PRESIDENTE ARGENTINO TENTA SUPERAR GRAVE CRISE QUE DESENCADEOU RENÚNCIAS DE MINISTROS

Presidente argentino diz que não aceitará demissões de ministros

Alberto Fernández enfrenta crise política após ver derrota do governo durante as eleições primárias legislativas

INTERNACIONAL

por AFP

O presidente argentino Alberto Fernández vive crise após derrotas nas primárias legislativasO presidente argentino Alberto Fernández vive crise após derrotas nas primárias legislativas JOSÉ MÉNDEZ/EFE – 23.02.2021

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, tenta superar a grave crise que desencadeou as renúncias de cinco ministros, que ele ainda não aceitou, após a derrocada eleitoral da coalizão governista nas primárias legislativas há quatro dias.

“Venho informar oficialmente que o presidente da Nação, Alberto Fernández, não aceitou nenhuma das renúncias apresentadas e que todas elas, assim como a composição de seu gabinete, estão sob sua consideração e relatará no momento em que tiver que relatá-los”, Vilma Ibarra, secretária de Assuntos Jurídicos da presidência, disse na quinta-feira (16) em resposta a rumores sobre a saída do ministro do Interior, Wado de Pedro.

Cinco ministros e outros altos funcionários próximos a Kirchner colocaram seus cargos à disposição na quarta-feira (15), o que os analistas interpretam como uma pressão da vice-presidenta sobre Fernández para obrigá-lo a reformar o gabinete e se afastar de alguns de seus colaboradores de maior confiança, como o chefe de gabinete Santiago Cafiero.

“Eu ouvi meu povo”

Em suas primeiras declarações nesta quinta-feira, Fernández pediu o fim dos conflitos e ressaltou que é ele quem está à frente do governo.

“Nós temos que dar respostas honrando o compromisso assumido em dezembro de 2019 [quando assumiu a presidência], nos dirigindo à sociedade. Não é a hora de semear disputas que nos desviem desse caminho”, escreveu o presidente no Twitter.

“Eu ouvi meu povo. A arrogância e a prepotência não me abalam. A gestão do governo continuará se desenvolvendo do modo que eu considerar conveniente. Para isso que eu fui eleito. Farei isso sempre convocando o encontro entre os argentinos”, acrescentou.

Em recessão desde 2018, a Argentina enfrenta uma crise econômica que foi agravada pela pandemia de covid-19. Para amenizar os efeitos da paralisação da economia pelas restrições sanitárias, o governo realizou muitas emissões de dinheiro, especialmente em 2020.

Nesta quinta-feira, no centro de Buenos Aires, grupos de esquerda mobilizaram manifestantes exigindo maiores subsídios para refeitórios e alimentação, e rejeitam um eventual acordo com o Fundo Monetário Internacional.

Outras organizações de tendência peronista convocaram uma manifestação em frente à Casa Rosada, a sede do governo, em apoio a Fernández. Mas, na tentativa de reduzir as tensões, o presidente pediu que se abstivessem.

“Queremos trabalhar”

Aos elevados índices de pobreza e desemprego, a Argentina soma uma das maiores taxas de inflação do mundo (32% de janeiro a agosto) e tem pendente uma dívida de 44 bilhões de dólares com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

“Não sou nem a favor nem contra o governo. Quero que as coisas sejam feitas. Queremos trabalhar, queremos fábricas”, disse Gisela, moradora da zona sul de Buenos Aires, na manifestação.

Em 22 de setembro, deve pagar ao FMI um vencimento de capital de 1,9 bilhão de dólares e em dezembro outro de mesma quantia.

O governo Fernández tenta chegar a um acordo de ampliação das instalações para substituir o stand-by assinado em 2018. Gerry Rice, porta-voz do FMI, ratificou nesta quinta-feira em Washington que “continua o trabalho com as autoridades argentinas para aprofundar as discussões técnicas para um programa apoiado pelo FMI”.

Continuar lendo PRESIDENTE ARGENTINO TENTA SUPERAR GRAVE CRISE QUE DESENCADEOU RENÚNCIAS DE MINISTROS

PRESIDENTE BOLSONARO E VICE HAMILTOM MOURÃO PARECEM ESTAR EM UM BOM MOMENTO VISANDO ELEIÇÕES DE 2022

Bolsonaro e Mourão estreitam relação visando eleições de 2022

Acordo envolve Bolsonaro sinalizar apoio à pretensão de Mourão de se candidatar a senador no ano que vem

JORNAL DA CNN

Da CNN

em São Paulo

Bolsonaro e Mourão estreitam relação visando eleições de 2022 | CNN Brasil
Caio Junqueira: Bolsonaro e Mourão fazem acordo por eleições de 2022 | JORNAL DA CNN

A relação entre Jair Bolsonaro (sem partido) e o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB)  já teve altos e baixos desde o início do governo. No momento, visando as eleições de 2022, Bolsonaro e Mourão parecem estar em um bom momento.

A lavagem de roupa suja aconteceu em uma reunião no dia 31 de agosto, no Palácio do Planalto, segundo interlocutores de ambos os lados. Ali, estabeleceram um acordo tácito que consiste em Bolsonaro sinalizar apoio à pretensão de Hamilton Mourão de se candidatar a senador pelo Rio Grande do Sul no ano que vem e, por outro lado, Mourão tentar se pronunciar menos sobre assuntos da República.

Em entrevista exclusiva ao analista de Política da CNN Caio Junqueira, realizada durante uma viagem de Hamilton Mourão ao sul do Pará, pela Amazônia oriental, o vice-presidente reforçou sua lealdade a Jair Bolsonaro.

“Eu não opero. O presidente Bolsonaro sabe disso muito bem. Ele sabe da minha lealdade a ele, e eu apenas assisto ao que está acontecendo. E em todas as oportunidades que tenho, deixo claro que não considero o impeachment algo viável e necessário”, afirmou Mourão.

O tom de reaproximação já era consequência de um movimento que os dois lados vinham tentando fazer na medida que a crise política foi aumentando no Brasil.

A relação entre presidente e vice começou a se deteriorar já no início do mandato, devido a declarações de Mourão que não mostravam tanto alinhamento ao Palácio do Planalto.

Como forma de retaliação, o vice-presidente foi excluído do centro de decisões do poder e deixou de ser convidado para viagens e reuniões.

Esse cenário começou a mudar no final de agosto, em um encontro no Palácio do Planalto, que selou o início da reaproximação.

Bolsonaro entendeu que era interessante ter Mourão por perto devido à influência que o vice tem nas Forças Armadas. Mourão, por sua vez, incomodado com o isolamento em que o presidente o havia colocado, viu uma oportunidade de se reaproximar.

Na última sexta-feira (10), mais um gesto demonstrou a tentativa de reaproximação entre ambos. Mourão encaminhou uma mensagem ao presidente na qual o parabenizou pela declaração à nação divulgada por Bolsonaro na véspera. No texto da mensagem, Mourão disse que há momentos em que é preciso recuar para dar dois passos adiante.

(Publicado por Evandro Furoni)

Continuar lendo PRESIDENTE BOLSONARO E VICE HAMILTOM MOURÃO PARECEM ESTAR EM UM BOM MOMENTO VISANDO ELEIÇÕES DE 2022

MANIFESTAÇÃO CONTRA BOLSONARO TEVE BAIXA ADESÃO TAMBÉM NA CAPITAL POTIGUAR

Com baixa adesão, manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro em Natal

Atos que pedem o impeachment do presidente Jair Bolsonaro ocorrem em algumas capitais do país

Redação
12/09/2021 | 16:11

Manifestantes fazem atos contra Bolsonaro e pedem mais vacinas em cidades  do RN | Rio Grande do Norte | G1Protesto acontece neste domingo 12. Foto: Diassis Oliveira/Agora RN

Manifestantes contrários ao governo federal se reúnem neste domingo 12 na calçada do Midway Mall, em Natal, e cobram o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Até às 16h, o movimento ainda tinha baixa adesão de participantes.

A maioria dos manifestantes foi vestida de branco, levando cartazes com dizeres contra o atual presidente da República.

Movimentos de direita e centro-esquerda organizaram o protesto deste domingo. O Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio Grande do Norte já havia afirmado que não participaria da mobilização.

Ao Agora RN, o presidente do PT no Rio Grande do Norte, Júnior Souto, afirmou a ausência do partido dos atos – seguindo orientação da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que disse que o partido não foi convidado. Nacionalmente, os atos foram convocados pelo Movimento Brasil Livre (MBL). “A orientação nacional é o que prevalece para os diretórios estaduais. A posição que a companheira Gleisi manifestou é a que a gente vai adotar no RN”, disse.

Em Natal, além da União da Juventude Livre, participam do ato o movimento Luiz Gama, um grupo de estudantes liberais; Livres, grupo político; Movimento Eu Acredito, de renovação política e Moxie Girl Up, um grupo feminista, assim como o JPSDB (Juventude do PSDB), JPDT (Juventude do PDT) e JDEM (Juventude do DEM).

Fonte: Agora RN

Continuar lendo MANIFESTAÇÃO CONTRA BOLSONARO TEVE BAIXA ADESÃO TAMBÉM NA CAPITAL POTIGUAR

SEGUNDO PRESIDENTE DA CÂMARA, DECISÕES DA JUSTIÇA SE CUMPREM MAS “NINGUÉM É OBRIGADO A CUMPRIR DECISÃO INCONSTITUCIONAL”

Decisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira

Segundo o deputado, a fala do presidente Jair Bolsonaro nos atos de 7 de Setembro está em análise na assessoria jurídica da Câmara dos Deputados,

da CNN

São Paulo

▷ Decisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira | CNN 360º » DomiplayDecisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira | CNN 360ºGuilherme Venaglia

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (9) que decisões da Justiça se cumprem, mas ponderou que “ninguém é obrigado a cumprir decisão inconstitucional”.

Lira foi instado a comentar a declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderia cometer crime de responsabilidade caso descumprisse, como afirmou em ato do dia 7 de Setembro, decisões do ministro Alexandre de Moraes.

“Ninguém é obrigado a cumprir decisão inconstitucional, mas decisão correta, da Justiça, lógico que se cumpre. Decisão da Justiça se recorre, se contesta, mas se cumpre”, afirmou o presidente da Câmara.

Segundo Lira, a fala do presidente está em análise na assessoria jurídica da Câmara dos Deputados, incluindo uma interpretação de que Bolsonaro estaria falando apenas de decisões inconstitucionais.

Arthur Lira afirmou que a Câmara vai continuar a tramitação das reformas econômicas, que, diz, estariam alinhadas às propostas de campanha apresentadas em 2018. O deputado disse que pretende seguir com o plano de votar o Código Eleitoral nesta quinta.

Impeachment

O presidente da Câmara afirmou que o PP não discutiu até o momento a hipótese de prosseguir com um processo de impeachment contra Bolsonaro.

O Progressistas é o partido ao qual estão filiados tanto Arthur Lira quanto o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Na quarta-feira (8), o Podemos se declarou contra a cassação de Bolsonaro, enquanto o PSDB e o PSD abriram comissões para estudar a possibilidade de apoiar a cassação do presidente da República.

Continuar lendo SEGUNDO PRESIDENTE DA CÂMARA, DECISÕES DA JUSTIÇA SE CUMPREM MAS “NINGUÉM É OBRIGADO A CUMPRIR DECISÃO INCONSTITUCIONAL”

FORÇAS ESPECIAIS DO EXÉRCITO PRENDEM PRESIDENTE DE GUINÉ POR UM APARENTE GOLPE DE ESTADO

Presidente da Guiné é detido por militares em tentativa de golpe

Alpha Condé foi preso neste domingo (5) por membros do Grupo das Forças Especiais do Exército em aparente golpe de estado

Imagem liberada pelo exército da Guiné mostra Alpha Condé sendo detido

EFE/ GUINEA MILITARY HANDOUT

O presidente da Guiné, Alpha Condé, foi preso neste domingo (5) por membros do Grupo das Forças Especiais do Exército daquele país, de acordo com o comandante do corpo de elite, o coronel Mamady Doumbouya. Em um aparente golpe de estado, o coronel também anunciou neste domingo, em um vídeo postado nas redes sociais, que os militares haviam concordado em derrubar a constituição e o governo.

“Depois de tomar o presidente, que atualmente está conosco, decidimos dissolver o governo, dissolver a constituição em vigor, dissolver as instituições e fechar as fronteiras terrestres e aéreas”, anunciou Doumbouya. O coronel justificou a decisão pela situação sócio-política e econômica do país e pela “disfunção das instituições republicanas”, entre outras razões.

“Convidamos nossos irmãos de armas a se unirem para satisfazer as legítimas aspirações do povo guineense”, salientou o líder do golpe. Em fotografias e vídeos divulgados pela imprensa local, Condé, de 83 anos, é mostrado usando jeans e uma camisa estampada, sentado em um sofá com um rosto sério e cercado por soldados armados, no que parece ser o palácio presidencial em Conakri.

Situação incerta

A situação, entretanto, é confusa porque o Ministério da Defesa havia dito em comunicado que “a guarda presidencial, apoiada por forças de defesa e segurança republicanas, continha a ameaça e repelia o grupo insurgente.”

“As operações de segurança e busca continuam restaurando a ordem e a paz”, disse a nota oficial, que não fez menção alguma sobre o destino do chefe de Estado. A aparente tentativa de golpe veio depois que tiros foram ouvidos pela manhã no centro da capital, e os soldados do exército tomaram posições na área.

Disparos também foram feitos em Kaloum, o distrito comercial e administrativo de Conakri, onde está localizado o palácio presidencial e numerosos ministérios. As ruas da região estavam desertas enquanto os tiros continuavam e, segundo testemunhas, veículos blindados foram colocados e pareciam estar se dirigindo para o palácio presidencial.

Em 18 de outubro, houve eleições presidenciais na Guiné, nas quais Condé obteve um terceiro mandato, o que gerou polêmica. Isso porque a Constituição permite apenas uma reeleição. No entanto, um referendo para alterar a legislação, e o “sim” teve 91,5% a favor.

Na sequência da violência desencadeada pelas eleições, cerca de 30 pessoas foram mortas, segundo a oposição, depois que as forças de defesa e segurança dispararam munições contra manifestantes e espectadores.

Continuar lendo FORÇAS ESPECIAIS DO EXÉRCITO PRENDEM PRESIDENTE DE GUINÉ POR UM APARENTE GOLPE DE ESTADO

LEI QUE PERMITE QUEBRA TEMPORÁRIA DE PATENTES É SANCIONADA COM VETOS PELO PRESIDENTE DO BRASIL

Bolsonaro sanciona com vetos lei que permite quebra temporária de patentes

Licença para a produção será concedida para fabricação de vacinas e medicamentos

Sandra Manfrini, do Estadão

 Atualizado 03/09/2021 às 00:24

Bolsonaro sanciona com vetos lei que permite quebra de patentes de vacinas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido)  sancionou o projeto de lei que permite a quebra temporária de patentes para vacinas e medicamentos para enfrentamento de emergências de saúde. Agora convertida em lei, que ainda será publicada no Diário Oficial da União, a proposta altera a Lei de Propriedade Industrial, conhecida como Lei das Patentes.

A nova lei estabelece garantias sobre o caráter temporário de quebra de patente, protege o titular contra a exploração indevida e fixa parâmetros mínimos para remuneração.

Pelo texto aprovado no Congresso e agora sancionado, a licença para a produção será concedida a empresas que possam ter capacidade técnica e econômica comprovada para a fabricação de vacinas e medicamentos. O titular, por sua vez, receberá o equivalente a 1,5% sobre o preço líquido de venda dos produtos associado a patente até que o valor seja estabelecido.

“O licenciamento compulsório é feito caso a caso e mediante o pagamento de uma indenização para o proprietário da patente. Além disso, o licenciamento compulsório somente será determinado pelo Poder Público na hipótese excepcional de o titular da patente se recusar ou não conseguir atender à necessidade local”, diz a Secretaria Geral em nota divulgada há pouco. Dessa forma, segundo o governo, a medida não será aplicada, no momento atual, para o enfrentamento da pandemia de covid-19, “uma vez que as vacinas estão sendo devidamente fornecidas pelos parceiros internacionais”. “Contudo, no futuro, caso exista um desabastecimento do mercado local, há a previsão legal para a possibilidade de aplicação da medida, em um caso extremo”, completa.

A Secretaria Geral esclarece ainda que a atual Lei de Propriedade Intelectual já prevê o licenciamento compulsório em casos de emergência nacional ou interesse público. Mas a nova lei amplia as hipóteses legais desse licenciamento compulsório.

Vetos

A lei está sendo sancionada com vetos. Segundo informou a Secretaria Geral, estão sendo vetados os dispositivos que obrigavam ao proprietário da patente efetuar a transferência de know-how e a fornecer insumos de medicamentos e vacinas. “Embora meritórias, essas medidas seriam de difícil implementação e poderiam criar insegurança jurídica no âmbito do comércio internacional, além de poder desestimular investimentos em tecnologia e a formação de parcerias comerciais estratégicas, havendo meios menos gravosos para se assegurar o enfrentamento desse tipo de crise”, justifica.

Continuar lendo LEI QUE PERMITE QUEBRA TEMPORÁRIA DE PATENTES É SANCIONADA COM VETOS PELO PRESIDENTE DO BRASIL

PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA ALEXANDRE DE MORAES PROTOCALDO PELO PRESIDENTE BOLSONARO É REJEITADO PELO PRESIDENTE DO SENADO RODRIGO PACHECO

Pacheco rejeita pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes

O pedido foi protocolado pelo presidente Jair Bolsonaro

Caio Junqueira

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciou em coletiva nesta quarta-feira (25) que decidiu rejeitar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, protocolado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O Palácio do Planalto apresentou o pedido contra Moraes na sexta-feira (20). Pacheco afirmou que tomou a decisão após a Advocacia-Geral do Senado emitir um parecer afirmando que o pedido feito pelo Planalto não tem fundamento político.

No documento enviado ao Senado, Bolsonaro disse que “não se pode tolerar medidas e decisões excepcionais de um ministro do Supremo Tribunal Federal que, a pretexto de proteger o direito, vem ruindo com os pilares do Estado Democrático de Direito. Ele prometeu a essa Casa e ao povo brasileiro proteger as liberdades individuais, mas vem, na prática, censurando jornalistas e cometendo abusos contra o presidente da República e contra cidadãoes que vem tendo seus bens apreendidos e suas liberdades de expressão e de pensamento tolhidas”.

Em seu anúncio da recusa do pedido, o presidente do Senado ressaltou que espera que a decisão marque o fim da crise institucional entre os Poderes, no centro da ação contra Moraes.

“Há também o lado político de uma oportunidade dada para que possamos reestabelecer as boas relações entre os Poderes. Recentemente estive com o presidente do STF, o ministro Luiz Fux, a solicitar a sua Excelência que pudesse reestabelecer um diálogo através da reunião entre os Poderes, através da reunião com os governadores do estado, de um modo que possamos constantemente buscar esse consenso”, afirmou.

