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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, EPISÓDIO #012 – EM BUSCA DA MATURIDADE EMOCIONAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

No 12º episódio da série CUIDANDO DA ALMA do experiente psicólogo Rossandro Klinjey, ele aborda os meandros da “maturidade emocional” em cada um de nós. “Ao contrário das mudanças fisiológicas, que até certo ponto acompanham igualmente cada um de nós ao longo da vida, a maturidade emocional não depende da idade. Em alguns casos, ela se correlaciona harmoniosamente com o desenvolvimento e maturação da personalidade, mas também há pessoas cuja maturidade emocional se forma muito cedo e, em alguns casos, pode permanecer praticamente inalterada ao longo de toda a trajetória de vida de uma pessoa. Então, o que é “maturidade emocional” – uma construção artificial que as pessoas inventaram para descrever a irresponsabilidade de outra pessoa, ou um aspecto importante da formação da personalidade que deve receber atenção especial? Se deduzirmos a definição mais geral e simples, então a maturidade emocional é o nível de desenvolvimento da personalidade com alto grau de racionalidade, autocontrole, responsabilidade, capacidade de reflexão, com necessidade de trabalho e relacionamentos estáveis. Um adulto se esforça para ter lugar na profissão e na família. Vários psicólogos enfatizam a importância dos motivos de afiliação (envolvimento) e realizações. É importante que uma pessoa decida uma posição civil e social, com um modo de vida, com seus princípios e atitudes internas”. 

Fonte:

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DICA DE LIVRO: ANTITARJA PRETA DE PABLO VINÍCIUS

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é uma das melhores obras literárias que já tive a oportunidade de ler. Antitarjapreta, por incrível que pareça foi escrito por um psiquiatra. Não é preciso ser muito inteligente e nem mesmo ler a sinopse deste livro para entender que o seu conteúdo reprova o uso de remédios controlados, em especial os tarjas pretas, já que o próprio título já o denuncia. Obras com esta trás um novo alento para uma sociedade doente, totalmente dependente de remédios, pois mostra que uma nova geração de médicos e pesquisadores está mudando essa mentalidade.

Se você ainda não entendeu ou está curioso para conhecer um pouco do conteúdo deste livro, aqui vai a sinopse:

A vida real, com seus altos e baixos, tem levado muitas pessoas a se medicarem sem que os critérios terapêuticos estejam claros.

No entanto, ao contrário do que muitos podem pensar, os relacionamentos não mudam porque tomamos um remédio para suportá-los. O trabalho não muda só porque nos anestesiamos para aguentar a pressão, o excesso de demandas e o assédio moral. E o mundo à nossa volta não muda porque estamos vivendo à base de medicamentos.

Foi do consultório do dr. Pablo Vinícius que saíram os instigantes casos que você conhecerá neste livro: médico e pacientes iniciam uma jornada sem contraindicações rumo ao resgate do controle não apenas de suas emoções, mas de sua própria vida.

A verdadeira mudança precisa vir de dentro para fora, e o tratamento é passo a passo, não comprimido a comprimido.

Você prefere se enganar ou encarar essa questão cara a cara?

Pablo Vinicius é formado em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia e especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria, em Saúde Mental pela Fiocruz e em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono de São Paulo e pela Associação Brasileira do Sono. Fez mestrado em Ciências da Saúde na Universidade de Brasília, com atuação em neurociências e participou de um fellowship em Estimulação Magnética Transcranial na Universidade de Columbia, em Nova York. Atualmente é professor do curso de Medicina das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central, em Brasília, onde também é coordenador do Internato em Saúde Mental.

Fonte: Acervo próprio

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AUTOCONHECIMENTO: ENCARAR O SOFRIMENTO E A DOR É INEVITÁVEL SE QUISERMOS EVOLUIR

Identificação total com a mini palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey cujo tema é: “Não silencie a sua dor”. Por isso estou postando, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado. Todos temos um propósito ou missão de vida, que é inerente e/ou privativo a cada um, enquanto seres evolutivos. Entretanto, na dimensão em que nos encontramos, o objetivo de todo ser humano é um só: se libertar do sofrimento e da dor. E é exatamente sobre isso o vídeo que lhe convido a assistir em que o eminente psicólogo comenta: “Recentemente vimos a mídia tratar do abandono emocional sofrido pela atriz e Duquesa Meghan Markle por parte da família real britânica. Fiz uma análise dessa situação fazendo pontos com as [NOSSAS] famílias. Você já sentiu que a sua dor não foi acolhida pelas pessoas que mais convivem com você? Não tenha vergonha de mostrar a sua fragilidade. A experiência da dor, além de ser um poderoso combustível para a nossa resiliência emocional, é também parte do nosso crescimento. Não estamos falando aqui de cultivá-la e de ter excessivo apego a ela mas de [atravessar] as dores”.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, O QUE É NASCER?, EPISÓDIO 01 – POR ROSSANDRO KLINJEY

Terça-feira é dia de DESENVOLVIMENTO PESSOAL e a partir de hoje vamos publicar aqui a série do renomado Rossandro Klinjey “CUIDANDO DA ALMA”, onde o primeiro episódio aborda o que é renascer, mas começando por “O que é nascer?”. Uma live que vai esclarecer pontos importantes no comportamento humano que, muitas vezes, não conseguimos compreender. Portanto, convido você a assistir, refletir e fazer seu juízo de valor!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A TERAPIA CHAMADA COMPAIXÃO,POR OSHO

Um texto fenomenal de bom é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira. A terapia chamada compaixão, nos convida a entender porque a Compaixão é a forma mais pura e elevada do amor. Segundo Buda, “sentir compaixão pelo mundo inteiro, compartilhar seu amor, faz você liberar a energia na atmosfera e essa energia pode ser usada pelos outros”. Então convido você a ler o texto completo a seguir e ficar mais iluminado!

A terapia chamada compaixão

Disseram a Osho:

Uma vez ouvi você dizer “Só a compaixão é terapêutica”. Por favor, fale sobre a compaixão.

Sim, só a compaixão é terapêutica – porque tudo que é ruim no homem é devido à falta de amor. Tudo que é errado no homem está em algum lugar associado com o amor. Ele não tem sido capaz de amar, ou não tem sido capaz de receber amor. Ele não tem sido capaz de compartilhar seu ser. Essa é a miséria. Isso cria todo tipo de complexos por dentro.

Esses ferimentos íntimos podem vir à tona de muitas maneiras: podem se tornar doenças físicas, podem se tornar doenças mentais – mas profundamente o homem sofre de falta de amor. Assim como a comida é necessária para o corpo, amor é necessário para a alma. O corpo não pode sobreviver sem comida, e a alma não pode sobreviver sem amor. Na verdade, sem amor a alma sequer nasceu – não existe a questão de sua sobrevivência.

Você simplesmente pensa que tem uma alma; você acredita que tem uma alma devido ao seu medo da morte. Porém, você não sabe a não ser que você tenha amado. Só no amor a pessoa vem a sentir que é mais do que o corpo, mais do que a mente.

É por isso que digo que a compaixão é terapêutica. Que é compaixão? Compaixão é a forma mais pura de amor. Sexo é a forma mais baixa do amor, compaixão é a forma mais elevada do amor. No sexo, o contato é basicamente físico; na compaixão o contato é basicamente espiritual. No amor, compaixão e sexo estão misturados, o físico e o espiritual estão misturados. Amor é o meio caminho entre sexo e compaixão.

Você também pode chamar a compaixão de oração. Você também pode chamar a compaixão de meditação. A mais alta forma de energia é compaixão. A palavra compaixão é bela: metade dela é paixão – de algum modo paixão tornou-se tão refinada que não é mais como uma paixão. Ela tornou-se compaixão.

No sexo, você usa o outro, você reduz o outro a um meio, você reduz o outro a uma coisa. Eis porque num relacionamento sexual você se sente culpado. Essa culpa não tem nada a ver com ensinamentos religiosos; essa culpa é mais profunda do que os ensinamentos religiosos. Num relacionamento sexual como tal você se sente culpado. Sente-se culpado porque você está reduzindo um ser humano a uma coisa, a um produto a ser usado e jogado fora.

É por isso que no sexo você também sente uma espécie de servidão; você também está sendo reduzido a uma coisa. E quando você é uma coisa sua liberdade desaparece porque sua liberdade só existe quando você é uma pessoa. Quanto mais você for uma pessoa, mais livre você é, quanto mais uma coisa você for, menos livre você é.

A mobília do seu quarto não é livre. Se você deixar o quarto trancado e voltar após muitos anos, a mobília estará no mesmo lugar, da mesma maneira; ela não irá se arrumar de uma nova maneira. Ela não tem nenhuma liberdade. Contudo se você deixar um homem no quarto, você não irá encontrá-lo do mesmo jeito – nem mesmo no outro dia, nem mesmo no próximo momento. Você não pode encontrar o mesmo homem novamente.

O velho Heráclito diz: Você não pode pisar no mesmo rio duas vezes. Você não pode encontrar o mesmo homem novamente. É impossível encontrar o mesmo homem duas vezes, porque o homem é um rio, continuamente fluindo. Você nunca sabe o que vai acontecer. O futuro permanece aberto.

Para uma coisa, o futuro está fechado. Uma pedra permanecerá uma pedra. Ela não possui nenhuma potencialidade para crescer. Ela não pode mudar, não pode evoluir. Um homem nunca permanece o mesmo. Ele pode recuar, pode ir adiante, pode ir para o inferno ou para o céu, ele, porém, nunca permanece o mesmo. Continua se movendo, desse ou daquele jeito.

Quando você tem um relacionamento sexual com alguém, você reduziu essa pessoa a uma coisa. E reduzindo-a você reduziu a si mesmo também a uma coisa, porque é um compromisso mútuo que “Eu lhe permito me reduzir a uma coisa, você me permite lhe reduzir a uma coisa. Eu lhe permito usar-me, você me permite usá-lo. Usamos um ao outro. Nos tornamos coisas”.

Eis porque… observe dois amantes: quando eles ainda não estão consolidados. O romance ainda está vivo, a lua de mel ainda não acabou e você vai ver duas pessoas pulsando com vida, prontas para explodir – prontas para explodir no desconhecido. E então observe um casal, o marido e a esposa, e você verá duas coisas mortas, dois túmulos, lado a lado – ajudando um ao outro permanecer morto, forçando um ao outro permanecer morto. Esse é o constante conflito do casamento. Ninguém quer ser reduzido a uma coisa!

Sexo é a forma mais baixa dessa energia “X”. Se você for religioso, chame isso de “Deus”, se você for científico, chame-o de “X”. Essa energia, X, pode tornar-se amor. Quando ela se torna amor, então você começa a respeitar a outra pessoa. Sim, às vezes você usa a outra pessoa, mas você se sente grato por isso. Você nunca diz obrigado para uma coisa. Quando você está apaixonado por uma mulher e faz amor com ela, você diz obrigado.

Quando você faz amor com sua esposa, você já disse alguma vez obrigado? Não, você tem isso como certo. Alguma vez sua esposa já lhe disse obrigado? Talvez, muitos anos atrás, você pode se lembrar algum tempo quando você estava indeciso, estava só tentando, cortejando, seduzindo um ao outro – talvez. Mas uma vez consolidado, ela alguma vez já lhe disse obrigado por alguma coisa? Você já fez tantas coisas por ela, ela já fez tantas coisas por você, ambos estão vivendo um para o outro, a gratidão porém, desapareceu.

No amor, existe gratidão, existe uma profunda gratidão. Você sabe que o outro não é uma coisa. Você sabe que o outro possui uma grandeza, uma personalidade, uma alma, uma individualidade. No amor você concede liberdade total ao outro. É claro, você dá e recebe: é um relacionamento de dar e receber… mas com respeito.

No sexo, é um relacionamento de dar e receber sem nenhum respeito. Na compaixão, você simplesmente dá. Não há nenhuma idéia na sua cabeça em receber alguma coisa de volta; você simplesmente compartilha. Não que coisa alguma venha! Isso retorna um milhão de vezes, mas isso é só dessa maneira, só uma consequência natural. Não há nenhum anseio por isso.

No amor, se você der alguma coisa, bem lá no fundo você continua esperando que isso deve retornar. Se isso não retornar, você fica reclamando. Você pode não dizer isso, mas de mil e uma maneiras pode se deduzir que você está resmungando, que você está sentindo que foi enganado. Amor parece ser uma barganha sutil.

Na compaixão você simplesmente dá. No amor, você fica agradecido porque o outro lhe deu algo. Na compaixão, você fica agradecido porque o outro levou algo de você; você está agradecido porque o outro não lhe rejeitou. Você veio com energia para dar, você tinha vindo com muitas flores para partilhar, e o outro lhe permitiu, o outro foi receptivo. Você é grato porque o outro foi receptivo.

Compaixão é a forma mais elevada do amor. Muito retorna – um milhão de vezes mais, digo – mas isso não é o mais importante, você não anseia por isso. Se isso não vier não há nenhuma queixa quanto a isso. Se vier você fica simplesmente surpreso! Se isso vier, é inacreditável. Se não vier não há problemas – você nunca deu seu coração a alguém por alguma barganha. Você simplesmente derrama porque você tem.

Você tem tanto que se você não derramar você ficará sobrecarregado. Assim como uma nuvem carregada de água de chuva precisa derramar. E da próxima vez quando uma nuvem estiver chovendo observe em silêncio, e você irá sempre ouvir, quando a nuvem derramou a chuva e a terra a absorveu, você irá sempre ouvir a nuvem dizer para a terra “Obrigado”. A terra ajudou a descarregar a nuvem.

Quando uma flor brota, ela precisa compartilhar sua fragrância com os ventos. É natural! Isso não é uma barganha, não é um negócio; é simplesmente natural! A flor está repleta de fragrância – que fazer? Se a flor mantiver a fragrância para si mesma então a flor se sentirá muito tensa, numa profunda angústia.

A maior angústia na vida é quando você não pode expressar, quando você não pode comunicar, quando você não pode compartilhar. O homem mais pobre é aquele que não tem nada para partilhar, ou tem alguma coisa para partilhar, mas perdeu a capacidade, a arte, de como compartilhá-la; assim um homem é pobre.

O homem sexual é muito pobre. O homem amoroso é comparativamente mais rico. O homem compassivo é o mais rico; ele está no topo do mundo. Ele não tem nenhum confinamento, nenhuma limitação. Ele simplesmente dá e prossegue em seu caminho. Ele nem mesmo espera que você diga um obrigado. Com tremendo amor ele compartilha sua energia. Isso é que chamo de terapêutico.

Buda costumava dizer aos seus discípulos, “Após cada meditação, sejam compassivos – imediatamente – porque quando você medita, o amor cresce, o coração fica repleto. Após cada meditação, sinta compaixão pelo mundo inteiro para que você compartilhe seu amor e você libera a energia na atmosfera e essa energia pode ser usada pelos outros”.

Eu também gostaria de dizer isso a vocês: Após cada meditação, quando vocês estiverem celebrando, tenham compaixão. Apenas sinta que sua energia deve ir e ajudar as pessoas de qualquer maneira que elas necessitem. Apenas libere-a! Você ficará descarregado, você irá se sentir bem relaxado, irá se sentir muito calmo e quieto, e as vibrações que você liberou ajudarão a muitos. Termine suas meditações sempre com compaixão.

E a compaixão é incondicional. Você não pode ter compaixão só por aqueles que são amigáveis com você, só por aqueles que estão relacionados a você. Compaixão inclui tudo… intrinsecamente tudo. Assim se você não pode sentir compaixão pelo seu vizinho, então esqueça tudo sobre meditação, porque isso não tem nada a ver com alguém em particular. Tem algo a ver com seu estado interior.

Seja a compaixão! Incondicionalmente, não direcionada, não endereçada. Assim você se torna uma força curativa nesse mundo miserável.

Osho, em “A Sudden Clash of Thunder”
Fonte: Osho.com
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FACULDADE CATÓLICA SANTA TERESINHA ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS PARA VESTIBULAR AGENDADO NOS CURSOS DE PSICOLOGIA,DIREITO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Curso Superior: Faculdade Católica Santa Teresinha tem vagas para graduação em Psicologia, Direito e Ciências Contábeis

28 mar 2021

A Faculdade Católica Santa Teresinha está com inscrições abertas para o vestibular agendado. Estão sendo oferecidas 50 vagas para os cursos de psicologia, direito e ciências contábeis. As aulas têm início já no mês de abril, inicialmente na modalidade remota.

