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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAÇA A PARTE QUE LHE CABE E MUDE O MUNDO

Quando nos conscientizamos que viemos para essa experiência com a missão suprema de aprender a amar fica muito mais fácil sermos proativos e fazermos “a parte que nos cabe” e assim acelerarmos e por quê não dizer, pegarmos o atalho no caminho da evolução espiritual! Quando ajudamos ao próximo despretensiosamente, sem publicidade, nem cobranças estamos praticando o exercício do amor, da gratidão e consequentemente da liberdade. Aparte que nos cabe não é uma obrigação, mas simplesmente o ato mais inteligente que o ser humano pode executar!

Amor ao próximo: 6 atitudes para transformar a vida das pessoas

A Parte Que Nos Cabe

Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos.

Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso.

Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros.

Mas o que fazer?

Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto.

Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros.

Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles.

Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários.

Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes.

Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes.

Isso é promoção humana.

Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais.

Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria.

Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza.

Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca.

Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo.

São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação.

Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso.

Há tanto a ser feito.

Tantos são os que sofrem.

Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los.

Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos.

Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido.

……………

Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo.

Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer?

Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum?

Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela?

Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem.

Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

Fonte: Momento de Reflexão

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POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta sexta-feira, aqui na coluna POESIA, o talentoso Allan Dias Castro está revisitando o texto “A Mudança” para lembrarmos da pergunta que muda tudo: O que você ganha com isso? Assista ao vídeo, curta, aprecie, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A PALAVRA DE JESUS

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira faz uma REFLEXÃO sobre a palavra de Jesus, que apesar de milenar pouca gente a entendeu e a seguiu. Então por que será que,  a maioria das pessoas ao longo dessa caminhada evolutiva da humanidade não segue seus ensinamentos, já que Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara? 
De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

Jesus Cristo é a Palavra de Deus! - Blog Cristão do PCamaral

A palavra de Jesus

No Seu semblante havia o resplendor do sol. Algo havia em Sua pessoa que emprestava força às Suas palavras.

Ele falava como quem tinha autoridade. Autoridade sobre todos: Espíritos e homens.

Ninguém que a Ele se comparasse. Os oradores de Roma, de Atenas e de Alexandria eram famosos, mas o jovem Nazareno era diferente de todos eles. E maior.

Aqueles possuíam a arte que encantava os ouvidos. Quando Jesus falava, os que O ouviam deixavam vagar o próprio coração por lugares antes nunca visitados.

Ele sabia falar de forma adequada a cada um. Narrava parábolas e criava histórias como jamais haviam sido narradas ou criadas antes Dele.

O Seu verbo desencadeava-se ora doce, ora enérgico, tal como as estações primaveris e as invernosas sabem se apresentar.

Falava das coisas simples, que todos entendiam, para lecionar as Leis Divinas e arrebanhar os Espíritos ao reino de Deus.

Suas histórias começavam assim: Um semeador saiu a semear… E enquanto discursava, os que O fitavam podiam assistir, à semelhança de prodigiosa tela mental, o homem, em plena madrugada indo ao campo, e espalhando as sementes…

Ou então era assim que falava: Um pastor contou seu rebanho, ao cair da tarde, e descobriu que faltava uma ovelha.

E todos lembravam a figura dedicada do pastor solitário, que passa em torno de nove meses, nos campos, com seu rebanho.

Ao anoitecer, coloca todas as ovelhas no aprisco, um abrigo de pedras, e ele mesmo se transforma em porta viva, deitado atravessado na única saída, protegendo-as.

Em Sua fala havia um poder que faltava aos brilhantes oradores da velha Roma e da Grécia.

Quando eles pronunciavam seus discursos falavam da vida aos seus ouvintes. O Nazareno falava da destinação gloriosa do ser, da vida que não perece nunca.

Eles observavam a vida com olhos humanos apenas. Jesus via a vida à luz de Deus e assim a apresentava.

Ele era como uma montanha que se dirigia às planícies. Conhecia a intimidade de cada um e individualmente atingia as criaturas, falando-lhes do que tinham maior carência.

Ninguém que O igualasse. Isto porque Jesus é maior do que todos os homens. Sua sabedoria vinha diretamente do Pai, com quem comungava ininterruptamente. Por isso mesmo, por mais de uma vez, expressou-Se afirmando: Eu e o Pai somos um.

* * *

Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara, por que, apesar de mais de dois milênios transcorridos, prosseguimos sem Lhe seguir os ensinos?

De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

O tempo urge.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Assaf, chamado o orador de Tiro, do livro Jesus, o filho do homem, de Gibran Khalil Gibran, ed. Acigi.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho  e podem se transformar em peças libertadoras da sabedoria. Conheça aqui os cinco passos ou símbolos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados ou agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos.   Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Como funciona a sua mente

Os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras. Se você os observa como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados. Você se abre a uma percepção ampla e saboreia a vastidão do mundo

Gaylon Ferguson*

Poder da mente: 6 passos para dominar seus pensamentos

William James, um dos fundadores da psicologia moderna, disse que nossa experiência primária do mundo é de “um grande florescimento, uma enorme confusão”. Atualmente pesquisadores mostram que os recém-nascidos têm mais habilidades para compreender experiências do que James acreditava, mas mesmo adultos ficamos confusos sobre como funciona a nossa mente. Sabemos que temos mente e experiências psicológicas, mas quem somos realmente? Como a mente atua para moldar nossas experiências do mundo, nossa experiência de estar vivo? Como ver claramente o rápido desabrochar da mente e do mundo?

A psicologia budista examina a nossa experiência diária de clareza e confusão a respeito da mente e do eu. Os mais antigos mapas budistas do nosso senso de eu mostram cinco passos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados. Os skandhas são agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos. Aliás, mente e corpo – o mental e o físico – são os principais tipos de eventos. Nós nos experimentamos mesmo como seres corporificados num mundo de outras formas físicas, como árvores e automóveis, e nos movemos ao lado de outros seres vivos, com suas próprias experiências mentais de sofrimento e tranquilidade.

Os cinco skandhas ou “amontoados” do nosso ser básico são: (1) forma; (2) sentimento; (3) percepção;(4) conceito; e (5) consciência. Vamos examinar, passo a passo, como eles constroem nosso senso de eu. Forma – O primeiro skandha é chamado de forma, significando tanto o corpo físico quanto o corpo do mundo. A forma é a base do nosso ser, o senso fundamental de que somos este corpo e esta mente. A separação entre corpo e mente é a distinção primária da nossa experiência. Meu corpo tem um peso na balança, mas meus pensamentos  têm substância incerta. Eles importam, particularmente para mim, mas não são materiais. Meu corpo e minha mente estão juntos, mas em desconfortável tensão.

Como em qualquer relacionamento dualista, corpo e mente podem se combinar harmoniosamente juntos durante algum tempo, mas podem também cair em profunda divisão, com discussões e separações em trincheiras. Quando tudo está indo bem, meu corpo coopera com o que minha mente parece querer dele: “Vamos tomar o café da manhã agora, não?” Mas às vezes o corpo se rebela e desenvolve uma dor no joelho exatamente quando eu queria dar uma corrida, ou adormece durante um encontro importante.

Corpo e mente  são como irmãos em disputa, porém unidos. Se estamos fisicamente cansados ou famintos, a experiência e o julgamento que fazemos dos outros podem ser contaminados pela fadiga e o baixo nível de açúcar. Um estudo recente mostrou que os juízes de Israel concedem indulto em 65% dos casos ouvidos imediatamente após terem comido, e em quase zero casos ouvidos exatamente  antes de um intervalo ou ao final do dia. Assim, o primeiro insight quanto ao funcionamento da mente é: entender a experiência mental requer estreita atenção ao skandha da forma.

Sentimento – A fase seguinte do surgimento do eu é chamada de sentimento, referente a gostar, desgostar ou sermos indiferentes ao que percebemos. Como nos sentimos a respeito das formas e seres que encontramos? Eles parecem atrativos ou ameaçadores? Sentimos como se estivéssemos correndo em direção a eles ou nos afastando? Esses sentimentos intuitivos – que não são emoções suficientemente maduras – formam a base para os impulsos subsequentes em direção ao que estamos experimentando, ou na direção contrária. “Um casaco  quente no inverno? Gosto muito disso. Quente demais ao sol do meio-dia? Não gosto.” Gosto, aversão, atração, repulsão, neutralidade – seguimos em círculo dia e noite.

Os devaneios e pesadelos são todos “temperados” pelo sentimento. Os sentimentos são o pano de fundo para toda a nossa experiência, uma textura mutante de encontro e troca com o mundo. Não que não existam seres benevolentes e malévolos, aqueles que nos desejam o bem e os que nos querem causar malefício.

Os sentimentos também são uma experiência mental. É, em parte, o deleite de nossa própria mente que saboreamos ao comer uma maçã. O skandha do sentimento aponta para o aspecto principalmente mental de toda a nossa experiência. Nossa mente acompanha a experiência de qualquer coisa. Isso parece óbvio a princípio, mas é um dos principais insights das tradições contemplativas. As experiências agradáveis ou desagradáveis do que quer que seja sempre têm um aspecto interno, e damos a esse aspecto o nome de mente.

Percepção – O estágio seguinte no desenvolvimento do eu é chamado de percepção. Estes são discernimentos mais específicos do que as avaliações gerais de sentimentos. Trata-se de “eu gosto muito não só do calor do meu casaco, mas também da sua cor azul e textura macia”. Essa percepção de qualidades desejáveis e  agradáveis estão todas tingidas pelas tendências do passado; nós prejulgamos uma coisa baseados nos sentimentos prévios.

Esses julgamentos perceptivos ocorrem a partir do meu ponto de vista, não da perspectiva de um “eu” que gradualmente se solidifica – a experiência que uma mariposa teria do casaco seria muito diferente. Percebemos isso como “um casaco de lã muito bom, azul e bonito” porque, pelo menos por enquanto, ele parece estar “do meu lado”, do lado de um eu central. Existe um senso nascente de que o casaco me completa, assim eu o agarro para tê-lo comigo. É como se, agarrando firmemente o casaco (substitua-o por qualquer coisa que sirva para você), eu também esteja agarrando-me a um eu.

O egocentrismo desse “perceber” chega para pousar na recompensa psicológica: o casaco suéter faz bem, estou melhor do que quando eu estava sem ele, estou muito mais sólido  num mundo em rápida mudança.

É como se o skandha da percepção fosse um desatualizado operador de uma central que temerosamente rastreia nossas ligações telefônicas segundo um critério simples: a meu favor ou contra mim? Como resultado, nossa experiência do mundo chega convenientemente empacotada em coisas que percebemos como boas para nós e coisas que não o são.

O problema é que o operador age com pressa e ansiedade, mal parando para perguntar o nome de quem liga ou a natureza do chamado. O operador muito rapidamente decide completar algumas ligações “amistosas” e a negar acesso a outras “inimigas”.

Isso seria muito útil e eficiente se fosse um processo preciso. Infelizmente, muitas vezes é uma série cômica de erros dolorosos, uma opinião preconceituosa baseada em padrões habituais: “Eu me lembro de você pelo agradável tom de voz, você é um ótimo amigo, deixe-me completar logo sua ligação.” Ou “Não, eu nunca ouvi falar de você, mas sua voz feia me lembra  uma pessoa desagradável, adeus.” Portanto, a percepção acrescenta nomes e rótulos de “reconhecimento” baseados na experiência passada. Vemos também impulsos correspondentes desenvolvendo-se para agarrar ativamente a experiência ou afastar-se dela.

Nosso superocupado e sensível operador da central também não consegue levar em conta o fato crucial da mudança. Todos nós já descobrimos que uma pessoa de quem duvidávamos ontem pode ser um  amigo amanhã – e vice-versa. Essa descoberta do novo é o que bloqueia o downloading de percepções passadas.

Percepção – O processo de desenvolvimento do ego endurece mais com o quarto skandha: conceito ou formação mental. Com o conceito, damos adjetivos para o tipo de pessoa que Maria é – boa, agradável – e para o tipo de pessoa que João representa  mau, desagradável. Este é o reino dos enredos e ideologias. É o aspecto dualista da mente, que chamamos de falso intelecto – ele usa categorias conceituais fixas para nós mesmos e para os outros.

Nesse reino  de visões distorcidas nós nos enganamos habilmente com base em julgamentos precipitados, intuições nebulosas, notícias de ontem:“ Ah, agora percebi, eu sou este tipo de pessoa e você é daquele tipo. Não podemos mais ser amigos.” Neste estágio, desenvolvemos sofisticadas interpretações de nós mesmos e de nossa experiência, muito além do sentimento básico de sim e não. É uma dimensão de explicações psicológicas: “Eu sou este tipo de pessoa porque isso já aconteceu antes.”

Não devemos negar o poder de causas e condições anteriores na formação dos seres que nós nos tornamos. Mas a tentação é transformar a água corrente de uma visão nova em cubos de gelo, em ideias fixas. Eu repito muitas e muitas vezes para mim mesmo, e para quem quiser ouvir velhas histórias sobre quem eu  sou, o que eu era e no que estou me tornando (e também quem você é e por que você é assim). Deixamos a humildade do não saber para trás e nos abrigamos num matagal de  conceitos.- Percepção –

Finalmente descobrimos a experiência mental do quinto skandha. O momentum acumulado da divisão inicial mente-corpo, o senso positivo ou negativo que temos dos outros, os rótulos para nós mesmos e para o mundo culminam numa vívida exibição de emoções e pensamentos.

Este skandha é a familiar corrente de consciência que experimentamos na vida diária – nossa corrente mental. A psicologia budista divide-a em oito consciências separadas. Além dos familiares sentidos de consciências (ver, ouvir, cheirar, saborear e tocar), o Budismo acrescenta um sexto sentido  consciencial, o mental. Assim como a consciência auditiva cuida dos sons, a sexta consciência da mente cuida dos pensamentos e das emoções. Ela também sintetiza a experiência das outras consciências num todo coerente, como um habilidoso editor de filme que coordena imagem, som e comentários discursivos.

Subjacentes aos seis sentido  conscienciais, podemos vislumbrar outras duas consciências: uma corrente subconsciente de ansiedade e emoções conflituosas (klesha, “consciência do incômodo”) e uma percepção nebulosa de fundo (alaya, “consciência depósito”), que às vezes rememoramos e chamamos de “eu”. Essas correntes subterrâneas são grandes inspiradoras; elas surgem ocasionalmente com velhos ressentimentos, ciúmes, paixões fixas e negações fortemente motivadas.

O skandha da consciência completa o desenvolvimento do ego iludido. Agora nos sentimos separados, independentes, sozinhos – apesar das amplas evidências do contrário.

Não estamos separados do ambiente. Se estivéssemos, como poderíamos  respirar, comer, beber e nos sustentar? De onde vem a língua que falamos, escrevemos e lemos? Nenhum de nós é autoproduzido, como nos  lembram nossos pais. Longe de sermos simples e unitários, nós nos elevamos como um conjunto dinâmico de acontecimentos físicos mentais, incluindo respiração, sono, sonho e despertar. Temos aspectos emocionais, psicológicos e fisiológicos, e embora eles ocasionalmente discordem entre si, também cooperam e se harmonizam.

Um insight sobre como nossas mentes funcionam não é um fim em si mesmo. A tradição não oferece esse ensinamento como simples conhecimento intelectual. Você deve usar esse mapa para se familiarizar cada vez mais, através da experiência direta, com os processos que chama de “eu” e “minha mente”.

Desenvolver uma amizade harmoniosa  consigo mesmo é a parte principal da senda budista do despertar. Os ensinamentos sobre os cinco skandhas convidam a uma experiência mais profunda de si mesmo. O que você encontra quando examina sua experiência de corpo e mente? Não estamos falando de dogmas – a questão não é confirmar se o mapa está “correto”. Parte da questão é notar que o mapa não é o território. Imagine um mapa do Canadá do tamanho do Canadá: ele seria inútil. Você foi convidado a ser um explorador de seus terrenos internos e externos.

Ao se engajar nessa exploração psicológica, um de seus melhores companheiros será o sentimento de amizade para consigo mesmo e para com os outros. A amizade significa considerar esses cinco processos mentais não como sinais de fraqueza ou inadequação, mas como aspectos de sua humanidade básica. Com o cultivo da amizade você pode experimentar os skandhas (e o que quer que surja no caminho) com verdadeira gratidão.

Os skandhas apontam, primeiramente, para a cura da separação mente-corpo. Se você prestar atenção ao corpo e à mente como uma experiência real, e apenas uma ideia distante, então começou bem. Isso é tradicionalmente chamado de “plena atenção ao corpo”. É um senso simples de boas-vindas e inclusão da sua experiência física – sem louvar ou condenar o corpo.

O mesmo serve para os outros skandhas. Se você consegue simplesmente sentir seus sentimentos, sem rejeitá-los ou contar a si mesmo histórias que justifiquem que você está certo, então os sentimentos se tornam sinais claros de estar vivo. Você não precisa representá-los nem reprimi-los. Isso é liberdade; isso supera a avidez e a fixação, e permite que seus sentimentos possam se elevar, marcar presença e ir embora. Você gosta que a vida borbulhe com emoções coloridas, com experiências sinceras. Você aprecia ser humano.

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho. Em vez de confinar sua percepção dos sentidos nas caixas estreitas de “por mim” e “contra mim”, você se abre a uma percepção ampla de visão e audição, e saboreia a vastidão do mundo.

Nessa viagem, tanto a claridade quanto a confusão estão entretecidas na experiência mental do dia a dia. Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas.

Cada momento no desabrochar de sua experiência é uma oportunidade de dar as boas-vindas a si mesmo, a seus sentimentos, à sua mente e às outras pessoas. A chave para trabalhar com a mente e compreender seus processos está no calor e na amizade inatas da própria mente. Você não precisa de um corpo-mente melhor. O desafio é ser amigo da sua mente e do seu corpo.

Fonte: Revista Sophia- Ano 19- nº 89

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O QUE PENSAMOS SER O FIM É SÓ UM INÍCIO

Escolhemos um texto muito especial para REFLEXÃO na publicação da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira. O tema “A senda de luz” aborda os meandros, labirintos, ilusionismo, percalços e enganos, pelos quais passamos nessa caminhada evolutiva, que ao contrario do que, a princípio, possamos imaginar é muito mais longa exaustiva, a ponto de o autor estabelecer metas para nos fazer entender que o que pensamos ser o fim é só um início, pois a nossa existência é cíclica. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

A senda de luz

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito

Wayne Gatfield*

SENDA DE LUZ

“O crepúsculo  possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura.”

No artigo “O Farol do Desconhecido”, Blavatsky escreveu: “O farol da verdade é a natureza sem o véu ilusório dos sentidos. Ele só pode ser alcançado quando o Adepto se tiver tornado o mestre absoluto de seu eu pessoal, capaz de controlar todos os sentidos físicos e psíquicos com o auxílio de seu ‘sétimo sentido’, através do qual ele é dotado também da verdadeira sabedoria dos deuses.”

“O farol sobre o qual os olhos de  todos os verdadeiros teósofos estão fixos é o mesmo, rumo ao qual, em todas as idades, a alma humana aprisionada tem lutado. Esse farol, cuja luz não brilha sobre nenhum mar terreno, mas que se reflete nas profundezas sombrias das águas primordiais do espaço infinito, é chamado por nós, como pelos antigos teósofos de Sabedoria Divina.”

Esta está nas lendas e contos de fadas de todo o mundo. A maioria fala da busca por algo: o Santo Graal, o Velo de Ouro ou a mão de uma princesa, simbolizando a busca de realização da Sabedoria Divina e as provações do caminho para essa meta.

A luz é sempre confortante, seja do sol, da lua, das estrelas ou a suave luz do nosso lar. Mais profunda ainda é a luz interna. A luz é a mesma em todos os níveis, mas difere por suas interações com nossos diferentes veículos; a mais inferior é a luz física.

As diferentes intensidades e tonalidades da luz em diferentes épocas do ano podem ter efeito na consciência da pessoa. Às vezes um dia nublado produz uma luz que causa uma melancolia positiva sobre a mente  as emoções, fazendo perceber aquilo que os japoneses chamam de mono-no-aware, a “pungência e beleza da existência transitória”.

Todos sabemos como um dia de sol aumenta o vigor, mas isso é sutilmente diferente de acordo com o mês. O efeito do sol de primavera não é o mesmo que o do verão ou inverno. Há muita variação, dependendo também da pessoa que o experimenta.

O crepúsculo possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura. George William Russel  escreveu: “Queremos que nessa hora o místico esteja em casa, menos metafísico e científico do que de costume, mais verdadeiramente ele mesmo. É costume, a essa hora, ceder um pouco e sonhar, deixando que as ternas fantasias que o dia suprime entrem na mente. Todas as coisas se tornam estranhamente suaves e unidas. As ruas comuns assumem algo da grandeza dos templos egípcios; as crianças correm atrás das outras e, enquanto fogem, olham para nós com olhares que há muito esquecemos; embalados pelo silêncio, deixamos de lado as duras arestas materiais e lembramos que somos espíritos.”

As crianças olham o mundo maravilhadas, mas são jovens demais para exprimir esses sentimentos em palavras. À medida que crescemos perdemos essa visão e começamos a intelectualizar tudo. Ficamos frios. Mas, se desenvolvemos o lado espiritual e poético da nossa natureza, penetramos numa segunda infância, num nível inteiramente diferente. “A princípio a montanha é apenas uma montanha; depois vemos que não é realmente uma montanha; no fim, é apenas uma montanha novamente”. Este ditado zen expressa o processo de reconquistar a inocência da infância com o acréscimo das nossas experiências. É a jornada da vida: partir da perfeição inconsciente, ter consciência da nossa imperfeição; e finalmente realizar a perfeição conscientemente. Isso se houver perfeição talvez tudo seja relativo.

Assim, temos que reconquistar estado infantil que perdemos, como dizem os ensinamentos espirituais. Estamos procurando a luz que jamais brilhou sobre terra ou mar, mas que ajuda a navegar o vasto oceano da sabedoria divina rumo ao nosso destino, ou, até onde sabemos, aos diferentes estágios de uma jornada sem fim.

Todos os heróis dos mitos alcançaram a meta tornando-a seu único interesse. Venceram dificuldades aparentemente insuperáveis focando a atenção no objeto da busca. Alguns ficaram pelo caminho, mas os mais bravos triunfaram. Krishna diz, na Bhagavad-Gita, que se focarmos a atenção nele chegaremos a ele. A melhor maneira é pensar em Krishna como o Eu Superior.

Devemos assumir a condição de seres imortais – nossos eus vêm e vão, mas nossa essência não muda. Nas palavras de A Voz do Silêncio: “Tenhas paciência, candidato, como quem não teme fracasso, nem corteja o êxito. Fixa o olhar da tua alma na estrela cujo raio és, a estrela chamejante que brilha nas escuras profundidades do ser permanente, nos ilimitados campos do Desconhecido. Tenhas perseverança, como aquele que tem de resistir eternamente. As tuas sombras vivem e desaparecem; aquilo que em ti viverá para sempre, aquilo que e ti conhece (porque é conhecimento não é de vida transitória: é o homem que foi, que é e será, para quem a hora nunca soará.”

As sombras são os nossos eus passageiros. Na vasta escala das coisas, nossos poucos e curtos anos nesta vida em particular são como o ditado Zen: “A vida é como um cavalo galopante que visualizamos através da rachadura na parede.”

Todos  estamos nessa peregrinação interior e devemos encontrar o caminho ao longo de estradas muitas vezes enevoadas, que às vezes nos leva por terrenos belos, às vezes agrestes Encontramos amigos e instrutores; temos aventuras e perigosas provações, mas nossa determinação nos impulsiona para diante e o sol ilumina nosso caminho. Mesmo que ele desapareça por trás das nuvens de nossa própria criação, sabemos que ainda está lá e retornará no tempo devido.

Na escuridão a lua pede emprestada a luz do sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então chega o momento em que ouvimos o ímpeto do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar. Sentiremos a emoção de saber que esta é a consumação dos nossos  esforços ao longo de muitas vidas, e que logo sonhos e pesadelo passarão; enfrentaremos uma grande escolha que por fim terminará na nossa libertação e na elevação de toda a humanidade. Luz no Caminho nos diz: “Porque em ti está a luz do mundo, a única luz que pode ser projetada sobre o caminho. Se és incapaz de percebê-la dentro de ti, é inútil que a procures em outra parte. Está fora do teu alcance, porque, quando chegares a ela, já não te encontrarás a ti mesmo. É inatingível, porque retrocede sempre. Estarás no seio da luz, mas nunca tocarás a Chama.”

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início; até onde sabemos, não existe fim na busca. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito.

No caminho ajudamos uns aos outros; entendemos as limitações humanas e desejamos perdoar “não sete vezes, mas setenta e sete”, o mais gentilmente possível para com quem erra. Aprendemos que a jornada não é solitária, mas feita com nossos companheiros peregrinos, e que temos o bem da humanidade em nossa mente à medida que seguimos. E, de um  certo modo, o progresso é uma ilusão, porque já estamos lá – precisamos apenas afastar as nuvens que nos impedem de ver o sol sempre brilhante do nosso ser interior.

Todas as vidas podem ser uma aventura em busca do Santo Graal– as lutas, os desapontamentos e as alegrias são grãos para o moinho. Se  desenvolvemos a correta atitude, todas as experiências ajudam no caminho. Quando olhamos para o mundo devemos imaginar que estamos numa montanha olhando para baixo, para tudo que se passa – a mente inferior cria divisões entre países, religiões, partidos, famílias, mas internamente somos todos  o mesmo. Essas diferenças são apenas “a cruel  heresia da separatividade  que nos afasta dos demais”, como diz A Voz do Silêncio.

Permitimos que a ilusão nos separe; construímos muralhas em vez de pontes e olhamos os outros através dos nossos próprios equívocos; não fazemos concessões  à limitada natureza humana; esquecemos de tirar a venda dos nossos olhos antes de criticar os olhos do outro. “Que aquele sem pecado atire a primeira pedra.”

Se queremos que as pessoas amem umas às outras, devemos mostrar o caminho da melhor maneira possível. Assim, terminarei com uma citação de “O Novo Ciclo”, de Blavatsky: “Ninguém está tão  ocupado ou é tão pobre que não possa cria um nobre ideal e segui-lo. Por que então hesitar em limpar a senda rumo a este ideal, através de todos os obstáculos, de cada pequeno impedimento da vida social, para marchar diretamente em frente até a meta a ser alcançada? Aqueles  que fizesse este esforço logo descobririam que a ‘porta estreita’ e a ‘senda espinhosa’ levam aos amplos vales de horizonte ilimitado, àquele estado onde não mais existe morte, porque a pessoa se sente voltando a ser um deus! É verdade que as primeiras condições exigidas são absoluto desapego, ilimitada devoção ao bem-estar dos outros e completa indiferença ao mundo e suas opiniões. Para dar o primeiro passo nessa senda, o motivo deve ser absolutamente puro; nenhum pensamento deve afastar os olhos do objetivo, nenhuma dúvida deve agrilhoar os pés. Existem homens e mulheres qualificados para isto, cujo único objetivo é residir sob a égide de sua natureza divina. Que eles tenham coragem para viver a vida sem ocultá-la aos olhos dos outros! A opinião de ninguém deve ser considerada superior à voz de sua própria consciência. Que essa consciência, portanto, desenvolvida ao seu mais elevado grau, nos guie em todos os atos comuns da vida. Quanto à conduta de nossa vida interna, concentremos toda a atenção no ideal que estabelecemos, e olhemos para além, sem prestar atenção à lama sob nossos pés.”

“Na escuridão a lua pede emprestada a luz do  sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então ouvimos o ímpeto  do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar.”

Fonte: Revista Sophia -ano 19-nº 89

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MENTE_ É A SOMA DO ESTADO DE CONSCIÊNCIA, PENSAMENTO, VONTADE E SENTIMENTO

O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Assimilar conhecimento sem repassá-lo aos outros, não só nos oprimi, como não serve para a nossa evolução espiritual. O verdadeiro instrutor não se coloca acima  dos seus alunos, pois a vida é umeterno aprendizado e temos sempre muito a aprender com o outro. Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto. O texto aseguir fala acerca disso. Então leia eexpanda sua consciência!

Estudo,  meditação e serviços

Todos nós podemos contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda a sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos

Margaret Bove*

Meditação: estudo da Universidade de Harvard | Pura Energia Positiva

O manas (mente) concreto e inferior provê um veículo para o aprendizado, e o manas abstrato e superior absorve a essência do aprendizado. A mente superior (Manas) é caracterizada pela criatividade do Eu Superior. Mente é a soma dos estados de consciência: pensamento, vontade e sentimento. Cada vez mais pessoas evoluem em consciência e passam para níveis mentais superiores. Os átomos da mente estão despertando como nunca antes; milhões de neurônios que acreditávamos inativos estão agora em atividade.

Quando nos concentramos no estudo, facilitamos a intuição. Blavatsky disse que partes de A Doutrina Secreta só podiam ser lidas com a intuição. Quando a intuição tiver se desenvolvido e a consciência tiver se elevado com o estudo e a meditação, teremos paz e união entre todas as pessoas. Será o fim de todos os graus de ódio, de todas as barreiras que nos dividem.

Nos ensinamentos dos grandes mestres o positivo sempre supera o não positivo; a vingança não obtém êxito. Somos todos um e não importa a nossa crença ou filosofia, pois viajamos rumo ao mesmo ideal. Como estamos unidos nos níveis sutis, ligados aos outros e a todas as coisas através do etérico, quando ferimos os outros, ferimos também a nós mesmos.

