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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: DEVEMOS NOS GUIAR PELA INTELIGÊNCIA DO CORAÇÃO E A PERCEPÇÃO SENSORIAL DA INTUIÇÃO

Assim como no meu livro “Quando Fala o Coração” o texto a seguir, de autoria de Johanna Bassols, criadora do Método de Reprogramação da Alma e fundadora da Academia dos Curadores da Luz, também aborda o assunto pelo mesmo ângulo e/ou olhar.NO MEU NOVO FAÇO UM ESTUDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DE PENSAR, FALAR, AGIR E SENTIR COM O CORAÇÃO PARA SE ALCANÇAR A VIDA PLENA, JUNTAMENTE COM O DESENVOLVIMENTO DO PODER SENSORIAL DA INTUIÇÃO QUE TODOS TEMOS. A CIÊNCIA JÁ DESCOBRIU QUE 65% DAS CÉLULAS DO CORAÇÃO SÃO CÉLULAS NEURAIS E QUE, AO CONTRÁRIO DO QUE SE PENSA O CORAÇÃO É QUEM ENVIA INFORMAÇÕES 24 HORAS POR DIA PARA O CÉREBRO. NO TEXTO A SEGUIR VOCÊ VAI APRENDER COMO COMEÇAR A “PENSAR” COM O CORAÇÃO. LEIA O TEXTO A SEGUIR, REFLITA E TIRE SUAS CONCLUSÕES!

Como começar a “Pensar” com o coração

coração como começar a pensar com o coração

Durante muito tempo, mas em particular no moderno mundo ocidental, pensamos no coração como simplesmente um mecanismo de bombeamento responsável por levar sangue para os nossos órgãos.

A importância física do coração não deve ser subestimada pois ele suporta a vida enviando o sangue da vida para os membros em forma de árvore pelo nosso sistema vascular – mas essa é uma visão excessivamente simplista do que o coração é capaz de fazer.

pesquisa mais recente de Gregg Braden descreve a antiga técnica de usar o coração como um órgão inteligente.

inteligência do coração foi ignorada durante muito tempo. O que aprendemos sobre a sabedoria do coração, no entanto, e durante os últimos anos através do Instituto HeartMath e de pesquisas de psicólogos, neuro-biólogos e ensinamentos de sabedoria recuperados do nosso passado antigo – deve inspirar todos a olharem para o coração de uma forma completamente nova.

Para aqueles que não estão acostumados a usar a sua inteligência inata – que é a sua intuição – sintonizar o coração em busca de respostas para as questões mais profundas e difíceis que possam surgir pode parecer ridículo. Porquê perguntar ao coração se deve permanecer num relacionamento que é desafiador, ou mesmo se deve fazer um procedimento médico?

Pode parecer ignorante ou até aleatório fazer perguntas como estas ao coração, mas ele tem uma sabedoria que o intelecto não pode igualar. Aqui está o porquê:

O coração não envia informações através dum filtro egóico

O coração conhece o seu passado, o seu presente e o seu futuro. A sua inteligência não se importa com as suas construções egóicas. O coração simplesmente fala dum lugar completamente neutro.

Pode pensar nisso como um amigo próximo que tem o seu melhor interesse em conta e que não se importa em fazer com que pareça bom aos seus olhos.

Hridaya

Existe um termo antigo que não tem uma tradução directa em inglês que descreve essa inteligência do coração. Hridaya é a energia contida no chacra do coração. Este não é apenas o coração físico, mas o coração espiritual. Contém a inteligência de Deus ou a mente transcendental.

A palavra vem da língua sânscrito, e o significado mais próximo do inglês seria algo assim:

Hrid = centro

Ayam = isso

Assim, o coração espiritual leva-o sempre ao seu centro. Ele não se desviará do seu Eu Superior, assumindo sempre uma visão de 360º (e mais além) sobre qualquer situação que enfrente.

O yogi Bhagavan escreveu uma vez sobre isto para explicar este coração espiritual mais detalhadamente:

“ASSIM COMO EXISTE UM CENTRO CÓSMICO DO QUAL O UNIVERSO INTEIRO SURGE, E TEM O SEU SER E FUNÇÕES, COM O PODER OU A ENERGIA DIRECCIONADA QUE DAÍ EMANA, TAMBÉM EXISTE UM CENTRO DENTRO DA ESTRUTURA DO CORPO FÍSICO EM QUE TEMOS O NOSSO SER. ESTE CENTRO, NO CORPO HUMANO, NÃO É DIFERENTE DO CENTRO CÓSMICO. É ESSE CENTRO EM NÓS QUE É CHAMADO DE HRIDAYA, A CASA DA CONSCIÊNCIA PURA, PERCEPCIONADA COMO EXISTÊNCIA, CONHECIMENTO E BENÇÃO. ISSO É REALMENTE AQUILO A QUE CHAMAMOS A PRESENÇA DE DEUS EM NÓS ”.

Por outro lado, a mente-cérebro pensa nas nossas experiências passadas, nas nossas crenças erróneas passadas atribuídas a essas experiências, e faz todo tipo de reviravoltas por meio de uma paisagem conceptual que criamos para nos dar uma resposta “correcta” às questões profundas da vida.

Um zen-budista também pode descrever o que acontece quando pensamos com a cabeça (cérebro) em vez do coração.

Colocamos um nevoeiro – um tipo de cobertura perceptual em cima de uma situação e depois adicionamos um investimento emocional. Nós chamamos a isso de “realidade”, mas isso não poderia estar mais longe da verdade.

No entanto, achamos que temos que obter um siddhi (uma grande realização ou milagre) para obtermos a sabedoria ou inteligência supernormal. Então, continuamos confiando nas falsas percepções da mente-cérebro.

A Neuro-Biologia do Coração

Para além disso, se fôssemos olhar para a simples neuro-biologia do coração existem muito mais fibras desde o coração até ao cérebro do que do cérebro para o coração. Isso significa – como Gregg Braden recentemente apontou numa palestra da Gaia TV – que há muito mais comunicação a ser enviada para o cérebro do que a ser recebida dele.

Como o Instituto HeartMath explica, o coração também começa a bater no feto antes do cérebro ser formado, um processo ao qual os cientistas chamam de autorrítmico.

Nós, seres humanos, também formamos um cérebro emocional muito antes do racional, e o coração tem o seu próprio sistema nervoso complexo e independente, conhecido como “o cérebro do coração”.

O coração também pode criar um nível de coerência no corpo apenas por intermédio do seu ritmo, que regula todos os seus sistemas e corrige até mesmo as células doentes.

E, finalmente, o campo eletromagnético do coração é cerca de 60 vezes maior em amplitude do que o do cérebro, permeando todas as células do corpo. O componente magnético é aproximadamente 5000 vezes mais forte que o campo magnético do cérebro e pode ser detectado a vários metros de distância do corpo com magnetómetros sensíveis.

Como pensar com a sabedoria do coração

Veja o que Braden sugere para nos ajudar a aprender a usar a sabedoria massiva do coração:

  1. Concentre-se no coração (e no chacra do coração). Isso envia um sinal para o coração de que procura a sua inteligência.
  2. Baixe a sua respiração. Isso envia outro sinal para o seu corpo de que procura uma inteligência superior, e não aquela do ego normalmente stressado e assustado. A respiração profunda acalma o sistema nervoso e acalma o cérebro.
  3. Estimule um sentimento de Gratidão, Compaixão ou de Amor. Estes são os sentimentos que desencadeiam uma ativação da energia do coração.
  4. Faça uma pergunta ao seu coração. A questão deve ser breve e objetiva.
  5. Todos experimentarão a inteligência do coração de forma um pouco diferente. Pode sentir borboletas no seu intestino, uma sensação quente em crescendo ao redor do seu corpo ou formigueiro nas pontas dos dedos. Pode não sentir sensações corporais, mas tem uma resposta clara e curta que vem através da sua mente. Saiba que provavelmente não precisará de uma história longa para “justificar” a sua sabedoria. O coração fala direta e claramente. Se não tentar este processo novamente, deixe o seu corpo saber que você busca a inteligência do coração e não a do ego.
  6. A prática leva à perfeição. Quanto mais vezes fizer isso mais fácil será almejar a Consciência pura – o Hridaya.

