AUTOCONHECIMENTO: UMA OPORTUNIDADE DE INCRÍVEL DE SE CONECTAR A SUA ALMA E TRANSFORMAR A SUA VIDA

O texto desta quinta-feira, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO é literalmente puro AUTOCONHECIMENTO. Uma oportunidade incrível de você mergulhar no seu EU intrínseco e chafurdar, remexer as suas entranhas a procura da resposta para uma pergunta que atormenta muitas pessoas: por que estou sempre solteiro(a)? Uma oportunidade de se conectar com a sua alma e quiçá, fazer as pazes com a sua criança interna. Portanto, vá fundo, leia o texto completo a seguir. São apenas 10 minutos de leitura que podem transformar a sua vida!

Por que estou sempre solteiro? Reforma íntima para atrair a alma gêmea

Mulher olhando pensativa para a cidade pela janela
Free-Photos / Pixabay / Canva

Cada um busca a própria felicidade de maneira única. Algumas pessoas estão sozinhas há muito tempo e gostam de apreciar a quietude da própria companhia. Já outras não suportam a ideia de estarem sós, e entre um relacionamento e outro sempre se queixam por estarem solteiras, principalmente quando esse tempo se estende mais do que o esperado por elas.

Já dizia o velho ditado: antes só do que mal acompanhado. Mas será mesmo que a busca pela pessoa ideal depende tanto assim do outro? Você já parou para pensar sobre os porquês de permanecer solteiro por muito tempo?

Antes de culpar a falta de comprometimento do outro ou dizer que não encontra ninguém compatível com você, talvez seja válido olhar para dentro de si e buscar entender por que tem sido tão difícil encontrar alguém ou, quando encontra, por que é tão difícil se entregar a essa pessoa.

Para quem está solteiro há algum tempo e procurando um parceiro romântico para compartilhar os grandes momentos da vida, saiba que tudo é questão da hora certa e do momento certo. E como saber se esse é o meu momento certo?

Bem, muitos dos problemas que encontramos quando nos relacionamos com alguém são causados por questões pessoais profundas que podem estar bloqueando nossas relações interpessoais. Não conseguimos nos conectar com outra pessoa plenamente antes de aprendermos a lidar com as dores adormecidas dentro de nós. Veja a seguir, quais são alguns dos aspectos emocionais que podem estar impedindo você de encontrar um novo amor:

Não saber quem você é

Antes de se preocupar em encontrar a pessoa certa, precisamos entender que somos seres únicos. Não devemos procurar alguém que nos complete, porque não há nada faltando em nós: um parceiro precisa vir apenas para somar!

Mulher meditando

Natural Women Collection / Canva

Nós aceitamos aquilo que achamos que merecemos. Então só estaremos preparados para encontrar um grande amor quando estivermos bem com nós mesmos. Enquanto estiver solteiro, aproveite esse tempo para se conhecer e se aperfeiçoar.

Reconheça seus pontos fracos e valorize suas maiores qualidades. Somente depois de saber exatamente do que gosta e quem você é quando está sozinho, você poderá ter uma visão mais clara do que está procurando.

Não saber diferenciar o real do idealizado

Somos diariamente bombardeados por fotos nas redes sociais de casais aparentemente perfeitos e em absoluta harmonia. Entretanto, sejam anônimos ou famosos, cada um só expõe o melhor de sua vida nas redes sociais. Jantares românticos, presentes caros ou surpresas inesperadas, nada disso garante que o relacionamento é perfeito o tempo todo.

A verdade é que raramente expomos momentos tristes ou brigas, e ao elevar muito o padrão do que esperamos de um relacionamento, estamos ignorando que somos seres humanos. Às vezes estamos cansados, às vezes erramos, e o amor verdadeiro se mostra mais forte naqueles momentos de maior dificuldade.

Procure alguém com características que sejam realmente importantes como bom humor, honestidade, senso de responsabilidade e justiça e, principalmente, observe se a pessoa sabe te ouvir e se preocupa com você. Não devemos buscar por perfeição nem nos compararmos com outros casais, pois isso não nos leva a outro caminho, senão à frustração.

Egocentrismo

Representação do ego com um peão de xadrez vendo o reflexo como uma rainha

vkara / Getty Images Pro / Canva

Há uma sutil diferença entre autoconfiança e egocentrismo. Ter uma autoestima sólida é essencial, principalmente dentro de um relacionamento amoroso. Assim, você sabe exatamente o que merece e jamais aceitará pouco da outra pessoa. Mas se amar não é sinônimo de ser egoísta, e não podemos agir como se o resto do mundo existisse apenas para nos servir.

Não há, afinal, nada mais desconfortável do que alguém que só fala de si, das suas conquistas, do seu dia e da sua aparência. Mostre-se interessado pela outra pessoa! Ouça o que ela tem a dizer e repare naquelas coisas que ela ainda não disse, mas deixou transparecer.

Abandone a ideia de que o mundo gira em torno de você, tenha mais empatia e se coloque no lugar do outro. Muitas brigas dentro de um relacionamento acontecem pela falta do diálogo. Ao invés de presumir algo, converse! Pessoas que só conseguem pensar em si mesmas não estão prontas para uma relação madura e afetuosa com outra pessoa.

Esconder-se do mundo

Sem dúvidas, se você acabou de terminar um relacionamento, é esperado querer um tempo para si, mas ele não deve se perpetuar por toda a vida. Quando ficamos muito tempo solteiros, acreditamos que é menos trabalhoso estar sozinho a conhecer alguém, e muitas vezes desperdiçamos oportunidades de encontrar alguém legal para ter ao lado.

Encontrar um amor para chamar de seu nem sempre é tão fácil como nos filmes e você dificilmente encontrará no rapaz bonito que se sentou na poltrona ao lado do avião ou ainda, na moça que você esbarrou a caminho do trabalho e te convidou para tomar um café.

Abra-se para o mundo! Não tenha medo de aceitar convites de amigos e não ignore oportunidades de conhecer novas pessoas, mesmo que isso signifique mudar um pouco a rotina. O amor não surgirá magicamente e nós precisamos dar uma chance para que ele possa acontecer.

Isso fica mais fácil a partir do momento que abrimos nosso coração. Se você já teve seu coração partido, é normal que o medo de uma possível rejeição seja uma barreira para que você se aproxime de alguém novamente, mas não tenha receio de mostrar sua personalidade ao conhecer novas pessoas. Quem se interessar por você, vai gostar por você ser exatamente como é!

Bloqueios emocionais

Ao longo de nossa vida, passamos por diversas situações que podem abalar nossa autoestima. Crises em relacionamentos antigos, contratempos na vida profissional, relações familiares conflituosas, isso sem falar em inseguranças relacionadas a alguma característica pessoal.

Mulher chorando sendo consolada por alguém

Polina Zimmerman / Pexels / Canva

Muitas vezes, certos bloqueios surgem da somatória de várias feridas emocionais que fomos negligenciando ao longo da nossa vida. Medo do abandono, por exemplo, é uma situação bem comum que impede que muitas pessoas se joguem em um novo romance!

Pessoas muito inseguras costumam se autorrotular, antever o que o outro pensará sobre ela, e o medo de dar errado costuma ser maior do que a vontade de que um novo romance dê certo. Para que um relacionamento se desenrole naturalmente, deixe que a pessoa descubra mais sobre você com o tempo.

Exercitar a nossa autoconfiança é algo muito positivo, mas certamente você precisará chegar em lugares mais profundos para entender de onde vêm esses bloqueios emocionais. A psicoterapia auxilia bastante nesse processo de autoconhecimento e de entender como podemos nos curar dessas emoções prejudiciais.

Ser impaciente

Não é incomum depositarmos todas nossas esperanças em um relacionamento, e caso esse termine, acreditarmos que não vamos mais ser felizes, pois a nossa chance de encontrar o amor da nossa vida já passou. Terminar um ciclo não é sinônimo de fracasso e muito menos devemos pensar que já passamos da idade para viver um grande amor!

Cada pessoa tem uma jornada diferente na vida. Isso quer dizer que o tempo de cada um é único e você não precisa desistir de se relacionar amorosamente por achar que já está velho demais para isso ou então aceitar um amor pela metade por medo da solidão.

