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BOAS NOTÍCIAS: ESTUDOS CIENTÍFICOS COMPROVAM RELAÇÃO DIRETA ENTRE EXERCÍCIOS FÍSICOS E FELICIDADE!

Na nossa sessão de Boas Notícias deste  sábado temos um estudo que comprova a relação direta entre exercícios físicos e a felicidade e saúde mental. Leia a reportagem e fique por dentro.

Exercícios físicos provocam felicidade e saúde mental positiva

Os exercícios físicos podem melhorar a saúde mental positiva da mesma forma que amenizam os aspectos negativos da saúde mental.
Foi o que constataram Weiyun Chen e Zhanjia Zhang, da Universidade de Michigan (EUA).
Os pesquisadores examinaram quais aspectos da atividade física estavam associados à felicidade e ao contentamento e quais parcelas da população poderiam se beneficiar dos efeitos.
Eles revisaram 23 estudos científicos que incluíram aspectos da felicidade e da atividade física. A conclusão incluiu informações sobre a saúde de milhares de adultos, idosos, adolescentes, crianças e até sobreviventes de câncer – todos de vários países.
Felicidade
Os 15 estudos observacionais incluídos na amostra revelaram uma associação positiva direta, ou indireta, entre felicidade e exercícios físicos.
Em comparação com pessoas inativas, a probabilidade de se sentir feliz é de 20% para pessoas que estão insuficientemente ativas, 29% para aquelas que se consideram suficientemente ativas e de 52% para as muito ativas.
“Nossos resultados sugerem que a frequência e o volume de atividade física são fatores essenciais na relação entre atividade física e felicidade,” disse Chen.
“Mais importante ainda: até mesmo uma pequena mudança na atividade física faz a diferença na felicidade.”
A revisão de estudos observacionais indica que há um efeito de limiar para a relação entre felicidade e atividade física – vários estudos revelaram dois níveis de felicidade similares, um para as pessoas que se exercitavam de 150 a 300 minutos por semana, e outro, mais elevado, para as pessoas que se exercitavam mais de 300 minutos por semana.
Os resultados foram publicados no Journal of Happiness Studies.
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SAÚDE: DR. MARCO MENELAU FALA ALERTA QUE A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA C É A CAUSA DE MUITAS DOENÇAS E NÃO É DO INTERESSE DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA INFORMAR A POPULAÇÃO

Na sessão SAÚDE desta quarta-feira o Dr. Marco Menelau esclarece sobre a deficiência e a importância da Vitamina C para o nosso corpo e a nossa saúde. Faz uma grave denúncia contra a indústria farmacêutica e ao corporativismo médico quanto a desinformação dessa deficiência. E enfatiza que precisamos de 2 a 3 g por dia dessa vitamina. Veja quais são os 9 sinais de que seu corpo está deficiente de Vitamina C! Não deixe de ver esse vídeo!

Fonte: 

Publicado em 14 de mar de 2019

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HRTM EM MOSSORÓ REALIZA CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA TRANSPLANTE

Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, realiza captação de órgãos

Órgãos foram enviados para Natal, Porto Alegre e Belo Horizonte

Redação
27/06/2022 | 11:52

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, realizou neste domingo (26) uma dupla captação de órgãos para transplante. Os órgãos foram doados pelos familiares de dois pacientes da cidade de Serra do Mel, ambos vítimas de traumatismo craniano.

Foram enviados dois rins para Natal, um rim para Porto Alegre-RS, e um fígado para Belo Horizonte-MG, transportados com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo a SESAP, o hospital Tarcísio Maia chegaou a 40 captações, coordenadas pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT/HRTM).

“Reforçamos a importância desse gesto das famílias dos doadores, que transformaram sua perda em esperança para os pacientes que terão sua vida renovada”, disse Rogéria Medeiros, coordenadora da Central de Transplantes do RN.

Fonte: Agora RN

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FALTA DE APOIO PROVOCA FECHAMENTO DO NÚCLEO PARA TRATAMENTO DA OBESIDADE INFANTIL NO VARELA SANTIAGO

Por g1 RN

 

Hospital Infantil Varela Santiago anuncia fechamento do Núcleo para Tratamento da Obesidade — Foto: DivulgaçãoHospital Infantil Varela Santiago anuncia fechamento do Núcleo para Tratamento da Obesidade — Foto: Divulgação

O Hospital Infantil Varela Santiago anunciou nesta sexta-feira (24) que vai fechar o Núcleo para Tratamento da Obesidade Infantil da unidade. De acordo com a direção, a decisão se deu por questões financeiras.

O Núcleo começou a funcionar em outubro de 2019. “Tínhamos uma despesa de 20 mil reais por mês. Aguardamos o primeiro ano, segundo ano, não tivemos nenhum apoio. Não suportamos mais e infelizmente vamos ter que fechar. É muito triste, ainda mais em um Estado que amarga o título de segundo colocado no país em número de obesos na faixa etária dos 05 aos 09 anos de idade”, disse o diretor superintendente da instituição Paulo Xavier Trindade.

Até junho de 2022, o núcleo realizou oito mil consultas e atendeu 115 crianças. “Nos primeiros quatro meses de tratamento tivemos redução de peso em 92,5% dos pacientes e 87,5% deles diminuíram a gordura corpórea. A média de perda de peso foi de 450g por consulta, quase meio quilo. Em nenhum lugar do mundo a gente encontra números tão bonitos”, afirma a endocrinologista pediatra Iluska Medeiros, coordenadora do Núcleo.

“O mais preocupante é que se essas crianças mantiverem a obesidade até os 10 anos, elas têm uma chance de 80% de se tornarem adultos obesos. Então o problema que já é grave hoje, tende a piorar ainda mais no futuro”, disse a médica.

O Núcleo oferecia atendimento multidisciplinar. “Investimos em um projeto diferenciado e pioneiro no Nordeste, com bioimpedância, o que tem de melhor em tecnologia para tal fim. Reunimos uma equipe técnica de primeira. As crianças eram vistas de 15 em 15 dias. Não era aquele núcleo que você faz uma consulta com um endocrinologista ou nutricionista, eles passam uma receita e o paciente volta com 6 meses. No nosso núcleo elas eram vistas quinzenalmente”, afirma Paulo Xavier.

A ideia, segundo o diretor, era que essas crianças continuassem sendo vistas de 15 em 15 dias, mas por falta de transporte dos municípios elas faltavam e o atendimento passou a ser mensal. “Criamos o núcleo para dar, além da assistência técnica, vale transporte e uma cesta para a criança se alimentar naquele período. Não adianta a gente orientar a criança e a mãe qual alimento ela deve dar, ensinar em uma oficina, e ela chegar em casa e não ter esse alimento, nem como comprá-lo. Nossa ideia era fazer uma coisa completa”, diz o diretor.

O fechamento do núcleo traz tristeza e preocupação à coordenadora. “Infelizmente vai deixar uma parcela importante da população sem assistência e provavelmente essas crianças, sem um bom acompanhamento, evoluírem para problemas futuros e com certeza onerar ainda mais o sistema de saúde com problemas cardiovasculares, insuficiência renal, hipertensão, etc”, diz a a endocrinologista pediatra Iluska Medeiros.

Hospital Infantil Varela Santiago anuncia fechamento do Núcleo para Tratamento da Obesidade — Foto: Adriano AbreuHospital Infantil Varela Santiago anuncia fechamento do Núcleo para Tratamento da Obesidade — Foto: Adriano Abreu

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NUTRIÇÃO: PRIORIZE O SEU CÉREBRO E FAÇA UMA NUTRIÇÃO A BASE DE ÔMEGA-3

A nutrição do nosso corpo é primordial à nossa saúde e começa pelo cérebro. Nesta quinta-feira o destaque, aqui na coluna NUTRIÇÃO é uma dieta do mediterrâneo e ômega-3, priorizando o cérebro e uma melhor saúde mental. Então, aproveite essa oportunidade incrível e leia o artigo completo a seguir!

A melhor nutrição está no cérebro: dieta do mediterrâneo e ômega-3 é a receita para uma melhor saúde mental

Alimentos ricos em ômega 3 sobre mesa de madeira.
Tatjana Baibakova / 123RF

A digestão ocorre no estômago e no intestino, mas é o hipotálamo, no cérebro, que controla o apetite e a necessidade de ingestão de alimentos, sendo o responsável pelo controle da fome e da sede.

Essa região do cérebro está relacionada à sobrevivência, estando por essa razão localizada no chamado cérebro reptiliano. Ela é responsável por nos “lembrar” que devemos nos alimentar e beber. Nosso cérebro representa 2% do peso no nosso corpo, mas usa 20% da energia, por isso a alimentação é uma fonte de energia vital. Em relação à água, o cérebro consiste em 73% de água. Se retirarmos a água, nosso cérebro consiste em 60% de gordura e a gordura de melhor qualidade é o ômega-3.

O ômega-3 é retirado de peixes gordos, como salmão, arenque e sardinha. Leite e ovos também têm ômega-3, mas há um porém: se os animais se alimentaram do pasto, terá ômega-3, caso seja alimentado de forma industrializa este não será produzido. Exatamente como o salmão de cativeiro, que representa a maioria do consumo e que não possui ômega-3, sendo ideal que o salmão seja selvagem. Que tal as nozes, sementes de chia, linhaça? Também contêm ômega-3 e é uma ótima gordura para o nosso cérebro. Para bebês, o leite materno tem ômega-3 e pesquisas já revelaram que crianças que foram amamentadas por ele tiveram melhor desempenho escolar.

Não produzimos ômega-3, ela vem da dieta, no caso da amamentação, vem da nutrição na dieta da mãe. A melhor alternativa são as fontes naturais e não de vitaminas, estas não são comprovadamente um substituto com a mesma qualidade dos alimentos naturais.

Bebê sendo amamentado pela mãe.
Anna Shvets / Pexels

O cérebro cresce a uma taxa de 250 mil células nervosas por minuto, durante a gestação, nos 3 primeiros meses o cérebro do recém-nascido vai de 55% do tamanho do cérebro adulto.

E a melhor dieta? A do mediterrâneo, confira uma rotina nesta dieta:

Café da manhã

Chá de ervas e frutas, não muitas, o suficiente. Pode optar pelo sanduíche com duas fatias de pão integral com queijo de cabra ou minas, azeite, tomate, ervas e manjericão.

Pode optar pelos frutos secos na parte da manhã, pois como têm muitas calorias, sustenta ao longo do dia e são “queimados“ no decorrer do dia.

Almoço

Peixe em especial os mais gordurosos que contenham ômega-3. Tempere-o com ervas e especiarias como noz moscada, tomilho, alecrim e orégano. Arroz integral com lentilhas, legumes como cenoura, tomate, couve-flor e salada. Pode substituir o peixe por carne sem gordura, seja de vaca, porco, que esteja bem cozida. O cogumelo é uma ótima opção aos vegetarianos e contém alta fonte de proteína.

Sobremesa

Espere uns 30 minutos após a refeição para comer frutas como ameixa, laranja, abacaxi, tangerina ou kiwis.

Lanche da tarde

Iogurte natural com frutas vermelhas com farelo de aveia e um fio de mel. Pode variar no dia seguinte com iogurte com lactobacilos vivos para ajudar na microbiota intestinal.

Jantar

Uma sopa leve ou uma refeição mais leve como sardinha, atum, com berinjela, azeite, azeitonas, pimentão, cebola, alho podendo acrescentar uma fatia de pão integral para acompanhar.

Ceia

Um bom chá de camomila, manjericão com alecrim, maçã, chás que favoreçam um bom relaxamento.

Obrigado

Fabiano de Abreu
Escrito por Fabiano de Abreu
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SAIBA COMO EVITAR A TROMBOSE

CNN Sinais Vitais explica como evitar a trombose

Quando não é tratada, a condição pode evoluir para um quadro grave chamado embolia pulmonar

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Ouvir A formação de um coágulo que interrompe o fluxo sanguíneo caracteriza a trombose, que pode ser perigosa para a saúde. As principais causas da trombose incluem o sedentarismo, o uso de medicamentos, a obesidade, doenças hereditárias ou predisposição genética, além de fraturas ortopédicas.

CNN Sinais Vitais desta semana explica como evitar a trombose. O programa, apresentado pelo cardiologista Roberto Kalil, vai ao ar neste domingo (19), às 19h30, reforçando o conteúdo diversificado com a marca CNN Soft.

“Quando se fala em trombose, a gente associa muito à trombose venosa, que é a formação de coágulos nas veias da perna ou qualquer veia do organismo, que pode causar embolia pulmonar. Mas a trombose inclui também a arterial é a principal causa de morte no mundo, porque inclui o infarto e o acidente vascular cerebral, que as pessoas normalmente chamam de derrame”, explica a cardiologista Ariane Macedo, diretora da Sociedade Brasileira de Trombose e Hemostasia (veja a entrevista no vídeo acima).

A formação de coágulos que entopem os vasos sanguíneos e impedem o fluxo de sangue é chamada de trombose. Existem dois tipos, a trombose venosa, que atinge as veias, e a trombose arterial, quando o bloqueio acontece em uma das artérias.

Segundo o médico angiologista César Amorim Neves, Presidente da Associação Bahiana de Medicina (ABM), a formação da trombose venosa está associada a três fatores preponderantes: hipercoagulação do sangue, lesões na parede das veias e imobilização dos pacientes.

A hipercoagulação, condição que favorece a formação de coágulos do sangue, pode estar relacionada a diferentes causas. Entre elas estão predisposição genética, alterações na quantidade ou no funcionamento de proteínas do sangue que controlam a coagulação, como deficiência de proteína C, S ou Z, entre outros distúrbios.

“Outro fator responsável pela trombose venosa são lesões na parede dos vasos. O vaso é formado por substâncias que evitam a coagulação. Às vezes, lesões nas paredes dos vasos alteram essas substâncias e levam à formação do coágulo”, explica César.

Por fim, a imobilização de longa duração também é um fator importante para a formação da trombose. Pessoas que permanecem internadas por longos períodos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) podem ter um risco aumentado para o desenvolvimento da doença.

Embolia pulmonar

Quando não é tratada, a trombose pode evoluir para um quadro grave chamado embolia pulmonar. O coágulo pode se desprender e seguir o fluxo da corrente sanguínea, até se alojar nos pulmões. Os sintomas incluem dor no peito, falta de ar, tosse repentina, suor e tontura. A condição pode levar à necrose dos tecidos da região afetada, devido à interrupção da circulação sanguínea.

“10% das mortes dentro dos hospitais ocorrem por embolia pulmonar”, afirma Fábio Henrique Rossi, coordenador da residência médica em Cirurgia Vascular e Endovascular do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo.

O tromboembolismo é a terceira causa de morte no contexto das doenças cardiovasculares. Na pandemia da Covid-19, o número de casos de pessoas com trombose aumentou. Cerca de 16% dos pacientes infectados pelo coronavírus desenvolveram a condição.

O episódio mostra o caso do empresário Wendolino Israel. Aos 65 anos, ele teve uma embolia pulmonar quando estava internado em UTI, ainda se recuperando da Covid-19.

O cardiologista e professor titular da Divisão de Cardiologia da Duke University, dos Estados Unidos, Renato Lopes, publicou um estudo sobre um novo protocolo com o uso de anticoagulantes para pacientes internados em UTIs.

“O Brasil é referência no mundo em tratamento de trombose. As instituições estão se unindo em prol da ciência e conseguimos resultados até mais rápidos do que os Estados Unidos e Europa. O mundo passou a seguir nossos resultados”, destaca Lopes.

A equipe da CNN apresenta ainda a história da publicitária Beatriz Almeida. O uso precoce e prolongado de um anticoncepcional levou ao desenvolvimento da trombose aos 23 anos. A jovem foi submetida ao procedimento de angioplastia para colocar um stent na veia e, assim, liberar espaço para a circulação do sangue.

No episódio, especialistas mostram como é realizado o procedimento a partir de outro caso de um paciente internado no Hospital Dante Pazzanese.

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PRIMEIRO CASO DE VARÍOLA DE MACACOS É CONFIRMADO NA CAPITAL FLUMINENSE

Rio de Janeiro confirma primeiro caso da varíola dos macacos

Até o momento, foram confirmados cinco casos da doença no país, segundo o Ministério da Saúde

Camille Couto

Léo LopesCarolina Figueiredo

Iuri Corsini

da CNN

no Rio de Janeiro e São Paulo

O Rio de Janeiro confirmou, nesta quarta-feira (15), o primeiro caso da varíola dos macacos na capital fluminense.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), a pessoa infectada é “um homem brasileiro, de 38 anos, residente em Londres, que chegou ao Brasil em 11 de junho e procurou atendimento médico no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) no dia seguinte da sua chegada”.

A SMS-Rio também informou que o resultado positivo para a doença foi confirmado nesta terça (14) pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Ele está com sintomas leves, em isolamento domiciliar e sob o monitoramento da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS-Rio). Todos os seus cinco contactantes estão em investigação para orientações e monitoramento”, informou a secretaria.

“A SVS-Rio mantém vigilância ativa para detecção oportuna de casos da doença no Município do Rio de Janeiro. Também está monitorando o cenário epidemiológico nacional e internacional mantendo as unidades de saúde informadas e orientadas para vigilância, alerta e resposta a eventos de saúde pública”, conclui a nota da SMS-Rio.

Terceiro caso em SP

A cidade de São Paulo confirmou, na noite de terça-feira (14), o terceiro caso de varíola dos macacos. O paciente é um homem, de 31 anos, que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e apresenta bom estado de saúde.

Cinco casos confirmados

Com os dois registros recentes nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, o país tem um total de cinco casos confirmados de varíola dos macacos, com outros dois casos em São Paulo e um no Rio Grande do Sul.

Em nota, o Ministério da Saúde confirmou que foi notificado sobre os dois novos casos na terça-feira.

“As medidas de controle foram adotadas de forma imediata, como isolamento e rastreamento de contatos em voo internacional com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contados”, diz a nota.

O terceiro caso confirmado foi de um homem de 51 anos, que está isolado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, após viagem a Portugal.

O caso foi notificado à Saúde pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do Rio Grande do Sul após a confirmação laboratorial por RT-PCR realizada pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo (IAL/SP).

Segundo nota do ministério, o paciente está em isolamento, com quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e do Município.

O primeiro caso da Monkeypox foi confirmado na quinta-feira (9) na capital paulista. O paciente é um homem de  41 anos que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas com boa evolução do quadro clínico.

Um homem de 29 anos de Vinhedo, interior de São Paulo, com histórico de viagem para Portugal e Espanha, também testou positivo para a varíola dos macacos no último sábado (11).

Oito casos suspeitos

Um levantamento realizado pela CNN aponta que o Brasil investiga ao menos oito casos suspeitos da varíola dos macacos.

O Centro de Vigilância Epidemiológico (CVE) paulista e a prefeitura de São Paulo  investigam desde a semana passada um outro paciente, uma mulher de 26 anos, também moradora da Capital.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) também informou que foram notificados dois casos suspeitos da doença ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS-Minas).

Um deles foi uma morte informada pelo município de Uberlândia no dia 11 de junho, e um caso suspeito em Ituiutaba, comunicado no dia 12 de junho.

São os dois primeiros casos em investigação pela doença no estado de Minas Gerais.

