AUTOCONHECIMENTO: A AVENTURA DE SER HUMANO CONFIRMA QUE ESTAMOS AQUI NUMACAMINHADA EVOLUTIVA

O site Trabalhadores da Luz é uma das ricas fontes de informações sobre AUTOCONHECIMENTO, aqui no Blog do Saber. Apesar disso publico muito pouco conteúdo desse maravilhoso site, pois tenho consciência de que a maioria dos leitores desse blog ainda não estão preparados para assimilar positivamente as revelações dos mentores desse respeitável e sábio site. Entretanto, é muito fácil perceber quando um determinado artigo e/ou mensagem tem o poder de provocar o interesse e a compreensão desse público tão carente do despertar da consciência. O texto de deste sábado, nesta coluna, “A aventura de ser um um humano”, na minha percepção, conecta com o leitor desse blog, pois explica muito realisticamente o que é 3ª,4ª e 5ª dimensões. Outros textos e artigos que publiquei aqui sobre esse tema não tiveram o esclarecimento e clareza que o texto a seguir tem. Portanto, convido você, que está interessa em expandir sua consciência a ler na integra esse texto esclarecedor! 

A aventura de ser um Humano

Mensagem de 15 de Março de 2021

Há milhares de anos, a humanidade tomou uma decisão: uma decisão de viver com um sentimento de separação interior. Naquela época, os espíritos tinham se cansado de encarnar como espíritos plenamente conscientes no mundo físico. Eles queriam mais desafios na vida.. Eles queriam transformar a vida em um mistério, uma verdadeira experiência humana, independente e verdadeira, e não apenas uma extensão do espírito na matéria.

Tenham em mente que, no estado natural da vida espiritual, como espíritos livres nos reinos mentais, há bem poucas limitações.

As pessoas podem manifestar qualquer coisa que elas precisem, deslocar-se instantaneamente no espaço, mudar para uma posição diferente no tempo, tudo na velocidade do pensamento. Nos reinos mentais, as pessoas podem visitar os amigos ou acompanhá-los, explorando o universo, tudo através do poder do pensamento. É por isto que eles são chamados de reinos mentais..

Para ser mais específico, os reinos mentais existem na consciência da quinta dimensão e são o domínio de sua alma ou do seu ser interior.

Entre o mundo físico da terceira dimensão e o reino da quinta dimensão do seu ser interior se encontra o reino espiritual ou astral da quarta dimensão, habitado por pessoas no início das principais etapas da vida após a morte. Nos estágios finais da vida após a morte, as pessoas entram na quinta dimensão para considerarem as suas opções para uma maior experiência.

A encarnação física é sempre voluntária. Nada obriga uma alma a encarnar em outra vida física. É sempre uma decisão a um nível pessoal e do grupo de alma, se retornam à vida física na Terra.

Há milhares de anos, a experiência física era uma extensão plenamente consciente do espírito na matéria. As pessoas sabiam que elas estavam como espíritos, conectadas aos seus eus internos e ao universo como um todo..

“E se”, elas disseram, “viéssemos à existência física e não soubéssemos quem nós éramos? Poderíamos dedicar todas as nossas vidas à busca de respostas para o mistério. Imaginem que desafio seria!”

A Humanidade, então, tomou a decisão conjunta de mergulhar ainda mais em uma realidade mais focada e mais densa. Seu foco era dirigido aos sentidos físicos, juntamente com um desligamento dos níveis superconscientes e subconscientes do pensamento.

Ao manter um foco firme no mundo “externo” dos sentidos, os seres humanos poderiam até acreditar que eles estariam fixos em um local no espaço e trancados em um continuum do tempo.

Imaginem, a vida física se tornaria tão intensa, tão real, tão convincente!

Agora, a maioria das pessoas adora passeios emocionantes, como aqueles nos parques de diversão. E se o passeio parecer assustador, tanto melhor! Passeios de montanha russa são assustadores.

Os antigos Trens Fantasma nos parques do Reino Unido eram assustadores. Os Castelos Assombrados da Disney, em seus Parques Temáticos na Califórnia, Flórida, Paris e Tóquio, são todos aterrorizantes. Tão aterrorizantes que, quando o passeio termina, as pessoas dizem:

“Isto foi ótimo! Querem mais uma volta de novo?”

A vida pode ser amedrontadora, também. Uma vida passada sem uma conexão constante e consciente com a sua verdadeira natureza interior é sempre um desafio.

Hoje, o passeio no Parque de Diversões da separação interior está chegando ao fim. A Mudança para a Nova Realidade está acontecendo hoje. Estamos nos tornando mais e mais conscientes de nossa natureza interior. Aqueles que compreendem a ideia da Nova Realidade irão desenvolver ativamente esta conexão interior e não apenas esperar que isto os surpreenda, enquanto se revela lentamente.

E, lembrem-se: Este passeio intenso através do mundo físico foi sempre uma escolha. Podemos não nos lembrar de quando a escolha foi feita, mas, a um nível de alma, estivemos de bom grado entrando e partindo do parque temático da vida física na Terra, desde então.