Estudo, meditação e serviço estão ligados e só são completos juntos. O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Absorver conhecimento sem oferecê-lo aos outros pode nos oprimir. O verdadeiro instrutor não faz diferença entre ele mesmo e seus alunos; um aprende com o outro.Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto.

À medida que progredimos nesse caminho e começamos a distinguir  real do irreal, nosso desejo é ajudar e servir. A razão da nossa encarnação é retornar à residência do espírito puro, aprender a servir, com a experiência e a purificação do nosso ser, para auxiliar o plano divino onde cada um tem seu papel a desempenhar. Começamos a abraçar o amor, a compaixão, a compreensão, a disponibilidade, a inofensividade, o desapego e o perdão incondicionais. Errar é humano e perdoar é super-humano. Todo ser humano tem uma fonte de bondade; se nos concentrarmos nisso, e não no lado negativo, o positivo surge com facilidade. Para deixar para trás traumas passados devemos perdoar os outros e nós mesmos.

Ao longo do caminho espiritual encontramos uma lembrança do bom, do verdadeiro e do belo. Somos compelidos pelo Eu Superior a prosseguir, embora o eu inferior possa mostrar resistência. Edwin Arnold disse: “No coração de cada homem vive um Mestre que, por meio de fios sutis, faz suas ações dançarem segundo a canção que Ele quer.” A Doutrina Secreta e a Sabedoria Antiga nos ensinam que a raiz sem raízes da nossa origem é o amor total, sem distinção entre raça, credo, sexo ou qualquer outra. Em um nível profundo de consciência existe total unidade e paz; o muçulmano cuida do hindu, o hindu ama o sikh, os shias estão em harmonia com os sunnis, os iranianos com os sírios e os palestinos, o árabe com o judeu – a verdadeira unidade fraternal. Brahman, Atma, tudo é um. Om e Jeová são dois pilares do mesmo portal – símbolos do corredor único da vida. Por meio do serviço abrimos o coração e sabemos que todos  somos um. O coração representa o centro do nosso ser. O Santo Graal é um símbolo do coração. Para os maçons o coração representa o Mestre Perfeito. Para os sufis é o ponto de conexão entre o humano e o divino. Quando os místicos se encontram, seus corações batem juntos.

O verdadeiro serviço é nos doar e estar disponíveis com simplicidade e humildade. O mestre Koothumi disse: “Tentai.” Não é preciso ser heroico. O que realmente importa não é o que fazemos, mas a boa vontade com que fazemos. Às vezes basta um sorriso, uma mão reconfortante sobre o ombro ou uma palavra encorajadora. Nada é grande ou pequeno na economia divina. O ato de um presidente para com uma nação não é maior do que o ato de uma mãe com seu  bebê. Todo serviço é necessário e todo ato é uma parte da grande unidade. Uma gentileza que pode parecer insignificante é um diamante na imensa joia da iluminação, e nos lembra da brilhante luz do amor.

O espírito está em toda parte, em cada pássaro que canta, cada animal que anda sobre a Terra e cada criança que ri. O grande mistério está dentro de cada um de nós. Não há separação – somos um com toda a criação e fomos feitos para servi uns aos outros.

É inútil tentar alcançar a fraternidade universal mudando a política ou as pessoas. Primeiro devemos trabalhar em nós mesmos e purificar nosso coração. A regeneração espiritual da humanidade começa com o indivíduo. A meditação e a auto-observação abrem o caminho. Cada pessoa que analisou honestamente seus pensamentos, palavras e ações e tornou-os inofensivos é uma pérola preciosa na cadeia da existência e um forte elo da fraternidade humana.

A essência divina

A paz mundial começa com a paz interior, que é facilitada pela meditação. Meditação é a dissolução da personalidade individual e o desvendar da realidade. É um modo de vida que permite que conheçamos a nós mesmos; assim, somos muito mais valiosos no serviço. A meditação leva a um estado de existência onde compreendemos que não somos o corpo, as emoções nem a mente; somos centelhas da mesma grande chama. Po demos ver a essência divina em toda parte, no amigo e no inimigo, e em tudo ela é a mesma. Não existem inimigos reais, porque eles também auxiliam nossa evolução. Os monges budistas cantam agradecendo às pessoas e situações difíceis, pois sabem que desse modo o seu karma se dissolve.Tudo está no plano divino. Quando somos provocados por situações difíceis e permanecemos calmos, pensando positivamente, ocorre um salto na consciência. A meditação ajuda a penetrar esse estado de consciência, e cada fase desse estado é gloriosa. Todo alento meditativo é uma abertura do coração. Edwin Arnold descreveu isso em Song Celestial: “Aqueles que fazem um sacrifício  silencioso inalam o alento para alimentar a chama do pensamento e o exalam para soprar o coração às alturas, governando cada entrada de ar para que não passe nenhum suspiro que não ajude a alma.”

Em outras palavras, a meditação não se destina ao desenvolvimento pessoal; ela é um auxílio para a alma fazer o seu trabalho, plantando sementes de ações poderosas no jardim da eternidade e cultivando flores de vários matizes, que desabrocham em toda sua beleza. Estudamos e meditamos com o objetivo de servir. O verdadeiro serviço com a doação de

si mesmo é um exemplo da dedicação dos mestres iluminados, cujo único desejo é auxiliar e guiar a humanidade. O grande Sanat Kumara não seguirá para outras dimensões até que cada folha de capim tenha alcançado a iluminação. Façamos a nossa parte e ajudemos a elevar o planeta, auxi liando os grandes seres na realização do plano divino.

A mais famosa escola filosófica da Antiguidade usava as palavras “conhece-te a ti mesmo”. Krishnamurti costumava dizer: “Olha  para dentro. Conhecer a nós mesmos nos ajuda a servir porque nossas emoções e pensamentos podem ser semelhantes às dos outros; assim é mais fácil compreender seus problemas, que podem ter sido os nossos problemas. A meditação ajuda a reconhecer nossas fraquezas e modificá-las.

Não é necessário revelar nossos pensamentos aos outros, mas reconhecê-los no silêncio interno e tentar torná-los altruístas. Assim fortalecemos nosso caráter para o serviço – um serviço silencioso, que nada busca para o eu individual. Quando o objetivo do trabalho é uma recompensa, ele traz prazer, dor ou ambos, no tempo devido; mas, quando uma pessoa trabalha na eternidade, a eternidade é a sua recompensa.

Todos nós podemos, a nosso modo, contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos. Vamos nos tornar servidores altruístas, para que aonde quer que sigamos sejamos como raios de sol que trazem calor, amizade e gentileza.

Margaret Bove é membro da Sociedade Teosófica, em Nova Iorque, desde 1986, e profissional de medicina alternat

Fonte: Revista Sophia ano 19-Nº 89

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PARA INCENTIVAR A REFLEXÃO SOBRE AS QUESTÕES AMBIENTAIS, COMISSÃO DE FINANÇAS DA CÂMARA DE NATAL APROVOU O PROJETO ÁREA VERDE

Projeto Área Verde é aprovado na Comissão de Finanças da Câmara de Natal

29 abr 2021

Para incentivar a reflexão sobre as questões ambientais na capital potiguar, a Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal aprovou, durante reunião virtual nesta quarta-feira (28), o Projeto Área Verde no âmbito das bibliotecas municipais e das escolas da rede municipal de ensino com espaços reservados para publicações voltadas à temática do meio ambiente, de autoria da vereadora Júlia Arruda (PCdoB).

Conforme o vereador Robério Paulino (PSOL), relator da matéria, o objetivo consiste em manter espaços exclusivos para livros, periódicos e outros materiais pedagógicos vinculados ao meio ambiente a fim de abordar o tema de forma teórica, reflexiva e prática na rede municipal de ensino. “Educação Ambiental tem um importante papel na promoção da integração do ser humano com seu contexto social, gerando novos conhecimentos, valores e atitudes, além de alertar para a urgência de um assunto tão atual”, pontuou.

Dois textos da vereadora Nina Souza (PDT) foram acatados pelo colegiado. O primeiro obriga condomínios residenciais e comerciais a instalar grades e telas de proteção ou adotar medidas suplementares de segurança em áreas que apresentam risco de acidente; já o segundo, determina a instalação de salas de apoio à amamentação em entidades e órgãos públicos municipais.

Outros destaques foram os pareceres favoráveis às propostas das vereadoras Ana Paula (PL), que prevê para as mulheres o direito ao pagamento de meia-entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer no Dia Internacional da Mulher (8 de março), e Divaneide Basílio (PT), que cria a Frente Parlamentar em Defesa dos Refugiados e Imigrantes.

Também foi acatada uma iniciativa encaminhada pelo vereador Felipe Alves (PDT) para aplicação de sanções aos estabelecimentos comerciais por aumento abusivo dos preços dos produtos durante os períodos de calamidade pública. Por fim, o grupo temático ainda aprovou um projeto do vereador Aldo Clemente (PDT), que reconhece como essencial, no âmbito do município, a atividade econômica exercida por restaurantes, bares e similares.

O presidente da Comissão, vereador Raniere Barbosa (Avante), avaliou o andamento dos trabalhos. “Concluímos o encontro com a apreciação de diversas matérias importantes e designação de outras para relatoria. A expectativa é continuar neste ritmo, mantendo a pauta zerada e observando todos os cuidados sanitários durante a realização das reuniões. Aproveito para parabenizar todos os parlamentares que integram este colegiado pela dedicação aplicada”, concluiu.

Fonte: Política em Foco
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AUTOCONHECIMENTO: A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL NOS LEVA A ILUMINAÇÃO

A coluna AUTOCONHECIMENTO é o carro chefe do Blog do Saber, já que o nosso propósito é trazer mensagens que ajude você a expandir a sua consciência rumo a Iluminação. Nesta segunda-feira estamos postando um texto do início do século 20, editado originalmente na Inglaterra. Seu autor é o escritor William Walker Atikinsons (que usava o pseudônimo de Iogue Ramacháraca), também autor do livro O Caibalion, que aborda as leis herméticas. O texto fala do estado de consciência cósmica e de suas repercussões no ser humano. Textos assim mantém a chama acesa em nosso coração e nos levam a reflexões profundas, típicas de quem almeja a ampliação da lucidez, do amor e do brilho em todas as dimensões. Então desejo a você uma boa leitura e uma excelente REFLEXÃO!

ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL | TORNE-SE ILUMINADO AGORA! - YouTube

ILUMINAÇÃO OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL

Em muitos homens, a mente espiritual se revela lenta e gradualmente, e ainda que a pessoa possa sentir um constante aumento de conhecimento e consciência espiritual, pode não haver experimentado uma notada e repentina mudança.

 

Outros têm tido momentos do que é conhecido como iluminação, nos quais se acreditavam elevados quase fora do seu estado normal, e lhes parecia passar a um plano de existência ou de consciência mais elevado, que os deixava mais adiantados do que antes, ainda que não pudessem trazer à sua consciência uma clara recordação do que haviam experimentado, enquanto se encontravam nesse exaltado estado da mente. Essas experiências têm-se dado com muitas pessoas, em diferentes formas e graus, de todas as crenças religiosas, e têm sido geralmente associadas a algum aspecto da crença religiosa particular, professada pela pessoa que experimenta a iluminação. Mas os ocultistas adiantados reconhecem todas essas experiências como diferentes formas de uma só e mesma coisa – o amanhecer da consciência espiritual – o desenvolvimento da mente espiritual.

Alguns escritores têm chamado a esta experiência consciência cósmica, nome muito apropriado, pois a iluminação – pelo menos em seus aspectos mais elevados – põe o indivíduo em contato com a totalidade de Vida, fazendo sentir um sensação de parentesco com toda a Vida, alta ou baixa, grande ou pequena, boa ou má.

Essas experiências, como é natural, variam materialmente conforme o grau de desenvolvimento individual, sua preparação prévia, seu temperamento etc.; mas certas características são comuns a todas. O sentimento mais comum é o da posse quase completa do conhecimento de todas as coisas – quase onisciência. Esse sentimento existe apenas por um momento e nos deixa, a princípio, submersos em profunda pena pelo que chegamos a ver e que perdemos. Outro sentimento comumente experimentado é o da certeza da imortalidade, – uma sensação de atual ser – a certeza de haver sido sempre e a de estar destinado a sempre ser. Outro sentimento é o do desaparecimento de todo temor e da aquisição de um sentimento de certeza, segurança e confiança, e que estão além da compreensão daqueles que jamais o experimentaram. Então, um sentimento de amor nos inunda – um amor que abarca a Vida toda , desde os mais próximos a nós, na carne, até aos das mais longínquas partes do Universo – desde aquilo que nós consideramos puro e santo, até aquilo que o mundo considera vil, malvado e completamente indigno. Esse sentimento de retidão própria, que induz a condenar os outros, desaparece, e o amor, como a luz do sol, derrama-se sobre tudo que vive, sem ter em conta o seu grau de desenvolvimento ou bondade.

A alguns, essas experiências chegaram como um profundo sentimento de reverência que tomou completa posse deles, por alguns momentos ou mais tempo, enquanto que a outros se afigurava que se achavam num sonho e chegaram a ser conscientes de uma exaltação espiritual, acompanhada de uma sensação de estar circundando os compenetrados por uma luz brilhante.

A alguns, certas verdades se têm revelado sob a forma de símbolos, cujo significado não se tornou evidente senão muito tempo depois.
Essas experiências produzem uma mudança na mente daquele que passa por elas e que depois nunca torna a ser o mesmo homem que de antes. Ainda que a recordação vívida desapareça, fica ali certa reminiscência que, por longo tempo, será para ele um manancial de bem estar e de força, especialmente quando a sua fé vacila e se sente agitado, como uma cana, pelos ventos de opiniões em conflito e especulações do intelecto. A lembrança de tal experiência é uma fonte de renovada energia – um porto de refúgio, ao qual as almas fatigadas acodem para amparar-se do mundo externo que não as compreende.
Tais experiências são também usualmente acompanhadas de uma sensação de intensa alegria; de fato, a palavra e o pensamento de alegria parecem ser o que predomina na mente, nesta época. Mas não é uma alegria de experiência ordinária – é alguma coisa que não pode ser sonhada senão depois de havê-la experimentado – uma alegria cuja lembrança estimulará o sangue e fará palpitar o coração, todas as vezes que a mente relembrar a experiência.
Como já dissemos, também se experimenta a sensação de um conhecimento de todas as coisas, uma iluminação intelectual impossível de descrever. Nos escritos dos antigos filósofos de todas as raças, nos cantos dos grandes poetas de todos os povos, nas prédicas dos profetas de todas as religiões e tempos, podemos encontrar rasgos desta iluminação experimentada por eles – esse desenvolvimento da consciência espiritual. Não temos espaço para detalhar esses numerosos exemplos. Uns disseram-nos de um modo, outros de outro, mas todos dizem praticamente a mesma história. Todos os que têm experimentado essa iluminação, ainda que fosse em débil grau, reconhecem a mesma experiência na relação, canto ou prédica de outro, ainda que entre eles hajam decorridos séculos. É o canto da alma que, uma vez ouvido, jamais é esquecido. Ainda que seja expresso pelos toscos instrumentos das raças semi-bárbaras ou pelos mais aperfeiçoados talentos musicais da atualidade, seus tons são claramente reconhecidos.

Vem o canto do velho Egito, – da Índia de todas as idades – da antiga Grécia e Roma, – dos primitivos santos cristãos – dos Quarkers Friends, – dos mosteiros católicos – das mesquitas maometanas – do filósofo chinês – das lendas do índio americano, herói profeta, – é sempre o mesmo tom, elevando-se mais e mais alto, à proporção que muitos mais o entoam e agregam suas vozes ou dos sons de seus instrumentos ao grande coro.
Aquele tão mal compreendido poeta ocidental, Walt Whitman, sabia o que dizia (como compreendemos nós), quando prorrompia e expressava em singular verso a sua estranha experiência. Lêde o que ele diz e verificai se já foi alguma vez melhor expresso:

“Como num desmaio, um instante,
Outro sol inefável me deslumbra,
E todos os orbes conheci, e orbes mais brilhantes desconhecidos,
Um instante da futura terra, terra do céu.”

E quando sai do seu êxtase, exclama:

“Não posso estar acordado, porque nada me olha como antes,
Ou então estou acordado por primeira vez, e tudo de antes foi simples sonho.”

E nós devemos concordar com ele, quando declara a inabilidade do homem para descrever inteligentemente isso, nestas palavras:
“Quanto melhor quero expressar-me, menos posso,
Minha língua não se move sobre sua ponta,
Meu alento não obedece aos seus órgãos,
E fico mudo.”

Que essa grande alegria da iluminação seja vossa, queridos estudantes. E vossa será no seu tempo oportuno. Quando ela chegar, não vos alarmeis, e quando vos abandonar, não lamenteis sua perda – voltará outra vez. Vivei elevando-vos acessíveis à sua influência. Estais sempre dispostos a escutar a voz do silêncio, prontos sempre a responder ao toque da Mão Invisível.

Não torneis a temer, porque convosco tendes sempre o Ser Real que é uma chispa da Chama Divina, e o qual será como uma lâmpada que iluminará o caminho a vossos pés.

A paz seja convosco.

– Por Iogue Ramacháraca –

(Texto extraído do livro “Catorze Lições de Filosofia Iogue”, do Iogue Ramacháraca; Editora Pensamento)

Fonte: IPPB
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AUTOCONHECIMENTO: TENHA AUTOCONTROLE, NÃO ENTRE EM DESESPERO, VIVA O MOMENTO PRESENTE, POR WAGNER BRAGA

Esqueça o que ficou para trás e o que ainda vai acontecer. Viva o presente! Esta é a mensagem do vídeo desta sexta-feira, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. Neste conteúdo falo um pouco sobre autocontrole, algo extremamente importante, principalmente nesses tempos difíceis que estamos vivendo. Dei algumas dicas do que você pode fazer quando se encontrar numa situação de desespero. Saiba que para todo problema existem no mínimo duas soluções, mas você só consegue enxergar se parar para refletir e se acalmar. Assista ao vídeo, reflita e faça seu juízo de valor!

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AUTOCONHECIMENTO: DISCERNIMENTO EM RELACIONAMENTOS E RELAÇÕES CONSCIENTES

Hoje temos, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO um texto super descolado, franco, inteligente e de alto nível sobre Discernimento em Relacionamentos e Relações Conscientes. Aqui, o autor dá uma senhora aula sobre despertar da consciência num relacionamento a dois, quando duas pessoas estão em níveis conscienciais diferentes. O que fazer numa situação dessa? Leia o texto completo a seguir e saiba como!

Discernimento em Relacionamentos e Relações Conscientes

Mensagem de 22 de Março de 2021

INTRODUÇÃO
Os relacionamentos assumem um nível totalmente novo para quem tomou a “pílula vermelha”, ou seja, quem está sinceramente empenhado em buscar a verdade, o trabalho autônomo e a desprogramação cultural / social para transcender a Matriz do Caminho para o Despertar.

No entanto, antes que duas pessoas possam realmente se envolver (ou entrar) neste nível “superior” de relacionamento consciente, é melhor se ambos os indivíduos tiverem feito uma boa quantidade de trabalho sincero consigo mesmos por conta própria, confrontado suas sombras, feridas na infância , condicionamento social / religioso / cultural, comportamentos mecânicos, etc., bem como ter estabelecido parâmetros de amor próprio saudáveis. Aprender a prosperar e desfrutar da solidão sem “precisar” de ninguém também é um pré-requisito antes de ser capaz de se envolver com sucesso em relacionamentos conscientes.

Artigos como “o que as mulheres conscientes querem dos homens”, “o que os homens conscientes querem das mulheres” ou “você precisa de um homem / mulher guerreiro” que circulam por aí não fazem sentido na maioria das vezes e não poderiam ter sido escritos por homens / mulheres verdadeiramente “conscientes”. Esses tipos de artigos muitas vezes estão ligados à “consciência de vítima” em algum nível, bem como a projeções, direitos, falta de responsabilidade e falta de compreensão de que em algum nível sempre atraímos (ou somos atraídos por) alguém com base em aspectos inconscientes da Sombra (como “A Dança entre Codependentes e Narcisistas”), mesmo que não a vejamos conscientemente e, portanto, “culpemos” a outra pessoa por não ser “consciente”, tendo todo tipo de expectativas. Também há muita distorção na versão da Nova Era de “Chamas Gêmeas” com as pessoas superestimando seu nível de Ser (encarnação da alma).

Sempre são necessários dois para dançar o tango. Enquanto não possuímos nossos próprios aspectos de sombra, ela sempre voltará para nós (espelhada) através de outras pessoas, ou através de ataques / interferência de entidades ocultas, injetando através das fendas de nosso corpo de energia devido à falta de incorporação, passado ferir / trauma e não ter ancorado totalmente a essência de nossa alma no corpo / avatar. O caso extremo de relacionamentos românticos hiperdimensionais influenciados é o “Love Bite” ou “Dark Side of Cupid”.

Em suma, se você quer um parceiro “consciente”, o trabalho é consigo mesmo, antes de mais nada, com uma auto-honestidade radical. Qualquer pessoa que esteja esperando que o parceiro perfeito apareça sem assumir total responsabilidade pela evolução de sua própria alma e seja pego em culpar / projetar / esperar, e se sentir como uma vítima, ficará muito desapontada. Os relacionamentos em sua vida (não apenas românticos) também são uma medida / medida / reflexo de onde você está na evolução de sua alma.

No final, os relacionamentos são lições de amor, não um fim em si mesmos. Nem todo relacionamento pode ser trabalhado e chega a hora de deixar ir e seguir em frente sem tentar (e sem culpa) forçar algo que simplesmente não era para ser, caso contrário, as duas pessoas estão se impedindo de crescer / evoluir. Saber quando deixar ir / terminar ou se realmente vale a pena trabalhar no relacionamento depende da situação específica e única, mas principalmente o seu conhecimento / intuição interior já e sempre sabe, mas a mente pode complicar as coisas, especialmente se não confiarmos nossa orientação interna não verbal.

Pessoas entram e saem de nossas vidas para dar certas lições. Nem todo mundo deve ficar “para sempre”. Muitas vezes, devemos ficar “sozinhos” por um período de tempo no que diz respeito à evolução da nossa alma, alinhando-nos com o propósito único de nossa alma / Vontade Divina (e Tempo Divino), aprendendo pacientemente nossas lições em vez de ser “escravo” do caprichos e desejos da personalidade do ego impaciente, desesperada e condicionada.

Com isso dito, aqui estão alguns escritos sobre relações conscientes de vários autores:
Para continuar lendo clique aqui.

Bernard Guenther — Fonte: https://bluedragonjournal.com/ | https://veilofreality.com/
Rafael Issa Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Lu

Fonte: Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: A FÍSICA QUÂNTICA QUANTIFICOU AS EMOÇÕES SEGUNDO SUAS FREQUÊNCIAS VIBRATÓRIAS

Para a Física Quântica tudo, absolutamente tudo, seja materialmente palpável ou seja imaterial vibra em alguma frequência. O Dr. David Hawkins, em seu estudo de PhD, conseguiu quantificar as frequências vibratórias das emoções humanas. Concluiu que os sentimentos e emoções negativas vibram em baixas frequências e os sentimentos e emoções positivas vibram em alta frequência. No texto a seguir temos uma resumo do seu livro Poder vs Força onde você pode aprender quais os sentimentos e emoções que fazem bem ao seu DESENVOLVIMENTO PESSOAL E ESPIRITUAL.

Frequência Vibracional das Emoções Humanas - Elainne Ourives - YouTube

“Quânticamente:
O Covid tem uma vibração de 5.5 Hz e morre acima de 25.5 Hz.
Para os seres humanos com vibração mais alta o vírus é uma gripe simples.
As razões para ter a vibração baixa pode ser:
⛔Cansaço
⛔Medo
⛔Tensão nervosa
⛔Raiva
⛔Ódio
É por isso que temos que vibrar alto e não olhar constantemente para as notícias, para que não nos baixe a frequência.
A frequência da terra hoje é 27,4 Hz, mas há lugares que vibram muito baixo como:
⛔Hospitais
⛔Centros Assistenciais
⛔Bares
⛔Prisões
É onde a vibração cai para 20Hz ou menos ainda.
Veja algumas baixas vibrações causadas por determinados sentimentos:
⭕Dor 0,1 às 2 hz
⭕Medo de 0,2 hz.
⭕Irritação 0,9 a 6,8 hz
⭕Ruído 0,6 a 2,2 hz.
⭕Orgulho 0,8 hz
⭕Abandono 1,5hz.
⭕Superioridade 1,9 hz.
Portanto, em vez disso, vibre em:
✅Generosidade 95 hz
✅Agradecimentos verdadeiros 150 hz
✅Compaixão 150 hz ou mais.
✅Amor ao próximo e a todos os seres vivos 150 hz e mais.
✅Amor incondicional e universal a partir dos 205 hz
O que nos ajuda a Vibrar Alto?
✅Amar
✅Sorrir
✅Abençoar
✅Brincar
✅Pintar
✅Cantar
✅Meditar, Yoga, Taichi, Caminhar ao Sol
✅Faça exercício, aproveite a natureza
✅Alimente-se com os alimentos que a Terra nos dá: sementes-grãos, cereais, legumes, frutas e tome água!
A vibração da oração vai de 120 hz a 350 hz
VIBREMOS ALTO!!!”
(A fonte original desta informação é do livro Poder vs Força. Baseado na tese de doutoramento de David R Hawkins.) 🍁
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FÉ E ESPERANÇA COEXISTEM HARMONICAMENTE

O destaque desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é o tema Fé e esperança do texto a seguir de autoria de Luiz Guimarães, na ótica da doutrina espírita. Na teologia católica o tripé fundamental é: Fé, esperança e caridade. Mas pela doutrina espírita a fé e a esperança coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Ocorre que a ‘esperança’, tanto numa como na outra é contextualizada no sentido de esperar, como consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Convido você a ler o texto completo a seguir e refletir se não seria melhor termos a esperança sonhar? Já que o sonho pode ser planejado, executado e celebrado?

Fé e esperança

Mão masculina próxima de plantas. Ao fundo, há a luz solar.
gajus / 123RF

“Se podes? Tudo é possível àquele que crê” Marcos 9:23

Todo aquele que possui fé terá a esperança como porto de chegada. Coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Tudo que realizamos tem um objetivo e a vontade de atingi-lo tem por base a fé. Consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”.

Contudo a razão não pode estar ausente desse binômio. Sem ela essa estrutura não tem sustentação, pois a consciência do objetivo colimado deve estar presente, já que somos os seres inteligentes da criação e não podemos prescindir do raciocínio lógico.

Temos no Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB Ed. 131ª, Capítulo XIX, item 7: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade”. Por outro lado, a fé cega, que é desprovida do bom senso, pode desaguar nos excessos do fanatismo, que igualmente padece da falta de fundamento. Resulta dessa irreflexão o insucesso do que se almeja, sendo essa irracionalidade prejudicial a todos.

Referimo-nos a Rodolfo Calligaris no livro “Páginas do Espiritismo Cristão”, p. 17, onde consta: “[…] a fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer”. Nos caminhos da fé temos de percorrer os degraus da paciência, resiliência e perseverança para que as conquistas que repousam na esperança sejam alcançadas. É um percurso que no dia a dia consolida nossas aspirações, sempre amparadas pela prece e louvor a Deus.

Imprescindível nessa trajetória é a realização de obras. A fé não pode se constituir de sentimento inerte. Tal qual a caridade que é o amor na dimensão dinâmica, ela necessita do labor diário para que não esmoreça a esperança. Corroborando essa assertiva, citamos Tiago 2:18 – “Mas alguém dirá: ‘Você tem fé; eu tenho obras’. Mostre-me sua fé sem obras e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras”.

Nesse contexto devemos entender que é preciso ter mérito naquilo que pretendemos conseguir. Nem sempre o que queremos será o melhor e, não raro, não merecemos. Lembremo-nos de que estamos vinculados à lei do merecimento e que Deus soberano e justo nos proverá daquilo de que necessitamos.

No livro “O consolador”, questão 257, encontramos: “A esperança é a filha direta da fé. Ambas estão uma para a outra como a luz reflexa dos planetas está para a luz central e positiva do Sol. A esperança é como o luar que se constitui dos bálsamos da crença. A fé é a divina claridade da certeza”. Elas são fortalecidas quando concebemos a reencarnação e a imortalidade da alma.

A cada existência renovam-se as oportunidades e aspirações. Temos nas bem-aventuranças o manual perfeito para nortear o nosso sentimento de esperança (quem tem fé está no caminho daquilo que plantou no terreno da esperança).

Luiz Guimaraes
Escrito por Luiz Guimaraes
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REFLEXÃO: A FORÇA E A CORAGEM COMO PARCEIRAS NOS DESAFIOS DA NOSSA CAMINHADA

A Força e a Coragem são virtudes do ser humano que precisam caminhar e atuar juntas nos desafios que nos acometem diariamente. Uma é complemento da outra. Há momentos que precisamos de uma, em outros momentos precisamos da outra e, às vezes necessitamos das duas juntas. Por isso, é importante refletir sobre isso para sabermos a hora certa de usar um e outra. Então convido você a ler o texto a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Mensagem de força e coragem:inspire-se a lutar pelo que quer

Força e coragem

Você se considera uma pessoa de coragem?

E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada?

Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.

E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.

Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.

Eis aqui alguns exemplos:

É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.

É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.

É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.

É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.

É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.

É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.

É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas.

É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.

É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.

É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.

É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.

É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.

