DEPUTADO FICA SURPRESO COM A FALTA DE EDUCAÇÃO E DE RESPEITO DA GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA PARA COM O PRESIDENTE BOLSONARO E TAXA COMO “CRIME INSTITUCIONAL”

José Dias taxa postura de Fátima Bezerra contra o presidente como “crime institucional”

Em meio à politização da COVID-19 no Brasil, a governadora Fátima Bezerra chegou a dizer que o presidente Jair Bolsonaro tem “desvios caráter e mental” em manifestação assinada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) e enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF). A própria gestora reconheceu que errou e pediu para retirar os termos da peça. Mas a iniciativa da governadora foi alvo de críticas do deputado José Dias que taxou o caso como “crime institucional”, durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa.

“Confesso que me surpreendi com a postura da governadora do Estado no mandato de segurança contra o governo federal, isso não é só uma prova da falta de educação e de respeito de uma autoridade para com o presidente da República, mas é crime institucional. É claro que isso serviu para mostrar ao Brasil o quanto estamos infelicitados, ter uma governadora que é capaz de ser absolutamente mal-educada”

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DIREITO-JUSTIÇA: NOTÍCIA CRIME CONTRA O PRESIDENTE DA ARGENTINA É AJUIZADA NO STF POR OFENSA AOS BRASILEIROS

Notícia-crime é ajuizada no STF contra presidente da Argentina por ofender o povo brasileiro

Alberto Fernandez - Foto: ReproduçãoAlberto Fernandez – Foto: Reprodução

O presidente argentino, que é advogado, Alberto Fernández, fez uma das afirmações mais graves da história entre as nações latino-americanas, em conferência oficial hoje, 09/06, em lado do primeiro-ministro espanhol, ao afirmar que os mexicanos vieram dos índios, os brasileiros da selva e só eles teriam sido privilegiados porque vindo de barcos da Europa.

O discurso não foi um mero lapso, pois ainda atribuiu a fala a um prêmio Nobel argentino que não disse isso, e na qualidade de chefe de Estado em evento oficial. A comoção foi imediata e uníssona em todos os jornais internacionais e nas redes sociais.

A afirmação grave, de cunho depreciativo, discriminatório e eventualmente racista foi imediatamente levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo advogado baiano e também professor de Direito Constitucional Henrique Quintanilha, que considerou “um grave desrespeito não só à igualdade e à dignidade humana dos povos, mas uma afronta direta à formação histórica e etnográfica da nação brasileira, remetendo a um abjeto sentimento de supremacismo europeísta de origem geográfica e racial só comparável ao triste episódio causado pelo Nazismo”.

O pedido foi protocolado no STF na madrugada de 09 para 10/06, leva o número PET 59761 e ainda não tem ministro relator definido.

O advogado pede, dentre outras coisas, que o Presidente argentino seja intimado por meio da Suprema Corte Argentina para prestar esclarecimentos sobre o que disse, como forma de subsidiar processo perante a Corte Interamericana de Direitos por violação do Art. 1º do tratado internacional assinado em San José da Costa Rica em 1969.

Veja a petição:

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BOLSONARO ASSINA PROCURAÇÃO DANDO AMPLOS PODERES PARA WASSEF REPRESENTÁ-LO JUDICIALMENTE

Bolsonaro dá a Wassef poderes para atuar em ações judiciais

A procuração, a que a CNN teve acesso, foi assinada pelo presidente no dia 6 de maio

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 08 de junho de 2021 às 21:00

Bolsonaro dá a Wassef poderes para atuar em ações judiciais

O presidente Jair Bolsonaro assinou uma procuração na qual dá amplos poderes para o advogado Frederick Wassef representá-lo judicialmente. O documento, a que a CNN teve acesso, foi assinado pelo presidente no dia 6 de maio.

Na procuração consta o endereço do escritório de Wassef, “rua das Figueiras, 644, Jardim dos Pinheiros, Atibaia-SP”, mesmo endereço onde Fabrício Queiroz foi preso no dia 18 de junho de 2020. Queiroz, amigo de longa data do presidente Jair Bolsonaro, é denunciado junto com o senador Flavio Bolsonaro no esquema das rachadinhas na Assembleia legislativa do Rio de Janeiro.

Pedido ao desembargadorPedido ao desembargador Néviton Guedes Foto: Reprodução

Bolsonaro confere a Wassef “amplos poderes para o foro em geral à defesa de seus direitos e interesses para representar o outorgante (Bolsonaro) em juízo ou fora dele em que for autor, réu, assistente, ou oponente, podendo propor contra quem de direito as ações competentes e defendê-la nas contrárias seguindo umas e outras até final decisão”.

Procuração Bolsonaro WassefProcuração de Bolsonaro a Wassef Foto: Reprodução

A procuração diz que Wassef poderá, em nome do presidente, “transigir, negociar, reconvir, concordar, discordar, ratificar, firmar compromissos ou acordos, receber e dar quitação, desistir, acompanhar quaisquer processos em todos os termos ou instâncias, representar (o presidente) perante qualquer repartição, autarquia ou órgão federal, estadual ou municipal”.

A procuração diz que esses poderes são concedidos “em especial no mandado de segurança 1000399802019410000, em tramitação no Tribunal regional Federal da 1ª Região”.

Trata-se da ação apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais e pelo Conselho Federal da OAB em favor do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendeu Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. A ação pede a anulação de uma decisão que autorizou, dentre outros pontos, a quebra do seu sigilo bancário e a apreensão do seu celular.

No dia 13 de maio, uma semana após a assinatura da procuração pelo presidente, Wasseff anexou essa procuração nessa ação do caso Adélio. A expectativa é de que nos próximos dias já haja uma nova ofensiva jurídica de Wasseff nesse processo.

Procurados, nem a Secom da

Presidência da República nem Wassef se manifestaram.

Fonte: CNN

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DENÚNCIA DE ASSÉDIO LEVA O AFASTAMENTO DO PRESIDENTE DA CBF ROGÉRIO CABOCLO

Quem é Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF após denúncia de assédio

Afastamento de 30 dias ocorreu por decisão da Comissão de Ética da confederação após denúncia de assédio sexual feita por uma funcionária

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo
06 de junho de 2021 às 19:37 | Atualizado 06 de junho de 2021 às 19:44
Presidente da CBF, Rogério CabocloAnálise da denúncia deve começar já nesta segunda-feira (7)
Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Quando assumiu a presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), em abril de 2019, Rogério Caboclo afirmou que sua gestão seria pautada sobre dois pilares: integridade e eficiência. “Não vamos tolerar nenhuma prática duvidosa”, afirmou o cartola na sua cerimônia de posse, na qual substituiu Antônio Carlos Nunes, conhecido como capitão Nunes, que interinamente comandava a entidade após o afastamento de Marco Polo Del Nero.

Antes do “mandato tampão” de Nunes, os três presidentes anteriores da confederação – Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero – tiveram problemas com a Justiça e acabaram banidos do futebol pela Fifa.

Pouco mais de dois anos depois de chegar ao comando da confederação e prometer medidas para lidar com o desgaste em sua imagem, Caboclo se vê agora também envolvido em polêmica, depois de ser acusado de assédio sexual e moral por uma funcionária da entidade e afastado pelo Conselho de Ética da CBF.

Filho de Carlos Caboclo, ex-dirigente do São Paulo, Rogério começou cedo sua trajetória nos bastidores do futebol. Advogado e administrador de empresas, aos 26 anos passou a integrar o conselho deliberativo do São Paulo e, dois anos depois, assumiu como diretor-executivo e financeiro do clube.

Aos 30 anos Caboclo deixou os bastidores de um time e ingressou na política do futebol na Federação Paulista de Futebol (FPF), onde ficou de 2002 a 2015 e comandou as áreas administrativa e financeira da entidade, então presidida por Marco Polo Del Nero, de quem se tornou um “homem de confiança”. Na federação, ele assumiu também a vice-presidência.

Além da vice-presidência da FPF, Caboclo foi também diretor de Relações Institucionais do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil.

Em 2015, quando Del Nero assumiu a presidência da CBF, Caboclo começou sua trajetória na entidade máxima do futebol brasileiro, onde foi diretor financeiro e diretor-executivo.

Depois de chegar à confederação, Caboclo foi diretor de relações institucionais do Comitê Olímpico Local da Rio 2016 e ocupou cargo semelhante no Comitê Organizador Local da Copa América de 2019. Além disso, foi escolhido pela entidade como o chefe da delegação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia, em 2018.

Sua chegada ao topo da hierarquia na CBF ocorreu em meio à crise institucional que atingia a entidade e seu padrinho, Marco Polo Del Nero.

Del Nero começou a ser investigado em novembro de 2015, por suspeita de envolvimento em esquemas de recebimento de propina para beneficiar empresas de mídia e de marketing em torneios de futebol, como as copas América, Libertadores e do Brasil.

No final de 2017 ele foi suspenso pela Fifa e afastado provisoriamente do cargo e, em abril de 2018, banido do futebol, em decisão que o impediu de continuar a exercer qualquer atividade tanto em nível nacional quanto internacional na modalidade.

Com a saída de Del Nero, o vice-presidente mais antigo da CBF, capitão Nunes, assumiu o comando da entidade em um mandato tampão. Eleito em 2018, Caboclo assumiu seu cargo em abril de 2019 prometendo lidar com o desgaste à imagem da entidade, com ações para aumentar o controle de governança, risco e conformidade, aplicando “com energia o código de ética”.

Depois de pouco mais de dois anos, porém, ele mesmo tornou-se um ponto de crise dentro da entidade.

Pressão de dirigentes e patrocinadores

As investigações contra o ex-presidente da entidade devem começar já nesta segunda-feira (7). A denúncia foi protocolada na sexta-feira (4) e, de acordo com o Código de Ética da organização, os trâmites investigativos começam no próximo dia útil após o recebimento da notificação.

Caboclo será investigado e julgado por duas câmaras diferentes, que fazem parte da comissão. A primeira é composta por cinco membros, e terá um relator escolhido pelo próprio presidente do conselho, Carlos Renato de Azevedo Ferreira.

O grupo é responsável por apurar indícios, ouvir testemunhas e analisar provas da denúncia. A Câmara de Julgamento irá analisar o relatório dos integrantes, e aplicar as medidas cabíveis caso decidam pela condenação.

CNN confirmou com fontes que o diretor de Governança e Conformidade da CBF, André Megale, enviou um e-mail na noite de sábado (5) sugerindo que Caboclo se licenciasse da função até que a investigação fosse concluída. Também justificou que, dessa forma, Caboclo conseguiria dedicar-se à própria defesa. O e-mail foi direcionado ao atual presidente e outros 22 dirigentes.

De acordo com a apuração, a maioria concordou com o conselho de afastamento feito por Megale. Ainda segundo fontes, outros dirigentes, porém, estariam tentando convencer Caboclo a renunciar e teriam justificado que seria mais honroso para o então presidente da instituição comunicar sua saída do que ser afastado pela CBF.

Mas Caboclo estaria resistindo à ideia e, até o momento, não teria reunido seus dirigentes para se explicar das acusações, o que estaria tornando sua situação cada vez mais delicada internamente.

Fontes internas afirmaram também que até patrocinadores da Seleção já teriam manifestado incômodo com as acusações contra Rogério Caboclo.

Com o afastamento de Caboclo, novamente por ser o vice-presidente mais velho na entidade, Nunes assume o comando da CBF, menos de dois anos e meio depois de ter passado o bastão para Rogério.

A denúncia

Uma denúncia formal de assédio moral e sexual contra Caboclo foi enviada à Comissão de Ética da CBF e a Diretoria de Governança e Conformidade na última sexta-feira (4).

A acusação foi feita por uma funcionária que ocupa um cargo de confiança e trabalha há cerca de nove anos na CBF. No documento apresentado pelo escritório Ideses Advogados, que representa a suposta vítima, a defesa afirma ter provas dos fatos narrados e pede que o dirigente seja investigado e afastado. Os advogados também pedem investigação na Justiça estadual.

Desde então, a funcionária encontra-se afastada de suas funções após, supostamente, apresentar problemas de saúde.

Em nota, a defesa de Rogério Caboclo informou “que ele nunca cometeu nenhum tipo de assédio. E vai provar isso na investigação da Comissão de Ética da CBF.”

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EXÉRCITO BRASILEIRO DECIDIU NÃO PUNIR O GENERAL PAZUELLO POR PARTICIPAR DE ATO COM O PRESIDENTE BOLSONARO

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército

Participação de general do Exército em ato político ao lado de Jair Bolsonaro aconteceu no Rio de Janeiro, em 23 de maio

Da CNN

Atualizado 03 de junho de 2021 às 16:28

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército por participação em ato com Bolsonaro - Política - Diário do Nordeste

O Exército brasileiro decidiu não punir o general Eduardo Pazuello por ato com o presidente Jair Bolsonaro, realizado no Rio de Janeiro, em 23 de maio. A informação foi confirmada pelo analista da CNN Caio Junqueira, na tarde desta quinta-feira (3).

Em nota, disse que “em evento realizado na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 23 de maio de 2021, o Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Comandante do Exército analisou e acolheu os argumentos apresentados por escrito e sustentados oralmente pelo referido oficial-general”.

O analista Caio Junqueira reiterou um incômodo grande por parte de generais da ativa, em que a maior preocupação era de que seria preciso punir o general Eduardo Pazuello para evitar que a política não interferisse nos quartéis, a grande preocupação de militares da ativa.

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, participou, sem máscara, de um ato político, no Rio de Janeiro, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, também sem máscara, no dia 23 de maio. A participação aconteceu dias depois de o militar falar à CPI da Pandemia, no Senado.

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JOE BIDEN SE COMPROMETEU A AFIRMAR A PUTIN QUE OS EUA NÃO PERMITIRÁ QUE A RÚSSIA VIOLE OS DIREITOS HUMANOS

Biden promete defender direitos humanos em reunião com Putin

Presidente norte-americano e presidente russo se encontram pela primeira vez em 16 de junho em Genebra, na Suíça

INTERNACIONAL |

por AFP

Joe Biden se encontra com Vladimir Putin na Suíça em 16 de junho

MANDEL NGAN / AFP

O presidente americano, Joe Biden, se comprometeu neste domingo (30) a afirmar ao colega russo, Vladimir Putin, em seu primeiro encontro de cúpula em 16 de junho, que o governo dos Estados Unidos não permitirá que a Rússia “viole” os direitos humanos.

“Eu vou encontrar o presidente Putin em duas semanas em Genebra e deixarei claro que não vamos, não vamos ficar parados e deixar que abuse destes direitos”, afirmou Biden em um discurso.

O presidente democrata também recordou que teve uma longa conversa telefônica em fevereiro com o colega chinês, Xi Jinping.

“Eu deixei claro que não podemos fazer outra coisa exceto defender os direitos humanos em todo o mundo, porque isto é o que somos”, disse.

Biden se reunirá com Putin em 16 de junho em Genebra, na Suíça, em um momento de grande tensão entre as duas potências.

O presidente norte-americano quer demonstrar firmeza em relação à Rússia, para estabelecer uma ruptura com seu antecessor Donald Trump, acusado de complacência com o Kremlin.

Embora prometa voltar a adotar sanções contra a Rússia “caso continue interferindo” com a democracia americana – inclusive chamou Putin de “assassino” -, ele garante que não deseja “desencadear um ciclo de escalada e conflito” e insiste em seu desejo de diálogo.

