RN É O ESTADO DO NORDESTE COM PIOR SITUAÇÃO DE SECA

Seca grave no RN aumenta e atinge 52% da área; estado tem pior situação do Nordeste

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Entre julho e agosto deste ano, o Rio Grande do Norte registrou um avanço da seca grave, passando de 38,39% para 52,66% do percentual de área com estiagem. Os dados são do Monitor da Seca de agosto, divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

De acordo com o relatório, o avanço da seca grave em agosto ocorrido principalmente nas regiões Nordeste e Oeste do estado potiguar, em razão das anomalias negativas de chuvas. Como destacou a ANA, “os impactos são de curto e longo prazo em todo o estado”.

Com o levantamento, foi possível constatar que o RN apresenta uma pior condição entre os estados do Nordeste. Já no leste do Maranhão e oeste do Piauí, aconteceu o avanço da seca moderada, devido à piora nos indicadores do fenômeno. Por outro lado, devido às chuvas acima da média nos últimos meses, houve um recuo da seca moderada em parte do litoral baiano e da seca fraca no leste pernambucano.

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados ​​em curto e / ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes de até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo.

Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessado tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS. O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua preparação.

A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados obrigados e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca, relacionada significando que as categorias de seca em uma determinada área são comuns em relação ao histórico próprio da região.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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RN É O PIOR ESTADO DO BRASIL NO AUMENTO DE ARRECADAÇÃO

Mesmo com cenário favorável, RN é o pior estado do Brasil no aumento da arrecadação

Com inflação em alta, a arrecadação dos estados brasileiros aumentou mais de R$ 50 bilhões em 2021 na comparação com o ano passado. Mesmo com esses números favoráveis à arrecadação, o Rio Grande do Norte teve o pior desempenho entre todos os estados brasileiros.

O RN cresceu a arrecadação em 8,8%. Atrás apenas do Distrito Federal, que é uma unidade federativa, com 6,3%. O estado que mais cresceu a arrecadação foi Goiás com 24,1%.

Para se ter um parâmetro, estados vizinhos como Paraíba, Pernambuco e Ceará cresceram, respectivamente: 14,5%, 12,8% e 17,2%.

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SEGUNDO DONALD TRUMP, BIDEN CAUSOU A PIOR CRISE MIGRATÓRIA DA HISTÓRIA DOS EUA

Trump vai à fronteira com México para criticar políticas de Biden

Ex-presidente diz que falará sobre “pior crise migratória do país” quando visitar a cidade de Weslaco, no Texas

INTERNACIONAL

 por AFP

Trump critica "pior crise migratória da história" dos EUA

BRANDON BELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Donald Trump comparecerá à fronteira com o México nesta quarta-feira (30) para criticar “a pior crise migratória” da história dos Estados Unidos, causada segundo ele por seu sucessor, Joe Biden, e para retomar o fio condutor de sua Presidência: a luta contra a imigração ilegal.

Uma “fronteira sul destruída”, “uma verdadeira zona de desastre”, afirma Trump diante da possibilidade de uma nova candidatura presidencial em 2024. O republicano não perdeu sua retórica desde sua “reclusão” em suas propriedades na Flórida e Nova Jersey.

Com essas palavras, o republicano anunciou seu primeiro compromisso desde que deixou a Casa Branca em 20 de janeiro. O ex-presidente estará em Weslaco, uma pequena cidade no extremo sul do Texas, perto da fronteira.

A calma reinou neste município na manhã desta quarta-feira, antes da chegada do ex-presidente. Uma caminhonete repleta de bandeiras Trump simboliza a reminiscência de sua popularidade neste estado conservador.

Mais precisamente no Texas, em 12 de janeiro, ele fez sua última visita oficial para falar sobre imigração.