É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral.

É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.

Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.

Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.

***

A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor.

Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.

(Da equipe de redação do Momento Espírita)

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O MEDO GERADO PELAS CRENÇAS LIMITANTES NOS IMPEDE DE CONHECERMOS A VERDADE

No texto Transcendendo as ilusões a seguir o autor fala da prisão em que vivemos nesse plano 3D, das crenças limitantes que nos impedem de crescer, evoluir e transcender para planos mais elevados, onde a liberdade impera e não há dor nem sofrimento. O medo gerado pelas nossas crenças limitantes nos aprisiona e nos impede de dar esse salto quântico. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir sair do mundo de ilusões para o mundo da verdade!

Transcendendo as ilusões

Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito ‘

Clemice Petter*

Muita coisa tem sido dita e escrita a respeito da verdade. Muitas pessoas pensam que sabem o que significa viver uma vida espiritual, que sabem o modo, as “práticas” exigidas e o caminho para chegar à verdade. Facilmente esquecemos o que os ensinamentos têm assinalado; está nos Upanishades, foi dito por J. Krishnamurti e por H. P. Blavatsky: “Aqueles que dizem que sabem, não sabem.” A suposição de que sabemos pode ser a maior de todas as ilusões. Se considerarmos a história da humanidade, veremos que aqueles que pensavam que sabiam, que tinham certeza e que criaram fórmulas e moldes para a vida, e assim se colocaram na posição de ditar aos outros como viver, foram as pessoas que trouxeram miséria e corrupção.

Nossa estrutura social está construída sobre moldes de respostas prontas aos desafios da vida. Nossos sistemas educativos estão voltados a moldar a mente da criança numa direção preestabelecida. Pensamos que sabemos qual é o modo correto de vida, e assim, ensinamos aos nossos filhos a serem tão infelizes quanto nós. Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito, as muralhas do “conhecimento”.

Pelo fato de termos sido moldados segundo um determinado padrão, pensamos que seguir um padrão é um modo de vida. Cada um tem sua própria fórmula a respeito do que os outros devem fazer ou ser. Certamente não aplicamos nossas teorias a nós mesmos, em nossa própria vida; mas queremos que os outros as apliquem em suas vidas. Temos certeza do que há de errado no mundo e de que sabemos como pode ser corrigido, mas somos impotentes no nosso próprio lar. Não sabemos como pôr fim às nossas tristezas, às nossas incertezas diárias e aos nossos medos profundos, nem sabemos como responder aos nossos filhos quando nos fazem as perguntas mais simples e mais inocentes. O fato é que não sabemos como nos relacionar, como vivermos juntos em harmonia e cooperação. Divisão e competição têm sido o modo de vida dos seres humanos neste planeta.

Sendo assim, o que realmente sabemos, e não o que pensamos que sabemos? Lemos muitas coisas em livros e ouvimos as conclusões a que as pessoas chegam, e, portanto, pensamos que sabemos. Quanto mais lemos, mais pensamos que sabemos. Quanto mais pensamos que sabemos, menos entendemos. O conhecimento fecha a porta à compreensão; isso é muito fácil de ver, se realmente quisermos olhar. Portanto, o grande inimigo da humanidade no atual estágio de ignorância é o conhecimento. Isso pode soar um tanto contraditório, mas não é, porque ignorante é aquele que não conhece a si próprio. Não importa quantos livros se tenha lido, se esses livros são sagrados ou mundanos, ou quantos títulos antecedem o nome da pessoa – se não tem autoconhecimento, o ser humano é um ignorante. Se a pessoa percebe o que está ocorrendo no mundo, verá que a atual estrutura social é o resultado da ignorância humana.

A ciência avançou tremendamente no último século, mas foi incapaz de resolver os nossos mais básicos problemas; pelo contrário, eles estão aumentando. Vivemos na era da informação – jamais anteriormente na história da humanidade tivemos tanto conhecimento – e, contudo, estamos enfrentando a maior de todas as crises. Sabemos muito, mas entendemos tão pouco… O conhecimento não está ajudando o ser humano a despertar a natureza humana  gentileza, compaixão e responsabilidade que permanece oculta. Para lidar com isso precisamos compreender a nós mesmos. O autoconhecimento é a chave que abre os portais desta prisão autoimposta, é o caminho para a liberdade, e essa liberdade é o libertar-se do “eu” e do “meu”. Sem liberdade, a aquisição incessante de conhecimento leva inevitavelmente à autodestruição, como podemos ver acontecendo bem diante dos nossos olhos: a insana destruição do meio ambiente, a poluição da água e do ar e o envenenamento deliberado do nosso próprio alimento. Estamos destruindo nosso próprio lar e somos incapazes de ver; consequentemente, não conseguimos mudar isso.

                                                                  Espírito cooperativo

Para ir além da ilusão, precisamos primeiramente entender o mundo por ela criado. O mundo no qual vivemos é um mundo que não conhece a compaixão, que está se tornando cada vez mais violento, brutal e competitivo. Existem aqueles que dizem que a competição é o caminho, que precisamos ser competitivos para progredir. Isso mostra apenas o quão pouco entendemos. Precisamos questionar o que chamamos de progresso e civilização. Ensinar às crianças nas escolas a serem competitivas é um crime contra a humanidade, pois a competição mata o espírito cooperativo; ensinar às crianças uma fórmula para a vida, dizendo-lhes o que devem sentir, como devem amar, é ainda pior. Dizer-lhes o que é o amor é matar a inocência e estupidificar a mente. A verdadeira educação é permitir à criança pensar por si mesma, e não lhe ensinar o que pensar. Até aqui não entendemos ainda este fato simples e óbvio.

Blavatsky nos advertiu a respeito da necessidade de se entender os modos e meios da mente, para não sermos escravos dela. Na primeira página de A Voz do Silêncio, ela escreveu: “A mente é a grande assassina do real. Que o discípulo mate o assassino.” Ela disse que devemos “buscar o rajá [rei] dos sentidos, o produtor de pensamento, aquele que desperta a ilusão.” Blavatsky escreveu isso há mais de cem anos; quantos realmente deram atenção a este ensinamento básico? Muito poucos, parece.

Krishnamurti viajou pelo mundo por mais de sessenta anos explicando, em centenas de locais diferentes, essas afirmações curtas e profundas feitas por Blavatsky. Quantos de nós somos capazes de lhe dar ouvidos? Nenhum instrutor antes de Krishnamurti foi tão profundo e explicou de modo tão detalhado o despertar das ilusões e os meios e modos da mente – a grande assassina do real. Mas, pelo fato de sua linguagem ser simples, de ele não se apresentar
como autoridade e nada prometer, poucos querem ouvi-lo.

Krishnamurti não alega que sabe, ele convida a viajar com ele, a descobrir por si próprio, caminhar juntos como amigos; e caminhar juntos é muito difícil para nós, porque estamos acostumados à autoridade. Nós adoramos autoridade estabelecida pela mente; somos incapazes de ver a natureza destrutiva da autoridade no reino psicológico.

Para ir além da ilusão precisamos sentir o impulso, sermos sérios e capazes de permanecer sós. Assim, a primeira coisa a compreender é a nossa própria ignorância; mais uma vez Blavatsky advertiu sobre isso. Gostamos de pensar que somos grandes e que sabemos. É a vaidade que nos cega; em vez de começar com o primeiro passo pensamos que podemos saltar até o último; em vez de começar a caminhar, pensamos que podemos começar com a chegada. Mas não existem atalhos ou milagres que possam nos fazer entender o mecanismo do nosso criador de ilusões, dessa máquina de pensar chamada mente. Isso pode parecer possível – afinal, a mente é perita em enganar.

      A chave da prisão

Não existe saída desta prisão autoimposta na qual os seres humanos vivem. O autoconhecimento é a chave, e isso foi esclarecido por Blavatsky mo prefácio de A Voz do Silêncio: “O Livro dos Preceitos Áureos – alguns dos quais são pré budistas, ao passo que outros pertencem a uma época posterior – contém uns noventa pequenos tratados distintos. Destes aprendi de cor, há muitos anos, trinta e nove. Para traduzir os outros, teria que recorrer a apontamentos
dispersos entre um número de papéis e notas, acumulados em vinte anos e nunca postos em ordem, demasiado grande para que a tarefa fosse fácil. Nem poderiam eles ser, todos, traduzidos e dados a um mundo demasia- do egoísta e aprisionado aos objeto dos sentidos, para que pudesse estar preparado a receber, com a devida atitude do espírito, uma moral tão elevada. Porque, a não ser que um homem se entregue perseverante ao cultivo do autoconhecimento, ele jamais dará, de bom grado, ouvidos a conselhos de tal natureza.” [itálico acrescentado]

Aqueles que estão estudando A Voz do Silêncio entendem que o autoconhecimento é o início, é o primeiro passo. Sem ele a pessoa é cega e surda em questões espirituais. Portanto, é totalmente inútil continuar lendo livros se não queremos assumir uma jornada interior que revelará as ilusões projetadas pela mente.

Muitos dizem que ir além da ilusão é apenas para poucos, que não é para todos; seria melhor dizer que é para aqueles que são sérios, para aqueles interessados na verdade, não importa o que aconteça. É para aqueles que não mais estão encantados com a doce canção das ilusões despertadas pelo desejo de conforto, seja físico ou psicológico. Assim, a
verdadeira dificuldade nesta questão é de quanto a pessoa está disposta a abrir mão, o quanto está disposta a considerar, a penetrar dentro de si mesma. Os Instrutores disseram que o “eu” é a ilusão primária. Intelectualmente sabemos disso, mas não conseguimos entender ou ver. Não conseguimos entender que esse “eu” seja criação da mente, e, enquanto não entendermos os modos e meios da mente, não conseguiremos ver as ilusões que são os seus subprodutos.

A mente é uma ferramenta cega destinada a ser usada pela inteligência. O problema é que os seres humanos transformaram uma ferramenta cega no rei supremo – um rei cego, adorado por ignorância. A ilusão de que existe inteligência na mente é criada pela falsa impressão de que, pelo fato de termos desenvolvido muita tecnologia, somos inteligentes. Mas tecnologia é basicamente o conhecimento do processo mecânico das coisas, enquanto a inteligência está muito além do mecânico.

Para a inteligência se concretizar é preciso desenvolver a mente e o coração; inteligência significa amor, compaixão e responsabilidade. Responsabilidade no sentido de poder responder – e para isso precisamos primeiramente ser capazes de ouvir. Para ouvir precisamos ser sensíveis; portanto, para a inteligência se concretizar, precisamos trabalhar muito. Não é uma tarefa fácil para uma mente preguiçosa, uma mente que foi colocada para dormir pelas crenças. A mente mecânica, sem a luz da inteligência, está propensa a criar cada vez mais miséria, como atualmente está acontecendo no mundo. nos dividiu em eu e você, meu país e seu país, é o que está destruindo a ca-
sa em que vivemos – a Terra. O poder dessa ilusão é tal que nos torna incapazes de ver que estamos destruindo o próprio ambiente no qual estamos nos desenvolvendo. Nos últimos cinquenta anos, em nome do que orgu-
lhosamente chamamos de progresso, destruímos o meio ambiente com uma velocidade inacreditável. Pensamos que somos inteligentes e civilizados, mas a realidade mostra o contrário; somos bárbaros, como éramos há dois mil anos ou mais. Temos que mudar agora, não no futuro, porque o comportamento humano tornou-se uma ameaça à vida no planeta.

Para transformar a sociedade, precisamos transformar a nós mesmos; isso é muito óbvio. Não podemos ter uma sociedade diferente com o mesmo tipo de mentalidade que criou essa desordem. Para trazer ordem ao mundo precisamos trazê-la a nós mesmos. Pensar que podemos ajudar a humanidade a se livrar dos pensa-
mentos, sentimentos e comportamentos desordenados e conflitantes é a mesma coisa que pensar que podemos limpar uma casa com um pano sujo e uma água suja.

Ir além da ilusão é pôr fim ao “eu”, o local de origem de toda a miséria e degeneração humana.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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REFLEXÃO: ENQUANTO HÁ VIDA HÁ A CHANCE DE O AMOR FLORECER

Uma felicidade muito grande encontrar o texto maravilhoso que tenho o enorme prazer de publicar, aqui na coluna REFLEXÃO, nesta sexta-feira, pois fazia muito tempo que não encontrava um texto que me tocasse tanto quanto este. Uma lição de vida fabulosa o valor e a força da GRATIDÃO. O texto não menciona a palavra gratidão nenhuma vez, mas está intrinsecamente implícito o sentimento de gratidão da personagem dessa bela história. Portanto, não deixe de ler, você vai se emocionar, assim como eu!

Onde o Amor Floresce [Doc] | 4K - YouTube

Onde o amor floresce

Existem vidas que transmitem grandes lições. Quase sempre são criaturas que não são famosas, nem por serem artistas, políticos, ou terem realizado feitos que alteraram o destino da humanidade.

São pessoas que vivem o dia-a-dia, junto a outras tantas. Geralmente poucos lhes lembram os nomes.

Recentemente, num documentário televisivo a respeito do holocausto, ouvimos a história de uma jovem polonesa e seu drama, durante a segunda grande guerra.

Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, sua família viveu alguns meses, escondida em um porão.

Descobertos, contudo, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.

No campo de concentração, onde foi colocada, ela padeceu os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam. Ou eram mortas. Ou se matavam.

A essa altura, o repórter perguntou à entrevistada se ela nunca pensara em se matar.

“Sim,” disse ela. “Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.”

Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse um dia: ‘filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.

E me fez prometer que jamais eu desistiria de viver.

Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais 4000 mulheres foram obrigadas a uma marcha forçada pelos alemães, em fuga das tropas aliadas.

Finalmente, um número muito pequeno delas, que não haviam morrido no longo trajeto, foram abandonadas num campo de concentração e encontradas, mais tarde, pelos americanos.

Aquelas mulheres estavam desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza.

Ela mesma, confessa, tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente. E não tomava banho há 3 anos. O seu tempo de aprisionamento.

Então um oficial americano, muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão.

Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.

Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras de televisão, ela e o marido mostravam a alegria de sua união.

Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços, naquele dia distante.

Ela não somente teve a sua vida salva naquele momento, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.

Um amor que atravessou meio século e continua tão forte e especial como nos dias do início namoro.

Um amor que foi concebido ao final de uma hecatombe, e em que o primeiro encontro foi num ambiente de dor, miséria moral e intenso sofrimento.

Ele era o jovem robusto, vigoroso. Ela, uma esquálida jovem, pouco mais que adolescente, sofrida e quase sem esperanças.

Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para encontros e reencontros de almas que se desejam unir pelo amor.

***

Se os dias lhe parecem demasiado pesados, com sua carga de problemas, não desista de lutar.

Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.

Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.

Não se esqueça: o amor de Deus nunca falha! Aguarde.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em documentário televisivo

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A FILOSOFIA INDIANA É UM DOS GRANDES LEGADOS QUE RECEBEMOS DO ORIENTE

                 A FILOSOFIA DO YOGA

“A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”

Cleber Pacheco*

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A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade  ,em busca da integração interna e da união com o divino.

Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito mais profundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freu visava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal.

Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua além do nível pessoal, alcançando o arquetípico. Mas, a rigor, a Segunda Psicologia ocorreu por meio de Abraham Maslow, Eric Fromm e outros, concentrando-se não apenas no aspecto doentio, mas dando enfoque ao ser humano saudável, dito “normal”, em busca de sua essência.  contribuição  foi levar a psicologia

A Terceira Psicologia volta-se para a Supraconsciência, ou seja, é a psicologia dos seres autorrealizados,  aqueles que já desenvolveram todas as suas possibilidades de crescimento.

Os Yoga-Sutras sistematizara tudo isso muito antes da psicologia ocidental, de modo científico e integrado com a filosofia, sendo, portanto, um caminho completo, que abarca toda a experiência humana na Terra– cuja tarefa é conhecer o mundo manifesto para alcançar o imanifesto, o puro ser, e unir-se a ele por inteiro. Assim, uma vez autorrealizado, o ser humano se torna divino, e, em unidade e totalidade, contribui para auxiliar a todos aqueles que trilham o caminho espiritual.

Trabalhar o ser humano de modo integral é a tarefa proposta pelos Sutras. Cuidar do corpo, lidar corretamente com o prana, a energia vital, trabalhar a mente e libertá-la de to-

dos os seus condicionamentos, a fim de que ela se torne um instrumento adequado para a manifestação de Atma, o nosso eu verdadeiro. O trabalho mais intenso e profundo a ser feito dá-se em nível mental, pois é este o local onde a união proposta pelo yoga deve ocorrer. É a mente que divide; nela reside a dualidade, a ilusão da separatividade, de solidão, gerando desordem.

O conflito só existe na dualidade, onde os opostos lutam entre si, um do yoga A sabedoria Cleber Pacheco* A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade, em busca da integração interna e da

união com o divino. Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito maisprofundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freudvisava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal. Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua contribuição foi levar a psicologia “A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”tentando conquistar e possuir o outro, podendo fazer uso da força, e até mesmo da violência, se achar necessário. A dualidade gera medo. Por sua vez, este produz insegurança e a sensação da necessidade de luta, de fugir da dor para obter o prazer. Uma vez alcançada a unidade, o medo desaparece, assim como a necessita de lutar ou de fugir. Não há mais oscilação de um extremo para outro. O yoga nos ensina que é possível ir ainda além da reconciliação dos opostos. Ele nos possibilita uma integração total. Os obstáculos mentais são removidos e a iluminação enfim ocorre.

Afirma um dos Sutras: “Falta de percebimento da realidade, o senso de egoísmo, atrações erepulsões  emrelação a objetos e o forte desejo de viver são as grandes aflições ou causas de todas as misérias da vida.” A capacidade de dizer muito com um mínimo de palavras é característica dos Sutras, que exigem um estudo sério por parte dos aspirantes e, com isso, levam cada um a vencer suas próprias limitações a fim de alcançar a compreensão da riqueza de significados neles existentes.

Explicar e analisar detalhadamente todas as etapas necessárias para chegar à autorrealização é tarefa mais importante e prodigiosa que o sistema do yoga nos traz. É um verdadeiro tesouro legado a todos, indicando, com grande sabedoria, como podemos cumprir o autêntico objetivo de nossas vidas.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONTÁGIO PELO VÍRUS DA EMPATIA

         O vírus da empatia

Se esse vírus nos contagiar, teremos respeito para com o outro, aí inclusos a quebra da propagação da doença, a solidariedade para com os afetados e as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos da pandemia

Fernando Gaspar*

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Necessitamos uns dos outros. É um fato essencial. É a primeira grande lição espiritual e física da vida humana, se analisada retrospectivamente. Afinal, ao nascer, dependemos completamente dos nossos pais.

Na verdade, a necessidade da colaboração entre duas pessoas retroage à concepção. A lição se repete ao longo de toda a vida, nos mais diversos aspectos sociais. Já abordamos o tema em outro artigo. Em certas circunstâncias, a interdependência se torna mais evidente, mais aguda. É o caso de uma pandemia, onde um responde pela doença do outro. Nessas ocasiões, mais do que nunca, deveríamos optar pela empatia, pelo engajamento e pela solidariedade em prol da saúde.

Quando o mundo vive a propagação de uma doença contagiosa e para a qual não há tratamento específico, mas a perspectiva de uma vacina, então entra em cena a importância crítica dos cuidados preventivos. Nesse contexto, nossa saúde depende diretamente da higidez e dos cuidados de outras pessoas, pois a transmissão da infecção se dá de um infectado para um são, de diferentes modos, inclusive pelo ar, segundo a OMS. A preocupação consigo nos leva a desejar que todos cooperem para quebrar a cadeia de transmissão, inclusive aderindo a programas de vacinação, uma grande conquista científica.

Além de amor próprio, necessitamos, literalmente, de amor ao próximo, já que a proximidade é um fator crucial para o contágio. Acontece que grande parte dos infectados tem poucos ou nenhum sintoma. Deste modo, a conscientização de que cada um pode ser vetor silencioso para a doença ou a morte de outros é crucial para que todos adotem medidas higiênicas preconizadas pela ciência e pelas autoridades. Exige-se, portanto, uma  preocupação consigo e com os demais. Ninguém é excluído: “amai (até) vossos inimigos”, porque todos são potenciais vetores da doença e da morte, indiscriminadamente.

O grupo do neurocientista Giácomo Rizzolatti descreveu, em 1996, a existência dos chamados neurônios espelhos. Eles constataram, inicialmente, que certas áreas do cérebro são ativadas quando executamos determinadas atividades ou simplesmente observamos sua execução por outras pessoas. A existência dessas células sugere a importância da interação como um aspecto evolutivo e oferece uma base biológica adicional para a empatia.

Preocupar-se com os demais, colocar-se no lugar deles, é ter empatia. Sabe-se que a Covid-19 pode ser mais grave em certos grupos, como idosos e portadores de doenças. Cabe ao forte e ao jovem cuidar-se, tendo em vista a possibilidade de levar o vírus até aquelas pessoas. Dessa forma, posicionando-se na perspectiva de terceiros, deveremos adotar a postura fraterna, que implica no reconhecimento de que somos irmãos, considerando-se nossa origem espiritual e planetária, com destinos comuns. Sem dúvida, é nosso dever não infectar.

                            Unidade e interdependência

Estamos todos submetidos às mesmas leis universais. Do ponto de vista espiritual, o budista em geral reconhece ao menos duas dessas leis, a do karma e a do renascimento. A primeira faz retornar a cada um conforme suas obras, em todas as dimensões da vida. Diz o Vinaya Pitaka: “Quando os frutos da retribuição estiverem maduros, não há onde se ocultar.” Já o renascimento significa reviver nas formas. Ambas as leis têm implicações morais e éticas.

No olhar do filósofo Adolfo Váz quez, no livro Ética, a moral envolve os costumes, os hábitos e os valores de um grupo social numa dada época e lugar, sendo, portanto, variável. O comportamento moral, por sua vez é objeto de uma ciência chamada ética. Assim, aplicada à Teosofia, o reconhecimento das leis do karma e do renascimento pode mudar a moral e suas consequências éticas.

Como o ponto central da moral é a atuação, influência ou repercussão sobre o outro, a empatia ganha especial relevância. No Budismo, esse aspecto surge sob a forma de compaixão. Tocado pela possibilidade causar, de modo involuntário, o adoecimento do próximo, o budista cuida-se. Consequentemente, zela pelos demais. O cristão pode atribuir a mesma atitude à misericórdia com vistas à providência divina. De qualquer modo, o sentimento de simpatia alheia evoca o senso de unidade entre os seres, um flagrante monismo cósmico, que deve nortear nossas ações com vistas à empatia.

O próprio vírus é um exemplo de unidade e interdependência. O SarsCov-2, causador da Covid-19, é um parasita intracelular, como qualquer vírus. Logo, ele depende da célula hospedeira para se multiplicar e se propagar. Esse mecanismo viral é, por si só, um exemplo de dependência. A propósito, em termos teleológicos, o vírus possivelmente não “deseja” a morte do hospedeiro, uma vez que, quanto mais tempo este sobreviver, mais vírus serão produzidos. É sabido que os seres visam perpetuar-se, e colaboram nesse sentido.

Nessa discussão, naturalmente  emerge nossa relação com outros reinos da natureza, a começar pelos micróbios. Os micro-organismos constituem os seres vivos mais abundantes do mundo. Em relação a eles, os humanos são minoria: eis um recado para que respeitemos adiversidade  e as minorias entre nós mesmos, humanos, haja vista ser comum agirmos contra minorias. Sejamos empáticos. Afinal, se aquela lógica numérica fosse aplicada a nós, e não apenas entre nós, seríamos subjugados ou extintos em prol de outras criaturas. Outro ponto é que não devemos subestimar uma doença somente porque uma  minoria adoece gravemente; afinal, todos são importantes. Neste caso, pensar o contrário é faltar com a empatia e a fraternidade.

A despeito de sermos uma minoria entre os seres vivos, somos portadores de características singulares e sofisticadas, como a inteligência e a autoconsciência. Esses atributos nos fazem poderosos, o que torna nossa responsabilidade junto à natureza muito maior, se comparada a outras criaturas. Nossa possibilidade de intervir, para o bem ou para o mal, é enorme. Assim sendo, pela felicidade e bem-estar geral, é um dever pender essa balança para o bem comum, considerando-se a ecologia, da qual não podemos nos furtar.

Sob certo aspecto, a pandemia é um exemplo de desequilíbrio ecológico. Especialistas associam a atual crise sanitária ao desrespeito à natureza. Segundo eles, o desmatamento e o confinamento de animais silvestres trouxeram um antigo vírus das florestas para a cidade. Isso já aconteceu com o HIV e o Ebola. Como resultado, temos uma doença transmissível, as mortes e as sequelas da doença, e do isolamento social, passando pela economia e pela subsistência dos povos. Isso ocorre quando nos falta empatia para com a natureza.

O vírus expõe nossa condição de filhos da Terra e do Cosmo. Ele não faz distinção e representa uma ameaça potencial para qualquer pessoa, a despeito de gênero, idade, raça, nacionalidade, profissão, status, opção política, etc. No papel de vilão, é irônico constatar que o vírus é  me- nos preconceituoso e seletivo que os humanos. Ele pode invadir qualquer um. Unidos pela vulnerabilidade, os humanos deveriam reproduzir o caráter universal do vírus e fomentar uma visão que supere as aparentes diferenças entre nós. O vírus que não distingue ninguém deveria nos tornar mais espiritualizados; ele deveria ser o vírus da empatia, mas isso depende de nossa postura e atitudes.

Para o teósofo Pablo Sender, em Theosophy and Conscious Mind, o “As essências visíveis e invisíveis  do universo nos une à nossa origem. Estamos ligados por elementos comuns. Essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa.” problema fundamental na raiz dos nossos equívocos é a ignorância a respeito do que realmente somos. De fato, não por acaso Delfos diz: “Conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e os deuses.” Nas dimensões sutis da existência há a essência que tudo permeia e de onde tudo provém O acesso consciente a esses níveis contém a chave do autoconhecimento e, por conseguinte, da sabedoria universal. E quanto mais profunda a autoconsciência, maior o poder de empatia, de amor e compaixão. Mas qual a origem da autoconsciência?

P. Blavatsky afirma que a autoconsciência individual surge na mente e por causa dela. A noção de ego está atrelada à mente. Por outro lado, os níveis mais profundos dos seres, para além da mente, são níveis coletivos, impessoais. Esses últimos planos de existência unificam a tudo e a todos, representam a raiz precípua de onde qualquer coisa se origina, do mineral ao homem, passando pelos diversos seres vivos ou os ditos inanimados, como os vírus cristalizados.

Em geral, os teósofos tomam o plano espiritual como a raiz fundamental e primeira de tudo que existe. De seus raios surge a miríade de possibilidades. Mas esse nível é indescritível, inconsciente (em nossa perspectiva mental) e por isso já foi tido pelos antigos como sendo nada, embora seja o incompreensível tudo–  assim como o infinitamente grande ou pequeno é um nada para nossos

Comparado ao espírito, buddh já possui certa consciência (que, na verdade, é estupenda, dada sua magnitude), embora para a mente ele seja ainda inconsciente. Para fins de comparação, imaginemos nosso corpo: estamos conscientes dele, mas nós mesmos estamos mergulhados num Cosmo esplendidamente infinito e ignoto. Embora o Cosmo seja o espetaculoso poder total, em nossa limitada visão ele é inconsciente.  sentidos. Importa considerar, portanto, que o espírito é um elemento universal. Para alcançar a mente, ele lança mão de um veículo intermediário chamado, em sânscrito, buddhi.

Segundo Blavatsky, buddhi pode ser comparado a uma folha de papel em branco. O espaço onde este se situa é Atman (Espírito), ao passo que o papel pode ser comparado a uma “condensação” transitória do raio do Atman, chamado buddhi. Esse papel, que é uma unidade onde tudo se inscreve, não admite dualidade ou egoísmo, até porque aí tudo se delineia e o ego inexiste. Na prática, é a fonte longínqua da empatia que resulta no altruísmo. É a origem do amor universal e irrestrito. A empatia é, portanto, um reflexo desses planos impessoais profundos e elevados na mente e nas emoções do ser humano.

A dependência mútua nos une por fios invisíveis, assim como as essências visíveis e invisíveis do universo nos une à nossa origem. O átomo em nosso corpo teve origem numa estrela que, num instante crítico e remoto, explodiu. Estamos ligados por elementos comuns. Num outro nível, essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa. Se não cultivarmos o amor ao próximo, respeitando-o, jamais seremos plenamente felizes.

Para usar uma metáfora, podemos concluir que se o “vírus da empatia” nos contagiar, teremos o devido respeito pela natureza e para com o outro, aí inclusos o autocuidado e a quebra da cadeia de propagação da doença. Deve aparecer a solidarieda- de para com os afetados pela enfermidade, suas sequelas e para com as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos. Afinal, na borrasca surgem grandes oportunidades para que a espiritualidade e o amor fraterno que estão na essência das religiões se manifestem.

Fonte:  REVISTA SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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CRÔNICAS: A CICATRIZ, POR ANA MADALENA

Bem que o texto de hoje da nossa querida Ana Madalena poderia estar na coluna REFLEXÃO ao invés da coluna CRÔNICAS, pois nos convida a refletir sobre o mundo desumano em que estamos vivendo, de cada um por si, do farinha pouca meu pirão primeiro, do venha nós o vosso reino, enfim, um mundo recheado de tanto egoísmo, que nem nos damos conta da importância e do valor da fraternidade, e da compaixão, que precisamos enxergar, apesar das cicatrizes que acumulamos ao longo da jornada. Então convido você a ler este lindo e ao mesmo tempo profundo texto reflexivo desta extraordinária escritora!