Desde que Biden assumiu o cargo, os Estados Unidos impuseram novas sanções contra Moscou, considerando que ele desempenhou um papel no ataque cibernético massivo da SolarWinds e influenciou a eleição presidencial de 2020.

Além disso, Washington criticou duramente Moscou pelo envenenamento quase fatal e subsequente prisão de um dos últimos opositores declarados de Putin, Alexei Navalny.

As tensões também estão se manifestando na Ucrânia, onde a Rússia já controla trechos de território e recentemente concentrou tropas na fronteira em uma nova demonstração de força.

Outro foco de atenção é a Belarus, dominada pela Rússia, que causou comoção esta semana depois que as autoridades forçaram um avião a pousar para deter um opositor do presidente Alexander Lukashenko a bordo.

Fonte: R7
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OCIDENTE ALEGA FALTA DE TRANSPARÊNCIA NAS ELEIÇÕES QUE O PRESIDENTE DA SÍRIA FOI REELEITO PARA 4º MANDATO

Bashar al-Assad é reeleito presidente da Síria para 4º mandato

Em eleições criticadas pelo Ocidente por falta de transparência, mandatário sírio venceu com 95,1% dos votos válidos

INTERNACIONAL

 por AFP

Partidários de al-Assad comemoram reeleição do presidente em Damasco, capital da Síria

LOUAI BESHARA / AFP – 27.5.2021

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, foi reeleito nesta quinta-feira (27) para um quarto mandato de sete anos, em eleições realizadas em um país destruído pela guerra, apesar das acusações do Ocidente de que o sufrágio não foi “nem livre, nem justo”.

Durante uma coletiva de imprensa à noite, o presidente do Parlamento, Hammud Sabbagha, anunciou que Bashar al-Assad foi reeleito com 95,1% dos votos.

De acordo com Sabbagha, 14,2 milhões de pessoas foram às urnas, entre 18,1 milhões aptas a votar, o que representa uma taxa de participação de 76,64%.

Assad está no poder desde 2000, quando substituiu o pai Hafez, falecido após 30 anos de um governo com mão de ferro. Na terça-feira, o presidente criticou os países ocidentais, a começar pelos Estados Unidos e os países europeus, que consideraram que as eleições não foram livres.

 

Antes mesmo do anúncio oficial do resultado das eleições, dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de várias cidades do país.

Na cidade costeira de Tartus, no oeste, multidões agitavam bandeiras e carregavam retratos de Bashar al-Assad, enquanto outros dançavam e tocavam instrumentos, de acordo com imagens transmitidas pela televisão síria.

Milhares de pessoas também se reuniram em Latakia, também à beira-mar, e na capital, Damasco.

Em Sweida, no sul do país, uma multidão se aglomerou em frente à sede do governado e em Aleppo vários homens montaram um palanque.

Necessidades gigantescas

Foi a segunda votação presidencial no país desde o começo da guerra em 2011, que já deixou mais de 388 mil mortos e levou ao exílio milhões de sírios.

De acordo com os registros, o país tem oficialmente pouco menos de 18 milhões de eleitores. Mas com a fragmentação do país pela guerra e o exílio, o número de eleitores é menor.

Em um país com economia destruída e infraestrutura dilapidada, Bashar al-Assad se apresentou como o homem da reconstrução, tendo travado batalhas militares com o apoio da Rússia e do Irã, seus aliados fiéis, e recuperado dois terços do território perdido.

Em uma Síria polarizada pela guerra, as regiões curdas autônomas do nordeste não irão reconhecer as eleições, assim como o último reduto jihadista e rebelde de Idlib (noroeste), onde vivem cerca de três milhões de pessoas.

Dois candidatos se apresentaram para disputar as eleições com Assad: o ex-ministro Abdallah Sallum Abdallah e e um membro da oposição tolerado pelo poder, Mahmud Marei. Os dois tiveram 1,5% e 3,3% dos votos, respectivamente.

A lei eleitoral exige que os candidatos tenham vivido na Síria por dez anos consecutivos antes das eleições, de modo que as figuras enfraquecidas da oposição no exílio foram de fato excluídas. A principal coalizão opositora denunciou que as eleições foram uma “farsa”.

“As opiniões deles não valem nada”, criticou Assad esta semana, referindo-se aos países ocidentais, que consideraram que as eleições “não foram livres nem justas”.

As eleições ocorreram em meio a um marasmo econômico, com uma desvalorização histórica da moeda, inflação galopante e mais de 80% da população vivendo na pobreza, segundo a ONU.

A Síria, como o próprio Assad, está sujeita a sanções internacionais. E as necessidades de reconstrução são gigantescas.

Um relatório recente da ONG World Vision estima o custo econômico da guerra em mais de 1,2 trilhão de dólares (cerca de R$ 6,3 trilhões).

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AUTORIDADES COMERCIAIS AMERICANAS E CHINESAS TIVERAM A PRIMEIRA CONVERSA TELEFÔNICA DESDE QUE BIDEN SE TORNOU PRESIDENTE DOS EUA

China e EUA têm primeira aproximação após guerra comercial

Autoridades comerciais conversaram por telefone pela 1ª vez; relações entre dois países se deterioraram durante governo Trump

EUA e China aceitam voltar a negociar

REUTERS/JASON LEE/ILLUSTRATION/FILE PHOTO

Autoridades comerciais chinesas e americanas tiveram a primeira conversa telefônica desde que Joe Biden se tornou presidente dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministério do Comércio da China.

As relações entre Pequim e Washington se deterioraram durante a presidência de Donald Trump, marcada por um conflito comercial entre as duas grandes potências mundiais.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, conversou com Katherine Tai, Representante do Comércio dos Estados Unidos (USTR), em uma “troca construtiva” e em uma “atitude de igualdade e respeito mútuo”, de acordo com um comunicado divulgado pelo ministério.

“A embaixadora Tai falou sobre os princípios que orientam a administração Biden-Harris, com foco nas políticas comerciais (…) ao mesmo tempo que mencionou as questões que preocupam”, afirma, em um comunicado curto, o escritório da representante americana do Comércio.

Washington confirmou uma “reunião virtual” e uma conversa “sincera e pragmática”.

Este foi o primeiro contato entre Tai, designada para o posto em março, e Liu He, principal conselheiro econômico do presidente Xi Jinping e negociador chefe na guerra comercial.

Os dois países assinaram um acordo em janeiro de 2020, com o objetivo de encerrar dois anos de guerra comercial, que continha dispositivos sobre a proteção da propriedade intelectual e as condições de transferência de tecnologia, grandes exigências dos Estados Unidos.

O acordo prevê ainda que as duas partes devem ter encontros de etapa a cada seis meses.

Mas o novo governo Biden anunciou em abril que faria um balanço das promessas cumpridas pela China no âmbito do acordo.

A “capacidade” da China de cumprir seus compromissos com os Estados Unidos é uma “prioridade”, disse Katherine Tai.

Compromissos

Com o acordo comercial, a China se comprometeu a aumentar em pelo menos 200 bilhões de dólares em 2020 e 2021 as compras de produtos e serviços americanos para tentar reduzir o desequilíbrio da balança comercial, muito favorável ao gigante asiático.

Mas no fim do primeiro trimestre de 2021, Pequim havia cumprido apenas entre 61% e 75% das compras previstas, de acordo com um estudo de Chad Brown, pesquisador do Peterson Institute for International Economics (PIIE), que utilizou dados do comércio internacional publicados pelos dois países.

O acordo comercial denominado “fase 1” manteve as tarifas dos Estados Unidos de 25% sobre uma gama de produtos chineses e componentes industriais que representavam 250 bilhões de dólares, assim como as medidas de retaliação chinesas de mais de 100 bilhões de dólares sobre as importações procedentes dos Estados Unidos.

O governo dos Estados Unidos afirmou em março que não está disposto a retirar as tarifas, mas se declarou disposto a negociar com a China.

As tarifas foram adotadas para “remediar uma situação comercial desequilibrada e injusta”, declarou Katherine Tai, antes de acrescentar que a suspensão das taxas poderia ter consequências negativas na economia americana.

Fonte: R7
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OPINIÃO: É HORA DE O GENERAL PAZUELLO MOSTRAR PARA O PRESIDENTE DA CPI E DEMAIS INTEGRANTES QUE É UM GENERAL DA ATIVA

Já passou da hora, General!

Foto reproduçãoFoto reprodução

“O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD), afirmou hoje, durante o UOL Entrevista, que se o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello mentir de novo à comissão ‘sairá algemado [da sessão]’.”

Atenção! É hora de o General Pazuello mostrar que é um General da ativa.

É hora de mostrar que não é ladrão, que não é acusado de corrupção (como são acusados os membros da CPI da Covid), que não cometeu nenhum crime e se cometeu não foi acusado, não foi julgado, não foi condenado pela justiça.

Está na CPI como testemunha. Repito: Testemunha!

Foi a CPI para responder perguntas, não para ser desrespeitado.

Foi a CPI para esclarecer e não para ser chamado de mentiroso, pois se Eduardo Braga, Randolfe e o resto do G7 já sabiam de todas as respostas, por que perguntar ao General? Para tratá-lo com grosseria? Para humilhá-lo?

Chega de dar uma de bonzinho, General! Chega de dar uma de educado.

Vista sua farda e não espere que esses elementos investigados por desvios de dinheiro público tenham qualquer piedade de Vossa Senhoria ou do Exército Brasileiro.

Coloque suas estrelas de General no peito e enfrente os Senadores que não tem coragem de punir Ministros do Supremo nomeados por Lula e Dilma, mas tem a audácia de peitar um General.

Exija respeito. A cada grito dê dois. Mostre que não se intimida com a corja de lobos famintos que tenta cooptar o exército e por tabela devorar o Brasil de qualquer jeito.

Desafie Randolfe a mandar prendê-lo, como ele afirmou. Desafie Omar que também afirma que o senhor “sairá algemado”. Desafie Renan. Desafie essa CPI montada exclusivamente para denegrir a imagem de Bolsonaro e do Exército Brasileiro.

Aliás, é hora dos outros Generais entenderem que o endeusamento dos “jornalistas de esquerda” ao Exército Brasileiro é completamente falso e enganoso.

Dizem eles: “Pazuello compromete o valoroso exército”; “Bolsonaro com seu comportamento prejudica as forças armadas”; o “Exército tem seu prestigio, conseguido a duras penas, prejudicado por Bolsonaro e Pazuello”.

Já pensaram por que dizem isso? A ideia é jogar o Exército contra Bolsonaro.

A ideia é jogar o povo contra Bolsonaro.

Com o povo a coisa não colou.

Os jornais e jornalistas brasileiros falam apenas para eles mesmo. É a voz da farsa. Ninguém acredita em uma palavra do que os jornalistas dizem, a não ser os que vivem na bolha do poder à espera de novamente mamarem nas tetas da nação.

Mas o “canto da sereia” colou em alguns “generais melancias” (verde por fora e vermelho por dentro), tal como Santos Cruz.

Esses dão entrevistas “na mídia do ódio” (Globo, Folha, Estadão e o tal consorcio de imprensa que distribui as mesmas notícias para todo Brasil) e concordam inteiramente com a canalha esquerdista fantasiada de jornalista.

É a farsa da imprensa, que não mais engana o povo, mas rasteja para enganar as Forças Armadas.

Já passou da hora, General!

O senhor é testemunha, não um acusado!

O senhor é testemunha, não um criminoso!

O senhor é testemunha, é livre, responda quando quiser!

Entenda que vão acusá-lo de qualquer jeito, sendo inocente ou culpado!

Entenda que vão condená-lo ainda que não existam provas.

Entenda que seus acusadores querem sangue e vingança.

Enfrente-os! Desmascare todos eles! Não se intimide!

Sua sentença já está lavrada!

O que esse grupo quer, agora, é degradá-lo, rebaixá-lo, humilhá-lo, perante as câmeras de TV e do povo brasileiro.

Sua humilhação é a humilhação do Exército e por tabela é a humilhação do povo que apoia o Exército. Não permita mais essa ignominia!

Já passou da hora, General!

Disse o mais conceituado jornalista brasileiro da atualidade, J. R. Guizo, em artigo (“Um Supremo que virou partido”), na Revista Oeste:

“No caso, os ministros do STF que temos no momento formam um partido político de ‘A’ a ‘Z’ — partido que até tem as suas alas, rivalidades e facções internas, mas é partido, sim, na cabeça, corpo e membros. É muito simples.

O STF, na vida real, é um grupo de pessoas que agem na mesma direção de forma intencional, clara e constante. Têm os mesmos objetivos gerais. Dividem os mesmos interesses. É assim que se comporta um partido — e é assim que se comporta o Supremo.

No caso do STF atual, a atividade em comum é a linha ideológica, política e partidária que se vê no PT, nos seus satélites no Congresso e em tudo aquilo que, de forma geral, se identifica com a chamada ‘esquerda’. O tribunal, em suas sentenças, atende de forma quase automática a tudo o que lhe pedem o Psol, as ‘organizações sociais’ e o universo contido no ‘campo progressista’.

Decide, também de maneira praticamente sistemática, contra o governo.

Anula leis e outras decisões do Poder Legislativo quando a esquerda, derrotada no plenário e no resto da ação parlamentar, pede que suas derrotas sejam convertidas em vitórias; diz quem ganha o jogo num campeonato disputado o tempo todo no tapetão.

Prende um deputado e um jornalista, militantes de direita, por terem dito e escrito coisas que desagradaram os ministros.

Conduz há quase dois anos um inquérito inteiramente ilegal contra adversários políticos. Tem um candidato à Presidência da República nas eleições de 2022 — o ex-presidente Lula. Falta alguma coisa?

O STF transformou-se numa vara penal para absolver acusados de ladroagem.”

Entenda o jogo, General. O Alto Comando das Forças Armadas também precisa entender o jogo e apoiar Pazuello. Vejam só:

Caio Copolla fez um abaixo-assinado com 3 milhões de assinaturas. O texto pedia que o Presidente do Senado julgasse membros do Supremo. Os Senadores ignoraram as assinaturas do povo e arquivaram o pedido.

Caio Copolla insistiu e mandou o abaixo-assinado com 3 milhões de assinaturas dos brasileiros ao Supremo, para que este julgasse seus pares. O Supremo ignorou o povo e arquivou o pedido.

Em contrapartida o Ministro Barroso ordenou, sim, Barroso ordenou que o Senado instalasse, imediatamente, uma CPI contra o governo, a pedido dos partidos de oposição que perderam as eleições para Bolsonaro. O Senado obedeceu imediatamente.

E aí temos o circo atual: O Presidente da tal CPI é Omar Aziz que é acusado de desvio de dinheiro público no Amazonas e teve a mulher e os irmão presos em operação da polícia federal. Seu braço direito é Renan Calheiros, o ente mais investigado e acusado entre todos os Senadores.

O Alto Comando Militar precisa entender que nesse jogo é somente o povo que os apoia. Durante 23 três anos foram diminuídos, reduzidos, encolhidos, humilhados, rebaixados, amesquinhados pelas “esquerdas” que os chamavam todos os dias de assassinos; que criaram a “Comissão da Verdade” para punir militares e indenizar os terroristas de esquerda, chamá-los de “heróis” e os militares de bandidos. Jornalistas, intelectuais, políticos, artistas todos participaram dessa farsa durante os governos de FHC/Lula/Dilma/Temer.

