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BOAS NOTÍCIAS: UMA MISTURA DE VIAGRA E VACINA CONTRA A GRIPE REDUZ CÂNCER EM 90%

Na nossa 4ª edição da série melhores 10 da coluna Boas Notícias temos uma  grande descoberta da medicina que pode proporcionar a cura do câncer em em uma infinidade de casos da doença em pacientes humanos. Essa é a nossa Boa Notícia de hoje. Leia a reportagem e fique por dentro. 

Coquetel de viagra e vacina contra gripe reduz câncer em 90%

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DICA DE LIVRO: VOCÊ TEM FOME DE QUE? DEEPAK CHOPRA

Na sessão Cultural, em Dica de Livro, hoje sugiro Você tem fome de quê?, que foi um dos melhores livros que já li.

Em Você tem fome de quê?,o aclamado médico e autor Deepak Chopra uniu as mais recentes descobertas da ciência e os conhecimentos da medicina oriental para ajudar o leitor a desvendar os problemas por trás da luta contra a balança. Com a ajuda de conceitos como o da atenção plena e sem sugerir dietas radicais e outras abordagens fracassadas, Deepak Chopra prova que o problema da obesidade começa com as motivações que nos levam a comer, e que descobri-las é o primeiro passo para acabar de forma definitiva com o problema do excesso de peso. Prepare-se para uma jornada de autoconhecimento transformadora. Afinal, você tem fome de quê?

Você tem fome de quê?: A solução definitiva para perder peso, ganhar confiança e viver com leveza por [Chopra, Deepak]
Fonte: Arquivo pessoal

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BOAS NOTÍCIAS: IRMÃS SÃO APROVADAS EM 1º E 2º LUGARES EM VESTIBULAR DE MEDICINA NA UFRN

Não deu pra ninguém, só para as irmãs Maria Clara e Maria Eduarda o topo na lista de aprovados no vestibular de medicina da UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Elas passaram simplesmente em 1º e 2º lugares aos 17 e 18 anos de idade. Elas  tiveram uma diferença de apenas 0,54 pontos na pontuação final. Os pais das irmãs, claro, estão cheios de orgulho das futuras médicas da família. Então leia o artigo completo a seguir para saber mais sobre essa proeza.

Irmãs passam em 1º e 2º lugar em Medicina em universidade pública

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Por Rinaldo de Oliveira
Imagem de capa para Irmãs passam em 1º e 2º lugar em Medicina em universidade públicaAs irmãs Maria Clara e Maria Eduarda passaram juntas em 1º e 2º lugar em Medicina na UFRN – Foto: arquivo pessoal

Imagina o orgulho dessa família! Duas irmãs conquistaram simplesmente o primeiro e também o segundo lugar em Medicina numa faculdade pública do Rio Grande do Norte.

Maria Clara e Maria Eduarda têm apenas 17 e 18 anos de idade e foram aprovadas na UFRN, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

O resultado foi divulgado pelo Sisu na semana passada e mostrou que Maria Clara – que passou em primeiro lugar – e Maria Eduarda tiveram uma diferença de apenas 0,54 pontos na pontuação final.

Enquanto Clara teve pontuação de 795.92, Eduarda fez 795.38. As duas passaram em 1º e 2º nas vagas destinadas a alunos oriundos da rede pública.

Orgulho da família

Os pais das irmãs, claro, estão cheios de orgulho das futuras médicas da família.

“É uma alegria imensa, uma felicidade. A gente não sabe nem dimensionar. É alegria, é vontade de chorar, é tudo. É uma mistura de sentimentos. E gratidão”, disse o pai, Girleno Belarmino Moreira, ao portal Blog do BG.

Estudaram juntas

As duas garantiram que estudaram para o vestibular juntas e se ajudaram até a véspera da prova. Elas acreditam que foi por isso que o resultado foi tão positivo.

“Como a gente queria a mesma coisa, tínhamos o mesmo objetivo, a gente se ajudou muito nessa reta final. Fazíamos revisão juntas, assistíamos aulas juntas, corrigíamos erros uma da outra”, contou Maria Eduarda.

Mas também teve a educação de família. O pai delas, seu Girleno Belarmino, é professor de português. Na área de linguagem, as duas acertaram 43 questões das 45

Abrir mão da diversão

Elas sabem que tiveram que abrir mão de muita diversão nos meses de estudo, mas hoje percebem que valeu a pena.

“Infelizmente temos que ter noção de que precisamos que abdicar de algumas coisas num ano de aprovação. Abdicar de alguns momentos para no futuro poder viver o melhor junto daquelas pessoas que te apoiaram no caminho”.

Que vitória, não? Parece até coisa de filme, mas é a vida real mesmo mostrando que a gente pode tudo que sonhar e se empenhar para realizar.

As irmãs que passaram na universidade pública, junto com os pais - Foto: arquivo pessoal

As irmãs que passaram na universidade pública, junto com os pais – Foto: arquivo pessoal

Com informações do BG e Pais&Filhos

Fonte: Só Notícia Boa

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O CNN SINAIS VITAIS MOSTRA RECURSOS DA MEDICINA PARA TRAZER DE VOLTA A VISÃO DE PACIENTES COM DIFERENTES QUADROS CLÍNICOS

CNN Sinais Vitais mostra como a medicina avança na recuperação da visão

Falta de óculos e a catarata são responsáveis por 74,8% de todos os casos de deficiência visual no país, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Lucas Rocha

Michelle Trombelli

da CNN

em São Paulo

CNN Sinais Vitais mostra os avanços da medicina para recuperar a visão | CNN Brasil

Uma esfera de apenas 24 milímetros de diâmetro e com peso de 7 gramas e meio. Um dos órgãos mais preciosos para a sobrevivência dos seres humanos ao longo da história e para o convívio social. É a partir dos olhos que uma pessoa estabelece cerca de 90% do contato com o mundo exterior.

CNN Sinais Vitais desta semana mostra os recursos da medicina para trazer de volta a visão de pacientes com diferentes quadros clínicos.

A reprise do programa apresentado pelo cardiologista Roberto Kalil, vai ao ar na quarta-feira (2), às 22h30, logo após o Jornal da CNN, na faixa nobre da CNN Brasil.

O episódio apresenta as principais causas de cegueira reversível e os caminhos para que os pacientes consigam voltar a enxergar. A falta de óculos juntamente com a catarata são as principais condições que impossibilitam as pessoas de ver adequadamente.

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, os dois problemas, facilmente tratados, são responsáveis por 74,8% de todos os casos de deficiência visual no país. “É inacreditável que existam pessoas no Brasil que não enxergam por falta de óculos. Vivemos um momento de grande avanço da tecnologia, e as pessoas não têm acesso a algo tão básico”, afirma Kalil.

O acesso à oftalmologia ainda é restrito no país porque a especialidade não faz parte da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). O programa acompanhou alguns serviços de ponta que atendem pelo SUS e que conseguem devolver a visão aos pacientes.

“Hoje, a gente consegue, com a ajuda de um celular e um técnico de enfermagem, tirar uma fotografia do fundo de olho do paciente que está na periferia. A imagem é enviada para cá e analisada por um médico. Já fizemos 80 mil exames desse tipo pelo SUS. Aí só precisam vir para consulta aqueles cuja imagem indicou alteração”, conta Rubens Belfort Junior (veja entrevista no vídeo acima), presidente do Instituto da Visão, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O retorno da visão

No episódio, a equipe acompanha uma cirurgia de catarata e o exato momento em que uma jovem volta a enxergar, depois de um transplante de córnea. O programa mostra também um dos maiores Bancos de Olhos do mundo, que fica em Sorocaba, no interior de São Paulo.

“Muitas vezes, o paciente do SUS com problemas na córnea fica aguardando encaminhamento, mas não precisa. Pode se inscrever no nosso site e terá um atendimento inicial por telemedicina. Confirmando que é uma pessoa que realmente precisa de transplante, ela rapidamente entra na fila de espera”, explica Edil Vidal De Souza, superintendente do Banco de Olhos de Sorocaba.

Para o professor titular de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da USP, Remo Susanna Junior, além de recuperar a visão, o grande desafio da sua profissão é impedir que as pessoas fiquem cegas. “Ajudar alguém a voltar a enxergar é muito gratificante. Mas evitar que isso aconteça é ainda mais. Já sabemos que mais de 90% dos casos de cegueira são evitáveis, desde que as pessoas tenham acesso ao especialista e ao tratamento”, diz ele.

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BOAS NOTÍCIAS: AOS 18 ANOS DE IDADE JOVEM AUTISTA É APROVADO EM MEDICINA

O jovem Arthur Ataíde Ferreira Garcia, de apenas 18 anos, diagnosticado com autismo e morador de Praia Grande, no Litoral Sul de São Paulo, passou no vestibular de medicina. O sonho dele é ser psiquiatra para ajudar outros autistas. Leia o artigo completo a seguir e conheça essa bela história de superação.

Jovem autista de 18 anos é aprovado em medicina

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Por Jéssica Souza
Imagem de capa para Jovem autista de 18 anos é aprovado em medicinaArthur quer ser psiquiatra para ajudar outros autistas, por isso estudou para Medicina – Foto: Arquivo Pessoal

Foi fazendo simulados dentro do próprio quarto que o jovem Arthur Ataide Ferreira Garcia, de apenas 18 anos, passou no vestibular de medicina. Diagnosticado com autismo e morador de Praia Grande, no Litoral Sul de São Paulo, o sonho dele é ser psiquiatra para ajudar outros autistas.

Arthur contou que foi diagnosticado aos 9 anos de idade e que, desde o Ensino Fundamental, estudava sete horas por dia, “para compensar as dificuldades do autismo”.

“Eu quero ser um psiquiatra para ser alguém que vai entender as pessoas autistas e para explicar para pais e familiares a importância de se esforçar para entendê-los também. É difícil fazer parte de um grupo que, por ser diferente da maior parte das pessoas, não é compreendido”, alertou o jovem estudante.

Arthur faz lembrar a série The Good Doctor e a história de Shaun Murphy, um jovem médico com autismo vindo da calma vida do interior, que começa a trabalhar em um famoso hospital.

Inclusão no vestibular

Arthur cresceu ouvindo que seria capaz de realizar o sonho de ser médico. Além disso, ele sabia que vestibulares muitas vezes não são um sistema que pensa na inclusão. A pessoa com autismo fica exposta às sobrecargas sensoriais como a intensidade da luz da sala e o barulho de fora do prédio.

Para se preparar, ele passou a simular a experiência do vestibular no seu quarto. E foi assim que veio o surpreendente resultado: aprovado em medicina numa universidade do Guarujá, no Litoral Sul de São Paulo.

“Quando vi o resultado, até achei que estava errado. Mas depois de um tempo, vi que fazia sentido. Era o resultado de todo esforço que tive até aqui. Fiquei eufórico, contei para os meus pais. Um dos momentos que mais me senti realizado. Tenho potencial para ser psiquiatra e mudar essa área por dentro”, disse o jovem.

Irmão mais novo também tem autismo

E a aprovação no curso de medicina já inspira o irmão três anos mais novo.

“Se eu consegui, ele também conseguirá. Ele está super confiante agora, se preparando para o vestibular também”, revelou Arthur.

As aulas já tiveram início nesta semana no campus Guarujá da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) e agora Arthur tenta conseguir uma bolsa para arcar com algumas despesas, já que o campus não fica no município onde mora e a universidade é particular.

Com informações de Isto É

Fonte: Só Notícia Boa

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DUAS IRMÃS DA CIDADE DO APODI NO RN FORAM APROVADAS JUNTAS PARA O CURSO DE MEDICINA NA UFRN

Por Leonardo Erys, g1 RN

 

Sisu: Irmãs de 17 e 18 anos são aprovadas juntas no curso de medicina na UFRN: 'a gente se ajudou muito' | Rio Grande do Norte | G1Maria Clara e Maria Eduarda foram aprovadas juntas para o curso de medicina na UFRN — Foto: Arquivo pessoal

Duas irmãs da cidade de Apodi, no Oeste do Rio Grande do Norte, foram aprovadas juntas para o curso de medicina na Universidade Federal do RN (UFRN). O resultado foi divulgado nesta terça-feira (22) no site do Sistema de Seleção Unificado (Sisu).

Maria Clara de Oliveira Belarmino, de 17 anos, e Maria Eduarda, de 18, passaram em 1º e 2º lugar nas vagas destinadas a alunos oriundos da rede pública.

E a diferença foi mínima de uma para a outra: 54 décimos – enquanto Clara teve pontuação de 795.92, Eduarda fez 795.38.

Com a aprovação das duas e nas duas posições mais altas possíveis, a família teve um dia de comemoração e muita emoção.

“É uma alegria imensa, uma felicidade. A gente não sabe nem dimensionar. É alegria, é vontade de chorar, é tudo. É uma mistura de sentimentos. E gratidão”, comemorou o pai, Girleno Belarmino Moreira.

Rede de apoio

A aprovação só foi possível graças a união das irmãs. Elas contam que estudaram juntas para o curso e entenderam que dessa forma conseguiriam aprender mais e ter mais chances de aprovação.

“Como a gente queria a mesma coisa, tínhamos o mesmo objetivo, a gente se ajudou muito nessa reta final. Fazíamos revisão juntas, assistíamos aulas juntas, corrigíamos erros uma da outra”, explicou Maria Eduarda.

