AUTOCONHECIMENTO: A NOSSA NATUREZA MAIS PROFUNDA PODE SER DESPERTA ATRAVÉS DA APROXIMAÇÃO DA NATUREZA

O texto que trago hoje para sua REFLEXÃO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira aborda esclarece pontos cruciais sobre a influência da Natureza na saúde integral do ser humano, assim como em todos os animais. Quando nos afastamos e/ou nos desconectamos da Natureza também nos afastamos e nos desconectamos da nossa Natureza mais profunda e, sendo assim perdemos o nosso eixo, o nosso equilíbrio corpo-mente-espírito e em consequência adoecemos. Portanto lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor. 

A aproximação da Natureza é a reconexão com nossa natureza mais profunda

À beira de precipício, mulher com os braços erguidos.
Sergey Saulyak / 123RF

Quando você pensa em Natureza, o que vem à mente?

Feche os olhos por um instante, respire fundo e deixe que sua mente apresente as imagens sem controlá-la intencionalmente. Se você não conseguir visualizar, apenas sinta. Após alguns minutos observando essa Natureza, retorne para acompanhar essa reflexão.

O que você visualizou?

Uma praia? Uma bela paisagem na montanha? Animais selvagens? Pássaros voando?

Posso apostar que a maioria dos que me leem não incluíram na imagem mental a presença de outros humanos. Não costumamos associar o natural, o selvagem ou o instintivo à nossa própria espécie.

Quando vemos as queimadas no Pantanal ou na Amazônia, como as tragédias ambientais de 2020, nós nos compadecemos pelos animais que perderam suas casas, seu alimento e sua saúde. E não é para menos, porque esse sentimento é mais do que justificado!

No entanto não conseguimos perceber que a agressão que nós, enquanto espécie, fazemos a cada um desses outros animais e ao planeta Terra é uma agressão a nós mesmos. Caso a consciência do real impacto das nossas escolhas estivesse instalada na maioria das pessoas, acontecimentos desse tipo não seriam tão frequentes ainda hoje.

Vista aérea de árvores.
Lukas Rodriguez / Pexels

Percebemos que os outros animais precisam do ambiente natural e esquecemos que essa é uma necessidade também nossa.

Também como eles, necessitamos de ar puro, de água limpa, de abrigo, de alimento saudável, de silêncio, de respeito à nossa constituição, da sensação de integração ao todo e de pertencimento. Somos mais do que corpo, mente e emoções. Assim como temos uma dimensão espiritual, que muitas vezes é desconsiderada, temos uma natureza selvagem que grita por ser vista.

O afastamento da Natureza diminui nosso poder em diversos aspectos, dentre os quais eu destaco alguns:

1. Nosso corpo torna-se cada vez mais débil

Toda a vitalidade e a força que um animal possui quando nascemos vai se esvaindo com os limites que nos autoimpomos e a que somos condicionados.

A criança é forte e flexível, capaz de fazer atividades físicas por horas, mesmo que ainda não tenha sua motricidade plenamente desenvolvida. E quando se cansa, ela se refaz em pouquíssimo tempo.

Conforme esses movimentos vão sendo limitados por meio dos hábitos adquiridos (ficar horas sentada na escola, mais outras tantas assistindo TV, na frente do computador e no celular, só para citar alguns), esse corpo enfraquece por falta de estímulo.

Homem mexe em celular.
Porapak Apichodilok / Pexels

Depois, na idade adulta, passamos o dia todo sentado no escritório e o corpo tem, então, boa parte do seu potencial atrofiado. Até que chega uma hora em que corremos atrás do prejuízo, indo para academia, fazendo yoga, pilates e outras atividades que tentem compensar aquilo que já era nosso no início e que desperdiçamos com nossas escolhas.

Quando fui morar em um sítio no meio da Mata Atlântica, em 2015, após ter vivido a maior parte da minha vida em São Paulo, percebi o quanto o meu corpo estava atrofiado. Cada vez que eu precisava dele para fazer alguma atividade cotidiana, ele era capaz de bem menos do que minha mente supunha.

