AUTOCONHECIMENTO: NÃO CONFUNDA AUMENTAR A CONSCIÊNCIA COM TOMAR CONSCIÊNCIA

É importante entendermos a diferença entre aumentar a consciência e tomar consciência. O texto a seguir nos informa com clareza essa sutil diferença. Ficar mais consciente ou elevar a consciência tem a ver com enxergar melhor o certo e o errado, mas tornar-se consciente tem a ver com desapegar-se dos problemas. Convido você a ler o texto esclarecedor a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Aumentar a consciência não é o mesmo que tomar consciência

Mensagem de 10 de Março de 2021

“Elevar a consciência não é o mesmo que tornar-se consciente. Você pode aumentar a consciência sobre o que está errado no mundo, que acha que precisa ser consertado, ou pode aumentar a consciência do que é bom no mundo que você poderia estar apreciando. O que você está fazendo é mirar com uma lanterna.

Você pode focar no positivo ou negativo. Isto é mirar onde você foca. MAS, tornar-se consciente significa que você percebe que tem uma escolha. Isso significa que bem e mal são lados opostos da mesma moeda. Enquanto se apegar à moeda, você vai continuar a ter os opostos. Deixe ir.

Aumentar a consciência é o mesmo que dizer ‘ei, há um problema aqui. ‘Perigo, Will Robinson, perigo!’ O alarme soou. ‘Volte’! ou ‘Vá em frente.’ Tornar-se consciente é ir além de aumentar a consciência. É além de ir para frente e para trás. Não é tornar-se mais ‘desperto’.

Pare de fazer o que sempre fez para obter melhores resultados

Tornar-se consciente é abandonar os problemas e questões. Significa abandonar o ego, o apego aos problemas e as soluções. Podemos ficar tão presos às nossas soluções que deixamos de resolver o problema. Isso é abandonar os apegos e tornar-se livre.

Não é ficarmos mais sobrecarregados ao que prestamos atenção. Não é encher nossa mente com mais assuntos com os quais se preocupar diariamente. Esta forma de consciência frequentemente pede por doações. Esta forma de consciência é um chamado para agir e não para a transcendência.

Não pense que porque você está mais consciente dos problemas que você está mais consciente. O que você está é mais preocupado com os assuntos. É bom ajudar a resolver problemas. Também é bom não viver a vida como uma coleção de problemas que precisam ser resolvidos. Abandone os problemas. Sinta alegria.

Ative sua atitude e deleite-se em ter um sucesso maior

Porque não aumentar a consciência de todo o bem no mundo, toda alegria, todas as pessoas solidárias, todas as deliciosas atitudes saudáveis, todos os maravilhosos dias de tempo bom? Que tal aumentar a consciência de todas as pessoas, eventos e coisas em sua vida que o deleitam?

Que tal aproveitar isso e ir além de tudo isso? Torne-se consciente!

Uma coisa é trazer algo para sua atenção. Outra coisa é ir além do objeto de sua atenção. Outra é perceber que não há problemas. A mente causa sofrimento, como Budha mencionou. Sem pensamentos, não haveria dor emocional. Haveria apenas o que é. Para entender isso, você precisa tornar-se consciente. Mencionar isso só aumenta sua consciência. Agora, vá além, ao invés. Comemore tudo!”

Rex Sikes – Fonte: https://gratitudeactivator.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: COMO O EGO USA O CAMINHO ESPIRITUAL PARA SUAS PRÓPRIAS PRIORIDADES

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ARTIGOS: A COVID-19 E O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

