DESENVOLVIMENTO PESSOAL: QUAL É A SUA VOCAÇÃO? POR LEANDRO KARNAL

Neste vídeo, o professor Leandro Karnal fala sobre dom, vocação e talento. O quanto de nossas habilidades são inatas e quanto delas é fruto de aprendizado? Existe uma pré-disposição com a qual a pessoa nasce para desenvolver esse ou aquele talento? Existe dom, vocação? Ou depende do ambiente onde a pessoa é criada e a quais estímulos ela é submetida? A pessoa nasce brilhante ou é tornada brilhante? Qual o papel da Educação no desenvolvimento de habilidades? Como o estímulo da família pode ajudar a florescer um talento?

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REFLEXÃO: O QUE A VIDA ESTÁ TENTANDO LHE ENSINAR?

Um texto muito inspirador sobre um questionamento que todos nós deveríamos fazer em alguns momentos de nossas vidas é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna REFLEXÃO: O que a vida está tentando me ensinar? Essa é a pergunta que todos deveríamos fazer quando estivermos numa situação de delicada, precisando tomar uma decisão muito séria. Ao ler o sábio texto a seguir você entenderá a importância dessa REFLEXÃO.

Quando doer, observe. A vida está tentando ensinar-lhe algo!

O que a vida está tentando me ensinar

A oportunidade que se perdeu é o título de um artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.

O ensaio versa sobre como está o Mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:

As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida.

No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas e a busca de culpados, misturada a esses elementos, raiava uma esperança.

Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.

Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta Terra um lugar menos perigoso de se viver.

E assim o autor continua, lembrando depois tudo que poderia já estar diferente no Mundo e ainda não está, por muitos líderes não terem percebido que uma grande oportunidade estava sendo concedida ao Mundo.

A de recomeçar.

E como toda a transformação do Mundo passa primeiro pela nossa própria, esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.

Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos. A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.

Imaginemos a vida nos dizendo: Pare um pouco, pense, reflita, recomece…

Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprendermos lições preciosas.

Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: O que a vida está tentando me ensinar? – quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas dessas experiências, passaria a viver sem medos.

E com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste Mundo.

A todo momento a existência está nos guiando sem percebermos.

A todo instante a vida ensina.

Constantemente a vida fala conosco, nos mostra caminhos, respostas, conseqüências.

Cabe-nos desenvolver a habilidade de escutar, de perceber em todos os níveis. Do sensorial, passando pelo racional, até o intuitivo, o que nos está sendo ministrado.

A revolta, a indignação e a vingança apenas complicam qualquer problema, enquanto a compreensão e resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.

Francisco de Assis sempre se referia à dor como sua irmãzinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade.

Paulo de Tarso sempre se referia, em suas cartas, aos aguilhões que o machucavam e o faziam sofrer.

Como Francisco de Assis, ele também entendia sua dor, e dizia, inspirado:

Transbordo de júbilo no meio de todas as minhas atribulações.

* * *

A vida nos oferece oportunidades constantemente.

Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.

Faça este exercício toda vez que um momento de crise se apresentar.

Troque a reclamação, a indignação e o desapontamento pelo questionamento:

O que a vida está tentando me ensinar??

Redação do Momento Espírita com base no artigo de Roberto Pompeu de Toledo, publicado na revista Veja, de 18 de setembro de 2002, no artigo intitulado O significado do sofrimento, de Sergito de Souza Cavalcanti, extraído do site www.espirito.org.br e no cap. 7, versículo 4 da II epístola de Paulo de Tarso aos Coríntios

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DESCUBRA COMO MELHORAR SEUS RELACIONAMENTOS, POR IVAN MAIA

Nesta quarta-feira vamos aprender um pouco mais com Ivan Maia sobre RELACIONAMENTOS, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Hoje ele nos ensina como melhorar seus relacionamentos. Dá dicas preciosas que podem melhorar muito os seus relacionamentos e a sua qualidade de vida. Então, vem comigo assistir esse vídeo maravilhoso!

