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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO ESPIRITUAL NA VISÃO KARDECISTA

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL, é sobre a Evolução Espiritual na visão do espiritismo Kardecista sob a máxima já consagra­da do princípio filosófico inscrito no umbral do Templo de Delphos, a saber, o gnouthi seauton: Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo. Máxima essa endossada por um dos mais refinados e importantes filósofos de toda a história, Santo Agostinho. Então o texto a seguir baseia-se nesses princípios e na sabedoria dos ensinos trazidos por Allan Kardec, na meditação já praticada pelos filósofos indianos no yoga e na contemplação da natureza pelos filósofos gregos. Leia, reflita e forme o seu juízo de valor!

Publicado em 22 de novembro, 2017 | por Centro Paz e Amor

Autoconhecimento e Evolução Espiritual

Paulo César Fernandes

Analisando a pergunta 919 de O Livro dos Es­píritos, na qual Santo Agos­tinho nos ensina a forma mais eficaz para alcançar­mos um estado espiritual mais harmonizado mediante a reforma dos sentimentos, constatamos que este sábio Espírito, o qual é um dos mais refinados e importantes filósofos de toda a história, remete-nos ao já consagra­do princípio filosófico inscri­to no umbral do Templo de Delphos, a saber, o gnouthi seauton: Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo.

Allan Kardec reconhe­ceu de imediato a eficiência desta máxima da filosofia antiga para a elevação do Ser e a consequente felici­dade que ela proporciona ao Homem no mundo, a qual fora apresentada originariamente nos Vedantas, livros sagrados do Hinduísmo, adotada por Pitágoras e popularizada por Sócrates. No entanto, como homem da práxis e, portanto, que visa­va obter orientações eficientes para a transformação dos hábitos cotidianos e a evolução moral nas relações humanas, Kardec demanda do nobre filósofo uma re­ceita pragmática, simples, e a mais eficiente para que o Espírito reencarnado no mundo evolua e resista à in­fluência do mal.

A pergunta de Allan Kardec já patenteia que a igno­rância da maioria dos Homens em relação à sua origem e destinação divinas é a principal causa do mal que ainda provoca tanto sofrimento humano. Portanto, atendendo à solicitação do organizador dos trabalhos dos Espíritos, San­to Agostinho apresenta a fórmula prática para o autoconhe­cimento, num formato simples e, no entanto, da mais eleva­da Ética, possível de desenvolvimento por qualquer pessoa já imbuída de boa vontade.

Neste sentido, ele recomenda aquela que era a sua prática diária para o autoconhecimento e a consequente evolução espiritual, a qual foi exposta de modo magistral na resposta à pergunta 919 de O Livro dos Espíritos: “Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, inter­rogava minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma. Aquele que, todas as noites, evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvera feito, rogando a Deus e ao seu anjo da guarda que o esclarecessem, grande força adquiriria para se aperfeiçoar, porque, crede-me, Deus o assistiria.”

Esta é, sem dúvidas, a resposta mais conhecida de toda a obra de Kardec, a mais frequente e prontamente repetida nas atividades de estudos e exposições doutrinárias Espíritas, e, não obstante, é, igualmente, a mais incompreendida em toda a sua elevação e significado. O autoconhecimento é, indubitavelmente, a chave para o progresso do Ser, do Espírito criado por Deus e dotado de uma força denominada Vontade, a qual o impulsiona desde os primeiros estágios evolutivos até à plena realização da liberdade, por via da reencarnação. Entretanto, muito nos enganamos se pensamos ser de fácil realização este nobre Dever de cada um e de todo Espírito.

A importância daquela máxima de Delphos é tal, que Immanuel Kant, em suas obras de filosofia moral, conclui ser oconhecimento de si o primeiro dever de todo ente ra­cional, pois é o único caminho para que o Ser alcance auto­nomia plena da vontade, ou seja, a realização da liberdade, mesmo se encontrando ainda no mundo. Segundo Kant, o gnouthi seauton nos conduz a um despertar da consciên­cia, que realizará em nós o sublime conhecimento da nossa condição como Seres noumenon, ou seja, Espíritos. Entretanto, segundo o filósofo, neste percurso, passaremos, antes, pelo inferno interior.

Quando o Espírito Santo Agostinho recomenda interrogarmos a consciência no cotidiano existencial, esta não é uma tarefa de fácil realização, pois, como Espíritos encarnados, como Jesus já denunciava, estamos submetidos à carne, que é fraca, ou seja, cujos sentidos físicos nos impõem necessidades que, se não controladas, determinarão nossas relações familiares e sociais e, sobretudo, nossas relações conosco mesmos, ou, como diria Kant, nosso inferno ou céu íntimo.

Outrossim, porque essa tarefa de autoinvestigação exige o domínio de leis e conceitos relativos à vida do Espírito, assim como e, principalmente, um conhecimento prévio de que, se é um Espírito reencarnado, ela já denota sua dificuldade. A enorme maioria das pessoas no mundo, inclusive os que já estudam Kardec, não têm essa certeza. Mesmo o filósofo de Tarso, lamentava não viver nem andar como Espírito, embora soubesse ser um Espírito! Esta inquietação do apóstolo Paulo deveria também nos atingir como estudantes do Espiritismo, e nos levar diariamente à pergunta: Se, sei que sou um Espírito reencarnado, por que não vivo, por que não ando como um Espírito reencarnado?

É para nos conduzir a uma tal postura existencial que Kardec elaborou a pergunta 919, ou seja, para que, imbuí­dos do mais absoluto conhecimento espiritual já trazido à Terra, conseguíssemos realizar o nobre dever do autoconhe­cimento, com as suas mais profícuas consequências para a elevação do Ser. A nossa dificuldade, entretanto, é exata­mente essa, qual seja, não temos ainda a certeza de sermos Espíritos em processo evolutivo por via da reencarnação, e a forma como encaramos os nossos dramas existenciais denunciam esta nossa carência pelo lastimável estado atual das relações humanas.

Aristóteles, o filósofo grego contemporâneo de Sócra­tes, inaugurando a epistemologia, ou seja, a ciência do co­nhecimento, deduziu que, para que tenhamos o domínio in­tegral sobre um objeto, devemos responder a três perguntas fundamentais sobre ele, quais sejam: se é? o que é? como é? e, finalmente, por que é? A maioria dos espíritas já é capaz de responder às três primeiras perguntas sobre si mesmo, e, portanto: que somos, pois, como deduziu René Descar­tes, pensamos e o pensamento é um atributo essencial do Espírito. O que somos? Espíritos. Como nos tornamos Es­píritos? Evoluímos em processo reencarnatório a partir da Criação da Inteligência por Deus. No entanto, a última, e ainda mais fundamental questão, continua sem resposta para a maioria de nós: Por que somos da forma que somos e não de outra, ou seja, por que temos o caráter que ainda ostentamos?

É exatamente no sentido de respondermos à essa úl­tima pergunta em relação a nós mesmos que Allan Kardec elaborou a pergunta 919 de O Livro dos Espíritos. Sendo o autoconhecimento a chave para o domínio do Ser, portanto, para o conhecimento de si mesmo e do universo, como já anunciavam os textos védicos e a filosofia clássica grega, não é por outro caminho que realizaremos nossa potencialidade de autodivinização. Quando Jesus nos assevera que “Não vem o Reino de Deus com formas exteriores”, não é outro o objetivo do Mestre, senão o de nos remeter para o sagrado local onde poderemos nos encontrar com a divindade: o próprio íntimo de cada Criatura.

Neste sentido, após nos revelar, naquela questão bási­ca sobre o autoconhecimento, no livro primeiro do Espiritis­mo, Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo continua a nos encaminhar para essa realização fundamen­tal de todo o Ser. Assim, ele nos mostra, no Capítulo V desta obra, no item 7, que: “Aquele que se elevar, pelo pensamen­to, de maneira a apreender toda uma série de existências, verá que a cada um é atribuída a parte que lhe compete, sem prejuízo da que lhe tocará no mundo dos Espíritos, e verá que a justiça de Deus nunca se interrompe.”

Esta é ainda a nossa maior dificuldade na busca pelo autoconhecimento, pois não nos é fácil elevarmo-nos pelo pensamento a ponto de alcançarmos uma série de existên­cias passadas, para que possamos responder, finalmente, por que ostentamos nosso caráter atual. Segundo Kant, nosso caráter é constituído por traços indeléveis de perso­nalidade, ou seja, aquelas marcas profundas que não são tão facilmente apagadas do Espírito. Por isso, o autoco­nhecimento é fundamental à nossa realização como Ser no mundo, a qual não prescinde do respeito pela realização do outro, o que é Caridade.

Mas como se alcançar um tal estado de Espírito a ponto de conseguirmos a elevação suficiente para que se­jamos capazes de apreender conhecimentos sobre fatos de nossas existências passadas? Não é por acaso que o mesmo Espírito Santo Agostinho nos dá essa resposta no Capítulo XXVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando no item 23, revela-nos A felicidade que a prece proporciona. Assim, completando a fórmula para o autoconhecimento, nessa dissertação o nobre Espírito nos mostra como pode­mos acessar nossos mais profundos arquivos de memória espiritual: orando!

Vinde, vós que desejais crer. Os Espíritos ce­lestes acorrem a vos anunciar grandes coisas. Deus, meus filhos, abre os seus tesouros, para vos outor­gar todos os benefícios. Homens incrédulos! Se sou­bésseis quão grande bem faz a fé ao coração e como induz a alma ao arrependimento e à prece! A prece! Ah! Como são tocantes as palavras que saem da boca daquele que ora! A prece é o orvalho divino que apla­ca o calor excessivo das paixões. Filha primogênita da fé, ela nos encaminha para a senda que conduz a Deus. Para vós, já não há mistérios; eles se vos des­vendam. Apóstolos do pensamento, é para vós a vida. Vossa alma se desprende da matéria e rola por esses mundos infinitos e etéreos, que os pobres humanos desconhecem.

Sabendo, pelo domínio completo dos ensinos trazidos por Allan Kardec, sermos Espíritos em evolução mediante processo reencarnatório para cumprimento da Lei de Amor, o recolhimento diário sob preces, ou seja, o processo de autoconhecimento, a meditação já praticada pelos filósofos indianos no yoga, e na contemplação da natureza pelos filósofos gregos, nos proporcionará um domínio integral sobre nossos sentimentos, e, consequentemente, de nossos pen­samentos, palavras e ações.

Esta é a mesma prática diária recomendada por San­to Agostinho, que nos permitirá alcançar um estado mais elevado de consciência, um domínio sobre nós suficiente, para que, mesmo nos encontrando ainda no mundo, pos­samos resistir à força do mundo, adquirindo uma fortaleza moral que, finalmente, nos revelará nossa capacidade plena de autodivinização. Este é o conhecimento da Verdade que habita em nós e que nos mostrará nosso elevado valor como Criaturas, o qual nos permitirá realizar a bem-aventurança exaltada pelo Mestre e a justificar o seu testemunho a nos­so respeito: sois deuses e realizareis tudo o que eu fiz!

(Artigo extraído do “Anuário Espírita 2017” – Ide Editora).

Fonte: Centro Paz e Amor

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DICA DE LIVRO: A ARTE DA GUERRA DE SUN TZU

Na sessão DICA DE LIVRO desta quarta-feira estou indicando um livro que todo ser humano deveria ler independente de crença, religião, sexo ou raça. Um verdadeira lição de vida e espiritualidade. Escrito há 500 anos antes de cristo resiste ao tempo e se torna atual até os nossos dias! É show!

