TUBERCULOSE TEM OS MESMOS SINTOMAS DO CORONAVIRUS, E JÁ MATOU 57 PESSOAS ESTE ANO NO RN

Doença com sintomas parecidos aos da Covid-19 já matou 57 pessoas este ano no RN

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

 

Pessoas apresentando sintomas como tosse, febre, fadiga e cansaço estão sendo frequentes nas unidades de saúde em meio a pandemia da Covid-19. Entretanto, eles também são característicos de outra doença que acomete com frequência a população do Rio Grande do Norte: a tuberculose. Até o modo de transmissão é o mesmo, por vias aéreas através da fala, espirro ou tosse.

De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde, o RN notificou até o momento, em 2020, um total de 778 casos de tuberculose, sendo que quatro deles também foram acometidos pela Covid-19, todos com desfechos favoráveis. No entanto, há um decréscimo de 11% no número de casos notificados em relação ao mesmo período do ano passado.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) informou que, dos 57 óbitos com menção de tuberculose, registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), nenhum teve associação com a doença pelo Coronavírus. “Assim, um dos principais desafios dos serviços de saúde é evitar o diagnóstico tardio da tuberculose e, com isso, atraso no início do tratamento, o que pode agravar o quadro clínico em caso de infecção simultânea com a Covid-19”, explicou Valéria Nepomuceno.

Alerta

Para alertar a população e, principalmente os profissionais de saúde, o Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PECT) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu uma Nota Técnica com recomendações, esclarecimentos e medidas preventivas dos casos de tuberculose no período da pandemia.

“No intuito de estimular um olhar ampliado sobre a similaridade dos sintomas da tuberculose e da Covid-19, fazemos esse alerta aos profissionais de saúde, já que a Tuberculose continua sendo um importante problema de saúde pública no Rio Grande do Norte, provocando o adoecimento e dezenas de mortes em todo o Estado, mas que, entretanto, tem cura”, disse Valéria Nepomuceno, responsável técnica pelo Programa Estadual de Tuberculose.

Em conformidade com as orientações do Ministério da Saúde, a Sesap recomenda aos profissionais da saúde que adotem medidas, como: busca ativa dos tossidores que procurem os serviços de saúde na demanda espontânea; promover o encaminhamento das amostras para o diagnóstico laboratorial o mais precocemente possível, realizando as coletas com adequado equipamento de proteção individual (EPI) e em ambiente com ventilação adequada, além de manter as amostras sob refrigeração e protegidas da luz solar durante o transporte.

Também é recomendado o acompanhamento dos casos em tratamento de tuberculose, preferencialmente na modalidade de Tratamento Diretamente Observado (TDO), através de teleconsulta ou chamada de vídeo, limitando o comparecimento do paciente em tratamento de tuberculose à Unidade de Saúde apenas para o recebimento dos medicamentos necessários, evitando assim abandono de tratamento.

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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APESAR DO CALOTE NOS RESPIRADORES, SECRETÁRIO DE SAÚDE DO RN DEFENDE A MANUTENÇÃO DO CONSÓRCIO NORDESTE

Enquanto Pernambuco decide não comprar mais pelo Consórcio do Nordeste, secretário Cipriano Maia defende manutenção do consórcio

 POLÍTICASAÚDE

Desde que o Consórcio do Nordeste foi formado, um dos objetivos foi a compra dos respiradores para ajudar no atendimento aos pacientes da Covid-19, mas o que se viu foram casos de suspeitas de superfaturamento e até de perda de dinheiro.

A Secretaria de Saúde de Pernambuco já enviou ofício ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) no qual informando que o Estado de Pernambuco não irá mais realizar compras para o enfrentamento da covid-19 através do Consórcio Nordeste. Enquanto isso, o secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia, defende a manutenção do Consórcio e alega que os estados foram enganados.

Vale destacar que o Governo do Estado pagou cerca de R$ 4,9 milhões por 30 equipamentos, que ainda não foram entregues. O próprio Consórcio desistiu da compra de 750 respiradores inicialmente solicitados ao valor de aproximadamente R$ 48 milhões. O valor pago pelo RN ainda não foi recuperado.

