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ARTIGOS: ALINHE OS SEUS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS AO SEU AUTOCONHECIMENTO

Pensamentos conduzem a sentimentos.... T. Harv Eker - Pensador

Todos somos feitos de pensamentos e sentimentos. O sentimento puro, sem significado é só um sentimento que se originou num pensamento e pode passar despercebido pela sua vida ou pode transformar a sua vida caso sua mente imprima significado. Ao imprimir significado o sentimento se transforma em emoção e as emoções produzem ações. E são essas ações que realmente transformam a sua vida.

Portanto se quer transformar sua vida de alguma forma , e claro, para melhor, assuma o controle dos seus pensamentos e sentimentos, comece a exercitar mentalmente o autoconhecimento, através da quebra de paradigmas e a reprogramação do subconsciente imprimindo significado aos seus sentimentos e consequentemente, também, assumindo o controle das suas emoções. Ao conquistar esse estado de espírito você estará apto a assumir o controle total da sua vida e desta forma ser 100% responsável pela sua realidade.

Você não precisa acreditar no que estou dizendo, mas pode fazer um teste, uma pequena experiência que não custa nada, apenas um pouco do seu tempo, que não terá sido em vão se lhe trouxer o resultado esperado. Pior será se não tentar, pois jamais saberá se teria dado certo. Já se tentar, com vontade, e não der certo você terá certeza que a sua crença está correta e isso é importantíssimo nesse mundo de tantas incerteza!

Wagner Braga

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho  e podem se transformar em peças libertadoras da sabedoria. Conheça aqui os cinco passos ou símbolos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados ou agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos.   Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Como funciona a sua mente

Os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras. Se você os observa como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados. Você se abre a uma percepção ampla e saboreia a vastidão do mundo

Gaylon Ferguson*

Poder da mente: 6 passos para dominar seus pensamentos

William James, um dos fundadores da psicologia moderna, disse que nossa experiência primária do mundo é de “um grande florescimento, uma enorme confusão”. Atualmente pesquisadores mostram que os recém-nascidos têm mais habilidades para compreender experiências do que James acreditava, mas mesmo adultos ficamos confusos sobre como funciona a nossa mente. Sabemos que temos mente e experiências psicológicas, mas quem somos realmente? Como a mente atua para moldar nossas experiências do mundo, nossa experiência de estar vivo? Como ver claramente o rápido desabrochar da mente e do mundo?

A psicologia budista examina a nossa experiência diária de clareza e confusão a respeito da mente e do eu. Os mais antigos mapas budistas do nosso senso de eu mostram cinco passos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados. Os skandhas são agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos. Aliás, mente e corpo – o mental e o físico – são os principais tipos de eventos. Nós nos experimentamos mesmo como seres corporificados num mundo de outras formas físicas, como árvores e automóveis, e nos movemos ao lado de outros seres vivos, com suas próprias experiências mentais de sofrimento e tranquilidade.

Os cinco skandhas ou “amontoados” do nosso ser básico são: (1) forma; (2) sentimento; (3) percepção;(4) conceito; e (5) consciência. Vamos examinar, passo a passo, como eles constroem nosso senso de eu. Forma – O primeiro skandha é chamado de forma, significando tanto o corpo físico quanto o corpo do mundo. A forma é a base do nosso ser, o senso fundamental de que somos este corpo e esta mente. A separação entre corpo e mente é a distinção primária da nossa experiência. Meu corpo tem um peso na balança, mas meus pensamentos  têm substância incerta. Eles importam, particularmente para mim, mas não são materiais. Meu corpo e minha mente estão juntos, mas em desconfortável tensão.

Como em qualquer relacionamento dualista, corpo e mente podem se combinar harmoniosamente juntos durante algum tempo, mas podem também cair em profunda divisão, com discussões e separações em trincheiras. Quando tudo está indo bem, meu corpo coopera com o que minha mente parece querer dele: “Vamos tomar o café da manhã agora, não?” Mas às vezes o corpo se rebela e desenvolve uma dor no joelho exatamente quando eu queria dar uma corrida, ou adormece durante um encontro importante.

Corpo e mente  são como irmãos em disputa, porém unidos. Se estamos fisicamente cansados ou famintos, a experiência e o julgamento que fazemos dos outros podem ser contaminados pela fadiga e o baixo nível de açúcar. Um estudo recente mostrou que os juízes de Israel concedem indulto em 65% dos casos ouvidos imediatamente após terem comido, e em quase zero casos ouvidos exatamente  antes de um intervalo ou ao final do dia. Assim, o primeiro insight quanto ao funcionamento da mente é: entender a experiência mental requer estreita atenção ao skandha da forma.

Sentimento – A fase seguinte do surgimento do eu é chamada de sentimento, referente a gostar, desgostar ou sermos indiferentes ao que percebemos. Como nos sentimos a respeito das formas e seres que encontramos? Eles parecem atrativos ou ameaçadores? Sentimos como se estivéssemos correndo em direção a eles ou nos afastando? Esses sentimentos intuitivos – que não são emoções suficientemente maduras – formam a base para os impulsos subsequentes em direção ao que estamos experimentando, ou na direção contrária. “Um casaco  quente no inverno? Gosto muito disso. Quente demais ao sol do meio-dia? Não gosto.” Gosto, aversão, atração, repulsão, neutralidade – seguimos em círculo dia e noite.

Os devaneios e pesadelos são todos “temperados” pelo sentimento. Os sentimentos são o pano de fundo para toda a nossa experiência, uma textura mutante de encontro e troca com o mundo. Não que não existam seres benevolentes e malévolos, aqueles que nos desejam o bem e os que nos querem causar malefício.

Os sentimentos também são uma experiência mental. É, em parte, o deleite de nossa própria mente que saboreamos ao comer uma maçã. O skandha do sentimento aponta para o aspecto principalmente mental de toda a nossa experiência. Nossa mente acompanha a experiência de qualquer coisa. Isso parece óbvio a princípio, mas é um dos principais insights das tradições contemplativas. As experiências agradáveis ou desagradáveis do que quer que seja sempre têm um aspecto interno, e damos a esse aspecto o nome de mente.

Percepção – O estágio seguinte no desenvolvimento do eu é chamado de percepção. Estes são discernimentos mais específicos do que as avaliações gerais de sentimentos. Trata-se de “eu gosto muito não só do calor do meu casaco, mas também da sua cor azul e textura macia”. Essa percepção de qualidades desejáveis e  agradáveis estão todas tingidas pelas tendências do passado; nós prejulgamos uma coisa baseados nos sentimentos prévios.

Esses julgamentos perceptivos ocorrem a partir do meu ponto de vista, não da perspectiva de um “eu” que gradualmente se solidifica – a experiência que uma mariposa teria do casaco seria muito diferente. Percebemos isso como “um casaco de lã muito bom, azul e bonito” porque, pelo menos por enquanto, ele parece estar “do meu lado”, do lado de um eu central. Existe um senso nascente de que o casaco me completa, assim eu o agarro para tê-lo comigo. É como se, agarrando firmemente o casaco (substitua-o por qualquer coisa que sirva para você), eu também esteja agarrando-me a um eu.

O egocentrismo desse “perceber” chega para pousar na recompensa psicológica: o casaco suéter faz bem, estou melhor do que quando eu estava sem ele, estou muito mais sólido  num mundo em rápida mudança.

É como se o skandha da percepção fosse um desatualizado operador de uma central que temerosamente rastreia nossas ligações telefônicas segundo um critério simples: a meu favor ou contra mim? Como resultado, nossa experiência do mundo chega convenientemente empacotada em coisas que percebemos como boas para nós e coisas que não o são.

O problema é que o operador age com pressa e ansiedade, mal parando para perguntar o nome de quem liga ou a natureza do chamado. O operador muito rapidamente decide completar algumas ligações “amistosas” e a negar acesso a outras “inimigas”.

Isso seria muito útil e eficiente se fosse um processo preciso. Infelizmente, muitas vezes é uma série cômica de erros dolorosos, uma opinião preconceituosa baseada em padrões habituais: “Eu me lembro de você pelo agradável tom de voz, você é um ótimo amigo, deixe-me completar logo sua ligação.” Ou “Não, eu nunca ouvi falar de você, mas sua voz feia me lembra  uma pessoa desagradável, adeus.” Portanto, a percepção acrescenta nomes e rótulos de “reconhecimento” baseados na experiência passada. Vemos também impulsos correspondentes desenvolvendo-se para agarrar ativamente a experiência ou afastar-se dela.

Nosso superocupado e sensível operador da central também não consegue levar em conta o fato crucial da mudança. Todos nós já descobrimos que uma pessoa de quem duvidávamos ontem pode ser um  amigo amanhã – e vice-versa. Essa descoberta do novo é o que bloqueia o downloading de percepções passadas.

Percepção – O processo de desenvolvimento do ego endurece mais com o quarto skandha: conceito ou formação mental. Com o conceito, damos adjetivos para o tipo de pessoa que Maria é – boa, agradável – e para o tipo de pessoa que João representa  mau, desagradável. Este é o reino dos enredos e ideologias. É o aspecto dualista da mente, que chamamos de falso intelecto – ele usa categorias conceituais fixas para nós mesmos e para os outros.

Nesse reino  de visões distorcidas nós nos enganamos habilmente com base em julgamentos precipitados, intuições nebulosas, notícias de ontem:“ Ah, agora percebi, eu sou este tipo de pessoa e você é daquele tipo. Não podemos mais ser amigos.” Neste estágio, desenvolvemos sofisticadas interpretações de nós mesmos e de nossa experiência, muito além do sentimento básico de sim e não. É uma dimensão de explicações psicológicas: “Eu sou este tipo de pessoa porque isso já aconteceu antes.”

