REFLEXÃO: A DOR É UMA LEI DE EQUILÍBRIO E EDUCAÇÃO

A realidade da terceira dimensão na qual vivemos nossas experiências é de sofrimento e dor. A maioria das pessoas não questiona o porquê disso. Apenas uma minoria de buscadores se preocupa em questionar e quando isso acontece a resposta aparece. Para esses, os benfeitores espirituais vem nos esclarecer que a dor é uma lei de equilíbrio e educação. Ao ler o texto completo a seguir você compreenderá que a dor é um dos meios de que Deus se utiliza para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual, única duradoura.

A dor em nossas vidas

Você já parou para pensar na razão da existência da dor, do sofrimento, em nossas vidas?

Talvez num daqueles momentos de extrema angústia, em que o coração parece apertar forte, você tenha pensado em Deus, na vida, e gritado intimamente: por quê?!

Os benfeitores espirituais vem nos esclarecer que a dor é uma lei de equilíbrio e educação.

Léon Denis, reconhecido escritor francês, em sua obra “O Problema do Ser, do Destino e da Dor”, esclarece que o gênio não é somente o resultado de trabalhos seculares; é também a apoteose, a coroação de sofrimento.

De Homero a Dante, a Camões, a Tasso, a Milton, todos os grandes homens, como eles, têm sofrido.

A dor fez-lhes vibrar a alma, inspirou-lhes a nobreza dos sentimentos, a intensidade da emoção que souberam traduzir com os acentos do gênio, e que os imortalizou.

É na dor que mais sobressaem os cânticos da alma.

Quando ela atinge as profundezas do ser, faz de lá saírem os gritos sinceros, os poderosos apelos que comovem e arrastam as multidões.

Dá-se o mesmo com todos os heróis, com todas as pessoas de grande caráter, com os corações generosos, com os espíritos mais eminentes. Sua elevação mede-se pela soma dos sofrimentos que passaram.

Ante a dor e a morte, a alma do herói e do mártir revela-se em sua beleza comovedora, em sua grandeza trágica que toca, às vezes, o sublime, e o inunda de uma luz inapagável.

A história do mundo não é outra coisa mais que a sagração do espírito pela dor. Sem ela, não pode haver virtude completa, nem glória imperecível.

Se, nas horas da provação, soubéssemos observar o trabalho interno, a ação misteriosa da dor em nós, em nosso “eu”, em nossa consciência, compreenderíamos melhor sua obra sublime de educação e aperfeiçoamento.

A dor é um dos meios de que Deus se utiliza para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual, única duradoura.

É, pois, realmente pelo amor que nos tem que Deus envia o sofrimento.

Fere-nos, corrige-nos como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo; trabalha incessantemente para tornar dóceis, para purificar e embelezar nossas almas, porque elas não podem ser completamente felizes, senão na medida correspondente às suas perfeições.

A todos aqueles que perguntam:

para que serve a dor? A sabedoria divina responde:

para polir a pedra, esculpir o mármore, fundir o vidro, martelar o ferro.

***

A dor física é, em geral, um aviso da natureza, que procura preservar-nos dos excessos. Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até o ponto de os destruirmos antes do tempo.

Quando um mal perigoso se vai insinuando em nós, que aconteceria se não lhes sentíssemos logo os efeitos desagradáveis? Ele nos invadiria cada vez mais, terminando por secar em nós as fontes de vida.

É assim que, em nosso mundo, para o nosso crescimento, a dor ainda se faz necessária.

Momento Espírita, a partir do livro “O Problema do Ser, do Destino e da Dor, Léon Denis, cap XXVI.

Fonte: Momento de Reflexão

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DICA DE LIVRO: UM NOVO MUNDO, O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA DE ECKHART TOLLE

Nesta quarta-feira a nossa dica, aqui na coluna DICA DE LIVRO é a obra do eminente escritor Eckhart Tolle:Um Novo Mundo, o despertar da Consciência. Mais do que em qualquer outra época de sua história, a humanidade tem hoje a chance de criar um mundo novo – mais evoluído espiritualmente, mais pleno de amor e sanidade. Para o autor, estamos vivendo um momento único e maravilhoso: o do despertar de uma nova consciência.

Ele nos mostra que o salto para essa nova realidade depende de uma mudança interna radical em cada um de nós. Precisamos nos livrar do controle do ego, pois essa é a fonte de todo o sofrimento humano. Sob seu domínio, somos incapazes de ver a dor que infligimos a nós mesmos e aos outros.