Por Johanna Bassols, criadora do Método de Reprogramação da Alma e fundadora da Academia dos Curadores da Luz.

Fonte: https://themindunleashed.com/2018/02/how-to-start-thinking-with-the-heart.html

Fonte: Preparem-se para a mudança

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REFLEXÃO: SOLTE-SE, FIQUE LEVE E SE DEIXE SER GUIADO PELA LUZ!

O nosso texto de REFLEXÃO desta terça-feira fala de leveza, de soltar-se, de ascender-se, pois o a saída é para cima, rumo a liberdade, através da luz, pois somos filhos da luz e seremos guiados em meio à ilusão do caos que paira na terceira dimensão para uma dimensão feita de paz, onde não há dor nem sofrimento. Portanto, leia o texto completo a seguir, faça sua reflexão e faça o seu juízo de valor.

Fique leve

 em 

 

“Quando o medo bater à sua porta, pois todos nós, humanos, temos sido por ele visitados neste momento planetário, eleve seus olhos ao céu.

Olhe para o Sol, para as estrelas, para o movimento das árvores. Sinta a brisa acariciando sua pele. Ouça o canto de um pássaro e lembre-se : – Tudo é energia. Você é luz. Seu corpo é luz.

Quando nos lembramos disso, somos convidados a confiar nessa luz. Você confia na luz? Mesmo quando tudo está escuro? Ouça, a luz que você é vai guiar você através da escuridão. Você não precisa conhecer o caminho, não precisa se antecipar ou tentar controlar as coisas para que isso aconteça.

O que você precisa é manter uma conexão com a luz. Recebemos, a cada instante, tudo o que necessitamos para o nosso bem, e para o bem maior. A voz do amor (outro nome da luz) sussurra com delicadeza em nossos ouvidos. Nos fornece instruções, direcionamento, acolhimento.

Podemos receber tudo o que necessitamos. Apenas precisamos estar atentos. Ouvir essa voz é a única proteção real neste momento. Seremos intuitivamente guiados. Para ouvir sua voz interior, sua intuição, você precisa confiar na luz, confiar no amor, nessa força inteligente que criou tudo o que existe, nessa força que tudo sabe, que tudo pode.

Feche os olhos. Respire. Dissolva o medo ao entregá-lo à essa força. Você é um filho da luz e será guiado em meio à ilusão do caos que paira na terceira dimensão, nesta camada de espaço/tempo. Nos moveremos para uma dimensão feita de paz.

Para facilitar isso, fique leve. Torne sua vida leve. Solte os excessos, os apegos, as crenças, as bagagens que acumulou em sua vida. Solte e confie. Permita-se ser guiado pela sua luz. A saída é para cima.” (Patricia Gebrim)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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AUTOCONHECIMENTO: TRABALHE A SUA INTUIÇÃO E VIBRE ALTO, POR WAGNER BRAGA

O que desperta o medo no homem é a falta de consciência! No vídeo de hoje, falo sobre intuição e frequência vibracional, assunto extremamente importante no período que estamos vivendo, pois precisamos desenvolver nossa intuição para crescer espiritualmente e passar por esses tempos difíceis enxergando as coisas com mais positividade.

Fonte:

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REFLEXÃO: AUTOCONHECIMENTO, INTUIÇÃO E HUMILDADE PARA CONSTRUIR SEU PRÓPRIO CAMINHO

O Blog do Saber apresenta, nesta terça-feira, na sua coluna REFLEXÃO, mais uma preciosidade da maravilhosa Patrícia Gebrim, que aborda o autoconhecimento, a intuição e a humildade, simplesmente sem citar as três palavras, mas elas estão nas entrelinhas desse texto fantástico que é só sabedoria. Portanto, convido você a ler, refletir, interpretar e colher o melhor desse texto para sua própria evolução!

Seu próprio caminho

 em 

 

Todos nós, encarnados no planeta neste ponto do tempo e espaço, estamos sendo chamados a ouvir nossa própria voz.

Há muitas vozes à nossa volta, apontando para as mais diversas verdades e direções. Quer saber? Ouça a todas, mas siga apenas a si mesmo.

Não há como evitar envolver-se com o que estamos vivendo. É preciso ter uma opinião, tomar decisões, você entende? Faça suas escolhas, mas faça sem arrogância, sabendo que mesmo você pode estar equivocado. Todos podemos.

O caminho não existe por si só, e sim no encontro entre o caminho e o caminhante. Cada um de nós faz parte da realidade que cria. Pode ser que seguir pela direita seja o melhor para você, mas você nada sabe sobre o que é o melhor para os outros.

Assim, talvez nosso maior desafio neste momento seja parar de julgar os outros. Você julga porque está tão cheio de certezas, está tão certo de que sua escolha é a melhor… E se não for? E se não for a melhor para aquela pessoa?

O outro tem tanta certeza quanto você de que está certo. Você gostaria de ser obrigado a seguir o que o outro acredita? Se não gostaria, não obrigue ninguém. Não julgue ninguém. Talvez, se tivesse percorrido os mesmos caminhos que aquela pessoa, você acreditasse no mesmo que ela.

Assim, paremos de tentar controlar o mundo. Nos foquemos em honrar nosso próprio caminho e percorrê-lo com atenção e confiança, da forma mais plena que formos capazes. (Patricia Gebrim)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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REFLEXÃO: NÓS ACREDITAMOS, POR CAMILA ZEN

Sexta-feira é dia de REFLEXÃO com Camila Zen, aqui na coluna. Hoje ela reflete sobre o que Nós acreditamos: Nós acreditamos que nascemos com uma luz brilhando dentro de nós e que essa luz tem o poder de iluminar o mundo. Acreditamos no poder da conexão com a natureza, e que dela vem tudo aquilo que precisamos para uma vida saudável e feliz. Acreditamos que o brilho do sol, o cheiro da chuva e a brisa do mar têm a capacidade de nos trazer de volta a nossa verdadeira essência. Nós acreditamos na simplicidade. E que as melhores coisas da vida não são feitas de grande glamour. Nós acreditamos nas pessoas. E não acreditamos que a depressão, a ansiedade e o estresse possam nos vencer. Nós acreditamos em sorrisos sinceros, abraços apertados e olhares cheios de luz. Nós acreditamos que a mudança nas nossas vidas depende exclusivamente de nós, e escolhemos mudar sempre em busca da evolução. Acreditamos em um mundo com mais corações em paz, mais mentes calmas e mais vidas em equilíbrio.

Fonte:

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REFLEXÃO: A INTUIÇÃO E O SAGRADO FEMININO SERÃO VALORIZADOS EM 2021

Não tenho certeza, mas pelo sobrenome o autor do maravilhoso texto a seguir, provavelmente é esposo da Beth Michepud, a fundadora do Blog Sabedoria Universal. Ele afirma que 2021 é o ano da Intuição. N meu livro Coração, Intuição e Gratidão eu enfatizo que a Intuição é um poder sensorial que todos nós, homens e mulheres, temos e precisamos investir e desenvolver essa percepção mais e mais, já que ela, aliada ao nosso coração vão nos ajudar a tomar decisões assertivas e nos conduzir pelo caminho reto que nos levará a vida plena. Então leia o texto completo a seguir e aprenda a seguir a sua intuição!