Os casos não têm histórico de deslocamentos ou viagens para o exterior. Dentre os contatos próximos, ainda não há nenhum caso sintomático.

Além do caso confirmado no Rio Grande do Sul, o estado já notificou ao Ministério da Saúde a investigação de outro caso suspeito, de um residente de Porto Alegre.

O estado do Maranhão também investiga um casos suspeito.

O caso aguarda os resultados dos exames cujas amostras estão sob análise do Lacen/MA e do laboratório da Fundação Ezequiel Dias.

A Bahia também confirmou a existência de um casos suspeito da doença. Amostras do paciente foram encaminhadas ao LACEN Bahia para investigação.

A Secretaria da Saúde do Ceará recebeu, no dia 7 de junho, a notificação de um caso suspeito da varíola dos macacos, no município de Pacatuba. O caso é investigado.

Por fim, o Acre notificou, no dia 14, o primeiro caso suspeito da doença no estado. O paciente de 30 anos é da capital Rio Branco.

Ele está isolado e aguarda a investigação da Vigilância Epidemiológica.

Sobre a doença

A varíola dos macacos é uma doença infectocontagiosa encontrada principalmente na África Ocidental e Central. A transmissão da patologia ocorre por meio de contato direto com uma pessoa infectada que apresente lesões na pele, ou por gotículas de saliva.

Os sintomas iniciais são semelhantes aos da gripe, como febre, calafrios, exaustão, dor de cabeça e fraqueza muscular, seguidos de inchaço nos gânglios linfáticos, que ajudam o corpo a combater infecções e doenças.

(Com informações de Lucas Rocha e Rudá Moreira, da CNN)

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DICA DE LIVRO: SAÚDE PERFEITA DE DEEPAK CHOPRA

Nesta quarta-feira sugerimos aqui, na coluna DICA DE LIVRO um título que venha a somar na sua vida. A minha dica de livro de hoje vai na linha de pensamento do meu livro “Quando Fala o Coração, transforme sua vida com Amor, Intuição e Gratidão, que tem como princípio a saúde integral, formada pela harmonização do mental, físico, espiritual e emocional, através da AUTOCURA.

Escrito há cerca de uma década, “Saúde Perfeita” é o primeiro guia prático de como usar o poder curativo da mente. Deepak Chopra descreve como os avanços na física e na medicina confirmam a validade de um sistema médico com 5000 mil anos. Proveniente da Índia antiga, conhecido como Ayurveda, e como aplicar esta sabedoria antiga à vida diária. A partir da compreensão do modo como cada indivíduo funciona, este livro apresenta um programa de alimentação, exercícios, meditação e massagens, de forma a restabelecer o equilíbrio essencial do corpo com a Natureza, a reforçar a ligação da mente com o corpo e a promover a cura. Que é como quem diz, para atingir a saúde perfeita. Esta edição foi revista e actualizada para incluir as últimas pesquisas médicas.

Saúde Perfeita

Fonte: Acervo pessoal

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PLANO DE SAÚDE FOI OBRIGADO PELA JUSTIÇA DO RN FORNECER ATENDIMENTO DOMICILIAR À CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL

Por g1 RN

 

Martelo da Justiça — Foto: GloboNewsMartelo da Justiça — Foto: GloboNews

A Justiça Estadual determinou que uma operadora de plano de saúde disponibilize, no prazo de cinco dias, serviço assistencial médico domiciliar (home care) para uma criança portadora de paralisia cerebral. A decisão é liminar da1ª Vara da Comarca de Ceará-Mirim.

Na ação, a criança foi representada pela mãe que relatou que no último dia 17 de maio houve prescrição médica para o serviço de assistência médica domiciliar com apoio multiprofissional de fisioterapia motora e respiratória todos os dias, fonoaudiologia três vezes por semana, nutricionista, médico e enfermeiro, com a disposição de técnico de enfermagem por 24 horas e visita médica, nutrição e da enfermagem a cada 15 dias.

A mãe alegou que o plano de saúde, no entanto, autorizou tão somente serviços de fonoaudióloga e fisioterapeuta duas vezes por semana, o que diz ser insuficiente. A mãe informou na ação que a criança continuava internada no hospital e que a equipe médica exigiu que ela só poderia sair com a disponibilidade de enfermeira 24 horas por dia nos termos do laudo, já que sem o home care a vida da criança ficaria em risco.

Decisão

De acordo com a decisão do juiz Herval Sampaio, a empresa deverá fornecer fonoaudióloga três vezes por semana; fisioterapeuta cinco vezes por semana; médico quinzenalmente; serviço de enfermagem por 24 horas mediante técnica de enfermagem; enfermeira quinzenalmente; nutricionista quinzenalmente; fornecimento do medicamento Depakene 50 mg/ml, conforme prescrição médica; fornecimento de fraldas, conforme prescrição médica; Dieta Nutri Fiber 1.5; material suficiente para procedimento completo (gases, luvas e seringas); serviço de remoção para em casos de emergência; cama hospitalar; cadeira de banho adaptada; cadeira de rodas adaptada, além dos materiais, insumos e medicamentos necessários à manutenção da vida e saúde da autora.

“Salientou-se, no referido julgado paradigma, que o serviço de home care, quando necessário – como no caso analisado –, é menos oneroso para o plano de saúde do que a internação em hospital e que a alegação da ausência de previsão contratual não beneficia o plano de saúde, porque, na dúvida sobre as regras contratuais, deve prevalecer a interpretação mais favorável ao segurado que faz um contrato de adesão, nos ditames das normas abrigadas no art. 47 do Código de Defesa do Consumidor e do art. 423 do Código Civil”, relata a decisão.

Para o magistrado, reconheceu-se que é abusiva a recusa do plano de saúde a cobrir as despesas do serviço de atendimento domiciliar, imprescindível para a criança.

O magistrado afirma ainda que o laudo médico anexado ao processo é cirúrgico ao dizer que se evidencia a necessidade de apoio multiprofissional para manter a saúde da criança, detalhando inclusive o suporte terapêutico para tal fim. “Como se vê, as recomendações médicas são bastante claras e precisas ao descrever a necessidade do serviço pleiteado pela demandante para a manutenção de sua saúde e vida. Portanto, a probabilidade do direito é evidente”.

Fonte: G1 RN

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TERCEIRO CASO DE VARÍOLA DOS MACACOS É CONFIRMADO NO BRASIL

Ministério da Saúde confirma terceiro caso da varíola dos macacos

Homem, de 51 anos, está isolado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, após viagem a Portugal

Júlia Vieira

da CNN

São Paulo

Ministério da Saúde confirmou na noite deste domingo (12) o terceiro caso de varíola dos macacos no Brasil. Trata-se de um homem de 51 anos, que está isolado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, após viagem a Portugal.

O caso foi notificado à Saúde pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do Rio Grande do Sul após a confirmação laboratorial por RT-PCR realizada pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo (IAL/SP).

Segundo nota do ministério, o paciente está em isolamento, com quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e do Município.

“Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, informa a Saúde.

Organização Mundial de Saúde (OMS) já foi notificada sobre a confirmação.

“O caso, que estava em monitoramento desde o dia 27 de maio, trata-se de um homem que encontra-se em viagem a Porto Alegre. O homem procurou atendimento médico no último dia 19 e novamente no dia 23 de maio. Paciente desconhece contato com pessoas em Portugal que sejam confirmadas ou suspeitas para a doença varíola do macaco até o presente momento e relata melhora parcial das queixas citadas com tratamento instituído”, diz a secretaria.

Outros casos

O primeiro caso da Monkeypox foi confirmado na quinta-feira (9) na capital paulista. O paciente é um homem de  41 anos que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas com boa evolução do quadro clínico.

Um homem de 29 anos de Vinhedo, interior de São Paulo, com histórico de viagem para Portugal e Espanha, também testou positivo para a varíola dos macacos no último sábado (11).

Sobre a doença

A varíola dos macacos é uma doença infectocontagiosa encontrada principalmente na África Ocidental e Central. A transmissão da patologia ocorre por meio de contato direto com uma pessoa infectada que apresente lesões na pele, ou por gotículas de saliva.

Os sintomas iniciais são semelhantes aos da gripe, como febre, calafrios, exaustão, dor de cabeça e fraqueza muscular, seguidos de inchaço nos gânglios linfáticos, que ajudam o corpo a combater infecções e doenças.

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SAIBA QUAIS AS UNIDADES DE SAÚDE DE NATAL QUE ABRIRÃO NESTE SÁBADO (11) PARA ATENDER MULHERES DO PROJETO MULHER 365

Unidades de Saúde de Natal abrem neste sábado para atender mulheres no Projeto Mulher 365; confira locais

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação/SMS Natal

O Projeto Mulher 365 tem objetivo de alertar as mulheres sobre a prevenção contra o câncer do colo do útero. Desta forma, a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai abrir neste sábado (11) das 8h às 12h, seis unidades de saúde realizando atendimento exclusivo para mulheres com a disponibilização do exame citopatológico. Além deste exame, haverá consulta médica, testagem de ISTs, vacinação e todos os atendimentos que a unidade possui voltados para a saúde da mulher.

“O projeto Mulher 365 teve início em 2018, porém estava suspenso por causa da pandemia, agora uma vez por mês faremos essa ação. A data será sempre no sábado e a demanda é aberta, ou seja, basta levar o cartão do SUS e RG que o atendimento será realizado”, afirma George Antunes, Secretário de Saúde de Natal.

Unidades que participarão do Mulher 365

UBS Bela Vista

USF Rosângela Lima

UM de Mãe Luiza

USF Felipe Camarão III

USF Cidade Nova

USF Monte Líbano

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SEGUNDO MINISTRO DA SAÚDE, CARTILHA EDITADA PELA PASTA MENTE SOBRE O ESTATUTO LEGAL DO ABORTE SERÁ DISCUTIDA COM A SOCIEDADE

 

Ministro Marcelo Queiroga — Foto: REUTERS/Ueslei MarcelinoMinistro Marcelo Queiroga — Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse ao blog nesta quinta (9) que a cartilha editada pela pasta – que mente sobre o estatuto legal do aborto no Brasil – será posta em discussão com a sociedade.

A cartilha, disponível no site do Ministério da Saúde, afirma que “todo aborto é crime”, o que não é verdade: o Código Penal brasileiro estabelece que extingue-se a punibilidade em caso de aborto de gravidez resultante de estupro e se não houver outro meio de salvar a vida da gestante. Além disso, em 2012 o STF decidiu que a punição é extinta também nos casos de interrupção de gravidez de feto anencéfalo.

“Não existe aborto ‘legal’ como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos. O que existe é o aborto com excludente de ilicitude. Todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após investigação policial, ele deixa de ser punido, como a interrupção da gravidez por risco materno”, diz a cartilha.

Ao blogMarcelo Queiroga – que se diz radicalmente contrário ao aborto – afirmou que os casos em que o aborto é permitido, previstos em lei, devem ser respeitados e são atendidos pelo SUS.

No entanto, em vez de revogar a cartilha, Queiroga propõe debater a questão com a sociedade. O ministro afirmou ao blog que o tema do aborto deverá ser discutido em audiência pública, ainda sem data prevista, em que “todas as correntes de pensamento serão convidadas”.

Fonte: G1

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS MUNICÍPIOS RECEBERÃO A CARAVANA RN+ CORAÇÃO

RN+ Coração promove caravana de exames e consultas em 6 municípios

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Divulgação

Neste ano de 2022, o mês de conscientização da Cardiopatia Congênita aqui no Rio Grande do Norte será muito especial. A partir da parceria entre a Associação dos Amigos do Coração da Criança (AMICO) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde Pública (SESAP), o Programa RN+Coração, que visa promover o diagnóstico precoce das cardiopatias infantis por todo o estado, realizará a caravana “RN+Coração – Na estrada”.

Quase 60 voluntários levarão atendimento e exames de cardiologia pediátrica às crianças que deles necessitam, em seis dias de atendimento, iniciando por Natal, seguindo por Macaíba, São José de Mipibu, Currais Novos, Pau dos Ferros e Mossoró.  Os mutirões contam com o apoio do INCOR Natal, Hospital Rio Grande e Círculo do Coração de Pernambuco. O mutirão terá início na próxima sexta-feira (10), às 7h30, na sede da Amico.

“A expectativa da caravana é buscar e tratar aquelas crianças que sequer receberam os diagnósticos, tirar dúvidas sobre a cardiopatia congênita, além de diminuir a demanda reprimida daquelas que já têm um diagnóstico, mas, pela distância da capital, pela falta de conhecimento dos familiares e mesmo pela questão da regulação, não conseguem manter o tratamento necessário”, pontuou o cardiopediatra Raimundo Amorim, coordenador da iniciativa.

CARDIOPATIA CONGÊNITA

No Brasil, para cada mil nascidos vivos, de 8 a 10 bebês nascem com algum tipo de cardiopatia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, são registrados anualmente cerca de 30 mil novos casos de cardiopatia no país; cerca de 20% terão cura espontânea e os demais provavelmente necessitarão de uma ou mais cirurgias cardíacas em algum momento da vida. A média nacional de crianças que conseguem um diagnóstico e tratamento se aproxima de 30% do total.

Aqui no RN, cerca de 500 crianças nascem com más formações cardíacas. No entanto, devido ao trabalho desenvolvido pela AMICO, a taxa das crianças que são tratadas se aproxima de 50%. “Com o RN+Coração, vamos avançar. Mais pais, irmãos, avós terão a chance de lutar pelos seus pequenos. O Programa trará mais vida para todo estado”, explicou o presidente da Amico, o anestesiologista Madson Vidal.

“Essa é mais uma ação do RN+ Coração que, além ter por objetivo o aumento dos diagnósticos e encaminhamentos das crianças cardiopatas ao tratamento necessário, vem promovendo capacitação dos profissionais de saúde, lutando pela universalização do teste do pezinho nas unidades e a informatização de todos os dados. Com todo esse trabalho digitalizado, num futuro a médio prazo produziremos um banco de dados de exames realizados e do apoio diagnóstico, e dessa forma teremos um diagnóstico situacional para avaliar as necessidades de nossas maternidades e mesmo dos municípios e respectivas regiões”, finalizou a subcoordenadora de Gestão da Educação na Saúde da Sesap, Larissa Monteiro, responsável pelo programa na Secretaria.

CRONOGRAMA | RN+CORAÇÃO

10/06/2022 – Natal
Local: AMICO
R. Prof. Almeida Barreto 1787 – Bairro: Lagoa Nova
7h30

11/06/2022 – Macaíba
Local: Instituto de Ensino e Pesquisa Alberto Santos Dumont (ISD)
Av. Santos Dumont, 1560 – Zona Rural

12/06/2022 – São José do Mipibu
Local: Centro Especializado em Reabilitação de São José de Mipibu
Av. Pedro Ferreira, S/N – Bairro: Bela Vista

18/06/2022 – Currais Novos
Local: Escola Estadual Tristão de Barros
R. Bernadete Xavier, 115 – Bairro: Centro

20/06/2022 – Pau dos Ferros
Local:

21/06/2022 – Mossoró
Local: UBS Duclécio Antônio de Medeiros
R. Poeta João Liberalino – Bairro: Presidente Costa e Silva

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ESTUDO COM MEDICAMENTO PARA PACIENTES COM CÂNCER RETAL SURPREENDE CIENTISTAS

Câncer: medicamento elimina a doença durante estudo

É a primeira vez na história que os cientistas obtêm o resultado

Os pacientes foram submetidos aos exames de imagem que não detectaram a doença

Os pacientes foram submetidos aos exames de imagem que não detectaram a doença | Foto: Divulgação/MSKCC

Um pequeno estudo com um medicamento para pacientes com câncer retal surpreendeu os cientistas pelo resultado. Dos 12 pacientes que fizeram o mesmo tratamento com imunoterapia (que usa o sistema imunológico do paciente para combater a doença), todos tiveram uma notícia animadora: o câncer havia desaparecido ficando indetectável em exames físicos, endoscopia, tomografia e ressonância magnética.

“Acredito que esta seja a primeira vez que isso acontece na história do câncer”, disse o autor do estudo, Luis Diaz Jr, do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering. O artigo foi publicado em 5 de junho na revista científica New England Journal of Medicine.

O estudo foi patrocinado pela empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. O artigo foi apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.

O estudo

Os pacientes receberam o dostarlimab, um medicamento conhecido por ser inibidor de pontos de controle. Foram escolhidos pacientes com câncer retal localmente avançado — tumores que se espalharam no reto e às vezes para os gânglios linfáticos, mas não para outros órgãos.

A medicação foi dada a cada três semanas durante seis meses e custou cerca de US$ 11 mil (cerca de R$ 52 mil) por dose. O medicamento ajudou a desmascarar as células cancerosas, permitindo que o sistema imunológico identificasse quais eram e as destruísse. Segundo os pesquisadores, não houve efeito colateral significativo.

Resultados

Os pacientes que enfrentam um câncer retal passam por uma dura rotina de tratamento, com quimioterapia e radioterapia e cirurgia.

Os 12 pacientes que participaram do estudo acreditavam que ao terminar a pesquisa teriam que passar por esses procedimentos, porque ninguém esperava realmente que seus tumores desaparecessem. No entanto, tiveram uma surpresa: nenhum tratamento adicional foi necessário.

Em um editorial que acompanha o artigo, Hanna Sanoff, do Centro Abrangente de Câncer Lineberger, da Universidade da Carolina do Norte, que não participou do estudo, o chamou de “pequeno, mas interessante”.

Os autores do estudos disseram na conclusão da pesquisa que, apesar dos resultados promissores, “É necessário um acompanhamento mais longo para avaliar a duração da resposta”.

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NINISTÉRIO DA SAÚDE RECOMENDOU ATRAVÉS DE NOTA 4ª DOSE DE VACINA CONTRA COVID-19 PARA PESSOAS COM 50 ANOS OU MAIS

Saúde recomenda 4ª dose contra Covid-19 para pessoas com 50 anos ou mais

Os imunizantes de Pfizer, AstraZeneca e Janssen poderão ser usados independentemente das três primeiras doses aplicadas

Da CNN

 

O Ministério da Saúde recomendou, em nota técnica divulgada neste sábado (4), que pessoas com 50 anos ou mais e trabalhadores da saúde de todas as idades recebam a quarta dose da vacina contra a Covid-19. A informação havia antecipada nesta sexta-feira (3) pelo ministro Marcelo Queiroga.

Segundo a pasta, os imunizantes de Pfizer, Janssen e AstraZeneca podem ser usados independentemente das três doses anteriores.

“O Ministério da Saúde reforça a importância de estados e municípios seguirem as orientações da pasta para o andamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. A Pasta segue a distribuição equânime e proporcional de vacinas Covid-19 para todo país, conforme a necessidade de cada unidade federativa”, diz o comunicado.

Até o momento, 77% da população já recebeu pelo menos duas doses. Cerca de 85 milhões de brasileiros já tomaram a primeira dose de reforço.