Quando despertamos, o pensamento perde a ascendência sobre nós e se torna o servo da consciência, que é a ligação com a inteligência universal, a fonte da vida da qual todos nós procedemos.

Enquanto desvenda a natureza dessa mudança de consciência, Tolle nos ensina a vencer as artimanhas que o ego utiliza para nos isolar uns dos outros. De forma inspiradora, ele nos ajuda a descobrir o nosso verdadeiro eu, a essência humana que nos permitirá construir o novo mundo e viver em harmonia com tudo o que existe.

“O principal propósito deste livro não é acrescentar novas informações e crenças à sua mente nem tentar convencê-lo de alguma coisa, e sim produzir uma modificação da sua consciência, ou seja, o despertar. Se você não sabe o que significa des¬pertar, continue lendo.” – Eckhart Tolle

Fonte: Acervo pessoal

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REFLEXÃO: QUANDO DOER OBSERVE, A VIDA PODE ESTAR TENTANDO LHE ENSINAR ALGO

Na nossa coluna REFLEXÃO desta sexta-feira temos um texto extraordinariamente esclarecedor e de grande sabedoria. O que a vida está tentando me ensinar? Eis o questionamento que devemos fazer toda vez que algo der errado ou não sair como havíamos planejado, pois a vida envia sinais constantemente para que paremos, reflitamos e façamos as nossas correções e/ou mudanças de cursos. Então lhe convido a ler essa maravilha de conteúdo, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Quando doer, observe. A vida está tentando ensinar-lhe algo!

O que a vida está tentando me ensinar

A oportunidade que se perdeu é o título de um artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.

O ensaio versa sobre como está o Mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:

As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida.

No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas e a busca de culpados, misturada a esses elementos, raiava uma esperança.

Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.

Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta Terra um lugar menos perigoso de se viver.

E assim o autor continua, lembrando depois tudo que poderia já estar diferente no Mundo e ainda não está, por muitos líderes não terem percebido que uma grande oportunidade estava sendo concedida ao Mundo.

A de recomeçar.

E como toda a transformação do Mundo passa primeiro pela nossa própria, esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.

Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos. A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.

Imaginemos a vida nos dizendo: Pare um pouco, pense, reflita, recomece…

Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprendermos lições preciosas.

Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: O que a vida está tentando me ensinar? – quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas dessas experiências, passaria a viver sem medos.

E com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste Mundo.

A todo momento a existência está nos guiando sem percebermos.

A todo instante a vida ensina.

Constantemente a vida fala conosco, nos mostra caminhos, respostas, conseqüências.

Cabe-nos desenvolver a habilidade de escutar, de perceber em todos os níveis. Do sensorial, passando pelo racional, até o intuitivo, o que nos está sendo ministrado.

A revolta, a indignação e a vingança apenas complicam qualquer problema, enquanto a compreensão e resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.

Francisco de Assis sempre se referia à dor como sua irmãzinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade.

Paulo de Tarso sempre se referia, em suas cartas, aos aguilhões que o machucavam e o faziam sofrer.

Como Francisco de Assis, ele também entendia sua dor, e dizia, inspirado:

Transbordo de júbilo no meio de todas as minhas atribulações.

* * *

A vida nos oferece oportunidades constantemente.

Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.

Faça este exercício toda vez que um momento de crise se apresentar.

Troque a reclamação, a indignação e o desapontamento pelo questionamento:

O que a vida está tentando me ensinar??

Redação do Momento Espírita com base no artigo de Roberto Pompeu de Toledo, publicado na revista Veja, de 18 de setembro de 2002, no artigo intitulado O significado do sofrimento, de Sergito de Souza Cavalcanti, extraído do site www.espirito.org.br e no cap. 7, versículo 4 da II epístola de Paulo de Tarso aos Coríntios

Fonte: Momento de Reflexão

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AUTOCONHECIMENTO: É NECESSÁRIO ENCARAR A DOR E O SOFRIMENTO COM CONSCIÊNCIA PARA ALCANÇAR A VIDA PLENA

Sábado é dia de tirarmos um tempinho para fazermos reflexões sobre o que estamos vivendo. Uma maneira de nos conectarmos com o nosso eu intrínseco e avançarmos do desenvolvimento da nossa espiritualidade. O texto a seguir fala de sofrimento e dor e nos ensina a desfazer a confusão de que uma vida feliz é uma vida de prazeres e nos mostra a real importância do sofrimento e da dor no nosso aprendizado.