Com isso, você pode fechar os olhos para algo muito maior em sua vida. Tenha certeza de que quando o amor chegar, não haverá quaisquer dúvidas em seu coração!

Se alguma vez você já se decepcionou com alguém ou então cresceu em uma família onde as brigas eram constantes, você precisa se libertar de sentimentos negativos que costuma atribuir a relacionamentos.

Mulher feliz sendo abraçada

fizkes / Getty Images / Canva

Fora isso, diferentemente dos contos de fadas, relacionamentos reais nem sempre são felizes o tempo todo. Quando duas pessoas escolhem ficar juntas, devem abrir mão do orgulho para que a convivência seja harmônica e, claro, nada como uma conversa sincera para garantir a longevidade do relacionamento.

Mas e agora, o que fazer para mudar? Antes de pensar em uma nova história de amor, foque em entender quais são os seus traumas passados. Identificar seus medos é o primeiro passo para poder se curar dessas sequelas. Para ser feliz com alguém é preciso estar bem emocionalmente, e alguns métodos podem auxiliar nesse processo de cura:

Procure ajuda psicológica

Feridas emocionais podem se curar sozinhas com o tempo, mas em muitos casos podemos contar com a ajuda de um profissional para que não se tornem um problema ainda maior e sejam projetadas em futuros relacionamentos. Por meio da terapia, o psicólogo nos ajuda a enxergar quais são os maiores obstáculos que podem estar nos atrapalhando e entender como podemos superá-los. A Terapia Cognitivo Comportamental, por exemplo, é um ramo da psicologia que nos auxilia a entender de que maneira interpretamos os acontecimentos de nossa vida para aprendermos a lidar melhor com eles.

Livros podem ajudar

A leitura é uma excelente opção, mas você não precisa procurar necessariamente por títulos óbvios sobre como encontrar um amor. É importante, nesse processo, focar no seu “eu interior”. Busque livros cujo conteúdo instigue o autoconhecimento, fortaleça a autoestima e amplie o conhecimento.

Pessoa lendo livros deitada no sofá

Lolostock / Canva

Um exemplo é “A parte que falta”, de Shel Silverstein, um clássico da literatura juvenil capaz de impactar leitores de todas as idades. O livro traz à tona vários questionamentos sobre o que é amor e sobre dependência emocional.

Equilíbrio por meio da meditação

meditação também pode ser um grande passo para o processo de cura interior. Diversos vídeos de meditação guiada estão disponíveis na internet e certamente serão essenciais para desbloquear algumas emoções por meio do autoconhecimento e controle da ansiedade.

A ansiedade pode boicotar novas experiências, pois é comum que as pessoas desistam de um relacionamento antes mesmo de ele ficar mais sério, apenas por medo de reviver alguma situação negativa. Meditar é o encontro do corpo com a mente e vai te ajudar a identificar a raiz dos seus medos e atrair boas vibrações.

Em síntese, o autoconhecimento é a questão-chave para entendermos as razões pelas quais estamos sozinhos. Depois de identificadas, é essencial modificarmos pensamentos e hábitos que podem estar nos impedindo de iniciar um relacionamento amoroso, como certos comportamentos pessoais, ou até mesmo decidir se não é a hora de romper alguns ciclos com pessoas que já foram importantes, mas hoje não nos acrescentam mais nada.

Lembre-se de que equilibrar as energias é um fator importante para atrair coisas boas para sua vida. Colocar-se em primeiro lugar pode ser o que está faltando para você encontrar sua alma gêmea. Comece tendo mais afeto consigo, cuide dos seus pensamentos e das suas atitudes. Sem dúvidas, logo a pessoa amada aparecerá em sua vida!

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #4 – QUAL O PODER DOS NOSSOS PENSAMENTOS?, POR ROSSANDRO KLINJEY

Continuando a série RENASCER – CUIDANDO DA ALMA com o psicólogo Rossandro Kilnjey, você vai refletir sobre “Qual o poder dos nossos pensamentos?”. O quanto os nossos pensamentos comandam a nossa vida, o quanto somos reféns dos nossos pensamentos e o que podemos fazer para nos libertarmos disso? São questionamentos que vão ser respondidos neste vídeo pelo competente psicólogo e vão lhe ajudar a assumir o comando da sua vida!

Fonte:

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REFLEXÃO: PERMITA QUE O SEU EU SUPERIOR E DIVINO SIGA A SUA FRENTE REMOVENDO TODOS OS OBSTÁCULOS

A Patrícia Gerbrim é uma mentora sensacional e está sempre escrevendo coisas maravilhosas para a nossa REFLEXÃO. O texto que publicamos aqui na coluna nesta terça-feira é especialmente inspirador, pois aborda, de uma maneira clara, simples e eficiente, o AUTOCONHECIMENTO e nos convida a dar espaço para a nossa alma nos guiar nas nossas escolhas. Isso significa desenvolver a intuição. Portanto, convido você a ler esse texto super esclarecedor, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Permita que o divino se expresse

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“Se há algo que precisamos aprender agora, é que precisamos dar espaço para a nossa criatividade .Estamos desperdiçando uma energia preciosa ao lutar contra o que está acontecendo, ao tentar controlar o mundo ao nosso redor, ao querer retornar, a qualquer custo, a um estado de coisas que não existe mais.

“E se não tivermos como voltar atrás?” E se estivermos sendo confrontados com a necessidade de seguir adiante? De nada adianta nos agarrarmos a um passado que, como a folha de uma árvore, já feneceu. Precisamos criar uma NOVA forma de viver nossas vidas.

Ouçam. Nós somos seres infinitamente capazes de manifestar novas e melhores formas de ser. Precisamos, no entanto, aceitar que todo um estado de ser ruiu, bem em frente de nossos olhos incrédulos. Precisamos sair de dentro desses escombros, respirar profundamente, nos conectar com a vida e nos tornarmos os criadores daquilo que precisa nascer.

Nós podemos ser os parteiros de um mundo mais belo, mais justo, mais respeitoso para com todos. Para isso não devemos negar os desafios que nos são impostos, ou imaginar que magicamente um novo mundo amanhecerá. Nós é que vamos “amanhecer o mundo” .

Faremos isso nos tornando nossas melhores versões. Não olhe ao redor. Não importa o que o outro está fazendo, ou sendo. Torne-se VOCÊ o seu melhor. Crie espaço para que sua alma passe a guiar suas escolhas. Perceba que seu poder está diretamente relacionado à sua coragem de ser quem você é. Viva nesse eixo que vai da terra ao céu, passando por você.

Seja fiel à terra, à natureza, à força que todos os dias lhe dá energia física, ar para respirar e viver. Seja fiel ao céu, à verdade maior, à justiça, à consciência de que somos UM .

Faça apenas isso, e você se tornará capaz de criar. Somos imensamente poderosos quando recuperamos essa capacidade. Assim poderemos de verdade manifestar o novo mundo. Não nos cabe saber que mundo será esse. Basta confiar e permitir que o divino em nós o expresse.” (Patricia Gebrim)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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AUTOCONHECIMENTO: O NOSSO COMPORTAMENTO TEM ORIGEM NA NOSSA ESSÊNCIA

Hoje trago até você um artigo impressionantemente esclarecedor, que você não pode deixar de tomar conhecimento em hipótese alguma, pois aborda o porquê do nosso COMPORTAMENTO enquanto seres humanos experienciando essa terceira dimensão. Um comportamento regido pela nossa essência, intrínseca a nossa alma, cujo caminho já foi traçado no ato da concepção. Portanto convido você a ler esse texto extraordinário e entender como e porque somos como somos e porque isso ocorre!

Comportamento – Um ensaio sobre a essência do ser

Foto de perfil de um homem com os olhos fechados e encostado em uma árvore.
mavoimage / 123RF

Academicamente falando, muito já se disse do processo de formação e informação por que passa todo indivíduo, assunto esse explorado até à exaustão, ainda que tão pouco compreendido quando escapa do ambiente acadêmico para ser levado à vida das pessoas. Isso porque a abordagem fica na diferença entre esses termos sem se atinar para o fato de que ambos não vão além de causa, e o que mais importa quando se fala em relacionamento é a consequência. Explicando melhor: durante o período de formação ou desenvolvimento, estamos apenas construindo a estrutura que depois será usada para sustentar nossas relações com as pessoas, ou seja, como acontecerá a sua aplicação prática.