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SAÚDE: DIA MUNDIAL SEM TABACO É CELEBRADO NESTA TERÇA-FEIRA (31) COM ALERTA SOBRE OS RISCOS QUE O HÁBITO DE FUMAR TRAZ PARA A SAÚDE

Dia Mundial sem Tabaco: confira dez passos para deixar de fumar

Sintomas da abstinência da nicotina estão entre os principais desafios no combate ao tabagismo; porém, reações são passageiras e tendem a desaparecer em algumas semanas

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Um dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeirosUm dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeirosKrisanapong Detraphiphat/Getty Images

Dia Mundial sem Tabaco, celebrado nesta terça-feira (31), promove a conscientização sobre os riscos que o hábito de fumar traz para a saúde. Cigarros, tabaco sem fumaça, dispositivos eletrônicos com diferentes essências e aromas. Com um leque variado de opções, o tabagismo se reinventa e continua a despertar o vício em pessoas em todo o mundo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, mais de 8 milhões de pessoas morrem devido aos impactos da indústria do tabaco.

Para quem decide parar de fumar, os sintomas da abstinência da nicotina estão entre os principais desafios. No entanto, as reações, que podem incluir irritabilidade, dor de cabeça, e alterações do sono, são passageiras e tendem a desaparecer em algumas semanas.

tabagismo faz parte da Classificação Internacional de Doenças (CID) como uma doença crônica. Por isso, quem fuma está sujeito às recaídas –mas isso não deve ser motivo para não se tentar.

O ministério aponta dez passos para quem quer parar de fumar:

  1. Tenha determinação
  2. Marque um dia para parar
  3. Corte gatilhos do fumo
  4. Escolha um método
  5. Encontre substitutos saudáveis
  6. Livre-se das lembranças do cigarro
  7. Encontre apoio de amigos e familiares
  8. Escolha a melhor alimentação
  9. Procure apoio médico
  10. Troque experiências em um grupo de apoio

Para quem fuma, é comum receber recomendações de amigos e familiares sobre abandonar o vício. No entanto, para que o primeiro passo seja dado, a iniciativa deve partir do próprio fumante. As razões podem ser diversas, incluindo preocupações com a saúde, apelo estético ou por economia de dinheiro.

“É preciso desejar parar de fumar. A cessação do tabagismo é um processo que se inicia com a tomada da decisão de parar de fumar e se prolonga até que se alcance a abstinência”, diz o ministério.

Segundo especialistas, o início do processo deve ter data marcada e, de preferência, contar com o apoio de profissionais de saúde. Alguns conseguem parar de fumar de maneira abrupta, outros de forma gradual. A explicação está na diferença de impacto da nicotina no organismo de cada indivíduo. Uma data para lembrar pode contribuir para fortalecer o abandono ao cigarro.

Estratégias

Hábitos como tomar café, ingerir bebidas alcoólicas ou até mesmo refeições cotidianas podem estar associados ao costume de fumar. Descobrir quais são os “gatilhos” que despertam essa vontade ajuda a interromper o ciclo.

Nesse sentido, é possível evitar tomar café ou bebidas alcoólicas nas primeiras semanas do processo. Para quem fuma após as refeições, uma alternativa é passar a escovar os dentes imediatamente após se alimentar, com o objetivo de ter mais controle sobre a necessidade de fumar.

Estratégias como chupar gelo e comer cubinhos de frutas geladas podem ajudar a se livrar da fissura, que é a grande vontade de fumar. Outras opções de substituição ao cigarro incluem água gelada, palitos de cenoura crua, água de coco, cristais de gengibre e picolés de frutas.

Dicas para lidar com a síndrome de abstinência do cigarro

Existem diferentes formas de abandonar o cigarro, que variam entre métodos mais abruptos ou processos graduais. De acordo com os especialistas, é preciso identificar qual método funciona melhor para cada pessoa.

“Se a opção for diminuir a quantidade de cigarros diários, pode-se separar, logo pela manhã, a quantidade estipulada para o dia. Se fumava 20 cigarros, pode separar 15. Depois, vai diminuindo gradativamente. É importante ressaltar que o tempo de redução não deve ser longo. O foco deve ser a interrupção total do tabagismo”, diz o ministério.

Um dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeiros espalhados pela casa. Pequenas modificações na rotina para reduzir os “gatilhos” para fumar são grandes aliadas.

Frequentar lugares onde é proibido fumar e evitar espaços que tenham pessoas fumando são medidas recomendadas.

A atividade física e os exercícios respiratórios também contribuem para aliviar os sintomas da abstinência da nicotina. O abandono do fumo aumenta a disposição física, a respiração e a qualidade de sono.

Apoio

Para quem busca apoiar alguém no combate ao fumo, deve-se evitar pressionar, cobrar ou criticar o fumante ao longo do processo.

O apoio pode ser feito de diversas maneiras, incluindo oferecer água e frutas, limpar o ambiente de memórias do cigarro e ter paciência diante da manifestação dos sintomas da abstinência.

Para parte dos fumantes, o apoio profissional é essencial neste momento. O tratamento do tabagismo é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O atendimento especializado conta com a participação de diversos profissionais, como médicos, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas e dentistas.

Falar abertamente sobre as próprias experiências faz parte do engajamento no combate ao tabagismo.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ACOMPANHA INVESTIGAÇÃO DE DOIS CASOS SUSPEITOS DE VARÍOLA DOS MACACOS NO PAÍS

Ministério da Saúde investiga dois casos suspeitos de varíola dos macacos no país

Casos são analisados nos estados de Santa Catarina e Ceará. De acordo com o ministério, não há confirmação da doença no Brasil até o momento

Lucas Rocha

Carolina Figueiredo

da CNN

em São Paulo

O Ministério da Saúde informou, nesta segunda-feira (30), que acompanha a investigação de dois casos suspeitos de varíola dos macacos no país, nos estados de Santa Catarina e Ceará.

De acordo com o ministério, não há casos confirmados da doença no Brasil até o momento.

De acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará, que realiza o monitoramento, o caso suspeito é de um morador de Fortaleza. Foram adotadas medidas como isolamento domiciliar, busca de contatos e coleta de material para exames, que está em andamento. Segundo a secretaria, não foi identificado deslocamento para áreas em que foram confirmados casos ou contato com pessoas com a doença.

Segundo o levantamento, cerca de 120 casos suspeitos em 23 países também foram relatados à OMS, sendo que nenhuma morte foi reportada. Os dados consideram as estimativas da OMS até o dia 26 de maio.

A entidade alerta que a situação evolui rapidamente e mais casos devem ser identificados à medida que a vigilância se expande em países não endêmicos, bem como em países conhecidos como endêmicos que não relataram casos recentemente.

Cenário epidemiológico

A OMS afirma que as investigações epidemiológicas estão em andamento e que a maioria dos casos notificados até agora não tem vínculos de viagem estabelecidos para uma área endêmica. Além disso, os casos foram identificados por meio de unidades de saúde de atenção primária ou serviços de saúde sexual.

A identificação de casos confirmados e suspeitos da doença sem ligações diretas de viagem a uma área endêmica é considera atípica pela OMS.

A epidemiologia preliminar das infecções iniciais notificadas à OMS pelos países mostra que os casos foram notificados principalmente entre homens que fazem sexo com homens (classificação técnica que inclui gays, bissexuais e pessoas que não se identificam com alguma dessas orientações).

De acordo com a OMS, um caso de varíola em um país não endêmico é considerado um surto. O aparecimento súbito da varíola dos macacos simultaneamente em vários países não endêmicos sugere que pode ter havido transmissão não detectada por algum tempo, bem como eventos amplificadores recentes.

Sobre a varíola dos macacos

A doença é causada por um vírus que pertence ao gênero ortopoxvírus da família Poxviridae. Existem dois grupos de vírus da varíola dos macacos: o da África Ocidental e o da Bacia do Congo (África Central).

O vírus da varíola dos macacos é transmitido de uma pessoa para outra por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. O período de incubação é geralmente de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias.

Várias espécies animais foram identificadas como suscetíveis ao vírus da varíola dos macacos, incluindo esquilos, ratos, arganazes, primatas não humanos e outras espécies. De acordo com a OMS, são necessários mais estudos para identificar os reservatórios exatos e como a circulação do vírus é mantida na natureza. A ingestão de carne e outros produtos de origem animal mal cozidas de animais infectados é um possível fator de risco.

A varíola geralmente é autolimitada, mas pode ser grave em alguns indivíduos, como crianças, mulheres grávidas ou pessoas com imunossupressão devido a outras condições de saúde.

As infecções humanas com o tipo de vírus da África Ocidental parecem causar doenças menos graves em comparação com o grupo viral da Bacia do Congo, com uma taxa de mortalidade de 3,6% em comparação com 10,6% para o da Bacia do Congo.

diagnóstico diferencial clínico inclui outras doenças exantemáticas, como catapora, sarampo, infecções bacterianas da pele, sarna, sífilis e alergias associadas a medicamentos. A alteração do tamanho dos linfonodos (linfadenopatia) pode ser uma característica clínica para distinguir a doença.

Os países endêmicos da varíola dos macacos são: Benin, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gana (identificado apenas em animais), Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, República do Congo, Serra Leoa e Sudão do Sul.

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SAÚDE: SAIBA COMO O USO CONTÍNUO DE MÁSCARA DE PROTEÇÃO CONTRA COVID-19 CONTRIBUI PARA O AGRAVAMENTO DE LESÕES NA PELE

Acne, manchas e irritações: como o uso de máscara afetou a nossa pele

Utilização diária de máscara durante dois anos contribuiu para agravamento de lesões na pele, porém há várias formas de controlar e prevenir problemas

Da CNN Portugal

Foto: Boy_Anupong/Getty Images

Após dois anos de uso cotidiano de máscaras como medida de prevenção contra a Covid-19, a pele do rosto parece agora querer se vingar, com lesões e manchas que persistem no reflexo do espelho.

uso de máscara contribuiu para o aparecimento ou agravamento de lesões na pele, como a acne ou a rosácea, que consiste na vermelhidão na pele com vasos sanguíneos perceptíveis, sobretudo nas pessoas com peles mais sensíveis que acabam por apresentar mais reações ao contato com o tecido das máscaras.

A boa notícia é que existem hoje várias formas de controlar e prevenir alguns destes problemas, muitas delas podem ser feitas casa, como explicam especialistas à CNN.

Importância de uma rotina de cuidados de pele

Tal como os restantes órgãos do nosso corpo, a pele exige cuidados diários e uma boa rotina de higiene pode ajudar a prevenir o aparecimento de lesões cutâneas.

De acordo com a dermatologista Joana Dias Coelho, da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, uma boa rotina de higiene inclui a lavagem do rosto, uma ou duas vezes por dia, com água morna, uma vez que “a água muito quente acaba por lesar a camada superficial e não tem benefícios” para a pele. Embora as águas de limpeza também “funcionem bem”, a especialista salienta a importância de lavar a pele com água natural: “Até pode ser no banho, se for mais prático”.

O segundo passo é a aplicação de produtos cosméticos, que dependem não somente do tipo de pele, como também da idade, explica a especialista. “Uma pele mais madura precisa de mais hidratação, se beneficia mais com a aplicação de séruns, além dos cremes de dia e de noite. Numa pele mais jovem, não são precisos tantos passos, basta a aplicação de um creme de dia e um creme de noite”.

Mas, afinal, quais são as diferenças entre os cremes para uso diário e os cremes de uso noturno? Ambos têm “composições diferentes”, nota a dermatologista, sendo que os cremes noturnos utilizam “substâncias mais irritativas, mas que alisam mais a pele”, promovendo a regeneração das células da pele. Por isso, os cremes usados à noite são ligeiramente mais espessos e demoram mais para serem absorvidos pela pele.

Os produtos que utilizamos devem ser adequados ao nosso tipo de pele, que pode ser mais oleosa, mista ou mais seca. Segundo a dermatologista, quem tem os “poros mais abertos, geralmente tem uma pele mais oleosa”. Mas o tipo de pele também se altera conforme a idade. “Até aos 20, 25 anos, a maior parte das pessoas tem pele oleosa, exceto se houver uma história de eczemas ou outras inflamações da pele. Só depois é que a pele começa a não ficar tão oleosa”, diz Joana.

Com o avançar da idade, é importante aplicar ainda “cremes com uma ação antirrugas, antioxidante – quer seja com vitamina C ou com ácido glicólico”, acrescenta a especialista.

Proteção solar sempre, faça chuva ou faça sol

Em períodos mais quentes, surge naturalmente uma maior procura por protetores solares, mas este não é um cuidado exclusivo para dias ensolarados. Os especialistas destacam a necessidade de utilizar protetor solar “o ano inteiro”, faça chuva ou faça sol.

E nunca uma proteção abaixo do fator 50, alerta o dermatologista Fernando Guerra, acrescentando que é frequente as pessoas utilizarem protetores solares com fator 30 durante o inverno e, quando chega o verão, não alteram a proteção por considerarem que não fará diferença.

Em outros momentos, prossegue o especialista, pessoas começam o verão com um protetor com fator 50 e vão diminuindo gradualmente a proteção ao longo do tempo, por considerarem que já estão bronzeadas e já não precisam de uma proteção tão elevada. Duas situações que, de acordo com o dermatologista, levam geralmente a queimaduras ou a outros problemas de pele.

Mas, à semelhança dos demais produtos para o rosto, os protetores solares também devem ser adequados ao nosso tipo de pele, como explica a dermatologista Joana Dias Coelho.

“Na proteção solar, é sempre melhor a utilização de protetores solares oil free (sem óleo) – na verdade, a maior parte dos produtos solares já têm uma composição oil free, pois há uma preocupação em não serem comedogênicos, quer dizer, não potencializar o aparecimento da acne”.

Utilizar maquiagem: sim ou não?

Para o dermatologista Fernando Guerra, o uso de maquiagem está permitido, desde que os produtos sejam “oil free e cosmeticamente bons”, lembrando que as farmácias já oferecem uma vasta gama de produtos de maquiagem com composição aprovada por dermatologistas.

Antes de colocar uma base, deve-se colocar primeiro o creme hidratante de rosto, o protetor solar de fator 50 e só depois a maquiagem, acrescenta o médico.

Alerta sobre o uso de retinol

Fernando Guerra alerta para a utilização, durante dias quentes, de retinol, um ingrediente derivado da vitamina A utilizado em alguns produtos, como séruns, e que atua contra o envelhecimento da pele. Só que “esta substância não se pode usar no verão, porque é sensível ao sol”. De acordo com o especialista, a exposição ao sol pode resultar em queimaduras ou outras lesões na pele.

O que fazer se as lesões persistirem?

Existem hoje no mercado vários produtos para o tratamento de pele com acne. No entanto, quando as lesões são persistentes, ativas e continuam a surgir em número maior, o tratamento pode precisar ser medicamentoso. A prescrição deve ser feita após consulta médica, de acordo com o diagnóstico realizado pelo dermatologista.

“Numa fase inicial, os cremes ajudam a controlar a oleosidade da pele. A cosmética evoluiu de uma maneira que nos permite ter hoje produtos cosméticos que ajudam bastante, mas quando temos lesões ativas e aparecem cada vez mais, são necessários medicamentos tópicos, de ingestão oral”, explica Joana Dias Coelho.

Além de todos estes cuidados mais específicos, os dermatologistas lembram que a prática de hábitos saudáveis também reflete na saúde da pele. É importante, por isso, ter uma alimentação saudável, variada e com verduras, uma vez que “a riqueza de nutrientes beneficia a qualidade da pele”.

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DEZESSEIS FALSOS MÉDICOS FORAM IDENTIFICADOS NO RN EM MENOS DE QUATRO ANOS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Por Inter TV Cabugi

 

MPF identificou 16 médicos falsos no RN desde 2018
MPF identificou 16 médicos falsos no RN desde 2018

Uma investigação do Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte (MPF-RN) identificou e denunciou, no período de quatro anos, pelo menos 16 falsos médicos atuando no estado.

Nesta semana, o caso mais recente foi relatado pelo MPF. Era um profissional que, além do exercício ilegal da profissão, foi denunciado por falsificação de documentos públicos, uso de documentos falsos e fraude processual.

Segundo a investigação do MPF, o homem apresentou diploma de medicina e certificações falsos, supostamente emitidos por instituição da Bolívia, para obter a revalidação no Brasil, junto à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ele atuou nove anos como médico no Brasil.

Universidades brasileiras e inquéritos policiais têm identificado fraudes semelhantes envolvendo diplomas de medicina falsos de universidades bolivianas. É uma espécie de padrão, segundo o MPF-RN.

“Existe uma quadrilha composta por advogados, tanto brasileiros quanto bolivianos, e falsificadores, que ofereciam esse serviço a pessoas que não tinham graduação em medicina e nem queriam passar pelo sacrifício de fazer um curso de graduação em medicina e depois obter uma especialização”, explicou o procurador da República Kleber Martins.

“Então, eles ofereciam a essas pessoas, mediante pagamento de dezenas de milhares de reais, o fornecimento do diploma falso de formado em medicina por uma faculdade boliviana”.

Com o diploma oficial de uma faculdade boliviana em mãos, esses falsos médicos buscavam e passavam na revalidação para atuar em território nacional. No estado, apenas a UFRN tem autoridade para revalidar o diploma – após o resultado de aprovação em uma prova nacional.

“Posteriormente essas pessoas requeriam inscrição nos conselhos regionais de medicina pelo Brasil e a partir de então passavam a exercer a profissão embora não tivessem preparação para ser médicos”, reforça o procurador da República Kleber Martins.

Em nota, a UFRN disse que “realiza a revalidação dos diplomas utilizando o resultado do Revalida, que é um exame de responsabilidade do Governo Federal. Nesse sentido, a instituição de ensino recebe da gestão federal o nome dos candidatos aprovados”.

Em caso de suspeita de fraude, a universidade informou que “encaminha as informações aos órgãos competentes (Ministério Público e Polícia Federal) para averiguar a veracidade dos dados repassadas pelos revalidandos”.

Em investigação aprofundada feita pela UFRN, ficou constatado que 14 eram falsos, todos supostamente emitidos por uma mesma faculdade boliviana. No caso referente à última descoberta do MPF, a universidade confirmou que se tratava de uma falsificação.

Esses casos deram origem a inquéritos policiais e, como resultado, várias condutas já foram judicializadas.

As investigações policiais demonstram que a UFRN não é a única instituição de ensino vítima de fraudes envolvendo universidades bolivianas. Pelo menos outros 41 supostos graduados teriam fraudado diplomas de medicina supostamente emitidos por universidades bolivianas.

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QUASE 400 MORTES POR DENGUE SÃO REGISTRADAS ESTE ANO NO BRASIL, SEGUNDO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Por g1

 

Mosquito 'Aedes aegypti', vetor do vírus da dengue — Foto: PexelsMosquito ‘Aedes aegypti’, vetor do vírus da dengue — Foto: Pexels

O Brasil registrou, desde janeiro até o último sábado (21), 382 mortes por dengue, informou o Ministério da Saúde em boletim divulgado nesta semana.

O número é maior do que o total visto em todo o ano passado, quando 246 óbitos foram registrados. Outras 349 mortes ainda estão sendo investigadas.

Segundo o ministério, na comparação do mesmo período (até a semana epidemiológica 20), o número de mortes visto em 2022 é mais que o dobro (138,7% maior) do registrado no ano passado. Por outro lado, houve redução de 35% em comparação a 2019.