DESPERTAR da consciência coletiva: a missão do coronavírus. Veja vídeo

Estamos vivenciando uma oportunidade incrível de alinhar e corrigir o desequilíbrio entre o intelectual e o espiritual. E esse alinhamento só acontece se trabalharmos junto a saúde mental e física, desenvolvendo a inteligência emocional. Estamos passando por uma transição planetária que se iniciou em 2012 e nunca se falou tanto em autoconhecimento, Ego, Eu Superior, Eu Cósmico, Consciência Cósmica, Consciência Divina, Espiritualidade, física quântica, mecânica quântica, mundo quântico, frequência, vibração, frequência vibracional, gratidão e Amor como agora. Se você for pesquisar essas palavras vão aparecer em milhares de sites, publicações, vídeos no youtube e artigos em jornais e periódicos sobre esses assuntos. Digo isso para enfatizar que estamos passando pelo Despertar da Consciência, que aqui no Brasil, tudo que passamos desde o evento da Lava Jato e o Impeachment de uma presidente da República até a prisão de um Ex-presidente da república e para não ficar só na política vamos lembrar que outros poderosos no campo religioso/espiritual e na medicina também foram parar atrás das grades, na grande limpeza das energias negativas que se processa nessa transição, mostrando que a mentira que já tinha pernas curtas, está anã e em breve rastejará por não ter mais nem pé. Todos esses eventos foram aos poucos expandindo a consciência da humanidade e a pandemia da Covid-19 veio para coroar essa transição planetária, pois igualou todo mundo independente de raça, cor, gênero, classe social, ricos e pobres. Todos sem distinção foram submetidos ao poder desse vírus e como diz o velho ditado: “se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor”. Então, essa pandemia deu a oportunidade aos que ainda estavam dormindo em berço esplêndido, despertarem a consciência e se libertarem desse plano 3D, passando para a 4ª e 5ª dimensões. Aos que, ainda assim, não despertarem, estarão fadados a experimentarem mais uma existência na dor e no sofrimento.

Wagner Braga

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO – COMODISMO X EGO – PARTE 1

Hoje estamos iniciando uma série de vídeos com o tema ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. O Consultor, Escritor e Palestrante Wagner Braga vai explorar bastante essa que talvez seja a maior responsável pelo atraso no desenvolvimento pessoal e espiritual da maioria dos seres humanos. Desde os primórdios, o homem sempre ficou dentro da sua zona de conforto. No vídeo de hoje, falo um pouco sobre zona de conforto, algo que tem relação direta com o ego. Um aprofundamento na relação entre zona de conforto e saúde, um dos aspectos mais importantes e que vai ficando para depois devido a correria do dia a dia. O que você tem feito para sair da sua zona de conforto?

🔸 Livro: Coração, Intuição e Gratidão – https://blogdosaber.com.br/produto/co…

Fonte:

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REFLEXÃO: SEM SABER QUEM SOMOS, NÃO CONSEGUIMOS COMPREENDER O QUE ESTÁ SENDO DITO

Um texto de incrível profundidade sobre “Verdades Espirituais” que nos remete a nossa essência para descobrir “quem somos” de verdade para nos desvencilharmos do comando do ego e da grande armadilha da superficialidade. Então convido você a se juntar a nós e refletir sobre assunto da maior relevância!

Verdades Espirituais

 em 

 

Se você fizer uma busca pelo termo “verdade espiritual” vai se deparar com inúmeras opções. Vai encontrar as “3 verdades”, as “5 verdades”, as “7 verdades”, as verdades das quais cada uma de tantas religiões tomou para si, e as verdades adaptáveis e maleáveis conforme interesse de quem as impõe como tal. Enfim, uma gama de caminhos para você escolher seguir. O texto de Patrícia Gebrim nos remete a uma essencial reflexão.

“Hoje muito se fala sobre “verdades espirituais”, mas será que estamos entendendo seu sentido mais profundo?
A superficialidade que ainda permeia nossa forma de apreender o mundo é, a meu ver, uma grande armadilha.
Entendam, uma afirmativa com base espiritual precisa ser compreendida de um ponto de vista igualmente espiritual, ou, com certeza, haverá uma lacuna em seu entendimento.
Quando ouvimos afirmações como: “tudo é uma ilusão”,  “ame a si mesmo em primeiro lugar”, “viver não deveria requerer esforço”, se usarmos nosso ego para compreender essas afirmações, talvez acreditemos que, “já que tudo é uma ilusão, não tenhamos que nos importar com nada. Talvez nos sintamos autorizados a ser egoístas, afinal devemos nos colocar em primeiro lugar, certo? E já que é para não nos esforçarmos, passemos nossos dias sentados, esperando que a providência divina cuide de tudo!”

Vocês percebem o risco da superficialidade?