Não devemos negar o poder de causas e condições anteriores na formação dos seres que nós nos tornamos. Mas a tentação é transformar a água corrente de uma visão nova em cubos de gelo, em ideias fixas. Eu repito muitas e muitas vezes para mim mesmo, e para quem quiser ouvir velhas histórias sobre quem eu  sou, o que eu era e no que estou me tornando (e também quem você é e por que você é assim). Deixamos a humildade do não saber para trás e nos abrigamos num matagal de  conceitos.- Percepção –

Finalmente descobrimos a experiência mental do quinto skandha. O momentum acumulado da divisão inicial mente-corpo, o senso positivo ou negativo que temos dos outros, os rótulos para nós mesmos e para o mundo culminam numa vívida exibição de emoções e pensamentos.

Este skandha é a familiar corrente de consciência que experimentamos na vida diária – nossa corrente mental. A psicologia budista divide-a em oito consciências separadas. Além dos familiares sentidos de consciências (ver, ouvir, cheirar, saborear e tocar), o Budismo acrescenta um sexto sentido  consciencial, o mental. Assim como a consciência auditiva cuida dos sons, a sexta consciência da mente cuida dos pensamentos e das emoções. Ela também sintetiza a experiência das outras consciências num todo coerente, como um habilidoso editor de filme que coordena imagem, som e comentários discursivos.

Subjacentes aos seis sentido  conscienciais, podemos vislumbrar outras duas consciências: uma corrente subconsciente de ansiedade e emoções conflituosas (klesha, “consciência do incômodo”) e uma percepção nebulosa de fundo (alaya, “consciência depósito”), que às vezes rememoramos e chamamos de “eu”. Essas correntes subterrâneas são grandes inspiradoras; elas surgem ocasionalmente com velhos ressentimentos, ciúmes, paixões fixas e negações fortemente motivadas.

O skandha da consciência completa o desenvolvimento do ego iludido. Agora nos sentimos separados, independentes, sozinhos – apesar das amplas evidências do contrário.

Não estamos separados do ambiente. Se estivéssemos, como poderíamos  respirar, comer, beber e nos sustentar? De onde vem a língua que falamos, escrevemos e lemos? Nenhum de nós é autoproduzido, como nos  lembram nossos pais. Longe de sermos simples e unitários, nós nos elevamos como um conjunto dinâmico de acontecimentos físicos mentais, incluindo respiração, sono, sonho e despertar. Temos aspectos emocionais, psicológicos e fisiológicos, e embora eles ocasionalmente discordem entre si, também cooperam e se harmonizam.

Um insight sobre como nossas mentes funcionam não é um fim em si mesmo. A tradição não oferece esse ensinamento como simples conhecimento intelectual. Você deve usar esse mapa para se familiarizar cada vez mais, através da experiência direta, com os processos que chama de “eu” e “minha mente”.

Desenvolver uma amizade harmoniosa  consigo mesmo é a parte principal da senda budista do despertar. Os ensinamentos sobre os cinco skandhas convidam a uma experiência mais profunda de si mesmo. O que você encontra quando examina sua experiência de corpo e mente? Não estamos falando de dogmas – a questão não é confirmar se o mapa está “correto”. Parte da questão é notar que o mapa não é o território. Imagine um mapa do Canadá do tamanho do Canadá: ele seria inútil. Você foi convidado a ser um explorador de seus terrenos internos e externos.

Ao se engajar nessa exploração psicológica, um de seus melhores companheiros será o sentimento de amizade para consigo mesmo e para com os outros. A amizade significa considerar esses cinco processos mentais não como sinais de fraqueza ou inadequação, mas como aspectos de sua humanidade básica. Com o cultivo da amizade você pode experimentar os skandhas (e o que quer que surja no caminho) com verdadeira gratidão.

Os skandhas apontam, primeiramente, para a cura da separação mente-corpo. Se você prestar atenção ao corpo e à mente como uma experiência real, e apenas uma ideia distante, então começou bem. Isso é tradicionalmente chamado de “plena atenção ao corpo”. É um senso simples de boas-vindas e inclusão da sua experiência física – sem louvar ou condenar o corpo.

O mesmo serve para os outros skandhas. Se você consegue simplesmente sentir seus sentimentos, sem rejeitá-los ou contar a si mesmo histórias que justifiquem que você está certo, então os sentimentos se tornam sinais claros de estar vivo. Você não precisa representá-los nem reprimi-los. Isso é liberdade; isso supera a avidez e a fixação, e permite que seus sentimentos possam se elevar, marcar presença e ir embora. Você gosta que a vida borbulhe com emoções coloridas, com experiências sinceras. Você aprecia ser humano.

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho. Em vez de confinar sua percepção dos sentidos nas caixas estreitas de “por mim” e “contra mim”, você se abre a uma percepção ampla de visão e audição, e saboreia a vastidão do mundo.

Nessa viagem, tanto a claridade quanto a confusão estão entretecidas na experiência mental do dia a dia. Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas.

Cada momento no desabrochar de sua experiência é uma oportunidade de dar as boas-vindas a si mesmo, a seus sentimentos, à sua mente e às outras pessoas. A chave para trabalhar com a mente e compreender seus processos está no calor e na amizade inatas da própria mente. Você não precisa de um corpo-mente melhor. O desafio é ser amigo da sua mente e do seu corpo.

Fonte: Revista Sophia- Ano 19- nº 89

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REFLEXÃO: SENTIMENTO + PENSAMENTO = EMOÇÃO

Somos todos feitos de pensamentos e sentimentos. O sentimento sem qualquer significado atribuído a ele pela mente é um sentimento puro,  sem pensamento. Essa é a distinção mais importante entre emoção e sentimento. Emoção é Quando a nossa mente atribui um significado ao sentimento com um pensamento, ai temos a Emoção. E quando você reúne pensamento e sentimento na mesma direção cultiva a semente da autoconfiança, floresce a árvore da automotivação e colhe os frutos da autoestima. O texto a seguir nos trás essa belíssima REFLEXÃO, que convido você a fazer!

Reúna pensamentos e sentimentos na mesma direção.

 

Controle-se, envolva-se de coragem e determinação, seja disciplinado e leal a seus objetivos, use sua perseverança e criatividade para lhe direcionar.

Esse obstáculo possui um ponto de ruptura, onde ele é suscetível de superação, identifique essa vulnerabilidade.

Acredite em si, e faça o seu máximo até contornar essa circunstância.

Creia que é possível e será!

Cultive a semente da autoconfiança, floresça a árvore da automotivação, colha os frutos da auto-estima, você é um excelente administrador dos seus próprios sentimentos, seus princípios são todos excelentes!

Honestidade e humildade são preciosidades a serem aplicadas a si também, elas fornecem uma ótima base de equilíbrio e harmonia interior.

Deus te entregou o pleno domínio sobre essas aptidões, elas possuem as chaves que destravam as portas para a enorme capacidade que possui, ou seja, você é valioso e precisa mergulhar inteiramente neste mar de talentos!  Só necessitas se permitir explorar suas potencialidades!

Hoje é mais uma oportunidade incrível para isso, Deus te entrega um novo dia para que recomece suas descobertas internas, e assim, restaurar seus objetivos.

Mantenha pensamentos positivos e otimistas, eles possuem uma energia extraordinária, faça bom uso destas capacidades, investigue os sentimentos que estão acompanhados desses raciocínios, e aglutine-os para atingir seus objetivos.

Assim como naquela brincadeira de cabo de guerra, onde todos precisam puxar em uma mesma direção, seus pensamentos, emoções, palavras e atitudes necessitam estar sincronizados em um mesmo propósito, e desta forma, será possível superar as adversidades até atingir o ápice, ou seja, a união potencializa os resultados.

Entretanto, para que essa união, seja infinitamente maior, precisa estar presente o divino Deus, o senhor criador do universo, a sua companhia é essencial para toda conquista, desde a menor até as enormes, logo, fortaleça essa aliança através da fé e do seu empenho em materializar seu sonho.

Circunstâncias adversas, fazem parte do processo da vida, até mesmo a chuva antes de cair no solo, passa por contrariedades, as nuvens sofrem com os fortes ventos empurrando-as de lado para o outro, hora para cima e para baixo, são rasgadas pelos potentes relâmpagos, precisam sair do estado gasoso e passar ao estado líquido, tudo isso em curto período de tempo, e as vezes é tão rápido o processo, que fica incompleto e nos chega em forma de granizo.

Essa é a natureza, nos mostrando que até mesmo a chuva, passa por obstáculos, porém, são casos esporádicos e perfeitamente superáveis. Isso significa que você também irá vencer as adversidades que encontrar, só precisa acreditar em si e em Deus, por isso que é tão importante fortalecer essa aliança com o divino.

Por isso seja destemido e ousado, mostre a fortaleza que é! Hoje é o seu grande dia!

Autor: Reginaldo Rodrigues

Fonte: Leve Consciência

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AUTOCONHECIMENTO: O NOSSO MUNDO INTERIOR É MUITO MAIOR DO QUE VOCÊ IMAGINA

Nada melhor para analisar e refletir, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO  do que sobre o nosso mundo interior, já que autoconhecimento nada mais é do que conhecer o nosso mundo interior, sem medo ou restrições, para encontrar o equilíbrio, o poder e a tão sonhada liberdade. Essa é a mensagem que nos trás o breve texto a seguir.

