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ECONOMIA: FINANÇAS CAUSAM ESTRESSE E REFLETEM NA VIDA FAMILIAR DE 58,4% DOS BRASILEIROS

Finanças são motivo de estresse em 58,4% das famílias

Redação*

 Atualizado em:

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

As finanças causam estresse e refletem na vida familiar de 58,4% dos brasileiros, segundo o Índice de Saúde Financeira do Brasileiro. O indicador, lançado hoje (19), faz parte de uma iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com o Banco Central para fornecer à população ferramentas de educação financeira.

O índice foi construído para avaliar a capacidade de cada pessoa em cumprir as obrigações financeiras; tomar boas decisões do ponto de vista das finanças pessoais; ter disciplina e autocontrole; sentir segurança em relação ao futuro; ter a liberdade de fazer escolhas que permitam aproveitar a vida.

O questionário do indicador foi aplicado por meio de 5 mil entrevistas em uma amostra representativa das regiões do país, faixas de renda, idade e sexo. O questionário também fica disponível na página dedicada ao tema onde os usuários podem avaliar de forma individual a própria saúde financeira.

A pesquisa nacional mostrou ainda que apenas 21,9% dos brasileiros se sentem preparados para lidar com uma grande despesa inesperada.

Pontuação

Em uma pontuação que vai de zero a 100, a média nacional ficou em 57 pontos, o que significa uma situação de razoável equilíbrio, mas com pouco espaço para erros e imprevistos. Quase a metade da população (48,3%), no entanto, está abaixo desse patamar, em faixas consideradas de baixa saúde financeira.

Desigualdades

A Região Sudeste teve o maior percentual (14,1%) de pessoas na faixa mais baixa de saúde financeira – de zero a 36 pontos. Em seguida vem a Região Nordeste, com 11% da população nessa situação.

A Região Sul tem 13,1% das pessoas no patamar de melhor saúde financeira, marcando acima de 83 pontos. Na média nacional esse índice é de 8,1%.

Os homens têm uma situação financeira melhor do que as mulheres. Entre os entrevistados do sexo masculino, 10,1% estão na faixa com situação financeira ótima e 8,3% na pontuação mais preocupante. Entre as entrevistadas, 15,1% estão na pior faixa e 5,9% na situação ótima.

Sobre o futuro, apenas 35% da população têm segurança sobre as finanças. Mais da metade (53,5%) disseram que os compromissos reduziram o padrão de vida.

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AUTOCONHECIMENTO: APRENDA O QUE É BLOQUEIO EMOCIONAL E COMO DESBLOQUEÁ-LA

O artigo a seguir sobre bloqueio emocional é o destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado. A autora do artigo Carla Marçal nos explica o que é bloqueio emocional e ensina como desbloqueá-lo. Por isso, você que padece desse mal não pode deixar de ler esse breve, mas espetacular artigo sobre esse tema tão importante nos dias atuais.

O que é bloqueio emocional e como desbloqueá-lo?

Mulher com a mão sobre o rosto e apoiada à frente de uma bancada.
Kamil Macniak / 123RF

O que é bloqueio emocional e como desbloqueá-lo? Essa situação é familiar para você?

Muitas pessoas se sentem impedidas de realizar seus sonhos e viver plenamente. Talvez muitas não saibam, mas isso tudo pode ter a ver com o bloqueio emocional.

O bloqueio emocional é uma espécie de barreira psicológica, um mecanismo de defesa que pode estar presente no subconsciente e que nos impede de interpretar alguns aspectos da vida a nosso favor. Essa barreira tem a capacidade de bloquear a nossa chegada às metas que acreditamos ser a fonte da felicidade.

Insegurança, sentimentos de inferioridade, medo, ciúme, pensamentos negativos e inveja são alguns dos sintomas mais comuns de bloqueio emocional. Eles afetam a sua vida por inteiro e podem gerar um clima interno de ansiedade e estresse.