“Identificar as divergências, mas que essas divergências sejam superáveis pelos mecanismos próprios que constituição e lei nos fornece. Não é caso, naturalmente, de um pedido de impeachment, que sem a adequação legal e sem técnica jurídica própria, deve ser rejeitado”, disse Pacheco.

No sábado (14), Bolsonaro postou em suas redes sociais que entraria com pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. No entanto, interlocutores do presidente disseram à CNN que ele teria suspendido a apresentação do pedido contra Barroso.

A avaliação é a de que o embate com Barroso arrefeceu, e o próprio ministro do STF também, segundo assessores presidenciais, recuou.

Fonte: CNN

Continuar lendo PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA ALEXANDRE DE MORAES PROTOCALDO PELO PRESIDENTE BOLSONARO É REJEITADO PELO PRESIDENTE DO SENADO RODRIGO PACHECO

REUNIÃO ENTRE PRESIDENTE DOS EUA E PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL IRÁ MARCAR UMA NOVA ETAPA NA RELAÇÃO ENTRE OS DOIS PAISES

Biden e Bennett se reúnem para reforçar laços entre EUA e Israel

Primeiro encontro do primeiro-ministro israelense com o presidente dos EUA ocorre em momento turbulento, após volta do Talibã

INTERNACIONAL

 Eugenio Goussinsky, do R7

Bennett embarca para encontro com presidente Joe Biden, em Washington

GPO/AVI OHAYON/24-08-21

A reunião entre o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quinta-feira (26), na Casa Branca, em Washington, irá marcar uma nova etapa nas relações entre os dois países.  Será o primeiro encontro entre ambos desde a posse do novo governo israelense, em 13 de junho último.

Para Biden, a reunião ganha em importância, em um momento no qual o governo americano tem sido alvo de críticas após a volta ao poder do grupo radical Talibã, no Afeganistão, no último dia 16. O governo dos Estados Unidos acusado de falhas de planejamento para a retirada das tropas americanas do país.

“Biden sofreu um revés com a chegada do Talibã, isso em um primeiro momento gera apreensão em Israel, devido a questões de segurança. Para Biden, a reunião ganha importância no sentido de retomar por inteiro uma aliança histórica, garantir a proteção e reforçar laços e compromissos dos Estados Unidos com Israel”, afirma ao R7 a professora Marília Pimenta, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Fecap (Fundação escola de Comércio Álvares Penteado), em São Paulo.

Para a professora, a chegada do Talibã provocou, mesmo que Israel não esteja diretamente envolvido na guerra local, uma instabilidade maior na região.

“A saída desastrosa das tropas americanas tem repercussão em Israel. Acredito que haverá uma espécie de cobrança de Bennett em relação a este tema. A preocupação é que o Afeganistão, como ocorreu anteriormente, se torne refúgio de grupos terroristas, como a Al-Qaeda, que tenham o objetivo de realizar atentados”, destacou Marília.

Apesar de ambos terem se mantido como aliados ao longo das últimas décadas, o objetivo de Bennett também é o de reaproximar os dois países em relação a vários temas, após um período de dificuldades de sintonia entre o governo de Benjamin Netanyahu, antecessor de Bennett, e os democratas.

“Há uma nova administração nos Estados Unidos e um novo governo em Israel, e trago comigo, de Jerusalém, um novo espírito de cooperação, que se baseia na conexão especial e de longa data entre os dois países”, afirmou Bennett, sobre a adminisntração de Joe Biden, que assumiu o poder em janeiro de 2021, em meio a uma relação mais fria com o então primeiro-ministro Netanyahu, do direitista partido Likud.

Ao R7, o encarregado de negócios da embaixada de Israel no Brasil, David Atar, destacou que Joe Biden é um velho amigo do Estado de Israel.

“Nós estamos trabalhando em estreita colaboração com a administração do governo Biden. O Estado de Israel e os Estados Unidos mantêm uma forte aliança baseada nos laços compartilhados de valores democráticos e direitos humanos”, observou Atar.

Atar acrescentou que, no encontro, serão discutidas não só alternativas para evitar que o Irã desenvolva se projeto nuclear, mas também para impedir que o governo iraniano atrapalhe os acordos que Israel vem firmando com países árabes como os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein, o Sudão e o Marrocos.

“Os dois têm boa comunicação, Biden ligou para Bennett apenas duas horas depois que o novo líder israelense foi empossado. Israel também contou com o firme suporte americano durante os últimos incidentes violentos no Oriente Médio. Durante o encontro, os principais assuntos devem focar em formas de prevenir o armamento nuclear do Irã e como deter os esforços iranianos em desestabilizar e enfraquecer os países árabes aliados no Oriente Médio”, ressaltou Atar.

Posição de Bennett

Bennett também defende bandeiras da direita, sendo líder do Yamina, um partido nacionalista secular. Por outro lado, dentro de um governo de união nacional, que assumiu o poder após mais de 12 anos de Netanyahu no cargo, a premissa básica que ele vem adotando é a da conciliação.

E nas questões de segurança, há uma grande convergência entre os vários partidos de Israel, principalmente em relação  a essa preocupação com a ameaça iraniana. Bennett adiantou que o tema será prioritário nas conversas com Biden.

“Vamos lidar com muitas frentes, especialmente a frente iraniana, e especialmente o salto do programa nuclear iraniano, nos últimos dois ou três anos. Em particular, discutiremos o plano para bloquear este programa”, disse Bennett.

O primeiro-ministro israelense irá tentar persuadir Biden a não retomar o acordo com o Irã, após negociações recentes ocorridas em Viena, com países europeus e a China, em relação aos planos de obtenção de armamento nuclear pelo governo iraniano. O pacto foi selado em 2015, mas os Estados Unidos, em 2018, na administração de Donald Trump, se retiraram do acordo.

“O Irã está fazendo rápidos progressos em seus esforços de enriquecimento de urânio e já reduziu significativamente o tempo necessário para adquirir materiais a serem usados para a construção de uma única bomba nuclear”, destacou.

O primeiro-ministro ressaltou, ainda, que as conversas irão girar também em torno de “várias ações para fortalecer a superioridade militar israelense”.

“O que precisamos fazer, e o que estamos fazendo, é formar uma coalizão regional de países árabes razoáveis, junto conosco, que vai se defender e bloquear essa expansão e esse desejo de dominação do Irã”, disse Bennett.

“Somos a âncora precisa da estabilidade, da disposição de fazer o trabalho para manter a região do Oriente Médio mais segura”, completou o primeiro-ministro, a respeito da reunião.

Temas como a pandemia atual e intercâmbio tecnológico também estarão na pauta.

“Paralelamente, trataremos também das esferas da alta tecnologia, da economia, da inovação, da crise climática que nos preocupa a todos e – claro – do combate ao coronavírus”, ressaltou Bennett.

As relações entre Estados Unidos e Israel tiveram início já em 1948, quando o governo americano reconheceu a fundação do Estado de Israel. Desde então, a aproximação ganhou força principalmente no fim dos anos 60, com a chegada de Lyndon Johnson ao poder nos Estados Unidos, após Israel ter se aliado com países como França e Inglaterra em combates com o Egito em 1956

Fonte: R7

Continuar lendo REUNIÃO ENTRE PRESIDENTE DOS EUA E PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL IRÁ MARCAR UMA NOVA ETAPA NA RELAÇÃO ENTRE OS DOIS PAISES

PRESIDENTE DA FENEME DESCARTA RISCO DE PERDA DE AUTORIDADE DE GOVERNADORES SOBRE AS CORPORAÇÕES EM SEUS RESPECTIVOS ESTADOS

Federação de oficiais diz não haver risco de perda de autoridade sobre PMs

Presidente da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme) diz que orientação é de neutralidade em relação às disputas político-partidárias

Iuri Pittada CNN

em São Paulo

Federação de oficiais diz não haver risco de perda de autoridade sobre PMs | CNN Brasil

Presidente da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme), o coronel da reserva da PM catarinense Marlon Teza descarta o risco de perda de autoridade de governadores sobre as corporações em seus respectivos estados.

“Não vejo chance de isso acontecer. Somos instituições de Estado, e não de Governo ‘A’ ou ‘B’”, afirmou o oficial à CNN, após uma reunião da diretoria da entidade na qual foi debatida a conjuntura política e os efeitos sobre as polícias no país. “Não vejo nas PMs nenhuma hipótese de insubordinação ou ruptura além de atitudes isoladas.”

De acordo com o coronel Marlon, a orientação da Feneme às 51 entidades associadas, que somam um contingente de 75 mil oficiais em todo o Brasil, é pelo respeito e obediência às leis e à Constituição e neutralidade em relação às disputas político-partidárias.

“Nossa missão maior é atuar conforme a lei, defender os direitos e as legislações relacionadas aos policiais militares. Política partidária é para os políticos”, disse o oficial. “Quando tem cor partidária, seja qual for, cria-se um problema. Aqui não temos rótulo, somos instituições de estado.”

Para o coronel Marlon, discursos radicalizados encontram mais “repulsa” do que apoio nos contingentes da ativa das Polícias Militares e, por vezes, revelam pretensões políticas de seus vocalizadores.

Em relação aos atos previstos para o 7 de setembro em capitais do país, o presidente da Feneme afirma que as PMs nos estados vão cumprir sua missão de proteger o patrimônio público e os cidadãos, além de preservar a ordem pública. “As polícias militares são instituições com histórico de sempre seguirem as ordens da autoridade de momento nos estados. Sempre fomos fieis e leais aos governantes”, diz o coronel Marlon.

Continuar lendo PRESIDENTE DA FENEME DESCARTA RISCO DE PERDA DE AUTORIDADE DE GOVERNADORES SOBRE AS CORPORAÇÕES EM SEUS RESPECTIVOS ESTADOS

UNIÃO EUROPÉIA NÃO RECONHECERÁ GOVERNO TALIBÃ NO AFEGANISTÃO E NÃO ESTARÁ EM NENHUMA NEGOCIAÇÃO POLÍTICA COM O GRUPO, AFIRMA A PRESIDENTE DA COMISSÃO

União Europeia não reconhecerá governo do Talibã no Afeganistão

Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também disse que bloco não mantém conversas políticas com grupo

INTERNACIONAL

 Do R7, com Reuters

Ursula von der Leyen visitou abrigo na Espanha ao lado do primeiro-ministro Pedro SánchezUrsula von der Leyen visitou abrigo na Espanha ao lado do primeiro-ministro Pedro Sánchez
JUAN CARLOS HIDALGO/EFE

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou neste sábado (21) que a União Europeia não reconhece o Talibã como governo do Afeganistão e que o bloco também não está em nenhuma negociação política com grupo, que assumiu o poder do país há uma semana.

A chefe-executiva da União Europeia visitou hoje um centro para recepção de refugiados em Madri, na Espanha, ao lado do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Ela falou que o bloco está atento ao respeito aos direitos humanos no Afeganistão, especialmente das mulheres e minorias.

“Podemos muito bem ouvir as palavras do Talibã, mas vamos medi-los acima de tudo por seus atos e ações.”

Ursula acrescentou que irá propor um aumento de 57 milhões de euros (R$ 358 milhões) em ajuda humanitária que a Comissão havia alocado este ano para o país asiático.

Todavia, ela ressaltou que qualquer ajuda está condicionada ao respeito aos direitos humanos.

“Não se pode destinar nenhum euro de ajuda humanitária a um regime que negue a suas mulheres seus direitos e liberdades.”

Fonte: R7
Continuar lendo UNIÃO EUROPÉIA NÃO RECONHECERÁ GOVERNO TALIBÃ NO AFEGANISTÃO E NÃO ESTARÁ EM NENHUMA NEGOCIAÇÃO POLÍTICA COM O GRUPO, AFIRMA A PRESIDENTE DA COMISSÃO

PRESIDENTE BOLSONARO VETOU REGRA QUE PRETENDIA AMPLIAR EM 25% FUNDO ELEITORAL

Bolsonaro veta artigo da LDO que previa fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

A equipe econômica defende que o governo federal corrija o fundo eleitoral pela inflação do período, chegando a R$ 2,1 bilhões

Gustavo Uribe, Leandro Magalhães, Larissa Rodrigues

Da CNN, em Brasília

Atualizado 21/08/2021 às 02:42

Bolsonaro decide vetar o artigo que previa fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões | ac24horas.com - Notícias do AcreBolsonaro veta fundo eleitoral de quase R$ 6 bilhões | CNN PRIME TIME

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou a regra que pretendia ampliar em 25% o fundo eleitoral, para um montante de R$ 5,7 bilhões já com validade para as eleições do próximo ano.

O prazo final de sanção da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) se encerrou nesta sexta-feira (20). A tendência é de que, na LOA (Lei Orçamentária Anual), o presidente reajuste o fundo eleitoral pela inflação do período, chegando a R$ 2,1 bilhões.

Fontes da Câmara dos Deputados informaram à CNN que o presidente da Casa já havia sido informado pelo próprio presidente Bolsonaro sobre o veto. A decisão de Bolsonaro não agrada em nada  integrantes da base aliada, que já discutem incluir no orçamento do próximo ano uma previsão maior para o fundo eleitoral.

A ideia é, pelo menos, passar o valor do fundo eleitoral para R$ 4 bilhões. A mudança enfrenta forte resistência na equipe econômica, para a qual um aumento do valor pode comprometer outras previsões orçamentárias.

Fonte: CNN
Continuar lendo PRESIDENTE BOLSONARO VETOU REGRA QUE PRETENDIA AMPLIAR EM 25% FUNDO ELEITORAL

POLÍTICA: SENADOR COLOCOU PRESIDENTE DO SENADO CONTRA PAREDE AO COBRAR PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA MINISTROS DO STF

Lasier Martins vai pra cima de Pacheco sobre impeachment de ministros do STF e exige decisão em plenário

Fotomontagem - Foto: Agência Brasil / Agência Senado / STFFotomontagem – Foto: Agência Brasil / Agência Senado / STF

Em discurso no plenário do senado federal, nesta quarta-feira (18), o senador Lasier Martins (PODE-RS) colocou o presidente da casa, Rodrigo Pacheco, contra a parede ao cobrar a resposta sobre todos os pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que já tiverem sido protocolados.

Lasier citou um projeto de sua autoria que regulamenta o procedimento obrigatório determinado pela Lei de Impeachment, e que determina que os pedidos devem ser lidos e decididos no prazo máximo de 15 dias, sobre o arquivamento ou a continuidade.

O senador lembrou que nos últimos dois anos, 38 pedidos de impeachment contra membros do STF foram arquivados, e que ainda restam 17 para análise, mas que os mesmos são levados para a advocacia do senado, que acaba realizando uma análise de mérito e decidindo previamente sobre os mesmos, quando a decisão deveria ser exclusiva do presidente do senado e dos parlamentares da casa.

“Uma das coisas mais estranhas é que temos 81 parlamentares, mas nesta matéria de impeachment, só uma pessoa decide. Nós precisamos compartilhar essa decisão.”

Lasier ainda jogou na cara de Rodrigo Pacheco que a vontade do povo não está sendo respeitada e que a promessa que fez ao assumir a presidência, sobre democratizar a casa, precisa ser cumprida.

Veja o vídeo:

Continuar lendo POLÍTICA: SENADOR COLOCOU PRESIDENTE DO SENADO CONTRA PAREDE AO COBRAR PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA MINISTROS DO STF

DEFESA DE ROBERTO JEFFERSON DIZ QUE PODE DENUNCIAR ALEXANDRE DE MORAES À CORTE INTERNACIONAL

Defesa de Roberto Jefferson diz que pode recorrer a corte internacional

Advogado do presidente do PTB afirma ainda que pedirá a suspeição do ministro Alexandre de Moraes, do STF

Cleber Rodrigues e Lucas Janone, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 14 de agosto de 2021 às 20:06

O advogado Luiz Gustavo Pereira e a vice-presidente do PTB, Graciela NienovO advogado Luiz Gustavo Pereira e a vice-presidente do PTB, Graciela Nienov, contestaram a prisão Foto: Cleber Rodrigues

A defesa do presidente do PTB, Roberto Jefferson, diz que pode denunciar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para a Organização dos Estados Americanos (OEA), com o intuito de contestar a prisão do ex-deputado na última sexta-feira (13). A declaração foi dada neste sábado (14) pelo advogado do político, Luiz Gustavo Pereira.

“Nós já estamos preparando para a próxima semana uma denúncia na Organização dos Estados Interamericanos contra os abusos cometidos pelo ministro Alexandre de Moraes”, disse o advogado de Roberto Jefferson.

A defesa do presidente do PTB também diz que pedirá a suspeição do ministro do STF, alegando que Jefferson e Moraes já travaram disputas judiciais, o que deixaria o ministro mais inclinado a uma condenação do acusado. A CNN adiantou essa informação na sexta-feira (13).

Os advogados de Roberto Jefferson pedem ainda que a conversão da prisão preventiva para domiciliar seja analisada de forma imediata. De acordo com o defensor, o presidente do PTB tem “delicados problemas de saúde e corre risco de morte na cadeia”.

CNN entrou em contato com o gabinete do ministro Alexandre de Moraes para ouvi-lo sobre a possiblidade de denúncia à corte internacional e o pedido de suspeição e ainda aguarda retorno.

Segundo a vice-presidente do PTB, Graciela Nienov, Jefferson continua como presidente do partido. O ex-deputado só será licenciado da função caso a prisão preventiva seja mantida pelo STF.

Continuar lendo DEFESA DE ROBERTO JEFFERSON DIZ QUE PODE DENUNCIAR ALEXANDRE DE MORAES À CORTE INTERNACIONAL

JUIZ DESIGNADO PARA INVESTIGAR ASSASSINATO DO PRESIDENTE DO HAITI ABANDONA O CASO

Haiti: juiz abandona investigação de assassinato de presidente

 

Magistrado devolveu o caso menos de uma semana após assumi-lo; analistas creem que foi por uma questão de segurança

INTERNACIONAL |

por AFP

Assassinato de Jovenel Moise ainda não foi totalmente esclarecido

VALERIE BAERISWYL / AFP – 23.7.2021

O juiz de instrução designado na segunda-feira para comandar a investigação sobre o assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, morto a tiros em julho por um comando armado, anunciou nesta sexta-feira (13) que vai deixar o caso.

“Nos desvinculamos deste caso por razões pessoais e ordenamos sua devolução ao decano deste tribunal”, informou o juiz Mathieu Chanlatte em carta dirigida ao tribunal de primeira instância de Porto Príncipe.

A rapidez com que o magistrado abandonou o caso, epicentro da atenção nacional, não surpreende alguns profissionais da justiça, que não escondem o risco da missão.

Questão de segurança

“Eu disse que seria difícil para o juiz Chanlatte: continua tendo o mesmo carro, não tem outros seguranças a seu serviço”, reagiu em declarações à AFP o juiz Jean Wilner Morin, presidente da Associação Nacional de Magistrados do Haiti, em um momento em que o país está assolado pela violência de grupos armados.

