AUTOCONHECIMENTO: NO 13º VÍDEO DA SÉRIE O DESTAQUE A AUTOSABOTAGEM E O JULGAMENTO

A AUTO SABOTAGEM  e o JULGAMENTO são ad duas práticas diárias que nós, enquanto seres de luz não podemos seguir adiante sem antes nos livrarmos delas. O exercício diário da Não Sabotagem e do Não Julgamento é o caminho as ser seguido na caminhada evolutiva para alcançarmos uma vida plena.

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PODCASTS: A EXPECTATIVA É O JULGAMENTO PELO STF DO COMPARTILHAMENTO DE DADOS SIGILOSOS PELO COAF

Caro(a) leitor(a),

Segunda-feira é dia de PODCASTS com Natuza Nery em sua coluna “Que semana é essa?”. Como não foi possível ontem, estou postando hoje, em função da relevância e atualidade do assunto. Ouça o Podcast e tire suas conclusões!

SEGUNDA, 18/11/2019, 08:19

Que semana é essa? – Natuza Nery

‘Toffoli conturbou cenário político em Brasília e jogou combustível para julgamento do STF’

Natuza Nery analisou a agenda política do Congresso Nacional para a semana. A comentarista afirmou que a maior expectativa está relacionada com o julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre o compartilhamento de dados sigilosos pelo Coaf. ‘Decisão de Dias Toffoli de pedir compartilhamento de dados de mais de 600 mil pessoas físicas e jurídicas jogou a responsabilidade para o STF’, opina Nery.

Dias Tóffoli abriu inquérito para investigar supostas ameaças ao STF. Foto: Cesar Borges/Fotoarena/Agência O Globo. (Crédito: )Dias Tóffoli abriu inquérito para investigar supostas ameaças ao STF. Foto: Cesar Borges/Fotoarena/Agência O Globo.

Fonte: CBN

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OPINIÃO: O STF EMPURROU DE GOELA A BAIXO DO POVO ESSE JULGAMENTO

Caro(a) leitor(a),

Tem certas coisas que não há a menor necessidade de ser explicada dada a sua obviedade. Essa questão da prisão em segunda instância é uma dessas coisas, principalmente quando observamos que 193 das 194 nações que fazem parte da ONU lançam mão desse expediente em seus arcabouços jurídicos e que no Brasil também já fez parte do seu portfólio jurisdicional durante muito anos, até que se começou a prender figurões do colarinho branco através desse recurso. A cara de pau dos ministros do STF que votaram contra esse dispositivo é tamanha que não tem óleo de peroba dê vencimento. O jurista Modesto Carvalhosa que o diga, pois a sua indignação já não tem mais tamanho. Até porque todas as peças produzidas por ele requerendo o impeachment de Gilmar Mendes e Dias Toffoli possuem um conteúdo impecável recheado de inúmeras provas cabais das violações desses magistrados à Constituição e mesmo assim nada acontece porquê o corrupto do presidente do senado Davi Alcolumbre simplesmente não cumpre com sua obrigação de despachar o processo e colocar em votação em plenário. Não sei como este grande patriota ainda não morreu de um infarto, pois os mais conscientes são os que mais sofrem. Faço votos que ele viva o suficiente para ver toda essa corja de ladrões, corruptos e lavadores de dinheiros na cadeia, pois a justiça divina tarda, mas não falha! 

A escabrosa história da prisão após trânsito em julgado

Ocorre que os corruptos do MENSALÃO não “podiam” ser presos. Daí o nosso PRETÓRIO EXCELSO, já dominado pelos Ministros nomeados por Lula, DECIDIU, cinicamente, que a Constituição “mandava” prender somente após trânsito em julgado. Foi assim derrogada, por desuso, a Lei Fleury de 1973.

ISSO DEPOIS DE 21 ANOS DA VIGÊNCIA DA CARTA, sem nenhum questionamento a respeito da prisão em 2ª instância, até que surgisse o mensalão.

E a MAIORIA petista no Congresso, apoiada sempre pelo famigerado Centrão, para REFORÇAR o sórdido “entendimento” do Supremo, APROVOU em 2011 a “Lei” nº 12.403, que determina que todo o criminoso é INOCENTE até que os ministros do Supremo, SELETIVAMENTE, absolvam os corruptos através da prescrição.

Essa lei infame de 2011, conhecida como a LEI DO MENSALÃO, nunca foi seguida pelo Poder Judiciário, que CONTINUOU a prender os criminosos na 2ª instância.

Diante da avalanche de corruptos processados pela LAVA JATO, e da força da opinião pública, o STF, em 2016, REVOGOU o seu casuístico “ENTENDIMENTO” de 2009, “admitindo” que se continuasse a prender os corruptos e demais delinquentes após 2ª instância.

Daí veio 2019. Os petistas se uniram aos demais canalhas do CENTRÃO, num abraço fraterno de quadrilheiros corruptos, para liquidar com a LAVA JATO e instituir no Brasil a REPÚBLICA DOS BANDIDOS…

O lema dos políticos corruptos que dominam o Congresso é este: QUEREMOS ROUBAR EM PAZ!