Como está seu mundo interior? – cpdhumano

NOSSO MUNDO INTERIOR PRECISA DE ATENÇÃO.

Kate Spreckley.

29/03/2021.

As energias desta Lua Cheia foram construídas em direção a uma liberação poderosa.

Nesse período, emoções não resolvidas vêm à tona, trazendo uma nova visão para os desafios e dificuldades que enfrentamos.

Quaisquer desequilíbrios dentro de nós estão se tornando mais aparentes, oferecendo-nos a oportunidade de começarmos a retificar o equilíbrio interno.

Antes que possamos equilibrar nosso mundo externo, nosso mundo interno precisa de atenção.

À luz desta Lua Cheia, você pode esperar que ocorram percepções repentinas que revelam onde estão os desequilíbrios e por quê.

Você pode obter uma compreensão mais profunda de como suas emoções não resolvidas e padrões de pensamentos negativos afetam sua visão de si mesmo e de seu mundo.

Lembre-se de que, sem limpar o antigo e deixar ir o passado, você permanece preso e incapaz de seguir em frente. Agir torna-se difícil, pois você questiona e duvida dos passos que deve tomar para manifestar algo novo.

Com muito Amor,

Kate Spreckley

Fonte: Spirity PathwaysWebsite:
https://www.spiritpathways.co.za/

Fonte: Portal Arcoiris

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REFLEXÃO: AS CONSEQUÊNCIAS DOS NOSSOS PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E DESEJOS

O texto que trago nesta quarta-feira, aqui na coluna REFLEXÃO, contém extratos dos ensinamentos do Mestre Aïvanhov postados como pensamentos diários. São verdadeiras gotas de luz e discernimento espiritual para a reflexão diária dos estudantes espirituais. Neste ele fala sobre as consequências dos nossos pensamentos, sentimentos e desejos. Convido você a ler essas palavras de pura sabedoria, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Você é o que acredita ser: veja como os pensamentos criam a sua realidade - Blog do Prem Baba

Efeitos dos nossos pensamentos, sentimentos e desejos

Pensamento do dia 02 de outubro de 2014.

Efeitos dos nossos pensamentos, sentimentos e desejos

“Alguém considera esta ou aquela pessoa como inimiga e, muitas vezes, pensa como seria cômodo que ela desaparecesse… Finalmente, estaria tranquilo! Obviamente, não se incomodará a ponto de assassiná-la, pois não se decide assim tão facilmente cometer um homicídio. Ele, porém, pensa naquela morte, a deseja… Pois bem, deve-se saber que, permanecendo neste estado de ânimo, a pessoa talvez se torne responsável pela morte de uma outra, em algum outro lugar. Sim, pois estes pensamentos, sentimentos e desejos são entidades vivas, circulam e vão influenciar no mundo os seres que se encontram nos mesmos estados psíquicos e que gostariam, por sua vez, de se verem livres de algum inimigo. Se o seu desejo de vingança for mais forte, ou se a pessoa não souber resistir aos próprios instintos criminosos, um dia, sob a influência de algo que não compreende – um impulso, uma corrente que a impele – cometerá um homicídio. Nós ignoramos aquilo em que se tornam os nossos estados de consciência através do espaço, mas, um dia, quando retornarmos para o outro mundo, as consequências dos nossos pensamentos, sentimentos e desejos nos serão apresentadas. Então, pode ser que alguns, que se achavam irrepreensíveis, fiquem assustados ao ver que foram os causadores de grandes infelicidades.”

Omraam Mikhaël Aïvanhov

Mensagem recebida em italiano da Edizioni Prosveta e traduzida para o português (brasileiro).

Fonte: IPPB

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AUTOCONHECIMENTO: A MENTE A INTELIGÊNCIA SOB A ÓTICA DOS MAIORES CIENTISTAS DA HUMANIDADE

O artigo a seguir na coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira faz a mais completa análise dos mistérios da e da inteligência, citando quase todos os grandes filósofos, matemáticos, físicos, psicanalistas e teólogos que já passaram nessa trajetória da humanidade para tentar entender onde a mente se liga ou desliga com o cérebro. Portanto, não deixe de ler esse sensacional artigo.

OS MISTÉRIOS DA MENTE E A INTELIGÊNCIA

Vai chegar o ponto em que a humanidade atingirá o ponto de fusão completa entre a matéria densa e a matéria sutil, chegando ao que se pode chamar de Inteligência Cósmica.

Por Francisco Claussen

Dos mistérios do cérebro: por que esquecemos as coisas? - Canaltech

Como dizia Walter Rudolf Hess (1881-1973), da Universidade de Zurique, Prêmio Nobel de Medicina em 1949: “Para estudar a mente, devemos começar pela introspecção observação de nossa própria experiência. Suponha que passemos juntos pelo meu jardim. Pelas reações e comentários que você fizer posso deduzir-lhe os sentimentos e pensamentos, e muitas coisas sobre o seu estado de espírito. Uma rosa amarela pode atrair-lhe atenção. A cor, o perfume e a picada do espinho formam em sua mente uma impressão dessa rosa, a qual se funde logo com impressões passadas. A sua imagem da rosa deveria ser igual à minha, porém elas não se assemelham porque duas mentes jamais são iguais”.

As impressões que recebemos se integram em nossas memórias e assim corporificam a nossa experiência. Nosso comportamento individual é determinado pela associação de impressões novas com a lembrança de experiências anteriores. A mente pode lidar com situações complexas usando a abstração e a associação, e chegar a conclusões lógicas que podem resultar em decisões ou criações. O modo pelo qual as intenções podem ser convertidas com precisão em movimentos hábeis (pense em um cirurgião, um pianista, um atirador) nos dá uma indicação geral da correlação entre o mental e o físico.

Através de experiências com homens e animais, sabemos que certos tipos de comportamento se relacionam com zonas bem definidas do cérebro. Pela estimulação elétrica do tronco encefálico e das áreas adjacentes podemos despertar reações de defesa, vôo e fome; estimulando níveis superiores, o riso compulsivo; pela estimulação do córtex, reações visuais e auditivas, entre outras. São fascinantes os resultados desse tipo de pesquisa no cérebro, mas e preciso compreender que eles mal chegam a constituir um começo. A grande lacuna que devemos transpor em nosso conhecimento da mente continua sendo esta: de que maneira as ações do sistema nervoso se transformam em consciência?

A MENTE E SEUS PROCESSOS SEMPRE FORAM TÃO MISTERIOSOS e fascinantes para o homem quanto o próprio universo. Mas, de um modo relativo, faz pouco tempo que o estudo da mente se tornou um campo da ciência experimental. Com tal abordagem científica, o conhecimento da mente veio a lucrar muito. No século 19, muita coisa se esclareceu sobre a natureza dos processos mentais, as origens da vida emocional e vário tipos de comportamento. E à medida que surgiam noções novas, as teorias antigas e simplistas foram sendo substituídas por indagações cada vez mais complexas.

René Descartes (1596-1650) definiu o pensamento como o conjunto dos processos mentais conscientes: pensamentos intelectuais, sentimentos, sensações e vontade. Achava que a mente trabalhava sempre, até durante o sono. Fez uma divisão completa e total entre o espírito e o corpo, bem mais drástica do que a divisão de Platão (427-347 a.C.), que pelo menos atribui a sensação ao corpo. Além disso, prestou um serviço inestimável por atribuir à mente todos os processos.

Mas o homem ainda pergunta: O que é a mente? Será que os mistérios vão desaparecer quando entendermos o funcionamento da complexa estrutura anatômica que chamamos de sistema nervoso? Ou a mente tem os seus próprios segredos?

A concepção que os antigos gregos tinham da mente era bem simples: ela era o órgão que se relacionava apenas com as idéias puras. Platão negava, do modo mais explícito, haver alguma ligação com a sensação. A seu ver, a sensação era a função do corpo inferior, sendo este destituído de qualquer atividade intelectual.

Já Aristóteles (384-322 a.C.) respeitava bem mais o corpo, achando que ele era governado por poderes psíquicos dignos da atenção dos filósofos, poderes relacionados com movimento e sensação. Tão precárias eram suas noções de anatomia que, para ele, a sede física da vida mental era o coração, e não o cérebro, não obstante ter antecipado o pensamento moderno com a crença de que a matéria viva era misteriosamente animada por poderes psíquicos.

OS PRIMEIROS CRISTÃOS ADMIRAVAM MAIS PLATÃO do que Aristóteles, e em toda a Idade Média considerava-se que a alma pertencia a Deus e o corpo, a Satanás. Apenas a alma podia conhecer a verdade de Deus. Apenas dois mil anos depois de Aristóteles, outro grande filósofo reabriu a velha questão com um novo espírito de investigação.

Foi o francês René Descartes. A mente ativa de Descartes abarcou todos os ramos do conhecimento de seu tempo: matemática, fisiologia, mecânica e filosofia. Cristão devoto, sua filosofia foi uma tentativa corajosa de reconciliar os métodos científicos com a fé em Deus, harmonizar a teoria mecanicista do mundo com a aceitação de que este era criação de Deus. Procurou usar métodos científicos para provar verdades sobre o espírito e a matéria. Daí sua famosa máxima: “Penso, logo existo”; isto é, a existência do espírito não era uma doutrina revelada, mas fato fácil de observar.