Por não conseguir cuidar dos sentimentos de insegurança, o corpo se contrai, o sistema nervoso sofre alterações, os hormônios do estresse entram em ação, a sua cabeça começa a entrar numa espiral, e tudo que você deseja é sair desse estado emocional.

Mulher com o rosto sobre os joelhos.

Pixabay / Pexels

Pelas terapias integrativas, como o ThetaHealing®, é possível iniciar o processo de harmonização por meio da formação de frequências de ondas cerebrais, reduzindo as tensões e a dor emocional, trazendo alívio aos estados de estresse, ansiedade, depressão e angústia.

Dessa forma, as emoções reprimidas e bloqueadas não se transformam em doenças, e os padrões de pensamentos que podem conduzi-lo a um caminho de desventura são transformados e transmutados.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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CIÊNCIAS: ESTUDO MOSTRA QUE A RELAÇÃO USO CONTÍNUO DO CELULAR E DEPRECIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL NÃO PROCEDE

Um novo estudo acerca do uso do celular e suas influências na vida e na saúde das pessoas é o destaque da edição desta sexta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. Desta vez, o estudo avaliou se passar muito tempo no telefone afeta a saúde mental. E a conclusão foi uma boa notícia. Não faz mal passar muito tempo no telefone. Mas os detalhes dessa pesquisa e os parâmetros utilizados você vai saber ao ler a matéria!

Novo estudo mostra que passar muito tempo no telefone não faz mal à saúde mental

O uso geral de smartphones é um indicador pobre de ansiedade, depressão ou estresse, dizem os pesquisadores, que aconselham cautela quando se trata de desintoxicação digital.

O estudo publicado na Technology, Mind and Behavior foi liderado por Heather Shaw e Kristoffer Geyer, da Lancaster University, com colegas das universidades de Bath e Lincoln.  

Eles mediram o tempo gasto em smartphones por 199 usuários de iPhone e 46 usuários de Android durante uma semana. Os participantes também foram questionados sobre sua saúde mental e física, preenchendo escalas clínicas que medem os sintomas de ansiedade e depressão. Eles também completaram uma escala que mede o quão problemático eles percebem o uso de smartphones.

Surpreendentemente, o tempo gasto no smartphone não foi relacionado a problemas de saúde mental.

A autora principal, Heather Shaw, do Departamento de Psicologia da Universidade de Lancaster, disse: “As capturas diárias de smartphones ou o tempo de tela de uma pessoa não previam ansiedade, depressão ou sintomas de estresse. Além disso, aqueles que excederam os ‘pontos de corte’ clínicos para ansiedade geral e transtorno depressivo maior não usaram o telefone mais do que aqueles que pontuaram abaixo desse limite. ”

Em vez disso, o estudo descobriu que a saúde mental estava associada a preocupações e preocupações sentidas pelos participantes sobre o uso de seu próprio smartphone.

Isso foi medido por meio de suas pontuações em uma escala de uso problemática, em que foram solicitados a avaliar afirmações como ” Usando meu smartphone por mais tempo do que eu esperava” e  “Tendo tentado várias vezes diminuir o tempo de uso do meu smartphone, mas falhando o tempo todo” .

Heather Shaw disse: “É importante considerar o uso real do dispositivo separadamente das preocupações e preocupações das pessoas com a tecnologia. Isso ocorre porque o primeiro não mostra relações dignas de nota com a saúde mental, enquanto o segundo sim. ”

Estudos anteriores se concentraram no impacto potencialmente prejudicial do ‘tempo de tela’, mas o estudo mostra que as atitudes ou preocupações das pessoas podem conduzir a essas descobertas.

O Dr. David Ellis, da Escola de Administração da Universidade de Bath, explicou em um comunicado : “As tecnologias móveis se tornaram ainda mais essenciais para o trabalho e a vida cotidiana durante a pandemia COVID-19. Nossos resultados se somam a um crescente corpo de pesquisas que sugere que a redução do tempo geral de tela não deixará as pessoas mais felizes.