O objetivo foram compras conjuntas para gerar economia. Inclusive, a Secretaria de Saúde do estado diz que obteve uma redução em 30% de vários itens, mas aí veio a fraude dos respiradores.

Outros estados começam a tomar posição. Pernambuco disse que não compra mais nada na pandemia pelo consórcio. Aqui não só vai comprar, como reafirmar a manutenção.

Fonte:Blog do BG 

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MINISTÉRIOS PÚBLICOS DO RN NÃO DESCARTAM A POSSIBILIDADE DE UMA AÇÃO JUDICIAL CONTRA REABERTURA DA ECONOMIA NO ESTADO

Ministérios Públicos do RN se manifestam contra a reabertura da economia

Nota conjunta não descarta uma ação judicial por conta da reabertura do comércio

Por Redação – Publicado em 04/07/2020 às 12:25

Comércio do Alecrim

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte e o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPFRN) divulgaram, na noite desta sexta-feira (3), uma nota em que se posicionam sobre a decisão do Governo do Rio Grande do Norte e da Prefeitura de Natal autorizando a reabertura inicial e gradual da economia. De acordo com o comunicado, a decisão contraria dados científicos de transmissibilidade do vírus do Comitê Científico do Rio Grande do Norte, do Comitê Científico do Consórcio Nordeste e da Fiocruz.Segundo o documento, “uma decisão sensata de reabertura exige a certeza quanto à estabilidade dos números relativos aos critérios científicos indicativos, e, ainda, a previsão de um plano concreto e efetivo de testagem da população e medidas de vigilância epidemiológica, os quais não foram contemplados nem no decreto estadual nem no municipal”.

Há a possibilidade de ação judicial e “lockdown” caso a taxa de transmissibilidade da Covid-19 não diminua.

Confira a íntegra da nota:

  1. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE e o MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO dirigem-se à sociedade potiguar para se manifestar sobre a reabertura da economia.
  2. No dia 23 de junho de 2020, os ramos do MINISTÉRIO PÚBLICO neste Estado recomendaram ao governo estadual e a todos os prefeitos municipais que a retomada das atividades econômicas somente seria segura se fosse observada desaceleração da taxa de transmissibilidade da COVID-19 de maneira sustentada, e a ocupação dos leitos públicos de UTI não fosse superior a 70%, nos termos do art. 12,§1º, do Decreto Estadual nº 29.742/2020.1
  3. A Governadora recebeu a Recomendação e comprometeu-se a cumpri-la, conforme ofício número 513/2020-GAC, enviado em 23.06.2020, a exemplo do prefeito de Natal/RN.
  4. No dia 29 de junho de 2020, a Governadora do Estado publicou a Portaria Conjunta nº 007/2020-GAC/SESAP/SEDEC, autorizando a reabertura inicial e gradual da economia, sob o argumento de que o Comitê Científico estadual teria recomendado o fim do isolamento social, conforme coletivas de imprensa e mensagens em redes sociais da Governadora e de representantes do governo, de conhecimento público. No mesmo sentido seguiu o prefeito de Natal/RN.
  5. A Recomendação do Comitê Científico, porém, somente foi publicada no dia seguinte, apresentando dados ainda significativamente preocupantes quanto à situação no Estado do Rio Grande do Norte, especialmente em relação à taxa de contágio e ao número de leitos críticos de UTI. Além disso, os cientistas foram claros ao dizer que não seria ainda o momento indicado para a reabertura da economia e o fim do isolamento social.
  6. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, então, oficiou ao Comitê Científico para que explicasse se, de fato, havia recomendado a reabertura, já que: (a) a Recomendação foi publicada após a decisão do Governo de retomar as atividades econômicas (de modo que não poderia ser usada para fundamentar a decisão), e (b) na própria Recomendação do Comitê Científico consta não ser o momento adequado para o fim do isolamento social.
  7. A resposta foi fornecida no dia 02.07.2020, assinada pelo Secretário Estadual de Saúde, falando em nome do Comitê Científico local, alegando, em suma, que não foi possível garantir o isolamento ideal, que houve diminuição na taxa de transmissibilidade e que o novo critério para ocupação segura de leitos teria passado de 70% para 80%, além de haver perspectiva de abertura iminente de novos leitos.
  8. As razões que justificaram a Recomendação Conjunta do MP no dia 23.06.2020 ainda persistem, exatamente porque a taxa de transmissão se mantém alta2, a ocupação de leitos críticos é de 90% (noventa por cento) da capacidade e a fila de internação não foi reduzida de forma segura3.
  9. Em razão da falta de leitos, 2494 pessoas perderam suas vidas na fila de regulação. Em estudo realizado pelo LAIS-UFRN5, publicado em 12 de junho de 2020, fica evidente que a redução do isolamento social durante a pandemia em Natal, Parnamirim e Mossoró foi fator decisivo para o aumento do contágio e do número de mortes.
  10. Este quadro não foi alterado da semana passada para hoje. A taxa de transmissibilidade se mantém alta, o isolamento social está muito aquém do recomendado (principalmente em razão da deficiência de fiscalização), a taxa de ocupação de leitos está acima de 90% da capacidade e a expansão anunciada dos leitos ainda não é uma realidade.
  11. Portanto, a decisão de reabertura das atividades econômicas tomada pelo Estado do Rio Grande do Norte e pelo Município de Natal/RN não foi respaldada por dados científicos consistentes. É necessário que a sociedade compreenda que:
    a) a taxa de contágio continua alta (no Rio Grande do Norte cada pessoa contaminada, ainda que assintomática, contagia outras duas pessoas);
    b) os leitos de UTI ainda não são suficientes para a demanda, que se mantém alta;
    c) ainda que haja leitos, há deficit de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares necessários para o procedimento de intubação;
    d) o número de mortes no Brasil continua alto (cerca de mil mortos por dia), o que coloca o Brasil no pior lugar no ranking mundial quanto a esse critério de análise.
  12. Por outro lado, o Boletim número 09 do Comitê Científico de Combate ao coronavírus do Consórcio do Nordeste, de 02 de julho de 2020, reprova qualquer plano de reabertura da economia. Conforme relata o documento, há uma forte aceleração do processo de interiorização da pandemia em todo o Brasil, com possibilidade concreta de ocorrer o que foi designado como “efeito bumerangue”: o aumento de casos no interior do Estado, já percebidos nos boletins epidemiológicos diários do Rio Grande do Norte, gerará um inevitável deslocamento de pacientes em estado grave para capital.
  13. Há uma tendência inequívoca de que a capital se depare com uma “avalanche” de casos graves, advindos do interior, situação que voltará a produzir uma sobrecarga dos seus sistemas hospitalares, ameaçando-os com um colapso em um intervalo de tempo muito curto. Repita-se, a ocupação dos leitos críticos na data dessa nota é de cerca de 90% dos leitos disponíveis.
  14. O Estado do Rio Grande do Norte e o Município e Natal/RN, seja por falta de fiscalização, seja por falta de maiores esclarecimentos à população, seja por falta de testagem consistente, exibem curvas de crescimento exponencial mantidas há vários dias, ao contrário de Estados que mantiveram períodos de isolamento mais rígidos em suas capitais, como Ceará, Pernambuco e Maranhão, que exibiram uma desaceleração significativa do crescimento de casos.
  15. Experiências de relaxamento açodadas do isolamento social em várias cidades do país, sem o uso de critérios epidemiológicos objetivos indicados, demonstraram ser catastróficas na gestão da pandemia, resultando em decisões dos governantes de retorno ao isolamento, inclusive de forma mais rígida, como bem advertiu o Comitê Científico do Consórcio Nordeste:

“De qualquer maneira, com um crescimento de casos da ordem de 71% em 14 dias, taxa de ocupação de leitos de UTI no máximo (100%) ou próximo disso, o comitê advertiu não entender quais critérios epidemiológicos e clínicos têm sido usados pelo comitê científico do RN, apoiado pelo governo estadual, bem como a prefeitura de Natal, para justificar uma reabertura, mesmo que gradual, de lojas e outras atividades econômicas na capital do Estado. Basta analisar o que ocorre neste momento no estado do Texas no EUA para verificar que qualquer relaxamento prematuro do isolamento social em cidades que ainda não controlaram a pandemia, como é o caso de Natal e também Mossoró, invariavelmente traz consigo efeitos desastrosos. No caso específico de Natal, a ocorrência de um fluxo de casos graves, provenientes do interior do estado, pode gerar um colapso completo do sistema hospitalar da cidade. Vale ressaltar também que pelo menos um município da região metropolitana de Natal, São Gonçalo do Amarante, ultrapassou o nível crítico de 1.000 casos por cem mil habitantes. A análise realizada no dia 29 de junho comprova que a pandemia de coronavírus atingiu todas as regiões do estado, uma vez que as 5 cidades identificadas como tendo o maior crescimento de casos estão distribuídas por todo o território estadual: Extremoz (grande Natal), Guamaré (região norte), Mossoró (região oeste), Jucurutu (centro-oeste) e Tibau do Sul (região sul). Embora o Rt de Natal tenha sofrido uma queda, ele ainda é superior a 1. Enquanto isso valores bem mais altos e preocupantes de Rt podem ser encontrados na periferia de Natal (Parnamirim, 1.56, Macaíba, 1.86, São Gonçalo, 1.71), na região oeste (Mossoró, 1.38, Apodi, 1.47) e sul (Caicó, 2.37) do estado. Este comitê não dispõe de qualquer informação sobre a realização de inquéritos soroepidemiológicos no estado e nem do grau de penetração do aplicativo telefônico escolhido pelo estado para monitorar casos de covid19, em detrimento do aplicativo sancionado por este comitê, o MONITORA COVID19, que já superou 200 mil downloads em todo o país.

  1. A pressão da pandemia, após cem dias de proibição de funcionamento de atividades não essenciais, certamente trouxe um forte impacto negativo na economia, na arrecadação do Estado e dos municípios, nas condições para se efetivar a fiscalização, na manutenção de empregos, o que reflete a dificuldade de uma decisão pelos gestores públicos.
  2. Porém, não é possível que essa decisão não se apoie em critérios científicos adequados ou se baseie em uma leitura errônea de dados, transmitindo à população a ideia de que o momento seria propício para se iniciar a reabertura econômica, pois as consequências dessa mensagem será o aumento da contaminação e os efeitos danosos daí decorrentes.
  3. Uma decisão sensata de reabertura exige a certeza quanto à estabilidade dos números relativos aos critérios científicos indicativos, e, ainda, a previsão de um plano concreto e efetivo de testagens e medidas de vigilância epidemiológica, os quais não foram contemplados nem no decreto estadual nem no municipal.
  4. Além de não prever a testagem, o Decreto estadual de reabertura descumpriu os próprios termos do parecer de aprovação do plano de retomada, pois o documento inicial previa a abertura em 3 ou em 4 fases, ao passo que o novo decreto estabeleceu que “o cronograma de que trata este Decreto será dividido em 3 (três) fases subsequentes de 14 (quatorze) dias cada uma delas”, sendo que a Fase 1 está dividida em 2 (duas) frações”, e entre elas haverá um intervalo de, apenas, 7 (sete) dias, e não mais os 14 (quatorze) dias que foram aceitos pelo documento do Comitê de Especialistas.
  5. Outro ponto importante, é que a propagação do vírus tende a aumentar se não forem adotadas medidas eficientes de racionalização do transporte coletivo, com o estabelecimento de horários diferentes para abertura e fechamento de estabelecimentos e fixação de abertura por bairros ou regiões, assunto de interesse local que o Estado deveria ter pactuado com os Municípios, antes de iniciar processo de retorno de atividades não essenciais.
  6. O Comitê Científico do Consórcio Nordeste, que surpreendentemente não conta com um representante do Estado do Rio Grande do Norte, foi enfático, no dia de ontem, ao se manifestar contra a decisão de reabertura:

“Nada menos que uma completa reversão do plano de relaxamento (ou flexibilização) oferecido pelo comitê local do governo do Rio Grande do Norte e da prefeitura de Natal é necessária para evitar que a situação do estado se agrave consideravelmente. Com ocupação máxima de leitos de UTI em Natal e Mossoró, por várias semanas, não é concebível que qualquer tipo de afrouxamento do isolamento seja sequer considerado, muito menos implementado. Ao invés, este comitê continua defendendo de forma inequívoca que medidas mais rígidas de isolamento social e testagem e rastreamento de contatos de pacientes infectados, que deveriam ter sido iniciadas semanas atrás, como sugerido repetidamente, sejam postas em prática imediatamente. Além disso, o C4 recomenda que o governo deveria implementar, de forma imediata, Brigadas Emergenciais de Saúde por todo o estado, estabelecer um programa estadual de testagem, para realização de múltiplos inquéritos soroepidemiológicos, e implementar barreiras sanitárias e mecanismos de rodízio/controle de tráfego de carros particulares e ônibus intermunicipais nos seguintes trechos rodoviários: BR-101, no trecho João Pessoa- Natal, e no trecho Natal-Touros, e na rodovia NatalMossoró. A possibilidade de se estabelecer um lockdown de todo o estado, bem como o fechamento intermitente das fronteiras do estado com o Ceará e a Paraíba também deveria ser considerada imediatamente.”

  1. Assim, ao tempo em que informa à sociedade potiguar acerca da ausência de dados científicos que respaldem a abertura da economia, e considerando que não há previsão de testagens em grande escala, o MINISTÉRIO PÚBLICO, por meio dos três ramos no Estado, estuda a adoção das medidas cabíveis para garantir o enfrentamento adequado da pandemia no Estado e prevenir maiores, mais graves e irreversíveis danos à população.

Fonte: Agora RN

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CARA DE PAU! DECOTELLI ATUALIZA CURRÍCULO E INCLUI CARGO DE MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Sem tomar posse, Decotelli inclui cargo de ministro da Educação no currículo

Estadão Conteúdo
04 de julho de 2020 às 16:27

Carlos Decotelli

O ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O professor Carlos Alberto Decotelli, que foi ministro da Educação pelo período de cinco dias, incluiu a breve passagem no comando da pasta em seu currículo Lattes. “Entre 25 e 30 de junho de 2020, atuou como Ministro da Educação do Brasil”, escreveu ele na sexta-feira (3), na plataforma do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Decotelli não chegou, de fato, a comandar o ministério. Desde o período em que foi escolhido pelo presidente Bolsonaro até o dia em que entregou sua carta de demissão a pedido do Palácio do Planalto, recebeu uma série de contestações de universidades estrangeiras e da Fundação GetUlio Vargas (FGV), o que inviabilizou a posse como ministro.

O primeiro apontamento de inconsistências acadêmicas foi feito pela Universidade Nacional de Rosário, na Argentina. O reitor Franco Bartolacci disse que a tese de doutorado de Decotelli na instituição foi reprovada, portanto, ele não obteve o título de doutor na instituição argentina. Em seguida, foi a vez de a Universidade de Wuppertal, na Alemanha, também afirmar que Decotelli não fez pós-doutorado na instituição.

Apesar das inconsistências apontadas pelas universidades estrangeiras, além da acusação de plágio na dissertação de mestrado, Jair Bolsonaro ainda cogitava manter Decotelli no Ministério da Educação. Mas a nota da FGV contestando Decotelli o fragilizou ainda mais. Em nota, a fundação informou que Carlos Alberto Decotelli não foi pesquisador ou professor da instituição, apenas atuou como colaborador.

Decotelli se pronunciou sobre todos os casos e disse que mudaria o currículo para “dirimir quaisquer dúvidas”. Agora, com o documento atualizado novamente, Ele dá destaque à sua passagem no Ministério da Educação como ministro e como presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, cargo ocupado entre 5 de fevereiro de 2019 até 29 de agosto do mesmo ano.