O povo não se dobrou. O povo foi às urnas e derrotou a mentira. O povo com seu voto resgatou a honra militar. E o Presidente prestigiou o Exército: Segundo o Tribunal de Contas da União, em junho de 2020 havia mais de 6 mil oficiais em cargos de nomeação política no governo Bolsonaro.

O povo elegeu o governo atual. O povo defende o governo e o seu voto.

O povo, senhores Generais, precisa sair às ruas para também defender o Exército?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICO DE CENTRO-DIREITA, GUILLERMO LASSO OCUPARÁ A PRESIDÊNCIA DO EQUADOR POR QUATRO ANOS

Guillermo Lasso toma posse como novo presidente do Equador

Cerimônia de posse do empresário que terá mandato de quatro anos conta com a presença de Jair Bolsonaro e outro líderes

INTERNACIONAL

Do R7

Guillermo Lasso ocupará a presidência do Equador por quatro anos

EFE/ JOSÉ JÁCOME

O empresário, banqueiro e político de centro-direita Guillermo Lasso tomou posse nesta segunda-feira (24) como novo presidente do Equador para os próximos quatro anos, durante uma cerimônia realizada na Assembleia Nacional, em Quito, com a presença de autoridades de vários países amigos.

O juramento foi feito pela presidente da Assembleia Nacional, Guadalupe Llori, que também entregou a Lasso a faixa presidencial e o Grande Colar da Ordem Nacional ao Mérito, a mais alta condecoração do Estado equatoriano.

Fonte: R7
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BIDEN PROMETEU AJUDAR A ORGANIZAR OS ESFORÇOS PARA RECONSTRUIR GAZA

Biden diz que ajudará a ‘reconstruir Gaza’ e apoia solução pacífica

Presidente dos EUA sinalizou que favorece a política de dois Estados e prioriza a segurança israelense na região

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden falou que pretende ajudar a organizar esforços para reconstruir a Faixa de Gaza

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP – 21.5.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira (21) ajudar a organizar os esforços para “reconstruir Gaza” e disse que a criação de um Estado palestino ao lado de Israel é a “única resposta” para o conflito.

“Precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta”, declarou o presidente americano durante entrevista coletiva na Casa Branca por ocasião da visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-In.

Biden também pediu a Israel que ponha fim às “lutas entre comunidades” em Jerusalém, que estiveram na origem dos confrontos dos últimos dias.”Não há mudança em meu compromisso com a segurança de Israel, ponto final, nenhuma mudança”, enfatizou o presidente americano, no entanto, acrescentando que “não haverá paz” até que a região “inequivocamente” reconheça a existência de Israel.

“Mas eu digo a vocês que há uma mudança. A mudança é que ainda precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta, a única resposta”, insistiu o presidente dos Estados Unidos.

Solução para a paz

A ideia de uma solução de dois Estados, com um Estado palestino soberano ao lado de Israel e Jerusalém como capital compartilhada, tem sido a pedra angular de décadas de diplomacia internacional com o objetivo de encerrar o violento conflito na região.

Mas a política americana sob o governo de Donald Trump foi criticada por ser abertamente pró-Israel e ignorar os palestinos.

Um plano de paz no Oriente Médio elaborado pelo conselheiro e genro de Trump, Jared Kushner, foi anunciado como uma solução de dois Estados. O plano, porém, previa um Estado palestino com soberania limitada e cuja segurança estava nas mãos de Israel.

A proposta foi categoricamente rejeitada pelos líderes palestinos.

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POLÍTICA: PRESIDENTE DA CPI OMAR AZIZ, CORTA DE FORMA DESMORALIZANTE AS ASINHAS DE RENAN CALHEIROS

Aziz “corta as asas” de Renan: “A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

Omar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência SenadoOmar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência Senado

O senador Renan Calheiros, o “atleta” nas planilhas da Odebrecht, pediu na tarde desta quarta-feira (12), a prisão de Fabio Wajngarten, ex-secretário de comunicação do governo Bolsonaro.

O motivo do ‘abuso de autoridade’ parece evidente. Wajngarten não disse o que Renan queria ouvir.

“Vossa excelência mais uma vez mente. Mentiu diante dos áudios publicados, mentiu em relação à entrevista que concedeu. Mas esse é o primeiro caso de alguém que, em desprestígio da verdade, mente. O presidente pode até decidir diferentemente. Mas eu vou, diante do flagrante evidente, pedir a prisão de vossa senhoria”.

Demonstrando incômodo pelo fato de Renan tentar de todas as formas assumir o protagonismo da CPI, o presidente da comissão, senador Omar Aziz, tratou de ‘cortar as asas’ do relator, de maneira até desmoralizante.

“A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

E disse mais:

“Eu não tomarei essa decisão. Eu tenho tomado decisões muito equilibradas até o momento. Mas daí, a eu ser carcereiro de alguém, não. Eu não sou carcereiro de ninguém. Não vou transformar o país num lugar pior (…).”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OBRA NO RN FEITA PELO GOVERNO FEDERAL GANHOU DESTAQUE EM SUAS REDES SOCIAIS

Presidente Jair Bolsonaro destaca ação feita no RN em sua rede social

10 maio 2021

Presidente Jair Bolsonaro destaca ação feita no RN em sua rede social – Costa Branca News

O presidente Jair Bolsonaro usou as suas redes sociais, neste domingo (9), para enaltecer o trabalho que foi realizado na Comunidade Barbaço dos Henriques, no município de Nova Cruz/RN. A comunidade foi contemplada com a perfuração de um poço artesiano e a implantação de uma caixa d’água, o que beneficiou 80 famílias da região com água 100% potável e cristalina.

Após repostar o vídeo divulgado pelo deputado federal General Girão, o presidente Bolsonaro também apresentou metas do Plano de Perfuração de Poços no Nordeste, cujo objetivo é atender moradores de comunidades distantes dos centros urbanos. A perfuração de poços é uma das bandeiras do presidente, bem como do ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e do deputado federal pelo RN, General Girão.

Fonte: Política em Foco
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ESPERAMOS QUE ISSO SEJA VOTADO RÁPIDO PORQUE A CIDADE ESTÁ PARADA, AFIRMA PRESIDENTE DO SINDUSCON SOBRE PLANO DIRETOR DE NATAL

Natal ficou parada no tempo”, diz presidente do Sinduscon ao pedir celeridade na votação do Plano Diretor

Foto: reprodução

O empresário e presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do RN (Sinduscon), Silvio Bezerra disse que espera que o Plano Diretor de Natal seja votado rapidamente pela Câmara Municipal.

“Esperamos que isso seja votado rápido porque a cidade está parada. Há 4 anos as pessoas que esperam desenvolver projetos esperam que o Plano seja regulamentado para se adequar à nova realidade Natal ficou parada no tempo”, lamentou o empresário em entrevista na manhã desta sexta-feira (7) ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal

“A gente tem a esperança de que o trabalho feito por mais de quatro anos por arquitetos e urbanistas seja respeitado como espinha dorsal do que será discutido na Câmara”, defendeu o Silvio que citou ainda o exemplo de João Pessoa, na Paraíba, como uma cidade que está se desenvolvendo.

A retomada dos debates da revisão do Plano Diretor de Natal ocorreu na quarta-feira (05) e a volta das reuniões de segmento na quinta-feira (06). Após isso, as propostas de revisão e edição de artigos dos segmentos serão apresentadas e de 14 a 16 de junho a votação ocorre. Após a decisão, a proposta será encaminhada à Câmara Municipal de Natal.

Fonte: Blog do BG

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MAIS UMA POLÊMICA DO PRESIDENTE DAS FILIPINAS, QUE É PRISÃO PARA QUEM USAR MÁSCARA DE PROTEÇÃO CONTRA COVID -19 DE FORMA ERRADA

Presidente filipino ordena prisão para quem usar máscara errado

Milhares de pessoas no país já foram multadas ou precisaram cumprir penas alternativas por não respeitarem toque de recolher

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Em mais uma de suas inumeráveis polêmicas, o presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, ordenou a prisão de pessoas que estejam usando máscaras de proteção contra a covid-19 de maneira incorreta.

A nova diretiva foi publicada após uma reunião de seu grupo de trabalho contra a pandemia em que todos os presentes, exceto Duterte, estavam usando máscaras. O encontro foi transmitido para a população de maneira online.

“Ordeno à polícia que prenda as pessoas que não usam corretamente as suas máscaras e investiguem os motivos pelas quais elas estão fazendo isso. Não é por mim, é por nós. É o interesse do país que ninguém seja contaminado”, disse à população.

Essa não é a primeira vez que o presidente filipino ordena a prisão de quem não cumpre as regras sanitárias para evitar a disseminação da doença. Milhares de pessoas já foram multadas ou precisaram cumprir penas alternativas por não respeitarem o toque de recolher.

O anúncio também ocorre pouco depois do chefe da Polícia, Vitaliano Aguirre, pedir que os agentes aplicassem medidas não prisionais de quem fosse pego infringindo as regras, como no caso de um homem que pagou 100 flexões por sair durante o toque de recolher.

No entanto, Duterte rejeitou a opção por penas brandas e disse que os policiais devem agir com a “máxima severidade”.

As Filipinas, conforme dados da Universidade Johns Hopkins, têm pouco mais de um milhão de casos de coronavírus confirmados desde o início da pandemia e 17.991 mortes.

Já a vacinação da população é feita com doses da Vaxzevria, da Universidade de Oxford/AstraZeneca, e com a CoronaVac, da Sinovac Biotech. De acordo com o portal Our World in Data, o país aplicou pouco mais de 2,1 milhões de doses de vacinas entre seus 108 milhões de habitantes.

Fonte: R7
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APÓS FRACASSO DO PRIMEIRO-MINISTRO DE ISRAEL O PRESIDENTE ENCARREGOU OPOSITOU DE FORMAR UM GOVERNO

Presidente de Israel dá a opositor a tarefa de tentar formar governo

Após Netanyahu perder o prazo para formar uma coalizão com maioria no Knesset, Yair Lapid ganha chance

INTERNACIONAL

 Da AFP

O centrista Lapid buscará consenso para formar o próximo governo de Israel

OREN BEN HAKOON / AFP – 5.5.2021

O presidente israelense, Reuven Rivlin, encarregou nesta quarta-feira (5) o chefe da oposição, Yair Lapid, de formar um governo, após o fracasso do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em fechar uma coalizão com maioria no Knesset, o Parlamento de Israel.

“Falei com Yair Lapid e disse a ele que estou dando a ele o mandato para formar um governo”, anunciou Rivlin durante um discurso oficial na sede da Presidência em Jerusalém.

O prazo concedido a Netanyahu após as eleições de 23 de março expirou à meia-noite sem que ele conseguisse formar uma maioria de 61 deputados de 120 no Knesset com vistas a uma coalizão governamental.

Após esse fracasso, que ainda não significa a saída do primeiro-ministro mais longevo da história de Israel, Rivlin teve três dias para decidir o próximo passo para tirar o país de dois anos de crise política.

Reuven Rivlin recebeu Lapid esta manhã, assim como o líder da formação de extrema direita Yamina, Naftali Bennett. Ambos pediram-lhe mandato para formar o próximo governo.

Paralelamente, o chefe de Estado israelense pediu aos partidos que lhe apresentassem possíveis candidatos ao cargo.

“Ficou claro pelas recomendações recebidas que Lapid tem uma chance melhor de formar um governo”, declarou o presidente israelense.

Lapid, cuja formação Yesh Atid (“Há um futuro”) ficou em segundo lugar com 17 deputados nas eleições legislativas, busca formar um governo de união nacional para tirar Netanyahu do poder, julgado por corrupção e peculato. Israel já passou por quatro eleições em menos de dois anos por conta de diferentes impasses na formação de uma coalizão.

“Chegou o momento para um novo governo, É uma oportunidade histórica para quebras as barreiras que dividem a sociedade israelense, para unir os religiosos e os laicos, a esquerda, a direita e o centro”, disse o centrista Lapid esta semana.

“Mais chances”

O presidente de Israel recebeu na quarta de manhã, em duas reuniões separadas, Lapid e o líder do partido de extrema-direita Yamina, Naftali Bennett. Ambos pediram a ele a permissão de formar o próximo governo do país.

Paralelamente, o chefe de Estado israelense pediu aos partidos que apresentassem eventuais candidatos ao cargo de primeiro-ministro.

“De todas as recomendações que recebi, fica muito claro que é Lapid quem teria mais chances de formar um governo”, declarou Rivlin.

Naftali Bennett, cujo partido elegeu 7 deputados na última eleição, se coloca entre o “bloco de direita”, que Netanyahu tentou unir sem sucesso, e o “bloco da mudança”, que Lapid tenta consolidar.

No Knesset, 65 dos 120 deputados são membros de partidos abertamente de direita. Mas dois deles, o Yamina e o “Nova Esperança”, comandado por Gideon Saar, se negaram a fazer parte da coalizão de Netanyahu.

Lapid e Bennett também poderiam tentar formar o governo juntos. De acordo com uma pesquisa feita pela emissora israelense 13, divulgada nesta quarta, 43% das pessoas apoiariam uma coalizão Lapid-Bennet.

No entanto, em um cenário político hiperfragmentado, os partidos de Lapid e Bennett não deveriam se unir apenas à esquerda, ao centro e à direita decepcionada com Netanyahu, mas possivelmente também a um partido árabe.

Pela primeira vez em sua carreira política, o líder do Yamina se reuniu com Mansur Abas, líder de um pequeno partido árabe e islamista que poderia ser a peça que falta para chegar ao número mágico de 61 deputados.

Se a oposição conseguir formar um governo de unidade, seria o ponto final de uma página importante da história de Israel, com a saída de Netanyahu, que está no poder nos últimos 12 anos.

Caso contrário, os isralenses podem se ver obrigados a votar pela quinta vez em dois anos. Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta pelo Instituto Democrático de Israel, um centro de análise de Jerusalém, 70% dos entrevistados esperam que novas eleições sejam realizadas.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DA COLÔMBIA VAI RETIRAR PROPOSTA DA REFORMA TRIBUTÁRIA DEPOIS DE PROTESTOS VIOLENTOS NO PAÍS

Após protestos, presidente da Colômbia retira reforma tributária

Ivan Duque disse na sexta-feira (30) que a lei seria revisada para remover pontos polêmicos; agora, desistiu da proposta

INTERNACIONAL

 por Reuters

Colômbia tem protestos violentos contra reforma tributária defendida pelo governo

MAURICIO DUEÑAS CASTAÑEDA / EFE

O presidente colombiano Ivan Duque disse neste domingo (2) que vai retirar a proposta de reforma tributária depois de protestos por vezes violentos no país e de ampla oposição por parte dos parlamentares.

Duque disse na sexta-feira (30) que a lei seria revisada para remover alguns de seus pontos mais polêmicos – como o nivelamento do imposto sobre vendas de alguns alimentos e de serviços públicos – mas o governo já havia insistido que não o retiraria de pauta.

Os protestos contra a reforma causaram diversas mortes em todo o país.

“Estou pedindo ao Congresso que retire a lei proposta pelo Ministério da Fazenda e processe urgentemente uma nova lei que seja fruto do consenso, a fim de evitar incertezas financeiras”, disse Duque em vídeo.