Mais do que isso. Se os magistrados do andar de baixo não obedecerem ao “entendimento” do PRETÓRIO EXCELSO, prendendo os INOCENTES delinquentes, serão eles, magistrados, condenados e presos por QUATRO ANOS, de acordo com a LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE.

POR TUDO ISSO, NÃO PERTENCEMOS MAIS AOS PAÍSES CIVILIZADOS E MUITO MENOS AOS PAÍSES DEMOCRÁTICOS.

IMPÕE-SE O IMPEACHMENT DOS GARANTISTAS DO STF.

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PONTO DE VISTA: A ERA DO CORINGA DE TOGA ESTÁ SÓ COMEÇANDO!

Caro(a) leitor(a),

Somos palhaços e assim continuaremos principalmente depois dessa última atitude do STF, que sob o comando do “Coringa de toga” está transformando o Estado Brasileiro num verdadeiro circo anárquico e terra de ninguém. A partir de agora, sim, porque depois do voto de Rosa Weber e da comemoração do advogado mais vil desse país podemos dar por liquidada a fatura da soltura geral dos bandidos e da derrocada final da Lava Jato. Pobres de nós e do nosso destino na contramão de todos os países que fazem parte da ONU no que tange a prisão em primeira e segunda instância. Deus tem que existir e olhar por nós ou estamos num mato sem cachorro e indo pro brejo! 

O advogado de criminosos poderosos, aquele que desfila de bermudas no STF, comemora o voto de Rosa Weber

Aliás, a situação ocorrida no tribunal foi constrangedora, deprimente.

Tão logo o ministro Dias Toffoli anunciou o intervalo da sessão, Kakay, outros advogados de notórios corruptos e um deputado do PT se abraçaram como se celebrassem a vitória da impunidade.

Embora o placar ainda esteja favorável a manutenção da prisão em segunda instância, a turma demonstra ter pleno conhecimento de como serão os votos dos demais ministros.

Repugnante!

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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ANÁLISE POLÍTICA: STF A SERVIÇO DE ADVOGADOS RICOS DE CRIMINOSOS MILIONÁRIOS DO COLARINHO BRANCO

Nesta sexta-feira temos o comentário sempre ácido e crítico, na coluna POLÍTICA, do inenarrável José Nêumanne Pinto sobre a jurisprudência que autoriza juiz a mandar condenado em segunda instância a começar a cumprir pena. Ele relata que nos últimos dez anos, o STF tem tentado mudar. A banda que se diz “garantista” dos direitos individuais à plena defesa ganhou a parada em 2009 e perdeu três vezes em 2016. Gilmar Mendes, que defendia com ardor a opção vencedora mudou de posição para o lado oposto depois que a Operação Lava Jato começou a investigar propinas pagas aos tucanos, sob cujo domínio fez carreira no palácio. Como confirmam estatísticas do CNJ, só 0,006% dos processos que sobem do STJ para a última instância têm seus termos corrigidos. Nenhum por inocência do réu, mas só por erros processuais. Ou seja, os ministros prestam serviços a advogados ricos de criminosos milionários do colarinho-branco. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Fonte:

 

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JUSTIÇA: OS QUESTIONAMENTOS DE FACHIN QUE DEIXARAM OS TOGADOS NA SAIA JUSTA

Os inteligentes e capciosos questionamentos feitos pelo ministro Edson Fachin no julgamento que se iniciou nesta quarta-feira pelo STF acerca do caso Bendini e que deixaram os outros togados na saia justa. Leia o artigo a seguir e veja a resposta aos seus questionamentos!

Em plenário, Fachin faz 3 questionamentos que desnudam a trama da 2ª turma no caso Bendine

Tudo explicado nas perguntas que o Ministro Edson Fachin fez ao ler seu voto no julgamento baseado na decisão da 2ª turma que anulou a condenação de Aldemir Bendine, por conta de uma regra que não existe e foi inventada por Gilmar Mendes, Lewandowski e Cármen Lúcia.

Bendine é homem próximo da estocadora de vento.

O Procurador-Geral da República interino, Alcides Martins, defendeu que, caso o plenário do STF determine que delatados devem apresentar as declarações finais depois dos delatores, que a regra passe a valer daqui para frente, e não retroativamente.

Em seu voto, Edson Fachin listou perguntas que deverão ser respondidas pelos ministros caso queiram anular condenações com base numa regra — inventada pelo STF no caso Aldemir Bendine — que não existia.

As instâncias antecedentes praticaram ato suscetível de ser considerado ilegal, ou suscetível de ser considerado abuso de poder?

Haveria ilegalidade ou abuso de poder ao não se cumprir regra legal que não existe?

Haveria ilegalidade ou abuso de poder ao não se cumprir interpretação constitucional até então inexistente?”

Ele mesmo respondeu à pergunta minutos depois:

“Não deve o Judiciário legislar e não deve o fazer em hipótese alguma.”

Fonte: O Antagonista

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