Por outro lado, percebi o quanto as pessoas que trabalhavam no campo, mesmo com a idade avançada, possuíam capacidade física e resistência incríveis. O quanto elas estavam integradas à Natureza e, por mais dificuldades que passassem, eram mais resilientes e felizes do que a maioria das pessoas que eu observava nas grandes cidades.

2. Perdemos a noção de quem verdadeiramente somos

Quando vivemos imersos na realidade de uma cidade grande, muitas vezes nos confundimos com o papel social que desempenhamos — e isso é bem menos do que verdadeiramente somos.

Portanto, se uma pessoa possui status social elevado, tende a se achar muito maior do que de fato é. Tomada pela arrogância e pela ilusão desse plano, esquece-se, aos poucos, de que ela é uma em 7 bilhões de outros humanos, e uma entre trilhões (ou mais) de representantes de outras espécies animais, vegetais e de micro-organismos. Isso sem considerar a possibilidade de vida em outros planetas e galáxias.

Mãos seguram notas de dólares.
Alexander Mils / Pexels

Do outro lado, a pessoa que está na base da pirâmide social muitas vezes se enxerga como muito menos do que é. Desacreditada que é ao longo dos anos em sua própria capacidade de criar uma realidade diferente, percebe-se como total vítima das circunstâncias ou como não merecedora de toda a abundância disponível.

Quando nos reconectamos à Natureza, percebemos nossa real dimensão e nos damos conta de que somos parte desse todo e de que todas as partes possuem importância para a proliferação da vida.

Percebemos que cada um é, ao mesmo tempo, comum e especial. Despertamos uma gratidão por árvores, pássaros, morcegos e por cada pequeno ou grande ser vivo que faz seu papel de maneira muitas vezes invisível, mas sem o qual a manutenção da floresta (ou de outro bioma em questão) não seria possível.

A consciência em cada uma de nossas células, e não apenas no discurso, de que somos parte do todo nos transforma.

3. Desrespeitamos nossos ciclos

Outro problema de viver constantemente em um ambiente artificial é que nos desconectamos dos nossos ciclos.

Como seres naturais, temos necessidade de alternância entre repouso e vigília. Contudo uma vida pautada somente pelas luzes artificiais tende a alterar esse ciclo, diminui a disposição, dificulta o sono profundo e restaurador e aumenta a tendência à insônia.

Desconsideramos os ciclos lunares e o quanto eles influenciam nossas emoções, nossos pensamentos e o próprio corpo físico. Assim como a Lua influencia as marés, modifica nossas águas internas e humores. E o impacto é ainda maior nas mulheres que são, obviamente, cíclicas por causa das oscilações hormonais e da menstruação.

Menina dorme com tecido sobre o rosto.
Ketut Subiyanto / Pexels

Tentamos controlar as estações do ano para termos à nossa disposição sempre a mesma variedade de alimentos e matérias-primas. E, assim, deixamos de perceber a riqueza de cada um desses períodos e a contribuição que podemos receber e ser em cada um desses momentos.

Sair da ilusão da linearidade e aceitar os ciclos da vida nos empodera. Junto com a percepção dos ciclos da vida vem a consciência de que tudo passa, seja o período de escassez, seja o de abundância.

E, assim, aprendemos a desapegar, a deixar ir tudo o que não faz mais sentido sem tanto sofrimento.

Caminho de volta à nossa Natureza

Convido você a fazer o caminho de volta para casa. Reconecte-se com a sua natureza mais profunda por meio da aproximação da Natureza.

Reserve um tempo na sua agenda para pisar na grama, para um banho de mar ou de rio estando presente. Caminhe em silêncio num parque ou bosque. Fuja de vez em quando para um lugar cheio de verde e ar puro. Veja isso não só como um passeio, mas como uma prática de autocuidado.

Traga também a Natureza para dentro de sua casa. Que tal uma horta ou um jardim vertical?

Mesmo um vaso pequeno de plantas tem muito a nos ensinar sobre ciclos da vida, necessidade de cuidado, equilíbrio e beleza.