A estrutura da FCST conta com salas e biblioteca climatizadas, vasto acervo de livros didáticos e a possibilidade de o aluno assistir as aulas de casa.

Aos interessados, a Faculdade Católica oferece uma série de descontos nas mensalidades. Existem três formas de ingresso nos cursos: através do vestibular agendado, pela nota do ENEM e por reingresso. O agendamento deve ser feito pelos telefones: 84 9 9661-4747 (WhatsApp), 3417-2316 ou pelo e-mail secretaria@fcst.edu.br.

Fonte: Politica em Foco
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REFLEXÃO: ACREDITE! VOCÊ PODE SE LIVRAR DA DEPENDÊNCIA DOS REMÉDIOS!

Apesar de o texto postado hoje, aqui na coluna REFLEXÃO ser, praticamente, na 1ª pessoa e um tanto marketeiro, promovendo a terapeuta  Carla Marçal, decidi publicá-lo, pois identifiquei-me bastante, já que se coaduna com o meu pensamento e a minha postura no que tange a ao fim da dependência dos remédios controlados. As pessoas estão cada dia mais dependentes de médicos e remédios e isso precisa ser invertido. É absolutamente palpável. Elas só precisam sair da Zona de Conforto. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e entender que não só pode como deve deixar essa dependência de lado!

O papel das terapias no fim da dependência dos remédios controlados

Remédios caindo da caixa
Robert Kneschke / Canva

Para algumas pessoas, remédios como o Rivotril são importantes para iniciar um tratamento, porque eles possibilitam que a pessoa viva até que ela seja capaz de viver sem eles

Infelizmente, porém, a maioria se torna dependente porque não conhece um caminho adequado para curar as feridas profundas da alma e veem os remédios como a única forma de acordar, viver e dormir.

Por isso é que as terapias tradicionais e alternativas são necessárias. Ao trabalhá-las em conjunto, podemos cuidar da mente do paciente e do seu espírito, fazendo a manutenção de dois dos três importantes pilares que sustentam a vida. Para ser feliz, afinal, é preciso encontrar o equilíbrio entre corpo, mente e alma!

Como eu, terapeuta, posso auxiliar nesse processo?

Converse: pergunte sobre a história do paciente, entenda quando começou a depressão, o que há por trás desse sentimento profundo de tristeza.

Pessoa segurando copo d'água com remédio do lado
Tinatin1 / Getty Images / Canva

Por meio disso você pode estudar mais a fundo a mudança de hábitos mentais e auxiliar o paciente a investir em pequenas ações que o farão ter mais autoconfiança, autonomia e autorresponsabilidade.

Você também pode sugerir o uso de florais, meditações, técnicas vibracionais, entre outras coisas que cuidem dele de dentro para fora.

Claro que nós não temos a solução para tudo de primeira e cada paciente é um caso diferente, mas com um bom diálogo e usando nossas ferramentas a nosso favor, mais pessoas serão curadas de suas dependências de remédios.

Com muito amor e dedicação, sempre dou total assistência e personalização em cada processo, para que o paciente sinta o cuidado de maneira integral!

Que tal marcarmos uma boa conversa para nos conhecermos melhor e você me contar um pouco sobre o que você pretende trazer nas sessões?

Carla Marçal
Escrito por Carla Marçal

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FAÇA, MESMO SEM VONTADE, POR PRDRO CALABREZ

O renomado psicólogo e palestrante Pedro Calabrez é o destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira, onde aborda um tema muito importante para toda a humanidade. Ele nos fala sobre as armadilha e cascas de banana que nós mesmos colocamos na nossa caminhada, cuja principal delas é a Zona de Conforto, que ele denomina dessa forma, mas no FAÇA, MESMO SEM VONTADE. Portanto, convido você a assistir ao vídeo completo a seguir  e entender como essas armadilha nos tiram do nosso foco!

Fonte:

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COMPORTAMENTO: COMO LIDAR COM A DEPRESSÃO EM IDOSOS

A nossa coluna COMPORTAMENTO desta quinta-feira trás como destaque um assunto de suma importância nos dias atuais, que é a “Depressão em Idosos“. O tema é bastante atual tanto pelo fato de estarmos vivendo uma pandemia mundial, como pelo fato de a nossa população estar envelhecendo a cada dia. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

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Entenda como funciona a depressão em idosos

Segundo o IBGE, brasileiros na faixa etária de 60 a 64 anos são os que mais sofrem com a doença

Escrito por Fatime Ghandour

Redação Minha Vida

Em 10/2/2021

O que é depressão?

depressão é uma doença psiquiátrica crônica que tem como sintomas: tristeza profunda, perda de interesse, desânimo, desesperança, desleixo consigo mesmo e oscilações de humor. Por vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas.

As depressões têm diferentes classificações, sobretudo de acordo com a sua intensidade. Assim, é essencial diagnosticar a doença e iniciar acompanhamento médico.

Depressão em idosos

Apesar de o problema atingir pessoas de diferentes idades, a última Pesquisa Nacional de Saúde realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que brasileiros que estão na faixa etária de 60 a 64 anos são os que mais sofrem com a doença; segundo os dados, 11,1% deles estão depressivos.

As principais causas da depressão em idosos

A psicanalista especializada em bem-estar na terceira idade Eloah Mestieri explica que a saúde mental dos idosos é especialmente afetada pelos seguintes eventos – grande parte relacionados a perdas:

  • Morte de pessoas próximas
  • Aparecimento de déficits sensoriais (especialmente visão e audição) e dificuldades motoras, que culminam na perda de autonomia
  • Diminuição de atividades sociais
  • Distanciamento dos filhos, familiares e pessoas próximas
  • Falta interação, principalmente com pessoas da mesma faixa etária, propiciando: solidão indesejada em lares de idosos, tratamento infantilizado, ter sua vontade ignorada – sendo forçado a se submeter às escolhas de outras pessoas – e achar que está dando trabalho e/ou despesa aos familiares
  • Aposentadoria e sentimento de invalidez
  • Rebaixamento de rendimentos
  • Sofrer violência física ou psicológica

Segundo a psicanalista, o isolamento social causado pela pandemia da COVID-19 também é, atualmente, uma das principais causas de depressão em idosos.

Sintomas da depressão em idosos

A especialista diz que os sintomas comuns da depressão em idosos não são diferentes daqueles que ocorrem em pacientes mais jovens. Porém, reconhecer a doença no indivíduo da terceira idade é mais difícil por haver uma tendência de presumir que os sinais estejam associados a outras patologias físicas e mentais decorrentes do avanço da idade.

Os sintomas mais comuns da depressão em idosos são:

  • Isolamento: recolhimento em si mesmo, evitando contato social com amigos e com familiares e não participação nas conversas
  • Falta de energia e de interesse em atividades que antes gostava
  • Tristeza profunda ou sentimento de “vazio”
  • Pensamentos de morte ou suicídio
  • Ansiedade, irritabilidade ou agitação
  • Esquecimentos e raciocínio mais lento
  • Grande aumento ou diminuição do apetite
  • Muita sonolência ou insônia
  • Descuido com a própria higiene

Principalmente em idosos, estes sintomas da depressão podem agravar outras condições, como o mal de Alzheimer, demência senil, alteração do funcionamento do sistema endócrino e imunológico (afetando a saúde como um todo), perda do apetite, má qualidade do sono, cansaço e mal-estar quase que permanentes, baixa autoestima e possibilidade de suicídio.

1° boletim de suicídio no país, publicado em 2018 pelo Ministério da Saúde, alerta para a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Segundo os dados, nessa faixa etária foram registradas média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos – a média nacional é 5,5 por 100 mil.

O alerta é para que as pessoas próximas a pessoas da terceira idade fiquem atentas a quaisquer sintomas que possam indicar depressão, contatando um profissional da saúde caso necessário.

Por que a alta taxa de depressão em idosos?Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

De acordo com a psicanalista, a cultura ocidental enxerga o idoso como uma pessoa ultrapassada, cujas opiniões são descartáveis e sem importância. Assim, a população da terceira idade se encontra muitas vezes negligenciada pela sociedade, fortalecendo um sentimento de inutilidade, desrespeito e desvalorização, que influencia no bem-estar.

Além disso, Eloah menciona os poucos recursos para os mais velhos em relação a políticas públicas adequadas e efetivas, o que agrava a situação da depressão em idosos que não têm o suporte necessário. Somando-se a isso, é cada vez mais comum que idosos sofram violência física e mental por serem mais vulneráveis.

Como tratar a depressão em idosos?

Há casos em que apenas um apoio psicanalítico é suficiente, outras vezes é necessário fazer uso da terapia medicamentosa durante o período indicado pelo profissional.

Como ajudar o idoso?

Principalmente nos dias atuais (pandemia da COVID-19), é muito benéfico que o idoso tenha atividades que o mantenham engajado e com um propósito, preenchendo os dias. Uma boa dica é que a família e pessoas próximas conversem casualmente com o idoso e descubram seus gostos e vontades, ouvindo-o e incentivando-o a aprender algo novo ou a retomar alguma tarefa.

Eloah Mestieri também faz uma advertência: “não infantilize o idoso, ele não é uma criança grande. Ele é alguém que já viveu muito, sofreu, amou, rompeu barreiras, enfrentou desafios, superou problemas e apenas está em uma outra fase adulta da vida. Não faça perguntas sobre ele ao acompanhante, dirija-se sempre ao idoso. Nem queira decidir por ele. Isto é uma das piores formas de violência que o levará à depressão, à perda da autoestima e também ao destrutivo sentimento de nulidade.”

Fonte: 

Fatime Ghandour

Minha Vida

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CIÊNCIAS: ESTUDO MOSTRA QUE A RELAÇÃO USO CONTÍNUO DO CELULAR E DEPRECIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL NÃO PROCEDE

Um novo estudo acerca do uso do celular e suas influências na vida e na saúde das pessoas é o destaque da edição desta sexta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. Desta vez, o estudo avaliou se passar muito tempo no telefone afeta a saúde mental. E a conclusão foi uma boa notícia. Não faz mal passar muito tempo no telefone. Mas os detalhes dessa pesquisa e os parâmetros utilizados você vai saber ao ler a matéria!

Novo estudo mostra que passar muito tempo no telefone não faz mal à saúde mental

O uso geral de smartphones é um indicador pobre de ansiedade, depressão ou estresse, dizem os pesquisadores, que aconselham cautela quando se trata de desintoxicação digital.

O estudo publicado na Technology, Mind and Behavior foi liderado por Heather Shaw e Kristoffer Geyer, da Lancaster University, com colegas das universidades de Bath e Lincoln.  

Eles mediram o tempo gasto em smartphones por 199 usuários de iPhone e 46 usuários de Android durante uma semana. Os participantes também foram questionados sobre sua saúde mental e física, preenchendo escalas clínicas que medem os sintomas de ansiedade e depressão. Eles também completaram uma escala que mede o quão problemático eles percebem o uso de smartphones.

Surpreendentemente, o tempo gasto no smartphone não foi relacionado a problemas de saúde mental.

A autora principal, Heather Shaw, do Departamento de Psicologia da Universidade de Lancaster, disse: “As capturas diárias de smartphones ou o tempo de tela de uma pessoa não previam ansiedade, depressão ou sintomas de estresse. Além disso, aqueles que excederam os ‘pontos de corte’ clínicos para ansiedade geral e transtorno depressivo maior não usaram o telefone mais do que aqueles que pontuaram abaixo desse limite. ”

Em vez disso, o estudo descobriu que a saúde mental estava associada a preocupações e preocupações sentidas pelos participantes sobre o uso de seu próprio smartphone.

Isso foi medido por meio de suas pontuações em uma escala de uso problemática, em que foram solicitados a avaliar afirmações como ” Usando meu smartphone por mais tempo do que eu esperava” e  “Tendo tentado várias vezes diminuir o tempo de uso do meu smartphone, mas falhando o tempo todo” .

Heather Shaw disse: “É importante considerar o uso real do dispositivo separadamente das preocupações e preocupações das pessoas com a tecnologia. Isso ocorre porque o primeiro não mostra relações dignas de nota com a saúde mental, enquanto o segundo sim. ”

Estudos anteriores se concentraram no impacto potencialmente prejudicial do ‘tempo de tela’, mas o estudo mostra que as atitudes ou preocupações das pessoas podem conduzir a essas descobertas.

O Dr. David Ellis, da Escola de Administração da Universidade de Bath, explicou em um comunicado : “As tecnologias móveis se tornaram ainda mais essenciais para o trabalho e a vida cotidiana durante a pandemia COVID-19. Nossos resultados se somam a um crescente corpo de pesquisas que sugere que a redução do tempo geral de tela não deixará as pessoas mais felizes.

“Em vez de promover os benefícios da desintoxicação digital, nossa pesquisa sugere que as pessoas se beneficiariam com medidas para lidar com as preocupações e medos que cresceram em torno do tempo gasto usando telefones.”

Fonte: Universidade de Lancaster

Fonte: Good News Network

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SAÚDE: É POSSÍVEL TRATAR DEPRESSÃO E ANSIEDADE SEM REMÉDIOS?

Nesta edição da coluna SAÚDE vamos assistir uma palestra do Dr. Samuel Dalle Laste muito importante sobre tratamento de Depressão/Ansiedade. Neste vídeo ele explica detalhadamente como é possível tratar a Depressão e a Ansiedade sem remédios químicos, apenas mudando os seus hábitos alimentares, físicos e mentais. Simples assim. Se você duvida eu lhe convido a assistir esse vídeo poderoso!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRABALHANDO O PERDÃO – A DECISÃO DE PERDOAR – AULA 3 – POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir a 3ª palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele identificou a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Na segunda aula ele falou sobre como lidar com a mágoa. Nesta 3ª e última aula ele trata da Decisão de Perdoar. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para aprender a lidar com essa situação!

Fonte:

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FÍSICA QUÂNTICA: A AFINIDADE DA FÍSICA QUÂNTICA COMA PSICOLOGIA PODE EXPLICAR POR QUE HUMANOS TÊM DIFICULDADE EM TOMAR DECISÕES

Na primeira edição da nossa coluna FÍSICA QUÂNTICA de 2021 temos um artigo muito interessante extraído do site TECMUNDO sobre uma afinidade entre a física quântica e a psicologia, que antes não se sabia, que pode explicar o porquê da dificuldade de os humanos em tomar decisões. Então, sugiro a leitura desse texto para entender melhor como essa fusão entre duas ciências distintas pode resultar em soluções para algo antes inexplicável!

Física quântica pode explicar dificuldade de humanos em tomar decisões

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Imagem de: Física quântica pode explicar dificuldade de humanos em tomar decisões

 

Se nós, humanos, somos – de longe – as criaturas mais inteligentes do planeta, como é possível que a gente tome tantas decisões erradas? Pior ainda: por que tantos de nós insistimos no erro e nos equivocamos de novo? Pois, de acordo com Nicoletta Lanese, do site Live Science, em vez de buscar respostas na Psicologia apenas, pesquisadores da Universidade de Ciências e Tecnologia da China se voltaram para a Física e a Mecânica Quântica e, por mais estranho que soe, encontraram pistas bastante interessantes.

Teoria Cognitiva Quântica

Pode até parecer que a Física e a Psicologia sejam tão diferentes quanto a água e o vinho. No entanto, ambas áreas ajudam, à sua maneira obviamente, os cientistas a preverem o quão desorganizado um sistema pode se tornar – embora uma seja aplicada ao estudo da natureza das partículas e, a outra, ao estudo da natureza humana.

Dentro da Física, a Mecânica Quântica consiste no ramo que descreve o comportamento das partículas fundamentais que compõem toda a matéria que existe. Assim, enquanto a Física estuda o comportamento do Universo na escala de corpos como galáxias, estrelas, planetas etc., a quântica se dedica a compreender o funcionamento do cosmos na escala de átomos, elétrons, partículas subatômicas e assim por diante, e um de seus pilares consiste no conceito de incerteza que se aplica a esse domínio minúsculo.

(Fonte: MoleClues / Reprodução)

Agora, considerando o comportamento humano e o processo de tomada de decisões, não restam dúvidas de que nós, apesar de sermos criaturas inteligentes e complexas, com frequência provamos não ser tão racionais assim na hora de optar por algo e, em vez de decidir pelo óbvio, nem sempre nos portamos como deveríamos, muito menos como esperado.