Fonte:

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REFLEXÃO: UMA AUTO AVALIAÇÃO – A PESSOA DIANTE DO ESPELHO, POR CAMILA ZEN

A nossa REFLEXÃO desta quarta-feira é sobre AUTO AVALIAÇÃO. É sobre você se colocar diante do espelho. A Camila Zen nos faz refletir através de uma parábola. Num mundo que espera a mudança nas outras pessoas, na sociedade, no país, essa parábola nos convida a observar a pessoa no espelho, e fazer uma auto avaliação importantíssima pra que a gente consiga ter a mudança que tanto esperamos no mundo. Portanto, não perca essa chance de expandir um pouco mais a sua consciência!

Fonte:

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DICA DE LIVRO: O DESPERTAR, UMA JORNADA NO CAMINHO DO AUTOENCONTRO DE SCOTT MILLER

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é uma obra de autoria de um conterrâneo chamado Sergio Motta, sob o codinome Scott Miller, intitulado O DESPERTAR, uma jornada no caminho do autoencontro. Uma excelente obra de ficção na linha do AUTOCONHECIMENTO, sobre o personagem Scott Miller que após colher sucessivas frustrações em sua vida conheceu Jade, que lhe alertou para a importância de olhar para dentro, a fim de se libertar das dores do passado e das crenças limitantes que o fez priorizar o trabalho e o intelecto em detrimento do seu desenvolvimento pessoal. À medida que dirigiu o olhar para seu interior , revendo suas histórias e comportamentos, vários questionamentos surgiram e o fizeram refletir para ressignificar suas experiências , em especial, àquelas relacionadas com seus desapontamentos. Um livro instigante que você não pode deixar de ler.

Fonte: Acervo próprio

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REFLEXÃO: ATRAVÉS DA PRESENÇA E DA ACEITAÇÃO VOCÊ ALCANÇA A LIBERDADE

O texto a seguir, aqui na coluna REFLEXÃO desta terça-feira nos diz que devemos viver sob a égide da Presença e da Aceitação. Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Aceitação, já que de nada adianta negar o que não podemos controlar e quando agimos assim conseguimos nos libertar. Ao ler o texto completo a seguir você poderá refletir e chegar as suas conclusões!

Liberte-se

 em 

 

Suponho que todos concordem que estamos vivendo experiências inusitadas. Não há como discordar de que é mesmo uma fase de transformação, de evolução. Muitas vezes nos sentimos atordoados com os acontecimentos e somos, frequentemente, bombardeados por informações (nem sempre confiáveis) que podem nos tirar o equilíbrio. No texto que segue, Patricia Gebrim nos relembra a importância de nos libertar do externo e fazermos valer o que realmente tem valor.

“Às vezes a vida em que estamos inseridos se torna tão impactante que acabamos sendo absorvidos por ela. De repente parece que aquilo é tudo o que existe. As notícias na TV, as conversas das pessoas próximas, tudo vai ficando sombrio e o medo nos engole. Como sair disso?Qual é o antídoto? Eu aposto numa dupla muito poderosa:  presença e aceitação.

Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Respirar no presente permite que vivamos os pequenos presentes do dia a dia. A beleza do pôr do sol, a delicadeza do canto de um pássaro, a suavidade de uma flor. Viver o agora permite que não fiquemos aprisionados no medo do que virá. Não criamos expectativas. A ansiedade se dissolve. Não significa negar o que está acontecendo, e sim nos abstermos a fazer o que o momento nos pede, a dar o nosso melhor a esse momento. De melhor em melhor, criamos o melhor futuro, acreditem.

Aceitação, pois de nada adianta negar o que não podemos controlar. Há uma sabedoria imensa em aceitar o momento presente como uma fonte de evolução. Aceitar faz com que poupemos energia, uma energia que precisamos empregar em dar nosso melhor. Não aceitar o que não podemos controlar nos leva a lutas inúteis. Aceitar e aprender nos liberta. Na  aceitação plena deste momento como necessário, desbloqueamos nossas capacidades intuitivas e nossa imensa força criativa, tão necessária para elevar a todos nós.