A espiritualidade começa com introspecção

Mulher branca e loira sentada na grama.
Mykola Komarovskyy / 123rf

Será que uma vida de muitos prazeres e sem dor é uma vida feliz?

Convido você a fazer essa reflexão, porque muitas vezes vivemos uma vida sem sentido, fazemos um trabalho de que não gostamos, temos relacionamentos que já não funcionam, temos um modo de vida que já não nos satisfaz. Queremos evitar a dor de ficarmos sozinhos, evitar a dor de sair da nossa zona de conforto, a dor de não poder comprar as coisas que queremos. Essa fuga para não sentir dor nos coloca numa vida que não é a nossa, na qual a gente acaba por não se sentir bem, parece que está sempre faltando algo. Isso nos leva muitas vezes à busca de prazeres relacionados a hábitos nocivos, vícios, a uma vida amargurada, cheia de doenças. Eu diria um cansaço da vida.

Eu penso que aceitar o prazer é uma coisa, agora viver condicionado pelo prazer é um grande engano. Então pare e pense se na sua vida você está em busca do prazer apenas…

E outro fato importante, o prazer sem ser compreendido deteriora a mente. Um exemplo disso são inúmeros artistas, cantores, atores, pessoas que chegaram no topo da fama e dinheiro e não eram felizes.

Ou do outro lado, pessoas que sofreram muito e mesmo depois de sofrerem não aprenderam com a lição, isso porque o sofrimento não conduz à sabedoria e sim a compreensão dele.

Procure entender que o sofrimento faz parte e busque o caminho que faça sentido pra sua vida, mesmo que você tenha que mudar de percurso, começar tudo de novo, e mesmo que essa mudança provoque sofrimento por um tempo. Mesmo na dor, procure compreender por que a situação te fere, o que você de fato precisa aprender com essa dor. Essa atitude vai aos poucos elevar seu nível de consciência e surgirão recursos próprios e mais sólidos para enfrentar a vida, inclusive a consciência de que não podemos colocar nosso bem-estar somente em coisas que nos dão prazer, que não devemos colocar nosso bem-estar no outro ou em bens materiais.

Mulher branca meditando numa plantação.

Mor Shani / Unsplash

Só assim a vida começa a ser sentida, apreciada, valorizada.

Essa atitude vai tirar certas ilusões e fantasias sobre o viver.

Vamos aprender a desapegar tanto do prazer quanto da dor. Porém essa nova visão sobre a vida nos dá uma liberdade incrível, pois você não mais vai ser afetado pelas circunstâncias.

Muitas pessoas se apegam à dor, ao sofrimento… Parece loucura, mas é real, porque nesse papel de vítima elas têm ganhos secundários. Elas têm, por exemplo, a atenção dos outros, a piedade dos outros.

Então aqui chegamos a algumas conclusões.

A dor é necessária, crescer dói, deixar nosso lado infantil e passar para a fase adulta dói. Muita gente chega aos 30, 40, 50 anos sem querer enfrentar essa dor, sem mudar hábitos, sem amadurecer. Sem assumir certas responsabilidades.

Porém não podemos nos apegar à dor, há um ponto em que temos que sair dessa condição e buscar melhoras. Por outro lado, viver atrás do prazer pode ser um caminho muito perturbador.

Quantas pessoas se apegam tanto à aparência jovem e não aceitam a velhice, pois querem sempre sentir o prazer da juventude no corpo? Isso é destruidor.

Vamos buscar o equilíbrio entre esses polos? E quando estiver em qualquer um dos lados busque a consciência do que se passa no seu interior, os sentimentos atrelados, as sensações físicas, o propósito de estar ali. Adquira esse ponto de observação, no qual não há tanto peso assim entre o que é bom ou ruim, certo ou errado, pois quando o olhar está acima das aparências podemos ver que tudo faz parte, que tudo pode ser aceito e acolhido com amor e na medida certa.