“Os grupos armados estão nas imediações do tribunal de primeira instância de Porto Príncipe, razão pela qual é muito difícil que qualquer magistrado possa levar adiante este caso”, acrescentou Morin,

Na investigação sobre o homicídio do presidente em 7 de julho em sua residência, a polícia haitiana diz já ter detido 44 pessoas, entre elas 12 policiais haitianos, 18 colombianos e dois americanos de origem haitiana.

As dúvidas sobre o assassinato aumentam no país: quem são os autores? Qual foi o motivo do ataque em que a primeira-dama foi ferida a bala, mas nenhum agente de segurança do chefe de Estado foi atingido?

“É necessário que todos os atores implicados aceitem que se lance luz sobre o assunto: quando um magistrado não dispõe dos meios necessários para tratar de um caso assim, o caso está sendo obstruído (…) Quando o tribunal onde fica o escritório do magistrado não é seguro e os documentos podem ser roubado, o caso está sendo obstruído”, disse Jean Wilner Morin.

 

Continuar lendo JUIZ DESIGNADO PARA INVESTIGAR ASSASSINATO DO PRESIDENTE DO HAITI ABANDONA O CASO

PRESIDENTE DE CUBA ADMITE SATURAÇÃO NO SISTEMA DE SAÚDE NAS ÚLTIMAS SEMANAS APÓS AUMENTO DE CASOS DE COVID-19 NO PAÍS

Presidente de Cuba admite saturação do sistema de saúde

Milhares de casos de covid-19 registrados na últimas semanas sobrecarregaram o trabalho dos médicos nos hospitais

INTERNACIONAL

por Agência EFE

Cuba tenta controlar a covid-19 com vacinas produzidas no país

EFE/ERNESTO MASTRASCUSA

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta quinta-feira (12) que o sistema de saúde do país ficou saturado devido aos milhares de casos de covid-19 registrados nas últimas semanas.

“A situação atual da pandemia superou as capacidades do sistema de saúde, tensionando o trabalho de todo o pessoal”, disse o chefe de governo, durante reunião do grupo de trabalho criado para prevenir e controlar a covid-19, segundo veiculou a imprensa oficial.

Cuba, atualmente, tem incidência acumulada de 1.190 casos para cada 100 mil habitantes nos últimos 15 dias, o que coloca o país na liderança no continente americano e entre os cinco primeiros do mundo no quesito.

Nos últimos dias, em média, Cuba tem registrado mais de 8 mil positivos e mais de 70 mortes por dia, enquanto nas redes sociais circulam imagens de hospitais lotados nas regiões mais afetadas do território.

Díaz-Canel indicou que o novo pico de casos de covid-19 está “sobrecarregando todo o pessoal da saúde, de todos os órgãos que estão apoiando o combate à pandemia, e também provocando um maior consumo de medicamentos e oxigênio”.

Atualmente, Cuba atravessa grave crise econômica, que provocou desabastecimento generalizado, uma preocupante escassez de medicamentos, o que impacta a luta contra a propagação do novo coronavírus.

Segundo o presidente, a receita para reverter a situação é “mais exigência de nossas instituições sanitárias, mais rigor no trabalho”, além de compreensão da população para que todos protejam a sim próprios e aos outros.

Continuar lendo PRESIDENTE DE CUBA ADMITE SATURAÇÃO NO SISTEMA DE SAÚDE NAS ÚLTIMAS SEMANAS APÓS AUMENTO DE CASOS DE COVID-19 NO PAÍS

ESPORTE: LEI QUE REGULAMENTA TRANSFORMAÇÃO DE TIMES DE FUTEBOL EM EMPRESAS FOI SANCIONADA PELO PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro sanciona lei que regulamenta transformação de times de futebol em empresas

Foto: Ilustrativa

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que estabelece regras para transformação de times de futebol em empresas e cria a figura da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

O texto foi aprovado em junho pelo Senado e em julho pela Câmara.

Atualmente, os clubes de futebol são associações civis sem fins lucrativos. A proposta, chamada de Marco Legal do Clube-empresa, prevê estímulos para a conversão dos clubes ao modelo da SAF. Não há obrigatoriedade de que os clubes se transformem em empresas.

Com a transformação, as equipes terão instrumentos para capitalização de recursos e para o financiamento próprio, como:

emissão de títulos de dívida (debêntures-fut);

atração de fundos de investimento;

lançamento de ações em bolsa de valores.

Segundo a proposta, a Sociedade Anônima do Futebol cuidará somente do futebol masculino e do feminino.

Isso exclui a possibilidade de outros esportes, como o vôlei, migrarem para a SAF e também impede que entidades, federações e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se transformem em SAF.

Nome, escudo e sede

Pelo texto, alterações no nome, no escudo, no hino, nas cores, no local da sede do time só serão efetuadas com a concordância do clube, detentor das chamadas ações da classe A, que deu origem à Sociedade Anônima do Futebol.

A lei prevê também a transferência obrigatória à SAF dos direitos e deveres decorrentes de relações com o clube, inclusive os direitos de participação em competições, contratos de trabalho e de uso de imagem.

A transferência de direitos e patrimônio do clube para a SAF “independe de autorização ou consentimento de credores ou partes interessadas”.

Se instalações como estádio e centro de treinamento não forem transferidas, o clube e a empresa deverão firmar contrato com as condições para uso desses espaços.

Ainda conforme A eli, enquanto as ações ordinárias de classe A — aquelas do clube que originou a SAF — corresponderem a pelo menos 10% do total, o voto do titular das ações de classe A será condição necessária para a empresa decidir, entre outras questões, sobre:

alienação, oneração, cessão, conferência, doação ou disposição de qualquer bem imobiliário ou de direito de propriedade intelectual conferido pelo Clube ou Pessoa Jurídica Original para formação do capital social;

qualquer ato de reorganização societária ou empresarial, como fusão, cisão, incorporação de ações, incorporação de outra sociedade;

dissolução, liquidação e extinção.

Dívidas

O texto dá prazo de seis anos, prorrogáveis por mais quatro anos, para o clube quitar suas dívidas cível e trabalhista e dá alternativas aos times para pagamento dos débitos:

pagamento direto das dívidas pelo clube;

recuperação judicial (negociação coletiva);

consórcio de credores.

A nova lei também prevê mecanismo de transferência mensal de um percentual de receitas destinado ao pagamento de dívidas de natureza civil e trabalhistas.

Ainda constam na lei os chamados “instrumentos de aceleração” para pagamento dessas dívidas:

deságio: permite ao titular do crédito negociar a redução da dívida com o devedor, para recebimento dos valores;

cessão do crédito a terceiro: permite ao titular do crédito, não concordando com o deságio oferecido pelo devedor, buscar no mercado condições melhores;

conversão da dívida em ações da SAF: permite a conversão de toda ou parte da dívida em ações do clube-empresa;

emissão de títulos de mercado revertendo para o pagamento da dívida.

Fonte: Blog do BG

Continuar lendo ESPORTE: LEI QUE REGULAMENTA TRANSFORMAÇÃO DE TIMES DE FUTEBOL EM EMPRESAS FOI SANCIONADA PELO PRESIDENTE BOLSONARO

BRUNO BIANCO É NOMEADO ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO PELO PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro nomeia Bruno Bianco ao cargo de Advogado-Geral da União

Bianco ocupará um cargo no primeiro escalão do governo, substituindo André Luiz Mendonça

Nathallia Fonseca, Mathias Brotero e Leandro Magalhães,

da CNN, em São Paulo e Brasília

06 de agosto de 2021 às 03:53

A nomeação do Bruno Bianco Leal para o cargo de Advogado-Geral da União foi publicada no Diario Oficial da União na madrugada desta sexta-feira (6). Mais cedo, Bolsonaro havia antecipado a informação à CNN e, posteriormente, em suas redes sociais.

Pelo Twitter, Bruno Bianco agradeceu ao presidente. “Agradeço ao pr. @jairbolsonaro pela confiança. Juntos aprovamos a Nova Previdência, fizemos o bem, preservamos empregos e renda. E agora uma nova missão, muito me honra assumir a @AdvocaciaGeral!”, disse.

A mudança ocorre menos de uma semana após a recriação do Ministério da Previdência e Trabalho e a oficialização de Bianco para o cargo de número dois da pasta – Bianco ocupará um cargo no primeiro escalão do governo, substituindo André Luiz Mendonça, indicado para assumir a vaga de Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal.

Bruno Bianco é servidor de carreira da Advocacia-Geral da União. O secretário deve ser substituído pelo secretário do trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo.

Continuar lendo BRUNO BIANCO É NOMEADO ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO PELO PRESIDENTE BOLSONARO

NOVO PRESIDENTE IRANIANO APOIARÁ INICIATIVA PARA SUSPENDER SANÇÕES OCIDENTAIS, MAS CONTINUARÁ DEFENDENDO OS DIREITOS LEGAIS DO PAÍS

Novo presidente do Irã toma posse e se diz aberto à diplomacia

Ebrahim Raisi afirmou que buscará retirar as sanções que no momento afetam as atividades econômicas do país

INTERNACIONAL

 por AFP

Ebrahim Raisi tomou posse nesta quinta como novo presidente do Irã

ATTA KENARE / AFP – 5.8.2021

novo presidente iraniano, o ultraconservador Ebrahim Raisi, anunciou nesta quinta-feira (5) durante sua posse que apoiará qualquer iniciativa para suspender as sanções ocidentais, mas advertiu que nem elas nem a pressão impedirão o Irã de defender seus “direitos legais”.

Raisi foi empossado hoje perante o Parlamento, embora tenha oficialmente iniciado seu mandato de quatro anos na terça-feira, após ser empossado pelo guia supremo, o aiatolá Ali Khamenei.

“Vou me dedicar a servir ao meu povo, honrar o país, propagar a religião e a moralidade e apoiar a verdade e a justiça”, jurou Raisi, ex-chefe da Autoridade Judicial, durante cerimônia nesta quinta-feira em Teerã, transmitida ao vivo pela televisão estatal.

O novo governante substituiu o moderado Hassan Rohani, cuja principal conquista em seus dois mandatos foi o acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis potências ocidentais.

Crise e sanções

Mas o país tem enfrentado uma profunda crise econômica e social desde que o ex-presidente americano Donald Trump retirou unilateralmente seu país do acordo em 2018 e voltou a impor sanções.

Nesta quinta-feira, ele afirmou que apoiará “qualquer plano diplomático” que permita o levantamento dessas sanções, mas ressaltou que nem as sanções nem a pressão impedirão o Irã de defender seus “direitos legais”.

Logo após a posse de Raisi, os Estados Unidos pediram uma retomada “rápida” das negociações para reativar um acordo nuclear e forçar o Irã a cumprir seus compromissos, em troca do levantamento das sanções de Washington.

“Pedimos ao Irã para voltar logo às negociações”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price. “Para nós, esta é uma prioridade urgente”.

O Irã realizou seis rodadas de negociações com potências mundiais entre abril e junho em Viena para tentar ressuscitar o acordo nuclear, mas a última rodada de diálogo terminou em 20 de junho sem data marcada para a próxima reunião.

O novo governo tentará suspender as sanções “opressivas”, mas “não vinculará as condições de vida do país à vontade dos estrangeiros”, apontou Raisi na terça-feira.

O presidente de 60 anos enfrenta advertências dos Estados Unidos, Reino Unido e Israel sobre um ataque mortal na semana passada a um petroleiro, pelo qual Teerã nega responsabilidade.

Nesta quinta-feira, o ministério das Relações Exteriores iraniano alertou Israel para se abster de qualquer ação militar contra a República Islâmica, após nova ameaça.

“Em uma nova violação insolente da lei internacional, o regime israelense está agora ameaça abertamente o #Iran com uma ação militar”, disse o porta-voz da diplomacia iraniana, Said Khatibzadeh, no Twitter.

“Dizemos claramente: QUALQUER ação imprudente contra o Irã levará a uma resposta DECISIVA”, advertiu Khabitzadeh. “Não nos coloque à prova”.

O Irã também tem sido duramente atingido pela pandemia de covid-19, com mais de quatro milhões de casos e mais de 92.000 mortes.

– “Estendo a mão” –

Sua cerimônia de posse contou com a presença de cerca de 80 autoridades estrangeiras, incluindo o presidente afegão, Ashraf Ghani, e o líder do movimento islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, e os chefes do Parlamento da Rússia, Síria e África do Sul, de acordo com a televisão estatal.

Também esteve presente o negociador nuclear europeu, Enrique Mora, que se encontrou nesta quarta-feira em Teerã com o ministro das Relações Exteriores, Javad Zarif.

Teerã “estará do lado dos oprimidos”, disse Raisi, estejam eles “no coração da Europa, na América ou na África, no Iêmen, na Síria ou na Palestina”. “Somos os verdadeiros defensores dos direitos humanos”, disse.

Uma das prioridades de seu governo será melhorar as relações do Irã com seus vizinhos, disse ele. “Estendo a mão da amizade e da fraternidade a todos os países da região, especialmente aos nossos vizinhos”.

O governo Raisi consolida o poder nas mãos dos conservadores, que venceram as eleições legislativas de 2020, marcadas pela desqualificação de milhares de candidatos reformistas e moderados.

O novo presidente iniciou os trabalhos já na quarta-feira, presidindo uma reunião da equipe de trabalho sobre o coronavírus e se reunindo com ministros do governo cessante, segundo o site da Presidência.

Raisi enfrenta desafios em várias frentes, notaram vários meios de comunicação iranianos após a sua posse.

As sanções dos EUA sufocam o Irã e suas exportações de petróleo, enquanto a economia contraiu mais de 6% em 2018 e 2019.

O presidente terá que “enfrentar múltiplos desafios devido à miríade de problemas”, disse o editorial do jornal ultraconservador Kayhan na quarta-feira, citando “inflação sem precedentes”, altos custos de habitação, recessão e corrupção.

Na próxima semana, o chefe de Estado apresentará seus candidatos a cargos ministeriais, segundo a televisão. O novo Executivo será fruto de um “consenso nacional”, prometeu Raisi.

Fonte: R7

Continuar lendo NOVO PRESIDENTE IRANIANO APOIARÁ INICIATIVA PARA SUSPENDER SANÇÕES OCIDENTAIS, MAS CONTINUARÁ DEFENDENDO OS DIREITOS LEGAIS DO PAÍS

PRESIDENTE DOS EUA DISSE QUE GOVERNADOR DE NOVA YORK DEVERIA RENUNCIAR APÓS DENÚNCIAS DE ASSÉDIO SEXUAL

Biden diz que governador de NY deveria renunciar

Presidente afirmou que Andrew Cuomo, seu amigo e companheiro de partido, tem de sair após denúncias de assédio sexual

INTERNACIONAL

Do R7

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse que o governador de Nova York, o também democrata Andrew Cuomo, deveria renunciar ao cargo após a divulgação de uma investigação que mostrou que Cuomo assediou sexualmente diversas mulheres.

Biden respondeu que “sim” a um jornalista na Casa Branca se o governador, que está no terceiro mandato, deveria deixar o cargo. O presidente, no entanto, não falou que ele deveria ser retirado caso se recusasse a sair.

Cuomo está sob investigação por parte da promotoria do Estado e prometeu lutar contra as acusações. Segundo ele, o relatório da acusação é “tendencioso” e os “fatos são muito diferentes do que foi relatado”.

Ao longo dos últimos meses, Biden tinha evitado comentar as acusações contra Cuomo, de quem é amigo há muitos anos. Enquanto isso, o governador foi se isolando cada vez mais do restante do Partido Democrata.

O presidente afirmou que não falou com Cuomo e que não leu o relatório completo feito pela promotoria de Nova York. “Tudo que eu sei é o resultado final”, contou.

Outra antiga aliada do governador que se afastou dele nesta terça-feira foi a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi. “Como sempre, aplaudo as mulheres que trouxeram a verdade à tona. Reconhecendo o amor que ele tem por Nova York e o respeito que ele tem pelo cargo que ocupa, peço que ele renuncie”, disse a democrata, em um comunicado.

Fonte: R7
Continuar lendo PRESIDENTE DOS EUA DISSE QUE GOVERNADOR DE NOVA YORK DEVERIA RENUNCIAR APÓS DENÚNCIAS DE ASSÉDIO SEXUAL

OPINIÃO: O STF PODE TUDO, INCLUSIVE VIOLAR A CONSTITUIÇÃO?

Magistrada faz advertência desmoralizante sobre o inquérito do STF contra o presidente da República

Imagem em destaque

A juíza Ludmilla Lins Grilo fez uma séria e desmoralizante advertência nas redes sociais:

“Repitam comigo: a Constituição não permite que juízes abram inquéritos criminais. Quem abre é a polícia ou o MP.

Mais uma vez: juiz não pode abrir inquéritos criminais.

Juiz não pode abrir inquéritos criminais.”

Parece que não há dúvida de qual é o alvo da postagem da respeitada magistrada.

Fica, então, a questão: O Supremo Tribunal Federal pode tudo?

Pode, inclusive, violar a Constituição da qual, em tese, é o guardião?

Tudo indica que sim. Ou, pelo menos, os ministros acreditam que sim.

Basta ver o que vem sendo feito no malfadado inquérito da fake news, que, agora, pasmem, vai investigar a maior autoridade do país, o presidente da República.

Pelo menos, é esse o teor do ofício encaminhado pelo ministro Luis Roberto Barroso ao colega Alexandre de Moraes, algo que viola frontalmente o sistema de garantias estabelecido pela nossa lei maior.

Confira:

Como se vê, o objeto da investigação é o pronunciamento de Bolsonaro denunciando fragilidades de nosso sistema eleitoral e clamando pelo voto impresso auditável. Ou seja, o presidente será investigado por defender uma eleição mais segura.

Nesse sentido, a própria juíza Ludmila Lins Grilo fez questão de comentar um vídeo postado pelo TSE onde o tribunal afirma que o sistema já possibilita a auditoria.

“O TSE fez um vídeo dizendo que o boletim de urna, por si só, já possibilita a auditoria, como se não fosse justamente o seu conteúdo que estivesse sob suspeita. O boletim de urna não é a prova, é o INVESTIGADO.”

Assim, as divergências entre Bolsonaro e Barroso parecem irreversíveis.

É o embate anunciado.

Um tem a força do povo. O outro tem a força da toga.

Quem vencerá?

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

FONTE: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O STF PODE TUDO, INCLUSIVE VIOLAR A CONSTITUIÇÃO?

SE HOUVER PROBLEMAS NO MINISTÉRIO DA SAÚDE CHEGAREMOS AOS CULPADOS, AFIRMOU BOLSONARO

Se houver problemas na Saúde, vamos chegar aos culpados, diz Bolsonaro

Presidente cumpre agenda em Presidente Prudente, no interior de São Paulo; ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o acompanhou

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 31 de julho de 2021 às 16:34

Bolsonaro comenta possíveis irregularidades na Saúde: 'Se aparecer, vamos responsabilizar culpados' | Brasil | O Dia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste sábado (31), durante cerimônia de federalização de um hospital oncológico em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, que se houver problemas no Ministério da Saúde, o ministro Marcelo Queiroga e ele chegarão aos “possíveis culpados”.