Então nossa abordagem aqui pretende ir além do período de formação e informação por que passamos, mas colocando foco no “depois” que disso resulta, traduzido como qualidade das relações que iremos estabelecer. E de que forma podemos medir essa qualidade? Pelo benefício levado às pessoas envolvidas em termos de bem-estar físico e emocional resultante dos elos que se estabelecem entre elas, a partir de sua aproximação.

Ainda no campo das causas, existe um vetor humano que independe e antecede a fase de formação e informação, a que muitos atribuem um caráter de “essência” própria. A essência do indivíduo já nasceria com ele, sendo constituída pelas características que permanecerão inalteradas por toda a vida. E claramente é a de mais difícil compreensão dentre todos os atributos humanos, pois nem a própria pessoa conseguirá entender quando ou como surgiu: apenas se dá conta de que é componente intrínseco de sua visão de mundo, sempre esteve presente e lhe serviu de norte para pensar e agir do modo com que o faz. Tanto que muitas vezes essa conscientização da própria essência vai acontecer muito tempo depois, quando o indivíduo já atingiu sua maturidade plena ou até na velhice. E é nesse dia que se “olha pelo retrovisor” aquele padrão que sempre se fez perceber em cada reação e nos momentos mais importantes da existência.

Muita gente irá confundir essa essência a que me referi com o que se tem como caráter da pessoa. Isso é um equívoco, pois o caráter é forjado pelo conhecimento que vai se acumulando nos primeiros anos de vida, enquanto a essência já estava lá antes disso, daí porque os próprios estudiosos da alma humana encontram dificuldade para alcançar sua compreensão. Só para ilustrar, na definição de Eric Berne, ao elaborar sua teoria da “Análise Transacional” – com base no comportamento humano –, o pesquisador descobriu que havia emoções que já nasciam conosco, e que ele chamou de “emoções primárias ou autênticas”. Estas seriam em número de cinco: a Alegria, a Tristeza, o Medo, o Afeto e a Raiva. São reações inatas que todo recém-nascido já traz desde que seu sistema nervoso é formado ainda no útero materno, sendo muito fácil de se constatarem. Pode-se afirmar, então, que a Essência seria o sexto elemento emocional acrescido ao conjunto, com a diferença de que nem o próprio indivíduo se dará conta disso até muito tempo depois. Ele apenas perceberá que determinadas coisas lhe provocam um profundo mal-estar ou, ao contrário, uma maravilhosa sensação de plenitude, sem sequer entender a razão para os perceber dessa forma.

Mas a pergunta que nos deve interessar é: isso é bom ou é ruim? Quando se fala em alegria ou afeto fica claro que se trata de coisas boas. E quando lidamos com tristeza, medo ou raiva, é senso comum que se trate de coisas ruins. Então por que não acontece da mesma forma em relação à nossa essência? Essa resposta, pelo menos, não é tão difícil quanto lhe conhecer a origem: as cinco emoções classificadas por Berne acontecem no próprio indivíduo, independentemente de outrem, enquanto a essência dele… ah! Isso ele só irá descobrir depois de senti-la em contato direto com a essência alheia. Isso nos leva à conclusão de que nossa essência é a única dentre as características emocionais inatas que depende dos relacionamentos para se revelar a nós. É fácil saber que as outras cinco podem ter origem em qualquer coisa – seres vivos ou não –, mas a essência só acontece em relação a outro ser vivo que também a possua, sendo decisiva para aproximá-los ou distanciá-los de forma claramente perceptível e indelével. E por que indelével? Ora, se ela não muda, bastará identificar quem a traga totalmente contrária à sua para se saber que não conseguirão se entender em momento algum, pois não se trata daquele tipo de erro que todos cometemos em diferentes momentos, e que costumamos entender como “erros de percurso”. A incompatibilidade entre essências estaria intrinsecamente associada à visão de mundo que trazemos, e, quando se mostram inconciliáveis, podem tanto se traduzir por “conflitos de personalidade” quanto por “falhas de caráter” (estas últimas, obviamente, quando esbarram em questões éticas).

Peças vermelhas de xadrez sobre superfície lisa. Uma peça preta está afastada deste conjunto.

Markus Spiske / Pexels

Vamos analisar um modelo até bastante comum no seio familiar, como é a dificuldade de relacionamento entre pai e filho por exemplo, devido ao desencontro de suas essências: um pai que pensa e se comporta de forma incisiva e autoritária por força de sua formação, e um filho que reage muito mal a esse tipo de postura, cobrando explicações para sua forma inflexível de agir. Claro está que eles dificilmente chegarão a um entendimento, a menos que um dos dois busque harmonia com a própria essência: ou o pai decida atenuar seu autoritarismo para se aproximar do filho, ou este dispense as cobranças de um tratamento menos rígido por alguma razão que considere importante, como a idade ou a saúde de seu pai, por exemplo. Note-se que nenhum dos dois precisou abrir mão de sua essência, mas apenas “fazer uma concessão” em prol de algo que se mostrou importante naquele momento ou naquela situação específica para o objetivo proposto, que era o de diminuir a distância entre ambos. Esse exemplo mostra um caso bem frequente de conflito de personalidades, mas não necessariamente com base em questões de caráter.

Mas voltando atrás um pouquinho – lá onde acaba a causa (formação e informação) e tem início a consequência (conformação ou transformação). Já se pode entender que a essência não depende de que se tenha consciência dela para que se manifeste nos indivíduos. Quando contrariada, ela simplesmente “reage” dentro da pessoa, acionando o alarme de que há um conflito em andamento esperando por um posicionamento dos envolvidos, como no exemplo utilizado entre pai e filho. Tal posicionamento é que irá decidir o tipo de comunicação entre eles. A partir daí se saberá se poderá haver uma harmonização, ainda que não de essência, mas como uma espécie de “pacificação consciente”. Esta chega como um “escudo” colocado a serviço da saúde mental dos envolvidos quando a relação entre eles estiver sendo colocada em xeque. Essa “proteção” por efeito de escolha poderá se estender a todo o tempo de convívio por conta dessa tomada de consciência pelas partes, “positivando” um relacionamento que poderia ser conflituoso se não se empenhassem num “ajustamento de conduta”. Em outras palavras, por ter sido resultado de uma decisão consciente, a relação não produzirá nenhuma daquelas emoções primárias negativas do estudo de Berne sobre as quais falamos no início: medo, tristeza ou raiva, já que consentida.

Punho fechado.

Pixabay / Pexels

Mas há casos em que as partes acabam não colhendo resultados positivos, mesmo com o esforço de “pacificação”, e aqui se percebe de novo a relevância da decisão consciente por parte dos envolvidos. Se tudo se resumiu a um desejo superficial, não partido do cerne de sua inteligência emocional, em lugar da desejada transformação de postura, o que ocorrerá será apenas uma conformação, que ocorre quando o indivíduo aceita o acordo de fora pra dentro, mas de dentro pra fora sua essência continua gritando que não o aceitou. A pessoa, nesse caso, vai sentir raiva de si mesma por ter cedido, pode mergulhar em tristeza por ter se deixado convencer sem pensar nas consequências internas, ou até sentir medo de não conseguir levar o acordo adiante, e a situação acabar pior do que antes. Isso demonstra a importância da conscientização no que toca ao resultado esperado: ela tanto pode produzir harmonização com a própria essência pela escolha sensata, quanto gerar um robusto conflito interno e não resultar em nenhuma mudança de postura, como se propunha.