A semana epidemiológica é uma convenção usada internacionalmente que vai de domingo ao sábado de uma determinada semana. Neste sábado (28), o Brasil está concluindo a semana epidemiológica 21.

O país vive um surto de dengue: no início do mês, chegou ao mesmo número de casos visto em todo o ano passado. Até o dia 21, haviam sido registradas 9.318 formas graves da doença desde o início do ano.

Estados mais afetados

Os estados com maior quantidade de mortes até a última semana foram São Paulo (134 óbitos), Santa Catarina (43 óbitos), Goiás (41 óbitos), Rio Grande do Sul (35 óbitos) e Paraná (31 óbitos).

Bahia registrou 21 óbitos, Minas Gerais, 15, Mato Grosso do Sul, 12, e o Piauí, 10. Acre, Amapá, Paraíba, Pernambuco e Alagoas não registraram mortes pela doença. Os outros estados têm menos de 10 registros cada.

Das 349 mortes que estão sendo investigadas, 138 estão em Goiás, 42 em Minas Gerais, 42 em São Paulo, 31 no Paraná e 25 no Distrito Federal.

Até o último sábado, Goiás também era o estado com maior número de casos graves (2.972), seguido de São Paulo (1.359) e Paraná (1.265).

Em relação à população, o estado com o maior número de casos é, de novo, Goiás, com mais de 2 mil casos a cada 100 mil habitantes. Em seguida vêm o Distrito Federal, com cerca de 1,5 mil casos para cada 100 mil habitantes, e o Tocantins, com 1,3 mil casos a cada 100 mil habitantes.

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BEBÊ PASSA POR CIRURGIA DENTRO DO ÚTERO DA MÃE PARA RETIRADA DE TUMOR

Por TV Globo e g1 DF

 

Ragnar Brant nasceu na última semana, depois de passar por procedimento inédito, com equipe médica de Brasília — Foto: TV Globo/ReproduçãoRagnar Brant nasceu na última semana, depois de passar por procedimento inédito, com equipe médica de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Em um procedimento inédito na literatura médica brasileira, um bebê passou por uma cirurgia para retirada de um tumor, ainda dentro do útero da mãe, no Distrito Federal. Depois de enfrentar essa batalha, o pequeno Ragnar Brant nasceu na última semana, saudável.

“Hoje ele está aqui cheio de saúde, mamando bem, dormindo bastante, crescendo forte, e é o que deixa a gente feliz e contente”, diz o pai, Tiago Brant.

Na barriga da mãe, o menino precisou passar por duas cirurgias, depois que exames confirmaram um tumor no tórax, no segundo trimestre da gravidez. A massa estava comprimindo órgãos importantes e causava risco para o bebê, e as operações envolveram anestesia e uma agulha no tórax (veja detalhes abaixo).

“A gente descobriu que ele estava com um tumor que é chamado de sequestro pulmonar, tumor irrigado pela aorta. Vários vasinhos alimentavam esse tumor e ele crescia progressivamente. Além disso, tinha derrame pleural, presença de líquido dentro da caixa torácica, e tudo isso estava empurrando e comprimindo coração, pulmão e esôfago”, lembra a mãe, Polyana Brant

Procedimento inédito no Brasil salva a vida de bebê ainda dentro da barriga da mãe

O casal procurou especialistas em todo o Brasil, para realizar a cirurgia ainda durante a gravidez. No entanto, acabou encontrando uma equipe especializada nesse tipo de procedimento em Brasília, onde moram.

“Foi desesperador ter essa notícia de que o neném poderia vir a óbito, que esse tumor e derrame poderiam prejudicar o crescimento do coração, o desenvolvimento dos pulmões. A gente ficou bem desesperado. Mas mantivemos a fé e decidimos procurar pelos melhores”, conta Polyana.

Procedimentos

A médica especialista em cirurgia fetal Danielle Brasil foi quem operou o bebê. Segundo ela, esse tipo de procedimento é muito delicado e só é feito quando a vida do neném está em risco. “A gente entra com uma agulha grossa no tórax, anestesia o bebê, anestesia bem a parede do útero, e a barriga da mãe”, explica a médica.

Ragnar passou por uma primeira cirurgia, mas o tumor voltou a crescer. “Chegou a cerca de duas vezes o tamanho da cabecinha dele”, diz a mãe.

“Estava tão grande que comprimia os pulmões. Não dava para ver na ecografia. Estava desviando o coração, comprimindo o esôfago, e causou um quadro onde o neném fica inchado em várias partes do corpo. Então, o prognóstico era de óbito fetal se não houvesse uma intervenção”, continua.

Segundo a médica Danielle Brasil, com o avanço do tumor, foi preciso fazer uma segunda cirurgia, com o procedimento inédito, para queimar o cisto. “Eu tenho um alvo móvel, que é o tumor, dentro de um alvo móvel, que é o bebê. A anestesia é para ele não sentir nada e ficar imóvel”, explica.

“Quanto mais eu queimava o tumor, mais difícil ficava, porque a gente ia perdendo visibilidade. Mas a gente persistiu e queimou tudo que a gente conseguiu”, lembra a médica.

Os pais batizaram o bebê de Ragnar, por ser o nome de um guerreiro viking, em uma série de televisão britânica. Segundo Tiago Brant, o motivo é a força que o filho e a mulher demonstraram durante a situação.

“Minha esposa maravilhosa fazendo tudo que está ao alcance dela para salvar a vida dele, segurando a onda nessas cirurgias, é uma guerreira igual meu filho. Ele tinha que ter nome de guerreiro”, diz o pai.

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PROJETOS DE SAÚDE PÚBLICA DE NATAL FORAM SELECIONADOS PARA 17ª MOSTRA BRASIL AQUI TEM SUS

Projetos de saúde pública de Natal são selecionados para 17ª Mostra Brasil aqui tem SUS”

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Projetos tiraram nota máxima | Foto: SMS/Natal

Dois projetos de saúde pública executados em Natal foram selecionados para a “17ª Mostra Brasil, aqui tem SUS”, na programação do 36º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), que acontece entre os dias 12 e 15 de julho em Campo Grande-MS. O encontro reunirá gestores, trabalhadores e profissionais do SUS de todo o país.

Um dos projetos é de atenção primária, de cunho educacional, relacionado ao diagnóstico de infecções sexualmente transmissíveis (IST’s); e outro trabalho da atenção especializada em saúde mental, iniciado pelo Centro de Convivência e Cultura (Cecco) durante a pandemia do novo coronavírus. Ambos atingiram nota máxima de 100,0 na seletiva de experiências exitosas do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (Cosems-RN).

“A Ludicidade do Audiovisual como Facilitador no Aconselhamento pré-teste rápido para IST” é um vídeo educativo utilizado na Unidade de Saúde da Família (USF) do Parque dos Coqueiros, momentos antes da realização da testagem rápida para HIV, Sífilis, Hepatites B e C, pelo enfermeiro Túlio César de Araújo. A didática consiste no usuário assistir o vídeo enquanto o profissional preenche a ficha, para que entenda melhor o possível diagnóstico das doenças.

“É um vídeo de aconselhamento, que não substitui a consulta médica ou diagnóstico profissional, mas ajuda bastante para que o paciente consiga entender mais informações sobre como funcionam os testes, as doenças, e também serve para tranquilizá-los”, comenta o autor do projeto, Túlio César de Araújo. O link para visualizar o vídeo pode ser conferido em: https://youtu.be/NESYgT9eQXU .

A Rádio Bilola foi outro projeto selecionado para representar o município no evento nacional. Intitulado de “Novas Tecnologias na Atenção Psicossocial: Estratégias do Centro de Convivência e Cultura de Natal”, esse trabalho apresenta uma estratégia baseada em dar continuidade aos encontros do Cecco durante a pandemia, de forma virtual, através de um grupo de Whatsapp com os pacientes atendidos pelo local.

“Essa estratégia pôde manter a rotina de atividade com nossos convivas durante o isolamento social. Começamos de forma pequena, com 16 pessoas, mas logo depois percebemos que as atividades poderiam ser executadas através de vídeos com exercícios de dança, leitura de poesias e oficinas com dicas de tecnologia. Montamos uma agenda virtual com atividades diárias em horários estabelecidos. A gente mandava o vídeo com os exercícios e recebia os vídeos deles executando em casa”, observa Patrizia Mendonça, Coordenadora do Cecco Natal.

A próxima etapa, após a apresentação, será a avaliação e premiação da banca do evento. A mostra contará com a apresentação presencial de 343 experiências exitosas de Secretarias Municipais de Saúde, com o objetivo de mostrar o SUS que dá certo e proporcionar um espaço de troca de experiência entre os profissionais.

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SAÚDE: 04 SUPLEMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR NA SUA VIDA

Na nossa sessão de SAÚDE desta quinta-feira trouxe aqui uma palestra importantíssima para você que dá o maior valor a sua saúde e pretende ter uma vida longeva e saudável. Uma espetacular explanação do Dr. Marco Menelau, médio homeopata especializado em psicomedicina, sobre os 04 suplementos, que não podem faltar em sua vida! 

Por favor não deixe de assistir. É imperdível! Vai mudar a sua qualidade de vida!

Fonte: Marco Menelau

Publicado em 31 de ago de 2018

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ESTADOS TIVERAM REMESSA DA VACINA BCG REDUZIDA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ministério da Saúde reduziu remessa de vacinas BCG para estados

Ofício enviado pela pasta para secretarias de saúde estaduais afirmou que há “disponibilidade limitada” e “dificuldade na aquisição”; média mensal de imunizantes distribuídos caiu pela metade; segundo o Datasus, este ano, a cobertura vacinal da BCG está em 41,3%.

Beatriz Puente

da CNN

no Rio de Janeiro

Uma das primeiras vacinas a ser dada aos recém-nascidos no Brasil, a BCG teve o fornecimento reduzido para os estados brasileiros.

Pelo menos 14 estados afirmaram, em nota, que receberam um ofício do Ministério da Saúde informando a diminuição do quantitativo das doses da vacina. As secretarias ressaltam que receberam menos imunizantes, mas ainda não há desabastecimento por falta da vacina.

CNN teve acesso ao ofício enviado pelo Ministério para as secretarias estaduais de Saúde no final de abril.

No documento, a pasta justifica a redução das remessas por conta da “disponibilidade limitada” e das “dificuldades na aquisição” do imunizante. O ofício também pontuou que a instabilidade na quantidade dos lotes entregues pode perdurar por sete meses.

Antes da redução, o quantitativo médio disponibilizado por mês para cada estado era de cerca de 1 milhão de doses. Segundo o ofício enviado pelo Ministério da Saúde, a readequação dos lotes passou a prever cerca de 500 mil vacinas mensalmente.

A vacina BCG previne contra a tuberculose. No Brasil, a recomendação é para que seja aplicada nos primeiros dias de vida, mas pode ser administrada até os quatro anos de idade da criança.

Apesar de ainda não se tratar de uma situação de falta de imunizantes, as secretarias estaduais de saúde já registram a redução dos imunizantes. No Espírito Santo, por exemplo, o lote mais recente chegou com 60% do quantitativo usual.

O estado do Maranhão também relatou que a remessa o mês de maio foi menor do que os anteriores.

Como forma de evitar o desabastecimento, as secretarias têm planejado a logística para não desperdiçar doses. O frasco da vacina BCG é multidose e, após aberto, é necessário utilizar todo o conteúdo em até seis horas.

Uma das estratégias amplamente adotadas é o agendamento da aplicação da vacina e a centralização dos locais de aplicação, disponibilizando a BCG apenas em lugares como, por exemplo, as maternidades.

De acordo com o DataSUS, até agora, o Brasil atingiu 41,3% da cobertura vacinal da BCG em 2022. O PNI tem como meta vacinar pelo menos 90% do público-alvo com a BCG. Em 2021 e 2020, a cobertura foi de 68,6% e 74,7%, respectivamente.

Os dados publicados na edição mais recente do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostram que cerca de 68 mil pessoas adoeceram por tuberculose em 2021.

O coeficiente de incidência da tuberculose no Brasil é de 32 casos por 100 mil habitantes. O Brasil faz parte da lista de países prioritários para o enfrentamento à doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

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CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA MANEIRA DE EXAMINAR O CÂNCER, REALIDADE VIRTUAL 3D

O que é o ‘tumor virtual’, uma nova maneira de estudar o câncer

Cientistas de Cambridge, na Inglaterra, criaram um modelo 3D de realidade virtual de um câncer, uma nova maneira de examinar a doença.

A amostra do tumor, tirada de um paciente, pode ser estudada em detalhes e de todos os ângulos, com cada célula individual mapeada.

Pesquisadores dizem que isso ampliará nossa compreensão do câncer e ajudará na busca por novos tratamentos.

O projeto faz parte de um esforço de pesquisa internacional.

Como foi feito

Para criar o modelo, os pesquisadores fizeram uma biópsia do tecido tumoral de uma mama. A amostra de 1mm² continha cerca de 100 mil células.

A amostra foi então dividida em fatias bem finas, que foram escaneadas. Depois, marcadores coloridos foram aplicados para identificar sua composição molecular e características do DNA.

O tumor foi então reconstruído usando realidade virtual para criar um modelo 3D que pode ser analisado em um laboratório virtual acessível de qualquer lugar do mundo.

“Ninguém analisou antes a composição de um tumor com este nível de detalhamento. É uma nova maneira de enxergar um câncer”, disse à BBC o professor Greg Hannon, diretor do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido (CRUK, na sigla em inglês) e líder da pesquisa.

O projeto do “tumor virtual” faz parte de um programa do CRUK, o Grand Challenge Awards, que oferece financiamentos de 20 milhões de libras (cerca de R$ 100 milhões), liberados ao longo de cinco ou seis anos, para projetos inovadores de pesquisa sobre câncer.

A equipe de Hannon, composta por 15 cientistas do Reino Unido, Suíça, Canadá e Irlanda, começou a ser financiada pelo CRUK em 2017.

Como funciona

Dentro do laboratório virtual, Hannon e eu nos tornamos avatares, enquanto o câncer era representado por uma massa multicolorida de bolhas.

O tumor que estávamos observando por meio de nossos óculos de realidade virtual havia sido retirado do tecido de ductos de leite de uma mama.

Embora a amostra de tecido humano tivesse aproximadamente o tamanho de uma cabeça de alfinete, ela pode ser ampliada dentro do ambiente digital para ser vista como se tivesse vários metros de diâmetro.

Para explorar o câncer mais detalhadamente, o sistema de realidade virtual nos permite “voar em meio” às células.

O que é o 'tumor virtual', uma nova maneira de estudar o câncer

Image caption O sistema permite, por exemplo, identificar o ponto em que o câncer se espalhou para o tecido sadio ao seu redor

Enquanto o professor Hannon girava o modelo, apontei para um grupo de células que estavam voando para fora do grupo principal. “Aqui você pode ver algumas células tumorais que escaparam do ducto”, explicou o cientista.

Hannon disse que aquele poderia ser o ponto em que o câncer se espalhou para o tecido ao redor e se tornou realmente perigoso. “Examinar o tumor em 3D nos permite capturar esse momento.”

Karen Vousden, cientista-chefe do CRUK, dirige um laboratório no Instituto Francis Crick, em Londres, que examina como genes específicos nos ajudam a nos proteger do câncer e o que acontece quando há algo errado com eles.

Ela explica que ver tumores usando este novo sistema é “muito mais dinâmico” do que nas versões 2D estáticas que são normalmente usadas.

“Entender como as células cancerígenas interagem umas com as outras e com tecidos sadios é fundamental para desenvolvermos novas terapias”, disse ela à BBC.

Fonte: va.newsrepublic.net

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ACOMPANHA BRASILEIRO COM CASO SUSPEITO DE VARÍOLA DOS MACACOS

Governo cria grupo para monitorar varíola dos macacos e acompanha caso de brasileiro

Infecção de brasileiro foi registrada na Alemanha; ainda não há casos da doença no Brasil

Da CNN

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) formou uma Câmara Técnica Temporária para monitorar os desdobramentos a respeito do vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos. O Ministério da Saúde, por sua vez, acompanha o caso suspeito de um brasileiro que está na Alemanha (confira abaixo).

A medida do Ministério da Ciência foi tomada na quinta-feira (19). O grupo tem caráter consultivo e foi batizado de CâmaraPox MCTI.

De acordo com a pasta, a iniciativa foi “necessária diante dos casos de infecção registrados no Reino Unido, Portugal, Espanha e Estados Unidos em maio de 2022”.

Até o momento, não há registros de casos de varíola dos macacos no Brasil.

Integram o grupo, por enquanto, sete especialistas brasileiros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Feevale. Eles já produziram dois informes técnicos sobre a doença, envolvendo as principais formas de contágio e as informações disponíveis sobre os casos registrados em outros países.

Segundo o ministério, o comitê presta assessoramento técnico-científico à pasta sobre as estratégias e necessidades na área de ciência, tecnologia e inovação necessárias na área de saúde.

Ministério da Saúde acompanha caso de brasileiro na Alemanha

O Ministério da Saúde informou que o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde enviou aos estados as informações disponíveis sobre a doença até o momento para orientar os profissionais de saúde.

“O Ministério da Saúde acompanha o caso suspeito de um brasileiro que está na Alemanha e já solicitou informações adicionais à Organização Mundial da Saúde (OMS) e ao Ministério da Saúde da Alemanha”, afirmou a pasta em nota.

“A varíola dos macacos é uma doença viral endêmica no continente africano e que, até o momento, não há notificação de óbitos entre os casos detectados em países não endêmicos”, acrescentou.

Publicado por Wellington Ramalhoso

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SAÚDE: SEGUNDO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, A TAXA DE MORTALIDADE MATERNA NO RN DOBROU EM UM ANO

RN mais que dobra taxa de mortalidade materna em um ano

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Covid-19 e isolamento social podem ter contribuído para aumento dos óbitos | Foto cedida

No Rio Grande do Norte, a taxa de mortalidade materna registrou um aumento de 103% entre 2020 e 2021, revelam os dados registrados no Painel de Monitoramento de Mortalidade do Ministério da Saúde, No ano de 2020 a razão de mortalidade materna foi de 72,5 por 100 mil nascidos vivos, enquanto em 2021 foi de 147,2 por 100 mil nascidos vivos. A taxa é superior à média nacional, que foi de 107 mortes. A Covid-19 e o isolamento contribuíram para o aumento dos óbitos. A mortalidade materna ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Também se considera nesta categoria, a morte após um ano do parto, se houver causa relacionada com ou agravada pela gravidez, ou por medidas em relação a ela, como mortalidade materna tardia.

“A Covid-19 trouxe um agravamento na saúde materna em diversos sentidos. Primeiro pelo aumento da morbidade e mortalidade nas gestantes e puérperas acometidas pela doença, como também pelo afastamento das mulheres do consultório médico com temor em contrair a doença, e, dessa forma, descuidando de outras enfermidades, como hipertensão e diabetes. Além disto, diversas unidades básicas de saúde reduziram o atendimento devido ao isolamento social e de as unidades de terapia intensiva (UTIs) estarem superlotadas”, elenca os motivos Elvira Mafaldo, secretária executiva da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn).