2021, o ano da intuição

 em 
Photo by Annie Spratt on Unsplash

Ano Novo, vida nova. Geralmente é com esse tipo de votos que abrimos nossos desejos para um novo ano. Mas o que esperar de 2021? O que será que está por vir nesse novo pequeno ciclo?

2021 será um ano muito potente e intenso. Olhando por diversos prismas, ele é um ano que nos permitirá refletir sobre nosso ideal, nos conectando profundamente com nosso sagrado feminino e com nossa necessidade de comunicação. Ao mesmo tempo, com toda essa energia ele vem para terminar de derrubar o que 2020 chacoalhou – se em 2020 tivemos a oportunidade de colocar luz naquilo que tínhamos dificuldade de ver, 2021 nos faz prontos para derrubar o que não é mais útil e começarmos a construir aquilo que queremos como seres humanos e de luz.

Ou seja, utilizando como base o verbo Religare (do Latim, ligar novamente, voltar-se às origens), esse é o momento de nos unirmos ao nosso mais sagrado e nos conectarmos com nossa intuição, trabalhando nossa essência para que possamos acessar o nosso melhor e trazer impactos positivos e de luz à todas as pessoas e seres desse universo.

Sim, esse novo ano também nos trará diversos desafios. Com a recente entrada na Era de Aquário (no dia 21/12/2020), sentiremos cada vez mais o ímpeto de questionar, manifestar e comunicar, além de sentir uma abertura para assuntos novos e incomuns até então. Novas visões serão colocadas na mesa, bem como novas tecnologias. E tudo isso contribuirá para uma expansão ainda maior da nossa força pessoal e coletiva para promover mudanças. Há de se ter muito cuidado com a comunicação também. Comunicação Não-Violenta e Autoconhecimento serão atitudes norte para que possamos agir sempre no nosso melhor.

Explorando outras visões, esse cenário também é referendado pela Numerologia… 2021 é regido pelo número 5, marcado por incertezas e instabilidade. Se por um lado há o conflito do velho com o novo, por outro o número 5 também traz em si o pensar diferente, inovar e enxergar outras perspectivas.

O Tarot, por sua vez, traz como carta regente para 2021 o Papa. Essa figura, que nos convida a revisitar convicções, nos impulsiona a rever conceitos em vez de se manter irredutível numa posição. 2021 será o ano de aprender a ver a vida por outros ângulos.

Já o Sincronário da Paz, baseado no Calendário Maia, diz que teremos um ano Espelho, com guia Enlaçador de Mundos. Isso significa que será um ano de reflexões, no qual teremos como norte a conexão com a espiritualidade. Os demais elementos (Dragão, Noite e Estrela) nos dizem que seremos impulsionados pela criação e que, ao lidar com nossos sabotadores, poderemos iluminar nossa própria sombra e trazer à tona o nosso feminino e nossa intuição.

O que dizem algumas religiões?

Olhando pelo prisma de religiões, na Umbanda os orixás regentes de 2021 serão Oxalá e Oxum, duas figuras que trazem a importância de se valorizar tanto o seu lado espiritual quanto o familiar. 2021 será considerado um período de fechamento de ciclos para o início de outro, num ano de crescimento pessoal, espiritual e material, utilizando-se da proteção, união, aprendizado e paciência dessas duas figuras divinas para trazer o ser humano para o centramento necessário.

Já no Hinduísmo, a visão é que o ano de 2021 será regido por Kali, que representa a Mãe Natureza. Essa deusa, um aspecto da deusa Durga que surge sempre que algo de ruim precisa ser destruído, vem para abrir nossos olhos para a realidade e, a partir daí, permitir que um processo de evolução ocorra. Em outras palavras, é tempo de retirar as vendas para tudo o que vem acontecendo no mundo e conosco, e agir a partir das nossas próprias atitudes, sentimentos e pensamentos, dando espaço àquilo que realmente é fundamental para a felicidade.

Ou seja, 2021 será…

Esplêndido. Cada um será desafiado a se conectar com sua intuição e sabedoria interna, permitindo que o sagrado feminino ganhe forças e equalize as necessidades do mundo. Será um ano de fechamento de ciclos e abertura de novas jornadas, que serão muito prósperas se conseguirmos ouvir nossa voz interior e sabermos o que realmente impactará positivamente a nós mesmos como seres de luz e, consequentemente, expandir amor a todo o planeta e universo.

Que em 2021 você possa despertar esse melhor e fazer crescer esse sentimento de paz, alegria, luz e prosperidade. E que a gratidão, o amor e a sabedoria sejam a tônica dos novos tempos.

Gratidão! Namastê!

Pedro Michepud Rizzo

Fonte: Sabedoria Universal

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: 7 PASSOS PARA VOCÊ SER MUITO BOM NAQUILO QUE QUISER

A Maestria é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira. Você vai saber como se tornar muito bom no que você quiser, assistindo a mais um resumo animado de Albano. Desta vez, o livro MAESTRIA de Robert Greene. Portanto lhe convido a assistir ao vídeo completo a seguir e aprender o pulo do gato!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: UMA CURTA HISTÓRIA SOBRE GRATIDÃO, POR CAMILA ZEN

A nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira trás um presente pra você. Uma história sobre o único dia que você não poderá ser grato. Espero que essa história possa trazer luz e gratidão ao seu 🧡coração e ao coração dos que você ama, pois um coração grato é um imã para milagres.  Amor e luz, namastê. 🙏🏼✨

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: A ESSÊNCIA DA MENTE ABRANGE TODAS AS COISAS

A intuição é uma percepção sensorial que todo ser humano possui, mas que a maioria das pessoas, geralmente, não a desenvolve. Costuma-se falar que é o sexto sentido e que só a mulher possui. Isso não é verdade. Qualquer pessoa possui esse dom, mas não desenvolve essa percepção ao longo da sua vida e perde a valiosa oportunidade de evoluir espiritualmente mais rápido. A intuição cresce com a experiência de vida de cada um e é essência para nos orientar, principalmente nas tomadas de decisão na nossa trajetória. Por isso devemos desenvolvê-la, ouvindo-a junto com o coração. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e descobrir o verdadeiro valor e importância dessa percepção sensorial na nossa vida! 

O caminho da intuição

“A essência da mente é grande porque abrange todas
as coisas; todas as coisas são da nossa natureza.
Não existe uma questão de “limpar” a mente, mas sim
de ter consciência da sua universalidade”

Lama Anagarika Govinda*

A meditação sempre foi o principal requisito da doutrina budista de liberação. Entretanto, quanto mais as diferentes técnicas de meditação, suas definições psicológicas e seus princípios metafísicos e filosóficos eram explicados, classificados e fixados em comentários, mais as práticas de meditação eram negligenciadas e sufocadas por discussões teóricas, regras, regulamentos morais e infindáveis recitações de textos sagrados.

A reação foi uma revolta contra as escrituras e a erudição e um retorno a uma experiência mais direta e espontânea. Ao pedantismo de um pensamento escolástico e de lógica intelectual opôs-se a ferramenta do paradoxo, que, como uma espada afiada, cortou os nós dos problemas criados artificialmente e nos deu um relance da verdadeira natureza das coisas. O paradoxo, entretanto, é uma espada de dois gumes. Quando ele se torna rotineiro, destrói aquilo que ajudou a revelar. A força de um paradoxo, como a de uma espada, está no inesperado e na velocidade com que ela é manejada.

