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REFLEXÃO: A VIDA É UM ETERNO APRENDIZADO, PASSO A PASSO, DIA A DIA

O texto desta sexta-feira na nossa coluna REFLEXÃO é de autoria do empreendedor francês Jackson Kiddard, que virou filósofo e yogue e morreu na Índia em 1901. Apesar de curto é de uma incomensurável sabedoria que nos ensina a tirar lições evoluir a partir de tudo que acontece em nossa vida, seja boa ou seja má. Leia, reflita e tire suas conclusões!

A vida é um eterno aprendizado!!!! | Mensagens, Pensamentos ...

Qualquer coisa que o irrite, está lhe ensinando paciência.
Qualquer um que abandona você, está ensinando como se levantar com seus próprios pés.
Tudo o que lhe dá raiva, está lhe ensinando perdão e compaixão.  Qualquer coisa que tenha poder sobre você, está ensinando como recuperar seu poder.
Qualquer coisa que você odeie, está ensinando amor incondicional.
Qualquer coisa que você tema, está ensinando coragem para superar seu medo.
Qualquer coisa que você não pode controlar está ensinando como deixar ir e confiar no universo.
Jackson Kiddard
Pense nas suas vivências e em como elas podem ensinar você a ser uma pessoa ainda melhor, pense no seu aprendizado para cada situação, afinal, a vida é uma eterna escola.
Namastê 🙏
Fonte: PENSADOR
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REFLEXÃO: NADA COMO UMA PESTE OU PANDEMIA PARA A HUMANIDADE DAR UM SALTO QUÂNTICO

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira é um texto de Rosa Montero que nos questiona sobre uma série de coisas que normalmente passam ilesas ao longo da vida e que são tão importantes para o nosso crescimento pessoal, mas que só as observamos em um cataclismo como esse do coronavírus. Pobre humanidade que só para pra refletir e enxergar as coisas mais importantes a custa de muitas vidas e muito sofrimento. Leia esse belo texto e tire suas conclusões!

Verdades da Vida - Luiza Franco

O tempo da peste

Vamos tentar fazer com que esta prova, e a dolorosa ressaca econômica que virá, nos ensine pelo menos a ser um pouco melhores

Flores penduradas na entrada de um centro para idosos em Madri. Flores penduradas na entrada de um centro para idosos em Madri. SUSANA VERA REUTERS

Este artigo é, mais do que nunca, uma garrafa que lanço ao mar do tempo. Escrevo no início da reclusão, rodeada por uma cidade silenciosa e cativa, caracóis frágeis ocultos atrás da concha que só mostramos nosso fraco corpo na hora do aplauso, nas sacadas. E vocês o estão lendo duas semanas depois, ainda trancados e, receio, com muitos dias de clausura pela frente. Imagino a mim mesma dentro 15 dias, junto com vocês; as raízes brancas dos meus cabelos tingidos estarão mais crescidas e serão um memento da fugacidade da vida (que grisalhos muitos de nós sairemos do isolamento; pensando bem, o debate sobre a abertura dos salões de cabeleireiros era existencial). Mas, fora isso, suponho que tudo será mais ou menos igual. Continuaremos navegando pelas águas profundas do intenso tempo da peste.

Com que facilidade o coronavírus levou essa miragem de segurança e de controle em que vivíamos nas sociedades modernas. É uma derrota especialmente humilhante porque o vírus é um pontinho tão diminuto que não se vê com microscópios ópticos. É um caroço de ácido nucleico e proteína que nem sequer está totalmente vivo: é como o zumbi dos agentes infecciosos. E essa ninharia derrubou o planeta. A humildade deve ser nosso primeiro aprendizado.

Às vezes, sobretudo quando jovem, quando ainda ignorava muito de mim mesma, eu me perguntava como teria reagido em certas situações históricas críticas. Na Alemanha nazista, por exemplo: teria sido capaz de esconder um judeu, com o perigo que isso representava? Pois bem, agora estamos enfrentando nossa circunstância crítica. É uma prova tremenda, inesperada. É a nossa prova. O resto de nossos dias ficará marcado pelo que fizemos ou não fizemos, pela forma como nos comportamos nesta anomalia colossal.

Falo desses descerebrados, nada solidários, que se foram a abarrotar e infectar praias como se estivessem de férias (a propósito: eram uma minoria da população de Madri; cair no estereótipo do ódio ao madrilenho é outra atitude descerebrada); esses garotos ignorantes que brincam de burlar a autoridade e se reúnem nos apartamentos dos amigos (vocês são potenciais assassinos); esses espertalhões egoístas que esvaziam os supermercados; esses canalhas que se disfarçam de médicos para entrar nas casas para roubar. Ou esses miseráveis que criam notícias falsas sobre a Covid (acabo de escutar o áudio de uma suposta doutora despejando torrentes de dados mentirosos para justificar que devemos abandonar o isolamento). Todos esses indivíduos, em suma, cada um na sua medida, escolheram passar à história, sua própria história e memória, como uns porcos.

Mas não me refiro apenas à esfera social. O maior desafio é o interior. Como viver a vida quando você fica sem truques defensivos ou disfarces? A vida crua e limpa no lento e incandescente tempo da peste. Entre os piadas maravilhosas e reconfortantes que circulam nas redes (bendita tecnologia que nos une), recebi esta: “Uma amiga diz que, com este isolamento em casa, tem conversado um bom tempo com o marido e o achou muito simpático”.