Fonte: Eu Sem Fronteira

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AUTOCONHECIMENTO: ENCARAR O SOFRIMENTO E A DOR É INEVITÁVEL SE QUISERMOS EVOLUIR

Identificação total com a mini palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey cujo tema é: “Não silencie a sua dor”. Por isso estou postando, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado. Todos temos um propósito ou missão de vida, que é inerente e/ou privativo a cada um, enquanto seres evolutivos. Entretanto, na dimensão em que nos encontramos, o objetivo de todo ser humano é um só: se libertar do sofrimento e da dor. E é exatamente sobre isso o vídeo que lhe convido a assistir em que o eminente psicólogo comenta: “Recentemente vimos a mídia tratar do abandono emocional sofrido pela atriz e Duquesa Meghan Markle por parte da família real britânica. Fiz uma análise dessa situação fazendo pontos com as [NOSSAS] famílias. Você já sentiu que a sua dor não foi acolhida pelas pessoas que mais convivem com você? Não tenha vergonha de mostrar a sua fragilidade. A experiência da dor, além de ser um poderoso combustível para a nossa resiliência emocional, é também parte do nosso crescimento. Não estamos falando aqui de cultivá-la e de ter excessivo apego a ela mas de [atravessar] as dores”.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO LIBERTAR SUA VIDA EM 7 ETAPAS, POR IVAN MAIA

Existem 7 dores que explicam todo o sofrimento que você vê nos seres humanos de hoje em dia. Você já deve ter reparado quantas pessoas estão tristes, desanimadas, depressivas, especialmente nessa época de pandemia que estamos atravessando. E se já havia gente triste antes, agora então, você nem pode imaginar! O nome desse vídeo é Como Libertar Sua Vida em 7 Etapas.

Milhões de pessoas sofrem, e isso ocorre porque eu, você e elas não fomos ensinados sobre as 7 áreas e sobre as dores que cada uma delas gera em nossas vidas pela nossa ignorância desse fato. Veja a proporção disso na vida de uma pessoa que está atravessando uma fase ruim: ela está com uma dor PROFISSIONAL, pois perdeu o emprego na pandemia; em seguida começa a dor FINANCEIRA, que a seguir gera a dor FAMILIAR, pois sem dinheiro os casamentos e relacionamentos se abalam profundamente. Isso tudo acarreta a dor FÍSICA, pois as preocupações e a tristeza geram doenças, e as doenças levam à morte. Então vem a dor ESPIRITUAL, pois sua fé fica abalada, suas crenças na tragédia superam sua crença em Deus e ela perde as esperanças. Percebe o quanto isso é grave?

Então assista ao vídeo a seguir com uma palestra incrível de Ivan Maia onde ele explica como e porque isso tudo acontece e o que fazer para se libertar disso!

Fonte:

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PSICOLOGIA: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS EM #WANDA VISION

Na coluna PSICOLOGIA desta sexta-feira Rossandro Klinjey faz a análise psicológica dos personagens da série Wanda Vision para que possamos aproveitar o caráter pedagógico e trazer para nossas vidas. O episódio final mostra a aprofundamento da vivência emocional de Wanda, nos falando sobre amor e tristeza. A forma como a personagem central Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) lida com a dor mostra seu egoísmo e sua ambiguidade moral. Embora ela não tenha sido exatamente uma vilã, ela fez sofrer as pessoas da cidade de Westview, que ela utilizou com verdadeiros fantoches para seu teatro de fantasias, tudo para tentar recuperar a vida que ela havia perdido e acreditava que um dia teria com Visão (Paul Bettany). Wanda aprende a lição de que nossa dor não nos autoriza a fazer os outros sofrerem, nem podemos machucar ninguém para administrar nossas angústias. A série é uma história sobre como superar esse estado de escapismo, e acontece num período de luto e dor da humanidade. Todos nós sofremos perdas que nos fazem viver uma separação do real. É como se houvesse uma desconexão, a vida de todos parece continuar a nosso redor, enquanto nosso mundo parece estar desmoronando. Depois desse spoiler você deve estar curioso(a). Então comece logo a assistir ao vídeo, reflita e faça o seu juízo de valor.

Fonte:

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REFLEXÃO: A PUNIÇÃO CABE DENTRO DA EDUCAÇÃO NOS DIAS DE HOJE?

O texto a seguir para nossa REFLEXÃO é sobre Punir e Educar. Com educar os nossos filhos de forma que seja na medida certa, sem excessos nem omissões? Não é fácil educar e talvez seja a mais difícil das missões, justamente porque cada ser humano é único e reage de inúmeras formas diferentes a uma determinada ação. O exemplo do texto a seguir é emblemático e pode ajudar você a agir da maneira certa e eficaz na educação do seu filho ou filha. Portanto, leia, reflita e faça o seu juízo de valor!

Punir e recompensar não é verdadeiramente educar | UNINTER NOTÍCIAS

Punir e educar

Quando o telefone tocou Santiago não poderia imaginar a notícia que lhe seria dada.