Sinta estas palavras, e se puder, viva plenamente as pequenas belezas da sua vida, mesmo quando tudo parece tão sombrio. Expresse seu verdadeiro ser, sua essência. Liberte-se. Viva de dentro para fora, onde ninguém jamais pode calar sua voz ou cortar suas asas.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É DUPLO ETÉRICO, QUAL A SUA FUNÇÃO E IMPORTÂNCIA NO FENÔMENO DA PROJEÇÃO

O texto deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trata de projeção da consciência e nos esclarece um pouco mais sobre o duplo etérico. Ao ler esse texto você vai saber quase tudo sobre esse filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas, fazendo a ligação entre o perispírito e o corpo carnal. Então, se você tem curiosidade em se aprofundar nessa ciência leia o texto completo a seguir.

Duplo Etérico: Conceito Espírita ou Não? - Associação Espírita Allan Kardec

O DUPLO ETÉRICO

Sua função primordial é servir de ligação entre o perispírito e o corpo carnal, funcionando como um filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas.

– Por Edvaldo Kulcheski –

 

Quando os elementos espiritual, perispiritual e físico se contactaram, observou-se a necessidade de haver um filtro que absorvesse e reciclasse as energias vitalizadoras que passariam a percorrer essas três entidades. Assim, criou-se o filtro conhecido como “duplo etérico”, que é a sede dos centros de captação de energia, o elo mais tênue, que liga o corpo ao seu perispírito, ou o mais denso, que une o perispírito e o espírito ao seu corpo físico momentâneo.

O duplo etérico, composto por energias bastante densas, quase materiais, mas ainda ocultas da visão humana, é o responsável pela repercussão vibratória direta do perispírito sobre o corpo carnal. Sua atividade principal é filtrar, captar e, por isso mesmo, canalizar para o corpo físico todas as energias que deverão alimentá-lo. Esta comunicação é realizada por meio dos chacras, que captam as vibrações do espírito e as transferem para as regiões correspondentes na matéria física.

As obras complementares, sobretudo as de autoria de André Luiz, trouxeram mais dados sobre a especificação dos invólucros dos espíritos. Ele afirma que o corpo mental é o envoltório sutil da mente e que o corpo vital ou duplo etérico é a duplicata energética que reveste o corpo físico do homem. Diz ainda que o corpo mental preside a formação do corpo espiritual, que, por sua vez, comanda a formação do corpo físico juntamente com o corpo vital.

Natureza e Características

O duplo etérico é permanentemente acoplado ao corpo físico, sendo responsável por sua vitalização. Portanto, morrendo o corpo físico, imediatamente morrerá o correspondente corpo etérico. É constituído por éter físico emanado do próprio planeta Terra e funciona com êxito tanto no limiar do plano espiritual como do plano físico. Sua textura varia conforme o tipo biológico humano, ou seja, será mais sutil e delicado nos seres superiores e mais denso nas criaturas primitivas.

Ele funciona como um mediador na ligação entre o corpo físico e o perispírito, não sendo, portanto, um veículo separado da consciência. É um campo mais denso que o perispiritual, condensando as energias espirituais que seguem para o físico, mas, ao mesmo tempo, recebe os impulsos físicos, converte-os e direciona-os aos arquivos perispiríticos, mentais, inconscientes e espirituais. Atua como uma proteção natural contra intensas investidas de habitantes menos esclarecidos do plano espiritual, defendendo-o também do ataque de bactérias e larvas que podem invadir não só a organização física na encarnação, mas a própria constituição perispiritual.