“Nós não víamos como competição, mas uma oportunidade de passarmos juntas e na caminhada pro futuro semear um resultado dentro de medicina, também juntas”.

Irmãs tiveram notas muito próximas e ficaram em 1º e 2º lugar em estudantes de ensino público — Foto: Divulgação

Diante do cenário da pandemia da Covid, a preparação foi completamente on-line nos últimos dois anos. Assim, uma das formas de melhorar o aprendizado era pedir ajuda uma para a outra em áreas e disciplinas que tinham mais dificuldade.

“Minha irmã é melhor na área de linguagens e eu na de exatas. Então, às vezes acabava uma tirando a dúvida da outra nessas áreas”, explicou Maria Clara.

Outro que fez parte do ciclo de ensino delas foi o pai Girleno Belarmino, que é professor de português. Na área de linguagem, as duas acertaram 43 questões das 45. As duas revisavam questões juntas e também contavam com a ajuda do pai.

‘Abdicar de algumas coisas’

Além de estudar, as irmãs contam que também foi preciso abdicar de momentos com amigos e de outras coisas que gostam para se dedicarem ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

“Infelizmente temos que ter noção de que precisamos que abdicar de algumas coisas num ano de aprovação. Abdicar de alguns momentos para no futuro poder viver o melhor junto daquelas pessoas que te apoiaram no caminho”, falou Maria Eduarda.

“Acredito que a gente não precisa abdicar de tudo. Óbvio que eu aproveitei alguns momentos com meus amigos, mas muito menos do que eu aproveitaria, porque eu sabia o que eu queria. E, para o que eu queria, eu precisava abdicar de algumas coisas”, reforçou.

Apoio da família

As irmãs, que estudavam no IFRN, contam que, diante da pandemia, o processo de ensino on-line apresentou percalços para o aprendizado. Por outro lado, isso possibilitou elas se dedicarem a cursinhos virtuais e estudarem mais em casa.

Pais incentivaram e deram suporte para filhas estudarem — Foto: Cedida

“A questão dos professores, do ensino, tudo que eles forneciam era muito melhor no presencial. Mas como se adaptou pro on-line, isso me ajudou até mesmo na ideia do cursinho on-line em casa, porque a carga horária diminuiu e eu conseguia administrar melhor meu tempo de estudo”, explicou Maria Eduarda.

Maria Clara cita também que o apoio da família foi importante para as duas conseguirem se dedicar aos estudos.

“Desde cedo, sempre tivemos muito apoio da nossa família, do nosso pai, que desde que éramos crianças, sempre nos apoiou. A gente estudava e ele estudava com a gente na revisão. Isso nos ajudou muito a termos essa vontade e darmos orgulho para ele e para nossa família”.

Ela reforça ainda que foi fundamental ter a tranquilidade em casa e não sentir a pressão por uma possível aprovação.

“Se eu não passasse esse ano, eu poderia ter outras oportunidades, então eu nunca tive essa pressão familiar. Eu me sentia muito tranquila”.

Fonte: G1 RN
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BOAS NOTÍCIAS: UMA TECNOLOGIA REVOLUCIONÁRIO FAZ HOMEM PARAPLÉGICO VOLTAR A ANDAR

Após uma lesão completa na medula espinhal, devido um acidente de moto em 2017, um homem que perdeu a capacidade de andar. O italiano Michel Roccati participou de um ensaio clínico para ter um dispositivo de eletrodo implantado em sua medula espinhal. Ele está dando seus primeiros passos nesta semana graças a uma tecnologia revolucionária. Leia o artigo completo a seguir e saiba qual é essa incrível tecnologia!

Um homem que perdeu a capacidade de andar após um acidente de moto em 2017 está dando seus primeiros passos nesta semana graças a uma tecnologia revolucionária. (vídeo abaixo)

Após uma lesão completa na medula espinhal, o italiano Michel Roccati participou de um ensaio clínico para ter um dispositivo de eletrodo implantado em sua medula espinhal, que agora permite que ele fique de pé e caminhe com a ajuda de um andador.

Roccati e outros dois homens tiveram esse dispositivo eletrodo implantado diretamente na área entre as vértebras e a membrana da medula espinhal, que recebe correntes de um marca passo, implantado sob a pele do região do abdômen: “Estou livre”, disse Roccati. “Eu posso andar onde eu quiser.”

Os resultados do estudo foram publicados nesta segunda-feira na revista Nature Medicine.

“Em um único dia, programas de estimulação específicos de atividade permitiram que esses três indivíduos ficassem de pé, andassem, andassem de bicicleta, nadassem e controlassem os movimentos do tronco”, disse o estudo publicado na revista.

Experimento clínico

Roccati foi um dos três homens entre 29 e 41 anos a participar do ensaio clínico, conhecido como ensaio STIMO. Ele foi conduzido pela Dra. Jocelyne Bloch do Hospital Universitário de Lausanne e Grégoire Courtine do Instituto Federal Suíço de Tecnologia.

O estudo identifica a tecnologia por trás do dispositivo como estimulação elétrica epidural (EES), que visa segmentos da coluna vertebral e “restaura a caminhada em pessoas com lesão na medula espinhal”.

Com a ajuda de um software em um tablet, pesquisadores, assim como os próprios pacientes, conseguiram enviar pulsos elétricos para ativar músculos anteriormente paralisados.

Recuperação mais rápida

Anteriormente, as pessoas que estavam completamente paralisadas, mas mantinham a sensação, só eram capazes de andar novamente após vários meses de reabilitação intensiva por meio de estimulação elétrica na medula espinhal, mas o estudo STIMO mostrou resultados muito mais rápidos.

Dentro de uma semana de suas cirurgias, todos os três participantes do estudo puderam andar de forma independente com o uso de suporte de peso corporal de barras paralelas e um cinto de segurança.

“Pela primeira vez, temos não apenas efeito imediato – embora o treinamento ainda seja importante – mas também indivíduos sem sensação, sem movimento algum, foram capazes de recuperar a posição e andar independentemente do laboratório”, disse Courtine.

Quando chega para o público

Agora, a equipe responsável pelo STIMO espera expandir para um ensaio clínico maior nos EUA, mas levará mais três a quatro anos para que a tecnologia se torne comercialmente disponível.

Em uma coletiva de imprensa na semana passada, os pesquisadores anunciaram que a Food and Drug Administration dos EUA aprovou uma designação de “dispositivos inovadores” para acelerar o processo.

Assista ao vídeo –

Com informações do Yahoo Newscientist 

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: SAIBA COMO SE LIVRAR DA PRESSÃO ALTA COM DR. MARCO MENELAU

No vídeo desta quinta-feira, aqui na coluna SAÚDE do Blog do Saber você vai aprender como se livrar da pressão alta, através de uma magnífica aula, onde ele dá dicas imperdíveis para você controlar sua pressão a base de uma alimentação saudável e remédios fitoterápicos. Então dê um play e comece logo a assistir essa aula preciosa.

Fonte:

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SAÚDE: A VERDADE SOBRE AS PLANTAS MEDICINAIS QUE A MEDICINA NÃO CONHECE, POR DR. MARCO MENELAU

Aqui na coluna SAÚDE desta quinta-feira você vai assistir a um vídeo do Dr. Marco Menelau, onde ele esclarece a verdade sobre as plantas medicinais que a medicina tradicional não conhece. Uma ótima oportunidade para você se livrar dos remédios e drogas que invariavelmente provocam efeitos colaterais, ou seja, resolvem um problema e causam outro, que pode ser muito mais grave do que o anterior. Então não deixe de assistir, pois você pode mudar completamente a sua qualidade de vida!

Fonte:

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ALUNOS DE UNIVERSIDADE DE MEDICINA EM SÃO PAULO BURLAM O SISTEMA DA PREFEITURA E TOMAM 3ª DOSE DA VACINA CONTRA COROVIRUS

Estudantes de medicina burlam sistema da prefeitura e tomam 3ª dose de vacina

Segundo a prefeitura, alunos da Universidade Nove de Julho se aproveitaram da rotina médica para burlar o sistema e tomar dose adicional

Marcos Guedes, da CNN, em São Paulo

Atualizado 06 de julho de 2021 às 19:24

Estudantes de medicina burlam sistema da prefeitura e tomam 3ª dose de vacina

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo investiga irregularidades na vacinação de estudantes de medicina que fazem residência médica em unidades de saúde da Capital.

Segundo a prefeitura, alunos da Universidade Nove de Julho se aproveitaram da rotina médica para burlar o sistema e tomar uma terceira dose do imunizante contra a Covid-19. Até agora, nenhuma vacina aprovada pela Anvisa é aplicada em três doses.

A reportagem teve acesso aos documentos da investigação que começou em 17 de junho de 2021. Não há informações sobre quando nem onde foram aplicadas as doses extras. Entretanto, a última movimentação, do dia 29 de junho, pede “apuração para investigação da irregularidade cometida”.

No processo de apuração, a Secretaria Municipal de Saúde aponta ainda que os médicos residentes enganaram os funcionários da unidade de saúde, que só perceberam que tinham aplicado uma terceira dose ao verificar o cadastro dos médicos no sistema que controla a vacinação em São Paulo.

Após o ocorrido, a Universidade Nove de Julho foi comunicada e questionou os estudantes sobre o ato protagonizado por eles. Segundo os professores que coordenam o programa, um dos residentes disse que burlou o sistema porque leu artigos que apontam a eficácia da terceira dose. Foi ele também quem incentivou os colegas a fazerem o mesmo.

A parceria entre a prefeitura de São Paulo e a Universidade Nove de Julho foi firmada em dezembro de 2016 e prevê a oferta de estágios, cursos de graduação e residências em saúde, para que estudantes tenham aprendizado prático e auxiliem no serviço municipal de saúde.

O estágio dos quatro alunos, que já estava prestes a encerrar, foi finalizado no final do mês de maio. A investigação segue em andamento e sob análise do setor jurídico da prefeitura.

A reportagem da CNN consultou o contrato firmado entre a prefeitura e a Universidade. No documento, não há nenhuma cláusula que prevê punição à universidade em caso de prejuízo ao município.

Em nota, a prefeitura de São Paulo informou que “o jurídico da Pasta analisa a denúncia citada pela reportagem. Caso seja constatada alguma infração, serão adotadas as devidas providências.”

A reportagem também consultou a Universidade Nove de Julho, que disse que “A imunização da população é de responsabilidade pública e que não se responsabiliza pela conduta de terceiros”. Os alunos não foram localizados pela reportagem.

Fonte: CNN

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DICA DE LIVRO: O LADO BOM DAS BACTÉRIAS DE ALESSANDRO SILVEIRA

Nesta quarta-feira a nossa DICA DE LIVRO continua na linha da saúde integral apresentando um livro que desmistifica as bactérias como agente danoso para o organismo humano. O lado Bom das Bactérias de Alessandro Silveira que vai lhe ensinar a criar um exército de bactérias que serão acionadas para trazer tudo aquilo de que você precisa. Especialista em microbiologia, Alessandro Silveira reúne nesta obra informações valiosas sobre esses seres microscópicos que habitam o corpo humano e que são de extrema importância. Vivendo em diversas partes do corpo, como intestino, pele e vagina, as bactérias formam um poderoso exército de defesa e proteção do organismo. O lado bom das bactérias é para todos aqueles que desejam saber mais sobre essa poderosa microbiota que vive dentro de cada pessoa. São aproximadamente cem trilhões de bactérias, responsáveis por inúmeras funções, dentre as quais criar condições de bem-estar e, inclusive, produzir felicidade. Alessandro mostrará como, por meio de medidas descomplicadas, você pode decifrar seu organismo e alcançar uma vida com plena saúde física, mental e emocional. Neste livro, você vai aprender: Como as bactérias são uma importante defesa natural do corpo humano; Sobre o funcionamento de antibióticos e a necessidade do uso adequado e sob orientação médica; Sobre a conexão entre intestino e cérebro e sua importância na manutenção do sistema nervoso central; Como o tipo de parto e amamentação influenciam toda a sua vida; Sobre o formato das fezes e como isso pode indicar possíveis alterações em sua saúde. Então o que está esperando?

Fonte: Acervo próprio

 

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BOAS NOTÍCIAS: GAROTA AUTISTA CONQUISTA VAGA EM 1º LUGAR NO CURSO DE MEDICINA DA UFJ

As BOAS NOTÍCIAS que mais me atraem são aquelas que me emocionam, que contam uma história de vida de dar inveja a qualquer um pela força, pela garra, pela luta e principalmente pela transformação das pessoas. Por isso o destaque da nossa coluna nesta segunda-feira é a história da autista que fez 920 pontos na redação do ENEM e passou em 1º lugar no curso de medicina da UFJ. Ela tem pais humildes.  Dona Iraci Morais, agente comunitária de saúde e seu João Roberto de Morais, que trabalha como cerqueiro. Convido você a ler o artigo completo a seguir e se emocionar como eu com essa bela história de superação!