SINOPSE:

O que faz de um tratado militar, escrito por volta de 500 a.C., manter-se atual a ponto de ser publicado praticamente no mundo todo até os dias de hoje? Você verá que, em A arte da guerra, as estratégias transmitidas pelo general chinês Sun Tzu carregam um profundo conhecimento da natureza humana. Elas transcendem os limites dos campos de batalha e alcançam o contexto das pequenas ou grandes lutas cotidianas, sejam em ambientes competitivos – como os do mundo corporativo – sejam nos desafios internos, em que temos de encarar nossas próprias dificuldades. Se você não conhece a si mesmo nem o inimigo, sucumbirá a todas as batalhas. Sun Tzu

Fonte: Amazon

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REFEXÃO: COMO SE MEDE O AMOR?

A medida do amor é fundamentalmente uma questão de consciência. Quanto mais consciente você é mais amor tem para dar e para receber. O contrário é diametralmente verdadeiro. Portanto ao expandir a sua consciência você também se agiganta diante dos que lhe observam e isso contagia ajudando a esses observadores também crescerem e se agigantarem no amor. Ame, pratique o amor e transforme esse planeta numa terra de gigantes!

Fita métrica do amor

 em 

 

“Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.” (Martha Medeiros)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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REFLEXÃO: NÃO CONCEDAS FORÇAS AO MAL QUE TE DESEJA FRACO E DOMINADO, NÃO TE ENTREGUES JAMAIS

O texto a seguir, “Não te entregues”, é de uma sabedoria incrível e tenta te mostrar, antes de mais nada, que nunca estás só. Que o seu EU Divino e superior está sempre do teu lado, ou melhor dizendo, no seu interior. Por isso Não te entregues é um alerta para que tu percebas o quão importante, relevante e poderoso és. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir e entender a tua verdadeira missão aqui. 

Eliel P. Silva (@elielpsilva17) / Twitter

Não te entregues

Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Momento Espírita Disponível no livro Momento Espírita,v. 7, ed. Fep

Fonte: Momento de Reflexão

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PONTO DE VISTA: O CONHECIMENTO É O MAIOR ATALHO PARA A VITÓRIA

A arte da guerra, de Sun Tzu pode ter uma lição embutida para o momento atual

Caro(a) leitor(a),

Em tempos de polarização e judicialização da política, uma tendência global, é incrível, mas as pessoas estão cada vez mais cegas. Cada vez mais ignorantes, já que se deixam levar pelo emocional ao invés de usar os neorônios, numa hora tão delicada, para refletir sobre toda essa situação.

Escritos muito antigos como o livro atribuído a Sun Tzu (544-496 a.C.), A Arte da Guerra”, um tratado filosófico-militar no qual reuniu estratégias e táticas militares para vencer o inimigo, ensinava que é preciso conhecer o inimigo a fundo para vencer uma guerra. Ele próprio um general, estrategista de guerra e filósofo chinês. 

Quem interpretou e entendeu a enigmática frase de Jesus Cristo: “conhecereis a verdade e ela vos libertará, sabe que Sun Tsu dizia a mesma coisa com outras palavras, ou seja, ao conhecer o inimigo tomarás “conhecimento” da “verdade” sobre ele e saberás os seus pontos fracos para conseguir a vitória e consequentemente se “libertar” do julgo opressor, se estiver defendendo sua cidadela.

Numa guerra ou num combate, seja ele qual for, os oponentes não podem ser guiados por sentimentos de ódio, rancor ou inveja. Se faz necessário e imperativo ter acima de tudo a razão como guia e só assim tomar decisões assertivas. Por isso o inimigo precisa ser estudado com profundeza. Mas o que ocorre hoje em dia é o contrário. Nenhum dos dois lados quer ler, conhecer e aprender sobre o outro. Dessa forma se torna muito fácil uma terceira via, entrar sorrateiramente no meio desse turbilhão de ódio e rancor e, com sabedoria, tendo estudado os pontos fracos de um do outro e conquistar o espaço que existe e os dois não estão visualizando. E assim essa terceira via pode terminar derrotando os dois que “se achavam”, embriagados pela “soberba”, e poderão terminar no abraço dos afogados e desesperados.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO SIGNIFICA TREVAS, DOR, SOFRIMENTO, SABEDORIA E FINALMENTE LUZ

O curto texto “Evoluindo”, a seguir, retrata tudo que você, eu ou qualquer um de nós já passou, está passando ou vai passar um dia nessa trajetória evolutiva espiritual. É um caminho que começa com trevas, muita dor e sofrimento, mas que, aos poucos, se transforma em serenidade, paz, mansidão, sabedoria e muita, mas muita luz. Então convido você a ler esse belo texto de autor desconhecido e expandir um pouco mais a sua consciência.

Evoluindo

 em 

 

Todos somos luz e estamos em processo evolutivo. Já disseram que crescer dói. Para sair do casulo é preciso quebrar a barreira, e esta é uma tarefa solitária porque somente nós nos conhecemos profundamente. Sempre vai valer à pena!

“Você sentirá dor. Você vai duvidar de si mesmo mil vezes. Eles vão te dizer que você está ficando louco.

Você perderá amigos. Sua família, às vezes, não vai te entender. As pessoas vão te odiar sem motivo. Você desenvolverá hábitos estranhos. Vai lutar com seus monstros : medo, ego e ignorância.

Não vai se importar com o que outros pensam de você. Você vai sentir que não se encaixa neste mundo. Se tornará terrivelmente seletivo, será deixado aos poucos sozinho. Mas vai valer a pena!

Ninguém acende fantasiando figuras de luz, mas se fazendo ciente da escuridão que nos rodeia e que habita em nós. O verdadeiro despertar espiritual não é uma carícia, mas sim um balde de água fria.

De que serviria para você acariciar seu ego, com sussurros, fantasias ou anseios? Quando o que você precisa é de um chacoalhão forte para assimilar realmente o que é a vida.

O verdadeiro despertar espiritual é um processo de destruição. É o desmoronamento de tudo o que você não é!” (autor desconhecido)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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SAÚDE: PERGUNTE AO DR. SAMUEL DALLE LASTE E TENHA MAIS SAÚDE

Toda quarta-feira o Dr. Samuel Dalle Laste faz um vídeo onde ele atende as perguntas dos seus seguidores e é muito, mas muito interessante, didático e de grande aprendizado. Por isso vamos publicar aqui toda quinta-feira esse vídeo que ele produz nas quartas-feiras. Só para que você tenha noção do quão bom é convido você a assistir o vídeo completo a seguir e tirar suas conclusões!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: PARA FAZER ACONTECER VOCÊ PRIMEIRO PRECISA DEIXAR IR

A nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira trás um texto do grande Osho para reflexão sobre o “deixe acontecer” e/ou “deixar ir”, do livro de mesmo nome, do renomado David R. Hawkins. Em ambos os textos seus autores exploram a questão da fixação em algo que é comum as pessoas se deixarem levar. Quando isso acontece, invariavelmente o sonho não se transforma em realidade. A sabedoria de Osho explica o porquê disso acontecer. Leia o texto completo a seguir e entende o porquê.

DEIXE ACONTECER – por Osho

– Por Osho –

O Tantra diz: as coisas acontecem quando você não as espera, as coisas acontecem quando você não as força, as coisas acontecem quando você não está ansiando por elas.

Mas isso é uma conseqüência, não um resultado. E fique claramente consciente da diferença entre “conseqüência” e “resultado”. Um resultado é conscientemente desejado; uma conseqüência é um subproduto. Por exemplo: se eu digo a você que se você brincar, a felicidade será a conseqüência, você vai tentar por um resultado. Você vai e brinca e você fica esperando pelo resultado da felicidade. Mas eu lhe disse que ela será a conseqüência, não o resultado.
A conseqüência significa que se você está realmente na brincadeira, a felicidade acontecerá. Se você constantemente pensa na felicidade, então, ela tem de ser um resultado; ela nunca acontecerá. Um resultado vem de um esforço consciente; uma conseqüência é apenas um subproduto. Se você estiver brincando intensamente, você estará feliz. Mas a própria expectativa, o anseio consciente pela felicidade, não lhe permitirá brincar intensamente. A ânsia pelo resultado se tornará a barreira e você não será feliz.
A felicidade não é um resultado, é uma conseqüência. Se eu lhe digo que se você amar, você será feliz, a felicidade será uma conseqüência, não um resultado. Se você pensa que, porque você quer ser feliz, você deve amar, nada resultará disso. A coisa toda será falsificada, porque a pessoa não pode amar por algum resultado. O amor acontece! Não há motivação por detrás dele.
Se há motivação, não é amor. Pode ser qualquer outra coisa. Se eu estou motivado e penso que, porque desejo a felicidade, vou amá-lo, esse amor será falso. E como ele será falso, a felicidade não resultará dele. Ela não virá; é impossível. Mas se eu o amo sem qualquer motivação, a felicidade segue como uma sombra.
O Tantra diz: aceitação será seguida por transformação, mas não faça da aceitação uma técnica para a transformação. Ela não é. Não anseie por transformação – somente então a transformação acontece. Se você a deseja, seu próprio desejo é o obstáculo.– OSHO, Vigyan Bhairav Tantra, V.1, # 30 –
Fonte: IPPB
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CIÊNCIAS: UMA INCRÍVEL E ESPANTOSA COINCIDÊNCIA DA CIÊNCIA COM O AUTOCONHECIMENTO

A sabedoria e a solidão podem ser moldadas por micróbios intestinais saudáveis, acreditam os pesquisadores

A evolução da ciência da sabedoria repousa na ideia de que os traços definidos da sabedoria correspondem a regiões distintas do cérebro, e que maior sabedoria se traduz em maior felicidade e satisfação com a vida, enquanto ser menos sábio resulta em consequências opostas e negativas.

Cientistas descobriram em vários estudos que pessoas consideradas mais sábias são menos propensas a se sentirem sozinhas, enquanto aquelas que estão mais solitárias também tendem a ser menos sábias.

Em um novo estudo, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego levam a conexão entre sabedoria, solidão e biologia mais adiante, relatando que a sabedoria e a solidão parecem influenciar – e / ou ser influenciadas pela – diversidade microbiana do intestino.

A microbiota intestinal humana é composta por trilhões de micróbios – bactérias, vírus, fungos – que residem no trato digestivo. Os pesquisadores já sabem há algum tempo sobre o “eixo intestino-cérebro”, que é uma rede complexa que liga a função intestinal aos centros emocionais e cognitivos do cérebro.

Esse sistema de comunicação bidirecional é regulado pela atividade neural, hormônios e sistema imunológico; alterações podem resultar em interrupções na resposta ao estresse e nos comportamentos, disseram os autores, desde a excitação emocional até habilidades cognitivas de ordem superior, como a tomada de decisões.

Estudos anteriores associaram a microbiota intestinal a transtornos de saúde mental, incluindo depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia, bem como traços de personalidade e psicológicos considerados componentes essenciais da sabedoria de base biológica.

Uma pesquisa recente conectou o microbioma intestinal ao comportamento social, incluindo descobertas de que pessoas com redes sociais maiores tendem a ter microbiotas intestinais mais diversificadas.

O novo  estudo Frontiers in Psychiatry  envolveu 187 participantes, com idades entre 28 e 97, que completaram medidas validadas de auto-relato de solidão, sabedoria, compaixão, apoio social e engajamento social. A microbiota intestinal foi analisada por meio de amostras fecais.

A diversidade do intestino microbiano foi medida de duas maneiras: diversidade alfa, referindo-se à riqueza ecológica das espécies microbianas dentro de cada indivíduo e diversidade beta, referindo-se às diferenças na composição da comunidade microbiana entre os indivíduos.

“Descobrimos que níveis mais baixos de solidão e níveis mais altos de sabedoria, compaixão, apoio social e envolvimento foram associados a uma maior riqueza filogenética e diversidade do microbioma intestinal”, disse a primeira autora Tanya T. Nguyen, PhD, professora assistente de psiquiatria em Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego.