Ainda no que diz respeito à essência – que muitos confundem com “índole” –, pouco se sabe sobre sua real natureza, a menos que tentemos entendê-la sob a ótica da espiritualidade. Mas existe uma diferença sutil – porém consistente – entre as duas coisas: a índole teoricamente poderia ser moldada, e a essência não, por ser parte integrante do ser. Partindo dessa premissa, a índole poderia receber influências tanto internas quanto externas, mas no que toca à essência, apenas a “descobrimos” tal qual é, sem exercer nenhum tipo de comando sobre ela. Poder-se-ia dizer, então, que o indivíduo possuidor de uma essência harmônica e positiva não traria tendência para desenvolver uma “índole ruim”? Teoricamente isso se mostraria verdadeiro, porque a primeira – que é o próprio ser – não o permitiria. Mas a essência “não consolidada” desde a concepção, esta sim, se colocaria suscetível à “moldagem” negativa da índole, a exemplo de um livro em branco em que o tipo de vida escolhido possa escrever nele os próximos capítulos de sua trajetória.

É claro que, nesse aspecto, estamos tratando de crenças, e não de ciência. E nesse campo insólito e desconhecido, nada se pode afirmar. O que se toma como real a partir de narrativas de vida é que a essência – ou natureza do ser – vai sendo descoberta aos pouquinhos pelo próprio indivíduo, e de alguma forma consegue ser “captada” pelos demais à sua volta, dependendo do grau de sensibilidade de cada um. A confirmação dessa essência seria obtida pelo indivíduo em forma de um sentimento sutil e subjetivo, mas extremamente poderoso, que cria rejeição inequívoca a tudo que se mostre contrário a ela, como também faz eclodir uma empatia instantânea com aqueles que a trazem nos mesmos moldes. Daí porque se diz que ambas as essências simplesmente “se descobrem” como decorrência de sua sintonia, e elas próprias se identificam umas com as outras, independentemente das escolhas de seus detentores.

Isso explicaria por que determinada pessoa, no primeiro momento em que trava contato com outra, sente-se identificada com ela, mesmo antes de obter qualquer informação sobre quem seja; ou, ao contrário, percebe-se nutrindo uma rejeição interna ao se aproximar dela, mesmo não havendo uma razão concreta para tal sentimento. Muitos irão buscar explicações para tais reações nas crenças que trazem: algum resíduo espiritual de outras vidas, intuição, sexto sentido, premonição etc. Quatrocentos anos atrás, entretanto, Giordano Bruno já afirmava que o fato de se crer ou não em algo não faz com que a verdade mude. Então o que menos importa é como você interpreta o fenômeno, mas sim a forma como lida com ele em seu benefício e daqueles com quem se relaciona, e isso é o que deve ser levado em conta na hora de avaliar seu potencial para modificar toda a trajetória de ambos.

Luiz Roberto Bodstein

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: A AVENTURA DE SER HUMANO CONFIRMA QUE ESTAMOS AQUI NUMACAMINHADA EVOLUTIVA

O site Trabalhadores da Luz é uma das ricas fontes de informações sobre AUTOCONHECIMENTO, aqui no Blog do Saber. Apesar disso publico muito pouco conteúdo desse maravilhoso site, pois tenho consciência de que a maioria dos leitores desse blog ainda não estão preparados para assimilar positivamente as revelações dos mentores desse respeitável e sábio site. Entretanto, é muito fácil perceber quando um determinado artigo e/ou mensagem tem o poder de provocar o interesse e a compreensão desse público tão carente do despertar da consciência. O texto de deste sábado, nesta coluna, “A aventura de ser um um humano”, na minha percepção, conecta com o leitor desse blog, pois explica muito realisticamente o que é 3ª,4ª e 5ª dimensões. Outros textos e artigos que publiquei aqui sobre esse tema não tiveram o esclarecimento e clareza que o texto a seguir tem. Portanto, convido você, que está interessa em expandir sua consciência a ler na integra esse texto esclarecedor! 

A aventura de ser um Humano

Mensagem de 15 de Março de 2021

Há milhares de anos, a humanidade tomou uma decisão: uma decisão de viver com um sentimento de separação interior. Naquela época, os espíritos tinham se cansado de encarnar como espíritos plenamente conscientes no mundo físico. Eles queriam mais desafios na vida.. Eles queriam transformar a vida em um mistério, uma verdadeira experiência humana, independente e verdadeira, e não apenas uma extensão do espírito na matéria.

Tenham em mente que, no estado natural da vida espiritual, como espíritos livres nos reinos mentais, há bem poucas limitações.

As pessoas podem manifestar qualquer coisa que elas precisem, deslocar-se instantaneamente no espaço, mudar para uma posição diferente no tempo, tudo na velocidade do pensamento. Nos reinos mentais, as pessoas podem visitar os amigos ou acompanhá-los, explorando o universo, tudo através do poder do pensamento. É por isto que eles são chamados de reinos mentais..

Para ser mais específico, os reinos mentais existem na consciência da quinta dimensão e são o domínio de sua alma ou do seu ser interior.

Entre o mundo físico da terceira dimensão e o reino da quinta dimensão do seu ser interior se encontra o reino espiritual ou astral da quarta dimensão, habitado por pessoas no início das principais etapas da vida após a morte. Nos estágios finais da vida após a morte, as pessoas entram na quinta dimensão para considerarem as suas opções para uma maior experiência.

A encarnação física é sempre voluntária. Nada obriga uma alma a encarnar em outra vida física. É sempre uma decisão a um nível pessoal e do grupo de alma, se retornam à vida física na Terra.

Há milhares de anos, a experiência física era uma extensão plenamente consciente do espírito na matéria. As pessoas sabiam que elas estavam como espíritos, conectadas aos seus eus internos e ao universo como um todo..

“E se”, elas disseram, “viéssemos à existência física e não soubéssemos quem nós éramos? Poderíamos dedicar todas as nossas vidas à busca de respostas para o mistério. Imaginem que desafio seria!”

A Humanidade, então, tomou a decisão conjunta de mergulhar ainda mais em uma realidade mais focada e mais densa. Seu foco era dirigido aos sentidos físicos, juntamente com um desligamento dos níveis superconscientes e subconscientes do pensamento.

Ao manter um foco firme no mundo “externo” dos sentidos, os seres humanos poderiam até acreditar que eles estariam fixos em um local no espaço e trancados em um continuum do tempo.

Imaginem, a vida física se tornaria tão intensa, tão real, tão convincente!

Agora, a maioria das pessoas adora passeios emocionantes, como aqueles nos parques de diversão. E se o passeio parecer assustador, tanto melhor! Passeios de montanha russa são assustadores.

Os antigos Trens Fantasma nos parques do Reino Unido eram assustadores. Os Castelos Assombrados da Disney, em seus Parques Temáticos na Califórnia, Flórida, Paris e Tóquio, são todos aterrorizantes. Tão aterrorizantes que, quando o passeio termina, as pessoas dizem:

“Isto foi ótimo! Querem mais uma volta de novo?”

A vida pode ser amedrontadora, também. Uma vida passada sem uma conexão constante e consciente com a sua verdadeira natureza interior é sempre um desafio.

Hoje, o passeio no Parque de Diversões da separação interior está chegando ao fim. A Mudança para a Nova Realidade está acontecendo hoje. Estamos nos tornando mais e mais conscientes de nossa natureza interior. Aqueles que compreendem a ideia da Nova Realidade irão desenvolver ativamente esta conexão interior e não apenas esperar que isto os surpreenda, enquanto se revela lentamente.

E, lembrem-se: Este passeio intenso através do mundo físico foi sempre uma escolha. Podemos não nos lembrar de quando a escolha foi feita, mas, a um nível de alma, estivemos de bom grado entrando e partindo do parque temático da vida física na Terra, desde então.

Encarnamos para a experiência da vida física, e para ajudarmos a transformar esta realidade para o seu estado derradeiro. Aquele que, hoje, está surgindo gradualmente.

Estes são os dias da transformação, o tempo da Mudança. O passeio assustador está chegando ao fim. Como uma cultura, estamos prestes a nos encontrarmos e a nos conectarmos interiormente.

Owen Waters — Fonte: www.SpiritualDynamics.net
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br: Tradução — Marco Iorio Júnior — Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: EMANCIPAÇÃO DA ALMA ATRAVÉS DA PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA

O artigo Emancipação da Alma, destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO, deste sábado é uma ENTREVISTA, com Altivo Panphiro, altamente esclarecedora sobre projeção astral, que você não pode deixar de ler e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Então, aproveite essa oportunidade única e expanda sua consciência! 