No entanto, o duplo etérico é a reprodução exata do corpo físico do homem e se distancia ligeiramente da epiderme, formando uma cópia vital e de idênticos contornos. Apesar dele ser um corpo invisível aos olhos carnais, apresenta-se aos videntes e aos desencarnados como uma capa densa e algo física. De aparência violeta-pálida ou cinza-azulada, o duplo etérico, em condições normais, estende-se cerca de 6mm além da superfície do corpo denso correspondente.

As energias que entram no organismo físico, como o fluido vital, passam pelas regiões do duplo etérico responsáveis pela absorção e circulação destas: os centros de força conhecidos como chacras. Os chacras do duplo etérico são temporários, durando o tempo que este existir, ao contrário dos chacras perispirituais, que são permanentes. Cada chacra conta com uma localização e função principal, correspondente a uma região de plexos nervosos do corpo físico. São sete os principais chacras, ligados entre si por condutos conhecidos como meridianos, por onde flui a energia vital modificada pelo duplo etérico.

Sensibilidade do Duplo Etérico

O duplo etérico acusa de imediato qualquer tipo de hostilidade ao corpo físico e ao perispírito, através dos centros sensoriais correspondentes na consciência perispiritual e física. Por sua vez, o perispírito, como um equipamento de atuação nos planos sutilíssimos do espírito imortal, ao manifestar seu pensamento, seus desejos ou sentimentos em direção à consciência física, também obriga o duplo etérico a sofrer os impulsos bons e maus, tal qual os espíritos desencarnados quando atuam no mundo oculto, inclusive acusando aos sentidos físicos os ataques dos espíritos malfeitores.

Algumas criaturas que sofreram mutilação de um ou mais membros de seu corpo se queixam de dores nesses órgãos físicos amputados. Essa sensibilidade ocorre porque a operação cirúrgica não foi exercida sobre o duplo etérico, que é inacessível às ferramentas do mundo material. Assim, é comum as pessoas sem pernas ou braços ainda conservarem uma certa sensibilidade reflexa por algum tempo, transmitida para sua consciência através de seus correspondentes membros etéricos.

Apesar do duplo etérico ser desprovido de inteligência e não apresentar sensibilidade consciente, ele não é apenas um intermediário passivo entre o perispírito e o organismo carnal, reagindo de forma instintiva às emoções e aos pensamentos daninhos que perturbam o perispírito e, depois, causam efeitos enfermiços no corpo carnal. Este automatismo instintivo lhe possibilita deter a carga deletéria dos aturdimentos mentais que baixam do perispírito para o corpo físico, pois, do contrário, bastaria o primeiro impacto de cólera para desintegrar o organismo carnal e romper sua ligação com o perispírito, resultando no desencarne do ser.

Deve-se considerar que os pensamentos desatinados provocam emoções indisciplinadas, gerando ondas, raios ou dardos violentos que se lançam da mente incontrolada para o cérebro físico por meio do duplo etérico, destrambelhando o sistema nervoso do homem nesse mar revolto de vibrações antagônicas. Em seguida, perturba-se a função delicada dos sistemas endócrino, linfático e sanguíneo, podendo gerar consequências físicas na forma de patologias, como apoplexia, decorrente do derrame de sangue vertido em excesso pela cólera, síncope cardíaca, em virtude da contenção súbita da corrente sanguínea alterada pelos impactos do ódio, ou a repressão violenta da vesícula, devido a uma explosão de ciúme.

Algumas emoções afetam o duplo etérico em sua tarefa de mediador entre o perispírito e o corpo físico. No entanto, quando ele é submetido a impactos agressivos do perispírito perturbado, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais que partem da consciência perispiritual afetem o corpo carnal, promovendo uma espécie de barreira vibratória. Assim, o duplo etérico faz com que haja uma imunização contra a frequência vibratória violenta do perispírito, contraindo sua densidade no sentido de evitar o fluxo dessas toxinas mortíferas, deixando o impacto psíquico de ódio, cólera ou ciúme impossibilitado de fluir livremente e atingir o sistema fisiológico do corpo físico.