É aí que entra a chamada “Teoria Cognitiva Quântica”, uma proposta que, ademais de conciliar a Psicologia e a Física, ajuda a explicar os lapsos racionais que os humanos têm – através do mesmo conceito de incerteza da quântica. Em outras palavras, o que os defensores dessa linha de pesquisa defendem é que, para poder prever melhor como se dará o processo de tomada de decisões, os psicólogos podem lançar mão de algumas noções da mecânica quântica.

Casamento entre humanas e exatas

No caso dos pesquisadores chineses, segundo Nicoletta, eles selecionaram um grupo de pessoas e colocaram todas elas para realizar uma variedade de testes psicológicos clássicos em que os participantes precisavam – adivinhe… – tomar decisões e aprender através de seus erros a desenvolver melhores estratégias para situações futuras.

Os cientistas também aplicaram testes baseados em 2 modelos criados a partir dos preceitos quânticos – além de gravar o grupo e monitorar a atividade cerebral de todos os integrantes por meio de ressonâncias magnéticas funcionais. Por fim, o time identificou as regiões do cérebro que se tornavam mais ativas durante o processamento de informações e aprendizado de novas estratégias para os participantes avançarem nos testes.

(Fonte: Psychology Today / Reprodução)

A análise dos resultados apontou que os modelos quânticos são mais eficientes do que os testes psicológicos na hora de prever quais decisões os participantes tomariam, além de possibilitarem aos cientistas antecipar com maior precisão como o processo de aprendizagem ocorreria. Outro aspecto interessante da pesquisa foi que 40% dos participantes nos experimentos eram fumantes – e, enquanto os cientistas observaram os resultados descritos acima entre os não-fumantes, não foi possível traçar o mesmo paralelo entre atividade cerebral e modelo quântico entre os tabagistas.

E o que isso significa? Considerando que o monitoramento do cérebro foi realizado durante exercícios focados na tomada de decisões e na habilidade de se aprender com os próprios erros, a análise indica que a dependência no cigarro pode gerar deficiências nessas habilidades – mas mais estudos são necessários para explorar melhor essa hipótese.

Além disso, os resultados sugerem fortemente que o princípio de incerteza e a Teoria da Cognição Quântica oferecem modelos mais adequados para prever com maior precisão o comportamento humano associado com o processo de tomada de decisões do que os modelos psicológicos tradicionais – e que Tecmundoduas ciências que parecem completamente opostas podem ter mais em comum do que se pensava.

Maria Tamanini

via nexperts

Fonte: Tecmundo

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REFLEXÃO: ISOLAMENTO É OQUE OS DOENTES GRAVES ESTÃO VIVENDO

O destaque deste domingo, aqui na coluna REFLEXÃO é um texto que recebi pelas redes sociais sobre a opinião de um autor desconhecido acerca da situação que estamos vivendo com o isolamento social das pessoas por causa da pandemia e não podia deixar de compartilhar com vocês, pois muitos estão latamente insatisfeitos em ter de ficar isolados de tudo e de todos, mas não se lembram da situação de quem está internado num leito de UTI, respirando através de ventilação mecânica ou até mesmo entubados. Nesse momento temos de ser gratos e nos lembrar de que o nosso problema é fichinha diante do problema desses pacientes. Então lhe convido a ler o texto inspirador a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Atualidades: Até quando será necessário o isolamento social? | Focus Concursos

“Não considero isolamento ter que ficar em casa(🏠) ao lado de quem eu amo(💖).
Isolamento é o que os doentes(😷) graves estão vivendo.
Pare(🤫) de dizer que está entediado(🥱), chateado(😖) por não poder sair(🚶🏻‍♀🚶🏻‍♂) de casa; enquanto tudo que aqueles doentes (😷😷) que estão no hospital (🏥) querem é voltar pra casa(🏠).
Então, agradeça(🙏🏻) a Deus se você tem que ficar em casa(🏠), afinal, com dinheiro(💵) ou sem dinheiro(💸), com emprego ou sem emprego, você está no melhor lugar que poderia estar, no seu lar(🏠), cercado por quem te ama(💖) !!!
Talvez esteja na hora(⏰) de transformar sua casa num lugar gostoso(🥰) de ficar, num lugar de paz(🕊) e não de guerra, de abraço(🤗) e não de distanciamento.
Enfim, tenha um novo olhar(👀) da situação que está vivendo !!!
Faz da tua casa uma festa(🥳): Ouve música(🎼), canta(🎤), dança(💃🏼🕺🏻)…
Faz da tua casa um templo(⛪): ora(🙏🏻), medita na palavra(🧎🏻‍♀🧎🏻), pede(🤗), agradece(😇), louva(🤩), suplica.
Faz da tua casa uma escola(🏣): Lê(📰📓📖), escreve(📝), desenha(👩🎨👨🎨), pinta(🖌🎨), estuda(📝📖), aprende(🤗), ensina(🥰)…
Faz da tua casa uma loja🏪: Limpa(🧹), arruma, organiza, decora(🎍), etiqueta, muda de lugar, vende, doa…
Faz da tua casa um restaurante(🏢): Cozinha(🍳), come(😋), prova, cria receitas(🍞🥯🍔🍲🥮), cultiva temperos(🥕🧄🧅), planta uma horta(🥬🥦🍒)…
Enfim…faz da tua casa(💗🏡💗), da tua família(💓👨👩👧👧💓), um lugar de amor(🥰💝💖💓💗).”
Gratidão pela vida dos que amo!!!🙌🏾😇🙏🏽
(Autor desconhecido)
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: O QUE HÁ POR TRÁS DE QUEM DEU CERTO NA VIDA

Nesta quarta-feira , aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, vamos assistir a uma mini palestra do Professor, escritor, historiador e um dos maiores pensadores da atualidade, Leandro Karnal, sobre “O que há por trás de quem deu certo na vida”. Nesta palestra ele afirma que sua felicidade depende de você. Portanto, não perca essa oportunidade de descobrir o que há por trás de quem deu certo na vida!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SUPERE DEFINITIVAMENTE SEUS MEDOS

Neste sábado vamos assistir, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL a mais um resumo animado de Albano, do Seja uma pessoa melhor, sobre como superar definitivamente os seus medos. Como vencer seus medos e anseios por meio de uma técnica comprovada cientificamente e já usada mundo afora. Então, não perca tempo, se acomode em sua poltrona e assista ao vídeo completo a seguir e liberte-se definitivamente dos seus medos!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: IDENTIFICANDO A MÁGOA – SEMANA DO PERDÃO – AULA 1

A partir de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir as palestras do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele vai identificar a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para descobrir quais as mágoa que você tem e não sabe!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DICAS PARA O COMBATE À ANSIEDADE COM ROSSANDRO KLINJEY

O destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira é o combate a ansiedade em tempos de pandemia. Sofrer de ansiedade é comum durante um momento como esse. Por isso, o Rossandro Klinjey preparou um conteúdo muito especial para ajudar você. Convido você a assistir o vídeo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor. 

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CURADORIA EMOCIONAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta quarta-feira você vai assistir, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, mais uma mini-palestra do renomado psicólogo e palestrante Rossandro Klinjey. Desta vez sobre Curadoria Emocional. “Quando a notícia da pandemia veio como uma bomba sobre todos nós, eu também fiz o mesmo movimento que muitas pessoas fizeram: exposição ao máximo de informação possível, estado de alerta… foi aí que eu percebi a minha própria necessidade de realizar uma curadoria das minhas emoções, que me ajudou a aceitar a realidade como ela é e perceber as ações que eu poderia tomar diante do cenário em que estamos.” Rossandro Klinjey.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: LIBERTE-SE DE QUEM NÃO TE VALORIZA

Sempre estou de olho nos melhores conteúdos e vídeos sobre DESENVOLVIMENTO PESSOAL para passar para você e o vídeo desta coluna deste domingo é simplesmente maravilhoso e você não pode perder. Vou te dar um breve spoiler sobre o vídeo do Albano para você ficar babando:  término de um relacionamento, seja ele um casamento (como o do Gusttavo Lima) ou algo que apenas exista na sua cabeça, é uma das coisas mais desafiadoras e complexas que existe. Como lidar com esses sentimentos? Aqui vão 7 dicas para parar de sofrer por quem não te dá valor.

Fonte:

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ENTREVISTA: O EXPERIENTE E EXTRAORDINÁRIO ROBERTO SHYNIASHIKI NOS ENSINA O QUE REALMENTE É SER FELIZ

Na nossa coluna ENTREVISTA deste sábado temos a honrosa presença do incrível Roberto Shyniashiki, que vai responder perguntas ao Alex Alprim sobre espiritualidade, felicidade, amor, relacionamento, performance, qualidade de vida e outros assuntos pertinentes ao desenvolvimento pessoal e espiritual. Você não pode perder essa experiência indescritível com essa fera da psiquiatria.

 

ROBERTO SHINYASHIKI: FELICIDADE

Conferencista, consultor organizacional, Roberto Shinyashiki é um nome de referência quando se fala em qualidade de vida e motivação. Em entrevista exclusiva, ele revela histórias inéditas de sua vida e transmite lições de liderança e de como construir bases sólidas para um novo mundo.

Alex Alprim

Roberto Shinyashiki, autor de dez livros, que venderam um total de 5,5 milhões de exemplares somente no Brasil, é uma referência para todos os que estudam e buscam aplicar os conceitos da espiritualidade ao mundo empresarial. Seu trabalho recebeu forte influência de estudos realizados pelo Oriente, mas também faz uso de antigas tradições espirituais do Ocidente, numa pluralidade que permite comunicar a seus leitores a mais profunda verdade: o importante é ser feliz.

Médico psiquiatra, Shinyashiki é pós-graduado em Administração de Empresas (MBA – USP) e professor da Cadeira de Liderança do Eurofórum (Espanha). Em palestras, conferências e fóruns, ele sempre alerta sua platéia para as mudanças que as empresas e a sociedade estão vivendo e os riscos que corremos com cada escolha que fazemos.

Em seu trabalho, Roberto também ressalta o papel das empresas no processo de transformação do homem e como as competências de cada um podem ser usadas para construir campeões, pessoas preocupadas não só com suas contas e ganhos, mas com a criação de uma sociedade solidária, justa e ética.

Shinyashiki tem uma participação ampla em vários projetos ligados ao chamado Terceiro Setor. Sua dedicação às causas sociais rendeu-lhe o prêmio Hadge Capers, da Associação Internacional de Análise Transacional, como melhor projeto de solidariedade mundial.

Numa entrevista exclusiva concedida à Sexto Sentido, o médico e palestrante revela, pela primeira vez, como decidiu pregar a felicidade após a morte de seu mestre Osho.

Atualmente vemos no universo empresarial uma busca por resultados e metas, que lembra de maneira triste a mentalidade da década de 1980. Como você vê isso?

Eu tenho dito às empresas que o grande desafio no mundo do trabalho é ser competitivo e, ao mesmo tempo, humanista, conseguir integrar sucesso com felicidade. Esse é o grande objetivo. Muitas empresas quebram no Brasil porque só valorizam o ser humano, a ambição, o bem-estar, ou o outro lado, tão perigoso quanto: a ambição sem medidas.

Quando você tem uma empresa que só valoriza a competitividade, você terá pessoas que vão acabar sofrendo de estafa e ficando desmotivadas; elas não conseguem continuar trabalhando simplesmente pelo dinheiro, pelo resultado, e essa empresa vai ficar no vazio.

O Guia das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar (Editora Abril – Revista Exame) já está ficando mais valorizado do que As 500 Maiores Empresas, porque as pessoas querem trabalhar numa empresa em que se sintam importantes, criando uma contribuição para o mundo, transformando á humanidade, fazendo a diferença. Há uma pesquisa da psicóloga Sofia Esteves, com trainees – que são profissionais ainda na vida acadêmica -, e é interessante que a maior parte desses trainees dizem querer obter sucesso sem destruir suas vidas como seus pais destruíram as deles. Essa moçada de hoje, entre 20 e 24 anos, já tem uma noção de qualidade de vida.

Pensamento cria realidade. Algumas pessoas acreditam que o trabalho traz a infelicidade no amor, e isso acontece porque o pensamento cria matéria. Eu acredito que a espiritualidade pode trazer riqueza material; então, você pode ter a riqueza material junto com a espiritualidade e a riqueza espiritual. Uma não proíbe a outra, e eu vejo que quando as pessoas têm essa consciência, essa consciência, aliada à força, cria a realidade dessas pessoas.

Existe um pessoal que tem o pensamento muito pobre: “Para eu ter dinheiro, eu tenho que abrir mão de tudo, abrir mão de ser um ser humano, ter uma amizade legal com os filhos, ter um casamento e uma família legal”. No sentido da totalidade da vida, eu vejo essas pessoas como as mais pobres que existem, porque pagam um preço muito caro pelo dinheiro. Eu gosto de dinheiro, mas gosto do dinheiro que me dá coisas, não do dinheiro que me tira coisas. O dinheiro que destrói uma família, um casamento, os valores, a espiritualidade, é um dinheiro caro.

Seria isso a noção oriental de prosperidade – o complemento de tudo -, tanto sob o ponto de vista sentimental, mental, espiritual e físico, quanto como conseqüência do bem-estar nas outras áreas da vida?

É. O nome do livro O Sucesso é ser Feliz nasceu quando eu estava dando uma entrevista. Lembro que a jornalista me perguntou quando eu me sentia uma pessoa de sucesso: quando era aplaudido em pé por uma platéia de mil pessoas, ou quando os meus livros estavam entre os dez mais vendidos. Nessa época, eu tinha três livros entre os dez mais vendidos.

Parei para pensar e vi que me sinto uma pessoa de sucesso quando chego em casa e meus filhos me beijam; aí, eu me sinto uma pessoa bem-sucedida. Então respondi: “O sucesso é ser feliz”. Eu acredito que as pessoas precisam entender essa multidimensão do sucesso. Sucesso é ter uma esposa que te ama, filhos que curtem quando você volta para casa, e não aqueles filhos que pensam “meu pai vai voltar, vai brigar, minha mãe vai brigar”. Essa multidimensão do sucesso é legal porque cria felicidade.

Como a espiritualidade pode estar presente nas empresas?

Vou contar uma história que nunca revelei à imprensa. Eu estava em Puna, índia, quando Osho morreu. Isso foi, se eu não me engano, em 19 de janeiro de 1990. Eu era um discípulo apaixonado pelo mestre. Ele foi cremado num ritual bem rústico. No dia seguinte, quando voltei ao local, ainda havia um pouco das brasas da fogueira, e eu fiquei lá um tempo sentado, curtindo a sensação de o mestre ter partido. Quando voltei para o asharam, senti fortemente a presença do meu mestre. Nós conversamos e ele me disse: “Roberto, agora você tem que falar nas empresas para os empresários sobre a felicidade”.

Era interessante porque eu falava dos seres humanos nas organizações, mas não de felicidade. Então fui fazer o que o mestre mandou. É interessante observar o sucesso da minha carreira: ele surgiu quando eu comecei a falar de felicidade nas organizações, porque as empresas estavam precisando. Tenho falado da felicidade durante esses anos e vejo muito desespero. Talvez, o sucesso que eu faço não só no Brasil, mas no mundo, seja porque eu falo de competitividade, de competência, mas vejo que o que eu falo melhor e o que as pessoas escutam mais é quando falo de felicidade, de sentido de vida, de missão. Ou seja, as pessoas, apesar de cansadas, estão iniciando uma longa caminhada para criar empresas como sendo um lugar para poderem se realizar.

Alguns estudiosos afirmam que o individualismo acabou. Aquela coisa do self-made-man chegou ao seu final. O que existiria hoje, na verdade, seria um individualismo positivo, um respeito intenso pelo indivíduo humano. O individualismo, que num momento era uma coisa negativa, hoje se transformou em algo positivo. Como você vê isso?

Se analisarmos as idéias dos pensadores modernos, vamos observar que eles vão tender sempre para uma polaridade. Num certo sentido, a polaridade deles sempre está certa. Esses dias, uma publicitária alemã, que está fazendo sucesso, escreveu um livro sobre a empresa dela chamado Aqui não se tem prazer.

Ela afirma que espírito de equipe é uma bela desculpa para um ficar fazendo corpo mole e deixar o outro trabalhar. Quando ela diz isso, está certa. Agora, se não houver o espírito de equipe e cada um fizer o que der na telha, nada dará certo. Se ficar todo mundo esperando para se tomar uma decisão por consenso, nunca haverá uma decisão. É por isso que a economia japonesa não está andando – porque tudo precisa ser por consenso, e decisão por consenso, quando tomo mundo decide, demora três anos. Resultado: a decisão se torna inútil.