Autista faz 920 pontos no Enem e passa em 1º em Medicina na UFJ

Que orgulho! Lembra da Carol Nobre, que fez crochê para poder estudar Medicina? Ela conseguiu 920 pontos na redação no Enem e passou em 1º lugar em Medicina na UFJ, Universidade Federal de Jataí, em Goiás. (foto abaixo)

Feliz da vida com a conquista, ela dedicou a vitória aos pais, que sempre a apoiaram e aprenderam a lidar com o autismo da filha: dona Iraci Morais, agente comunitária de saúde e seu João Roberto de Morais, que trabalha como cerqueiro.

“A conquista é por eles”, disse Carol Nobre em entrevista ao Só Notícia Boa.

Autismo

Carol tem 30 anos, e mora em Buritama, no interior de São Paulo.

Ela é formada em Odontologia, mas abandonou a profissão porque tem hipersensibilidade sensorial e não suportava o barulho no consultório.

Foi aí que decidiu fazer Medicina e passou na faculdade, mas não tinha dinheiro para pagar as mensalidades e não conseguiu cursar.

Crochê

A jovem começou então a fazer crochê, como mostramos no ano passado aqui no Só Notícia Boa.

Com o dinheiro das peças vendidas, ela pagou um cursinho online e estudou em casa durante a quarentena para tentar faculdade pública.

Foi assim que Carol passou no Enem e conseguiu entrar na universidade federal. Agora vai poder estudar sem ter que pagar mensalidades.

“Eu sou grata a todo mundo. Não conseguiria sozinha. É difícil falar. Tô feliz e sem acreditar. Parece um sonho”, comemorou.

Agora ela está preparando a documentação e disse que vai fazer a matrícula na UFJ nesta segunda-feira, 19.

Parabéns Carol! Você é um orgulho para os seus pais e pra gente, que vem acompanhando sua história e vibrando com suas vitórias! Mais uma, né?

1º lugar em Medicina na UFJ - Foto: arquivo pessoal
Rúbia Carolina Nobre Morais, 1º lugar em Medicina na UFJ – Foto: arquivo pessoal
Iraci Morais, mãe de Carol - Foto: arquivo pessoal
Iraci Morais, mãe de Carol – Foto: arquivo pessoal
João Roberto de Morais, pai de Carol - Foto: arquivo pessoal
João Roberto de Morais, pai de Carol – Foto: arquivo pessoal

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa

Fonte: Só Notícia Boa

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EM CAICÓ, FILHO DE LAVADEIRA É APROVADO EM 1º LUGAR NO CURSO DE MEDICINA NA UFRN

Por Isaiana Santos, Inter TV Costa Branca

 

Em Caicó, filho de lavadeira é aprovado em primeiro lugar em Medicina
Em Caicó, filho de lavadeira é aprovado em primeiro lugar em Medicina

O primeiro sinal de um aprovado no Sisu é a cabeça raspada e a testa riscada com o nome do curso. O de Luiz Gustavo de Oliveira, de 19 anos, é Medicina. E, no caso dele, representa muita superação. Além de toda a adaptação necessária em um ano de pandemia, ele contou com uma ajuda especial: a dedicação da mãe, dona Francileide Marques, que trabalha como lavadeira e também como boleira.

São cerca de 14 horas de trabalho por dia para conseguir ajudar nos estudos do filho. “Eu acordava muito cedo para lavar roupa. Lavava, passava. Quando dava umas 5h30, já soltava as roupas para ir para os bolos. Minha casa é pequena. Eu carregava a batedeira para dentro do meu quarto, cobria com um pano de prato e fechava as portas para ele não ouvir”, conta a mãe.

Por causa da dificuldade financeira dos pais, Luiz Gustavo contou com a ajuda de uma tia, que financiava os estudos dele. Em 2019, concluiu o Ensino Médio, concorreu também ao curso de Medicina, mas não passou.

No ano passado, conseguiu uma bolsa de estudos em um cursinho da cidade. Foram várias noites de sono perdidas, mas a recompensa veio. O jovem fez o Enem e atingiu 940 pontos. Com apenas 19 anos, foi aprovado em primeiro lugar no curso de Medicina da UFRN em Caicó.

“Eu encontrava as vezes com Luiz indo de bicicleta para a escola. Eu passava de carro para ir trabalhar e achava ele no caminho”, relata o professor Rhodriggo Mendes

“Sábados, domingos, que ficava ali fazendo simulados, algo extremamente cansativo. E agora, estou colhendo os frutos. Isso é o que vem na minha mente”, diz o rapaz.

A história de Luiz Gustavo é praticamente a mesma de milhares de potiguares que tentam, através dos estudos, dar uma vida melhor aos pais.

“Minha mãe e meu pai acordam às 4h da manhã para começar a trabalhar em um trabalho que às vezes vai acabar umas 22h, 22h30. Isso é muito cansativo para ela. O mais rápido que eu conseguir tirar minha mãe dali, eu vou tirar. Essa era minha motivação. Era ver meus pais, saber que o que eles estavam fazendo era muito mais difícil do que eu estava fazendo, que era estudar”, afirma o jovem.

“É por você mainha, por você pai, vocês que trabalham muito por mim e estão orgulhosos de mim. Isso tudo é por vocês”, declarou Luiz.

“É muita felicidade, muita gratidão. Eu sabia que esse dia ia chegar”, disse Francileide. “Estou me sentindo feliz”, resumiu o pai do novo universitário, José Procópio.

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AUTOCONHEIMENTO: SAIBA TUDO SOBRE “A CURA PELA FÉ” NUMA ENTREVISTA COM O DR. JEFF LEVIN

A postagem desta quinta-feira, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO é uma oportunidade única de você conhecer qual a relação entre as práticas religiosas ou espirituais e a saúde. Numa entrevista com uma das maiores autoridades em estudos definidos como epidemiologia da religião, cujo objetivo principal é saber como atores espirituais previnem a incidência de enfermidades em determinadas regiões e a mortalidade, e promovem a saúde e o bem-estar – estabelecendo o relacionamento existente entre ciência, medicina e espiritualidade. Ele esclarece para você todas essas dúvidas existentes na sua cabeça.

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A CURA PELA FÉ

Hoje em dia, Jeff Levin é considerado um dos principais nomes nos estudos científicos a respeito da relação entre as práticas religiosas ou espirituais e a saúde.

Por Gilberto Schoereder

Várias pesquisas vêm sendo realizadas nos últimos anos envolvendo o que alguns chamam de “o poder da oração”. Uma das grandes autoridades mundiais nesse campo é o dr. Jeff Levin, um epidemiologista social formado em religião, sociologia, saúde pública, medicina preventiva e gerontologia na Universidade Duke, na Universidade da Carolina do Norte, na Divisão Médica da Universidade do Texas e na Universidade de Michigan.

Ele é pesquisador do National Institute for Healthcare Research e seus estudos podem ser definidos como epidemiologia da religião – o estudo científico de como fatores espirituais previnem a incidência de enfermidades em determinadas regiões e a mortalidade, e promovem a saúde e o bem-estar – estabelecendo o relacionamento existente entre ciência, medicina e espiritualidade.

Seu trabalho estabelece pontes entre diferentes campos de atividade, como epidemiologia, gerontologia, sociologia, psicologia e medicina alternativa e complementar.

As perguntas básicas que seus estudos apresentam são: Como a fé religiosa atua como um recurso na prevenção de doenças e na promoção do bem-estar?; Um relacionamento de amor com Deus é uma característica das pessoas saudáveis?; A religiosidade é um fator de proteção contra doenças ao longo do processo de envelhecimento?; Existem efeitos terapêuticos ou preventivos de energias sutis ou estados alterados de consciência?

O resultado de suas pesquisas foi publicado no livro Deus, Fé e Saúde (Editora Cultrix). Entrevistamos o dr. Levin por e-mail para que ele nos falasse mais sobre seu trabalho e as mais recentes descobertas nessa área, assim como sua relação com teorias e posturas mais conservadoras da medicina, que ainda resistem em aceitar as evidências científicas coletadas nos últimos vinte anos.

A relação entre a oração ou as preces e a saúde se tornou um dos assuntos mais comentados da atualidade. Essa relação positiva entre ambas está definitivamente comprovada ou ainda estamos no campo das evidências? Em que ponto se encontram as pesquisas científicas?

O campo da pesquisa em espiritualidade e saúde compreende, na verdade, três áreas de estudo diferentes. Uma delas, aquela em que minha pesquisa se focou nos últimos vinte anos, envolve investigações epidemiológicas de como a fé ou o envolvimento religioso influencia a saúde física e mental. Já foram feitos mais de mil estudos com esse enfoque e, hoje, a ideia de que aspectos da vida religiosa podem ser benéficos para a saúde ou o bem-estar de algumas pessoas é aceita de forma geral e não controversa.

As duas outras áreas de pesquisa em espiritualidade e saúde envolvem: 1) estudos experimentais de laboratório, como em psicofisiologia, explorando os correspondentes espirituais de estados alterados de consciência; 2) testes clínicos investigando os efeitos da oração à distância. Em contraste com a pesquisa epidemiológica, esses estudos encontram muito mais resistência. Pessoalmente, acredito que existem boas evidências para ambas, mas os temas e conceitos levantados por esses estudos desafiam a estreiteza da visão de mundo de muitos cientistas das correntes estabelecidas.

Tem se falado na influência de fatores espirituais ou religiosos no processo de cura. Foi realizada alguma tentativa no sentido de determinar se se trata, de fato, de fatores espirituais, ou pode se tratar da ação da mente, como ocorre em tantos dos chamados “fenômenos parapsicológicos”? Em outras palavras, a crença de uma ou mais pessoas daria início a um processo ou uma ação mental. O que o senhor pensa a esse respeito?

Eu não estou certo de que usando os métodos naturalistas da ciência empírica poderemos algum dia desemaranhar esses dois conceitos. Aqui, nos Estados Unidos, médicos religiosamente muito conservadores opuseram muita resistência a essa pesquisa. Eles vêem os resultados de estudos de oração e cura, e quer atribuir qualquer cura subseqüente à intervenção “sobrenatural” de Deus. Outros reconhecem a possibilidade de que o ato de rezar envolva criar uma intenção mental positiva que pode ter, por si mesma, um efeito curativo. Mas isso é interpretado pelo primeiro grupo como blasfemo e até mesmo, acredite ou não, satânico – porque parece implicar efeitos que são inerentemente parapsicológicos, e a parapsicologia é considerada maligna.

Considero essa reação perturbadora por duas razões. Em primeiro lugar, fez muitos médicos cristãos conservadores rejeitar efetivamente os resultados de estudos de oração e cura, porque os estudos implicavam que as orações de qualquer um podem ser efetivas, independentemente de religião, talvez devido a algum tipo de mecanismo paranormal. Isso ameaça as reivindicações de exclusividade que alguns fazem para sua própria religião e para os resultados de orações dessa religião.

Em segundo lugar, se os resultados forem devidos “apenas” à parapsicologia – em vez de a Deus, por assim dizer -, por que isso seria um problema? Em última instância, todos esses efeitos vêm de Deus. Eu acredito que o Criador dotou os seres humanos com todo tipo de aptidão, algo que os grandes místicos conhecem há milhares de anos e que cientistas ocidentais só agora procuram entender. Mais de cem anos de pesquisa parapsicológica confirmaram isso, para satisfação minha e de muitos outros.

Durante suas pesquisas, o senhor teve conhecimento da ação dos chamados “médiuns de cura”? De alguma forma, esses casos podem estar relacionados?

Já ouvimos falar que a cura não provém exatamente dos médiuns, mas da crença das pessoas que os consultam.

Pessoalmente, nunca pesquisei sobre médiuns, mas tenho uma posição a respeito. Acredito que, quando se trata de orações, cura pelas mãos ou por energia, ou qualquer outra forma sutil de terapia bioenergética ou relativa à consciência, todos os elementos da interação curativa podem ser importantes; em outras palavras, as habilidades, características e intenções de quem cura, o método da cura e as crenças do paciente. Tudo isso pode entrar em jogo até certo ponto, mas pode variar de acordo com a situação.

Quanto a uma condição sine qua non para o sucesso da cura, já ouvi muitos curandeiros dizendo que descobriram, por experiência própria, que é indispensável haver uma intenção amorosa por parte do curandeiro ou rezador; independentemente de outros elementos (método, técnica, expectativas de paciente, etc.). É fundamental haver uma intenção sincera e abnegada de amor fraterno, que deseje o melhor benefício para a pessoa, de acordo com a vontade de Deus.

Já ouvimos falar de experiências de “prece a distância”, com resultados positivos. Inclusive, as pessoas que realizavam as preces não sabiam a quem elas se dirigiam. O que o senhor pode nos dizer sobre esse assunto?

Como muitos leitores já devem saber, houve vários estudos recentes que investigaram os efeitos da oração a distância. Alguns desses estudos foram, de fato, bem controlados, com método duplo-cego e amostragem criteriosa; foram testes clínicos de certa forma similares aos testes farmacológicos que avaliam os efeitos de novas drogas. Para horror de muitos médicos acadêmicos convencionais, alguns desses estudos mostraram resultados, com índices de recuperação que foram melhores entre os pacientes que foram alvo de orações sem o saberem do que entre os pacientes dos grupos de controle.