“Pode ser que apareça algum problema no Ministério dele [Marcelo Queiroga]. Afinal de contas, o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões, não é fácil coordenar, fiscalizar esses recursos. Se aparecer problemas, seremos os primeiros a colaborar com investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, disse Bolsonaro.

Ao mencionar um possível “problema” na pasta comandada por Queiroga, o presidente não citou as suspeitas levantadas pela CPI da Pandemia sobre a aquisição da vacina Covaxin.

Segundo depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF), Bolsonaro foi informado sobre um suposto pedido de propina na compra dos imunizantes indianos e teria relacionado o nome do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, ao saber das supostas irregularidades. Barros nega envolvimento com a negociação do imunizante.

O presidente voltou a afirmar que não há denúncias de corrupção em seu governo. “Estamos completamos dois anos e meio sem qualquer denúncia de corrupção.”

Segundo Bolsonaro, Queiroga se adaptou rapidamente “ à nossa maneira de trabalhar”. O presidente citou ainda a realização da Copa América no Brasil como exemplo da agilidade do ministro da Saúde diante dos protocolos que precisavam ser feitos para o campeonato acontecer.

“Falei para ele: vamos ter Copa América no Brasil, Queiroga. Ele disse que teria protocolo dentro de uns dias. Falei: Queiroga, é agora, é o protocolo da Libertadores, ele me disse que sim e resolvemos em 10 minutos.”

Mais cedo, o presidente realizou um passeio de moto com apoiadores em Presidente Prudente. Esse foi o sexto passeio de moto do presidente com seus apoiadores e o primeiro após ele ter sido internado com suboclusão intestinal.

Fonte: CNN

Continuar lendo SE HOUVER PROBLEMAS NO MINISTÉRIO DA SAÚDE CHEGAREMOS AOS CULPADOS, AFIRMOU BOLSONARO

NA FRANÇA MAIS DE 200 MIL PESSOAS PROTESTARAM CONTRA PASSAPORTE SANITÁRIO

Protestos contra passaporte sanitário reúnem 200 mil na França

Manifestantes foram às ruas em mais de 100 cidades francesas contra medida anunciada pelo presidente Emmanuel Macron

INTERNACIONAL

 por AFP

Manifestantes enfrentaram a polícia em Paris neste sábado (31)

ALAIN JOCARD / AFP – 31.7.2021

Mais de 200 mil pessoas se manifestaram neste sábado (31) em mais de cem cidades francesas contra o passaporte de saúde que exige vacinação contra a covid-19, no terceiro sábado consecutivo de protestos contra esta medida na França.

De acordo com o Ministério do Interior francês, 204.900 pessoas participaram dos protestos, um aumento em relação aos 110.000 e 160.000 manifestantes em 17 e 24 de julho.

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou no dia 12 de julho a utilização do passaporte de saúde para o acesso a inúmeras atividades culturais e sociais, medida aplicada entre o final de julho e o início de agosto.

Violência em Paris

Cerca de 14.240 pessoas se manifestaram em Paris, onde vários protestos foram convocados e eclodiram confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

Antes de uma dessas manifestações, Jérôme Rodrigues, figura conhecida na revolta dos “coletes amarelos”, criticou “os membros do governo e da imprensa que vendem a eficácia da vacina, sem que haja comprovação”.

Mais de 3.000 policiais foram mobilizados na capital francesa, onde ocorreram incidentes na semana passada na luxuosa avenida Champs Elysées, cujos acessos foram bloqueados neste sábado.

Neste fim de semana, foram convocadas manifestações em cerca de 150 cidades francesas para protestar contra o passaporte de saúde, medida apoiada pela maioria dos franceses, de acordo com as pesquisas.

Frases como “Eu sou o Judas de Macron”, “Vacine-me contra o fascismo e o capitalismo” ou “Mídia mentirosa! Queremos a verdade”, eram exibidas nas faixas dos manifestantes em Rennes (Bretanha, noroeste), onde cerca de 2.900 pessoas se concentraram no início da tarde.

Mais de 20.000 pessoas protestaram em cidades no sudeste da França, especialmente em Montpellier (8.500) e Nice (6.500).

“Presidente, deputados, senadores, cientistas, jornalistas, são todos covardes”, denunciou uma das faixas de uma dessas manifestações, em que se repetiam proclamações de “liberdade, liberdade”.

Os deputados e senadores franceses finalmente aprovaram no último domingo a lei que estende o uso do passaporte sanitário, que exige a apresentação de um certificado de vacinação com as duas doses ou um teste negativo recente.

Este documento é obrigatório a partir de 21 de julho para acesso a espaços culturais e de lazer, e a partir de 9 de agosto será obrigatório para frequentar bares e restaurante e viajar em aviões e trens de longa distância.

A França, que esta semana ultrapassou 50% da população vacinada, enfrenta um aumento na circulação do coronavírus, com mais de 24.300 casos registrados na sexta-feira.

Fonte: R7
Continuar lendo NA FRANÇA MAIS DE 200 MIL PESSOAS PROTESTARAM CONTRA PASSAPORTE SANITÁRIO

PRESIDENTE ESQUERDISTA DO PERU ENVIARÁ AO CONGRESSO PROJETO DE REFORMA DA CONSTITUIÇÃO

Pedro Castillo anuncia que tentará reforma constitucional no Peru

Novo presidente peruano quer mudar a Constituição promulgada em 1993 pelo ex-presidente Alberto Fujimori

INTERNACIONAL

 por AFP

Pedro Castillo tomou posse da presidência do Peru nesta quarta (28) Pedro Castillo tomou posse da presidência do Peru nesta quarta (28)PRESIDÊNCIA DO PERU VIA AFP – 28.7.2021

novo presidente do Peru, o esquerdista Pedro Castillo, anunciou em seu primeiro discurso que enviará ao Congresso um projeto de reforma da Constituição, após assumir o poder nesta quarta-feira (28), em meio a um clima de esperança para metade dos seus compatriotas e de medo para a outra.

Após afirmar que o Peru pode estar “condenado a continuar prisioneiro desta Constituição”, Castillo declarou: “anuncio que apresentaremos ao Congresso um projeto de lei para reformá-la que, após ser debatido pelo Parlamento, esperamos que seja aprovado e depois submetido a um referendo popular”.

A proposta de campanha de Castillo de mudar a Constituição atual, que privilegia o liberalismo econômico, foi rejeitada pela sua adversária de direita Keiko Fujimori, filha do ex-presidente, e por outros adversários políticos.

“Insistiremos nesta proposta, mas dentro do marco legal que a Constituição proporciona. Teremos que conciliar posições com o Congresso”, afirmou o novo presidente, cujo partido Peru Livre tem apenas 37 das 130 cadeiras no Parlamento.

“Castillo propõe o caminho chileno para a constituinte. Um pacto com o Congresso que gere uma reforma”, tuitou o analista político Juan de la Puente.

Palácio presidencial, um museu

O professor rural foi empossado como o novo presidente para o período de 2021-2026 pela chefe do Congresso, a opositora María del Carmen Alva, que colocou nele a faixa presidencial bicolor.

Vestido com um terno andino preto bordado e seu clássico chapéu Cajamarca branco de copa alta, Castillo caminhou de mãos dadas com sua esposa, Lilia Paredes, até o Parlamento desde o Palácio Torre Tagle, sede da chancelaria, a quatro quadras de distância.

Em seu primeiro discurso, Castillo anunciou também que não vai governar o país no Palácio de Pizarro — a casa do governo — porque planeja transformá-lo em um museu e que retomará seus “trabalhos docentes de sempre” no fim de seu mandato.

“Não governarei na Casa de Pizarro, porque acredito que temos que romper com os símbolos coloniais. Cederemos este Palácio ao novo ministério das Culturas para que seja usado como um museu que mostre a nossa história”, disse.

“Durante a campanha eleitoral foi dito que vamos desapropriar. É totalmente falso”, declarou em outra parte de sua mensagem, embora tenha afirmado que busca um “novo pacto com investidores privados”.

Três dias de cerimônias estão programados para a posse do novo presidente, que receberá a faixa bicolor no dia em que o Peru comemora o bicentenário da independência.

Muitas ruas do centro de Lima foram cercadas pela polícia, que mobilizou 10.000 agentes em toda a capital, enquanto dezenas de apoiadores de Castillo expressaram seu apoio.

Visita do chanceler venezuelano

Castillo assumiu em meio às esperanças de milhares de compatriotas, mas também temores do setor privado e boa parte dos peruanos que temem uma virada acentuada para o socialismo após três décadas de políticas liberais.

Três horas após a posse chegou a Lima o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, informou a agência estatal Andina. Sua visita marca uma guinada na política externa peruana, que em 2019 reconheceu o opositor Juan Guaidó como governante legítimo venezuelano, assim como outros 60 países.

A Venezuela tem sido um tema recorrente na campanha do segundo turno, pois a candidata Keiko Fujimori afirmava que Castillo queria seguir os passos de Maduro, embora o atual presidente tenha negado ser “chavista” ou querer copiar o modelo venezuelano.

Castillo recebeu na segunda-feira um telefonema do chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, que, além de parabenizá-lo, disse que Washington espera dele “um papel construtivo” em relação à Venezuela, Cuba e Nicarágua.

A posse foi assistida pelo rei da Espanha, Felipe VI, cinco presidentes (Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile e Equador) e dois vice-presidentes (Brasil e Uruguai), bem como um enviado do presidente americano Joe Biden, o secretário de Educação Miguel Cardona.

“Desejamos muita sorte ao presidente Castillo, porque se o Peru for bem, todos nós estaremos bem”, disse o presidente chileno, Sebastián Piñera, depois de se reunir com ele.

Outro presente à cerimônia foi o ex-presidente boliviano Evo Morales, a quem alguns comparam a Castillo pela origem rural dos dois.

Designações pendentes

O novo presidente, de 51 anos, é católico e contrário ao aborto e às uniões entre pessoas do mesmo sexo. Ganhou notoriedade em 2017 após liderar uma greve de professores.

Castillo é “o primeiro presidente pobre do Peru”, disse o analista Hugo Otero à AFP, destacando que seu maior desafio será “não decepcionar as pessoas que precisam de respostas rápidas” diante da crise econômica e da pandemia.

Castillo deve anunciar os nomes de seu chefe de gabinete e ministros-chave a qualquer momento.

Castillo e vários dignatários vão viajar para a cidade andina de Ayacucho na quinta-feira para uma posse simbólica no Pampa de la Quinua, cenário da Batalha de Ayacucho em 9 de dezembro de 1824, que selou a independência do Peru e do resto da América espanhola. Na sexta-feira, ele comandará uma parada militar em Lima

Fonte: :R7

Continuar lendo PRESIDENTE ESQUERDISTA DO PERU ENVIARÁ AO CONGRESSO PROJETO DE REFORMA DA CONSTITUIÇÃO

PRESIDENTE DA OEA ADIA SESSÃO QUE HAVIA SIDO CONVOCADA PARA DISCUTIR SITUAÇÃO EM CUBA

OEA adia sessão que trataria da situação em Cuba após protestos

Encontro dos membros da organização foi convocado para discutir o momento no país e ainda não tem data para ser realizado

INTERNACIONAL

Do R7

Havana, capital de Cuba, teve suas ruas ocupadas por manifestantes no dia 11 de julho

ALEXANDRE MENEGHINI/REUTERS – 21/07/2021

O presidente da OEA (Organização dos Estados Americanos), o embaixador uruguaio Washington Abdala, divulgou uma carta adiando a sessão especial que havia sido convocada para discutir a situação em Cuba nesta quarta-feira (28).

‘Queremos liberdade e democracia’, diz cubano que vive no Brasil

Não foi anunciada a data em que os representantes dos países membros da organização vão se reunir, mas o encontro deverá ser realizado “o mais breve possível”.

No documento, Abdala ressalta a importância da mobilização da OEA para garantir os direitos da população de Cuba.

“Os direitos dos cubanos valem o mesmo do que os direitos de qualquer país membro de nossa organização e devemos defendê-los sempre”, escreveu o presidente da OEA. Ele também destacou a necessidade de garantir os direitos humanos em regimes como o de Cuba.

A situação em Cuba está sendo acompanhada por líderes de diversos países e por organizações internacionais após as manifestações populares do dia 11 de julho. Nessa data, a população ocupou as ruas de dezenas de cidades, incluindo da capital Havana, para pedir ‘liberdade’ e o fim do governo comunista, que está no controle da ilha há 63 anos.

Espanha faz críticas à Cuba após jornalista ser novamente presa

O presidente Miguel Díaz-Canel foi alvo de críticas pela maneira violenta como o exército e a polícia reprimiram as manifestações. Apenas uma morte foi confirmada, mas centenas de pessoas foram presas ou desapareceram nos atos.

Fonte: R7
Continuar lendo PRESIDENTE DA OEA ADIA SESSÃO QUE HAVIA SIDO CONVOCADA PARA DISCUTIR SITUAÇÃO EM CUBA

POLÍTICA: PRESIDENTE DO PTB VOLTOU A DISPARAR CRÍTICAS CONTRA CONTRA EX-PRESIDENTE E IRONIZOU PESQUISAS

Roberto Jefferson abre fogo contra tudo e todos e lança mais uma bomba na web (veja o vídeo)

Roberto Jefferson - Foto: TV JCORoberto Jefferson – Foto: TV JCO

O presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, voltou a disparar críticas contra o ex-presidente e ex-presidiário Lula e ironizou as pesquisas publicadas recentemente que apontam o petista venceria Bolsonaro na disputa pela Presidência da República:

“A escolha entre Bolsonaro e Lula é fácil, mas os mamadores de dinheiro público que estão com o bico seco vão fazer de tudo para que a população acredite que o presidiário está ganhando até no primeiro turno. Temos que combater essas mentiras”, disparou ele.

E ainda satirizou o fato de que o ex-presidiário não tem participado de nenhuma das manifestações que a esquerda vem tentando organizar:

“Não existe uma foto sequer de Lula indo a uma padaria, uma praça, ou mesmo comendo um cachorro-quente na esquina.

Como quer ser presidente um sujeito que sequer tem coragem de sair na rua?”, apontou ele.

Entre os assuntos que aborda no vídeo, além do suposto ataque sofrido pela deputada federal Joice Hasselmann e as articulações de uma suposta ‘terceira via’ para enfrentar Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022, Jefferson alfinetou a CPI da Covid, que até o momento não conseguiu base para sustentar nenhuma de suas narrativas contra Bolsonaro:

“Ora ora. A gravação dos irmãos Miranda não existia. O celular com as conversas de pressões para compra de vacinas já não existe mais. O pedido de propina não foi gravado.

A corrupção não foi paga. Que maravilha esse ‘escândalo’ de corrupção. Já o de Lula foi todo documentado”, declarou ele.

Recentemente, Roberto Jefferson concedeu uma entrevista polêmica à TV JCO:

Fonte: Jornal da Cidade Online
Continuar lendo POLÍTICA: PRESIDENTE DO PTB VOLTOU A DISPARAR CRÍTICAS CONTRA CONTRA EX-PRESIDENTE E IRONIZOU PESQUISAS

CIRO NOGUEIRA TEM CARTA BRANCA DO PRESIDENTE PARA MONTAR SUA EQUIPE NA CASA CIVIL E LIDERAR ARTICULAÇÕES POLÍTICAS

Bolsonaro dá carta branca para articulação política de Ciro Nogueira

Nas conversas que teve no Palácio do Planalto ao longo do dia, Ciro avaliou ser possível reaproximar antigos aliados do presidente

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 27 de julho de 2021 às 20:01

Bolsonaro dá carta branca para articulação política de Ciro Nogueira na Casa Civil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu carta branca ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), segundo interlocutores dos dois, para ele montar sua equipe na Casa Civil e principalmente liderar as articulações políticas que ele achar necessárias com o Congresso e com o Judiciário.

A conversa ocorreu a sós na manhã desta terça-feira no Palácio do Planalto no gabinete do presidente, no terceiro andar do Palácio do Planalto. Depois, Ciro desceu até o segundo andar para uma reunião no gabinete do ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Além de Ciro e Faria, estavam a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, todos integrantes do Centrão. O grupo depois subiu até o gabinete do presidente, onde foi feita uma foto, publicada nas redes sociais de Fábio Faria.

Nas conversas que teve no Palácio do Planalto ao longo do dia, Ciro avaliou ser possível reaproximar antigos aliados do presidente e investir nos políticos e partidos com potencial de aproximação. Um exemplo mencionado é o do ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que já esteve próximo de Bolsonaro, mas se afastou.

O líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), é outro nome a ser atraído. O partido inclusive deve se reunir na próxima semana para discutir o novo contexto político.

Ele também pretende conversar com integrantes do Judiciário que hoje estão em rota de colisão com o presidente Jair Bolsonaro, como os ministros do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que também integram o Tribunal Superior Eleitoral, onde tramitam ações de cassação de chapa Bolsonaro-Mourão. Mais à frente, Ciro não destaca inclusive abrir diálogo com a oposição.

Ciro diz que pretende inspirar sua operação política na pasta a outro piauiense que, como ele, ocupou o cargo rodeado de militares: Petrônio Portela, ministro da Justiça no começo do governo Figueiredo que lançou as negociações com o Congresso pela abertura política.

Era, portanto, um civil com a missão de distensionamento político especialmente com o Congresso. Algo semelhante ao papel que Ciro pretende ter, conforme a CNN mostrou nesta segunda-feira. Petrônio, aliás, é tio-avô dos filhos de Ciro com Iracema Portella, sua ex-mulher.

Fonte: CNN

Continuar lendo CIRO NOGUEIRA TEM CARTA BRANCA DO PRESIDENTE PARA MONTAR SUA EQUIPE NA CASA CIVIL E LIDERAR ARTICULAÇÕES POLÍTICAS

PRESIDENTE DOS EUA ALERTOU QUE ATAQUE CIBERNÉTICO PODE RESULTAR EM UMA “GUERRA REAL COM TIROS”

Biden alerta que ciberataques podem levar a ‘guerra real’

Presidente dos EUA se disse preocupado com ataques cibernéticos à infraestrutura do país e lançou advertência

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden alertou para risco de "guerra real" como resultado de ataques cibernéticos

EVELYN HOCKSTEIN / REUTERS – 27.7.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou nesta terça-feira (27) que se os EUA se envolverem em uma “guerra real com tiros” contra uma “grande potência” poderá ser resultado de um ataque cibernético significativo ao país, ressaltando o que Washington vê como as ameaças crescentes representadas por Rússia e China.