Por exemplo, se você vai fazer uma viagem espiritual, ela é única e exclusivamente individual. Por mais que eu ame meus filhos – e certamente são seres que eu amo ao infinito -, não consigo lhes transmitir um mínimo de sabedoria. Às vezes, eu os vejo fazendo coisas que vão lhes causar sofrimento, mas tenho que abençoar.

E isso não é apologia ao individualismo, essas coisas são individuais mesmo. Agora, se a humanidade não cooperar, seremos extintos mais rápido do que imaginamos. Você precisa estar entre o ying e o yang, qualquer que seja o ying e o yang, É como se o individualismo e o cooperativismo fossem forças dinâmicas se estruturando, e precisam estar no Tao.

Você tem que confiar em Deus para educar seus filhos? Precisa. Então, entregue-os a Deus, mas precisa dar limites; portanto, são as duas coisas ao mesmo tempo. Não é dizer “sim” para tudo. Nem sim para a individualidade, nem sim para o coletivismo; é o Tao – o equilíbrio.

Se alguém me disser que quer entender de empresas, eu vou sugerir que leia o Tao. Se alguém quer ser um empresário de sucesso, eu direi para ler o Tao. Se alguém disser que quer ser um professor, eu direi para ler o Tao.

Existe uma valorização cada vez maior do trabalho voluntário e isso está virando, em algumas empresas, o fator decisório entre contratar ou não um empregado. Isso acaba criando uma ditadura do voluntariado, ou seja, as pessoas podem acabar fazendo trabalho voluntário simplesmente porque, num mercado cada vez mais competitivo, isso passaria a ser uma vantagem. Não seria uma perda do senso de altruísmo? Eu não estaria ajudando ninguém, senão a mim mesmo.

É verdade. Eu tenho uma participação muito grande no movimento do Terceiro Setor no Brasil e vejo que muitas empresas fazem trabalho voluntário porque as pessoas falam que, se a empresa fizer o trabalho voluntário, a sociedade vai ver o produto com bons olhos e quando ela tiver que decidir entre seu produto e o concorrente, vai pegar o seu.

Eu vejo que continuamos, de alguma maneira, não estimulando o amor ao próximo, mas estimulando o egoísmo, que é esse senso do retorno. Quando a empresa investe em projetos sociais puramente movidos pelo marketing, o que acontece? Ela doa dinheiro a um orfanato e, da mesma maneira que corta a verba de publicidade impressa, também corta a verba para o orfanato.

Eu sou muito crítico quando a empresa faz um trabalho de responsabilidade social via departamento de marketing, que é o que muitas das grandes companhias fazem. Não é a empresa que cuida diretamente do assunto. E o dinheiro gasto sai como verba de marketing. Então, quando o marketing decide que é melhor investir numa campanha de televisão do que na entidade X, eles cortam o auxílio financeiro, e isso é desumano.

O outro lado é que pode ser por um caminho errado que as pessoas se conscientizam e acabam amando o próximo, comovendo-se com aquele velhinho, com aquela pessoa com câncer, com aquela criança com Aids, com aquela pessoa cega, porque o outro lado dessa história é que o mundo não tem saída se não for através da solidariedade.

Se nem todos assumirem a gestão do mundo de uma maneira cooperativa, então será preciso que todos participem, ainda que de uma maneira “torta”. Já vimos empresas que entraram para fazer marketing, comoveram-se com a situação e começaram a atuar de uma maneira mais humana. Seria como escrever certo por linhas tortas: o sujeito vai para uma Apae, para colocar no currículo que tem um projeto social, e, de repente, constatamos que ele se apaixonou pela idéia. É como aquele sujeito que sai com uma menina para ter simplesmente alguns momentos de prazer e se apaixona.

O senhor disse que as pessoas ficam focadas nos problemas e nas dificuldades que nascem desses problemas, como se estivessem sintonizadas numa faixa negativa de acontecimentos. Como quebrar esse ciclo?

Esse é o lance importante. De dez conversas que temos hoje, as pessoas sempre vêm falar de problemas. Elas são apegadas aos problemas. Temos que mudar o foco e concentrar as energias na solução.

Respondendo objetivamente: a primeira coisa que precisamos analisar é o tipo de problema que temos em mãos. Se for um problema que se repete, ele deteriora nossa vida e significa que não conseguimos quebrar o círculo vicioso. O único jeito de resolver isso é entender que a pessoa é a causadora do problema e, em seguida, assumir a responsabilidade de estar nesse problema que se repete, e mudar a postura diante da vida.

Se a pessoa me diz que está com uma dificuldade e não consegue resolve-a, existem quatro passos. Primeiro: reconhecer que o problema é um problema – porque há muitas pessoas que têm um problema e acham que não têm. Segundo: pedir a alguém que o conheça para ajudá-lo; ou seja, se a empresa está com dificuldade financeira, deve chamar alguém que entenda disso. Terceiro passo: a pessoa elabora um plano de ação. Quarto: ação.

No Brasil, geralmente negamos o problema, pedimos ajuda de pessoas que não são especialistas, não temos um plano de ação. E, quando fazemos tudo isso, não colocamos a coisa em prática.

Resolver problemas nos deixa fortes, e isso é fundamental. É bom ter problemas, dificuldades. Eles são oportunidades. Há uma frase no meu livro novo que diz “Felicidade não é ausência de problemas; ausência de problemas chama-se tédio. Felicidade são grandes problemas bem administrados”.

O que torna o ser humano um verdadeiro líder consciente?

Eu era responsável pela Cadeira de Liderança numa escola da Espanha chamada Euro Fórum. Lá eu teria três dias de aula para responder a essa pergunta, mas vamos resumi-la.

Todo mundo quer liderar, mas líder é a pessoa que cria no outro o desejo de ser influenciado por ela. Por exemplo, o pai quer influenciar o filho, mas a pergunta é: o filho quer ser influenciado pelo pai? Não, porque o pai não é líder. O chefe quer influenciar os subalternos, mas estes não querem ser influenciados por ele é porque ele não é líder. Ele pode ser o chefe, o patrão, o dono e só por isso manda, mas não é um líder. Ser líder diz respeito à influência sobre a vontade do outro de querer ser influenciado.

Existem vários caminhos para ser líder. Se o profissional é um especialista na sua área, se sabe muito sobre um determinado tema, você o escuta porque ele sabe muito. Você quer a influência dele porque é muito competente.

Você cria no outro o desejo de ser influenciado por você, pelo seu modelo de vida, pela pessoa que você é. E também você quer escutar o outro quando sente que o outro o ama. Se sente que seu pai quer lhe dizer algo porque ele o ama, então você vai escutar seu pai. Mas se você sente que seu pai quer falar porque está interessado em controlá-lo, você não atende.

Para mim, houve um exemplo muito bonito do diplomata Sérgio Vieira de Mello. Ele ficou quatro horas debaixo dos escombros, os bombeiros conseguiam chegar até onde ele estava, mas não tirar os blocos de parede de cima dele. Nas duas primeiras horas, ele orientava os bombeiros para cuidarem desta e daquela pessoa, daquela que tinha diabetes, entre outras. Ele estava morrendo e se preocupava com os outros, que tinham debilidades físicas. Nas duas primeiras horas, ele cuidou da equipe.

Depois, ele pediu que dissessem aos seus filhos que ele gostava muito deles, deixou mensagens para a família. Isso é uma coisa para pensarmos seriamente. Durante aquelas quatro horas, Sérgio não falou de ações, de tirar de uma empresa e colocar em outra. Nessa hora, o líder cuida da equipe, é a história do amor. “Por que eu quero escutar o Sérgio Vieira de Mello? Porque eu sinto que ele se importa comigo, que ele me ama, então eu quero que ele me influencie”. Na hora da morte, as pessoas se importam com a família, com os filhos, com as pessoas que elas sentem que têm algum sentido na vida delas.

OS LIVROS:

O PODER DA SOLUÇÃO: é a mais nova obra de Roberto Shinyashiki. Com 200 páginas, o livro mostra a importância de cultivar os sonhos e aponta caminhos para enfrentar os problemas, aprendendo e crescendo com eles. O livro é acompanhado de um DVD em que o autor dá orientações sobre como lidar melhor com relacionamentos pessoais e profissionais.

VOCÊ: A ALMA DO NEGÓCIO: nesta obra, Roberto Shinyashiki apresenta diversas formas e caminhos que ajudam o leitor a construir uma carreira de sucesso e, conseqüentemente, a ter uma vida plena.

OS DONOS DO FUTURO: o livro aborda, com muita seriedade, as atitudes necessárias para que as pessoas tornem-se vencedoras na vida profissional e pessoal, trabalhando em equipe; sabendo relacionar-se e construindo vinculas pessoais.

O SUCESSO É SER FELIZ: aqui você vai encontrar relatos sobre a importância de ter qualidade de vida para ser feliz. O que é a felicidade? Por que as pessoas desperdiçam suas vidas?

A REVOLUÇÃO DOS CAMPEÕES: segundo Roberto Shinyashiki, A Revolução dos Campeões é um estudo sobre a competência. A arte de oferecer algo sempre melhor por um custo melhor e de uma maneira ética.

SEM MEDO DE VENCER: neste livro, Roberto Shinyashiki analisa as razões pelas quais muitas pessoas não conseguem atingir suas metas profissionais, afetivas e espirituais.

PAIS E FILHOS, COMPANHEIROS DE VIAGEM: ter um filho significa receber uma missão e uma grande oportunidade.

MISTÉRIOS DO CORAÇAO: escrito na forma de uma carta á sua amada, um homem relata suas frustrações e conquistas, seus medos e desejos, sua procura de amor.

AMAR PODE DAR CERTO: em parceria com Eliana Duprê, Roberto Shinyashiki retrata as dores e as delicias de um relacionamento amoroso.

A CARÍCIA ESSENCIAL: com uma linguagem simples, Shinyashiki faz uma análise dos caminhos que as pessoas podem trilhar para demonstrar o amor.

(Extraído da revista Sexto Sentido 46, páginas 24-29)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TUDO DEPENDE DE VOCÊ, POR IVAN MAIA

Nesta segunda-feira vamos assistir uma vídeo muito especial, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, sobre o responsável pela sua realidade. Ivan Maia vai dizer pra você que o único responsável 100% pela sua realidade é você mesmo e ninguém mais. Saiba o porquê assistindo esse vídeo completo e no final reflita, faça o seu juízo de valor e decida o que fazer da sua vida daqui pra frente!

Fonte:

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SAÚDE INTEGRAL: A AROMATERAPIA COMO AGENTE FOMENTADOR DA SAÚDE EMOCIONAL

Neste domingo você tem um encontro marcado com a psicóloga e colaboradora deste blog Sarita Cesana, que nos trás um artigo sensacional sobre uma técnica oriental chamada aromaterapia, através da utilização de óleos essenciais na busca do equilíbrio emocional, mental e físico. Então convido você a ler o artigo completo a seguir para conhecer essa técnica incrível e transformadora!

Os óleos essenciais e a saúde emocional

As flores e plantas vêm sendo utilizadas para combater pragas e doenças há milênios. Os egípcios, os romanos, os gregos, os chineses, os indianos, muitos outros povos, e também os índios, se favoreciam das propriedades terapêuticas das plantas em massagens, chás, banhos e preservação de ambientes, na busca do equilíbrio emocional, mental e físico.

A sociedade e a cultura atuais apresentam numerosas patologias fisiológicas, emocionais e mentais. Uma das alternativas, que vem tomando espaço, com sucesso terapêutico, é a aromaterapia, cujo produto principal são os óleos essenciais, extraídos das flores, folhas, raízes e plantas.

Sendo óleos absolutamente naturais, e puros, têm uma ação na prevenção e cura de doenças em todos os seres vivos.

A natureza é generosa e abundante, com infinitas possibilidades e recursos, disponíveis para todos que buscam uma vida saudável e plena.

Para a sua fabricação são utilizadas flores colhidas ao anoitecer ou, amanhecer do dia. Horário em que o aroma das plantas alcança o seu pico máximo. Então elas são colocadas sobre o vapor para que se possa obter o óleo essencial contido em suas flores, flores, caule e raízes.

QUANDO SURGIU A AROMATERAPIA

O conceito atual e moderno no que diz respeito a aromaterapia foi criado pelo químico francês René Maurice Gattefossé quando um acidente em seu laboratório, enquanto fazia pesquisas na área de aromas, tanto para perfumes quanto para alimentos, queimou gravemente suas mãos.

Este acidente em suas mãos levou-o instintivamente a mergulhá-las no líquido mais próximo, que por coincidência era óleo essencial de lavanda, e ao retirá-las do líquido, estas não ardiam, e imediatamente em seu pensamento científico viu que este líquido, o óleo essencial de lavanda possuía propriedades analgésicas: que seus ativos continham utilidades medicinais.

Sua pele regenerou-se rapidamente, sem tampouco infeccionar, mostrando que além de analgésico, o óleo essencial de lavanda, também continha propriedades citofiláticas e antissépticas.

Este incidente então deu inicio a suas pesquisas em 1920, e desde então até 1937, quando lançou seu livro “AromaTherapie“, definindo também o nome desta “nova” ciência.

Outros médicos também utilizaram os óleos essenciais na medicina e na estética segundo arquivos históricos. E muitos deles se prontificaram a estudar as propriedades e benefícios da aromaterapia, como é até os dias de hoje, sendo fator de interesse em diversas áreas científicas.

A aromaterapia é objeto de estudo da Psicologia, Biologia, Imunologia, Terapias avançadas, Terapias naturais, Neurologia, Metafísica e Química.

O QUE SÃO OS ÓLEOS ESSENCIAIS?

Os óleos essenciais são compostos aromáticos que as plantas produzem para diversas funções, e podem ser encontrados em diversas partes da planta, com a folha, flores, fruto, raízes, e são definidos pelos seu método de extração. São produzidos pelas plantas, através de um processo bioquímico, induzido pelo sol: por isso, do ponto de vista energético, entende-se que essa substância carrega em si a energia vital, ou prana – o princípio da vida.

Por esse motivo são potentes e poderosos!Importante ressaltar que óleos essenciais são diferentes de essências: estas são substâncias sintéticas, feitas em laboratório, para copiar os aromas dos óleos. Enquanto os óleos essenciais são produzidos sem alteração química, e sim com suas propriedades naturais.

Robert Tisserand, fundador do Instituto Tisserand explica: “Creio que é importante clarificar que a palavra aromaterapia evoluiu para abranger o uso de óleos essenciais no cuidado da pele, bem-estar psicológico, cuidado da casa e higiene pessoal, e ainda da medicina – ou talvez cura holística. São na verdade quatro ou cinco áreas ou especialidades diferentes dentro da mesma palavra.”

Podem ser inalados (gotinha nas mãos…e inalar com a mão em forma de concha), em difusor para o ambiente, massagem, banhos tópico na pele (com cuidado e diluição), no travesseiro, em cápsulas ou num copo de água alguns Pescoço, nuca, sola dos pés.

SAÚDE EMOCIONAL 

Os óleos essenciais são usados para tratar “o que aflige’, física, cosmeticamente, mentalmente, emocionalmente ou espiritualmente.

Importante procurar um bom aromaterapeuta, já que esse conhecimento é sério e importante, assim como um bom produto.

Grande parte das nossas doenças são derivadas de raiva, tristeza guardada, medos, perdão traumas, depressão…os óleos agem na abertura do coração, para limpar essas emoções negativas, trazendo bem estar e transformação energética.

Eles são auxiliares aos tratamentos, e até indicados na prevenção, porém NUNCA devem substituir medicamentos sem consulta prévia ao especialista que receitou.

Por suas propriedades terapêuticas, segundo estudos, são utilizados como complemento nos processos de autoconhecimento, depressão, TPM, medos e fobias, irritabilidade e agressividade, insônia, ansiedade, confusão e dúvidas no dia a dia, tristeza, estresse, traumas, entre outros sintomas que afetam a vida e as relações.

Ao ser inalado, o aroma vai diretamente ao cérebro, chegando ao sistema límbico, onde é processado, liberando neurotransmissores, gerando calma, relaxamento, ou energia, vigor, equilíbrio e clareza. Em outras formas de uso, seu efeito costuma ser rápido e eficiente.

Para muitos os cheiros são muito importantes, trazendo uma memória olfativa que trazem benefícios imediatos. Os óleos são concentrados, potentes e com propriedades inteligentes: um mesmo óleo pode ser utilizado para várias coisas – você usa para uma coisa e se cura de outra.