O conhecimento da mente era ainda concebido como uma acumulação de “idéias” estáticas, embora as sensações já estivessem incluídas como parte dele. Era como se a mente fosse vista como um depósito que, de repente, era encontrado repleto de todos os tipos possíveis de objetos. Há dois mil anos, o estadista e filósofo romano Lúcio Sêneca (3 a.C.-65 d.C.) declarou: “O homem é um animal que pensa”. E ao longo dos tempos os psicólogos continuaram a indagar: O que é o pensamento?

O médico alemão que se fez filósofo, Wilhelm Wundt (1832-1920), usando suas técnicas e métodos, expandiu suas investigações para muito além do campo da sensação pura. Começou a identificar uma série de funções mentais bem semelhantes àquelas em que o homem baseara suas primeiras alegações de superioridade sobre outros animais.

A MEMÓRIA E A APRENDIZAGEM SUSCITAM DIFICULDADES semelhantes. Os animais podem aprender muita coisa. O comportamento de alguns animais superiores, como os elefantes, por exemplo, mostra que usam a lembrança do que aprenderam para ajudar a resolver problemas posteriores.

Pensamento, consciência, memória e aprendizagem são termos diversos para indicar que a vida mental inclui significação, conhecimento. Fica, assim, clara a superioridade do homem sobre os animais. Desde que entendamos um conceito, podemos generalizar. Podemos evocá-lo repentinamente, como na memória, e com base nele fazer previsões com o uso da imaginação e de técnicas novas ainda em desenvolvimento, e nisso está a nossa maior esperança de obter o conhecimento pleno dos processos mentais.

Anatomistas e fisiologistas têm revelado a estrutura detalhada do sistema nervoso e os meios pelos quais funciona. Médicos estudam os efeitos de lesões e doenças, e, de suas observações sobre a mente anormal, chegam a conclusões sobre a mente normal. Psicólogos realizam experimentos sobre o comportamento e a percepção de homens e animais. Constroem-se máquinas eletrônicas para imitar, até onde é possível, os processos de pensamento, e com eles já aprendemos alguma coisa quanto à aprendizagem e memória. Com os sistemas mais complexos que quase diariamente estão sendo inventados, iremos certamente aprender mais sobre outras funções superiores desse fascinante fator da vida, que é a mente.

Conviria, nesse particular, dizer mais alguma coisa sobre a inteligência.. É muito comum nos referirmos a ela, mas nem sempre os significados atribuídos ao termo são idênticos e, às vezes, até um pouco contraditórios. É preciso que se entenda que a inteligência não é uma coisa, como uma mesa, uma cadeira, um animal, mas sim um conceito que só pode ser compreendido dentro de um conjunto global de fatos e teorias a ela associadas.

AS ORIGENS DESSA DEFINIÇÃO SE PERDEM NA ANTIGUIDADE. Sabe-se que Platão e Aristóteles já tinham formulado uma distinção entre os aspectos conhecidos da natureza humana, relacionada com pensamento, solução de problemas, meditação, raciocínio, reflexão, e ainda sobre categorias dos comportamentos humanos relacionados com emoções, sentimentos, paixões e vontade; até que Cícero, mais tarde, inventou o termo inteligência, que ainda usamos freqüentemente para nos referirmos aos poderes cognitivos e capacidades intelectuais de uma pessoa.

No século passado, a noção de inteligência foi aperfeiçoada pelo filósofo Herbert Spencer (1820-1903), pelo estatístico Karl Pearsone, e pelo primo de Darwin, gênio mundialmente conhecido, Sir Francis Galton. Eles introduziram as noções de mensuração, evolução e genética experimental no estudo da inteligência. Pode-se acrescentar a essas contribuições as dos fisiologistas, particularmente a do trabalho clínico de Hughlings Jackson, as investigações experimentais de Sherrington e os estudos microscópicos do cérebro, realizados por Campbell, Brodman e outros. Esses trabalhos fisiológicos serviram para confirmar a teoria de Herbert Spencer, de uma hierarquia das funções neurais em que um tipo básico de atividades se desenvolve através de estágios regularmente definidos, em formas mais altas e mais especializadas.

Descobriu-se que o cérebro sempre atua como um todo. Sua atividade, nas palavras de Sherrington, é padronizada e não indiferentemente difusa; a própria padronização sempre envolve e implica em integração, e o conhecimento cognitivo é governado por amplas áreas do cérebro e não por pequenas áreas especializadas. A ação de massa foi identificada teoricamente com a inteligência, por muitos autores.

A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE EM SEU CAMINHO PARA A ETERNIDADE vem se tornando possível com a agregação dessa energia cósmica ao último elo mais aperfeiçoado do gênero mamífero, que se desenvolveu durante milhões de anos em nosso planeta. Essa situação deverá levar a humanidade, progressivamente, a um estágio de aperfeiçoamento da sua matéria densa, quando ocorreria a fusão completa da matéria densa com a matéria sutil – a Inteligência Cósmica.

Ao ser atingido esse estágio, assim entendemos, tudo retornaria à pura e simples energia da qual surgiu o universo em que vivemos. Mas para que isso aconteça, ainda decorrerão bilhões de anos, e o que a ciência hoje já chama de crush-bang (o grande esmagamento).

O fluido energético, a Inteligência Cósmica de que fomos dotados há, provavelmente, cerca de 600 mil anos – quando a natureza encontrou o tipo ideal para estabelecer e desenvolver o ser humano que veio se formando durante milhões de anos em nosso planeta – aperfeiçoou a nossa vida intelectual, como uma virtude que sintetiza, de um modo excelente, a disposição duradoura adquirida pela repetição freqüente de um ato. À medida que essas primeiras virtudes intelectuais começaram a determinar e aperfeiçoar a atividade própria de nossa inteligência – no que diz respeito aos objetos que lhes eram imediatamente conaturais – a sabedoria foi aperfeiçoando nossa atividade intelectual naquilo que ela possui de mais puro e mais elevado.

Por natureza, há no homem o desejo pelo conhecimento, e esse desejo pode ser satisfeito, em, parte, pelas ciências ou outras formas de conhecimento intuitivo. Somente a virtude da sabedoria, entretanto, satisfaz plenamente a este anseio profundo do homem. A contemplação, por exemplo, nada mais é do que o ato excelente produzido por essa virtude. As demonstrações científicas ou as que procedem desse hábito, são normalmente mais rigorosas e mais corretas do que aquelas que derivam das demais ciências. Os julgamentos, obras do hábito da sabedoria, são, os mais penetrantes, os mais exatos.

Pode-se mesmo caracterizar o modo que a sabedoria imprime a todos os seus conhecimentos como uma maneira de unidade na perfeição. Este modo de unidade é, de fato, a feição própria de uma atividade intelectual perfeita, que tende a reduzir o mais possível as imperfeições de nossas atividades de conhecimento, sempre fragmentárias e sucessivas.

(Extraído da revista Sexto Sentido 54, páginas 20-24)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FALAR, DAR VOZ AOS NOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS É UMA ATIVIDADE COMUM ENTRE TOODS NÓS

           A palavra e o Caminho

  “Algo dentro de nós ecoa em resposta à expressão dos elos desatados, os nós que nos impedem de explorar nossas possibilidades mais profundas. A pessoa é chamada de sábio porque se reconhece que esse algo está dentro de cada um.”

Tim Boyd*

Menos estresse e mais memória; 7 benefícios do contato com a natureza - 15/09/2018 - UOL VivaBem

Com frequência as coisas mais profundas são encontradas naquilo que é familiar, mas muitas vezes elas são negligenciadas. Há uma atividade comum em que todos nos engajamos falar, dar voz a nossos pensamentos e sentimentos. A maioria de nossa fala tende a ser casual, mais ou menos por hábito ou cortesia. Todos nós já ouvimos a pergunta “Como está você?” num dia em que não estamos nos sentindo bem, e respondemos de imediato “Bem!” – porque essa é a conduta social.

Se pensarmos um pouco mais sobre o dom divino da fala, poderíamos ser mais conscientes   no modo como a usamos. A fala é um reflexo de um poder divino que está dentro de todos nós. muito considerada nas Escrituras de inúmeros povos do mundo. Na Bíblia, as primeiras palavras do Evangelho de João afirmam que “no princípio era o Verbo” – a fala não como nós a entendemos, mas talvez no sentido do som que traz todas as coisas à existência.

Quando João fala da vinda do Grande Instrutor, do surgimento de um Avatar, a linguagem usada é: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” Uma compreensão clara do poder da palavra, corretamente entendida, é algo que perpassa as religiões do mundo.

Em A Doutrina Secreta, H. P Blavatsky escreveu sobre som e a fala: “Pronunciar uma palavra é evocar um pensamento, e torná-lo presente: a potência magnética da fala humana é o começo de toda manifestação no Mundo Oculto.” Blavatsky escreve a respeito da capacidade da fala de magnetizar, de atrair para si. Isso não se relaciona apenas às práticas ocultas conscientes, mas às conversas normais em que nos engajamos do momento a momento.

Na maioria das vezes usamos a fala sem sabedoria. Segundo Blavatsky, emitir uma palavra é evocar um pensamento e torná-lo presente. Toda palavra que dizemos, seja casual ou profunda, traz um pensamento à nossa presença e à presença dos outros. Ela prossegue dizendo: “Emitir um nome não é apenas definir um ser, mas colocá-lo sob a influência de uma ou mais potências ocultas.” Assim, ao simplesmente dizermos um nome, nós nos engajamos num ato que registra a participação de “potências” cooperativas.