Um bom exemplo é a história de dois monges chineses que discutiam sobre uma bandeira ao vento. Um dizia que a bandeira se movia; o outro, que ela era movida pelo vento. Hui- -Neng, o Sexto Patriarca da China, disse: “Nem o vento nem a bandeira estão se movendo; é a mente de vocês que se move.” Mummon, um Patriarca Japonês do século XIII, foi além: “Nem o vento, nem a bandeira, nem a mente estão se movendo.”
Ele se referiu ao princípio essencial de sunyata: não há ir nem vir, mas os dois aspectos subjetivos e objetivos da realidade estão incluídos.

Essa realidade além dos opostos, contudo, não deve ser separada de seus expoentes; a transitoriedade não deve ser separada da eternidade. A mais perfeita autoexpressão individual é a descrição mais objetiva do mundo. O maior artista é o que expressa o que é sentido por todos.
Como ele faz isso? Sendo mais subjetivo que os outros. Quanto mais ele expressa a si mesmo, o seu ser mais íntimo, mais próximo ele se mostra aos outros. A nossa natureza real não é o nosso ego limitado e imaginário; é o vasto e oniabrangente espaço, tão intangível quanto vazio. É sunyata em seu sentido mais profundo. O segredo da arte é que ela revela o supraindividual através da individualidade, o “não ser” através do ser, o objeto através do sujeito. A arte em si é uma espécie de paradoxo, e é por isso que todas as escolas de meditação do Budismo no Extremo Oriente dão a ele essa importância tão grande.

O Sutra do Sexto Patriarca é um exemplo do uso ideal do paradoxo. Ele expressa a atitude espiritual do Zen de uma maneira que não ofende o bom senso nem tente fazer do bom senso a medida de todas as coisas. O leitor se situa numa atmosfera que o coloca acima do plano da consciência diária, e participa da realidade num nível mais alto de consciência.

O Sexto Patriarca impressiona pela sua espontaneidade, que deveria ser
inerente a cada ser humano, e com a qual o leitor facilmente se identifica. Assim ele é capaz de participar das experiências e dos ensinamentos do Patriarca, cuja vida tornou-se o símbolo máximo do Budismo Zen.

O noviço de Kwang-tung, cujamente não estava ainda sobrecarregada por qualquer problema filosófico, penetrou espontaneamente no centro da vida espiritual: a experiência do Budado. Essa experiência não depende de regras monásticas e erudição, de ascetismo e virtuosidade, de conhecimento livresco e de textos sagrados, mas somente da realização do espírito vivo dentro de nós.

O Sexto Patriarca atingiu um estado de espontânea iluminação sem ter tido qualquer educação formal, embora, por outro lado, tenha sido ao GERD ALTMANN/PIXABAY ouvir o Sutra Diamante que seu interesse despertou e sua visão espiritual se abriu. A experiência espontânea, portanto, pode muito bem ser o produto de uma antiga tradição consagrada, se essa tradição contém símbolos de uma realidade supramental (que a psicologia moderna chamaria de símbolos arquetípicos), ou seja, formulações que levem a mente além do círculo estreito do raciocínio mundano. No choque inesperado entre uma mente sensitiva e esses símbolos e formulações, as portas da percepção interna são subitamente abertas, e o indivíduo se identifica com a realidade supramental.

O Patriarca veio de uma família pobre de Kwang-tung. Um dia, quando vendia lenha no mercado, ouviu o Sutra Diamante, e isso despertou uma resposta tão profunda que ele decidiu entrar no monastério da Escola Zen, onde o abade era o Quinto Patriarca. Ele se tornou um noviço e recebeu o trabalho mais humilde, no estábulo e na cozinha.

Um dia o abade convocou todos os discípulos a fim de escolher um sucessor. Ele queria escolher alguém que tivesse não apenas compreendido, mas realizado a mensagem do Zen; assim, pediu aos monges que escrevessem sobre a natureza mais íntima da mente. Ninguém ousou se apresentar, exceto o erudito Shin- -shau, já considerado um sucessor.
Shin-shau escreveu seu verso na parede do corredor, para anunciar a sua autoria apenas se o Patriarca ficasse satisfeito. O Patriarca, embora apreciasse as palavras, pediu a Shin-shau que meditasse sobre elas durante alguns dias e escrevesse outra estrofe que mostrasse que o autor tinha passado pelo portal da iluminação – que tivesse experienciado o escrito.

Dois dias depois, um jovem que passava pelo quarto onde o noviço de Kwang-tung descascava arroz recitou a estrofe do Shin-shau. O noviço foi para o corredor e pediu a um visitante para ler o verso, já que ele não sabia ler nem escrever. Depois que o visitante leu em voz alta, o noviço disse que também tinha composto uma estrofe, e pediu ao visitante que a escrevesse abaixo do verso de Shin-shau.

             Espelho interno

Quando os outros monges viram a nova estrofe e souberam quem a tinha composto, disseram: “Como foi possível que uma pessoa tão iluminada trabalhasse para nós?” O Patriarca, entretanto, temendo a inveja dos monges, apagou a estrofe e pediu ao jovem que se encontrasse com ele à noite. Quando todos no monastério estavam em profundo sono, ele deu ao noviço a insígnia de seu futuro cargo e tornou-o Sexto Patriarca. Ordenou então que o noviço saísse de imediato do monastério e retornasse somente quando ele, o Quinto Patriarca, tivesse falecido. O noviço fez como lhe foi dito, e, quando retornou com os mantos do cargo, ele foi reconhecido com o nome de Wei-lang.

As estrofes de Shin-shau e do Sexto Patriarca oferecem uma percepção valiosa da atitude mental da Escola Zen. A de Shin-shau diz: “Nosso corpo é como uma árvore de iluminação,/nossa mente é como um espelho limpo;/de hora a hora precisa ser limpo,/de modo que nenhuma poeira se ajunte nele.” Este verso mostra uma preocupação pedante com a preservação da pureza do espelho interno,   a mente original (que, de qualquer modo, está além da pureza e da impureza); além disso, mostra que o autor não fala a partir de sua própria experiência, mas apenas como um erudito, porque o verso se baseia em uma expressão do Svetasvatara Upanishad: “Assim como um espelho,/ que foi coberto com poeira,/brilha como fogo, se for limpo,/da mesma maneira, aquele que compreendeu a natureza da alma/atinge o alvo e liberta-se da aflição.

Shin-shau apenas repetiu o Upanishad sem ter experenciado a realidade da mente original, enquanto que o jovem noviço captou a essência do Sutra Diamante em um ato de percepção direta; ele experenciou a verdadeira natureza da mente. Isso se revela na sua estrofe, que refuta a de Shin-shau e mostra o ponto de vista budista como é compreendido pelos Mestres do Zen: “Nosso corpo não é uma árvore de modo algum,/nem é a mente um estojo de espelhos;/quando tudo está vazio,/onde poderia a poeira se acumular?”

A mente original, conhecida como a mente de Buda ou o princípio de bodhi, o anseio por iluminação, é uma propriedade latente de cada
consciência, não apenas um reflexo do universo, mas a própria realidade universal. Isso pode parecer uma espécie de vacuidade metafísica, a ausência de qualidades e de possibilidades de definição. Bodhi, portanto, não é algo que cresceu como uma árvore, assim como a mente não é um espelho que reflete a realidade numa capacidade secundária. A mente em si mesma é a vacuidade que a tudo abrange (sunyata); assim, onde a poeira poderia se acumular?