“Senhor Santiago?” – perguntou uma voz severa.

“Sim.” – respondeu apreensivo.

“Sou o delegado Lima.

Seu filho Fábio foi preso em flagrante, minutos atrás, quando furtava um CD de uma loja em um Shopping.”

Embora o delegado continuasse falando, nada mais foi registrado por Santiago.

O choque da notícia atingiu-o como um violento soco.

Ficou calado, segurando o telefone mesmo depois do término da ligação.

Não podia crer naquilo.

“Por quê?” – perguntava a si mesmo.

Enquanto dirigia-se para a delegacia onde estava detido o filho, pensava nos sacrifícios que fizera ao longo dos anos para oferecer à família conforto e bem-estar.

Longas e extenuantes jornadas de trabalho.

Anos e anos sem férias.

Economias e empréstimos bancários para garantir aos filhos tudo que lhes era essencial e necessário para crescerem fortes e felizes.

Não podia lhes dar tudo o que queriam, mas fazia o possível para oferecer-lhes tudo o que precisavam.

Priorizava a saúde e a educação dos pequenos.

Tratava-os com amor e com atenção, mesmo quando chegava tarde do trabalho e os encontrava às turras e fazendo manhas.

Sabia que não era um pai perfeito.

Reconhecia em si mesmo defeitos e vícios, mas não conseguia encontrar justificativa para a atitude do filho.

Por que Fábio teria feito aquilo?

Sentia-se mortificado de vergonha.

Seu filho, um ladrão!

Onde teriam ido parar os ensinamentos e os valores que acreditara ter incutido na cabeça daquele menino?

A dor inicial foi cedendo lugar à ira, e quando Santiago chegou à delegacia e foi levado à presença do filho não se conteve.

Sem dizer nenhuma palavra esbofeteou a face do rapaz na frente dos policiais que ali estavam.

Fábio não reagiu, nem disse nada.

Lágrimas escorreram pelo seu rosto.

Depois dos procedimentos burocráticos inevitáveis, o rapaz foi liberado e eles partiram silenciosos para casa.

Durante o trajeto nada foi dito.

Na realidade, Santiago estava arrependido pela sua reação brutal, mas não conseguia encontrar uma forma de contornar a situação.

Fábio, por sua vez, estava envergonhado e sentia-se a última das criaturas.

Acreditava não ser merecedor nem mesmo do perdão do pai pelo seu gesto impensado.

Quando chegou em casa, Fábio trancou-se no quarto.

Santiago largou seu corpo no sofá, pesadamente.

Levou alguns instantes para dar-se conta da urgente necessidade de conversar com o filho.

Tomado por um impulso, correu até o quarto de Fábio e, como ele não respondia aos seus chamados, arrombou a porta.

Graças à providência divina, chegou a tempo de evitar uma tragédia ainda maior.

A severa punição que infligira publicamente ao filho, e que agora atormentava a sua própria consciência, estimulara o desequilibrado rapaz a buscar a fuga da vida pelas vias equivocadas do suicídio.

Jamais puna quando estiver irado.

Nos momentos de raiva somos capazes de ferir até mesmo as pessoas que amamos.

A melhor forma de educar é fazer com que crianças e jovens repensem suas atitudes e aprendam com os próprios erros.

Pense nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo 4 do livro Pais Brilhantes Professores Fascinantes, de Augusto Cury, Ed. Sextante, 10ª edição.

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REFLEXÃO: ISOLAMENTO É OQUE OS DOENTES GRAVES ESTÃO VIVENDO

O destaque deste domingo, aqui na coluna REFLEXÃO é um texto que recebi pelas redes sociais sobre a opinião de um autor desconhecido acerca da situação que estamos vivendo com o isolamento social das pessoas por causa da pandemia e não podia deixar de compartilhar com vocês, pois muitos estão latamente insatisfeitos em ter de ficar isolados de tudo e de todos, mas não se lembram da situação de quem está internado num leito de UTI, respirando através de ventilação mecânica ou até mesmo entubados. Nesse momento temos de ser gratos e nos lembrar de que o nosso problema é fichinha diante do problema desses pacientes. Então lhe convido a ler o texto inspirador a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Atualidades: Até quando será necessário o isolamento social? | Focus Concursos