Outras ideias fáceis de colocar em prática: utilizar ervas e óleos essenciais no seu dia a dia em banhos, aromatizando o ambiente ou em cosméticos naturais.

Tudo isso vai ajudar você a perceber o quanto a Natureza nos nutre, cura e fortalece.

Agora me conta: como é sua relação com a Natureza hoje?

Quais hábitos você cultiva para se reconectar a ela?

Quais está disposto a começar daqui para frente?

Você já se comunicou com plantas e animais? Faça essa experiência e silencie para perceber o que eles têm a lhe ensinar.

Juliana Bernardo

Escrito por Juliana Bernardo

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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UTILIDADE PÚBLICA: CORPO DE BOMBEIROS DO RN ORIENTA SOBRE CUIDADOS EM PRAIAS

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AUTOCONHECIMENTO: DOMINAR SUAS EMOÇÕES É O PONTO DE PARTIDA PARA VOCÊ TRANSFORMAR SUA REALIDADE

Um artigo muito interessante para REFLEXÃO e para o aprendizado na seara da expansão da consciência é o destaque deste domingo, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. O texto da terapeuta Claudia Regina Pinto fala sobre como você pode e deve reconhecer suas emoções previamente para poder fazer uma mudança no seu comportamento e te melhorar como pessoa, como ser humano, além de melhorar os seus relacionamentos. Através do domínio das suas emoções você estará dando um grande passo rumo a sua melhor vresão. Então, não deixe de ler o texto completo a seguir, refletir e fazer seu juízo de valor!

Domine suas emoções ou elas te dominam

Pequenos blocos de madeira coloridos com rostos desenhados.
tomertu / 123rf

Olá, quero falar com você, sobre a dimensão emocional. É mais ou menos assim: 🤨😶🙄😤😭😔😲

Sua emoção determina sua personalidade, que determina seu comportamento e te traz um resultado ou uma consequência. Boa ou ruim, tudo partiu de sua escolha de como responder ao meio.

E você será reativo ou proativo, a depender da forma como você sentiu e registrou determinado fato expresso e sentido por sua dimensão emocional, pelas crenças no seu corpo mental e pela ação do seu corpo físico.

Sim, o corpo é o responsável também por nos defender. Assim, se a emoção chegou forte, sua defesa pode passar a ser a de agressão, do silêncio extremo, da chantagem, do vício, da manipulação, da submissão… Enfim… muitos comportamentos surgem de uma emoção sentida.

Tudo vai depender de quais óculos você usou perante as emoções que sentiu quando seus pais, tios, avós, irmãos e o meio te disseram algo que te colocou numa situação conflituosa, de comparação, de dúvidas, de vergonha, de desconfiança, de raiva etc. As mesmas coisas ditas para outra pessoa são sentidas de jeito diferente. Você escolheu como se sentir, portanto isso é seu, não do outro. Mas para não lidar com essa dor em você, diz que o outro foi o culpado.

Da forma como sentiu e reagiu, sem dúvidas você recebeu méritos ou deméritos para consigo mesmo e o meio.

Essas memórias ficaram “arquivadas” em seu corpo.

E toda vez que você vivencia algo similar, essas memórias são ativadas, emitem uma mensagem ao seu corpo, que reage àquela velha emoção.

Reagir, por si só, já diz: tomar uma atitude ou ter um comportamento defensivo baseado naquela velha emoção do passado, estando no momento presente, antes mesmo de identificar o fato novo, então cai na cilada do mesmo padrão repetido de comportamento. O outro, que não sabe da sua história nem dos seus traumas, olha você com cara de espanto e diz: “Eu, hein, o que deu em você?”.

E as relações se estremecem.

Isso acontece ou já aconteceu com você?

Quem nunca deu um fora por puro desequilíbrio das emoções, não é mesmo?

Mas o bom é saber mesmo que pra tudo tem jeito e você pode sempre desenvolver novos comportamentos, novas atitudes, habilidades e competências.