São também chamados de “cheiros que têm a intensidade de DEUS”, em trabalhos psico-espirituais, facilitam a conexão com pai/mãe espiritual, nos aproximam de nós mesmos, desatam nós, devolvem a esperança e acalentam o coração.

E estamos precisando tanto disso !!!

Sarita Cesana

Psicóloga

Contatos: @saritacesana – (84) 99608-9666

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DICA DE LIVRO: TREINE SEU CÉREBRO PARA SER FELIZ, TEREZA AUBELE, WENCK E REYNOLDS

Nesta quarta-feira a nossa DICA DE LIVRO é um livro feito a três mãos, pelos autores Dra. Teresa Aubele, Dr. Stan Wenck e Susan Reynolds  e se chama “Treine seu cérebro para ser feliz”. A felicidade começa no nível celular e, como seu cérebro gera novos neurônios todos os dias, você literalmente pode se programar para ser feliz… basta saber como. Com este guia inovador, você incita seus neurônios a provocarem a alegria aprendendo a: Redirecionar a resposta de luta ou fuga que causa estresse e ansiedade; Concentrar a atenção das células de sua massa cinzenta no bem-estar emocional; Envolver-se em atividades que inundam seu cérebro com dopamina e serotonina, além de outros neurotransmissores “da felicidade”; Satisfazer a fome de prazer que seu cérebro sente por meio de uma dieta e de uma série de exercícios de meditação; Melhorar sua nutrição e, por consequência, sua qualidade de vida incluindo em sua dieta as vitaminas e os suplementos certos; Enganar seu cérebro de modo a fazê-lo construir novas vias de serenidade. Portanto, ser feliz é tudo que se quer. Então não deixe de ler essa obra espetacular!

Foto: Arquivo particular

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A ARMADURA DO SEU EGO, POR ROSSANDRO KLINJEY

Neste sábado a nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL trás uma mini-palestra do incrível Rossandro Klinjey acerca do famigerado EGO. Nessa palestra ele aborda “a armadura do seu Ego”. Ele lança um questionamento: Qual foi a armadura que o seu ego montou para vencer? E em seguida afirma: A qualquer momento podemos lançar um olhar de inteligência sobre a nossa própria vida. Entenda o porquê dessa argumentação assistindo ao vídeo completo a seguir!

Fonte:

 

 

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COMPORTAMENTO: A SÍNDROME DA IMPOSTORA É MAIS COMUM DO QUE SE IMAGINA E É PRECISO COMBATÊ-LA

Nesta sexta-feira a nossa coluna COMPORTAMENTO trás um artigo que trata de uma síndrome comum, mas pouco debatida e refletida por quem as tem e por quem convive com quem a tem. A Síndrome da Impostora ou Impostor apesar de comum no meio corporativo/profissional é pouco identificado e tratado. Por isso no artigo a seguir você vai entender o que é, quais os sintomas e como combater essa síndrome. Portanto, convido você a ler o artigo completo, refletir e tirar suas conclusões!

Saiba como combater a síndrome da impostora

Uma pessoa passa pelo processo seletivo de uma empresa. Estudou muito para obter todas as qualificações que tem, apresenta um ótimo desempenho na entrevista, começa a trabalhar e recebe elogios o tempo todo pelo bom trabalho que desenvolve. E então ela sente que em breve será demitida, que não trabalha o suficiente, que todos ao seu redor a odeiam, que ela não merece ocupar esse cargo…

O que poderia explicar a sensação de insegurança que essa pessoa sentiu repentinamente, se tudo indicava que ela estava se saindo muito bem no trabalho? O que a fez passar a acreditar que há algo errado, que ela não deveria estar lá? Por mais que essa situação pareça pouco verossímil, ela é muito comum no mercado de trabalho.

Uma pesquisa realizada pela psicóloga Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, dos Estados Unidos da América, apontou que 70% das pessoas bem-sucedidas sofrem com a síndrome da impostora. Esse é o nome do transtorno psicológico que faz uma pessoa duvidar das próprias capacidades e se sentir insegura consigo mesma, ainda que todo o contexto no qual ela está inserida indique o contrário.

Como identificar a síndrome da impostora

Imagem de um homem vestindo um moletom preto com capuz. Ele segura uma máscara de gesso branca em suas mãos.

Direitos autorais : Benjawan Sittidech

Os sintomas principais da síndrome da impostora – a insegurança e a dúvida – devem vir acompanhados de outras questões para que uma pessoa seja enquadrada como alguém que está passando pela síndrome da impostora.

Além de se sentir incompetente para o cargo que ocupa, uma pessoa que sofre com a síndrome da impostora atribui o próprio sucesso à sorte ou às pessoas que podem tê-la ajudado em algum momento.

Uma pessoa diagnosticada com a síndrome de impostora tem convicção de que ela é uma fraude, que não tem todo o potencial que as pessoas veem nela e que a qualquer momento pode ser desmascarada. E não existem motivos para ela acreditar nisso, porque a verdade é justamente o oposto.

Por causa disso, então, a pessoa que está sofrendo da síndrome da impostora poderá postergar entregas, evitar se expor, sentir que precisa se esforçar muito mais para provar o seu valor, tentar agradar a todos que estão ao seu redor para que eles gostem dela e se comparar aos seus colegas de trabalho a todo instante.

Como combater a síndrome da impostora?

Imagem de um homem de corpo inteiro. Ele usa uma roupa preta e tem uma máscara branca sobre o seu rosto.

Direitos autorais : Maksim Kostenko

Uma pessoa que vive com a síndrome da impostora não está vivendo de forma saudável. Questionar-se constantemente sobre a própria capacidade e sentir um medo irracional de ser penalizada é um comportamento que precisa de tratamento e de acompanhamento médico.

Se você sente algum desses sintomas, o ideal é que você procure auxílio psicológico para entender quais fatores desencadearam a síndrome de impostora e como você pode trabalhar essa questão para deixar isso para trás.

Além do acompanhamento médico, você pode apostar em algumas medidas que vão te ajudar a viver e a trabalhar sem a insegurança causada pela síndrome da impostora. Confira!

Homem vestindo um moletom preto e uma calça jeans cinza claro. Ele está sentado e encostado na parede. Ele usa em seu rosto uma máscara preta e em uma de suas mãos ele segura uma máscara branca sendo posta sobre a máscara preta.
Direitos autorais : Benjawan Sittidech

1) Reconheça os elogios

Toda vez que o seu trabalho for elogiado, não aja de forma excessivamente humilde. Fazer isso pode soar como uma falsa modéstia, o que será muito prejudicial no ambiente de trabalho. Aceite os elogios que receber dos seus colegas e das pessoas que são superiores a você, para que elas saibam que você é autoconfiante e que tem consciência do bom trabalho que realiza.

2) Assuma suas qualidades

Muitas vezes temos dificuldade para identificar quais são os nossos pontos fortes, mas são eles que têm a capacidade de nos projetar para situações melhores no trabalho. Por isso é que você deve reconhecer e assumir as suas melhores qualidades, para que se torne responsável por trabalhos que combinam com você e com a função que você desempenha.

3) Compartilhe conhecimento

As pessoas que trabalham com você não são suas inimigas. Todas estão tentando crescer e alcançar as próprias potencialidades. Por isso você pode compartilhar informações e dúvidas com essas pessoas. Vocês podem se ajudar e também construir uma relação de amizade além da relação de trabalho. Reconheça o poder do diálogo e do compartilhamento de informações!

Imagem de um homem com moletom preto. Ele usa um capuz preto sobre a cabeça e uma máscara pret em seu rosto. Nas mãos ele segura uma máscara de rosto na cor branca. No momento ele está olhando para a máscara branca que está em suas mãos.
Direitos autorais : Benjawan Sittidech

4) Invista tempo em você

Dedicar um tempo para si mesmo é essencial sempre. É uma forma de reforçar a sua conexão com o seu interior, além de abraçar as suas qualidades e os seus defeitos. É um jeito de se conhecer verdadeiramente e de compreender o que você é capaz de fazer. Não se sobrecarregue no trabalho por causa da ilusão de que isso fará você se destacar.

5) Esqueça as comparações

Toda comparação parte do princípio de que uma pessoa é melhor que a outra. Isso não se verifica na realidade e só prejudicará a pessoa que estiver se comparando. Tenha consciência do seu trabalho, do seu potencial e das suas funções. Se você chegou até o seu lugar é porque você já é reconhecida e realiza um bom trabalho.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO OBTER MOTIVAÇÃO?

Neste domingo temos mais uma mini-palestra da psicóloga Sarita Cesana na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Desta vez ela fala sobre MOTIVAÇÃO, com foco no confronto entre o SER e o ESTAR. Vamos assistir essa breve, mas poderosa explanação!

Fonte:

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COMPORTAMENTO: A PSICOLOGIA DOS ABUSADORES É PERVERSA E SE BASEIA NA INVERSÃO

Um artigo fenomenal sobre abusadores de plantão, manipuladores dos seus pares através da inversão em abuso emocional, que é uma espécie de lavagem cerebral misturada com o famoso termo de Gaslighting. É um comportamento que seja a ser bizarro, mas que pode ser identificado e evitado. Leia o artigo a seguir, conheça o perfil desses psicopatas e saiba como se proteger!

Quais são e o que fazer com as manipulações perversas dos abusadores?

Mulher escondendo seu rosto com os braços sentada no sofá da sala

Inversão em abuso emocional é uma espécie de lavagem cerebral misturada com o famoso termo de Gaslighting, mas com o diferencial de que nesta existem duas referências na mesma ação, uma negando a outra.

Exemplificando: o parceiro afetivo chega do trabalho dizendo que está com saudades de sua companheira pedindo um abraço, porém permanece rígido e a sensação que sua parceira tem é de que não esta acontecendo uma troca afetiva e mais, que só ela é quem esta abraçando. Se ela reclama evidenciando o fato, o parceiro abusador pode iniciar um diálogo sem fim, invertendo a história, culpando-a por não estar aberta afetivamente, dizendo que foi ele quem pediu o abraço e embora o seu comprometimento emocional esteja ausente, a vítima, de tão acusada, acaba por sentir-se culpada, ingrata e criadora de problemas. O resultado desse processo de inversão nas vítimas é devastador, deixando-as confusas, com a autoestima baixa e, na sequência, faz com que todas as suas verdades sejam apagadas a ponto de por fim, assumirem o papel negativo nelas projetado pelos parceiros abusivos.

Mulher com sua mão na janela olhando para fora
Kristina Tripkovic/ Unsplash

Quando se fala em inversão, podemos encontrar os exemplos dos mais bizarros: uma mulher que está num relacionamento com um abusador deste tipo, e que antes dele teve outros afetos, pode ser questionada sobre como foi a sua história nos mínimos detalhes para, na sequência, o seu abusador passar a torturá-la como manobra de controle, punição e, claro, projeção de si mesmo. O abusador poderá dizer que agora ela não irá mais manipular ninguém como deve ter feito nas relações anteriores, que ela não deu atenção o suficiente ao ex-parceiro e por isso que a relação não deu certo, que ela não tinha aprendido nada dos outros relacionamentos, que agora ele entende de “verdade” qual o motivo pelo qual os outros não deram certo antes, que só ele a aguenta e vai convencendo a vítima do quão incapaz e péssima ela é. Uma tortura sem fim, apenas com brevíssimos momentos de intervalos que sugerem a paz do início de tudo, mas que nunca acontece.
Na inversão, o abusador, literalmente inverte verdades com o intuito de ficar com as rédeas da relação que vai se revelando em termos de controle e punição.

A inversão, ou Gaslighting como muitos denominam, é considerada como uma das mais devastadoras formas de abuso psicológico conhecidas pela psicologia. Podendo levar, se a vítima não despertar a tempo, à violência física, doenças, morte e suicídio.

Mulher em um jardim olhando para frente com tristeza

Riccardo Mion/ Unsplash

Se a princípio, tudo pode parecer de modo claro causando perplexidade nas vítimas e elas decidindo concordar ou se calar para acalmar os ânimos, com o tempo, o mal causado nas vítimas pode ser tão avassalador que as mesmas pouco a pouco podem perder a noção do que é verdade e do que não é, pedindo desculpas com frequência por aquilo que se quer fizeram ou provocaram.

Mesmo as mulheres mais fortes psiquicamente, por não entenderem as sutilezas deste tipo de abuso e adoecimento psicológico, podem entrar neste tipo de cilada, mas também podem igualmente sair destas tramas com maior rapidez e agilidade. A sorte é que hoje em dia, e cada vez mais, se sabe que essas tramas existem e que não estão apenas nas histórias contadas, mas estão bem próximas de nós.

Em ambientes de trabalho, o mesmo pode ocorrer. As tarefas são exaustivamente despejadas nas vítimas e tudo o que não está bom, ou está errado fica nas costas delas. Além disso, todo olhar, a priori, será de que antes de mais nada, antes de ver qualquer situação, já existe um erro a ser descoberto. Um verdadeiro inferno que costuma causar o famoso burnout.

Mulher com as mãos no rosto ao lado de uma janela
132RF/PORNCHAI SODA

Nas amizades, as vítimas sempre serão usadas para que os abusadores consigam as suas conquistas, sejam elas quais forem, e aqui a inveja muitas vezes será mais explícita. A tentativa de “quebrar as pernas” inventando coisas que depreciem o outro, gerando fofocas, será a tônica da relação da suposta amizade, ainda recheada de palavras usadas de modo coercitivo como você é minha amiga, você precisa ser leal comigo, entre outras artimanhas…
Para quebrar este padrão, em primeiro lugar, precisa-se perceber que o abusador vive num looping sem fim, hipnotizado nestas questões e que dificilmente irá mudar. Quem deve mudar é a vítima. Ou ela se fortalece — a ponto de reconhecer o mecanismo do abusador e conquistar o lugar emocional de não se identificar, ou seja, de não se contaminar mais com este padrão adoecido —, ou ela busca fazer uma terapia competente, o que na maioria das vezes é um auxílio fundamental para que o autorresgate aconteça.

Jamais se confunda, você pode estar entre eles, mas não é um deles.

Abusadores mentem e confundem as suas vítimas e não vão mudar. Quando deflagrados não desejam ser recuperados e nem todo mundo pode ser recuperado, assim como nem todo mundo quer ser recuperado, então é preciso ter isso sempre em mente: você não vai “arrumar” essa pessoa, mas vai cuidar de si mesma, em sua nova vida.

Quanto mais despertos, melhor!

Silvia Malamud
Escrito por Silvia Malamud
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BOAS NOTÍCIAS: JOVEM VENCE LUTA CONTRA AS DROGAS, POSTA FOTOS DO ANTES E DEPOIS E VIRALIZA

Uma recuperação extraordinária de uma dependente de drogas é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira. Amber Hoffman que mora em Lacey, EUA postou fotos durante e após drogas com o intuito de ajudar outros jovens a se libertarem das drogas e viralizou. Leia o artigo completo a seguir e conheça a história dessa jovem que conseguiu vencer a guerra contra as drogas. Sim, é possível!

Jovem posta foto durante e após drogas pra ajudar outros dependentes

Uma jovem norte-americana, de 24 anos, surpreendeu o mundo com fotos do antes e depois do tratamento contra o uso de drogas, pra mostrar que é possível superar a dependência e viver uma vida plenamente feliz.

A publicação de Amber Hoffman que mora em Lacey, EUA, se tornou viral e chegou a milhares de pessoas. A foto chocante da mudança radical foi compartilhada no Facebook , segundo a jovem, pra dar esperança ao mundo.

Na imagem, Amber aparece magra, com marcas no rosto e nos braços, em evidente estado de letargia, sem saber nada sobre o ambiente e a realidade. Ao lado da fotografia, a garota comparou uma foto atual em que parece sorridente, com peso recuperado.

Diz ela:

“À esquerda (da foto), estou completamente destruída, 42 quilos, vivendo na rua, vivendo assustada e sofrendo, pronta para terminar minha vida. Tive duas vezes uma infecção no coração devido à droga e um buraco no coração. Minha mãe tirou essa foto quando veio me salvar”, descreve Amber.

À direita: esta é a foto que tirei hoje. Não me importo com os ângulos. Só queria mostrar o quão feliz estou. Estou limpa há 9 meses. Lutei durante meses no hospital, sobrevivi à cirurgia cardíaca, ganhei 8 quilos, encontrei um apartamento, e a minha família e os meus dois gatos estão me ajudando. A reabilitação é possível e vale a pena. Amber Hoffman.”
História

Hoffman foi dependente de estimulantes por muitos anos, após experiências traumáticas que sofreu desde muito jovem.