EMANCIPAÇÃO DA ALMA

Emancipação da Alma e Projeção astral | Espiritismo da alma

Nesta entrevista, Altivo Panphiro esclarece as dúvidas mais comuns sobre a projeção da consciência, segundo a concepção da doutrina espírita.

Entrevista realizada pelo site www.irc-espiritismo.org.br

Por que algumas vezes não lembramos dos nossos sonhos?

As pessoas que não lembram dos sonhos não têm facilidade para registrá-los no cérebro físico. Fica apenas registrado no cérebro do perispírito. Digo cérebro do perispírito no cérebro do perispírito. Digo cérebro do perispírito para um melhor entendimento. Agora, quando você recorda dos detalhes dos sonhos é porque você tem uma particular predisposição cerebral para registros. O fato de não lembrarmos dos sonhos não significa que não tenhamos sonhado, ou seja, vivemos uma vida no plano espiritual e não recordamos.Pessoas que sonham com freqüência, vêem pessoas na casa, levantam e conversam. Como isso se explica?

É justamente o fato de você, como espírito, ir aos lugares de sua preferência. Você vai a uma casa, em espírito, e ali vê as pessoas que moram naquela casa. Você pode também ir a lugares públicos, como praças, ruas, etc. Neste caso, você não terá um sinal particular, isto é, verá as coisas como se vêem na rua de um modo bem geral.

Como você explica a interação relativa a aplicação dos passes magnéticos em torno de nossas estruturas espirituais, possibilitando que o nosso corpo perispiritual possa se afastar do corpo físico através do processo emancipatório?

Quando o passe magnético é aplicado, provoca-se um desligamento parcial do perispírito com relação ao corpo, isto faz com que, por um processo ainda não devidamente explicado, ou entendido, haja este afastamento do corpo espiritual do corpo físico. Essas descobertas foram analisadas por um inglês chamado Braid. Ele aplicava passes e verificou que, em certas pessoas, os passes provocado pelo passe dado por espíritos ou por encarnados, provocando este estado de emacipação.

Até que ponto o sonho pode atingir o físico? Ou seja, o real?

Não existe, a rigor, um medida. O que sabe é que, em alguns casos de liberdade do espírito, este passa por situações que ficam profundamente gravadas no cérebro. Vou contar um caso pessoal: há muitos anos, participei de um socorro espiritual dado a uma pessoa obsediada, louca mesmo. Isto que vou relatar foi durante o sono físico. No processo de socorro, esta pessoa batia-me nos olhos com suas mãos, que eram muito grandes. Eu a conhecia encarnada. Ao acordar, passei um ou dois dias com profunda dor nos olhos, como se eles estivessem, realmente, edemaciados. Posso dizer, então, que foi uma situação bem particular, mas tenho passado por outras situações menos agressivas que também influenciaram meu corpo. Situações de socorro médico, de participação em locais que visitei, espiritualmente etc.

Todos os sonhos são o desprendimento do espírito do corpo físico ou alguns sonhos podem simplesmente ser projeções do inconsciente?

A maior parte dos sonhos se passam entre espíritos. O que sei, por parte do plano espiritual, é que mesmo quando você projeta seu inconsciente, você vai em busca de uma situação, de um parceiro, ou de uma circunstância que caracteriza o seu desejo íntimo. Assim, a projeção do seu inconsciente leva você para o lugar que deseja.

Porque, às vezes, quando sonhamos, parece que entramos num estado entre o sono e a realidade?

O desprendimento do espírito do corpo vai ocorrendo aos poucos e por isso ficamos entre dois mundos: um mundo “real”, material, e o mundo que vamos visitar.

O desdobramento é perigoso? Pode algum desencarnado nos “molestar” e até nos “matar”?

O desdobramento não é perigoso a partir do momento em que oramos e contamos com a proteção dos benfeitores espirituais. Quando você sai do corpo e em sua casa não há uma proteção fluídica, você pode ter o corpo molestado por um espírito que entrou na sua casa. Mas o comum é você voltar logo para o corpo, uma vez que você se sente prejudicado. Neste caso, o espírito apenas incomodará. Mas há casos em que o espírito tem um grande ascendente sobre aquele que dorme e então, este se aproveitará deste ascendente para fazer o que bem entender. É o caso dos grandes pesadelos. Não há na literatura específica casos registrados de pessoas morrerem por conta desta influenciação durante o sono, embora, muitas vezes, as pessoas tenham se sentido muitíssimo mal quando perseguidas por um espírito. No livro Entre a Terra e o Céu de André Luiz, temos um exemplo muito interessante de um grupo de pessoas que viviam uma realidade no corpo físico e outra no corpo espiritual.

Existe algum momento em que pode se passar do sonho para viagem astral, ou vice-versa?

Sim. Você pode começar a ver um espírito no estado de sonho e depois seguir com ele para mais longe, dando início a um processo de desdobramento. Será um momento em que seu espírito precisará ficar bem longe do corpo. Este momento é o do desdobramento.

E as pessoas que têm problemas de insônia. Isto pode significar que elas são por demais ligadas às coisas materiais? Mesmo existindo problemas neurológicos, esse problema pode retardar o desligamento do espírito após o seu desencarne?

Entendo que a insônia pode ter suas causas físicas. No caso da dificuldade espiritual, o espírito está realmente muito preocupado com alguma coisa, impedindo o descanso físico, como, por exemplo, nas nossas grandes preocupações. No caso das pessoas com problemas neurológicos, temos que distinguir se o problema é provacional ou apenas um problema do próprio espírito. Quando é provacional, o corpo é que é o doente. O espírito, tão logo se veja liberto das amarras físicas, esquece e nada mais sente. O corpo doente fica de lado e o espírito liberto voa para onde quiser. Mas quando é o espírito o doente, este carrega consigo todas as suas marcas dolorosas e, assim, ele tem dificuldades para se desprender, para dormir e não consegue ter nem um sono, nem um desprendimento tranqüilo, uma vez que ele é um grande doente da alma.Qual é a diferença entre sonho e desdobramento (viagem astral)?

No desdobramento, o corpo espiritual se liberta inteiramente do corpo físico e vive a vida de espírito. No sono físico, o espírito não se afasta muito do corpo e, assim, ele é capaz de passar para o cérebro físico as recordações do que vê. A rigor, há horas que, realmente, fica difícil fazer a distinção entre os dois estados.

Quando passamos a ter pesadelos, terríveis, pode significar que estamos em sintonia com um plano espiritual inferior no estado de vigília?

Sim, quando você se liga àquela pessoa ou àquelas situações. Mas você pode também estar em processo de auxílio a ela ou mesmo estar vendo como simples participante como ela vive em espírito.

Até que ponto podemos ter certeza de estar mos realmente nos encontrando com entes queridos desencarnados em determinados sonhos? Como pode-se diferenciar um simples sonho de um encontro em desdobramento?

Realmente, não há outra medida senão a certeza íntima que temos, ao acordarmos, que estivemos com alguém. Por outro lado, temos alguns outros referenciais, como vermos pessoas que não conhecemos, situações diferentes das nossas habituais e ainda devemos entender que há muitos momentos de apoio espiritual. É quando os desdobramentos trazem características de suavidade, de beleza que não são habituais no nosso cotidiano.

Os mentores podem fixar a recordação de uma conversa mantida durante o desdobramento no cérebro físico, fazendo com que nos lembremos ao acordar?

Sim, desde que isto tenha importância para o encarnado. André Luiz é pródigo em informações neste sentido. E nós mesmos temos muitas vezes o apoio, o ensino dos guias, quando, num desdobramento, nos recordamos de uma situação que tem a ver com a nossa necessidade crescimento espiritual.

Qual a influência do sono em nossa vida?

Dizem os bons espíritos que o sono representa a possibilidade de nos reencontrarmos com os nossos guias espirituais. Ao mesmo tempo que ouvimos seus conselhos e admoestações, temos a oportunidade de nos recuperarmos das fadigas próprias da reencarnação. Ò sono repousa o corpo e permite ao espírito recuperar-se da vida terrena.