É claro que, em nossa conversação normal, não aplicamos um nível de pensamento tão profundo. Estamos apenas conversando, e para nós não é algo tão sério ou importante. Mas a verdade é que nosso discurso é sempre algo com essa profundidade. Pronunciar um nome é definir um ser e colocá-lo sob a influência de forças divina   ou daquelas forças mais adequa das à fala irrefletida e a uma mente que não é refinada.

Em Aos Pés do Mestre, os mexericos são descritos como perversos. Por quê? O foco de nossa fala é um nome – o nome de uma pessoa. No ato de falar a respeito de Maria, João, Pedro, Suzana ou quem quer que seja que tragamos à nossa conversa, estamos definindo um ser e colocando-o sob influência de uma variedade de forças, e, em virtude da potência magnética da fala, ela atrai todo tipo de influências vindas do pensamento dos fofoqueiros.

Portanto, há uma grande responsabilidade envolvida no modo como usamos a linguagem. Ela pode tornar-se uma bênção ativa no mundo à nossa volta, ou uma maldição. Embora não pensemos em nós mesmos como pessoas que possam causar malefícios a outrem, por causa da natureza casual de nosso pensamento e de nossa fala a respeito dos outros, certamente fazemos tais coisas inconscientemente.

Para algumas pessoas, parece uma desculpa apropriada dizer: “Eu não sabia disso!” Mas, para aqueles que se comprometeram com um   caminho de conscientização cada vez mais profundo, isso não é aceitável. Mesmo se formos a um tribunal, nos dirão que ignorar a lei não é desculpa. Isso é especialmente verdadeiro com as leis universais e as consequências kármicas resultantes.

A experiência que temos do karma resulta amplamente de certos hábitos mentais desenvolvidos ao longo do tempo, hábitos que, por sua natureza, se repetem. Uma mente que foi habituada a responder ao longo de uma determinada linha atrai as consequências que correspondem a esse modo de pensar. Assim, a pessoa irada sente-se isolada, a desonesta é desconfiada e assim por diante. Quando percebemos isso, a desculpa da inconsciência em causar mal aos outros por meio da fala não nos cabe.

Buscar o que nos nutre

Uma   primeira  dama  dos EUA, Eleanor Roosevelt, envolveu-se de forma profunda em ações humanitárias. Ela, certa vez, fez um comentário a respeito da fala “Mentes pequenas falam sobre pessoas; mentes médias falam a respeito de eventos; as grandes mentes falam sobre ideias.” Isso não é da perspectiva de alguém que estava especificamente engajada num caminho espiritual, porque provavelmente podemos dizer que as mentes maiores falam a respeito do divino, de Deus ou da realidade, e que as mentes ainda maiores permanecem silenciosas. Mas todos nós habitamos diferentes áreas desse espectro da fala, em diferentes momentos.

A ideia é tentar refinar os espectros que habitamos, e é nisso que estamos constantemente   engajados. Num certo sentido nossa questão é a dieta, seja do alimento com o qual nutrimos os nossos corpos, as nossas emoções ou as nossas mentes. Os materiais com os quais nos alimentamos criam os  corpos  que habitamos – os corpos físico, emocional e mental. Por isso, devemos procurar o melhor alimento possível.

As coisas que dizemos são importantes, mas também temos que prestar atenção às coisas que ouvimos. As ideias e conversas que nos permitimos ouvir e repetir têm igual importância. Toda grande tradição espiritual proporciona a prática de algo semelhante a mantras, orações, canções espirituais, poesia elevadora. Elas fornecem combinações específicas de sons para falarmos e ouvirmos.

O mantra deve ser enunciado em voz alta, não apenas porque é bom ouvi-lo, mas porque esses sons, e as ideias que eles corporificam, fazem com que as correspondentes substâncias dentro de nós ecoem – tornem-se ativas. À medida que se tornam ativas, elas também se tornam mais capazes de reproduzir essa atividade. Cada vez que são avivadas, fica mais fácil para esses materiais repetirem suas atividades.

É aconselhável se engajar em práticas de repetição de poesia, CONGERDESIGN/PIXABAY Sophia 87 FINAL. indd 8 29/10/2020 09:17:24 SOPHIA • SET/OUT 2020 9 mantra e oração. A poesia não é para ser lida silenciosamente, é para ser soada pela voz, ouvida pelo ouvido, vibrada nos ossos. Esta é a prática, mas acredito que não a levamos a sério. Busquemos tempo para ouvir a poesia edificante do nosso país e de vários outros países do mundo. Apenas ouçamos, e vejamos como somos tocados internamente.

Antes de chegar a um período em que pudéssemos dizer que definitivamente estávamos no caminho  espiritual, muitos de nós geralmente passamos por um período de busca, muitas vezes sem sequer ter consciência de que já estávamos buscando.

Há um belo poema de Robert Frost que se refere a esse momento do nosso desabrochar, chamado A estrada não percorrida: “Duas estradas bifurcam num bosque amarelo, /E lamentei não ter podido viajar pelas duas/E ser um viajante; durante longo tempo permaneci/E observei uma delas até onde conseguia,/Onde ela se dobrava num matagal;/Depois peguei a outra, tão justa, tão razoável,/E tendo talvez a melhor reivindicação,/Porque era gramada e Sophia 87 FINAL. indd 9 29/10/2020 09:17:25 10 SOPHIA • SET/OUT 2020 queria o desgaste;/Embora quanto a isso o passar por lá/Verdadeiramente as tivesse desgastado por igual, /E naquela manhã ambas estavam igualmente/Cheias de folhas que ainda não tinham sido pisadas./Oh, eu segui a primeira por mais um dia!/Mas sabendo como um caminho leva a outro,/ Duvidei se algum dia retornaria./ Contarei esta história com um suspiro/Em algum lugar daqui aeras incontáveis:/Duas estradas bifurcado num bosque e eu/Segui a menos trilhada,/E isso fez toda a diferença.”

É um momento de escolha que nos leva a essa bifurcação. Por que não a outra estrada, que nos teria levado numa direção completamente diferente? Não sabemos, mas, tanto por opção quanto por acaso, nós nos encontramos aqui.

Um grande poeta Sufi chamado Jalal ad-Din Muhamad Rumi fala a respeito da natureza da nossa busca do devocional para alcançar Sophia 87 FINAL.indd 10 29/10/2020 09:17:26SOPHIA • SET/OUT 2020 11 esse amigo divino. Seu poema é intitulado Amigo: “Amigo, nossa proximidade é assim:/Onde quer que ponhas o pé, /Sente-me na firmeza sob ti./O que tem isso a ver com esse amor?/Eu vejo teu mundo, mas não a ti.”

Para onde quer que olhemos vemos as manifestações do divino, mas o bem-amado amigo divi-

no que buscamos não é visto em lugar algum deste mundo. Essa é a natureza do caminho espiritual e do fogo da aspiração dentro de nós. Isso é o que nos impulsiona. Por que iria alguém continuar sem conseguir ver esse divino, invisível, sempre presente, que nos cerca e nos apoia como a própria firmeza sob nossos pés?

Um fragmento de um poema escrito por um dos grandes poetas de língua inglesa fala a respeito de uma experiência verdadeira, que é familiar a todos nós em algum momento. Ele foi membro da Sociedade Teosófica e conheceu Helena Blavatsky na Inglaterra. Seu nome é William Butler Yeats. Os versos vêm de um poema intitulado Vacilação: “Meu quinquagésimo aniversário viera e se fora,/ Eu estava sentado, um homem solitário,/Numa loja cheia de gente em Londres,/Um livro aberto e uma xícara vazia/Sobre a tampa de mármore da mesa./Enquanto da loja a rua eu observava,/O meu corpo de repente se inflamou;/E durante mais ou menos vinte minutos/Pareceu tão grande a minha felicidade,/Que eu fui abençoado e podia abençoar.”

Nesse momento de despertar (para ele, cerca de vinte minutos), o senso de felicidade foi tão profundo que, sem sombra de dúvida, sabia que fora abençoado, e que tinha a capacidade de abençoar os. Esta é uma experiência que provavelmente todos nós tivemos, pelo menos em alguns momentos.

No Mundaka Upanishad (III.2.8), podemos ler: “Assim como os rios perdem o nome e a forma quando desaparecem no oceano, o sábio deixa   para  trás  todos os traços quando desaparece na luz. Percebendo a verdade, ele se torna a verdade; passa para além de todo sofrimento, além da morte; todos os nós de seu coração são desatados.”

Nós sentimos a beleza e o poder dessas palavras. “Algo” dentro de nós ecoa em resposta à expressão dos elos desatados, os nós que nos impedem de explorar nossas possibilidades mais profundas. Não é algo que esteja sendo dado de fora por algum sábio. A pessoa é chamada de sábio porque se reconhece que esse algo está dentro de cada um de nós, e sabe-se  como  falar com ele.

Finalmente, da caneta de um outro membro da Sociedade Teosófica, Edwin Arnold, em A Luz da Ásia, temos os últimos quatro versos deste poema a respeito da iluminação do Buda: “O orvalho está sobre o lótus! – nasce, Grande Sol!/E levanta a minha folha e, me mistura com a onda./Omani padame hum, chega o Amanhecer!/A Gota de orvalho desliza para o Oceano brilhante!”

“Para onde quer que olhemos vemos as manifestações do divino. Por que iria alguém continuar sem ver esse divino sempre presente, que nos cerca e nos apoia como a própria firmeza sob nossos pés?”“Qual a distância daqui ao céu? Não é distante, meu amigo: Um único passo para o interior, Porá   fim a todas as tuas jornadas.” Angelus Silesius (1620).