“Não considero isolamento ter que ficar em casa(🏠) ao lado de quem eu amo(💖).
Isolamento é o que os doentes(😷) graves estão vivendo.
Pare(🤫) de dizer que está entediado(🥱), chateado(😖) por não poder sair(🚶🏻‍♀🚶🏻‍♂) de casa; enquanto tudo que aqueles doentes (😷😷) que estão no hospital (🏥) querem é voltar pra casa(🏠).
Então, agradeça(🙏🏻) a Deus se você tem que ficar em casa(🏠), afinal, com dinheiro(💵) ou sem dinheiro(💸), com emprego ou sem emprego, você está no melhor lugar que poderia estar, no seu lar(🏠), cercado por quem te ama(💖) !!!
Talvez esteja na hora(⏰) de transformar sua casa num lugar gostoso(🥰) de ficar, num lugar de paz(🕊) e não de guerra, de abraço(🤗) e não de distanciamento.
Enfim, tenha um novo olhar(👀) da situação que está vivendo !!!
Faz da tua casa uma festa(🥳): Ouve música(🎼), canta(🎤), dança(💃🏼🕺🏻)…
Faz da tua casa um templo(⛪): ora(🙏🏻), medita na palavra(🧎🏻‍♀🧎🏻), pede(🤗), agradece(😇), louva(🤩), suplica.
Faz da tua casa uma escola(🏣): Lê(📰📓📖), escreve(📝), desenha(👩🎨👨🎨), pinta(🖌🎨), estuda(📝📖), aprende(🤗), ensina(🥰)…
Faz da tua casa uma loja🏪: Limpa(🧹), arruma, organiza, decora(🎍), etiqueta, muda de lugar, vende, doa…
Faz da tua casa um restaurante(🏢): Cozinha(🍳), come(😋), prova, cria receitas(🍞🥯🍔🍲🥮), cultiva temperos(🥕🧄🧅), planta uma horta(🥬🥦🍒)…
Enfim…faz da tua casa(💗🏡💗), da tua família(💓👨👩👧👧💓), um lugar de amor(🥰💝💖💓💗).”
Gratidão pela vida dos que amo!!!🙌🏾😇🙏🏽
(Autor desconhecido)
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AUTOAJUDA: COMO EVOLUIR DE UMA PESSOA QUE SOFRE PARA UM INDIVÍDUO PLENO

De volta

à luz

O que significa curar-se? Como realizamos essa transformação de uma pessoa que sofre para um indivíduo   pleno e desperto? Cada um de nós pode se tornar alguém que aprendeu a transformar a dor no poder de curar a si mesmo e aos outros ‘

O QUE SIGNIFICA CURAR-SE?  COMO SE TRANSFORMAR DE UM INDIVÍDUO QUE SOFRE EM UM INDIVÍDUO PLENO? CADA UM DE NÓS PODE SE TORNAR ALGUÉM QUE ATRAVÉS DE UMA DOR PODE SE CURAR E CURAR OS OUTROS, NEM SEMPRE ALGUM TIPO DE SOFRIMENTO É  CASTIGO, MAS OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E DESPERTAMENTO DO NOSSO POTENCIAL PARA EVOLUÍRMOS.

Arlene Gay Levine*

5 sinais de que você é uma pessoa da luz - TICKKS ERROR 404 - TICKKS

Engatinhando na areia em direção ao mar, uma menininha corta o joelho numa concha. O coração de um adolescente apaixonado se parte quando a pessoa amada recusa um primeiro encontro. Uma depressão profunda se abate   sobre o velho cientista que teve negado seu pedido de subvenção, provavelmente o mais importante, talvez o último. Toda uma nação se angustia com a notícia de uma tragédia de grandes proporções. O que essas situações   dolorosas e milhares de outras têm em comum? Todas elas são feridas, de um tipo ou de outro. Quer seja no corpo físico, emocional, mental ou espiritual, um ferimento ocorreu e agora exige o seu oposto: uma cura

O que significa curar-se? Como realizamos essa   transformação de uma pessoa que sofre para um indivíduo pleno e desperto quanto ao seu eu superior? Em essência, cada um de nós pode se   tornar um xamã, alguém que, através de uma crise pessoal, aprendeu a transformar a dor no poder de curar a si mesmo e aos outros.

Devemos começar exatamente onde estamos, no agora, no terreno sagrado do presente. Que pensamentos estamos tendo? Eles se tornam a linguagem que usamos para descrever a nós mesmos e o que acreditamos ser a nossa realidade. Esses pensamentos criam nosso caráter e eventualmente escrevem a história de nossa vida, para melhor ou pior. Quando a narrativa depende de informação errônea, é preciso fazer uma edição, uma reestruturação consciente, para permitir que a verdade transpareça.