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“Quem tem o mel, dá o mel
 Quem tem o fel, dá o fel
 Quem nada tem, nada dá”.
       Da sagrada escritura dos violeiros, Zé Ramalho

A cicatriz

Eu tinha até intenção de responder direitinho, mas sem tempo, resolvi abreviar. Para um bom entendedor, meias palavras … A pesquisadora ficou muito chateada, mesmo eu não sendo obrigada a responder. Ainda teve aquela cena de humilhação com a mocinha que estava ao meu lado. Fiquei extremamente indignada;  não admito ver maus tratos, muito menos fazer terceiros de saco de pancada. Em época de extremismos, um pouco de empatia é pedir demais? Sinceramente, os tempos podem ser outros, mas eu sou a mesma. Certas coisas eu não abro mão. Pronto, falei.
Cena: estava eu no supermercado quando apareceu uma moça fazendo pesquisa. O foco era sobre as aglomerações no verão. Enquanto analisava a tal pesquisa, uma senhora muito bem vestida caminhava ao lado de uma mocinha, que empurrava o carrinho. A senhora dizia o que levar, talvez lendo uma lista pelo celular. De repente ouvi um xingamento. A moça, bem assustada, explicava que colocara “aquilo” porque estava acabando. A reclamação continuou e ficou impossível não ouvir. Como elas estavam passando pela gôndola dos temperos, conclui que um orégano da vida tenha sido o motivo do destempero de tão “elegante” senhora. Sabe vergonha alheia? Eu senti. Por trás das máscaras, cada uma de nós escondeu um sentimento. Nessa hora meu celular tocou; era meu pai avisando que fosse pegá-lo no dentista. Devolvi a pesquisa, explicando que não poderia me demorar, mas mesmo assim a moça me seguiu até o caixa, insistindo para que eu terminasse o questionário. Foi quando escrevi em letras garrafais BAIXA HUMANIDADE e devolvi a pesquisa.
Li um artigo que a falta de empatia começa na infância e tem relação com ausência de limites. A empatia é um sentimento que só pode se manifestar quando nos colocamos no lugar do outro; está ligado à compaixão e ao processo de identificação, além de ser um exercício, uma competência, que só se desenvolve com a prática. Parece muito simples mas, um exemplo bem atual, as aglomerações nessa pandemia, mostram exatamente o oposto. E olha que estamos falando em salvar vidas…
O que determina a origem da civilização? Para a antropóloga Margaret Mead, o primeiro sinal de civilização em uma cultura foi um fêmur cicatrizado há quinze mil anos encontrado num sitio arqueológico.  Explico: houve um tempo em que a lei era matar ou morrer; não existia mimimi. Uma pessoa machucada atrapalhava todo o restante do grupo, por isso muitos eram deixados à deriva. Ter um osso cicatrizado era sinônimo de cuidado, de amor ao próximo. Alguém despendeu tempo para com o outro. Dito isso, fico me perguntando qual seria a resposta para essa mesma pergunta nos dias atuais… A impressão que tenho é que estamos vivendo uma regressão civilizatória.
Ou não! Enquanto estava aqui refletindo, recebi uma mensagem de padre Robério, um amigo de muitos anos. A mensagem: ” O Papa Francisco comemorou o primeiro Dia Internacional da Fraternidade Humana, participando de um encontro virtual dia 04 de fevereiro de 2021, organizado pelo Xeique Mohammed bin Zayed, em Abu Dabi”. Segundo o Papa, a fraternidade é a nova fronteira da humanidade.
“Fraternidade significa estender a mão, significa respeito, significa ouvir com o coração aberto, significa firmeza nas próprias convicções.  Não existe fraternidade se as convicções forem negociadas. Esse é o momento de ouvir. É o momento da certeza de que um mundo sem irmão é um mundo de inimigos. A indiferença é uma forma sutil de inimizade. Não é preciso uma guerra para fazer inimigos”.
Eu sou uma pessoa otimista! Ainda acredito na humanidade. Sei que vamos cuidar de ossos quebrados e, principalmente das cicatrizes que não aparecem. Finalizo com uma mensagem de Fernando Pessoa:  “Somos anjos de uma única asa e, só podemos voar, quando nos abraçamos uns aos outros”. Vamos refletir!
Um abraço fraterno.
Ana Madalena
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRANSFORME SUA MANEIRA DE VER SUAS METAS PARA PODER ALCANÇÁ-LAS

DESENVOLVIMENTO PESSOAL é uma prática diária e sendo assim vivemos de metas a serem alcançadas, mas essas metas não são alcançadas. Não é sobre O QUE você quer ser, mas QUEM você quer ser. Mude esse paradigma e alcance facilmente suas metas. O vídeo a seguir é sobre as suas metas para esse ano. Então, o que está esperando para alcançá-las?

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO, COMO SAIR DELA? PARTE 2

Continuando a nossa série ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, No vídeo de hoje, continuO falando sobre zona de conforto, porém focando mais em como sair dela, já que ela é uma das grandes responsáveis por tantos problemas de saúde que as pessoas tem. Precisamos quebrar paradigmas para sair da nossa zona de conforto e, assim, conseguir mudar nossa realidade. Então assista ao vídeo completo a seguir e conheça dicas poderosas para não cair nessa armadilha!

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PSICOLOGIA: “BIRD BOX” SOMOS NÓS HOJE?, POR ROSSANDRO KLINJEY

Achei super interessante o vídeo que estamos publicando neste domingo, aqui na coluna PSICOLOGIA do renomado psicólogo Rossandro Klinjey, onde ele faz uma análise muito precisa e clara sobre o filme “Bird Box”, que retrata uma sociedade desconectada, que muitas vezes deixa as pessoas isoladas, solitárias e desesperançosas, mas que apesar disso existe um elo invisível que une a todos e que as pessoas não sabem ou não percebem. Então convido você a assistir o vídeo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO – COMODISMO X EGO – PARTE 1

Hoje estamos iniciando uma série de vídeos com o tema ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. O Consultor, Escritor e Palestrante Wagner Braga vai explorar bastante essa que talvez seja a maior responsável pelo atraso no desenvolvimento pessoal e espiritual da maioria dos seres humanos. Desde os primórdios, o homem sempre ficou dentro da sua zona de conforto. No vídeo de hoje, falo um pouco sobre zona de conforto, algo que tem relação direta com o ego. Um aprofundamento na relação entre zona de conforto e saúde, um dos aspectos mais importantes e que vai ficando para depois devido a correria do dia a dia. O que você tem feito para sair da sua zona de conforto?

🔸 Livro: Coração, Intuição e Gratidão – https://blogdosaber.com.br/produto/co…

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AUTOCONHECIMENTO: DESENVOLVA A SUA POTÊNCIA PARA TER UMA VIDA DE LEVEZA E QUALIDADE

Escolhi o texto a seguir com o título de “a sua potência é a sua praia”, pois é um chamado para o despertar da consciência e nos fazer entender que somos energia numa forma densa, mas que se investirmos na nossa potência que está adormecida dentro de nós temos total condição de ao abandonarmos esse corpo denso passarmos para um estagio energético menos denso e ter uma vida de leveza e qualidade. Então, convido você a ler breve texto a seguir e expandir sua consciência!

A sua potência é a sua praia

Mulher feliz em um balanço
choreograph / 123rf

Uma das maiores alegrias na vida é ter a oportunidade de se fazer o que se ama fazer, pois isso evita que a sexta-feira seja a única coisa boa que se espera da vida. Fazer o que se ama é prazeroso desde quando se acorda em uma manhã de segunda-feira, até o final de semana, afinal a vida é prazerosa quando estamos utilizando nossa potência, estado de realizar-se como ser.

Existe todo um processo até se alcançar uma vida em que se diga: “Isso era tudo o que eu buscava”. Neste sentido, precisamos de planejamento e de foco. Não menos importante, se elenca o estado espiritual, isto é, nossa envergadura de espiritualidade, sempre apontada em direção da liberdade, imparcialidade e equilíbrio.

Para se ter uma vida de leveza e qualidade, além de se fazer aquilo que se ama fazer, é preciso ter o silêncio da mente, a paz interior, a leveza da alma, o bem-estar consigo mesmo, isto é, a aceitação da vida que acontece no aqui e agora. Portanto precisamos desenvolver nossa espiritualidade, nossa empatia, nosso não julgamento e nossa ação transformadora para com o nosso próximo.

O fato é que somos uma energia no universo, uma energia em potência, logo não somos perpétuos. Contudo nossa alma é imortal, vive para sempre, e, enquanto estivermos neste casco de corpo humano, precisamos utilizar nossa energia, nossa potência, colocar em ação nossos projetos, fazendo com que nossos momentos sejam produtivos e sempre fazendo com que nossas tomadas de decisão sejam eficazes dentro do nosso cronograma, isto é, que atendam ao espaço dos ciclos dentro de um projeto de vida.

No final de tudo, que atenda ao propósito de vida, a fim de integrar nossa existência, atender nossas expectativas e servir aos nossos sonhos. Para isso, passamos por um longo processo de experiências, então é contabilizado ao olharmos para trás, veremos as perdas pelo caminho, sonhos abandonados, projetos esquecidos, tudo por conta da força, da potência utilizada no sonho majoritário. Por fim, seja incrível em seu turno enquanto vida.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É DUPLO ETÉRICO, QUAL A SUA FUNÇÃO E IMPORTÂNCIA NO FENÔMENO DA PROJEÇÃO

O texto deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trata de projeção da consciência e nos esclarece um pouco mais sobre o duplo etérico. Ao ler esse texto você vai saber quase tudo sobre esse filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas, fazendo a ligação entre o perispírito e o corpo carnal. Então, se você tem curiosidade em se aprofundar nessa ciência leia o texto completo a seguir.

Duplo Etérico: Conceito Espírita ou Não? - Associação Espírita Allan Kardec

O DUPLO ETÉRICO

Sua função primordial é servir de ligação entre o perispírito e o corpo carnal, funcionando como um filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas.

– Por Edvaldo Kulcheski –

 

Quando os elementos espiritual, perispiritual e físico se contactaram, observou-se a necessidade de haver um filtro que absorvesse e reciclasse as energias vitalizadoras que passariam a percorrer essas três entidades. Assim, criou-se o filtro conhecido como “duplo etérico”, que é a sede dos centros de captação de energia, o elo mais tênue, que liga o corpo ao seu perispírito, ou o mais denso, que une o perispírito e o espírito ao seu corpo físico momentâneo.

O duplo etérico, composto por energias bastante densas, quase materiais, mas ainda ocultas da visão humana, é o responsável pela repercussão vibratória direta do perispírito sobre o corpo carnal. Sua atividade principal é filtrar, captar e, por isso mesmo, canalizar para o corpo físico todas as energias que deverão alimentá-lo. Esta comunicação é realizada por meio dos chacras, que captam as vibrações do espírito e as transferem para as regiões correspondentes na matéria física.

As obras complementares, sobretudo as de autoria de André Luiz, trouxeram mais dados sobre a especificação dos invólucros dos espíritos. Ele afirma que o corpo mental é o envoltório sutil da mente e que o corpo vital ou duplo etérico é a duplicata energética que reveste o corpo físico do homem. Diz ainda que o corpo mental preside a formação do corpo espiritual, que, por sua vez, comanda a formação do corpo físico juntamente com o corpo vital.

Natureza e Características

O duplo etérico é permanentemente acoplado ao corpo físico, sendo responsável por sua vitalização. Portanto, morrendo o corpo físico, imediatamente morrerá o correspondente corpo etérico. É constituído por éter físico emanado do próprio planeta Terra e funciona com êxito tanto no limiar do plano espiritual como do plano físico. Sua textura varia conforme o tipo biológico humano, ou seja, será mais sutil e delicado nos seres superiores e mais denso nas criaturas primitivas.

Ele funciona como um mediador na ligação entre o corpo físico e o perispírito, não sendo, portanto, um veículo separado da consciência. É um campo mais denso que o perispiritual, condensando as energias espirituais que seguem para o físico, mas, ao mesmo tempo, recebe os impulsos físicos, converte-os e direciona-os aos arquivos perispiríticos, mentais, inconscientes e espirituais. Atua como uma proteção natural contra intensas investidas de habitantes menos esclarecidos do plano espiritual, defendendo-o também do ataque de bactérias e larvas que podem invadir não só a organização física na encarnação, mas a própria constituição perispiritual.

No entanto, o duplo etérico é a reprodução exata do corpo físico do homem e se distancia ligeiramente da epiderme, formando uma cópia vital e de idênticos contornos. Apesar dele ser um corpo invisível aos olhos carnais, apresenta-se aos videntes e aos desencarnados como uma capa densa e algo física. De aparência violeta-pálida ou cinza-azulada, o duplo etérico, em condições normais, estende-se cerca de 6mm além da superfície do corpo denso correspondente.

As energias que entram no organismo físico, como o fluido vital, passam pelas regiões do duplo etérico responsáveis pela absorção e circulação destas: os centros de força conhecidos como chacras. Os chacras do duplo etérico são temporários, durando o tempo que este existir, ao contrário dos chacras perispirituais, que são permanentes. Cada chacra conta com uma localização e função principal, correspondente a uma região de plexos nervosos do corpo físico. São sete os principais chacras, ligados entre si por condutos conhecidos como meridianos, por onde flui a energia vital modificada pelo duplo etérico.

Sensibilidade do Duplo Etérico

O duplo etérico acusa de imediato qualquer tipo de hostilidade ao corpo físico e ao perispírito, através dos centros sensoriais correspondentes na consciência perispiritual e física. Por sua vez, o perispírito, como um equipamento de atuação nos planos sutilíssimos do espírito imortal, ao manifestar seu pensamento, seus desejos ou sentimentos em direção à consciência física, também obriga o duplo etérico a sofrer os impulsos bons e maus, tal qual os espíritos desencarnados quando atuam no mundo oculto, inclusive acusando aos sentidos físicos os ataques dos espíritos malfeitores.

Algumas criaturas que sofreram mutilação de um ou mais membros de seu corpo se queixam de dores nesses órgãos físicos amputados. Essa sensibilidade ocorre porque a operação cirúrgica não foi exercida sobre o duplo etérico, que é inacessível às ferramentas do mundo material. Assim, é comum as pessoas sem pernas ou braços ainda conservarem uma certa sensibilidade reflexa por algum tempo, transmitida para sua consciência através de seus correspondentes membros etéricos.

Apesar do duplo etérico ser desprovido de inteligência e não apresentar sensibilidade consciente, ele não é apenas um intermediário passivo entre o perispírito e o organismo carnal, reagindo de forma instintiva às emoções e aos pensamentos daninhos que perturbam o perispírito e, depois, causam efeitos enfermiços no corpo carnal. Este automatismo instintivo lhe possibilita deter a carga deletéria dos aturdimentos mentais que baixam do perispírito para o corpo físico, pois, do contrário, bastaria o primeiro impacto de cólera para desintegrar o organismo carnal e romper sua ligação com o perispírito, resultando no desencarne do ser.

Deve-se considerar que os pensamentos desatinados provocam emoções indisciplinadas, gerando ondas, raios ou dardos violentos que se lançam da mente incontrolada para o cérebro físico por meio do duplo etérico, destrambelhando o sistema nervoso do homem nesse mar revolto de vibrações antagônicas. Em seguida, perturba-se a função delicada dos sistemas endócrino, linfático e sanguíneo, podendo gerar consequências físicas na forma de patologias, como apoplexia, decorrente do derrame de sangue vertido em excesso pela cólera, síncope cardíaca, em virtude da contenção súbita da corrente sanguínea alterada pelos impactos do ódio, ou a repressão violenta da vesícula, devido a uma explosão de ciúme.

Algumas emoções afetam o duplo etérico em sua tarefa de mediador entre o perispírito e o corpo físico. No entanto, quando ele é submetido a impactos agressivos do perispírito perturbado, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais que partem da consciência perispiritual afetem o corpo carnal, promovendo uma espécie de barreira vibratória. Assim, o duplo etérico faz com que haja uma imunização contra a frequência vibratória violenta do perispírito, contraindo sua densidade no sentido de evitar o fluxo dessas toxinas mortíferas, deixando o impacto psíquico de ódio, cólera ou ciúme impossibilitado de fluir livremente e atingir o sistema fisiológico do corpo físico.

Alastramento Compulsório

Entretanto, quando o duplo etérico não consegue reagir com seus recursos instintivos de modo a proteger o corpo físico contra uma explosão emocional do perispírito, ele recebe um impulso de afastamento compulsório. Neste caso, a vitalidade orgânica do homem cai instantaneamente, fazendo com que desmaie ou tenha o que chamamos de “ataques”.

Diante dos impactos súbitos e violentos do perispírito, o chacra cardíaco é o centro de forças etéricas que mais sofre os efeitos dessa descarga, por ser responsável pelo equilíbrio vital e fisiológico do coração. É por isso que, nestes casos, há o risco de enfartes cardíacos de consequências fatais. No entanto, o duplo etérico, com seu instinto de defesa, mobiliza todos os recursos no sentido de evitar que os centros de força etérica se desintegrem por completo.

Agora, caso a descarga violenta do perispírito não consiga atingir o corpo físico devido à reação defensiva do duplo etérico, as toxinas emocionais sofrem um choque de retorno e voltam a se fixar no perispírito, ficando nele instaladas até que sejam expurgadas na atual ou em uma futura encarnação. Isto porque a única válvula de escape para esses venenos psíquicos é o corpo físico, que, para propiciar essa “limpeza”, sofre o traumatismo das moléstias específicas inerentes às causas que lhes dão origem.

Aliás, os desajustes morais são uma fonte crescente de distúrbios psíquicos, gerando um número cada vez maior de pessoas neuróticas, esquizofrênicas e desesperadas, tudo isso como consequência da intensa explosão de emoções alucinantes que destrambelham o sistema nervoso. Isto resulta em um aumento cotidiano do índice de vítimas, uma vez que o duplo etérico se torna impotente para resistir ao bombardeio incessante das emoções tóxicas e agudas vertidas pela alma e alojadas no perispírito até que sejam transferidas ao corpo físico. Se a carga deletéria acumulada em vidas anteriores for aumentada com desatinos da existência atual, essa saturação pode gerar afecções mórbidas mais rudes e cruciantes, como o câncer e outras enfermidades.

O transe mediúnico, a anestesia total, os passes, os ataques epilépticos, a hipnose, a catalepsia e os
acidentes bruscos são fatores que afastam o perispírito do duplo etérico. Quando este se separa do corpo carnal, provoca uma redução de vitalidade física e queda de temperatura no homem, pois o corpo físico se mantém com uma reduzida cota de fluido vital para se nutrir, esteja adormecido ou em transe.

Epilepsia e Hipnose

O epiléptico é uma pessoa cujo duplo etérico se afasta com frequência de seu corpo físico. O ataque epiléptico e o transe mediúnico do médium de fenômenos físicos apresentam certa semelhança entre si, com a diferença de que o médium ingressa no transe de forma espontânea, enquanto o epiléptico é atirado ao solo assim que seu duplo etérico fica saturado dos venenos expurgados pelo perispírito e se afasta violentamente, a fim de escoá-los no meio ambiente sob absoluta imprevisão de seu portador. Em certos casos, verifica-se que o epiléptico também é um médium de fenômenos físicos em potencial, já que a incessante saída de seu duplo etérico pode lhe abrir uma brecha pela qual fica sensibilizado para a fenomenologia mediúnica.

Todo ataque epiléptico é um estado de defesa do corpo físico, que expulsa o duplo etérico e o perispírito para que estes se recomponham energeticamente, trocando energias negativas por positivas. Os epilépticos são pessoas que tiveram ação com energias muito densas em encarnações passadas. Assim, os psicotrópicos utilizados pelos médicos dificultam o desprendimento do duplo etérico, evitando os ataques.

Já o hipnotizador atua pela sugestão na mente do hipnotizado, induzindo-o ao estado de transe hipnótico. Resulta daí o afastamento parcial do duplo etérico, que fica à deriva, permitindo a imersão no subconsciente. Com isso, o hipnotizado abre uma fresta no plano espiritual que lhe permite até mesmo manifestar e dar vivência aos estágios de sua infância e juventude ou mesmo de alguns acontecimentos e fatos de suas vidas pretéritas.

Quando o duplo etérico se afasta por alguns centímetros do corpo físico, a ação física diminui e se amplia a abertura para a atuação do perispírito, tornando-se um catalizador de energias espirituais. Por isso, favorece o despertar de seu subconsciente e a imersão ou exteriorização dos acontecimentos arquivados nas camadas mais profundas do ser.

As anestesias operatórias, os anti-espasmódicos, os gases voláteis, as drogas e sedativos hipnóticos, o óxido de carbono, o fumo, os barbitúricos, os entorpecentes, o ácido lisérgico e certos alcaloides como a mescalina são substâncias que operam violentamente nos interstícios do duplo etérico. Embora a necessidade obrigue o médium a se utilizar, por vezes, de algumas destas substâncias em momentos imprescindíveis, é sempre imprudente exagerar sob qualquer pretexto ou motivo. O médium que abusa de entorpecentes que atuam com demasiada frequência em seu duplo etérico se transforma em um alvo muito mais acessível ao assédio do mundo inferior.

Rompimentos do Duplo Etérico

A estrutura íntima do duplo etérico fica seriamente afetada quando, por meio de desregramentos e vícios, a pessoa utiliza substâncias corrosivas como álcool, fumo, drogas em geral e medicamentos cujos componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos. Neste caso, ocorre um bombardeio à constituição do duplo etérico, que queima e envenena as células etéricas e forma buracos semelhantes às bordas queimadas de um papel, criando brechas por onde penetram as várias comunidades de larvas e vírus do subplano espiritual, normalmente utilizados por inteligências sombrias como uma maneira de facilitar seu domínio sobre o homem.

Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os mantém naturalmente afastados dos habitantes dos subplanos espirituais, os médiuns começam a perceber formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano umbralino, ocorrendo os mais diversos distúrbios que comprometem o equilíbrio físico-psíquico do ser humano. Falta aos médiuns a proteção etérica que violentaram pelo uso de substâncias químicas tóxicas, as quais lhes destruíram parte do escudo que a natureza os dotou para sua segurança, a fim de impedir a abertura prematura da comunicação entre o plano espiritual e o físico. Embora a destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, sua falta é verdadeiramente nociva, já que o duplo etérico é de suma importância para o equilíbrio do ser humano.

As lesões do duplo etérico são difíceis de se recompor. Para restabelecer seu equilíbrio em tais situações, deve-se lançar mão, além dos recursos terapêuticos utilizados com frequência nos centros espíritas, da doação e da transfusão de fluido vital citoplasmático, suprindo a falta ou revitalizando as partes afetadas do duplo etérico.

O QUE DIZ O LIVRO NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE

Cap. 11 – Desdobramento em serviço

(…) Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico através do laço aeriforme, que parecia mais adelgaçado e mais luminoso à medida que Castro-espírito se movimentava em nosso meio.

Enquanto Clementino o encorajava com palavras amigas, nosso orientador, certamente assinalando-nos a curiosidade, teve pressa em esclarecer:

– Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos em seu conjunto como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração tanto quanto ocorre ao instrumento carnal por ocasião da morte renovadora. Para se ajustar melhor ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo o calor indispensável à colmeia celular. (…)

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SUAS DECISÕES E AÇÕES DEFINEM O QUE VOCÊ TERÁ, POR IVAN MAIA

Estamos de volta com as palestras de Ivan Maia, pois estão convergindo com a minha linha de pensamento e com as coisas que falo. Como tenho dito diuturnamente para você que, só você é 100% responsável pela sua realidade, ele também diz a mesma coisa com outras palavras. Então ele diz: “Você precisa entender e reconhecer que a sua vida de hoje, quer ela esteja ótima, quer ela esteja lastimável, é apenas o reflexo de suas DECISÕES E AÇÕES do passado. Toa ação e decisão sua altera e define a sua vida. Portanto, pare e defina agora o que você deseja ter na vida e saiba que Suas Decisões e Ações Definem o que Você Terá”. Então você precisa assistir o que um cara que tem mais de 1 milhão de seguidores tem a dizer!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: A FAMOSA PARÁBOLA DE JESUS CRISTO NA INTERPRETAÇÃO DO YOGUE BRAHMA VIDYA

Normalmente as interpretações das famosas parábolas de Jesus Cristo feitas pelos teólogos não conseguem alcançar o verdadeiro teor ou o real significado das enigmáticas palavras do grande mestre e por essa razão a consciência humana cristã ainda é tão atrasada, arcaica e retrograda, representada pelos dogmas e crenças limitantes impostas aos seus fiéis. A humanidade não pode continuar caminhando com passo de formiga, sem vontade e sem direção. Por isso esse blog trabalha em prol da expansão da consciência e em busca da verdade. A leitura do texto a seguir seguramente vai fazer você refletir e despertar a consciência. 

PASTOR DANIEL DUTRA: SÉRIE OS SETE “EU SOU” DE JESUS / “EU SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA”

EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA

Uma das mais famosas parábolas de Jesus Cristo é interpretada pelo Instrutor de Yoga Brahma Vidya, a partir de uma revelação originada de seus profundos estudos, procurando alcançar uma dimensão mais profunda nos ensinamentos do Cristo.

Conferencia ditada por Sri Vájera Yogue Dasa, no templo da Suddha Dharma Mandalam

Depois de ter o bom karma de ser instruído por alguns dos mais altos iniciadores da Grande Organização Esotérica da Índia – denominada Suddha Dharma Mandalam – obtive a revelação, ou a intuição espiritual da conhecida frase que parece na Bíblia, pronunciada por Jesus, O Cristo, a qual é apresentada como titulo do estudo que pretendo fazer a seguir.

Recordaremos, desde logo, que Jesus, O Cristo, em muitas ocasiões, ensinava em forma de parábolas ou símbolos, para que a Sabedoria Divina contida na Ciência dos Poderes do Espírito ou Ego Pessoal fosse entendida pelos que tinham “Olhos para ver e ouvidos para ouvir” (Mateus XII, 16)

Tal procedimento é uma lei que persiste até nossos dias nas organizações esotéricas. A Divina Hierarquia de Hierofantes da Suddha Dharma Mandalam mantém em absoluto segredo as chaves para atualizar os poderes do atman, ou Ego. Isso ocorre mesmo quando há um personagem digno e santo, merecedor da Vama Deva Diksha, a grande iniciação conferida por um iniciador físico, devidamente autorizado pela Hierarquia Divina, e outorgada por um siddha espiritual (mestre espiritual).

Antes de chegar a ser merecedor ou estar apto a obter tão altíssima iniciação, os discípulos que cumprem com os requisitos adequados, observando as oito qualidades átmicas – ausência de inveja; compaixão; paz; ausência de cobiça; pureza integral física e de coração; ausência de egocentrismo; perseverança; irradiação de felicidade para todos os seres e as práticas de Raja Yoga – podem ser favorecidos com iniciações menores. Estas promovem algumas manifestações da glória que contêm o atman (alma) dentro do coração, e também visões nos planos sutis para infundir maior fé, conhecimento direto de verdades reveladas, e uma vontade mais firme para continuar o caminho, vencendo as dificuldades da vida diária, impostas pelos guias ocultos para o necessário progresso do discípulo.

ALIÁS, É FREQÜENTE QUE O DISCIPULO TENHA SONHOS simbólicos ou proféticos que o alertam a continuar firmemente no caminho da sabedoria oculta. É mediante a ciência infusa que as iniciações revelam que o estudante ou discípulo aceito descobre, pouco a pouco, mais e mais profundamente, as verdades encerradas nos símbolos, parábolas ou em contos aparentemente feitos para entreter as crianças, como podemos encontrar nos contos árabes das Mil e Uma Noites.

Voltando à análise da frase em estudo – “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (João, XIV, 6) – direi que o entendimento vulgar é aquele que se refere à pessoa de Jesus de Nazaré, considerando-o como um exemplo individual cujo modelo de vida é o Caminho; seus ensinamentos, sermões, máximas e instruções são os meios que podem nos conduzir ao conhecimento da Verdade Eterna, diferente das verdades transitórias ou passageiras. E, por último, entende que Jesus é o representante da Vida Perpétua.

Penso que essas palavras podem ter outra dimensão, não querendo dizer que tal análise seja a ultima palavra, pois é possível que outros as compreendam de diferentes pontos de vista. Nos ensinamentos dados pelos Mestres de Sabedoria, está dito que: “ […] cada indivíduo é autor de seu próprio destino” (do livro Luz no Caminho), executando seu caminho. Pode, por acaso, ser Jesus o meu caminho? Não! Somente eu é que tenho de percorrer os caminhos que se deparam nas várias reencarnações que têm de experimentar minha chispa Divina, ou chama própria (consciência); isso deve ser feito para atualizar as potencialidades que a conduziram, plena de sabedoria, ao prapty, ou liberação final das sucessivas vidas terrenas.

NÃO PODE SER QUE O CRISTO, COMO REENCARNAÇÃO humana, seja a Verdade Eterna, pois ele nasceu, cresceu e morreu, desaparecendo fisicamente desta terra. A verdade visível de sua existência foi curta, passageira: apenas trinta e três anos. O Senhor, considerado enquanto homem, não é a Vida Eterna. Poucos dias depois de ter dito essas palavras (João, VI, 40 e 48), seu corpo individual estava morto. Então, que significado tem a palavra “vida” quando ele a pronunciou? Certamente deve expressar algo muito mais importante do que vida terrena.