“Em vez de promover os benefícios da desintoxicação digital, nossa pesquisa sugere que as pessoas se beneficiariam com medidas para lidar com as preocupações e medos que cresceram em torno do tempo gasto usando telefones.”

Fonte: Universidade de Lancaster

Fonte: Good News Network

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SAÚDE: SEU SUOR E SEU ESTRESSE PODEM SER MONITORADOS PELO MINÚSCULO DISPOSITIVO STICK-ON

A cada dia a nossa SAÚDE pode ser mais e mais monitorada para sabermos exatamente como estamos e assim termos o controle total do nosso bem estar. Um dispositivo minúsculo para monitorar o seu suor e medir o seu estresse em tempo real já é uma realidade. Um sensor macio de silicone com interface para a pele que pode analisar a composição molecular do suor para coisas como cortisol, açúcar no sangue e vitamina C, enviando os dados para o smartphone do usuário. Incrível, não? Então, leia o artigo completo a seguir e saiba como funciona!

Dispositivo stick-on minúsculo pode monitorar seu suor e medir seu estresse

 

Uma equipe da Northwestern University desenvolveu um sensor macio de silicone com interface para a pele que pode analisar a composição molecular do suor para coisas como cortisol, açúcar no sangue e vitamina C, enviando os dados para o smartphone do usuário.

Esses dados, esperam os pesquisadores, permitirão que as pessoas controlem melhor seus níveis de estresse ao longo do dia.

O cortisol, às vezes chamado de hormônio do estresse, pode ser medido no suor de uma pessoa. Libertado das glândulas supra-renais em períodos de estresse físico e mental, pode ser um poderoso intensificador de desempenho – aumentando a produção de energia e a disponibilidade de glicose para os músculos durante uma situação de “luta ou fuga”, por exemplo, sendo atacado por um leão.

No entanto, o cortisol também pode ser liberado por causa de estressores modernos, como problemas de dinheiro, problemas no trabalho e outras preocupações do dia-a-dia que, se acumuladas ao longo do tempo, criam o perfil de ansiedade crônica e podem levar a um risco aumentado de diabetes , hipertensão, depressão e obesidade.

Um chip em seu ombro

Quando alguém que usa o chip sua, o líquido passa por pequenos canais para uma série de sensores de teste químico que procuram por diferentes sinais biológicos que podem sugerir um aumento no cortisol.

Tentativas anteriores em anos anteriores de criar dispositivos como este foram limitadas pela necessidade de levar amostras de suor para laboratórios para análise, removendo qualquer capacidade do indivíduo de agir sobre os dados de uma forma que pudesse prevenir o acúmulo de sentimentos estressantes, ou mesmo ansiedade ataque.

“Os testes de campo ilustram as capacidades de medição de cortisol, glicose e ácido ascórbico (vitamina C), juntamente com o rastreamento digital da taxa de suor e GSR em quatro voluntários saudáveis ​​envolvidos em exercícios físicos em uma bicicleta ergométrica em um ambiente de academia”, escrevem os autores de o estudo , publicado em   Proceedings of the National Academy of Sciences .

Isso foi feito em um ginásio-laboratório por uma semana e envolveu perturbar os padrões de sono dos participantes de uma forma que foi projetada para imitar longas noites estressantes de estudo.

Todos os dias, os pesquisadores andavam de bicicleta ergométrica e os pesquisadores usavam seu chip para monitorar os níveis de cortisol, que normalmente se movem ao longo do dia de acordo com nossos ritmos circadianos. No final do ensaio, que consistiu em 14 dias de recuperação de sono normal com suplementação de vitamina C, uma vitamina usada para diminuir os níveis de hormônio, foi demonstrado que o período de estresse desregulou sua secreção de cortisol e levou a níveis aumentados de estresse hormônio em seus corpos.

“Os sujeitos experimentam estresse fisiológico, fadiga e padrões de vida irregulares durante o trabalho intensivo e com sono inadequado. Essas condições interrompem o ritmo circadiano de cortisol-melatonina [e] como resultado, a região do hipotálamo do cérebro produz o hormônio liberador de corticotropina, que por sua vez … aumenta a produção de cortisol e interrompe o ritmo circadiano de cortisol ”, escrevem os autores.