Como exemplo, vejamos a menininha ferida que, enquanto se divertia na praia, cortou o joelho numa concha. Sangrando e assustada ela começa a chorar. Se sua cuidadora for uma pessoa equilibrada e de bom senso, pegará a criança e a confortará, enxugando o sangue e afastando o medo, com mão suave e expressões confortadoras. Porém, suponhamos que essa pessoa carregue feridas não resolvidas de um passado remoto. Talvez ela segure a criança grosseiramente e brigue com ela. “Como você é descuidada! Olhe o que você fez!” Agora, esse falso pensamento foi plantado na mente da criança e virá à tona da próxima vez que ocorrer um acidente; ela usará esses termos para se referir a si mesma. Formou-se um padrão de autocensura, em vez de um paradigma de compaixão e perdão para com os erros dos outros.

Palavras são ferramentas; elas atuam de maneiras invisíveis para criar resultados visíveis. Felizmente podemos aprender a direcionar esse processo de causa e efeito. Ao nos voltarmos para o nosso Instrutor Interno, que nos conduz para a câmara sagrada do nosso coração, onde todos os opostos são transcendidos, pegamos uma ferramenta que pode ser uma arma e a transformamos num bálsamo. Precisamos examinar e revisar nossos sistemas de crenças. Isso nos ligará tanto com as raízes de nossa resistência para crescer quanto com a energia ilimitada do nosso verdadeiro potencial

O escritor James Moffett acreditava que o objetivo fundamental da educação e da vida é crescimento espiritual. Ele dizia: “Escrever é puxar uma linha comprida das profundezas para descobrir quais as coisas atadas a ela.” Reserve um pouco de tempo e esteja disposto a fazer exatamente isso. Tenha em mãos um caderno e uma caneta. Coloque-se numa posição confortável, feche os olhos e concentre-se com algumas profundas e relaxantes respirações. Quando tiver se conectado com o silencioso local interno, sinta-se transportado, de forma segura, ao lugar aonde sua memória lhe levar.

Passe tanto tempo quanto preciso revisando cenas cheias de cores, sons, odores, sabores e texturas. Quando se sentir pronto, abra os olhos e faça um cartaz com três cabeçalhos: pessoas, locais e coisas. Debaixo de cada categoria comece a listar associações que ocorreram em sua visita ao passado. Continue, sem parar para questionar ou analisar qualquer de suas respostas.

Agora aprecie cada lista como se estivesse garimpando ouro. Quando você tiver coragem de explorar o que anotou, terá respostas intuitivas. Você terá escavado uma pepita de ouro. Escreva-a no centro de um círculo, no meio de uma página limpa, com letras maiúsculas. Você pode fazer mais algumas respirações profundas, como auxílio para penetrar o momento com plena atenção. Concentre-se na pepita, e à medida que as ideias a respeito do que você escreveu forem surgindo, faça uma linha a partir do círculo, deixando cada ideia se ramificar e disparar um novo pensamento ou memória. Não use mais do que poucas palavras para anotar. Retorne à pepita de ouro para cada nova inspiração e repita esse processo até que a página esteja cheia.

Despenda algum tempo para estudar o mapa do tesouro que você criou. Com sorte, sua palavra-pepita terá ajudado a desenterrar muitas conexões que, ao longo dos anos, você esqueceu ou inconscientemente reprimiu. Para você, quando criança, elas podem ter sido dolorosas demais para lidar. Use o mapa como um guia para o que deve ser descartado, recuperado ou revisado na sua vida atual. Se você precisar cavar mais profundamente para essa informação, faça uma “entrevista” com você mesmo(a). Registre suas perguntas e respostas. Revise-as cuidadosamente em busca de indícios sucintos sobre onde a cura ainda precisa ocorrer em sua vida.

É benéfico fazer a Meditação do Mapa do Tesouro várias vezes para obter melhores resultados. A repetição proporcionará uma viagem mais suave ao território onde você está fazendo sua exploração. A cada vez, aproxime-se mais da beleza de quem você realmente é. Revisar a história de sua vida pode mudar você, e o mundo em que você habita, de maneiras poderosas e positivas. Aliás, o tesouro que você descobrirá é o nascimento da luz onde antes havia uma ferida.