Os autores disseram que os mecanismos que podem ligar a solidão, a compaixão e a sabedoria com a diversidade microbiana intestinal não são conhecidos, mas observaram que a diversidade microbiana reduzida geralmente representa pior saúde física e mental e está associada a uma variedade de doenças, incluindo obesidade, doenças inflamatórias doença intestinal e transtorno depressivo maior.

Uma microbiota intestinal mais diversa pode ser menos suscetível à invasão por patógenos externos, o que poderia contribuir e ajudar a promover melhor resiliência e estabilidade da comunidade.

“É possível que a solidão resulte em diminuição da estabilidade do microbioma intestinal e, consequentemente, redução da resistência e resiliência às perturbações relacionadas ao estresse, levando a efeitos fisiológicos a jusante, como inflamação sistêmica”, escreveram os autores.

“Comunidades bacterianas com baixa diversidade alfa podem não manifestar doença evidente, mas podem ser menos do que ideais para prevenir doenças. Assim, pessoas solitárias podem ser mais suscetíveis a desenvolver diferentes doenças. ”

A relação entre solidão e diversidade microbiana foi particularmente forte em idosos, sugerindo que os idosos podem ser especialmente vulneráveis ​​às consequências da solidão relacionadas à saúde, o que é consistente com pesquisas anteriores.

Por outro lado, os pesquisadores disseram que o apoio social, a compaixão e a sabedoria podem conferir proteção contra a instabilidade do microbioma intestinal relacionada à solidão. A microflora intestinal saudável e diversa pode atenuar os efeitos negativos do estresse crônico ou ajudar a moldar comportamentos sociais que promovem a sabedoria ou a solidão. Eles observaram que estudos com animais sugerem que a microbiota intestinal pode influenciar comportamentos e interações sociais, embora a hipótese não tenha sido testada em humanos.

A complexidade do tópico e as limitações do estudo, como a ausência de dados sobre as redes sociais dos indivíduos, dieta e grau de isolamento social objetivo versus relatos subjetivos de solidão, justificam estudos maiores e mais longos, escreveram os autores.

“A solidão pode levar a mudanças no microbioma intestinal ou, reciprocamente, alterações do ambiente intestinal podem predispor um indivíduo a se tornar solitário”, disse Dilip V. Jeste, MD, distinto professor de psiquiatria e neurociências da UC San Diego School of Medicine e autor sênior do artigo. “Precisamos investigar muito mais profundamente para entender melhor o fenômeno do eixo intestino-cérebro.”

Teremos a certeza de compartilhar atualizações de pesquisas sobre os fascinantes vínculos potenciais entre o que está acontecendo no intestino e o que está acontecendo na mente conforme eles surgem.

Fonte: Universidade da Califórnia – San Diego ; Imagem em destaque: Curtis Clark, licença CC

Fonte: Good NewsNetwork

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A FILOSOFIA INDIANA É UM DOS GRANDES LEGADOS QUE RECEBEMOS DO ORIENTE

                 A FILOSOFIA DO YOGA

“A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”

Cleber Pacheco*

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A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade  ,em busca da integração interna e da união com o divino.

Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito mais profundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freu visava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal.

Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua além do nível pessoal, alcançando o arquetípico. Mas, a rigor, a Segunda Psicologia ocorreu por meio de Abraham Maslow, Eric Fromm e outros, concentrando-se não apenas no aspecto doentio, mas dando enfoque ao ser humano saudável, dito “normal”, em busca de sua essência.  contribuição  foi levar a psicologia

A Terceira Psicologia volta-se para a Supraconsciência, ou seja, é a psicologia dos seres autorrealizados,  aqueles que já desenvolveram todas as suas possibilidades de crescimento.

Os Yoga-Sutras sistematizara tudo isso muito antes da psicologia ocidental, de modo científico e integrado com a filosofia, sendo, portanto, um caminho completo, que abarca toda a experiência humana na Terra– cuja tarefa é conhecer o mundo manifesto para alcançar o imanifesto, o puro ser, e unir-se a ele por inteiro. Assim, uma vez autorrealizado, o ser humano se torna divino, e, em unidade e totalidade, contribui para auxiliar a todos aqueles que trilham o caminho espiritual.

Trabalhar o ser humano de modo integral é a tarefa proposta pelos Sutras. Cuidar do corpo, lidar corretamente com o prana, a energia vital, trabalhar a mente e libertá-la de to-

dos os seus condicionamentos, a fim de que ela se torne um instrumento adequado para a manifestação de Atma, o nosso eu verdadeiro. O trabalho mais intenso e profundo a ser feito dá-se em nível mental, pois é este o local onde a união proposta pelo yoga deve ocorrer. É a mente que divide; nela reside a dualidade, a ilusão da separatividade, de solidão, gerando desordem.

O conflito só existe na dualidade, onde os opostos lutam entre si, um do yoga A sabedoria Cleber Pacheco* A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade, em busca da integração interna e da

união com o divino. Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito maisprofundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freudvisava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal. Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua contribuição foi levar a psicologia “A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”tentando conquistar e possuir o outro, podendo fazer uso da força, e até mesmo da violência, se achar necessário. A dualidade gera medo. Por sua vez, este produz insegurança e a sensação da necessidade de luta, de fugir da dor para obter o prazer. Uma vez alcançada a unidade, o medo desaparece, assim como a necessita de lutar ou de fugir. Não há mais oscilação de um extremo para outro. O yoga nos ensina que é possível ir ainda além da reconciliação dos opostos. Ele nos possibilita uma integração total. Os obstáculos mentais são removidos e a iluminação enfim ocorre.

Afirma um dos Sutras: “Falta de percebimento da realidade, o senso de egoísmo, atrações erepulsões  emrelação a objetos e o forte desejo de viver são as grandes aflições ou causas de todas as misérias da vida.” A capacidade de dizer muito com um mínimo de palavras é característica dos Sutras, que exigem um estudo sério por parte dos aspirantes e, com isso, levam cada um a vencer suas próprias limitações a fim de alcançar a compreensão da riqueza de significados neles existentes.

Explicar e analisar detalhadamente todas as etapas necessárias para chegar à autorrealização é tarefa mais importante e prodigiosa que o sistema do yoga nos traz. É um verdadeiro tesouro legado a todos, indicando, com grande sabedoria, como podemos cumprir o autêntico objetivo de nossas vidas.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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REFLEXÃO: O HOMEM BUSCA FORÇA E SEGURANÇA ATRAVÉS DA CIÊNCIA ESPIRITUAL

Através da Ciência Espiritual o homem busca Força e Segurança para alcançar a plenitude dos seus atos. Essa plenitude se traduz em sabedoria e saúde. A saúde em sua forma mais completa: física, mental, espiritual e emocional. Por isso, convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor sobre esses valores que fazem parte da consciência humana desde os terapeutas ou Essênios na antiguidade!

Sabedoria e Saúde

 em 

 

Hoje trago uma parte do texto “Sabedoria e Saúde” de Rudolf Steiner, pai da antroposofia. Vale a pena refletir sobre o assunto.

“A ciência espiritual que atuar na vida prática quer dar ao Homem força e segurança.

Não é assunto para pessoas curiosas e, sim, para aqueles que querem ser atuantes e que estão dispostas a colaborar energicamente na vida.

Houve ciência espiritual em todas as épocas. Nos círculos em que era praticada, era voz corrente que o homem era capaz de desenvolver, para além da mera força de raciocínio, forças espirituais superiores às da vida comum. O nexo entre o conceito de sagrado, intacto ou salvo e salutar (“heilg, heil e heilsam”, em alemão) sempre era sentido ali. O Espírito Santo é o espírito absolutamente são que mergulha na alma humana, a fim de espalhar salvação no mundo.

Mas é justamente a partir desse ponto de vista que a ciência espiritual, frequentemente, é mal interpretada. Ela conduz o homem de metas egoístas de conhecimento, saber e aspiração, para pontos de vista universais, para a união do indivíduo com o Universo. Mas as forças superiores que a ciência espiritual dá com isso, atraem tantas pessoas e as incitam a uma ambição egoísta. Mesmo que a ciência espiritual, em verdade, afaste o homem ao máximo do lado pessoal, amiúde é usada como serva do egoísmo. De um dia para o outro, as pessoas querem que ela preencha os seus desejos egoístas.

Havia ciência espiritual no âmbito de uma irmandade na África, os Terapeutas. A mesma irmandade tinha o nome de essênios na parte da terra onde nasceu o cristianismo. Já o nome de terapeutas indica sua ligação ao espírito e à saúde. Os terapeutas ou essênios curavam por meios espirituais em conexão com a ciência material. Quem aceita a ciência espiritual recebe reais remédios: a ciência espiritual é um elixir da vida. Não tem de ser comprovada por discussões e razões lógicas mas introduzida na vida, ela deve tornar são e salvos aqueles homens que a acolhem. O mero fato de saber que existe reencarnação e carma e falar disso em belas frases equivale a uma não ciência espiritual. Devemos viver nela a toda hora e todos os dias, totalmente compenetrar dela a alma e aguardar calmamente o que acontecer; aí perceber-se-á o seu efeito. Quem levar dentro de si os pensamentos da ciência espiritual como alimento e semente, nas horas de pena e alegria, em horas de devoção e elevação, em horas em que a vida está na iminência de se despedaçar; quem sentir como eles trazem estímulo ao trabalho energia e esperança aprendeu-a corretamente. Vale aqui a palavra de Goethe: “cogite o que, mais ainda o como”.

A ciência espiritual tem de tornar-se um assunto bem individual de cada homem. O homem ativo na ciência espiritual levanta os olhos aos astros, compreendendo-o conforme as leis da vida que permeiam todo o universo. Quando, de manhã, o sol se levanta em toda sua magnificência e, à noite, a lua no seu silencioso esplendor, quando as nuvens passam no firmamento, o homem levanta os olhos e os processos no firmamento lhe são a manifestação da vida universal anímico-espiritual, tal qual vemos nos movimentos de um semblante ou de uma mão a expressão da vida anímico-espiritual no homem…

A ciência espiritual atenta para cada detalhe, exigindo que nos interessemos com amor por cada planta, cada pedra. Não queremos procurar por magia o mundo espiritual. Porém, não devemos procurá-lo afastados dos sentidos, mas lá onde nos encontramos no trabalho eficaz do dia.

O saber que o homem ganha penosamente por via de experimento pode se tornar sabedoria. Sabendo refundir o vivo em algo pleno de cor, som e luz, em imaginação, a pessoa se tornará sábia.

O homem deve ter a força de transformar numa imagem viva o que apenas sabe.
A sabedoria enche o homem de força vital e a força juvenil é algo que o torna forte e vivaz.

Tal sabedoria abre a alma e é o germe do amor.

Saber, conhecer, ser sábio é o fundamento de todo poder de ajuda ao homem.”

Luz e Paz!!!

Fonte: Sabedoria Universal

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ARTIGOS: A IRMANDADE ROSACRUZ, O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, POR WAGNER BRAGA

Na  série O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, aqui na coluna ARTIGOS, já apresentamos Os Essênios, uma das seitas judaicas. No ARTIGO de hoje vamos falar sobre a Irmandade Rosacruz, uma das mais misteriosas e secretas dessas sociedades. 

O que é a Ordem Rosacruz? | Super

A Irmandade Rosacruz

Como já mencionei, todas essas sociedades, irmandades ou agremiações possuem um ponto principal em comum: A sabedoria, o conhecimento e a expansão da consciência. Não é à toa que falo tanto nisso, no meu blog e nos meus livros.

O outro ponto é o que intitula este capítulo: O Segredo. Portanto, poucas sociedades precisaram tanto do segredo para sobreviver como a Rosacruz. Na Idade Média, enquanto os participantes da confraria, a fim de mergulhar nos mistérios mais profundos, que ninguém ousava penetrar, a dita ‘Santa Inquisição’ lançava na fogueira quem desafiasse questionar os dogmas católicos. Para tanto, recorriam as mais diversas crenças: gnosticismo (que buscava o conhecimento à margem do que dizia a Igreja), cabala (misticismo judaico), esoterismo islâmico, filosofia, mitologia egípcia, astrologia e alquimia.