Eles ressaltam que as concentrações de cortisol na saliva foram muito semelhantes às registradas pelos pequenos chips, sugerindo que os dados coletados são bastante confiáveis, pois as amostras de saliva normalmente são muito precisas.

Esse dispositivo pode ser fundamental para ajudar as pessoas a aliviar sentimentos depressivos ou estressantes (até porque fazer exercícios físicos com intensidade suficiente para induzir a sudorese ajuda a aliviar a ansiedade por si só).

Além disso, a porcentagem da população de adultos americanos com sentimentos regulares de preocupação, nervosismo ou ansiedade é de cerca de 11,2%, enquanto há quase 60 milhões de consultas médicas nas quais a saúde mental ou comportamental é a principal preocupação.

Colocar o poder nas mãos dos pacientes – na forma de um diagnóstico detalhado dos níveis de cortisol, poderia ajudar significativamente a reduzir esses números.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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SAÚDE: SAIBA TUDO SOBRE O MAL DO SÉCULO, O ESTRESSE!

A nossa coluna SAÚDE desta quinta-feira trás um assunto importantíssimo que é considerado por muitos especialistas como o “mal do século”, já que a partir dele contraímos quase todos os tipos de doenças: o Estresse. Nesta publicação você vai ver e aprender praticamente tudo sobre estresse, tirar suas dúvidas e saber como evitar e/ou amenizar. Então convido você a ler o artigo completo e aprender a se defender das armadilhas do estresse!

Conheça as 7 melhores formas de evitar o estresse no trabalho

Estresse: sintomas físicos e emocionais

Visão Geral

O que é Estresse?

estresse (ou stress, em inglês) é um sintoma que muda nosso estado de forma indescritível. Ele pode ser caracterizado por sensações de irritação, medo, desconforto, preocupação, frustração, indignação, nervoso, e ser motivado por diversas razões distintas. Além disso, muitas vezes, a causa para o estresse é desconhecida.

Quando o estresse interfere na sua vida, tornando difícil passar dias tranquilos por um longo período, ele pode ser mais perigoso tanto para mente quanto para o corpo. Isso acontece porque o estresse também leva a incômodos físicos.

Tipos de estresse

Segundo a Associação Americana de Psicologia, há três tipos de estresse: estresse agudo, estresse agudo episódico ou estresse crônico. Além disso, existe o Transtorno do Estresse Pós-traumático.

Estresse agudo

O estresse agudo é uma reação do corpo a um momento ou fato estressante. Os sintomas da reação aguda ao estresse passam em grande parte pelos sintomas ansiosos como:

  • ativação psíquica
  • instabilidade de humor
  • apreensão
  • insegurança

A Associação Americana de Psicologia ainda descreve sintomas físicos de quem passou por estresse agudo:

Estresse agudo episódico

A Associação Americana de Psicologia ainda define o estresse agudo episódico, que é quando esses estímulos que causam as reações agudas ao estresse se repetem com frequência.

Neste caso, os sinais são os sintomas do estresse agudo, mas prolongados. Como:

Estresse crônico

Quando uma pessoa se mantém continuamente estressada, e isso faz parte da rotina, o estresse pode estar se tornando crônico. Neste caso, as reações do corpo ao estresse e os sintomas não vão embora, afetando diversas áreas da vida. O estresse crônico é um fator de risco para ansiedade e depressão.

De acordo com o psiquiatra Mário Louzã, o estresse crônico é prejudicial ao corpo principalmente porque alguns hormônios, particularmente o cortisol, começam a entrar em ação. “Se o cortisol fica muito elevado durante dias, semanas, começa a gerar problema para o organismo, que não foi feito pra ter esse hormônio em sobrecarga”, explica ele.