Encarnamos para a experiência da vida física, e para ajudarmos a transformar esta realidade para o seu estado derradeiro. Aquele que, hoje, está surgindo gradualmente.

Estes são os dias da transformação, o tempo da Mudança. O passeio assustador está chegando ao fim. Como uma cultura, estamos prestes a nos encontrarmos e a nos conectarmos interiormente.

Owen Waters — Fonte: www.SpiritualDynamics.net
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br: Tradução — Marco Iorio Júnior — Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NENHUM SER HUMANO PODE SABER O QUE É A VERDADE

Eis ai um compêndio, um estudo profundo, retirado da mais refinada sabedoria oriental para explicar o que é a “Verdade”. Então, lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir, interpretar  e fazer o seu juízo de valor!

 O que é a verdade?

Somos interna e instintivamente inclinados a aceitar, ou pelo menos a contemplar, a existência do Absoluto. Por quê? Porque temos experienciado em nossas próprias vidas a natureza da incondicionalidade sob certas formas e em certos momentos ‘

C.V. Agarwal

Estigmatizados, solteiros sofrem para provar que não são solitários, infelizes e encalhados - 15/08/2012 - UOL Universa

Nenhum ser  humano pode saber o que é a verdade. Aquele que sabe, há muito deixou o estágio humano. Ao se deparar com o lema da Sociedade Teosófica, as pessoas naturalmente pensam que temos algo de positivo a dizer a respeito da verdade; isso  coloca uma enorme responsabilidade sobre nós. Cada investigador tem que ser tratado no seu próprio nível. Se as pessoas não conseguem entender o que é a verdade, por que discutir um assunto como este? Por que deve alguém ir em busca da verdade?

P. Blavatsky escreveu: “A verdade Absoluta é o Símbolo da Eternidade e nenhuma mente finita pode jamais apreender o Eterno; por isso, nenhuma Verdade em sua plenitude jamais consegue nela surgir.” Os seres humanos estão engajados na busca de inúmeras metas, todas transitórias, perecíveis. É preciso voltar a atenção numa direção diferente.

A natureza e o problema da busca da verdade foram esclarecidos por um homem santo, em sua simplicidade. Ele contou o caso de uma mãe que corria pela aldeia, de casa em casa, procurando em vão o seu bebê. O bebê estava o tempo inteiro grudado ao seu seio. Da mesma forma, correr de um instrutor para outro ou memorizar escritura após escritura não nos levará à verdade.

Algumas pessoas podem dizer que eu estou me desviando do tema. Deixe-me então abordá-lo por um ângulo diferente. Os atributos que algumas culturas dão ao Supremo são Sat, Chit, Ananda. Aqui Sat significa aquilo que é. Assim, a verdade é. É interessante saber que a palavra “verdadeiro”,  que em latim é verus, também significa “aquilo que é”

Embora o Supremo esteja muito além da compreensão humana, muitas religiões consideram seus livros sagrados, como os Vedas ou o Alcorão, como palavras que vieram diretamente Dele. Um grande sábio, SriShankaracharya, disse serem falsas todas as religiões e filosofias. Ele talvez tenha pretendido dizer que elas não corporificam as verdades últimas. Então, como devemos proceder com a nossa busca? Onde devemos buscar ajuda e orientação?

Shankara e alguns Acharyas budistas simplificaram nossa procura quando postularam dois níveis de verdade: Paramarthic Satya, ou Verdade Absoluta, e Vyavaharic Satya, ou verdade relativa ou empírica. Esclareçamos, entretanto, que não existem dois tipos de verdades, uma verdade pura e a outra que seja uma mistura de verdade e falsidade – uma ideia que está muito difundida no mundo hoje em dia. Na realidade, existe apenas uma única verdade.

P. Blavatsky escreveu, em A Doutrina Secreta, que “o homem, incapaz de formar um conceito simples, a não ser em termos de coisas empíricas, é impotente desde a constituição do seu próprio ser para levantar o véu que oculta a majestade do Absoluto”. Sendo assim, vamos deixar de lado todas as considerações a respeito da verdade absoluta?

Sri Ram disse: “Todavia, somos interna e instintivamente inclinados a aceitar, ou pelo menos a contemplar, a existência do Absoluto. Por quê? Porque temos experienciado, em nossas próprias vidas, a natureza da incondicionalidade sob certas formas e em certos momentos.”

Blavatsky classificou assim nosso relacionamento com a verdade empírica: “Fora de um  certo estado de mente altamente espiritual e elevado, durante o qual o homem está de acordo com a Mente Universal, ele nada consegue obter na Terra, a não ser a verdade relativa, ou as verdades, de qualquer que seja a filosofia ou religião.”

Ela escreveu ainda que “não existe espaço para a Verdade Absoluta sobre algum tema, qualquer que seja ele, num mundo tão finito e condicionado como o é o próprio homem. Mas existem verdades relativas, e temos que aproveitá-las da melhor maneira possível”

Seguindo o conselho de Blavatsky, tentemos fazer o melhor que pudermos das verdades relativas. Tomemos a simples verdade empírica do nascer do sol. Quando alguém diz que o sol nasce no leste, está dizendo a verdade? Este é um fenômeno observável do qual ninguém pode duvidar. No entanto, os astrônomos, estribados em sólida evidência, nos dizem que o sol não se move. A Terra gira no seu eixo e orbita em torno do Sol.