A segurança cibernética subiu ao topo da pauta do governo Biden após uma série de ataques a entidades de alta importância, como a empresa de administração de redes SolarWinds, a Colonial Pipeline company, o frigorífico JBS e a fabricante de softwares Kaseya atingirem os Estados Unidos muito além das empresas hackeadas. Alguns dos ataques afetaram o fornecimento de alimentos e combustíveis a partes do país.

“Eu acredito que é mais do que provável que se acabarmos nos envolvendo em uma guerra – uma guerra real com tiros com uma grande potência — será graças a uma violação cibernética de grandes consequências”, disse Biden em um discurso de meia hora ao visitar o gabinete do diretor Nacional de Inteligência (ODNI, na sigla em inglês).

Durante uma cúpula no dia 16 de junho em Genebra entre Biden e o presidente russo, Vladimir Putin, o norte-americano compartilhou uma lista de instalações de infraestrutura que os Estados Unidos consideram fora dos limites para demais Estados-nações.

Desde então, membros do alto escalão da equipe de segurança nacional do governo Biden têm estado em contato constante com membros do alto escalão do Kremlin por conta de ataques virtuais aos Estados Unidos, segundo a Casa Branca.

Biden também destacou as ameaças representadas pela China, se referindo ao presidente chinês, Xi Jinping, como “seriamente comprometido à meta de se tornar a força militar mais poderosa do mundo, assim como a maior e mais proeminente economia do planeta até meados da década de 2040”.

Durante seu discurso para cerca de 120 funcionários do ODNI e autoridades e lideranças, Biden também agradeceu aos integrantes das agências de inteligência dos EUA, enfatizou sua confiança no trabalho que fazem e disse que não irá exercer qualquer tipo de pressão política sobre eles. O ODNI supervisiona 17 organizações de inteligência.

“Eu nunca irei politizar o trabalho que vocês fazem. Vocês têm a minha palavra”, disse. “É importante demais para o nosso país”.

Os comentários de Biden indicam uma ruptura clara com as declarações de seu antecessor Donald Trump, que tinha uma relação contenciosa com as agências de inteligência do país em questões como as indicações de que a Rússia teria interferido para ajudar Trump a conquistar a eleição de 2016 e o papel delas nas revelações de que Trump teria pressionado o governo da Ucrânia a investigar Biden.

Trump teve quatro diretores permanentes ou interinos de inteligência nacional durante seus quatro anos de governo.

Continuar lendo PRESIDENTE DOS EUA ALERTOU QUE ATAQUE CIBERNÉTICO PODE RESULTAR EM UMA “GUERRA REAL COM TIROS”

PRESIDENTE DO PSDB AFIRMOU QUE SE O ATUAL PREFEITO DE NATAL ÁLVARO DIAS RESOLVER CONCORRER AO GOVERNO DO RN ESTARÁ ENTRE AS PRIORIDADES DO PARTIDO

Se topar ser candidato a governador do RN, Álvaro será ‘prioridade nacional do PSDB’ diz presidente

Por 

Em Slideshow

25 jul 2021

Se topar ser candidato a governador do RN, Álvaro será 'prioridade nacional do PSDB' diz presidente - Tribuna de Noticias

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, afirmou que se o prefeito de Natal, Álvaro Dias, decidir concorrer ao Governo do Estado no próximo ano, estará entre as prioridades do partido.

Ele disse ainda que o partido investiu fortemente nas eleições do Rio Grande do Norte, “de modo especial na reeleição no primeiro turno do prefeito Álvaro”, que na avaliação do presidente nacional “fez uma excepcional primeira gestão e seguramente vai fazer um excepcional segundo mandato”.

“Eu posso garantir que se Álvaro fizer uma reflexão com o conjunto das forças políticas locais de que topa disputar uma eleição para governador do Estado ele terá absoluta prioridade dos investimentos do recurso do partido”, afirmou em entrevista à Tribuna do Norte.

Se Álvaro vier a tomar essa decisão na construção do ambiente local, no diálogo com os parceiros de outras lutas eleitorais no Rio Grande do Norte, será prioridade nacional do PSDB”, destacou.

Fonte: Política em Foco
Continuar lendo PRESIDENTE DO PSDB AFIRMOU QUE SE O ATUAL PREFEITO DE NATAL ÁLVARO DIAS RESOLVER CONCORRER AO GOVERNO DO RN ESTARÁ ENTRE AS PRIORIDADES DO PARTIDO

CHEFE DO COMANDO CONJUNTO DAS FORÇAS ARMADAS DO PERU RENUNCIOU O CARGO TRÊS DIAS ANTES DO PRESIDENTE ESQUERDISTA ASSUMIR O CARGO

Chefe das Forças Armadas do Peru entrega o cargo

Saída de general ocorre 3 dias antes da posse do esquerdista Pedro Castillo, que derrotou Keiko Fujimori nas eleições presidenciais

INTERNACIONAL

 por AFP

Pedro Castillo (foto) assume a presidência do Peru na quarta-feira

O chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas do Peru, general do Exército César Astudillo, renunciou o cargo neste domingo (25), três dias antes do esquerdista Pedro Castillo assumir a presidência, informou uma fonte militar.

“A renúncia está confirmada, não vamos dar mais detalhes”, disse à AFP uma fonte do Comando Conjunto das Forças Armadas, que pediu anonimato.

De acordo com o jornal Perú 21, Astudillo solicitou seu passe de aposentadoria e pediu que fosse efetivado na quarta-feira (28).

Não foi confirmado se a decisão foi aceita pelo presidente interino, Francisco Sagasti, ou pela ministra da Defesa, Nuria Esparch, informou o jornal El Comercio.

Pedro Castillo toma posse justamente na quarta-feira (28).

Astudillo estava no comando do Comando Conjunto das Forças Armadas desde outubro de 2018 e foi o responsável pela mobilização militar em apoio à pandemia do coronavírus.

Em meio ao segundo turno eleitoral, um grupo de militares aposentados realizou passeatas de apoio à direitista Keiko Fujimori, mas os oficiais das Forças Armadas permaneceram à margem, respeitando a Constituição.

Castillo, de 51 anos, foi proclamado presidente eleito na última segunda-feira pelo JNE, que levou seis semanas para analisar as contestações e apelações antes de declará-lo o vencedor da votação de 6 de junho.

A posse de Castillo contará com a presença de alguns dirigentes de países vizinhos e do Rei da Espanha, Felipe VI.

Fonte: R7

Continuar lendo CHEFE DO COMANDO CONJUNTO DAS FORÇAS ARMADAS DO PERU RENUNCIOU O CARGO TRÊS DIAS ANTES DO PRESIDENTE ESQUERDISTA ASSUMIR O CARGO

PRESIDENTE DA VENEZUELA CONSIDEROU PROVOCAÇÃO A PRESENÇA DE AVIÃO NORTE-AMERICANO NO ESPAÇO AÉREO DO PAÍS

Venezuela denuncia violação de seu espaço aéreo pelos EUA

Avião cargueiro norte-americano teria sido identificado pelo exército venezuelano na região da fronteira com a Colômbia

INTERNACIONAL

Do R7

Presidente da Venezuela, Nicola Maduro
HANDOUT / VENEZUELAN PRESIDENCY / AFP

O governo venezuelano denunciou nesta sexta-feira (23) que um avião cargueiro norte-americano violou seu espaço aéreo em sua fronteira com a Colômbia, o que considerou uma “provocação”.

A incursão da aeronave, “tipo C-17 de transporte militar pesado” foi registrada na quinta-feira à noite durante “um intervalo de três minutos (…), fazendo um trajeto de aproximadamente 14 milhas náuticas sobre a área mais ocidental da Serra de Perijá, estado de Zulia”, informou em um comunicado o ministério da Defesa.

I”Esta flagrante provocação ocorre no âmbito de exercícios militares combinados desenvolvidos pela Força Aérea e o Exército colombianos nos Departamentos de Antioquia e Cundinamarca, respectivamente, nos quais também há presença de aviões caça americanos F-16 e RC135 de exploração estratégica”, acrescentou o texto.A Força Aérea Colombiana informou em 16 de julho sobre exercícios de treinamento militar combinado com os Estados Unidos “com o objetivo de melhorar a interoperabilidade com países aliados”.

“Temos conhecimento que como parte dos pré-citados exercícios estão sendo executadas tarefas de reconhecimento do espaço geográfico venezuelano, razão pela qual não descartamos outras possíveis ações hostis atentatórias contra nossa soberania e integridade territorial”, denunciou a Venezuela.

O presidente Nicolás Maduro “deu ordens precisas de permanecer alerta e responder de forma contundente a qualquer ato de agressão”, acrescentou o texto.

O ministério da Defesa destacou que ao longo deste ano, “aeronaves americanas violaram 21 vezes a Região de Informação de Voo (FIR) de Maiquetía [La Guaira, norte], comportando esta uma grave violação das normas internacionais de aeronáutica”.

Segundo as autoridades venezuelanas, os aviões que passam pela região de informação de voo são obrigados a se comunicar com a torre de controle do aeroporto.

A Venezuela não tem relações diplomáticas com os Estados Unidos e a Colômbia, país com o qual compartilha uma porosa fronteira de mais de 2.200 km.

As relações com os dois países são tensas desde o governo do falecido presidente Hugo Chávez, mas se intensificaram depois que Washington e Bogotá reconheceram o líder opositor Juan Guaidó como presidente, após considerar que a reeleição de Maduro em 2018 foi fraudulenta.

Maduro denuncia constantemente planos dos governos destes dois países, seus principais adversários internacionais, para assassiná-lo ou derrubá-lo.

Fonte: R7

Continuar lendo PRESIDENTE DA VENEZUELA CONSIDEROU PROVOCAÇÃO A PRESENÇA DE AVIÃO NORTE-AMERICANO NO ESPAÇO AÉREO DO PAÍS

PRIMEIRA -DAMA DO HAITI PEDE JUSTIÇA PELO PRESIDENTE ASSASSINADO

Primeira-dama do Haiti diz que presidente assassinado foi ‘traído’

Jovenel Moise foi morto a tiros em um ataque à residência oficial na capital Porto Príncipe no dia 7 de julho

INTERNACIONAL

por Agência EFE

Primeira-dama Haiti Martine Moise

JEAN MARC HERVE ABELARD/EFE

A primeira-dama do Haiti, Martine Moise, pediu nesta sexta-feira justiça para o presidente do país, Jovenel Moise, que foi assassinado no dia 7 de julho e, segundo ela, “foi abandonado e traído”.

“Ele foi abandonado e traído. O assassinato expôs a falta de dignidade e a covardia”, comentou Martine na cerimônia civil em homenagem a Moise em Cap-Haïtien, no norte do país, onde o mandatário será enterrado nesta sexta-feira.

Martine afirmou que “o maior pecado” de Moise foi “amar o seu país e defender os mais necessitados conta a ganância de outros”.

“Foi brutalmente assassinado. Houve uma conspiração, eles o odiavam, atiravam veneno”, disse a primeira-dama, ao completar que “as aves de rapina” que mataram o seu marido “ainda estão soltas nas ruas, sem sequer se esconder, e sim observando e ouvindo”.

Em meio à indignação, Martine Moise pediu que “o sangue do presidente não seja derramado em vão”.

“Não queremos vingança, nem violência. Não cederemos ao medo. Vamos olhar diretamente nos olhos (dos assassinos). Vamos dizer a eles que basta”, declarou.

De acordo com a primeira-dama, que sofreu um ferimento de bala no ataque armado que matou o marido na residência de ambos em Porto Príncipe, sua família “está passando por dias sombrios”.

Martine falou durante 15 minutos sobre os 25 anos de relação com Jovenel Moise, o qual descreveu como uma pessoa “apaixonada e decidida, amável, alegre e com grande carisma”.

“Ele se tornou o meu hino, e eu a orquestra dele”, analisou, ao relatar a vida do casal e dizer que não entende “como a inveja do poder e a vulnerabilidade poderiam levar a tamanha maldade”.

O sistema político, segundo a primeira-dama, é “podre e injusto”, mas Jovenel Moise “lidou com todo o tipo de maldade e sempre tentou fazer mais e melhor para sair com as mãos limpas e puras” da presidência. Martine revelou que foram utilizados “todos os meios para destruir” seu marido.

“É um adeus, mas não uma despedida. Não pensei que esta mudança que ele queria fazer pudesse levar ao seu assassinato. Os oligarcas ganharam uma batalha. Perdemos uma batalha, mas a guerra ainda não acabou”, insistiu.

Fonte: R7
Continuar lendo PRIMEIRA -DAMA DO HAITI PEDE JUSTIÇA PELO PRESIDENTE ASSASSINADO

COMPORTAMENTO: PRESIDENTE DO PTB DEIXA CLARO SUA INSATISFAÇÃO COM O EMBAIXADOR CHINÊS NO BRASIL

Roberto Jefferson clama pela “expulsão” do embaixador da China: “Não me ajoelho! Malandro! Palhaço!” (veja o vídeo)

Roberto Jefferson e Yang Wanming - Foto: Reprodução; Marcelo Camargo/Agência BrasilRoberto Jefferson e Yang Wanming – Foto: Reprodução; Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, gravou, nesta quinta-feira (22), um vídeo onde deixa clara sua insatisfação com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming.

Defendo que o povo armado é ‘a última trincheira para a liberdade e a democracia’, Jefferson detonou o embaixador chinês:

“Esse chinês, malandro, que está aí hoje, na Embaixada da China, tem que ir embora”, declarou ele.

Jefferson ainda apontou que os cidadãos de bem são a última resistência contra o comunismo, e afirmou:

“Quando tudo estiver exaurido, nós somos a retaguarda. E só por cima do nosso cadáver é que vão implantar aqui o regime ateu-marxista-comunista. Um palhaço macaco do realejo que repete dogmas de Marx, como esse embaixador da China […] Eu não me ajoelho a esse macaco chinês”, disparou ele.

Confira:

Continuar lendo COMPORTAMENTO: PRESIDENTE DO PTB DEIXA CLARO SUA INSATISFAÇÃO COM O EMBAIXADOR CHINÊS NO BRASIL

MINISTRA DO STF REJEITOU PEDIDO DE INTEGRANTES DO PT PARA OBRIGAR ARTHUR LIRA ANALISAR PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA PRESIDENTE BOLSONARO

Cármen Lúcia nega ação para obrigar Lira a analisar pedido de impeachment

Pedido de integrantes do PT visava à análise de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 21 de julho de 2021 às 16:40

Cármen Lúcia nega ação do PT para obrigar Lira a analisar impeachment

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia rejeitou, nesta quarta-feira (21), um pedido de integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) para obrigar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a analisar um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A ação faz referência especificamente a um pedido de impeachment protocolado por entidades da sociedade civil em maio de 2020.

Na decisão, Cármen Lúcia apontou motivos processuais para rejeitar o pedido. Na avaliação da ministra, o pedido não atende aos requisitos de um mandado de segurança – tipo de ação escolhido pelo deputado Rui Falcão (PT-SP) e pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

O processo foi protocolado em 2 de julho e indeferido pela ministra nesta quarta-feira (21).

Continuar lendo MINISTRA DO STF REJEITOU PEDIDO DE INTEGRANTES DO PT PARA OBRIGAR ARTHUR LIRA ANALISAR PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA PRESIDENTE BOLSONARO

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DEVERÁ NOMEAR O SENADOR CIRO NOGUEIRA PARA A CASA CIVIL

Ciro Nogueira deve assumir Casa Civil

O atual ocupante da pasta, Luiz Eduardo Ramos, deverá ser remanejado para outro posto

Por Barbara Baião e Caio Junqueira

 Atualizado 21 de julho de 2021 às 00:57

À bancada, em pronunciamento, senador Ciro Nogueira (PP-PI)Se confirmada, a ida de Nogueira para o mais importante ministério do governo terá por objetivo reorganizar politicamente no momento em que ele enfrenta sua maior dificuldade política. Foto: À bancada, em pronunciamento, senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O presidente Jair Bolsonaro deverá nomear o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, para a Casa Civil. A mudança foi discutida em uma reunião na tarde desta terça-feira no Palácio do Planalto e pode não ser a única a ocorrer. O atual ocupante da pasta,  Luiz Eduardo Ramos, deverá ser remanejado para outro posto.

O debate em curso prevê alocá-lo na Secretaria-Geral da Presidência, hoje comandada por Onyx Lorenzoni. O Planalto não descarta dar a Onyx uma nova função na Esplanada. Um dos destinos seria um novo ministério, que poderia absorver funções hoje concentradas no Ministério da Economia.

Se confirmada, a ida de Nogueira para o mais importante ministério do governo terá por objetivo reorganizar politicamente no momento em que ele enfrenta sua maior dificuldade política com a CPI da Pandemia e ao mesmo tempo as maiores taxas de rejeição e de baixa popularidade. Pesquisas internas do governo apontam o mal momento do presidente.

Segundo relatos feitos à CNN, o próprio Ciro Nogueira já tem dado sinais de insatisfação com o governo, sugerindo, inclusive, que poderia romper a relação de alinhamento político. Com a nomeação, ele finalmente daria um ministério de peso a um senador, um debate antigo dentro do governo tendo em vista não haver nenhum integrante da casa no alto escalão da Esplanada.

Além disso, tentaria amenizar problemas recentes com Ciro, presidente do principal partido aliado de Bolsonaro. O senador se irritou recentemente com uma autorização do Ministério da Economia de R$ 800 milhões para o Piauí que, por meio da operação de crédito, pretende reforçar o orçamento em infraestrutura, saúde e segurança.

O estado governado por Wellington Dias é reduto eleitoral do político do PP, que cogita disputar o Executivo local contra uma eventual reeleição do petista. Recentemente, Ciro Nogueira também saiu da titularidade da CPI que apura ações e omissões do governo federal na pandemia.

Além disso, Bolsonaro já disse que vetará o fundo eleitoral bilionário aprovado pela Camara dos Deputados. O anúncio rápido do veto incomodou Arthur Lira, presidente da Câmara e também integrante do Progressistas.

Continuar lendo PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DEVERÁ NOMEAR O SENADOR CIRO NOGUEIRA PARA A CASA CIVIL

MILHARES DE PESSOAS PROTESTAM NOVAMENTE NA COLÔMBIA ENQUANTO NOVA LEGISLATURA SE INSTALA NO CONGRESSO

Colômbia: deputados tomam posse em dia de novos protestos

Nova legislatura terá missão de conduzir reformas propostas pelo presidente Iván Duque, que enfrenta baixa popularidade

INTERNACIONAL

 por AFP

A polícia reprimiu protestos contra Iván Duque em Bogotá, capital da Colômbia

JOAQUIN SARMIENTO / AFP – 20.7.2021

Milhares de pessoas protestaram novamente nesta terça-feira (20) na Colômbia contra o presidente Iván Duque, enquanto uma nova legislatura se instala no Congresso, local onde as principais porta-vozes das manifestações esperam levar suas reivindicações.