Alastramento Compulsório

Entretanto, quando o duplo etérico não consegue reagir com seus recursos instintivos de modo a proteger o corpo físico contra uma explosão emocional do perispírito, ele recebe um impulso de afastamento compulsório. Neste caso, a vitalidade orgânica do homem cai instantaneamente, fazendo com que desmaie ou tenha o que chamamos de “ataques”.

Diante dos impactos súbitos e violentos do perispírito, o chacra cardíaco é o centro de forças etéricas que mais sofre os efeitos dessa descarga, por ser responsável pelo equilíbrio vital e fisiológico do coração. É por isso que, nestes casos, há o risco de enfartes cardíacos de consequências fatais. No entanto, o duplo etérico, com seu instinto de defesa, mobiliza todos os recursos no sentido de evitar que os centros de força etérica se desintegrem por completo.

Agora, caso a descarga violenta do perispírito não consiga atingir o corpo físico devido à reação defensiva do duplo etérico, as toxinas emocionais sofrem um choque de retorno e voltam a se fixar no perispírito, ficando nele instaladas até que sejam expurgadas na atual ou em uma futura encarnação. Isto porque a única válvula de escape para esses venenos psíquicos é o corpo físico, que, para propiciar essa “limpeza”, sofre o traumatismo das moléstias específicas inerentes às causas que lhes dão origem.

Aliás, os desajustes morais são uma fonte crescente de distúrbios psíquicos, gerando um número cada vez maior de pessoas neuróticas, esquizofrênicas e desesperadas, tudo isso como consequência da intensa explosão de emoções alucinantes que destrambelham o sistema nervoso. Isto resulta em um aumento cotidiano do índice de vítimas, uma vez que o duplo etérico se torna impotente para resistir ao bombardeio incessante das emoções tóxicas e agudas vertidas pela alma e alojadas no perispírito até que sejam transferidas ao corpo físico. Se a carga deletéria acumulada em vidas anteriores for aumentada com desatinos da existência atual, essa saturação pode gerar afecções mórbidas mais rudes e cruciantes, como o câncer e outras enfermidades.

O transe mediúnico, a anestesia total, os passes, os ataques epilépticos, a hipnose, a catalepsia e os
acidentes bruscos são fatores que afastam o perispírito do duplo etérico. Quando este se separa do corpo carnal, provoca uma redução de vitalidade física e queda de temperatura no homem, pois o corpo físico se mantém com uma reduzida cota de fluido vital para se nutrir, esteja adormecido ou em transe.

Epilepsia e Hipnose

O epiléptico é uma pessoa cujo duplo etérico se afasta com frequência de seu corpo físico. O ataque epiléptico e o transe mediúnico do médium de fenômenos físicos apresentam certa semelhança entre si, com a diferença de que o médium ingressa no transe de forma espontânea, enquanto o epiléptico é atirado ao solo assim que seu duplo etérico fica saturado dos venenos expurgados pelo perispírito e se afasta violentamente, a fim de escoá-los no meio ambiente sob absoluta imprevisão de seu portador. Em certos casos, verifica-se que o epiléptico também é um médium de fenômenos físicos em potencial, já que a incessante saída de seu duplo etérico pode lhe abrir uma brecha pela qual fica sensibilizado para a fenomenologia mediúnica.

Todo ataque epiléptico é um estado de defesa do corpo físico, que expulsa o duplo etérico e o perispírito para que estes se recomponham energeticamente, trocando energias negativas por positivas. Os epilépticos são pessoas que tiveram ação com energias muito densas em encarnações passadas. Assim, os psicotrópicos utilizados pelos médicos dificultam o desprendimento do duplo etérico, evitando os ataques.