Essa situação a levou a viver nas ruas, consumir constantemente altas doses de drogas e negligenciar outras áreas de sua saúde e vida.

Sobre esse estágio, ela diz: “Agora que sei o que é estar morta, posso começar a viver novamente”.

Logo após a publicação, muitas pessoas a parabenizaram por sua bravura, por sua força e por ser um exemplo para todos aqueles que neste exato momento estão passando pelo mesmo problema.

A publicação de Amber:

Foto: facebook Amber Hoffmann
Foto: facebook Amber Hoffmann

Com informações do Upsocl

Fonte: Só Notícia Boa

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REFLEXÃO: A DIFERENÇA ENTRE O GOSTAR E O DEPENDER

Nesta quarta-feira a nossa REFLEXÃO é sobre a diferença entre o GOSTAR e o DEPENDER. O apego e a posse, sentimentos da natureza humana enraizados no inconsciente coletivo que representa as amarras da humanidade ao nível senso consciencial, aquele regido apenas pelos cinco sentidos, nos faz confundir o nosso valor pessoal independente de nossas “posses” materiais com a responsabilidade sobre as nossas emoções.

cuidado com a carência. ela faz as pessoas confundirem saudade com ...

Há uma linha tênue que diferencia o gostar e o depender. O gostar é expressão da alma, é o sentimento natural que flui em prazer e alegria acerca de algo que despertou a sua natureza. O gostar nada tem a ver com a posse, do contrário jamais existiria, porque em uma análise consciente sabemos que nada nos pertence. Não temos posse sobre a natureza, sobre as pessoas e nem sobre as coisas as quais usufruímos hoje. Todas são empréstimos temporários da vida as quais um dia nos despediremos, inclusive do nosso próprio corpo.
De tudo a única coisa que poderíamos chamar de nosso são os nossos sentimentos. Eu não preciso ter para sentir. Não preciso possuir o sol para gostar do seu calor, não preciso ser “dono” de alguém para lhe amar, não preciso nem mesmo estar perto, apenas preciso sentir.
A ilusão de que temos algo em nosso poder é a raiz da dependência. Mais do que pensar que temos, acreditamos que necessitamos e não percebemos que esse pensamento é a origem do apego. Tudo ao qual nos apegamos controla o nosso emocional, pois fazemos disso o ponto de controle do nosso equilíbrio. Nós mesmos elencamos algo ou alguém como necessário para nossa paz e nosso bem-estar. Quem vê desta maneira acreditando que necessita ter não percebe que está se tornando o próprio escravo daquilo que pensava possuir.
Não há nada nocivo em gostar de estar perto de quem se ama e em poder usar e aproveitar de algum objeto que de alguma forma lhe é bom. Mas é necessária a consciência da sua transitoriedade, da liberdade do outro, do nosso valor pessoal independente de nossas “posses” materiais e da responsabilidade sobre as nossas emoções. Só assim entendemos que nossa felicidade está na nossa capacidade de sentir e não no que ou no quanto pensamos possuir.
(Alexandro Gruber) @alexandro_gruber
Art: Henn Kim
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FALTA FOCO EM SUA VIDA? SAIBA O QUE FAZER

Em tempos de pandemia e quarentena não é difícil faltar foco em nossa vida. Por isso nesta sexta-feira estamos trazendo uma mini-palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o que fazer quando lhe falta foco na vida. Assista o vídeo completo, ganhe foco e um novo rumo em sua vida! 

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: HIPNOSE X REGRESSÃO, ENTENDA O QUE SÃO E COMO UTILIZÁ-LOS!

Nesta terça-feira trago um assunto muito importante, mas pouco debatido pela sociedade, a nossa coluna AUTOCONHECIMENTO. A maioria das pessoas sobre sabem muito pouco sobre hipnose e regressão e além do pouco conhecimento, quando se deparam com a possibilidade de se submeter a estas terapias ocorre outra grande dúvida que como escolher uma ou outra. No artigo a seguir você vai poder tirar todas essas dúvidas. Portanto convido você a ler com atenção o artigo a seguir, refletir e chegar a um juízo de valor sobre o assunto!

Hipnose ou regressão: qual é melhor para você?

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Até mesmo entre os adeptos, há muita confusão sobre a definição de cada uma destas práticas. Para garantir que você busque a melhor abordagem para o seu caso, confira nossas dicas.

18 AGO 2016 · Leitura: 2 min.

Quando uma pessoa assume que tem um problema e que precisa de ajuda psicológica para enfrentá-lo, é hora de começar a busca por um profissional e, não menos importante, por uma abordagem que faça sentido.

Ter empatia pelo o trabalho realizado dentro do consultório é o primeiro passo para o sucesso de uma terapia. Dentre as abordagens mais buscadas, podemos citar a hipnose e a regressão. Se você é um dos simpatizantes, precisa estar atento: é muito comum que haja uma mistura de conceitos.

Para saber exatamente onde hipnose e regressão se cruzam, se há grandes diferenças entre elas, fique atento a este artigo.

Hipnose x regressão

Começamos por esclarecer que são duas abordagens totalmente distintas. Na verdade, a hipnose é um procedimento científico, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e usado de forma transversal em diferentes áreas da saúde.

Se você achava que era coisa de psicólogo, se enganou. Hoje em dia é possível encontrar até dentistas com formação na área. Eles usam o recurso da hipnose para bloquear fobias, por exemplo, e viabilizar um tratamento mais confortável para o paciente.

Na psicoterapia, a hipnose é usada para fazer uma ponte entre o problema atual e suas origens, muitas vezes bloqueadas pelo inconsciente. Funcionaria como um recurso complementar, ao ajudar a liberar lembranças e entender o comportamento da pessoa.

Qualquer profissional que trabalhe com a hipnose precisa ter um registro específico. Converse com o psicólogo, esclareça se ele está habilitado ou não, para evitar problemas.

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Já a regressão é uma forma de conduzir a terapia. Normalmente, pode ser encontrada como regressão de memória ou terapia de vidas passadas. Em ambos os casos, utiliza o relaxamento profundo e, inclusive, a hipnose, como ferramenta para conseguir que as memórias do indivíduo venham à tona.

As respostas para medos inconscientes, distúrbios alimentares, traumas, problemas de sono, ansiedade, carências, dificuldades no relacionamento, dentre vários outros sintomas, estaria na própria pessoa e a regressão ao passado (da memória ou de outras vidas) seria a forma de aumentar o autoconhecimento e promover o bem-estar.

A regressão é uma abordagem que continua despertando polêmica, não sendo aceita como válida por boa parte dos profissionais da área. Quem trabalha com a regressão, entretanto, defende a eficácia da prática, que conta com muitos adeptos no Brasil.

Agora que você sabe o que é hipnosee o que é regressão, pode avançar na procura de um profissional para acompanhar o seu caso.

Fotos: por MundoPsicologos.com

Fonte:

psicólogos

Escrito por

MundoPsicologos.com

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: LIBERTE-SE DA DEPENDÊNCIA EMOCIONAL

“A Dependência Emocional” é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta sexta-feira, já que estamos vivendo um momento tão delicado em meio a uma pandemia mundial que afeta a todos e principalmente as pessoas que dependem de outras emocionalmente. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir que ensina em 7 passos a superar a dependência emocional.

7 passos para superar a dependência emocional

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

A dependência emocional oculta uma necessidade de controle e segurança, manifestada por alguém que não confia em si mesmo. Entenda por que é nociva e quais são os recursos para superá-la.

22 AGO 2018 · Última alteração: 21 OUT 2019 · Leitura: 3 min.
7 passos para superar a dependência emocional

Quando o seu bem-estar, sua felicidade ou seu equilíbrio emocional depende de outras pessoas ou do que elas façam, é muito possível que você manifeste claros sinais de dependência emocional. Trata-se de uma condição problemática, que te impede de enfrentar as situações do dia a dia como deveria, seja por falta de autoconfiança ou por medo de ficar sozinha/o.

E você? Já se perguntou qual o seu nível de dependência emocional? Faça o teste para averiguar a resposta:

Você tem dependência emocional?

Responda com sinceridade para identificar o nível de dependência emocional que mantém no casal.

De acordo com os especialistas, a dependência emocional é alimentada pela baixa autoestima e pela insegurança. Como resposta direta, a pessoa busca externamente no outro, seja no relacionamento de casal, na família ou amigos,  a segurança que não tem em si mesma. Fica “viciada” no que essas relações são capazes de proporcionar e chegam a considerar que é impossível viver sem elas. Imagina o sofrimento emocional que isso representa?

Por isso, para conseguir romper com os elos da dependência emocional e superá-la é fundamental começar a entender de onde vem esse apego, que não tem limite. Isso significa reconhecer medos e limitações, mas também aproveitar o processo de reflexão para entender quais são as suas próprias potencialidades, porque todos as temos.

É possível que se descubram feridas emocionais e situações de instabilidade, mas isso permitirá, aos poucos, ir trilhando um caminho mais autossuficiente. O processo é lento e, na maioria dos casos, merece ser acompanhamento por um psicólogo especializado em desenvolvimento pessoal. Entretanto, você pode começar a mudança ser com pequenos ajustes nos seus comportamentos e posturas:

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  1. Comece reconhecendo que está dependente: nunca seremos capazes de superar algo que tratamos de negar. O primeiro passo sempre é saber que você se sente dependente emocional e por que existe esse apego desmesurado. Trate de entender o que cada uma dessas relações oferece a você, de positivo e negativo.
  2. Não tenha medo da incerteza: a dependência emocional vem de uma necessidade de controle, porque isso seria sinônimo de segurança. Porém, quando ela se instala, a relação se converte em tóxica. Ter consciência de que o futuro não se controla, de que a única esfera real de influência que temos é sobre nós mesmos (não me sobre os outros), ajuda a encarar o que está por vir com mente mais aberta e com menos medo, já que o incerto não tem porque ser, necessariamente, negativo.
  3. Centre-se mais em você: não se trata de ser uma pessoa egoísta, mas de ter consciência de que o que realmente importa é a sua opinião, o que você pensa sobre você, não a opinião dos demais. E é importante que você trabalhe todos os pontos que ajudam a reforçar a sua identidade pessoal.
  4. Seja capaz de dizer não: faz parte do equilíbrio emocional saber dizer não. Você precisa entender que respeitar o outro não significa abrir mão daquilo que é fundamental para recuperar e manter a sua autonomia emocional. Seja assertiva/o e respeite sua individualidade.
  5. Não viva do passado: o passado ensina e, nesse sentido, é sempre uma referência. Mas isso não quer dizer que você deva estar presa/o a essas experiências, especialmente as negativas. Isso é colocar uma carga no presente totalmente desnecessária. O grande aprendizado consiste em justamente ser capaz de trasladar as lições do passado e aplicá-las ao presente, para fazer melhor, ser melhor e se sentir melhor.
  6. Questione as suas regras: está claro que todas as experiências vividas ajudam a conformar as “regras” e crenças quando se trata de relacionamento, por exemplo. O problema é que essas regras nem sempre são objetivas ou refletem a realidade. Daí a importância de revisá-las constantemente, em função de quem você é no “agora” e de quais são as suas necessidades.
  7. Assuma a responsabilidade das suas emoções: os sentimentos pertencem à pessoa, e é contraproducente querer colocar a culpa dessas manifestações em causas externas; seria assumir uma postura vitimista. Você precisa entender que tem o controle e, exatamente por isso, é responsável por como manifesta suas emoções.

Para superar a dependência emocional é fundamental que você aprenda a estar bem sozinha/o. Saiba que isso é possível! Não deixe de pedir ajuda profissional se precisar de suporte para alcançá-lo.

Fotos: MundoPsicologo.com

Fonte: 

psicólogos

Escrito por

MundoPsicologos.com

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: UMA MENTE CANSADA DIFICILMENTE MANTÉM O FOCO. SAIBA COMO LUTAR CONTRA O CANSAÇO MENTAL

Na luta diária de trabalho, família e inúmeras atividades as pessoas ficam fadigadas e o cansaço mental também chega. Esse cansaço, inclusive é pior do que o cansaço físico, pois a mente é quem comanda o corpo e nos mantém saudáveis. Portanto precisamos evitar o cansaço mental. No texto a seguir você vai encontrar orientações e dicas para se manter mentalmente saudável.

Como lutar contra o cansaço mental

Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Uma pessoa tem, ao menos, 50.000 pensamentos por dia. Alguns são práticos, outros analíticos, e há aqueles que são totalmente desnecessários. Uma mente cansada dificilmente mantém o foco.

19 FEV 2020 · Leitura: 4 min.

O cansaço nem sempre é físico. Há inúmeras vezes em que somos prejudicados pelos efeitos da fadiga mental. Se você parar para pensar, quantas vezes não foi surpreendido(a) por momentos em que simplesmente foi incapaz de pensar em novas ideias, de criar? Isso porque, quando a mente está demasiado cansado(a), ela se dispersa, e tem muita dificuldade para ir além das tarefas mais rotineiras, dando continuidade apenas às coisas mais elementares, mais automáticas.

Diversos estudos já demonstraram: uma pessoa é capaz de gerar cerca de 50.000 pensamentos em um dia. Nesse total, estão incluídos os pensamentos repetitivos e mecânicos (devo fechar a porta com chave, tenho que escovar os dentes, devo usar a faca com cuidado para não me cortar, tenho que ligar para a minha mãe…), os negativos, os positivos, os criativos, mas também os “desnecessários”.

Quando ruminamos acontecimentos ou situações, especialmente àquelas que se referem a nosso passado, estamos esgotando nosso cérebro com processos e informações que não geram nada mais que incerteza e angústia.

Estes pensamentos, que na psicologia podem receber o nome de “pensamentos debilitantes”, não conduzem a qualquer avanço no autoconhecimento, pelo contrário, são bloqueadores. E, de acordo com os especialistas, estão intimamente ligados ao cansaço mental.

Seria este o seu caso? Faça o teste para descobrir a resposta:

Como saber se meu cansaço é mental?

O cansaço mental não se refere unicamente a um estado de muita atividade cerebral: planejar um projeto, estudar, memorizar dados, criar argumentos, etc. Também está atrelado à forma como tomamos decisões. Todas aquelas vezes em que entramos num confronto interno porque as coisas não aconteceram conforme o esperado, porque não agimos da forma devida ou porque queremos muito ser diferentes, mas não sabemos como fazer disso a realidade, estamos contribuindo para um estado mental e emocional que dificulta a nossa adaptação à realidade.

É importante compreender que quase nunca o que se planeja se cumpre à risca, e é importante ser capaz de aceitar os imprevistos e as dificuldades, de encarar o novo panorama de uma forma mais positiva, para que a frustração não conduza a um estado intenso de estafa e cansaço mental.

Ao deixar o cansaço mental se instalar na rotina, ele pode provocar:

  • Falta de controle das emoções negativas: você pode acabar chorando de forma “exagerada” como resposta a uma situação que, em outro momento, não provocaria um sentimento tão intenso; você pode gritar de forma injustificada porque sente raiva ou frustração, coisa que antes não passava. Aliás, de acordo com o neurocientífico Mathew Walker, que é especialista em transtornos do sono, um cérebro cansado é 60% mais propenso a reagir de forma descontrolada frente a situações negativas.
  • Insônima e esgotamento físico: dormir mal provoca efeitos negativos em todo o corpo, inclusive no seu rendimento cognitivo. No caso de uma pessoa com cansaço mental, é mais difícil pegar no sono, é mais provável que se desperte algumas vezes durante a noite de sono e é quase certo que este sono não será reparador.
  • Falta de concentração: cada vez é mais difícil manter o foco e o interesse por muito tempo. Você inclusive começa a se esquecer de coisas que são muito habituais, como o lugar onde deixou as chaves do carro, onde comprou uma camiseta, o passo a passo da sua receita favorita, o telefone da sua melhor amiga/o, etc.
  • Falta de energia: cada vez será mais difícil colocar o corpo em movimento, por uma questão de lentidão e inércia. Você se sentirá desajeitada/o, com baixa capacidade de reação, o que diminuirá o seu desejo de querer tentar coisas novas, fazer aquilo que você gosta, etc.

Como lidar com o cansaço mental?

Você pode cuidar da sua rotina para evitar que o cansaço mental seja recorrente e dominante. Está claro que qualquer pessoa está sujeita a momentos de acúmulo de stress e frustração, que precisam ser sentidos e processados. No entanto, a forma como você estrutura o seu dia e seus hábitos, podem servir de verdadeiros escudos para o seu bem-estar emocional.