“A essência da mente é grande, porque abrange todas as coisas; todas as coisas são da nossa natureza.” Não existe uma questão de “limpar” a mente, mas sim de ter consciência da sua universalidade. O que podemos melhorar é o intelecto, a limitada consciência individual. Isso, porém não nos leva além de seus próprios limites, porque permanecemos no círculo de suas leis inerentes de tempo e espaço, lógica e causalidade. Só o ato de ultrapassar nossas limitações e abandonar os conteúdos que nos aprisionam a essas leis pode nos dar a experiência da totalidade do espírito e a realização de sua verdadeira natureza– o que chamamos de iluminação.

A verdadeira natureza da mente abrange tudo que vive. O voto do Bodhisattva de libertar todos os seres vivos não é, portanto, tão presunçoso quanto parece. Esse voto não nasceu da ilusão de que um homem mortal pode se estabelecer como um salvador; é resultado da percepção de que somente no estado de iluminação seremos capazes de nos tornar um com tudo o que vive. Nesse ato de unificação, libertamos a nós mesmos e a todos os seres que estão potencialmente presentes e participam da natureza da nossa mente – que são parte de nossa mente.

É por isso que, de acordo com os ensinamentos do Mahayana, a liberação dos sofrimentos, a extinção da vontade de viver e de todos os desejos, é considerada insuficiente. É por isso que se empenhar na busca da perfeita iluminação (samyak-sambodhi) é considerado o único objetivo digno de um seguidor de Buda. Enquanto desprezarmos o mundo e dele tentarmos escapar, nós nem o superamos nem ganhamos maestria nele; estamos longe da libertação. “Este mundo é o mundo de Buda, dentro do qual a iluminação pode ser achada. Buscar a iluminação nos separando do mundo é tão tolo como buscar chifre numa lebre.” Porque “aquele que trilha sinceramente o caminho do mundo não verá as faltas do mundo.”

Também não deveríamos imaginar que, pela supressão das faculdades intelectuais, podemos atingir a iluminação. “É um grande engano suprimir o pensamento”, diz o Sexto Patriarca. Zen é o caminho para superar as limitações da nossa atitude intelectual. Mas antes de apreciar o Zen, temos que desenvolver o intelecto, a capacidade de pensar e discernir. Se nós não alcançarmos maestria sobre o intelecto, não poderemos superá-lo. O intelecto é tão necessário para superar a emocionalidade e a confusão quanto a intuição é necessária para superar as limitações do intelecto e seus julgamentos.

A razão, a mais alta propriedade do intelecto, é o que guia o pensamento intencional. Suas finalidades, contudo, são limitadas; a razão só pode operar naquilo que é limitado. Somente a sabedoria (prajna) pode aceitar e intuitivamente compreender o ilimitado, o atemporal e o infinito, ao renunciar às explicações e reconhecer o mistério que pode apenas ser sentido, experenciado e finalmente realizado em vida. A sabedoria tem raízes na experiência e na realização do nosso ser mais íntimo. A razão tem raízes no pensamento. Entretanto, a sabedoria não despreza nem o pensamento nem a razão; ela os usa em seu próprio âmbito, o âmbito da ação intencional, a busca da ciência e a coordenação das nossas impressões sensoriais, percepções, sensações, e emoções, tudo em um conjunto.

Aqui o lado criativo do pensamento exerce sua ação, convertendo a matéria-prima da experiência na percepção de um mundo razoável.
O tamanho desse mundo depende da faculdade criativa do indivíduo. A mente pequena vive no mundo dos efêmeros desejos; a grande mente vive na infinidade do universo e na constante percepção do mistério que dá profundidade e amplitude à vida, e assim impede que o mundo sensorial se confunda com a realidade última. Aquele que penetrou até os limites do pensamento ousa saltar na grande vacuidade, o campo primordial do seu ser ilimitado.

Fonte: Revista Sophia- ano 18 – Edição 85

Continuar lendo AUTOCONHECIMENTO: A ESSÊNCIA DA MENTE ABRANGE TODAS AS COISAS

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A CONSCIÊNCIA DA UNIVERSALIDADE DA MENTE E O CAMINHO DA INTUIÇÃO

No texto primorosamente escrito por Lama Anagarika Govinda a seguir sobre “O Caminho da intuição”, o guru mostra como se dá o desenvolvimento do processo de amadurecimento da intuição na nossa mente, que é ferramenta fundamental no despertar e expansão da consciência. Sem ela não há expansão da consciência. Por isso eu lhe convido a ler o artigo completo a seguir para entender como ocorre o desenrolar da caminhada!

 

O caminho da intuição

“A essência da mente é grande porque abrange todas
as coisas; todas as coisas são da nossa natureza.
Não existe uma questão de ‘limpar’ a mente, mas sim
de ter consciência da sua universalidade”

A meditação sempre foi o principal requisito da doutrina budista deliberação. Entretanto, quanto mais as diferentes técnicas de meditação,
suas definições psicológicas e seus princípios metafísicos e filosóficos eram explicados, classificados e fixados em comentários, mais as práticas de meditação eram negligenciadas e sufocadas por discussões teóricas, regras, regulamentos morais e infindáveis recitações de textos sagrados.

A reação foi uma revolta contra as escrituras e a erudição e um retorno a uma experiência mais direta e espontânea. Ao pedantismo de um
pensamento escolástico e de lógica intelectual opôs-se a ferramenta do paradoxo, que, como uma espada afiada, cortou os nós dos problemas criados artificialmente e nos deu um relance da verdadeira natureza das coisas. O paradoxo, entretanto, é uma espada de dois gumes. Quando ele se torna rotineiro, destrói aquilo que ajudou a revelar. A força de um paradoxo, como a de uma espada, está no inesperado e na velocidade com que ela é manejada.

Um bom exemplo é a história de dois monges chineses que discutiam sobre uma bandeira ao vento. Um dizia que a bandeira se movia; o outro, que ela era movida pelo vento. Hui-Neng, o Sexto Patriarca da China, disse: “Nem o vento nem a bandeira estão se movendo; é a mente de vocês que se move.” Mummon, um Patriarca Japonês do século XIII, foi além: “Nem o vento, nem a bandeira, nem a mente estão se movendo.” Ele se referiu ao princípio essencial de sunyata: não há ir nem vir, mas os dois aspectos subjetivos e objetivos da realidade estão incluídos.

Essa realidade além dos opostos, contudo, não deve ser separada de seus expoentes; a transitoriedade não deve ser separada da eternidade. A mais perfeita autoexpressão individual é a descrição mais objetiva do mundo. O maior artista é o que expressa o que é sentido por todos.
Como ele faz isso? Sendo mais subjetivo que os outros. Quanto mais ele expressa a si mesmo, o seu ser mais íntimo, mais próximo ele se mostra aos outros. A nossa natureza real não é o nosso ego limitado e imaginário; é o vasto e oniabrangente espaço, tão intangível quanto vazio. É sunyata em seu sentido mais profundo. O segredo da arte é que ela revela o supraindividual através da individualidade, o “não ser” através do ser, o objeto através do sujeito. A arte em si é uma espécie de paradoxo, e é por isso que todas as escolas de meditação do Budismo no Extremo Oriente dão a ele essa importância tão grande.

O Sutra do Sexto Patriarca é um exemplo do uso ideal do paradoxo. Ele expressa a atitude espiritual do Zen de uma maneira que não ofenda
o bom senso nem tente fazer do bom senso a medida de todas as coisas. O leitor se situa numa atmosfera que o coloca acima do plano da consciência diária, e participa da realidade num nível mais alto de consciência. O Sexto Patriarca impressiona pela sua espontaneidade, que deveria ser inerente a cada ser humano, e com a qual o leitor facilmente se identifica. Assim ele é capaz de participar das experiências e dos ensinamentos do Patriarca, cuja vida tornou-se o símbolo máximo do Budismo Zen.