De acordo com o Ministério da Saúde, 92% dos casos de mortalidade materna são por causas evitáveis; dentre as principais, destacam-se a hipertensão, hemorragia, infecções puerperais e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo aborto. Nestes últimos anos, mais uma causa foi somada a essa lista, o que gerou forte impacto sobre os casos: a Covid-19. Antes da pandemia, a média era de 50 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de menor, a taxa ainda era alta se comparada ao ideal, a Organização Mundial de Saúde preconiza que a taxa deve ser inferior a 20.

Com essa disparada de casos no contexto da pandemia, a especialista analisa, se tornou ainda mais difícil ao Brasil atingir a meta de redução da razão de mortalidade materna (RMM) para 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030, desafio esse assumido para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Infelizmente, o Brasil já não havia conseguido cumprir a meta prevista anteriormente de 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015.

Para mudar esse cenário, Elvira Mafaldo elenca como necessário um planejamento reprodutivo adequado; o acesso aos métodos contraceptivos para os casais (conhecendo o mecanismo de ação, de efeitos colaterais, reversibilidade); o direito a consulta pré-concepcional; o acesso às vacinas e exames necessários para uma saúde adequada antes de engravidar; um pré-natal de qualidade e resultados de exames em tempo hábil, além da certeza de ter uma maternidade de referência onde a gestante possa ser atendida não só no parto, mas também caso haja alguma intercorrência durante a gravidez. “Somente assim, poderemos proporcionar à mulher uma melhor qualidade de saúde durante a sua vida reprodutiva e enfim alcançar a meta estabelecida ao País”, pontua.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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TRANSPLANTE DE FÍGADO É REALIZADO EM ADOLESCENTE COM HEPATITE MISTERIOSA NO RECIFE

Adolescente com hepatite misteriosa passa por transplante em Recife; caso é investigado

Médicos afirmaram que vão continuar investigando os sintomas para tentar identificar a causa da doença

Thati Teixeira, especial para o Estadão, do Estadão Conteúdo

 

Uma adolescente de 14 anos, de Ibimirim, no sertão de Pernambuco, precisou passar por um transplante de fígado de emergência. A cirurgia foi realizada na última sexta-feira (20), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife.

De acordo com os médicos que fizeram o procedimento, a adolescente estava em estado de coma quando a cirurgia, de seis horas de duração, teve início. A paciente deu entrada no hospital em estado grave e, pelos sintomas apresentados, ficou claro para eles que se tratava de uma doença no fígado. Ela apresentava vômito, icterícia e urina escura.

Os médicos afirmaram que vão continuar investigando os sintomas para tentar identificar a causa da doença. Antes de chegar ao Oswaldo Cruz, a jovem já havia passado por outras duas unidades de saúde: um hospital em Arcoverde (sertão do estado) e o Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, no agreste pernambucano.

Durante a entrevista coletiva, realizada após a finalização da cirurgia, o médico Cláudio Lacerda, um dos especialistas responsáveis pelo procedimento, afirmou que “o quadro clínico da adolescente teve início na semana passada, evoluindo para um caso de insuficiência hepática, considerada fulminante, o que levou ao coma. Nesses casos, a solução é um transplante de fígado, sob pena do paciente não sobreviver muitos dias” se o procedimento não for realizado.

Para a realização de um transplante de fígado, alguns critérios são levados em consideração: o tamanho do órgão, o grupo sanguíneo e o grau de gravidade do paciente. A adolescente pernambucana apresentava o grau mais elevado da doença.

O doador do fígado sofreu morte cerebral por traumatismo craniano, após um acidente no Paraná. A família do homem de 30 anos autorizou a doação do órgão na madrugada desta sexta-feira, e a equipe médica local realizou a captação do órgão às 2h.

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) realizou o transporte do fígado para o Recife e, às 9h, a cirurgia da adolescente teve início.

Cerca de 20 médicos especialistas estiveram envolvidos no procedimento cirúrgico para salvar a vida da adolescente. O médico Américo Gusmão relatou que, durante as próximas 48 horas, a menina deverá ficar em observação. Após este período, ela deverá ser encaminhada para um dos quartos da unidade hospitalar.

“Tudo depende da evolução do quadro. Se tudo correr bem, que é o que se espera, no máximo em 72 horas a adolescente vai para um quarto hospitalar”. Segundo Gusmão, após uma semana do procedimento deverá ser iniciado o uso dos medicamentos para evitar a rejeição ao órgão.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Pernambuco afirmou que o Ministério da Saúde foi notificado sobre o possível caso de hepatite misteriosa no estado. Com o caso da adolescente, já são seis o número de notificações suspeitas da doença em Pernambuco. Destes, um já foi descartado e cinco seguem sendo investigados.

Até o momento, 70 casos suspeitos de hepatite misteriosa foram notificados em todo país ao Ministério da Saúde, sendo que 12 casos já foram descartados e 58 ainda estão em fase de investigação. Nenhum caso foi confirmado oficialmente pelo órgão federal.

Fonte: CNN
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UTILIDADE PÚBLICA: PORTARIA QUE AUTORIZAVA ESTACIONAMENTO AO LADO DE CANTEIROS CENTRAIS PRÓXIMO A UNIDADES DE SAÚDE FOI REVOGADA PELA STTU

Por g1 RN

 

Agentes estão agindo de forma educativa, mas medida passa a valer a partir de 1º de junho — Foto: DivulgaçãoAgentes estão agindo de forma educativa, mas medida passa a valer a partir de 1º de junho — Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) revogou a portaria que autorizava o estacionamento ao lado do canteiro central, praça e jardim público ao lado de unidades de saúde. A portaria era válida desde o fim de janeiro.

Segundo a STTU, o objetivo da liberação temporária era facilitar o acesso às unidades de saúde, que naquele momento apresentavam superlotação devido ao alto número de casos de Covid.

A revogação foi publicada no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (16), mas a medida só passa a valer a partir de 1º de junho.

De acordo com a STTU, a decisão levou em conta critérios como a atual cobertura vacinal da Covid e a significativa redução no atendimento de pessoas acometidas pelo vírus nos hospitais e centros de testagem.

Profissionais da pasta já iniciaram ações educativas nestes locais, esclarecendo sobre a mudança no decreto, e a revogação da liberação.

A partir de 1ºde junho, a fiscalização volta normalmente, com a aplicação de notificações, em caso de desobediência.

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SEGUNDO INFORMAÇÕES DAS SECRETARIAS DE SAÚDE E DOS HEMOCENTROS, 16 ESTADOS E DISTRITO FEDERAL ESTÃO COM ESTOQUES DE SANGUE BAIXO OU CRÍTICOS

Bancos de sangue de 16 estados e do DF estão com estoques baixos ou críticos

Manutenção dos estoques de bancos públicos de sangue depende da regularidade das doações

Giulia AlecrimCarolina FigueiredoLucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Cinco estados estão com estoques normalizados: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e AmapáCinco estados estão com estoques normalizados: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e AmapáDiego Nigro/PCR

Uma única doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. A manutenção dos estoques de bancos públicos de sangue depende da regularidade das doações.

Segundo um levantamento da CNN, realizado com base em informações das secretarias de Saúde e dos hemocentros, 16 estados e o Distrito Federal estão com estoques baixos ou críticos nos bancos de sangue.

Além do DF, a escassez atinge Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Tocantins, São Paulo, Mato Grosso, Maranhão, Acre, Piauí, Sergipe, Goiás, Pará e Rondônia.

Outros cinco estados estão com estoques normalizados, considerando a maioria dos tipos de sangue: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e Amapá. Já os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Alagoas e Paraíba não responderam à solicitação da CNN.

Critérios para a doação de sangue

  • Estar alimentado e evitar alimentos gordurosos 3 horas antes da doação
  • Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas
  • Dormir pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas
  • Ter de 16 a 69 anos e pesar acima de 50 kg
  • Já ter doado antes dos 60 anos, caso tenha entre 60 e 69 anos
  • Máximo de quatro doações anuais para homens e três para mulheres
  • Intervalo mínimo entre uma doação e outra de dois meses para homens e de três meses para mulheres

Doação de sangue beneficia pessoas com talassemia

As talassemias são um grupo de doenças hereditárias crônicas associadas à redução ou ausência de hemoglobina – substância dos glóbulos vermelhos do sangue responsável pelo transporte de oxigênio para o organismo.

Pessoas com talassemia podem apresentar sintomas variados, incluindo anemia persistente, aparência pálida, aumento do baço, distúrbios cardíacos e endócrinos, atraso no crescimento, além de infecções recorrentes.

Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento e acompanhamento desses pacientes geralmente é realizado pela Rede Nacional de Hematologia e Hemoterapia (Hemorrede), integrada pelos Hemocentros Coordenadores Estaduais e hemorredes regionais.

O tratamento contribui para evitar complicações da doença que, em casos mais graves, pode levar à necessidade de transplantes de medula óssea.

Pacientes com o tipo de talassemia com anemia grave necessitam de transfusões de sangue de forma regular, geralmente a cada 20 dias, em média, para sempre, desde os primeiros dias de vida.

Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o atendimento integral, desde o diagnóstico, monitoramento e o transplante de medula óssea quando indicado.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até abril já foram registrados 930 pacientes com a doença no Brasil. Entre os pacientes, cerca de 36% tem entre 20 e 39 anos.

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SAÚDE: ENTENDA MELHOR O QUE É METABOLISMO E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA A NOSSA SAÚDE

Este vídeo explica de forma clara e simples, o que é o metabolismo e como ele funciona. Dr. Marco explica a tríade funcional do metabolismo, que é a assimilação, a transformação e a eliminação, e revela o quanto o metabolismo é importante para a saúde do corpo humano. Vale a pena conferir.

Fonte:

Publicado em 2 de out de 2018

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SAÚDE: PACIENTES COM SINTOMAS DE DENGUE, ZICA OU CHIKUNGUNYA PODEM REALIZAR TESTE NA REDE MUNICIPAL DE SAÚDE EM NATAL

Pacientes com sintomas de Dengue, Zica e Chikungunya podem realizar testes gratuitos em Natal

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Agência Brasília

Pacientes com sintomas leves ou graves de Dengue, Zika e Chikungunya podem realizar testes do tipo PCR e sorológicos na rede municipal de saúde de Natal. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da capital(SMS), pessoas com sintomas leves como coriza e dor de cabeça podem ser atendidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), já pacientes com sintomas graves como vômito, febre persistente, falta de ar, palidez, sonolência, diarreia constante e prostração devem buscar a rede de urgência para avaliação médica e encaminhamento aos postos de coleta.

A coleta é realizada nos postos distritais do município, através de kits enviados pelo Ministério da Saúde, e encaminhados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen-RN).

Segundo a SMS, há também a oferta de testes rápidos em toda a rede, para pacientes que apresentam sintomas como febre, dor de cabeça, moleza no corpo e estejam entre o 1º e 5º dia dos sintomas.

Os exames analisam os índices de IGG (imunoglobulinas de memória, que indicam se o paciente já teve a doença) e IGM (imunoglobulinas que indicam infecção ativa), no caso do PCR para Zika e Chikungunya; e os índices de IGM, no caso da sorologia para Dengue. Em ambos os casos, eles também devem cumprir critérios para que o resultado apresente maior eficácia, sendo 1º ao 6º dia de sintomas para PCR e após o 8º dia de sintoma para sorologia.

“Nós estamos realizando esses exames, sem marcação prévia, tendo como estratégia identificar infecção ativa para que a gente possa inclusive perceber onde está havendo maior número de casos recentes. Além disso, também podemos verificar quantas pessoas já tiveram adoecimento, como valor epidemiológico para nosso monitoramento estatístico”, comenta George Antunes, Secretário Municipal de Saúde de Natal.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS SINTOMAS QUE CARACTERIZAM A SÍNDROME DE BURNOUT

CNN Sinais Vitais aborda a saúde mental no ambiente de trabalho

Síndrome de Burnout pode apresentar sinais como exaustão, falta de energia e baixa realização profissional

Lucas Rocha

Alexandre Petillo

Carolina Marcelino

da CNN

em São Paulo

 

Exaustão emocional, falta de energia e baixa realização profissional são apenas alguns dos sintomas que caracterizam a Síndrome de Burnout. A condição, definida pela OMS como “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”, passou a ser reconhecida como fenômeno ocupacional.

“O Burnout vem caracterizado em três dimensões que é a exaustão emocional, a despersonalização e a baixa realização profissional. A exaustão emocional, a característica dela é um esgotamento. A imagem que a gente pode fazer é de um palitinho de fósforo que queimou até o final. Então, se esgotou em termos de combustível, acabou”, explica a psicóloga Miryam Mazieiro, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

A Síndrome de Burnout é o tema do CNN Sinais Vitais desta semana. O programa, apresentado pelo cardiologista Roberto Kalil, vai ao ar neste domingo (15), às 19h30, reforçando o conteúdo diversificado com a marca CNN Soft.

Diferentes fatores contribuem para que as pessoas permaneçam mais tempo “ligadas” ao trabalho. Novas tecnologias, a grande competição no mercado de trabalho, a necessidade de se produzir mais e mais rápido e o aumento da modalidade de trabalho em casa, o home office, são algumas questões que tornam difícil desconectar a mente.

A psiquiatra Alexandrina Maria Meleiro, da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, afirma que o Brasil se tornou um terreno fértil para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout.

“O Brasil é o primeiro país no mundo no índice de ansiedade – 9,3% dos brasileiros têm ansiedade. E é o quinto no mundo de depressão, só perdendo na América para os Estados Unidos. Então, nós temos uma incidência muito alta, uma prevalência de depressão e ansiedade e claro que isso atinge o trabalhador. Em média, 30% são afastados e é um dos motivos de mais incapacidade para o trabalhador”, afirma Alexandrina.

No episódio, o cardiologista Roberto Kalil conversa com Catarina Dahl, consultora de saúde mental, álcool e outras drogas da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre a inclusão da síndrome na lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela OMS.

Os indivíduos diagnosticados passam a ter as mesmas garantias trabalhistas e previdenciárias previstas para as demais doenças do trabalho. Catarina destaca como algumas profissões ficaram mais propensas a ter trabalhadores acometidos pela síndrome durante a pandemia de Covid-19.

“Tem uma série de profissões que são, digamos assim, mais comuns de se observar esse tipo de fenômeno. Trabalhadores da área da saúde, submetidos a situações de extremo estresse, tendo que lidar com perdas muito significativas, com o medo de contaminação, com incerteza às vezes com condições de trabalho que não são favoráveis”, pontua.

No Rio de Janeiro, a equipe da CNN conversa com uma atleta olímpica, que também sofreu com o Burnout: a ginasta Flávia Saraiva.

“Eu tive a síndrome em 2019, foi um ano que juntou muita coisa. Muitas competições, foram mais de dez competições, e para ginástica é muita coisa. Acabei tendo uma lesão no joelho e fiquei meio desanimada”, conta Flávia.

“Voltava a treinar, ficava muito cansada. Comecei a ter muita dificuldade de dormir, dormia no máximo três horas por noite. Para quem treina 7 horas por dia, precisa dormir no mínimo 8 horas de sono por noite, e não dormia nada. Chegava no ginásio e chorava, sentia medo”, completa a ginasta.

Para sair dessa dinâmica, a ginasta relata que precisou entender e aceitar o que estava passando. “As pessoas que me ajudaram muito foram meu treinador, as minhas colegas de treino, a minha psicóloga, minha família, porque eu precisava desse abraço”, relembra Flávia.

O episódio também apresenta outros casos da Síndrome de Burnout e novos modelos de tratamento para a condição.

Fonte: CNN

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SAÚDE: NESTE DIA 12 DE MAIO FOI INSTITUÍDO A DIA NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO À FIBROMIALGIA

Sem cura, fibromialgia causa dores crônicas e acomete 2,5% da população mundial

Nesta quinta-feira (12) é instituído o Dia Nacional de Conscientização à Fibromialgia

Ingrid Oliveira

da CNN

em São Paulo

Fibromialgia atinge mais mulheres do que homensFibromialgia atinge mais mulheres do que homensGetty Images

Neste dia 12 de maio foi instituído o Dia Nacional de Conscientização à Fibromialgia. A síndrome é caracterizada por dores musculares generalizadas e crônicas e não tem cura.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a doença afeta 2,5% da população mundial, com maior incidência em mulheres entre 30 a 50 anos de idade.

No início do mês, a atriz Franciely Freduzeski, de 43 anos, que participou da novela “O Clone”, revelou o diagnóstico da doença.

Em um post no Instagram, Franciely disse “dor crônica não é uma dor normal, fibromialgia não é simples e nem tem uma cartilha a ser seguida. Paciência, paciência, paciência, paciência e paciência.”

À CNN, a médica acupunturista Patrícia Evelyne, membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura, disse que os pacientes de fibromialgia enfrentam dificuldades para descrever a dor.

“Geralmente os pacientes têm dificuldade em localizar a dor. Ela pode ser em queimação, pontada ou um peso. A dor é intensidade moderada a forte e muitas vezes o paciente tem a sensação de inchaço [mãos, antebraços] e dormência”, afirma.

O reumatologista não consegue diagnosticar a doeça por exames laboratoriais ou de imagem, sendo feito de forma clínica.

A análise criteriosa do paciente, exames físicos e outros que auxiliam a afastar condições que podem causar sintomas semelhantes.

No post de Franciely, a atriz pediu empatia àqueles que sofrem de dor crônica.

“Não julgue, não aponte quem tem dor crônica, se torna mais difícil ainda lutar contra ela porque acabamos nos cansando de ter que provar que temos dor. Graças a mim, amigos, remédios fortes, como a morfina, estou conseguindo desenrolar, levar a minha vida. Não critique quem toma remédio! No meu caso não tomo porque quero e tenho acompanhamento médico”, escreveu.

Tratamento e qualidade de vida

Como o diagnóstico da doença é totalmente clínico e suas causas não são específicas, o especialista deve adaptar o tratamento para cada.

Segundo o Ministério da Saúde, o não reconhecimento pleno da doença, inclusive para obtenção de licença médica, pode afetar o equilíbrio psicológico dos fibromiálgicos, já sobrecarregados por terem de lidar com uma síndrome incurável que prejudica consideravelmente sua qualidade de vida e desempenho profissional.

Evelyne explica que o tratamento é feito de forma multidisciplinar, com várias especialidades cuidando da paciente com fibromialgia.

“Inclui reumatologista, fisioterapia, acupuntura, médico da dor entre outros profissionais. As dores podem ser aliviadas por medicação, bloqueios, acupuntura, terapia, psicoterapia, exercícios físicos”, disse.

No depoimento nas redes sociais, a atriz disse que o dia a dia de quem tem fibromialgia é exaustivo por causa de todos os males que a síndrome causa causa fora a dor.

“Sentar dói, ficar em pé dói, se mexer dói,se movimentar dói. Avião dói, carro dói, bicicleta dói. Tudo acaba sendo negociado durante o dia para não se tornar tão doloroso a chegada da noite. É viver do limite sem chegar no limite para não ficar de cama e o ruim não ficar pior”, compartilhou.

A média acupunturista destaca que, apesar de a doença não ter cura, o tratamento visa sempre o bem-estar do paciente.

“O tratamento é conservador e visa a diminuição da dor para uma melhor qualidade de vida”, afirma.

O presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Ricardo Xavier, disse em comunicado que “esta parece ser a melhor maneira de reverter a sensibilidade aumentada à dor na fibromialgia”.

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SAÚDE: 05 ALIMENTOS QUE VOCÊ DEVE CONSUMIR PARA TER UMA SAÚDE MELHOR

Na sessão de SAÚDE desta terça-feira mais um vídeo do Dr. Marco Menelau sobre alimentação. Aqui ele descreve 5 alimentos funcionais que não devem faltar na dieta do buscador da saúde! O azeite de oliva, a flor de sal, a maçã, a água com limão e o mel de abelha.

Fonte: 

Publicado em 2 de set de 2018

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BRASILEIRO DEVERÁ TER ADICIONAL MENSAL DE R$ 128 EM MÉDIA NO VALOR DO PLANO DE SAÚDE

Planos de saúde devem ficar R$ 128 mais caros, em média, neste ano no Brasil

Levantamento da CNN usou como referência o preço médio de um convênio e o cálculo das entidades do setor do aumento para 2022

Lucas Janone

da CNN

no Rio de Janeiro

Plano de saúdePlano de saúdeGetty Images

O brasileiro deverá ter um adicional mensal de R$ 128, em média, no valor dos planos de saúde.

O levantamento feito pela CNN considera um plano de saúde com serviço hospitalar e ambulatorial que custa R$ 800, valor médio, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a projeção da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), que estimam aumento 16% nos convênios médicos, conforma já anunciado pelas entidades.

Em comunicado enviado à CNN, nesta sexta-feira (6), a ANS não deu uma data de quando o reajuste será anunciado. No entanto, de acordo com o estatuto, o próximo índice oficial já pode começar a valer a partir deste mês.

Uma vez definido, já começa a ser o aplicado pelas operadoras a partir da data de aniversário do contrato (mês de contratação do plano). A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte.

Caso a projeção se concretize, será a maior alta já aprovada pela ANS no período de um ano. O maior reajuste anual até hoje fora de 13,57%, em 2016, de acordo com os dados da série histórica da ANS, iniciada em 2000.

De acordo com a agência, o Brasil possuía 49 milhões de beneficiários de planos de saúde em fevereiro desse ano, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021.

À CNN, o Superintendente Executivo da Abramge, Marcos Novais, explicou os principais motivos para o possível reajuste recorde no preço dos planos de saúde e destacou a pandemia de Covid-19 como principal causa do encarecimento do serviço no país.

“No ano passado, as despesas médicas cresceram mais de 23%, enquanto as receitas cresceram apenas 9%. Somente em 2021, o prejuízo do setor foi de R$ 1 bilhão. Precisamos desse aumento para reequilibrar tonar mais sustentáveis”.

Entre os principais fatores considerados para o aumento no preço, a ANS avalia a variação das despesas assistenciais com atendimento aos beneficiários dos planos, variação por faixa etária e a despesa das operadoras.

inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também é levado em consideração para o reajuste no país.

É importante destacar que apenas o reajuste dos planos de saúde individuais é definido pela ANS. Nos planos de saúde coletivos – empresarial ou por adesão -, os aumentos são estabelecidos diretamente pelas operadoras.

No caso dos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado.

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BOAS NOTÍCIAS: FINALMENTE CIENTISTAS DESCOBREM A CAUSA GENÉTICA DO LÚPUS

Muito importante e interessante o artigo publicado hoje, aqui na coluna CIÊNCIAS, pois trata-se de uma descoberta extraordinária da ciência. Finalmente uma equipe internacional de pesquisadores identificou uma causa da doença autoimune lúpus dentro das mutações de DNA de um gene que detecta o RNA viral. Como essa é uma doença crônica e, atualmente, não tem cura, essa descoberta é considerada o grande e decisivo passo para a cura.

Cientistas descobrem causa genética do lúpus, uma doença autoimune crônica

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou uma causa da doença autoimune lúpus dentro das mutações de DNA de um gene que detecta o RNA viral – descobertas que levarão ao desenvolvimento de novos tratamentos.

Atualmente não há cura para a doença autoimune crônica que causa inflamação em órgãos e articulações e afeta o movimento e a pele – às vezes com sintomas debilitantes e complicações que podem ser fatais.

O lúpus afeta cerca de um quarto de milhão de pessoas nos EUA e no Reino Unido, e os tratamentos atuais são predominantemente imunossupressores que funcionam diminuindo o sistema imunológico para aliviar os sintomas.

Mas cientistas relataram recentemente a realização de sequenciamento completo do genoma no DNA de uma criança espanhola chamada Gabriela, que foi diagnosticada com lúpus grave quando tinha 7 anos de idade. Um caso tão grave com início precoce dos sintomas é raro e indica uma única causa genética.

Em sua análise publicada em 27 de abril na Nature , os pesquisadores relatam encontrar uma única mutação pontual no gene TLR7. Por meio de referências dos EUA e do Hospital Shanghai Renji na China, eles identificaram outros casos de lúpus grave em que esse gene também foi mutado.

Para confirmar que a mutação causa lúpus, a equipe usou a edição de genes CRISPR para introduzi-la em camundongos. Esses camundongos desenvolveram a doença e apresentaram sintomas semelhantes, fornecendo evidências de que a mutação TLR7 era a causa. O modelo de camundongo e a mutação foram ambos nomeados ‘kika’ por Gabriela, a jovem que está sendo tratada no Centro de Imunologia Personalizada da Universidade Nacional Australiana.

“Tem sido um grande desafio encontrar tratamentos eficazes para o lúpus, e os imunossupressores atualmente usados ​​podem ter sérios efeitos colaterais e deixar os pacientes mais suscetíveis à infecção”, disse Carola Vinuesa , autora sênior, investigadora principal e líder do estudo. novo Laboratório de Autoimunidade no Instituto Francis Crick, onde continuará a pesquisa. “Houve apenas um único novo tratamento aprovado pelo FDA nos últimos 60 anos.”

“Esta é a primeira vez que uma mutação TLR7 demonstrou causar lúpus, fornecendo evidências claras de uma maneira pela qual essa doença pode surgir”.

Pode ser um pequeno número de pessoas com lúpus que apresentam variantes no próprio TLR7, mas muitos pacientes apresentam sinais de hiperatividade na via do TLR7. Ao confirmar uma ligação causal entre a mutação genética e a doença, os pesquisadores podem começar a desenvolver tratamentos mais eficazes.

A mutação que os pesquisadores identificaram faz com que a proteína TLR7 se ligue mais facilmente a um componente de ácido nucleico chamado guanosina e se torne mais ativa. Isso aumenta a sensibilidade da célula imunológica, tornando mais provável que ela identifique incorretamente o tecido saudável como estranho ou danificado e monte um ataque contra ele.

Curiosamente, outros estudos mostraram que mutações que fazem com que o TLR7 se torne menos ativo estão associadas a alguns casos de infecção grave por COVID-19, destacando “o delicado equilíbrio de um sistema imunológico saudável”.

10x mais provável em mulheres

O trabalho também pode ajudar a explicar por que o lúpus é cerca de 10 vezes mais frequente em mulheres do que em homens.

Como o TLR7 fica no cromossomo X, as fêmeas têm duas cópias do gene, enquanto os machos têm uma. Normalmente, um dos cromossomos X é inativo nas mulheres, mas nesta seção do cromossomo, o silenciamento da segunda cópia é muitas vezes incompleto. Isso significa que as mulheres com uma mutação nesse gene podem ter duas cópias funcionais.

“A identificação do TLR7 como a causa do lúpus neste caso incomumente grave encerrou uma odisseia diagnóstica e traz esperança para terapias mais direcionadas para Gabriela e outros pacientes com lúpus que provavelmente se beneficiarão dessa descoberta”, diz a Dra. autor do estudo.

Os pesquisadores agora estão trabalhando com empresas farmacêuticas para explorar o desenvolvimento ou o redirecionamento de tratamentos existentes, que visam o gene TLR7. E eles esperam que direcionar esse gene também possa ajudar pacientes com doenças relacionadas, como artrite reumatoide e dermatomiosite, que pertencem à mesma família ampla do lúpus.

Agora uma adolescente que mantém contato com a equipe de pesquisa, Gabriela expressou esperança de que a descoberta fará com que as pessoas com lúpus sintam que não estão sozinhas na luta. “Espero que a pesquisa continue e acabe em um tratamento específico que possa beneficiar tantos guerreiros lúpicos que sofrem desta doença.”

Fonte: Good News Network

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SEGUNDOD INCA, 7 EM CADA 10 MULHERES DIAGNOSTICADAS COM CÂNCER DE OVÁRIO NO BRASIL MORREM EM DECORRÊNCIA DA DOENÇA

 Câncer de ovário mata 7 em cada 10 mulheres no Brasil, diz Inca

Doença, que tem os sintomas silenciosos, acomete mais de seis mil mulheres por ano no Brasil

Ingid Olivreira

da CNN

em São Paulo

 

O câncer de ovário é uma doença que acomete mais de seis mil mulheres todos anos anos no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse número, 7 em cada 10 pacientes morrem em decorrência da doença.

No domingo, 8 de maio, é estipulado o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Ovário para que mulheres observem os sinais e sintomas da doença, e façam exames de rotina — estabelecendo um diagnóstico precoce.

Nesta sexta-feira (6), no quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explica que nem sempre a doença mostrará sintomas e isso pode dificultar o diagnóstico.

“O grande problema dessa doença é a questão anatômica e como ela se manifesta no começo. A pessoa pode não ter sintoma nenhum”, afirmou.

“Se a pessoa apresentar sintomas, vai precisar procurar o médico, conversar com ginecologista e estabelecer o diagnóstico e tratamento”, disse Gomes.

De acordo com o Inca, o câncer de ovário é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero.

Causas e diagnóstico

O médico explica que as principais causas do câncer de ovário podem estar associadas a diversos fatores como a idade, ele acomete mais as mulheres acima dos 50 anos, com menopausa tardia, aumentando chances de terem o câner de ovário.

Gomes cita outros fatores como mutações genéticas como o BRCA1 e BRCA2, histórico familiar, e excesso de gordura corporal.

“Por isso precisamos prestar atenção na saúde do nosso corpo sempre”, disse.

O neurocirurgião afirma que o diagnóstico pode ser feito nas consultas de rotina. As mulheres, se apresentarem qualquer um desses critérios devem ficar mais atentas e informar ao médico.

Segundo o Inca, o diagnóstico precoce desse tipo de câncer é possível em apenas parte dos casos, pois a maioria só apresenta sinais e sintomas em fases mais avançadas da doença.

“O relaionamento íntimo da mulher com a sua saúde, usando a ginecologia, é fundamental para identificar fatores de risco e fazer o diagnóstico precoce”, aponta.

Em relação ao tratamento, a abordagem pode ser variada. Normalmente, cirurgia de remoção do tumor e quimioterapia são usadas para tratar o câncer de ovário.

Fonte: CNN

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MINISTÉRIO DA SAÚDE DO PERU NOTIFICA DESCOBERTA DE NOVA LINHAGEM DA VARIANTE ÔMICRON

Peru identifica nova linhagem da variante Ômicron

Segundo o Instituto Nacional de Saúde do país, a cepa BA.1.22 não apresenta mutações novas ou diferentes das anteriores

Apesar de mais transmissível, a Ômicron se mostrou menos grave em pessoas vacinadasApesar de mais transmissível, a Ômicron se mostrou menos grave em pessoas vacinadas FREEPIK

O Ministério da Saúde do Peru notificou na quinta-feira (5) a descoberta de uma nova linhagem da variante Ômicron do coronavírus que circula por várias regiões do seu território chamada BA.1.22 e que foi identificada no departamento de Tacna, no sul do país.

“A nova linhagem BA.1.22 é o produto da evolução natural do vírus na população peruana e foi identificada principalmente na região de Tacna, mas já foram detectados casos em Loreto, Arequipa, Moquegua, Puno e Lima”, detalhou o ministério em um comunicado.

A equipe de vigilância genômica do Instituto Nacional de Saúde (INS) foi a responsável por detectar essa nova linhagem, que não apresenta mutações novas ou diferentes das anteriores (ou previamente registradas) da Ômicron.

Com esta descoberta, já existem dez linhagens que foram identificadas e propostas pelo laboratório de vigilância genômica do Instituto Nacional de Saúde do Peru para registro e foram aceitas pelo comitê internacional PANGO no Reino Unido.

“A vigilância genômica é usada para tomar decisões de saúde pública e fortalecer o controle da epidemia diante do surgimento de novos mutantes do vírus SARS-CoV-2 em território nacional”, disse o chefe deste laboratório, Carlos Padilla.

O Instituto Nacional de Saúde destacou que, desde a chegada da variante Ômicron ao Peru em dezembro do ano passado, o sequenciamento genômico permitiu observar as novas alterações ou mutações que esta variante sofre devido às múltiplas infecções registradas.

Em seus últimos informes, o Ministério da Saúde indicou que foram registrados 240 casos de Covid-19 e cinco pessoas morreram em decorrência da doença durante a terça-feira (3).

Em relação às vacinas, o Peru soma 16,2 milhões de pessoas imunizadas com as três doses, o que representa 56,9% de sua população.

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MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO FORNECIDOS PELA UNICAT ESTÃO EM FALTA

Por Ayrton Freire, Inter TV Cabugi

 

Medicamento utilizado por criança de 1 ano e 10 meses, em Natal, está em falta na Unicat. — Foto: CedidaMedicamento utilizado por criança de 1 ano e 10 meses, em Natal, está em falta na Unicat. — Foto: Cedida

Famílias de pacientes que utilizam medicamentos de alto custo fornecidos pela Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) do Rio Grande do Norte, reclamam da falta dos remédios usados nos tratamentos médicos.

Somente nesta quarta-feira (4), havia 66 fármacos distribuídos pelo sistema público de saúde indisponíveis.

Maria Nathália, 12 anos, faz um tratamento contra epilepsia desde 2019, utilizando o remédio Kepra 250mg. Porém, há três meses, deixou de receber o medicamento e agora familiares estão fazendo cotas para comprar o medicamento, que custa quase R$ 200 e dura apenas duas semanas.

“Por enquanto, estamos conseguindo, mas não sabemos até quando, pois não temos uma previsão de quando chegará o medicamento. Acredito que existam famílias dentro de Natal e arredores que também estão precisando da medicação e não tenham condições de comprar”, diz a tia da menina, a secretária Maria das Graças Silva.

O executivo de vendas Gerdiel de Brito também não conseguiu o medicamento Micofenolato de Sódio 180 mg, utilizado pela filha Luna, de 1 ano e 10 meses, que custa R$ 2 mil. A família ainda tem um estoque para duas semanas, mas não tem previsão de quando mais comprimidos.

“Minha filha fez no ano passado um transplante de fígado. Eu inclusive fui o doador. E desde então ela precisa desse medicamento. Se não chegar na Unicat, vou ter que fazer de tudo. Usar o cartão de crédito, o que for”, declarou.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) e a Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) afirmaram que os medicamentos Keppra, Micofenolato e Galatamina são de responsabilidade do Ministério da Saúde e não têm previsão de envio.

“A eventual e momentânea falta de alguns medicamentos é multifatorial e circunstancial, decorrente principalmente da crise de desabastecimento na indústria em todo o mundo, com reflexos em território nacional, inclusive na indústria farmacêutica. A Sesap tem feito o possível para agilizar os trâmites da aquisição dos medicamentos”, afirmou a pasta.

A pasta reforçou que parte dos medicamentos em falta são distribuídos pelo Ministério da Saúde.

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SAÚDE: 04 SUPLEMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR NA SUA VIDA

Na nossa sessão de SAÚDE desta quinta-feira trouxe aqui uma palestra importantíssima para você que dá o maior valor a sua saúde e pretende ter uma vida longeva e saudável. Uma espetacular explanação do Dr. Marco Menelau, médio homeopata especializado em psicomedicina, sobre os 04 sucplementos que não podem faltar em sua vida! 

Por favor não deixe de assistir. É imperdível! Vai mudar a sua qualidade de vida!

Fonte: 

Publicado em 31 de ago de 2018

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CAPITAL POTIGUAR RECEBE ATÉ O DIA 07 DE MAIO O 40º CONGRESSO BRASILEIRO DE PEDIATRIA DE FORMA PRESENCIAL NO CENTRO DE CONVENÇÕES DA CAPITAL POTIGUAR

Por g1 RN

 

Natal recebe Congresso Brasileiro de Pediatria — Foto: Elpídio JuniorNatal recebe Congresso Brasileiro de Pediatria — Foto: Elpídio Junior

A capital potiguar recebe até o dia 7 de maio o 40º Congresso Brasileiro de Pediatria (CBP). O evento teve duas edições online por causa da pandemia e acontece agora de forma presencial no Centro de Convenções da capital com a presença de médicos de todo o país.

O evento tem uma ampla programação com mesas-redondas, colóquios e conferências que discutem temas como coberturas vacinais e recusa vacinal; estratégias para apoiar a amamentação em situações especiais; distúrbio respiratório do sono; doenças sistêmicas; telemedicina; saúde mental da criança e do adolescente; neurologia pediátrica em tempos de endemias e pandemias modernas; da subnutrição à obesidade em crianças e adolescentes; doenças alérgicas; doenças respiratórias; transtorno do espectro autista; suplementação alimentar; câncer infanto-juvenil; efeitos do mundo virtual para a nova geração, dentre outros.

O Congresso tem como objetivo ser um espaço para troca de conhecimento e atualização dos pediatras e profissionais de saúde que integram o cuidado de crianças e adolescentes. A expectativa é receber mais de 4 mil médicos durante os cinco dias de Congresso.

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CIÊNCIAS: SEGUNDO ESTUDO, SETE HORAS DE SONO POR NOITE É O TEMPO IDEAL PARA MEIA -IDADE E VELHICE

Sete horas de sono por noite é o ideal na meia-idade e na velhice, diz estudo

Pesquisa descobriu que pessoas que dormiram por pouco tempo, ou mesmo por longos períodos, apresentaram piora no bem-estar geral e mais sintomas de ansiedade e depressão

Katie Hunt

da CNN

Andisheh A/Unsplash

A quantidade ideal de sono não é muito pouco, mas não muito — pelo menos na meia-idade e na velhice.

Novas pesquisas descobriram que cerca de sete horas de sono é a noite de descanso ideal, com sono insuficiente e excessivo associado a uma capacidade reduzida de prestar atenção, lembrar e aprender coisas novas, resolver problemas e tomar decisões.

Sete horas de sono também estavam associadas a uma melhor saúde mental. As pessoas que dormiram por pouco tempo, ou mesmo por longos períodos, apresentaram piora no bem-estar geral e mais sintomas de ansiedade e depressão.

“Embora não possamos dizer conclusivamente que pouco ou muito sono causa problemas cognitivos, nossa análise observando indivíduos por um longo período de tempo parece apoiar essa ideia”, disse Jianfeng Feng, professor da Universidade Fudan da China e autor de o estudo publicado na revista científica Nature Aging.

“Mas as razões pelas quais as pessoas mais velhas têm um sono mais pobre parecem ser complexas, influenciadas por uma combinação de nossa composição genética e a estrutura de nossos cérebros“, explicou em um comunicado.