Lançando mão desse vastíssimo repertório os rosacrucianos esperavam dar um salto quântico das trevas da ignorância para a luz da sabedoria. Acreditavam ser o autoconhecimento a chave para a expansão da consciência e o bem-estar da humanidade. Até os nossos dias os ditos herdeiros da Rosacruz celebram a tolerância religiosa, a harmonia e a paz. Mas a grande dúvida que permanece é como essa sociedade surgiu.

A Origem do Nome ROSACRUZ

São muitas as teorias para a origem dessa ordem. Uma dessas teorias acredita que aconteceu no ano de 46, após um sábio gnóstico, chamado Ormus e seus seguidores serem convertidos ao cristianismo, em Alexandria no Egito. Outros acreditam que isso só aconteceu bem mais adiante, no século XVII, de carona com a Reforma Protestante. Entretanto, conforme a lenda mais popular, o seu criador foi o monge alemão, que nasceu em 1378, Christian Rosenkreuz. Conta a lenda que, quando tinha apenas 16 anos fez uma viagem ao Oriente Médio para estudar artes ocultas com mestres muçulmanos. Depois desse aprendizado voltou para a Alemanha onde fundou uma congregação chamada de Spiritus Sanctum (“Casa do Espírito Santo”), com o objetivo de celebrar seus rituais secretos.

Após a sua morte, que teria acontecido por volta de 1484, já com 106 anos, as atividades da Rosacruz teriam ficado inertes por 120 anos, quando sua tumba foi encontrada e isso motivou o pastor luterano Johann Andrae a retomá-las. Ele publicou três manifestos que, pela primeira vez, mencionavam a ordem: Fama Fraternitatis Rosae Crucis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Químicas de Christian Rosenkreuz (1616). Esses textos causaram grande impacto entre os europeus e foram o impulso para espalhar os rosacrucianos pelo Velho Mundo.

De certa forma me sinto um Rosacruciano, pois me identifico com a forma de pensar dessa ordem, já que para as fraternidades modernas que se dizem herdeiras da Rosacruz, não importa se seu fundador realmente existiu. Para eles, assim como para mim, no caso de Jesus, o importante é o valor simbólico dele e de sua história. Para eles, por exemplo, ser cristão faria parte da busca do conhecimento oculto e esotérico, não se limitando apenas a seguir a figura bíblica de Jesus. Portanto, suas andanças pelo mundo, assimilando elementos de várias tradições, coincidem com o meu pensamento que, assim como eles, acredito na chamada Religião Universal da Sabedoria.

Segundo a pesquisadora Sylvia Browne, em seu livro Sociedades Secretas, a Rosacruz contava com o Colégio dos Invisíveis, espécie de fonte de informação por trás do movimento. Seus integrantes acreditavam que o significado do Universo estava explicado no símbolo da ordem:

“Como a flor que brota no meio da cruz, os seres humanos deveriam desenvolver a capacidade de amar de forma irrestrita, compreender as leis que regem o mundo e agir por meio da intuição e da inteligência amorosa do coração.”

(Browne,2008)

Eis aí a razão maior, pela qual eu me identifico tanto com essa ordem: o agir por meio da intuição e da inteligência amorosa do coração. Sendo que o mais curioso é que já pensava assim bem antes de conhecer a história dos rosacruzes. Daí se conclui facilmente que não foi uma mera coincidência e sim uma questão de lógica, a confirmação de que o caminho para a plenitude é como uma ‘Freeway’ de mão única, cujas estradas vicinais, sem exceção, mais cedo ou mais tarde desembocam, todas, nela.

Atualmente, são várias as sociedades que se autoproclamam descendentes da confraria inicial. As mais conhecidas são, a Fraternidade Rosacruz de Max Heindel, a Fraternitas Rosacruciana Antiqua e a Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz (Amorc). O ponto de convergência entre todas elas, de acordo com o que dizem em seus sites, é o incentivo para despertar no ser humano o seu potencial interior pela busca da verdade.

A próxima sociedade fraterna em que irei falar é a Maçonaria, que, as vezes, chega a se confundir com a Ordem Rosacruz, já que nos séculos 17 e 18, maçons e rosacrucianos trocaram muitas informações e tinham pensamentos similares, tais como: formar uma sociedade tolerante, livre de dogmas e se aperfeiçoar através da sabedoria. Já suas principais diferenças eram: A Ordem Rosacruz seguia o cristianismo e o ‘misticismo’, enquanto a Maçonaria segue, até os dias atuais, o pensamento racional.

Wagner Braga

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REFLEXÃO: VOCÊ RECONHECERIA O SÁBIO NAMONTANHA?

Nesta segunda-feira a nossa coluna REFLEXÃO trás como primeira REFLEXÃO de 2021 uma história sobre aparências, ego e aprendizados, que pode nos ajudar a ver a vida de outra maneira e nos ajudar a crescer ainda mais. Sobre um sábio na montanha a quem um jovem queria muito conhecer. Então convido você a assistir ao breve vídeo de Camila Zen e conhecer essa história de sabedoria, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: COMO EU CONSIGO TER FÉ NAS COISAS QUE NÃO CONSIGO ENXERGAR?

A fé no abstrato segundo os ensinamentos budista é o tema central de hoje, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO com a Monja Coen. Ela expõe o pensamento budista sobre ter ou não ter fé nas coisas que não conseguimos enxergar. Segundo a física quântica 90% das coisas que estão ao nosso redor nós não conseguimos enxergar ou sentir com os nosso 5 sentidos. Refletir sobre isso é importante e vai fazer você expandir a sua consciência. Então vá em frente e ouça a Monja Coen!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A PARÁBOLA DO LEÃO E DO IDIOTA. QUANTA SORTE VOCÊ TEM?

Na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta terça-feira temos a Parábola do Leão e do Idiota, contada por Camila Zen. Uma história que nos faz refletir sobre quanta sorte nós temos? E onde encontramos a nossa sorte? Eu espero que essa história possa te ajudar ou ajudar alguém que você ama. Amor e luz, namastê.

Fonte:

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REFLEXÃO: DA SABEDORIA DE LAO-TSÉ CONHEÇA OS PRINCÍPIOS DA MAIS ALTA SABEDORIA

Nesta terça-feira a nossa coluna REFLEXÃO trás mais um dos maravilhosos e sábios textos publicados por Beth Michepud em seu blog. Desta vez o tema é sobre os princípios da mais elevada sabedoria. Por isso você não pode deixar de ler o texto completo de profunda sabedoria a seguir para descobrir quais são esses princípios!

Atenção!

 em 

 

Trago hoje um artigo publicado na revista Pentagrama 2016, que fala sobre a importância de permanecermos em constante vigilância, para evitarmos que nossa mente atropele nossa essência.

“Certo dia, um homem foi até Lao Tsé e fez-lhe a seguinte pergunta:
– “Mestre, poderíeis por num papel alguns princípios da mais elevada sabedoria?

Lao Tsé pegou seu pincel e escreveu: “Atenção.”
–“Isto é tudo?” perguntou o homem.
Retomando seu pincel, Lao Tsé escreveu: “Atenção, atenção.”
– “Bem, eu realmente não vejo o que há de profundo no que escreveis.”
Pela terceira vez Lao Tsé tomou seu pincel: “Atenção, atenção, atenção.” Contrariado, o homem insistiu: – “Mas o que significa então essa palavra?”
Amavelmente, Lao Tsé respondeu-lhe: “Atenção significa atenção.”

A maior parte do tempo experimentamos um turbilhão de pensamentos que não conseguimos deter. Sentimos que somos vítimas impotentes diante daquilo que passa pela nossa mente. Sem dúvida precisamos fazer um sério autoexame antes de chegarmos à conclusão de que os pensamentos só podem chegar até nós com nossa colaboração. A partir do momento em que damos guarida a um pensamento ou o evitamos, ligamo-nos a ele. É desse modo que ele se torna real. […] Consequentemente, devemos estar cônscios de que não temos condição de observar aquilo que é real, mas tão-somente nossa própria realidade!

Portanto, está claro que a força gravitacional do ego desvia incessantemente nossa atenção. […] Devemos apenas constatar, sem julgar, que isso simplesmente acontece. Depois, precisamos deslocar de imediato nossa atenção para o essencial: o ponto de contato que está no coração. Assim, a concentração se torna um instrumento para o autoconhecimento. Quando o contato foi estabelecido e nosso coração começa a vibrar, ali fica registrada uma sabedoria sutil. E se esse conhecimento se torna posse nossa, podemos decidir que vamos direcionar nossa atenção para a verdade. O importante é abrir um espaço para a sabedoria sutil do coração, experimentá-la, aprofundá-la. Descondicionarmos de nossa pessoa requer atenção permanente, enquanto o contato com nosso ser essencial é direto e imediato. Em um processo de transformação,
a luz integra-se a nós, de modo a ser realmente vivenciada.”

Luz e Paz!

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AUTOCONHECIMENTO: A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA ESTÁ NOS PERMITIDO EXPERIENCIAR A ENERGIA DA BEM-AVENTURANÇA

Estamos passando por um momento de transição planetária e essa transição se reflete sobre nossa alma também. A transição planetária é movida pela mudança de energias e frequências vibracionais e é por isso que nos afeta profundamente. É o momento de reconhecermos essas novas energias. Energias de bem-aventurança que estamos recebendo em abundância de Luz, sabedoria e consciência. Então convido você a ler o texto completo a seguir, de grande esclarecimento sobre a nossa relação com essas novas energias e como podemos reconhece-las.

Reconhecendo as energias de bem-aventurança

Mensagem canalizada em 20 de Agosto de 2020 – Os Seres Brancos Celestiais

Saudações, magníficos faróis de Luz, nós somos os Seres Brancos Celestiais, nos estendemos das vibrações celestes e cósmicas do Criador. Nós entregamos a pura energia da bem-aventurança. Nosso propósito é promover a lembrança e o despertar da bem-aventurança de dentro do seu ser. Reconhecemos esta energia de bem-aventurança como uma expressão mais pura do que o amor do Criador, uma vez que você incorpora o amor, você entra em um estado de bem-aventurança que na verdade é a união completa com o Criador. Tudo o que fazemos para apoiar a ascensão é para promover a incorporação e a experiência da bem-aventurança.

Nós, Os Seres Brancos Celestiais, surgimos hoje porque desejamos compartilhar uma visão. Suas energias estão mudando dramaticamente neste momento. Já faz algum tempo, especialmente ao longo deste ano de 2020, a energia está sendo derramada na Terra e na humanidade. Nós experimentamos a Chama de Luz e o download do Projeto de Ascensão da Nova Terra; essas energias continuam a se ancorar na Terra e na Humanidade. Este é um momento de grande abertura dentro de seu ser, despertando lembranças, oportunidades e seguindo a presença divina dentro de seu ser. Com todas as energias e os Pilares de Luz ancorados na Terra em todo o mundo, você está recebendo uma abundância de Luz, sabedoria, consciência e Energia. Há uma abundância de orientação e ativação para você experimentar e incorporar. Como já dissemos, é importante que você permaneça aberto, isso significa ter uma mente aberta, dissolvendo julgamentos e pensamentos negativos, focalizando sua mente e sua atenção em sua intuição e orientação interior.