Sem saber” quem somos”, não conseguimos compreender o que está sendo dito.

“Quem somos” de verdade compreende a natureza ilusória da separatividade, e faz aqui, na matéria, sua parte, sem nos esquecer da alma que somos.
Compreende que o outro é parte de nós , e quando amamos a nós mesmos em primeiro lugar, amamos tudo e a todos, uma vez que todos somos um.
Sabemos também que nesta vida há uma parte que devemos desempenhar, inspirados pela luz que somos, e nos comprometemos com isso, sem nos “esforçar” para atingir objetivos meramente pessoais.

Digo isso tudo para que busquemos mais profundidade em nossa compreensão.
Uma interpretação leviana pode nos afastar da fraternidade, cooperação e amor, sinais claros de que estamos no caminho certo.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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AUTOCONHECIMENTO: O SIMBOLISMO DO LAVA-PÉS ENCERRA O MAIS PROFUNDO MISTÉRIO DA VERDADEIRA REDENÇÃO DO HOMEM

É com muito orgulho e honra que publico na edição deste sábado um texto de profunda sapiência do, para mim, maior filósofo e visionário de todos os tempo. Aquele a quem eu tenho como “Guru” e através de quem aprendi quase tudo que sei sobre espiritualidade, desenvolvimento pessoal e expansão da consciência: Huberto Rohden. Por isso eu lhe convido a ler o texto completo a seguir para entender de verdade o significado de um dos maiores simbolismos da Bíblia Sagrada.

Sombra do Onipotente: O SIGNIFICADO DE LAVAR OS PÉS

LAVAI OS PÉS UNS AOS OUTROS – por Huberto Rohden

– Por Huberto Rohden –

A tocante cena do lava-pés encerra o mais profundo mistério da verdadeira redenção do homem. O seu sentido último vai muito além da ética da humildade que estamos habituados a ouvir nos sermões comuns das igrejas.

É a apoteose da redenção pelo querer-servir.

A humanidade está dividida em dois grupos nitidamente distintos: os que querem ser servidos – e os que querem servir. A primeira parte é enorme, a segunda é pequena em quantidade, embora grande em qualidade.

Para que um homem passe da doença crônica do querer-ser-servido para a vigorosa sanidade do querer-servir, é necessário que deixe de ser profano e se torne um homem sacro. No homem profano, devido à sua cegueira, predomina o pequeno ego físico-mental – no homem sacro, graça à sua vidência, triunfa o grande Eu espiritual.

O homem profano se sente bem, importante, poderoso, quando está sentado sobre um trono, dando ordens, e muitos de seus semelhantes jazem ao pé do trono, cumprindo ordens. Nisto é que ele vê força, riqueza grandeza – quando, na realidade, tudo isto é sintoma de fraqueza, pobreza, pequenez.

Quem pode alegremente servir mostra que é forte, rico, pleno, exuberante.

Deus não tem necessidade de receber nada, mas dá tudo porque é inesgotável Plenitude.

Quanto mais o homem se aproxima da Divindade doadora, tanto mais gosta de dar e servir e tanto menos se interessa por receber e ser servido.

Em última análise, toda a redenção consiste em que o homem extinga em si todo e qualquer desejo e necessidade de querer-ser-servido e eleve ao máximo a jubilosa vontade de querer-servir; porque aquilo é sinal de egoísmo estreito, ao passo que isto é prova de vasto universalismo e amor. Ora, todo egoísmo é irredenção, como todo amor é centralização unitiva.

No plano do ego personal domina a política de “ter”, e está ausente a filosofia do “ser”. O profano considera reais os objetos que ele tem ou pode ter, e por isso gasta a vida toda a correr atrás desses objetos, que, devido ao seu inerente pendor centrífugo, fogem do homem profano, por ser negativo. Na verdade, porém, nenhum objeto tem realidade intrínseca em si mesmo; todos eles são apenas realizados, isto é, possuem realidade extrínseca, vinda de fora deles. Nenhum objeto tem realidade original, autônoma, mas apenas um reflexo no espelho, heterônomo. Ora, ninguém pode agarrar e possuir solidamente um reflexo no espelho.