O noviço de Kwang-tung, cuja mente não estava ainda sobrecarregada por qualquer problema filosófico, penetrou espontaneamente no centro da vida espiritual: a experiência do Budado. Essa experiência não depende de regras monásticas e erudição, de ascetismo e virtuosidade, de conhecimento livresco e de textos sagrados, mas somente da realização do espírito vivo dentro de nós.

O Sexto Patriarca atingiu um estado de espontânea iluminação sem ter tido qualquer educação formal, embora, por outro lado, tenha sido ao ouvir o Sutra Diamante que seu interesse despertou e sua visão espiritual se abriu. A experiência espontânea, portanto, pode muito bem ser o produto de uma antiga tradição consagrada, se essa tradição contém símbolos de uma realidade supramental (que a psicologia moderna chamaria de símbolos arquetípicos), ou seja, formulações que levem a mente além do círculo estreito do raciocínio mundano. No choque inesperado entre uma mente sensitiva e esses símbolos e formulações, as portas da percepção interna são subitamente abertas, e o
indivíduo se identifica com a realidade supramental.

O Patriarca veio de uma família pobre de Kwang-tung. Um dia, quando vendia lenha no mercado, ouviu o Sutra Diamante, e isso despertou uma resposta tão profunda que ele decidiu entrar no monastério da Escola Zen, onde o abade era o Quinto Patriarca. Ele se tornou um noviço e recebeu o trabalho mais humilde, no estábulo e na cozinha. Um dia o abade convocou todos os discípulos a fim de escolher um
sucessor. Ele queria escolher alguém que tivesse não apenas compreendido, mas realizado a mensagem do Zen; assim, pediu aos monges que escrevessem sobre a natureza mais íntima da mente. Ninguém ousou se apresentar, exceto o erudito Shin-shau, já considerado um sucessor. Shin-shau escreveu seu verso na parede do corredor, para anunciar a sua autoria apenas se o Patriarca ficasse satisfeito. O Patriarca, embora apreciasse as palavras, pediu a Shin-shau que meditasse sobre elas durante alguns dias e escrevesse outra estrofe que mostrasse que o autor tinha passado pelo portal da iluminação – que tivesse experienciado o escrito. Dois dias depois, um jovem que passava pelo quarto onde o noviço de Kwang-tung descascava arroz recitou a estrofe do Shin-shau. O noviço foi para o corredor e pediu a um visitante para ler o verso, já que ele não sabia ler nem escrever. Depois que o visitante leu em voz alta, o noviço disse que também tinha composto uma estrofe, e pediu ao visitante que a escrevesse abaixo do verso de Shin-shau.

Espelho interno

Quando os outros monges viram a nova estrofe e souberam quem a tinha composto, disseram: “Como foi possível que uma pessoa tão iluminada trabalhasse para nós?” O Patriarca, entretanto, temendo a inveja dos monges, apagou a estrofe e pediu ao jovem que se encontrasse com ele à noite. Quando todos no monastério estavam em profundo sono, ele deu ao noviço a insígnia de seu futuro
cargo e tornou-o Sexto Patriarca. Ordenou então que o noviço saísse de imediato do monastério e retornasse somente quando ele, o Quinto Patriarca, tivesse falecido. O noviço fez como lhe foi dito, e, quando retornou com os mantos do cargo, ele foi reconhecido com o nome de Wei-lang.

As estrofes de Shin-shau e do Sexto Patriarca oferecem uma percepção valiosa da atitude mental da Escola Zen. A de Shin-shau diz: “Nosso corpo é como uma árvore de iluminação,/nossa mente é como um espelho limpo;/de hora a hora precisa ser limpo,/de modo que nenhuma poeira se ajunte nele.” Este verso mostra uma preocupação pedante com a preservação da pureza do espelho interno, a mente original (que, de qualquer modo, está além da pureza e da impureza); além disso, mostra que o autor não fala a partir de sua própria experiência, mas apenas como um erudito, porque o verso se baseia em uma expressão do Svetasvatara Upanishad: “Assim como um espelho,/ que foi coberto com poeira,/brilha como fogo, se for limpo,/da mesma maneira, aquele que compreendeu a natureza da alma/atinge o alvo e liberta-se da aflição.

Shin-shau apenas repetiu o Upanishad sem ter experienciado a realidade da mente original, enquanto que o jovem noviço captou a essência do Sutra Diamante em um ato de percepção direta; ele experienciou a verdadeira natureza da mente. Isso se revela na sua estrofe, que refuta a de Shin-shau e mostra o ponto de vista budista como é compreendido pelos Mestres do Zen: “Nosso corpo não é uma árvore de modo algum,/nem é a mente um estojo de espelhos;/quando tudo está vazio,/onde poderia a poeira se acumular?”

A mente original, conhecida como a mente de Buda ou o princípio de bodhi, o anseio por iluminação, é uma propriedade latente de cada
consciência, não apenas um reflexo do universo, mas a própria realidade universal. Isso pode parecer uma espécie de vacuidade metafísica, a ausência de qualidades e de possibilidades de definição. Bodhi, portanto, não é algo que cresceu como uma árvore, assim como a mente não é um espelho que reflete a realidade numa capacidade secundária. A mente em si mesma é a vacuidade que a tudo abrange (sunyata); assim, onde a poeira poderia se acumular?

“A essência da mente é grande, porque abrange todas as coisas; todas as coisas são da nossa natureza.” Não existe uma questão de “limpar”
a mente, mas sim de ter consciência da sua universalidade. O que podemos melhorar é o intelecto, a limitada consciência individual. Isso, porém, não nos leva além de seus próprios limites, porque permanecemos no círculo de suas leis inerentes de tempo e espaço, lógica e causalidade. Só o ato de ultrapassar nossas limitações e abandonar os conteúdos que nos aprisionam a essas leis pode nos dar a experiência da totalidade do espírito e a realização de sua verdadeira natureza – o que chamamos de iluminação.

A verdadeira natureza da mente abrange tudo que vive. O voto do Bodhisattva de libertar todos os seres vivos não é, portanto, tão presunçoso quanto parece. Esse voto não nasceu da ilusão de que um homem mortal pode se estabelecer como um salvador; é resultado da percepção de que somente no estado de iluminação seremos capazes de nos tornar um com tudo o que vive. Nesse ato de unificação, libertamos a nós mesmos e a todos os seres que estão potencialmente presentes e participam da natureza da nossa mente – que são parte de nossa mente.

É por isso que, de acordo com os ensinamentos do Mahayana, a liberação dos sofrimentos, a extinção da vontade de viver e de todos os desejos, é considerada insuficiente. É por isso que se empenhar na busca da perfeita iluminação (samyak-sambodhi) é considerado o único objetivo digno de um seguidor de Buda. Enquanto desprezarmos o mundo e dele tentarmos escapar, nós nem o superamos nem ganhamos maestria nele; estamos longe da libertação. “Este mundo é o mundo de Buda, dentro do qual a iluminação pode ser achada. Buscar a
iluminação nos separando do mundo é tão tolo como buscar chifre numa lebre.” Porque “aquele que trilha sinceramente o caminho do mundo não verá as faltas do mundo.”

Também não deveríamos imaginar que, pela supressão das faculdades intelectuais, podemos atingir a iluminação. “É um grande engano suprimir o pensamento”, diz o Sexto Patriarca. Zen é o caminho para superar as limitações da nossa atitude intelectual. Mas antes de apreciar o Zen, temos que desenvolver o intelecto, a capacidade de pensar e discernir. Se nós não alcançarmos maestria sobre o intelecto, não poderemos superá-lo. O intelecto é tão necessário para superar a emocionalidade e a confusão quanto a intuição é necessária para
superar as limitações do intelecto e seus julgamentos.