Fonte: R7
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MEDIDAS PROVISÓRIAS EDITADA PELO PRESIDENTE FLEXIBILIZA LEI TRABALHISTA, REDUZ JORNADA E SALÁRIO

Governo edita MPs para reduzir jornada e salário e flexibilizar lei trabalhista

Os textos das medidas devem ser publicados no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (28)

Thais Herédia e Ligia Tuon, do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 27 de abril de 2021 às 22:20

Governo edita MPs para reduzir jornada e salário e flexibilizar lei trabalhista

O presidente Jair Bolsonaro editou, nesta terça-feira (27), duas Medidas Provisórias que fazem parte do combate aos impactos econômicos da pandemia de Covid-19, conforme antecipou no domingo Igor Gadelha, comentarista da CNN. Os textos das medidas devem ser publicados no Diário Oficial da União na quarta-feira (28).

Elas são uma reedição das MPs 936 e 927, do ano passado, que criaram o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), programa que permite suspensão de contratos e a redução de jornada e salários dos trabalhadores formais, além da permissão para alterar diversas leis trabalhistas.

A segunda prevê diversas medidas temporárias, como o teletrabalho, a antecipação das férias, a concessão das férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho e adiar o recolhimento do Fundo de Garantia (FGTS), entre outras.

Pela norma, as empresas poderão adiar o recolhimento do FGTS dos funcionários por um período de quatro meses. Os empregadores terão até o fim do ano para fazer o pagamento desses débitos, uma flexibilização que também havia sido adotada em 2020 e não traz prejuízo ao trabalhador, que apenas levará mais tempo para ver o depósito cair em sua conta do fundo de garantia.

BEm: mesmas regras de 2020

O BEm valerá por 120 dias, com a possibilidade de ser prorrogado caso haja disponibilidade de recursos. As regras devem ser as mesmas adotadas em 2020, com acordos para redução proporcional de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, ou suspensão total do contrato.

A adesão continua sendo por acordo e abrange todos os empregadores, com exceção de órgãos públicos, empresas estatais e organismos internacionais. Serão beneficiados também empregados domésticos, empregados com jornada parcial e aprendizes.

Desta vez, porém, o custo do programa será bem menor, de R$ 10 bilhões, podendo atender até 4,5 milhões de trabalhadores. No ano passado, a medida custou mais de R$ 33 bilhões e garantiu a manutenção de mais de 10 milhões de empregos formais.

MP libera recursos

Para garantir recursos aos programas, o presidente também editou uma terceira Medida Provisória, que abre crédito extraordinário no valor de R$ 9,98 bilhões. Desse total, R$ 9,8 bilhões devem ir para o pagamento do BEm, que compensa parte da perda salarial do trabalhador que integra o acordo. O benefício médio é estimado em R$ 2.050,82.

As MPs estavam na Casa Civil desde a semana passada, logo depois de o Orçamento de 2021 ter sido sancionado. Mas, até hoje, Bolsonaro não tinha validado as duas medidas.

Medidas esperadas por empresas

A renovação do BEM era uma das medidas mais esperadas, especialmente por empresários do setor de serviços, bares e restaurantes. Com a piora da pandemia neste início do ano e a volta das medidas de restrição e fechamento do comércio, muitos estabelecimentos ficaram sem caixa para manter o negócio e o salários de seus funcionários.

Pesquisa feita pela Abrasel, entidade que representa o setor de bares e restaurantes, apontou que 91% dos estabelecimentos não puderam pagar a folha de salários em abril. Este número era de 14% no início do ano.

Fonte: CNN

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ESTADO DE EMERGÊNCIA EM PORTUGAL NÃO SERÁ RENOVADO, SEGUNDO ANUNCIOU O PRESIDENTE MARCELO REBELO

Portugal suspenderá estado de emergência no próximo sábado

Presidente Marcelo Rebelo anunciou que não pedirá a renovação, após um bem-sucedido controle da pandemia até o momento

INTERNACIONAL

 Da EFE

País deve deixar o estado de emergência já no próximo sábado

ANDREA CABALLERO DE MINGO / EFE – ARQUIVO

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou nesta terça-feira (27) que não proporá uma nova renovação do estado de emergência por conta da pandemia do novo coronavírus, o mais alto nível de alerta do país, e portanto a medida será suspensa no próximo sábado (1º)

“Decidi não renovar o estado de emergência”, informou o chefe de Estado em um pronunciamento à nação, durante o qual explicou que tomou a decisão após ter ouvido especialistas, o governo e os partidos que compõem o Parlamento.

O estado de emergência, em vigor desde novembro e válido até a próxima sexta, deve ser proposto pelo presidente, aprovado pelo Parlamento e renovado a cada 15 dias, conforme estabelecido pela Constituição portuguesa.

“Para a decisão, foram levadas em conta a estabilização e até a diminuição do número médio de mortes e do número de pessoas internadas em hospitais e cuidados intensivos, a redução do Rt (taxa de transmissão) e a estabilização do número de pessoas infectadas”, detalhou Rebelo de Sousa.

Controle da pandemia

O presidente também destacou o esforço na realização de testes de coronavírus e o progresso na vacinação, e agradeceu aos portugueses por “um ano e dois meses de resistência corajosa e disciplinada”. Apesar disso, ele advertiu que não hesitará em avançar novamente com outro estado de emergência se a situação assim o exigir.

Depois de um mês e meio de estado de emergência no início da pandemia, Portugal voltou a declarar esse nível de alerta em 9 de novembro, diante do avanço do vírus SARS-CoV-2.

Com uma terceira onda de contágio muito dura, um confinamento geral foi decretado em 15 de janeiro, e o governo só começou a aliviar as restrições gradualmente dois meses depois.

Portugal está atualmente na terceira fase do plano de desconfinamento, e espera-se que na próxima segunda-feira a grande maioria do país avance para a última etapa do processo.

Nesta terça-feira, as autoridades realizaram uma reunião com epidemiologistas e outros especialistas, que confirmaram que a situação é estável. O índice de transmissão Rt está em 0,99, e a incidência de 14 dias é de 70,4 casos por 100.000 habitantes.

Portugal, com pouco mais de 10 milhões de habitantes, tem 834.991 casos de infecção confirmados e 16.970 mortes por covid-19 desde o início da crise sanitária.

Fonte: R7
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PRESIDENTE TURCO CONSIDEROU SEM FUNDAMENTO O RECONHECIMENTO DO GENOCÍDIO ARMÊNICO PELOS EUA

Erdogan critica reconhecimento dos EUA de genocídio armênio

Presidente turco disse ser ‘sem fundamento’ a declaração de Joe Bide e que afeta a relação entre os do país

 Da AFP

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan,

ADEM ALTAN / AFP

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, considerou nesta segunda-feira (26) “sem fundamento” o reconhecimento dos Estados Unidos do genocídio armênio e alertou sobre seu “impacto destruidor” nas relações entre ambos os países.

“O presidente americano fez declarações sem fundamento, injustas e contrárias à realidade”, ao reconhecer o genocídio armênio no sábado, declarou Erdogan, alertando sobre o “impacto destruidor” deste gesto de Joe Biden nas relações já tensas entre Ancara e Washington.

“Acreditamos que esses comentários foram incluídos na declaração após a pressão de grupos radicais armênios e círculos anti-turcos”, acrescentou o presidente turco

“Mas esta situação não anula o impacto destruidor desses comentários”, reiterou.

A Armênia, apoiada por muitos historiadores e acadêmicos, afirma que 1,5 milhão de pessoas de seu povo morreram em um genocídio promovido pelo Império Otomano entre 1915 e 1917.

A Turquia afirma que tanto armênios como turcos morreram em grande número durante a Primeira Guerra Mundial, mas nega com veemência que houve uma política deliberada de genocídio, um termo que não era definido legalmente até então.

No sábado, Biden reconheceu o genocídio armênio e se tornou o primeiro presidente americano a usar a palavra ‘genocídio’ no comunicado que a Casa Branca costuma emitir com motivo do aniversário desse massacre.

“Se você fala de genocídio, deve olhar para o espelho”, respondeu Erdogan nesta segunda.

“Também podemos falar do que aconteceu com os nativos americanos, com os negros e no Vietnã”, criticou.

Fonte: R7
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A TURQUIA RESPONDERÁ DE VÁRIAS MANEIRAS A DECLARAÇÃO DE BIDEN SOBRE O MASSACRE DE ARMÊNIOS, AFIRMOU O PORTA-VOZ DO PRESIDENTE TURCO

Turquia promete resposta após EUA reconhecerem genocídio armênio

Porta-voz do presidente Tayyip Erdogan disse que haverá reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses

NTERNACIONAL

 por Reuters

I5/04/2021 – 14H48

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan

ADEM ALTAN / AFP

declaração do presidente norte-americano, Joe Biden, de que o massacre de armênios pelo Império Otomano constituiu um genocídio é “simplesmente ultrajante” e a Turquia responderá de várias maneiras nos próximos meses, disse o porta-voz presidencial da Turquia neste domingo (25)

Biden rompeu no sábado (24) com décadas de comentários cuidadosamente calibrados da Casa Branca sobre os assassinatos de 1915, para deleite da Armênia e a comunidade armênia nos Estados Unidos, mas tensionando ainda mais a relação entre Washington e Ancara, dois aliados da Otan.

“Haverá uma reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses”, disse à Reuters Ibrahim Kalin, porta-voz e conselheiro do presidente Recep Tayyip Erdogan.

Kalin não especificou se Ancara restringiria o acesso dos EUA à base aérea de Incirlik no sul da Turquia, que tem sido usada para dar suporte à coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque, ou outras medidas que possa tomar.

As autoridades turcas condenaram imediatamente a declaração de Biden feita no sábado, e Kalin disse que Erdogan trataria do assunto após uma reunião de gabinete na segunda-feira.

“Em um momento e local que consideramos apropriados, continuaremos a responder a esta lamentável e injusta declaração”, disse ele.

A Turquia aceita que muitos armênios que viviam no Império Otomano foram mortos em confrontos com as forças otomanas na Primeira Guerra Mundial, mas nega que as mortes tenham sido sistematicamente orquestradas e constituído um genocídio.

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PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS AFIRMOU QUE DIA 03/05 O TEXTO INICIAL DA REFORMA TRIBUTÁRIA SERÁ APRESENTADO

Lira diz que texto inicial da reforma tributária será apresentado em 3 de maio

Eleito para o cargo com o apoio do governo do presidente Jair Bolsonaro, Arthur Lira sempre defendeu a aprovação de uma reforma tributária

Da Reuters
 Atualizado 24 de abril de 2021 às 19:36
Arthur Lira (PP-AL, presidente da Câmara (20.abr.2021)

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou neste sábado que um primeiro texto da reforma tributária será apresentado no dia 3 de maio. Ele disse que o objetivo da iniciativa é discutir e aprimorar a proposta com a sociedade.

“Como sinalização de que a política do cabo de guerra não vai alterar nossa missão, estaremos tornando pública na segunda-feira, dia 3 de maio, a versão inicial do texto da reforma tributária”, informou Lira no Twitter.

“O objetivo é discutir com a sociedade, fazer consultas públicas, receber as críticas e os aprimoramentos, com transparência e participação de todos. Temos de enfrentar os problemas do Brasil, apesar das crises, passageiras”, acrescentou.

Segundo o presidente da Câmara, o Congresso não pode ficar prisioneiro da paralisia política das guerras legislativas. “Mais do que nunca, temos de cumprir nosso dever com a sociedade”, ressaltou.

Eleito para o cargo com o apoio do governo do presidente Jair Bolsonaro, Arthur Lira sempre defendeu a aprovação de uma reforma tributária.

O governo, entretanto, está na mira de enfrentar uma CPI da Pandemia no Senado. A comissão de inquérito, com maioria de integrantes de oposição e  independentes, deve começar formalmente seus trabalhos a partir da próxima semana.

Fonte: CNN

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SEGUNDO EMBAIXADOR DOS EUA, O PRESIDENTE DO BRASIL ASSUMIU UM COMPROMISSO MUITO AMBICIOSO, O DE ‘NEUTRALIZAR A EMISSÃO DE CARBONO ATÉ 2050’

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

Durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), o presidente se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050

Produzido por Lourival Sant’Anna e texto por Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de abril de 2021 às 22:00

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, disse em entrevista exclusiva à CNN que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um compromisso de muita ambição durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), quando se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050.

“É o mesmo compromisso que nós fizemos e outros países que têm esse grande interesse fizeram. Isso é bastante importante. Tem certas pessoas que duvidam se vão chegar à meta ou não. Tem que ter primeiro a grande ambição que o presidente Jair Bolsonaro mostrou”, disse Chapman.

De acordo com o embaixador, o objetivo agora é encontrar formas de ajudar o país a cumprir esta meta. Segundo ele, existem empresários do setor privado e “grandes” organizações não-governamentais que querem “colocar dinheiro” para ajudar o Brasil a alcançar essas metas.

Chapman acredita que a ajuda financeira deve começar a chegar assim que os resultados começarem a aparecer. O embaixador também ressaltou que a responsabilidade não é apenas do governo federal.

“Queremos ver resultados. Eu acho que as finanças vão fluir com muito mais frequência, em volume, quando pudermos nos próximos três ou quatro meses um resultado bastante importante no desmatamento. O dever não é somente do governo federal, mas também dos governos estaduais e do setor privado. Temos todos que trabalhar em conjunto”, afirmou.

Ausência de Biden no discurso de Bolsonaro

Questionado se a ausência do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o pronunciamento de Bolsonaro e o fato do Brasil ter sido apenas o 21.º país a discursar na Cúpula eram indicativos de indisposição e má vontade com o país, o embaixador minimizou o ocorrido.

“Acho que se isso fosse verdade, a União Europeia e a Austrália também estariam conversando conosco sobre este fato. Às vezes, o presidente precisa sair e não era previsto. Essas coisas são de protocolo e logística. Isso não tem nada a ver com todas as coisas importantes que passaram no evento de hoje”, ressaltou.

Fonte: CNN

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A PEDIDO DO PRESIDENTE BOLSONARO, PAZUELLO DEVE GANHAR CARGO NO PALÁCIO DO PLANALTO

Ex-ministro da Saúde, Pazuello deve assumir cargo no Palácio do Planalto

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto

Renata Agostini
Por Renata Agostini, CNN  
 Atualizado 18 de abril de 2021 às 17:16
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Eduardo PazuelloBolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general Foto: Carolina Antunes/PR (16.set.2020)

A pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve ganhar um cargo no Palácio do Planalto. Está em discussão alçá-lo ao comando da “Secretaria Especial de Modernização do Estado”, informou à CNN um auxiliar presidencial.

A secretaria é subordinada à Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Onyx Lorenzoni. Assumindo o cargo, Pazuello será encarregado, por exemplo, de “formular a política nacional de modernização do Estado” e ainda coordenar a definição de diretrizes para a “transformação digital de serviços públicos”.

Bolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general, que deixou o comando da Saúde há quase um mês. Ao entregar o cargo para Marcelo Queiroga, ele se reapresentou ao Exército, já que não chegou a se transferir para a reserva.

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto. O general é alvo de inquérito por causa da crise em Manaus e está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), onde ministros defendem sua responsabilização por omissões durante a pandemia.

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PRESIDENTE MEXICANO ANUNCIOU QUE IRÁ PROPOR AO PRESIDENTE AMERICANO UM PLANO PARA “ORDENAR” A MIGRAÇÃO IRREGULAR

Presidente mexicano irá propor plano de imigração a Biden

Andrés Manuel López Obrador ampliar programa social na América Central que oferece ajuda econômica a produtores

INTERNACIONAL

AFP

Policiais vigiam fronteira entre México e EUA

JOSE LUIS GONZALEZ/REUTERS – 6.9.2019

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou neste domingo (18) que irá propor a seu homólogo norte-americano, Joe Biden, um plano para “ordenar” a migração irregular.