É absolutamente impossível que eu tenha hoje o que não tive ontem e não terei amanhã. Um “ter” entre dois “não-teres” é intrinsecamente impossível, porque contraditório em termos. Só tenho de fato o que posso ter para sempre. Esse “ter-para-sempre” porém, não faz parte dos objetos quantitativos, dominados pelas ilusórias categorias de tempo e espaço. O único “ter” verdadeiro é o “ser”. Em última análise, eu só “tenho” o que “sou”; só posso “ter” o meu verdadeiro “ser” com todos os atributos a ele inerentes, como verdade, justiça, amor, benevolência, ou seus contrários.

O profano é um caçador de sombras e sonhador de sonhos; corre sem cessar atrás de grandes e pequenos nadas, como se fossem algo, e, enquanto não se curar dessa estranha alucinação, não será liberto da sua velha escravidão, porque só a verdade é que é libertadora.

É esta ilusão a última razão por que o profano tem a irresistível necessidade de receber e de ser servido, porque isto dá uma força ilusória à sua fraqueza real, assim como álcool, cocaína, maconha e outros estimulantes e entorpecentes geram a sensação de uma força que, de fato, não existe nesses indivíduos viciados. Todo profano é um viciado, porque sedento e ébrio de objetos. Querer receber e ser servido é vício. Só a experiência da verdade é que cura o homem dessa doença crônica e aguda e lhe dá vigorosa saúde.

* * *

Quando Jesus ajoelhou aos pés de seus discípulos para lavá-los e enxugar com uma toalha, prestou-lhes, segundo a opinião humana, serviço de escravo. No Oriente, onde se usam, geralmente, sandálias em vez de sapatos fechados, o viandante entra em casa com os pés cobertos de pó; imediatamente, um dos servos acorre com uma bacia de água, desata o calçado e lava os pés do hóspede, enxugando-os com uma toalha. As sandálias ficam do lado de fora.

Para a humanidade profana dos nossos dias, esse servir é um sinal de inferioridade – assim como o ser-servido é considerado quase universalmente como prova de superioridade. Entre verdadeiros iniciados e homens sacros reina a ordem inversa, porque eles se aproximaram tanto do Servidor Doador Universal que refletem espontaneamente os atributos de mesmo.

“Os príncipes deste mundo – disse Jesus – dominam sobre seus súditos, e por isto são chamados grandes; entre vós, porém, não há de ser assim, mas aquele dentre vós que quiser ser grande seja servidor de todos.”

Aqui está o teste da verdadeira iniciação cósmica; dar e servir em vez de querer receber e ser servido. O verdadeiro iniciado, porém, não vê nesse dar e servir algo como virtude ou heroísmo, mas sim como a expressão da mais simples das verdades e realidades. Ele não é “virtuoso”, no sentido usual do termo, mas é “sábio”, por ser um grande “compreendedor” da suprema verdade.

O Nazareno deu a seus discípulos uma ordem simbólica, mandado que lavassem os pés uns aos outros, quer dizer, que prestassem uns aos outros serviço espontâneo e voluntário, impelidos pelo amor compreensivo, e não compelidos por alguma lei externa.

* * *

Mahatma Gandhi tinha entre seus discípulos uma turma que ia de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, fazendo limpeza pública nas ruas e até nas privadas. Certo dia, um viajante encontrou um passageiro de trem a lavar a privada; olhou para o desconhecido e disse: “Você, de certo, é da turma de Mahatma Gandhi”. Sorriu-se o servidor espontâneo e continuou a trabalhar. Era de fato da “turma de Gandhi” – porque era Mahatma Gandhi em pessoa, ele, a “grande alma” da Índia.

Para poder servir espontaneamente, sem perigo de criar complexo de heroísmo ou virtuosidade, deve o homem ser, de fato, uma “mahatma”, uma “grande alma”; porque as almas pequenas só querem ser servidas. Quem não é ainda remido da velha escravidão do seu ego não pode entrar na “gloriosa liberdade dos filhos de Deus”.

Jesus, porém, supõe que seus verdadeiros discípulos sejam grandes almas…

”Lavai os pés uns aos outros”…

“Quem quiser ser grande, seja servidor de todos”…

(Texto extraído do livro “O Triunfo da Vida Sobre a Morte” – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret).