A razão, a mais alta propriedade do intelecto, é o que guia o pensamento intencional. Suas finalidades, contudo, são limitadas; a razão só pode operar naquilo que é limitado. Somente a sabedoria (prajna) pode aceitar e intuitivamente compreender o ilimitado, o atemporal e o infinito, ao renunciar às explicações e reconhecer o mistério que pode apenas ser sentido, experienciado e finalmente realizado em vida. A sabedoria tem raízes na experiência e na realização do nosso ser mais íntimo. A razão tem raízes no pensamento. Entretanto, a
sabedoria não despreza nem o pensamento nem a razão; ela os usa em seu próprio âmbito, o âmbito da ação intencional, a busca da ciência e a coordenação das nossas impressões sensoriais, percepções, sensações, e emoções, tudo em um conjunto. Aqui o lado criativo do pensamento exerce sua ação, convertendo a matéria-prima da experiência na percepção de um mundo razoável. O tamanho desse mundo depende da faculdade criativa do indivíduo. A mente pequena vive no mundo dos efêmeros desejos; a grande mente vive na infinidade do universo e na constante percepção do mistério que dá profundidade e amplitude à vida, e assim impede que o mundo sensorial se confunda com a realidade última. Aquele que penetrou até os limites do pensamento ousa saltar na grande vacuidade, o campo primordial do
seu ser ilimitado.

Lama Anagarika Govinda foi fundador da Ordem
Arya Maytreia Govinda, expositor do Budismo
Tibetano, pintor e poeta.

Fonte: Revista Sophia, edição 85

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: INDUZINDO A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

 

Induzindo a Evolução Espiritual

Desenho de pessoa metiditando, com luzes diferentes em uma linha reta no centro do corpo.

Induzir a evolução espiritual sugere que o ser humano adentre um mundo paralelo de não tempo e não espaço, mas ainda assim infinito, nos “bastidores” da existência, de onde e para onde flui e reflui a energia sutil que permeia e influencia toda a ação humana, e que por ela é igualmente influenciada.

Por si só, a vida é indutora de evolução, já que ela é o processo de que se vale o Universo para promovê-la. No entanto, a efetividade desse processo depende do nível de consciência do ser. Como um foguete, que consome a maior parte de seu combustível no estágio inicial de arrancada para o espaço, assim também o processo evolutivo é lento e penoso nas etapas inferiores, tornando-se leve e confortável, em fases mais avançadas.

Desenho de pessoa com luzes saindo de seu peito e de sua cabeça.

123rf/NejroN

A indução programada e consciente do processo evolutivo, no entanto, somente possível em suas etapas menos primárias, implica em atitudes e posturas diante da vida, de si próprio e da humanidade, que possam se tornar verdadeiros aceleradores da realização evolutiva.

Responder positivamente ao que a vida nos reserva

É assim com a resposta que damos às experiências da vida, sejam elas agradáveis ou não. Desde os eventos mais simples, como queimar, por distração, um bolo no forno, até os que impõem grandes sofrimentos, como a perda de um ente querido, a natureza da reação manifestada determinará a medida do benefício do evento ao processo evolutivo. O termo “resiliência” define a capacidade de tirar proveito de um evento negativo, em benefício do aprimoramento psíquico e espiritual de quem o vivenciou.

Vigiar os Sentidos – “Mindfulness”

O processo evolutivo é induzido também pelo hábito de focar a atenção nos pensamentos, nas sensações e nos sentimentos, sem qualquer censura, avaliação ou julgamento. Observar ou conscientizar-se do que ocorre em nossa mente e em nossos sentidos, como um ente externo não envolvido nem comprometido com o que se passa nestes planos psíquicos de nosso ser, remete-nos ao portal do espírito (“olha só o que minha mente está pensando!”, “olha o que minha emoção está sentindo!”). Essa postura separa a mente e as emoções da entidade que as observa, seu verdadeiro Eu.

A observação que se faz da mente, das sensações e dos sentimentos não se confunde com esses entes observados da personalidade humana, pois deles não se faz uso enquanto apenas se observa. Portanto, a origem da capacidade observativa tem que estar num patamar acima dos níveis sensoriais e mentais (psíquicos). Quanto mais independente dos sentidos e da mente for a observação, mais profunda será a exploração dos níveis sutis do espírito.

Desenvolver a intuição

A intuição é a sintonia da mente humana com a Mente Universal, que se projeta no homem através da mente abstrata, partícula divina individualizada no ser humano. Somente a mente desobstruída dos pensamentos e das emoções de baixa frequência vibratória (ódio, ciúme, raiva, mágoa, medo, vingança, lassidão, luxúria…) tem acesso à sintonia com os veículos superiores do espírito, como a mente abstrata.

Desobstruir os canais de acesso ao espírito

Quando a purificação dos veículos inferiores (físico, mental e emocional) consegue desobstruir os canais de acesso da consciência ao nível do espírito, mesmo que por tempo limitado, o fluxo dos Atributos desse nível (Amor, Vontade e Sabedoria) inundam o “andar de baixo”, (mente concreta e emoções) trazendo à nossa consciência: o Amor Universal, pela sublimação; o Conhecimento/Sabedoria, pela intuição; e o Poder, pela Vontade Consciente.

Mulher com uma mão no pescoço e olhos fechados, com tinta em pó voando como se saísse de seu corpo.
123rf/NejroN

A articulação com as várias circunstâncias da vida, nos papéis de ente social, profissional e familiar, feita em sintonia com os veículos superiores através da sublimação, da intuição e da vontade consciente, é uma grandiosa indutora do desenvolvimento da consciência do indivíduo e da coletividade.

As filosofias espiritualistas não dogmáticas e as práticas terapêuticas sutis podem ser, também, de grande utilidade na indução do processo de evolução.

Roberto Guelfi

Escrito por Roberto Guelfi

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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AUTOCONHECIMENTO: A INTUIÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ALAVANCAR O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E ESPIRITUAL

O destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta quarta-feira é a INTUIÇÃO. Assunto do meu novo livro, “Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para a vida plena”, que acabo de lançar. No livro tento desmistificar essa percepção sensorial inerente a todo ser humano, mas que culturalmente nos acostumamos a achar que é exclusiva da mulher. Falo ainda da importância fundamental dessa percepção ser desenvolvida por todo ser humano como ferramenta para o desenvolvimento pessoal e espiritual. Portanto, lhe convido a ler o texto a seguir que é um verdadeiro manual de como se comportar para ter acesso e desenvolver a Intuição no seu dia a dia. Não perca essa oportunidade!

5 formas de desenvolver sua intuição - A Mente é Maravilhosa

7 Dicas para Aumentar a tua Intuição

Mensagem de 19 de Abril de 2020

O não, eu ouço você dizer! Outro conjunto de dicas que eu tenho que tentar lembrar! Eu te prometo que não será assim! Não levará tempo extra do seu dia para praticar essas dicas, pois você já faz essas coisas intuitivas quase todos os dias.

Tudo o que vamos fazer é respirar uma ou duas vezes antes de focarmos no que já estamos fazendo e tomar nota consciente de qualquer sentimento, nome ou mensagem que vier à mente.