A “Vida” verdadeira e eterna é aquela manifestada na partícula espiritual presente em todo ser vivo. Essa partícula percorre seu caminho, impulsionada por uma força interna, permanente e invencível. Nesse caminho, ela deve encontrar dentro de si mesma a Verdade Eterna do Espírito, individualizada no coração. E depois, com compreensão, realizar a união acidental com a onipotente e onisciente Consciência Cósmica, mantenedora da Vida Eterna na raiz evolutiva de todas as existências individuais.

Mas que condições são necessárias para percorrer esse caminho e chegar, progressivamente, à visão da Verdade Imutável? Que condições são necessárias para conhecer a ilimitada grandeza da Fonte da Vida, ou Parabrahman?

O mesmo Cristo disse: “Os pobres de espírito verão a Deus”. Quer dizer, tenham consciência de que há uma origem da vida universal. Mas, do ponto de vista esotérico, o que significa esse “pobres de espírito”? Suponho que nem um estudante primário da ciência mística possa acreditar que unicamente os tontos ou dementes poderão ver Deus, e os inteligentes e os sábios superdotados estão condenados à ignorância do contato consciente e progressivo com a união da Altíssima Glória da Substância Omnidifusa do Divino.

Essas idéias inferiores são falsas, contrárias a toda razão. Os sábios videntes da Índia explicam essas enigmáticas palavras e tiram o véu da importância que existe nos conceitos errados de alguns religiosos. “Pobres de espírito” indica aquelas pessoas “e não têm qualquer coisa que perturbe suas almas; não têm inveja, ódios, rancores, véus de ilusão e de vingança.

São “os puros de coração que verão a Deus” (Mateus V 8). Se um rico com maus sentimentos não alcança a pureza integral do corpo e da alma, será impossível para ele experimentar as gloriosas qualidades divinas; tão impossível quanto querer passar um camelo pelo buraco de uma agulha (Mateus XIX, 24).

SE QUISERMOS CHEGAR A SER IOGUES compreensivos da união transcendente eterna da Substancia Primária da Vida, plena de transcendentes poderes, é imperativo lutar até empobrecer nosso espírito, deixando-o isento dos acúmulos que perturbam o avanço no Caminho Reto, que conduz à Verdade Imutável e à Vida Eterna.

Este estudo não teria utilidade prática se não recordarmos o sistema ou método de Yoga ensinado pelo Mestre Galileo, ao indicar o dhyana (meditação) ou as condições necessárias para efetuar com êxito as editações que nos conduzem ao conhecimento da Verdade e da Vida. O Senhor ensinou dizendo: “Entra em teu aposento, fecha portase janelas e, em silencio, adora teu Pai que está nos Céus” (Mateus VI, 6). Continuarei este assunto explicando os conceitos que contem cada frase.

“Entra em teu aposento”, significa o interior do ser, mas no mais profundo de nossa alma. Temos de seguir este Caminho. Nada nem o mais Excelso Ser Divino, pode realizá-lo por nós; cada individuo tem de transitar por si mesmo. Um mestre de sabedoria só nos pode dar indicações ou nos fortalecer mediante a Graça Divina, fonte d’Ele mesmo e com a invocação da Divindade, mas cada um de nós tem de andar por seu caminho individual.

Os guias espirituais colocam nosso carro físico neste mundo, com seu motor (atma, alma) e seu combustível (shakty, energia), mas somos nós que temos de dirigi-lo, transpondo obstáculos formados por enganos de personalidade, penhascos, fossos e muitíssimos outros estorvos. O esforço para vencer essas dificuldades aperfeiçoa nossa inteligência vida após vida, e desperta os poderes inerentes da Chispa Divina (fagulha de Deus em nós), acrescentando a insignificante faculdade do livre arbítrio que possuímos para que sejamos um bom guia para o nosso próprio destino.

“fecha a porta e jenelas” significa apagar totalmente os ruídos mundanos. Silenciar os cinco indriyas, ou sentidos físicos. Abstrair todo o pensamento que distraia o dhyana, ou seja, a meditação escolhida. Não tem de entrar em nossa mente qualquer pensamento ou idéia que seja estranha para o nosso propósito contemplativo.

“Em silencio, adora teu Pai que está nos Céus”. A palavra “silencio” indica um dos mais difíceis estados mentais, necessário para conseguir obter êxitos espirituais. Podemos, com certa facilidade, fazer silencio exterior; mas dentro do aposento de nossa mente, os pensamentos saltam de um lado para o outro, como numa luta enlouquecida.

Um papagaio fala e fala sem parar um instante. Dentro da mente, produzem-se conversações, gritos, insultos e projetos, como, também idéias mentais indesejáveis, precisamente nos momentos em que queremos deixar nossa alma “pobre”, ou ausente de toda complicação. Só queremos ouvir a “voz do silêncio”. Mas o papagaio não se cala, as idéias não deixam de saltar. Sem dúvida, é necessário chegar à paz da “Oração de Quietude” para ouvir a “voz do silêncio”, melodiosa e divina.

“Adorar” significa amar sem pretender recompensas materiais nem espirituais. Adorar é um fluido espontâneo de puríssimo amor, que nasce do mais profundo da alma da Divindade. “Pai” é a essência da origem de nossa vida. “Que está nos Céus”; essa substância sutil de onde surgem todas as coisas e seres é também chamada Céu. Espírito de Deus, existente fora e dentro de tudo. É a Luz da Consciência, Poder e Glória do Absoluto sem limite. Todos os seres, sem exceção, têm de passar, vida após vida, pelo doloroso caminho que conduz ao progresso eterno, reconhecendo e adquirindo maior sabedoria, poder e glória no tempo sem limite, andando pelo “Caminho da Verdade e da Vida”.

PARA A PRATICA, DIZER MENTALMENTE E PENSAR as seguintes frases.

Eu sou o caminho: recolhendo os sentidos; adentrando-se na profundidade da alma; irradiando amor universal para alcançar o Eu Superior unindo a mente humana com o Espírito Eterno pleno de divinos poderes.

Eu sou a verdade: o corpo físico, com a efêmera existência nos planos materiais, é uma verdade passageira. Quando se alcança a visão e consciência pessoal do Espírito Eterno, a existência material se assemelha a um sonho ou ilusão. Em troca, o atma ou espírito, com sua permanência indestrutível e eterna, é considerado como uma verdade real, em meio às verdades passageiras (momentâneas) dos planos materiais.

Continuemos o Caminho concentrando o pensamento no Sol Eterno de verdade permanente, raiz de nossa vida.

Eu sou a vida: quando se alcança a união ou yoga progressivo com o atma particular, adquire-se a consciência de que esse atma subsiste mediante uma base ou raiz universal, que na Ciência Yóguica é chamado de Param-Atma, o Supremo Espírito. Esse Supremo Espírito existe indiscutivelmente unido a tudo que surgiu, surge ou surgirá no tempo sem limite, infundindo, vida e consciência progressiva a tudo quanto exista, seguindo um plano divino de aperfeiçoamento de todas as formas materiais.

Alcançar a união consciente com o atma, mediante nosso esforço e firme vontade, é o único Caminho que nos conduz á obtenção da consciência da existência da Verdade, ou Deus Supremo.

“Por meio do Filho conhecerá o Pai”, ou seja, é necessário que o filho do homem físico busque o filho espiritual de Deus, nosso espírito pessoal. Com o encontro, começará a conhecer a transcendência ilimitada da vida presente no céu, na terra e em todo o lugar, transmitindo poder, sabedoria, glória e amor. É um fluir permanente vindo do mais profundo do eterno diretor espiritual de nossa vida, Quando reconhecemos nosso Caminho, tomamos contato consciente com a Verdade dentro de nós mesmos, depois com a Vida. Então, entraremos no Reino dos Céus, onde toda a Ciência Divina nos será revelada.

Dedicamos esta publicação como um serviço à Obra Santa, impulsionada pela Divina Hierarquia em benefício e felicidade de todos os seres.

Sri Vájera Yogue Dasa é instrutor de Yoga Brahna Vidya na América, Primeira Autoridade Iniciática Externa para o Ocidente do Mandalam.

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A IMPORTÂNCIA DO KUNG-FU E TAI-CHI CHUAN

Nesta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trago um PODCAST do professor Laércio sobre a importância das artes marciais do Kung-fu e do Tai-Chi Chuan para o nosso crescimento evolutivo espiritual. Ao praticar essas artes ou, pelo menos, uma delas, você vai começar a despertar o espírito do guerreiro da luz e encontrar as suas respostas e compreender o significado da sua existência. É um facilitador para se alcançar a sua melhor versão. Então, não perca essa oportunidade!

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AUTOCONHECIMENTO: A LIBERTAÇÃO DA TERRA DAS FORÇAS NEGATIVAS ESTÁ BEM PRÓXIMA

Na nossa primeira edição da coluna AUTOCONHECIMENTO de 2021 temos mais um excelente artigo de Vital Frosi sobre os últimos acontecimentos no panorama político e econômico do planeta de uma maneira geral e como estamos evoluindo para a libertação das forças negativas e satânicas, bem como do fim dos governos corruptos. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e entender como estão acontecendo as batalhas no Astral entre o bem e o mal, que estão próximas do fim.

Estamos muito próximos da libertação da Terra

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Amados, muitas informações vindas dos Amparadores Angelicais estão chegando a cada dia, em maior quantidade e também mais precisas.Ainda assim, não podemos ter o acesso à realidade, pois as batalhas no Astral entre o bem e o mal ainda não terminaram.

Nós podemos ver aqui, no mundo físico, o reflexo dessa “guerra invisível”. Diante de nossos olhos, nós podemos ver uma amostra, embora bem superficial, do que realmente acontece onde se define os rumos do planeta Terra.

Quando o Cristo Jesus disse: “Não se pode servir a dois senhores ao mesmo tempo”, quis Ele nos dizer que temos a escolha de servir o bem ou o mal. Ou estamos de um lado, ou estamos do outro. Não há meio termo, pois não existe o “meio bem” e tampouco o “meio mal”.

A hora é de definições para a humanidade! Chegamos realmente ao Final dos Tempos. Embora não possamos saber as datas exatas, nem os dias e as horas precisas (para não causar pânico desnecessário), sabemos que a qualquer momento, de agora até no máximo 8 anos, acontecerá o tal evento.

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Algumas fontes até dizem que já estamos dentro do evento. Eu acredito que sim, pois muitos acontecimentos estão aí para comprovar. Mas o epílogo, de fato, está muito próximo, inclusive nos aproximamos de forma acelerada do Reset Financeiro. A falência dos governos corruptos está bem na nossa cara para que ninguém tenha dúvidas. As mentiras que ainda teimam em nos impor já não conseguem mais atingir os resultados programados.

Vemos a parcela da humanidade ainda presa ao Velho Poder, brigando para obter vantagens em todos os setores onde haja poder e dinheiro, mas também vemos as máscaras caírem uma por uma.

Ninguém mais vai conseguir se esconder. São as últimas tentativas do satanismo em dominar a humanidade por meio do medo, da mentira, da dominação e da escravidão.

No caso do Brasil, hoje, nenhum governante honesto consegue se eleger. Quando surge um candidato não atrelado ao “mecanismo”, todos os que compactuam com o satanismo se voltam com todas as armas para destruir qualquer possibilidade de ser eleito. E, mesmo assim, se algum governante tiver um pouco de bom senso e quiser fazer algo de bom para o povo, não consegue, pois os parlamentos, começando pelas Câmaras de Vereadores, passando pelas Assembleias Legislativas Estaduais, a Câmara Federal e o Senado impedem qualquer perspectiva de sucessoApenas 10% dos políticos não estão no tal esquema.

O objetivo dessas forças ocultas é um só: causar dor e sofrimento, revolta e indignação, medo e desalento para que a massa humana produza ectoplasma negativo, que é a energia que alimenta o Exército das Trevas

Por isso, estamos de hoje em diante em vigília permanente.

Todos os dias, às 18 horas, vamos nos reunir em orações para criar um ectoplasma positivo e abastecer as Forças da Luz, já que a verdadeira guerra se desenrola no invisível.

Vamos nos posicionar e servir ao Senhor ao qual nos alinhamos. A vitória do bem reverterá em benefício de todos aqueles que contribuem para tal. Ao contrário, aqueles que alimentarem as sombras terão o seu destino também direcionado para os abismos sombrios onde haverá dor e sofrimento relativos à carga de cada um.

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Essa semana, algumas informações que chegam trazem a preocupação dos abnegados protetores do Brasil, dizendo que podemos ter uma intensificação da Guerra Civil no nosso país. Vemos há algum tempo pessoas brigando com pessoas por interesses de terceiros, principalmente dos governantes inescrupulosos.

Se não estivermos bem conscientes da realidade e agirmos com ética e moral, vamos acabar por deflagrar uma Guerra Civil muito séria, que trará muita dor e sofrimento ao povo. E é isso que as Trevas estão querendo! Assim, haverá a quantidade de energia negativa para dar uma sobrevida ao exército maligno.

A única arma que realmente vence o mal é a energia positiva, baseada no amor e na compaixão. Por isso, orar pelo Brasil, juntos, em todos os dias, às 18 horas.

O destino do Planeta já está decidido. É uma questão de tempo! Porém o destino de cada nação depende do livre-arbítrio de seu povo, do coletivo. Ainda veremos nações passarem por turbulências motivadas pelas decisões coletivas de seu povo.

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Havendo uma intensificação da Guerra Civil no Brasil, não restará mais nenhuma alternativa que a Intervenção Militar. Mesmo que uma Intervenção Militar já se vê necessária, é sempre dado ao povo o poder de decidir o que lhe convém. A situação se encaminha para tal fim.

Intervenção não significa Ditadura, até porque já estamos em uma Ditadura camuflada de Democracia faz tempo. Intervenção, se vier, será para pôr fim exatamente a essa Ditadura Civil travestida de poder democrático, que está escravizando o próprio povo que os elege. Governos governando em causa própria.

Não se deixe enganar pelas espertezas dessas aves de rapina! Use a consciência plena e veja pelos olhos da razão!

Vital Frosi
Escrito por Vital Frosi
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AUTOCONHECIMENTO: TÉCNICA DE NAPOLEON HILL PARA MANIFESTAR UM ANO NOVO PRÓSPERO

Neste sábado você vai aprender, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, uma técnica maravilhosa e fundamental, do renomado autor Napoleon Hill para manifestar e materializar um Ano Novo Próspero, através da nossa mentora do Temporariamente Humana, May Andrade, que é a sua fiel e próspera seguidora. Porque os bons exemplos não só devem como precisam ser seguidos. Então, aproveite essa oportunidade, que o ano está apenas começando e garanta a sua prosperidade!

Fonte:

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ARTIGO: ÉTICA, MORAL E CARÁTER, VALORES RAROS! POR QUE?

Ética, Moral e Caráter

Por Wagner Braga

Caro leitor, como já havia dito no início deste livro, essa é uma leitura recomendada para as mais diversas pessoas independentemente de seu credo, religião ou até mesmo para quem não acredita em Deus. Um indivíduo bem-educado e culturalmente evoluído tem como valores primordiais o amor, o respeito, a ética e o caráter. Consegue se colocar facilmente no lugar do próximo percebendo que o que não deseja para si não pode ser bom para aquele.

Hipocrisia é a atitude do homem que tem atrasado a evolução da humanidade ao longo dos séculos, por não ter coragem de olhar para dentro de si. Essa atitude, sim, levaria a humanidade a caminhar bem mais rápido na sua evolução se o homem olhasse para si, para suas atitudes, para seu comportamento, para seus direitos e deveres, sinceramente, respeitando a moral e a ética antes de tomar qualquer atitude ou ação contra o próximo ou mesmo contra a coletividade.

Ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social.

Moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem em sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano.

No contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade.

Uma pessoa de boa índole pauta suas atitudes segundo as normas da moral do local e época em que vive. Uma pessoa de caráter tem firmeza e coerência de atitudes, tem firmeza nas suas escolhas. O contrário é o indivíduo mau-caráter.

Esses costumes, regras e tabus, permeiam e povoam o habitat do inconsciente coletivo. Por isso, inconscientemente, muitas vezes nos comportamos não segundo a nossa própria índole, nosso próprio caráter, mas sim segundo os vícios comportamentais impregnados na memória do nosso inconsciente coletivo. Por isso, é importante que tenhamos esse conhecimento e essa consciência, para assim obtermos o controle da nossa vida e para que possamos quebrar paradigmas, conseguindo, desta forma, melhorar e aperfeiçoar os nossos hábitos, costumes e tradições, que ficarão impregnados no inconsciente coletivo das futuras gerações. Desta forma, teremos uma humanidade evoluindo, não com passo de formiga e sem vontade, mas a passos largos, firmes e determinados.

Escrito por: Wagner Braga

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRABALHANDO O PERDÃO – COMO LIDAR COM A MÁGOA – AULA 2, POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta segunda-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir a 2ª palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele identificou a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Na aula de hoje ele fala sobre como lidar com a mágoa. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para aprender a lidar com essa situação!

Fonte:

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AUTOCONHECIMENTO: QUANDO PERDEMOS UM DOS SENTIDOS OS OUTROS SE SOBRESSAEM PARA COMPENSAR A PERDA. ASSIM TAMBÉM ACONTECE NO PLANO ESPIRITUAL!

Quando perdemos um dos nossos sentidos, como por exemplo a visão, os outro sentidos se desenvolvem e as habilidades com cada um desses sentidos aumentam como compensação do que foi perdido. Assim acontece com o nosso estado de quase completa impotência com relação a esse ano desafiador onde, depois de 10 meses de pandemia ainda temos um futuro incerto, às escuras, mas desenvolvemos essa incrível habilidade da introspecção, do autoconhecimento e o fato de não enxergamos para onde estamos indo não é mais primordial, pois aprendemos a lidar com a intuição e estamos aptos a encarar o que virá sem medo. Então lhe convido a ler o texto esclarecedor a seguir, refletir e tirar suas conclusões!

Qualquer sentido diminuído sempre serve a um propósito – Trabalhadores da Luz

Qualquer sentido diminuído sempre serve a um propósito

Mensagem de 1 de Dezembro de 2020

Um tipo diferente de mensagem diária hoje…

Eu estava conversando com uma querida amiga na semana passada e ela mencionou o quão difícil é estar deste lado do véu onde não se consegue ver tudo o que está acontecendo. Assim que ela disse isso, Gabriel enviou esta imagem em minha consciência. Ela lembrava a caixa de madeira que era colocada sobre as mãos dos alunos nas minhas aulas de datilografia, caso você não parasse de olhar para as teclas.

No início era realmente estranho não ser capaz de ver nada. Você tinha que trabalhar com o tato e lembrando o desenho do teclado. No começo era demorado, desajeitado e esquisito, mas pouco a pouco você ficava mais confortável acreditando em sua habilidade de saber onde as teclas estavam e como até algumas delas davam um solavanco que você podia sentir para ajudá-lo a se orientar.

E antes que percebesse, você ficava cada vez melhor em navegar pelo tato, até que se tornava automático e você não precisava mais pensar sobre isso. Na verdade, não depender de seus olhos melhorava sua habilidade de sentir e saber, o que no final tornava você um datilógrafo muito melhor do que quando confiava apenas nos seus olhos.

Eu acho que isto resume esta fase de nossa jornada de iluminação. Quando não temos que usar um dos sentidos, todos os outros se tornam realçados. Qualquer sentido diminuído sempre serve o propósito de fortalecer os outros.

Estar num estado prolongado de não saber durante este ano transformador de 2020, possibilitou que desenvolvêssemos nossos dons de sentir e nos conectar com nosso saber interno. Uma vez que ficamos mais confortáveis em depender de nossos sentimentos e conhecimento, não sermos capazes de ver onde estamos indo não terá mais utilidade e nossa habilidade de navegar através de todos os sentidos vai retornar de uma maneira nova, mais equilibrada.

Uma combinação de Shelley e Gabriel

Shelley Young – Fonte: https://goldenageofgaia.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: ALCANÇAR A ILUMINAÇÃO É O NOSSO PROPÓSITO MAIOR

Neste dia de Natal trago um texto de profunda reflexão, para você que é buscador(a), para você que quer conhecer a verdade, para você que quer se libertar de toda opressão, para você que acredita que é um ser cósmico.  Esse texto é para você que acredita que estamos numa caminhada celestial de aprendizado, de conscientização, de expansão da consciência e de iluminação. Então, se você é assim, você precisa ler esse texto completo, refletir e expandir sua consciência!

AUTOCONHECIMENTO: CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL E ILUMINAÇÃO SÃO ETAPAS DA EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA - Blog do Saber

ILUMINAÇÃO OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL

Em muitos homens, a mente espiritual se revela lenta e gradualmente, e ainda que a pessoa possa sentir um constante aumento de conhecimento e consciência espiritual, pode não haver experimentado uma notada e repentina mudança.

 

Outros têm tido momentos do que é conhecido como iluminação, nos quais se acreditavam elevados quase fora do seu estado normal, e lhes parecia passar a um plano de existência ou de consciência mais elevado, que os deixava mais adiantados do que antes, ainda que não pudessem trazer à sua consciência uma clara recordação do que haviam experimentado, enquanto se encontravam nesse exaltado estado da mente. Essas experiências têm-se dado com muitas pessoas, em diferentes formas e graus, de todas as crenças religiosas, e têm sido geralmente associadas a algum aspecto da crença religiosa particular, professada pela pessoa que experimenta a iluminação. Mas os ocultistas adiantados reconhecem todas essas experiências como diferentes formas de uma só e mesma coisa – o amanhecer da consciência espiritual – o desenvolvimento da mente espiritual.

Alguns escritores têm chamado a esta experiência consciência cósmica, nome muito apropriado, pois a iluminação – pelo menos em seus aspectos mais elevados – põe o indivíduo em contato com a totalidade de Vida, fazendo sentir um sensação de parentesco com toda a Vida, alta ou baixa, grande ou pequena, boa ou má.

Essas experiências, como é natural, variam materialmente conforme o grau de desenvolvimento individual, sua preparação prévia, seu temperamento etc.; mas certas características são comuns a todas. O sentimento mais comum é o da posse quase completa do conhecimento de todas as coisas – quase onisciência. Esse sentimento existe apenas por um momento e nos deixa, a princípio, submersos em profunda pena pelo que chegamos a ver e que perdemos. Outro sentimento comumente experimentado é o da certeza da imortalidade, – uma sensação de atual ser – a certeza de haver sido sempre e a de estar destinado a sempre ser. Outro sentimento é o do desaparecimento de todo temor e da aquisição de um sentimento de certeza, segurança e confiança, e que estão além da compreensão daqueles que jamais o experimentaram. Então, um sentimento de amor nos inunda – um amor que abarca a Vida toda , desde os mais próximos a nós, na carne, até aos das mais longínquas partes do Universo – desde aquilo que nós consideramos puro e santo, até aquilo que o mundo considera vil, malvado e completamente indigno. Esse sentimento de retidão própria, que induz a condenar os outros, desaparece, e o amor, como a luz do sol, derrama-se sobre tudo que vive, sem ter em conta o seu grau de desenvolvimento ou bondade.

A alguns, essas experiências chegaram como um profundo sentimento de reverência que tomou completa posse deles, por alguns momentos ou mais tempo, enquanto que a outros se afigurava que se achavam num sonho e chegaram a ser conscientes de uma exaltação espiritual, acompanhada de uma sensação de estar circundando os compenetrados por uma luz brilhante.

A alguns, certas verdades se têm revelado sob a forma de símbolos, cujo significado não se tornou evidente senão muito tempo depois.
Essas experiências produzem uma mudança na mente daquele que passa por elas e que depois nunca torna a ser o mesmo homem que de antes. Ainda que a recordação vívida desapareça, fica ali certa reminiscência que, por longo tempo, será para ele um manancial de bem estar e de força, especialmente quando a sua fé vacila e se sente agitado, como uma cana, pelos ventos de opiniões em conflito e especulações do intelecto. A lembrança de tal experiência é uma fonte de renovada energia – um porto de refúgio, ao qual as almas fatigadas acodem para amparar-se do mundo externo que não as compreende.
Tais experiências são também usualmente acompanhadas de uma sensação de intensa alegria; de fato, a palavra e o pensamento de alegria parecem ser o que predomina na mente, nesta época. Mas não é uma alegria de experiência ordinária – é alguma coisa que não pode ser sonhada senão depois de havê-la experimentado – uma alegria cuja lembrança estimulará o sangue e fará palpitar o coração, todas as vezes que a mente relembrar a experiência.
Como já dissemos, também se experimenta a sensação de um conhecimento de todas as coisas, uma iluminação intelectual impossível de descrever. Nos escritos dos antigos filósofos de todas as raças, nos cantos dos grandes poetas de todos os povos, nas prédicas dos profetas de todas as religiões e tempos, podemos encontrar rasgos desta iluminação experimentada por eles – esse desenvolvimento da consciência espiritual. Não temos espaço para detalhar esses numerosos exemplos. Uns disseram-nos de um modo, outros de outro, mas todos dizem praticamente a mesma história. Todos os que têm experimentado essa iluminação, ainda que fosse em débil grau, reconhecem a mesma experiência na relação, canto ou prédica de outro, ainda que entre eles hajam decorridos séculos. É o canto da alma que, uma vez ouvido, jamais é esquecido. Ainda que seja expresso pelos toscos instrumentos das raças semi-bárbaras ou pelos mais aperfeiçoados talentos musicais da atualidade, seus tons são claramente reconhecidos.

Vem o canto do velho Egito, – da Índia de todas as idades – da antiga Grécia e Roma, – dos primitivos santos cristãos – dos Quarkers Friends, – dos mosteiros católicos – das mesquitas maometanas – do filósofo chinês – das lendas do índio americano, herói profeta, – é sempre o mesmo tom, elevando-se mais e mais alto, à proporção que muitos mais o entoam e agregam suas vozes ou dos sons de seus instrumentos ao grande coro.
Aquele tão mal compreendido poeta ocidental, Walt Whitman, sabia o que dizia (como compreendemos nós), quando prorrompia e expressava em singular verso a sua estranha experiência. Lêde o que ele diz e verificai se já foi alguma vez melhor expresso:

“Como num desmaio, um instante,
Outro sol inefável me deslumbra,
E todos os orbes conheci, e orbes mais brilhantes desconhecidos,
Um instante da futura terra, terra do céu.”

E quando sai do seu êxtase, exclama:

“Não posso estar acordado, porque nada me olha como antes,
Ou então estou acordado por primeira vez, e tudo de antes foi simples sonho.”

E nós devemos concordar com ele, quando declara a inabilidade do homem para descrever inteligentemente isso, nestas palavras:
“Quanto melhor quero expressar-me, menos posso,
Minha língua não se move sobre sua ponta,
Meu alento não obedece aos seus órgãos,
E fico mudo.”

Que essa grande alegria da iluminação seja vossa, queridos estudantes. E vossa será no seu tempo oportuno. Quando ela chegar, não vos alarmeis, e quando vos abandonar, não lamenteis sua perda – voltará outra vez. Vivei elevando-vos acessíveis à sua influência. Estais sempre dispostos a escutar a voz do silêncio, prontos sempre a responder ao toque da Mão Invisível.

Não torneis a temer, porque convosco tendes sempre o Ser Real que é uma chispa da Chama Divina, e o qual será como uma lâmpada que iluminará o caminho a vossos pés.

A paz seja convosco.

– Por Iogue Ramacháraca –

(Texto extraído do livro “Catorze Lições de Filosofia Iogue”, do Iogue Ramacháraca; Editora Pensamento)

Nota de Wagner Borges: Esse texto foi distribuído originalmente para uma turma de alunos num curso sobre projeção da consciência (Viagem astral). Na ocasião, eu comentava com eles sobre as expansões da consciência (samadhi, satori, consciência cósmica). Para ilustrar o tema, passei o brilhante texto de Ramacháraca para a turma estudar.

É um texto do início do século 20, editado originalmente na Inglaterra. Seu autor é o escritor William Walker Atikinsons (que usava o pseudônimo de Iogue Ramacháraca). Fala do estado de consciência cósmica e de suas repercussões no ser humano.

Parece estranho falar de um assunto desses no meio de tanta encrenca que acontece no viver diário da maioria das pessoas. Mas é melhor falar de algo assim do que compactuar com as pesadas vibrações do pessimismo e da falta de alegria.

Textos assim mantém a chama acesa em nosso coração e nos levam a reflexões profundas, típicas de quem almeja a ampliação da lucidez, do amor e do brilho em todas as dimensões.

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AUTOCONHECIMENTO: FAÇA COMO A MAY, LIBERTE-SE DAS CRENÇAS LIMITANTES!

Nesta segunda-feira a nossa coluna AUTOCONHECIMENTO trás um depoimento muito tocante e revelador. O case da youtuber May Andrade, que nos revela o pode que existe dentro de cada um de nós, que ela chama carinhosamente de “Divina Centelha”. Ao ler esse depoimento você vai entender que isso também pode acontecer com você. Somos todos iguais, temos o mesmo poder. Temos o Livre Arbítrio e é tudo que precisamos para entendermos que somos deuses em evolução e que podemos tudo. Então, convido você a ler o texto completo a seguir e transformar a sua vida, assim com a May transformou a dela!

May Andrade

“O Medo travava a minha Vida”

Quando comecei meu canal no YouTube, ele era um diário de expansão da minha consciência. Naquela época eu havia começado a estudar física quântica, lei da atração, metafísica e eu estava fazendo a Ressonância Harmônica.