“Espero que este Congresso finalmente comece a legislar em favor dos interesses de todo o povo colombiano e não apenas de um grupo de indivíduos que está enriquecendo”, disse à AFP o dentista Iván Chaparro, de 46 anos, ao entrar no meio de uma grande marcha no centro de Bogotá.

O Comitê Nacional de Paralisação, que é o maior grupo de manifestantes, embora não represente todos os setores insatisfeitos, convocou esta nova mobilização durante o feriado nacional, após mais de um mês de pausa.

A origem dos mercenários acusados de matar o presidente do Haiti

As manifestações percorrem as ruas das principais cidades com cartazes coloridos que basicamente exigem uma reforma policial e um Estado mais solidário diante dos estragos causados pela pandemia, que deixou 42% dos 50 milhões de habitantes na pobreza.

Formado por estudantes, indígenas e organizações sociais, o comitê havia suspendido as mobilizações no dia 15 de junho, mas voltou às ruas no Dia da Independência da Colômbia com o objetivo de levar suas reivindicações ao Congresso.

Os pedidos do comitê serão apresentados “ao Congresso porque o governo não quis negociar”, explicou Fabio Arias, líder da Central de Unidade dos Trabalhadores, à W Radio.

Protestos contra forças de segurança

Milhares de pessoas se reuniram em diferentes partes de Bogotá e marcharam enquanto cantavam, dançavam e levavam bandeiras colombianas de cabeça para baixo em direção à praça central de Bolívar, porém a força pública bloqueou o caminho para o Congresso e a sede presidencial.

“Estamos na luta pela reivindicação de nossos direitos contra a saúde, a educação, a não violência”, afirmou a professora Noelia Castro, de 30 anos, na capital.

A mobilização ocorre em um ambiente bombardeado por reclamações governamentais sobre suposta infiltração de grupos armados nos protestos, prisões de manifestantes e advertências das autoridades sobre um possível aumento de mortes e casos de covid-19 em um momento em que o país deixa para trás a pior onda da pandemia.

Segundo o Ministério da Defesa, mais de 65 mil policiais e militares vigiam as manifestações em todo o país, por conta de uma suposta participação de guerrilheiros do ELN e dissidentes das FARC nas marchas.

Mais de 60 pessoas morreram e milhares ficaram feridas desde o início das manifestações em 28 de abril, segundo o Ministério Público e as autoridades civis.

Brutalidade policial

O que começou como uma manifestação contra um plano governamental fracassado de aumento dos impostos da classe média foi reavivado pela repressão policial, criticada pela comunidade internacional.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que visitou o país em meio aos protestos, denunciou a resposta das forças de segurança como “desproporcional” e “letal”.

Por sua vez, a ONG Human Rights Watch acusa as forças de segurança de estarem envolvidas em pelo menos 20 homicídios durante os protestos e garante que 16 das vítimas foram baleadas por agentes do Estado com a intenção de “matar”.

Embora tenha admitido casos de violência policial, o governo contesta os números.

“Não se pode ficar indiferente à injustiça, ao assassinato de estudantes por protestar (…) que são atacados como se fossem terroristas”, ressalta a professora Jeanneth Gómez, de 59 anos, em Bogotá.

Reforma tributária

O surto social começou em 2019 contra o presidente conservador e, desde então, milhares de pessoas se manifestaram nas ruas em alguns intervalos de tempo. A última onda de protestos começou no final de abril em rejeição à proposta tributária.

A um ano de deixar o poder e com um nível de impopularidade de 76%, Duque inaugurou na manhã desta terça-feira o trabalho da nova legislatura, que terá a difícil tarefa de discutir uma nova reforma tributária.

“Ouvimos as vozes nas ruas e elas devem alimentar os debates, mas vocês são chamados pela história para serem os porta-vozes de um país em plena transformação”, anunciou Duque ao Congresso durante a cerimônia de posse.

Desta vez, o Executivo renunciou aos pontos mais polêmicos e propôs arrecadar US$ 3,9 bilhões de dólares, uma redução substancial em relação à iniciativa de US$ 6,3 bilhões que desencadeou a revolta popular e custou o cargo do então Ministro da Fazenda.

Os protestos foram em sua maioria pacíficos, embora tenha ocorrido bloqueios de estradas, distúrbios e confrontos entre civis e as forças de segurança.

Fonte: R7
Continuar lendo MILHARES DE PESSOAS PROTESTAM NOVAMENTE NA COLÔMBIA ENQUANTO NOVA LEGISLATURA SE INSTALA NO CONGRESSO

CASTILLO FOI DECLARADO VENCEDOR DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NO PERU

Júri eleitoral anuncia Castillo como novo presidente do Peru

Tribunal declara esquerdista como vencedor da eleição realizada no último dia 6 de junho; posse será no dia 28 de julho

INTERNACIONAL

 por AFP

Castillo foi declarado vencedor da eleição presidencial do Peru

SEBASTIAN CASTANEDA/REUTERS – 8.6.2021

O Júri Nacional de Eleições (JNE) do Peru proclamou nesta segunda-feira (19) o professor esquerdista Pedro Castillo novo presidente do Peru, seis semanas após o segundo turno, em que ele enfrentou a candidata de direita Keiko Fujimori.

“Proclamo presidente da república don José Pedro Castillo Terrones”, anunciou em breve cerimônia virtual o titular do JNE, Jorge Luis Salas, depois que o órgão concluiu a análise das impugnações e apelações de Keiko.

Dessa forma, o JNE valida a apuração atualizada de 100% das atas do órgão eleitoral (Onpe), que deu a vitória a Castillo, com 50,12% dos votos, contra 49,87% para Keiko. Horas antes, a direitista anunciou que iria reconhecer o resultado.

O novo presidente deve tomar posse no próximo dia 28, quando termina o mandato do presidente interino, Francisco Sagasti, e dia em que o Peru irá comemorar o bicentenário da independência.

A filha do ex-presidente preso Alberto Fujimori havia denunciado uma suposta fraude em favor de Castillo, sem apresentar provas, apesar de os observadores da OEA, dos Estados Unidos e da União Européia terem afirmado que a votação foi limpa.

Castillo obteve 44.263 votos a mais do que a adversária, segundo a contagem atualizada validada pelo JNE, órgão autônomo formado por quatro membros.

Fonte: R7
Continuar lendo CASTILLO FOI DECLARADO VENCEDOR DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NO PERU

AÉCIO NEVES ACREDITA EM UMA “TERCEIRA VIA” PARA CORRIDA PARA O PALÁCIO DO PLANALTO EM 2022

Aécio Neves: candidatura de Doria à Presidência pode levar PSDB ao isolamento

Em entrevista à CNN, deputado e ex-presidenciável afirmou que acredita na viabilidade de uma terceira via e que partido precisa ter ‘desprendimento’ no assunto

Giovanna Galvani, da CNN, em São Paulo*

 Atualizado 17 de julho de 2021 às 20:12

PSDB-SP rebate Aécio e defende candidatura própria à Presidência - CartaCapital

Em entrevista à CNN na última quinta-feira (17), o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que, apesar de acreditar em uma “terceira via” para a corrida para o Palácio do Planalto em 2022, o candidato deve ser o “melhor posicionado para vencer as eleições”, e não necessariamente um nome do PSDB.

Com isso, o ex-presidenciável criticou uma possível candidatura para a presidência em 2022 de João Doria, governador de São Paulo, nome que para ele pode levar o partido “ao isolamento” caso seja, de fato, a escolha da sigla para a corrida eleitoral.

Adversário do Partido dos Trabalhadores em 2014 e agora contra contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), Aécio defendeu que a “terceira via” una todos os partidos que não estão posicionados no atual espectro político da polarização.

Para ele, a insistência em Doria como nome possível do partido fará com que o projeto nacional se submeta a uma lógica regional. “Tenho feito uma oposição a uma candidatura interna que nos levaria ao isolamento absoluto, que é a candidatura do governador de São Paulo”, disse.

“Doria perdeu as condições a reeleição em São Paulo e quer construir um palanque para o vice-governador, um homem correto, de bem, em São Paulo. O preço disso é muito alto. Pode ser o desfacelamento do PSDB inclusive no futuro”.

Aécio apontou à âncora Daniela Lima que os nomes do governador gaúcho Eduardo Leite e do senador Tasso Jereissati (CE) teriam condições de “agregar para fora”, ou seja, chamar aliados para compor uma chapa com um nome forte dos tucanos. A possibilidade de uma construção do gênero com Doria, para ele, é inviável e faria com que o partido perdesse relevância no futuro.

“Eu não quero que o PSDB se transforme em um partido nanico nas próximas eleições. Podemos até não vencer nessas eleições presidenciais, mas eu acredito muito que após a radicalização que está aí colocada, o PSDB reaparecerá como o partido da reinstitucionalização da política, capaz de agregar outras forças ao centro e constuir um processo do planejamento, eficiência, resultados necessários de um governo de centro”, analisou.

Impeachment de Bolsonaro

Questionado sobre a viabilidade de um processo de impeachment de Bolsonaro, Aécio diz esperar o término da CPI da Pandemia para então começar a pensar no assunto, mas ponderou ser preciso comprovação de crime de responsabilidade e mobilização popular para que o processo ganhe tração.

“Nós temos uma comissão que está investigando para que, no final da comissão, possa haver a compreensão do que ocorreu. Há dois ingredientes que precisam se encontrar para o afastamento do presidente da República. O crime de responsabilidade, claramente apontado, e mobilização popular. Acho que após o trabalho da CPI é que essa análise será feita.”

Voto impresso

O deputado também disse não haver indícios de fraude nas eleições presidenciais de 2014, quando ele disputou e perdeu, no segundo turno, para a então presidente Dilma Rousseff (PT). O resultado foi contestado na época e os votos foram auditados pelo PSDB, que não encontrou provas de irregularidades.

O assunto voltou à tona após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que as eleições de 2014 e de 2018 teriam sido fraudadas, sem apresentar provas. Bolsonaro também tem insistido na votação da PEC do voto impresso como condição para o pleito,  o que “interditou” os debates sobre o tema, na visão de Aécio.

“Não dá para mexer nisso até 2022. A discussão ficou interditada pela forma que Bolsonaro se coloca, mas não adianta achar que elas são perfeitas enquanto 60% da população têm dúvidas sobre o sistema”, afirmou.

“Não tenho nenhum indício que aponte para fraudes naquela eleição. Os crimes ali cometidos foram de outra ordem. Era sobre a utilização sem limites da máquina pública, as fake news, o disparo ilegal de ‘zaps’ dando conta de que, eu eleito, terminaria com todos os programas sociais do governo, a utilização da Caixa, Correios, Banco do Brasil”, disse o deputado.

Fonte: CNNhttps://www.cnnbrasil.com.br/politica/2021/07/17/aecio-neves-candidatura-de-doria-a-presidencia-pode-levar-psdb-ao-isolamento

Continuar lendo AÉCIO NEVES ACREDITA EM UMA “TERCEIRA VIA” PARA CORRIDA PARA O PALÁCIO DO PLANALTO EM 2022

PRESIDENTE DA SÍRIA BACHAR AL- ASSAD TOMOU POSSE PARA O 4º MANDATO

Bachar Al-Assad toma posse como presidente da Síria pela 4ª vez

Sucessor político de seu pai, que governara o país por quase 30 anos, presidente no poder desde 2000 foi eleito com 95% dos votos

INTERNACIONAL

Do R7

Atual mandato de Al-Assad terminará em 2028

SANA/HANDOUT VIA REUTERS – 12.8.2020

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, tomou posse neste sábado (17) para o quarto mandato consecutivo de sete anos cada, depois de ter conquistado ampla vitória em eleições polêmicas em 26 de maio.

“Com base nos artigos 7 e 90 da Constituição da República Árabe Síria, tenho a honra de convidar o presidente Bashar al-Assad a fazer seu juramento constitucional”, anunciou o orador parlamentar do palácio de Damasco, Hamuda al-Sabag.

Al-Assad foi recebido com honras militares e protagonizou um cerimonioso desfilando através de orquestras e armas. Depois, se encaminhou para um salão onde centenas de membros de seu governo, parlamentares, representantes da sociedade civil e altos comandantes militares o esperavam.

Bachar al-Assad tomou posse em 2000, depois da morte do pai, Hafez Al-Assad, que governara o país por quase 30 anos, e, de acordo com a constituição atual, terá que deixar a Presidência ao final do atual mandato, em 2028. Ele obteve 95,1% dos votos no final de maio, em uma eleição fortemente criticada pela oposição e por grande parte da comunidade internacional.

Milhões de pessoas nas regiões noroeste e nordeste, fora do controle de Damasco, foram deixadas de fora da votação, que também não aderiram ao plano de paz patrocinado pela ONU para uma solução política na Síria desde 2015.

Como era de se esperar, Al-Assad derrotou os pouco conhecidos adversários Mahmoud Marai, líder da oposição interna de Damasco, e Abdullah Salloum Abdullah, ex-vice-ministro de assuntos parlamentares, que concorreu como candidato independente.

Fonte: R7
Continuar lendo PRESIDENTE DA SÍRIA BACHAR AL- ASSAD TOMOU POSSE PARA O 4º MANDATO

SEGUNDO PRESIDENTE DA COMISSÃO, FICARÁ PARA AGOSTO A VOTAÇÃO DO VOTO IMPRESSO

Votação do voto impresso ficará apenas para agosto, diz presidente da comissão

Para que a nova regra entre em vigor nas eleições de 2022, a matéria precisa ser votada na comissão e duas vezes nos plenários da Câmara e do Senado até outubro

Larissa Rodrigues, da CNN, em Brasília

 Atualizado 14 de julho de 2021 às 23:09

Urna com voto impressoProtótipo de urna eletrônica com impressora acoplada Foto: Nelson Jr./TSE

O presidente da comissão especial que analisa a PEC do Voto Impresso, deputado Paulo Martins (PSC-PR), afirmou nesta quarta-feira (14) que a análise do projeto ficará apenas para agosto, após o recesso parlamentar.

A previsão de Martins, após uma série de adiamentos, era colocar o texto em votação em reunião agendada para esta quinta-feira (15). O encontro teve de ser cancelado após o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) convocar reunião do Congresso Nacional, com participação de senadores e deputados, para a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022.

O deputado ainda reconheceu que não há consenso a respeito da medida, defendida por aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Nas últimas semanas, dirigentes de partidos políticos que representam a maior parte do Congresso Nacional foram em sentido contrário, manifestando confiança na urna eletrônica e contrariedade ao voto impresso.

Para que a nova regra entre em vigor nas eleições de 2022, a matéria precisa ser votada na comissão, em dois turnos no plenário da Câmara, e depois do Senado, antes do início de outubro.

Continuar lendo SEGUNDO PRESIDENTE DA COMISSÃO, FICARÁ PARA AGOSTO A VOTAÇÃO DO VOTO IMPRESSO

SEGUNDO OMAR AZIZ, PRESIDENTE DO SENADO GARANTE A EXTENSÃO DA CPI DA PANDEMIA

Aziz diz que Pacheco irá estender prazo da CPI da Pandemia

Presidente da CPI da Pandemia diz à CNN, porém, que presidente do Senado mantém intenção de decretar recesso parlamentar caso LDO seja aprovada na quinta (15)

Gustavo Uribe

Por Gustavo Uribe, CNN  

11 de julho de 2021 às 11:56

Senadores na CPI da PandemiaFoto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), disse à CNN Brasil que o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informou que irá fazer na próxima terça-feira (13) a leitura de requerimento que garante a extensão da comissão de inquérito até outubro.

Inicialmente, a CPI da Pandemia seria encerrada no dia 7 de agosto, com prazo de funcionamento de 90 dias. O regimento prevê que ela pode ser prorrogada por até 90 dias, se for apresentado requerimento assinado por, pelo menos, um terço dos integrantes do Senado Federal.

Aziz disse, no entanto, que Pacheco mantém a posição de cumprir o recesso parlamentar caso a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) seja votada. A expectativa é de que a proposta seja analisada na quinta-feira (15).

Para garantir o funcionamento da CPI da Pandemia na segunda quinzena de julho, parlamentares oposicionistas pretendem obstruir a sessão parlamentar. Caso a proposta não seja votada, deve ser instituído o chamado “recesso branco”, o que garantiria que a comissão parlamentar não fosse interrompida.

O presidente da CPI da Pandemia disse ainda que mesmo que o representante da Davati Supply, Cristiano Carvalho, consiga decisão judicial para se manter em silêncio em depoimento na próxima sexta-feira (16), não haverá mudança de depoente.

Para evitar que se repita o ocorrido com o empresário Carlos Wizard, que não respondeu a perguntas na CPI da Pandemia, senadores oposicionistas e independentes têm defendido a antecipação do depoimento do líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), marcado inicialmente para o dia 20.

Continuar lendo SEGUNDO OMAR AZIZ, PRESIDENTE DO SENADO GARANTE A EXTENSÃO DA CPI DA PANDEMIA

PRESIDENTE DA CÂMARA SE POSICIONOU CONTRA DAR PROSSEGUIMENTO AOS PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Analistas destacam pontos da entrevista exclusiva do presidente da câmara, Arthur Lira, concedida à CNN

Iuri Pitta
Renata Agostini
Daniela Lima
Gustavo Uribe

Por Iuri PittaRenata AgostiniDaniela Lima e Gustavo Uribe,

CNN  da CNN em São Paulo

 Atualizado 10 de julho de 2021 às 15:46

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Em entrevista exclusiva à CNN neste sábado (10), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em que se posicionou contra dar prosseguimento aos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Nesse momento ele [Lira] se coloca como independente, como alguém que entende que esse momento é delicado, mas que as decisões não podem ser precipitadas em relação ao impeachment”, destaca Renata Agostini.

Agostini analisa que, durante a entrevista, Lira disse que não vê espaço para impeachment neste momento e que têm dúvidas se este movimento é o que a oposição realmente defende. Ela destaca um ponto quando Lira diz que não há como todo presidente do Brasil sofrer processos de impeachment e, por isso, ele se pergunta: será que não é o caso de o Parlamento se debruçar e na discussão sobre o semipresidencialismo, ou seja, uma constituição parlamentarista com o sistema atual presidencialista?

Agostini destaca que embora o debate público sobre a mudança no sistema eleitoral estivesse em curso, a entrevista foi o momento em que Arthur Lira falou publicamente que corrobora e quer trabalhar para que o sistema presidencialista, tal como funciona hoje, seja mudado.

Outro ponto importante na fala do presidente da Câmara foi a respeito das Forças Armadas. Ele reiterou o compromisso não só dele, mas do Parlamento em defender as instituições democráticas e deu um recado às Forças Armadas ao afirmar que comandantes militares não têm que dar opinião política.

Embora Arthur Lira tenha sinalizado que realizar uma mudança no sistema presidencialista seja importante para que 2022 seja um regime transitório, Gustavo Uribe analisa que em “ano pré-eleitoral é muito difícil a aprovação de medidas que tenham um certo impacto na sociedade, que são medidas polêmicas.”

Além disso, Uribe comenta que tal mudança deveria ser acatada pelo presidente que estiver ocupando o cargo a partir das próximas eleições.