Fonte: Revista Sophia  ano 18 nº 87

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: POR TRÁS DE UM COMPORTAMENTO QUE SE REPETE HÁ SEMPRE CRENÇAS LIMITANTES

As crenças limitantes são como comportas numa represa que impedem as águas de seguirem o curso do rio e desaguarem no destino final, que é o mar. No nosso caso essa crenças impedem que sigamos em frente superando nossos limites, auto-performando, expandindo a consciência rumo a nossa melhor versão. Lendo o artigo completo a seguir você vai aprender a identificar e mudar suas crenças limitantes.

CRENÇAS LIMITANTES AFETAM SUA CAPACIDADE DE REALIZAÇÃO

Aprenda a identificar e mudar pensamentos e comportamentos repetitivos

Mari Mel Ostermann

Por MARI MEL OSTERMANN

Leia em 4 min.

Arquivos Crenças Limitantes - Instituto EFT Brasil

Em algum nível, sempre teremos crenças. Afinal, elas sustentam diretrizes de pensamento e o próprio entendimento da realidade. Essas crença limitantes afetam sua capacidade de realização.

Nossa cultura é um conjunto dessas crenças e a sociedade se organiza a partir delas, enquanto os indivíduos comportam-se seguindo a bússola das suas crenças pessoais. É importante deixar claro que crença é qualquer verdade que eu confio, qualquer ponto de vista que assumo como verdade.

“Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo”, Henry Ford.

Então, os ideais, as filosofias, as medicinas, as religiões, ou seja, todo o conjunto de criações humanas é manifestado a partir de crenças.

Por exemplo: dizer que o DNA influencia na minha saúde é uma crença – Altamente verificável, com muito sentido para um grande número de pessoas e mensurável pela ciência. Então, acreditamos nesta afirmação.E isso passa a ser culturalmente uma verdade.

Muitos mestres e líderes espirituais conseguem de certa forma “burlar” estas “verdades”, estas crenças estabilizadas. E quando isso acontece, fala-se do poder da fé – que, entre outras interpretações, é quando resolvemos assumir uma crença, mesmo sem ter argumentos para ela.

Assim, resolvo acreditar que algo é possível, mesmo que para os céticos esta mesma coisa pareça estar distante do aceitável. A própria ciência é uma usina de reciclagem de crenças, com as verdades novas substituindo as antigas e por aí vai.

POR TRÁS DE UM COMPORTAMENTO QUE SE REPETE HÁ SEMPRE CRENÇAS LIMITANTES

É interessante dizer que a energia segue a intenção de cada um. Por esse motivo, atente para o direcionamento das suas crenças, para onde deposita sua energia, pois o que fortalecemos, fortalecido será. E é aí que entram os perigos das crenças limitantes, as quais todos nós temos, isso é mais que natural.

Mas quando alguma delas começam a atrapalhar individual ou coletivamente, pode gerar sofrimento. É quando o racismo fortalece a crença de que uma raça é melhor que a outra, ou quando se acredita que uma pessoa nunca poderá ganhar dinheiro se não tiver terminado a escola ou a faculdade.

Mesmo sentindo o sofrimento a partir de alguma situação (sinal de que há desarmonia interna ou externa), muitas vezes não conseguimos mudar com facilidade nosso comportamento. Afinal, por trás de um comportamento que se repete, sempre existem crenças limitantes enraizadas.

E algumas crenças até identificamos com certa facilidade, não é? Mas mesmo tendo consciência de sua existência, nem sempre conseguimos abandoná-la rapidamente.

As crenças são como programas instalados em nós, rodando automaticamente, atuando especialmente no nosso cérebro reptiliano – nossa parte encefálica mais primitiva, que é responsável pelas funções básicas de sobrevivência, luta e fuga.

É a nossa parte responsável pelo medo, sentimento de escassez e aquela sem ou quase nenhuma energia criativa. Conscientemente queremos mudar o resultado das nossas ações e comportamentos ou aliviar nossa pressão emocional ou crítica.

Até tentamos fazer isso com vontade, mas sentimos dificuldades. É aí que agem as crenças limitantes. Elas conversam com nossas “sombras”, que são materiais psíquicos mal resolvidos que atuam nas nossas escolhas e formas de ver o mundo. Assim como nossa “sombra”, as tais crenças limitantes, por assumirem o posto de verdade, podem limitar nossas possibilidades de realização.

A maior parte de nossas crenças limitantes vem dos outros

A maioria dessas crenças limitantes que tendem ser nocivas em algum ponto da vida são adquiridas, em sua maioria, por terceiros – pais, professores, amigos, cultura.

Elas são transformadas em verdades inconscientemente, por não questionarmos as informações que nos foram dadas desde pequenos, mas também por uma necessidade emocional de certeza e segurança.

Assim, de forma inconsciente, criamos uma limitação que interfere na nossa capacidade de fazer dinheiro sem esforço. Vamos criando nosso universo segundo as nossas convicções.

Então, mesmo parecendo desafiador nos perguntamos sobre nossas verdades enraizadas, é necessária a observação do que acreditamos e nos parece seguro, para que consigamos pegar nossas crenças no flagra na hora que aparecerem.

Assim, podemos parar de retroalimentar e repetir as questões das quais queremos nos livrar, enfraquecendo a matriz da crença.

Por exemplo, perceba se fala ou alimenta pensamentos do tipo: “Não consigo fazer isso nunca” ou “Você sempre está de mau-humor”, e assim por diante! Observe para não semear o que não quer colher.

COMO IDENTIFICAR E MUDAR SUAS CRENÇAS LIMITANTES

  • Perceba todas as vezes que você disser que algo não é possível. Observe e pergunte a si mesmo: “a quem pertence essa crença”?. Em geral “compramos” crenças culturais dos nossos grupos pessoais. Então vale refletir: como seria se eu não acreditasse nisso? Meu mundo seria mais expandido?
  • Perceba sempre a forma que adjetiva algo. Exemplo: ganhar dinheiro é difícil, homens são egoístas, tempo chuvoso é ruim, mulher sempre se dá mal, etc. Sempre que tiver esses pensamentos, acrescente: este é um ponto de vista e não a verdade absoluta.
  • Busque desenvolver um olhar neutro sobre as coisas e situações, suspendendo seus valores e opiniões por um instante. Olhe com frescor e veja o que se apresenta se você não tivesse conceitos pré-concebidos a respeito de algo ou alguém.
  • Troque as crenças limitantes por uma afirmação poderosa. Busque formar frases positivas e no presente, que apresentem a possibilidade de ser livres da limitação. Por exemplo: Ganhar dinheiro neste país é difícilSubstitua por algo comoMinha natureza é abundante em qualquer lugar. O dinheiro vem fácil para mim.

É isso. Podemos, sim, recuperar nosso livre arbítrio e escolhermos diferente. Podemos abrir mão de verdades que nem são nossas. Podemos expandir nossa visão sobre o mundo e sobre nosso próprio poder. Podemos ser cada dia mais felizes. Eis aqui uma crença nada limitante!

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AUTOCONHECIMENTO: LIBERTE-SE DAS CRENÇAS LIMITANTES DOS SEUS PENSAMENTOS

Um texto extraordinariamente sábio escrito pelo fenomenal Eckhart Tolle sobre expansão da consciência, que você não pode deixar de ler em hipótese alguma. Que trata das crenças limitantes criadas pelos nossos pensamentos e precisamos nos libertar. No texto a seguir você vai aprender como conseguir dar esse salto quântico.

Além da mente pensante

 em 

 

“A maioria das pessoas passa a vida toda aprisionada nos limites dos próprios pensamentos.

Nunca vai além das estreitas ideias já feitas, do sentido do “eu” condicionado ao passado.

Em você, como em cada ser humano, existe uma dimensão de consciência bem mais profunda do que o pensamento.

É a essência de quem você é.

Podemos chamá-la de presença, de percepção, de consciência livre de condicionamentos.

Nos antigos ensinamentos religiosos, essa consciência é o Cristo interior ou a sua natureza do Buda.

Descobrir essa dimensão liberta você do sofrimento que causa a si mesmo e aos outros quando conhece apenas esse pequeno “eu” condicionado e deixa que ele conduza sua vida.

O amor, a alegria, a criatividade e a verdadeira paz interior só podem entrar em sua vida quando você atinge essa dimensão de consciência livre de condicionamentos.

Se você consegue reconhecer, mesmo esporadicamente, que os pensamentos que passam por sua cabeça são meros pensamentos; se você consegue se dar conta dos padrões que se repetem em suas reações mentais e emocionais, é sinal de que essa dimensão de consciência está emergindo.

Ela é o espaço interno em que o conteúdo de sua vida se desdobra.

A corrente do pensamento tem uma enorme força que pode muito facilmente levar você de roldão. Cada pensamento tem a pretensão de ser extremamente importante.

Cada pensamento quer sugar sua completa atenção. Eis um novo exercício espiritual para você praticar: não leve seus pensamentos muito a sério.

Com que facilidade as pessoas ficam aprisionadas nas armadilhas de seus pensamentos!

Como a mente humana tem um imenso desejo de saber, de compreender e de controlar, ela confunde opiniões e pontos de vista com a verdade.

A mente afirma : “As coisas são exatamente assim.” Você precisa ir além dos seus pensamentos para perceber que, ao interpretar a “sua vida” ou a vida e o comportamento dos outros, ao julgar qualquer situação, você está expressando apenas um ponto de vista entre muitos possíveis.

Suas opiniões e pontos de vista não passam de um punhado de pensamentos.