Fonte: IPPB.ORG
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A ARMADURA DO SEU EGO, POR ROSSANDRO KLINJEY

Neste sábado a nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL trás uma mini-palestra do incrível Rossandro Klinjey acerca do famigerado EGO. Nessa palestra ele aborda “a armadura do seu Ego”. Ele lança um questionamento: Qual foi a armadura que o seu ego montou para vencer? E em seguida afirma: A qualquer momento podemos lançar um olhar de inteligência sobre a nossa própria vida. Entenda o porquê dessa argumentação assistindo ao vídeo completo a seguir!

Fonte:

 

 

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REFLEXÃO: DA SABEDORIA DE LAO-TSÉ CONHEÇA OS PRINCÍPIOS DA MAIS ALTA SABEDORIA

Nesta terça-feira a nossa coluna REFLEXÃO trás mais um dos maravilhosos e sábios textos publicados por Beth Michepud em seu blog. Desta vez o tema é sobre os princípios da mais elevada sabedoria. Por isso você não pode deixar de ler o texto completo de profunda sabedoria a seguir para descobrir quais são esses princípios!

Atenção!

 em 

 

Trago hoje um artigo publicado na revista Pentagrama 2016, que fala sobre a importância de permanecermos em constante vigilância, para evitarmos que nossa mente atropele nossa essência.

“Certo dia, um homem foi até Lao Tsé e fez-lhe a seguinte pergunta:
– “Mestre, poderíeis por num papel alguns princípios da mais elevada sabedoria?

Lao Tsé pegou seu pincel e escreveu: “Atenção.”
–“Isto é tudo?” perguntou o homem.
Retomando seu pincel, Lao Tsé escreveu: “Atenção, atenção.”
– “Bem, eu realmente não vejo o que há de profundo no que escreveis.”
Pela terceira vez Lao Tsé tomou seu pincel: “Atenção, atenção, atenção.” Contrariado, o homem insistiu: – “Mas o que significa então essa palavra?”
Amavelmente, Lao Tsé respondeu-lhe: “Atenção significa atenção.”

A maior parte do tempo experimentamos um turbilhão de pensamentos que não conseguimos deter. Sentimos que somos vítimas impotentes diante daquilo que passa pela nossa mente. Sem dúvida precisamos fazer um sério autoexame antes de chegarmos à conclusão de que os pensamentos só podem chegar até nós com nossa colaboração. A partir do momento em que damos guarida a um pensamento ou o evitamos, ligamo-nos a ele. É desse modo que ele se torna real. […] Consequentemente, devemos estar cônscios de que não temos condição de observar aquilo que é real, mas tão-somente nossa própria realidade!

Portanto, está claro que a força gravitacional do ego desvia incessantemente nossa atenção. […] Devemos apenas constatar, sem julgar, que isso simplesmente acontece. Depois, precisamos deslocar de imediato nossa atenção para o essencial: o ponto de contato que está no coração. Assim, a concentração se torna um instrumento para o autoconhecimento. Quando o contato foi estabelecido e nosso coração começa a vibrar, ali fica registrada uma sabedoria sutil. E se esse conhecimento se torna posse nossa, podemos decidir que vamos direcionar nossa atenção para a verdade. O importante é abrir um espaço para a sabedoria sutil do coração, experimentá-la, aprofundá-la. Descondicionarmos de nossa pessoa requer atenção permanente, enquanto o contato com nosso ser essencial é direto e imediato. Em um processo de transformação,
a luz integra-se a nós, de modo a ser realmente vivenciada.”

Luz e Paz!

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REFLEXÃO: A DIFERENÇA ENTRE O GOSTAR E O DEPENDER

Nesta quarta-feira a nossa REFLEXÃO é sobre a diferença entre o GOSTAR e o DEPENDER. O apego e a posse, sentimentos da natureza humana enraizados no inconsciente coletivo que representa as amarras da humanidade ao nível senso consciencial, aquele regido apenas pelos cinco sentidos, nos faz confundir o nosso valor pessoal independente de nossas “posses” materiais com a responsabilidade sobre as nossas emoções.

cuidado com a carência. ela faz as pessoas confundirem saudade com ...