Por que, às vezes, vemos pessoas das quais não conhecemos e que nos tratam de maneira diferente?

São espíritos que nos visitam e cuja convivência se dá toda no plano espiritual, isto é, não temos convívio na vida material. Assim, estes conhecidos nos visitam, até porque têm liberdade para isso, o que raramente ocorre conosco (encarnados).

Durante o sono, onde está o “anjo da guarda” de cada um?

Poderá estar ao nosso lado, velando por nós ou nos acompanhando no curso da nossa existência.

Extraído da  Revista Cristã de Espiritismo nº 29, páginas 26-29)

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA AS 12 LEIS UNIVERSAIS E PARE DE PATINAR NA VIDA

A humanidade precisa conhecer as 12 leis universais e entender como funcionam para que deixe de patinar e comece a caminhar a passos largos em direção a 5ª dimensão. Essa é uma oportunidade de você descobrir qual dessas leis está indo contra e/ou desobedecendo para deixar de patinar e seguir em frente!

AUTOCONHECIMENTO: AS 12 LEIS DO UNIVERSO QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR - Blog do Saber

As 12 Leis Universais

Mensagem de Outubro de 2020

As 12 Leis universais

  1. Lei da Unidade Divina
  2. Lei da Vibração
  3. Lei da Ação
  4. Lei de Correspondência
  5. Lei de Causa e Efeito
  6. Lei de compensação
  7. Lei da Atração
  8. Lei da Transmutação Perpétua de Energia
  9. Lei da Relatividade
  10. Lei de Polaridade
  11. Lei do Ritmo
  12. Lei de Gênero

A FREQUÊNCIA DA ALMA

Se você se sente incapaz de avançar em uma área específica de sua vida, é provavelmente porque você está trabalhando contra o fluxo das leis fundamentais do universo. Para seguir em frente, a primeira coisa que você precisa identificar é qual das leis universais você está trabalhando especificamente contra.

Quando você se ajustar para trabalhar com as leis universais, você alcançará níveis ótimos de alinhamento. Vamos dar uma olhada mais detalhada no livro das 12 Leis Universais e em cada lei.

UM OLHAR SOBRE AS 12 LEIS UNIVERSAIS

  1. A LEI DA UNIDADE DIVINA

Enquanto possa parecer haver uma barreira física entre as coisas, como você e os outros, na verdade todos nós somos parte da unidade divina.

Isto significa que tudo o que fazemos tem um efeito sobre os outros, assim como sobre o meio ambiente e o universo mais amplo que nos envolve. Quando você está ciente deste fato e age de acordo com este fato, você começa a tratar todas as facetas da unidade divina como se tratasse a si mesmo.

Esta realização tem um enorme impacto sobre o comportamento individual, pois é impossível separar nossas ações do coletivo.

  1. A LEI DA VIBRAÇÃO

Como somos todos parte da unidade divina, estamos conectados através do mecanismo da vibração. Cada coisa no universo ressoa a uma certa frequência e cada coisa ressoa em conjunto.

Esta vibração se estende às nossas ações, pensamentos e sentimentos. Como seres vibracionais, nossa ressonância atrai frequências semelhantes. Isto significa que, se você tiver uma perspectiva negativa, você atrairá aqueles com uma perspectiva negativa. É a razão do velho ditado que “como atrai como”.

Quando você escolhe ativamente a positividade, você atrairá mais positividade para sua vida através de seus tons vibracionais.

  1. A LEI DA AÇÃO

Há séculos se diz aos seres humanos que nada chega àqueles que estão ociosos. A Lei de Ação confirma isto quando diz que é preciso agir para receber a abundância.

A ação pode ser na forma de sonhos, emoções, palavras, meditações, discussões, decisões, ou movimentos físicos. Se você não tomar ações que estejam alinhadas com seus resultados pretendidos, então os resultados não se concretizarão.

Se você não fizer nada, você receberá exatamente o que você decidiu receber – absolutamente nada!

  1. A LEI DA CORRESPONDÊNCIA

Você não notou como algumas pessoas simplesmente brilham tanto por dentro quanto por fora? A Lei de Correspondência afirma que a maneira como alguém ou algo aparece por fora é um reflexo direto de seu estado interior.

Se você está descontente com a maneira como aparece no mundo, considere se seu bem-estar interior, relacionamentos, atitude, humor, espiritualidade, escolhas, hábitos, posição, riqueza ou saúde podem ser os culpados. Quando seu interior estiver alinhado com seu exterior, você começará a transformar a frequência de sua alma de forma positiva.

  1. A LEI DE CAUSA E EFEITO

Assim como nosso estado interior corresponde ao exterior, nossas ações também voltam para nós. A Lei de Causa e Efeito afirma que nada acontece por acaso.

Quando você se põe a caminho em seu dia com um humor negativo, quando profere palavras negativas, quando tenta ativamente fazer mal a outro, a Lei fará com que essas ações se repercutam em você.

Por outro lado, quando você escolhe ativamente apenas ações positivas, atos e pensamentos, esses atos voltarão diretamente para você, aumentando sua abundância. A razão disto é simples; a Lei trabalha para estabelecer o equilíbrio no universo.

  1. A LEI DE COMPENSAÇÃO

A Lei de Causa e Efeito não volta para nós apenas em pensamentos e atos. Ao contrário, vemos o resultado de nossas ações sob a forma de abundância física.

Esta abundância pode consistir em uma variedade de coisas, tais como presentes monetários, doações, presentes, novos relacionamentos, reuniões com pessoas chave, heranças e bênçãos de entes queridos ou figuras influentes.

Quando nos alinhamos com o fluxo positivo da abundância no universo, somos recompensados materialmente, que podemos então utilizar para continuar o fluxo do bem no mundo – o que devemos fazer se quisermos receber mais bem no futuro!

  1. A LEI DA ATRAÇÃO

Todos já ouviram falar da lei mais famosa, A Lei da Atração. Esta lei afirma que atraímos tudo o que experimentamos em nossas vidas.

Se você quer que sua vida seja mais abundante, peça mais abundância ao universo através de sua energia. Se você se concentrar nos aspectos negativos, como a perda de dinheiro, então você só atrairá mais perda de dinheiro.

Esta lei nos lembra que devemos ter muito cuidado quando se trata de nossos padrões de pensamento e é um lembrete para mantê-lo positivo, sempre!

  1. A LEI DA TRANSMUTAÇÃO PERPÉTUA DA ENERGIA

Todos têm o poder de mudar sua experiência de vida através da prática do realinhamento vibratório. Isto significa que todos e tudo está em constante estado de mudança.

Alinhando-se a este fluxo de mudança energética, você alcançará novas alturas de satisfação na vida. Se você tentar trabalhar contra o fluxo da mudança, você não chegará a lugar algum.

Quando você está desalinhado com uma ou mais leis universais, é típico experimentar padrões negativos que reaparecem continuamente, sentimentos de estar preso ou incapaz de seguir adiante facilmente, e medo do futuro.

Através de uma orientação intuitiva, você pode descobrir qual é a lei universal que está fora de alinhamento e como isto está impactando sua vida e como corrigir isto em sua vida.

  1. A LEI DA RELATIVIDADE

Ao longo de nossa jornada de vida, todos nós recebemos nosso próprio conjunto de questões que servem para nos fazer crescer e desenvolver de várias maneiras. Podemos comparar nossos problemas com os de outros, o que permite colocar nossa situação em perspectiva.

Quando sentimos que estamos na pior crise possível, a Lei da Relatividade nos mostra que há sempre alguém que está em pior situação do que nós. Através deste processo comparativo, os opostos são estabelecidos.

Como yin e yang, os opostos existem para dar sentido. Não é verdade que não conheceríamos a abundância sem a experiência da pobreza e não conheceríamos o amor sem a experiência do ódio?

  1. A LEI DA POLARIDADE

Semelhante à Lei de Relatividade, a Lei de Polaridade afirma que tudo tem um oposto. Isto nos permite direcionar nossa energia para o extremo mais positivo do espectro, por exemplo – abundância no espectro da riqueza, e amor no espectro dos sentimentos.