Alguém que tem estresse crônico apresenta sintomas físicos e emocionais, como:

  • fadiga
  • desgaste
  • mal estar
  • cansaço
  • esgotamento
  • aumento da vigilância
  • dificuldade em relaxar e descansar
  • desânimo
  • tristeza
  • sensação de fracasso
  • dificuldade de sentir prazer
  • alteração do sono.

Transtorno do estresse pós-traumático

Quando o episódio que desencadeou o estresse agudo representou ameaça à sua vida ou à vida de terceiros, é possível que a pessoa desenvolva o transtorno do estresse pós-traumático (TEPT). Ele pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais.

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Esse quadro ocorre devido à pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que representaram. Quando ele se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.

Sintomas

Sintomas de Estresse

O estresse é um sentimento normal. Ele pode, inclusive, ajudar uma pessoa em seu dia a dia, melhorando seu desempenho no trabalho, por exemplo. No entanto, quando o estresse é muito grande, você pode senti-lo em seu corpo por meio de algumas reações específicas. Pode reparar, quando você está muito estressado, você pode notar:

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  • Um ritmo cardíaco acelerado
  • Batimento fora do ritmo
  • Respiração acelerada
  • Sudorese
  • Tremores

Sintomas físicos do estresse

Além de mexer com a sua cabeça, o estresse também se manifesta no seu corpo, a longo e a curto prazo. Os sintomas físicos do estresse são:

  • Manchas roxas no corpo
  • Fezes soltas
  • Necessidade frequente de urinar
  • Boca seca
  • Problemas para engolir
  • Dificuldade para dormir
  • Queda de cabelo em excesso
  • Cansaço demasiado
  • Alergias de pele
  • Gastrite e úlceras
  • Tensão muscular
  • Imunidade baixa
  • Dores de cabeça
  • Mudanças de apetite
  • Acne incomum
  • Refluxo

Procure um médico se esses e outros sintomas surgirem e estiverem lhe causando preocupação. Além do mais, estes não são sinais exclusivos de estresse, mas também de problemas de saúde mais graves.

Se os sintomas do estresse te afetam fisicamente e causam preocupações, procure um médico - Foto: Shutterstock

Se os sintomas do estresse te afetam fisicamente e causam preocupações, procure um médico – Foto: Shutterstock

Visão Geral

Causas

Uma pessoa pode sentir estresse em alguns momentos importantes de sua vida, motivada, possivelmente, por ansiedade, apreensão e preocupação, como por exemplo:

  • Começar em um emprego novo ou escola nova
  • Mudar-se para uma casa nova
  • Casar-se
  • Ter um filho
  • Terminar um relacionamento
  • Uma doença, seja com você ou com um amigo ou ente querido, é uma causa comum de estresse.

Sentimentos de estresse e ansiedade são comuns em pessoas que se sentem deprimidas e tristes também.

Alguns medicamentos podem provocar ou piorar os sintomas de estresse. Estes podem incluir:

  • Alguns medicamentos inalados usados para tratar asma
  • Medicamentos para tireoide
  • Algumas pílulas dietéticas
  • Alguns remédios para resfriado
  • Produtos com cafeína, cocaína, álcool e tabaco também podem provocar ou piorar os sintomas de estresse e ansiedade.

Quando essas sensações ocorrem com frequência, a pessoa pode ter um distúrbio de ansiedade. Outros problemas em que o estresse pode estar presente:

Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

Especialistas que podem diagnosticar estresse são:

Estresse no trânsito: conheça exercícios que ajudam a relaxar no carro

  • Um ritmo cardíaco acelerado
  • Batimento fora do ritmo
  • Respiração acelerada
  • Sudorese
  • Tremores
  • Tontura.

Procure um médico se esses e outros sintomas surgirem e estiverem lhe causando preocupação. Além do mais, estes não são sinais exclusivos de estresse, mas sim de problemas de saúde mais graves.