Já o hipnotizador atua pela sugestão na mente do hipnotizado, induzindo-o ao estado de transe hipnótico. Resulta daí o afastamento parcial do duplo etérico, que fica à deriva, permitindo a imersão no subconsciente. Com isso, o hipnotizado abre uma fresta no plano espiritual que lhe permite até mesmo manifestar e dar vivência aos estágios de sua infância e juventude ou mesmo de alguns acontecimentos e fatos de suas vidas pretéritas.

Quando o duplo etérico se afasta por alguns centímetros do corpo físico, a ação física diminui e se amplia a abertura para a atuação do perispírito, tornando-se um catalizador de energias espirituais. Por isso, favorece o despertar de seu subconsciente e a imersão ou exteriorização dos acontecimentos arquivados nas camadas mais profundas do ser.

As anestesias operatórias, os anti-espasmódicos, os gases voláteis, as drogas e sedativos hipnóticos, o óxido de carbono, o fumo, os barbitúricos, os entorpecentes, o ácido lisérgico e certos alcaloides como a mescalina são substâncias que operam violentamente nos interstícios do duplo etérico. Embora a necessidade obrigue o médium a se utilizar, por vezes, de algumas destas substâncias em momentos imprescindíveis, é sempre imprudente exagerar sob qualquer pretexto ou motivo. O médium que abusa de entorpecentes que atuam com demasiada frequência em seu duplo etérico se transforma em um alvo muito mais acessível ao assédio do mundo inferior.

Rompimentos do Duplo Etérico

A estrutura íntima do duplo etérico fica seriamente afetada quando, por meio de desregramentos e vícios, a pessoa utiliza substâncias corrosivas como álcool, fumo, drogas em geral e medicamentos cujos componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos. Neste caso, ocorre um bombardeio à constituição do duplo etérico, que queima e envenena as células etéricas e forma buracos semelhantes às bordas queimadas de um papel, criando brechas por onde penetram as várias comunidades de larvas e vírus do subplano espiritual, normalmente utilizados por inteligências sombrias como uma maneira de facilitar seu domínio sobre o homem.

Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os mantém naturalmente afastados dos habitantes dos subplanos espirituais, os médiuns começam a perceber formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano umbralino, ocorrendo os mais diversos distúrbios que comprometem o equilíbrio físico-psíquico do ser humano. Falta aos médiuns a proteção etérica que violentaram pelo uso de substâncias químicas tóxicas, as quais lhes destruíram parte do escudo que a natureza os dotou para sua segurança, a fim de impedir a abertura prematura da comunicação entre o plano espiritual e o físico. Embora a destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, sua falta é verdadeiramente nociva, já que o duplo etérico é de suma importância para o equilíbrio do ser humano.

As lesões do duplo etérico são difíceis de se recompor. Para restabelecer seu equilíbrio em tais situações, deve-se lançar mão, além dos recursos terapêuticos utilizados com frequência nos centros espíritas, da doação e da transfusão de fluido vital citoplasmático, suprindo a falta ou revitalizando as partes afetadas do duplo etérico.

O QUE DIZ O LIVRO NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE

Cap. 11 – Desdobramento em serviço

(…) Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico através do laço aeriforme, que parecia mais adelgaçado e mais luminoso à medida que Castro-espírito se movimentava em nosso meio.

Enquanto Clementino o encorajava com palavras amigas, nosso orientador, certamente assinalando-nos a curiosidade, teve pressa em esclarecer:

– Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos em seu conjunto como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração tanto quanto ocorre ao instrumento carnal por ocasião da morte renovadora. Para se ajustar melhor ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo o calor indispensável à colmeia celular. (…)

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REFLEXÃO: A SUA REALIDADE É FRUTO DAS SUAS DECISÕES

Partindo do princípio que você é 100% responsável pela sua realidade, podemos concluir que a sua realidade é fruto das suas decisões. Na edição deste domingo, aqui na coluna REFLEXÃO, cujo título é “Decisões” você terá a oportunidade de confirmar essa máxima e de repente transformar a sua realidade para muito melhor. Então, convido você a ler o texto completo a seguir. 