López Obrador disse em mensagem postada em suas redes sociais que as propostas serão apresentadas a Biden durante a cúpula virtual sobre o clima que o democrata convocou para os dias 22 e 23 de abril.

A iniciativa do presidente de esquerda consiste em “ampliar” seu programa social Semeando Vida na América Central, por meio do qual ajudas econômicas são concedidas a produtores inscritos.

“Isso nos permitirá ordenar o fluxo migratório. Em março essa situação transbordou”, declarou López Obrador.

Se sua proposta se concretizar, acrescentou, seria uma “terceira etapa” do TMEC, o novo acordo de livre comércio entre México, Estados Unidos e Canadá que substituiu o TLCAN em julho de 2020.

Os centro-americanos do programa Sembrando Vida teriam direito a vistos de trabalho temporário após os três primeiros anos e, depois de mais três anos, poderiam solicitar a cidadania norte-americana, de acordo com a proposta de López Obrador.

Diante do aumento dos fluxos migratórios, na última quarta-feira o presidente mexicano instou o Congresso dos Estados Unidos a aprovar o orçamento de 861 milhões de dólares solicitado por Biden para combater a pobreza na América Central.

Em junho de 2019, o México lançou o Plano de Desenvolvimento Integral para El Salvador, Guatemala e Honduras, no qual se comprometeu a fazer transferências econômicas para as pessoas inscritas em programas sociais.

Mais de 172 mil migrantes sem documentos foram detidos em março na fronteira dos Estados Unidos com o México, um aumento de 71% em um mês e o nível mais alto em 15 anos.

Fonte: R7
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PRESIDENTE RUSSO ASSINOU UMA LEI QUE ABRE CAMINHO PARA SUA PERMANÊNCIA NO KREMLIN ATÉ 2036

 

Putin assina lei que o autoriza a disputar mais dois mandatos

Nova lei abre caminho para que o presidente russo permaneça no Kremlin até 2036

INTERNACIONAL

da AFP

Desde 2000, Putin ficou apenas 4 anos fora da presidência russa

ALEXEI DRUZHININ/KREMLIN VIA REUTERS

O presidente russo, Vladimir Putin, 68 anos, assinou nesta segunda-feira (5) a lei que permite que ele dispute dois novos mandatos de seis anos, o que abre o caminho para sua permanência no Kremlin até 2036.

A lei, publicada no Diário Oficial do governo russo, foi aprovada pelo Parlamento em março, após um referendo constitucional organizado no verão de 2020.

Após chegar ao poder no ano 2000, Putin eliminou toda a competição política real em duas décadas, restringindo a oposição e a mídia independente. Ele sempre se recusou a falar sobre sua sucessão.

Putin deveria, em teoria, encerrar sua carreira ao final de seu atual mandato em 2024, já que a lei russa não permite que um presidente exerça mais de dois mandatos consecutivos.

Mas de acordo com o texto que promulgou hoje, “esta restrição não se aplica aos que ocupavam o cargo de chefe de Estado antes da entrada em vigor das alterações à Constituição”, aprovadas por referendo em 2020.

Vida eterna

“Que sigam adiante com uma lei que concede a vida eterna ao presidente”, ironizou no Twitter Evgueni Roijzmán, um detrator do Kremlin e ex-prefeito de Ekaterimburgo, uma das maiores cidades da Rússia.

A equipe do opositor preso Alexei Navalny reagiu publicando um vídeo do ano 2000 em que Putin diz ser contra um presidente russo permanecer no poder por mais de dois mandatos.

A reforma ocorre em um momento em que o presidente russo desfruta de uma popularidade maior que 60% de acordo com as pesquisas, apesar da pandemia, da economia desacelerada e das reformas sociais impopulares em 2018.

Esta não é a primeira vez que Putin atinge o limite de dois mandatos. Em 2008, ele assumiu o cargo de primeiro-ministro e deixou o Kremlin para seu último chefe de governo, Dmitry Medvedev. Após esse interlúdio de quatro anos, ele foi reeleito presidente em 2012.

Depois, a duração do mandato presidencial foi ampliada de quatro para seis anos e Putin foi reeleito em 2018 com 76% no primeiro turno, sem oposição real.

Princípios conservadores e imunidade

A lei promulgada inclui também novos requisitos para os candidatos presidenciais. Agora devem ter ao menos 35 anos, residir na Rússia pelo menos há 25 anos e nunca ter tido uma cidadania estrangeira ou uma permissão de residência permanente em outro país.

A revisão votada no verão introduz também na Constituição princípios conservadores desejados pelo presidente, como a fé em Deus, o casamento apenas entre heterossexuais e a educação patriótica.

Também concede imunidade aos presidente russos, inclusive depois de deixarem o cargo.

Adiado por uma semana devido à pandemia de covid-19, o referendo do ano passado, cujo resultado não gerou a menor dúvida, acabou oficialmente com a vitória do “sim” com 77,92% dos votos e uma participação de 65%, de acordo com os dados oficiais.

O opositor Alexei Navalny qualificou este referendo como uma “grande mentira” e a ONG Golos, especializada na observação das eleições, denunciou um ataque “sem precedentes” à soberania do povo russ

Fonte: R7

 

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PONTO DE VISTA: A VERDADEIRA FACO DE JOÃO DORIA ESTÁ ESTÁ SE REVELANDO

Caro(a) leitor(a),

Você que acompanha as publicações do Blog do Saber e desta coluna, sabe do nosso compromisso em mostrar a verdadeira face de um personagem da política nacional que engana o eleitor há muito tempo. Esse personagem se chama João Doria e, a meu ver, é a mente mais doente da política nacional. Por isso a minha preocupação em impedir que esse crápula alcance seu objetivo maior que é ser presidente da república. O artigo a seguir é mais uma evidência e constatação do que venho falando aqui. O cara é capaz de tudo para chegar ao poder. Desde se aliar e usar o nome de Bolsonaro em 2018 para se eleger governador de São Paulo, como se aliar ao maior bandido e ladrão que a história da humanidade já conheceu, o meliante Lula. Portanto, peço a você que está consciente dessa verdade que me ajude a divulgar essa postagem!

Doria diz que aceita “sentar com Lula” e revela sua verdadeira face

Foto: Arquivo/Agência BrasilFoto: Arquivo/Agência Brasil

Em entrevista ao site esquerdista “Revista Fórum”, o deputado federal Orlando Silva, do PCdoB-SP, fez uma revelação bombástica: ele disse que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chegou a apelar para ele, em certa ocasião, e afirmar que toparia conversar com o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tentativa de unir forças contra a reeleição do atual presidente, Jair Bolsonaro.

Em vídeo, o esquerdista detalhou o encontro com o tucano.

“Lá pelas tantas, ele (Doria), falando de política, falou a seguinte frase: “em 2022, para derrotar o Bolsonaro, eu sento até com o Lula”. Eu falei: “vai muito bem por aí. É um bom caminho”. Eu disse ainda para ele que fiquei com a frase na cabeça e, quando tivesse chance, ia falar sobre isso para um jornalista. E ele me respondeu: “pode falar”, contou em conversa com Cynara Menezes.

Sobre a tal “Frente Ampla”, que congrega artistas e adversários políticos de diversas vertentes contra Bolsonaro, Orlando Silva foi enfático ao dizer que apoiaria qualquer pessoa contra o chefe do Executivo, em um eventual segundo turno.

“Eu sou muito contra Bolsonaro. Eu e todo mundo que seja razoável. O que ele está fazendo no Brasil é inacreditável. Esse cara é tão perverso quanto esses ditadores que exerceram poder no Brasil. Ele equivale a Emílio Gastarrazu Médici”, acredita.

A afirmação de João Doria contrasta com a narrativa para se eleger, em 2018. Durante aquele ano, o tucano utilizava o slogan “BolsoDoria” e fazia duras críticas à corrupção e ao ex-presidente Lula, que era investigado na Operação “Lava Jato”, da Polícia Federal. Doria tentou de todas as formas vincular o próprio nome à imagem de Jair Bolsonaro, que era visto como político confiável, crível, sincero e empático. Mas, depois de eleito às custas da “onda Bolsonaro”, virou as costas pro atual presidente, tornando-se opositor ferrenho do Planalto.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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O VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO ELOGIOU A ESCOLHA DOS NOVOS COMANDANTES DO EXÉRCITO, MARINHA E AERONÁUTICA FEITA POR BOLSONARO

Escolha dos novos comandantes foi ‘muito boa’, diz Mourão à CNN

Vice-presidente argumenta que novo comandante do Exército, general Paulo Nogueira, não era o mais antigo, como é tradicional na escolha, mas ‘não é o mais novo’

Igor Gadelha

Por Igor Gadelha, CNN  

 Atualizado 31 de março de 2021 às 21:51

Vice-presidente do Brasil, Hamilton MourãoVice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão elogiou, na noite desta quarta-feira (31), a escolha dos novos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica feita pelo presidente Jair Bolsonaro. “Muito boa”, afirmou à CNN Mourão, que é general da reserva.

No caso do Exército, Mourão ressaltou que o escolhido, general Paulo Sérgio Nogueira, não era o mais antigo, “mas também não era o mais novo”. Com aposentadoria de alguns oficiais, Nogueira foi o terceiro da lista de antiguidade.

O vice-presidente destacou “liderança” como a principal característica que define o novo comandante do Exército. Até esta quarta-feira, Nogueira atuava como chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército Brasileiro.

Como antecipou a analista da CNN Basília Rodrigues, para a Marinha o escolhido foi o almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, segundo mais antigo da lista. Já o novo comandante da Aeronáutica será o tenente-brigadeiro Baptista Júnior.

As escolhas foram elogiadas pelo vice-presidente. “Dois excelentes profissionais (os comandantes escolhidos para Marinha e Aeronáutica). Como tenho dito, nada muda”, afirmou Mourão.

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SEGUNDO MILITARES, TENDÊNCIA É DE INSTABILIDADE POLÍTICA ATÉ O FINAL DO MANDATO DO PRESIDENTE BOLSONARO

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Avaliação é de que instabilidade política seguirá até o fim do mandato do presidente

Caio Junqueira
Por Caio Junqueira, CNN  
 Atualizado 30 de março de 2021 às 21:00

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Militares da ativa e da reserva com que a CNN conversou nesta terça-feira fizeram uma análise do futuro do governo Bolsonaro. Segundo os oficiais, a principal tendência e de instabilidade política até o final do mandato, mas apontam também outros cenários.

  1. O presidente se fragiliza até o final do mandato e fica cada vez mais refém do Congresso Nacional, que o mantém nessa condição a fim de tirar proveito da situação gerando um estado de instabilidade permanente. Para os militares ouvidos, este é o cenário mais provável.
  2. O presidente se recupera politicamente. Vacinação em massa e retomada da economia fazem sua popularidade crescer novamente e traz estabilidade ao país.  Cenário, menos provável, segundo os interlocutores.
  3. O presidente tenta liderar uma ruptura, mas sem apoio das forças, acaba caindo. Cenário improvável.

Nos círculos militares nesta tarde, a tônica era que qualquer fosse o interesse do presidente em politizar as forças, elas não cederiam à pressão. Uma fonte disse à CNN que essa variável (apoio das Forças para uma aventura) o presidente nunca terá. E se houver uma demanda presidencial nesse sentido, haverá insubordinação.

Sobraram elogios aos demissionários, assim como Fernando Azevedo, pelo fato de terem desembarcado, o que foi considerado o melhor sinal de que as tropas não embarcariam em qualquer ideia de ruptura institucional. A leitura é a de que todos salvaram suas biografias.

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CONSIDERADO CULPADO POR DIVERSOS CRIMES, IRMÃO DO PRESIDENTE DE HONDURAS PEGA PRISÃO PERPÉTUA NOS EUA

Irmão do presidente de Honduras pega prisão perpétua nos EUA

Tony Hernández, irmão de Juan Orlando Hernández, foi considerado culpado em 2019 de diversos crimes, incluindo tráfico

INTERNACIONAL

Da AFP

Manifestantes comemoraram a condenação de Hernánzes em Nova York

TONY A. CLARY / AFP – 30.3.2021

O irmão do presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, foi condenado nesta terça-feira (30) à prisão perpétua por um juiz de Nova York por tráfico de drogas em larga escala.

Tony Hernández, de 42 anos, foi declarado culpado em outubro de 2019 após um julgamento no qual os promotores americanos disseram que o chefe de Estado hondurenho havia conspirado para o narcotráfico, uma acusação que o presidente do país centro-americano nega.

Ele respondia a acusações de tráfico de cocaína aos Estados Unidos, falso testemunho e posse de armas de fogo.

O juiz Kevin Castel declarou que a sentença de prisão perpétua para Tony Hernández, que foi detido em um aeroporto de Miami em novembro de 2018, foi “bem merecida”.

Os promotores do distrito sul de Nova York garantiram em seu processo que o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, era um parceiro fundamental de seu irmão Tony, embora ele não tenha sido acusado.

Os promotores exigiram prisão perpétua, ressaltando que Hernández “não demonstrou nenhum remorso”, enquanto a defesa pediu a pena mínima obrigatória de 40 anos.

“Com total impunidade”

“O acusado era um congressista hondurenho que, junto ao seu irmão Juan Orlando Hernández, desempenhou um papel de liderança em uma violenta conspiração de tráfico de drogas patrocinada pelo Estado”, escreveram os promotores ao juiz antes da sentença.

Tony Hernández atuou “com total impunidade” graças à proteção de seu irmão e contribuiu para a “putrefação” das instituições hondurenhas, afirmou também a promotoria durante o julgamento.

Uma testemunha da acusação, o ex-traficante de drogas e ex-prefeito hondurenho Alexander Ardón, testemunhou durante o processo que esteve presente em uma reunião na qual o agora preso Joaquín “Chapo” Guzmán, então chefe do cartel mexicano de Sinaloa, entregou um milhão de dólares em dinheiro para Tony Hernández pela campanha eleitoral de seu irmão, em 2013.

O presidente de Honduras também foi acusado por promotores americanos de ser parceiro de outro narcotraficante hondurenho, Geovanny Fuentes Ramírez, considerado culpado de tráfico de drogas em 22 de março, após um julgamento presidido pelo mesmo juiz Castel.

Juan Orlando Hernández, advogado que chegou ao poder em janeiro de 2014, e que está em seu segundo mandato, nega ter sido sócio do seu irmão ou de Fuentes no tráfico de cocaína para os Estados Unidos, e afirma que traficantes de drogas que testemunharam contra seu irmão em ambos os processos querem vingança contra ele por sua luta contra essa atividade ilícita.

Todos desde 2006

Durante o julgamento de Geovanny Fuentes, os promotores americanos afirmaram que, desde 2006, todos os presidentes hondurenhos receberam propina de traficantes de drogas em troca de proteção e promessa de não-extradição.

Fábio Lobo, filho do ex-presidente de Honduras Porfirio “Pepe” Lobo (2010-2014) — do Partido Nacional, o mesmo de Hernández — foi condenado a 24 anos de prisão em Nova York em 2017, por ajudar no tráfico de 1,4 toneladas de cocaína para os Estados Unidos.

O ex-advogado de Tony Hernández, Melvin Bonilla, foi baleado e morto no início deste mês quando dirigia por uma área central de Tegucigalpa.