Esta é a questão: tentemos achar-nos simpáticos. Ou tentemos simplesmente nos achar. Quando o barulho e o movimento incessante param, fica o real. Aguentar semanas com crianças que você costuma encostar em algum lugar. Conviver de verdade com o seu companheiro em um espaço estreito e aprender não só a escutá-lo, mas também a respeitar sua ausência na presença. Suportar a sua solidão, se você mora sozinho, e conseguir se sentir confortável nela. E, acima de tudo, gerenciar bem o tempo. Em vez de perdê-lo, queimá-lo, jogá-lo fora (a vida é isso que acontece enquanto nos ocupamos com outra coisa, de acordo com uma suposta frase de John Lennon), como fazíamos na agitação da normalidade, agora temos uma oportunidade única para habitar o presente. Para preencher de consciência e vontade cada minuto. Para discernir entre o essencial e o supérfluo. Vamos tentar fazer com que esta prova e a dolorosa ressaca econômica que virá, nos ensine pelo menos a ser um pouco melhores.

Fonte: EL PAÍS

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: MUDANÇA E CRIAÇÃO DE HÁBITOS – AULA 1

Caro(a) leitor(a),

A partir desta quarta-feira na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL vamos apresentar um curso sobre Mudança e Criação de Hábitos, implementado por Albano do Seja Uma Pessoa Melhor. Um curso que vai lhe ajudar a sair da sua zona de conforto e ao final dessa quarentena ser uma nova pessoa. Pronto para conquistar o mundo. A primeira aula foca na diferença entre Hábito e Vício. Portanto ao invés de se acomodar o dia todo na sua poltrona, de frente pra televisão assista esse curso que vamos veicular aqui duas vezes por semana, na quarta-feira e no sábado. Bom curso e seja uma pessoa melhor!

Fonte:

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REFLEXÃO: A INTELIGÊNCIA DO AMOR É TUDO QUE VIEMOS APRENDER!

A nossa REFLEXÃO desta sexta-feira é sobre a maior lição que viemos aprender nessa passagem existencial, cuja mensagem deixada por Jesus Cristo ainda está sendo depurada pela humanidade. Algo tão simples, singelo e óbvio que passa despercebido pela maioria das pessoas. Não é nenhuma pegadinha, nenhuma charada é simplesmente o Amor. Leia o inteligente e extraordináriotexto a seguir comece a exercitar o Amor!

A inteligência do amor

coracao forte

O dia terminou, mas foram emoções maravilhosas e ficou o desejo de permanecer assim eternamente neste estado apaixonado.

Um novo dia traz uma nova caminhada.
Ficam as doces lembranças, mas a vida prática traz a tona os objetivos e a razão que afastam aos poucos as emoções.

Diante da frieza da lógica e da rotina, como restaurar aquela emoção prazeirosa ?

Seria possível reconstruir seus caminhos, semelhante a um projeto?

Parece que as leis da lógica não funcionam neste terreno, pois são próprias do mundo vertical, e as águas das emoções se espalham na horizontal.

As emoções nascem de um estímulo e se espalham rapidamente preenchendo nosso ser de forma não sequencial.

Talvez precise de algo que possa despertar a emoção como uma música, um abraço, a beleza, um gesto carinhoso, uma gentileza, um poema, um ato de cuidado por alguém.

Ao abrir o coração estas sementes podem despertar o amor, que se espalha para tudo que fazemos, pois embora tenha inicialmente uma origem ele é contagiante.

Mas se a mesma porta que abre o coração para o amor pode despertar outras tantas emoções que entorpecem a alma, o que fazer?

Seria possível então escolher cuidadosamente  as sementinhas que plantamos no coração?

Existiria então a inteligência do amor?

Pode ser que tenhamos um novo êxtase, mas parece que diferentemente de uma construção física que permanece sólida durante anos mesmo depois de terminada a atividade, o amor se esvai feito água pelo terreno tão logo cesse sua fonte mantenedora.

Seria então necessário um exercício diário para mantê-lo vivo, uma fonte que jorre permanentemente.

É preciso praticar.

Amor todo dia!

E preciso agir com boa vontade, carinho, gentileza, perdão todo dia para despertar e realimentar o amor.

O amor nosso de cada dia.

O vinho que precisa ser derramado sobre a dureza do pão diariamente como sugeriu Jesus.

Um ato de vontade e sabedoria para manter vivo o amor.

Enfim a inteligência se une ao amor.

10 de novembro de 2019

João Sérgio

Fonte: Leve Consciência

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: TODO MUNDO ERRA, POR ISSO É TÃO IMPORTANTE O PERDÃO

Na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira trago um texto espetacular sobre a experiência, os erros, a compreensão, o perdão, os acertos e a evolução espiritual. Vale a pena conferir, refletir e tirar lições em meio a tanta sabedoria!

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Todo mundo erra

Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: “todo mundo erra!”.

Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre.

Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição.

Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que “todo mundo erra”, porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias?

Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?

Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.

Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm.

Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não temos a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão.

E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?

Pense nisso!

A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade.

As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.

Por essa razão, vale a pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos.

Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras.

Pense nisso!

(Equipe de Redação do Momento Espírita)

Fonte: Momento de Reflexão

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