Saiba como tomar decisões de alto risco

Decisões

A nossa existência pode ser comparada a imenso mapa sobre o qual nos movimentamos, e onde a todo instante tomamos decisões sobre o rumo que vamos seguir.

Nesse caminhar, as opções são inúmeras. Existem os atalhos, precipícios, atoleiros, cipoais, rios caudalosos, campos floridos.

E, conforme a nossa decisão, teremos as consequências correspondentes.

Existem pessoas que, antes de se movimentarem, traçam com cuidado o seu trajeto. Estendem a visão mental e abrangem todo o percurso que vão percorrer, para evitar surpresas desagradáveis.

Essas dificilmente se enroscam nos espinheiros ou ficam presas em areias movediças. E geralmente superam com facilidade os obstáculos do caminho.

São indivíduos visionários. Ao estender o olhar para além do que as vistas alcançam, estabelecem com acerto o melhor trajeto e as melhores estratégias para alcançar seu destino.

Mas existem pessoas que andam às voltas com os obstáculos que não enxergam, embora estejam a poucos metros de distância.

São criaturas que não têm visão. Não programam suas atividades e por isso sofrem e fazem os outros perderem tempo com suas trapalhadas.

É a dona de casa que decide fazer um bolo e, só depois que já está com as mãos na massa verifica que faltam alguns ingredientes.

Se antes de começar tivesse checado se dispunha dos ingredientes necessários, teria um sofrimento a menos.

A falta de visão também causa estresse e problemas no trânsito.

É o motorista que dirige como se estivesse no quintal da sua casa; não percebe os sinais de trânsito, semáforos, pedestres e outros tantos motoristas que dependem de suas ações para tomar decisões.

Esse tipo causa sérios problemas, pois além de colocar a própria vida em risco, também é um perigo para os outros.

Não usa as setas adequadamente, entra na contramão, pára em local proibido, e geralmente causa confusão e acidentes na via pública.

Pessoas assim são como toupeiras, esses animaizinhos que cavam túneis sob o chão e não têm nenhuma noção de para onde estão indo, pois são praticamente cegos.

Já as pessoas visionárias são como águias. Voam alto e, antes de mergulhar para apanhar seu alimento, buscam uma visão panorâmica do terreno e dificilmente erram o alvo.

É assim que vamos encontrar no meio em que nos movimentamos, pessoas águias e pessoas toupeiras.

A falta de visão tem infelicitado muitas criaturas, pois quando estas se deparam com os obstáculos imprevistos do caminho, se desesperam e perdem o rumo.

Isto se pode constatar diariamente, tanto nos círculos de pessoas comuns quanto nos círculos de pessoas públicas, ambiciosas, cuja cegueira não lhes permite ver que a ganância e o crime sempre conduzem ao lodo.

São livres decisões provocando conseqüências inevitáveis…

Um falso movimento, uma falta de visão, e podemos entrar por caminhos de difícil retorno…

Por essa razão, vale pensar bem antes de iniciar a caminhada. Vale a pena se perguntar: “Aonde eu quero chegar?

Que caminho tomarei: o mais fácil ou o correto?

Terei a meu favor os bons ventos da honestidade e da dignidade?”

Pense que as intenções são decisivas para as consequências.

E como reclamar das consequências infelizes, senão de nós mesmos, que não tivemos a devida atenção antes de dar os primeiros passos?

Se você tem encontrado muitos obstáculos, e suas ações resultam sempre em sofrimento para você ou para os que o rodeiam, vale pensar um pouco mais antes de decidir.

Por mais que a pressa tente fazer com que você decida sem planejar, detenha-se um instante e lembre-se que a pressa não é boa conselheira, principalmente quando atropela.

Se a providência requer urgência, menos apressada deve ser.

Portanto, já que caminhar é nossa rotina constante, dedicar um tempo para analisar o roteiro mais seguro, é questão de sabedoria.