Há uma linha tênue que diferencia o gostar e o depender. O gostar é expressão da alma, é o sentimento natural que flui em prazer e alegria acerca de algo que despertou a sua natureza. O gostar nada tem a ver com a posse, do contrário jamais existiria, porque em uma análise consciente sabemos que nada nos pertence. Não temos posse sobre a natureza, sobre as pessoas e nem sobre as coisas as quais usufruímos hoje. Todas são empréstimos temporários da vida as quais um dia nos despediremos, inclusive do nosso próprio corpo.
De tudo a única coisa que poderíamos chamar de nosso são os nossos sentimentos. Eu não preciso ter para sentir. Não preciso possuir o sol para gostar do seu calor, não preciso ser “dono” de alguém para lhe amar, não preciso nem mesmo estar perto, apenas preciso sentir.
A ilusão de que temos algo em nosso poder é a raiz da dependência. Mais do que pensar que temos, acreditamos que necessitamos e não percebemos que esse pensamento é a origem do apego. Tudo ao qual nos apegamos controla o nosso emocional, pois fazemos disso o ponto de controle do nosso equilíbrio. Nós mesmos elencamos algo ou alguém como necessário para nossa paz e nosso bem-estar. Quem vê desta maneira acreditando que necessita ter não percebe que está se tornando o próprio escravo daquilo que pensava possuir.
Não há nada nocivo em gostar de estar perto de quem se ama e em poder usar e aproveitar de algum objeto que de alguma forma lhe é bom. Mas é necessária a consciência da sua transitoriedade, da liberdade do outro, do nosso valor pessoal independente de nossas “posses” materiais e da responsabilidade sobre as nossas emoções. Só assim entendemos que nossa felicidade está na nossa capacidade de sentir e não no que ou no quanto pensamos possuir.
(Alexandro Gruber) @alexandro_gruber
Art: Henn Kim
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AUTOCONHECIMENTO: O DESAPEGO É O MAIOR DESAFIO DO SER HUMANO NESSE PLANO DIMENSIONAL

Neste texto espetacular que vem a seguir temos um verdadeiro tratado sobre “o desapego”. O que significa o lento e penoso processo de se desvencilhar do ego, do sofrimento, da permanência e do ciclo vicioso em busca da iluminação. Portanto lhe convido a mergulhar nessa leitura fantástica que lhe ajudar a se libertar de suas crenças limitantes!

O Desapego

Mãos abertas libertando borboletas ao céu ensolarado.

Por Anne Moon. 3 de dezembro de 2019.

Odesapego, o ato de não se prender a coisas ou pessoas ou, para muitos, a liberdade. Vejo que há uma confusão com esse conceito, tão falado hoje em dia, apesar de ser bastante mencionado pelo budismo há milhares e milhares de anos, então vamos falar sobre e desmistificar o desapegar.

No budismo, uma das doutrinas é o desapego, que seria a forma de viver mais leve, de atingir a iluminação e evoluir. Tudo isso porque o apego é a raiz de todo sofrimento.

Quando se fala em apegar, é se apegar ao passado, ao futuro, às pessoas, às coisas, pois existe a impermanência, que não garante que nada disso fique em sua vida, ou que fiquemos nesse plano para usufruir de tudo o que está ao nosso redor.

O apego vem do ego em excesso, pois ele nos prende em um ciclo vicioso.

É nesse ponto em que há uma confusão enorme. Uns pensam que desapegar é não se conectar emocionalmente com ninguém, desconsiderar as coisas e pessoas, viver seguindo apenas os instintos e sempre vivendo no limite, que não devo filtrar as coisas e pessoas que quero em meu círculo social.

Nós desde crianças, somos criados com a crença de permanência, que tudo é fixo, determinado, nada muda, tudo é o que é e ponto final. Sendo assim, quando algo sai de rota em nossas vidas, entramos no sofrimento e nos desequilibramos, não é mesmo?

Por exemplo, você tem algum plano criado, mas no meio do caminho algo acontece que coloca tudo água abaixo, ou que te obriga a remanejar um pouco as coisas e isso nos desestabiliza, ficamos sem saber o que fazer.