Esse era o último recurso que eu tinha para fazer minha vida dar certo de verdade. Eu queria ter mais abundância e harmonia em todas as áreas da minha vida e realmente vencer na vida.

Eu tinha muitos medos e através dos estudos de autoconhecimento pude identificar que a maioria deles vinha das crenças religiosas que eu tinha. Uma delas era o medo do inferno e o medo de Deus.

Eu achava que sabia quem Deus era e achava que pensava que ele era amor incondicional, mas o amor incondicional não nos enche de regras e um pai/mãe verdadeiramente amoroso não puniria filhos à um castigo tão cruel e sádico como o inferno eterno.

Aos poucos fui vencendo meus medos, um dia de cada vez. Às vezes o medo batia tão forte que eu parava de estudar por uma semana, até que os problemas da vida me faziam ter forças pra continuar procurando um caminho diferente daquele que não estava me dando resultados da vida abundante que eu queria.

Comecei a perceber padrões diferentes dos meus na vida das pessoas prósperas e de sucesso, e a notar que as pessoas muito presas em crenças religiosas tinham uma vida de limitações em várias áreas, e também uma vida de muito julgamento aos demais.

Comecei a perceber que eu me sentia muito mal quando julgava as pessoas, e que isso não me deixava feliz. Comecei a perceber o alívio que inundava o meu coração quando eu considerava a ideia de não existir esse tal de inferno e de ver Deus como O TODO, a Fonte Criadora, como é descrito na física quântica e na filosofia Hermética (O Caibalion).

Eu passava madrugadas chorando e falando com Deus, pensava que estava ficando louca. Eu pedia pra ele me ajudar a entender, que eu só estava sendo sincera e buscando a verdade. Eu pedia pra ele não ficar com raiva de mim por eu estar só perguntando, pois eu imaginava que, sendo mãe como sou, eu jamais me zangaria e castigará meu filho porque ele só estava pedindo informações.

Um dia me deparei com um áudio do volume I do Livro Conversando com Deus, na voz do Lucas no YouTube. Comecei a ouvir, e tive momentos intensos de choro enquanto as fichas caíam e eu descobria que Deus é na verdade O TODO, a Fonte Criadora, e que existe uma Centelha Divina em cada elemento de Sua sagrada criação.

A minha imagem de Deus mudou. De um Deus tirano, sádico e mal que castiga seus filhos com a danação e a tortura eterna, para uma Fonte Eterna de Energia que é puro amor, graça, abundância e compaixão!

Muitas outras coisas aconteceram, muitos livros foram atraídos até mim, e um ia complementando o outro e a minha consciência ia se expandindo. Quanto mais eu aprendia, mais eu expandia, fichas iam caindo e tudo começa a fazer sentido, como se as peças de um complexo quebra cabeças fossem finalmente se encaixando.

Quanto mais eu aprendia, quanto mais conhecimento ia entrando em meu subconsciente, menos medos eu tinha. Até que o véu se rasgou de tal forma que eu me sentia destemida, corajosa e sem medos, ao ponto de rir de tudo que um dia eu tive medo. Tudo ficou tão óbvio e esclarecido.

Durante essa jornada de autoconhecimento e expansão de consciência, minha vida foi melhorando muito, em todas as áreas. No meu casamento, meu marido dizia que eu estava melhor do que nunca, e começou a dar atenção a tudo que eu estava estudando e por ver minhas mudanças ele começou a estudar também.

Mudei no meu relacionamento com as pessoas, mudei comigo mesma, antes eu tinha uma auto estima muito baixa, me achava feia e por isso não me arrumava, me sentia fraca e dependente da ajuda das pessoas, hoje me sinto linda, amo tanto esse avatar que minha Centelha escolheu para viver essa experiência temporariamente humana. Me amo e me aceito profundamente.

Minha vida financeira também deu um salto quântico, em apenas 4 meses de canal fizemos o primeiro curso e começamos nossa empresa online com resultados que impressionaram os mais experientes do marketing digital. Hoje eu moro num lindo apartamento que exala Prosperidade, hoje eu tenho abundância financeira e total confiança de que a Fonte Criadora que provê tudo para mim é inesgotável. Contas à pagar são bençãos à pagar e eu me sinto tão agradecida.

É difícil mensurar tanta mudança em minha vida num curto espaço de tempo. Em apenas 10 meses o nosso canal chegou a 100 mil inscritos, o que seria 10 mil inscritos por mês, isso é um fenômeno.

Sei que cada um de nós tem sua própria história e sua própria trajetória. Acredito que a vida nos dá as experiências necessárias para a nossa evolução e expansão de consciência. Então, talvez o seu caminho não será exatamente como foi o meu, mas tem alguns conselhos que eu posso te dar que vão realmente funcionar para você seja qual for a sua história e trajetória.

Primeiramente invista em autoconhecimento, conhece-te a ti mesmo, faça auto análise. Pare de olhar para os outros e para o que está de errado no mundo, fazer isso só vai te causar mais sofrimento e tirar todo seu poder. O verdadeiro poder está em olhar para dentro e mudar nosso mundo interior, é só assim que a gente muda o nosso mundo exterior.

Quando eu falo em investir em autoconhecimento eu falo em você ler livros, fazer cursos na área, separar um tempo para mergulhar nos estudos. Essa fase de casulo é necessária e muito intensa no começo. Depois você poderá sair do casulo, mas não se apresse, a lagarta só sai de lá quando ela vira borboleta. Mas nunca deixe de buscar por coisas que te ajudem no autoatendimento, seremos eternos estudantes, eternos aprendizes. Sempre há mais para aprender e para evoluir.

Faça da meditação e da gratidão um hábito. Essas duas práticas me ajudaram muito a acelerar todo o processo. Quanto mais você medita, mais você cala a voz do ego. O ego é o que tem medo e as crenças limitantes. é ele quem faz você se auto sabotar.

A gratidão tem um enorme poder de atração de bençãos e energias positivas. Se você soubesse como seu campo vibracional fica elevado e poderoso quando prática a gratidão sincera, você daria mais valor a esse simples hábito. A gratidão é mesmo mágica. Eu usei e ainda uso muito o caderno da gratidão, logo após a meditação todos os dias. Escrever as bençãos foi um divisor de águas em minha vida e foi fator determinante para atrair as oportunidades que me ajudaram a subir na vida.

Bom, minhas queridas e lindas Centelhas Divinas, você está com a chave da porta das bênçãos em suas mãos, essa porta só você pode abrir, ela se abre de dentro para fora. Seja determinado e se desapegue de todas as crenças que possam estar limitando você. Esteja disposto a assumir a responsabilidade por melhorar a sua própria vida, porque essa missão é só sua e de mais ninguém. Salva-te!

– May Andrade

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: GENTILEZA SEMPRE GERA GENTILEZA

Gentileza projeto de vida

O que é gentileza? Vai além das regras de convivência e de etiqueta. O profeta Gentileza já dizia que “Gentileza gera Gentileza”. O que dizem as religiões sobre o assunto. Leandro Karnal se impôs como meta para 2021: ser mais gentil. Qual o seu projeto para 2021?

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO ESPIRITUAL SEGUNDO OS CONCEITOS HINDU E BUDISTA

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta terça-feira nos trás um artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo nº 28, páginas 44-50, que trata da evolução do espírito de forma concisa, clara e científica para facilitar a compreensão do leitor leigo o que é espírito, utilizando os conceitos hindu e budista, ou seja, a sabedoria oriental. Esclarece o que é karma, sansara e prisão espiritual. Portanto uma excelente oportunidade de se aprofundar no AUTOCONHECIMENTO e na busca incessante do conhecimento para a expansão da consciência. Então lhe convido  a ler o texto completo a seguir e dar esse importante e necessário salto quântico! 

A IMPORTÂNCIA DA DOR NA EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO

ESPÍRITO E EVOLUÇÃO

Uma pequena análise segundo os conceitos hindus e budistas.

Por Eliane Moura Silva

O espiritismo, ao surgir na segunda metade do século XIX, firmou-se como doutrina espiritualista, filosófica e científica centrada na relação com a morte, contato sistemático e regular com os espíritos dos mortos, nas manifestações conscientes desses mesmos espíritos e nos ensinamentos por eles transmitidos. Foi um novo influxo segundo os princípios positivos da ciência de sua época. O espiritismo sempre incentivou o estudo, a aquisição de novos conhecimentos, o aprimoramento intelectual e moral e a transformação do homem, enfatizando a realidade e a permanência da vida espiritual, bem como a sua continuidade antes e depois da morte do corpo físico, revestimento adensado constituído por matéria grosseira, vista como decorrência natural condicionada por fatores e limitações biológicas, vivenciais e cármicas; é o corpo material que reveste o corpo espiritual.

E justamente a crença convicta e absoluta nesses pressupostos que permite manter e aprofundar o diálogo com seres que, em algum período, estiveram nesta terra encarnados.

Provavelmente, devido ao fácil acesso às sociedades e instituições dedicadas à prática e ao estudo, aos centros espíritas, hoje em número crescente, e à farta literatura encontrada facilmente nos mais variados pontos, locais e livrarias (Literatura esta de valor freqüentemente questionável), pode o leitor iniciante curioso ou o ocasional observador deixar-se levar, iludido pela aparente simplicidade advinda de “palestras” e “literatura”.

O espiritismo, na sua essência, hoje, tal qual na época do seu surgimento, é matéria por demais complexa, recheada de filosofia e ciência, testada pelo tempo que lhe conferiu ativa e importante participação histórica em causas e movimentos sociais, haja vista as perseguições surdas e implacáveis a ele movidas, frutos da incompreensão cega e intolerante das forças conservadoras que viam nele, assim como na maçonaria, na homeopatia, nos libertários, nos livres-pensadores etc., a ameaça do “novo”, lançando-os na vala comum do preconceito e do apriorismo.

Quanto mais se desenvolve o homem em todas as áreas do conhecimento, mais se aprofunda a ciência espírita, não inventando nada de novo, não aceitando dogmas, pressupostos rígidos nem “verdades estabelecidas” que não possam ser livremente examinadas pela clara luz da razão, rediscutindo e atualizando verdades antigas por vezes mal compreendidas, quando não totalmente desconhecidas e oferecendo-as de forma mais adequada à compreensão ocidental moderna. E nesse sentido que apresento, procurando adotar a forma mais simplificada e resumida possível, este estudo sobre os corpos sutis, segundo os milenares ensinamentos hindus e budistas, que acredito, poderão ser de valia para ampliar os limites e os conhecimentos sobre a natureza espiritual daquilo a que chamamos de existência, tanto “encarnada” como “desencarnada”.

Evidentemente, como é característica na “fala sagrada”, principalmente na oriental, o estilo freqüentemente adotado é de fundo poético, profético, oculto, cabalístico, místico, reservado aos sábios, eruditos e iniciados, propositalmente vedado aos leigos que não vêem nele sentido.

Certamente existe aí mais um mérito da filosofia espírita, que procura colocar o conhecimento espiritual de forma mais acessível aos interessados.

SABEDORIA ORIENTAL

De acordo com a tradição hindu transmitida pela tradição filosófica religiosa a partir dos Upanishads, no centro de cada alma individual existe a centelha divina, o atman (alento vital), uma noção equivalente ao que chamamos de alma. Quando o atman encontra-se envolvido em limitações morais, mentais e físicas, as uphadis ou as limitações naturais da alma encamada, temos, então, jiva, um indivíduo, uma reunião de energias que se adensam em corpos físicos, dos mais sutis ao mais denso. Este é o princípio da encarnação num corpo físico: o atman vai revestindo-se de corpos de paixões, emoções, sentimentos e desejos, ganhando uma dimensão cada vez mais material até chegar a um corpo físico, tornando-se jiva atman, a alma individual de um ser encamado.

Segundo essa concepção, o atman está localizado no olho ou no coração, uma forma de mostrar que tudo o que move, impulsiona, emociona, mas também prende e detém a libertação, situa-se entre o olho e o coração, a razão e a emoção.

A união e a separação entre o corpo e o atman são processos repletos de tensões que antecedem o nascimento e não ocorre de forma normal e tranqüila nem mesmo após a morte. Há uma transição vibratória contínua entre a matéria e os planos psíquicos e espirituais, entre os quais reside o sentido da personalidade e da individualidade, assim como entre o corpo físico, sutil e o espiritual, seja na existência encarnada, seja após a morte do corpo físico. Assim, o ser humano é composto de elementos densos, sutis, mistos, espirituais e divinos, ou seja, corpos de diferentes naturezas, densidades e escalas vibratórias, adequado, cada um, a habitar um diferente Loka, Planeta ou Plano.

O primeiro corpo, material e visível, é formado de diversos elementos e nele estão localizados os órgãos físicos de percepção e ação. Este primeiro corpo material, que é afastado da alma no momento da morte, é chamado Sthula sharira, a matéria física.

Esse afastamento e a conseqüente destruição da matéria não significam a libertação da alma, o retomo de atman a Brahman. Corpos sutis da natureza mais densa continuam envolvendo a alma e nele estão as emoções, os sentimentos, a mente racional e a mente emocional, o intelecto e as resperições vitais. Todos os elementos psicológicos da vida humana ficam nesses corpos. As imagens após a morte são, portanto, projeções da mente e da consciência que permanecem nesses corpos de natureza sutil, os sukshma sharira, de natureza astral, onde situam-se os chacras, os centros de energia que são os canais de comunicação entre corpos físicos, mentais e espirituais. Esses “cascões” podem obstruir as relações e o contato entre os corpos individuais, o meio ambiente e o corpo universal, tudo isso com graves conseqüências.

E por isso que, ao invés de encontrar a liberação e a conscientização de sua essência criadora, o atman, como num sonho, vaga através do labirinto de mortes e renascimentos, sempre ligado a esses corpos sutis, de acordo com suas ações, reações e pensamentos, imaginando, por desconhecimento, sua separação de outras almas e da Alma Primordial.

Temos, também, um “corpo” ou nível mais sutil, o chamado corpo causal, karana sharira, a existência individual. É a parte composta por todas as coisas que fazem o ser humano diferente de animais e da matéria inanimada. Confere a individualidade em todos os aspectos possíveis. E o corpo da diferença entre iguais, desde as físicas até a personalidade, emoções etc.

Essa concepção de corpos de diferentes naturezas reflete um conjunto de doutrinas e sabedoria que vê a vida, a existência material dentro de um universo, como uma grande vibração, uma profusão de energias exprimindo-se numa variedade inimaginável. A matéria, a vida e a existência psíquica são modulações, freqüências vibratórias da mesma energia primordial e essencial, manifestações mais sutis ou condensadas, que vão compondo corpos de diferentes densidades e natureza extrafísica, todos sujeitos ao ciclo de metamorfoses, a vida e a morte. Isso é uma lei primordial, base da teoria do karma.

TEORIA DO KARMA

A palavra karma deriva da raiz sânscrita Kr’ma e significa “efeitos do fazer, efeitos do que se faz, reação à ação e conseqüência”, em suma, as conseqüências das ações movidas pelos desejos de qualquer natureza. É uma lei eterna e imutável. invisível e absoluta, que afeta a alma e os corpos sutis e materiais, obrigando ao renascimento numa forma humana determinada pela qualidade e natureza dos atos, pensamentos e intenções de todo o passado.

A idéia de karma na tradição hindu e, posteriormente, na budista, não possui o sentido de castigo ou punição. É uma lei universal que coloca em equilíbrio todas as ações, pensamentos, sentimentos, palavras, desejos e paixões praticadas durante a vida. É o outro lado da moeda, da constatação de que “a toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário”. Karma é uma força imensa, inexorável, completamente cega, sem sabedoria ou discernimento próprios. É uma força que obedece a uma das muitas leis. Sua compreensão e aceitação geram sabedoria, compreensão, entendimento e poder de superar a condição humana. Em linhas gerais, a lei do karma deixa, entre outras, uma lição: “Nós somos os construtores de nosso destino na vida e na morte, no passado, presente ou futuro”.

O karma, como uma lei universal, afeta toda forma de existência, inclusive os “deuses”, pois todo o universo reflete ação e tudo o que nele está sofre o movimento eterno e a lei fundamental do karma, da qual ninguém pode fugir. Tanto a matéria como os planos mentais e emocionais sofrem as conseqüências das ações, num eterno ciclo de ações e reações. Tudo que age sobre o universo age sobre os seres. As coisas, os seres e as situações aparecem e desaparecem na tela da nossa consciência. Cada ação, seja ela positiva ou negativa, grandiosa ou sórdida, espelha uma imagem da existência.

Diante da falta de compreensão dessa lei, o quadro da existência humana afigura-se necessariamente decepcionante, cercado de tensões, avidez e sofrimento permanente. Somos o que desejamos, pensamos, acreditamos, falamos, fazemos e sofremos. Somos as causas e os resultados de nosso próprio destino, tanto na vida e na morte, como após a morte. A doutrina do karma, dentro dessa concepção, traz a responsabilidade para o indivíduo, retirando da divindade o papel de juiz e verdugo das ações humanas.

SAMSARA, A RODA DA VIDA

O termo samsara (divagação, preambulação) aplica-se ao ciclo de mortes e renascimentos em muitas formas e condições diferentes de existência. É o apoio necessário à doutrina do karma. A comparação mais tradicional dessa doutrina da transmissão indefinida dos seres em diferentes tempos, formas e situações está simbolizada na imagem de uma roda que gira sem cessar.

A alma, após a morte e um período determinado de existência num plano espiritual, regressa à Terra com os “cascões”, resíduos de carma produzidos em sua vida vital material, somados aos das vidas anteriores ainda não desfeitos, resíduos estes que determinam e subordinam as condições em que se darão o seu renascimento. A maioria dos homens morre com um cem número de desejos insatisfeitos, de temores não apaziguados, ambições não consumadas, necessidades físicas e afetivas irrealizadas, sonhos e, como no pano de fundo, a obscura lembrança das ações praticadas e ocasiões perdidas. A própria condição da morte, se violenta ou calma, na juventude ou na velhice, aponta para o destino tanto da existência após a morte como da futura reencarnação.

Disso tudo resulta um conjunto de impressões residuais poderosas e indeléveis, de aspirações latentes, que se deseja realizar ou apaziguar através de um novo renascimento num contexto material, familiar, social e psicológico. É esse o fator determinante de uma nova reencarnação para a realização dessas ações e desejos.

Cada encarnação é um elo da roda dos renascimentos e mortes, sinal de um atman que ainda não alcançou a sua liberação e imortalidade na consciência de Brahman, por estar preso, envolvido em condição carnal, aprisionado em vestes grosseiras da matéria densa e sutil. A existência encarnada na matéria é um aspecto provisório, acidental e frágil, sujeito tanto à deterioração e corrupção como os caminhos do conhecimento e da libertação. O corpo físico morre, porém, a verdadeira vida do espírito transcorre eterna, indestrutível.

Para chegar a essa essência doutrinária da impermanência e do papel da mente na construção da “realidade”, surge uma inovação filosófica e doutrinária no budismo: a concepção de que toda a forma de existência no mundo está classificada em cinco categorias de “agregados”, conhecidos como skandhas. Essa concepção é definitiva pois traça a anatomia, a fisiologia, a mecânica de funcionamento dos pensamentos, sentimentos e suas relações com a vida, com a existência encarnada, a sua qualidade e relações com as futuras reencarnações.

Os skandhas são agregações, aderências, conjuntos de elementos físicos, mentais, emocionais e espirituais interpenetrados que compõem e formam a percepção física e sensorial das coisas e também o estabelecimento das relações, de idéias, as associações entre formas, sentidos e a construção de projeções mentais objetivas e subjetivas. De forma bastante simples e resumida, os cinco skandhas são definidos da seguinte maneira:

Rupa-Kandha – É o agregado que distingue; a percepção física que permite distinguir coisas e sua natureza material, vegetal, animal, humana, mineral, elemento, imagem ou qualquer outra coisa.

Vedana-Kandha – É o agregado de sensações desencadeadas pelo contato do objeto tal qual é percebido e captado pelos órgãos dos sentidos, por exemplo: leve, pesado, quente, frio, duro, mole, liso, áspero, perfumado, nauseante, claro, escuro, doce, salgado etc.

Sanna-Kandha – É o agregado da elaboração mental, o conhecimento obtido a partir do contato das percepções físicas e sensoriais produzidas pelos agregados anteriores. É o conjunto de elementos, de conhecimentos transmitidos ao campo mental pelo Rupa-Kandha e Vedana-Kandha, o que se apreende através das sensações. Por exemplo, o “fogo é quente, queima e dói”, “comida estragada é ruim e faz mal”, “bebida alcóolica deixa tonto e faz mal”. É o princípio do que chamamos experiência acumulada. Há quem afirme que produz as sensações de prazer, dor etc., desde que oriundas de fatores materiais, por exemplo, comida, sexo, carícias, machucaduras etc.

Skankara-Kandha – É o agregado das associações mentais, das produções psíquicas. É dele que parte a imaginação com toda a gama de possibilidades. É onde realidade e suposição se mesclam podendo apresentar-se até com distorções. Há quem afirme que partem daqui os pensamentos, sentimentos de prazer ou sofrimentos ligados a lembranças de situações, fatos, momentos, pessoas ou coisas, que podem ou não ter ocorrido.

Vinnana-Kandha – É o agregado equilibrador, harmonizador, organizador e integrador das sensações, dos sentimentos, das emoções das experiências, da imaginação, das memórias dos vários skandhas. Talvez por isso se atribua a ele, também, a capacidade de produzir prazer, dor, sofrimento ou qualquer outra forma de sentimento. É evidente que, peta sua capacidade de gerar pensamentos, deve sempre tentar conduzir e fazer prevalecer o impulso que lhe pareça mais proveitoso e agradável. Seria, também, neste caso, as formas de se proporcionar prazer a si próprio, resultantes da ação prevalecente desse agregado. Evita, ou miniminiza, que a excessiva preponderância de qualquer dos outros agregados predomine sobre o conjunto desarmonizando a estrutura interior. Tenta dividir a carga de força e influência. Possibilita a aprendizagem e, possivelmente, a realimenta. Desenvolve conceitos de lógica, abstração etc. É como o cérebro e o coração funcionando harmoniosamente; de outra forma, seria um verdadeiro caos. Daí pode-se te
r ações devidamente equilibradas.

Sendo os skandhas corpos formados por agregação, não possuindo em si por si consistência e materialidade, são construções que produzem construções que produzem construções…

É como se estivéssemos constantemente acumulando karma ao mesmo tempo em que o dissolvemos e o produzimos. Vida após vida tentamos reverter essa situação, dissolvendo mais que produzindo. Se o conseguimos, gradativamente, à custa de grande esforço, vida após vida, chamamos a isso evolução, senão…

No Oriente ensina-se que as voltas dos ciclos dessa “roda” podem ser paradas e a “roda” extinta, dissolvida em si mesma. E a isso que chamam de Nirvana, Nibbana, a Suprema Libertação, a Grande Extinção, que ocorre, também em conjunto com o Samadhi, Satori, a Suprema Beatitude, o Divino Êxtase, a Suprema Fusão, a Perfeita Reabsorção em Deus, O Princípio Criador. Uma vez atingindo tal estado, todos os skandhas são automaticamente dissolvidos, desintegrados, sendo a sua “matéria”, corpo de energia e estrutura energética desfeitos e reincorporadas à massa da “matéria” cósmica universal.

PRISÃO ESPIRITUAL

Porém, ocorre que, na maioria das vezes, quase sempre após o desencarne, a alma permanece aprisionada, encarcerada, envolvida pelos seus skandhas, retornando a este plano com os mesmos impulsos, sentimentos e desejos. Neste caso, cabe à alma fazer “evoluir” os skandhas, tornando-os mais tênues, suaves e sutis, para diminuir-lhes a aderência, tornar mais fácil a sua liberação tirando proveito da sua força e energia. Note-se que, sendo a alma “parcela” do Criador, já que é perfeita em Si, não lhe cabendo evoluir, mas, sim, aos agregados, que são construções da mente iludida pela falsa idéia de ser uma personalidade individual separada de Deus.

Se a alma conseguir libertar-se de um ou mais agregados, ainda que não os tenha extinguido de todo, podem, esses agregados, expulsos, porém livres, ficarem atraídos e absorvidos por outros agregados de densidade, carga, estrutura e energia semelhantes ou maior, com atração mútua, formando, então, um grande skandha que pode, depois, repetir o processo, vindo a se constituir num imenso agregado que pode repetir tudo novamente, tornando-se um superagregado.

As correntes mágicas e místicas, tanto do hinduísmo como no budismo, que afirmam a real existência dessas forças, nos falam, também, da possibilidade desses agregados virem mesmo a tomar forma, influenciar, possuir ou habitar um corpo animal, vegetal ou mineral, ainda que momentaneamente, pois, na maioria das vezes, tentam, sempre que possível, reunir-se num corpo humano.

Construções da mente? Temos aí um verdadeiro “ser” sem matéria densa, sem fisiologia estabelecida, sem alma, porém, capaz de, literalmente, arrasar com todas as formas possíveis de vida. Pode, também, ser considerada uma das piores formas de obsessor, entre a humana, a animal, a elemental, a mental-emocional, a imaginária, a mitológica, figura resgatada pelo moderno espiritismo, porém comum a muitas religiões antigas, ainda que com particularidades de visão. Todos os pensamentos, sentimentos, emoções, e paixões adquirem forma e também uma materialidade semi-densa ou sutil. Trata-se da materialização, em forma aparente, dos sentimentos e emoções fortes, intensas ou violentas. Tais imagens, materializadas em diferentes graus e sutilezas, são formadas por pura concentração de energia, sem racionalidade, ética ou senso comum. Podem ser objetos, alimentos, animais variados, inclusive formas lendárias ou monstruosas, extintas, os mais diferentes seres em várias condições de tamanho, forma, altura e até mesmo sexo.
Podem também nem ter forma definida, apresentando-se como nuvens, redemoinhos, vendavais, ciclones etc.

São pura energia condensada em diferentes intensidades, altamente destrutivas, podendo prejudicar, desorganizar, adoecer, enlouquecer, matar ou até absorver a energia da vítima. Tudo isso é freqüentemente gerado por emoções de encarnados e desencarnados e passível de ser “incorporado” por algum ser desencarnado sob forte carga emocional de ódio, vingança, remorso etc. Pode também produzir um tipo de “efeito fantasma”, poltergeist etc.

Pelo sim pelo não, o que os antigos mestres orientais nos ensinam é: cuidado com os sentimentos; cuidado com os desejos; cuidado com os pensamentos; cuidado com as palavras; cuidado com as ações.

Esse conjunto de concepções dotadas de forte carga espiritual, filosófica e transcendental é de suprema importância para tentarmos entender tanto a vida como a morte. Assim, é possível pensar que a transição chamada de “morte” apenas dissolve o agregado de matéria física e as formas. Não constrói realmente uma nova união mas apenas novos elementos de diferentes densidades que se agregam às antigas estruturas das existências, sejam elas doces ou amargas, boas ou más, agradáveis ou desagradáveis.

Evidentemente, este pequeno artigo não tem, nem de longe, a menor pretensão de esgotar um assunto tão vasto, sério, profundo e de grande conseqüências filosóficas e morais para todos os que de fato pretendem aprofundar-se em temas relevantes e capazes de alterar o sentido da vida. É apenas uma tentativa de contribuir para a ampliação dos estudos espíritas sugerindo que, em diferentes culturas e tempos históricos, um rico e importante conhecimento foi estruturado e a sua divulgação poderá contribuir para os importantíssimos estudos desenvolvidos pelos espíritas de “boa vontade”, estudiosos, sérios, dedicados e criteriosos, nos moldes de Allan Kardec e seus seguidores.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 28, páginas 44-50)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: ARTETERAPIA É UMA TRADIÇÃO MILENAR QUE UTILIZA RECURSOS ARTÍSTICOS COMO FORMA HARMÔNICA DE SE CONHECER

A Arteterapia é o destaque desta terça-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Você vai saber o que é, para que serve, quem a pratica, por que é tão importante e como pode ajudar pessoas a viverem mais e melhor. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer essa arte milenar!

O que é arteterapia?

A Arteterapia resgata uma tradição milenar ao utilizar diversos recursos artísticos como uma forma harmônica de se conhecer, comunicar-se, relacionar-se e estar no mundo. Considerando as condições atuais de vida, com suas múltiplas exigências para inserção pessoal e profissional num mercado de trabalho cada vez mais exigente; e tendo em vista a necessidade de conciliar tais exigências com uma qualidade de vida cada vez melhor, a Arteterapia é uma forma de atuação profissional, criativa, prazerosa e auto-realizadora que acolhe, em suas múltiplas interfaces, não só a demanda social, como contempla a realização humana através da integração e harmonia dos aspectos físico, educacional, emocional e mental de todos os envolvidos.

A Arteterapia visa entender o ser humano em sua totalidade, destacando-se por ser uma abordagem que atinge diversas faixas etárias e diversas realidades.

Ela tem uma aplicabilidade abrangente, de fácil entendimento, com retorno arte terapêutico satisfatório em pouco tempo, inclusive no ambiente escolar.

O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Arteterapia apresenta caráter interdisciplinar no sentido de que o seu conteúdo programático oferecido por meio de todas as disciplinas, atividades complementares e práticas supervisionadas, está interligado de forma transversal de ensino e aprendizagem.

Além disso, por seu caráter múltiplo, abrange diversas teorias da arte, das terapias e da criatividade, de forma a preparar o especialista para o exercício de suas atividades de acordo com as exigências da contemporaneidade, mas sempre de acordo com o paradigma de educação inclusiva, baseada nos conceitos de valores humanos preconizados pela UNESCO.