Afinal, alguns minutos dedicados ao planejamento da rota podem evitar muito tempo de sofrimento e dissabores.

Pense nisso, e lembre-se de que o Universo se mantém em harmonia porque tem a governá-lo um olhar soberanamente abrangente e infinitamente sábio.

Redação do Momento Espírita

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SUAS DECISÕES E AÇÕES DEFINEM O QUE VOCÊ TERÁ, POR IVAN MAIA

Estamos de volta com as palestras de Ivan Maia, pois estão convergindo com a minha linha de pensamento e com as coisas que falo. Como tenho dito diuturnamente para você que, só você é 100% responsável pela sua realidade, ele também diz a mesma coisa com outras palavras. Então ele diz: “Você precisa entender e reconhecer que a sua vida de hoje, quer ela esteja ótima, quer ela esteja lastimável, é apenas o reflexo de suas DECISÕES E AÇÕES do passado. Toa ação e decisão sua altera e define a sua vida. Portanto, pare e defina agora o que você deseja ter na vida e saiba que Suas Decisões e Ações Definem o que Você Terá”. Então você precisa assistir o que um cara que tem mais de 1 milhão de seguidores tem a dizer!

Fonte:

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REFLEXÃO: APRENDENDO A RESSIGNIFICAR O QUE PASSOU PARA VIVER UM FUTURO TRANSFORMADOR

Ressignificar é, antes de mais nada, REFLEXÃO. É para pensar, enxergar e encarar os erros e fraquezas, ter coragem de admiti-los, se perdoar, fazer a devida correção de rumo e seguir em frente com a consciência ampliada, expandida, buscando a transformação e a sua melhor versão. Dai a importância da leitura do texto a seguir. Vai ajudar a abrir sua mente para viver um 2021 realmente transformador!

Ressignificar 2020 para viver um 2021 transformador

Número 2021 escrito na areia. Marcas de pés estão abaixo, seguidos por água de mar.
Kirill Ryzhov / 123RF

Oano de 2020 realmente ficará marcado como um ano de sobrevivência para a espécie humana. Foi um ano de perdas, construções e readaptações. O novo normal está aqui. Foram experiências boas e ruins que não iremos jamais esquecer. E é por isso que temos que ressignificar.

Quando digo ressignificar as experiências, peço aos leitores que deem um novo significado às nossas experiências. Isso serve para que possamos observar o que aconteceu sob outra perspectiva. Utilizando essa ressignificação, o que nos causa tristeza, sob outra perspectiva, pode se transformar em algo de extrema reflexão e aprendizagem, podendo ser transformado inclusive em alegria.

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É essa ressignificação que nos dá coragem para começar uma grande mudança. Dia após dia vamos nos reconstruindo e superando as adversidades.

Ressignificar nunca foi tão importante para nossa evolução como nos tempos em que estamos vivendo. É essa atitude que nos torna sobreviventes, pois é ela que nos cria esperança.

Mão estendida sobre paisagem de oceano.
Lukas / Pexels

Você pode escolher ser aquela pessoa que se prende em sentimentos ruins, que se perde na queixa, na resignação, nas lamúrias, não tendo tempo portanto de levantar asas para voo; ou pode simplesmente utilizar todas as experiências, sejam lá quais forem, porém sendo ressignificadas como parte do processo de metamorfose.

Que tenhamos coragem para explorar a nós mesmos, para encontrar um sentido que nos faça ancorar a vida com mais motivação em nossas profundezas. Que a resiliência seja a palavra-chave para todo o processo de ressignificação da sociedade.

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Sobrevivemos. E seguimos em frente. Vamos nos valorizar e curtir cada momento, pois esse é único. Que venha 2021.

Fernanda Colli
Escrito por Fernanda Colli
Fonte: Eu Sem Fronteiras
Continuar lendo REFLEXÃO: APRENDENDO A RESSIGNIFICAR O QUE PASSOU PARA VIVER UM FUTURO TRANSFORMADOR

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