Mas a realidade é outra coisa.
Ela é um todo unificado em que todas as coisas se interligam e nada existe em si e por si.

Pensar fragmenta a realidade, cortando-a em pequenos pedaços, em pequenos conceitos.

A mente pensante é uma ferramenta útil e poderosa, mas torna-se muito limitadora quando invade completamente a sua vida, impedindo você de perceber que a mente é apenas um pequeno aspecto da consciência que você é.

A sabedoria não é um produto do pensamento.

A sabedoria é um profundo conhecimento que vem do simples ato de dar total atenção a alguém ou a alguma coisa.

A atenção é a inteligência primordial, a própria consciência.

Ela dissolve as barreiras criadas pelo pensamento, levando-nos a reconhecer que nada existe em si e por si.

A inteligência une a pessoa que percebe ao objeto percebido, num campo unificado de perceção. E a atenção que cura a separação.

Sempre que você mergulha em pensamentos compulsivos está impedindo o que existe.

Você não quer estar onde está. Aqui. Agora.

Os dogmas – religiosos, políticos, científicos – vêm da crença equivocada de que o pensamento pode encapsular a realidade ou a verdade. Os dogmas são prisões formadas por conceitos coletivos. O que parece estranho é que as pessoas gostam de suas prisões, pois elas lhes dão uma sensação de segurança e uma falsa impressão de que “sabem das coisas”. Nada causou mais sofrimento à humanidade do que os dogmas. É verdade que, cedo ou tarde, todo dogma é derrubado, porque a realidade acaba mostrando que ele é falso. Mas, a menos que se descubra a ilusão básica das verdades absolutas, logo surge outro dogma para substituir o antigo.

Qual é essa ilusão básica? É a identificação com o pensamento.

Despertar espiritualmente é despertar do sonho do pensamento.

O reino da consciência é muito mais vasto do que aquilo que o pensamento é capaz de abranger. Quando você deixa de acreditar em tudo o que pensa, você sai do pensamento e vê claramente que quem está pensando não é quem você é essencialmente.” (Eckhart Tolle)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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AUTOCONHECIMENTO: A AUTOSSABOTAGEM RESULTA DA ZONA DE CONFORTO QUE É FILHA DO EGO

Nesta terça-feira temos um texto maravilhoso para REFLEXÃO na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO sobre AUTOSSABOTAGEM. Algo que praticamente quase todo ser humano com mais ou menos frequência pratica no cotidiano. Ela é filha da famigerada Zona de Conforto que por sua vez é a primogênita do EGO. As pessoas precisam começar a entender que o AUTOCONHECIMENTO é o único, eu disse, o único caminho para se livrar do julgo do nosso EGO e do ciclo vicioso que nos aprisiona e nos impede de sermos livres e realmente felizes. Então lhe convido a a ler esse espetacular texto, refletir e fazer o seu juízo de valor! 

Até quando você vai se autossabotar?

Mulher sentada em um gramado de uma montanha e olhando para o horizonte
Milan Popovic/ Unsplash

“Quando desconhecemos ou simplesmente ignoramos o fato de que as ações diárias em nossa vida impactam nas cenas dos próximos capítulos de nossa própria história, a história tende a se repetir até que o ciclo vicioso seja interrompido. Pensamentos, sentimentos, emoções e ações contribuem para nossos próximos passos.”

Juliana acorda todos os dias às 6h da manhã, prepara seu café, se arruma e sai para trabalhar. Ao longo do trajeto, ela gosta de ver filmes e séries de terror. Ao chegar ao trabalho, pega um café e vai fumar com mais dois colegas. Os três começam o dia reclamando do trabalho, que é chato, da vida, que está monótona, dos namorados, que já não são como antes, e falam mal dos outros colegas de trabalho e do chefe. Para Ju, nada está bom. Para ela, a culpa é sempre de seus pais. Sempre atende o telefone maldizendo coisas aleatórias para a pessoa do outro lado. O dia acaba passando de forma arrastada, carregado de mais cafés, cigarros e reclamações. Ao chegar em casa, frita uns hambúrgueres e come bebendo cerveja em frente à TV. Está passando a sua novela favorita. Sem se dar conta, ela repetiu esse padrão ao longo da semana, dos meses, dos anos. Parece que a vida de Juliana nunca engrena como ela queria, e por isso ela acaba se frustrando a cada dia mais, achando que nada tem jeito, a não ser “nascer de novo”.

Para Henrique, as coisas parecem caminhar de outra maneira. Ele acorda tarde e vai à academia. Seu objetivo é deixar seu abdome trincado, braços e pernas bem torneados para surpreender as gatas, na balada. Henrique trabalha em uma startup e fica todo feliz quando sua equipe ganha os desafios da semana. Para comemorar, ele e sua equipe vão sempre para o bar beber todas, afinal “comemoração é assim mesmo”, ele diz. Ao chegar em casa, ele encontra seu irmão mais velho meditando na sala e começa a dar risada. Toda vez que ele vê o seu irmão praticando ou falando sobre autoconhecimento, ele acha tudo aquilo uma grande baboseira e não perde tempo para criar piadas a respeito. Afinal, bom mesmo é o que ele acredita fazer. Nada melhor do que trabalhar em um lugar cool, ser malhado e seguir as tendências da semana. Henri curte tudo o que é hype. Ao chegar em seu quarto, ele sente um vazio enorme. Não sabe o que é aquilo e logo em seguida para dispersar “essa viagem”, já liga seu computador para jogar e conversar com seus amigos sobre a fase da vez.

Com a Lorena, o negócio é diferentão! Ela trabalha 16 horas por dia, vai viajar sempre que pode para os lugares mais incríveis que existem no globo terrestre e gosta mesmo é de tirar fotos. Selfies. Para onde Loren vai, tem selfie. Superextrovertida, não tem quem não goste da vibe dela. Loren mora numa quitinete sozinha no centro da cidade e sempre que dá vai visitar seus pais e sua irmã caçula. Ela sempre hospeda sua irmãzinha em casa e gosta de pagar tudo para ela. Até as viagens, inclusive. De tanto que ela se importa com a irmã e faz coisas por ela, Lorena acredita que ela é uma segunda mãe de sua irmã. Por ter um status que ela acha ser legal, já aproveitou alguns momentos para dizer aos pais como eles precisam cuidar da irmã. Lorena faz yoga num estúdio perto de sua casa, mas a sua pressa para chegar às aulas é tão grande que ela quase sempre esquece de agradecer seu vizinho por segurar a porta do elevador ou de dar bom-dia ao porteiro.

Autoconhecimento x autossabotagem

Silhueta de uma mulher olhando para a janela com o pôr do sol

Kristijan Arsov/Unsplash

Quando desconhecemos ou simplesmente ignoramos o fato de que as ações diárias em nossa vida impactam nas cenas dos próximos capítulos de nossa própria história, a história tende a se repetir até que o ciclo vicioso seja interrompido. Pensamentos, sentimentos, emoções e ações contribuem para nossos próximos passos.

Quando permitimos desenvolver o autoconhecimento, o mundo muda, pois a nossa forma de ver o mundo e de viver num mundo XYZ está intimamente ligada às próprias percepções.

Sabe, um dia eu fiz parte do grupo de pessoas que achava estranho ver tudo aquilo o que não era condizente com a minha “realidade” na época, até eu dar abertura e vivenciar a oportunidade de me transformar. Permitir uma brecha de luz adentrar em meu SER fez mais sentido do que qualquer velho e habitual paradigma do passado.

Quando praticamos no dia a dia o autoconhecimento, deixamos muitos véus da ilusão caírem. Aos poucos, eles vão caindo até que percebamos a realidade como ela é e não mais como achávamos que era. Paramos de nos identificar e julgar certos padrões de pensamentos, sentimentos e atitudes cotidianas, dando lugar ao novo. A uma nova chance de viver de forma mais consciente.

Mulher em uma cafeteria olhando para fora da janela com uma mesa em sua frente
freestocks/Unsplash

Quando não buscamos o autodesenvolvimento, a probabilidade de dar lugar a pequenas fagulhas de autossabotagem é maior. Hábitos como os que citei nas três historinhas lá no início… quando não estamos na sintonia do desenvolvimento humano, achamos tudo aquilo bem normal, e muitas vezes cremos que na verdade “o inferno são os outros”, “a vida é injusta”, “todo mundo é tóxico, menos eu, lírio virgem do vale não semeado” (risos).

Brincadeiras à parte, buscar pelo próprio autoconhecimento é tão importante quanto respirar! Podemos desenvolvê-lo por meio das terapias integrativas e sistêmicas. Curar a criança interior ferida e acolhê-la com amorosidade fará diferença em nossa vida, a curto, médio e longo prazo.

Se você se identificou com alguma coisa aqui, eu te convido a buscar pelo seu próprio desenvolvimento pessoal, mental, emocional e espiritual pelo autoconhecimento.

Se você acha que faz sentido encaminhar este artigo para outras pessoas, com o objetivo de ajudá-l@s, ficarei feliz por poder espalhar sementinhas do despertar por aí.

A 3D (terceira dimensão) precisa de muito amor, aceitação, acolhimento e boas vibrações.

Com amor, Giselli.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: PENSO E ACONTECE! ACREDITE, VOCÊ É 100% RESPONSÁVEL PELA SUA REALIDADE!