Na consulta médica

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas surgiram?
  • Se você pudesse descrever seus sintomas, como o faria?
  • Como é sua rotina no dia a dia?
  • Você se considera uma pessoa com altos índices de estresse?
  • Você tem enfrentado dificuldades em sua vida pessoal, no trabalho ou nos estudos?
  • O estresse tem prejudicado sua vida de qualquer forma?.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Estresse

Quando o estresse está alto e atrapalhando seu dia a dia, é importante consultar profissionais da saúde para que esse sintoma seja atenuado. Só um médico ou psicólogo pode dizer se o tratamento para o estresse deve ser feito com medicamentos ou se há alternativas naturais e caseiras.

Antes de chegar a este profissional, você pode tentar algumas opções naturais para aliviar o estresse:

Comer chocolate amargo, peixes e outros alimentos com triptofano

O triptofano é um aminoácido que ajuda a reduzir marcadores bioquímicos do estresse, em particular o hormônio cortisol, que apresenta muitos efeitos adversos no corpo humano.

Os alimentos fontes de triptofano são: peixes, peru, ovo, nozes, castanhas, leguminosas (feijão azuki, lentilha, soja), semente de abóbora, levedo de cerveja, linhaça, aveia, arroz integral, chocolate amargo e queijo tofu.

Faça algum tipo de massagem

Para aliviar o estresse, outra alternativa é relaxar com uma massagem terapêutica.

Segundo a fisioterapeuta Vanessa Pereira, qualquer pessoa pode fazer, independente da idade. “Além de livrar os músculos das tensões, a massagem ajuda também a amenizar alguns desequilíbrios como a dor, fadiga e má postura”, explica. Os únicos cuidados devem ser tomados com quem está em período pós-operatório, com febre, inflamação e outras doenças graves.

A Associação Americana de Psicologia (AAP) recomenda algumas formas de reduzir o estresse:

Identifique o que causa estresse

Monitore seu estado mental ao longo do dia. Quando você se sentir estressado, escreva o motivo. Ao longo dos dias, será possível perceber um padrão e evitar estas situações.

Construa bons relacionamentos

Lidar com pessoas pode ser uma fonte de estresse, mas passar momentos com quem você ama e se sente bem pode aliviar esse sintoma.

Ande!

Quando o estresse toma conta de você, é possível que você sinta vontade de reagir às situações de maneira impulsiva, colocando muito a perder. Por isso, o que a AAP recomenda é andar antes que isso aconteça.

Descanse bem

Seu sono está realmente acabando com todo o cansaço do seu dia? Segundo com a pesquisa da associação, quase metade dos adultos estressados ficam acordados à noite. Para facilitar uma boa noite de descanso, não tome bebidas com cafeína e remova as distrações do seu quarto, como televisão e computador. Também é recomendado ter uma hora certa para dormir.

Busque ajuda

Se nenhuma destas alternativas ajudar, não demore em procurar um psicólogo ou psiquiatra. Eles poderão ajudar a identificar situações que contribuem para seu estresse crônico e traçar um plano para combatê-lo.

Prevenção

Prevenção

Todo estresse só é negativo quando se torna excessivo. O problema é que na maior parte das situações do dia-a-dia as pessoas são tomadas por tantas preocupações que o estresse em excesso tem se tornado um problema comum dos tempos de hoje.

Mas sabia que esse tipo de nervosismo pode ser prevenido com algumas mudanças simples no seu cotidiano? Pequenos hábitos, como respiração e mudanças no dia-a-dia ajudam a controlar e evitar o problema. Confira essas e outras dicas a seguir:

Alimentar-se de forma balanceada

Alimentação muitas vezes parece ser remédio para todos os problemas, e talvez seja mesmo. No caso do estresse, ter pratos equilibrados ajuda o organismo de muitas formas. Ter um consumo adequado de gorduras, carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais é essencial para o bem-estar do organismo.

Se o nosso organismo recebe diariamente esses nutrientes, por meio da alimentação, naturalmente ele irá funcionar melhor, aumentando a energia e vitalidade que precisamos para enfrentar os problemas do cotidiano.