Acredite ou não, já houve quase duzentas investigações desse tipo. E não só em pessoas, mas outros organismos, como animais e plantas. A pesquisa foi compilada de forma muito abrangente em um livro soberbo chamado Spiritual Healing (Cura Espiritual), escrito por meu amigo Dr. Dan Benor, um médico norte-americano. Ele descobriu que cerca de um quarto dos estudos foi realizado com uma metodologia de pesquisa impecável, e que, desse um quarto, aproximadamente três quartos constataram resultados positivos. Em outras palavras, isso é evidência e que orações a distância tiveram um efeito mensurável e benéfico.

Em seu livro Deus, Fé e Saúde, o senhor estabelece uma relação entre o modo como o compromisso religioso influencia o comportamento, e o modo como o comportamento influencia a saúde. No entanto, o comportamento de uma pessoa não está necessariamente ligado ou necessariamente dependente de um compromisso religioso. Foi feita alguma pesquisa no sentido de determinar o comportamento de pessoas não-religiosas, para ver se aquelas que têm comportamento saudável têm uma saúde melhor, como as religiosas ou espiritualizadas? O senhor diz em seu livro que as pesquisas mostram que o comportamento não-saudável não relacionado à postura religiosa ou espiritual?

É claro que as pessoas podem ser perfeitamente saudáveis sendo ou não sendo religiosas ou espiritualizadas. O que tentei fazer no meu livro foi examinar os “mecanismos” subjacentes às relações entre espiritualidade e saúde observadas em pesquisas. Essas associações existem, eu concluí, exatamente porque a religiosidade pode motivar comportamentos saudáveis, pode gerar relações sociais de apoio e solidariedade, pode produzir sentimentos ou emoções poderosos, etc. E já se sabe que cada um desses fatores – hábitos saudáveis, relacionamentos, sentimentos – é importante para a saúde.

Existem diferenças visíveis entre “estar associado a uma religião” e ter o que se poderia chamar de uma “atitude espiritual independente”? Faz diferença se a pessoa reza numa igreja ou em qualquer outro tipo de templo, ou se ela reza em casa, e segundo suas próprias regras? O que conta, afinal, é o comportamento, é o modo de pensar, é uma sintonia especial, ou outro fator?

Eu não acredito que faça qualquer diferença. Um dos primeiros fatos básicos que descobri quando comecei minha pesquisa, vinte anos atrás, é que um efeito saudável da religiosidade ou da espiritualidade parecia ser uma constante universal na natureza. Isto é, quando se toma como referência ou pessoas sem um caminho espiritual ou a população como um todo, efeitos epidemiologicamente protetores ou preventivos foram observados em católicos, protestantes, judeus, budistas, hindus, muçulmanos, zoroastristas, etc. Além disso, uma quantidade considerável de estudos mostrou um benefício às pessoas que, mesmo não sendo formalmente religiosas, estão envolvidas com meditação ou outras buscas espirituais.

O Institute of Noetic Sciences, uma esplêndida organização na Califórnia, publicou um relatório excelente chamado The Physcal and Psychological Effects of Meditation (Os Efeitos Físicos e Psicológicos da Meditação) documentando esses estudos.

O senhor entende que essa aproximação da ciência com a religião é uma tendência para o futuro? O filósofo Ken Wilber já vem se manifestando há anos a respeito da necessidade de se desenvolver aproximando as visões científica e espiritual. O que o senhor pensa a esse respeito?

Nos últimos trinta anos, os acadêmicos dos Estados Unidos têm demonstrado um considerável interesse em explorar a interface entre religião e ciência. Porém, muito desse discurso aconteceu dentro do contexto rígido das filosofias e visões de mundo adotadas pelos acadêmicos e pelas religiões predominantes. Um “novo paradigma” que unifique as abordagens científica e espiritual seria certamente um desdobramento bem-vindo. Mas precisamos nos perguntar: Qual paradigma? Qual abordagem científica? Perspectiva espiritual de quem?

Ken Wilber fala para muitas pessoas que têm interesse intelectual na consciência e em caminhos espirituais alternativos, mas eu não diria que o mundo acadêmico ortodoxo esteja pronto para isso. Para boa parte da comunidade acadêmica, o diálogo entre ciência e religião é um diálogo entre uma visão muito materialista e mecanicista de ciência e uma versão cartesiana de espiritualidade, baseada num paradigma muito antigo.

Já existe alguma tentativa de se desenvolver uma teoria a respeito dessa ação da prece na melhora da saúde das pessoas, ou ainda é muito cedo para isso? O senhor entende que uma tória desse gênero deverá estar ligada a teorias desenvolvidas pela parapsicologia, envolvendo a atuação da mente sobre a matéria?

Uma das críticas que os céticos organizados fazem incessantemente à literatura científica sobre oração e cura é que esses estudos não podem ser verdadeiros porque não existe uma teoria que explique as descobertas. Assim, de acordo com essa crítica, os resultados são impossíveis.

A crítica é errônea por dois motivos distintos. Primeiro, a pesquisa clínica estabelece uma distinção entre eficácia e mecanismo de ação. A eficácia de uma terapia pode ser demonstrada muito tempo antes de se compreender o mecanismo subjacente de ação. É o caso da aspirina, que sabíamos que funcionava antes de entendermos por quê. Ignorar ou condenar os resultados de pesquisas metodologicamente sólidas porque eles não se enquadram nas atuais teorias seria a morte da ciência. Qualquer grande novo avanço, por definição, será gerado pela necessidade de se formular uma nova perspectiva teórica que responda a dados inesperados. É assim que as coisas têm funcionado ao longo da história da ciência.

Mas a segunda razão que invalida as objeções dos céticos é muito mais básica: existem, de fato, teorias e perspectivas para nos ajudar a entender como e por quê a oração pode curar. Sobre esse tópico já foi escrito mais do que eu poderia abordar aqui, mas basta dizer que há muitos anos têm surgido livros acadêmicos e artigos científicos com esse enfoque.

Propuseram-se muitos mecanismos de ação possíveis, aproveitando trabalhos estimulantes nas áreas da física, do estudo da consciência, da psicofisiologia e da parapsicologia. Todo tipo de força, energia ou campos foi cogitado, inclusive conceitos como os de mente estendida, campos mórficos, mente não-local, psi, energias sutis, etc. O pesquisador alemão, Dr. David Aldridge, escreveu muito sobre esse tópico, assim como meu amigo Dr. Larry Dossey, o médico norte-americano, em muitos de seus livros, como Palavras que Curam (Healing Words, Editora Cultrix).

Acredito que a parapsicologia guarda uma riqueza de demonstrações empíricas e de proposições teóricas no que tange à oração a distância e seus efeitos de cura. Mas, infelizmente, muitos cientistas e médicos acadêmicos ortodoxos desdenham e não acreditam nesse trabalho, ao mesmo tempo em que o conhecem tão pouco. Essa postura vem principalmente da ignorância e de uma necessidade corporativista de proteger o próprio território. É pena, mas isso também parece ser uma constante na história da ciência e da medicina.

Para Saber Mais:

Deus, Fé e Saúde – Jeff Levin –
Editora Cultrix
Fone : (11) 6166-9000
Site de Jeff Levin: / www.religionandhealth.com/index.htm

(Extraído da revista Sexto Sentido 52, páginas 26-31)

Fonte: IPPB
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PODCASTS: DR. EDMOND SAAB JR. E A IMPORTÂNCIA DE MELJORAR À NOSSA IMUNIDADE – PARTE 2

Nesta quinta-feira, aqui na coluna PODCASTS continuamos com a série do Dr. Edmond Saab Junior com o título ALÉM DA PREVENÇÃO onde ele aborda  temas relacionados a #medicinapreventiva, #ortomolecular e #nutrologia. Neste segundo Podcast o Dr. Edmond continua a falar sobre a importância em melhorar nossa imunidade. Então, convido você a aprender com o Dr. Edmond Saab como se defender da Covid-19 e de outros vírus que possam vir por ai!

Fonte:

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PODCASTS: DR. EDMOND SAAB JR E A IMPORTÂNCIA EM MELHORAR NOSSA IMUNIDADE – PARTE 1

A partir de hoje vamos apresentar, aqui na coluna PODCASTS uma série do Dr. Edmond Saab Junior com o título ALÉM DA PREVENÇÃO onde ele aborda  temas relacionados a #medicinapreventiva, #ortomolecular e #nutrologia. Nesse primeiro Podcast o destaque é a importância em melhorar nossa imunidade. Então, convido você a aprender com o Dr. Edmond Saab como se defender da Covid-19 e de outros vírus que possam vir por ai!

Fonte:

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SAÚDE: O PERIGO PRESENTE NO AMENDOIM POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

 Aqui na coluna SAÚDE desta segunda-feira você consegue tirar todas as suas dívidas sobre o consumo de amendoim, com o Dr. Samuel Dalle Laste. Ele fala do fungo , uma substância encontrada no amendoim e que não é saudável, pois provoca câncer no figado. Portanto eu convido você a assistir ao vídeo completo a seguir, refletir e tirar as suas conclusões!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: EM TRANSPLANTE INÉDITO, MÉDICOS BRASILEIROS SALVAM JOVEM QUE JÁ HAVIA RECEBIDO A EXTREMA-UNÇÃO

Um verdadeiro milagre é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado. Uma jovem estudante de enfermagem, com apenas 19 anos, desenganada por médicos na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Mococa, no interior de São Paulo, que já havia até recebido extrema-unção, foi transferida e salva por equipe médica do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto através de um transplante inédito. Leia o artigo completo a seguir e saiba de todos os detalhes desta façanha!

Médicos brasileiros salvam jovem que recebeu extrema-unção: transplante inédito

Médicos do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto fizeram um transplante inédito e salvaram a vida de uma estudante de enfermagem. Ela havia recebido extrema-unção, uma benção com óleo em doentes extremamente graves – hoje chamada de unção dos enfermos – na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Mococa, no interior de São Paulo, onde mora.

Desenganada pelos profissionais da Santa Casa, ela foi transferida às pressas para o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP) da USP.

Lá eles fizeram um transplante de fígado em meio à pandemia e felizmente deu certo.

Sara Maria Alves Casimiro, de 19 anos, teve alta no último dia 11. Ela passou dois meses na UTI, após a cirurgia, no dia 21 de maio.

A preocupação dos médicos era ela ter sido contaminada pelo novo coronavírus, mas, Sara fez quatro testagens e todas deram negativo.

A cirurgia

A cirurgia inédita teve novos protocolos e cuidados para evitar a covid-19.

Sara teve infecção urinária e, como resultado do tratamento, ela desenvolveu uma hepatite medicamentosa que levou a uma falência hepática.Com a gravidade do caso ela encabeçou a lista de espera pelo órgão, na fila de transplantes.

“A paciente chegou com o estado geral bastante comprometido. Já não estava mais consciente e precisando até mesmo de suporte de máquinas para respirar.

Ela não teria sobrevivido se não tivesse aparecido um órgão para transplante naquele momento”, disse o professor Ajith Kumar Sankarankutty, coordenador do Programa de Transplantes do HC-FMRP e chefe da equipe que realizou o transplante de Sara.

Além de todos os cuidados que uma cirurgia desse porte requer, era preciso pensar em todos os protocolos e procedimentos para evitar a Covid-19.

“A princípio, foram os mesmos cuidados adotados para qualquer cirurgia com reforço dos equipamentos de proteção individual (EPIs) para todos os profissionais envolvidos no cuidado da paciente”, lembra o professor.

Mas também foi necessário realizar os testes para Covid-19, tanto na paciente quanto no doador falecido. Para alívio de todos, os resultados deram negativo.

Recuperação

A jovem precisou de fisioterapia com fonoaudióloga, para exercitar os músculos da deglutição depois de tanto tempo na UTI sem se alimentar por via oral.

Aos poucos, rotina de Sara volta ao normal.

Sucesso 

O professor Sankarankutty diz que, durante a pandemia, houve queda no número de doação de órgãos e, consequentemente, de transplantes.

Essa queda variou de 30% a 70%, dependendo da região do País. Agora a rotina volta a se normalizar gradativamente.

O professor do HC-FMRP, espera realizar este ano de 45 a 50 transplantes de fígado, mesmo patamar do ano passado.

A jovem Sara Casimiro, de 19 anos Foto: Arquivo Pessoal
A jovem Sara Casimiro, de 19 anos Foto: Arquivo Pessoal

Com informações do Jornal da USP

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: NOVO EXAME DE SANGUE QUE DISPENSA BIÓPSIA PARA DETECÇÃO DE CÂNCER DE PRÓSTATA TEM PRECISÃO DE 99%

Nunca antes se teve um exame com precisão tão elevada como o novo exame de sangue para detecção de câncer de próstata que alcança 99%. O exame é simples, pode determinar o estágio exato e a progressão do câncer, bem como reduz a necessidade de biópsias e exames invasivos. Convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento dos detalhes desse sse grande avanço da ciência. 

Novo exame de sangue simples para câncer de próstata determina presença e estágio do câncer com precisão de 99%

Um novo exame de sangue para câncer de próstata está produzindo uma taxa de precisão de 99% – precisão nunca antes alcançada para um exame de sangue desse tipo específico de câncer.

Além disso, o teste pode determinar o estágio exato e a progressão do câncer, o que também reduz a necessidade de biópsias e exames invasivos.

A equipe por trás da descoberta, envolvendo pesquisadores da Universidade de Nottingham Trent e dos hospitais universitários Leicester NHS Trust, determinou que mudanças no sistema imunológico do paciente poderiam ser examinadas por meio de marcadores sanguíneos – especificamente glóbulos brancos.