Veja currículo atualizado a seguir:

Carlos Alberto Decotelli da Silva

FotoEntre 25 e 30 de junho de 2020, atuou como Ministro da Educação do Brasil, tendo sido no ano de 2019, entre 05 de fevereiro e 29 de agosto, Presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, autarquia federal responsável pela execução de políticas educacionais do Ministério da Educação – MEC. É professor de gestão de riscos em derivativos no agronegócio em vários cursos no Brasil, área na qual participou de um projeto de pesquisa, em parceria com pesquisadora da Bergische Universitat Wuppertal, na Alemanha, com título ?Sustentabilidade e Produtividade na Automação de Máquinas Agrícolas?, pesquisa na qual teve apoio da empresa Krone (www.krone.de). Concluiu, com aprovação, todos os créditos da pós-graduação em nível de Doutorado em Administração pela Universidade Nacional de Rosário (AR). É Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/EBAPE), tem Master Business Administration (MBA) em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/EBAPE/EPGE), é Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e é Intendente honorário da Marinha do Brasil. Coautor dos livros publicados pela editora FGV: Matemática Financeira Aplicada; Gestão de Riscos no Agronegócio; Administração Bancária – Uma Visão Aplicada; Gestão de Finanças Internacionais. Atua também como Coordenador do Master Business Administration (MBA) em Finanças na FGV e como Coordenador Acadêmico do Curso “Gestão Financeira Corporativa?, em uma parceria da FGV com a Fordham University e NYIF em New York (US). Atuou ainda como executivo em Bancos e Corretoras do Mercado Financeiro e também como professor no Centro de Jogos de Guerra na Escola de Guerra Naval (EGN). Ao longo da carreira acadêmica ministrou diversas disciplinas, tendo participado da elaboração de apostilas correspondentes de: Análise de Viabilidade econômico-financeira de projetos, Gestão de OMPS para Organizações Militares da Marinha, Gestão de Finanças para oficiais Intendentes da Marinha, Mercado de Títulos de Renda Variável, Gestão de Projetos Internacionais e Trade Finance, Gestão de Finanças Internacionais, Finanças Bancárias e Acordos da Basiléia, Finanças Corporativas, Gestão Financeira de Cooperativas de Produção, Gestão de Riscos e Proteções Financeiras, Gestão de Carteiras de Títulos de Renda Fixa.


Certificado pelo autor em 03/07/2020.

Fonte: CNN

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CENTRÃO COBRA CRITÉRIOS DO GOVERNO NA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS PARA A SAÚDE

Em aceno ao Congresso, governo libera recursos para Saúde, mas desagrada centrão

Bárbara Baião, da CNN, em Brasília

04 de julho de 2020 às 15:34

Palácio do Planalto e Congresso Nacional, em BrasíliaPolíticos do Centrão reclamaram de o governo não ter priorizado aliados na distribuição de recursos

O critério utilizado pelo governo para distribuir R$ 13 bilhões para estados e municípios no combate ao novo coronavírus desagradou partidos de centrão no Congresso Nacional.

Desde que a portaria foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 1º de julho, parlamentares reclamam que estão com dificuldades em “apadrinhar” o envio do dinheiro para as bases eleitorais. Isso porque o critério de distribuição utilizado não deixa claro quem fez a indicação, e permite ainda que mais de um parlamentar encaminhe recursos a um mesmo destino.

Por causa do ruído nas bancadas, líderes partidários chegaram a defender a revogação da portaria. Um parlamentar do centrão na Câmara explicou à CNN que até as prefeituras estão com dificuldades em identificar o que seria ação do parlamentar e o que seria recurso de apoio do governo federal.

Além da disputa pela origem da verba, siglas que negociam a formação de uma base aliada, como o Progressistas, argumentam que deveriam ter a prioridade na indicação do dinheiro.

De acordo com fontes que acompanham as negociações, dos R$ 13 bilhões previstos na portaria, R$ 7 bilhões foram prometidos aos parlamentares mais alinhados ao governo. Já os outros R$ 6 bilhões foram aplicados segundo definições técnicas do ministério da Saúde.

O foco foi o atendimento a prefeitos e governadores que, embora não fossem comandadas por siglas aliadas, necessitam dos recursos por causa da pandemia – priorizando cidades com menor número de habitantes e maior incidência de casos.