Um suposto parceiro de Tony, Magdaleno Meza, foi baleado e morto em uma prisão de segurança máxima de Honduras em outubro de 2019, dias depois que o irmão do presidente foi considerado culpado.

Segundo seu advogado, Meza foi assassinado após receber ameaças “de pessoas que se identificaram como sendo do governo”.

Fonte: R7
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INSULTOS AO PRESIDENTE DA TURQUIA ATRAVÉS DE CHARGE NA REVISTA FRANCESA PODE CUSTAR 4 ANOS DE PRISÃO AOS AUTORES

Jornalistas do Charlie Hebdo são indiciados por ‘ofensa’ a Erdogan

Promotor turco pediu até 4 anos de prisão para 4 funcionários da revista francesa por charge que ironizava o presidente do país

Presidente da Turquia foi retratado em uma charge da revista francesa

ADEM ALTAN / AFP – 24.3.2021

Um promotor da Turquia pediu nesta sexta-feira (26) até quatro anos de prisão contra quatro colaboradores do semanário satírico francês Charlie Hebdo por terem “insultado” o presidente Recep Tayyip Erdogan em uma caricatura em 2020, segundo a agência de imprensa estatal Anadolu.

Os quatro colaboradores da revista francesa indiciados são a caricaturista Alice Petit e três encarregados da famosa revista, Gérard Biard, Julien Sérignac e Laurent Sourisseau, conhecido como Riss, segundo a agência.

O desenho retrata o autoritário presidente turco de cuecas, com um copo de cerveja na mão, levantando a saia de uma mulher com véu, enquanto exclama: “¡Ohhh, o profeta!”.

A publicação desta caricatura, em outubro, desencadeou a revolta de Erdogan em um contexto de fortes tensões diplomáticas entre Ancara e Paris.

A ata de acusação, que deve ser formalmente aceita por um tribunal para que se possa abrir um processo, considerou que o desenho “não entra de forma alguma no marco da liberdade de expressão ou de imprensa”, mas é “vulgar, obsceno e desonroso”.

Erdogan qualificou a caricatura de “ataque ignóbil” cometido por “abutres”.

O assunto chegou em um contexto de crise diplomática entre a Turquia e a França.

O presidente turco chegou a acusar o colega francês, Emmanuel Macron, de “islamofobia” por ter defendido o direito a caricaturizar o profeta Maomé.

Macron advertiu na terça-feira para “as tentativas de ingerência” da Turquia nas eleições presidenciais francesas de 2022 e acusou Ancara de difundir mentiras através dos veículos de comunicação controlados pelo Estado.

Anteriormente, Erdogan disse que seu colega francês precisava realizar “exames mentais” após uma polêmica provocada por uma nova lei francesa que reprime o Islã radical.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL RENUNCIA AO CARGO

André Brandão renuncia ao cargo de presidente do Banco do Brasil

A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, após seis meses à frente da instituição

Natália Flach, do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 18 de março de 2021 às 20:37

O novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão

O presidente do Banco do Brasil, André Brandão, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (18). A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, apenas seis meses após ter assumido o comando da instituição, de acordo com fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários.

Segundo o documento, Brandão entregou a renúncia ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do conselho do BB, Hélio Lima Magalhães.

nome escolhido pelo governo para substituir Brandão no cargo é Fausto de Andrade Ribeiro, presidente da BB Administradora de Consórcios desde setembro de 2020.

As conversas sobre a possível saída de Brandão começaram pouco depois de Bolsonaro anunciar, em suas redes sociais, que haveria troca no comando da Petrobras, com a saída de Roberto Castello Branco para entrada do general Joaquim Luna e Silva. Na ocasião, o presidente disse “semana que vem tem mais”.

Brandão chegou a reclamar com Guedes de que estaria sem condições para trabalhar diante das especulações sobre sua saída do cargo. Por causa do rumor de mercado, as ações do banco recuaram 5% no dia 26 de fevereiro.

Em janeiro, Bolsonaro já teria tentado demitir Brandão, depois que o BB anunciou um plano de economia que incluía o fechamento de 361 agências e cerca de 5 mil demissões voluntárias.

Dança das cadeiras

Brandão, que é ex-presidente do HSBC, substituiu Rubem Novaes no comando do Banco do Brasil, em setembro do ano passado. Novaes disse, em entrevista à CNN, que saiu por causa dos conflitos políticos de Brasília e por acreditar que o banco precisa de um executivo mais afinado com as inovações tecnológicas necessárias para enfrentar a concorrência das fintechs.

Não me adaptei à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília“, afirmou Novaes.

O executivo teve atritos com o alto escalão do governo e enfrentou dificuldades para levar adiante os planos de privatizar o banco.

Fonte: CNN

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CÂMARA DOS DEPUTADOS DO PARAGUAI REJEITOU PEDIDO DE IMPEACHMENT DO PRESIDENTE DO PAÍS E SEU VICE

Governistas barram impeachment de presidente do Paraguai

Após a decisão, houve protestos em Assunção, confronto com a polícia e um princípio de incêndio na sede do partido do presidente

INTERNACIONAL

 Da EFE

A polícia entrou em confronto com manifestantes após a decisão do Congresso

CESAR OLMEDO / REUTERS – 17.3.2021

A Câmara dos Deputados do Paraguai rejeitou nesta quarta-feira (17) uma tentativa de julgamento de impeachment do presidente do país, Mario Abdo Benítez, e seu vice, Hugo Velázquez.

O Partido Liberal, o maior da oposição, e outros partidos minoritários tentavam emplacar o julgamento político do governante tendo como argumento sua suposta má gestão da crise na área da saúde em meio à pandemia do novo coronavírus.

Os deputados do Partido Colorado, de Benítez, que têm a maioria na Casa, conseguiram derrubar a proposta por um placar de 42 votos contra, 36 a favor e dois ausentes, em duas rodadas de votação.

A bancada do Partido Liberal tem 29 cadeiras, e eram necessários 53 votos para que o processo fosse encaminhado ao Senado.

A iniciativa surgiu após protestos populares realizados há uma semana e meia em Assunção para denunciar a escassez de medicamentos para os pacientes com covid, o colapso de hospitais e casos de corrupção em compras de suprimentos para enfrentar a pandemia, além do atraso na compra de vacinas.

Após a decisão, manifestantes foram às ruas de Assunção, tentando chegar ao Congresso. A polícia reprimiu com cavalaria e jatos d’água e os grupos se dispersaram. Segundo a imprensa paraguaia, algumas pessoas foram para a porta do prédio onde fica a sede do Partido Colorado, ao qual Benítez pertence, e chegaram a colocar fogo em um dos anexos. O incêndio foi controlado por bombeiros e pelo menos cinco pessoas foram presas.

Fundamentos das acusações

A deputada Celeste Amarilla, do Partido Liberal, foi encarregada de ler as acusações contra Abdo Benítez no plenário. Ela citou uma suposta “negligência” por parte do governo na hora de preparar o sistema de saúde de forma eficiente no período de um ano em que o Congresso aprovou um fundo equivalente a US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 9 bilhões) para lidar com a emergência sanitária.

As acusações enfatizaram os escândalos de corrupção que envolveram a compra de medicamentos no início da pandemia, assim como o desabastecimento nos hospitais à medida em que o número de casos aumentava.

A lentidão na compra de vacinas para o país, que só recebeu cerca de 20 mil doses, todas elas para profissionais de saúde, foi outro fator que reforçou a acusação.

A deputada Kattya González, do Partido do Encontro Nacional, leu a acusação contra Velázquez, com base em seu não cumprimento de seu papel constitucional como vetor entre a Presidência e o Congresso.

Ele também foi acusado de inação e de mentir depois de anunciar, no ano passado, a implementação de reformas estatais a serem executadas em três meses.

O presidente da Câmara, Pedro Alliana, que também comanda o Partido Colorado, convocou a sessão extraordinária a pedido do deputado governista Basilio Núñez, uma hora depois que os liberais apresentaram o documento acusatório na recepção da Casa.

A rápida solicitação do governo foi interpretada como uma estratégia para arquivar a iniciativa com base em sua maioria de assentos.

Fonte: R7
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RUMORES DE QUE O ATUAL PRESIDENTE DA TANZÂNIA FALECEU DE COVID-19 É DESMENTIDO PELO VICE

Tanzânia anuncia a morte do presidente John Mabufuli

Após boatos de que o mandatário teria tido covid-19, vice-presidente alega que ele morreu de problemas cardíacos

INTERNACIONAL

 Do R7, com AFP

A vice-presidente Samia Hassan (e) anunciou a morte de John Magufuli

ERICKY BONIPHACE / AFP – 24.7.2019

O presidente da Tanzânia, John Magufuli, de 61 anos, morreu nesta quarta-feira (17) por problemas cardíacos, anunciou a vice-presidente Samia Suhulu Hassan em um pronunciamento na televisão, depois de duas semanas de ausência do chefe de Estado, atribuída em alguns rumores à covid-19.

“É com grande pesar que lhes informo que hoje, 17 de março de 2021, às 18h (12h no horário de Brasília), perdemos nosso líder, o presidente da Tanzânia, John Pombe Magufuli”, declarou Hassan.

Magufuli, que segundo a vice-presidente tinha problemas cardíacos há 10 anos, apareceu pela última vez em público em 27 de fevereiro, e os boatos se espalharam. Ela afirmou que o presidente morreu no hospital Emilio Mzena, um estabelecimento federal na capital Dar es Salam, onde estava sendo tratado.

Há uma semana, o líder da oposição Tundi Lissu, que vive exilado na Bélgica, se juntou a outros que questionavam a ausência do presidente, dizendo que seria uma forma severa da covid-19, agravada por problemas de saúde.

Na segunda-feira, a própria Hassan tinha dito que a população deveria ignorar os rumores, afirmando que o presidente estava doente, mas sem especificar a doença. “Se tem um momento que devemos estar unidos, é agora”, pediu ela.

Reeleito em outubro de 2020, Magufuli, apelidado de “Trator”, chegou ao poder em 2015 prometendo lutar contra a corrupção.

Mas seu primeiro mandato foi marcado, segundo muitas organizações de direitos humanos, por uma tendência autoritária, reiterados ataques contra a oposição, e o retrocesso das liberdades fundamentais.

Em fevereiro, Tanzânia, que Magufuli disse ter sido “libertada” da covid-19 graças a orações, experimentou uma onda de mortes, atribuídas oficialmente a pneumonia.

Personalidades de destaque foram afetadas, como o vice-presidente do arquipélago de Zanzibar, Seif Sharif Hamad, que morreu. Após isso, Magufuli se viu forçado a admitir a presença do vírus na Tanzânia à imprensa.

Fonte: R7

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DIREITO-JUSTIÇA: OACB PASSARÁ A RECEBER DENÚNCIAS DE OFENSAS CONTRA O PRESIDENTE, FAMILIARES E INTEGRANTES DO GOVERNO FEDERAL

Tem que deixar o governo trabalhar”, clama presidente da Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil (veja o vídeo)

Fotomontagem: Geraldo BarralFotomontagem: Geraldo Barral

Indignada com os ataques contínuos que o presidente Bolsonaro recebe da imprensa militante e da extrema esquerda, a Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil (OACB) postou nas redes sociais que a entidade passaria a receber denúncias de ofensas ao presidente, a familiares do chefe do Executivo ou a integrantes do governo federal, seja por parte de políticos, artistas, professores ou qualquer um, e abriria processo contra os agressores.

A iniciativa da entidade ganhou repercussão e Geraldo Barral, presidente da OACB, revelou que houve até uma tentativa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de ‘intimidar o grupo’.

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, Barral falou sobre a necessidade dos conservadores reagirem.

“Esse povo tem que deixar o governo trabalhar, não é possível que todo dia se crie uma celeuma sobre alguma coisa que se disse, e não estão dando importância ao que tem sido feito, aos fatos concretos do governo, mas estão preocupados em sabotar o governo, essa que é a verdade. Então, todas essas pessoas que cometerem crimes, e não apenas críticas, podem, sim, vir a serem processadas”, ressaltou.

Confira:

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PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA ACEITOU O CONVITE DE BOLSONARO PARA OCUPAR O MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

Marcelo Queiroga aceita convite para assumir o Ministério da Saúde

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia aceitou o convite para ser o quarto ministro da pasta no governo Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 15 de março de 2021 às 21:09

Marcelo Queiroga aceita convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para ocupar o Ministério da Saúde.

Marcelo Queiroga deixou o gabinete presidencial por volta das 18h30 desta segunda-feira e aceitou o convite. O presidente Jair Bolsonaro confirmou ao repórter da CNN Leandro Magalhães a escolha do novo ministro.

A apoiadores, Bolsonaro falou sobre a escolha. “A conversa foi excelente, já conhecia há alguns anos, então não é uma pessoa que eu tomei conhecimento há poucos dias. Tem tudo, no meu entender, para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento a tudo que o Pazuello fez até hoje.”

“Marcelo Queiroga é também gestor, mas muito mais entendido na questão de saúde, vai fazer outros programas que interessem cada vez mais para nós diminuirmos o número de pessoas que vierem a óbito em razão dessa doença, que abalou o mundo todo”, prosseguiu o presidente.

A ideia é publicar a nomeação no Diário Oficial da União desta terça-feira (16). Segundo Bolsonaro, a transição da gestão do atual ministro, o general Eduardo Pazuello, deve durar uma ou duas semanas.

Marcelo Queiroga é o quarto nome a ser indicado ministro da Saúde no governo Bolsonaro. Antes de Eduardo Pazuello, a pasta foi ocupada pelo ortopedista e ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) e pelo oncologista Nelson Teich.

 

Fonte: CNN
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MILITARES ACONSELHARAM O PRESIDENTE BOLSONARO A NÃO IR PARA O CONFRONTO COM GOVERNADORES E A BUSCAR UMA AGENDA POSITIVA NA SAÚDE

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 03 de março de 2021 às 20:11

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva | EXPRESSO CNN - YouTube
Militares aconselharam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a desistir de fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a não ir para o confronto com governadores e a buscar uma agenda positiva na saúde, no momento em que o país vive sua pior fase na pandemia.

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas.

Ele disse, por exemplo, que “não quer culpar ninguém” e que iria conversar com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a demanda por mais recursos que os governadores apresentaram em reunião na terça-feira (2) com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Em outra frente, seguindo essa linha, o Palácio do Planalto orientou o Ministério da Saúde a destravar as negociações com as farmacêuticas. Logo pela manhã, Pazuello se reuniu com o secretário-executivo Helcio Franco e o orientou a retomar as tratativas, especialmente com a Pfizer.

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O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO E O MINISTRO DA COMUNICAÇÃO, FÁBIO FARIA, CITAM EM REDES SOCIAIS REPASSES DO GEVERNO FEDERAL AOS ESTADOS PARA A SAÚDE

Bolsonaro e Faria citam repasses federais para saúde em meio à lotação de UTIs

Postagens em redes sociais dão a entender que o governo federal destina boa parte do orçamento para saúde e, de fato, o faz, pois é obrigatório

Natália Flach, da CNN

Atualizado 28 de fevereiro de 2021 às 19:25

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do PlanaltoPresidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do PlanaltoFoto: Adriano Machado/Reuters (12.jan.2021)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e o ministro da Comunicação, Fábio Faria (PSD-RN), escreveram em suas redes sociais que o governo federal destinou cerca de R$ 600 bilhões para os estados investirem na área de saúde no ano passado (confira abaixo). Eles também citaram os valores indiretos de ajuda aos estados, que inclui a suspensão e a renegociação de dívidas (auxílio emergencial), que somaram ao redor de R$ 294 bilhões em 2020.