Com o desenvolvimento de uma série de ferramentas computacionais sofisticadas para analisar as amostras, a equipe agora pode determinar a presença e o estágio do câncer com taxas de precisão incomparáveis.

“Nossa abordagem não apenas identifica a presença da doença, mas também – crucialmente – seu significado clínico. Também podemos fazer isso com maior precisão do que as abordagens atuais ”, disse o professor Graham Pockley, diretor do Centro de Pesquisa em Câncer John van Geest da Universidade de Nottingham Trent

“Isso evitará que os homens tenham procedimentos invasivos desnecessários e ajudará os médicos a decidir se devem ‘assistir’ ou ‘gerenciar ativamente’ pacientes, mesmo quando são assintomáticos”.

Com um número estimado de 1,8 milhão de novos casos apenas em 2018, o câncer de próstata é o quarto tipo de câncer mais comum no mundo e a segunda forma mais comum entre os homens nos Estados Unidos – um país que recebe quase 200.000 diagnósticos por ano. É a forma mais comum de câncer para homens no Reino Unido, com aproximadamente 47.000 diagnósticos anualmente.

O câncer pode ser tratado com sucesso em seus estágios iniciais, mas é difícil de detectar. O marcador de sangue padrão, níveis incomuns de uma proteína chamada PSA, parecerá normal em 15% das pessoas que têm a doença e, portanto, não é um indicador confiável.

Esse novo teste não apenas salvará vidas, mas também salvaria milhões de dólares em tratamento e assistência ao paciente, decorrentes de contrair câncer em estágios iniciais e reduzir o número de procedimentos invasivos e mais caros.

Fonte: Good News Network

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SAÚDE: PROTEÍNAS VEGETAIS, AS MELHORES OPÇÕES!

Neste sábado, a nossa coluna SAÚDE trás mais uma mini-palestra do Dr, Samuel Dalle Laste. Desta vez ele fala sobre as proteínas vegetais. Diz qual delas é a melhor  e explica se ela substitui bem a Whey Protein. Assista a esse excelente vídeo e descubra qual a melhor solução!

Fonte:

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SAÚDE: CONHEÇA MELHOR ALGUMAS PECULIARIDADES SOBRE O PÊNIS QUE A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO SABEM

TEXTO

13 fatos que você não sabia sobre o pênis

Fratura, ejacular para trás e treinamento para controlar a ereção são algumas das curiosidades

1. Fumar reduz a qualidade da ereção

tabagismo causa várias doenças, inclusive o câncer. Para que o pênis fique ereto é necessário um conjunto de ações envolvendo cérebro, nervos, circulação, hormônios, músculos e o próprio tecido erétil. Estudos mostram que o fumante tem prejuízo em todos esses participantes.

Além disso, quando se compara homens de mesma idade e com as mesmas comorbidades, aqueles que fumam têm maior chance de sofrer com disfunção erétil.

2. Doenças da próstata podem estar relacionadas a falhas na ereção

A próstata é uma glândula que fica logo na frente da bexiga e sua principal função é produzir parte do sêmen. Quando o homem envelhece, a próstata vai se modificando.

Algumas doenças como a hiperplasia benigna da próstata (HPB) e as prostatites podem dificultar o esvaziamento da bexiga e causar sintomas que interferem na qualidade da ereção. O tadalafila, conhecido medicamento para impotência sexual, também pode ser utilizado para tratar a HPB.

3. A disfunção erétil pode ser um sinal de doença cardíaca futura

É possível, sim, quebrar o pênis - Foto: Shutterstock

É possível, sim, quebrar o pênis – Foto: Shutterstock

ereção do pênis depende de uma boa circulação do sangue. Quando ocorrem falhas constantes e a causa é relacionada à aterosclerose (entupimento dos vasos sanguíneos), pode ser que o problema não esteja restrito à circulação peniana.

Podem haver placas de gordura (ateromas) em outras artérias, inclusive naquelas que nutrem o coração, as coronárias. Estudos mostram que homens que sofreram infarto agudo já conviviam com a disfunção erétil cerca de três anos antes.

4. Apesar de não ser feito com osso, o pênis pode fraturar

A fratura do pênis pode ocorrer e constitui uma urgência médica. Quando o pênis está rígido, duro, não é possível dobrá-lo. A fratura do pênis ocorre exatamente quando um trauma significativo provoca a ruptura da camada que reveste os corpos cavernosos.

O mecanismo mais comum é a relação sexual onde a parceira fica por cima do parceiro, sentada sobre o pênis ereto. Durante a movimentação, o membro se desloca e o corpo da parceira força o pênis que dobra subitamente. Classicamente ocorre um estalo, a ereção cessa imediatamente e se forma um grande hematoma no órgão. O pênis fica como uma berinjela!

5. Manter o pênis flácido dá trabalho

Isso mesmo! Para que circule no pênis apenas a quantidade de sangue necessária para nutrir as células, o cérebro constantemente manda ordem para que os músculos que envolvem as artérias e a parede dos corpos cavernosos fiquem contraídos, limitando o fluxo de sangue.

Por outro lado, quando ocorre excitação sexual, o cérebro entende que deve preparar o membro para uma relação e a ordem passa a ser de relaxamento dos músculos e consequente dilatação dos vasos e espaços no interior dos corpos cavernosos. O fluxo de sangue aumenta muito e ocorre a ereção.

6. O controle da ejaculação depende de treinamento

O comando da ejaculação ocorre no cérebro. Alguns setores do cérebro concentram células especializadas que são estimuladas durante a excitação e, quando um determinado limiar é alcançado, acontece o fenômeno da ejaculação. Ejacular significa emitir o sêmen.

Normalmente a ejaculação acontece junto com o orgasmo, que é a sensação de prazer associada ao clímax da atividade sexual. Fisiologicamente, a ejaculação seria um reflexo, ou seja, algo involuntário (sem controle).

Por isso, no início da vida sexual, ela tradicionalmente acontece com rapidez. Com o amadurecimento sexual, o homem vai aprendendo (treinando) a prolongar o prazer e a exercer certo controle sobre o momento de ejacular.

7. O pênis pode entortar como um cabo de guarda-chuva

A doença de Peyronie tem o nome de um médico francês que descreveu, há mais de 200 anos, um tipo de fibrose que ocorre no corpo do pênis e provoca diferentes deformidades durante a ereção. Ainda nos dias de hoje existem muitas dúvidas sobre as causas dessa fibrose.

Acredita-se que pequenos traumas provocariam ferimentos na camada de revestimento dos corpos cavernosos e haveria uma cicatrização exagerada que acabaria por produzir um tecido fibrótico que limitaria a elasticidade de um dos cilindros e causaria a tortuosidade.

8. Ejacular para trás? Sim, pode acontecer

sêmen é lançado em jatos para frente durante a ejaculação graças a um comando do cérebro que contrai e fecha a próstata, ao mesmo tempo em que bombeia a uretra posterior através da contração rítmica dos músculos que a envolvem (bulboesponjosos). Portanto, é como se a próstata fosse a culatra do canhão.

Para o “tiro” ir para frente, a próstata precisa fechar a entrada da bexiga. Quando ela não se fecha totalmente, o sêmen vai para trás, ou seja, para dentro da bexiga.

A chamada ejaculação retrógrada acontece mais comumente em indivíduos com diabetes mellitus, doenças neurológicas, após algumas cirurgias para próstata ou com o uso de medicamentos para tratar a hiperplasia prostática benigna (como a tansulozina e a doxasozina). Todas as situações descritas ocasionam falhas no fechamento da próstata na hora da ejaculação.

9. A testosterona tem menos relação com a ereção do que se imagina

O principal hormônio masculino, a testosterona, participa de muitas funções no organismo. Mas, diferentemente da crença popular, a testosterona não é um dos principais hormônios que participam da ereção do pênis. Outras substâncias têm participação maior.

A história comprova isso nos relatos de casos onde os eunucos (homens castrados, sem testículos) conseguiam manter ereções e atividade sexual dentro do harem. Por outro lado, os níveis de testosterona se relacionam de forma mais significativa com a libido, com o desejo sexual.

Além disso, a testosterona tem papel fundamental durante a puberdade, no desenvolvimento das características sexuais masculinas, como voz grossa, distribuição dos pelos, crescimento do pênis, entre outros.

10. Dormir mal prejudica o desempenho sexual

A qualidade do sono interfere em vários sistemas do nosso organismo. Quem dorme mal tem mais dificuldade de restaurar suas energias para o dia seguinte.

Estudos mais recentes demonstraram que quem tem apneia do sono, uma das disfunções mais comuns entre homens que roncam e que apresentam sonolência diurna, tem prejuízo no desempenho sexual.

Quando a apneia obstrutiva é classificada como severa, acontece mais frequentemente disfunção erétil e inclusive falha na ação de medicamentos para ereção.

Por outro lado, homens com impotência sexual e apneia do sono que não respondiam a sildenafila, passaram a ter boas ereções com o medicamento quando usaram o CPAP, dispositivo que trata a apneia obstrutiva.

11. Ter pênis grande é relativo

Tamanho do pênis é relativo - Foto: Shutterstock

Tamanho do pênis é relativo – Foto: Shutterstock

Na maioria das vezes, homens que acreditam ter um “pênis pequeno” sofrem de uma distorção de autoimagem masculina, denominada dismorfobia. Ou seja, o indivíduo tem um membro de tamanho normal, mas o considera abaixo da média.

O órgão genital só é considerado “micropênis” quando tem menos de 4 cm flácido, e tamanho inferior a 7 centímetros quando ereto, o que é bastante raro.

12. Pênis cresce até os 21 anos de idade

Na maioria das vezes, o pênis atinge seu comprimento máximo aos 18 anos de idade. Após este período, o homem pode perceber um engrossamento do membro até os 21 anos.

13. Prepúcio (pele que reveste a glande) precisa de elasticidade

A pele que reveste a cabeça do pênis é chamada de prepúcio e precisa ter elasticidade. Isso pelo papel de seu movimento em estímulos excitatórios e para questões de higiene. Quando o prepúcio não permite movimento o suficiente para expor a glande, costuma-se nomear a condição de fimose. Em homens adultos, essa condição pode causar feridas crônicas, problemas com odor forte, verrugas genitais e até retardamento do diagnóstico de câncer de pênis.

Valter Javaroni
Escrito por Valter Javaroni
Urologia – CRM 52575160/RJ
Por Especialistas – Em 20/12/2019

Fonte: Minha Vida

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BOAS NOTÍCIAS: PARABÉNS A PESQUISADORES BRASILEIROS QUE CONSEGUIRAM SEQUENCIAR GENOMA DO CORONA VIRUS

Está de parabéns a equipe de pesquisadores brasileiros que conseguiu sequenciar o genoma do coronavírus em tempo recorde de apenas dois dias, através da amostra retirada do paciente de 61 anos de São Paulo. Leia a reportagem completa a seguir e saiba qual a importância desse feito e como foi executado!

Brasileiros conseguem sequenciar genoma do coronavírus

Pesquisadores brasileiros conseguiram sequenciar o genoma do coronavírus que chegou ao Brasil, informou o Estadão.

O trabalho foi feito por cientistas do Instituto Adolfo Lutz, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Oxford.

A descoberta aconteceu nesta sexta, 28, 48 horas depois da confirmação do primeiro caso brasileiro de infecção pelo novo coronavírus.

Os cientista fazem parte do projeto Cadde, apoiado pela Fapesp e pelo Medical Research Centers, do Reino Unido, que desenvolve novas técnicas para monitorar epidemias em tempo real.

Importância

Conhecer os genomas completos do vírus é importante para compreender como ele se espalha e para detectar mutações que possam alterar a evolução da doença.

A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de vacinas e de tratamentos.

A amostra que levou à sequência do genoma foi retirada do paciente de 61 anos de São Paulo, que tinha passado quase duas semanas na região da Lombardia, a mais afetada da Itália.

Ela é geneticamente parecida com a de um genoma sequenciado na Alemanha.

Mundo

Pesquisadores italianos já isolaram o vírus que circula no país, mas não depositaram ainda o sequenciamento do genoma em nenhum banco público para comparação.

Em média, no resto do mundo, os grupos de pesquisa estão levando cerca de 15 dias para conseguir fazer o sequenciamento.

O projeto brasileiro foi lançado justamente para agilizar esse processo e ajudar a fornecer informações com mais rapidez.

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS DE MASSACHUSETTS DESENVOLVEM PODEROSO ANTIBIÓTICO QUE MATA SUPERBACTÉRIAS

BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS DE MASSACHUSETTS DESENVOLVEM PODEROSO ANTIBIÓTICO QUE MATA SUPERBACTÉRIAS
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Nesta segunda-feira no nosso BOAS NOTÍCIAS temos uma incrível descoberta da ciência que vai ajudar a salvar a vida de milhões de pessoas no tratamento da diabetes e outras inúmeras infecções. O poderoso antibiótico mata superbactérias, aquelas resistentes a medicamentos e foi desenvolvido graças à Inteligência Artificial. Leia a reportagem completa a seguir e entenda como foi feita essa importante descoberta!