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RESULTADO DO REFERENDO DE PUTIN É QUESTIONADO POR PARTIDO COMUNISTA RUSSO

 

Partido comunista russo questiona sucesso de referendo de Putin

O secretário-geral do partido destacou que um terço dos eleitores não compareceu para votar. E dos que votaram, um terço foram contra

INTERNACIONAL

Da EFE

 

RCP questiona sucesso na votação de referendoRCP questiona sucesso na votação de referendo

O RCP (Partido Comunista da Rússia) questionou, neste sábado (4), se o referendo realizado pelo presidente Vladimir Putin, votado entre 25 de junho e a última quarta-feira (1º), é o sucesso apresentado pelo Kremlin.

“As autoridades devem lembrar que, apesar da possibilidade de votar em qualquer lugar no decorrer de uma semana, um terço dos eleitores não compareceu para votar. E dos que votaram, um terço estavam contra”, afirmou o secretário-geral do RCP, Gennady Zyuganov, durante a 10ª sessão plenária telemática do partido.

Segundo o líder político, se considerado o terço dos que votaram contra e o terço dos que não votaram, então a maioria da população considera que esta reforma não oferece uma solução eficaz para seus problemas. Ele ainda expressou sua desconfiança em relação à política do Kremlin.

Após o término da votação, o governo chamou a vitória do “sim” na consulta nacional sobre emendas constitucionais, entre as quais a possibilidade de Putin permanecer no poder até 2036, de “triunfo”. O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, acrescentou que a consulta foi “um referendo triunfante de confiança” no líder.

Mandato de Yeltsin

No entanto, para o partido comunista, essa foi uma oportunidade perdida. “Poderíamos ter resolvido a situação no país se o partido governante tivesse agido de forma responsável. Tínhamos todas as possibilidades de nos dissociarmos da traição de (ex-presidente Boris) Yeltsin, o que até hoje impede o país de superar a transição de uma crise para outra”, lamentou a legenda.

Até hoje, a Constituição de 1993, adotada durante o primeiro mandato de Yeltsin, estava em vigor na Rússia. Zyuganov questionou o longo processo de votação e afirmou que o resultado da votação constitucional não é apenas “alarmante”, mas uma advertência ao partido de Putin, o Rússia Unida.

“Chamamos a atenção para a divisão territorial: de Murmansk, Arkhangelsk, passando por Nizhny Novgorod, Sverdlovsk, Novosibirsk até o extremo oriente, os centros econômicos mais importantes e o norte da Rússia essencialmente disseram às autoridades que não estão satisfeitos com esta política”, frisou.

O PCR, o segundo maior partido do país, foi o único representado no Parlamento a ter rejeitado a Emenda Constitucional em março, para manter Putin no poder após 2024. Entretanto, elas foram aprovadas por 77,92% dos eleitores e entrou em vigor hoje.

Além de abrir caminho para a possível presença contínua de Putin no poder além de 2024, a nova redação da Constituição russa inclui uma série de emendas – 206 no total – relativas a mudanças na vida política e social do país.

 

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LIVES: NUM DOMINGO QUALQUER, QUALQUER HORA É A LIVE DE MILTON NASCIMENTO

Nada melhor para um domingão como de quarentena do que uma Live com o título NUM DOMINGO QUALQUER, QUALQUER HORA e ainda mais com o espetacular Milton Nascimento. Uma hora e meia com o que há de melhor na MPB. Então curta, cante, se emocione e divirta-se!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: NO PAÍS DE GALES HOMEM COM ‘CHANCE ZERO’ DE SOBREVIVER À COVID ESTÁ CURADO

Milagres acontecem e é o destaque deste domingo aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. No País de Gales, um homem de 49 anos, diabético, conseguiu sobreviver à Covid-19 depois de 61 dias de internação e que os médicos chegaram a avisar para a esposa que o marido dela tinha “chance zero de sobrevivência”. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer esse exemplo de superação!

Homem com “chance zero” de sobreviver se cura da Covid

Um homem que havia sido desenganado pelos médicos surpreendeu a todos, melhorou subitamente e venceu a Covid-19.

Diabético, Mal Martin, de 49 anos, passou 61 dias em um ventilador e 80 dias na UTI de um hospital de Cardiff, no País de Gales, além de sofrer pneumonia por três vezes e insuficiência renal.