No entanto, se existe carência ou excesso de algum elemento, o nosso corpo precisa fazer um esforço para compensar isso, o que gera mais desgaste. Por outro lado, também há a perda de nutriente durante o quadro de estresse crônico, que é agravado pelo consumo de itens como cafeína, açúcar e sal.

Praticar atividades físicas

Exercícios têm diversas características que se relacionam com o relaxamento de quem os pratica. Em primeiro lugar há a liberação de hormônios que otimizam o funcionamento do corpo.

A adrenalina age na redução do estresse, o cortisol atua como anti-inflamatório, o glucagon aumenta a quantidade de glicose no fígado, o GH (hormônio do crescimento) transmite bem-estar e a endorfina produz a sensação de prazer e melhora a qualidade do sono.

Além disso, existe um mecanismo que os especialistas chamam de senso de propósito. Quando fazemos algo com a convicção de que isso está contribuindo para a nossa saúde, damos para a nossa mente comandos do tipo “isso é bom para mim”, “estou seguindo na direção certa” e “estou cumprindo um propósito”, que vai alimentando a nossa sensação interna de que merecemos algo bom, somos boas pessoas.

Desta forma, a prática de uma atividade física ajuda a mudar um pouco o foco, saindo daquele problema que ficou incomodando o dia todo e estava causando estresse.

Mudar a postura

Ter uma postura melhor é benéfico também para a mente. E a palavra “postura” aqui não significa apenas a forma como recebemos as informações, e sim com a maneira que posicionamos nosso corpo no dia a dia.

Para provar esse ponto, os especialistas costumam sugerir um exercício: primeiro posicione a cabeça para frente e encolha os ombros, curve as costas para frente, como se estivesse deprimido, e tente pensar em algo alegre. Difícil, não é mesmo?

Em seguida, espalhe-se na cadeira como em um dia de verão na praia, e depois tente pensar em uma conta para pagar. Igualmente complicado! A forma com que usamos o nosso corpo tem um reflexo direto no nosso estado interno e na nossa capacidade de lidar com os problemas.

Procure rir mais

Estudos de 1989 foram os primeiros a demonstrar alguma relação entre o riso e a redução do estresse, ao perceber que voluntários que assistiam vídeos humorísticos tinham uma queda maior nos hormônios cortisol e adrenalina, do que os que assistiam a qualquer vídeo.

Depois disso, vários outros estudos confirmaram esse achado, que o riso reduz os níveis de hormônios e substâncias ligados ao estresse.

Sorris mais combate o estresse - Foto: Shutterstock

Sorrir mais combate o estresse – Foto: Shutterstock

Rir libera endorfinas, que são hormônios que promovem a sensação de bem-estar; também ativa a sua resposta ao estresse, aumentando a sua frequência cardíaca e pressão arterial e criando uma sensação de relaxamento.

Por fim, ele também estimula a circulação e ajuda a relaxar os músculos, o que reduz os sintomas físicos do estresse.

Além do mais, a risada tem o dom de mudar a perspectiva de quem está rindo sobre as situações.

Como grande parte do estresse é devido a pensamentos, julgamentos e pressões internas por resultados que vamos criando no decorrer do dia, rir pode ser uma boa alternativa para conseguir ver a situação sobre um ponto de vista diferente.

Fazer sexo

Sexo vai além do prazer: os mecanismos hormonais da prática sexual beneficiam o corpo a lidar com estresse. O contato íntimo produz alterações químicas cerebrais, melhorando o humor devido à liberação de testosterona, estrogênio, prolactina, hormônio luteinizante e prostaglandina na corrente sanguínea.

Dormir melhor

O estresse prolongado, antes de tudo, funciona como uma agressão ao nosso organismo. E dormir bem é uma das melhores formas do corpo se recuperar desse tipo de ataque.

Quando você está descansado, tem uma maior clareza de pensamento e uma habilidade maior para reagir aos estímulos agressores.

Pessoas que ficam longos períodos com privação de sono tendem estar mais desatentas e com os reflexos lentos. Tanto que pessoas que dormem pouco tendem a ser mais irritadas e diversos estudos relacionam transtorno de humor com pessoas que trabalham com turnos trocados.