OBJETIVOS:

Capacitar o aluno para ser facilitador, através do processo criativo, utilizando técnicas arteterapêuticas e metodologia específica tendo como tripé a teoria, a prática supervisionada e o desenvolvimento pessoal promovendo o desenvolvimento da consciência de indivíduos.

Atuar de forma a contribuir com o desenvolvimento científico da área.

Buscar compreender a manifestação artística como um conhecimento científico, técnico e filosófico, fundamental na constituição da identidade humana.

Promover a compreensão da fundamentação teórica da Arteterapia, no que concerne à sua história, à história das artes plásticas e expressivas, à psicologia, psicopatologia e necessidades especiais.

Capacitar o aluno a exercer a docência em cursos superiores.

Reconhecer e identificar o processo arteterapêutico como um processo de transformação intrapessoal e interpessoal.

Desenvolver projetos em diferentes setores de atuação.

DESTINA-SE:

Este curso é destinado a todos os profissionais das áreas artísticas, educacionais, comunicação, sociais, médicas, psicológicas, terapêuticas e áreas afins portadores de diplomas de graduação..

Não há necessidade de habilidades artísticas por parte do aluno. 

CERTIFICAÇÃO E ASPECTO LEGAL:

A Pós graduação em Arteterapia promovido pelo Instituto Freedom em São Paulo, em parceria com a FAVI – Faculdade Vicentina de Curitiba segue as normas da AATESP. Comprove entrando no site da AATESP e clique em cursos – www.aatesp.com.br

Bem como atende os parâmetro pela UBAAT (União Brasileira de Associações de Arteterapia) em relação ao conteúdo programático, carga horária, disciplinas obrigatórias, docentes arteterapeutas reconhecidos pelas Associações de Arteterapia do seu Estado, código de ética, etc.). Confira entrando no site da UBAAT e clicando em cursos. www.ubaat.org

Fonte: institutofreedom.com.br

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AUTOCONHECIMENTO: ASSUMA O CONTROLE DA SUA VIDA, VOCÊ É 100% RESPONSÁVEL POR ELA

No texto a seguir você vai encontrar uma maneira simples e direta de falar sobre reprogramação mental ou do subconsciente. Conscientização de que você é 100% responsável pela sua realidade e que a sua realidade hoje é consequência das suas crenças limitantes e do conteúdo residual e desatualizado do inconsciente coletivo que você carrega consigo ao longo dessa caminhada, que você precisa e deve jogar no lixo, rever os seus conceitos para poder seguir em frente evoluindo sempre. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Você é problema seu!

Mulher com os braços semiabertos e expressão de dúvida
Você é o único que está desfrutando daquilo que acontece dentro de você. Seja a alegria, a raiva, o amor, seja o ódio, enfim tudo aquilo que você elabora racional ou emocionalmente estará sendo desfrutado única e exclusivamente por você mesmo. O curioso é que mesmo que você tente envolver outras pessoas, elas não terão o poder de sentir o que você sente, portanto é óbvio que o mundo acontece dentro de você. Isso é o que chamam de fenomenologia.

Você está dando significado ao mundo o tempo todo, vive catalogando pessoas, qualificando experiências, desenvolvendo defesas, enfim, sem perceber, você está criando um mundo que é só seu e ninguém tem nada a ver com isso.

Nesse seu mundo, tudo busca um ajuste adequado para o seu bem-estar e tudo funciona para atender às suas demandas internas. Significa, por exemplo, que se você acredita na violência, viverá em meios violentos, convivendo com pessoas violentas, e acabará sendo violentado; da mesma forma, se for uma pessoa pacífica, viverá em paz. O que não é possível é ser uma pessoa violenta e viver sonhando com a paz.

É evidente que você é influenciado por aquilo que acontece, pois ainda não conseguiu desenvolver recursos psíquicos e emocionais para viver no mundo sem ser afetado pelos acontecimentos. Para não sofrer nessa relação com o mundo, você teria que ser mais estoico, porém poucos no mundo estão nessa condição. Oferecer a outra face é uma Verdade Absoluta, mas sei que você é incapaz de tal feito, pois aqueles que chegam nesse estágio são os mesmos que não precisam mais estar neste planeta atrasado.

Se você ao mesmo tempo é o engenheiro, o arquiteto e o morador dessa casa que construiu, do que vive se queixando? O que os outros têm a ver com isso?

Não seria mais inteligente da sua parte começar assumindo a total responsabilidade por todos esses infortúnios e empreender as mudanças necessárias em si mesmo, com novos projetos, com novas atitudes e com um olhar mais crítico contra si mesmo? Você não percebe, meu caro, que está na hora de empreender um processo de desconstrução, em que conceitos, valores, modelos, padrões e certezas precisam ser revistos?

Jesus ensinava que antes de querer olhar o cisco no olho do outro seria necessário remover a trave que existe no seu próprio Olho. Isso é pura fenomenologia!

Ele também dizia que os olhos são a lâmpada do corpo e que se os seus olhos forem bons todo o seu corpo será iluminado, ao passo que se os seus olhos forem ruins você viverá em trevas. Isso também é pura fenomenologia!

Paulo Tavarez

Escrito por Paulo Tavarez

Fonte: eusemfronteiras.com.br

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A LIMPEZA PSICOLÓGICA É NECESSÁRIO PARA AQUELES QUE BUSCAM O DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL

Quando nascemos, independente de onde sejamos educados já trazemos dos nossos ancestrais seus sistemas de crenças e seus padrões de comportamento, através do inconsciente coletivo. Durante muito tempo o homem não evoluiu com relação a isso, pois muitas dessas crenças e padrões de comportamento já estão ultrapassados emperrando a evolução da humanidade. Por isso é preciso começar a fazer sua limpeza espiritual. Precisa começar a influenciar a si mesmo. O texto a seguir nos explica como esse processo acontece na nossa mente, através do nosso cérebro e suas três camadas. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir e entender como funciona esse processo evolutivo!

Passos   no   caminho

‘Estamos sendo estruturados para levar adiante o que nossos ancestrais deixaram; seus sistemas de crenças e padrões de comportamento. Não é possível começar a vida com um caderno em branco ‘

Caty Green*

Bonsai: a árvore da felicidade

A limpeza psicológica é necessária para aqueles que buscam o desenvolvimento espiritual. Se não for feita com seriedade e êxito, se os problemas pessoais ou as necessidades emocionais não forem primeiramente expostos e depois resolvidos e curados, o indivíduo pode permanecer como uma criança, num nível muito vulnerável. É a criança que está contente com a figura de Deus ou de um grande pai que está no céu, que dará doces  se ela se comportar como deve ou a castigará caso não o faça. Dessa forma você não encontra o seu caminho espiritual; você simplesmente restabelece seu eu infantil e se convence a permanecer no modo “criança  boazinha.

Obviamente esse comportamento terá muito apoio, uma vez que é com isso que a maioria das religiões está preocupada. Mas se você busca o desenvolvimento espiritual com seriedade, como uma experiência pessoal e não apenas como um tópico intelectual de conversa, precisa começar a fazer sua limpeza espiritual. Precisa começar a influenciar a si mesmo.

A definição do eu começa muito cedo. Desde bebês nós ingerimos alimentos e eliminamos os resíduos, respiramos, vocalizamos e tentamos compreender o que significa tudo isso, toda essa informação chegando através dos cinco sentidos. O que é o aqui? O que é este corpo que eu tenho que operar? O que é tudo aquilo que está lá fora na minha frente? As respostas chegam lentamente, à medida que o reconhecimento se desenvolve, junto com a experiência e a  prática.

Esse processo assegura que nós nos desenvolvamos de acordo com os padrões do tempo e do lugar  onde  chegamos ao mundo. Embora a maioria das coisas que lemos a princípio sejam orientações   básicas para a instância física em que nos encontramos,  os aspectos físicos que experimentamos ao nosso derredor, à medida que dominamos essas coisas, também nos apresentam aos valores socioculturais do mundo – ao lugar imediato, ao período histórico, às pessoas que são responsáveis por nós e a quem nós, por nossa vez, devemos responsabilidade.

Estamos sendo estruturados para levar adiante o que nossos ancestrais deixaram; levar adiante seus sistemas de crenças e seus padrões de comportamento. Normalmente não é possível começar a vida com um caderno em branco, por assim dizer. Aprendemos por imitação, um processo que se estabelece muito antes de termos suficiente desenvolvimento intelectual para selecionar o que queremos ou não  imitar.

Esse processo de imitação se aprofunda no cérebro e mergulha no subconsciente até a memória da raça, a raiz do celeiro psicológico. No fundo da raiz do celeiro está nosso cérebro; acima dela está a segunda camada do cérebro. Contudo, toda a codificação que constitui a base da consciência individual é limitada pelo terceiro cérebro, que adquirimos há algumas centenas de milhares de  anos.

Temos um cérebro tripartite, com três camadas, por assim dizer. As partes do cérebro que lidam com a nutrição do corpo físico e com a padronização da respiração, vocalização, movimentos, reprodução e autodefesa são as partes mais antigas – essa é a nossa camada mais ancestral, a primeira, o Cérebro Reptiliano.

Mais recente – embora com muitos milhões de anos – é o Cérebro Mamífero, o cérebro animal que se desenvolveu a partir do Cérebro Reptiliano. Ele gerencia, em um nível mais elevado, questões como a vigilância do nosso ambiente, o impulso para reproduzir e o desenvolvimento deliberado de sistemas que atuam em nossa defesa – tudo que compartilhamos com a maioria dos outros mamíferos.

O cérebro que nomeia

A última aquisição é o Cérebro que  Nomeia, o cérebro da linguagem, um recém-chegado em termos de evolução. Como a chegada de uma nova camada ao cérebro nunca faz com que a funcionalidade prévia desapareça, nós retemos as duas primeiras camadas, principalmente no nível subconsciente. Mas temos razão de questionar o status da integração do  Cérebro  que Nomeia com os outros dois. Onde os cérebros Reptiliano e Mamífero parecem coordenar, com êxito, o Cérebro que  Nomeia, o recém-chegado, parece ainda estar tentando se encaixar. Intelecto e instinto nem sempre andam de mãos dadas.

Ao aceitar a narrativa do Gênesis como o grande mito que resume a chegada do Cérebro que Nomeia, uma mudança tectônica na composição de nossas espécies, somos obrigados a estar em conformidade com várias versões que refletem essa grande ocorrência histórica. Consideremos alguns versículos da Bíblia (a versão do Rei James). No Gênesis capítulo 1, versículo 28, consta que os seres humanos foram instruídos a “povoar a terra, e subjugá-la: e exercer domínio (…) sobre toda criatura viva que se mova sobre a terra”.

No capítulo 2, versículos 19 e 20, lê-se que, depois de ter formado todas as criaturas, Deus as “trouxe para Adão ver que nome lhes daria (…) E Adão deu nome a todas”. Transportados para o Novo Testamento, vemos em João, capítulo 1, versículos 1-3: “No início era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no início com Deus. E todas as coisas foram feitas através d’Ele, e sem Ele nada seria feito do que foi feito.”

As raízes do conceito de Verbo remontam muito além da referência judaico-cristã. A Wikipedia refere-se a “um mantra Indo-iraniano efetivamente significando ‘Verbo’”, e indica que os satya mantras indo-iranianos “não significam simplesmente ‘Verbo verdadeiro’, mas pensamento estabelecido em conformidade com consumação inerente (realização)”. Observa-se que esse uso da palavra realização inclui seu significado em francês de tornar real). Uma outra referência: “a tradição chinesa [do termo mantra] é zhenyan, literalmente ‘palavras verdadeiras’”. Essas antigas referências à nossa capacidade linguística não parecem estar relacionadas e evidentemente justificariam um estudo considerável, mas o conceito de Cérebro que Nomeia, e que nos diz respeito, é limitado.

Esse conceito pode ser resumido da seguinte forma: nosso cérebro línguístico define tudo para nós. Ele recebe informações dos cinco sentidos do corpo físico. Portanto, a percepção da realidade disponível ao ser humano é limitada ao que esses cinco sentidos conseguem perceber. Quando o assunto vai além da experiência humana direta, o ser humano pode interpretá-lo apenas através da capacidade do Cérebro que Nomeia, desse modo percebendo o tema em termos dos limites impostos. O intelecto pode ir muito além, mas ainda deve interpretar conceitos nos termos definidos pelos cinco sentidos.

Qualquer cão ouve melhor do que um ser humano. Muitas criaturas ouvem melhor do que conseguimos ouvir; muitas veem melhor. O cavalo tem um campo de visão de quase 360°, o equivalente, para nós, a ter olhos atrás da cabeça. A abelha vê duas escalas separadas de preto.

Considerando a situação de nossa percepção de um modo um pouco diferente: aqui está uma mesa bem robusta. Você pode subir nela, até mesmo pular sobre ela. Ela é sólida, não há qualquer dúvida a respeito. Mas o que você vê quando olha para a mesa através de um potente microscópio?  Você vê movimento, poderoso, constante, impressionante. A mesa é uma massa de moléculas em movimento.

Conclusão: nossa percepção do mundo e também nossa compreensão de tudo que podemos chamar de realidade, e de tudo que podemos imaginar, é determinada pelo Cérebro  que Nomeia, um cérebro alimentado apenas pelas informações dos cinco limitados sentidos humanos. Aquilo que chamamos de real é apenas o que é real para nós.

Embora a riqueza de referências ao Verbo exija estudo e reflexão, a realização do nosso propósito de Verbo sobre o nosso eu  exige que demos os próximos passos no caminho.

Radicada no solo do Cérebro que Nomeia, a consciência não acha fácil reconhecer qualquer outra percepção da realidade, qualquer outro senso de seu eu. O ser humano que no momento consideramos como normal permanece engajado em representar o cenário de seu drama pessoal. Sugerir que outro nível de experiência possa ser desejável e até vantajoso é muitas vezes percebido como tolice mística.

Shakespeare disse: “O mundo é um palco, e os homens e mulheres são apenas atores.” Esta é uma instrução espiritual da mais elevada ordem. A tarefa para aqueles que estão no caminho espiritual é deixar esse palco, erradicar o processo mental do Cérebro que Nomeia e permitir-lhe chegar ao solo da consciência superior.

Porém, é fácil falar; fazer é outra coisa. A decisão de fazer é o resultado de um anseio apaixonado pelo que tem sido chamado de união divina, união com o divino, aquilo que está além do humano. Ou pode ser simplesmente uma questão de curiosidade intelectual. Ou ambas ao mesmo tempo. O que quer que invoque o impulso deve ser forte e contínuo para ser bem-sucedido.

     A voz do silêncio

A palavra-chave para a natureza desse processo é escutar. O místico Eckhart Tolle escreve e fala sobre isso. Seu trabalho nos transporta a um ponto de onde podemos dar nossos primeiros passos no caminho. Recomendo ouvir seus discursos gravados, pois sua voz carrega o peso dos seus processos interiores.

A maioria de nós não coordenou conscientemente nosso processo auditivo. Temos a antiga resposta instintiva a sons inesperados. Isso é ouvir. Podemos ouvir muito bem, mas ouvir não deve ser confundido com escutar.

Em muitas línguas a conversação comum e casual é cheia de orações que começam com “escute”. Por quê? Será que, como regra geral, nós realmente não escutamos? Se assim for, o fato de que pedimos ao nosso ouvinte para escutar mostra que nós percebemos a nossa necessidade de desenvolver e enriquecer nosso processo de escuta.

A escuta acontece em vários níveis de atenção. Muitas vezes tudo que fazemos é ficar em silêncio enquanto a outra pessoa fala. Podemos simplesmente estar esperando a nossa vez de falar. Um outro nível é escutar em busca de informação – quando a atenção está focada em reter as especificações da informação crua.

Contudo, um terceiro grau do ato de ouvir permite obter informação e também captar como a pessoa se sente a respeito do que está dizendo; em outras palavras, compreender que peso emocional, psicológico e intelectual o tema e as afirmações podem ter para quem está falando. O ouvinte pode avaliar o que essas várias perspectivas significam, sendo assim capaz de uma conversação profundamente enriquecedora para as duas partes. É a partir desse terceiro nível que o indivíduo pode avançar no caminho espiritual, pois grande parte desse movimento é o processo de escutar internamente

Então, já que a definição do eu é estruturada pelo Cérebro que Nomeia, vamos dar uma olhada na sua estrutura e escutar. Ouvir o chamado e o mais importante de todos os sons: a voz do silêncio.

“O ato de ouvir permite também captar como a pessoa se sente; compreender que peso emocional, psicológico e intelectual o tema e as afirmações podem ter para quem está falando.”

Fonte: Revista SOPHIA • JUL/AGO 2020

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FÍSICA QUÂNTICA: A GRATIDÃO É UMA FREQUÊNCIA QUE VIBRA À MAIS DE 900 HERTZ NA ESCALA VIBRRACIONAL

A GRATIDÃO vibra à mais de 900 hertz

A GRATIDÃO é uma frequência do universo que vibra à mais 900 hertz na escala vibracional.

Você já imaginou ter uma vida mais expandida, mais rica, mais motivada, mais feliz, mais cheia de oportunidades.

Utilizando apenas a gratidão, essa lei tão básica do universo.

Então me acompanha até o final deste post que eu vou mostrar para você como a gratidão pode te ajudar a transformar a sua vida, a sua forma de pensar a sua forma de agir perante as situações desafiadoras que se apresentam no seu dia a dia .

Com menos estresse, menos problemas e acreditando sempre um futuro melhor, com mais otimismo perante a vida.

Muitas pessoas não levam fé na gratidão.

Pois acham que a gratidão é aquele básico, de dizer obrigada ou ser gentil com algum favor que lhe fizeram.

Pois a gratidão vai muito mais além.

Porque a gratidão é uma frequência do universo que vibra a 900 hertz.

Tudo no universo é energia, frequência e vibração.

Portanto a gratidão é uma das frequências mais altas do universo e quanto mais você sentir esta frequência, mais você atrairá para o seu campo eletromagnético, coisas fantásticas e mudanças extraordinárias começam a acontecer em sua vida como um passe de mágica.

Sim, não é milagre não é ciência.

Pois a gratidão tem este poder.

Agradeça

Jesus disse certa vez: “Agradeça por tudo que já tem e mais lhe será dado, por acréscimo.”

Agradeça por tudo que você já tem. Ele não disse agradeça por aquilo que você não tem.

Agradeça por tudo que já tem e mais lhe será dado.

Por exemplo:

Se você hoje tem água para beber, um prato com arroz para comer, agradeça.

Agradeça do fundo do seu coração, provoque este sentimento de gratidão em você.

Pois assim o universo vai compreender que você está apreciando o que ele pode lhe entregar naquele momento.

Assim a sua vibração vai aumentando, e você começa a perceber mais coisas pelas quais você pode ser grata (o), no seu dia a dia.

Por exemplo: se há muito tempo você não ganha um abraço de um filho, ou um telefonema de alguém que você tanto ama e de repente essa pessoa lhe dá um abraço ou lhe liga.

Agradeça fique feliz, comemore, mostre para o universo que você está entusiasmada, com essa atitude simples.

Mas é uma atitude que eu tenho certeza que mexeu com o seu coração e com suas emoções mais profundas.

Gratidão é energi

Pois essa energia emanada, quando se agradece, permite que você se conecte com mais coisas da mesma frequência vibracional.

Você pode também, fazer alguns exercícios simples como o pote da gratidão, a oração de 4 etapas, o caderno da gratidão onde você anota 10 coisas todos os dias pelas quais você é grata.

Você pode fazer o exercício da pulseirinha da gratidão, assim toda vez que você sentir que não foi grata  e que agiu na ingratidão, troca a pulseirinha de pulso.

Existem vários exercícios, que você pode fazer para exercitar a gratidão, para ajudar você a elevar a sua frequência vibracional.

Tem também as afirmações positivas, que são muito poderosas neste processo.

Eu faço todos os dias as afirmações positivas e vou fazer sempre, porque me dá um ânimo danado logo de manhã.

Toda vez que eu sinto que a minha vibração vai cair, eu faço uma afirmação positiva.

Uma coisas muito boa para você  fazer também e se conectar de vez com a energia da gratidão, é alegria.

Toda vez que você se sente alegre por alguma coisa, vai atrair para o seu campo eletromagnético, mais do mesmo.

Toda energia emanada, volta.

Toda a Energia emanada é devolvida.

Pois tudo que você emana volta para você na mesma frequência.

Então se você ficar alegre por ter visto uma flor, uma borboleta diferente, por ter saído na rua e ter pego aquele sol maravilhoso que aqueceu a sua pele, agradece, sinta-se grata.

Faça uma pequena oração: Gratidão pai celeste, Criador o nome que você queira dar não é relevante o que importa é o que você está sentindo naquele momento.

Simplesmente agradeça, pois assim o seu cérebro entende que você gosta dessa frequência, dessa energia.

E mais disso ele vai procurar para trazer para você agradecer.

Agradeça pela borboleta que você viu, pelo vento que bateu no seu rosto, pela aquela vontade que você tava de tomar um cafezinho e de repente alguém lhe convidou do nada.

A gente é muito lindo praticar a gratidão.

Além de ser uma das frequências mais altas vibrando neste universo, ainda tem estudos científicos que comprovam a eficácia da gratidão.

E tem cientistas que constam há possibilidade da frequência da gratidão já estar em nossas células desde do momento que nós nascemos.

A ciência prova!

Isso é realmente incrível pois quanto mais os cientistas estudam, mas nós temos a comprovação da eficácia dessa energia em nossa vida.

Comprovando que a gratidão não é algo remoto, ou imaginativo, ou alguém super positivo que inventou.

Portanto ela é uma frequência do universo, e é eficaz para todas as pessoas que a praticarem.

Então pratique a gratidão

Eu comecei a praticar a gratidão em momentos muito difíceis da minha vida, assim pude perceber o lado bom de qualquer situação e percebi que não era só para o lado ruim que eu devia olhar.

Sim comecei a agradecer para colocar essa energia em movimento em minha vida.

E hoje eu posso dizer para você que a minha vida é muito abençoada,  eu sempre tenho motivos para agradecer, pois essa frequência já impregnou no meu corpo, nas minhas células, em minhas moléculas em todo meu ser.

Assim não vejo mais reclamação, só vejo motivos para agradecer, pois mudei meu ponto de atração.

Por exemplo quando você ver, o pátio cheio de folhas,  naturalmente a gente reclama.

Mude seu ponto de atração.

Gratidão por eu poder varrer e por poder estar aqui.

Mas quando você muda o seu ponto de atração você percebe que aquelas folhas são uma oportunidade para fazer um ótimo exercício, então você agradece.

Quando você colocar em prática e agradecer por tudo em sua vida, você vai compreender o que eu estou falando.

mas ao invés de você reclamar e falar que saco tem fone para varrer.

Você vai falar: – Uau que bom, tenho oportunidade para me movimentar,  movimentar meus braços minhas pernas.

Gratidão por eu poder varrer e por poder estar aqui.

A não ser que uma limitação física lhe impeça.

Mais isso também não é motivo para você não agradecer, pois quanto mais você agradece mais coisas boas aparecem em sua vida, independentemente da sua forma física.

Pois o que nos provoca a ingratidão,  é a nossa falta de fé, a nossa visão limitada.

Essa crença limitante que a gente cria em nossos pensamentos acreditando que a vida é somente aquele mundo que criamos em nossos pensamentos.

Não o universo tem infinitas possibilidades para trazer várias coisas boas e maravilhosas para sua vida então aprenda a se conectar com a gratidão.

Mas eu tenho certeza que a sua vida vai mudar, porque o universo não tem outra forma de entregar para você aquilo que você, está vibrando, emanando.

A não ser o mesmo que você está enviando.

Então abandone a ingratidão comece a agradecer.

Porque quando você reclama e é ingrato, o  universo entende que você gosta disso e manda, mais disso para você.

Assim, irão aparecer na sua vida situações para você reclamar, coisas ruins para você ser ingrato.

E quando você agradece, o universo diz sim, então mais coisas boas ele manda para você agradecer.

E aí, tudo que você precisa fazer é agradecer, pois as coisas ruins não são necessárias, a não ser que você goste de se martirizar e se culpar pelas coisas que acontecem.

Mas, eu acredito que você não gosta, se não você não estaria aqui ainda!

Acorde pela manhã e agradeça pela sua cama,  que o colchão estava fofinho, que a cama estava quentinha.

Você quer mudar a sua forma de pensar, mudar o seu jeito de agir?

Comece logo ao acordar.

Acorde pela manhã e agradeça pela sua cama,  que o colchão estava fofinho, que a cama estava quentinha.

Se olha no espelho e diga bom dia para você mesmo, olhe bem profundamente nos seus olhos,  e fale eu me amo e me aceito como eu sou, como Deus me criou.

Gratidão, gratidão, gratidão por eu ser quem eu sou.

Isso é um ótimo estimulante para sua auto-estima, ela lhe dará, mais força para você encarar os desafios ao longo do dia.

Eu não gosto de falar problema,  pois eu acho que problema traz uma carga energética pesada e quando eu uso o desafio fica mais suave.

E quando se fala problema parece algo que não vai ter fim ou até mesmo intransponível.

Então, fale sempre desafio, pois eu acredito que vai ser até melhor para o seu cérebro compreender e processar isso com mais leveza.

Então toda vez que surgir alguma coisa algum problema em sua vida.

“Você fala nossa mais um desafio eu tenho para superar.”

Então agradeça, pois é mais uma oportunidade de crescimento, de aprendizado que você tem em sua vida.

Beijos de luz

Fonte: gratidaotransforma.wordpress.com

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA COMO TER UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL E PRODUTIVA ATRAVÉS DO FOCO

Nesta quarta-feira a terapeuta Vania Kipriadis Ferro vem nos instruir e informar acerca da importância do foco em nossas vidas e falar de como algumas atividades artísticas podem ajudar a criar uma Atenção Plena, especialmente a Cerâmica. Ele diz que modelar argila traz um potencial enorme e trabalha essa questão. Por isso, lhe convido a ler com “atenção” o texto completo a seguir e aprender uma das técnicas capaz de lhe manter no presente e tornar sua vida mais produtiva e saudável!

Foco – para uma vida mais produtiva e saudável

Alvo com flechas acertada no meio e flechas voando

Ou… o que a Cerâmica pode fazer pelo seu bem-estar.

A sua mente pula de galho em galho como um macaco agitado?

Você não consegue se concentrar no mesmo assunto por mais de alguns minutos?

Está com muitas tarefas e não consegue priorizar as demandas?

Recebeu uma enxurrada de informações e precisa se organizar mentalmente para absorvê-las de forma adequada?

Bem, se você respondeu “sim” a alguma das perguntas acima, você faz parte de uma grande parcela da população que sofre com Falta de Foco. Isso é mais normal do que você imagina. Quem nunca?

Existem algumas técnicas que podem ajudar a solucionar essa questão, ou pelo menos minimizar. Nesses tempos digitais, onde estamos conectados com vários estímulos ao mesmo tempo, isso pode ser muito perturbador no dia a dia. Inclusive já escrevi aqui mesmo sobre esse tema, sugerindo o uso do floral de Bach White Chestnut. Tomar esse floral pode ser uma das formas de ajudar a manter o foco e a priorizar tarefas.

Mas hoje o foco é outro. Vamos falar de como algumas atividades artísticas podem ajudar a criar uma Atenção Plena, especialmente a Cerâmica.

Modelar argila traz um potencial enorme e trabalha essa questão. Você já experimentou?

Argila = Terra, e como elemento em si, nos coloca em Conexão com o Presente, é Corpo, matéria, nos enraíza, germina, frutifica e alimenta. Segundo Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (*) a Terra é um símbolo de fecundidade e regeneração, eminentemente feminino, nossa “Terra-Mãe”, que deu origem aos seres humanos.

Para pessoas que vivem no “mundo da Lua”, que têm dificuldade em focar no Presente, ou que são distraídas, trabalhar com a terra pode ser útil – ajuda a manter os “pés no chão”, encarar a realidade sem subterfúgios, com mais senso de praticidade e realização = ação. Contribui para melhor nos posicionar, “marcar território”, confere mais objetividade.

Trabalhar com a terra favorece a concretização de pensamentos, sonhos, intenções, emoções. Na medida em que o indivíduo cria, e transfere algo que está no inconsciente para uma forma de argila, real – que ele toca, sente, cheira, vê –, se abre uma possibilidade de entendimento, de conscientização e elaboração do assunto sobre o qual estamos tratando.

Já observou crianças construindo castelos à beira da praia? Percebeu como elas ficam inteiramente concentradas nessa tarefa? Pois é, a terra nos ajuda a manter esse foco no Presente, e como resultado nos traz equilíbrio, nos centra e harmoniza. De quebra, possibilita-nos entrar em contato com nossa mais profunda essência.

Fonte:

Vania Kipriadis Ferro
Escrito por :  Vania Kipriadis Ferro
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REFLEXÃO: QUANDO OUVIR UMA PESSOA, ESCUTE COM SUA MENTE E COM O CORPO TODO

Ouvir com foco e atenção é o que propõe o artigo a seguir, aqui na coluna REFLEXÃO desta terça-feira. Portanto leia com atenção e foco para aprender como você pode ser mais útil e ajudar alguém que precisa de atenção e silêncio. Vamos fazer juntos essa REFLEXÃO!

Ouvir é sentir

 

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“Quando ouvir outra pessoa, não escute apenas com a sua mente, escute com o seu corpo todo. Sinta o corpo de energia do seu corpo interior enquanto ouve.