Criado nos EUA antibiótico poderoso contra superbactérias

Cientistas do MIT – Instituto de Tecnnologia de Massachusetts, nos EUA, criaram um antibiótico poderoso que mata superbactérias – bactérias resistentes a medicamentos – graças à inteligência artificial – IA.

A descoberta importante foi publicada no periódico científico Cell. Os pesquisadores treinaram um algoritmo para identificar os tipos de moléculas que matam bactérias.

“Nossa abordagem revelou uma molécula incrível, que é sem dúvida um dos antibióticos mais poderosos já descobertos”, disse James Collins, um dos autores do estudo, em comunicado.

A molécula foi batizada de halicina, em homenagem a Hal, a IA do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick.

Originalmente desenvolvida para tratar diabetes, ela se mostrou capaz de tratar inúmeras infecções.

Como

Eles forneceram ao programa informações sobre as características atômicas e moleculares de quase 2500 medicamentos e compostos naturais, além de dados sobre quanto cada substância bloqueia o crescimento da bactéria Escherichia coli.

O algoritmo aprendeu quais características moleculares produziam bons antibióticos e os cientistas o colocaram para trabalhar em uma biblioteca com mais de 6 mil compostos que estão sendo investigados como potenciais medicamentos.

A tecnologia se concentrou em encontrar compostos eficazes, mas diferentes dos antibióticos já existentes – o que garantiria o efeito contra bactérias resistentes.

Antibiótico poderoso

Demorou apenas algumas horas para o algoritmo avaliar os compostos e apresentar alguns antibióticos promissores, como a halicina.

“Queríamos desenvolver uma plataforma que nos permitisse aproveitar o poder da inteligência artificial para inaugurar uma nova era de descoberta de antibióticos”, disse.

Testes

Testes em culturas bacterianas mostraram que a halicina pode matar a Mycobacterium tuberculosis, que causa tuberculose, e as cepas de Enterobacteriaceae resistentes aos carbapenêmicos, um grupo de antibióticos considerados o último recurso para tratar infecções provocadas por esse microrganismo.

Além disso, testes em ratos provaram a eficácia da substância contra outras duas espécies de organismos multirresistentes, a Clostridium difficile e a Acinetobacter baumannii.

“Esse trabalho inovador significa uma mudança de paradigma na descoberta de antibióticos e, de fato, na descoberta de medicamentos em geral”, afirmou Roy Kishony, professor do Technion – Instituto de Tecnologia de Israel.

“Essa abordagem permitirá o uso de “machine learning” em todos os estágios do desenvolvimento de antibióticos.”

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: EQUIPAMENTO PODE MANTER O CORAÇÃO VIVO POR 24 HORAS FORA DO CORPO

Uma invenção revolucionária na medicina é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo. Cientistas da Universidade do Texas criaram um equipamento capaz de manter o coração vivo por 24 horas fora do corpo, ou seja, 20 horas a mais do que é possível hoje em dia. Leia a reportagem completa a seguir e conheça em detalhes esse equipamento maravilhoso!

Equipamento mantém coração vivo por 24 horas fora do corpo

Um aparelho promete revolucionar a forma como é feito transplante de coração no mundo. Cientistas desenvolveram um equipamento que mantém o coração vivo por até 24 horas, ou seja, 20 horas a mais do que é possível hoje em dia.

A técnica bombeia fluido através dos vasos sanguíneos e usa pulsos de oxigênio, que imitam os batimentos cardíacos e mantém o órgão oxigenado. A descoberta usa um dispositivo que se encaixa em uma pequena mala. (entenda na foto abaixo)

ULiSSES, como o equipamento foi batizado, preserva corações por um dia inteiro imitando as condições do corpo humano. Ele libera pelas artérias uma solução para preservação, dá 60 pulsos de oxigênio por minuto – como um batimento cardíaco – e suspende o coração em uma solução para evitar que ele desmorone sob sua própria pressão, da mesma forma que acontece no corpo.

“Ser capaz de manter um coração viável por 24 horas significa que você pode transportá-lo para quase qualquer lugar do mundo, e isso pode salvar muitas vidas”, disse esta semana Rafael Veraza, da Universidade do Texas, EUA, durante reunião anual da  Associação Americana para o Avanço da Ciência.

Segundo o especialista, a tecnologia foi testada apenas em corações de porcos, mas os resultados são promissores e o nível de morte celular nas 24 horas seguintes à remoção do coração foi muito baixo.

“O primeiro coração foi transportado há mais de 50 anos, quando o colocaram sobre gelo; décadas depois, o procedimento é feito da mesma maneira”, disse Veraza ao DailyMail.

Testes em humanos

O próximo passo da pesquisa é transplantar os corações de volta aos porcos, para garantir que eles funcionem corretamente, antes de passar para os testes com corações humanos.

Depois disso, a equipe pretende começar a testar a eficácia do equipamento em corações humanos doados, mas que por algum motivo não podem ser transplantados.

“O importante em nossa pesquisa é o quão portátil é esse dispositivo. Esperamos que [o equipamento] disponibilize mais órgãos, que possam ser mantidos em boa qualidade, para que haja mais correspondências [entre doador e receptor] e menos rejeições”, disse, Veraza.

Membros amputados

Os cientistas também esperam usar a tecnologia para preservar e transportar membros amputados, que são perdidos em campos de batalha ou acidentes.

A ideia é desenvolver um aparato que os mantenha vivos por mais tempo, permitindo que sejam recolocados.

John Forsythe, diretor médico do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, contou ao DailyMail que o uso de máquinas para estabilizar e preservar órgãos é uma área importante da medicina que está sendo estudada por diversos pesquisadores ao redor do mundo.

“O uso de técnicas de ‘perfusão’ de oxigênio [como a utilizada pelos norte-americanos] já provou ser extremamente bem-sucedido em outros órgãos, incluindo fígado e pâncreas’, explicou o especialista.

Como funciona o equipamento - Foto: reprodução / DailyMail

Como funciona o equipamento – Foto: reprodução / DailyMail

Com informações da Galileu e DailyMail

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: SAIBA COMO ACABAR COM A CELULITE COM SAMUEL DALLE LASTE

Na nossa coluna SAÚDE deste sábado temos mais uma interessante mini-palestra do Dr. Samuel Dalle Laste. Desta vez sobre “Como acabar co a celulite? Tem solução”. Bem assista ao vídeo completo a seguir e descubra como resolver esse problema tão comum entre as mulheres!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: AS 10 MAIORES DESCOBERTAS DA CIÊNCIA EM 2019

A prova maior de que o ano de 2019 foi um ano bom é que das 10 maiores descobertas médicas de 2019, que foram publicadas no site Só Notícia Boa, que eu acompanho diariamente, 6 não foram publicadas aqui no Blog do Saber. Porque foram publicadas pelo menos 355 BOAS NOTÍCIAS neste Blog advindas do SÓ NOTÍCIA BOA e mesmo assim ainda teve muita NOTÍCIA BOA que não publicamos. Maravilha, não? Agora fique com as 10 maiores descobertas médicas de 2019, com direito a clicar no link e ver a reportagem completa!

10 maiores descobertas médicas de 2019: câncer, Alzheimer e visão

Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

Tratamentos contra o câncer, contra o Alzheimer, para restaurar os dentes, a visão e a audição do ser humano. Sim, 2019 foi um ano cheio de descobertas médicas.

Apesar de algumas dessas criações estarem em estágios de pesquisa diferentes, cada estudo notável significa um marco no tratamento de problemas mais debilitantes da humanidade.

Veja abaixo o balanço das principais descobertas do ano que termina. Clique nos links para ver os detalhes.

10 – Alzheimer: cientistas diminuem inflamação no cérebro e revertem demência

Em vez de atacar as proteínas invasoras típicas associadas à demência, os cientistas conseguiram no início deste mês – pela primeira vez – reverter a demência em ratos com um medicamento que reduz a inflamação.

Até agora, a maioria dos tratamentos contra demência tem como alvo as placas amilóides encontradas em pessoas com doença de Alzheimer. No entanto, experimentos realizados na Universidade da Califórnia, Berkeley, sugerem que o direcionamento da inflamação no cérebro pode impedi-lo.

9 – Brócolis tem molécula que bloqueia tumores cancerígenos: estudo

Se você ainda não tinha motivos para comer brócolis, este estudo publicado em maio diz que o ele contém um ingrediente incrível que pode ser o “calcanhar de Aquiles” do câncer.

O brócolis faz parte da família de vegetais crucíferos, que inclui couve-flor, couve, couve e couve de Bruxelas – e, embora muitas pessoas não gostem do sabor, esses vegetais contêm uma molécula pequena, mas poderosa, que desativa o gene responsável pelo crescimento de tumores cancerígenos, conhecido como WWP1.

8 – Cegos têm a visão restaurada graças a células-tronco de doadores de órgãos falecidos

Milhões de pessoas cegas poderiam ter sua visão restaurada usando células-tronco retiradas dos olhos de doadores não-vivos, de acordo com uma pesquisa escocesa publicada em março.

Graças ao transplante de tecido pioneiro, oito pacientes com uma condição comum que destrói a visão tiveram a área afetada reparada – e dois pacientes foram capazes de ler novamente depois de uma degeneração macular grave.

7 – Sucesso do tratamento de Parkinson: implante espinhal

Em abril, pesquisadores canadenses desenvolveram um novo tratamento para pacientes com doença de Parkinson com mobilidade reduzida.

Cientistas da Western University, em Ontário, publicaram os resultados de um estudo piloto no qual usaram implantes espinhais para melhorar a função motora em vários pacientes com Parkinson avançado.

Antes do estudo, os pacientes mal conseguiam ficar sozinhos em pé sem cair, ou dependiam inteiramente das cadeiras de rodas para mobilidade. Depois de obter o implante espinhal, no entanto, os pacientes agora são capazes de caminhar sem assistência pela primeira vez em anos.

6 – Bactérias intestinais podem aliviar a ansiedade, afirma nova pesquisa

De acordo com um relatório de maio, as pessoas que apresentam sintomas de ansiedade podem melhorar regulando os microrganismos no intestino com alimentos e suplementos probióticos e não probióticos.

Os sintomas de ansiedade são comuns em pessoas com doenças mentais e uma variedade de distúrbios físicos, especialmente em distúrbios relacionados ao estresse.

As pesquisas indicam que a microbiota intestinal – os trilhões de microrganismos no intestino que desempenham funções importantes no sistema imunológico e no metabolismo, com mediadores inflamatórios, nutrientes e vitaminas essenciais – pode ajudar a regular a função cerebral através de algo chamado “eixo intestinal-cérebro”.

5 – Proteínas podem restaurar a audição danificada e a surdez irreversível

Em agosto, pesquisadores da Johns Hopkins Medicine anunciaram que podem ter encontrado a chave para restaurar a audição em pessoas com surdez irreversível.

Usando ferramentas genéticas em camundongos, pesquisadores da Johns Hopkins Medicine dizem que identificaram um par de proteínas que controlam com precisão quando as células de detecção de som, conhecidas como células ciliadas, nascem no ouvido interno dos mamíferos.

“Os cientistas há muito tempo procuram os sinais moleculares que desencadeiam a formação das células ciliadas que detectam e transmitem som”, diz Angelika Doetzlhofer, professora associada de neurociência da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins. “Essas células ciliadas são um importante participante da perda auditiva, e saber mais sobre como elas se desenvolvem nos ajudará a descobrir maneiras de substituir as células ciliadas danificadas”.

4 – MDMA cura 68% dos pacientes com traumas emocionais. Ensaios entram na fase 2

O MDMA agora está sendo reconhecido como uma cura inovadora para trauma emocional. Uma nova clínica na Pensilvânia pode se tornar uma das primeiras instalações legalmente liberadas nos EUA para uso da droga psicoativa no tratamento de traumas emocionais resistentes.

Agora que supostamente abriu suas portas em Wyndmoore, o centro médico de Landing se especializará no uso de vários medicamentos psicoativos para tratar uma variedade de distúrbios de saúde mental.

A clínica tem pressionado para receber a aprovação do FDA para uso de psicoterapia assistida por MDMA em pacientes cujo Transtorno de Estresse Pós-Traumático não pode ser tratado.

3 – Cientistas usaram com sucesso gel para regenerar o esmalte dos dentes

A restauração dos dentes pode em breve ser uma coisa do passado, graças a essa inovação de cientistas chineses.

Em setembro, uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejiang desenvolveu um gel que faz o reparo do esmalte.

O esmalte é a substância mineralizada que protege a superfície dos dentes. Embora seja um dos tecidos mais difíceis do corpo, é propenso à degradação ao longo do tempo, principalmente como resultado da exposição consistente a certos ácidos encontrados em alimentos e bebidas. E também sofre com a cárie dentária, uma das doenças crônicas mais prevalentes entre os seres humanos.

2 – Descoberta molécula que provoca autodestruição de células de câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas é classificado como uma das formas mais mortais de câncer, com uma taxa de mortalidade de 95% e é resistente a todos os tratamentos atuais.

No entanto, este estudo da Universidade de Tel Aviv, publicado no início deste mês, descobriu que uma molécula pequena tem a capacidade de induzir a autodestruição de células cancerígenas do pâncreas. A pesquisa foi realizada com xenoenxertos – transplantes de câncer de pâncreas humano em camundongos imunocomprometidos.