São Paulo foi o estado que mais recebeu: R$ 135 bilhões em repasse obrigatório e R$ 55,19 em auxílio. O segundo estado foi Minas Gerais, com R$ 81,4 bilhões obrigatórios e R$ 26,9 bilhões em auxílio. O terceiro da lista é o estado do Rio de Janeiro, que recebeu R$ 76 bilhões em repasses e R$ 24,94 bilhões em auxílio.

Entre os estados que menos receberam recursos estão o Acre, com R$ 6,8 bilhões de repasses e R$ 1,38 bilhão em auxílio, e Roraima, com R$ 5,1 bilhões em repasses obrigatórios e R$ 1,04 bilhão de auxílio. Veja a lista completa de repasses no final do texto.

Repasse obrigatório

Os tuítes do presidente e do ministro, feitos a partir de dados do Portal da Transparência, Localiza SUS e Senado Federal, mostram que o governo federal destina boa parte do orçamento para os estados e, mais especificamente, para a saúde.

Esse repasse de verbas para saúde — assim como os para educação — é obrigatório. Para 2021, estima-se que sejam destinados R$ 123,8 bilhões para a saúde e R$ 55,6 bilhões para educação.

Aliás, a obrigatoriedade desses gastos mínimos em saúde e educação esteve a ponto de ser revisada no Congresso, que deve debater a PEC Emergencial nesta quarta-feira (3). No entanto, o relator da PEC no Senado, Márcio Bittar (MDB-AC), admitiu à CNN que voltou atrás, após perceber que a maioria dos senadores é contrária à medida. Se a PEC for aprovada, é possível que o auxílio emergencial seja retomado neste ano.

Leitos de UTIs no Brasil

As postagens do presidente e do ministro foram feitas em meio à superlotação em vários hospitais em todo o país. O estado de São Paulo, por exemplo, registrou no sábado (27) recorde de internações, com 15.517 pessoas hospitalizadas. Dessas, 8.506 foram em leitos de enfermaria e 7.011 em leitos de unidade de terapia intensiva (UTI).

Até por isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou neste domingo (28) o pedido de São Paulo, Maranhão e Bahia para o Ministério da Saúde volte a financiar leitos de UTIs destinados a pacientes com Covid-19. O aval foi dado pela ministra do STF Rosa Weber, que acolheu o pedido feito pelas procuradorias dos estados.

Segundo o governo de São Paulo, o Ministério da Saúde chegou a custear um total de 3.822 leitos de UTI em São Paulo no decorrer da pandemia, mas reduziu esse financiamento e “passou a subsidiar o funcionamento de apenas 564 leitos em 2021”, informou em nota. O governo estadual diz que, com a decisão, o Ministério da Saúde terá que arcar com um total de 3.258 leitos de UTI no estado. De acordo com a Procuradoria-Geral paulista, a decisão do STF “é uma grande vitória para o Estado de São Paulo”.

O governo da Bahia também afirmou que o número de leitos custeados pela União vinha sendo reduzido nos últimos meses e que solicitou a habilitação imediata de 462 leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. Porém, as habilitações não teriam sido aprovadas pelo Ministério da Saúde.

Nas redes sociais, o governador Flávio Dino também comemorou a decisão. “STF deferiu liminar determinando ao Ministério da Saúde repasses financeiros relativos a leitos de UTI no Maranhão. Ou seja, fica evidenciado que não se cuida de um ‘favor’, e sim de um direito dos estados e um dever do governo federal, segundo a Constituição e legislação do SUS.”

AcreRepasse de recursos do Governo Federal para o AcreFoto: Secom / Reprodução

Alagoas Repasse de recursos do Governo Federal para o AlagoasFoto: Secom / Reprodução

Secom / ReproduçãoRepasse de recursos do Governo Federal para o AmapáFoto: Amapá

AmazonasRepasse de recursos do Governo Federal para o AmazonasFoto: Secom / Reprodução

BahiaRepasse de recursos do Governo Federal para BahiaFoto: Secom / Reprodução

CearáRepasse de recursos do Governo Federal para o CearáFoto: Secom / Reprodução

Distrito FederalRepasse de recursos do Governo Federal para o Distrito FederalFoto: Secom / Reprodução

Espírito SantoRepasse de recursos do Governo Federal para o Espírito SantoFoto: Secom / Reprodução

GoiásRepasse de recursos do Governo Federal para o GoiásFoto: Secom / Reprodução

MaranhãoRepasse de recursos do goverrno Federal para o MaranhãoFoto: Secom / Reprodução

Mato GrossoRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato GrossoFoto: Secom / Reprodução

Mato GrossoRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato GrossoFoto: Secom / Reprodução

Mato Grosso do SulRepasse de recursos do Governo Federal para o Mato Grosso do SulFoto: Secom / Reprodução

Minas GeraisRepasse de recursos do Governo Federal para Minas GeraisFoto: Secom / Reprodução

ParáRepasse de recursos do Governo Federal para o ParáFoto: Secom / Reprodução

ParaíbaRepasse de recursos do Governo Federal para ParaíbaFoto: Secom / Reprodução

ParanáRepasse de recursos do Governo Federal para o ParanáFoto: Secom / Reprodução

PernambucoRepasse de recursos do Governo Federal para PernambucoFoto: Secom / Reprodução

PiauíRepasse de recursos do Governo Federal para o PiauíFoto: Secom / Reprodução

Rio de JaneiroRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio de JaneiroFoto: Secom / Reprodução

Rio Grande do NorteRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio Grande do NorteFoto: Secom / Reprodução

RondôniaRepasse de recursos do Governo Federal para o RondôniaFoto: Secom / Reprodução

RoraimaRepasse de recursos do Governo Federal para o RoraimaFoto: Secom / Reprodução

Santa CatarinaRepasse de recursos do Governo Federal para Santa CatarinaFoto: Secom / Reprodução

Rio Grande do SulRepasse de recursos do Governo Federal para o Rio Grande do SulFoto: Secom / Reprodução

São PauloRepasse de recursos do Governo Federal para São PauloFoto: Secom / Reprodução

SergipeRepasse de recursos do Governo Federal para SergipeFoto: Secom / Reprodução

TocantinsRepasse de recursos do Governo Federal para o TocantinsFoto: Secom / Reprodução

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: POLÍTICA COM HUMOR INTELIGENTE SÓ COM BÁRBARA

Como já falei aqui antes adoro a forma como a Bárbara lida com os fatos políticos, com muito humor e inteligência, desnudando os fatos de uma forma de fácil entendimento para qualquer um. Também já falei para ficar claro que concordo com o pensamento de direita liberal dela. porém quando se trata de Sergio Moro divirjo diametralmente dela, pois é onde ela expõe, sem querer, a sua parcialidade política ao deixar muito claro a sua obsessão, o seu amor incondicional por Bolsonaro, mostrando que a única pessoa que ela teme derrotar o nosso presidente nas urnas em 2022 é o próprio Moro e por isso fica provocando o mesmo a se expor na mídia para desgastar a sua imagem e derreter a sua popularidade, cujas últimas pesquisas eleitorais mostram os dois tecnicamente empatados.

Bem, feitos os devidos esclarecimentos convido você a assistir o último vídeo do TE ATUALIZEI dessa talentosa youtuber Bárbara!

Fonte:

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POLÍTICA: A PEÇA “PRECISAMOS MATAR O PRESIDENTE” É LIBERDADE DE EXPRESSÃO OU AMEAÇA À INTEGRIDADE FÍSICA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

Aberração: Grupo teatral carioca estreia, em março, peça “Precisamos matar o presidente”

FotomontagemFotomontagem

André Porciúncula, Secretário Nacional de Fomento à Cultura do Governo Federal, usou as redes sociais para denunciar uma peça teatral que mais parece um convite para matar o presidente Jair Bolsonaro.

A peça que alguns chamam de “liberdade de expressão e trabalho artístico” poderia ser enquadrada como grave ameaça à integridade física do presidente da República.

“Eis o tipo de “peça” que uma elite militante doentia (agora, desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura, nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos à cultura a sanidade dos valores do homem comum”, disparou o secretário.

O “espetáculo” é de um tal grupo carioca chamado “Blabonga Cia Teatral” e disseram que vão explorar as “possibilidades” de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06/03, pela plataforma Doity, a peça “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

Porto, em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro, tentou justificar o surgimento da “brilhante” ideia:

“O espetáculo, assim como qualquer outra arte, nasce de uma necessidade… A pandemia acabou unindo todas essas necessidades… Somada à necessidade, surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado. Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro”, divaga Porto.

Apesar de tentar despistar, o fato é que a peça estimula, sim, agressões contra o presidente Jair Bolsonaro e a família dele.

Meu Deus, aonde vamos parar?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EM COLETIVA DE IMPRENSA E TOM DE DESPEDIDA PRESIDENTE DA PETROBRAS EXALTA RESULTADOS E DIZ QUE FRASE NA CAMISA NÃO É INDIRETA AO GOVERNO

Em tom de despedida, presidente da Petrobras exalta resultados e explica camisa

Roberto Castello Branco afirma que ‘mind the gap’, expressão que significa ‘cuidado com o buraco’, é slogan interno e não indireta ao governo Bolsonaro

Iuri Corsini e Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 25 de fevereiro de 2021 às 20:46

Em tom de despedida, presidente da Petrobras exalta resultados e explica camisa

Em vias de deixar o comando da Petrobras, presidente da estatal, Roberto Castello Branco, realizou coletiva virtual na tarde desta quinta-feira (25) com a participação da imprensa.

Castello Branco voltou a usar a camisa

com a frase “Mind The Gap” – estava com ela numa live pela manhã –, elencou os feitos nos últimos dois anos à frente da Petrobras e afirmou que deixará a estatal maior  do que quando entrou.

Sobre a frase em sua camisa, ele disse não ter sido uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro ou ao governo federal, mas um slogan interno usado em 2020.

Castello Branco citou o “ambiente extremamente desafiador” causado pela pandemia e também pelo enorme impacto negativo sobre a indústria de petróleo em termos globais. O presidente ressaltou que a Petrobras foi “a única empresa grande de petróleo a aumentar a geração de caixa mesmo com preços médios abaixo em relação a 2019”.

“Nos comprometemos a promover uma recuperação em J. Ou seja, sair da crise melhor do que começamos. Fomos a única empresa grande de petróleo a aumentar a geração de caixa mesmo com o preço médio de petróleo menor do que em 2019. Nosso fluxo de caixa livre foi o maior de todos entre as grandes empresas de petróleo, embora sejamos uma empresa estatal sujeita a uma série de restrições e menor do que as outras.”, afirmou.

O ainda mandatário da Petrobras também citou a economia feita com a implantação do home office, medida criticada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Castello Branco afirmou que a estatal teve o menor custo administrativo dos últimos 10 anos, devido às economias aplicadas por conta do regime de teletrabalho.

De acordo com ele, essas economias consistem na redução de custos com vale transporte, vale refeição, energia, locação de salas de escritórios que foram cortados em decorrência do trabalho à distância.

Porém, apesar dos últimos números positivos, o lucro final foi pequeno, já que os três últimos trimestres fecharam no vermelho. Apesar do lucro recorde do quarto trimestre de 2020, que fechou em R$ 59,9 bilhões, o lucro final foi de R$ 7,1 bilhões. Esse resultado equivale a uma queda de 82% em relação ao resultado de 2019.

Mind The Gap

O presidente demissionário da Petrobras seguiu com a camisa que usou em conferência virtual realizada na manhã de hoje junto ao mercado, com os dizeres “Mind The Gap”. A frase gerou certa polêmica, pois muitos a interpretaram como uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro e sua política em relação à estatal.

Castello Branco negou ter sido um recado ao presidente ou ao governo federal. Segundo ele, este é um slogan de campanha já estabelecido, que tem o intuito de incentivar a companhia a sempre diminuir a diferença de performance entre a Petrobras e outras empresas internacionais do ramo.

“Pedimos emprestado o slogan do metrô de Londres. Este foi o nome que batizamos para nosso plano estratégico em 2020. Usualmente se tende a ter uma visão interna. Ou seja, comparar sua performance consigo mesmo em relação a anos anteriores. Dessa vez, decidimos nos comparar com o que há de melhor externamente e ter compromisso em fechar a diferença de performance que nos separavam das maiores companhias do mundo e que tinham melhores números que o nosso. O ‘Mind The Gap’ representa isso”, explicou ele.

O mandato de Castello Branco à frente da companhia vai até 20 de março, quando deverá ser substituído por Joaquim Silva e Luna, após decisão do presidente Jair Bolsonaro.

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PRESIDENTE DO INEP, ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO ENEM É EXONERADO DO CARGO

Alexandre Lopes é exonerado da presidência do Inep, órgão responsável pelo Enem

Ato publicado no Diário Oficial da União durante a madrugada, assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, exonera Lopes, desde 2019 à frente do Inep

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de fevereiro de 2021 às 04:00

Presidente do Inep Alexandre Lopes fala sobre segurança na aplicação do EnemAlexandre Lopes na presidência do Inep (16.jan.2021)Foto: Reprodução / CNN

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (26), Alexandre Ribeiro Ferreira Lopes foi exonerado da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

A exoneração foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto. Não há, no ato, a nomeação de um substituto.

Na mesma edição, foi publicada a exoneração do chefe de gabinete da presidência do órgão, Marcelo Silva Pontes, em portaria assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Servidor público federal, Alexandre Lopes, é analista de comércio exterior desde 1999. É graduado em Engenharia Química, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e em Direito, pela Universidade de Brasília (UnB). Assumiu a presidência do Inep em 20 de maio de 2019.

Após adiamento em virtude da pandemia, o Enem de 2020 começou a ser aplicado em janeiro de 2021, com recordes de abstenções.

O exame, que teve novidades como a implementação do Enem Digital, foi mantido no início do 2021 em meio a pedidos para que as provas fossem novamente postergadas.

Fonte: CNN

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EM MEIO AO ESCÂNDALO DA VACINAÇÃO, PRESIDENTE DA ARGENTINA DIZ QUE RECEBEU DOSE PARA DEMONSTRAR A POPULAÇÃO QUE O IMUNIZANTE É CONFIÁVEL

Fernández reclama de escândalo da ‘vacinação VIP’ na Argentina

Presidente diz que já demitiu o ministro da Saúde e afirma que recebeu a vacina russa para provar sua segurança

INTERNACIONAL

 Do R7

Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação

JOSÉ MENDEZ / EFE – 23.2.2021

Em meio a uma visita oficial ao México, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, criticou de maneira dura as denúncias sobre um suposto esquema de “vacinação VIP”, montado no Ministério da Saúde, que destinaria doses de imunizantes contra a covid-19 para políticos e aliados.

Na semana passada, o presidente pediu para que o ministro da Saúde, Ginés González García, entregasse o cargo depois que um jornalista admitiu que havia sido vacinado mesmo sem pertencer a grupos prioritários, após tratar com o ministro.

“Queria que a Argentina funcionasse de outro modo. Claramente, quando fiquei sabendo do que aconteceu, reagi e perdi um ministro. Li que fizeram uma denúncia, O fato foi suficientemente grave para que um ministro como Ginés deixasse seu cargo, mas precisamos terminar com a palhaçada. Peço aos promotores e juízes que façam o que for necessário”, disse Fernández.