Pedir à sua alma para demonstrar seu Fluxo Divino ajuda você a ver, sentir e reconhecer a verdade do Criador dentro de seu próprio ser, realidade e do mundo ao seu redor. É importante abrir seu campo de energia para permitir que bloqueios dentro de seu campo de energia sejam liberados e curados. Você pode nos convidar, Os Seres Brancos Celestiais, para liberar e curar bloqueios em seu campo de energia e corpos de energia. Teremos o prazer em ajudá-lo quando você nos solicitar isso. Também é importante permitir que a energia do Criador flua através de seu ser para doar a energia de seu coração, terceiro olho, palmas das mãos e chacras dos pés para a Mãe Terra, para o mundo e aqueles ao seu redor. Portanto, você se permite estar no fluxo divino do Criador e está alcançando seu propósito. Ao permitir-se ser uma expressão do Criador, você está se apoiando para ser aberto. Com todas as energias ancoradas e seu estado aberto de ser, você experimentará mudanças poderosas ocorrendo dentro de seu ser e na realidade ao seu redor.

É importante se reconhecer além do seu estado físico. Quando reconhecemos o físico frequentemente, notamos, sentimos ou reconhecemos que as coisas são imutáveis com mudanças ocorrendo em uma velocidade lenta. Se você se reconhece quase como um holograma ou uma energia, percebe que seu ser pode mudar em um instante. Tão rápido quanto um pensamento pode entrar em sua mente, mudanças dramáticas, intensas e poderosas podem ocorrer dentro de seu ser e sua realidade. Quando nós, Os Seres Brancos Celestiais, falamos de mudanças, estamos direcionando você para reconhecer mudanças, alterações e transformações dentro de seu ser e ao seu redor. Uma mudança nas circunstâncias, uma mudança na perspectiva, uma mudança em seu ser, há tantas mudanças diferentes e diversas ocorrendo neste momento. Isso pode significar que você está em constante estado de mudança. Entendemos que a mudança nem sempre é confortável. É algo a que seu corpo, ser, mente e emoções estão se acostumando porque agora você está mudando na velocidade de um pensamento. Devido a toda a energia sendo ancorada e sua alma se envolvendo com o seu ser, você está pronto para fazer essas mudanças de transformação dentro do seu ser e da sua realidade. As mudanças de transformação estarão em seu processo de ascensão e ajudarão na manifestação de sonhos e desejos, aparecendo de forma diferente e diversa para cada pessoa.

Nós, Os Seres Brancos Celestiais, estamos encorajando você a reconhecer que existem múltiplas mudanças ocorrendo dentro de seu ser, ou você pode dizer que múltiplas transformações ou despertares ocorrendo em seu ser constantemente. Portanto, há uma necessidade de você reconhecer isso totalmente em sua mente e consciência para que possa compreender o processo de ascensão pelo qual está passando. Você pode ser alertado sobre o estresse e a tensão que seu corpo e ser sofrem, e o apoio que você tem de seus guias, de sua alma e dos planos internos. É importante perceber que as coisas vão mudar, aspectos do seu corpo, emoções, mente, perspectivas, realidade, circunstâncias, situações, as pessoas ao seu redor e a maneira como você se comunica com os outros. Se você está em um espaço onde está pronto para aceitar, e talvez até mesmo olhando para as mudanças, transformações e mudanças que estão ocorrendo naturalmente, você começará a se alinhar com os aspectos transformadores do seu ser. Assim, um impulso de fluxo ocorrerá, permitindo que as mudanças dentro do seu ser e ao seu redor ocorram com maior facilidade.

Um dos hábitos da mente é agarrar-se à realidade que é conhecida. Neste estágio do processo de ascensão, onde as mudanças do despertar estão ocorrendo a cada momento, é hora de reconhecer a mudança como uma transformação natural. Quanto mais você se concentrar em se abrir para esta consciência e em compreender, mais fácil será para fazer essas transições e avançar em seu processo de Ascensão.

Pilar de Luz Mestre dos Seres Brancos Celestiais

Nós, Os Seres Brancos Celestiais, desejamos convidá-los a pedir para se conectar com nosso Pilar de Luz, o Pilar de Luz Mestre dos Seres Brancos Celestiais, que foi ancorado na Terra. O propósito de nosso Pilar de Luz Mestre é manifestar nossas energias na Terra e dar nosso apoio à humanidade e a todos os seres.

Durante a meditação, convidamos você a simplesmente afirmar,

‘Por favor, alinhe todo o meu ser com o Pilar de Luz Mestre dos Seres Brancos Celestiais ancorado na Terra. À medida que recebo a Energia e a Luz dos Seres Brancos Celestiais, apoie-me para estar aberto, apoie-me para reconhecer as mudanças que ocorrem dentro do meu ser e me engajar com o impulso dessas mudanças com facilidade e perfeição. Obrigado.’

Imagine, sinta ou reconheça o Pilar de Luz Mestre dos Seres Brancos Celestiais de uma cor branca com sugestões de Luz do arco-íris fluindo sobre e através de seu ser. Começaremos a fazer transições, alinhamentos, curas e liberações para que possam reconhecer as mudanças que estão ocorrendo e também as ações exigidas por vocês a fim de manifestar plenamente essas mudanças chegando à manifestação. Essas mudanças são transformações ou ativações dentro de seu ser, corpo, perspectivas, emoções, realidade, circunstâncias, situações, bem como sua comunicação e conexão com os outros. Portanto, mudanças estão ocorrendo em todos os aspectos de seu ser e em todos os aspectos de sua realidade.

Nós o convidamos a se concentrar em seu campo de energia ao invés de seu corpo físico durante a meditação e respiração profunda. Concentre sua consciência em seu campo áurico ao seu redor, com a energia e a Luz existentes em seu corpo físico. Quando você se concentra em seu campo de energia e corpos de energia, você se torna mais consciente de como essas mudanças estão ocorrendo de forma dramática, poderosa, constante e intensa. Você pode começar a reconhecer como eles estão impactando seu ser. O momento e a manifestação que as mudanças estão criando são guiados por sua alma, você pode sempre adicionar suas intenções, bem como pedir à sua alma mudanças de despertar que você realmente deseja experimentar em sua realidade. Conforme você se concentra em seus corpos e campos de energia, você pode ver diferentes e diversas vibrações de Luz. Você pode obter insights, intuição, um conhecimento e ser inspirado a agir ou pode perceber porque certas situações estão se manifestando em sua realidade.

É hora de se permitir estar em um estado de paz e alcançar isso, concentrando-se em seu ser para perceber as poderosas mudanças ocorrendo e seu impacto em todo o seu ser.

É esclarecedor e emocionante. Nós, Os Seres Brancos Celestiais, desejamos que você esteja envolvido neste processo e nesta jornada que está se desenrolando dentro de seu ser agora. Ao reconhecer as mudanças do despertar ou mesmo simplesmente ter a intenção de reconhecer as mudanças do despertar ocorrendo dentro do seu ser, você descobrirá que está mais fundamentado, equilibrado e em paz, o que o servirá bem nestes tempos mutáveis ​​e de transformação.

Saiba que nós, Os Seres Brancos Celestiais, estamos presentes com você. Amamos você incondicionalmente e estamos sempre disponíveis. Por favor, chame nossa energia, orientação e assistência.

Obrigado,

Nós somos os Seres Brancos Celestiais

Natalie Glasson
Fonte: https://eraoflight.com/ — Robson Marcio de Souza e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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FILOSOFIA: QUAL A ESSÊNCIA DA SABEDORIA? POR MONJA COEN

A Monja Coen em sua Jornada da Quarentena ep 33 é o nosso destaque desta sexta-feira com a palestra sobre: “Qual a essência da sabedoria?” Aquilo que você faz, fala e pensa mexe com a trama da existência. Nada fixo e permanente dá libertação, tudo está em constante transformação e movimento. O sofrimento não é fixo nem permanente, nem cada parte do seu corpo, você é uma processo em transformação. Estes são os assuntos do conteúdo desta palestra. Portanto, convido você a assistir, curtir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Fonte:

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REFLEXÃO: CONFIAR NAQUILO QUE VEMOS NÃO É CONFIAR

A nossa REFLEXÃO desta quarta-feira é sobre CONFIANÇA. Confiar é ser maior do que o medo e abrir o coração em meio às dores, às tormentas e ao caos amparado pela sabedoria de que tudo que não brilha nada mais é do que uma ilusão. Essa é apenas uma das muitas faces da CONFIANÇA. Leia o texto completo a seguir e conheça as demais!

Confiança

 em 

su21

Confiar naquilo que vemos não é confiar.

Confiar é passar anos caminhando por um deserto, em paz, com a absoluta certeza de que em algum lugar existe uma flor pronta a nos acolher no perfume de suas pétalas.

Confiar é olhar através das palavras de incompreensão de uma pessoa querida sem se abalar, sabendo que por trás de suas palavras ásperas, existe um espaço ainda inexplorado, um espaço de pleno amor.

Confiar é dar de si mesmo quando se nada tem, pois o coração sabe que o Universo é próspero e suas bênçãos se estenderão a nós no momento certo.

Confiar é ser maior do que o medo e abrir o coração em meio às dores, às tormentas e ao caos, amparado pela sabedoria de que tudo que não brilha nada mais é do que uma ilusão.

A confiança é, muitas vezes, um caminho aparentemente solitário.

Digo “aparentemente” porque, quando confiamos, nos integramos à fonte de tudo o que existe e nos percebemos acompanhados por toda a Vida que pulsa em todas as galáxias que já existiram ou venham a existir no Universo.

Não espere o mundo ao seu redor se aquietar para que você possa confiar.

Confie brandamente e, dessa maneira, torne-se um pacificador do mundo.

(texto de Patrícia Gebrim)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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REFLEXÃO: CONHEÇA A SIMPLICIDADE DO REIKI

Nesta sexta-feira a nossa REFLEXÃO é sobre a simplicidade do Reiki segundo a terapeuta Fabiana Oliveira que disserta sobre o que o Reiki lhe ensinou nestes anos, atendendo, acompanhando pessoas e seu progresso, dando iniciações e vendo as experiências de outros reikianos. Ela conclui que o Reiki é simples e amoroso demais!

Reiki é simplicidade

Mulher deitada de olhos fechados recebendo tratamento de reiki

Nessa minha estrada terapêutica de atendimentos há 15 anos, tive a oportunidade de conhecer alguns Mestres em Reiki, antes mesmo de saber ou sentir que eu seria também. O Universo é sábio em nos conectar com pessoas e ensinamentos tão diversificados e ao mesmo tempo tão lindos. Ser Mestre e poder iniciar outros, apenas te mostra que somos alunos e professores o tempo todo. E o que mais o Reiki me ensinou nestes anos, atendendo, acompanhando pessoas e seu progresso, dando iniciações e vendo as experiências de outros reikianos, é que o Reiki é simples e amoroso demais!

E, por isso, creio que me foi confiada esta missão, que amo tanto, de ensinar dessa maneira, SIMPLES! Um bom reiki é aquele aplicado com amor, com o coração, em que você primeiro se ama, se cuida e depois aplica amorosamente no outro, para que aconteça o que for melhor para ele, sem julgamentos, nem dogmas, prisões ou conceitos. Apenas, SENTIR!

Profissional de reiki aplicando tratamento em uma mulher
123RF/ Monika Wisniewska

Sinta sua alma vibrando, sinta sua alma querendo se curar, crescer, expandir e evoluir. Permita-se olhar com amorosidade e respeito sua trajetória de vida, que só você sabe o que passou para chegar até aqui.

Você é seu próprio Mestre e condutor. Você se trouxe até aqui e pode se conduzir para dias melhores, mais amorosos, gentis, leves e, ao mesmo tempo, fortes, mais sensatos, vencendo os desafios de crescimento que a vida traz.

Faço um convite para você SENTIR! Sentir sua alma, o que ela quer, deseja. SENTIR que existe uma ferramenta maravilhosa e simples em suas próprias mãos, sem expectativa, apenas PERMISSÃO. É possível, acredite, experimente, confie!!!