Pesquisadores da China e do Reino Unido analisaram dados de quase 500 mil adultos com idades entre 38 e 73 anos que faziam parte do UK Biobank — um estudo de saúde de longo prazo apoiado pelo governo.

Os participantes foram questionados sobre seus padrões de sono, saúde mental e bem-estar, e participaram de uma série de testes cognitivos. Imagens do cérebro e dados genéticos estavam disponíveis para quase 40 mil dos participantes do estudo.

Outra pesquisa descobriu que adultos mais velhos que têm dificuldade significativa em adormecer e que experimentam despertares noturnos frequentes correm alto risco de desenvolver demência ou morrer precocemente por qualquer causa, enquanto dormir menos de seis horas por noite tem sido associado a doenças cardiovasculares.

Uma razão para a ligação entre muito pouco sono e declínio cognitivo pode ser por causa da interrupção do sono profundo, que é quando o cérebro repara o corpo do desgaste do dia e consolida as memórias. Pouco sono também está associado ao acúmulo de amiloide, uma proteína chave que pode causar emaranhados no cérebro que caracterizam alguma forma de demência.

O estudo também disse que é possível que uma duração prolongada do sono seja decorrente de um sono fragmentado e de má qualidade.

Raj Dasgupta, porta-voz da Academia Americana de Medicina do Sono e professor assistente de medicina clínica na Escola de Medicina Keck da Universidade do Sul da Califórnia, disse que a duração do sono mais longa foi associada a problemas cognitivos, mas não ficou totalmente claro o motivo.

“Isso define uma marca para pesquisas futuras e a busca por tratamento”, disse Dasgupta, que não esteve envolvido na pesquisa.

“O sono é essencial à medida que envelhecemos e precisamos tanto quanto os mais jovens, mas é mais difícil de encontrar”.

O estudo teve algumas limitações – apenas avaliou quanto tempo os participantes dormiram no total e não qualquer outra medida da qualidade do sono, como acordar durante a noite.

Além disso, os participantes relataram sua quantidade de sono, de modo que não foi medida objetivamente. No entanto, os autores disseram que o grande número de pessoas envolvidas no estudo significa que suas conclusões provavelmente são robustas.

Os autores disseram que suas descobertas sugerem que é importante que o sono, idealmente de cerca de sete horas, seja consistente.

O estudo mostrou uma ligação entre muito e pouco sono e problemas cognitivos, não causa e efeito, alertou Russell Foster, professor da Universidade de Oxford e diretor do Sir Jules Thorn Sleep and Circadian Neuroscience Institute, que não estava envolvido. na pesquisa.

Ele disse que o estudo não levou em consideração o estado de saúde dos indivíduos e que o sono curto ou longo pode ser uma indicação de condições de saúde subjacentes com problemas cognitivos.

Ele também disse que tomar a média de sete horas como a quantidade ideal de sono “ignora o fato de que há uma variação individual considerável na duração do sono” e na qualidade. Menos ou mais sono pode ser perfeitamente saudável para alguns indivíduos, disse ele.

“Nos dizem regularmente que a noite ‘ideal’ de sono para os idosos deve ser sete horas de sono ininterrupto. Essa crença está errada de muitas maneiras. Muito tempo de sono, por exemplo,  pode causar confusão e ansiedade para muitos”, disse Foster.

“Quanto tempo dormimos, nossos horários de sono preferidos e quantas vezes acordamos durante a noite variam entre os indivíduos e à medida que envelhecemos. O sono é dinâmico, e todos temos padrões de sono diferentes, e o principal é avaliar quais necessidades são.”

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SEGUNDO DADOS DA SAÚDE, NÚMERO DE MORTES DE MULHERES GRÁVIDAS OU ATÉ 42 DIAS APÓS O PARTO CRESCEU 41,9% NO BRASIL EM 2021

Mortes de gestantes crescem mais de 40% em 2021, apontam dados da Saúde

Foram registrados mais de 2,7 mil óbitos. Especialistas creditam aumento à pandemia de Covid-19

Pauline Almeida

da CNN

no Rio de Janeiro

Mortes de gestantes crescem mais de 40% em 2021, apontam dados da Saúde | W Radio Brasil

 

O número de mortes de mulheres grávidas ou até 42 dias após o parto cresceu 41,9% no Brasil no ano passado em relação a 2020, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

O aumento dos óbitos, provocado pela pandemia de Covid-19, deixa o Brasil ainda mais longe da meta de reduzir a mortalidade materna, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O painel do Ministério da Saúde mostra que o país vinha registrando uma queda nos óbitos de gestantes e puérperas entre 2017 e 2019 — este último com 1.575 mortes. No entanto, em 2020, com o início da disseminação do coronavírus, a situação mudou: foram 1.964 mortes, uma alta de quase 25%. Já em 2021, o número saltou para 2.787.

CNN procurou o Ministério da Saúde para comentar os números e aguarda um retorno.

O obstetra e pesquisador do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Marcos Nakamura, explica que as gestantes e mulheres após o parto se mostraram um grupo de risco para a Covid-19.

“Desde o H1N1, a gente sabe que essas infecções respiratórias graves têm uma possibilidade de afetar desproporcionalmente as mulheres grávidas. Por que isso? A grávida, por conta das mudanças no organismo, acaba tendo uma capacidade pulmonar reduzida. O pulmão é afetado, isso faz com que rapidamente descompense, levando a um quadro de insuficiência respiratória”, relatou à CNN.

Segundo o médico, que também é presidente da Comissão de Mortalidade Materna da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe, do Ministério da Saúde) indicam 461 óbitos de gestantes com diagnóstico confirmado de Covid-19, em 2020, e 1.519, em 2021.

“Em 2019, a razão de mortalidade materna é de 58 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Em 2020, 72 a cada 100 mil nascidos vivos. Em 2021, deve ficar acima de 100”, colocou, lembrando que o Ministério da Saúde ainda pode fazer pequenas correções nas estatísticas.

A Razão de Mortalidade Materna é um índice que expressa o número de mortes de gestantes ou mães até 42 dias após o parto por 100 mil nascidos vivos. Em países desenvolvidos, ela fica em torno de 10 por 100 mil nascidos vivos.

Marcos Nakamura também conta que outro efeito do coronavírus causa impacto sobre as gestantes.

“Além da questão respiratória, tem um distúrbio inflamatório, aumenta a chance de trombose. E a grávida ou a mulher que teve o parto tem uma predisposição a ter essas complicações, especialmente de trombose, em relação à população normal”, colocou.

Já o diretor médico da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Jair Braga, pontua que a pandemia prejudicou o acompanhamento pré-natal das gestantes, fundamental para a identificação de problemas e comorbidades, devido ao cancelamento de consultas e o medo de contaminação nos hospitais e consultórios.

“As grávidas demoraram um pouco para entrar no grupo de risco da Covid. E depois que entraram, ficaram”, colocou.

Diante dos números, ambos os médicos ressaltam a importância das mulheres gestantes receberem a vacina contra o coronavírus.

Como chegar à meta da ONU para 2030?

Com a melhora do cenário epidemiológico da pandemia, os olhares se voltam para como melhorar o atendimento e chegar à meta de 30 mortes por 100 mil nascidos vivos, até 2030.

Para Jair Braga, o pré-natal precisa ser seguido à risca. As consultas de acompanhamento, segundo o médico, servem para identificar problemas como hipertensão e diabetes, algumas das principais causas de mortes.

O diretor médico da Maternidade Escola da UFRJ também defende a qualificação dos profissionais de saúde. “É um desafio muito grande, principalmente nas cidades que têm menos recursos”, colocou.

O pesquisador do IFF/Fiocruz, Marcos Nakamura, ainda argumenta a necessidade da ampliação de UTIs obstétricas, a melhora do encaminhamento de gestantes de risco e a resolução de problemas de infraestrutura enfrentados em alguns hospitais.

“A pandemia veio escancarar alguns problemas que já eram crônicos na rede de atenção”, avalia.

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UNICEF ALERTA QUE A BAIXA COBERTURA VACINAL DE CRIANÇAS PODE ABRIR ESPAÇO PARA O RETORNO DE DOENÇAS COMO SARAMPO E POLIOMIELITE

Com baixa cobertura vacinal, volta do sarampo e da pólio preocupa, alerta Unicef

À CNN, a oficial de saúde do Unicef, Stéphanie Amaral, destacou que é inaceitável que crianças morram e sofram por doenças preveníveis por vacinas

Amanda GarciaBel Campos

da CNN

em São Paulo

Vacinação de crianças em São Paulo (SP)Vacinação de crianças em São Paulo (SP)Foto: Governo do Estado de São Paulo

A baixa cobertura vacinal de crianças pode abrir espaço para o retorno de doenças como o sarampo e a poliomielite. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Em apenas três anos, a cobertura de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola no Brasil caiu de 93,1%, em 2019, para 71,49% em 2021.

Em entrevista à CNN, a oficial de saúde do Unicef no Brasil, Stéphanie Amaral, destacou que a queda tem sido percebida desde 2015.

“A cobertura da pólio, por exemplo, chegava a quase 100% em 2015, em 2019 teve queda para 84% e em 2021 caiu muito mais drasticamente, para 67%”.

Segundo ela, “isso é muito preocupante porque estamos correndo risco de que essas doenças voltem, elas têm gravidade e podem levar à mortalidade, a pólio traz a paralisia infantil e também a morte. É uma situação agravada que a gente precisa reverter não podemos aceitar que crianças morram e sofram por doenças facilmente preveníveis por vacinas”.

Na avaliação da oficial do Unicef, pesquisas apontam que uma série de fatores interfere na falta de adesão à vacinação.

“Ela passa pela baixa percepção da gravidade das doenças, já que elas não têm sido vistas há muito tempo, a nova geração de pais, mães e médicos nunca conviveram com elas e pensam que está tudo bem e que não há perigo, esse é um pensamento errado, e percebemos isso com a volta do sarampo.”

Stéphanie afirma acreditar que a pandemia agravou a situação que já vinha sendo identificada. Outro ponto é a circulação de fake news: “A disseminação de notícias falsas tem papel na diminuição da cobertura vacinal”.

“Precisamos fortalecer o Programa Nacional de Imunizações e a capacidade dos profissionais de saúde e mobilizar a população para entender a gravidade da situação e, assim, levar as crianças para vacinar”, disse.

Ela ainda defendeu que haja busca ativa das crianças que não foram vacinadas e reforçou que os imunizantes são seguros e alvos de pesquisa há anos.

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NATAL É CLASSIFICADA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE COMO SEGUNDA CAPITAL DO NORDESTE COM MAIOR NÚMERO DE ADULTOS COM DEPRESSÃO

Por g1 RN

 

Natal é a segunda capital do Nordeste com maior número de adultos com depressão, aponta Ministério da Saúde — Foto: G1Natal é a segunda capital do Nordeste com maior número de adultos com depressão, aponta Ministério da Saúde — Foto: G1

Um levantamento inédito publicado pelo Ministério da Saúde neste mês coloca Natal como a segunda capital do Nordeste com o maior número de pessoas com 18 anos ou mais que relataram um diagnóstico médico por depressão. A capital potiguar contabiliza 11,8% de registros nessa parcela da população, atrás somente de Recife, com 12,5%, conforme dados tabulados pelo órgão ministerial através da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) – ano base 2021.

Em todo o País, em média 11,3% dos brasileiros relatam um diagnóstico médico de depressão. É um número bem acima da média apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Brasil, de 5,3%. A pesquisa Vigitel é aplicada todos os anos, e tem como objetivo coletar informações que dizem respeito à saúde nas capitais brasileiras. Essa é a primeira vez que a pesquisa traz números relacionados à depressão. Entre os sintomas da condição, estão: tristeza persistente, desânimo, baixa autoestima, sentimento de inutilidade, alterações no apetite, ganho ou perda de peso súbita, insônia, excesso de sono e fadiga acentuada.

“A pandemia em si, as questões econômicas, o aumento elevado de desemprego… Todos esses fatores contribuem de forma significativa para o elevado número de diagnósticos na capital potiguar”, avalia o preceptor psicólogo do Instituto Santos Dumont, Robson Rates.

Ele destaca, ainda, que com o teleatendimento em saúde, um número maior  de pessoas conseguiu ter acesso direto às equipes médicas. “Temos um aumento significativo desses dados. Mas, com certeza, esses números ainda não demonstram a realidade dos consultórios, pois estão subnotificados. O número real é, provavelmente, muito maior”, reforça.

De acordo com o levantamento, a frequência de adultos que referiram diagnóstico médico de depressão variou entre 7,2% em Belém e 17,5% em Porto Alegre. No sexo masculino, as maiores frequências foram observadas em Porto Alegre (15,7%), Florianópolis (12,9%) e no Rio de Janeiro (11,7%), e as menores em Salvador (4,2%), Rio Branco (4,3%) e Palmas (4,4%). Entre mulheres, o diagnóstico de depressão foi mais frequente em Belo Horizonte (23,0%), Campo Grande (21,3%) e Curitiba (20,9%), e menos frequente em Belém (8,0%), São Luís (9,6%) e Macapá (10,9%).

No conjunto das 27 cidades, a frequência do diagnóstico médico de depressão foi de 11,3%, sendo maior entre as mulheres (14,7%) do que entre os homens (7,3%). Entre os homens, a frequência dessa condição tende a crescer com o aumento da escolaridade. Em Natal, a depressão afeta mais mulheres com 18 anos ou mais (14,6%) do que homens na mesma faixa etária (8,4%).

“As mulheres sofrem mais preconceito social, a sociedade é machista, o índice de desemprego é muito maior entre as mulheres, as grávidas são desligadas do ambiente de trabalho na maioria dos casos. Esses fatores fazem com que as mulheres adoeçam mais”, comenta Robson Rates. A alteração do comportamento e o consequente isolamento são sinais primários de que alguém está desenvolvendo um quadro depressivo. “Se alguém é introspectivo, pode demonstrar uma alegria repentina que não tinha, por exemplo. Depois, vem a apatia, o isolamento, a desesperança. Nos casos mais graves, leva ao suicídio. A depressão é uma doença sem cura. Apesar disso, tem tratamento. Ele precisa ser psicológico e psiquiátrico, além de outras intervenções como atividades físicas”, adverte o psicólogo.

Autocuidado

Conforme a preceptora Miliana Galvão Prestes, mestre em Psicologia do ISD, a depressão apresenta características instaladas, com histórico em adolescentes e adultos.

“A depressão se tornou algo tão generalizado que se apresenta hoje em pessoas que conseguem manter uma rotina de trabalho, de atividade física. Os sinais são sutis e, às vezes, as pessoas não percebem que estão deprimidas”.

“A depressão é uma doença crônica que precisa de acompanhamento com psicólogo e psiquiatra, além de tratamentos alternativos como mudança de estilo de vida, redução de estresse, formas de autocuidado como atividade física, que é um ótimo “remédio” para a depressão”, lista.

Além do autocuidado, a psicóloga aponta que a pessoa com depressão precisa buscar outros tipos de tratamento, como as práticas de cuidado coletivas. “São terapias integrativas, convivência comunitária, se integrar a alguma associação. Situações que essa pessoa tenha alguma convivência social que traga a sensação de pertencimento, de utilidade, valorização”, destaca.

Vigitel

Conforme a publicação, pelo menos 27 mil brasileiros responderam aos questionários por telefone, configurando o maior inquérito de saúde do país, entre setembro de 2021 e fevereiro de 2022. Os entrevistados responderam, entre outros, ao seguinte questionamento:  “Algum médico já lhe disse que o(a) Sr.(a) tem depressão?”. A Vigitel tem como objetivo monitorar a frequência e a distribuição dos principais fatores de risco e de proteção das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Estabeleceu-se um tamanho amostral mínimo de 2 mil indivíduos em cada cidade para estimar, com nível de confiança de 95% e erro máximo de dois pontos percentuais, a frequência de qualquer indicador na população adulta. Além dos dados relativos à depressão, a pesquisa Vigitel aborda aspectos da obesidade, realização de atividade física e consumo de tabaco, por exemplo.

Ranking

Percentual de adultos com 18 anos ou mais que referiram diagnóstico médico de depressão, por sexo, nas capitais do Nordeste.

  • Recife: 12,5%
  • Natal: 11,8%
  • Fortaleza: 11,4%
  • Maceió: 11,3%
  • João Pessoa: 11,0%
  • Aracaju: 10,9%
  • Teresina: 10,8%
  • Salvador: 8,0%
  • São Luís: 8,0%

Fonte: Vigitel 2021

Sobre o ISD

O Instituto Santos Dumont (ISD) é uma Organização Social vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e engloba o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra e o Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi, ambos em Macaíba. A missão do ISD é promover educação para a vida, formando cidadãos por meio de ações integradas de ensino, pesquisa e extensão, além de contribuir para a transformação mais justa e humana da realidade social brasileira.

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SOCORRISTA DO SAMU SOFRE DISCRIMINAÇÃO RACIAL DURANTE ATENDIMENTO A VÍTIMA EM SÃO PAULO

Por que o Brasil ainda reproduz episódios de racismo contra profissionais de saúde

Estudos apontam que casos de discriminação são frequentes entre médicos, enfermeiros e socorristas no país

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

RyanJLane/Getty Images

O último dia 12 março poderia ter sido apenas de mais um plantão na rotina da socorrista Laura Cristina Cardoso, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da cidade de São Paulo.

No entanto, a equipe acionada para o atendimento de um homem de cerca de 90 anos acamado, com sequelas de acidente vascular cerebral (AVC) e outras comorbidades, se viu diante de uma situação difícil que atinge grande parte dos profissionais de saúde no Brasil: o racismo.

“Entro no quarto onde está a vítima e uma senhora que meio desesperada grita: ‘E agora, filho? Ela é negra”. No que ele respondeu: “Tudo bem, mamãe. Ela está usando luvas”, contou a enfermeira em um relato nas redes sociais.

“A vítima foi devidamente atendida pelas minhas mãos negras enluvadas e deixada aos cuidados do hospital privado que a família preferiu”, relata a socorrista na publicação.

Em entrevista à CNN, Laura afirmou ter vivenciado casos de racismo em todas as funções que desempenhou como profissional de saúde.

“No momento do atendimento, isso não me causou nenhum desconforto até porque sendo negra eu lido com o racismo estrutural de sempre. A vítima, o paciente que eu tinha para atender, era a minha prioridade – é sempre a nossa prioridade. Entendo o racismo como uma pauta importante, mas a vida se sobrepõe a isso”, disse.

Na publicação, a socorrista destaca o valor da resiliência ao afirmar que o melhor tratamento possível foi destinado ao paciente por que “quem eles são não muda quem eu sou”.

“Eu gostaria muito que como sociedade nós aprendêssemos algumas lições com casos de racismo como esse e como muitos outros. Nesse caso, especificamente, a lição que deveria ser aprendida e eu seria muito grata a Deus, é a lição que a vida sempre se sobrepõe”, disse Laura.