A esposa, Sue Martin, de 58 anos, contou ao Today da Rádio Four, que os médicos chegaram a avisar para a família que o marido dela tinha “chance zero de sobrevivência”.

Mãe e filhos aguardavam para qualquer momento o telefonema do hospital avisando sobre a morte do pai, que ficou internado desde o final de março.

A situação era tão grave que todos chegaram a se despedir dele. Em mensagens enviadas por telefone, a mulher e os filhos disseram que o amavam.

O “milagre”

Contra todas as probabilidades, a família recebeu uma ligação no dia seguinte avisando que ele havia apresentado uma pequena melhora.

Nas semanas seguintes veio a virada: os médicos seguiram com o tratamento com um medicamento que não alterou a pressão sanguínea e conseguiram manter o corpo dele mais forte para combater o vírus.

Agora, a funcionária pública e os filhos Hana, 16, e William, 13, foram informados de que Mal deve ir para casa ainda esta semana.

Ele terá que fazer uma cirurgia para amputar parte dos polegares, o indicador e a ponta do dedo médio, devido à falta de circulação sanguínea.

A meta de Mal agora, de acordo com a esposa, é se recuperar, e ver o filho adolescente William jogar rugby em campo.

A história comoveu moradores do País de Gales e a família vêm recebendo milhares de mensagens e cartas de apoio, principalmente de desconhecidos.

Sue e Mal Martin - Foto: reprodução / Facebook
Sue e Mal Martin – Foto: reprodução / Facebook

Com informações do The Guardian

Fonte: Só Notícia Boa

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POESIA: OS INSONDÁVEIS MISTÉRIOS DO SENTIR EM FORMA DE POESIA

A nossa coluna POESIA deste domingo está um pouco diferente. Só pra variar publicamos uma REFLEXÃO sobre os Insondáveis mistérios do sentir em forma de poema de autoria de Luiz Roberto Bodstein. Um mergulho da alma nos meandros do coração e a sua conexão com o cérebro. Então convido você a ler essa obra prima da sensibilidade, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Insondáveis mistérios do sentir

Mulher olhando para o rio sozinha
123RF/ Kitz Corner

Na mais despida e pura das minhas vivências
algo se projetou para além dos limites do conhecimento:
ao se mostrar necessário tocar um outro ser,

calo o racional e abro espaço para o coração.

Logo escuto sua voz falando do que está cheio o peito,

e não apenas do que dita o cérebro,

dizendo das coisas que não se diz,

ouvindo tudo que das palavras não ouço,

atento ao que brota da consciência maior.

Mulher com as mãos juntas em seu busto

Giulia Bertelli/Unsplash

Nas curvas das letras o fenômeno se repete:

as palavras correm no papel enquanto o sentimento

é que segue à frente do meu pensamento,

bem do âmago do ser para a porta de saída!

E é nesse momento mágico que sinto os dedos a serviço

do mesmo coração que pede espaço.

Pessoa escrevendo com caneta em um papel
Aaron Burden/Unsplash

E eis que um resultado mágico acontece

ao me descobrir aprendendo com o que me sai dos lábios,

e com o que me é revelado pela ponta dos dedos

como se eles e eu fôssemos coisas distintas

e nada mais me coubesse além de servir-lhes de intérprete.

Lábios e mãos atuam como meros instrumentos

Apressando-se a servir ao seu senhor supremo,

Nada além de um regato brotando daquele recanto físico

que se aprofunda nos insondáveis mistérios do espírito

Tendo no coração seu único comando.

Mulher segurando uma folha em forma de coração
Jakob Owens/Unsplash

O coração é o guia e eu apenas me deixo guiar.

Ele encarnando o mestre e eu seu aprendiz.

O coração na cátedra do saber mais elevado,

eu deleitado pelo inebriante prazer de me sentir alimentado.

Consciência em forma liquida que me percorre as veias

Seguindo por todo o corpo em direção à mente,

que então lhe dá abrigo, solícita e agradecida,

como quem recebe o hóspede Intensamente aguardado

para usufruir de sua extasiante presença.

Hóspede que não se apega apenas ao que sabe,

mas, de forma ainda mais inebriante,

ao que sabe que nunca vai saber!

Luiz Roberto Bodstein
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