Buda diz que o apego é a expressão da nossa mente cheia de desejos vindos do ego. Veja o ego não como um monstro insaciável, mas como uma criança que precisa de limites, de entender como a vida é. Quando o ego fala muito alto, ficamos na ânsia de realizar todos os nossos desejos, focamos apenas no “eu”, no que Eu preciso, Sinto e Quero e não no que o outro precisa, sente e quer, no sentido de se doar pelas pessoas.

Mulher de costas com os cabelos esvoaçantes, em frente a um rio com árvores em volta.

Foto de Dominika Roseclay no Pexels

Quando você compreende que a vida é muito mais doar do que receber, você despertou e evoluiu. Sim, pois o fluxo do universo funciona assim, doar para receber, simplesmente pelo ato em si e todos agindo assim. Afinal, esse momento de isolamento social, dessa pandemia, essa nova década em si se mostrou um momento para além de darmos atenção ao nosso interior, darmos mais atenção ao nosso próximo, ao universo que é o nosso lar.

O apego é o ego gritando para ser satisfeito. Seja em uma compulsão por comida, bebida ou qualquer coisa lícita e ilícita também ou até mesmo por sexo.

Tem uma palestra na internet do venerável Shifu Zhihan falando que quando estamos no apego, centralizados em nosso ego, ficamos nessa ânsia que muitas vezes nem sabemos o porquê de estarmos nessa vibração.

Nessa palestra ele fala sobre os dez exércitos de Mara e conta aquela história incrível sobre quando Mara tentou Buda, quando queria o impedir de alcançar o nibbana durante a meditação.

O que é mais curioso é que o ataque é justo no ego do iluminado.

Quando Mara manda suas filhas para o seduzirem, quando Buda sente fome, dores no corpo, cansaço, quando se lembra de que deixou seus filhos e sua esposa em seu castelo. Afinal, ele era um príncipe indiano que abdicou de todas as riquezas, regalias e de sua família, por querer buscar a iluminação.

O apego nos traz insatisfação e mais insatisfação, pois somos insaciáveis, sempre estamos querendo algo, desejando algo, não nos contentamos com o que temos. Eu falo de a pessoa nunca ser grata pelo que já tem, para que o universo possa dar cada vez mais. A insatisfação faz com que essa pessoa não consiga se conectar no presente e expressar a gratidão. Pela falta de contentamento, não consegue ser grato e assim não consegue fazer com que sua vida flua, por estar presa a essa ilusão da permanência, de que tudo é eterno, determinado, que tudo já foi roteirizado por algo ou alguém.

Desesperador isso, ao menos para mim. Imagine não poder mudar nada na sua vida? Imagine não poder fazer mudanças na própria vida?

Não teria motivo para a gente se movimentar na vida, apenas ficar sentado e deixar a vida acontecendo, passivos, já que não podemos fazer nada para mudar as coisas, estando tudo já determinado.

Silhueta de um homem de braços abertos ao pôr do sol.

Foto de Snapwire no Pexels

É aí que percebemos que a impermanência faz parte do fluxo do universo, o universo é movimento, é livre.

Nada deveria nos pertencer nem controlar, no sentido de posse, aquele pensamento de “tudo é MEU, a MINHA disposição” e não nos deixar ser controlados, possuídos, perder nossa autonomia.

A ideia do desapego não é viver de forma fria e desregrada, descompromissada, não se importar com os outros, com as consequências, viver no automático, mas ter em mente que “nada me pertence e a nada eu pertenço”.

Viver em liberdade, ser um espírito livre, o desapego é deixar de viver no automático e começar a viver em consciência plena, em unidade, se entendendo como parte do universo, nem melhor, nem pior e nem igual.

É que nem o efeito zenão, que seria o ato de cocriar a realidade que você tanto deseja. Você faz a pergunta para o universo: “Universo, de todas as realidades disponíveis para mim, eu escolhi essa determinada realidade. Quanta consciência eu preciso para que isso se atualize mais rápido em minha vida?” e então você solta ao universo falando a seguinte frase “Entrego, confio, aceito e agradeço”, sem ficar na ansiedade para que isso ocorra e nem que ocorra como quer.