As minhas mãos estavam sim enluvadas, mas não foram as minhas mãos enluvadas que salvaram a vida daquele homem, foram os meus conhecimentos, minha experiência, minha história de superação e não há nada que eles possam fazer a respeito. É preciso aceitar, ainda que você seja racista

Laura Cristina Cardoso, socorrista do Samu

“A vítima foi devidamente atendida pelas minhas mãos negras enluvadas”, disse a socorrista Laura Cristina Cardoso, ao centro / Reprodução/Facebook

Casos como o de Laura não são incomuns no país. Dados do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo e da Articulação Nacional da Enfermagem Negra apontam que a maior parte dos enfermeiros e técnicos em enfermagem que se declaram pretos ou pardos já sofreu ou percebeu algum tipo de ato discriminatório.

Dentre os que trabalham em São Paulo, onde a socorrista do Samu foi vítima, 64% dos enfermeiros e técnicos em enfermagem entrevistados relataram que já perceberam racismo na unidade de saúde onde trabalham e 55% disseram que a discriminação veio dos pacientes.

Um outro estudo, realizado em Ribeirão Preto, com 182 pessoas, revelou que 71,54% delas perceberam, em algumas situações, ter sofrido discriminação racial em serviços de saúde.

Perpetuação do crime de racismo

“Em uma turma de 100 pessoas, eu era a única estudante negra”, conta a professora Silvia Maria Santiago, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “O espaço para que a questão do racismo fosse discutida no meu tempo, 40 anos atrás, era completamente diferente do que a faculdade está sendo obrigada a responder neste momento”, afirma.

Além de lecionar no curso de medicina da Unicamp, Silvia também atua como diretora-executiva de Direitos Humanos da universidade. Segundo ela, a persistência do crime de racismo no Brasil está associada a causas multifatoriais.

“Essa é uma mazela que acho difícil a gente se livrar se não mudarmos radicalmente o valor das vidas. Enquanto as vidas tiverem diferentes valores na sociedade, nós vamos ter sempre o racismo presente”, afirma. “Nós temos na sociedade brasileira ainda uma identificação do negro como um humano não tão humano quanto o branco. Existe uma diferenciação de qualidade de vida, de valor da vida de um e de outro de uma sociedade que não aceita a diversidade”, completa.

A professora avalia que por trás dos casos de racismo também há uma desconfiança infundada sobre a capacitação dos profissionais negros em comparação com o suposto desempenho de especialistas brancos.

“Eu sou médica e tem o caso em que o próprio paciente muitas vezes esperou meses pela consulta e se decepciona quando vai ser atendido e o médico ou a médica são negros, por vários motivos. Há uma inconformidade no sentido de entender que aquele profissional pode ser tão competente quanto um profissional branco ou mais”, diz Silvia.

Vítima de racismo quando atuava em uma clínica da família na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a enfermeira Júlia Carvalho da Silva, 27, relata que teve questionada a sua capacidade como profissional.

Estava no consultório de atendimento e, no momento em que eu precisei sair da sala para pegar uma impressão na administração, uma das pacientes de alguma urgência, quando me viu, me olhou de cima a baixo e falou para a amiga do lado acreditando que eu não iria escutar: ‘essa escurinha aí que vai me atender?’

Júlia Carvalho da Silva, enfermeira

No fluxo de demandas do dia, a paciente foi designada para atendimento pela enfermeira. Júlia conta que embora a situação tenha sido desconfortável ela não manteve uma postura de enfrentamento.

“A minha reação nunca foi essa de combate, eu preferi sempre mostrar o contrário, eu acho que essas pessoas são muito pobres de informação, elas pensam muito pequeno. Então, eu achei que a melhor forma de responder à ofensa dela, querendo ou não é uma ofensa, o preconceito dela, foi atendê-la da melhor forma que eu podia”, afirma.

Segundo a enfermeira, situações de racismo no ambiente de trabalho podem se apresentar de diferentes maneiras – algumas mais discretas, outras mais evidentes, como neste caso. Ela afirma que, no caso dos profissionais da saúde, o cabelo ainda é alvo de comentários racistas, seja em relação ao estilo black power ou no uso de tranças.

“É possível enfrentar esse problema social de saúde pública com informação e também com mudanças no vocabulário. Ainda se utiliza muitas frases racistas e precisamos problematizar isso, em vez de romantizar. Acho fundamental, ainda, termos representatividade nas instituições”, ressalta.

Discussão do racismo na formação acadêmica

Em 2017, a Unicamp adotou um sistema de cotas étnico-raciais que reserva 25% das vagas disponíveis para candidatos autodeclarados pretos e pardos. De acordo com a professora Silvia Maria Santiago, a medida tem provocado mudanças no perfil dos estudantes da instituição, em especial no curso de medicina, que passou a contar com mais alunos pretos.

“Em uma aula de dermatologia, os livros trazem as lesões de pele em pessoas brancas. Os alunos perguntam ao professor como a lesão aparece na pele negra. Eles estão tensionando o ensino de várias doenças em como elas se manifestam em negros. A faculdade está precisando responder a isso”, diz.

A professora da Unicamp avalia que o tema do racismo ainda é pouco debatido durante os cursos de graduação da área da saúde. Ela relata, por exemplo, que uma das dificuldades enfrentadas por estudantes negros do curso de medicina da Unicamp foi participar de aulas de anatomia que contavam com a manipulação de cadáveres não reclamados ou doados para estudos, que são em sua maioria de pessoas negras.

Em reflexão sobre o problema, a 59ª turma de medicina da Unicamp e o Coletivo Quilombo Ubuntu realizaram uma cerimônia, no dia 8 de abril, em homenagem aos cadáveres negros do Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia. O evento contou com atividades culturais, debates e a inauguração de uma placa.

“O que efetivamente combate o racismo é ter o negro presente em todas as instâncias da sociedade. Tenho certeza que daqui alguns anos universidades como a Unicamp que é essencialmente branca, mas começa a ficar cada vez mais mesclada, serão muito menos racistas, mais diversas e mais plural. Para que isso aconteça, precisamos de políticas públicas”, ressalta.

Evento na Unicamp homenageia cadáveres negros do acervo do Laboratório de Anatomia / Foto: Antonio Scarpinetti/Unicamp

A médica Mariangela Sousa Vaz, 45, ginecologista e obstetra de Cotia, no interior de São Paulo, conta que um dos casos mais marcantes de racismo aconteceu durante a faculdade de medicina. Formada pela Unicamp, Mariangela relata o ocorrido no período do internato, etapa da graduação que permite a vivência mais próxima com o atendimento clínico.

“Estava no sexto ano e iria acompanhar um caso no consultório da faculdade com duas outras internas, uma loira e a outra japonesa. Assim que o professor entrou, ele meio que foi me empurrando para fora da sala – eu estava de avental, falando que o acompanhante não poderia ficar dentro da sala. Das três, por que motivo ele achou que eu era a acompanhante?”, conta a médica.

Mais tarde, já no primeiro emprego, Mariangela foi surpreendida por outra situação constrangedora, desta vez em um refeitório, causada pelo diretor do hospital.

“Acho que ele não acreditava que eu era médica, ele me tratou muito mal no refeitório, na frente de todo mundo. Gritou comigo, dizendo que eu não podia guardar lugar e perguntando se eu sabia quem era ele. Estava com outros amigos médicos e respondi que uma amiga estava sentada ao meu lado. As pessoas nunca achavam que eu era médica”, diz.

Formada há 22 anos, a médica avalia que embora o número de negros e negras nos cursos de graduação em medicina ainda esteja abaixo na comparação com os alunos brancos, o cenário atual tem apresentado mudanças graduais.

“Nós estamos começando a ocupar postos melhores, a ganhar um pouco mais e ter uma formação melhor, mas é algo que vai ser trabalhado a longo prazo. O racismo tem que ser combatido por nós, como temos feito a partir da criação de movimentos que juntam as forças, mostrando que todos somos iguais e podemos chegar onde quisermos”, destaca.

Racismo estrutural e representatividade

Um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que a população negra está mais exposta à precarização das relações de trabalho, ganha menos, tem menos cargos de direção e foi mais atingida pela perda de vagas durante a pandemia. O levantamento divulgado em novembro de 2021 mostrou que 60% dessa população ainda não conseguiu voltar ao mercado de trabalho durante a pandemia.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que negros e negras são minoria nos cargos de liderança. De acordo com o levantamento, menos de 3% de mulheres e homens negros alcançam cargos de diretoria ou gerência no Brasil.

Outra pesquisa, realizada pelo portal “Vagas.com”, apontou que a maioria dos pretos e pardos ocupam cargos operacionais (47,6%) ou técnicos (11,4%). Enquanto os cargos de diretoria, supervisão ou coordenação e postos sêniores contam com uma parcela mínima dessa população. Nos cargos de diretoria, apenas 0,7% dos profissionais eram pretos ou pardos.

De acordo com os especialistas, a ausência ou escassez de pretos e pretas em determinadas posições no mercado de trabalho contribui para a reprodução de discursos racistas. Nesse sentido, eles defendem que a representatividade, com uma maior participação dessa população em variados âmbitos da sociedade, pode ajudar a reduzir os casos de racismo.

O enfermeiro e professor da Universidade Paulista (Unip), Roudom Ferreira Moura, conta que já enfrentou diversas situações de racismo ao longo da vida. Um dos episódios mais marcantes e recentes aconteceu em uma unidade de saúde onde ele fazia supervisão de uma disciplina com estudantes de enfermagem.

“Estava tirando algumas dúvidas e questionando os alunos sobre as questões técnicas práticas quando, do nada, surge um enfermeiro da própria unidade básica de saúde, olha para os alunos e pra mim e fala, ‘gente, olha que engraçado, todos vocês são brancos mas o professor de vocês é moreno’”, relata.

O professor conta que naquele momento ficou sem reação, assim como os alunos, e que, passado o choque, se perguntou se o mesmo teria ocorrido se fosse um professor branco lecionando para alunos negros.

“O fato de ser um professor universitário que estava ali com os alunos que eram brancos e, ao contrário da cor dos alunos, eu sou negro, incomodou o enfermeiro e trouxe essa reflexão ‘olha que engraçado, isso não é natural, não é comum, não está no imaginário social’, né. De se ter um professor universitário que é preto, que está trazendo reflexões, questões de aprendizagem e de ensino para alunos brancos”, afirma.

Desde 2015, o especialista atua no estudo das diferentes formas de racismo, como o estrutural e o institucional. Enquanto o primeiro destaca a formação da sociedade com base na inferioridade do negro – com todas as consequências negativas sobre isso, o segundo se manifesta nas estruturas de organização da sociedade e nas instituições, o que inclui o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Existe no imaginário social que o nível superior pertence aos brancos, isso traz alguns problemas. Conheço amigos médicos que, por serem negros, as pessoas subestimam, interrogam: é médico mesmo? Por que no imaginário social médico é branco“, diz Moura.

Para o especialista, o Brasil, que conta com maior parte da população negra ou parda segundo dados do IBGE, ainda convive com esse tipo de discriminação por conta de resquícios do contexto histórico do país.

“No Brasil, tivemos uma escravidão que durou quase quatro séculos cuja situação tem se perpetuado até hoje. Mulheres e homens negros ainda sofrem com a marginalização no mercado de trabalho, nas universidades e outros setores sociais”, completa.

Os impactos do racismo para a população negra vão além da perpetuação da desigualdade social e econômica. Segundo Moura, o racismo também contribui para a piora nos indicadores de saúde de grande parte dessa população, gerando iniquidades e levando ao adoecimento e à morte.

“Quando estudamos a determinação do processo entre saúde e doença, entendemos que o racismo é um dos determinantes que vai desencadear, nesse processo, mais doença no indivíduo. O preto, periférico e pobre, por exemplo, está em ambientes desfavoráveis, que propiciam mais doenças infectocontagiosas, mas também está mais suscetível ao desenvolvimento de doenças crônicas pelo ambiente em que vive”, diz.

O professor avalia que as ações afirmativas são políticas públicas que contribuem para o enfrentamento do problema. Para ele, o sistema de cotas raciais e sociais nos vestibulares e nos concursos públicos pode fazer com que as desigualdades sociais e econômicas sejam reduzidas ao longo do tempo.

Implicações jurídicas

Diante de uma situação de urgência ou emergência, caso o profissional vítima de racismo ou injúria racial negue atendimento, o ato pode ser considerado Omissão de Socorro. A recomendação dada pelos conselhos é realizar o devido atendimento e registrar o ocorrido no prontuário e, em seguida, proceder com as medidas administrativas e judiciais cabíveis.

“Apesar de o Direito Penal ser um instrumento insuficiente para o enfrentamento de crimes raciais, o Supremo Tribunal Federal entendeu recentemente que o crime de injúria racial é espécie do gênero racismo. Portanto, é imprescritível, conforme o artigo 5º, XLII, da Constituição. Assim, hoje, quem comete qualquer ato discriminatório pode ser enquadrado nos crimes de racismo ou injúria racial”, explica o advogado Marcus Vasconcelos.

O especialista atua no escritório Alves, Cavalcanti, Maia e Vasconcelos, em Maceió, Alagoas, formado exclusivamente por profissionais pretos e pretas. Ele explica que no caso da socorrista Laura Cristina Cardoso, mãe e filho responsáveis pelos atos discriminatórios podem responder pelo crime de injúria racial.

crime é previsto no Código Penal e estabelece punição de 1 a 3 anos de reclusão e multa para quem ofende a dignidade de outra pessoa utilizando elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, entre outros. Consistindo, assim, ataque à honra ou à imagem e violação de direitos constitucionais.

Diferente do crime de racismo, previsto na Lei 7.716/1989, que ocorre quando a pessoa do agressor atinge um grupo ou coletivo de pessoas, discriminando uma etnia de forma geral. Assim, no crime de racismo, a ofensa é contra uma coletividade, por exemplo, toda uma raça, não há especificação da vítima.

O advogado explica que em caso de injúria racial, a vítima pode registrar um boletim de ocorrência em delegacia comum ou especializada em crimes raciais e delitos de intolerância.

“É importante mencionar também que a assistência por meio da advocacia é imprescindível para que se apresente queixa-crime, e assim, haja um processo criminal. Também é recomendável que a vítima identifique possíveis testemunhas e anote os seus contatos para que sirva de prova no processo, inclusive de dano moral”, explica Vasconcelos.

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SAÚDE: GRUPO DE ALUNOS EM ESCOLA NO RECIFE TEM SURTO COLETIVO DE ANSIEDADE

Surto de ansiedade coletiva acende alerta sobre saúde mental de estudantes

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama da preocupação com impactos psicológicos e emocionais da pandemia em crianças e adolescente

Da CNN*

Em São Paulo

Surto de ansiedade coletiva acende alerta sobre saúde mental de estudantes | CNN Brasil

Um grupo de 26 alunos de uma escola do ensino médio de Recife (PE) precisou ser atendido por profissionais de saúde no início deste mês, depois de apresentar sintomas de ansiedade. O caso de surto coletivo ocorreu na primeira semana de exames depois do retorno das aulas presenciais, após dois anos de restrições impostas pela pandemia de Covid-19.

Em São Paulo, um levantamento realizado com estudantes da rede estadual de ensino fundamental e médio apontou que cerca de dois terços das crianças e adolescentes apresentaram sintomas de depressão e ansiedade.

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama da preocupação com novos casos de transtornos de ansiedade em crianças e adolescentes. Para descrever as possíveis explicações para esse cenário e os caminhos para cuidar melhor da saúde mental dos jovens brasileiros, participam deste episódio o professor de psiquiatria da infância e adolescência Guilherme Polanczyk, da USP, e a psicóloga Marilene Kehdi.

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PESQUISADORES DESENVOLVERAM UM TRATAMENTO INOVADOR PARA REVERTER A PERDA AUDITIVA

 

Pesquisadores desenvolvem tratamento para reverter a surdez

Os resultados animadores foram obtidos por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 2,5 bilhões de pessoas sofrem com algum grau de perda de audição

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 2,5 bilhões de pessoas sofrem com algum grau de perda de audição | Foto: Divulgação/Pixabay

 

Pesquisadores desenvolveram um tratamento inovador para reverter a perda auditiva. Os resultados animadores foram obtidos por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

O remédio, que envolve terapia regenerativa, está sendo desenvolvido pela farmacêutica Frequency Therapeutics, comandada por cientistas do MIT, e já mostra resultados positivos nas primeiras fases dos testes clínicos.

O começo dos estudos

Quando o ser humano ainda está no útero, existem células progenitoras — descendentes das células-tronco e que podem se transformar em outras células do corpo — que ficam no ouvido interno e geram as chamadas células ciliadas, responsáveis pela audição. Porém, essas partículas progenitoras ficam inativas antes do nascimento e nunca mais se transformam em outras células. Além disso, as 15 mil células ciliadas presentes em cada ouvido dos seres humanos ao nascer morrem com o tempo e nunca se regeneram. Fatores como ruído alto aceleram essa degradação e a consequente perda auditiva, explicaram os cientistas.

Porém, em 2012, uma equipe de pesquisa do MIT conseguiu transformar células progenitoras em milhares de células ciliadas em laboratório, algo considerado inovador e que nunca havia sido realizado. As moléculas responsáveis pelo feito passaram então a ser testadas como um medicamento injetado no ouvido para regenerar, no local, as células ciliadas, que permitem a audição.

Segundo comunicado do instituto, o novo tratamento melhorou de forma “significativa” a audição de pessoas em testes clínicos, medida por testes de percepção de fala — a capacidade de entender a fala e reconhecer palavras. Alguns resultados já perduram por quase dois anos.

“Algumas dessas pessoas não conseguiam ouvir por 30 anos e, pela primeira vez, disseram que conseguiram entrar em um restaurante lotado e ouvir o que seus filhos estavam dizendo”, afirmou o professor do MIT e fundador da Frequency Therapeutics, Robert Langer. “Obviamente, mais testes precisam ser feitos, mas apenas o fato de você poder ajudar um pequeno grupo de pessoas é realmente impressionante para mim”, completou Langer.

Agora, a empresa está recrutando 124 pessoas para novos ensaios clínicos, e mais resultados preliminares devem estar disponíveis já no início do próximo ano, afirmaram os pesquisadores.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 2,5 bilhões de pessoas sofrem com algum grau de perda de audição.

 

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NÚMERO DE CASOS DE DENGUE NO BRASIL AUMENTOU 72% NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO EM COMPARAÇÃO AO MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO

Casos de dengue voltam a crescer e preocupar setor da saúde no Brasil

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta uma análise sobre o combate à doença no país

Da CNN*

Em queda no país, casos de dengue voltam a crescer em São Paulo - 14/02/2018 - Cotidiano - Folha

O Brasil vive um novo ciclo de aumento da transmissão da dengue nesses primeiros meses de 2022. O número de casos aumentou 72% no primeiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

Transmitida por um mosquito, o Aedes Aegypti, a principal proteção contra a dengue é a prevenção, com medidas que evitam a proliferação do inseto. O mosquito, aliás, também é responsável por propagar chikungunya e zika.

No Brasil, uma vacina foi desenvolvida pelo Instituto Butantan e está em fase de testes. Também há uma vacina aprovada no país, fabricada por um laboratório estrangeiro, mas que não é distribuída pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Para explicar por que a dengue ainda é uma preocupação no país e como combatê-la, Carol Nogueira conversa neste episódio do E Tem Mais com Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, e Leonardo Bastos, pesquisador da Fiocruz e coordenador do InfoDengue.

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