O tratamento reduziu o número de células cancerígenas em 90% nos tumores desenvolvidos um mês após a administração.

1 – Luz azul reduz a pressão arterial: tão eficaz quanto a medicação 

Um estudo publicado em janeiro descobriu que a exposição à luz azul é um tratamento não farmacêutico eficaz para pressão alta, o que reduz simultaneamente o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Os pesquisadores que fizeram o estudo na Universidade de Surrey e da Heinrich Heine University Duesseldorf descobriram que a exposição à luz azul do corpo inteiro reduziu significativamente a pressão arterial sistólica dos participantes em quase 8 mmHg, em comparação com a luz de controle que não teve impacto.

O mais notável é que a redução da pressão arterial a partir da luz azul é semelhante à observada em ensaios clínicos com medicamentos para baixar a pressão arterial.

Com informações do GNN e SNB

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: NOVA TÉCNICA PARA RETIRADA DE TUMOR CANCERÍGENO DE PULMÃO

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira apresentamos uma reportagem sobre uma nova técnica de vídeocirurgia  para retirada de tumor cancerígeno de pulmão. Uma intervenção menos invasiva, indicada no tratamento definitivo quando em estágio inicial. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

Médicos brasileiros fazem videocirurgia inédita e retiram câncer de pulmão Câncer de pulmão, 

César Penaloza, Fernando Zylberstejn, André Amate, Tales de Nadai, Karla Aguado e Daniele Lourenço Foto: ACI-Famesp/Divulgação

César Penaloza, Fernando Zylberstejn, André Amate, Tales de Nadai, Karla Aguado e Daniele Lourenço Foto: ACI-Famesp/Divulgação

Graças a uma técnica inédita, uma paciente com câncer de pulmão não precisou sequer fazer quimioterapia. Uma equipe do Hospital Estadual – HE – de Bauru realizou a cirurgia para retirada do tumor pela chamada lobectomia pulmonar, por videocirurgia.

O procedimento, menos invasivo, é indicado para tratamento definitivo da doença, quando em estágio inicial.

A paciente, uma moradora de Bauru de 65 anos, foi operada em 7 de novembro, já recebeu alta, mas o caso só foi divulgado na última quinta, 12 de dezembro.

Segundo o professor doutor Tales Rubens de Nadai, um dos médicos cirurgiões do HE responsáveis pela cirurgia, a paciente não precisou da quimio ou da radioterapia. Ela apresenta evolução satisfatória e segue em atendimento ambulatorial oncológico.

O procedimento durou cerca de duas horas e foi no centro-cirúrgico do HE, unidade de saúde sob gestão da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar – a FAMESP.

Além de Nadai, participaram do procedimento o médico cirurgião André Amate Neto, a instrumentadora Karla Danieli Genaro Aguado, o anestesista Fernando H. M. de Carvalho Zylberstejn e o residente de cirurgia César Saul Quevedo Penaloza.

Menos invasiva

Na técnica de videocirurgia ou videotoracoscopia, o cirurgião faz uso de microcâmeras para visualização do órgão que vai receber o procedimento.

Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, que traz vantagens para o paciente como recuperação mais rápida e menos dolorosa, além de menor tempo de internação para cuidados pós-operatórios.

A cicatriz também é menor se comparada ao procedimento tradicional, que requer uma abertura maior da cavidade torácica.

“A indicação deste procedimento é para câncer de pulmão em estágios iniciais: 1 e 2. O padrão ouro do tratamento estabelece que, se for do lado direito, é retirado um terço do órgão e, se for do lado esquerdo, metade do órgão”, detalha Nadai.

A equipe treinada para fazer este tipo de procedimento começou a atuar no HE no mês passado e a expectativa é de que outras cirurgias iguais a esta sejam realizadas dentro hospital.

Com informações do JCNet

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS CONSEGUEM REVERTER ALZHEIMER COM REDUÇÃO DE INFLAMAÇÃO NO CÉREBRO

O nosso destaque desta quarta-feira na coluna BOAS NOTÍCIAS é mais uma descoberta na luta contra o Alzeheimer. Cientistas da Universidade da Califórnia  em Berkeley conseguiram  reverter a demência em ratos reduzindo a inflamação no cérebro. Um notícia para se comemorar muito. Leia a reportagem completa a seguir e saiba todos os detalhes.

Alzheimer: cientistas diminuem inflamação no cérebro e revertem demência

Cientista Daniela Kaufer - Foto: Divulgação: Berkeley University

Cientista Daniela Kaufer – Foto: Divulgação: Berkeley University

Cientistas dizem que, pela primeira vez, conseguiram reverter a demência em ratos reduzindo a inflamação no cérebro, em vez de atacar as proteínas invasoras típicas que provocam o problema, as chamadas as placas amilóides encontradas em pessoas com doença de Alzheimer.

O último estudo publicado na Science Translational Medicine sugere que o direcionamento da inflamação no cérebro pode deter a demência.

O cientista Barry Hart sintetizou uma molécula, chamada IPW, que bloqueia os receptores que dão início à inflamação. Além de aliviar os sintomas, a droga consegue reparar a barreira danificada.

“Quando eliminamos esse ‘nevoeiro’ da inflamação, em questão de dias o cérebro senil rejuvenesceu. É um achado que nos deixa muito otimistas porque mostra a plasticidade do cérebro e sua capacidade de recuperação”, disse a doutora Daniela Kaufer, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

O IPW, bloqueia um gene conhecido como TGF-β que alimenta a inflamação, desencadeando a albumina das proteínas no sangue.

“Agora temos dois biomarcadores que informam exatamente onde a barreira hematoencefálica está vazando, para que você possa selecionar pacientes para tratamento e tomar decisões sobre quanto tempo administrará a droga”, afirmou Daniela Kaufer.

“Você pode segui-los e, quando a barreira hematoencefálica estiver curada, você não precisará mais da droga.”

A reação

“Quando você remove esse nevoeiro inflamatório, em poucos dias, o cérebro envelhecido age como um cérebro jovem. É uma descoberta muito, muito otimista, em termos da capacidade de plasticidade que existe no cérebro. Nós podemos reverter o envelhecimento cerebral”, afirmou.

Exames chamados EEGs (eletroencefalogramas) revelaram perturbações semelhantes das ondas cerebrais em humanos com Alzheimer, comprometimento cognitivo leve (MCI) e epilepsia.

Isso significa que barreiras com vazamentos e ritmos cerebrais anormais detectáveis por ressonância magnética e EEG, respectivamente, podem ser usados para sinalizar pessoas com demência – além de sinalizar uma oportunidade de intervenção usando uma droga para retardar ou reverter a doença.

Os testes

Quando eles deram o medicamento a ratos, em doses que diminuíram a atividade do gene, seus cérebros pareciam mais jovens. Houve menos inflamação e ondas cerebrais melhoraram, bem como redução da suscetibilidade convulsiva.

Os ratos também navegaram em um labirinto e aprenderam tarefas espaciais da mesma forma que um rato jovem.

Em uma análise do tecido cerebral de humanos, o professor Kaufer encontrou evidências de albumina em cérebros envelhecidos e aumentou a neuroinflamação e a produção de TGF-β.

O remédio

O professor Friedman, da Universidade Ben-Gurion do Negev, em Israel, desenvolveu uma técnica de varredura chamada DCE (Dynamic Contraste Enhanced) – um tipo especial de ressonância magnética. Isso detectou mais vazamentos na barreira hematoencefálica de pessoas com maior declínio cognitivo.

No total, as evidências apontam para uma disfunção no sistema de filtragem de sangue do cérebro como um dos primeiros fatores desencadeantes do envelhecimento neurológico, disse Kaufer.

Sua equipe agora abriu uma empresa para desenvolver um medicamento para curar a barreira hematoencefálica para tratamento clínico – e pode eventualmente ajudar os idosos com demência ou doença de Alzheimer que demonstraram vazamento da barreira hematoencefálica.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: PÍLULA ANTICONCEPCIONAL MENSA É LANÇADA

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira temos mais um avanço da ciência. A novidade fica por conta da pílula anticoncepcional mensal criada por pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology – MIT, nos Estados Unidos. Leia a reportagem completa a seguir e entenda como funciona!  

Pesquisadores do MIT criam pílula anticoncepcional mensal

Protótipo da pílula mensal Foto: Reprodução MIT/Tiffany Hua

Protótipo da pílula mensal Foto: Reprodução MIT/Tiffany Hua

Em vez de tomar a pílula todo dia, que tal uma vez por mês? Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveram uma pílula anticoncepcional mensal.

O contraceptivo foi desenvolvido para permanecer três semanas no estômago da mulher, liberando o medicamento gradualmente.

A cápsula gelatinosa que reveste o medicamento e se dissolve aos poucos, liberando todos os dias na corrente sanguínea a mesma concentração do medicamento, como faz a pílula convencional.

Para testar a novidade, os especialistas medicaram porcos e então mediram a concentração da droga no organismo dos animais durante o mês.

Em humanos

Para ser utilizado em humanos, o produto deverá ser aperfeiçoado, para que a cápsula possa resistir aos ácidos do trato digestivo, garantindo sua eficácia.

Os pesquisadores do MIT esperam que o medicamento ajude mulheres do mundo inteiro, facilitando suas vidas e aprimorando a forma como utilizam pílulas anticoncepcionais.

“Apresentar uma versão mensal de um medicamento contraceptivo pode ter um tremendo impacto na saúde global”, afirmou Ameya Kirtane, uma das cientistas.

“O impacto que os contraceptivos orais podem ter na saúde humana e na igualdade de gênero não pode ser ignorado”, disse.

Esquecimento

Segundo os pesquisadores, é comum que as mulheres esqueçam de tomar a pílula todos os dias, o que afeta a eficácia do contraceptivo — estima-se que cerca de 9% das mulheres que tomam esses remédios engravidem a cada ano.

“Esperamos que este trabalho, o primeiro exemplo de uma pílula ou cápsula de dose mensal que temos conhecimento, algum dia leve a novas modalidades e opções novas para a saúde da mulher”, disse Robert Langer, membro da pesquisa, em declaração à imprensa.

Para Kimberly Scarsi, professora da Universidade de Nebraska, que não participou da pesquisa, a falta de acesso a contraceptivos contribui para a morte de mulheres e de recém-nascidos todos os anos.

“Um contraceptivo oral de dose mensal forneceria uma opção discreta e não invasiva de controle de natalidade que poderia melhorar significativamente a adesão aos medicamentos para dar às mulheres mais controle sobre suas decisões de saúde e planejamento familiar”, concluiu.

Liberação do medicamento no organismo Foto: Reprodução MIT/Lyndra Therapeutics
Liberação do medicamento no organismo Foto: Reprodução MIT/Lyndra Therapeutics

Com informações da Galileu

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: REMÉDIOS À BASE DE CANNABIS FINALMENTE SÃO LIBERADOS NO BRASIL

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta quarta-feira temos uma excelente notícia para quem precisa de remédios feitos à base de cannabis. A Anvisa acaba de aprovar o registro e produção de remédios à base de maconha no Brasil. Agora muita gente que estava esperando uma luz no fim do túnel pode comemorar. Leia a reportagem completa a seguir e saiba como ficou regulamentado e a partir de quando começa a comercialização em farmácias!

Anvisa aprova registro e produção de remédios à base de cannabis

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Notícia boa para familiares e pacientes que precisam de remédios feitos à base cannabis e estavam há tempo esperando por uma luz no fim do túnel.

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou nesta terça-feira, 26, o registro e a produção de remédios à base de maconha no Brasil.

Com isso, a medicação poderá ser comprada em farmácias, mediante apresentação de receita médica. A regulamentação entra em vigor 90 dias após sua publicação no Diário Oficial da União, ou seja no início de 2020.

Temporária

Apesar de aprovada por unanimidade, a decisão é temporária. Tem validade de três anos.

A resolução cria uma nova classe de produto sujeito à vigilância sanitária: o “produto à base de cannabis”. Ou seja, durante o período, os produtos ainda não serão classificados como medicamentos.

A delimitação de três anos foi sugerida pelo diretor Fernando Torres, sob a justificativa de que ainda não há comprovação da eficácia dos tratamentos a base dos produtos.

Nos três anos, a eficácia e a segurança dos produtos será testada e uma nova resolução deverá ser editada após o período.

Manipulação

A regulamentação impede que a cannabis seja manipulada em farmácias de manipulação.

A comercialização ocorrerá apenas em farmácias e drogarias sem manipulação e mediante prescrição médica.

O regulamento exige que as empresas fabricantes tenham certificado de boas práticas de fabricação, emitido pela Anvisa, autorização especial para o seu funcionamento, conhecimentos da concentração dos principais canbinoides presentes na fórmula do produto; documentação técnica da qualidade dos produtos.

Também é exigido que as empresas tenham condições operacionais para realizar análise de controle de qualidade dos produtos em território brasileiro.

Falta agora o colegiado da Anvisa analisar uma segunda resolução, que trata dos requisitos para a liberar o cultivo da cannabis no Brasil exclusivamente para fins medicinais.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: RADIOEMBOLIZAÇÃO É A TÉCNICA QUE REDUZ EM 80% TUMORES DE CÂNCER DE FÍGADO

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira o destaque é a nova técnica desenvolvida por médicos do Hospital das Clínicas de Botucatu, interior de São Paulo, capaz de reduzir em até 80 % tumores de câncer de fígado, através de um tratamento conhecido por radioembolização. Este tratamento normalmente é caro, mas os médicos desta equipe estão trabalhando para oferecer o tratamento totalmente gratuito. Veja a reportagem completa a seguir e conheça todos os detalhes!