  • Mantenha uma dieta saudável e equilibrada
  • Faça exercício físico de forma habitual, já que ajuda a ativar endorfinas, o que tem um efeito muito positivo no relaxamento (físico e mental)
  • Respeite seus momentos de desconexão do trabalho, dos estudos… O ócio tem um valor positivo real no seu equilíbrio emocional
  • Não guarde as suas preocupações só para você. Falar sobre isso com pessoas de confiança, familiares ou amigos, ajuda a diminuir a ansiedade e, quem sabe, a ver o problema sob uma nova perspectiva
  • Exercite o seu lado criativo com atividades que estimulem pensamentos livres e positivos
  • Crie o hábito de escrever sobre aquilo que te obsessiona. Poder ler seus comentários e refletir sobre eles amplia a consciência sobre seus próprios processos. Bem como se perguntar coisas como: Como posso melhorar? Depende de mim mudar o que estou sentindo ou depende de fatores externos? Por que continua me incomodando algo que já é passado?

Talvez o ponto mais importante seja justamente compreender que não se trata de negar qualquer pensamento ou experiência, presente ou passada, mas de encontrar um caminho que nos permita revisar o problema e atuar naquilo que depende de nós, sendo conscientes de que, muitas vezes, por mais que se deseja, é impossível interferir nas variáveis.

Fonte: 

psicólogos

Escrito por

MundoPsicologos.com

 

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AUTOAJUDA: O SEGREDO DA AUTOACEITAÇÃO POR ROSSANDRO KLINJEY

O renomado psicólogo Rossandro Klinjey é o destaque desta terça-feira na coluna AUTOAJUDA. Numa mini-palestra sobre o Segredo da Autoaceitação ele convida você a descobrir o poder de gostar de si mesmo. Então assista o curto vídeo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO ACABAR DE VEZ POR TODAS COM A PROCRASTINAÇÃO

Nesta terça-feira você vai ter a oportunidade de acabar de uma vez por todas com a procrastinação na sua vida, através do método que as pessoas produtivas usam para acabar com a procrastinação, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, com mais um resumo animado de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor. Assista,conheça o conteúdo e mude a sua vida. Seja uma Pessoa Melhor!

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FILOSOFIA: NÃO HÁ DIÁLOGO COM QUEM É DOGMÁTICO

O renomado filósofo Leandro Karnal é o destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta segunda-feira numa mini-palestra interessantíssima sobre “Não há diálogo com que é dogmático”. Assista a essa atraente palestra e saiba como lhe dar com a catequese dos dogmáticos!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO POSSO APRENDER A PERDOAR?

Para você fazer uma REFLEXÃO nessa quarentena trago mais uma mini-palestra de Rossandro Klinjey na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL com um tema importantíssimo cuja humanidade se debate há milênios. Como posso aprender a perdoar? Essa é a questão que o renomado psicólogo tenta desmistificar. Assista ao vídeo que pode lhe ajudar! 

“Somos humanos, erramos e aprendemos ao longo de toda a vida. Mas quando somos magoados, por vezes, esquecemos que quem nos magoou é humano. Reconhecer a fragilidade do outro nos ajuda a entender os caminhos que nos levam ao perdão” (Rossandro Klinjey).

Fonte:

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COMPORTAMENTO: UM COMPÊNDIO SOBRE A MUDANÇA COMPORTAMENTAL DO BRASILEIRO

O artigo a seguir na nossa coluna COMPORTAMENTO deste sábado é extremamente valioso para qualquer indivíduo, pois trata de um assunto que diz respeito a análise da mudança comportamental dos brasileiros nas últimas décadas, desde as crianças até os mais idosos e verifica uma mudança de paradigma comportamental importante que transformou a nossa sociedade. Vale a pena a leitura desse estudo para o melhor entendimento dessa mudança comportamental.

O paradigma mudou e, no Brasil, a cultura influenciou uma mudança do comportamento humano em suas fases da vida

Garota de frente olhando para foto

Por séculos a criança era vista como um complemento do trabalho dos pais, trabalhando arduamente na agricultura e na criação de animais, entre outras tarefas ligadas ao cotidiano doméstico.

No século 18 e início do século 19, tínhamos uma infância bem mais curta, e discussões sobre o trabalho infantil começaram a surgir. Um menino ou menina com 5 ou 6 anos já trabalhava e era tratado como adulto no período da Revolução Industrial, sujeitando-se a condições muito duras e demasiado difíceis para a sua idade. Depois, o século 20 surge e culmina em três décadas atípicas, dos anos 70 aos 2000, em que a criança começou a ser vista como isso mesmo, uma criança. Era tratada e mimada como tal. O “mimo” continuou, de uma maneira diferente, com os pais comprando o tempo e satisfazendo-a com objetos.

A sexualidade precoce devido à cultura e ao fácil acesso à informação e conteúdos incentivou o que chamo de “criança mimada com liberdade libidinal”.

Garoto de perfil olhando para o alto com fundo escuroFoto de mohamed Abdelgaffar no Pexels

Hoje em dia verificamos que a infância inocente é um período relativamente curto, a criança assume-se como um ser sexualizado muito mais cedo, mas mentalmente não possui consciencialização real. Os nossos jovens são precoces mas ao mesmo tempo são infantilizados por mais tempo. Os adultos são considerados jovens durante mais anos e a velhice esconde em si traços joviais que antigamente não se verificavam.

Infância encurtada – A cultura e o maior número de informações (seja pela internet, seja pela interação social), que anteriormente não era recebida pelas crianças conjugadas com a evolução cerebral acelerada, consequência da evolução tecnológica, tiveram um papel preponderante nessa mudança. Essa tomada de conhecimento faz com que a criança reaja a estímulos, sexuais ou não, que na verdade ela não conhece, e para os quais nem o corpo dela está preparado. O acesso à vida adulta e a maior liberdade fazem com que a criança tenha pressa de chegar a uma fase da vida que quando alcançada a fará ter saudade de voltar a ser criança. A infantilidade adulta também promoveu esse encurtamento entre as fases, entrelaçando comportamentos entre ambas.

É a “Síndrome da Porta Giratória”. Numa eterna volta.

Sempre na tentativa de eternizar a fase em que a felicidade está na irresponsabilidade.

Garotinha de perfil na janela com vestido e pé levantado
Foto de Johan Bos no Pexels

A criança na primeira ou segunda infância ou ainda na pré-adolescência ou na adolescência encontra-se na fase que ainda pode desfrutar de muitos benefícios e cuidados.

Em que tem muitos direitos e poucas obrigações.

A solidão proveniente da atual sociedade também favoreceu o uso da criança pelos próprios pais como companhia. Ser adulto é ter forma e conteúdo para promover e produzir amparo aos mais jovens. E não para usá-los como antídoto para a solidão ou depressão.

A adolescência prolongada – O consumismo gerou uma necessidade financeira que mantém os jovens mais tempo com os pais. As mães, com o reflexo da solidão, consequência da sociedade atual e devido aos novos perigos, como a violência e as más companhias, tornaram-se mais protetoras, induzindo assim o filho a ser mais dependente. As gerações anteriores tinham toda a segurança e nenhuma liberdade. A geração atual tem total liberdade e nenhuma segurança. É necessário parar e rever esta equação para encontrar o elo perdido e restabelecer o equilíbrio.

Entre o sim e o não, o tudo e o nada, há muito e muitas questões que necessitam de discussão.

Os adultos são garotões – A cultura e a questão financeira promoveram uma situação em que os homens pudessem ter mais acesso a mulheres mais novas, fazendo com que adotassem uma cultura de “garotões” para “igualar” a idade da companheira.

A velhice mais jovem – A internet fez com que pessoas mais velhas tivessem acesso a informações variadas. O mundo virtual já não é exclusivo dos mais jovens e é partilhado por gente de todas as faixas etárias. Os mais velhos são agora mais atualizados e pertencem ao mundo das novas gerações. A velhice não é tão pesada no sentido de que pode ser efetivamente vivida e deixou de ser vista apenas como uma espera pelo fim. A própria sexualidade mudou entre os mais velhos. O sexo continua a fazer parte da sua vivência e o namorar voltou a não ser visto mais como tabu numa idade avançada. Ser velho passou a ser apenas um número e não uma realidade que tem que ser necessariamente vivida dentro dos paradigmas que assistíamos em décadas anteriores. Assistimos hoje a uma terceira juventude na terceira idade!

Há desdobramentos nessas alternâncias.

Nem sempre damos conta de ser o que aparentamos e demonstramos.

Será que você quer o que deseja?

Há relações curtas que não são pequenas.

Mas há relações intensas que ganharam profundidade atravessando o tempo e as fases da vida. Construindo o que somos e mostramos ter conquistado.

É tão bom a verdade que nos habita ser vivida na integralidade.

Para viver um personagem há muito desgaste de energia.

Ser o que somos verdadeira e genuinamente é libertador.

Isso começa na infância, pois o projeto do adulto é lançado nos primeiros anos em que a semente conhece seus próprios mistérios e segredos.

Precisa do tempo, do clima e de terreno fértil para florescer.

Assim somos nós.

Precisamos da família, da educação, da formação, da sociedade, da cultura.

Somos multifatoriais.

Que possamos ser conscientes e permitir que as gerações atravessem o tempo e se desenvolvam a cada fase como o projeto humano nos proporciona, crescimento, desenvolvimento, maturidade.

Caso contrário, estaremos todos na “Terra do Nunca”, como na história de Peter Pan, que não queria crescer!

Fabiano de Abreu
Escrito por Fabiano de Abreu

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: SEMANA DA SAÚDE ESPIRITUAL – PODCAST#3

Nesta sexta-feira a nossa coluna AUTOCONHECIMENTO apresenta o terceiro PODCAST da série Semana da Saúde Espiritual da psicóloga Sarita Cesana que trata do despertar da consciência da humanidade nos dias atuais. Desta vez ela trata dos climas saudável ou tóxicos nas organizações. Ela lembra que ambiente corporativo também é movido por energia e energia é conexão espiritual. Encontrar o seu propósito pessoal através da elevação da consciência com todos os colaboradores. Ouça o Podcast, reflita, ganhe sabedoria e expanda a consciência!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: SEMANA DA SAÚDE ESPIRITUAL POR SARITA CESANA – PODCAST#1

A nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira trás o primeiro de uma série de 4 PODCASTS da psicóloga Sarita Cesana, na Semana da Saúde Espiritual, que trata do despertar da consciência da humanidade nos dias atuais com citações do livro Consciência é a Resposta, do autor Robert Happé. Ouça o Podcast, reflita e tire suas conclusões!

Autora do Podcast: Sarita Cesana

Fonte:

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DICA DE LIVRO: PARE DE SE SABOTAR E DÊ A VOLTA POR CIMA DE FLIP FLIPPEN

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é “Pare de se sabotar e dê a volta por cima” de Flip Flippen. Segundo o autor, o ponto de partida para o verdadeiro sucesso é o autoconhecimento. Ele explica que quando alguém se conhece a si mesmo, esse alguém pode compreender melhor as características de sua personalidade e identificar suas limitações e que o fundamental é saber quais são seus pontos fracos, de modo que se possa superá-los e transformá-los em qualidades que gerem resultados significativos. Em mais de trinta anos de pesquisa, Flip Flippen observou que muitas pessoas talentosas sabotavam o próprio sucesso por não saberem quais eram as características que as impediam de alcançar o máximo de seu potencial. Essa análise serviu de base para definir as dez principais limitações pessoais descritas nesta belíssima obra.

Foto: Amazon

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REFLEXÃO: CARTA À SOLIDÃO, PARECE QUE AGORA NÃO TEM JEITO, POR ROSSANDRO KLINJEY

Na nossa REFLEXÃO desta terça-feira trago um monólogo sensacional do extraordinário psicólogo Rossandro Klinjey intitulado “Carta à solidão”. “Talvez você seja o remetente desta carta. E o convite no final é também destinado a você. Descobriu?! Mesmo nos momentos mais tumultuados é saudável aceitar esse convite que vez ou outra a solidão nos faz” Rossandro Klinjey). Portanto, convido você a assistir a leitura dessa carta insólita, reflea e tire suas conclusões!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: SAIBA O QUE É A HIPNOSE E A SUA IMPORTÂNCIA NO TRATAMENTO DA SAÚDE MENTAL

Caro(a) leitor(a),

A hipnose é uma técnica utilizada por profissionais da psicologia e psicanálise para ajudar as pessoas que padecem de distúrbios mentais a perceberem as suas fragilidades mentais e terem condições de trabalharem essas fragilidades para se tornarem pessoas mais equilibradas e fortes e assim se capacitarem a se reintegrarem à sociedade. Portanto, lhe convido a ler o texto a seguir, que é de suma importância à compreensão da psique humana!

 

Hipnose

A hipnose [A hipnose é uma técnica capaz de produzir fenômenos psicológicos genuínos altamente eficazes na prática clínia, fazendo com que os pacientes consigam mudar comportamentos disfuncionais, além de curar traumas e fobias, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das pessoas que se submetem a esta terapia.

TUDO O QUE VOCÊ NECESSITA SABER SOBRE HIPNOSE

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DICA DE LIVRO: CORAÇÃO, INTUIÇÃO E GRATIDÃO, UM ATALHO PARA A VIDA PLENA DE WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

É com orgulho e muito prazer que indico para leitura nesta quarta-feira, na coluna DICA DE LIVRO, o meu terceiro livro que acabo de publicar, cujo título é: Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para a vida plena, com prefácio do autor e jornalista Vicente Serejo. Uma obra feita com inspiração, carinho e dedicação.

A minha intenção ao escrever este livro é aprofundar o debate, a discussão e o estudo sobre estas (coração, intuição e gratidão) que, para mim, são as três coisas que devem nortear a nossa vida em todos os momentos, principalmente nas horas decisivas.

O coração que é sinônimo de vida, órgão vital mais importante do nosso corpo é puro sentimento. É com ele que sentimos, claro, o amor, mas também sentimos piedade, compaixão, ternura, carinho, medo e todos os tipos de emoções humanas. Mas ele não é apenas sentimento, também é pensamento e é isso que mostro nas páginas deste livro.

A intuição, historicamente bem mais aguçado nas mulheres, que por causa disso assumiram o estigma de possuí-lo. Nesta obra tento desmistificar esse estigma feminino e mostrar que, na verdade, todos somos dotados deste “sentimento” e que é essencial desenvolvermos esse poder sensorial para termos o controle das nossas vidas.

A Gratidão não é um sentimento fácil de identificar, pois nem sempre você percebe, está disposto ou sente vontade de fazê-lo. É o exercício e a prática diária desse sentimento que vai nos conduzir à plenitude. Sem o sentimento de Gratidão cotidianamente no Coração nada somos e nada seremos.

“O objetivo de Wagner não é espargir lirismo, mas abrir os olhos dos leitores e, através deles, levar a mensagem de que ao homem cabe ter consciência da dádiva Divina. Aquela que deu a todos a liberdade interior de buscar o bem como a única forma de evitar o caos que o mundo engendra a cada minuto no relógio frio do tempo.

Leiam este livro e descubram os caminhos do Coração, da Intuição e da Gratidão”. (Vicente Serejo)

OBSERVAÇÕES:

Infelizmente, devido a pandemia do coronavírus não foi possível fazer o lançamento deste livro por motivos óbvios. Ainda haverá o lançamento com noite de autógrafos em data futura a ser marcada quando tudo isso passar, mas resolvi, “excepcionalmente”, disponibilizar o livro para os leitores, visto que esse é um período apropriado para leitura como forma de preencher o tempo, mas principalmente para reflexão e este livro é pura reflexão.

O livro está disponível aqui no site do Blog do Saber, no site da Editora Autografia, na Amazon Kindle e muito em breve em mais 8 grandes sites nacionais. Por isso, dê um click ao lado, compre este maravilhoso livro e expanda sua consciência.

Foto: Autografia

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SAÚDE: COMO A AUTOCURA PODE LHE AJUDAR

O Dr. Samuel Dalle Laste está de volta a nossa coluna SAÚDE desta quarta-feira. Desta vez ele dá uma de repórter e entrevista  o Dr. Daniel Sarkis durante Congresso de Prática Orto Molecular, que é especialista e procura esclarecer: o que é a AUTOCURA? Portanto assista essa entrevista esclarecedora e entenda como a nossa mente pode contribuir com a nossa saúde plena!