Embora não seja agradável testemunhar os fins mais escuros do espectro, ele proporciona equilíbrio no universo em termos de fluxo energético. Como parte da unidade divina, você pode escolher com que polaridade você se alinha – que escolha você está fazendo agora?

  1. A LEI DO RITMO

Como sabemos, o universo marcha a seu próprio ritmo único. Cada coisa no planeta tem um ritmo, que forma a base do nascimento do sol, estações, marés, ciclos, padrões e passos no desenvolvimento de cada forma de vida.

Cada ritmo é regular o que lhe diz que, para se beneficiar disso, você deve se alinhar ao ritmo do universo. Como um dos muitos exemplos, você já considerou os benefícios para a saúde do nascer com o sol, como fizeram seus ancestrais durante milhares de anos?

Os ritmos podem flutuar, o que é totalmente normal. Permita-se ajustar junto com o fluxo do ritmo ao invés de resistir. Você se sentirá mais alinhado e à vontade se o fizer.

  1. A LEI DO GÊNERO

A lei final das 12 Leis do Universo nos diz que como tudo tem um oposto, tudo tem um gênero. Isto significa que todas as coisas se apresentam consciente ou inconscientemente como masculinas ou femininas.

Esta lei se expressa em todo o reino animal, onde todos os aspectos da natureza são determinados masculinos ou femininos para que a vida exista e continue. Para estar no fluxo ideal com esta lei, você precisa garantir o alinhamento com um ou outro gênero, como você julgar conveniente.

Se você sente que é o gênero errado, tentando ser algo que você não é. Não está trabalhando com a Lei de Gênero, está na verdade trabalhando contra ela. Quando você aparece honestamente no mundo e trabalha de acordo com a regra do universo, uma existência abundante será sentida sem esforço.

Com quais leis do universo você está esplendidamente alinhado no momento? Com quais você está trabalhando contra? Como você acha que sua vida mudaria se você tomasse a iniciativa de trabalhar de acordo com as regras deles?  Como viver de acordo com as leis universais?

Fonte: https://higherdensity.wordpress.com/2020/10/06/are-you-living-according-to-the-12-universal-laws/ – Rafaella Dourado e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA É CAUSA OU CONSEQUÊNCIA DO DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA?

Há muito se fala dessa tão anunciada Transição Planetária. Sob o prisma estritamente astronômico e astrológico a transição planetária existe e está acontecendo. Lembra em 2012 quando você achou que o mundo não acabou? Pois bem, muitos acreditam que foi ali que ele (o mundo que conhecíamos) se foi e abriu caminho para um novo mundo e para um importante momento planetário. O “fim do mundo” dava conta de uma alegoria astrológica (mal interpretada) sobre transição de era. A cada 2160 anos, o sol nasce na frente da constelação de um signo. Durante esse período, o planeta passa a ser regido pelas características de tal signo (o que caracteriza a sua era). Agora é a vez de Aquário. Mas além desta “troca de era”, estamos atravessando o período de encerramento de um ciclo de eras (já rolaram eras de todos os signos), o que ocorre a cada 26 mil anos (!). A astrologia diz que não estamos vivendo apenas uma era de mudanças, e sim uma mudança de eras.  Estamos saindo da era de Peixes e “entrando” (em transição) para esta nova era de Aquário. As datas de início exato de cada era variam de acordo com diferentes linhas de pensamento, pois assim como a passagem do dia para a noite não acontece de uma hora para outra, existe uma transição, com sobreposição de luzes e sombras, entre as eras. É exatamente este momento que estamos vivendo.

Transição Planetária, o Despertar da Consciência!

Mão no universo com sistema solar ao fundo

Dizem que tudo isso que estamos vivendo faz parte do início da chamada Transição Planetária. Transição esta que consiste no despertar da consciência humana.

Sim, a quarentena, o isolamento não diz respeito a uma mera medida de preservação da espécie. É muito mais. É um momento para, de fato, pararmos e nos avaliarmos. O que estamos fazendo de nossas vidas?

Aquele ritmo acelerado, aquela correria do dia a dia era para nos levar para onde mesmo? Estamos caminhando por quê? Para “ter” mais e mais?

Mulher sentada de costas com mãos para o alto fazendo coração com mar e pôr-do-sol ao fundo

Foto de Peng Louis no Pexels

E o “ser” e o “sentir” ainda fazem parte da nossa vida? O emocionar-se ainda encontra espaço?

Mas, afinal, o que é este tal despertar da consciência? Consciência de quê? Respondo: de que somos muito mais do que matéria. Somos almas experimentando uma vida no corpo físico. Somos muito mais capazes do que imaginamos. Temos talentos, dons para serem descobertos e explorados. Temos sentimentos e emoções, que nos diferenciam das máquinas.

Somos seres especiais e complexos.

E quando chegamos ao final de nossas vidas aqui na Terra, não levamos nenhum bem material conosco! Mas, então, por que queremos acumular tanto? Para nossos herdeiros?

Ora, não parece ter muita lógica nesse raciocínio. Vamos partilhar ainda em vida; vamos ser compassivos com nossos irmãos.

Aliás, esta é outra grande tomada de consciência. Somos seres interdependentes, precisamos uns dos outros. Vamos ser mais compassivos com os mais vulneráveis neste momento.

A compaixão é um belo atributo do novo humano. E o que estamos vivenciando facilita ou deveria facilitar para nos tornarmos mais sensíveis com as dores do mundo.

É o momento de nos prepararmos para o novo normal! Nova vida, nova consciência, novo despertar, novo humano!

Desperte o seu Eu interior e se sintonize com suas emoções e seus valores mais elevados. E tenha certeza disto: você estará no caminho certo, acompanhando com êxito a Transição Planetária!

Úrsula Petrilli Dutra Christini
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AUTOCONHECIMENTO: COMPREENDENDO O CAMINHO

Vamos iniciar mais uma semana com uma mensagem esclarecedora e altamente positiva, pois é de positividade que preisamos para encarar essa longa caminhada de aprendizado, crescimento pessoal e espiritual e o texto a seguir nos convida a nos reinventarmos diante de toda e crise e caos mundial, fazendo a nossa parte, contribuindo positivamente para o coletivo por meio de nosso próprio crescimento e modelando o que aprendemos. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e se encher de confiança para cumprir a sua missão!

Compreendendo o caminho

26 DE SETEMBRO – EVENTO COM SAINT GERMAIN AO VIVO

Mensagem de 14 de Setembro de 2020

Quando crianças, éramos muito curiosos sobre imagens e sons, e  interessados ​​em explorar o mundo ao nosso redor. Antes de nosso condicionamento entrar em ação, não tínhamos noção do perigo ou das consequências. Avançando até agora com todas as suas incógnitas e crises – o nosso eu adulto condicionado pode considerar isto assustador e opressivo.

Chegamos a um momento em 2020, quando poucas de nossas normas se aplicam, e quando somos forçados em um nível espiritual a nos adaptarmos e criarmos de maneiras inteiramente novas. Podemos e devemos fazer isso, mas nosso ego se rebela e deseja retornar ao status quo. Continue a ler para uma visão mais elevada de nossa situação e como podemos ser inspirados por nossa situação.

Apesar do caos e da crise em nosso mundo, as energias planetárias atuais apoiam mega mudanças na consciência e catalisadores significativos para trazer à luz novas abordagens. Estou vendo isso como uma janela de energia para o despertar. Isso ocorre em um nível coletivo, mas também é importante em um nível pessoal. Como respondemos a isso é vital. Nosso papel agora é fazer a nossa parte, contribuindo positivamente para o coletivo por meio de nosso próprio crescimento e modelando o que aprendemos.

O que esta janela de energia significa para nós pessoalmente? Por um lado, significa que quando usamos pessoalmente este tempo para nos tornarmos presentes em uma visão maior para nós mesmos – focarmos nisso e, em seguida, agirmos de acordo – podemos dar saltos quânticos que antes não eram possíveis!

Para esclarecer o que quero dizer com uma visão mais ampla, é aquela que vai além de visualizar a manifestação de um trabalho ou relacionamento específico ou uma situação financeira. Essas são metas mais lineares. A visão maior necessária deve ser holística e quântica.