O dia começa; não há promessas. Talvez o sol vá brilhar, ou não.

Não se pode ter certeza de quem irá surgir ou de que notícias o próximo telefonema pode trazer

As estações do ano chegam regularmente, mas como elas serão é um mistério. Ainda assim…

Algum dia deixaremos nossos corpos e escorregaremos para o interior da luz; isso nós sabemos

Talvez, para despertar do sono e pôr de lado o medo, possamos viver cada dia como se a luz já fosse nossa.

Escute: o coração ouve uma verdade mais profunda do que a cabeça. Mesmo o ser mais solitário jamais está só na sinuosa jornada para o lar.

Fonte: Revista Sophia,  Ano 18, Edição 86

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REFLEXÃO: SEMPRE TEM ALGUÉM CUJA DOR É MAIOR QUE A NOSSA

Na nossa coluna REFLEXÃO desta terça-feira temos um texto mostra que sempre existe alguém cuja dor é maior que a nossa e que nunca e nenhuma situação vale a pena sucumbir a dor através do suicídio, pois sempre há pelo menos duas soluções ou saída para todo e qualquer problema. Um texto para as pessoas que acham que a sua dor é a maior de todas as dores!

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A maior dor

Qual é a maior dor?

Você já pensou nisso?

Um jovem deixou um bilhete aos familiares, pouco antes de cometer suicídio, e expressou no papel o que estava sentindo.

Disse ele que a maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.

É perder alguém que nos amava e que deixou de se importar conosco. É ser deixado de lado por quem tanto nos apoiava e constatar que esse é o resultado da nossa negligência.

A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista.

É não ter um amigo telefonando só para dizer “olá”.

É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.

O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos, sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e nos ajudar a reerguer o nosso ânimo.

É quando parece que nas aflições estamos sozinhos com as nossas tristezas.

Muitas dores nos afetam, mas isso pode parecer mais leve quando alguém nos dá atenção.

É bem possível que esse jovem tenha tido seus motivos para escrever o que escreveu.

Todavia, em nenhum momento deve ter pensado naqueles que o rodeavam.

Se pudesse sentir a dor de um coração de mãe dilacerado ante o corpo sem vida do filho amado…

Se pudesse experimentar o sofrimento de um pai que tenta, em vão, saber do filho morto o que o levou a tamanho desatino…

Se sentisse o desespero de um irmão que busca resposta nos lábios imóveis do ser que lhe compartilhou a infância…

Se pudesse suportar, ainda que por instantes, a dor de um amigo sincero a contemplar seus lábios emudecidos no caixão, certamente mudaria seu conceito sobre a maior dor.

Se você pensa que está passando pela maior dor que alguém pode experimentar, considere o seguinte:

Uma mãe que chora sobre o corpo do filho querido que foi alvo das bombas assassinas, em nome das guerras frias e cruéis.

Uma criança debruçada sobre o corpo inerte da mãe atingida por granadas mortíferas.

Um órfão de guerra que é obrigado a empunhar as mesmas armas que aniquilaram seus pais…

Um pai de família que assiste o assassinato dos seus, de mãos amarradas.

Enfim, pense um pouco nessas outras dores…

Pense um pouco nos tantos corações que sofrem dores mais amargas que as suas.

E se ainda assim você estiver certo de que a sua dor é maior, lembre-se daquela mãe que um dia assistiu a crucificação do filho inocente, sem poder fazer nada.

Lembre-se também daquele que suportou a cruz do martírio mas não perdeu a confiança no pai, que tudo sabe.

E se ainda assim você achar que é o maior dos sofredores, considere que talvez o egoísmo esteja prejudicando a sua visão.

Pense nisso!

Descobrir qual é a maior dor, é muito difícil.

Mas a maior decepção é fácil de deduzir.

É a daqueles que se suicidam pensando que extinguirão a vida e com ela todos os problemas.

Esses saem do corpo, mas, indubitavelmente, não saem da vida e, muito menos, acabam com os problemas.

Portando, por mais difícil que esteja a situação, nunca vale a pena buscar essa porta falsa, chamada suicídio.

É importante lembrar sempre:

por mais escura e longa que seja a noite, o sol sempre volta a brilhar.

E por mais que pensemos estar na solidão, temos sempre conosco um amigo fiel e dedicado que jamais nos abandona: o Meigo Rabi da Galiléia.

(Redação do momento espírita, baseado em mensagem volante sem menção ao autor.)

Fonte: Momento de Reflexão

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