Paz, amor e luz para você! 😉

Fabiana Oliveira
Escrito por Fabiana Oliveira
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AUTOCONHECIMENTO: UMA METÁFORA DE GRANDE PROFUNDIDADE PARA FACILITAR A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA

Uma metáfora bem fundamentada é o destaque deste domingo na coluna AUTOCONHECIMENTO, sobre as Água do Lago para facilitar a expansão da consciência. O texto alcança os princípios fundamentais do autoconhecimento como Amor, Essência Divina, Sabedoria, Eu Superior, Espiritualidade, Mente Universal e outros. Leia o texto completo a seguir e expanda sua consciência!

Veja as Águas do Lago

Lago cercado por vegetação, e uma cidade grande com muitos prédios ao fundo.

O termo Universo – referindo-se a todas as coisas existentes, em todas as dimensões e densidades da matéria, no tempo e no espaço – é autoexplicativo quanto ao seu significado. Universo é o verso do Uno, é o verso da UNIDADE; é o plano da multiplicidade, que se origina na UNIDADE, em DEUS. Neste texto vamos falar de UNIDADE e de multiplicidade. No entanto a linguagem utilizada para a comunicação convencional é somente apropriada para representar coisas ou ideias no plano da multiplicidade. Dessa forma, como um recurso didático, para que se possa distinguir termos utilizados no contexto da multiplicidade dos mesmos termos utilizados no contexto da UNIDADE, expresso-os em MAIÚSCULAS ou minúsculas, conforme se refiram à UNIDADE ou à multiplicidade, respectivamente.

Águas Eternas

No centro da cidade existe um lago de águas eternas e inesgotáveis nunca visto pelos habitantes e ao qual ninguém tem acesso, pois está cercado por um alto muro que o circunda em toda a sua extensão. Do centro do lago partem milhares de tubos – por onde flui a água – que alcançam o muro, distribuindo-se ao seu redor, vazando-o e conectando-se, cada um, a uma torneira instalada do outro lado do muro, de onde cada morador sorve a água misteriosa proveniente de uma fonte única, que os mantêm vivos. No entanto ninguém conhece a origem da água nem está muito interessado em conhecer. Mas todos reivindicam a propriedade exclusiva da água em sua torneira, e por ela estão dispostos a matar e morrer.

Os moradores todos se conhecem e, na sua individualidade, constantemente se incomodam com as diferenças no modo de pensar e de agir dos demais, cada um com suas próprias opiniões sobre a origem da água e seus apegos a ela pelo medo de que um dia venha a faltar. A falta de sintonia pessoal entre os habitantes e a expectativa do dia da grande seca geram constantes discórdias e disputas entre o povo da cidade.

O que nenhum morador sabe é que todos eles sorvem da mesma água que lhes dá a vida e que sua nascente brota infinita e eternamente. Eles não conseguem olhar através do muro.

Um dia homens com máquinas gigantescas chegam à cidade e destroem o muro que impedia seus habitantes de verem o lago. Então, com grande surpresa, os cidadãos descobrem que têm em comum a fonte da própria vida, pois cada existência individual é mantida pela mesma essência de vida, eterna e infinita, comum a todos.

A partir desse instante, a energia da cidade se transforma completamente, afinal são todos irmãos, filhos da fonte-mãe comum que os nutre sem nada pedir de volta. Instala-se, a partir de então, sentimentos de fraternidade, generosidade e compaixão, subprodutos do AMOR que agora transcende todas as diferenças que possam existir na precária e ilusória individualidade de cada um.

Eu, tu, ele, nós, vós, eles… São os pronomes que atribuem aos seres sua condição de entidades separadas, diferenciadas e independentes. Eles identificam cada ser ou agregado de seres – nós, vós, eles – como manifestações orgânicas e psíquicas com características absolutamente individualizadas: corpo, sensações, emoções, sentimentos e pensamentos. Cada ser é único em cada um desses aspectos. Não existem dois seres iguais no mundo. Não existe “eu” igual a “tu” ou igual a “ele” nem “nós” igual a “vós” ou igual a “eles”.

Os “pro-nomes” pressupõem a existência de “nomes” e os nomes, por sua vez, pressupõem a diversidade de características dos seres que eles visam identificar. Existem os homônimos, aqueles que têm o mesmo nome. Mas foi preciso criar um termo – homônimo – para declarar a diferenciação entre dois seres que tenham nomes iguais.

Surpreendentemente, “eu, tu, ele, nós, vós, eles” somente podem distinguir os seres humanos até o nível da personalidade, onde a diferenciação é real. Quanto aos níveis superiores, os do ESPÍRITO, os pronomes perdem sua razão de ser, porque nestes níveis não existe diferenciação, separação ou individualidade. São os níveis da UNIDADE imanente ao ser humano, como gêmeos no ventre da mãe que não podem se diferenciar em relação à fonte que os nutre.

Na UNIDADE, portanto, “EU” é igual a “TU”, que é igual a “ELE”, que é igual a “NÓS”, que é igual a “VÓS, que é igual a “ELES”. Assim como a gestante é a mesma para todos os gêmeos, o lago da parábola é o mesmo para todos os habitantes. Ambos, gestante e lago, representando a “parte” ESPÍRITO dos gêmeos e dos moradores da cidade, em contraponto às suas personalidades individualizadas.

Pronomes pessoais estão relacionados a “pessoas”, “personas” e “personalidades”. Não há como utilizá-los quando tratamos da ESSÊNCIA DIVINA NO SER HUMANO. Ela é a mesma em todos os SERES, como as águas do lago.

Os atributos da personalidade – corpo, mente e emoções – são subprodutos individualizados e imperfeitos dos atributos da UNIDADE, deturpados pelas limitações da consciência, que não enxerga “através do muro”, então passam então a condicionar o comportamento humano. Os valores materiais equivocados da personalidade passam a excluir os valores sutis do ESPÍRITO: o ser exclui o SER; o amor exclui o AMOR; a sabedoria exclui a SABEDORIA, a verdade exclui a VERDADE; a vida exclui a VIDA; o ego exclui o EU Superior; e a religião exclui a ESPIRITUALIDADE.

“Ser” é o homem em sua dimensão terrena individualizada: corpo e alma, onde reside a dinâmica da fisiologia, das sensações, das emoções, dos sentimentos e dos pensamentos.

“SER” inclui a dimensão DIVINA do homem. É o SER HUMANIDADE, que, honrando sua personalidade individualizada, tem uma única origem, uma única substância e um único destino.

“Amor” refere-se ao amor terreno instintivo entre mãe e filho, entre casais ou entre amigos. É o amor egóico, que reivindica a posse e a propriedade do ser amado. É um sentimento somente satisfeito quando correspondido e cujos efeitos colaterais são o ciúme, o apego e, muitas vezes, o ódio.

“AMOR” é o atributo DIVINO do EU Superior ao qual podemos nos conectar quando os canais da personalidade que nos ligam a ELE estão sintonizados e desobstruídos. O sentimento de AMOR e o êxtase que dele emana são apenas o reflexo deste ATRIBUTO no corpo emocional de mais alta frequência vibratória em nossa alma. O AMOR, como raiz deste êxtase, não é um sentimento, pois não pertence à personalidade.

O AMOR no SER é a expansão do EU – A DIVINDADE em nós – a partir do chacra cardíaco, a todo o Universo, como o grande disseminador da Criação, qualquer que seja seu âmbito ou escala. O AMOR não é dirigido a algo ou a alguém. Ele é infinito, onipresente e incondicional. É como a luz do Sol, que não pode ter um único foco e cria a vida onde o contexto permite. O AMOR somente será compreendido quando formos ELE mesmo, quando nossa consciência alcançar o nível do ESPÍRITO.

Diz o ego: Eu te amo!

Diz o EU: EU AMO!

 

CRISTO é AMOR!

“Se por mim tens AMOR sem fim

Sou feliz que tu me AMAS;

Não que O queira só pra mim,

Mas pelo AMOR que tu derramas! ”

“Sabedoria” é a experiência acumulada pela vivência da saga da existência. É a fonte dos ensinamentos da qual bebem os mais jovens, ainda confusos diante da realidade obscura da vida. Os sábios são reconhecidos pela magnanimidade de seus conselhos e pela sua filosofia de vida, estruturada a partir de sua própria experiência e de um vasto conhecimento da trajetória de tantos outros filósofos.

“SABEDORIA” é a Sabedoria filtrada, direcionada e enriquecida pela intuição e pelo contato direto com a MENTE UNIVERSAL. Atributo da DIVINDADE – assim como o AMOR –, a SABEDORIA não dá conselhos, dá exemplos e expõe a VERDADE a quem está preparado para ela. Além disso, respeita o livre-arbítrio e o direito ao autoaprendizado. A SABEDORIA é irmã gêmea do AMOR. Um não existe sem o outro. Quem não AMA não pode ser SÁBIO, pois SABEDORIA e AMOR são ambos atributos do ESPÍRITO INDIVISÍVEL.

“Verdade” é aquela a que nos referimos quando dizemos: “Não existe uma única verdade”, “A verdade de cada um” ou ainda “O que é verdade para alguns pode não ser para outros”. São as crenças enraizadas nos seres pelos paradigmas resultantes de experiências pessoais ou a que foram expostos pelo convívio familiar e social ao longo da vida. Verdade é a VERDADE relativa ao nível de consciência de cada um.

“VERDADE” emana da SABEDORIA infinita de Deus. É aquela que é buscada pela intenção e pelo empenho no desenvolvimento da consciência. Quanto mais se eleva a consciência, mais a verdade se transmuta em VERDADE! Quando se alcançar a VERDADE absoluta, ser-se-á a SABEDORIA DIVINA, ser-se-á DEUS.

CRISTO é a VERDADE!

“Vida”, é a sequência de processos, de acontecimentos e de experiências a que se submete o ser desde o nascimento até a morte. A vida é generosa para alguns e perversa para outros, mas todos se apegam a ela com medo da morte. A vida é governada pelo instinto de sobrevivência, pelo medo das perdas de qualquer natureza, pelo separatismo e pela competição que caracterizam a individualidade da personalidade humana.

“VIDA” é a dinâmica da CRIAÇÃO. É o processo pelo qual se dá a Evolução Universal por meio das referências na multiplicidade da matéria. É a manifestação da DIVINDADE em múltiplas formas orgânicas, para o regozijo de cada uma na interação com as demais, ao expressar o AMOR do CRIADOR. A VIDA é eterna, não importando em que densidade energética ou em que plano existencial vivamos. A VIDA carrega o “DNA” do CRIADOR em todas as suas manifestações, mas nos seres humanos esse “DNA” é também implantado como fogo essencial espargido na multiplicidade de centelhas da mesma FOGUEIRA SAGRADA.

CRISTO é VIDA!

Ego”, é o conjunto dos corpos inferiores do ser humano: o corpo físico, o corpo etéreo e o corpo astral, sede da mente, das sensações, das emoções e dos sentimentos. O Ego é um sistema de energias, em que todos os corpos que o compõe, com funções específicas e de densidades diferentes, interagem entre si. É onde reside a individualidade do ser. O ego é o grande instrumento de sobrevivência e de socialização da humanidade.

“EU” é a centelha DIVINA do SER. É a UNIDADE do CRIADOR imanente ao ser humano. São os “Atributos de DEUS a cuja imagem e semelhança o HOMEM é feito”. É “o que está embaixo igual ao que está em cima”, conceitos expressos por palavras muitas vezes mal compreendidas. O EU superior não é individualizado no homem. Como o lago da parábola, “EU” é a sede dos atributos do CRIADOR: o AMOR, a MENTE e a VONTADE permanentemente presentes no INTERIOR Infinito e Eterno do SER, aos quais a consciência pode ter acesso por meio dos canais desobstruídos do ego. O ego expande-se para o exterior nas dimensões da matéria-tempo-espaço. O EU expande-se para o INTERIOR, nas dimensões do ESPÍRITO-imaterial-atemporal-infinito.