Com essa visão mais ampla, você está visualizando o resultado em termos de como isso alimenta o seu ser interior, ajuda-o a evoluir espiritualmente, ajuda-o a ser autêntico, ajuda-o a ter a autoconsciência necessária para expressar plenamente seus dons no mundo, e auxiliá-lo como um agente de mudanças divino na transformação de nosso mundo em um mundo de amor.

Seja proativo agora, usando os próximos meses para refletir sobre novas abordagens e maneiras de expressar a sua luz no mundo. Leve estas ideias para seus momentos de silêncio e meditações. Considere-as também antes de dormir, para que sua consciência superior possa energizá-las nos planos internos durante a hora do sonho e, então, você possa receber insights nos dias que se seguem.

Dê a si mesmo momentos ininterruptos de inatividade para refletir sobre essas visões maiores para si mesmo. Acho que escrevê-los ajuda no fluxo de ideias. Use o que funciona para você.

UM CAMINHO SEM MARCADORES
Estamos em momentos como em um vazio, quando o tempo pode parecer que parou. Nossos sinais usuais de fluxo e o que vem a seguir estão silenciados. Pode ser assustador, com certeza, quando o mundo exterior parece tão estranho e não temos o nosso sistema de feedback usual no lugar. Na verdade, o tempo em um sentido linear não parou – nossa hipoteca ou aluguel ainda vence a cada mês e as datas como o equinócio e o ano novo permanecem intactas.

Mesmo em tempos “normais”, nossos caminhos nem sempre tinham marcadores, exceto em nossas mentes condicionadas. Aprendemos a nos apegar a eles, pois forneciam uma falsa sensação de conforto. Avançamos para 2020 com a pandemia, e descobrimos que muitos marcadores previamente definidos podem ser irrelevantes ou simplesmente indisponíveis temporariamente. Alguns marcadores podem “retornar” – mas muito provavelmente, iremos experimentá-los de uma maneira diferente.

Nosso ego não gosta disso nem um pouco. Somos condicionados a temer o desconhecido – o não testado, o desconhecido e o que suspeitamos ser hostil.

O QUE PODEMOS FAZER
Sugiro considerarmos as bênçãos do desconhecido, pois é uma fronteira em que nossa alma crescerá ao navegar e é também o material com o qual os milagres são feitos!

Parte de ser resiliente nestes tempos de crise é acolher o desconhecido sem medo. Uma parte sábia nossa sabe que é inútil lutar de qualquer maneira. Não precisa ter medo. Nossa resposta proativa é cultivar maior resiliência e autoconsciência. Isso nos levará através do fogo da crise para encontrar o nosso caminho.

É útil lembrar que o que estamos experimentando agora não é algo “a superar”, mas um presente do universo que pode nos despertar para nossa verdadeira natureza, que é divina, quântica e sem limites. Quando reformulamos nossa percepção dessa maneira, cada dia é mais uma oportunidade para crescermos e agirmos de acordo com nossa consciência ampliada – ajudando a criar nossas melhores vidas e, ao mesmo tempo, transformando nosso mundo sem o medo.

Selácia
Fonte: www.Selacia.com — Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br: Tradução — Marco Iorio Júnior — Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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FÍSICA QUÂNTICA: UM ENSAIO SOBRE A EXISTÊNCIA DA CONSCIÊNCIA SUPERIOR SOB O OLHAR QUÂNTICO

O destaque da nossa coluna FÍSICA QUÂNTICA desta segunda-feira é um questionamento muito antigo sobre a existência ou não da alma ou de uma Consciência que sobrevive a morte do cérebro e onde está armazenada toda a sua existência de outras vidas. Convido você a ler o artigo científico a seguir, refletir e tiras suas conclusões!

A existência da alma pode ser cientificamente comprovada?

Mulher com as mãos para cima em meio as estrelas do céu

“A grande extensão de nossa experiência nos anos recentes tem demonstrado com clareza a insuficiência de nossas concepções mecânicas simples e, em consequência, tem abalado os fundamentos sobre os quais se erguia a interpretação costumeira da observação.”

– Niels Bohr (físico dinamarquês – 1885 / 1962).

A existência ou não daquilo que convencionamos chamar de “alma” (uma continuidade de nossa consciência, que transcende espaço e tempo) é artigo de muitas controvérsias.

Primeiro, é preciso estabelecer uma hipótese sobre o que seria a alma. E a partir disso, criar mecanismos e meios para a comprovação (ou refutação) científica dessa hipótese.

O anestesista norte-americano Stuart Hameroff e o físico britânico Roger Penrose criaram a tese da existência e continuidade da consciência, que seriam as informações contidas em pequenas porções dos neurônios do cérebro.

Para melhor entender essa teoria, examinemos o cérebro. A complexidade do cérebro é enorme. Os números são estonteantes! No cérebro, se encontram 100 bilhões de células chamadas neurônios, cada um medindo 1 centésimo de milímetro de diâmetro. Cada neurônio está ligado a 10 mil outros neurônios, trocando 10 mil mensagens ao mesmo tempo. Bilhões destes neurônios podem trabalhar em conjunto em um determinado problema e comunicar suas conclusões aos outros. Os contatos entre neurônios são chamados de sinapses, e calcula-se que existam 100 trilhões delas em um cérebro.

A complexidade do cérebro é enorme. Os números são estonteantes!

Os instrumentos da Física experimental moderna são extremamente delicados e complexos e, mesmo penetrando fundo no mundo submicroscópico, ainda não foram desenvolvidos de modo a permitir a observação direta dos fenômenos atômicos e subatômicos. Apenas inferimos a existência destes fenômenos observando suas consequências.

Ilustração de neurônios no cérebro

Hameroff e Penrose estabeleceram que, no interior de cada neurônio, existem ainda 100 milhões de microtúbulos. Os microtúbulos são formados por uma proteína, a tubulina. Esta proteína se comportaria de forma muito parecida com a menor quantidade possível de informação que pode ser criada, armazenada ou distribuída, o bit.

Cada microtúbulo, por seu diminuto tamanho, estaria sujeito às leis da Física Quântica. Ao contrário da Física clássica, determinista, cujas causas e efeitos são facilmente observados e mensurados no nosso trivial cotidiano, as possibilidades da Física Quântica são completamente estranhas à lógica e ao senso comum, e eram tidas até bem pouco tempo como impossíveis.

Mãos tocando cérebro digital na direção do céu

Penrose e Hameroff acreditam que há uma relação quântica entre os microtúbulos e tudo o que há fora deles (todas as outras partículas espalhadas pelo Universo). Quando o cérebro morre, a informação quântica gerada nos microtúbulos é liberada no espaço-tempo. Neste mecanismo, a “alma” (ou o conjunto de informações que um cérebro processou enquanto vivo) existiria, como um conjunto de relações quânticas entre partículas dispersas no Universo.

As descobertas da Física moderna demandaram profundas transformações nos conceitos até então tidos como corretos, como tempo, espaço, matéria, etc. Esses novos conceitos encontraram enorme resistência por parte dos próprios cientistas, pois derrubavam suas antigas teorias. Albert Einstein (físico alemão – 1879 / 1955) descreve seu choque ao entrar em contato com a nova realidade apresentada pela Física Quântica, em sua autobiografia:

“(…) Todas as minhas tentativas de adaptar o fundamento teórico da Física a esse (novo tipo de) conhecimento falharam completamente. Era como se o solo tivesse sido retirado de sob os nossos pés, sem que se conseguisse vislumbrar qualquer base sólida sobre a qual pudéssemos erguer alguma coisa.”

A Física atômica forneceu aos cientistas um vislumbre da natureza essencial das coisas, aproximando-se muito das experiências místicas relatadas através dos tempos, em todas culturas. Os físicos agora se ocupam com experiências não-sensoriais da realidade e lidam com os aspectos paradoxais dessas experiências, aproximando-se dos místicos. Os modelos e imagens da Física moderna em muito se assemelham aos das antigas filosofias orientais.


Referências

“O Tao da Física” – Fritjof Capra – Editora Cultrix – São Paulo, 2006.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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