Isso afastará a sua atenção do pensamento e criará um espaço de quietude que lhe permitirá escutar verdadeiramente sem que a sua mente interfira. Estará a dar espaço a outra pessoa – espaço para ser. É o presente mais valioso que pode oferecer.

A grande maioria das pessoas não sabe ouvir porque a maior parte da sua atenção é ocupada pelo pensar. Presta-se mais atenção ao pensamento do que àquilo que a outra pessoa está a dizer, e não presta atenção absolutamente nenhuma ao que realmente interessa: o Ser da outra pessoa subjacente à palavra e à mente.

É evidente que você não pode sentir o Ser de alguém exceto através do seu próprio Ser. Isto é princípio da compreensão da unicidade, que é o amor. Ao nível mais profundo do Ser, você é uno com tudo com existe.

A maioria dos relacionamentos humanos consiste principalmente em mentes a interagir umas com as outras, e não em seres humanos a comunicar, a entrar em comunhão.

Nenhum relacionamento pode desenvolver-se dessa maneira, e é por isso que existem tantos conflitos ao nível dos relacionamentos.Quando é a mente que dirige a sua vida, são inevitáveis os conflitos, as discussões e os problemas. Estar em contato com o seu corpo interior cria um espaço livre, de ausência de mente, dentro do qual o relacionamento poderá florescer.” (Eckhart Tolle)

Luz e Paz!

Fonte: sabedoriauniversal.wordpress.com

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REFLEXÃO: COMPROMETA-SE E ENCONTRARÁ SEUS HORIZONTES SE ESTENDENDO NA SUA NOVA TERRA

É importante sabermos que os padrões cármicos que suportamos por muitas vidas atuam fortemente em nossa mente e comportamento atuais e que ao nos conectarmos profundamente com nossa alma ocorre uma limpeza e a força da sua alma é repadronizada ao liberarmos as energias estagnadas e prejudiciais que criaram bloqueios e desequilíbrios dentro de nós. Então, convido você a ler e refletir sobre o texto a seguir e fazer o seu juízo de valor sobre o assunto!

Comprometa-se com seu processo de cura

Mensagem de 27 de Outubro de 2020

À medida que o nosso mundo interior se abre, somos agraciados com a oportunidade de acessar a sabedoria de nossa alma e de usar essa sabedoria para criar uma realidade e uma vida consciente. Este período de crescimento intensificado está aumentando nossa receptividade e nossa capacidade de nos conectarmos profundamente com nossa alma. Com essa conexão, somos capazes de liberar as energias estagnadas e prejudiciais que criaram bloqueios e desequilíbrios dentro de nós.

Grande parte da limpeza e liberação que você está fazendo neste momento está relacionada aos ciclos e padrões cármicos que você suportou por muitas vidas. À medida que esses ciclos e padrões se limpam, a força da sua alma é repadronizada, oferecendo-lhe a oportunidade de embarcar em uma nova jornada e um novo propósito. Comprometa-se com este processo e você encontrará seus horizontes se estendendo além dos desafios que você enfrenta e na beleza infinita de uma nova Terra.

Muito Amor

Fonte: trabalhadoresdaluz.altervista.org

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AUTOCONHECIMENTO: VOCÊS ESTÃO ULTRAPASSANDO UMA GRANDE TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Neste sábado, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO trago uma mensagem espiritual  muito especial, sobre o momento atual aqui na terra. Estamos passando por uma grande transição planetária, onde está havendo uma grande mudança energética. Os nossos corpos estão passando por mudanças perceptíveis e, às vezes, inexplicáveis. Dores inexplicáveis poderão ser sentidas nos seus ossos, articulações e até cefaleias. Mas faz parte e se você estiver ligado(a) nisso entenderá o que estou falando. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir, do extraordinário Carlos Torres para entender melhor o significa essa transição planetária que estamos vivenciando!

Mensagem Espiritual sobre o Momento Atual na Terra.

Atualizado: há 6 dias

Texto de Carlos Torres — escritor e mensageiro.

Mensagem canalizada em 23 de Outubro, 2020

É com muita alegria e disposição que estamos entrando em comunicação com vocês. Não para lançar mais medo sobre vossas consciências cansadas e atormentas há tanto tempo devido a força das sombras.

Saibam queridos irmãos, vocês estão ultrapassando por uma grande transição planetária que explanávamos desde 2012. Porém, agora as provas estão vindo de cima até embaixo com intensidade e verdade. As máscaras estão caindo ao redor do mundo e a verdade finalmente está vindo à superfície. Desde as famílias, amizades, relacionamentos, trabalhos e propósitos de vida.

As mudanças estão vindo diretamente dos mundos celestes para o mundo terreno onde vocês estão. Não se enganem, o transcendental foi divulgado no grande livro sagrado escrito pelos apóstolos, os guerreiros de Cristo, e também por seus antepassados das tribos de Judah e toda a sua genealogia sagrada. Desde Salomão, até Davi, Jessé, Abraão e Noé.

Não há possibilidades dentro dos registros divinos da alma mundy, para as sombras vencerem. Porém, saibam, a força dos arcontes está mais forte, pois eles estão raivosos e desesperados, já que conhecem os ditames maiores do Faraó Jesus para os destinos da Terra. Sim, eles são magos das sombras e já sabem que o mestre maior está voltando nos corações das pessoas ao redor do mundo. O que os deixa desesperados é saber que as energias de amor, gratidão e compaixão estão voltando com intensidade em muitas famílias ao redor do mundo, mesmo que isso não pareça verdade, nós podemos afirmar, a luz de Cristo está invadindo a casa das pessoas que estão despertando seus corações novamente para seus ensinamentos e os ensinamentos de sua Mãe Maria. Por mais que digam ao contrário disto, não creiam. Elevem seus pensamentos a Eles e suas almas acalmarão imediatamente.

Não se enganem quando assistirem desgraças em suas televisões, saibam de uma vez por todas, ela não mostra a realidade, mostra apenas o medo, o desespero e a discórdia entre as pessoas, entre os governantes e os países. São meras ilusões que ainda avançam sobre a maioria da população desatenta e desavisada. Queremos que ouçam no silêncio de suas mentes, o shofar de Cristo voltando a tocar outra vez, como a grande trombeta extraordinária do apocalipse, a revelação, o retorno dele.

Muitos já estão ouvindo o chamado para a grande batalha. Não uma batalha com armas e mortes, mas sim através do silêncio pacífico, do entendimento e do amor. A luz também utiliza a força quando necessário, não se enganem.

Não acreditem em quem impõe, não acreditem em quem se valoriza politicamente sobre cadáveres e mortes de outras pessoas, não acreditem em quem divulga desgraças e medo como suportes para as suas ambições. É muito fácil desmascarar aqueles que estão trabalhando direta e indiretamente para o Maléfico, vejam, eles se vestem muito bem, com roupas caras e bem passadas, muitos deles utilizam vestes brancas e compridas para esconder sua verdadeira essência. Outros vestem capas pretas longas e se dizem reis da justiça.

Saibam, eles estão todos unidos contra Cristo e também contra você. Creia somente em sua consciência daqui em diante, pois estamos entrando no terreno da não-verdade e da propagação de enganações. Esses mesmos, e todos unidos, virão dentro de poucos meses impor a colocação de partículas em vossos corpos através de vacinas ultrajantes. Acalmem, esta um dia virá, mas no tempo justo e adequado. A sombra sempre utiliza da pressa e da pressão como conduta, nós sempre vos avisamos sobre isso em suas vidas particulares, agora estão agindo na forma coletiva. Não se deixem levar por esta pressão descontrolada. Isso tudo está vindo como preparação para a implantação da marca que João o melhor amigo de Jesus descreveu em Patmos na Grécia.

Vocês precisam a qualquer custo estarem cientes das amarras do mal, pois eles estão desesperados e utilizaram de todos os artifícios para controlar seus corpos e mentes. Nós somos mentores azuis e queremos que suas consciências continuem livres e lúcidas, como também dos seus filhos e netos nas próximas gerações.

Jesus, o rei do reino dos céus está avisando através da sua trombeta de Shofar sobre a sua chegada, e infelizmente a igreja deste século não está mais ao lado dele. Desculpem a franqueza, mas a sombra conspurcou as entranhas do sagrado. Há sim muita ânsia pelo dinheiro e muito mais ânsia pelo poder. Os arcontes que sempre brigaram para dominar o plano Terra, desde a Atlântida, e após o diluvio, durante as viagens de Abraão pela Mesopotamia, durante as dinastias egípcias de Ramses, impregnados no império romano e em outros tempos. Infelizmente eles ainda continuam vivos e querendo a mesma coisa, porém agora não mais somente o planeta, mas também vossas mentes lúcidas e vosso corações de ouro, pois é através deles que eles absorvem energia e assim conseguem sobreviver pelo tempo.

Não queremos passar medo nesta mensagem, muito pelo contrário, queremos alertar que o tempo das sombras está chegando ao fim, o tempo das guerras terminou. Estamos escrevendo esta mensagem para que fiquem cientes que os guerreiros templários de Cristo estão ativos e conscientes dos seus papéis outra vez. A sombra lutará contra eles, mas a luz é muito mais forte e vitória esta predestinada nos anais do tempo e no livro sagrado, a Bíblia.

Para finalizar esta mensagem de esclarecimento. Queremos que abram vossos corações e comecem a agradecer de verdade por vossas vidas, Mas por favor, não aceitem qualquer imposição vindo dos estados, dos governantes e das instituições que obriguem vocês a fazerem aquilo que não querem.

Como já dissemos, assim trabalha a sombra, através da pressa, da pressão, da ansiedade, do amedrontando da população e utilizando de todos as fontes de informação para isso, fechando todas as frestas e todas as possibilidades de saída para a liberdade.

A luz nunca tirará a sua liberdade de ir e vir, de viver, de escolher e continuar com o seu livre arbítrio. Tudo aquilo que for ao contrário disto, é ordem das sombras.

É sabido que muitas pessoas encarnadas estão trabalhando para ela hoje em dia. Porém, se tiverem 100.000 contra Cristo, haverá sempre 7 vezes mais com ele.

Desejamos alegria em vossos corações, nobreza para vossos pais e mães, e confiança sempre.

Vitória! Vitória! Vitória!

Em luz, nos despedimos agora. Gratidão Eterna.

Ao terminar de ler este texto, ore o hino maior do Reino do Céus ensinado por Jesus na montanha de Cafarnaum para 144.000 voluntários. O Pai Nosso!

Fonte: carlostorresescritor.com.br
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AUTOCONHECIMENTO: COMO MANTER A IMUNIDADE EM ALTA ATRAVÉS DA FREQUÊNCIA VIBRACIONAL

No texto a seguir você vai entender e aprender como as energias vibram e como você pode se beneficiar disso para manter sua imunidade em alta através da frequência vibracional para ficar longe dos males causados pelo coronavírus e outras energias negativas. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e dar um salto quântico na sua vida!

VIBRAR EM ALTA FREQUÊNCIA PARA MANTER A IMUNIDADE ALTA

Pandemia do medo pode baixar as defesas do organismo porque baixa a nossa vibração energética

Vibrar em alta frequência para manter a imunidade alta

 

Quero compartilhar com você minha perspectiva sobre o coronavírus e a pandemia do medo que vêm assolando os habitantes do nosso planeta Terra, o que obviamente também atinge a mim e a minha família.

Tenho acompanhado atentamente os noticiários desde quando este vírus era aparentemente apenas um problema dos chineses. Confesso que, na ocasião, pensei algo como: “Isso não está acontecendo aqui. Por que me preocupar?”. Talvez você também tenha tido esse questionamento.

Há quatro anos Bill Gates ironicamente profetizou em um TED que o próximo surto que a humanidade viveria seria algo parecido com o atual coronavírus. Será que a humanidade não se preparou o suficiente para um evento dessa proporção?

A consciência que consigo acessar é de que estamos apenas colhendo os frutos de nossas escolhas enquanto sociedade. Nada mais. Percebo esse fenômeno como um ajuste sistêmico. Estamos sendo convidados a crescer enquanto coletividade.

Quer gostemos ou não, essa Tsunami Energética já faz parte de nossa realidade. Não adianta lutar contra. Na natureza, não é o mais forte que sobrevive, sim aquele que se adapta melhor.

Como podemos viver esse processo da melhor forma possível? Como podemos lidar com a pandemia do medo?

Para adentrarmos essa questão, é importante lembrar que o corpo humano, nosso veículo na matéria, é formado por trilhões de células e que estas se comunicam entre si através dos fluidos de nosso organismo.

Nossas emoções influenciam diretamente nossas células e, por conseguinte, determinam a nossa frequência vibratória, pois no Universo, tudo é vibração.

ENERGIA EQUILIBRADA PARA MANTER A IMUNIDADE EM ALTA

Como o objetivo de provar o poder da mente humana sobre os fluidos do corpo, o pesquisador e cientista japonês Masaru Emoto conduziu experimentos com um grupo de crianças onde, de mãos dadas, ao redor de um recipiente de água, emanaram vibrações de gratidão, amor e medo, dentre outras. O resultado foi simplesmente estarrecedor.

As moléculas de água que foram expostas a frase “Eu te odeio” estavam amareladas e disformes, enquanto lindos cristais transparentes se formaram em emanações de amor, paz e gratidão. Dito isso, vale lembrar que apenas 15% da população está acima do nível crítico de consciência. E o que isso tem a nos dizer?

Ora, leitores, quando nós, tomados pela mente coletiva, vibramos no medo, abrimos as portas de nosso templo sagrado para todo tipo de energia. E isso inclui o coronavírus.

Vibrar em alta frequência é o melhor antídoto que existe. Você sabia que o amor, a alegria e a paz estão acima dos 500 Hertz de frequência, enquanto o medo está abaixo dos 100 Hertz? Se vibrarmos no medo, estaremos dando as boas-vindas a este vírus e outras energias.

Há um conto da tradição sufi, intitulado “Nasrudin e a Peste” que diz assim: “A Peste ia a caminho de Bagdá quando encontrou Nasrudin. Este perguntou-lhe: – Aonde vais? No que a Peste respondeu-lhe: – Bagdá, matar dez mil pessoas. Depois de um tempo, a Peste voltou a encontrar-se com Nasrudin. Muito zangado, o mullah disse-lhe: – Mentiste-me. Disseste que matarias dez mil pessoas e mataste cem mil. No que a Peste prontamente respondeu: – Eu não menti, matei dez mil. O resto morreu de medo.”

COMO ELEVAR A VIBRAÇÃO

Venho me dedicando a elevar minha vibração tanto quanto posso e sugiro que você faça o mesmo. Há quem diga que o mundo só precisa de 144 mil almas emanando altas frequências para que nosso planeta possa transcender esse modo de vida atual. Particularmente me sinto convidado a uma nova relação comigo e com o mundo.

Vamos vibrar em alta frequência. Isso contribui consigo e, por consequência, auxilia também o outro, pois o amor, a alegria e a paz são emanações de expansão e fluxo.

Onde quer que você esteja, procure reservar, ao longo do dia, períodos de recolhimento interior. Medite, dance, cante alto, ouça músicas de natureza elevada como mantras e assista a filmes que o faça rir.

Zele por compartilhar positividades com as pessoas. Isso não é ser alienado. Eu, por exemplo, vejo as notícias apenas para me manter informado, cuidando de não me identificar com elas. Entrar na corrente energética do medo é uma escolha.

De tudo isso, tenho fé que nós podemos inundar o mundo com um grande Tsunami de Luz. Basta que façamos essa escolha coletivamente, porém cada qual em sua individualidade.

Que tal você também ser essa gota que promoverá a mudança? Gosto de pensar que temos a oportunidade de tocar as almas de nossos irmãos com músicas, orações e sentimentos elevados. Nós podemos ir além. Acredite!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A SOMA DAS PEQUENAS MUDANÇAS FAZ A DIFERENÇA NA PERFORMANCE FINAL

Na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira temos mais um resumo animado de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor. Desta vez, a resenha do livro HÁBITOS ATÔMICOS de James Clear, que fala das pequenas mudanças que podem lhe proporcionar resultados impressionantes. Então, não perca essa oportunidade e assista agora mesmo esse vídeo fantástico que vai mudar a sua vida!

 

Fonte:

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REFLEXÃO: SE NÃO ESTIVERMOS ATENTOS À NÓS MESMOS PODEMOS SER TOMADOS PELO MEDO

A nossa REFLEXÃO desta terça-feira não é sobre o que não devemos fazer, mas sim sobre o que devemos fazer para sair da nossa zona de conforto e deixarmos para trás os nossos medos que nos paralizam, nos atrasam e nos colocam para trás na nossa caminhada evolutiva. Que tornam cada vez menor a nossa vida e nos trancam nos espaços que nos faz sentir sobre o controle das coisas. Precisamos superar e deixar para trás esses medos criados pelas nossas crenças limitantes. Bem, sem mais delongas convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Se livrando do medo

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Se dar conta de que, se não estivermos atentos à nós mesmos, podemos ser tomados por um sentimento perverso como o medo, nos permite eliminá-lo. Temos este poder absoluto. O breve texto de Patricia Gebrim nos oferece uma reflexão.

“Vivemos uma verdadeira epidemia de medos. Medo de adoecer, medo de morrer, medo de sermos abandonados, medo do futuro, de não ter dinheiro, de sofrer… Medo de ladrão, de espíritos, de todo tipo de ameaça que formos capazes de imaginar.

O medo é uma criação da mente (e antes que façam confusão, ressalto que não estou falando dos medos protetores, ok?). Falo dos medos que nos paralisam, que tornam nossa vida pequena, cada vez menor, que nos trancam nos pequenos espaços nos quais nos sentimos com algum tipo de controle.

Se o medo está na direção da sua vida, tudo será muito mais pobre do que poderia ser. Isso acontece quando a mente está no controle. A mente não existe no agora. Está sempre atrelada ao passado (temendo que algo ruim se repita) ou ao futuro (temendo que algo ruim vá acontecer, ou que aquela coisa boa não virá a nós).

Se você parar para observar, e por um instante imaginar que só exista este momento, agora mesmo… Só agora… Você, lendo este texto. Não há passado. Não há futuro. “O que há neste momento para temer?” Percebam… O momento presente escapa ao medo. Essa é a saída.

Mas entenda, sua mente não consegue viver no momento presente. Apenas seu coração tem essa capacidade. Apenas seu coração flui com sua respiração e se encanta pela beleza da vida a cada instante. O “verdadeiro você” não tem medo. Toda vez que sente medo você trai a si mesmo. Assim, se o medo andar rondando sua vida, procure algo que conecte você com o momento presente. Acalme sua mente. Respire. Sinta a vida. Aqui. Agora. Todo o resto é uma ilusão.”

Fonte: sabedoriauniversal.wordpress.com

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REFLEXÃO: POR QUE AS VEZES NOS SENTIMOS TÃO INCAPAZES?

A auto-superação é o mesmo que auto-performance, mas é diferente de competição. No esporte frequentemente o atleta está competindo com outros atletas, sempre trabalhando no sentido de superar ou bater as marcas e/ou recordes do seu antagonista. Na vida a marca ou record é seu, só seu. Não há competição, mas auto-performance. Dia a dia você deve tentar se superar a si mesmo. Um pouquinho a cada dia. Essa é a missão de cada um nessa experiência estelar. Portanto, pare dese comparar com os outros e comece agora a se observar e se auto-sperar. É muito mais fácil, viável e exequível!

Auto- superação

≈ Palavras ao vento ≈: Auto - superação.

Você já se sentiu, alguma vez, a pessoa mais incapaz da face da terra?
É até possível que tenha acontecido por mais de uma vez, não é mesmo?
E por que será que isso acontece?
Vamos refletir um pouco sobre essa questão.
Considere, em primeiro lugar, que você é uma pessoa única, não existe ninguém no universo igual a você.
Você tem uma soma de experiências só suas. Tem sentimentos únicos e tem limites que são só seus.
Então, é provável que ao tentar superar outra pessoa, tenha a sensação de que não é capaz e se frustre.
Se uma pessoa muito ligada a você, por exemplo, inicia um curso qualquer, e você não tem o mínimo talento para essa atividade, sente-se inferior.
Se um amigo começa um regime para emagrecer, e você está se sentindo um pouco acima do peso, faz o mesmo regime e não perde uma única grama, sente-se a pessoa mais infeliz.
Se, na academia que frequenta, as pessoas ao seu redor fazem proezas enquanto você apenas faz tentativas vãs, a vontade de desistir é quase inevitável.
Essas, entre tantas outras situações, podem ocasionar desestímulo e sensação de fracasso.
No entanto, ao admitir que você é um ser único, e não há no universo ninguém igual a você, todas as frustrações desaparecem.
Você, ao invés de olhar ao redor, tentando superar os outros, buscará conhecer suas próprias possibilidades, talentos e limitações, e buscará superar a si mesmo.
E então, cada conquista, ainda que mínima, será uma vitória real.
Considere que você, e somente você, deve servir de parâmetro quando se trata de conquistas próprias.
As conquistas dos outros são dos outros, e todos tiveram ou têm limitações a superar ou talentos conquistados com os próprios esforços.
Não há dúvida que podemos almejar determinadas conquistas que outros já possuem, mas não devemos querer tê-las prontas.
Cada esforço deve ser envidado com lucidez, pela auto-superação, e não pela superação dos outros.
Sempre existe algo que você faz melhor que os outros e algo que os outros fazem melhor que você, e isto não é motivo para desanimar.
A verdadeira grandeza está justamente em reconhecer essa realidade e aceitá-la com maturidade.
Embora haja um forte apelo social para que acreditemos que somos uma massa uniforme, que devemos seguir determinados padrões, nós continuamos a ser indivíduos únicos.
Reflita sobre essas questões e tenha uma conversa consigo mesmo.
Analise-se com carinho e atenção, para conhecer seus limites e tente superá-los, sem neuroses.
Conheça seus talentos e reforce-os, sem pretensões descabidas.
Busque a auto-superação e não a superação dos outros.
Cresça de forma efetiva, para ser a cada dia melhor que no dia anterior. Melhor que você mesmo, e não melhor que os outros.
Não há clones de você e tampouco você é clone de alguém, por mais que se pareça fisicamente com outra pessoa.
Nem mesmo irmãos gêmeos estão nivelados nas experiências. Cada um tem seus limites e potencialidades singulares.
Pense nisso!
Você é um espírito ímpar.
Pode até imitar muito bem outras pessoas, mas ainda nisso você será sempre inigualável.
Seu perfume espiritual é único. Suas emoções são intransferíveis.
Deus criou você para que seja você mesmo, ninguém mais.
Pense nisso, e busque vencer os próprios limites para ser cada dia melhor que na véspera.

Fonte: reflexao.com.br

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REFLEXÃO: ADMITA SUA IMPERFEIÇÃO, MAS NÃO SE ACOMODE COM ELA

A nossa REFLEXÃO deste domingo está em frases soltas que não têm conexão umas com as outras e que você pode inverter a ordem sem jamais mudar o sentido e ficar desconexo e de difícil compreensão. Pelo contrário da forma que você ler, de cima pra baixo ou de baixo para cima você vai entender tudo o que está sendo dito no texto a seguir, pois são frases de infinita sabedoria, ao alcance de qualquer um que esteja aberto a expandir a sua consciência. Portanto, o que está esperando? Comece agora a ler esse texto de infinita sabedoria e expanda sua consciência!

Aprender com os erros

Como aprender com os erros: Ciclo da Iteração

A perfeição ainda é um estado muito distante da Humanidade.
Todos os habitantes da Terra possuem fissuras morais e cometem equívocos.
Na verdade, errar não é um escândalo, no contexto das Leis Divinas.
Deus não criou as criaturas perfeitas, mas perfectíveis.
Os Espíritos encarnam e reencarnam infinitas vezes para desenvolver as virtudes cujo potencial trazem em seu íntimo.
A fim de que cresçam em vontade, sabedoria e amor, dispõem de livre-arbítrio.
Caso não pudessem fazer opções, seriam simples marionetes.
Como podem optar, é natural que nem sempre sejam felizes em seus atos.
O outro lado desse processo de aprendizado é a responsabilidade.
Ao desenvolver a consciência e a vontade, a influência dos instintos primitivos declina e a liberdade se expande.
A criatura torna-se cada vez mais responsável por seus atos e pensamentos.
Os equívocos são naturais para quem transita da ignorância para a sabedoria.
Apenas é necessário reparar todos os estragos causados.
Justamente por isso constitui sinal de imaturidade recusar-se a admitir os próprios erros.
A humildade constitui pressuposto do aprendizado.
Quem se imagina infalível e superior a todos mantém-se estagnado.
Para entrar em sintonia com a vida, impõe-se atentar para a Lei do progresso.
O Universo todo é dinâmico.
As espécies animais e vegetais aperfeiçoam-se incessantemente.
Mesmo a configuração física da Terra não é estática.
Da mesma forma que as espécies inferiores, o homem possui um papel a desempenhar no concerto da Criação.
Ele está inserido na natureza e deve ser um agente do progresso.
Mas para impulsionar o progresso é necessário estar sempre evoluindo.
Assim, para não trair a missão de sua existência, proponha-se a ser cada vez melhor.
Admita sua imperfeição, mas não se acomode com ela.
Por vezes você erra, mas isso é normal.
Cuide para aprender com seus erros, a fim de não repeti-los inúmeras vezes.
E também assuma as consequências, boas ou más, de seus atos.
Repare todos os estragos que eventualmente causar.Pague suas dívidas, peça desculpas, recomponha-se perante seus semelhantes.
Sem dúvida é necessário algum esforço para reconhecer um equívoco e retificar o próprio caminho.
Mas você viverá para sempre.
Certamente deseja, algum dia, ser uma pessoa sábia e pacificada.
Como ninguém fará o seu trabalho, esforce-se desde já para ser assim.
Ao se recusar a admitir um equívoco, você retarda a realização de seu luminoso destino.
Compenetre-se em seu papel de aprendiz e demonstre boa vontade para com a vida.
Não se apegue a coisas pequenas, como a vaidade e o orgulho.
Tais fissuras morais somente o infelicitam.
Aprenda a fazer o bem sem qualquer interesse pessoal ou sentimento oculto.
Ame e respeite a vida, seja nobre e solidário.
No inicio pode ser necessária alguma disciplina.
Mas com o tempo você incorporará esse modo de viver e será uma pessoa maravilhosa.
Eis uma meta pela qual vale a pena lutar.

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, ed.

Fonte: reflexao.com.br

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REFLEXÃO: A PAZ INTERIOR É A FORÇA QUE VOCÊ PRECISA PARA MANTER-SE EM EQUILÍBRIO

A paz é uma conquista daqueles que se amam. Por isso, ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz. Portanto, se o estão fazendo é porque você está permitindo. A paz é um exercício diário, que você pode conquistar, através do exercício diário da gratidão. Medite, pratique o Mindfulness. Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver. Portanto esteja 100% presente no agora!

A Paz Interior

 

Aconteça o que acontecer na sua vida, não perca a sua paz interior, ela é a força que você precisa para manter-se em equilíbrio mesmo durante as piores tempestades.

Nessa época de pessoas atormentadas por pesadelos, por frustrações e sonhos desfeitos, manter a paz é fundamental para não cair nas armadilhas da depressão.

A carga de informação que você recebe durante o seu dia, a pressão do trabalho, dos estudos e dos relacionamentos, acaba deixando seus nervos em pedacinhos.

Se você não estiver com o pensamento voltado para o seu bem estar, você não consegue manter o equilíbrio e ai, o seu fígado começa a sofrer as primeiras conseqüências, daí para as doenças do estômago como a gastrite, a úlcera e outros nomes não muito recomendáveis, é um passo.

É preciso que você coloque filtros em sua vida, e ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.

Manter-se em paz é um exercício diário, porque muitos obstáculos estarão presentes no seu dia a dia, a começar pelo seu lar, onde sob o mesmo teto reúnem-se pessoas que não compartilham as mesmas idéias que você.

No trabalho outros problemas nos aguardam. Manter o emprego esta cada vez mais difícil, devido a enorme competição imposta pelas empresas entre os funcionários, tornando o clima às vezes “infernal e insuportável”.

Para complicar tem o seu relacionamento que anda às vezes tão complicado por coisas tão bobas, que você fica pensando, será que vale a pena?

E quando você está a sós, fica imaginando que não nasceu para amar e ser amado, que os anjos te esqueceram e outras besteiras que a solidão causa.

Tudo isso e mais aqueles amigos que acreditam que você é poderoso e usam seu ombro como se fosse um grande muro das lamentações e deixam você mais carregado de energias nada boas.

Cuide-se enquanto é tempo. Para que sua paz continue, use estas regrinhas básicas:

– Use o bom senso ao ler as notícias.

– Pare de ir no embalo dos alarmistas de plantão.

– Ao entrar no local de trabalho, faça uma prece em silêncio e cumprimente a todos com alegria.

– Respeite-se, se não estiver com vontade de falar com ninguém, retire-se e pare de fingir que está tudo bem.

– Peça ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se você não estiver bem, esqueça, você vai prejudicar a você e a quem pediu ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam.

– Ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz e se o estão fazendo é porque você está permitindo.

– Reveja seus atos. Para manter a sua paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário.

– Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você para ser feliz. Você é responsável pelo seu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o seu exemplo.

– Acredite em você.

– Valorize-se. Você merece muito mais do que tem hoje, e vai conquistar se mantiver seu pensamento voltado para suas conquistas, sonhos e desejos.

Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.

Fonte: mundodasmensagens.com

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