Foto de um homem visto de perfil, com touca e agasalho, de olhos fechados, sorrindo.

Foto de Enoch Patro no Pexels

Quando eu falo sobre não querer possuir e não deixar pessoas te possuírem é parar de querer impor controle sobre os outros, parar de interferir no processo de evolução de alguém e ter responsabilidade por si mesmo.

Quando eu falo sobre não deixar que coisas te controlem ou que você não tente controlar as coisas, é não se deixar levar por elas e não atrapalhar o fluxo natural das coisas. Sabe a linha tênue entre equilíbrio X vícios, saudável X exagerado?

Jamais interferir no fluxo das coisas ou no processo evolutivo de alguém, por não sabermos se dentre todas as possibilidades disponíveis na vida, a melhor entre elas, seria a que NÓS achamos a melhor, sendo que o universo é abundante, livre, a natureza é livre.

Amar não é ter a sensação de posse, como o apego, que vem do ego, traz.

Amar é querer a liberdade, que se desenvolva mais e melhor a cada dia.

A impermanência, o desapego é uma forma otimista de olhar a realidade, que cada dia pode ser melhor do que o outro, a cada dia posso ser a melhor versão de mim mesma.

Anne Moon
Escrito por Anne Moon

Gratidão a você que leu esse artigo!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: QUEM É O EGO?

Nesta quinta-feira temos um texto bastante interessante que cabe uma reflexão na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO sobre O Ego. O famigerado Ego que tanto rege as nossas vidas e nunca é demais refletir sobre ele, até porque a humanidade ainda está muito longe de entender a verdadeira função desse personagem. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir, refletir e tirar suas conclusões!

O Ego

o ego

OEgo é quem? Eu mesma ou outro ser que vive em mim?O Ego é nosso personagem, o parcial e relativo, no meu caso, a Mônica.

O Ego é a figura, mas também existe o Ser. A Consciência, a Alma, é ele quem é o chefe. O Ego deveria servir ao Ser.

Ele, o Ego, é muito útil no início da vida, para que a gente aprenda a viver neste mundo, mas logo que isso aconteça, por volta dos 10 anos de idade, ele deveria ir diminuindo e dando espaço para que o Ser, a Consciência, Self ou Alma, assumissem o controle e pudéssemos seguir nossa tarefa. Mas não. A gente inverte. Alimenta e infla o Ego insuportavelmente e abafa a Consciência…

Quem gosta ou não gosta é o Ego. Ele pode ser bem tirano e masoquista inclusive.

Quando reajo, não aceito mudanças, ou quando algo me contraria é o meu grande Ego que grita, querendo ter razão, querendo ser atendido.

Ver sua existência e seu movimento é o começo para domá-lo, e o bicho é bravo, é forte, foi muito bem alimentado, instruído, treinado pra viver nessa selva. É adversário de força similar…

Observar o que acontece em mim, minhas reações e emoções, e não fugir desse aprendizado que Eu Sou Quem Eu Sou, e que ele apenas faz sua tarefa, mas não sou eu, é libertador.

Não tenho que sucumbir a ele. Viva!

Estar consciente da Impermanência, do desapego, ciente de que não estamos no controle de absolutamente nada, observar o movimento, sentir a dor, me acolher nisso e deixar passar…

Humildade é a quebra do Ego, é aprender a lição, é viver os 40 dias no deserto e renascer para o novo.

Ouvir o coração, e não a mente, é o caminho, porque a mente é o Ego e a Consciência fala pelo que sentimos no coração.

Eu sigo observando o quanto o Ego ainda entra em cena e vou cuidadosamente dominando o bicho bravo…

Com amor.

Monica Marchese Damini
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AUTOCONHECIMENTO: NO 9º VÍDEO DA SÉRIE O EGO, A PREGUIÇA E A ZONA DE CONFORTO REGEM A NOSSA VIDA

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira temos 0 9ª vídeo da série AUTOCONHECIMENTO, onde o destaque é, o Ego a Preguiça e a Zona de Conforto. Por causa da força do ego e do apego ao material não enxergamos 90% das coisas que existem na natureza. Assista ao vídeo e saiba como podemos fazer essa passagem evolutiva!

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