EU SOU…

“Religião” é a organização de crenças ancestrais por entidades hierárquicas que se apropriam da “Verdade” para fazer dela um produto, geralmente sob a forma de dogmas impostos aos fiéis. Ser fiel a uma verdade religiosa significa rejeitar outras verdades apregoadas com igual convicção por outras religiões. Portanto nenhuma verdade religiosa – que se pretende exclusiva – é única nem pode, por esse motivo, ser “A VERDADE”.

O Deus da maioria das religiões ocidentais está fora do ser, e a Ele se deve obediência, devoção e reverência, sob pena de martírio eterno. A religião entrega “salvação”, em troca do domínio da vontade de seus crentes. As instituições religiosas competem entre si – comportamento óbvio de apego à multiplicidade – por um número cada vez maior de fiéis engajados.

“ESPIRITUALIDADE” é a convicção de que cada um é responsável pela própria evolução espiritual e de que a chave para atingir a maturidade da consciência no Espírito está em cada ser humano. É a busca ininterrupta do aprimoramento por meio do autoconhecimento, que implica no permanente foco da atenção sobre sensações, sentimentos e pensamentos; é o exercício contínuo do crescer e do servir,voltados à busca da VERDADE; é a intenção perene de lembrar quem era-se num tempo remoto em que “o muro não havia ainda sido construído ao redor do lago”.

Houvesse consciência da origem divina UNA, comum a todos os seres, os atributos do ego não excluiriam, mas alimentar-se-iam dos Atributos do ESPÍRITO numa dança em que a consciência flutua livremente, em êxtase, entre a UNIDADE e a multiplicidade da matéria impregnada pelo ESPÍRITO.

PAZ!

Fonte: Eu sem Fronteiras

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REFLEXÃO: A PORTA ESTREITA DO CAMINHO ESTREITO

Na nossa coluna REFLEXÃO deste sábado temos uma passagem bíblica para refletir, mas que é  puro AUTOCONHECIMENTO, já que trata única e exclusivamente da caminhada cósmica a que todos nós humanos estamos sujeitos, num aprendizado diário e constante. De vez em quando parando para assimilar a experiência recebida e seguindo em frente sempre com o objetivo de parar de cambalear e alcançar o equilíbrio necessário para andar em linha reta até a porta estreita no fundo do extenso corredor dessa trajetória. Leia esse magnífico texto e dê um salto quântico! 

A porta do caminho estreito

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Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;

E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.

Mateus 7:13,14

Uma porta é sempre uma passagem para entrar ou sair de um lugar e precisa ser aberta.

Se voce nao tem a chave pode ser necessario bater e aguardar ser atendido.

Mas as paredes em volta  da porta podem estar ornamentadas e ricas em diversidade e beleza e você pode ficar um tempo ali apreciando tudo isso e viajando em um mundo de sons, cores e símbolos.

Pode ficar tão encantado com toda esta riqueza que por um tempo seu interesse pela porta fique de lado.

Pode ser também que a chave para abrir a porta esteja escondida nestes símbolos e enigmas.

Mas ao tentar entende-los você pode estar criando massa crítica para compeender as coisas.

E este excesso de diversidade pode levá-lo ao desejo de paz.

Após abrir uma porta sempre existe um caminho que pode dar para um lugar amplo e aberto no caso de uma porta externa, ou pode dar para um corredor que conduz a outros cômodos que poderão ter novas portas.

Se for um corredor pode ser Largo ou estreito.

Se o corredor é estreito significa que as paredes são muito próximas e não oferecem muita liberdade de movimento.

Vivenciar estes limites pode causar sofrimento e até asfixia  em alguns casos.

O corredor pode não ser bem iluminado, então diante de extremos opostos tão próximos podemos cambalear de um lado ao outro. Você vai precisar então usar outros sentidos.

Mas ambos os lados  podem ferir, como paredes ásperas, e se você encostar nelas vai se machucar. E aí por causa da dor pode ir para o lado oposto e se machucar também.

E nunca mais vai querer ferir alguém.

Melhor entao aprender a andar cuidadosamente, se mantendo no centro, equidistante dos extremos.

Então, como um animal ruminante você pode querer parar um pouco e ficar quietinho digerindo tudo aquilo que já absorveu.

E não vai querer ingerir mais nada pois o seu alimento já está em você e só precisa assimilar.

Mas chega um tempo que o melhor a fazer é olhar para frente e mirar toda atenção na porta que se abre no final do corredor na esperança que ela conduza a um local luminoso.

Seguir em frente,  com passos firmes e disciplina e o coração cheio de gratidão,  mantendo acesa a esperança que anima a alma.

08 de setembro de 2019

João sergio

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REFLEXÃO: A INTELIGÊNCIA DO AMOR É TUDO QUE VIEMOS APRENDER!

A nossa REFLEXÃO desta sexta-feira é sobre a maior lição que viemos aprender nessa passagem existencial, cuja mensagem deixada por Jesus Cristo ainda está sendo depurada pela humanidade. Algo tão simples, singelo e óbvio que passa despercebido pela maioria das pessoas. Não é nenhuma pegadinha, nenhuma charada é simplesmente o Amor. Leia o inteligente e extraordináriotexto a seguir comece a exercitar o Amor!

A inteligência do amor

coracao forte

O dia terminou, mas foram emoções maravilhosas e ficou o desejo de permanecer assim eternamente neste estado apaixonado.

Um novo dia traz uma nova caminhada.
Ficam as doces lembranças, mas a vida prática traz a tona os objetivos e a razão que afastam aos poucos as emoções.

Diante da frieza da lógica e da rotina, como restaurar aquela emoção prazeirosa ?

Seria possível reconstruir seus caminhos, semelhante a um projeto?

Parece que as leis da lógica não funcionam neste terreno, pois são próprias do mundo vertical, e as águas das emoções se espalham na horizontal.

As emoções nascem de um estímulo e se espalham rapidamente preenchendo nosso ser de forma não sequencial.

Talvez precise de algo que possa despertar a emoção como uma música, um abraço, a beleza, um gesto carinhoso, uma gentileza, um poema, um ato de cuidado por alguém.

Ao abrir o coração estas sementes podem despertar o amor, que se espalha para tudo que fazemos, pois embora tenha inicialmente uma origem ele é contagiante.

Mas se a mesma porta que abre o coração para o amor pode despertar outras tantas emoções que entorpecem a alma, o que fazer?

Seria possível então escolher cuidadosamente  as sementinhas que plantamos no coração?

Existiria então a inteligência do amor?

Pode ser que tenhamos um novo êxtase, mas parece que diferentemente de uma construção física que permanece sólida durante anos mesmo depois de terminada a atividade, o amor se esvai feito água pelo terreno tão logo cesse sua fonte mantenedora.

Seria então necessário um exercício diário para mantê-lo vivo, uma fonte que jorre permanentemente.

É preciso praticar.

Amor todo dia!

E preciso agir com boa vontade, carinho, gentileza, perdão todo dia para despertar e realimentar o amor.

O amor nosso de cada dia.

O vinho que precisa ser derramado sobre a dureza do pão diariamente como sugeriu Jesus.

Um ato de vontade e sabedoria para manter vivo o amor.

Enfim a inteligência se une ao amor.

10 de novembro de 2019

João Sérgio

Fonte: Leve Consciência

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REFLEXÃO: O SEGREDO DA FELICIDADE ESTÁ NO EQUILÍBRIO

Um belo e sábio texto retirado do livro “Como atirar vacas no precipício”, de Alzira Castilho, é o destaque da nossa coluna REFLEXÃO desta quarta-feira, acerca do “Segredo da felicidade”. Leia o texto completo a seguir e descubra qual é esse segredo que todo mundo quer saber!

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O segredo da felicidade

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um rico mercador, que buscava obstinadamente o segredo da felicidade.

Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão.

Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha.

Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer.

Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa. Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves.

De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam.

O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido.

O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade.

Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas.

“Entretanto, quero pedir-lhe um favor.” – completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo.

“Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar.”

O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher.

Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio.

“E então?” – perguntou o sábio – “você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar?

Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado?

Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?”

O rapaz, envergonhado, confessou não ter visto nada.

Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.

“Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa.” – disse-lhe o sábio.

Já mais tranqüilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, dessa vez reparando em todas as obras de arte.

Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis.

De volta à presença do sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que vira.

“E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei?” – perguntou o sábio.

Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado.

“Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar: – disse o sábio – o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer das duas gotas de óleo na colher.”

Pense nisso!

Vivemos em um mundo repleto de atrativos e de propostas sedutoras.

Há milhares de maneiras de gastarmos nosso tempo, nossa saúde, nossa vida, enfim, com coisas belas e agradáveis, mas que, na verdade, podem nos afastar de nossos reais objetivos.

Cada um de nós carrega na consciência as missões que nos foram confiadas por Deus e as diretrizes para que as cumpramos satisfatoriamente.

É imprescindível alcançarmos o equilíbrio para que possamos viver no mundo, sem nos deixarmos seduzir por ele.

É urgente que tenhamos discernimento para que possamos admirar e aprender através das coisas do mundo, sem que negligenciemos, ou até mesmo abandonemos, nossos verdadeiros e inadiáveis deveres.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro como Atirar vacas no precipício, de Alzira Castilho, pp. 58/60

Fonte: Momento de Reflexão

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REFLEXÃO: A GRATIDÃO EM SI JÁ É UMA RECOMPENSA

Em nossa coluna REFLEXÃO desta sexta-feira temos um texto sublime, com uma maravilhosa versão da passagem bíblica da mulher hemorroíssa que se auto curou através da fé em Jesus. O texto foca o sentimento de gratidão da mulher e a recompensa por ela obtida. Leia o texto completo e tire suas conclusões!

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A recompensa da gratidão

Ela viera das terras distantes de Cesaréia de Filipe, na Decápole. Era considerada impura, pois há 12 anos um fluxo sanguíneo não a deixava. Recorrera a todos os métodos possíveis, na ânsia da cura.

Tudo inútil. Seu mal era considerado um sinal de desventura, um castigo divino.

Após ter gasto tudo que possuía, ela resolvera buscar a próspera Cafarnaum, na esperança de encontrar um remédio ainda não experimentado, um médico ainda não consultado.

Chegou à cidade no momento em que o sublime Profeta de Nazaré acabava de saltar nas brancas praias de Cafarnaum.

Pelos caminhos, ela ouvira falar daquele Homem, pela boca dos que tinham sido abençoados por Suas mãos e haviam recuperado a saúde.

O povo se comprime. Todos almejam chegar mais perto. A figura de Jesus se destaca com Sua túnica tecida sem costura, Seu manto quadrangular de borlas tecidas em fios de linho.

A mulher tenta se aproximar Dele. O coração parece lhe saltar do peito. O que dizer-Lhe? Como falar da sua desdita, expondo-se, em meio a tanta gente?

Ela já fora tão humilhada. As marcas da problemática orgânica lhe denunciavam a enfermidade. Estava descarnada, anêmica.

Ela acreditava Nele. Parecia sentir que uma força extraordinária se desprendia Dele. Todo Ele era grandeza. Almejava gritar, tocá-Lo. Isto: tocá-Lo seria suficiente para que se curasse.

Então, numa rua estreita, enquanto a multidão se adensava cada vez mais, ela aproximou-se e por trás, alongou o braço esquálido e Lhe tocou as vestes com a ponta dos dedos.

Maravilha! O sangue estancou de imediato. A dor se foi. Uma sensação estranha a dominou. Sentiu-se renovada. Foram alguns segundos de êxtase. Logo, a voz Dele se destacou na multidão:

Quem me tocou?

Os discípulos dizem que é impossível saber, pois todos O apertam, comprimem.