Esta é a verdade? Então, onde está o observador? Não é ele parte integrante dessa vastidão, dessa unidade? Com uma experiência assim as barreiras e escravidões imaginárias ou intelectuais começam gradualmente a desaparecer – “a gota dentro do oceano”, como disse Blavatsky em A Voz do Silêncio.

Voltemos às realidades do dia a dia, no nível ao qual nossa   personalidades funcionam e formam conceitos mentais, jamais esquecendo que esses conceitos não são verdades. I. K. Taimni nos fez lembrar, com o auxílio de diagramas, que um número incontável de círculos podem ser desenhados  em torno de um centro sobre um plano. Como podem existir inúmeros planos em interseção, pode existir um número infinito de círculos com um centro comum. E não apenas isto: pode haver qualquer número de esferas com o mesmo centro. Cada ciclo ou esfera pode considerar o seu centro como sendo separado, distinto e único.

Como um ponto geométrico não tem dimensões, ele só pode ser imaginado. Taimni assinala que, em toda a manifestação, existe apenas Um Centro, e qualquer um, mergulhando profundamente dentro de si mesmo, pode alcançar esse centro. E esse centro é a verdade, pois somente ela existe. Todos os outros centros separados são imaginários, ilusórios. Mas como podemos mergulhar profundamente dentro de nós mesmos para contactá-lo?

Devemos viver uma vida tão pura quanto possível. Assim, inconscientemente seremos canais para a irradiação da luz da verdade. Blavatsky afirmou: “Embora a verdade geral abstrata seja a mais preciosa de todas as bênçãos para muitos de nós (…), temos, entrementes, que nos contentar com as verdades relativas. Quanto à Verdade Absoluta, a maioria de nós a vê como chegando à lua de bicicleta.” Ela está certa. Temos medo de enfrentar até mesmo uma verdade relativa.

Abaixo do emblema nacional da Índia estão inscritas as antigas palavras Satyameva Jayate: “Somente  a Verdade Triunfa.

Vivendo neste mundo e seguindo várias ocupações, ganhando nosso sustento, frequentemente ocorrem situações nas quais nos sentimos perdidos quanto ao modo de agir que devemos adotar. O livro de bolso Aos Pés do Mestre dá um conselho muito prático. Quando se está em dúvida a respeito do modo de ação a ser adotado, deve-se pensar em como um Ser Perfeito agiria, ou reagiria sob  circunstâncias semelhantes. Isso nos deve guiar. Nossas vidas diárias, então, refletirão a verdade, e não haverá necessidade de perguntar a ninguém o que a verdade é.

Um número incontável de círculos podem  ser desenhados em torno de um centro. Também pode haver qualquer número de esferas com o mesmo centro. Cada  ciclo ou esfera pode considerar o seu centro como sendo separado, distinto e único.”

Fonte:  Revista Sophia  set/out/2020

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AUTOCONHECIMENTO: O DISCERNIMENTO COMO FERRAMENTA PARA A JORNADA ESPIRITUAL

O tema da coluna AUTOCONHECIMENTO desta quarta-feira é sobre discernimento, habilidade super importante que todo ser humano irá desenvolver em sua jornada espiritual para o AUTOCONHECIMENTO, já que conectar-se com sua verdadeira essência divina é a chave para ser capaz de conhecer sua verdade. Então convido você a ler o texto completo a seguir e entender como funciona esse processo todo!

EXERCITANDO O ESPÍRITO - Luciano Subirá - ORVALHO.COM - LUCIANO SUBIRÁ

Discernimento é uma das habilidades mais importantes

Mensagem canalizada em 1 de Novembro de 2020 – Arcanjo Gabriel

Discernimento é um das habilidades mais importantes que você irá desenvolver em sua jornada espiritual e ele é um importante tema energético de 2020.

Queridos, há uma parte de vocês que sempre, sempre sabe a verdade. Se você é presenteado com informação, sinta-a no seu corpo. Ela parece empoderada ou não? Ela está honrando seu livre arbítrio e sua sabedoria interior? Ela é projetada para separar ou unir? Sua energia é expansiva ou de contração? Ela é projetada para alimentar medo ou amor?

Para poder dizer se algo combina com você ou não, é essencial que você tire um tempo para se conhecer. Conectar-se com sua verdadeira essência divina é a chave para ser capaz de conhecer sua verdade e se algo honra aquela verdade ou não. Sua autoconsciência é o que o permite sentir se algo é solidário ou discordante com seu sistema de energia.

Nós os encorajamos a considerar a verdade de qualquer informação com a qual vocês sejam presenteados, mas pedimos que se lembrem que vocês são os especialistas em empoderamento de sua própria expressão de vida. Conectem-se com sua autenticidade, sua bondade e permitam a esta energia mostrar o caminho. Daquele lugar de alinhamento vocês sempre irão reconhecer o que melhor honra vocês e seus propósitos.

Shelley Young – Fonte: https:/www.goldenageofgaia.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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