Brasileiro adapta técnica gratuita que reduz câncer de fígado em 80%

Foto: HCFMB/Divulgação

Foto: HCFMB/Divulgação

Médicos do Hospital da Clínicas de Botucatu, no interior de São Paulo, conseguiram desenvolver uma técnica capaz de reduzir tumores do câncer de fígado em 80%. Eles adaptaram um tratamento inovador chamado radioembolização – que custa em torno de R$ 40 mil em hospital particular – e fizeram a versão brasileira.

O projeto de pesquisa – financiada pela Fapesp e CNPq – é do médico Fernando Gomes Romeiro. Ele disse que radioembolização já é feita em outros hospitais, mas foi a primeira vez que um hospital público realizou o procedimento de forma totalmente gratuita, com bons resultados.

O HC de Botucatu decidiu utilizar o iodo no lugar do radiofármaco importado. Incorporado às moléculas de um óleo de papoula, que fica grudado no tumor, ele faz com que o componente radioativo fique somente no nódulo maligno. Assim, o tratamento pôde ser feito de forma mais barata.

O paciente

Luiz Carlos Melchior, 75 anos, morador de Ourinhos, no interior de São Paulo, foi o primeiro a passar pelo tratamento no HC.

“Câncer no fígado é grave. Até hoje eu não vi uma pessoa que continuasse vivendo com isso, mas o tratamento de radio foi extraordinário. A equipe médica cuidou de mim como se estivesse cuidando de uma criança”, disse seu Luiz ao G1.

O médico contou que o idoso teve 80% do tumor reduzido após o procedimento feito pela primeira vez de forma gratuita no Brasil.

O paciente tinha dois tumores no fígado. Como a quimioembolização não resolveu, Luiz foi submetido a radioembolização no dia 19 de setembro.

“A gente fez uma tomografia antes e depois, e vimos uma destruição enorme do tumor. Todo mundo ficou bem animado”, disse o médico Fernando Gomes Romeiro.

Outras pessoas

Segundo o hospital, a radioembolização não cura o câncer, mas reduz consideravelmente o tamanho do tumor e evita que ele cause mais danos ao paciente.

Depois do resultado positivo no primeiro paciente, o médico Fernando Gomes Romeiro pretende continuar a realizar o tratamento em outras pessoas, através da pesquisa que começou em setembro do ano passado.

Quando o projeto acabar e a Fapesp parar de financiar os procedimentos, o médico disse que vai tentar outras maneiras para que a radioembolização possa ser oferecida aos pacientes de forma gratuita pelo Hospital das Clínicas.

“A minha intenção é conversar com o superintendente do hospital para ver se a gente consegue manter isso pelo SUS, porque o custo não ficou muito maior do que a quimioembolização, que a gente já faz no hospital”, concluiu o médico.

médico Fernando Gomes Romeiro — Foto: HCFMB/Divulgação

médico Fernando Gomes Romeiro — Foto: HCFMB/Divulgação
Seu Luiz, o 1º paciente - Foto: arquivo pessoalSeu Luiz, o 1º paciente – Foto: arquivo pessoal

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: NUTRIGENÔMICA – APRENDA A ESCOLHER SEU NUTRICIONISTA SE VOCÊ QUER SAÚDE

Na coluna SAÚDE desta segunda-feira o Dr. Samuel Dalle Laste nos ensina como escolher com eficácia o seu nutricionista que pode lhe dizer qual o impacto do nutriente no seu genôma. Assista ao vídeo a seguir e saiba como fazer! 

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: LÁBIOS LEPORINOS SÃO CORRIGIDOS A PARTIR DE CÉLULAS-TRONCO DE CORDÃO UMBILICAL

Na coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos mais uma descoberta maravilhosa da ciência onde um novo tratamento para correção de lábio leporino, utilizando o sangue de cordão umbilical, está sendo testado com sucesso na Colômbia e pode substituir a necessidade de enxertos ósseos. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes.

Células-tronco de cordão umbilical ajudam a corrigir lábio leporino

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Um novo tratamento para correção de lábio leporino está sendo testado com sucesso na Colômbia e pode substituir a necessidade de enxertos ósseos.

Médicos e pesquisadores estão usando células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical para criar um tratamento que pode reduzir a quantidade de operações nos bebês que nascem com essa condição.

Pesquisadores do Hospital De San José, Bogotá, na Colômbia, testaram a nova cirurgia em nove crianças nos últimos dez anos, com bons resultados para que o osso crescesse novamente do zero e, assim, reparasse as fendas.

O que é

A fissura labial e a fenda palatina – conhecidas popularmente como lábio leporino ou goela de lobo – são malformações congênitas, que ocorrem durante o desenvolvimento do embrião.

O tratamento de lábio leporino e fenda de palatina convencional é o longo e só termina com a consolidação total dos ossos da face, aos dezessete, dezoito anos.

Caso de sucesso

Em um estudo, especialistas disseram que, aos cinco anos de idade e depois de ter sido operada quando bebê, uma menina com fissura no palato regenerou osso e apresentava boa espessura na mandíbula.

A menina cuja identidade é mantida no anonimato, foi diagnosticada com a parte do osso que faltava em um ultrassom enquanto ela estava no ventre de sua mãe.

Após o nascimento e quase imediatamente, os médicos remodelaram os tecidos moles da mandíbula da menina, usando um dispositivo semelhante ao retentor recomendado pelos dentistas.

Quando ela tinha cinco meses, a menina passou por uma cirurgia de rotina para corrigir o lábio leporino, especificamente para corrigir o formato da pele e da carne do lábio superior.

Ao mesmo tempo, células-tronco extraídas do sangue do cordão umbilical foram injetadas na área onde faltava osso.

Isso criou um tipo de absorvente na área que faltava e foi deixado para permitir o crescimento de células-tronco.

A operação foi um sucesso retumbante e a menina desenvolveu dentes normais e novo osso na mandíbula.

Graças a essa pesquisa, a menina não precisará mais de cirurgias no futuro. Isso também evitou extrair ossos de outras partes do corpo para enxertá-los na boca.

Devido aos bons resultados e ao interesse que essa descoberta implica no tratamento da fenda palatina e outras doenças ou defeitos congênitos, as pesquisas para tratamento com células-tronco vão continuar.

Com informações do TheJournalOfCraniofacialSurgery Nation

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS BRASILEIROS DESCOBREM QUE PLANTA AMAZÔNICA PODE COMBATER TUMORES

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quarta-feira o destaque é saúde novamente. Cientistas brasileiros descobrem que a planta amazônica conhecida como unha-de-gato, muito usada como trepadeira para cobrir muros, pode combater tumores de forma eficaz. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

Planta unha-de-gato pode combater tumores, descobrem cientistas brasileiros

Unha-de-gato - Uncaria guianensis Foto: reprodução

Unha-de-gato – Uncaria guianensis Foto: reprodução

Foi o que descobriram cientistas da Universidade de Ribeirão Preto, Unaerp, e São Carlos.

Eles conseguiram sintetizar em laboratório substâncias alcaloides produzidas pela planta e potencializar o efeito para fins terapêuticos.

A Uncaria guianensis, a unha-de-gato, em versão natural, tem compostos conhecidos pela capacidade de combater tumores e inflamações – incluindo a dengue – além de agir no sistema imunológico.

A planta está na lista medicinal do SUS há mais de 10 anos.

Efeitos rápidos

Os cientistas querem obter uma estrutura química para que a ação terapêutica do composto natural seja potencializada para reforçar os efeitos e fazer com que a terapia alcance os objetivos em um prazo mais curto.

A potencialização de outros alcaloides antitumorais derivados de plantas apresentou uma ação terapêutica até 30 vezes maior, como no caso da fluorvimblastina, resultado da adição de flúor à estrutura química da vimblastina, um alcaloide natural produzido pela vinca (Catharanthus roseus).

Como

As modificações nos alcaloides foram feitas usando o próprio metabolismo da unha-de-gato.

Plantas jovens (plântulas), de até 15 centímetros de altura, foram cultivadas no laboratório, em recipientes com água e nutrientes.

Nesse meio líquido, foram adicionados os chamados precursores, que são intermediários-chave para a síntese de alcaloides naturais com pequenas modificações na sua estrutura.

“Esse protocolo se chama biossíntese dirigida pelo precursor. Quem está fazendo a síntese é a própria planta. Eu dou um intermediário-chave análogo [precursor] para ela, que é captado e inserido em sua rota metabólica, formando um novo alcaloide. É uma abordagem de ‘química verde’, totalmente livre de solventes, reagentes e que faz uso de um sistema in vitro de plântulas”, explicou Adriana Aparecida Lopes, professora da Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto).

Depois de passar por processos químicos para isolar os compostos análogos presentes no extrato das plantas, os dois novos alcaloides produzidos, modificados com flúor e metila, foram submetidos ainda a ressonância magnética nuclear, para confirmação de suas estruturas químicas.

Aumento da produção

Agora, os pesquisadores querem aumentar a produção dos compostos.

Para isso, será preciso silenciar na planta a produção dos alcaloides naturais.

A ideia é que a unha-de-gato produza, no laboratório, apenas a versão fluorada.

“Para isso, uma enzima presente no metabolismo da unha-de-gato chamada TDC, que transforma o aminoácido triptofano em triptamina, deve ser silenciada. Dessa forma, a planta vai deixar de ter triptamina natural e produzirá apenas a versão modificada,” explicou Adriana.

Com informações do Diário da Saúde

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: DIETA CETOGÊNICA IMPEDE CRESCIMENTO DE CÂNCER

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira temos mais uma descoberta da ciência na luta contra o câncer que vai ajudar muita gente na prevenção da doença. É uma simples dieta chamada “dieta cetogênica”, que já foi testada em camondongos com sucesso. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes.

Dieta de baixo açúcar e carboidratos impede crescimento de câncer

Dr. Kim da Universidade do Texas, EUA, e a dieta keto, cetogênica Foto: Texas University

Dr. Kim da Universidade do Texas, EUA, e a dieta keto, cetogênica Foto: Texas University

Restringir os níveis de açúcar no sangue pode oferecer proteção contra alguns tipos de câncer. Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade do Texas, EUA, após testes em camundongos com câncer de pulmão.

Eles alimentaram as cobaias com uma dieta cetogênica – a Dieta keto que é muito baixa em açúcar – e deram um medicamento comumente usado para tratar o diabetes, que impede que a glicose no sangue seja reabsorvida pelos rins.

“Tanto a dieta cetogênica quanto a restrição farmacológica da glicose no sangue por si só inibiram o crescimento de tumores de carcinoma de células escamosas em camundongos com câncer de pulmão,” conta o Dr. Jung-Whan Kim, da Universidade do Texas em Dallas (EUA).

Dieta Cetogênica

A dieta cetogênica, também conhecida como “dieta Keto”, foi desenvolvida para pessoas com diabetes, mas hoje é largamente adotada por pessoas que não apresentam a condição, mas que querem evitar o acúmulo de gordura.

O nome deriva de cetose, que é um estado metabólico no qual a gordura deixa de ser armazenadora de energia, passando a ser fornecedora de energia para o corpo.

A principal característica da dieta cetogênica é a elevada restrição ao consumo de carboidratos, cerca de 5% – o que é ainda mais restritivo do que as dietas conhecidas como “baixo carboidrato” -, e elevado consumo de “gorduras boas”, incluindo carnes e peixes, ovos e azeite. Quanto aos doces, claro, é melhor não pensar neles.

Tumores pararam de crescer

“Embora essas intervenções não reduzissem os tumores, elas impediram que progredissem, o que sugere que esse tipo de câncer pode estar vulnerável à restrição de glicose”.

Embora se suspeite há muito tempo que vários tipos de células cancerosas sejam fortemente dependentes da glicose – ou açúcar – como fonte de energia, Kim e seus colegas demonstraram que um tipo específico de câncer – o carcinoma de células escamosas – é notavelmente mais dependente da glicose do que outros tipos de câncer, como o adenocarcinoma.

“A descoberta chave do nosso novo estudo em camundongos é que uma dieta cetogênica sozinha tem algum efeito inibidor do crescimento do tumor no câncer de células escamosas,” disse Kim.

“Quando combinamos isso com o medicamento para diabetes e a quimioterapia, foi ainda mais eficaz. Nossos resultados sugerem que essa abordagem é específica do tipo de célula cancerosa. Não podemos generalizar para todos os tipos de câncer”.

O pesquisador enfatiza que, para uma futura aplicação terapêutica dessa técnica, será necessário realizar antes estudos clínicos mais abrangentes e mais detalhados, mas que os resultados indicam uma abordagem potencialmente nova para melhorar o tratamento do câncer.

“Manipular os níveis de glicose no paciente seria uma nova estratégia que é diferente de tentar matar diretamente as células cancerosas,” disse ele.

“Acredito que isso faz parte de uma mudança de paradigma em relação a alvejar as próprias células do câncer.”

Com informações do Diário da Saúde

Fonte: Só Notícia Boa

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