Ela se atira aos pés Dele e confessa:

Fui eu, Senhor. Guardava a certeza que, em tocando-Te as vestes, recuperaria a saúde.

Jesus a envolve em Seu olhar e a sossega:

Filha, vai em paz. A fé te salvou. Fica livre do teu mal!

Algum tempo depois, Ele foi preso. Às horas de angústia da incerteza do destino Dele, se seguiu a cruel subida até à Colina da Caveira.

Sob o peso do madeiro que carrega, enfraquecido por não ter Se alimentado desde a noite anterior e pelas longas horas de flagelação, Ele cai.

Ela não se contém. Burla a vigilância dos soldados e corre-Lhe ao encontro. Com uma toalha branca, limpa-Lhe a face ensanguentada e dorida.

Quando a retira, nela estava estampado o rosto Dele, tingido pelo sangue.

Vai em paz! Lembrar-Me-ei de ti…- escuta ela em seu coração.

* * *

Antigas tradições cristãs dizem que essa mulher se chamava Serápia e que, a partir desse episódio, ficou conhecida como Verônica, que quer dizer: verdadeira imagem.

Verônica ou Berenice – que importa? O que ressalta é o exemplo de gratidão que se permite externar.

Ela acompanha o Mestre, na Sua caminhada dolorosa, afronta a soldadesca, tudo para limpar o rosto Daquele que um dia a envolvera em Seu olhar amoroso, desejando-lhe paz.

Ele lhe retribui o gesto, deixando impresso Seu semblante na toalha alvinitente.

A recompensa da gratidão.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. A mulher hemorroíssa, do livro As primícias do reino, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Sabedoria

Fonte: Momento de Reflexão

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REFLEXÃO: A SABEDORIA DAS CRIANÇAS

Na coluna REFLEXÃO deste sábado trago mais um texto sensacional da Redação do Momento Espírita: A Sabedoria das Crianças. Um texto que merece uma REFLEXÃO especial, pois chegamos ao mundo como criança e partimos dele também como criança. Entenda o porquê!

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A sabedoria das crianças

Certa feita, Jesus serviu-Se de um menino como exemplo, dizendo que o reino dos céus é daqueles que lhe fossem semelhantes.

As crianças, em verdade, nos surpreendem. Com sua argumentação, com sua lógica e conclusões, mais de uma vez.

Foi assim que um menino de 13 anos ligou para uma determinada rádio no Texas.

Ele mora em uma fazenda no meio do Estado do Nebraska. Identificou-se como Logan Henderson e começou um diálogo com o locutor do programa.

Contou que um bezerro nascera de uma vaca muito velha, na fazenda onde mora e, por ter algumas dificuldades, como falta de vitamina C, era muito fraco.

Narrou que, na noite anterior, o bezerro quebrara a coluna e, por isso tivera que ser sacrificado.

Com a morte do animal, Logan ficara muito triste e passou a interrogar a Divindade:

Por que, Deus? O animal era muito especial para mim. Por que ele teve que morrer?

Até aí, a narrativa não tinha maiores novidades. Uma criança falava de sua perda, do sentimento que a tomara pela morte do seu animal.

Contudo, o que viria na sequência é que deixou impressionados o locutor e os ouvintes. O garoto disse mais ou menos assim:

Deus me respondeu:

“Logan, Meu filho era especial, mas Ele morreu por um propósito.”

E antes que a surpresa se diluisse, concluiu o menino:

Sabe, aquele bezerro era muito querido por mim. E o Filho de Deus era querido por Ele.

Eu só queria dizer a você que isso é muito importante.

Quando você perde uma pessoa que você ama ou um animal de estimação, lembre-se que Deus deu Seu Filho também.

E Ele entende você. Ele sempre vai entender. Somente corra para Ele.

Emocionado, o locutor lhe respondeu: Logan, você é mais sábio do que imagina.

* * *

O fato é singelo. A fala do garoto, dependendo da crença religiosa que se abrace, pode soar um pouco estranha. Talvez infantil demais.

Ou ousada, pela comparação que faz entre a morte do nosso Irmão e Mestre Jesus e a perda de um animal.

Mas, a conclusão a que chega é que importa.

Deus sempre entende os Seus filhos. Entende quando eles sofrem pela perda de um animal, de um ser amado.

Entende as lágrimas da infância e a dor madura de quem já viveu muitas experiências e vai enfrentar a solidão, porque seu grande amor partiu.

Pensemos nisso. Pensemos na Sabedoria Divina que Se serve de fatos aparentemente corriqueiros para grandes lições.

Que Se serve da palavra de um menino para dizer ao mundo: Não se desespere se o seu amor morrer. Volte-se para Deus. Ele entende você. Ele vela por você.

É só pedir. É só chamar por Ele. É só se voltar para Ele.

Redação do Momento Espírita, a partir de diálogo que circula pela Internet, atribuído a Logan Henderson, de uma fazenda do Estado do Nebraska, USA.

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AUTOCONHECIMENTO: A VERDADEIRA SABEDORIA

Caro(a) leitor(a),

Este foi o texto que mais me tocou até aqui, pois com muita maestria e clareza nos ensina sobre o caminhar à sabedoria e de que se compõe essa trajetória, pautada sobre as visões budista e cristã, do saber e da fé, através da expansão da consciência, cujo próprio Buda só reconheceu depois de sete anos de tentativas errôneas pela abstenção de alimento e sofrimento corporal. Verificou então que a suprema sabedoria só se alcança através do desenvolvimento das duas coisas juntas: Saber e fé! Leia este magnífico texto de Valdomiro Lorenz e a abra a sua mente assim como o Buddha o fez!

 

A VERDADEIRA SABEDORIA – por Francisco Valdomiro Lorenz

– Por Francisco Valdomiro Lorenz –

Ninguém nasceu sábio, diz um provérbio; e tem razão. Todos os entes humanos vêm a este mundo terrestre com o fim de aprenderem; e, quem deve aprender, não é, naturalmente, ainda sábio. Até o Mestre Jesus enquanto criança não era reconhecido como sábio. Diz o evangelista: “Jesus crescia em sabedoria e em idade”; portanto a Sabedoria foi manifestando-se nele, gradualmente. Ainda depois de haver sido batizado no Jordão, teve que combater as tentações, personificadas pelo Satanás.

E o mestre Buddha, quanto tempo precisou para descobrir a Fonte da Sabedoria? Ele, cujo nome mesmo significa “Sábio” ou “Iluminado”. Não foi no esplêndido palácio real, não foi entre os gozos e prazeres, nos banquetes e no meio dos aduladores e servos submissos, que adquiriu Iluminação Suprema. Mas também não foi na vida ascética que essa Iluminação baixou sobre ele.

Nos primeiros 29 anos de sua vida cercavam-no de numerosos véus de Maya sensual, ilusão dos sentidos físicos; sete anos teve que lutar contra as Ilusões astrais, até que, por fim, reconhecendo que não se consegue obter a Suprema Sabedoria nem por meio de abstenção de alimento, nem por meio de sofrimento corporal, desistiu desses métodos errôneos e tratou de abrir a sua Mente. E então, só então se sentiu mergulhado na luz da Eterna Sabedoria. Só então obteve o conhecimento das suas encarnações anteriores e o conhecimento do método pelo qual se obtém a extinção dos desejos egoísticos e dos vínculos cármicos.

Dois são os caminhos que levam ao pleno conhecimento da Verdade, que é, ao mesmo tempo, a Suprema Sabedoria. Um deles é o caminho do Saber; o outro, o caminho da Fé. O primeiro prevalece no Buddhismo; o segundo, no Cristianismo.

Não pense, porém, que estes dois Caminhos são contrários um ao outro; ambos levam ao mesmo Alvo, e unem-se antes de chegar a ele.

Ambos são necessários, porque cada Alma há de percorrê-los a ambos, mas não precisa fazê-lo na mesma encarnação. Como alguns dos que já “entraram no caminho” têm desenvolvido mais as faculdades racionais, e outros desenvolveram mais o “coração”, isto é, as faculdades sensitivas, é natural que os primeiros fazem mais progresso pelo Caminho do Saber, e os outros pelo Caminho da Fé.

O primeiro, também chamado o Caminho da Razão, observa o Universo objetivamente e descobre nele uma única Lei impessoal, que rege todos os acontecimentos, unindo-os numa harmoniosa Unidade. Ao buddhista, essa Lei de Carma, a Lei de Causalidade, ou Lei de Causa e Efeito, explica os mistérios da aparente injustiça moral, e a existência de uma Verdadeira Justiça Universal.

Ao cristão, verdadeiro discípulo de Jesus Cristo, a Luz do segundo caminho, o da Fé ou Caminho do Coração, apresenta o Universo como um Ser Supremo, Deus Criador e Eterno Legislador.

Mas, para o verdadeiro Sábio, não há diferença essencial entre esses dois métodos de Conhecimento. Ambos são apenas dois aspectos de uma mesma Coisa, como os Discípulos dos Mestres já o reconhecem.

Uma vez foi Buddha perguntado: “Há ou não há Deus Criador?” Então, a quem julgava que tal Ser existia, o Iluminado apresentou objeções que podiam provar a inexistência de Deus. Em seguida, porém, continuou dizendo: “E agora te provarei o contrário do que acabo de afirmar.” E pôs-se a dar-lhe provas irrefutáveis da existência de Deus Criador. Vendo o discípulo confundido, acrescentou: “Não te inquietes com estes paradoxos; procura primeiro chegar à Iluminação, e depois tudo se te tornará claro.”

E o Caminho que guia a essa Iluminação, que esclarece todas dúvidas e nos enche de imperturbável sentimento de que existe uma infinita Sabedoria, que é, ao mesmo tempo, Infinita Bondade, Suprema Justiça, o Criador e Legislador do Universo, nosso Pai, o nosso imortal ideal, exige que algum tempo caminhemos pela Senda da Razão, e outra vez pela Senda do Coração, senão ainda não saberemos por os nossos pés assim que estejam simultaneamente em ambos esses caminhos.

Sem nos livrarmos, porém, das bagagens que o nosso Egoísmo nos pôs sobre os ombros, não faremos progresso no Caminho. Essas bagagens são: apego ao que é material e sensual; a ilusão de que alguém fora de nós pode nos salvar, mesmo sem nossa cooperação; a ilusão de que os bens materiais, em si só, têm valor para o verdadeiro Progresso; o medo de que alguém nos possa fazer mal; a ilusão de que as forças psíquicas, de per si, demonstram adiantamento espiritual.

Não devemos desprezar a matéria e seus gozos lícitos; quem o faz, sente, mais tarde, o choque de retorno; mas devemos procurar cada vez mais libertar-nos das necessidades desses gozos. Não julguemos que Jesus já nos garantiu a nossa salvação e que é desnecessário nós mesmos no-la merecer; mas compreendamos o que Jesus nos prometeu, fazendo as obras por Ele exigidas. Os bens materiais devem servir para o progresso da nossa Alma, para obras de caridade, estudos, etc; mas não para luxo e orgulho.

Ninguém nos pode fazer mal algum, se nós não lhe temos dado motivo. Não nos fiemos no psiquismo; ele deve ser servo das Forças Benfazejas, mas não se deve tornar nosso escravizador, nem um meio de sermos seduzidos por forças maléficas.

Quem deseja obter a Liberdade Espiritual, siga estas regras.

(Texto extraído da Revista “O Pensamento”; Março/Abril – 1997 – páginas 59-61).

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FILOSOFIA: SABEDORIA ESTOICA – O SÁBIO É IMUNE AOS INFORTÚNIOS

Na coluna FILOSOFIA desta quinta-feira temos mais uma mini-palestra do filósofo Leandro Karnal. Desta vez ele fala sobre a Sabedoria Estoica: O sábio é imune aos infortúnios. Uma palestra que vale a pena conferir!

Fonte: 

Publicado em 29 de set de 2017

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