria Grandes. Maduro não tem isso e nem é das Forças Armadas”, analisa.

Maduro também toma posse em um momento conturbado na Venezuela, com uma forte crise econômica, que hoje foi agravada pela série de sanções e bloqueios comerciais que o país sofre, além das perseguições à imprensa e opositores.

Apesar disso, Maduro ainda é um líder popular dentro da Venezuela, coisa que o líder da oposição, Juan Guaidó, não é.

Para o resto do mundo, o presidente da Assembleia conseguiu “projetar a imagem de liderança política no país, mas ele tem uma grande desconfiança na Venezuela, diferente do Henrique Caprilis e Leopoldo López, que são tradicionais políticos de oposição”, diz o professor. “A Venezuela se construiu em lideranças carismáticas”.

A queda de Guaidó

Quase dois anos depois de se autodeclarar presidente do país, pouco foi conquistado por Juan Guaidó e pela oposição dentro da Venezuela. Apesar do expressivo reconhecimento internacional, sem o apoio doméstico e das Forças Armadas, Guaidó não conseguiria realizar as mudanças que prometeu para o país.

Mesmo com as sanções comerciais, o bloqueio econômico total imposto pelos EUA e o distanciamento do país com os países que formam o Grupo de Lima, o governo de Maduro também tem importantes aliados, como a China, Rússia, Turquia e Irã.

“Qualquer tipo de ingerência na Venezuela desencadearia um conflito internacional”, afirma o especialista.

O governo de Donald Trump foi bastante vocal sobre uma intervenção militar na Venezuela ou tentar retirar Maduro do poder à força, mas também não seguiu com os planos. Maduro chegou a ser investigado nos EUA por tráfico de drogas, mas continua no poder.

Enquanto Trump deixou claro sua opinião sobre o chavista, o governo de Biden, que assume no final de janeiro de 2021, ainda não disse qual será a postura que os democratas assumirão sobre a Venezuela.

Fonte: R7

 

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PODCAST: PAZUELLO É UMA AUTORIDADE QUE NÃO AUTORIZA NADA

Pazuello cumpriu exatamente o que o presidente esperava dele’

Andreia Sadi fala da reunião do ministro da Saúde Eduardo Pazuello com governadores. ‘Pazuello praticamente é uma autoridade que não autoriza nada. A palavra final é sempre do presidente da República’. Ela falou da pressão dos governadores e, em particular, do governador João Doria, que fez o governo federal mudar um pouco o tom do discurso. Ela acrescenta que a retomada da economia depende de um plano de vacinação.

SEXTA, 11/12/2020, 09:00

 

Fonte: CNN

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O PRESIDENTE DA EMBRATUR GILSON MACHADO SERÁ NOMEADO POR BOLSONARO, NOVO MINISTRO DO TURISMO

Gilson Machado será novo ministro do Turismo

 POLÍTICATURISMO


Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O presidente da Embratur, Gilson Machado, será nomeado como novo ministro do Turismo pelo presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada à CNN por três fontes do governo.

Ele substitui Marcelo Álvaro Antônio, que foi demitido do posto nesta quarta-feira (9). Machado foi convidado por Bolsonaro em conversa nesta tarde no Palácio do Planalto.

O anúncio oficial será feito em breve. Há pouco, porém, o próprio Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, publicou mensagem nas redes sociais parabenizando Machado pelo novo cargo.

Perfil

Gilson é membro do trade turístico da Rota dos Milagres (AL) e do Convention Bureaux de Maragogi (AL). Ele coordenou a equipe de transição do atual governo, nas pastas do Turismo e do Meio Ambiente.

Antes de assumir o cargo de presidente da Embratur, atuava como secretário nacional de Ecoturismo e Cidadania Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), onde também exerceu o cargo de secretário de Florestas.

No instituto, Machado era responsável pela execução da Política Nacional de Turismo, no que diz respeito à promoção, marketing e apoio à comercialização dos destinos, serviços e produtos turísticos brasileiros no mercado internacional.

Fonte: Blog do BG
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MADURO DENUNCIOU SUPOSTO PLANO DO PRESIDENTE DA COLÔMBIA PARA ASSASSINÁ-LO

 

Maduro acusa presidente da Colômbia de planejar assassiná-lo

Presidente da Venezuela denunciou mais de 40 planos de assassinato desde que tomou posse em 2013 e apontou políticos como responsáveis

INTERNACIONAL

Da EFE

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta terça-feira (8) um suposto plano para assassiná-lo no último domingo, durante as eleições legislativas do país, e acusou o presidente da Colômbia, Iván Duque, de estar por trás da iniciativa.

“De uma fonte muito confiável da inteligência colombiana, (soubemos) que eles estavam preparando um ataque para me assassinar no dia das eleições”, declarou o chefe de governo venezuelano durante entrevista coletiva em Caracas.

Eleições na Venezuela: O boicote da oposição que devolveu todos os poderes a Maduro

Maduro garantiu que a informação foi confirmada e que o plano foi preparado dentro da sede do governo colombiano. “Da Casa de Nariño, Iván Duque participou de uma tentativa de me assassinar no dia das eleições”, afirmou o chefe de Estado ao ser perguntado por que mudou de última hora o seu local de votação no fim de semana.

“Tomei minhas precauções legais com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), tomei minhas precauções de segurança, e todo este assunto está em um estágio avançado de investigação”, completou.

Maduro já denunciou mais de 40 planos de assassinato desde que tomou posse em 2013, e em quase todos eles apontou os líderes e políticos americanos e colombianos como responsáveis.

Perguntado sobre uma possível presença de dissidentes do grupo guerrilheiro colombiano FARC em território venezuelano, Maduro negou categoricamente e respondeu que a posição de seu governo permanece a mesma: “Não aceitamos e não aceitaremos nenhum grupo armado colombiano em solo venezuelano”, frisou.

Maduro recupera Parlamento em eleição com alta abstenção

O presidente ressaltou que durante anos houve uma campanha antigovernamental para denunciar a presença desses grupos no território nacional, mas insistiu: “As armas da República só podem ser utilizadas pela Força Armada Nacional Bolivariana (FANB)”.

“A mensagem para eles (paramilitares) sempre foi muito clara, não tocar o solo venezuelano. Qualquer grupo será capturado e todo o peso da lei será aplicado a eles”, prometeu.

Maduro lembrou que Venezuela e Colômbia compartilham uma fronteira de mais de 2 mil quilômetros, ao longo da qual os traficantes e contrabandistas de drogas se deslocam. A situação, segundo ele, é contida pelas autoridades locais.

Fonte: R7

 

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