E aí, o que escolhe fazer?

Permanecer na reatividade ou buscar soluções melhores para que suas relações sejam mais harmoniosas?

O primeiro passo, não tem jeito, é você se conhecer mais e compreender os gatilhos das suas emoções reativas, observá-las, perceber qual caminho da rota a mente toma para identificar as repetições, as verdades absolutas criadas no plano mental e, a partir daí, estar aberto e pronto para iniciar a mudança!

Perfil de mulher branca com expressão dolorosa.

Malicki M Beser / Unsplash

Conte comigo! Sei que posso te auxiliar e quero fazer isso, mas, antes, quem precisa querer é você.

Muita luz em sua vida!
Você não está sozinho!
Estamos juntos!
Se quiser agendar uma sessão, acesse minha página!

https://www.claudiaregina.terapeutastop.com.br/

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: A LIBERDADE DA ALMA SE INICIA COM O DESABROCHAR DO CORPO

A liberdade é como o desabrochar de uma rosa que se abre lentamente para alcançar a sua plenitude e beleza máximas. Assim também é com a nossa alma ou self. O corpo humano é o seu casulo que, assim como a rosa desabrocha desde a posição fetal até a mais elevada posição ereta. Mas para alcançar a plenitude máxima do bípede é preciso ouvir o que o seu corpo está dizendo diariamente. Essa prática diária vai lhe conduzir, não apenas  a melhor expressão corporal, mas a uma vida plena e livre. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e entender como você pode acelerar esse processo!

Corpo que Fala

Silhueta de dois rostos humanos, e no meio da foto a silhueta do corpo humano.
Geralt / Pixabay / Canva

Cada pessoa tem, em seu sistema corporal, a grande fala de sua vida. O corpo realmente manifesta a integração de uma pessoa. É muito importante observar o seu sistema corporal e verificar o que ele está querendo te dizer. Há duas formas, as quais são muito importantes, para que esta comunicação aconteça. Uma delas é ouvir a linguagem corporal para saber informações sobre a saúde. Essa é uma forma de prevenção. O autoconhecimento gera esta percepção ampliada, conectando você ao seu corpo, possibilitando, assim, a grande comunicação, geradora de entendimento de tudo o que existe em seu mundo interior. Através deste conhecimento ampliado, é possível perceber quando você está alinhado, em estado de equilíbrio, ou não. A outra delas é perceber que o corpo ensina através de seus sistemas, por exemplo, a sua postura corporal mostra muito do seu mundo interior. Tudo está interligado e conectado. A voz, também, apresenta conexão com a sua forma de vida. O que existe em seu corpo fala sobre você. Então, prestar atenção e assumir uma nova consciência corporal faz com que exista uma comunicação sutil agindo em seu ser para criar a saúde plena. Existe uma união entre psique, corpo e energia. Todos eles estão interligados. Para que haja ótima conexão, você precisa trabalhar a sua percepção de vida. É o autoconhecimento que faz você entender todas as sensações corporais. Estas mostram o que está acontecendo no seu campo orgânico. Então, é possível fazer tanto a prevenção em doenças, quanto a ótima comunicação entre a sua essência e o seu corpo.

A expressão corporal precisa ser entendida para poder auxiliar no caminho da evolução humana. Todas as dificuldades de vida se manifestam no corpo físico. Elas podem afetar a postura, o posicionamento muscular, a voz, a percepção auditiva, o tato, o paladar, a mastigação, a formação de couraças e tensões, os bloqueios energéticos nos meridianos, indicando problemas ou alterações de saúde em alguns órgãos específicos, dentre outros.

O corpo expressa o seu ser e o seu viver. É muito importante que você consiga entender o que está acontecendo consigo mesmo em cada momento e situação de sua vida. Isso facilita que a vida tenha um percurso mais acessível, pois vai tornar você apto a aprender de uma forma mais rápida, eficaz e eficiente. Assim, antecipando aprendizados, você consegue corrigir, transformar e ampliar o que precisa para vencer os desafios da vida. Só existe um ser capaz de realizar o maior bem em sua vida, e este ser é você.