Fico feliz em saber que o Youtube está cheio de vídeos de boa qualidade sobre AUTOCONHECIMENTO e quanto mais pesquiso, mais acho excelentes produções sobre o assunto. Isso é sinal de que a consciência coletiva está realmente despertando e se expandindo. O destaque desta sexta-feira é o resumo animado do livro Penso e Acontece de Bom Proctor e Greg S. Reid, que fala do poder de transformar suas ideias em realidade. É exatamente o que venho falando na série de vídeos no Instagram. E isso não é novo minha gente. Então vamaos lá, assista ao didático vídeo a seguir, abra sua mente e assuma o comando da sua vida!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: UM SALTO QUÂNTICO DA DIMENSÃO DAS ILUSÕES (3ª) PARA A 5D

Trago mais um texto super esclarecedor, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, sobre a quinta dimensão, para aqueles que ainda não entenderam o que seriam essas diversas dimensões (3ª, 4ª, 5ª, etc.) em que nós humanos vivemos, as quais muitas pessoas associam erroneamente a planos físicos. Na verdade essas dimensões são planos, mas não planos físicos e sim planos conscienciais evolutivos e vibracionais. Portanto lhe convido a ler o artigo completo a seguir para ter melhor noção sobre o assunto e desta forma dar um salto quântico no processo de expansão da consciência.

Libertando-se das ilusões e entrando na 5D – Trabalhadores da Luz

Libertando-se das ilusões e entrando na 5D

Mensagem de 6 de Junho de 2020

O mundo está experimentando uma consciência de quinta dimensão. As pessoas estão acordando da 3ª para a 5ª dimensão e estão experimentando a consciência da unidade.

O “eu” na 5ª dimensão não é um ego, mas é “unidade”, refere-se a tudo – amor, harmonia, tranquilidade, bem-aventurança e alegria nessa dimensão.

Tudo se torna mais rápido e mais forte nesta dimensão. Os pensamentos, frequência e vibração são rápidos. Ocorre quando alguém está alinhado espiritualmente com o universo. É uma compreensão profunda da natureza da existência.

A quinta dimensão não é outro lugar; está aqui e agora. Também podemos experimentar nossas realidades de 3ª e 4ª dimensões, enquanto também experimentamos a 5ª dimensão.

Alguns estão experimentando isso agora, enquanto outros estão demorando para acordar. Você pode dizer quando está experimentando quando essas características se dissolvem; Ego, orgulho, raiva e ódio.

A Quinta Dimensão não tem lugar para eles

Estando neste estado, você percebe que tudo que você conheceu em sua existência faz parte de uma consciência – unidade. Seu chakra do coração é ativado e, pela primeira vez, você experimenta uma felicidade total.

Você está mais sintonizado com sua intuição; como seu terceiro olho se abre. Com sua nova visão, você percebe que agregar valor aos outros é muito mais importante do que qualquer coisa que você possa obter.

Você entende que todos fazemos parte da mesma criação, seja o que for que co-criarmos juntos, se materializará.

3D para 5D – Consciência da Quinta Dimensão
Primeiro, você precisa saber que não é inferior estar na terceira dimensão. Todo mundo tem uma jornada espiritual diferente, e todas as dimensões estão aqui para nos ensinar uma lição.

É tudo sobre a percepção do pensamento que decide o que acontece na realidade. Na 5D, seu processo de pensamento e conhecimento sobem outro nível.

Terceiro Chakra – Plexo Solar
O mundo na 3D está mais conectado ao terceiro chakra (plexo solar), que tem tudo a ver com poder e identidade pessoais.

É focado na dualidade. O que é certo e o que é errado, bom ou ruim, normal ou anormal. As pessoas têm uma abordagem lógica para fazer as coisas. Eles se concentram no resultado e estão trabalhando para melhorar seu futuro.

O eu egoico desempenha um papel vital na 3D. Muitos querem realizar seus desejos e farão qualquer coisa por isso. Alguns jogam a carta da vítima. Sem dor, eles não saberiam o que é felicidade. Sem o mal, não haverá bem.

Da mesma forma, experimentamos muitas emoções no mundo materialista, que é uma escada para a 5D. O amor na 3D é amor egoísta e condicionado.

Enquanto na 5D, toda ação vem do amor, como uma folha morta pode não sobreviver à alta vibração do fogo. A mesma regra se aplica na 5D; o medo não tem chance nas vibrações mais altas.

Se alguém sentir medo enquanto estiver na 5ª dimensão, o nível de vibração cairia para o próximo nível (4D); é apenas na quinta dimensão que podemos manter a aceitação e o amor incondicionais.

Removendo a ilusão da separação e Aceitando o Amor na 5D
É preciso paciência e muito trabalho interno para chegar a esse ponto. Antes de avançar para as dimensões mais altas, você precisa entender as dimensões mais baixas.

Aqui estão dez dicas que podem ajudá-lo a aumentar sua vibração:

  1. Filtre sua mente subconsciente. Sua mente subconsciente carrega muitos pensamentos e emoções do passado, o que afeta seu padrão de pensamento atual.
  2. Cure a si mesmo e você pode curar os outros. Depois de aceitar toda a dor, medo e dores do passado, deixe-os ir. Você pode então iniciar uma nova jornada em direção ao crescimento espiritual.
  3. Perdoe os outros por suas ações. Eles fizeram isso a partir do seu nível de consciência. Você não passou pela jornada deles.
  4. Não leve nada para o lado pessoal.
  5. Faça o que seu coração diz. Seja apaixonado e trabalhe nos seus sonhos.
  6. Pense em situações em que todos saem ganhando.
  7. Concentre-se nas coisas que agregam valor a você e a sua vida.
  8. Medite e tente estar no momento presente.
  9. Seja da natureza. Sinta a paz e a serenidade; isso vai te aterrar.
  10. Seja positivo. Faça amizade com pessoas que aumentam sua positividade.

Sinais de que você está na consciência da quinta dimensão

  1. Você está mais presente do que nunca. Viver o momento é o seu novo mantra. O passado e o futuro não importam para você. Você entende o poder do agora.
  2. O tempo desempenha um papel valioso em sua vida. Sua percepção do tempo muda, parece que o tempo diminuiu.
  3. Seu sistema de crenças muda. Você se desapega dos pensamentos e padrões conservadores da sociedade.
  4. Você começa a ser grato pelo que tem.
  5. Criticar e humilhar os outros não é sua xícara de chá.
  6. Você se distancia das pessoas que drenam energia e atrai pessoas que têm a mesma vibração que você.
  7. Seus desejos estão se manifestando mais rapidamente do que nunca devido às altas vibrações.
  8. Às vezes, pensamentos do passado entram em sua mente, mas você os aceita e os deixa ir.
  9. Você entende que a razão de todos fazerem isso é um reflexo e uma percepção de si mesmo.
  10. Você segue sua paixão e deixa de ser o povo mais agradável.
  11. Você sempre confia em sua intuição.
  12. Seu corpo passou por uma ativação do corpo de luz e você é mais flexível em movimento e confia no fluxo.

Conclusão
A quinta dimensão é um maravilhoso estado de consciência. Quando você alcançar esse estado de ser, será o período de ouro da sua vida.

Quais são seus pensamentos sobre a consciência da 5ª dimensão?

Kash e Susan
Fonte: https://www.spiritualunite.com/ — Robson Marcio de Souza e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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REFLEXÃO: O MAGNETISMO PESSOAL E A NATUREZA VIBRATÓRIA DO PENSAMENTO

A nossa REFLEXÃO desta sexta-feira é acerca de filosofia e física quântica que trata do poder do Magnetismo Pessoal. Da força do pensamento e as suas formas de transmissão à luz da física quântica e da natureza vibratória de tais pensamentos. Leia o texto completo a seguir e conheça um pouco mais do mundo quântico.

Magnetismo Pessoal

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Cuidado com o que você pensa!

Você sabia que seus pensamentos produzem energias que se irradiam ao seu redor?

As Imagens que você gera poderão te afetar também….rsss _  Falo sério …

Então, os nossos pensamentos produzem impulsos elétricos que são propagados entre os neurônios para a construção das ideias. 

Você sabia que toda passagem de corrente elétrica por um condutor produz um campo magnético que se propaga ao redor do meio físico em forma de ondas?

Ocorre também o inverso,  um meio condutor ao ser percorrido por um campo magnético também produz corrente elétrica da mesma natureza vibratória.

É assim que funcionam as antenas receptoras e transmissoras de rádio. 

Estas ondas eletromagnéticas produzidas pela atividade mental criam em volta de nosso cérebro um campo de força que tem a mesma natureza vibratória dos pensamentos que foram gerados. 

Neste sentido podemos afirmar que o nosso cérebro é uma antena transmissora e receptora de campos magnéticos e que nossos pensamentos podem ser transmitidos a outros cérebros e que podemos receber pensamentos  de outros cérebros.

Os cientistas ainda não conseguiram medir esta irradiação, mas já existem experiências comprovando a transmissão de pensamento de uma pessoa para outra a quilômetros de distância.

Agora pensa, se as pessoas se deixam influenciar por estas irradiações  e reproduzem tais pensamentos em suas próprias mentes, elas se tornam propagadoras, e replicam os pensamentos uns dos outros formando assim uma grande rede mental.

Isso é muito semelhante aos sistemas atuais de antenas celulares que transmitem os sinais umas para as outras permitindo que a comunicação seja feita a grandes distancias sem precisar de uma potência muito elevada.

Você já havia pensado nisso ? É por isso que temos que ter cuidado com os pensamentos, principalmente aqueles que mantemos por muito tempo…

 

Wanda Ceila

Terapeuta holística vibracional e integrativa.

Fonte: Leve Consciência

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