“Não existe esse delito”

O presidente acrescentou ainda: “não existe nenhum tipo penal na Argentina que diga ‘será castigado aquele que vacina outro que se adiantou na fila’. Não existe esse delito e não se pode criar delitos de graça”.

Fernández também criticou o fato de ter sido colocado, junto com outros políticos, como beneficiado pela “vacinação VIP”, por ter sido vacinado no fim de janeiro.

“A imprensa argentina me coloca entre os que receberam a vacina indevidamente, mas precisei entrar na campanha porque esses mesmos veículos diziam que não era possível confiar na vacina russa e tive que fazer pela confiança das pessoas. Pelo mesmo motivo Cristina (Kirchner, vice-presidente) foi vacinada, Axel (Kiciloff, governador de Buenos Aire) e muitos governadores, vários dos quais são da oposição”, explicou. 

Segundo o presidente, cerca de 70 pessoas foram vacinadas no país no que ele chamou de “circunstâncias irregulares”, mas algumas delas foram escolhidas por questões estratégicas.

“Nessas listas, aparecem pessoas que devem se vacinar pelas funções que desempenham. Por exemplo, vacinamos o ministro da Economia (Martín Guzmán) e alguns de sua equipe porque eles vão fazer visitas aos países do G7”, disse.

Na lista divulgada pelo governo, além da equipe de Guzmán, alguns com menos de 40 anos, aparece o fotógrafo presidencial Estebán Colazzo, de 33, parentes de políticos e alguns jornalistas.

Fonte: R7

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OPINIÃO: ESPELHANDO-SE NOS EXEMPLOS DO STF E SE ACHANDO AUTORIDADE ABSOLUTA, JUIZ FEDERAL DEU 72 HORAS PARA O PRESIDENTE EXPLICAR TROCA DE COMANDO DA PETROBRÁS

Todas as respostas para o juiz de 1ª instância que quer explicações do presidente sobre a troca no comando da Petrobras

O Juiz Federal André Prado de Vasconcelos, da 7ª Vara Federal de Minas Gerais, espelhando-se nos exemplos do STF e achando-se autoridade absoluta, deu um prazo de 72 horas para a maior autoridade do país, o Presidente da República, “explicar” por que é que trocou o comando da Petrobrás.

Não sou porta-voz do Presidente, mas ele não precisa explicar nada. Deixa que eu explico.

Primeiro, senhor Juiz, porque ele quis e ninguém tem nada a ver com isso, muito menos o senhor. Se está faltando trabalho na vara federal em que o senhor trabalha, a ponto de sobrar tempo para pedir que uma autoridade do Executivo “se explique”, então precisamos rever o seu salário.

Segundo, senhor Juiz, ele o fez porque essa é uma atribuição exclusiva do Presidente da República, e que, por estar escrito na Constituição Federal (o senhor conhece? É um livrinho! Eu recomendo a leitura!) ele não precisa dar explicações a ninguém, muito menos a um Juiz de primeira instância.

Terceiro, senhor, juiz, não há ato ilícito algum para ser questionado, arguido, explicado ou interrogado. A preocupação deveria ser com os que roubam o país e não com aqueles que querem impedir o roubo, o senhor não acha?

Quarto, se cada Juiz do Brasil resolver “questionar” os atos executivos do Presidente da República, e o Presidente perder seu tempo tendo que “se explicar”, o país vai se tornar ingovernável. Tá certo que a justiça é lenta, não anda, juiz tem férias duas vezes por ano, muitos acumulam processos e muitos crimes prescrevem por falta de julgamento… Mas nós não queremos isso para o executivo causado por falta de tempo para trabalhar, por ter que ficar se explicando, não é mesmo?

Quinto, senhor Juiz, embora alguns juízes achem que no Brasil a pulga manda no cachorro, as coisas não funcionam assim. Pulgas continuam sendo pulgas e devem ter consciência do quão minúsculas e insignificantes elas são perto dos cachorros.

Presidente… Se há alguém para quem o senhor realmente deve explicações dos seus atos, é para os milhões de brasileiros que votaram no senhor. O resto que leia a Constituição ou entenda pelos jornais.

Foto de Marcelo Rates Quaranta

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CRISE POLÍTICA NO HAITI VEM GANHANDO NOVOS CONTORNOS APÓS O PRESIDENTE SE RECUSAR A DEIXAR O PODER

Haiti: entenda a crise política que o país está enfrentando

Presidente Moïse alega que seu mandato vai até 2022, enquanto Judiciário e Legislativo afirmam que acaba neste ano

INTERNACIONAL

João Melo, Do R7*

Protestos no país tiveram início no dia 7 de fevereiro

REUTERS/JEANTY JUNIOR
O Haiti vive uma crise política que vem ganhando novos contornos nas últimas semanas, quando o presidente Jovenel Moïse se recusou a deixar o poder no dia 7 de fevereiro.

Moïse alega que o seu mandato deve terminar somente em fevereiro de 2022, afirmando que o primeiro ano, dos cinco que devem ser cumpridos, teve o cargo ocupado por um presidente interino. Ele usa como base o artigo 134-1 da Constituição haitiana, que afirma que o tempo de mandato deve ser contado a partir do momento que o político assume o cargo, que no seu caso foi em 2017.

Contudo, a sociedade civil e a oposição política afirmam que durante o mandato do presidente interino, em 2016, os cinco anos de Moïse no poder já estavam sendo contabilizados. Pois, de acordo com a emenda constitucional 134-2, de 2011, o mandato de um presidente começa a valer após anunciado o resultado das eleições, o que aconteceu em 2016.

De acordo com Fernando Romero Wimer, professor do curso de Relações Internacionais e Integração da UNILA (Universidade Federrelacionado a uma situação atual, à continuidade, ou não, de Moïse no poder. E o outro se relaciona a uma situação conjuntural, que tem a ver com acusações de golpes e fraude eleitoral das eleições realizadas no final de 2016”, afirma Fernando Romero.

Manifestações e prisões

No dia 6 de fevereiro, o Conselho Superior do Poder Judiciário do Haiti confirmou que o mandato de Moïse deveria acabar no dia 7 de fevereiro deste ano, afirmando que a soberania da lei deve ser aplicada a todos os atores políticos, inclusive ao presidente.

No dia seguinte, manifestações lideradas pela população, igrejas locais e organizações de direitos humanos tomaram conta das ruas do país pedindo a renúncia de Moïse. Isso gerou uma onda de violência e de repressão aos manifestantes liderada por militares que apoiam o atual presidente.Leia mais: Idosa de 90 anos caminha 10 km na neve para receber vacina nos EUA

No mesmo dia, o presidente alegou que sofreu uma tentativa de golpe de Estado e também de assassinato, e prendeu cerca de 20 pessoas sob a acusação de complô. Entre os presos estava o juiz Yvickel Dabrésil, que faz parte da Suprema Corte do Haiti, e está entre os representantes do poder Judiciário que poderia assumir como presidente provisório caso Moïse deixe a presidência.

Yvickel foi liberado no dia 11 de fevereiro após muita pressão da sociedade civil e da comunidade de juízes do Haiti. Porém, ele foi aposentado pelo presidente da República, mesmo sem ter concluído seu mandato de 10 anos na Suprema Corte.

No último domingo (14), novos protestos foram realizados em Porto Príncipe, capital do país, e novamente os manifestantes e jornalistas presentes para cobrir as passeatas foram reprimidos pelas forças armadas comandadas por Moïse.

“Há uma forte ameaça à liberdade de expressão e ao direito à informação no país”, afirma Handerson Joseph, professor de antropologia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Segundo Joseph, haitiano naturalizado brasileiro, as mobilizações populares no país caribenho vêm acontecendo há algum tempo.

“Em 2019, ocorreram manifestações de grupos políticos, sociais e religiosos haitianos. Eles lutaram contra diversos fatores: corrupção, inflação de aproximadamente 20%, aumento desenfreado do preço da gasolina e dos alimentos, desvalorização da moeda haitiana (gourdes) em relação ao dólar americano e desvalorização do salário mínimo”, destaca Joseph.

O professor de Relações Internacionais da UNILA entende que a crise no Haiti vai além dos impasses políticos. “Economicamente, o país é o mais pobre da América Latina com queda do PIB de quase 4% em 2020. Socialmente, 14% da população economicamente ativa está desempregada e a insuficiência alimentar pune quase um terço dos 11 milhões de habitantes”, afirma.

Diante destes problemas e incertezas relacionadas à continuidade do poder, Moïse governa através de decretos desde janeiro de 2020, uma vez que o parlamento foi dissolvido por ele com o intuito de que não fossem realizadas eleições em outubro do ano passado.

O presidente também está engajado em fazer uma reforma constitucional no país. Ele marcou um referendo para o dia 25 de abril para realizar alterações na Carta Magna haitiana, com o objetivo de legalizar a reeleição presidencial e convocar eleições para setembro deste ano.

Interferência Internacional

Em comunicado divulgado no dia 9 de fevereiro, a OEA (Organização dos Estados Americanos), declarou apoio à continuidade de Moïse no poder até fevereiro do ano que vem.

“A Secretaria-Geral da OEA renova seu apoio ao processo eleitoral como a única opção consistente com a Carta Democrática para substituir o atual Presidente constitucional em 7 de fevereiro de 2022”, afirmou a entidade.

Durante entrevista coletiva realizada em 5 de fevereiro, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA,  Ned Price, também apoiou ao atual presidente haitiano. “De acordo com a posição da OEA sobre a necessidade de prosseguir com a transferência democrática do poder executivo, um novo presidente eleito deve suceder ao Moïse quando seu mandato terminar em 7 de fevereiro de 2022”.

Joseph, entretanto, questiona a interferência de órgãos internacionais na política do Haiti. De acordo com o antropólogo, a opinião da população haitiana perde cada vez mais força por conta da influência de autoridades estrangeiras no país.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DA ARGENTINA PEDIU A DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE EM MEIO A POLÊMICA SOBRE AUTORIZAÇÃO DE VACINA EM JORNALISTA

Presidente da Argentina pede saída do ministro da Saúde

Jornalista teria recebido autorização do titular da pasta para ser vacinado sem respeitar o protocolo seguido pela população

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pediu nesta sexta-feira (19) a demissão do ministro da Saúde, Ginés González García, em meio à polêmica desencadeada por um jornalista próximo ao partido governista, que revelou ter sido vacinado contra a covid-19 depois de ter pedido ao titular da pasta, sem respeitar o protocolo seguido para a população em geral.Segundo fontes oficiais consultadas pela Agência Efe, o presidente deu a indicação ao chefe de gabinete, Santiago Cafiero, para pedir a saída do ministro, que por enquanto não falou publicamente sobre o assunto.

“Telefonei para meu velho amigo Gines González García, que conheço desde muito antes dele ser ministro, e ele me disse que eu tinha que ir ao Hospital Posadas. Quando eu estava para ir, recebi uma mensagem de seu secretário, que me disse que uma equipe de vacinadores do Posadas estava vindo para o Ministério, e para ir ao Ministério para me dar a vacina”, declarou o jornalista Horacio Verbitsky, de 79 anos, à estação de rádio “El Destape”.

Nas últimas horas, vários meios de comunicação locais divulgaram que outros rostos próximos ao governo teriam acesso à vacina de forma preferencial, mas nenhum deles confirmou a informação.

As declarações de Verbitsky, feitas esta manhã, vieram apenas um dia depois que a província de Buenos Aires, onde está localizado o referido hospital, foi a primeira a implantar a operação de vacinação contra o coronavírus para os maiores de 70 anos. A campanha começou após mais de um mês e meio em que apenas os funcionários da área da saúde foram imunizados em todo o país.

Em sua juventude, o jornalista foi militante na guerrilha Montoneros (esquerda peronista), tem uma longa carreira na mídia e atualmente é presidente do Centro de Estudos Jurídicos e Sociais. Ele admitiu hoje que há alguns meses disse que “preferia esperar um pouco” antes de ser vacinado, e ver “que efeitos colaterais poderia haver”.

“Eu não tinha pressa de me vacinar. Bem, ontem eu recebi a vacina. Decidi me vacinar”, afirmou ele, para revelar que pediu a González García, chefe da Saúde desde a chegada de Fernández ao poder, em dezembro de 2019, e que já havia ocupado o cargo durante o governo de Néstor Kirchner.

Até agora, a Argentina – que tem cerca de 45 milhões de habitantes, dos quais cerca de 7,2 milhões têm mais de 60 anos – recebeu 1,22 milhão de doses da vacina russa Sputnik V, longe dos 5 milhões inicialmente previstos para janeiro e dos 14,7 milhões assinados para fevereiro.

Também nesta semana, 580 mil doses do imunizante desenvolvido pelo Instituto Serum, na Índia, chegaram ao país vizinho, graças à transferência de tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Enquanto em outras cidades da província de Buenos Aires já começou a campanha em idosos, que devem se inscrever previamente em um site para ter acesso à vacinação, a capital, governada pela oposição ao governo nacional, por enquanto só abriu o registro online para aqueles com mais de 80 anos.

Fonte: R7
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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PLANEJA CORTES DRÁSTICOS NAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

EUA voltam oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa

GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nesta sexta-feira (19), revigorando a luta global contra a mudança climática enquanto o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Cientistas e diplomatas estrangeiros saudaram a volta dos EUA ao tratado, que se tornou oficial 30 dias depois de seu presidente, Joe Biden, ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump adotou a ação, alegando que uma ação climática seria cara demais.

O enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais nesta sexta-feira para assinalar a volta dos EUA, aparecendo com os embaixadores do Reino Unido e da Itália, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Kerry e a conselheiro climática doméstica de Biden, Gina McCarthy, estão elaborando novos regulamentos e incentivos com o objetivo de acelerar a produção de energia limpa e a transição dos combustíveis fósseis.

Estas medidas formarão a espinha dorsal da próxima meta de redução de emissões de Washington, ou Contribuição Determinada Nacionalmente, anunciada antes de uma cúpula climática global de líderes que Biden presidirá em 22 de abril. A próxima conferência climática da ONU acontece em Glasgow em novembro.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

Apesar do entusiasmo com a volta dos EUA às negociações mundiais, negociadores climáticos dizem que o caminho à frente não será fácil. As metas climáticas de Biden enfrentam desafios políticos nos EUA, a oposição de empresas de combustíveis fósseis e alguma preocupação de líderes estrangeiros com o vaivém norte-americano nas diretrizes para o clima.

Fonte: R7

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ECONOMIA: IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE BICICLETAS SERÁ REDUZIDO, SEGUNDO ANUNCIOU O PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro anuncia redução no imposto de importação de bicicletas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite dessa quarta-feira (17) que o governo vai reduzir de 35% para 20% a alíquota do imposto de importação de bicicletas no Brasil até o final do ano. Em uma postagem nas redes sociais, em que aparece andando de bicicleta, o presidente escreveu que a medida foi uma decisão da Câmara de Comércio Exetior (Camex), do Ministério da Economia, e será publicada na edição de amanhã (18) do Diário Oficial da União (DOU).

“Atualmente o Imposto é de 35%. A CAMEX deliberou por diminuí-lo. Publicará no DOU de amanhã: para 30% em março/21; para 25% em julho/21; e para 20% em dezembro/21”, postou Bolsonaro.

Fonte: Blog do BG

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