Junto com o governador do Texas, Greg Abbott, e uma delegação de parlamentares republicanos, ele se encontrará com autoridades por volta das 11h30 (13h30 de Brasília) para uma reunião de “segurança da fronteira” e, em seguida, visitará, uma hora depois, uma parte do “muro” que separa os Estados Unidos do México.

“Construam o muro!”, ouvia-se com frequência em seus comícios antes de sua eleição em 2016.

Durante seus quatro anos como presidente, aproximadamente 600 quilômetros foram levantados, embora a maioria desses trechos tenha sido apenas melhorias em cercas já existentes.

Para os republicanos, o programa do bilionário funcionou, mas a chegada de Biden à Casa Branca com a promessa de uma política de imigração “mais humana” gerou um efeito de atração ao país.

A primavera foi marcada por prisões recordes na fronteira sul dos Estados Unidos, de 3.200 quilômetros.Em maio, cerca de 180.000 pessoas foram presas após entrarem ilegalmente, o maior número em 15 anos.

A oposição acusa a vice-presidente, Kamala Harris, responsável por gerenciar a migração irregular, de ignorar a “crise”.

O governador do Texas decretou em meados de junho que o estado continuará a construir o muro fronteiriço. E a governadora republicana da Dakota do Sul, Kristi Noem, acaba de anunciar que enviará dezenas de soldados da Guarda Nacional de seu estado para a fronteira, apesar de estar a mais de 2.000 quilômetros de distância.

Os democratas acusam os republicanos de manipulação política e garantem que o aumento de migrantes na fronteira se deve a vários fatores, ao mesmo tempo em que relembram a polêmica política da separação das famílias imposta por Trump.

Sob sua presidência, quase 4.000 crianças migrantes foram separadas de suas famílias. No início de junho, mais de 2.000 ainda não haviam se reunido com seus entes queridos.

“Palhaços”

“Por quatro anos, os republicanos ficaram em silêncio enquanto Trump sabotava nosso sistema migratório”, afirmou o porta-voz do Partido Democrata, Ammar Moussa, nesta quarta-feira, chamando a visita do ex-presidente de um “espetáculo de palhaços”.

Banido das redes sociais desde o ataque dos seus apoiadores ao Capitólio em 6 de janeiro, Trump mantém muita influência em seu partido.

E está determinado a continuar tendo peso na política americana.Depois de meses quase em silêncio, sua agenda se acelera. O magnata do mercado imobiliário voltou a fazer comícios no último sábado, em Ohio, como início de sua campanha para as eleições parlamentares e locais de novembro de 2022.

Diante de milhares de apoiadores, ele repetiu suas acusações infundadas a respeito do “roubo” na última eleição, ao perder para Biden. E deu a entender que vai tentar uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais.

Ele fará outro grande comício neste sábado em Sarasota, na Flórida.

Fonte: R7
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: MINISTRO RICARDO SALLES REBATE FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” DE OPOSITORES SOBRE O MEIO AMBIENTE NO PAÍS

Se diz ambientalista, mas o Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, dispara Salles

Fotomontagem

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em entrevista ao programa “Pingos nos Is”, desta segunda-feira (17), comentou sobre a questão dos lixões que existem em mais de 3 mil municípios brasileiros.

Salles afirma que o grande problema ambiental do Brasil são os resíduos das cidades. E, desde o início da atual gestão, já foram fechados 600 lixões no país.

“Tínhamos mais de três mil municípios no Brasil com lixões, ao invés de ter aterro e destinação adequada. Isso é vontade política, investimento, estratégia. Ajudamos os municípios a estruturar, equipamentos de coleta seletiva, de triagem, as cooperativas de reciclagem e também o destino final. Os aterros são algo necessário. Nós não temos ainda o aproveitamento energético. Então, os aterros passam a ser a destinação mais adequada dentro dos possíveis”, explicou.