“O sistema semipresidencialista enfraquece um pouco o poder do executivo, isso tem que ser bastante discutido com os partidos políticos e até com os próximos candidatos. O candidato que entrar em 2022, ou a reeleição de Bolsonaro, terá de se readaptar a este sistema. Precisa ver se este candidato estará disposto a abrir mão de bastante poder.”

(Publicado por Marina Motomura)

Continuar lendo PRESIDENTE DA CÂMARA SE POSICIONOU CONTRA DAR PROSSEGUIMENTO AOS PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO

AUMENTA A DISPUTA DE PODER ENTRE GRUPOS RIVAIS NO HAITI APÓS ASSASSINATO DO PRESIDENTE

Rivais políticos lutam por poder no Haiti após morte do presidente

Disputa está entre Ariel Henry, nomeado primeiro-ministro por Jovenel Moise na segunda, e pelo interino Claude Joseph

INTERNACIONAL

 por Reuters

Uma disputa por poder está ganhando força no Haiti porque o homem nomeado primeiro-ministro pouco antes do assassinato do presidente do país nesta semana disse que ele — e não o premiê interino — deveria liderar a nação e que está formando um governo para fazê-lo.Ariel Henry, um neurocirurgião que foi nomeado primeiro-ministro pelo presidente Jovenel Moise na segunda-feira (5), dois dias antes de Moise ser assassinado por um esquadrão de homens armados em sua casa na capital, Porto Príncipe, disse que ele agora era a maior autoridade do Haiti, e não o primeiro-ministro interino Claude Joseph.

“Após o assassinato do presidente, eu me tornei a maior autoridade legal porque houve um decreto me nomeando”, disse Henry à Reuters em entrevista por telefone na sexta-feira (9).

Henry ainda não havia tomado posse para substituir Joseph no momento do assassinato, o que criou confusão sobre quem é o legítimo líder de 11 milhões de pessoas no Haiti, que divide a ilha de Hispaniola com a República Dominicana.

O ministro eleitoral Mathias Pierre afirmou que Joseph continuaria no cargo até a realização de novas eleições presidenciais e legislativas em 26 de setembro.

Henry afirmou que o novo governo que ele está formando, no entanto, criaria um novo conselho eleitoral — porque o anterior era considerado muito partidário — e que esse conselho determinaria uma nova data para as eleições.

A Constituição dno caso de Moise — o Parlamento deveria eleger um presidente.

Para complicar ainda mais a situação, o líder da Suprema Corte morreu mês passado após contrair covid-19, em meio a um surto de infecções em um dos poucos países do mundo que ainda não começou uma campanha de vacinação.

Também não há um Parlamento eleito porque as eleições legislativas marcadas para o fim de 2019 foram adiadas por distúrbios políticos.

Fonte: R7

Continuar lendo AUMENTA A DISPUTA DE PODER ENTRE GRUPOS RIVAIS NO HAITI APÓS ASSASSINATO DO PRESIDENTE

ASSASSINATO DO PRESIDENTE DO HAITI DEIXA FUTURO DO PAÍS INCERTO

Futuro do Haiti após assassinato do presidente é incerto

Para especialistas, a escalada de violência no país deve continuar e uma nova intervenção internacional é pouco provável

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Haitianos se reúnem diante de delegacia onde estavam suspeitos da morte de Jovenel Moise

VALERIE BAERISWYL / AFP – 8.7.2021

assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, dentro da residência presidencial em Porto Príncipe, na madrugada de quarta-feira (7), é mais um capítulo trágico da história de um país que vive décadas de grave crise social, econômica, política e de segurança pública.

A possibilidade de uma nova intervenção militar internacional, como foi a Minustah, liderada pelo Brasil entre 2004 e 2017, com o apoio de outros 21 nações existe, mas é remota, especialmente pela grande quantidade de recursos financeiros e de pessoal que precisaria ser destinada a uma eventual missão de paz.

“A situação é tão complicada que a intervenção não tem o que fazer, as chancelarias dos demais países sabem disso e é difícil que aconteça uma operação como a Minustah, que os países participantes financiam. É um custo para os cofres públicos e neste momento os governos estão lutando reativar suas economias por causa da pandemia. E além disso, o Haiti não pode se tornar um protetorado, uma área de controle militar permanente”, explica Carlo Cauti, professor de Instituições e Organizações Internacionais no curso de Relações Internacionais no Ibmec-SP.

Segundo o especialista, em 2004, após a fuga do então presidente Jean-Bertand Aristide, a comunidade internacional se uniu em torno de um projeto para pacificar e estabilizar o Haiti. Quatro anos após o fim da Minustah, hoje é quase impensável que uma intervenção parecida e no mesmo nível de engajamento mundial se repita.

“Assim como no Haiti, na maioria dos casos a presença militar estrangeira simplesmente não conseguiu construir uma estrutura estatal sólida, os militares estrangeiros acabaram saindo e novos problemas surgiram. É diferente de uma situação como a do Timor Leste, quando era para proteger um país ocupado, e outra quando a convulsão é interna”, lamenta Cauci.

Temor de mais violência

Na opinião do sociólogo Alexandre Pires, professor de Relações Internacionais do Ibmec, a morte de Jovenel Moise não deve representar um ponto de ruptura na crise institucional que o Haiti atravessa. O temor, para ele, é de que a escalada de violência possa se intensificar ainda mais.

“O que existe hoje é o surgimento de várias gangues tentando tomar conta do país, esse processo não deve cessar, provavelmente vamos ter mais uma sequência de golpes e caso não haja algum tipo de interferência externa é possível que tenhamos um cenário de guerra civil, mas sem uma estrutura militar, entre esses mesmos grupos”, alerta ele.

Após décadas de crise, sem falar em desastres naturais como terremoto de 2010, que matou cerca de 200 mil pessoas, o Estado haitiano tem cada vez menos capacidade de criar uma estrutura sócio-econômica que possa dar condições de melhorar a vida de seus cidadãos, na opinião do professor.

“O país está todo desorganizado e a população vai continuar padecendo, por catástrofes políticas, econômicas. É um país que não tem uma infraestrutura física e nem a institucional, sem capacidade do governo, de arrecadação, e não tem confiança das grandes potências para poder ganhar verbas”, diz Pires.

Para ele, o problema da violência tira do país até mesmo a capacidade de fomentar o turismo, que é a grande fonte de renda da maioria dos países caribenhos, inclusive Cuba. “Quase todos os países caribenhos tem algum tipo de solidez e conseguem receber turistas que trazem recursos importantes, menos o Haiti”, lamenta.

Fonte: R7
Continuar lendo ASSASSINATO DO PRESIDENTE DO HAITI DEIXA FUTURO DO PAÍS INCERTO

MINISTÉRIO DA DEFESA E AS FORÇAS ARMADAS REPUDIAM DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE DA CPI OMAR AZIZ

Forças Armadas reagem a Omar Aziz e dizem que não aceitam “ataque leviano”

Mais cedo, presidente da CPI disse que “fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas” em casos de corrupção

Da CNN, em São Paulo*

 Atualizado 07 de julho de 2021 às 20:57

Forças Armadas reagem a Omar Aziz e dizem que não aceitam "ataque leviano"

O Ministério da Defesa e as Forças Armadas emitiram uma nota oficial repudiando as declarações do presidente da CPI da Pandemia, o senador Omar Aziz (PSD-AM), nesta quarta-feira (7). Segundo o comunicado, ele “desrespeitou” os militares e “generalizou esquemas de corrupção”.

Além de menções à ala militar, a oitiva terminou com o pedido de prisão do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias.

“Essa narrativa, afastada dos fatos, atinge as Forças Armadas de forma vil e leviana, tratando-se de uma acusação grave, infundada e, sobretudo, irresponsável”, diz a nota.

“As Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro.”

Mais cedo, na CPI, Omar Aziz disse “os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia, porque fazia muito tempo, fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do governo”.

Segundo o senador, “eu não tenho nem notícia disso [corrupção] na época da exceção que houve no Brasil, porque o Figueiredo morreu pobre, porque o Geisel morreu pobre, porque a gente conhecia… (…) Uma coisa de que a gente não os acusava era de corrupção, mas, agora, Força Aérea Brasileira, Coronel Guerra, Coronel Elcio, General Pazuello e haja envolvimento de militares…”, declarou.

O repúdio das Forças Armadas veio em nota no início da noite.

Leia a íntegra abaixo:

Nota do Ministério da Defesa
Nota do Ministério da Defesa critica Omar Aziz
Foto: Reprodução

Pouco antes de encerrar a sessão da CPI, Omar determinou a prisão de Roberto Dias, decisão que causou alvoroço no Congresso. Em plenário, o presidente Rodrigo Pacheco (DEM-MG) rendeu homenagens e disse nutrir respeito às Forças Armadas.

Em plenário, à noite, Aziz afirmou que sua fala foi “pontual” e não foi “generalizada”, referindo-se, por exemplo, a Roberto Dias, que é ex-sargento da Aeronáutica, e a outros integrantes da pasta possivelmente envolvidos no suposto esquema de irregularidades.

O senador considerou a nota da Defesa “desproporcional” e cobrou de Pacheco que tivesse uma posição mais incisiva para defender um senador.

“Pode fazer 50 notas contra mim, só não me intimidem”, disse Omar. “Não aceito que intimidem um senador da República”, afirmou o senador.

Fonte: CNN

Continuar lendo MINISTÉRIO DA DEFESA E AS FORÇAS ARMADAS REPUDIAM DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE DA CPI OMAR AZIZ

MOVIMENTO ARTICULADO POR ENTIDADES DO SETOR EMPRESARIAL CONTRA O PROJETO QUE ALTERA IMPOSTO DE RENDA ENVIA CARTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA ARTHUR LIRA

Associações empresariais se posicionam contra reforma do IR em carta a Lira

Os empresários não acreditam nos números do ministro de que não haverá aumento da carga tributária

Adriana Fernandes, do Estadão Conteúdo

07 de julho de 2021 às 22:24

Vista do prédio do Congresso Nacional em Brasília 25/05/2017 Vista do prédio do Congresso Nacional em Brasília 25/05/2017 Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

Movimento articulado por 120 entidades do setor empresarial contra o projeto do governo que altera o Imposto de Renda enviou uma carta ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), alertando para os impactos negativos da proposta e cobrando alterações no texto.

As associações pedem que o Congresso vote primeiro a reforma administrativa, que mexe nas regras para contratar, promover e demitir os servidores públicos, antes do texto que prevê a taxação na distribuição de lucros e dividendos.

O setor produtivo pede na carta mais prazo e espaço para discussão transparente com a criação de uma comissão especial para discutir um projeto que traga “uma solução equilibrada, com impacto neutro sobre a arrecadação e, capaz de garantir crescimento com emprego e justiça social”.

Entre os signatários estão a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e inúmeras entidades do setor de serviços, incluindo a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) e Associação Nacional de Jornais (ANJ).

A proposta entregue pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no fim do mês passado, fixa em 20% a taxação de lucros e dividendos e extingue Juros sobre Capital Próprio, uma outra forma de remunerar os acionistas.

O texto também prevê reduzir a alíquota do IRPJ para 12% em 2022 e 10% em 2023. Hoje, é de 15% e há cobrança de 10% sobre o lucro que exceder R$ 20 mil, que não seria alterada. Os empresários não acreditam nos números do ministro de que não haverá aumento da carga tributária. Na carta, eles argumentam que a alíquota total sobre as empresas, de 34% (incluindo o IRPJ mais CSLL) subiria para 43,2%, com a adição da tributação sobre os dividendos.

Segundo as entidades, o Brasil já figura entre “os países do mundo que mais tributam o consumo de bens e serviços, o emprego formal e o lucro dos empreendimentos”. Ao presidente Lira, eles alertam que não é recomendável que uma proposta tão complexa, extensa e impactante tramite apressadamente, sob risco de serem cometidos graves erros, de difícil reparação futura. Lira já sinalizou que quer votar o projeto rapidamente e até admitiu a possibilidade que a votação ocorresse antes do recesso parlamentar das férias de julho. Essa posição do presidente deixou em estado de alerta os empresários que resolveram se unir. Um grande evento de debates está sendo organizado para o próximo dia 18.”O Brasil não pode ter pressa para fazer algo que pode prejudicar o seu futuro”, diz a carta. As entidades alertam que o País sofrerá com menos crescimento econômico, empregos e aumento de preços. A carta foi disparada também por meio eletrônico para as lideranças da Câmara, onde o projeto tramita há cerca de 10 dias com a relatoria do deputado Celso Sabino (PSDB-SP). A articulação do setor empresarial na carta aponta dificuldades adicionais para aprovação da proposta. A grita maior é que haverá forte elevação da carga tributária sobre os investimentos no país. Um dos principais alvos das críticas é o fim da isenção que existe hoje para lucros e dividendos com a fixação de uma alíquota de 20%. Os empresários alegam que há extenso rol de medidas negativas incluídas no projeto que “desestimulam a atração do investimento produtivo e no mercado de capitais e desfavorecem o empreendedorismo e a geração de empregos”. O documento contém uma lista de 68 artigos no projeto com problemas. As entidades apontam também para o risco de aumento da burocracia, da complexidade e da insegurança jurídica. No ofício, são feitas diversas considerações sobre problemas identificados, com o impacto direto em pequenas empresas, profissionais liberais, financiamentos setoriais e organização empresarial. As entidades citam que as dificuldades trazidas pela medida estão em linha com as duras críticas de três ex-secretários da Receita Federal: Everardo Maciel, Marcos Cintra e Jorge Rachid. Everardo é um dos conselheiros técnicos dessa articulação. Foi na sua gestão à frente da Receita que foi dada a isenção aos lucros e dividendos. Colunista do Estadão, Everardo é um dos mais ácidos críticos do texto. Os empresários dizem que é consenso a necessidade de maior justiça fiscal, começando pela correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, mas não é aceitável o limite do desconto simplificado para a classe média (em R$ 40 mil anuais), onerando substancialmente sua renda. “O valor de R$ 13,5 bilhões para a correção não deveria vir de aumento de impostos e sim, prioritariamente, da redução dos gastos públicos”, diz. O ponto que os empresários querem convencer os parlamentares a não votar o projeto é o de que, se de um lado a proposta, traz algum alívio para os assalariados, de outro ameaça seus empregos, a geração de novas vagas de trabalho e ainda tende a aumentar o custo dos bens e serviços que a população consome. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgou uma carta pública em separado pedindo que o projeto não seja aprovado. Ela cobra que o governo e o Congresso priorizem a reforma administrativa para a redução do tamanho do Estado para afastar a necessidade de aumento da carga tributária dos contribuintes. No manifesto de repúdio ao projeto, a entidade sobe o tom e diz que não é o momento apropriado para a discussão de uma reforma tributária diante da fragilidade da situação econômica vivenciada pelos contribuintes, agravada pelo cenário de pandemia. Para o presidente do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados, Gustavo Brigagão, sócio da Brigagão, Duque Estrada Advogados, o projeto não deveria nem mesmo ser colocado em votação. Ele vem trabalhando nessa mobilização. Na sua avaliação, o projeto de Paulo Guedes gera resultados “diametralmente opostos àqueles que se esperam de um governo que se diz liberal e avesso ao populismo”. Veja a lista completa das associações: ABAP: Associação Brasileira de Agências de Publicidade ABCFAV: Associação Brasileira de Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Vigilantes ABCVP: Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas ABEO: Associação Brasileira de Empresas de Odontologia ABERC: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas ABERT: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão ABES Software: Associação Brasileira das Empresas de Software ABIA: Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Abicalçados: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados ABIH-SP: Associação Brasileira Indústria Hotéis São Paulo ABIMAQ: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Abinee: Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Abisemi: Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores ABIT: Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção ABMES: Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior ABPA: Associação Brasileira de Proteína Animal ABRAFAC: Associação Brasileira de Facilities ABRAFESTA: Associação Brasileira de Eventos Sociais ABRAFI: Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades ABRALIMP: Associação Brasileira do Mercado Limpeza Profissional ABRASCA: Associação Brasileira das Companhias Abertas ABRASEL: Associação Brasileira de Bares e Restaurantes ABRATEL: Associação Brasileira de Rádio e Televisão ABREVIS: Associação Brasileira de Empresas de Segurança e Vigilância ABRIESP: Associação Brasileira da Indústria do Esporte ABRINQ: Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos ABT: Associação Brasileira de Telesserviços ABTV: Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores ALSHOP: Associação Brasileira de Logistas de Shoppings AMB: Associação Médica Brasileira ANACEU: Associação Nacional dos Centros Universitários ANCORD: Associação Nacional das Corretoras de Valores ANER: Associação Nacional de Editores de Revistas ANFRAVIST: Associação Nacional dos Franqueadores de Serviços de Vistoria ANJ: Associação Nacional de Jornais Anjos do Brasil ANPTrilhos: Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos APM: Associação Paulista de Medicina APRAG: Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas Assespro: Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação CACB: Confederação das Associações Comerciais do Brasil CEBRASSE: Central Brasileira do Setor de Serviços Central de Outdoor CICB: Centro das Indústrias de Curtume do Brasil CNCOM: Confederação Nacional de Comunicação Social CNS: Confederação Nacional de Serviços Conexis: Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia CONFENEN: Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino Contic: Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação Fabus: Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus FACESP: Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo FEADUANEIROS: Federação Nacional dos Despachantes e Aduaneiros FEBRAC: Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental FEBRATEL: Federação Brasileira de Telecomunicações FENACON: Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas FENAERT: Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão FENAINFO: Federação Nacional das Empresas de Informática FENAJORE: Federação Nacional das Empresas de Jornais e Revistas FENAPRO: Federação Nacional das Agências de Propaganda FENASERHTT: Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado FENATAC: Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas FENAVIST: Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores FENEP: Federação Nacional das Escolas Particulares FENINFRA: Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática FEPRAG: Federação Brasileira das Associações de Controle de Vetores e Pragas Sinantrópicas FETCESP: Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo FETRACAN: Federação das empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste Fetranscarga: Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro FETRANSCESC: Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina FÓRUM: Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular GETA: Grupo de Estudos da Tributação no Agronegócio IBDA: Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio IBRACON: Instituto dos Auditores Independentes do Brasil Instituto Brasil 200 Instituto Unidos Brasil MPA: Motion Picture Association Brasil NTC: Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística NTU: Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos P&D Brasil: Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico Nacional e Inovação SEAC-ABC: Sindicato das Emp. de Asseio, Conservação e Afins do Grande ABCMD, RP e RGS SEAC-BA: Sindicato das Empresas de Servços e Limpeza Ambiental do Estado da Bahia SEAC-DF: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Distrito Federal SEAC-ES: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Espírito Santo SEAC-MG: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação de Minas Gerais SEAC-MS: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Mato Grosso do Sul SEAC-PA: Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis, Trabalho Temporário, Limpeza e Conservação Ambiental do Estado do Pará SEAC-PE: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco SEAC-PR: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná SEAC-RJ: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro SEAC-SC: Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação e Serviços Terceirizados do Estado de Santa Catarina SEAC-SP: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de São Paulo SEACEC: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Ceará SECOVI: Sindicato da Habitação SEJOPE: Sindicato das Empresas Editoras de Jornais do Estado de Pernambuco SELUR: Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo SEMEESP: Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de SP SEMERJ: Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do RJ SEMESP: Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo SESCON-SP: Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo SESVESP: Sindicato das Empresas de Seg. Privada Seg. Eletrônica e Cursos de Formação do Est. de SP SINDASSEIO: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do RGS SINDEJOR-PR: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado do Paraná SINDEJOR-SC: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas de Santa Catarina SINDEPARK: Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamento do Estado de São Paulo SINDEPRES: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços no Estado do Espírito Santo SINDEPRESTEM: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo SINDESP-CE: Sindicato das Empresas de Seguranças Privadas do Estado do Ceará SINDESP-ES: Sindicato das Empresas de Segurança Privada SINDESP-MG: Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas Gerais SINDESP-RJ: Sind. das Empr. de Segurança Privada do Estado do Rio de Janeiro SINDESP-RS: Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado do Rio Grande do Sul SINDESP-SC: Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Santa Catarina SINDHOSP: Sindicato dos Hospitais, Clínicas, casas de saúde laboratório de pesquisa e análises clinicas e demais Estabelecimentos de serviços de saúde do estado de São Paulo SINDICERV: Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja SINDIJORE-RJ: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Município do Rio de Janeiro SINDIJORES: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Espírito Santo SINDIMOTOR: Sindicato de Remanufaturamento, Recondicionamente ou Retífica de Motores e seus Agregados e Periféricos no Estado de São Paulo Sinditêxtil SP: Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo SINDJORE: Sindicato das Empresas de Jornais e Revistas de São Paulo SINDJORE-RS: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas no Estado do Rio Grande do Sul SINDJORI: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado de São Paulo SINDPRAG: Sindicato das Empresas Especializadas na Prestação de Serviços de Controle de Vetores e Pragas do Estado de São Paulo SINEATA: Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo SINFAC-SP: Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring do Estado de São Paulo SINHORES OSASCO: Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município de Osasco e Região Sinicom Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada SINSERHT – MG: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços à Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Recursos Humanos e Trabalho Temporário no Estado de Minas Gerais SINSTAL: Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e Redes de TV por assinatura- Cabo-MMDS-DTH e telecomunicação StartupAdvocacy