Aumente sua intuição com estas 7 dicas:

  1. Quantas vezes você esquece sua lista de compras cuidadosamente escrita? Sem problem e aumente a confiança na intuição
  2. as. Em vez de tentar lembrar o que está na sua lista, use-o como uma oportunidade para seguir sua intuição com o que estava na sua lista. Veja no seu terceiro olho sua lista como se estivesse na sua mão. Com o tempo, você ficará cada vez melhor.
  3. Antes de chegar ao seu destino, veja a vaga de carro perfeita. Não veja ninguém deixando, apenas que é grátis para você.
  4. Antes de abrir uma mensagem de texto ou atender uma ligação, permita-se intuitivamente “ver” quem é. Confirme em voz alta “Eu tinha a sensação de que era você”.
  5. Repita a dica 3, mas ao contrário, antes de ligar ou enviar uma mensagem para alguém. Pense neles por um momento. Eles provavelmente dirão “Eu estava pensando em você e você ligou”.
  6. Tente prever intuitivamente o resultado de programas e vídeos de TV que você está assistindo ou livros que está lendo.
  7. Antes de sair de casa, imagine que sua jornada é clara, você recebe todas as luzes verdes e chega com segurança e pontualidade ao seu destino. Lembre-se de quando chegar para dar graças.
  8. Jogue jogos de quebra-cabeça ou jogos de adivinhação, como batalha naval com alguém, e pratique a sintonização antes de cada turno. Você pode progredir para bloquear seu oponente e entrar em sintonia, dependendo de quem é a vez.

Existem muitas maneiras pelas quais podemos integrar nossa intuição em nossa vida diária e aprender a presença do Espírito nas tarefas mais simples. É importante praticar não apenas exercícios “psíquicos” específicos, mas ver como é aplicável em nossas atividades diárias. Por fim, você pretende viver uma vida com o Espírito como consultor de confiança em todas as áreas.

Sintonize-se com o Espírito para as pequenas coisas:

Muitas vezes pensamos que o Espírito está lá apenas para grandes coisas … amor, carreira, finanças e assim por diante. Podemos ficar presos apenas a ver os padrões das coisas grandes e, com frequência, sentimos falta do Espírito fazer parte de tudo, mesmo das tarefas mundanas que fazemos todos os dias.

A frase… ”aprenda a andar antes que você possa correr” é importante aqui, porque é quando começamos a ouvir nossa intuição todos os dias sobre as pequenas coisas, como o estacionamento no número 2, ou o aviso no número 6 de uma maneira diferente, que encontramos o significado em “confiar no Espírito”.

É quando conversamos com o Espírito no nível das “pequenas coisas diárias” e agradecemos que podemos ver a sincronicidade e os padrões em tudo o que fazemos. É isso que cria confiança entre você e o Espírito. É esse relacionamento de confiança que você desenvolve conversando com o Espírito diariamente, que ajuda você a ter fé durante momentos verdadeiramente desafiadores.

Comunique-se com o Espírito diariamente:

Não importa quão grande ou pequeno seja o seu problema! Para ver as mensagens e os padrões suaves do Espírito nos momentos de mudança de vida, isso só pode acontecer se você estiver ciente de como ler, comunicar e confiar no Espírito diariamente. Se você tentar pular para os problemas maiores, pode parecer um pouco esmagador ou frustrante ser instruído a confiar nessa confiança.

Confiança é algo que vem de um relacionamento que está sendo construído, ou, se você preferir, vendo a evidência de confiar no Espírito. Aproveite o tempo e deixe-se guiar por sua intuição dessa maneira. Ao fazer isso, você será guiado pelo Espírito a descobrir outros dons e habilidades dentro de si que nunca pensou serem possíveis.

Feliz prática. Isto é apenas o começo.

Psychic Angela

Fonte:https://eraoflight.com/ — Rafael Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: SAIBA QUAIS SÃO AS FERRAMENTAS PARA NOS AUXILIAR NAS DECISÕES ASSERTIVAS

O destaque desta quarta-feira na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO é a análise sobre a interatividade entre a mente, o coração e a intuição, assuntos tratados no meu próximo livro, cujo título é “Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para alcançar a vida plena”. A seguir você vai ler mais um texto de Vera Calvet trata de Conversas mentais, escolhas e a intuição. Nele você vai entender que para termos uma vida assertiva nossas escolhas precisam do auxílio luxuoso do coração e da intuição. Leia o texto completo a seguir e entenda o porquê! 

Quem nunca experimentou um longo bate papo mental quando em dúvida a respeito de uma tomada de decisão?

Faz parte do processo e é importante que seja assim. Afinal, há de se analisar racional e claramente as opções que temos diante de nós.

Porém, um fator complicador entra em cena, quando a nossa mente ama tanto o processo de análise, que gira, gira e gira em torno da questão, sem nos dar o que mais precisamos e clamamos: “Me mostre a direção correta e definitiva, pelo amor de Deus!”

Esse papo em roda pode piorar ainda mais, quando somos muito criativos e percebemos que gostaríamos de muitas coisas que pensamos, e que somos capazes de fazer outras tantas!

É comum, pessoas criativas e cheias de potencial, paralisarem, travarem diante de tantas possibilidades. Nesse caso, as possibilidades se transformam em âncoras!

Como sair disso?

O primeiro impulso rumo a uma direção começa quando compreendemos de fato o que significa – poder pessoal!

É muito bom sabermos que temos o poder de fazer o que desejarmos e que temos vários talentos e gostos! Mas é ótimo quando entendemos que não temos que fazer tudo o que desejarmos! Podemos escolher uma direção principal onde gastar nossa energia e investir nosso tempo!

Entender que podemos escolher algumas direções, e não, todas as direções possíveis, é libertador!

Podemos observar também, que não é apenas de nossa mente, a responsabilidade de separar uma única direção, como resultado da nossa análise racional! A mente tem como função, nos mostrar as possibilidades! Mas, para a escolha definitiva, teremos que contar também, com outras ferramentas do nosso ser!

Uma dessas ferramentas a ser utilizada após a análise racional, é o sentimento, claro! Sabemos que, se não gostarmos suficientemente de uma direção, o fracasso será uma questão de tempo! Somos capazes de nos autossabotar, sem sequer percebermos!

Quando a questão for submetida ao coração, ele dará seu parecer e riscará metade das possibilidades de nossa lista mental! Mas, temos que ouvi-lo de verdade, sem deixar a mente tagarelar nesse momento!

A outra ferramenta será o nosso juiz definitivo, após a análise racional e o parecer do coração. É a intuição!

Mas, quanto a ela, muitos têm dúvidas a respeito de como identifica-la, sem confundi-la com os pensamentos ou com os sentimentos.

É bem simples!

A voz da sua intuição não tagarela, não te oferece mil motivos, não concorda ou discorda, em palavras, dos seus pensamentos! Quem faz isso é a voz da sua mente!

A voz da sua intuição não dá nenhum nó em seu estômago e nem aperta o seu coração! Essa é a voz dos seus medos!

A voz da intuição também não provoca palpitações de felicidade ou êxtase! Pois essa é a voz dos seus sentimentos!

A voz da sua intuição é muda, calma e certeira!

Contra ela não há argumentos!

Deixá-la de lado, significa exclamarmos, no futuro: “Eu sabia, algo me disse, mas eu não dei ouvidos!”

Ouça o veredito de sua voz silenciosa e faça sempre boas escolhas!

Fonte: Instituto Ráshuah do Brasil

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AUTOCONHECIMENTO: O FENÔMENO DA PERCEPÇÃO SENSORIAL DA INTUIÇÃO

O  foco da coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira é um assunto importantíssimo, mas que a humanidade dá pouca importância: A Intuição, uma percepção sensorial que deve ser desenvolvida por todo ser humano na sua caminhada evolutiva. Por isso trago uma mini-palestra do Dr. De Rose sobre a Intuição. Assista ao vídeo completo a seguir e saiba o porquê dessa afirmação!

Fonte:

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