Atento à evolução tecnológica e o meio ambiente urbano, o ministro falou:

“Ajudamos os municípios, demos os recursos, demos os equipamentos e, pela primeira vez na história, o número de lixões no Brasil caiu, substancialmente, 20% em relação ao que era no início do Governo (Bolsonaro). Algo que vinha crescendo há décadas no país em razão do descaso, falta de interesse”, garantiu.

Sobre a poluição do ar, Salles disse:

“O ar só não é pior no Brasil, nos grandes conglomerados, graças ao Etanol, que é o nosso combustível exemplo pro resto do planeta, combustível renovável. Se não tivéssemos o Etanol como fonte importante de combustível pros nossos veículos, as cidades seriam ainda mais poluídas em razão da queima dos combustíveis fósseis: gasolina e óleo diesel”, esclareceu.

Salles comentou sobre o desmatamento no país.

“A nossa defesa é a de que precisa fazer a regularização fundiária pra melhorar o problema do desmatamento ilegal na Amazônia. Precisa ter o pagamento pelos serviços ambientais. Precisa ter o zoneamento ecológico. Precisa colocar ‘de pé’ a bioeconomia pra além das ações de comando e controle”, informou, acrescentando que o estado do Pará concentra mais de 40% do desmatamento no Brasil.

O ministro rebateu as falsas narrativas da “mídia do ódio” e de opositores sobre o meio ambiente no país e disse que o Governo Bolsonaro procurar participar de eventos internacionais para dirimir as dúvidas “face a face”.

“É uma vergonha, né? Esse pessoal que se diz ambientalista e sentaram na cadeira de ministro do Meio Ambiente por 20 anos, não cuidaram do saneamento e do lixo. Basta dizer que o estado do Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, finalizou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DIREITO-JUSTIÇA: DANIEL SILVEIRA DIZ QUE NÃO TENTOU SUBVERTER A ORDEM DEMOCRÁTICA E LEVARÁ O SEU CASO A UM TRIBUNAL INTERNACIONAL

Daniel Silveira levará o seu caso a Tribunal Internacional: “O que fizeram comigo foi muito pior que o AI-5”

Foto: Reprodução/InternetFoto: Reprodução/Internet

Em entrevista ao Programa da Jovem Pan, “Pingos nos Is”, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) falou sobre a prisão domiciliar imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e explicou que não tentou subverter a ordem democrática.

Silveira afirmou que levará o seu caso a um tribunal internacional e negou ter defendido o Ato Institucional número 5, adotado no governo militar.

“Como a Suprema Corte, aqui, no Brasil, é a última instância e, claramente, se você processar algum ministro, eles não vão declarar que podem ser processados (…) Fica um pouco complicado de você levar à frente. Alguns têm dito que o STF tem se tornado um tribunal de exceção. E eu não concordo (…) O que acontece é que, se você não levar isso para fora e mostrar que tentaram me acusar, que eu subverti a ordem democrática. Logo eu (…) Não faz sentido algum (…) Em momento algum eu defendi o AI-5. E o que eles fizeram comigo foi muito pior que o AI-5”, explicou.

Daniel Silveira apontou que decisões – como as do ministro Alexandre de Moraes – subvertem “a ordem democrática”.

“O que subverte a ordem democrática são decisões como essas, que atacam direto à Constituição. Não ao Daniel Silveira, mas aos milhões de pessoas (…) Com certeza, é uma coisa um tanto absurda. Então, eu preciso levar para uma Corte Internacional, sim, para ser discutida, porque isso subverte a ordem democrática”, finalizou.