Fonte:

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REFLEXÃO: QUANDO TUDO DÁ ERRADO APENAS RELAXE E PONHA AS IDÉIAS EM ORDEM

Tudo passa!

Sim. Tudo passa e por isso mesmo não torne os momentos difíceis mais longos do que o necessário. Relaxe, respire fundo, feche os olhos, fique calmo durante alguns minutos, deixe a mente se organizar tranquilamente e comece tudo de novo. O texto a seguir reflete sobre “Quando tudo dá errado”. Leia-o saiba o que fazer e como se comportar!

Quando tudo nos parece dar errado... Renato Russo

Quando tudo dá errado

O que se faz naquele dia em que tudo parece dar errado?

Há quem diga: Levantei com o pé esquerdo.

Entende-se que quem assim fala, acredita que um pé é mais valioso do que outro.

Esquece-se de que ambos os pés são preciosos, pois que a base sobre a qual recai o peso do corpo, sustentado pelas pernas.

De toda forma, nesse dia em que tudo deve dar errado, porque começou errado, o que fazer?

Primeiro: repelir a idéia de uma perseguição de Deus aos Seus filhos.

As coisas não dão errado porque Deus quer.

Dão errado porque nós, os Seus filhos, agimos errado.

Vejamos. Você levantou pela manhã atrasado? De quem é a culpa?

Não é do despertador, que não soou o alarme, ou soou mais tarde.

A questão é sua, porque quem programa as funções do aparelho é você.

Portanto, não há porque se zangar. O que acontece, em seguida, para o melhor ou para o pior, é sua decisão.

Você pode levantar de um pulo, pôr-se em pé, sair às tontas do quarto e… se bater na porta, em um móvel.

Pensasse que nada traria de volta os minutos passados, levantaria com calma e faria tudo com mais vagar.

Quando você está com pressa e tenta fazer várias coisas ao mesmo tempo, tem muita probabilidade de algo desagradável acontecer.

O leite transborda, sujando o fogão, você se corta ao fazer a barba, o botão da camisa cai, pela violência que você usa, tentando abotoá-lo.

Enfim, a lista é quase interminável. E a culpa, com certeza, não é de Deus.

Faça tudo com calma. O carro não dá partida?

Verifique o porquê e resolva, se possível, sem se estressar.

Perdeu o horário do ônibus?

Lembre que a sua ansiedade ou a sua irritação não fará o próximo se adiantar. Espere.

Se preciso, avise seu superior, sua chefia, seu cliente, do atraso.

Se perderá uma aula, uma prova, já perdeu. De que adianta gritar, se zangar? Nada trará de volta os minutos perdidos.

A palavra já diz: perdidos.

O trânsito está congestionado? Não faça tolices, não viole as regras do bom motorista.

Tenha sempre à mão um livro, uma revista e aproveite o tempo.

A chuva o surpreendeu no caminho? Aguarde um pouco. Tudo passa. A chuva também passa.

Aguardar um pouco não lhe deve causar maior preocupação.

Enfim, em tudo seja responsável e pense que em suas mãos está permitir que tudo ande nos eixos, ou não ande.

Tudo se resolva, a pouco e pouco, ou não.

Por fim, pense: não vale a pena perder minutos preciosos da vida por estresse, irritação ou impaciência.

Deus quer a sua felicidade. Colabore com Ele nesta conquista.

* * *

Tudo no Universo traduz harmonia, precisão. Os planetas obedecem às suas trajetórias e cada qual se enquadra, na linha do dever que lhe é própria.

Os astros giram, as estrelas lançam sua luz ao espaço. Tudo obedece ao Grande Pai de todos nós.

Não sejamos diferentes. Harmonizemo-nos.

Colaboremos com nossa própria felicidade.

E pensemos a cada dia: Hoje tudo vai dar certo. Perfeitamente certo.

Eu farei o possível para tudo acontecer acertadamente.

Redação do Momento Espírita. Disponível no Cd Momento Espírita, v. 13, ed. Fep.

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SAÚDE: SAIBA ONDE FICA A LINHA TÊNUE ENTRE O BEM O E O MAL NO CONSUMO DE ÁLCOOL

Achei essa matéria sobre o consumo de álcool por homens e mulheres ainda jovens, mas em boas posições profissionais e status social com uma rotina frequente de consumo de álcool me reuniões e fechamento de negócios, muito interessante e bem apurada, pois dá a rela dimensão do que acontece e nem notamos. Leia esse curioso artigo e perceba de como o álcool entra nas nossa vidas e até onde ele pode ser benéfico e onde ele passa a ser ofensivo.

QUANDO O CONSUMO DE ÁLCOOL SE TORNA PERIGOSO?

Por Alice Ellis e Larissa Serpa

consumo de alcoolFoto: Shutterstock

Bebidas alcoólicas fluem tão naturalmente nos cenários sociais e até mesmo profissionais que você provavelmente considera toda a bebedeira apenas um fato da vida. Como a maioria das pessoas com idade na casa dos 20, Luiza Kabata* tem costume de ir a bares com amigos e sempre diz sim aos coquetéis em eventos de trabalho. Mas a publicitária de 25 anos não tem um problema com consumo de álcool – ela raramente fica bêbada, quase nunca acorda com ressaca e sempre pede um Uber para voltar para casa.

Quando indagada sobre quantos copos ela toma em uma semana típica, o primeiro chute é oito. E então ela começa a contar: segunda à noite teve jantar com o namorado – e uma garrafa de vinho. Terça, a despedida de um colega resultou em uma rodada de mojitos. Quarta, jantar – e todas as cervejas que acompanham – com a amiga. Após o começo de semana agitado, quinta é dia de ficar em casa, assistir aos episódios atrasados de Grey’s Anatomy e relaxar com uma taça de tinto. Sexta-feira foi o happy hour da empresa – que, oba, acabou de fechar uma conta com um cliente incrível. Sábado é dia de balada com as amigas (com alguns shots de vodca) e domingo é mais tranquilo, acompanhado apenas de um brunch regado a Bloody Mary.

É fácil perder a conta em uma cultura em que celebrar e socializar são praticamente sinônimos de copos brindando. A história de amor da humanidade com o álcool não é de hoje. Há indícios de que até mesmo nossos antepassados da pré-história comiam frutas estragadas para sentir os efeitos do álcool resultado da fermentação natural desses alimentos. E nossa nação é mundialmente conhecida pelas festas que envolvem álcool – oi, carnaval!

Os brasileiros consomem 40% mais de álcool do que a média mundial, segundo o último Relatório Global sobre Álcool e Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o que equivale a cerca de 8,7 litros anuais por indivíduo acima dos 15 anos. E a projeção é que a bebedeira aumente mais, ultrapassando os 10 litros até 2024.

Sim, seus “apenas dois drinques no final do expediente” entram nessa conta e, com o passar dos anos, podem resultar em inúmeros problemas se forem muito recorrentes. Uma quantidade grande de pesquisas sobre o assunto mostra que exceder com frequência o limite recomendado de álcool – cerca de 20g diárias, o equivalente a dois chopes de 300 ml – leva de problemas amenos (pele sem brilho, falta de energia) a riscos sérios de saúde (como alguns tipos de câncer e maior chance de acidente vascular cerebral).

Acima do limite

Vendo de longe, o que parece é que nossa fase de álcool passa assim que deixamos os anos mais jovens, de faculdade e festas. “De fato, existe uma pressão social para o consumo do álcool durante a adolescência, pois isso ainda é uma descoberta e acaba virando uma forma de se afirmar no grupo de amigos”, explica o psicólogo Yuri Busin, diretor do Centro de Atenção à Saúde Mental Equilíbrio, em São Paulo. Mas a verdade é que a vida adulta e todos seus compromissos nos fazem beber em quantidade menor por vez, mas com muito mais frequência. Além disso, tomar um vinho ou prosecco nos encontros sociais tem um quê de sofisticação – é uma nova medida de realização pessoal. “Em muitas situações adultas, o consumo de álcool ainda é visto como algo bacana, uma reafirmação de que você é uma pessoa legal”, diz Yuri. Tanto que, em alguns casos, negar uma taça em encontros profissionais pode até ser mal visto. O mesmo acontece se você pede um suco durante o happy hour da empresa, especialmente se está entre homens.

Bruna Soldera, 29 anos, é dona da própria empresa de marketing e concorda totalmente. Após terem fechado um novo contrato, dois dos seus clientes abriram uma garrafa de tequila para comemorar. Em apenas alguns minutos, ela virou 3 shots (o primeiro para fechar o negócio e o segundo e terceiro para comemorar com cada um deles). “Eu senti que eles esperavam que eu os acompanhasse no mesmo nível”, ela conta. “É tipo um ritual para ganhar respeito. Eles esperam que você aguente tanto quanto eles.” Homens ainda diminuem mulheres que se embebedam com facilidade, segundo ela. Ainda assim, uma noite normal para ela inclui dois ou três eventos de networking, o que significa que ela bebe muito mais taças por dia do que a maioria dos seus clientes.

É claro que não podemos colocar toda a culpa na pressão externa. “O álcool tem a função social de liberar amarras, nos soltar”, explica Yuri. Afinal, beber é divertido e, além disso, a maioria das mulheres que bebe mais de sete drinques por semana não é considerada alcoólatra. Mas isso também não significa que estão longe de riscos.

Pior que a ressaca

Enquanto o álcool desce pelo seu sistema digestivo, ele vai sendo diluído antes de entrar na corrente sanguínea. Em geral, mulheres têm menos água no corpo do que homens (e menos de uma enzima responsável por quebrar as moléculas de álcool, a aldeído desidrogenase ou Aldh), o que quer dizer que nossos órgãos são expostos a níveis mais altos da substância tóxica. “O consumo excessivo está diretamente ligado a doenças como pancreatite aguda e crônica, às doenças hepáticas e às doenças do estômago, como úlceras. Além de aumentar o risco de desencadear males de ordem psiquiátrica, como o transtorno bipolar”, diz o gastroenterologista Marcos Belotto de Oliveira, cirurgião dos Hospitais Oswaldo Cruz e Albert Einstein, de São Paulo.

Beber moderadamente ou ficar dentro da recomendação da OMS dificilmente vai causar grandes danos aos órgãos ou à sua saúde. Nem mesmo a noitada regada a álcool que acontece uma vez por mês. Mas mulheres que bebem bastante e regularmente devem tomar cuidado: o álcool pode ainda interromper a comunicação entre os neurotransmissores do cérebro, que controlam tudo, do nosso pensamento à nossa movimentação. E, a longo termo, isso pode levar à depressão, ansiedade e problemas de memória, prejudicar células cerebrais e fragilizar os músculos do coração, fazendo com que eles percam a habilidade de impulsionar o fluxo sanguíneo com eficácia. Além disso, segundo pesquisa da publicação Stroke, dos Estados Unidos, quem bebe demais tem 34% mais chances de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC).

E, é claro, o fígado também sofre. O órgão tem a função de quebrar as moléculas de álcool, um processo que produz toxinas que promovem inflamação e enfraquecem as defesas naturais do corpo. O álcool também interfere na formação de proteína, reduzindo massa muscular. Em um prazo ainda mais curto, ele dilata as veias, levando uma corrente forte de sangue até a pele, especialmente em volta do rosto. O que, em combinação com a repressão que causa nos níveis de vitamina A, resulta em uma pele inchada e sem viço.

Parando o consumo de álcool aos poucos

Nem sempre há uma linha clara entre a simples diversão e, por exemplo, câncer e doenças cardíacas. E todas sabemos que pesquisas mostram que beber moderadamente tem seu lado bom. “O ideal é consumir vinho, pois ele contém flavonoides, que ajudam a aumentar os níveis de colesterol bom. Uma taça possui 10 gramas”, conta Marcos. O problema é que muitas mulheres apenas absorvem a parte “beber é saudável” de toda essa lista de efeitos e, então, exageram na dose.

Então o que devemos fazer? Primeiramente, é importante encarar o quanto você realmente está bebendo, mantendo um diário no qual você escreve todos os drinques que toma, ou um aplicativo (tente o Drink Tracker, que é gratuito). E seja honesta consigo mesma. Se suas anotações revelarem que você passa dos limites regularmente, é hora de prestar atenção – e não dar desculpas como “ah, mas é que esse mês foi de celebração”. Pergunte-se se você está no modo automático quando vai para um bar, já pedindo uma cerveja ou um drinque sem nem ao menos refletir se está mesmo com vontade daquela bebida.

Quadrada, eu?

Não quer ser essa pessoa? Não se preocupe, a chave é diminuir e não cortar o álcool de vez. Eis algumas ideias para beber de maneira mais saudável:

1 Álcool falso

Se você está com medo de ser mal vista em uma festa de empresa, peça para o garçom preparar um drinque com água tônica e limão ao invés de vodca e soda, por exemplo. As pessoas têm menos tendência a pressionar se não perceberem a diferença.

2 Coma antes

Tente esperar até que o prato ou a porção chegue antes de já pedir a bebida alcoólica. Assim, você evita se embebedar de estômago vazio.

3 Alterne com água

Além de manter o corpo hidratado, alternar um gole de álcool com um de água vai ajudar você a beber menos e mais devagar.

4 Troque seu veneno

Existem várias opções de vinhos e cervejas com menos teor alcoólico. Bônus: eles normalmente possuem menos calorias.

5 Mude as atividades

Substitua alguns eventos que têm álcool como base por outros mais saudáveis, quando possível – a noite de sábado com as amigas na balada pode virar um domingo no SPA.

Fonte: Womens Health Brasil

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REFLEXÃO: TEMOS TEMPO, E AGORA O QUE FAZEMOS COM ELE?

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira diz respeito a algo que reclamamos tanto no nosso dia a dia: o Tempo ou a falta dele. Sempre estamos reclamando que não temos tempo para fazer tudo que gostaríamos de fazer. Já me peguei várias vezes dizendo assim: “aha, como eu queria que o dia tivesse 30 horas”! E agora? Agora, nós temos todo o tempo do mundo. O que vamos fazer com ele? O texto maravilhoso de Beth Michepud a seguir trata exatamente disso. Leia com atenção, reflita e tire suas conclusões!

Temos tempo, e agora?

 em 
relogio do sol
Quantas e quantas vezes nós reclamamos pela falta de tempo, não é? Pois então, agora o temos. E o que fazemos com ele só diz respeito à nós mesmos. Muitos reclamavam porque lhes faltava tempo para viajar ou passear, outros porque a escassez era tamanha, que nem tempo para dormir tinham. Pode-se viajar lendo um livro e embarcando na história. Podemos dormir com mais tranquilidade, sabendo que o despertador não tocará. E o mais importante de tudo, temos tempo de nos amarmos, nos cuidarmos, exercermos nosso pleno direito de nos conhecer melhor e profundamente. Temos tempo para exercitarmos a tolerância, a empatia e sermos ponto de recepção e emissão de tudo o quanto é bom. Quando o tempo já não é medido por horas, minutos e segundos, o que vai qualificá-lo é o que você está fazendo com ele. A música de Caetano Veloso chamada “Oração ao Tempo”,  é uma reverência poética.
És um senhor tão bonito quanto a cara do meu filho, tempo tempo tempo tempo, vou te fazer um pedido
Compositor de destinos,  tambor de todos os ritmos,  tempo tempo tempo tempo, entro num acordo contigo
Por seres tão inventivo e pareceres contínuo, tempo tempo tempo tempo, és um dos deuses mais lindos
Que sejas ainda mais vivo no som do meu estribilho, tempo tempo tempo tempo, ouve bem o que te digo
Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso, tempo tempo tempo tempo, quando o tempo for propício
De modo que o meu espírito ganhe um brilho definido, tempo tempo tempo tempo, e eu espalhe benefícios
O que usaremos pra isso fica guardado em sigilo, tempo tempo tempo tempo, apenas contigo e comigo
E quando eu tiver saído para fora do teu círculo, tempo tempo tempo tempo, não serei nem terás sido
Ainda assim acredito ser possível nos reunirmos, tempo tempo tempo, num outro nível de vínculo
Portanto peço-te aquilo e te ofereço elogios, tempo tempo tempo tempo, nas rimas do meu estilo.
Luz e Paz!
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CURSO MUDANÇA E CRIAÇÃO DE HÁBITOS – AULA 2

Nesta quinta-feira temos a 2ª aula do curso MUDANÇA E CRIAÇÃO DE HÁBITOS na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL com o resumo animado de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor, para lhe ajudar a repensar seus hábitos meste período de quarentena e sair dela uma pessoa melhor. Assista ao vídeo completo e conheça por que hábitos são tão importantes!

Fonte:

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