Respirar direito

A respiração está diretamente relacionada com nossas emoções e tem a capacidade de regulá-las de duas formas: primeiro por um mecanismo fisiológico, já que o estado de ansiedade nos faz inalar o ar com mais rapidez e de forma mais rasa, e mudar isso conscientemente ajuda a acalmar, pois o corpo volta ao equilíbrio.

Outro ponto está no fato do indivíduo, ao tornar sua respiração consciente, traz sua atenção ao momento presente. Com isso o estado de ansiedade tende a ser minimizado.

Auto incentivar-se

Dentro da psicologia existe um termo chamado “Positive talk” (em livre tradução, algo como fala positiva).

O conceito vem do fato de que todas as pessoas conversam consigo mesmas, mas enquanto algumas sabem fazer isso como uma forma de alento e carinho, outras não sabem se auto incentivar: a maior parte das pessoas cultiva pensamentos de injustiça, sofrimento e pesar, além de fazer julgamentos sobre si mesmo que certamente não faria para os outros.

O problema é que ter esse tipo de pensamento gera um círculo vicioso, que faz com que a pessoa se vitimize mais e, com isso, fiquem mais propensas a situações de estresse prolongado.

Deixar o celular de lado

Hoje em dia o celular parece parte de nós, mas saiba que ele ajuda (e muito!) a aumentar o estresse das pessoas. Um estudo publicado no BMC Public Health em 2011 acompanhou 4156 jovens de 20 a 24 anos de idade por um ano, relacionando seu uso de celular com problemas de saúde mental, como depressão, estresse e falta de sono.

Foi percebido que aqueles que usam muito seus telefones tinham incidências mais altas de estresse, principalmente naqueles que percebiam esse uso como algo estressante. Diversos fatores podem ajudar nisso.

Muitas pessoas acabam continuando conectadas ao trabalho, por exemplo, por meio de seus celulares, não permitindo que elas tenham tempo de descanso.

Outra questão é o imediatismo desses aparelhos: o uso excessivo do celular, das redes sociais e aplicativos pode colaborar com o estresse, na medida em que se torna mais uma obrigação, porque aparece para a outra pessoa a que horas que você abriu o aplicativo ou conversou pela última vez.

Claro que não há problemas em se usar o celular, desde que seu uso seja equilibrado.

Referências

Fisioterapeuta Camila Montandon, especialista em Terapias Integrativas

Psiquiatra Leonard Verea, especialista em Medicina Psicossomática e em Medicina do Trabalho

Cirurgião-geral Marcelo Katayama, instrutor de treinamento com foco em desenvolvimento pessoal e diretor no Núcleo Ser.

Associação Americana de Psicologia

Psiquiatra Roney Vargas Barata, da Aliança Instituto de Oncologia.

Psiquiatra Mário Louzã

Redação
Escrito por Redação
Redação Minha Vida
Fonte: Minha Vida
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AUTOCONHECIMENTO: SAIBA PORQUE 90% DAS DOENÇAS SÃO CAUSADAS PELO ESTRESSE

O Dr. Bruce Lipton é o nosso destaque na coluna AUTOCONHECIMENTO deste domingo com uma mini-palestra sobre o porquê de 90% das doenças sere causadas pelo estresse. Neste vídeo ele revela quais as causas e como ser mais saudável apenas eliminando o estresse através do controle mental e das emoções, sem precisar tomar remédios. Assista ao vídeo completo, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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SAÚDE: COMO LIDAR COM O ESTRESSE?, POR SAMUEL DALLE LASTE

Na nossa coluna SAÚDE desta sexta-feira vamos assistir a uma mini-palestra muito interessante sobre Estress. Nesse vídeo o Dr. Samuel explica como você pode lidar melhor com o stress do dia a dia e como, em algumas situações, ele pode ser necessário. Assista ao vídeo e entenda quando ele é bom e quando ele é ruim!

Fonte:

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