O corpo pode sentir a liberdade ou ser prisioneiro dos bloqueios existentes. Quando a pessoa entende a sua linguagem corporal, assume novas atitudes de vida e cria uma relação positivada consigo mesmo, gerando todo bem-estar e integralidade da essência. Não há nada melhor do que entender profundamente as suas falas interiores. O seu corpo quer falar, então, você precisa se disponibilizar para ouvi-lo. Esta atenção interna precisa acontecer diariamente, tornando esta comunicação uma rotina comum e sábia para toda a sua vida. Comece a se ouvir internamente e vai aprender tudo em sua jornada terrena.

Escute seu corpo para ser completamente livre e feliz!

A plenitude existe em um corpo que fala!

Amor & Luz!

Gratidão!

Abraço Fraterno!

Karina Schuler
Escrito por Karina Schuler
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SAÚDE: MELHORE SUA SAÚDE FORTALECENDO O FÍGADO

Nesta quinta-feira você vai assistir a mais uma mini palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez, sobre como melhorar a saúde, através do fortalecimento do fígado. Uma aula que você não pode perder, já que o fígado é um dos órgãos mais importantes do nosso corpo e ao ser bem cuidado pode lhe dar muito mais saúde. 

Fonte:

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CIÊNCIAS: ESPECIALISTAS ENCONTRAM NOVAS GLÂNDULAS NO CORPO HUMANO

A ciência continua avançando com muita rapidez no mundo. Já se fala que todo o conhecimento humano, na atualidade dobra a cada dia que se passa. Apesar de toda essa velocidade ainda existem descobertas que estão com um atraso de 300 anos, como é o caso do artigo que publicamos agora na coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Estruturas foram encontradas por acaso no corpo humano onde se pensava conhecer tudo. Pesquisadores holandeses dizem ter encontrado mais um par de glândulas salivares localizadas entre o fim da cavidade nasal e o começo da garganta. Convido você a ler o artigo completo a seguir e ficar a par dessa incrível descoberta!

Médicos descobrem novo órgão no corpo humano

Esta é a primeira descoberta do gênero em cerca de 300 anos. Estruturas foram encontradas por acaso

JULIANA CONTAIFER

ATUALIZADO 22/10/2020 11:42

anatomia da cabeçaCSA IMAGES/GETTY IMAGES
Apesar dos avanços tecnológicos e séculos de estudo de anatomia, um time de pesquisadores holandeses identificou mais uma estrutura no corpo humano. Em um estudo publicado na última edição do jornal Radiotherapy and Oncology, os especialistas dizem ter encontrado mais um par de glândulas salivares localizadas entre o fim da cavidade nasal e o começo da garganta.As glândulas são órgãos cuja utilidade é secretar substâncias.Se confirmado, será o primeiro achado do tipo em cerca de 300 anos — até o momento, só se conheciam três tipos de glândulas salivares.

A descoberta foi feita por acaso. A pesquisa analisava imagens em alta definição dos tecidos do corpo de pacientes com câncer de próstata quando encontrou duas estruturas diferentes no centro da cabeça.

Dois cadáveres foram dissecados para encontrar as glândulas, que são semelhantes às que se encontram debaixo da língua. A localização não é acessível e é preciso uma imagem bastante sensível para detectar as estruturas, o que pode explicar por que não tinham sido encontradas até agora.

Desdobramentos
Segundo os oncologistas, a descoberta pode afetar tratamentos de pacientes com câncer. Normalmente, se toma bastante cuidado na radioterapia para evitar atingir as glândulas salivares, mas muitos pacientes acabam com problemas crônicos de boca seca e dificuldade para engolir. Isto, provavelmente, acontece porque as novas estruturas não são poupadas no tratamento.

Os cientistas alertam que o estudo é preliminar, foi feito com poucos pacientes (e apenas uma mulher), e deve ser expandido para confirmar se as glândulas realmente são desconhecidas.

Fonte: Metropoles

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