Em fevereiro, o parlamentar amigo do deputado, Carlos Jordy (PSL-RJ), já havia adiantando que a defesa de Silveira apelaria para cortes internacionais. O congressista foi preso em 16 de fevereiro – por crime de opinião – por ter publicado um vídeo com críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O artigo 53 foi rasgado na íntegra. Tanto na questão da imunidade parlamentar quanto na impossibilidade na prisão de um deputado salvo em flagrante de crime inafiançável, o que não houve”, defendeu Jordy.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CASO TRUMP É MUITO PIOR QUE O WATERGATE DIZ JORNALISTA QUE DESVENDOU O ESCÂNDALO

Jornalista que revelou o Watergate diz que caso de Trump é ‘muito pior’

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 04 de janeiro de 2021 às 04:57

Carl Bernstein foi um dos jornalistas responsáveis por desvendar o escândalo do Carl Bernstein foi um dos jornalistas responsáveis por desvendar o escândalo do Watergate nos anos 1970

O áudio em que Donald Trump pede ao secretário da Geórgia para “encontrar” votos que possibilitem sua vitória no estado é “muito pior do que o Watergate”, segundo a análise de Carl Bernstein, um dos jornalistas responsáveis por revelar o escândalo político que provocou a renúncia do ex-presidente americano Richard Nixon em 1974.

“Isso não é um déjà vu, isso é algo muito pior do que Watergate”, disse Bernstein à CNN americana neste domingo (3).

Ao lado do colega Bob Woodward, Carl Bernstein entrou para a história do jornalismo ao revelar o caso Watergate em reportagens no jornal The Washigton Post na década de 1970.

A dupla de repórteres mostrou, na época, que o presidente republicano Ricahrd Nixon sabia da operação na qual foram invadidos escritórios do Partido Democrata, em um suposto assalto em 1972, para plantar escutas telefônicas que possibilitaram a espionagem da oposição.

Após a investigação do caso revelado pela imprensa, Nixon, que havia sido reeleito presidente em 1972, renunciou ao cargo em 1974.

Mais de 40 anos depois, o jornalista vê a nova denúncia contra Trump, publicada pelo mesmo jornal The Washington Post neste domingo, como mais grave que aquela contra Nixon.

Segundo ele, os áudios de Trump são “a evidência do que este presidente está disposto a fazer para minar o sistema eleitoral e tentar instigar de forma ilegal, indevida e imoral um golpe.”

“Em qualquer outro momento concebível na história dos Estados Unidos, essa fita (com os áudios de Trump) resultaria na liderança de ambas as partes exigindo a renúncia imediata do presidente dos Estados Unidos”, disse o jornalista.

Entenda o caso

Segundo a denúncia, o  presidente Trump pediu ao colega republicano Brad Raffensperger, secretário de Estado da Geórgia, que “encontrasse” votos suficientes para reverter sua derrota durante um telefonema extraordinário de uma hora.

O Washington Post obteve a gravação da conversa em que Trump repreendeu Raffensperger, tentou bajulá-lo, implorou para agir e ameaçou-o com vagas consequências criminais se o secretário de Estado se recusasse a prosseguir com o que chamou de “falsas alegações”. O presidente disse a certa altura que Raffensperger estava assumindo “um grande risco”.

Durante a ligação, Raffensperger e o conselheiro-geral de seu escritório rejeitaram as afirmações de Trump, explicando que o presidente está contando com teorias da conspiração e que a vitória do presidente eleito Joe Biden com 11.779 votos na Geórgia foi justa e precisa.

Essa ligação vem na esteira de esforços dispersos na tentativa de derrubar a vitória eleitoral de Biden, em um movimento liderado pelos principais republicanos determinados a explorar a crise de olho em ganhos políticos mais amplos.

“Não há nada de errado em dizer, você sabe, hum, que você recalculou”, disse Trump ao secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, de acordo com o Post, acrescentando mais tarde na ligação: “Tudo o que quero fazer é isso. Eu apenas queremos encontrar 11.780 votos, o que é um a mais do que nós. Porque ganhamos no estado.”

Na época em que Trump estava trabalhando em Raffensperger, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, exortou seus ex-colegas da Câmara a “revidar” em um tweet de sábado (2) à noite. Tanto Meadows quanto a advogada Cleta Mitchell e outros aliados republicanos de Trump também estariam na ligação.

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