Continuar lendo MOVIMENTO ARTICULADO POR ENTIDADES DO SETOR EMPRESARIAL CONTRA O PROJETO QUE ALTERA IMPOSTO DE RENDA ENVIA CARTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA ARTHUR LIRA

LÍDER DO PARTIDO TRABALHISTA ISAAC HERZOG TOMA POSSE COMO PRESIDENTE DO ESTADO DE ISRAEL

Isaac Herzog assume como presidente de Israel

Líder do Partido Trabalhista como 11º presidente do Estado israelense, cargo mais simbólico que tem mandato de 7 anos

INTERNACIONAL

 por AFP

Herzog (de terno azul) chega à residência presidencial acompanhado da esposa, Michal

EMMANUEL DUNAND / AFP – 7.7.2021

Isaac Herzog, ex-líder do Partido Trabalhista, tomou posse nesta quarta-feira (7) como presidente do Estado de Israel, tornando-se a 11ª pessoa a ocupar este cargo, cujo papel é principalmente simbólico.

Com a mão esquerda sobre a Torá, ele jurou aos deputados da Knéset (Parlamento) “cumprir fielmente seu cargo de presidente”.

“Hoje me apresento a vocês honrado e emocionado”, disse Herzog, de 60 anos, acrescentando que quer ser “o presidente de todos”.

“Minha missão é, principalmente, fazer todo o possível para recuperar a esperança”.

Herzog foi eleito pelos deputados no início de junho, em meio à crise política, quando os opositores de Benjamin Netanyahu – o primeiro-ministro mais duradouro na história de Israel – realizavam negociações para tirá-lo do poder. Por fim, formaram um governo heterogêneo com o líder da direita radical Naftali Bennett à frente.

Em Israel, como em outros lugares, o poder Executivo é exercido pelo primeiro-ministro, enquanto o cargo de presidente é apolítico e em grande parte honorário. No entanto, possui a escolha de conceder indultos.

Herzog substitui como chefe de Estado Reuven Rivlin, de 74 anos, figura da direita israelense, que foi eleito em 2017 por um período não renovável de sete anos.

Apelidado “Buji”, Isaac Herzog foi eleito em 2 de junho com 87 votos dos deputados, contra 26 de sua adversária, Miriam Peretz, uma educadora sem experiência política, mas que é popular na sociedade israelense.

Herzog entrou pela primeira vez na Knéset em 2003, e na década seguinte assumiu ministérios, antes de tomar a liderança de um partido trabalhista em crise, em novembro de 2013.

Fonte: R7

Continuar lendo LÍDER DO PARTIDO TRABALHISTA ISAAC HERZOG TOMA POSSE COMO PRESIDENTE DO ESTADO DE ISRAEL

DEFICIÊNCIA EM VACINAÇÃO CAUSA CRÍTICA AO GOVERNO DA GUATEMALA

Entidades pedem renúncia do presidente da Guatemala

Com vacinação ainda deficiente, entidades criticam gestão do presidente Alejandro Giammattei

INTERNACIONAL 

Da EFE

A Guatemala tem uma das vacinações mais lentas da América Latina

ESTEBAN BIBA / EFE – ARQUIVO

Diversas organizações sociais exigiram neste sábado (3) a renúncia do presidente da Guatemala, Alejandro Giammattei, devido à gestão da pandemia, além da falta de vacinas contra a covid-19 no país

A aliança Convergência para os Direitos Humanos, formada por 11 organizações sociais, divulgou um comunicado pedindo “a renúncia imediata” de Giammattei e “das autoridades do Ministério da Saúde” guatemalteco.

“Este é o governo com maior orçamento atribuído, o que lhe permitiria enfrentar vários dos impactos da pandemia, mas os recursos foram difamados ou acabaram no bolso das pessoas, principalmente do círculo fechado de Alejandro Giammattei”, diz o comunicado.

As organizações afirmaram que “a incapacidade” do governo de Giammattei “só aumentou a pobreza, a pobreza extrema e a desnutrição no país”.

“Depois de um ano e meio no poder, Alejandro Giammattei deu sinais suficientes de ter trilhado o caminho de buscar e ampliar a corrupção e a impunidade, acima da proteção da população”, acrescenta o comunicado.

 

Índia passa de 400 mil mortes por covid-19

A aliança Convergência para os Direitos Humanos é formada pelas entidades Justicia Ya, a Fundação Myrna Mack, a União Nacional de Mulheres Guatemaltecas, o Instituto de Estudos Comparativos em Ciências Criminais da Guatemala, a Unidade de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, o Centro para Análise Forense e Ciências Aplicadas e Equipe de Estudos Comunitários e Ação Psicossocial, entre outros.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a Guatemala registrou pouco mais de 750 mortes por covid-19 nos últimos 15 dias, em um dos períodos mais letais da doença desde março de 2020.

As 750 mortes equivalem a 8% do total de vítimas da doença no país, que na última atualização, ontem, somava 9.350 óbitos.

O país governado por Alejandro Giammattei, com 16,3 milhões de habitantes, tem um dos piores registros de vacinação do continente, segundo índices de organismos internacionais.

De acordo com dados oficiais, uma em cada duas crianças na Guatemala sofre de desnutrição e 59% da população vive abaixo da linha da pobreza.

Fonte: R7
Continuar lendo DEFICIÊNCIA EM VACINAÇÃO CAUSA CRÍTICA AO GOVERNO DA GUATEMALA

REAFIRMANDO CONFIANÇA NAS ELEIÇÕES, PRESIDENTES DE 11 PARTIDOS SÃO CONTRA VOTO IMPRESSO

Por Marcela Mattos, G1 — Brasília

 

Presidentes de 11 partidos se unem contra voto impresso e reafirmam confiança nas eleições – Portal Rondon

Presidentes de 11 partidos políticos, incluindo legendas aliadas ao governo Jair Bolsonaro, decidiram dar início neste sábado (26) a um “movimento coletivo” contra a adoção de mecanismos de voto impresso nas eleições brasileiras.

Os líderes partidários defendem que o sistema eleitoral é confiável e que mudar as regras do jogo, a essa altura, poderia gerar incertezas no processo. Nos últimos meses, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também vem defendendo a lisura do processo (veja detalhes abaixo).

O encontro foi realizado por videoconferência. Participaram da reunião os presidentes:

  • Ciro Nogueira, do PP;
  • ACM Neto, do DEM;
  • Valdemar Costa Neto, do PL;
  • Marcos Pereira, do Republicanos;
  • Paulo Pereira da Silva, do Solidariedade;
  • Luciano Bivar, do PSL;
  • Roberto Freire, do Cidadania;
  • Baleia Rossi, do MDB;
  • Gilberto Kassab, do PSD;
  • Bruno Araújo, do PSDB;
  • e Luís Tibé, do Avante.

“Nós, esses onze partidos, entendemos que era preciso um movimento coletivo para trazer um sinal claro de confiança no sistema eleitoral atual. Nós temos total confiança, o Brasil tem um dos sistemas eleitorais mais modernos no mundo. Uma coisa que está dando tão certo, para que mexer?”, disse o presidente do DEM, ACM Neto, ao G1.

De acordo com o político, a união entre os partidos representa “a defesa da segurança do sistema eleitoral” e é uma ação que não é “contra ninguém”, mas sim “a favor do sistema”.

“Até porque existem partidos que são da base do presidente. Não é uma coisa contra, é a favor do sistema. Esse movimento dificulta muito qualquer mudança na legislação”, afirmou.

Em outro tom, o presidente do Cidadania, Roberto Freire afirmou que seria um “anacronismo” implantar o voto impresso no país e que as urnas eletrônicas são passíveis de auditoria.

“É possível acompanhar o processo eleitoral, é possível fazer auditagem – o que precisa é ter mais transparência no Tribunal Superior Eleitoral e participação dos partidos”, disse.

“Há formas de auditar, é uma falácia dizer que não tem. O voto impresso é só para facilitar esse tipo de desconfiança de dizer que houve fraude e criar problema”, ressaltou Freire.

O político também destacou a medida como uma defesa da democracia e disse que o grupo pretende convidar outras legendas para aderir à posição do grupo.

“Essa é uma resposta de que nós não queremos uma invasão do capitólio nacional desde já. Já estamos dizendo: ‘Ninguém vai inventar’, e que qualquer coisa sobre o voto impresso tal como se está querendo espaço é para criar aquilo que foi levantando nos Estados Unidos. É uma tentativa clara de golpear a democracia”, disse Freire.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, disse receber com “satisfação” a manifestação dos 11 partidos em apoio ao atual sistema de votação e auditoria.

“Como tenho dito desde o começo, esse é um tema político e o lugar certo para o debate é o Congresso Nacional. No TSE, temos trabalhado para apontar os riscos de quebra de sigilo, fraude e confusão que o voto impresso pode trazer. Recebo com satisfação a manifestação dos partidos e continuo à disposição para mostrar a segurança, transparência e auditabilidade do sistema brasileiro de votação eletrônica”, declarou Barroso.

Quórum robusto

Juntas, as 11siglas que participaram da reunião congregam 326 dos 513 deputados – ou seja, 63,5% do plenário.

Mesmo considerando a existência de disputas internas nas siglas, o número indica que o governo Jair Bolsonaro deve enfrentar dificuldades para aprovar a adoção do voto impresso nas eleições 2022.

Impressão do voto é propalada pelo presidente Jair Bolsonaro, que costuma lançar suspeitas de fraude em relação ao voto eletrônico. Bolsonaro, porém, nunca apresentou provas de qualquer irregularidade.

O tema tramita na Câmara em uma proposta de emenda à Constituição (PEC) – e por isso, precisa do voto favorável de 308 deputados, em dois turnos, para seguir à análise do Senado.

Para entrarem em vigor nas próximas eleições, as mudanças teriam de ser promulgadas até outubro deste ano. Isso, porque a Constituição Federal veda a alteração de regras eleitorais faltando menos de um ano para o dia da votação.

A PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que não analisa o mérito (conteúdo) do texto, e sim a adequação formal da proposta. A comissão especial para debater o conteúdo da PEC foi instaurada em 13 de maio.

Em junho de 2018, o STF decidiu de forma liminar (provisória) barrar a medida. O entendimento foi confirmado em 2020, em julgamento no plenário virtual que considerou o voto impresso inconstitucional.

‘Seguro, transparente e auditável’

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou na última segunda-feira (21) a um grupo de deputados que as eleições no Brasil são “seguras, transparentes e auditáveis”.

Barroso se reuniu com técnicos do tribunal e parlamentares que integram a comissão da Câmara dos Deputados que discute a implementação do voto impresso. “Essa sessão de trabalho procura demonstrar que as eleições brasileiras são seguras, transparentes e auditáveis”, afirmou Barroso.

“Não é para mudar a convicção e compromissos políticos de cada um. É apenas uma reunião de transparência para demonstrar que tudo aqui é feito de maneira aberta e fiscalizável”, completou.

Desde que Bolsonaro passou a atacar as urnas eletrônicas, Barroso tem dito que as urnas garantem eleições seguras e auditáveis e afirmado que o voto impresso criará o “caos” e a “judicialização” do processo eleitoral.

Fonte: G1
Continuar lendo REAFIRMANDO CONFIANÇA NAS ELEIÇÕES, PRESIDENTES DE 11 PARTIDOS SÃO CONTRA VOTO IMPRESSO

CIDADES DE JUCURUTU E PAU DOS FERROS NO RN, RECEBRÃO NESTA QUINTA-FEIRA A VISITA DO PRESIDENTE BOLSONARO E DO MINISTRO ROGÉRIO MARINHO

Nesta quinta-feira, Bolsonaro e Rogério Marinho visitam Jucurutu e Pau dos Ferros

24 jun 2021

Bolsonaro vai desembarcar em Mossoró na manhã desta quinta-feira para compromissos em Jucurutu e Pau

O governo federal realiza, nesta quinta-feira (24), pela manhã, visita técnica à Barragem de Oiticica, localizada em Jucurutu, região Seridó do RN. O evento, que contará com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, terá anúncio de liberação de R$ 38 milhões para garantir a continuidade do empreendimento. Ainda na quinta-feira, à tarde, o chefe do Executivo, acompanhado do ministro, assinará a Ordem de Serviço para a construção do Ramal do Apodi. A cerimônia será realizada em Pau dos Ferros, município da região Alto Oeste do estado.
Atualmente, a barragem de Oiticica, que vai receber as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, está com mais de 90% de execução e deve estar concluída até dezembro de 2021. A barragem vai garantir segurança hídrica a cerca de 330 mil pessoas nos municípios potiguares de São José do Seridó e Caicó, além do Vale do Açu e da região central do Estado. O investimento total na obra é de R$ 657,2 milhões, sendo que R$ 638,2 milhões são da União e R$ 19 milhões são de contrapartida do governo do estado.
Já o Ramal do Apodi vai levar as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco a 54 municípios nos estados do Rio Grande do Norte (32), Paraíba (13) e Ceará (9), beneficiando 750 mil pessoas. Também ampliará em 700 mil hectares a área para agricultura irrigada na região. O investimento federal no empreendimento é de R$ 938,5 milhões.
Barragem Poço de Varas
Durante o evento à tarde, deve ser assinada, ainda, a Ordem de Serviço para a revisão do Projeto Executivo da Barragem Poço de Varas, localizada no município potiguar Coronel João Pessoa. O projeto original foi elaborado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) há dez anos e precisa passar por atualização do levantamento cadastral e estudos ambientais. O investimento federal nesta primeira etapa será de R$ 1,07 milhão. Quando concluída, a previsão é que a barragem garanta abastecimento a 42,4 mil pessoas, além de contribuir com pequena irrigação, piscicultura e lazer.
Fonte: Política em Foco
Continuar lendo CIDADES DE JUCURUTU E PAU DOS FERROS NO RN, RECEBRÃO NESTA QUINTA-FEIRA A VISITA DO PRESIDENTE BOLSONARO E DO MINISTRO ROGÉRIO MARINHO

MINISTRO DO MEIO AMBIENTE RICARDO SALLES PEDE DEMISSÃO E PRESIDENTE BOLSONARO NOMEIA INTEGRANTE DA PASTA PARA O CARGO

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

Joaquim Álvaro Pereira Leite, que já trabalhava na pasta sob o comando de Salles, foi nomeado pelo presidente como novo ministro do Meio Ambiente

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 23 de junho de 2021 às 17:57

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

O advogado Ricardo Salles pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do cargo de ministro do Meio Ambiente, que ocupava desde o início do atual governo, em janeiro de 2019.

Em dois anos e seis meses, Ricardo Salles teve uma gestão marcada por tensões com parlamentares, organizações não-governamentais e países estrangeiros. O ministro também enfrenta um processo junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), em que é acusado de relação com esquema de desvio de madeira ilegal.

Em breve discurso, Salles disse que cumpriu, ao longo de 2 anos e meio, as orientações do presidente Jair Bolsonaro. “Procurando colocar em prática, a orientação que foi colocada pelo senhor presidente da República Jair Bolsonaro desde o primeiro dia de governo. Orientação essa que foi de equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação do Meio Ambiente”, disse.

A saída do ministro foi oficializada em edição extra do Diário Oficial da União, com a nomeação de Joaquim Álvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente. Ele já atuava na pasta, como secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, tendo chegado ao governo já sob a gestão de Ricardo Salles.

Segundo o currículo oficial do novo ministro, ele iniciou a sua carreira profissional como produtor de café, tendo sido por 23 anos conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), entre 1996 e 2019.

No governo Bolsonaro, iniciou a trajetória como diretor do Departamento Florestal. No posto, que exerceu entre julho de 2019 e abril de 2020, era responsável, entre outras coisas, pelo combate ao desmatamento ilegal.

Passagem pela pasta

Ricardo Salles afirmou que sua gestão incluiu uma prioridade para a agenda ambiental urbana, com políticas voltadas ao saneamento básico. Ele citou também a atuação em relação aos parques. E, sem citar as investigações que questionam isso, afirmou que atuou para fortalecer órgãos de fiscalização, Ibama e ICMBio.

O agora ex-ministro afirmou que as medidas que adotou sofreram “contestações” na Justiça por motivações políticas e o que vê como resistências às políticas do presidente Jair Bolsonaro. Salles confirmou, assim como consta no Diário Oficial, que deixa o Ministério “a pedido”.

Continuar lendo MINISTRO DO MEIO AMBIENTE RICARDO SALLES PEDE DEMISSÃO E PRESIDENTE BOLSONARO NOMEIA INTEGRANTE DA PASTA PARA O CARGO

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar