REFLEXÃO: UM CONTO TAILANDÊS PARA AMENIZAR SUAS DIFICULDADES E LHE DAR ESPERANÇA

NESTA  SEXTA-FEIRA, NA NOSSA COLUNA REFLEXÃO VOCÊ VAI CONHECER A HISTÓRIA DE BUDA E O MENDIGO – UMA HISTÓRIA TAILANDESA QUE NOS AJUDOU A VER OS NOSSOS PROBLEMAS POR OUTRO ÂNGULO. EU ESPERO QUE ESSA HISTÓRIA CHEGUE ATÉ VOCÊ E QUE ELA POSSA COLOCAR UM SORRISO NO SEU ROSTO E NO ROSTO DAS PESSOAS QUE VOCÊ AMA. AMOR E LUZ, NAMASTÊ.🙏🏼✨.

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CRÔNICAS: POR UM FIO, POR ANA MADALENA

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POR UM FIO

Depois de 276 dias sem nos vermos, finalmente chegou o dia do nosso reencontro. A pandemia nos pegou de jeito; tínhamos combinado nos encontrar a cada dois meses mas diante dos acontecimentos… Acertamos nossas férias; ele viria para o meu verão, em vez de eu ir para o seu inverno.
Passamos dez dias numa pousadinha charmosa. Era tudo que precisávamos! No começo parecíamos crianças que ganharam  presentes. Eufóricos, fomos nos reconhecendo. Cada movimento era uma foto;  as manias, algumas até esquecidas, eram motivo de risos. As novas, eram o que eram: novidades. A única dificuldade foi ajustar o relógio biológico, mas ele logo se adaptou ao meu nascer do sol.
As manhãs foram reservadas para passeios a pé, banhos de mar e água de coco com peixe frito; os fins de tarde para planos futuros. O resto do dia para nós. Às vezes longos silêncios permeavam nossas conversas, principalmente quando começamos a contar os dias que faltavam para nossa despedida. Na nossa matemática, vivíamos alegrias no varejo e saudades no atacado…
E o dia chegou. Ficamos esquisitos; nossa alegria perdeu o brilho. Nos ocupamos com a bagagem e as poucas compras para embalar. Sem ele perceber, coloquei entre suas roupas uma foto nossa. Sabia que assim que chegasse compraria um porta retrato para o aparador da sala, onde havia muitas outras. Ou talvez colocasse na mesinha de cabeceira, perto do abajur.
Pedi que enviasse mensagem por todo o caminho, principalmente quando chegasse em casa. Resolvi ocupar meu tempo; coloquei roupa na máquina, aguei plantinhas e os temperos da horta, tudo isso ao som de uma música da década de 80, que tocava quando nos conhecemos, em um pub. Eu não sabia se estava mais triste por ele, ou ele por mim… A máquina encerrou o ultimo ciclo de lavagem; no varal as toalhas bordadas com nossos nomes estão balançando ao sabor do vento. Assim como elas, eu também estou por um fio.
Liguei a TV para saber o que aconteceu pelo mundo enquanto estive fora dele; fui invadida por uma estranha sensação de esperança; a vacina finalmente já é uma realidade. Podemos voltar a sonhar !!!
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO ESTÁ O SEU PODER DE ARGUMENTAÇÃO?

Na nossa sessão de Seja uma Pessoa Melhor um bom exercício para seu desenvolvimento pessoal. Aprenda a aumentar o seu poder de persuasão e convencimento. São cinco passos para conseguir fazer alguém mudar de opinião.

Fonte: Canal youtube seja uma pessoa melhor

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REFLEXÃO: SE O AMOR, A RIQUEZA E O SUCESSO FOSSEM PESSOAS, QUEM VOCÊ CONVIDARIA PARA JANTAR NA SUA CASA?

O DESTAQUE DA NOSSA COLUNA REFLEXÃO DESTA SEXTA-FEIRA, PELA PRIMEIRA VEZ NÃO É UM TEXTO, MAS UM VÍDEO DA PALESTRANTE CAMILA ZEN SOBRE UMA PARÁBOLA MUITO INTERESSANTE QUE TRATA DAS NOSSAS ESCOLHAS E AS CONSEQUÊNCIAS DESSAS ESCOLHAS. ESTA PARÁBOLA NOS CONVIDA A FAZER UMA ESCOLHA ENTRE O AMOR, A RIQUEZA E O SUCESSO. SE FOSSEM PESSOAS, QUE VOCÊ ESCOLHERIA PARA ENTRAR NA SUA CASA? ENTÃO LHE CONVIDO ASSISTIR AO VÍDEO ATÉ O FIM E VER O SURPREENDENTE DESFECHO FINAL, QUE VAI LHE DEIXAR REFLEXIVO(A) POR MUITO TEMPO!

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ESTUDOS TEOLÓGICOS: “BEM AVENTURADOS OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA, PORQUE SERÃO SACIADOS

NA NOVA SÉRIE DA COLUNA ESTUDOS TEOLÓLOGICOS QUE ESTAMOS INICIANDO NESTA QUINTA-FEIRA SOBRE AS BEM AVENTURANÇAS, TEREMOS UM TEXTO  MAIS DETALHADO SOBRE O SERMÃO DA MONTANHA DE JESUS CRISTO. VAMOS ANALISAR UMA A UMA AS BEM AVENTURANÇAS, QUE NO PENSAMENTO DE MAHATMA GANDHI SE CONSTITUI NA MAIOR DE TODAS AS OBRAS SACRAS DE TODOS OS TEMPOS. ENTÃO VAMOS COMEÇAR PELA BEM AVENTURANÇA DOS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA. UMA BOA BOA LEITURA E REFLEXÃO PRA VOCÊ MEU CARO LEITOR.

Liturgia Diária

“Justiça” é outra palavra-chave da Bíblia, uma dessas chaves que o leitor tem de possuir se pretende chegar ao verdadeiro significado do livro. Como “terra”, “manso” e “consolo”, ela é usada num sentido especial e definido. Justiça não significa apenas conduta certa, mas pensamento certo. No Sermão da Montanha, todos os tópicos reiteram a verdade de que as coisas exteriores são apenas consequências. Como é dentro, assim é fora.

Quando as pessoas despertam para o conhecimento dessas verdades, naturalmente começam a aplicá-las em suas próprias vidas. Finalmente percebendo a importância vital da “justiça”, elas logo começam a tentar colocar a casa em ordem. O princípio envolvido é simples; infelizmente, porém, sua exemplificação não é fácil. Ora, por que deveria ser assim? A resposta está na força do hábito; e ps hábitos de pensamento são, de longe, os mais sutis e mais difíceis de serem quebrados.

Talvez o fracasso em se conseguir justiça seja o fracasso da hesitação; você deseja, mas não muito. Sua fome e sede não nascem do sentido de necessidade total. Faça um balanço mental, ou uma revisão, em sua vida. É impossível que uma busca entusiasmada da verdade e da justiça. se houver perseverança, não seja coroada de sucesso. De Deus não se zomba, e ele não zomba de Seus filhos.

Texto de Emmet Fox

Fonte: Dia a dia, um pensamento inspirador para cada dia do ano, Rio de Janeiro, Nova Era, 2008.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DO QUE PRECISAMOS PARA NÃO DESISTIR? COM ANNA PATRÍCIA BOGADO

Na sessão DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quarta-feira mais uma mini-palestra imperdível de ANNA PATRÍCIA BOGADO sobre algo que em momento nenhum ela citou: RESILIÊNCIA. Do que precisamos para não desistir? Essa é a pergunta que ela responde nessa mini-palestra contando uma história incrível. Assista a palestra e tire sus conclusões!

FonteAnna Patrícia Chagas

Publicado

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AUTOCONHECIMENTO: CONSCIÊNCIA PLENA SEGUNDO A MONJA COEN

Na sessão de AUTOCONHECIMENTO deste sábado, uma palestra imperdível com uma das mais importantes figuras de divulgação da meditação e consciência plena atualmente em atividade no Brasil, a Monja Coen. Assista toda, vale a pena.

Fonte:

TEDx Talks

Publicado em 25 de mai de 2016

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REFLEXÃO: APRENDA A PRESERVAR AS ENERGIAS BOAS E A DESCARTAR AS NEGATIVAS

Nessa quarta-feira o foco da coluna REFLEXÃO são as energias. O equilíbrio energético é vital para a prosperidade. Este é um texto para refletir de verdade sobre as coisas que podem atrapalhar a sua vida e o seu progresso profissional, emociona, físico, financeiro, intelectual, espiritual e em última análise consciencial. Saiba como manter as energias positivas e descartar as negativas.

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DOZE MANEIRAS DE JOGAR A ENERGIA FORA…

Muitas pessoas sempre apontam colegas de trabalho, familiares, amigos e até parceiro íntimo, assim como determinados locais, como os responsáveis pela sua debilidade energética.
Não podemos negar que realmente existem pessoas complicadas e ambientes não muito agradáveis. MAS…
Hoje chamaremos a atenção de vocês para alguns aspectos importantes. Por mais que existam pessoas desequilibradas e difíceis, nós é que somos responsáveis pelas nossas energias e cabe a cada um de nós guardá-la, preservá-la e administrá-la da melhor forma possível.
Nada de “receitinhas”, orações, banhos, cristais e um arsenal de proteção, com efeitos limitados, quando não, nulos.
Aqui vamos pelo caminho do despertar da consciência que habita em cada um de nós.
Aquele que não assume a responsabilidade por suas venturas e desventuras sempre estará vulnerável aos movimentos das energias ao seu redor.
Sabe por que o outro rouba a sua energia?
Porque você deixa a porta aberta!!! Simples assim. Ninguém vai roubar aquilo que está bem trancado e vigiado.
E como desculpa pela incapacidade de gerenciar o que é seu, chega rápido a velha mania de culpar os outros.
Para ajudar a refletir, fiz uma listagem de doze atitudes (e olhe que a lista é muito maior!) que gastam uma tremenda energia vital. Uma vez desvitalizado e sem proteção, fica fácil para qualquer um chegar perto e perturbar seu equilíbrio.
Use esta listagem também para pensar porque a prosperidade passa longe de você. A energia que seria usada para atrair o bem, a felicidade, o amor, o dinheiro acaba sendo gasta de forma inadequada e/ou roubada. Confira a listagem e veja o que precisa ser modificado em sua vida!
1) A falta de cuidado com o corpo e hábitos inadequados:
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer sempre são colocados em segundo plano. A correria da vida diária, a preguiça e a competitividade das grandes cidades faz com que acabemos negligenciando aspectos básicos para a manutenção de nossa saúde energética. Quando a saúde física está comprometida, a aura se ressente, ficando menor e menos brilhante, comprometendo nosso sistema de defesa energético. Os exercícios físicos são sempre úteis por nos ajudar a movimentar e eliminar as energias estáticas. As pessoas que são dependentes químicos apresentam verdadeiros rombos na aura e isso as predispõe a toda sorte de assédios espirituais e vampirismo energético.
2) Pensamentos obsessivos:
Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso: ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho corporal. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos, e esse é, aliás, um mal do homem, torna-se escravo da mente e acaba gastando muita energia. Pensamos tanto que não sobra vitalidade para tomar uma atitude concreta e, o pior, alimentamos ainda mais o conflito. Devemos não só estar atentos ao volume de pensamentos, mas também à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados nos recarregam, ao passo que a negatividade e pessimismo consomem energia e atraem mais negatividade para nossas vidas. Observe: pensando você conseguiu resolver o problema? Quase sempre a resposta é ‘não’. Então, mude de atitude. Relaxe, use uma música suave e entregue o problema para o universo resolver. Mesmo que isso aconteça apenas por alguns poucos minutos. Durante esse tempo sua mente estará descansando. Quando a mente silencia, permite que sua intuição, Deus, Eu Superior ou o que você acreditar, converse com você e lhe traga inspiração e criatividade. Se revertendo em mais energia.
3) Sentimentos tóxicos:
Se você sofre um choque emocional ou sente uma raiva intensa, pode estar certo, até o final do dia estará simplesmente esgotado energeticamente. Juntamente com a raiva você queimou altas doses de sua energia pessoal. Imagine agora um ser que nutre ressentimentos e mágoas, às vezes durante anos seguidos. De onde você acha que vem o combustível para alimentar esses sentimentos tão densos? Não é à toa que muitas dessas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas, afinal, a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade está sendo gasta na manutenção de sentimentos negativos.
Medo gasta energia, culpa também, já a ansiedade excessiva descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos e elevados, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima e principalmente a alegria e bom humor recarregam nossa energia e nos dão força para empreender projetos e superar obstáculos.
4) Fugir do presente:
Onde eu coloco a minha atenção aí coloco a minha energia. É tendência frequente do ser humano achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”. Tanto os saudosistas, que se apegam aos prazeres do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas e desatinos de tempos atrás, estão colocando suas energias no passado. Por outro lado temos os sonhadores ou aqueles que vivem numa eterna expectativa do futuro, depositando nele sua felicidade e realização. Viver no tempo passado ou futuro faz com que sobre pouca ou nenhuma energia no tempo presente. E é somente no presente que você constrói sua vida. O passado e o futuro dependem unicamente do seu momento presente. Aquele que vive sempre no tempo errado não tem em mãos uma dose de energia suficiente para se proteger das energias e locais densos.
5) Falta de perdão
Perdoar significa soltar. Soltar ressentimentos, mágoas, culpas. Soltar o que aconteceu e olhar somente para a frente e viver o presente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos e gastamos menos energia alimentando feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres e abertos para a felicidade. Aquele que não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ‘energeticamente obeso’, carregando fardos do passado e isso requer muita energia.
6) Mentira pessoal:
Todos nós mentimos ao longo de nossas vidas e sabemos quanta energia é gasta posteriormente para sustentar a mentira e, quase sempre, acabamos sendo pegos. Imagine agora quando ‘você é a mentira’. Quanta energia gastamos para sustentar caras, poses, desempenhos que não são autênticos!!! Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos. A mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, a mártir, o intelectual, a lista é enorme. Quando somos nós mesmos a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. O mesmo não é válido quando queremos desempenhar um papel que não é o nosso.
7) Viver a vida do outro:
Ninguém vive só, através dos relacionamentos interpessoais evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio que traz senso de limite e respeito por si e pelo espaço do outro nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, será a frustração. Quando interferimos na vida alheia, nos misturamos com o carma negativo do outro e trazemos isso para nossa vida.
8) Bagunça e projetos inacabados:
A bagunça afeta de forma muito negativa as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque bem legal para os períodos confusos é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa, os documentos e tudo o que mereça uma boa faxina. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem a mente e o coração. Pode não resolver o problema, mas nos ajuda bastante e traz um grande alívio.
Outra forma bem eficiente de perder energia é não terminar tarefas. Todas às vezes, por exemplo, que você vê aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe diz inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” E isso gasta uma energia tremenda! Ou você termina definitivamente a blusa ou livre-se dela e assuma que não vai terminá-la. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão tempo e energia.E lembre-se, bagunça e sujeira são ótimas moradas para energias densas e desarmoniosas.
9) Afastamento da Natureza:
A Natureza é nossa maior fonte de alimento energético e, além de nutrir, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energias. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Procure, sempre que possível, estar junto à Natureza. Você também pode trazê-la para dentro de sua casa ou local de trabalho. Além de um ótimo recurso decorativo, as plantas humanizam os ambientes, nos acalmam e absorvem as energias negativas e poluentes.
10) Preguiça, negligência:
Falta de objetivos, desejos, desafios na vida. Esse item não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….
11) Fanatismo:
Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!
12) Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’. O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor.

Vera Caballero

Fonte: Doce Limão

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AUTOCONHECIMENTO: SUBCONSCIENTE, A ZONA DA MENTE QUE REALIZA OS NOSSOS DESEJOS

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira temos o 10ª vídeo da série AUTOCONHECIMENTO, onde o destaque é o SUBCONSCIENTE, talvez a parte mais importante da consciência humana, já que é esta zona da nossa mente que materializa todos os nossos sonhos e desejos. Assista ao vídeo e ou que é, onde está e qual o poder do Subconsciente!

Fonte:

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REFLEXÃO: SE O AMOR, A RIQUEZA E O SUCESSO FOSSEM PESSOAS, QUEM VOCÊ CONVIDARIA PARA JANTAR NA SUA CASA?

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: REIVINDIQUE SUA CONCESSÃO OU ORDENE E LHE SERÁ REALIZADO

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REIVINDIQUE SUA CONCESSÃO

Nos dias da corrida do ouro nos Estados Unidos, os mineradores iam para as montanhas em busca do metal amarelo. Com frequência, a tarefa era longa e árdua, com poucos resultados que compensassem dias inteiros de luta e privações. Mas quando encontrava ouro, o minerador reivindicava sua concessão, para que os outros soubessem que aquela descoberta pertencia a ele. De fato, algumas das concessões eram apenas pequenos veios de pouco valor, ao passo que outras tornaram seus proprietários imensamente ricos.

Em metafísica, com frequência falamos em reivindicar nosso bem, e este é um dos meios mais seguros de trazer o bem que desejamos para nossa vida. Se queremos saúde, então temos de reivindicar todos os dias que a Vida divina traga o bem-estar a todas as partes do nosso corpo. Se queremos prosperidade, então reivindicamos todos os dias que Deus seja o doador de todo bem, pronto para suprir todas as nossas necessidades.

O que quer que desejemos trazer para nossa vida, nós reivindicamos nossa concessão.

Naturalmente, com frequência reivindicamos coisas negativas para nós, sem o percebermos. Cada vez que dizemos “meu resfriado”, “minha dor de cabeça”, “minha indigestão”, estamos reivindicando essas coisas para nós e, eventualmente, trazendo-as para nossa vida.

Afirme seu parentesco divino. Tudo que o pai tem é nosso – se reivindicarmos nossa concessão com Deus.

(…) porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino. (Lucas 12:32)

Fonte: Emmet Fox, 2008

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CRÔNICAS: POR UM FIO, POR ANA MADALENA

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POR UM FIO

Depois de 276 dias sem nos vermos, finalmente chegou o dia do nosso reencontro. A pandemia nos pegou de jeito; tínhamos combinado nos encontrar a cada dois meses mas diante dos acontecimentos… Acertamos nossas férias; ele viria para o meu verão, em vez de eu ir para o seu inverno.
Passamos dez dias numa pousadinha charmosa. Era tudo que precisávamos! No começo parecíamos crianças que ganharam  presentes. Eufóricos, fomos nos reconhecendo. Cada movimento era uma foto;  as manias, algumas até esquecidas, eram motivo de risos. As novas, eram o que eram: novidades. A única dificuldade foi ajustar o relógio biológico, mas ele logo se adaptou ao meu nascer do sol.
As manhãs foram reservadas para passeios a pé, banhos de mar e água de coco com peixe frito; os fins de tarde para planos futuros. O resto do dia para nós. Às vezes longos silêncios permeavam nossas conversas, principalmente quando começamos a contar os dias que faltavam para nossa despedida. Na nossa matemática, vivíamos alegrias no varejo e saudades no atacado…
E o dia chegou. Ficamos esquisitos; nossa alegria perdeu o brilho. Nos ocupamos com a bagagem e as poucas compras para embalar. Sem ele perceber, coloquei entre suas roupas uma foto nossa. Sabia que assim que chegasse compraria um porta retrato para o aparador da sala, onde havia muitas outras. Ou talvez colocasse na mesinha de cabeceira, perto do abajur.
Pedi que enviasse mensagem por todo o caminho, principalmente quando chegasse em casa. Resolvi ocupar meu tempo; coloquei roupa na máquina, aguei plantinhas e os temperos da horta, tudo isso ao som de uma música da década de 80, que tocava quando nos conhecemos, em um pub. Eu não sabia se estava mais triste por ele, ou ele por mim… A máquina encerrou o ultimo ciclo de lavagem; no varal as toalhas bordadas com nossos nomes estão balançando ao sabor do vento. Assim como elas, eu também estou por um fio.
Liguei a TV para saber o que aconteceu pelo mundo enquanto estive fora dele; fui invadida por uma estranha sensação de esperança; a vacina finalmente já é uma realidade. Podemos voltar a sonhar !!!
Ana Madalena
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A LEI DA ATRAÇÃO, O SEGREDO PARA A PROSPERIDADE

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: NÃO É PECADO EXPLORAR AS NOSSAS FLORESTAS

POR QUE PROIBIR O BRASIL DE EXPLORAR SUAS FLORESTAS? – E O EXEMPLO SUECO

EM VEZ DE FAZER SENSACIONALISMO BARATO, TENTEMOS UMA ABORDAGEM MAIS RACIONAL

Com todos os olhos do mundo voltados para o Brasil nas últimas semanas, a histeria alcançou ápices inéditos.

Erroneamente caracterizada como “o coração do planeta” ou “o pulmão do mundo“, a vasta região amazônica foi exaustivamente noticiada pela mídia como estando sob um impiedoso ataque de incêndios criminosos feitos por homens que querem acabar com a floresta para abrir espaço para a agricultura e a pecuária.

Os oponentes do desmatamento afirmam que as queimadas são um ataque direto ao planeta e um ataque a uma floresta pura e imaculada, que é um patrimônio natural do mundo — além de também serem, é claro, um ataque genocida à população indígena do Brasil.

Para agravar, as queimadas também estariam submetendo todos os indivíduos do planeta a um duplo risco: de um lado, um enorme capturador e armazenador natural de carbono estaria sendo destruído; de outro, vastas quantidades de CO2 estariam sendo jogadas na atmosfera pelas queimadas, exacerbando as mudanças climáticas.

Ignorando os absurdos mais óbvios (Cristiano Ronaldo compartilhou fotos de uma queimada ocorrida no sul do Brasil em 2013; Madonna e Leonardo DiCaprio insuflaram seus milhões de seguidores a “tomarem uma atitude” utilizando fotos de incêndios ocorridos décadas atrás), políticos ao redor do mundo (com Emmanuel Macron utilizando uma foto de 1989condenaram o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, afirmando que sua política de “abrir a Amazônia” estimulou os incendiários.

Várias das afirmações melodramáticas também são incorretas ou falsas: tudo indica que os focos de incêndio ocorreram em campos já desmatados, e não estavam fora de controle; a Amazônia não é responsável por 20% do oxigênio do planeta (e nem mesmo por 6%); ao contrário, ela consome todo o oxigênio que produz; e a fumaça dos fogos da Amazônia não virou chuva negra em São Paulo, a 3.000 quilômetros de distância. De acordo com a BBC, os meteorologistas afirmam que os resíduos vieram de queimadas totalmente distintas, que estavam ocorrendo muito mais próximas da cidade.

Muitos dos explosivos números que estão sendo jogados para o público (de 35 a 80% mais ocorrências de queimadas em relação ao ano passado, um aumento de 15397388 ou 278 por cento no desmatamento total) estão tecnicamente corretos, mas altamente enganosos — o inevitável resultado de se ter jornalistas sensacionalistas sendo imprudentes com estatísticas oficiais e escolhendo arbitrariamente períodos de tempo que são mais convenientes para sua narrativa.

A enorme amplitude dos números citados acima já basta para mostrar que há algo de estatisticamente esquisito em como eles foram conseguidos. Logo, se você for às fontes oficiais e fizer uma análise mais sóbria irá descobrir que o número de incêndios, embora um tanto maior que o do ano passado, está em linha com os de 2016 e 2017 e também com a média de longo prazo. Mais ainda: os atuais são bem menores que os ocorridos em meados da década de 2000. (No gráfico abaixo, o ano de 2019 vai até agosto).

figura1.png

Já as taxas de desmatamento apresentaram um ligeiro aumento nos últimos anos em determinados estados (Pará, Mato Grosso e Amazonas), mas o desmatamento na parte brasileira da floresta amazônica ficou essencialmente estável na última década – e caiu acentuadamente em um período de 30 anos.

fig.png

Em 2018, a área total da floresta amazônica que os brasileiros desmataram foi de 7.500 quilômetros quadrados (o que equivale 0,2% do total brasileiro da floresta amazônica). Isso dificilmente pode ser rotulado de “ecocídio“.

Um editorial do Wall Street Journal apresentou o sensato argumento de que os países ricos são mais eficazes que os mais pobres em proteger seu ambiente, ressaltando aquela obviedade que ambientalistas de esquerda se recusam a aceitar: “a riqueza aumenta as preocupação com as ‘mudanças climáticas, de modo que a solução é fazer com que todos sejam mais ricos“.

Logo, em vez de xingar chefes de governo, fazer sensacionalismo com notícias enganosas, ou prognosticar iminentes desastres ambientais, consideremos uma questão mais intrigante: quem sabe o Brasil não deveria queimar mais, em vez de menos, suas florestas?

O Brasil é um país comparativamente pobre (em termos per capita), e a região norte, onde está a floresta amazônica, é ainda mais pobre, com uma renda equivalente às de Albânia, Namíbia e Iraque — em contraste com os padrões de classe média emergente observados nos estados mais ao sul do país. No geral, a economia do Brasil depende de recursos naturais, sendo que mais da metade de suas exportaçõesé de matéria-prima.

Transformar uma floresta relativamente improdutiva em terras agrícolas e pecuárias relativamente mais produtivas iria melhorar substantivamente o padrão de vida de algumas das pessoas mais pobres do Brasil — com efeito, este é o principal motivo de elas estarem fazendo o que estão fazendo. Aliás, por que não podemos deixar as pessoas se aproveitarem de um grande ativo que está logo à sua porta, ativo esse que pode aditivar seu crescimento e sua transição para um padrão de vida melhor?

Proibir os pobres de melhorarem de vida utilizando ativos naturais em seu quintal é puro elitismo.

As lições da Suécia

Atualmente, poucas pessoas pensam na Suécia como um país em desenvolvimento exportador de matérias-primas. Suas infindáveis florestas de coníferas, em conjunto com as vizinhas norueguesas e finlandesas, se estendem até a imensidão do Ártico. Mesmo hoje, a Suécia é um país muito mais florestado que o Brasil, e pode oferecer algumas dicas sobre como exitosamente preservar e desenvolver suas florestas.

Na década de 1870, metade das exportações do país era madeira — uma fatia muito mais significativa que a do Brasil, que hoje possui uma mais diversificada indústria de matérias-primas —, e essas exportações de madeira representavam uma fatia do PIB bem maior do que a silvicultura e a agriculturarepresentam para o PIB do Brasil de hoje.

E o principal: desde o explosivo crescimento das indústrias de madeireira e serraria no final do século XIX, o volume de florestas suecas aumentou em pelo menos 80%. Hoje, somente 0,3% das florestas suecas permanecem intocadas e originais. E, ainda assim, ninguém em sã consciência diria que as atividades de exploração e corte de madeira — totalmente voltadas para o lucro e que exploraram 99,7% das florestas do país — foram um desastre ambiental para a península escandinava.

Eis o segredo: a imensa maioria das florestas da Suécia se tornou propriedade privada. Elas têm donos e são administradas por entes privados. Consequentemente, são sustentavelmente cultivadas. (Óbvio: se o dono destruir a floresta de maneira inconsequente, ele não terá como ter novos lucros futuros. Logo, sua preservação é crucial).

Somente 3% das florestas são propriedade do governo (outros 14% são geridos por uma empresa que tem o estado como seu principal acionista, sendo que ela é gerida como qualquer outro empreendimento em busca de lucro), e a maior parte delas está nas mãos do governo por terem sido classificadas como patrimônio nacional, estando localizadas em regiões montanhosas remotas e inacessíveis.

Com efeito, as florestas da Suécia cresceram tanto em tamanho quanto em volume à medida que o país enriqueceu e sua economia foi se expandindo para outras indústrias. Desde 1975, quando seu PIB per capita se assemelhava ao do Brasil de hoje, as taxas de reflorestamento líquido vêm se mantendo em torno de 3 a 4% ao ano. Surpresa nenhuma: quando você é dono de sua própria terra, você possui todos os incentivos para cuidar muito bem dela. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, você irá ceifar apenas um número limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou, como também terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo ano.

Em contraste, aproximadamente 40% da floresta amazônica é protegida, estando entregue ou a tribos indígenas (terras demarcadas) ou sob o controle direto do estado. Aproximadamente 35% da região são fazendas particulares: uma parte é legalmente registrada e outra parte foi apossada por migrantes e ainda está no aguardo da regularização fundiária (um processo extremamente complexo e demorado). O restante, aproximadamente 25% da floresta amazônica, é totalmente devoluta e sem proprietário.

Qualquer um familiarizado com a obra de Hernando de Soto e seu livro O Mistério do Capital entende perfeitamente por que isso é um problema.

Pesquisadores especializados em Amazônia já entenderam esse básico há muito tempo. O professor Brian Robinson, da McGill University, e colegas da Universidade de Winconsin concluíram em uma meta-análise sobre florestas e desmatamento, feita há alguns anos, que “terras públicas parecem ser particularmente vulneráveis a ataques ambientais na América do Sul”. Dois pesquisadores brasileiros do departamento de economia da Universidade de Campinas concluíram o mesmo: “O desmatamento ocorre principalmente porque os direitos de propriedade não são claramente estabelecidos, e ocorre em terras direta ou indiretamente gerenciadas pelo estado”.

Conclusão

Fatos e realidade nunca foram o forte do movimento verde, o qual consistentemente opera com base em emoções, táticas que apelam ao medo, e hipóteses catastrofistas. Sim, há queimadas devastando partes da Amazônia. Sim, em algumas regiões desta imensa floresta tropical, as taxas de desmatamento aumentaram levemente após alguns anos de taxas impressionantemente baixas. No entanto, a histérica reação ambientalista que estamos testemunhando é, como sempre, incrivelmente exagerada.

Ao contrário do que dizem os ambientalistas, está longe de ser “algo óbvio” que explorar a floresta amazônica é uma má idéia. Por que seria? Com efeito, no atual estágio de desenvolvimento do país, seria bastante insensato proibir brasileiros de converter áreas da floresta em terra agrícola ou em terras de exploração de madeira. Noventa por cento do desmatamento mundial aconteceu antes de 1950, e, ao que tudo indica, a meta de desmatamento líquido zero, estipulada pelo World Wildlife Fund, será alcançada ano que vem.

Florestas podem ser replantadas, e, com efeito, elas sempre são — tão logo o país enriquece e sua agricultura se torna moderna e produtiva, necessitando de cada vez menos áreas para plantio. Se a famosa curva de Simon Kuznets possui alguma aplicação prática, então o desmatamento é um sério candidato para ela.

A história florestal sueca oferece algumas soluções que podem ser copiadas pelo Brasil. Iniciativa privada, com direitos de propriedade garantidos, gera indústria próspera com sustentabilidade de longo prazo. Sim, a resolução da questão amazônica é relativamente simples: defender a propriedade privada como meio de resolução dos problemas.

As florestas da Suécia mandam floreadas lembranças.

Fonte: Mises Brasil

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO DE DEEPAK CHOPRA

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AUTOCONHECIMENTO: REFLEXÃO SOBRE DESAFIOS E ENTREGAS

GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO…

SOBRE DESAFIOS E ENTREGAS

MÊS DO ADMINISTRADOR: DESAFIOS DE GRANDEZA HISTÓRICA

Tenho percorrido um longo e curioso caminho de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Muitas coisas mudaram em minha vida, para melhor, nesse último ano. Tenho muita gratidão por todas as pessoas, as práticas, os livros e os treinamentos que estiveram e estão comigo nessa trajetória.
Sei que ainda tenho um longo caminho a percorrer, cheio de desafios. Sim, desafios. Uma das coisas que aprendi e procuro aplicar em meu dia-a-dia é substituir palavras de baixa vibração por palavras de alta vibração. Assim, trocar a sensação de algo difícil por algo desafiador traz um sentimento de empoderamento. Sugiro um teste: fale em voz alta as duas palavras e perceba como elas soam, vibram e reverberam atitudes corporais e emocionais distintas.

ACEITO. CONFIO. ENTREGO.

Um grande desafio tem sido viver a plenitude dessa máxima. Afinal, porque me agarrar desesperadamente a uma única alternativa que eu julgo melhor para mim naquele momento, quando o Universo tem um campo infinito de possibilidades? Apenas reconhecermos a existência dessas infinitas possibilidades é um grande passo.
Um segundo passo é termos a confiança de que tudo é orquestrado lindamente por uma inteligência superior. Tira um peso danado das costas. Claro que tudo envolve a autorresponsabilidade. Entendermos que há um tempo certo para as coisas acontecerem é mais um passo mega importante. Reconhecer esse tempo é reconhecer que tudo acontece para o bem maior e que o fluxo da vida possui o tempo perfeito.
Entregar é um passo difí…. (ops!) desafiador. Deixar ir, desapegar. Imagine que temos uma questão bem antiga fechada em nossa mão, mas que não conseguimos resolver. Temos apego, queremos resolver do nosso jeito e no nosso tempo, mas nunca dá certo. Agora imagine que um dia resolvemos abrir a mão e deixar essa questão ser levada pelo vento… Nós a entregamos para que uma inteligência maior se encarregue de resolve-la da melhor forma possível para nós, para todos e para o planeta.
Ufa. Que alívio! Mas ao mesmo tempo, esse ato de abrir a mão e deixar ir, ver a nossa questão partindo dá uma dorzinha no coração. Eu acredito que quanto mais praticamos, mais leve fica abrir a mão e entregar. Vamos praticar então? Pense em uma questão hoje em sua vida que você tem apego. Feche os olhos e visualize essa questão na palma da sua mão fechada. Quanto mais fechada, maior o apego. Agora,  respire fundo, abra a mão e a deixe ir… Visualize que essa questão sendo resolvida da melhor forma possível e no tempo certo. Como você se sente?
Por Dabri Queiroz  – Numeróloga, Thetahealer e Escritora

Fonte: Expansão da consciência.site

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DE PONTA-CABEÇA: INCONDICIONAL

INCONDICIONAL

Na semana passada, refletimos sobre valores. Qual o valor que você dá para as coisas? Na semana retrasada, refletimos sobre ser solidário. E o quanto isso pode ter um cunho egoísta. Do quanto a gente pode se doar, esperando algo em troca. Mas as minhas experiências têm me levado para um outro lado. Para a vertente do amor incondicional.

AMOR

Tenho visto pessoas que se entregam de corpo e alma. Que fecham os olhos para as consequências. Ou mesmo para as causas. Pessoas preocupadas com o bem-estar das outras, como os pais de crianças que nascem com algum tipo de deficiência. Que estão ali para o que der e vier. Sem se preocuparem com o olhar de julgamento dos outros. Tendo olhos somente para os seus próprios filhos, tão dependentes de seus pais.

Tenho vivenciado o amor de uma forma tão extrema, que jamais pensei que pudesse existir. É como se as pessoas estivessem despidas e tivessem um único desejo: que as outras pessoas, ao redor, tenham as mesmas melhores experiências pelas quais elas já passaram.

CHOQUE

Tem sido difícil receber agradecimentos. Eu não estava preparada. Quando me disponibilizei a ajudar, esperava apenas me doar. Mas tenho recebido muito mais do que doado. E, de repente parece errado. Porque parece que só os outros precisam. A gente é auto suficiente. A gente é forte. A gente não passa nem por 1% do sofrimento pelo qual as outras pessoas passam. E, por isso, a gente acha que só a gente tem a dar.

Tenho me surpreendido. Meus relacionamentos foram todos surpreendentes. Sempre me achando tão madura, aprendi quão questionável eu poderia ser. Um choque.

Um choque ver pessoas, que nem sabem o meu nome, tão preocupadas comigo. Mesmo no meu estado de perfeição em saúde física e mental. Um choque que elas me tratem como se eu fosse um de seus filhos acometidos pela falha genética ou pela tragédia.

E isso me leva ao questionamento “Por que percebo isso dessa forma? Isso não deveria ser o normal?”. E se isso fosse normal, será que seria tão mágico experienciar?

CONTRADIÇÃO

Como diria Lulu Santos:

“Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão”

Os contrastes vão sempre existir. É a única forma da gente perceber que:

  • A gente está onde a gente, na verdade, não quer estar
  • A gente está com alguém que a gente, na verdade, não quer estar
  • A gente está fazendo o que a gente, na verdade, não quer fazer

Os contrastes se resumem em duas possibilidades:

  • Quanto eu sou estranho
  • Quanto o outro é estranho

Com sorte, vamos levar ambas em consideração. Incondicionalmente.

Autoria: Deborah Braga

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: QUEM SÃO AS CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL?

CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL: A REVOLUÇÃO POR MEIO DA EMPATIA

Criança iluminada pelo sol com mãos para o alto

Você alguma vez já ouviu falar de crianças índigo e cristal? Se a sua resposta for “não”, saiba que esse assunto pode ser muito interessante e até mesmo um despertar. Em primeiro lugar, as crianças índigo foram as que chegaram primeiro, por volta dos anos 70.

Naquela época, muitos psicólogos e psicoterapeutas observaram a chegada de um número grande de crianças peculiares. Em seguida, por volta dos anos 80, começaram a reencarnar algumas crianças cristais. Mas certamente foi por volta do ano 2000 que elas começaram a chegar em grandes números.

QUEM SÃO ESSAS CRIANÇAS?

As crianças índigo e cristal vieram ao nosso planeta com um grande propósito. Os índigos foram denominados desta forma devido às suas auras cor azul-índigo. Eles são considerados rebeldes, inteligentes, hiperativos e artísticos. Muitas vezes são os filhos mais complicados aos olhos dos pais, aqueles que questionam sobre tudo.

Mas algo espiritualmente grandioso está por trás de todas essas características. Os índigos vieram com o propósito de ajudar o planeta a passar por uma grande fase de expiações e de provas. Eles chegaram para trazer a revolução espiritual e para levar o planeta à regeneração energética, que os cristais possuem como propósito.

Criança e homem de costas de mãos dadas

Por outro lado, as crianças cristais são aquelas que possuem auras brancas e brilhantes. Elas são extremamente poderosas, possuem capacidade telepática e, por isso, começam a falar mais tarde que as outras crianças. O mundo das crianças cristais é mais simples, cheio de amor e de sabedoria espiritual. Elas se sentem incomodadas com poluição, falta de empatia e com maldade.

Como já dito antes, elas são responsáveis por mudar a vibração energética do planeta. Por isso, sua missão é ajudar na regeneração energética, a fim de colocar o amor e a bondade em potência.

As crianças índigo e cristal são muitas vezes aquelas que possuem déficit de atenção e ansiedade, segundo os diagnósticos da medicina tradicional. Por causa disso, muitas delas são ou já foram medicadas para tratar essas doenças. Porém nada muda, pois essas características estão em seus DNAs cósmicos e não têm nada a ver com essas doenças.

A ALIANÇA ENTRE ÍNDIGOS E CRISTAIS

Para as crianças índigo e cristal, o mundo ideal é cheio de liberdade e de amor. Ambos possuem sentimentos e vontades muito parecidas. Essas vontades são o que modificam o mundo, e elas as possuem inconscientemente, por isso funcionam tão bem.

Crianças interagindo com flor na mão

Os questionamentos dos índigos são saudáveis e andam lado a lado com as respostas que os pequenos cristais já possuem dentro de si. A revolta que existe dentro dos índigos é finalizada com a atitude dos cristais, já que são almas que compreendem a indignação dos índigos.

Por isso é que a aliança entre crianças índigo e cristal é o que tende a mudar o mundo. Os índigos fazem a análise e os cristais propõem a solução em cima da análise. Com isso, o mundo só tende a se tornar cada vez melhor.

O MUNDO IDEAL DOS ÍNDIGOS E DOS CRISTAIS

Essas almas já vieram libertas, porque vieram muito mais evoluídas do que as outras. Portanto, para que as crianças índigo e cristal se sintam plenamente bem, é preciso que o mundo delas sejam repletos de liberdade também.

O ar puro e os raios de sol da manhã trazem felicidade, a criatividade dá força para a construção de um mundo melhor etc. Para elas, tudo é muito simples e fácil, basta perguntar a um cristal o que ele acha dos animais para entender como sua mente é cheia de amor e empatia.

Criança nas costas de adulto em campo

Basta perguntar para um índigo o que ele acha do mundo e então você verá quão inteligente e revolucionária é a sua visão. Por fim, as crianças índigo e cristal são o que chamamos de revolucionárias por meio da sabedoria e do amor. Elas são realmente a manifestação da paz e da bondade, mesmo que tenham que lutar contra todo o sistema.

Fonte: 

Eu Sem Fronteiras
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO LIDAR COM NOSSAS EMOÇÕES, POR ANNA PATRÍCIA CHAGAS

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AUTOCONHECIMENTO: REFLEXÕES SOBRE A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA

AUTOCONHECIMENTO: A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL NOS LEVA A ILUMINAÇÃO - Blog do SaberREFLEXÕES SOBRE A EXPANSÃO CONSCIENCIA

Dizem que uma das características da mente Racional é a separação das coisas em partes para que possam ser analisadas e compreendidas. A analise ocorre de forma sequencial, parte por parte, unindo aos poucos as partes e formando um todo coerente.  Ao mesmo tempo que essa caraterística facilita a analise das partes, dificulta que tenhamos uma visão Sistêmica do todo até que todas as partes tenham sido analisadas.
As ideias produzem impulsos elétricos no cérebro e se propagam entre os neurônios como tempestades cerebrais, que deixam pontos marcados na floresta virgem de nosso cérebro. O esforço da reflexão e investigação criam  pontes de ligação entre os neurônios,  triangulando uma área e fazendo nascer a compreensão, em um processo conhecido como sinapses. Assim, vamos por partes para chegar a compreensão do todo. Degrau por degrau subimos na escada da compreensão.
É como se estivéssemos aos poucos ligando partes de nós mesmos que estavam separadas. Este processo nos faz refletir que estas partes ligadas no permitem uma maior auto-compreensão e ao mesmo tempo nos mostra outras partes que precisam ser ligadas.
Então, entendemos que “Religare” na pratica, talvez seja estabelecer a unidade entre as diversas dualidades contrarias de nossa complexa natureza interna, nos tornando cada vez mais perenes e menos específicos, participando de ondas mais abrangentes na vida do universo e dos seres.
Talvez seja esta linearidade da razão, que nos leva a ver as coisas separadas no tempo e no espaço, a causadora de  nossas ilusões. Temos dificuldade de unir as pontas opostas e perceber que elas são uma ilusão de ótica, uma visão apenas parcial da Realidade. Vemos uma reta com dois opostos separados, mas  talvez esta reta seja na verdade uma curva, e que nos extremos deste circulo os opostos estão unidos.
Expandindo a mente alem da caixinha da razão, percebemos que múltiplas possibilidades podem ocorrer simultaneamente sem se anularem e que multas coisas não ocorrem necessariamente de forma sequencial e antagônicas como pensamos.
Seria mesmo possível, que sem nos darmos conta, ensinamos enquanto aprendemos, curamos enquanto ferimos, amamos enquanto odiamos, somos ativos enquanto passivos, fortes enquanto fracos, criativos enquanto conservadores e egoístas enquanto altruístas?
Olhando para a paisagem do Rio de Janeiro visto de cima, o Cristo de Braços abertos sobre a Guanabara, os barquinhos minúsculos sobre a enseada de Botafogo, a sombra da montanha sobre os edifícios.. Tudo isso traz uma paz e sentido de ordem e beleza que nos encantam.
Mas se descermos vemos a agitação na cidade, a gritaria das pessoas, o conflito, a briga na rua, os assaltos,  percebemos que estas pessoas estão vivendo uma outra realidade e nem se dão conta das maravilhas de quem vê a cidade do alto, ou pelos olhos do turista que observa tudo com isenção e só consegue ver a beleza, porque não é tragado pelas agitações da sobrevivência.
E nós, será que conseguimos mergulhar na agitação e voltar para o topo para desfrutar suas belezas? Será que aprendemos a conviver com as duas realidades?
E qual seria a chave para abrir a caixinha da mente e nos permitir ampliar nossos horizontes para compreender a dualidade dos contrários?
Os sábios costumam oferecer como resposta a uma pergunta uma outra pergunta.
Jesus recomendou aos seus discípulos que voltassem ser como as criancinhas para abrir as portas do Reino dos Céus.
Será que o Mestre estava aconselhando a ser um eterno perguntador, substituindo sempre que possível os pontos finais e exclamações, por pontos de interrogação? Será que a vida não é uma eterna sucessão de perguntas, onde uma resposta conduz sempre a uma outra pergunta, indefinidamente?
Por: João Sérgio P. Silva(Professional Coach, Numerólogo e Administrador de Empresas)

Fonte: Escola do Pensamento 

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REFLEXÃO: QUANTOS PROBLEMAS VOCÊ TEM?

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AUTOCONHECIMENTO: DESCUBRA QUE O AMOR É REAL E COMECE A AMAR

Na sessão de AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira descobrimos um texto extraordinário de um mentor chamado Lazaris sobre o AMOR, publicado no site do IPPB. Foi a coisa mais tocante que eu já li sobre a arte de amar. Perfeita interpretação e definição. Se alguém ler do começo ao fim nunca mais será a mesma pessoa. A não ser que não tenha entendido ou não queira entender ou ainda, não esteja num estado evolutivo que lhe permita compreender.
Boa leitura e reflexão!

A DESTREZA E A ARTE DE AMAR – por Lazaris

AUTOCONHECIMENTO: AMAR É UM ATO DE CORAGEM - Blog do SaberO amor é um estado de consciência.

Muitas vezes, atrás da máscara do seu ego negativo, você quer fazer difícil a arte de amar para poder justificar e racionalizar a carência em sua vida. Depois de tudo, nessa relação tediosa com o seu lado negativo, você está totalmente convencido por ele de que maneja sua vida e é dono de si mesmo.
O ego negativo nunca entrega amor. As coisas que ele entrega são somente promessas nunca cumpridas e rotas variadas para fugir de si mesmo.
Você pergunta: “Onde está o amor?”
E o seu ego lhe diz o quanto é difícil encontrá-lo e quanta lástima você colherá.
Quando você descobre o quanto o amor é realmente disponível, uma parte sua inconscientemente tratará de negá-lo completamente para proteger o seu ego negativo.
Uma parte sua gritará: “Evite a humilhação a todo custo!”
Na verdade, você se sente tão tonto por haver excluído o amor durante tanto tempo, que agora acha que não o merece realmente.
De qualquer modo, você perde (não seu ego).
Quando você descobrir que o amor é real, não corra! Não castigue a si mesmo. Não postergue mais, começa a amar!
Medite nas coisas do amor:
1. COMPARTILHAMENTO: Desenvolva realmente a sua capacidade de compartilhar. Amar é dar!
2. RESPONSABILIDADE: Seja responsável para consigo mesmo e para com os outros.
3. HONRA: Honre os seus sentimentos e os sentimentos daqueles a quem ama.
CONHECIMENTO: Há duas maneiras de conhecer alguém: pela compreensão ou pela dor. Sim, devido ao fato de que muitos temem o amor, infligem dor a si mesmos e aos outros. Porém, você pode desenvolver a destreza de amar buscando a compreensão de si mesmo e dos outros. Você está aqui para aprender a compreender, não para sofrer.
HUMILDADE: Tenha a humildade de ser íntimo. Humildade é a vontade de ver cada dia como algo completamente novo. É a vontade de permitir que as pessoas mudem, em lugar de afirmar que elas nunca conseguirão mudar.
Você cria sua realidade fundamentalmente a partir de sua eleição e crença. Se escolher ver as pessoas em seu pior estado e acredita nisso, então você sempre as observará assim.
Você até poderá ter razão, mas também se sentirá miserável.
Ser humilde é dizer: “Sei que ontem era assim, mas hoje tudo pode ter mudado.”
Seja humilde o suficiente para estar próximo, ser terno e vulnerável consigo mesmo e com aqueles que você se interessa.
COMPROMETIMENTO: Tenha a coragem de comprometer-se. O compromisso é realmente aterrorizante para muitas pessoas. O medo de ser rechaçado ou humilhado é o maior culpado disso.
Há também o medo da responsabilidade (ou melhor dizendo, o medo de não conseguir controlar algo), que contribui bastante com a negativa de comprometer-se. Para muitos, o compromisso é semelhante a uma prisão. Confundem responsabilidade com obrigação.
Por isso, quem quer amar precisa se revestir de coragem. Amar é um ato de coragem.
INTERESSE: Honestamente começa a interessar-se por si mesmo e pela maneira como a sua vida está direcionada. Nada de lástimas. O amor não tem nada a ver com lástimas.
Simplesmente abra o seu coração e a sua mente e começa a amar. Manifeste interesse real por si mesmo e pelos outros.
“AMAR É UM ATO DE CORAGEM! AMAR É DAR!”
– Lazaris –
Esse é um texto que traduzi e distribui para a turma que fez o curso “Toques Vibracionais” (fase 8) em novembro de 2001 aqui no IPPB. É um texto que extraí do livro “El Viaje Sagrada” do mentor extrafísico “Lazaris” (que passa textos pelo médium americano Jack Pursel). É uma tradução livre. Ou seja, não traduzi literalmente. Adaptei-a de forma mais moderna e despojada, porém sem alterar o sentido de suas idéias. Vale a pena ler um texto desses. É um banho no coração!v
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NA JORNADA DO DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL QUEM AMA SAI NA FRENTE

O texto a seguir trata do caminho a ser TRILHADO na jornada do DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL através de variadas experiências que se sucedem, a fim de que esse aperfeiçoamento ocorra. Tais experiências são o arcabouço do aprendizado necessário para se alcançar o amor incondicional e por isso quem ama sai na frente.

Cristiane falando de... : "Que tenhamos força e vontade pra sair da frente da TV e ir ali ver a vida de perto, pisar na areia, molhar os pés no mar, amar

Quem ama sai na frente

O desenvolvimento do Espírito em sua jornada para a plenitude dá-se em duas frentes.

Ele necessita burilar o intelecto e os sentimentos.

Variadas experiências se sucedem, a fim de que esse aperfeiçoamento ocorra.

O destino final de todos é o mesmo: a angelitude.

Ao contrário do que muitas vezes se imagina, os anjos não são seres apartados da Humanidade.

Não se trata de privilegiados, perfeitos desde a origem.

Eles são apenas nossos irmãos mais velhos.

Por obra de seu esforço, atingiram a meta, que consiste na plenitude da evolução intelectual e moral.

Infinitas foram as lutas que travaram em seu longo jornadear pelas fileiras da Humanidade.

A liberdade de que todos os Espíritos gozam permite que os caminhos sejam diferentes.

Alguns se apaixonam pelas maravilhas da arte.

Outros encontram na filosofia a razão de inúmeras vidas.

Há quem se encante pelos raciocínios lógicos das ciências exatas.

Todos os ramos do conhecimento se entrelaçam.

No zênite evolutivo, os talentos e o saber são plenos, qualquer que tenha sido o caminho trilhado.

Mas há uma peculiaridade concernente ao burilamento dos sentimentos.

Ele facilita bastante o processo evolutivo como um todo.

A liberdade constitui pressuposto do aprendizado.

Não é viável adquirir discernimento sem poder fazer opções.

Mas a contraparte obrigatória da liberdade é a responsabilidade.

O Espírito é livre para agir, experimentar e aventurar-se.

Contudo, responde por tudo o que faz.

Quando se permite atitudes equivocadas, registra desequilíbrios em sua consciência.

Tais desequilíbrios se manifestam na forma de bloqueios, fobias e enfermidades.

Às vezes são necessárias muitas encarnações para propiciar a limpeza psíquica do que se fez em apenas uma.

As posições de poder são as que mais ensejam profundas e longas crises de consciência.

Enquanto gasta tempo para se equilibrar, o Espírito retarda seu processo evolutivo.

A rigor, a evolução sempre ocorre, pois as experiências vão propiciando um irresistível amadurecimento.

Mesmo do erro sempre surgem proveitosas lições.

Entretanto, as lições oriundas de grandes equívocos tendem a ser sofridas e trabalhosas.

Justamente por isso o amadurecimento do senso moral constitui um poderoso impulsor da evolução.

Quem se compadece do semelhante não comete desatinos contra ele.

Por vezes erra, pois a perfeição é a meta final, ainda distante da Humanidade em geral.

Mas tais erros são oriundos da ignorância e não da maldade.

Jamais possuem conotação cruel e são de fácil reparação.

Assim, quem luta por se aperfeiçoar moralmente se abstém de inúmeras dores.

Ao desenvolver pureza, deixa de cometer desatinos na área da sexualidade.

Tomando gosto pela conduta honesta, não assume compromissos com o patrimônio alheio, público ou privado.

Ao adotar o trabalho e a prudência como roteiros de vida, jamais se torna um peso para os semelhantes.

Em suma, o desenvolvimento moral evita muitos erros.

Consequentemente, furta o Espírito da necessidade de sofridas atividades reparadoras.

Se você deseja trilhar em paz o caminho para o Pai, burile os seus sentimentos.

Afinal, quem ama sai na frente.

Pense nisso.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: TODO MUNDO ERRA, POR ISSO É TÃO IMPORTANTE PERDOAR

Na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira trago um texto espetacular sobre a experiência, os erros, a compreensão, o perdão, os acertos e a evolução espiritual. Vale a pena conferir, refletir e tirar lições em meio a tanta sabedoria!

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Todo mundo erra

Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: “todo mundo erra!”.

Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre.

Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição.

Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que “todo mundo erra”, porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias?

Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?

Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.

Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm.

Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não temos a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão.

E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?

Pense nisso!

A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade.

As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.

Por essa razão, vale a pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos.

Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras.

Pense nisso!

(Equipe de Redação do Momento Espírita)

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: DEIXE QUE AS AÇÕES FALEM MAIS ALTO QUE AS PALAVRAS

No caminho do DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos que observar detalhes no nosso comportamento que não se admite mais dissonância, como por exemplo as palavras e as ações. Quem deseja evoluir espiritualmente não pode, em hipótese nenhuma falar uma coisa e fazer outra. Você tem que ser autentico(a) em qualquer situação. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Mais que Palavras!: Palavra sem ações= 0

Palavras e ações

O filósofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das relações humanas. Diz o seguinte: Quem você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.

Quantas vezes já pensamos a respeito disso? Quantas vezes já avaliamos o quanto nossas ações pesam no nosso cotidiano?

Muitas vezes, gostaríamos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando raciocínio lógico e perspicaz.

Doutras vezes exigimos do político, do chefe, do parente ações mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.

Indignamo-nos perante as injustiças sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletrônicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opinião.

Tudo isso é muito justo e o correto exercício de cidadania cabe a cada um de nós de maneira impostergável.

Porém, já refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes com nossas ações? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?

Ninguém tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda não se esforça por oferecer.

Se você recebe um troco a mais no caixa da padaria, e não se incomoda em devolver o que não lhe pertence, é furto.

Se você não se incomoda em subornar o policial quando está sujeito a uma multa, está fomentando a corrupção.

E se você falsifica documentações e recibos, a fim de forjar sua declaração de renda, está incorrendo em crime contra o Estado.

Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necessário uma análise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas ações são coerentes com nosso discurso.

Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se você deseja políticos mais honestos, que a honestidade comece por você.

Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consciências a qualquer preço, se assim tivesse condições.

Desta forma, se você anseia por relações sociais justas e direitos iguais para todos, comece por não exigir privilégios que não têm cabimento.

Quem não cumpre suas obrigações sociais, a partir da sua própria declaração de renda, não titubearia em forjar licitações, negociações ou desviar dinheiro público.

* * *

Se você sonha com governantes e homens de negócios que passem ao largo de conchavos e formação de quadrilhas de paletó, comece por você.

Só teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e ações.

Até lá, correremos o risco de estarmos como o filósofo previu: nossas ações falarão tão alto, que ninguém conseguirá escutar o que estamos dizendo.

Redação do Momento Espírita.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: BEM AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO, REFLEXÃO

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é sobre um trecho do milenar e enigmático “Sermão da Montanha”, acerca de: bem aventurados os pobres de espírito, proferido por Jesus Cristo e que até hoje a grande maioria das pessoas não entendeu o seu profundo significado. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir, pois explica pormenorizadamente o real significado da enigmática frase.

Entenda cada uma das bem-aventuranças

Bem aventurados os pobres de espírito

Durante o sermão da montanha, o mestre Jesus afirmou: “bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.”

Ainda hoje muito se fala sobre tal ensinamento.

Eis que grande interesse desperta em todos os que tomaram conhecimento dos ensinos de Jesus.

No entanto, tal ensino, como tantos outros, resta ainda incompreendido pelos homens.

O que, afinal, o mestre pretendia proclamar?

Jesus proclama que Deus quer espíritos ricos de amor e pobres de orgulho.

Os espíritos ricos são aqueles que acumulam os tesouros que não se confundem com as riquezas da terra.

Seus bens não são jamais corroídos pelas traças, tampouco podem ser subtraídos pelos ladrões.

Os “pobres de espírito” são os que não têm orgulho.

São os humildes, que não se envaidecem pelo que sabem, e que nunca exibem o que têm.

A modéstia é o seu distintivo, porque os verdadeiros sábios são aqueles que têm idéia do quanto não sabem.

Por isso a humildade é considerada requisito indispensável para alcançar-se “o reino dos céus”.

Sem a humildade nenhuma virtude se mantém.

A humildade é o propulsor de todas as grandes ações em todas as esferas de atuação do homem.

Os humildes são simples no falar.

São sinceros e francos no agir.

Não fazem ostentação de saber, nem de santidade.

A humildade, tolerante em sua singeleza, compadece-se dos que pretendem afrontá-la com o seu orgulho.

Cala-se diante de palavras loucas.

Suporta a injustiça.

Vibra com a verdade.

A humildade respeita o homem não pelos seus haveres, mas por suas reais virtudes.

A pobreza de paixões e de vícios é a que deve amparar o viajor que busca sinceramente a perfeição.

Foi esta a pobreza que Jesus proclamou: a pobreza de sentimentos baixos, representada pelo desapego às glórias efêmeras, ao egoísmo e ao orgulho.

Há muitos pobres de bens terrenos que se julgam dignos “do reino dos céus”, mas que, no entanto, têm a alma endurecida e orgulhosa.

Repudiam a Jesus e se fecham nos redutos de uma fé que obscurece seus entendimentos e os afasta da verdade.

Não é a ignorância nem tampouco a miséria que garantem aos seres a felicidade prometida por Jesus.

O que nos encaminha para tal destino são os atos nobres, embasados na caridade e no amor incondicional.

Precisamos, também, adquirir conhecimentos que nos permitam alargar o plano da vida, em busca de horizontes mais vastos.

Pobres de espírito são os simples e nobres.

Não os orgulhosos e velhacos.

Pobres de espírito são os bons que sabem amar a Deus e ao próximo, tanto quanto amam a si próprios.

São aqueles que observam e vivem as leis de Deus.

Estudam com humildade.

Reconhecem o quanto ainda não sabem.

Imploram a Deus o amparo indispensável às suas almas.

Era a respeito desses homens que o Mestre Nazareno, em Suas bem-aventuranças, estava se referindo.

Muitos são os que confundem humildade com servilismo.

Ser humilde não significa aceitar desmandos e compactuar com equívocos.

Ser humilde é reconhecer as próprias limitações, buscando vencê-las, sem alarde, nem fantasias.

É buscar, incansavelmente, a verdade e o progresso pessoal, nas trilhas dos exemplos nobres e dignos.

Pense nisso.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo denominado “Pobres de Espírito e Espíritos Pobres”, do livro Parábolas e Ensinos de Jesus, de Cairbar Schutel.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ALCANÇANDO A MASSA CRÍTICA, POR VITAL FROSI

Uma mensagem muito importante e alentadora de Vital Frosi é o destaque deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. Ele anuncia que fim dos dias de dor e sofrimento está próximo, quando entraremos num novo ciclo em direção a luz. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais sua consciência.

Massa crítica alcançada

Silhueta de homem de costas com os braços abertos durante por do sol

avi_aci / pixabay / Canva

Amados! Nenhum esforço é em vão! Cada alma, ao se juntar num propósito mais elevado, multiplica por mil as possibilidades. Então você que se uniu ao grupo na Grande Meditação de 21-12-1, não foi mais um, mas multiplicou por mil a energia das intenções colocadas ali.

Como número de participantes, sim, você foi mais um, e juntos atingimos a massa crítica mínima de 144 mil participantes. Pouco mais de uma hora após o término da meditação, já podemos saber o resultado positivo obtido.

Isso possibilita que tudo seja mais breve e mais suave. Agora, tudo vai se acelerar ainda mais. As intenções colocadas nesta meditação se manifestarão em breve e a humanidade, como coletivo, será beneficiada, pois, graças à sua contribuição e à sua escolha, o domínio das sombras será abreviado. A humanidade finalmente terá um pouco de paz ainda antes do Evento. Estamos indo para os dias finais da Velha Terra. Na matemática do Criador, quem dá tem crédito. Você, que se doou hoje e em outras oportunidades, certamente receberá os bônus de acordo com o seu trabalho.

Quando dizemos que a Luz venceu é porque nos planos mais elevados, ela já se materializou. É como a trovada que já é certa após o relâmpago, mesmo que o seu troar ainda não tenha sido ouvido. A meditação de hoje foi o relâmpago. Tenha certeza de que a trovoada virá em breve. A LUZ VENCEU!

Gratidão pela companhia nesta existência atual, a mais importante e incrível de todas as que tivemos aqui neste lindo Planeta Azul.

Eu sou Vital Frosi e estamos juntos até depois de final!

Abraços de Luz!

Escrito por Vital Frosi
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AUTOCONHECIMENTO: ACREDITAR E CONFIAR É PRECISO NO NOVO ANO QUE SE INICIA

Para começar bem o ano novo de 2022 recomendo uma leitura de alta positividade com o título “Acreditar”. E complemento com uma outra palavrinha que precisa ser adicionada ao seu cotidiano: “confiar”. São palavras de alto potencial desbravador que aqueles buscadores incansáveis as repetem dia após dia. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir para tomar uma dose cavalar de ânimo e esperança, confiança e crença no ano que se inicia!

Acreditar

Uma pessoa de braços erguidos. Acima dela, nuvens, céu e um sol forte.

ryanking999 / 123RF

Passamos por tantos problemas e tantas superações durante o ano que muitas vezes, quando alguém fala em acreditar nos sonhos, isso logo nos remete a realidades paralelas e pensamentos não só distantes como impossíveis. E a gente vai vivendo sempre prezando a realidade, desprezando a existência da magia e do sobrenatural.

O fato é que nossa vida é feita do sobrenatural. São milagres e acontecimentos imperceptíveis aos nossos olhos que fazem ser possível a nossa existência. É por causa da magia do cotidiano e dos sonhos que se fazem os grandes projetos. Podemos dizer que é a magia que alimenta os nossos planos.

Por isso, principalmente quando tudo parecer impossível, sonhe. Não deixe de acreditar que é possível. É por acreditar que grandes revoluções e evoluções na nossa História aconteceram. Acorde já agradecendo por estar vivendo um milagre. Pare para olhar a magia presente nos detalhes. Observe os raios de sol que entram em sua janela, mesmo que por alguns segundos, ria das situações engraçadas e não hesite em abraçar.

Uma mulher com suas mãos na parte posterior da cabeça. Um forte raio de sol incide em seu rosto.

nicoletaionescu de Getty Images Pro / Canva / Eu Sem Fronteiras

Se existe em seus sonhos há possibilidades de acontecer na vida real. Acredite que ainda existe bondade, que existem amizades verdadeiras e amores reais. Acredite que ainda é possível, que tudo vai melhorar. Acredite que o Universo conspira para que as coisas deem certo, basta parar para reconhecer toda essa conspiração.

Meu pedido hoje é que você, leitor, mesmo passando por dificuldades, acredite na vida e na esperança. Acredite que tudo vai melhorar. Mas não deixe de acreditar na força que nos move, na energia que movimenta todo o nosso querer.

Tudo pode existir e acontecer. O primeiro passo é acreditar.

Escrito por Fernanda Colli

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAÇA A PARTE QUE LHE CABE E MUDE O MUNDO

Quando nos conscientizamos que viemos para essa experiência com a missão suprema de aprender a amar fica muito mais fácil sermos proativos e fazermos “a parte que nos cabe” e assim acelerarmos e por quê não dizer, pegarmos o atalho no caminho da evolução espiritual! Quando ajudamos ao próximo despretensiosamente, sem publicidade, nem cobranças estamos praticando o exercício do amor, da gratidão e consequentemente da liberdade. Aparte que nos cabe não é uma obrigação, mas simplesmente o ato mais inteligente que o ser humano pode executar!

Amor ao próximo: 6 atitudes para transformar a vida das pessoas

A Parte Que Nos Cabe

Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos.

Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso.

Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros.

Mas o que fazer?

Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto.

Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros.

Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles.

Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários.

Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes.

Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes.

Isso é promoção humana.

Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais.

Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria.

Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza.

Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca.

Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo.

São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação.

Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso.

Há tanto a ser feito.

Tantos são os que sofrem.

Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los.

Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos.

Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido.

……………

Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo.

Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer?

Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum?

Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela?

Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem.

Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

Fonte: Momento de Reflexão

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POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta sexta-feira, aqui na coluna POESIA, o talentoso Allan Dias Castro está revisitando o texto “A Mudança” para lembrarmos da pergunta que muda tudo: O que você ganha com isso? Assista ao vídeo, curta, aprecie, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A PALAVRA DE JESUS

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira faz uma REFLEXÃO sobre a palavra de Jesus, que apesar de milenar pouca gente a entendeu e a seguiu. Então por que será que,  a maioria das pessoas ao longo dessa caminhada evolutiva da humanidade não segue seus ensinamentos, já que Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara? 
De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

Jesus Cristo é a Palavra de Deus! - Blog Cristão do PCamaral

A palavra de Jesus

No Seu semblante havia o resplendor do sol. Algo havia em Sua pessoa que emprestava força às Suas palavras.

Ele falava como quem tinha autoridade. Autoridade sobre todos: Espíritos e homens.

Ninguém que a Ele se comparasse. Os oradores de Roma, de Atenas e de Alexandria eram famosos, mas o jovem Nazareno era diferente de todos eles. E maior.

Aqueles possuíam a arte que encantava os ouvidos. Quando Jesus falava, os que O ouviam deixavam vagar o próprio coração por lugares antes nunca visitados.

Ele sabia falar de forma adequada a cada um. Narrava parábolas e criava histórias como jamais haviam sido narradas ou criadas antes Dele.

O Seu verbo desencadeava-se ora doce, ora enérgico, tal como as estações primaveris e as invernosas sabem se apresentar.

Falava das coisas simples, que todos entendiam, para lecionar as Leis Divinas e arrebanhar os Espíritos ao reino de Deus.

Suas histórias começavam assim: Um semeador saiu a semear… E enquanto discursava, os que O fitavam podiam assistir, à semelhança de prodigiosa tela mental, o homem, em plena madrugada indo ao campo, e espalhando as sementes…

Ou então era assim que falava: Um pastor contou seu rebanho, ao cair da tarde, e descobriu que faltava uma ovelha.

E todos lembravam a figura dedicada do pastor solitário, que passa em torno de nove meses, nos campos, com seu rebanho.

Ao anoitecer, coloca todas as ovelhas no aprisco, um abrigo de pedras, e ele mesmo se transforma em porta viva, deitado atravessado na única saída, protegendo-as.

Em Sua fala havia um poder que faltava aos brilhantes oradores da velha Roma e da Grécia.

Quando eles pronunciavam seus discursos falavam da vida aos seus ouvintes. O Nazareno falava da destinação gloriosa do ser, da vida que não perece nunca.

Eles observavam a vida com olhos humanos apenas. Jesus via a vida à luz de Deus e assim a apresentava.

Ele era como uma montanha que se dirigia às planícies. Conhecia a intimidade de cada um e individualmente atingia as criaturas, falando-lhes do que tinham maior carência.

Ninguém que O igualasse. Isto porque Jesus é maior do que todos os homens. Sua sabedoria vinha diretamente do Pai, com quem comungava ininterruptamente. Por isso mesmo, por mais de uma vez, expressou-Se afirmando: Eu e o Pai somos um.

* * *

Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara, por que, apesar de mais de dois milênios transcorridos, prosseguimos sem Lhe seguir os ensinos?

De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

O tempo urge.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Assaf, chamado o orador de Tiro, do livro Jesus, o filho do homem, de Gibran Khalil Gibran, ed. Acigi.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho  e podem se transformar em peças libertadoras da sabedoria. Conheça aqui os cinco passos ou símbolos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados ou agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos.   Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Como funciona a sua mente

Os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras. Se você os observa como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados. Você se abre a uma percepção ampla e saboreia a vastidão do mundo

Gaylon Ferguson*

Poder da mente: 6 passos para dominar seus pensamentos

William James, um dos fundadores da psicologia moderna, disse que nossa experiência primária do mundo é de “um grande florescimento, uma enorme confusão”. Atualmente pesquisadores mostram que os recém-nascidos têm mais habilidades para compreender experiências do que James acreditava, mas mesmo adultos ficamos confusos sobre como funciona a nossa mente. Sabemos que temos mente e experiências psicológicas, mas quem somos realmente? Como a mente atua para moldar nossas experiências do mundo, nossa experiência de estar vivo? Como ver claramente o rápido desabrochar da mente e do mundo?

A psicologia budista examina a nossa experiência diária de clareza e confusão a respeito da mente e do eu. Os mais antigos mapas budistas do nosso senso de eu mostram cinco passos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados. Os skandhas são agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos. Aliás, mente e corpo – o mental e o físico – são os principais tipos de eventos. Nós nos experimentamos mesmo como seres corporificados num mundo de outras formas físicas, como árvores e automóveis, e nos movemos ao lado de outros seres vivos, com suas próprias experiências mentais de sofrimento e tranquilidade.

Os cinco skandhas ou “amontoados” do nosso ser básico são: (1) forma; (2) sentimento; (3) percepção;(4) conceito; e (5) consciência. Vamos examinar, passo a passo, como eles constroem nosso senso de eu. Forma – O primeiro skandha é chamado de forma, significando tanto o corpo físico quanto o corpo do mundo. A forma é a base do nosso ser, o senso fundamental de que somos este corpo e esta mente. A separação entre corpo e mente é a distinção primária da nossa experiência. Meu corpo tem um peso na balança, mas meus pensamentos  têm substância incerta. Eles importam, particularmente para mim, mas não são materiais. Meu corpo e minha mente estão juntos, mas em desconfortável tensão.

Como em qualquer relacionamento dualista, corpo e mente podem se combinar harmoniosamente juntos durante algum tempo, mas podem também cair em profunda divisão, com discussões e separações em trincheiras. Quando tudo está indo bem, meu corpo coopera com o que minha mente parece querer dele: “Vamos tomar o café da manhã agora, não?” Mas às vezes o corpo se rebela e desenvolve uma dor no joelho exatamente quando eu queria dar uma corrida, ou adormece durante um encontro importante.

Corpo e mente  são como irmãos em disputa, porém unidos. Se estamos fisicamente cansados ou famintos, a experiência e o julgamento que fazemos dos outros podem ser contaminados pela fadiga e o baixo nível de açúcar. Um estudo recente mostrou que os juízes de Israel concedem indulto em 65% dos casos ouvidos imediatamente após terem comido, e em quase zero casos ouvidos exatamente  antes de um intervalo ou ao final do dia. Assim, o primeiro insight quanto ao funcionamento da mente é: entender a experiência mental requer estreita atenção ao skandha da forma.

Sentimento – A fase seguinte do surgimento do eu é chamada de sentimento, referente a gostar, desgostar ou sermos indiferentes ao que percebemos. Como nos sentimos a respeito das formas e seres que encontramos? Eles parecem atrativos ou ameaçadores? Sentimos como se estivéssemos correndo em direção a eles ou nos afastando? Esses sentimentos intuitivos – que não são emoções suficientemente maduras – formam a base para os impulsos subsequentes em direção ao que estamos experimentando, ou na direção contrária. “Um casaco  quente no inverno? Gosto muito disso. Quente demais ao sol do meio-dia? Não gosto.” Gosto, aversão, atração, repulsão, neutralidade – seguimos em círculo dia e noite.

Os devaneios e pesadelos são todos “temperados” pelo sentimento. Os sentimentos são o pano de fundo para toda a nossa experiência, uma textura mutante de encontro e troca com o mundo. Não que não existam seres benevolentes e malévolos, aqueles que nos desejam o bem e os que nos querem causar malefício.

Os sentimentos também são uma experiência mental. É, em parte, o deleite de nossa própria mente que saboreamos ao comer uma maçã. O skandha do sentimento aponta para o aspecto principalmente mental de toda a nossa experiência. Nossa mente acompanha a experiência de qualquer coisa. Isso parece óbvio a princípio, mas é um dos principais insights das tradições contemplativas. As experiências agradáveis ou desagradáveis do que quer que seja sempre têm um aspecto interno, e damos a esse aspecto o nome de mente.

Percepção – O estágio seguinte no desenvolvimento do eu é chamado de percepção. Estes são discernimentos mais específicos do que as avaliações gerais de sentimentos. Trata-se de “eu gosto muito não só do calor do meu casaco, mas também da sua cor azul e textura macia”. Essa percepção de qualidades desejáveis e  agradáveis estão todas tingidas pelas tendências do passado; nós prejulgamos uma coisa baseados nos sentimentos prévios.

Esses julgamentos perceptivos ocorrem a partir do meu ponto de vista, não da perspectiva de um “eu” que gradualmente se solidifica – a experiência que uma mariposa teria do casaco seria muito diferente. Percebemos isso como “um casaco de lã muito bom, azul e bonito” porque, pelo menos por enquanto, ele parece estar “do meu lado”, do lado de um eu central. Existe um senso nascente de que o casaco me completa, assim eu o agarro para tê-lo comigo. É como se, agarrando firmemente o casaco (substitua-o por qualquer coisa que sirva para você), eu também esteja agarrando-me a um eu.

O egocentrismo desse “perceber” chega para pousar na recompensa psicológica: o casaco suéter faz bem, estou melhor do que quando eu estava sem ele, estou muito mais sólido  num mundo em rápida mudança.

É como se o skandha da percepção fosse um desatualizado operador de uma central que temerosamente rastreia nossas ligações telefônicas segundo um critério simples: a meu favor ou contra mim? Como resultado, nossa experiência do mundo chega convenientemente empacotada em coisas que percebemos como boas para nós e coisas que não o são.

O problema é que o operador age com pressa e ansiedade, mal parando para perguntar o nome de quem liga ou a natureza do chamado. O operador muito rapidamente decide completar algumas ligações “amistosas” e a negar acesso a outras “inimigas”.

Isso seria muito útil e eficiente se fosse um processo preciso. Infelizmente, muitas vezes é uma série cômica de erros dolorosos, uma opinião preconceituosa baseada em padrões habituais: “Eu me lembro de você pelo agradável tom de voz, você é um ótimo amigo, deixe-me completar logo sua ligação.” Ou “Não, eu nunca ouvi falar de você, mas sua voz feia me lembra  uma pessoa desagradável, adeus.” Portanto, a percepção acrescenta nomes e rótulos de “reconhecimento” baseados na experiência passada. Vemos também impulsos correspondentes desenvolvendo-se para agarrar ativamente a experiência ou afastar-se dela.

Nosso superocupado e sensível operador da central também não consegue levar em conta o fato crucial da mudança. Todos nós já descobrimos que uma pessoa de quem duvidávamos ontem pode ser um  amigo amanhã – e vice-versa. Essa descoberta do novo é o que bloqueia o downloading de percepções passadas.

Percepção – O processo de desenvolvimento do ego endurece mais com o quarto skandha: conceito ou formação mental. Com o conceito, damos adjetivos para o tipo de pessoa que Maria é – boa, agradável – e para o tipo de pessoa que João representa  mau, desagradável. Este é o reino dos enredos e ideologias. É o aspecto dualista da mente, que chamamos de falso intelecto – ele usa categorias conceituais fixas para nós mesmos e para os outros.

Nesse reino  de visões distorcidas nós nos enganamos habilmente com base em julgamentos precipitados, intuições nebulosas, notícias de ontem:“ Ah, agora percebi, eu sou este tipo de pessoa e você é daquele tipo. Não podemos mais ser amigos.” Neste estágio, desenvolvemos sofisticadas interpretações de nós mesmos e de nossa experiência, muito além do sentimento básico de sim e não. É uma dimensão de explicações psicológicas: “Eu sou este tipo de pessoa porque isso já aconteceu antes.”

Não devemos negar o poder de causas e condições anteriores na formação dos seres que nós nos tornamos. Mas a tentação é transformar a água corrente de uma visão nova em cubos de gelo, em ideias fixas. Eu repito muitas e muitas vezes para mim mesmo, e para quem quiser ouvir velhas histórias sobre quem eu  sou, o que eu era e no que estou me tornando (e também quem você é e por que você é assim). Deixamos a humildade do não saber para trás e nos abrigamos num matagal de  conceitos.- Percepção –

Finalmente descobrimos a experiência mental do quinto skandha. O momentum acumulado da divisão inicial mente-corpo, o senso positivo ou negativo que temos dos outros, os rótulos para nós mesmos e para o mundo culminam numa vívida exibição de emoções e pensamentos.

Este skandha é a familiar corrente de consciência que experimentamos na vida diária – nossa corrente mental. A psicologia budista divide-a em oito consciências separadas. Além dos familiares sentidos de consciências (ver, ouvir, cheirar, saborear e tocar), o Budismo acrescenta um sexto sentido  consciencial, o mental. Assim como a consciência auditiva cuida dos sons, a sexta consciência da mente cuida dos pensamentos e das emoções. Ela também sintetiza a experiência das outras consciências num todo coerente, como um habilidoso editor de filme que coordena imagem, som e comentários discursivos.

Subjacentes aos seis sentido  conscienciais, podemos vislumbrar outras duas consciências: uma corrente subconsciente de ansiedade e emoções conflituosas (klesha, “consciência do incômodo”) e uma percepção nebulosa de fundo (alaya, “consciência depósito”), que às vezes rememoramos e chamamos de “eu”. Essas correntes subterrâneas são grandes inspiradoras; elas surgem ocasionalmente com velhos ressentimentos, ciúmes, paixões fixas e negações fortemente motivadas.

O skandha da consciência completa o desenvolvimento do ego iludido. Agora nos sentimos separados, independentes, sozinhos – apesar das amplas evidências do contrário.

Não estamos separados do ambiente. Se estivéssemos, como poderíamos  respirar, comer, beber e nos sustentar? De onde vem a língua que falamos, escrevemos e lemos? Nenhum de nós é autoproduzido, como nos  lembram nossos pais. Longe de sermos simples e unitários, nós nos elevamos como um conjunto dinâmico de acontecimentos físicos mentais, incluindo respiração, sono, sonho e despertar. Temos aspectos emocionais, psicológicos e fisiológicos, e embora eles ocasionalmente discordem entre si, também cooperam e se harmonizam.

Um insight sobre como nossas mentes funcionam não é um fim em si mesmo. A tradição não oferece esse ensinamento como simples conhecimento intelectual. Você deve usar esse mapa para se familiarizar cada vez mais, através da experiência direta, com os processos que chama de “eu” e “minha mente”.

Desenvolver uma amizade harmoniosa  consigo mesmo é a parte principal da senda budista do despertar. Os ensinamentos sobre os cinco skandhas convidam a uma experiência mais profunda de si mesmo. O que você encontra quando examina sua experiência de corpo e mente? Não estamos falando de dogmas – a questão não é confirmar se o mapa está “correto”. Parte da questão é notar que o mapa não é o território. Imagine um mapa do Canadá do tamanho do Canadá: ele seria inútil. Você foi convidado a ser um explorador de seus terrenos internos e externos.

Ao se engajar nessa exploração psicológica, um de seus melhores companheiros será o sentimento de amizade para consigo mesmo e para com os outros. A amizade significa considerar esses cinco processos mentais não como sinais de fraqueza ou inadequação, mas como aspectos de sua humanidade básica. Com o cultivo da amizade você pode experimentar os skandhas (e o que quer que surja no caminho) com verdadeira gratidão.

Os skandhas apontam, primeiramente, para a cura da separação mente-corpo. Se você prestar atenção ao corpo e à mente como uma experiência real, e apenas uma ideia distante, então começou bem. Isso é tradicionalmente chamado de “plena atenção ao corpo”. É um senso simples de boas-vindas e inclusão da sua experiência física – sem louvar ou condenar o corpo.

O mesmo serve para os outros skandhas. Se você consegue simplesmente sentir seus sentimentos, sem rejeitá-los ou contar a si mesmo histórias que justifiquem que você está certo, então os sentimentos se tornam sinais claros de estar vivo. Você não precisa representá-los nem reprimi-los. Isso é liberdade; isso supera a avidez e a fixação, e permite que seus sentimentos possam se elevar, marcar presença e ir embora. Você gosta que a vida borbulhe com emoções coloridas, com experiências sinceras. Você aprecia ser humano.

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho. Em vez de confinar sua percepção dos sentidos nas caixas estreitas de “por mim” e “contra mim”, você se abre a uma percepção ampla de visão e audição, e saboreia a vastidão do mundo.

Nessa viagem, tanto a claridade quanto a confusão estão entretecidas na experiência mental do dia a dia. Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas.

Cada momento no desabrochar de sua experiência é uma oportunidade de dar as boas-vindas a si mesmo, a seus sentimentos, à sua mente e às outras pessoas. A chave para trabalhar com a mente e compreender seus processos está no calor e na amizade inatas da própria mente. Você não precisa de um corpo-mente melhor. O desafio é ser amigo da sua mente e do seu corpo.

Fonte: Revista Sophia- Ano 19- nº 89

Continuar lendo DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O QUE PENSAMOS SER O FIM É SÓ UM INÍCIO

Escolhemos um texto muito especial para REFLEXÃO na publicação da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira. O tema “A senda de luz” aborda os meandros, labirintos, ilusionismo, percalços e enganos, pelos quais passamos nessa caminhada evolutiva, que ao contrario do que, a princípio, possamos imaginar é muito mais longa exaustiva, a ponto de o autor estabelecer metas para nos fazer entender que o que pensamos ser o fim é só um início, pois a nossa existência é cíclica. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

A senda de luz

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito

Wayne Gatfield*

SENDA DE LUZ

“O crepúsculo  possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura.”

No artigo “O Farol do Desconhecido”, Blavatsky escreveu: “O farol da verdade é a natureza sem o véu ilusório dos sentidos. Ele só pode ser alcançado quando o Adepto se tiver tornado o mestre absoluto de seu eu pessoal, capaz de controlar todos os sentidos físicos e psíquicos com o auxílio de seu ‘sétimo sentido’, através do qual ele é dotado também da verdadeira sabedoria dos deuses.”

“O farol sobre o qual os olhos de  todos os verdadeiros teósofos estão fixos é o mesmo, rumo ao qual, em todas as idades, a alma humana aprisionada tem lutado. Esse farol, cuja luz não brilha sobre nenhum mar terreno, mas que se reflete nas profundezas sombrias das águas primordiais do espaço infinito, é chamado por nós, como pelos antigos teósofos de Sabedoria Divina.”

Esta está nas lendas e contos de fadas de todo o mundo. A maioria fala da busca por algo: o Santo Graal, o Velo de Ouro ou a mão de uma princesa, simbolizando a busca de realização da Sabedoria Divina e as provações do caminho para essa meta.

A luz é sempre confortante, seja do sol, da lua, das estrelas ou a suave luz do nosso lar. Mais profunda ainda é a luz interna. A luz é a mesma em todos os níveis, mas difere por suas interações com nossos diferentes veículos; a mais inferior é a luz física.

As diferentes intensidades e tonalidades da luz em diferentes épocas do ano podem ter efeito na consciência da pessoa. Às vezes um dia nublado produz uma luz que causa uma melancolia positiva sobre a mente  as emoções, fazendo perceber aquilo que os japoneses chamam de mono-no-aware, a “pungência e beleza da existência transitória”.

Todos sabemos como um dia de sol aumenta o vigor, mas isso é sutilmente diferente de acordo com o mês. O efeito do sol de primavera não é o mesmo que o do verão ou inverno. Há muita variação, dependendo também da pessoa que o experimenta.

O crepúsculo possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura. George William Russel  escreveu: “Queremos que nessa hora o místico esteja em casa, menos metafísico e científico do que de costume, mais verdadeiramente ele mesmo. É costume, a essa hora, ceder um pouco e sonhar, deixando que as ternas fantasias que o dia suprime entrem na mente. Todas as coisas se tornam estranhamente suaves e unidas. As ruas comuns assumem algo da grandeza dos templos egípcios; as crianças correm atrás das outras e, enquanto fogem, olham para nós com olhares que há muito esquecemos; embalados pelo silêncio, deixamos de lado as duras arestas materiais e lembramos que somos espíritos.”

As crianças olham o mundo maravilhadas, mas são jovens demais para exprimir esses sentimentos em palavras. À medida que crescemos perdemos essa visão e começamos a intelectualizar tudo. Ficamos frios. Mas, se desenvolvemos o lado espiritual e poético da nossa natureza, penetramos numa segunda infância, num nível inteiramente diferente. “A princípio a montanha é apenas uma montanha; depois vemos que não é realmente uma montanha; no fim, é apenas uma montanha novamente”. Este ditado zen expressa o processo de reconquistar a inocência da infância com o acréscimo das nossas experiências. É a jornada da vida: partir da perfeição inconsciente, ter consciência da nossa imperfeição; e finalmente realizar a perfeição conscientemente. Isso se houver perfeição talvez tudo seja relativo.

Assim, temos que reconquistar estado infantil que perdemos, como dizem os ensinamentos espirituais. Estamos procurando a luz que jamais brilhou sobre terra ou mar, mas que ajuda a navegar o vasto oceano da sabedoria divina rumo ao nosso destino, ou, até onde sabemos, aos diferentes estágios de uma jornada sem fim.

Todos os heróis dos mitos alcançaram a meta tornando-a seu único interesse. Venceram dificuldades aparentemente insuperáveis focando a atenção no objeto da busca. Alguns ficaram pelo caminho, mas os mais bravos triunfaram. Krishna diz, na Bhagavad-Gita, que se focarmos a atenção nele chegaremos a ele. A melhor maneira é pensar em Krishna como o Eu Superior.

Devemos assumir a condição de seres imortais – nossos eus vêm e vão, mas nossa essência não muda. Nas palavras de A Voz do Silêncio: “Tenhas paciência, candidato, como quem não teme fracasso, nem corteja o êxito. Fixa o olhar da tua alma na estrela cujo raio és, a estrela chamejante que brilha nas escuras profundidades do ser permanente, nos ilimitados campos do Desconhecido. Tenhas perseverança, como aquele que tem de resistir eternamente. As tuas sombras vivem e desaparecem; aquilo que em ti viverá para sempre, aquilo que e ti conhece (porque é conhecimento não é de vida transitória: é o homem que foi, que é e será, para quem a hora nunca soará.”

As sombras são os nossos eus passageiros. Na vasta escala das coisas, nossos poucos e curtos anos nesta vida em particular são como o ditado Zen: “A vida é como um cavalo galopante que visualizamos através da rachadura na parede.”

Todos  estamos nessa peregrinação interior e devemos encontrar o caminho ao longo de estradas muitas vezes enevoadas, que às vezes nos leva por terrenos belos, às vezes agrestes Encontramos amigos e instrutores; temos aventuras e perigosas provações, mas nossa determinação nos impulsiona para diante e o sol ilumina nosso caminho. Mesmo que ele desapareça por trás das nuvens de nossa própria criação, sabemos que ainda está lá e retornará no tempo devido.

Na escuridão a lua pede emprestada a luz do sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então chega o momento em que ouvimos o ímpeto do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar. Sentiremos a emoção de saber que esta é a consumação dos nossos  esforços ao longo de muitas vidas, e que logo sonhos e pesadelo passarão; enfrentaremos uma grande escolha que por fim terminará na nossa libertação e na elevação de toda a humanidade. Luz no Caminho nos diz: “Porque em ti está a luz do mundo, a única luz que pode ser projetada sobre o caminho. Se és incapaz de percebê-la dentro de ti, é inútil que a procures em outra parte. Está fora do teu alcance, porque, quando chegares a ela, já não te encontrarás a ti mesmo. É inatingível, porque retrocede sempre. Estarás no seio da luz, mas nunca tocarás a Chama.”

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início; até onde sabemos, não existe fim na busca. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito.

No caminho ajudamos uns aos outros; entendemos as limitações humanas e desejamos perdoar “não sete vezes, mas setenta e sete”, o mais gentilmente possível para com quem erra. Aprendemos que a jornada não é solitária, mas feita com nossos companheiros peregrinos, e que temos o bem da humanidade em nossa mente à medida que seguimos. E, de um  certo modo, o progresso é uma ilusão, porque já estamos lá – precisamos apenas afastar as nuvens que nos impedem de ver o sol sempre brilhante do nosso ser interior.

Todas as vidas podem ser uma aventura em busca do Santo Graal– as lutas, os desapontamentos e as alegrias são grãos para o moinho. Se  desenvolvemos a correta atitude, todas as experiências ajudam no caminho. Quando olhamos para o mundo devemos imaginar que estamos numa montanha olhando para baixo, para tudo que se passa – a mente inferior cria divisões entre países, religiões, partidos, famílias, mas internamente somos todos  o mesmo. Essas diferenças são apenas “a cruel  heresia da separatividade  que nos afasta dos demais”, como diz A Voz do Silêncio.

Permitimos que a ilusão nos separe; construímos muralhas em vez de pontes e olhamos os outros através dos nossos próprios equívocos; não fazemos concessões  à limitada natureza humana; esquecemos de tirar a venda dos nossos olhos antes de criticar os olhos do outro. “Que aquele sem pecado atire a primeira pedra.”

Se queremos que as pessoas amem umas às outras, devemos mostrar o caminho da melhor maneira possível. Assim, terminarei com uma citação de “O Novo Ciclo”, de Blavatsky: “Ninguém está tão  ocupado ou é tão pobre que não possa cria um nobre ideal e segui-lo. Por que então hesitar em limpar a senda rumo a este ideal, através de todos os obstáculos, de cada pequeno impedimento da vida social, para marchar diretamente em frente até a meta a ser alcançada? Aqueles  que fizesse este esforço logo descobririam que a ‘porta estreita’ e a ‘senda espinhosa’ levam aos amplos vales de horizonte ilimitado, àquele estado onde não mais existe morte, porque a pessoa se sente voltando a ser um deus! É verdade que as primeiras condições exigidas são absoluto desapego, ilimitada devoção ao bem-estar dos outros e completa indiferença ao mundo e suas opiniões. Para dar o primeiro passo nessa senda, o motivo deve ser absolutamente puro; nenhum pensamento deve afastar os olhos do objetivo, nenhuma dúvida deve agrilhoar os pés. Existem homens e mulheres qualificados para isto, cujo único objetivo é residir sob a égide de sua natureza divina. Que eles tenham coragem para viver a vida sem ocultá-la aos olhos dos outros! A opinião de ninguém deve ser considerada superior à voz de sua própria consciência. Que essa consciência, portanto, desenvolvida ao seu mais elevado grau, nos guie em todos os atos comuns da vida. Quanto à conduta de nossa vida interna, concentremos toda a atenção no ideal que estabelecemos, e olhemos para além, sem prestar atenção à lama sob nossos pés.”

“Na escuridão a lua pede emprestada a luz do  sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então ouvimos o ímpeto  do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar.”

Fonte: Revista Sophia -ano 19-nº 89

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MENTE_ É A SOMA DO ESTADO DE CONSCIÊNCIA, PENSAMENTO, VONTADE E SENTIMENTO

O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Assimilar conhecimento sem repassá-lo aos outros, não só nos oprimi, como não serve para a nossa evolução espiritual. O verdadeiro instrutor não se coloca acima  dos seus alunos, pois a vida é umeterno aprendizado e temos sempre muito a aprender com o outro. Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto. O texto aseguir fala acerca disso. Então leia eexpanda sua consciência!

Estudo,  meditação e serviços

Todos nós podemos contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda a sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos

Margaret Bove*

Meditação: estudo da Universidade de Harvard | Pura Energia Positiva

O manas (mente) concreto e inferior provê um veículo para o aprendizado, e o manas abstrato e superior absorve a essência do aprendizado. A mente superior (Manas) é caracterizada pela criatividade do Eu Superior. Mente é a soma dos estados de consciência: pensamento, vontade e sentimento. Cada vez mais pessoas evoluem em consciência e passam para níveis mentais superiores. Os átomos da mente estão despertando como nunca antes; milhões de neurônios que acreditávamos inativos estão agora em atividade.

Quando nos concentramos no estudo, facilitamos a intuição. Blavatsky disse que partes de A Doutrina Secreta só podiam ser lidas com a intuição. Quando a intuição tiver se desenvolvido e a consciência tiver se elevado com o estudo e a meditação, teremos paz e união entre todas as pessoas. Será o fim de todos os graus de ódio, de todas as barreiras que nos dividem.

Nos ensinamentos dos grandes mestres o positivo sempre supera o não positivo; a vingança não obtém êxito. Somos todos um e não importa a nossa crença ou filosofia, pois viajamos rumo ao mesmo ideal. Como estamos unidos nos níveis sutis, ligados aos outros e a todas as coisas através do etérico, quando ferimos os outros, ferimos também a nós mesmos.

Estudo, meditação e serviço estão ligados e só são completos juntos. O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Absorver conhecimento sem oferecê-lo aos outros pode nos oprimir. O verdadeiro instrutor não faz diferença entre ele mesmo e seus alunos; um aprende com o outro.Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto.

À medida que progredimos nesse caminho e começamos a distinguir  real do irreal, nosso desejo é ajudar e servir. A razão da nossa encarnação é retornar à residência do espírito puro, aprender a servir, com a experiência e a purificação do nosso ser, para auxiliar o plano divino onde cada um tem seu papel a desempenhar. Começamos a abraçar o amor, a compaixão, a compreensão, a disponibilidade, a inofensividade, o desapego e o perdão incondicionais. Errar é humano e perdoar é super-humano. Todo ser humano tem uma fonte de bondade; se nos concentrarmos nisso, e não no lado negativo, o positivo surge com facilidade. Para deixar para trás traumas passados devemos perdoar os outros e nós mesmos.

Ao longo do caminho espiritual encontramos uma lembrança do bom, do verdadeiro e do belo. Somos compelidos pelo Eu Superior a prosseguir, embora o eu inferior possa mostrar resistência. Edwin Arnold disse: “No coração de cada homem vive um Mestre que, por meio de fios sutis, faz suas ações dançarem segundo a canção que Ele quer.” A Doutrina Secreta e a Sabedoria Antiga nos ensinam que a raiz sem raízes da nossa origem é o amor total, sem distinção entre raça, credo, sexo ou qualquer outra. Em um nível profundo de consciência existe total unidade e paz; o muçulmano cuida do hindu, o hindu ama o sikh, os shias estão em harmonia com os sunnis, os iranianos com os sírios e os palestinos, o árabe com o judeu – a verdadeira unidade fraternal. Brahman, Atma, tudo é um. Om e Jeová são dois pilares do mesmo portal – símbolos do corredor único da vida. Por meio do serviço abrimos o coração e sabemos que todos  somos um. O coração representa o centro do nosso ser. O Santo Graal é um símbolo do coração. Para os maçons o coração representa o Mestre Perfeito. Para os sufis é o ponto de conexão entre o humano e o divino. Quando os místicos se encontram, seus corações batem juntos.

O verdadeiro serviço é nos doar e estar disponíveis com simplicidade e humildade. O mestre Koothumi disse: “Tentai.” Não é preciso ser heroico. O que realmente importa não é o que fazemos, mas a boa vontade com que fazemos. Às vezes basta um sorriso, uma mão reconfortante sobre o ombro ou uma palavra encorajadora. Nada é grande ou pequeno na economia divina. O ato de um presidente para com uma nação não é maior do que o ato de uma mãe com seu  bebê. Todo serviço é necessário e todo ato é uma parte da grande unidade. Uma gentileza que pode parecer insignificante é um diamante na imensa joia da iluminação, e nos lembra da brilhante luz do amor.

O espírito está em toda parte, em cada pássaro que canta, cada animal que anda sobre a Terra e cada criança que ri. O grande mistério está dentro de cada um de nós. Não há separação – somos um com toda a criação e fomos feitos para servi uns aos outros.

É inútil tentar alcançar a fraternidade universal mudando a política ou as pessoas. Primeiro devemos trabalhar em nós mesmos e purificar nosso coração. A regeneração espiritual da humanidade começa com o indivíduo. A meditação e a auto-observação abrem o caminho. Cada pessoa que analisou honestamente seus pensamentos, palavras e ações e tornou-os inofensivos é uma pérola preciosa na cadeia da existência e um forte elo da fraternidade humana.

A essência divina

A paz mundial começa com a paz interior, que é facilitada pela meditação. Meditação é a dissolução da personalidade individual e o desvendar da realidade. É um modo de vida que permite que conheçamos a nós mesmos; assim, somos muito mais valiosos no serviço. A meditação leva a um estado de existência onde compreendemos que não somos o corpo, as emoções nem a mente; somos centelhas da mesma grande chama. Po demos ver a essência divina em toda parte, no amigo e no inimigo, e em tudo ela é a mesma. Não existem inimigos reais, porque eles também auxiliam nossa evolução. Os monges budistas cantam agradecendo às pessoas e situações difíceis, pois sabem que desse modo o seu karma se dissolve.Tudo está no plano divino. Quando somos provocados por situações difíceis e permanecemos calmos, pensando positivamente, ocorre um salto na consciência. A meditação ajuda a penetrar esse estado de consciência, e cada fase desse estado é gloriosa. Todo alento meditativo é uma abertura do coração. Edwin Arnold descreveu isso em Song Celestial: “Aqueles que fazem um sacrifício  silencioso inalam o alento para alimentar a chama do pensamento e o exalam para soprar o coração às alturas, governando cada entrada de ar para que não passe nenhum suspiro que não ajude a alma.”

Em outras palavras, a meditação não se destina ao desenvolvimento pessoal; ela é um auxílio para a alma fazer o seu trabalho, plantando sementes de ações poderosas no jardim da eternidade e cultivando flores de vários matizes, que desabrocham em toda sua beleza. Estudamos e meditamos com o objetivo de servir. O verdadeiro serviço com a doação de

si mesmo é um exemplo da dedicação dos mestres iluminados, cujo único desejo é auxiliar e guiar a humanidade. O grande Sanat Kumara não seguirá para outras dimensões até que cada folha de capim tenha alcançado a iluminação. Façamos a nossa parte e ajudemos a elevar o planeta, auxi liando os grandes seres na realização do plano divino.

A mais famosa escola filosófica da Antiguidade usava as palavras “conhece-te a ti mesmo”. Krishnamurti costumava dizer: “Olha  para dentro. Conhecer a nós mesmos nos ajuda a servir porque nossas emoções e pensamentos podem ser semelhantes às dos outros; assim é mais fácil compreender seus problemas, que podem ter sido os nossos problemas. A meditação ajuda a reconhecer nossas fraquezas e modificá-las.

Não é necessário revelar nossos pensamentos aos outros, mas reconhecê-los no silêncio interno e tentar torná-los altruístas. Assim fortalecemos nosso caráter para o serviço – um serviço silencioso, que nada busca para o eu individual. Quando o objetivo do trabalho é uma recompensa, ele traz prazer, dor ou ambos, no tempo devido; mas, quando uma pessoa trabalha na eternidade, a eternidade é a sua recompensa.

Todos nós podemos, a nosso modo, contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos. Vamos nos tornar servidores altruístas, para que aonde quer que sigamos sejamos como raios de sol que trazem calor, amizade e gentileza.

Margaret Bove é membro da Sociedade Teosófica, em Nova Iorque, desde 1986, e profissional de medicina alternat

Fonte: Revista Sophia ano 19-Nº 89

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PARA INCENTIVAR A REFLEXÃO SOBRE AS QUESTÕES AMBIENTAIS, COMISSÃO DE FINANÇAS DA CÂMARA DE NATAL APROVOU O PROJETO ÁREA VERDE

Projeto Área Verde é aprovado na Comissão de Finanças da Câmara de Natal

29 abr 2021

Para incentivar a reflexão sobre as questões ambientais na capital potiguar, a Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal aprovou, durante reunião virtual nesta quarta-feira (28), o Projeto Área Verde no âmbito das bibliotecas municipais e das escolas da rede municipal de ensino com espaços reservados para publicações voltadas à temática do meio ambiente, de autoria da vereadora Júlia Arruda (PCdoB).

Conforme o vereador Robério Paulino (PSOL), relator da matéria, o objetivo consiste em manter espaços exclusivos para livros, periódicos e outros materiais pedagógicos vinculados ao meio ambiente a fim de abordar o tema de forma teórica, reflexiva e prática na rede municipal de ensino. “Educação Ambiental tem um importante papel na promoção da integração do ser humano com seu contexto social, gerando novos conhecimentos, valores e atitudes, além de alertar para a urgência de um assunto tão atual”, pontuou.

Dois textos da vereadora Nina Souza (PDT) foram acatados pelo colegiado. O primeiro obriga condomínios residenciais e comerciais a instalar grades e telas de proteção ou adotar medidas suplementares de segurança em áreas que apresentam risco de acidente; já o segundo, determina a instalação de salas de apoio à amamentação em entidades e órgãos públicos municipais.

Outros destaques foram os pareceres favoráveis às propostas das vereadoras Ana Paula (PL), que prevê para as mulheres o direito ao pagamento de meia-entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer no Dia Internacional da Mulher (8 de março), e Divaneide Basílio (PT), que cria a Frente Parlamentar em Defesa dos Refugiados e Imigrantes.

Também foi acatada uma iniciativa encaminhada pelo vereador Felipe Alves (PDT) para aplicação de sanções aos estabelecimentos comerciais por aumento abusivo dos preços dos produtos durante os períodos de calamidade pública. Por fim, o grupo temático ainda aprovou um projeto do vereador Aldo Clemente (PDT), que reconhece como essencial, no âmbito do município, a atividade econômica exercida por restaurantes, bares e similares.

O presidente da Comissão, vereador Raniere Barbosa (Avante), avaliou o andamento dos trabalhos. “Concluímos o encontro com a apreciação de diversas matérias importantes e designação de outras para relatoria. A expectativa é continuar neste ritmo, mantendo a pauta zerada e observando todos os cuidados sanitários durante a realização das reuniões. Aproveito para parabenizar todos os parlamentares que integram este colegiado pela dedicação aplicada”, concluiu.

Fonte: Política em Foco
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AUTOCONHECIMENTO: A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL NOS LEVA A ILUMINAÇÃO

A coluna AUTOCONHECIMENTO é o carro chefe do Blog do Saber, já que o nosso propósito é trazer mensagens que ajude você a expandir a sua consciência rumo a Iluminação. Nesta segunda-feira estamos postando um texto do início do século 20, editado originalmente na Inglaterra. Seu autor é o escritor William Walker Atikinsons (que usava o pseudônimo de Iogue Ramacháraca), também autor do livro O Caibalion, que aborda as leis herméticas. O texto fala do estado de consciência cósmica e de suas repercussões no ser humano. Textos assim mantém a chama acesa em nosso coração e nos levam a reflexões profundas, típicas de quem almeja a ampliação da lucidez, do amor e do brilho em todas as dimensões. Então desejo a você uma boa leitura e uma excelente REFLEXÃO!

ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL | TORNE-SE ILUMINADO AGORA! - YouTube

ILUMINAÇÃO OU CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL

Em muitos homens, a mente espiritual se revela lenta e gradualmente, e ainda que a pessoa possa sentir um constante aumento de conhecimento e consciência espiritual, pode não haver experimentado uma notada e repentina mudança.

 

Outros têm tido momentos do que é conhecido como iluminação, nos quais se acreditavam elevados quase fora do seu estado normal, e lhes parecia passar a um plano de existência ou de consciência mais elevado, que os deixava mais adiantados do que antes, ainda que não pudessem trazer à sua consciência uma clara recordação do que haviam experimentado, enquanto se encontravam nesse exaltado estado da mente. Essas experiências têm-se dado com muitas pessoas, em diferentes formas e graus, de todas as crenças religiosas, e têm sido geralmente associadas a algum aspecto da crença religiosa particular, professada pela pessoa que experimenta a iluminação. Mas os ocultistas adiantados reconhecem todas essas experiências como diferentes formas de uma só e mesma coisa – o amanhecer da consciência espiritual – o desenvolvimento da mente espiritual.

Alguns escritores têm chamado a esta experiência consciência cósmica, nome muito apropriado, pois a iluminação – pelo menos em seus aspectos mais elevados – põe o indivíduo em contato com a totalidade de Vida, fazendo sentir um sensação de parentesco com toda a Vida, alta ou baixa, grande ou pequena, boa ou má.

Essas experiências, como é natural, variam materialmente conforme o grau de desenvolvimento individual, sua preparação prévia, seu temperamento etc.; mas certas características são comuns a todas. O sentimento mais comum é o da posse quase completa do conhecimento de todas as coisas – quase onisciência. Esse sentimento existe apenas por um momento e nos deixa, a princípio, submersos em profunda pena pelo que chegamos a ver e que perdemos. Outro sentimento comumente experimentado é o da certeza da imortalidade, – uma sensação de atual ser – a certeza de haver sido sempre e a de estar destinado a sempre ser. Outro sentimento é o do desaparecimento de todo temor e da aquisição de um sentimento de certeza, segurança e confiança, e que estão além da compreensão daqueles que jamais o experimentaram. Então, um sentimento de amor nos inunda – um amor que abarca a Vida toda , desde os mais próximos a nós, na carne, até aos das mais longínquas partes do Universo – desde aquilo que nós consideramos puro e santo, até aquilo que o mundo considera vil, malvado e completamente indigno. Esse sentimento de retidão própria, que induz a condenar os outros, desaparece, e o amor, como a luz do sol, derrama-se sobre tudo que vive, sem ter em conta o seu grau de desenvolvimento ou bondade.

A alguns, essas experiências chegaram como um profundo sentimento de reverência que tomou completa posse deles, por alguns momentos ou mais tempo, enquanto que a outros se afigurava que se achavam num sonho e chegaram a ser conscientes de uma exaltação espiritual, acompanhada de uma sensação de estar circundando os compenetrados por uma luz brilhante.

A alguns, certas verdades se têm revelado sob a forma de símbolos, cujo significado não se tornou evidente senão muito tempo depois.
Essas experiências produzem uma mudança na mente daquele que passa por elas e que depois nunca torna a ser o mesmo homem que de antes. Ainda que a recordação vívida desapareça, fica ali certa reminiscência que, por longo tempo, será para ele um manancial de bem estar e de força, especialmente quando a sua fé vacila e se sente agitado, como uma cana, pelos ventos de opiniões em conflito e especulações do intelecto. A lembrança de tal experiência é uma fonte de renovada energia – um porto de refúgio, ao qual as almas fatigadas acodem para amparar-se do mundo externo que não as compreende.
Tais experiências são também usualmente acompanhadas de uma sensação de intensa alegria; de fato, a palavra e o pensamento de alegria parecem ser o que predomina na mente, nesta época. Mas não é uma alegria de experiência ordinária – é alguma coisa que não pode ser sonhada senão depois de havê-la experimentado – uma alegria cuja lembrança estimulará o sangue e fará palpitar o coração, todas as vezes que a mente relembrar a experiência.
Como já dissemos, também se experimenta a sensação de um conhecimento de todas as coisas, uma iluminação intelectual impossível de descrever. Nos escritos dos antigos filósofos de todas as raças, nos cantos dos grandes poetas de todos os povos, nas prédicas dos profetas de todas as religiões e tempos, podemos encontrar rasgos desta iluminação experimentada por eles – esse desenvolvimento da consciência espiritual. Não temos espaço para detalhar esses numerosos exemplos. Uns disseram-nos de um modo, outros de outro, mas todos dizem praticamente a mesma história. Todos os que têm experimentado essa iluminação, ainda que fosse em débil grau, reconhecem a mesma experiência na relação, canto ou prédica de outro, ainda que entre eles hajam decorridos séculos. É o canto da alma que, uma vez ouvido, jamais é esquecido. Ainda que seja expresso pelos toscos instrumentos das raças semi-bárbaras ou pelos mais aperfeiçoados talentos musicais da atualidade, seus tons são claramente reconhecidos.

Vem o canto do velho Egito, – da Índia de todas as idades – da antiga Grécia e Roma, – dos primitivos santos cristãos – dos Quarkers Friends, – dos mosteiros católicos – das mesquitas maometanas – do filósofo chinês – das lendas do índio americano, herói profeta, – é sempre o mesmo tom, elevando-se mais e mais alto, à proporção que muitos mais o entoam e agregam suas vozes ou dos sons de seus instrumentos ao grande coro.
Aquele tão mal compreendido poeta ocidental, Walt Whitman, sabia o que dizia (como compreendemos nós), quando prorrompia e expressava em singular verso a sua estranha experiência. Lêde o que ele diz e verificai se já foi alguma vez melhor expresso:

“Como num desmaio, um instante,
Outro sol inefável me deslumbra,
E todos os orbes conheci, e orbes mais brilhantes desconhecidos,
Um instante da futura terra, terra do céu.”

E quando sai do seu êxtase, exclama:

“Não posso estar acordado, porque nada me olha como antes,
Ou então estou acordado por primeira vez, e tudo de antes foi simples sonho.”

E nós devemos concordar com ele, quando declara a inabilidade do homem para descrever inteligentemente isso, nestas palavras:
“Quanto melhor quero expressar-me, menos posso,
Minha língua não se move sobre sua ponta,
Meu alento não obedece aos seus órgãos,
E fico mudo.”

Que essa grande alegria da iluminação seja vossa, queridos estudantes. E vossa será no seu tempo oportuno. Quando ela chegar, não vos alarmeis, e quando vos abandonar, não lamenteis sua perda – voltará outra vez. Vivei elevando-vos acessíveis à sua influência. Estais sempre dispostos a escutar a voz do silêncio, prontos sempre a responder ao toque da Mão Invisível.

Não torneis a temer, porque convosco tendes sempre o Ser Real que é uma chispa da Chama Divina, e o qual será como uma lâmpada que iluminará o caminho a vossos pés.

A paz seja convosco.

– Por Iogue Ramacháraca –

(Texto extraído do livro “Catorze Lições de Filosofia Iogue”, do Iogue Ramacháraca; Editora Pensamento)

Fonte: IPPB
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AUTOCONHECIMENTO: TENHA AUTOCONTROLE, NÃO ENTRE EM DESESPERO, VIVA O MOMENTO PRESENTE, POR WAGNER BRAGA

Esqueça o que ficou para trás e o que ainda vai acontecer. Viva o presente! Esta é a mensagem do vídeo desta sexta-feira, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. Neste conteúdo falo um pouco sobre autocontrole, algo extremamente importante, principalmente nesses tempos difíceis que estamos vivendo. Dei algumas dicas do que você pode fazer quando se encontrar numa situação de desespero. Saiba que para todo problema existem no mínimo duas soluções, mas você só consegue enxergar se parar para refletir e se acalmar. Assista ao vídeo, reflita e faça seu juízo de valor!

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AUTOCONHECIMENTO: DISCERNIMENTO EM RELACIONAMENTOS E RELAÇÕES CONSCIENTES

Hoje temos, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO um texto super descolado, franco, inteligente e de alto nível sobre Discernimento em Relacionamentos e Relações Conscientes. Aqui, o autor dá uma senhora aula sobre despertar da consciência num relacionamento a dois, quando duas pessoas estão em níveis conscienciais diferentes. O que fazer numa situação dessa? Leia o texto completo a seguir e saiba como!

Discernimento em Relacionamentos e Relações Conscientes

Mensagem de 22 de Março de 2021

INTRODUÇÃO
Os relacionamentos assumem um nível totalmente novo para quem tomou a “pílula vermelha”, ou seja, quem está sinceramente empenhado em buscar a verdade, o trabalho autônomo e a desprogramação cultural / social para transcender a Matriz do Caminho para o Despertar.

No entanto, antes que duas pessoas possam realmente se envolver (ou entrar) neste nível “superior” de relacionamento consciente, é melhor se ambos os indivíduos tiverem feito uma boa quantidade de trabalho sincero consigo mesmos por conta própria, confrontado suas sombras, feridas na infância , condicionamento social / religioso / cultural, comportamentos mecânicos, etc., bem como ter estabelecido parâmetros de amor próprio saudáveis. Aprender a prosperar e desfrutar da solidão sem “precisar” de ninguém também é um pré-requisito antes de ser capaz de se envolver com sucesso em relacionamentos conscientes.

Artigos como “o que as mulheres conscientes querem dos homens”, “o que os homens conscientes querem das mulheres” ou “você precisa de um homem / mulher guerreiro” que circulam por aí não fazem sentido na maioria das vezes e não poderiam ter sido escritos por homens / mulheres verdadeiramente “conscientes”. Esses tipos de artigos muitas vezes estão ligados à “consciência de vítima” em algum nível, bem como a projeções, direitos, falta de responsabilidade e falta de compreensão de que em algum nível sempre atraímos (ou somos atraídos por) alguém com base em aspectos inconscientes da Sombra (como “A Dança entre Codependentes e Narcisistas”), mesmo que não a vejamos conscientemente e, portanto, “culpemos” a outra pessoa por não ser “consciente”, tendo todo tipo de expectativas. Também há muita distorção na versão da Nova Era de “Chamas Gêmeas” com as pessoas superestimando seu nível de Ser (encarnação da alma).

Sempre são necessários dois para dançar o tango. Enquanto não possuímos nossos próprios aspectos de sombra, ela sempre voltará para nós (espelhada) através de outras pessoas, ou através de ataques / interferência de entidades ocultas, injetando através das fendas de nosso corpo de energia devido à falta de incorporação, passado ferir / trauma e não ter ancorado totalmente a essência de nossa alma no corpo / avatar. O caso extremo de relacionamentos românticos hiperdimensionais influenciados é o “Love Bite” ou “Dark Side of Cupid”.

Em suma, se você quer um parceiro “consciente”, o trabalho é consigo mesmo, antes de mais nada, com uma auto-honestidade radical. Qualquer pessoa que esteja esperando que o parceiro perfeito apareça sem assumir total responsabilidade pela evolução de sua própria alma e seja pego em culpar / projetar / esperar, e se sentir como uma vítima, ficará muito desapontada. Os relacionamentos em sua vida (não apenas românticos) também são uma medida / medida / reflexo de onde você está na evolução de sua alma.

No final, os relacionamentos são lições de amor, não um fim em si mesmos. Nem todo relacionamento pode ser trabalhado e chega a hora de deixar ir e seguir em frente sem tentar (e sem culpa) forçar algo que simplesmente não era para ser, caso contrário, as duas pessoas estão se impedindo de crescer / evoluir. Saber quando deixar ir / terminar ou se realmente vale a pena trabalhar no relacionamento depende da situação específica e única, mas principalmente o seu conhecimento / intuição interior já e sempre sabe, mas a mente pode complicar as coisas, especialmente se não confiarmos nossa orientação interna não verbal.

Pessoas entram e saem de nossas vidas para dar certas lições. Nem todo mundo deve ficar “para sempre”. Muitas vezes, devemos ficar “sozinhos” por um período de tempo no que diz respeito à evolução da nossa alma, alinhando-nos com o propósito único de nossa alma / Vontade Divina (e Tempo Divino), aprendendo pacientemente nossas lições em vez de ser “escravo” do caprichos e desejos da personalidade do ego impaciente, desesperada e condicionada.

Com isso dito, aqui estão alguns escritos sobre relações conscientes de vários autores:
Para continuar lendo clique aqui.

Bernard Guenther — Fonte: https://bluedragonjournal.com/ | https://veilofreality.com/
Rafael Issa Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Lu

Fonte: Trabalhadores da Luz

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AUTOCONHECIMENTO: A FÍSICA QUÂNTICA QUANTIFICOU AS EMOÇÕES SEGUNDO SUAS FREQUÊNCIAS VIBRATÓRIAS

Para a Física Quântica tudo, absolutamente tudo, seja materialmente palpável ou seja imaterial vibra em alguma frequência. O Dr. David Hawkins, em seu estudo de PhD, conseguiu quantificar as frequências vibratórias das emoções humanas. Concluiu que os sentimentos e emoções negativas vibram em baixas frequências e os sentimentos e emoções positivas vibram em alta frequência. No texto a seguir temos uma resumo do seu livro Poder vs Força onde você pode aprender quais os sentimentos e emoções que fazem bem ao seu DESENVOLVIMENTO PESSOAL E ESPIRITUAL.

Frequência Vibracional das Emoções Humanas - Elainne Ourives - YouTube

“Quânticamente:
O Covid tem uma vibração de 5.5 Hz e morre acima de 25.5 Hz.
Para os seres humanos com vibração mais alta o vírus é uma gripe simples.
As razões para ter a vibração baixa pode ser:
⛔Cansaço
⛔Medo
⛔Tensão nervosa
⛔Raiva
⛔Ódio
É por isso que temos que vibrar alto e não olhar constantemente para as notícias, para que não nos baixe a frequência.
A frequência da terra hoje é 27,4 Hz, mas há lugares que vibram muito baixo como:
⛔Hospitais
⛔Centros Assistenciais
⛔Bares
⛔Prisões
É onde a vibração cai para 20Hz ou menos ainda.
Veja algumas baixas vibrações causadas por determinados sentimentos:
⭕Dor 0,1 às 2 hz
⭕Medo de 0,2 hz.
⭕Irritação 0,9 a 6,8 hz
⭕Ruído 0,6 a 2,2 hz.
⭕Orgulho 0,8 hz
⭕Abandono 1,5hz.
⭕Superioridade 1,9 hz.
Portanto, em vez disso, vibre em:
✅Generosidade 95 hz
✅Agradecimentos verdadeiros 150 hz
✅Compaixão 150 hz ou mais.
✅Amor ao próximo e a todos os seres vivos 150 hz e mais.
✅Amor incondicional e universal a partir dos 205 hz
O que nos ajuda a Vibrar Alto?
✅Amar
✅Sorrir
✅Abençoar
✅Brincar
✅Pintar
✅Cantar
✅Meditar, Yoga, Taichi, Caminhar ao Sol
✅Faça exercício, aproveite a natureza
✅Alimente-se com os alimentos que a Terra nos dá: sementes-grãos, cereais, legumes, frutas e tome água!
A vibração da oração vai de 120 hz a 350 hz
VIBREMOS ALTO!!!”
(A fonte original desta informação é do livro Poder vs Força. Baseado na tese de doutoramento de David R Hawkins.) 🍁
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FÉ E ESPERANÇA COEXISTEM HARMONICAMENTE

O destaque desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é o tema Fé e esperança do texto a seguir de autoria de Luiz Guimarães, na ótica da doutrina espírita. Na teologia católica o tripé fundamental é: Fé, esperança e caridade. Mas pela doutrina espírita a fé e a esperança coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Ocorre que a ‘esperança’, tanto numa como na outra é contextualizada no sentido de esperar, como consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Convido você a ler o texto completo a seguir e refletir se não seria melhor termos a esperança sonhar? Já que o sonho pode ser planejado, executado e celebrado?

Fé e esperança

Mão masculina próxima de plantas. Ao fundo, há a luz solar.
gajus / 123RF

“Se podes? Tudo é possível àquele que crê” Marcos 9:23

Todo aquele que possui fé terá a esperança como porto de chegada. Coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Tudo que realizamos tem um objetivo e a vontade de atingi-lo tem por base a fé. Consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”.

Contudo a razão não pode estar ausente desse binômio. Sem ela essa estrutura não tem sustentação, pois a consciência do objetivo colimado deve estar presente, já que somos os seres inteligentes da criação e não podemos prescindir do raciocínio lógico.

Temos no Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB Ed. 131ª, Capítulo XIX, item 7: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade”. Por outro lado, a fé cega, que é desprovida do bom senso, pode desaguar nos excessos do fanatismo, que igualmente padece da falta de fundamento. Resulta dessa irreflexão o insucesso do que se almeja, sendo essa irracionalidade prejudicial a todos.

Referimo-nos a Rodolfo Calligaris no livro “Páginas do Espiritismo Cristão”, p. 17, onde consta: “[…] a fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer”. Nos caminhos da fé temos de percorrer os degraus da paciência, resiliência e perseverança para que as conquistas que repousam na esperança sejam alcançadas. É um percurso que no dia a dia consolida nossas aspirações, sempre amparadas pela prece e louvor a Deus.

Imprescindível nessa trajetória é a realização de obras. A fé não pode se constituir de sentimento inerte. Tal qual a caridade que é o amor na dimensão dinâmica, ela necessita do labor diário para que não esmoreça a esperança. Corroborando essa assertiva, citamos Tiago 2:18 – “Mas alguém dirá: ‘Você tem fé; eu tenho obras’. Mostre-me sua fé sem obras e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras”.

Nesse contexto devemos entender que é preciso ter mérito naquilo que pretendemos conseguir. Nem sempre o que queremos será o melhor e, não raro, não merecemos. Lembremo-nos de que estamos vinculados à lei do merecimento e que Deus soberano e justo nos proverá daquilo de que necessitamos.

No livro “O consolador”, questão 257, encontramos: “A esperança é a filha direta da fé. Ambas estão uma para a outra como a luz reflexa dos planetas está para a luz central e positiva do Sol. A esperança é como o luar que se constitui dos bálsamos da crença. A fé é a divina claridade da certeza”. Elas são fortalecidas quando concebemos a reencarnação e a imortalidade da alma.

A cada existência renovam-se as oportunidades e aspirações. Temos nas bem-aventuranças o manual perfeito para nortear o nosso sentimento de esperança (quem tem fé está no caminho daquilo que plantou no terreno da esperança).

Luiz Guimaraes
Escrito por Luiz Guimaraes
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REFLEXÃO: A FORÇA E A CORAGEM COMO PARCEIRAS NOS DESAFIOS DA NOSSA CAMINHADA

A Força e a Coragem são virtudes do ser humano que precisam caminhar e atuar juntas nos desafios que nos acometem diariamente. Uma é complemento da outra. Há momentos que precisamos de uma, em outros momentos precisamos da outra e, às vezes necessitamos das duas juntas. Por isso, é importante refletir sobre isso para sabermos a hora certa de usar um e outra. Então convido você a ler o texto a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Mensagem de força e coragem:inspire-se a lutar pelo que quer

Força e coragem

Você se considera uma pessoa de coragem?

E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada?

Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.

E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.

Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.

Eis aqui alguns exemplos:

É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.

É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.

É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.

É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.

É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.

É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.

É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas.

É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.

É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.

É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.

É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.

É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.

É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral.

É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.

Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.

Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.

***

A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor.

Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.

(Da equipe de redação do Momento Espírita)

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O MEDO GERADO PELAS CRENÇAS LIMITANTES NOS IMPEDE DE CONHECERMOS A VERDADE

No texto Transcendendo as ilusões a seguir o autor fala da prisão em que vivemos nesse plano 3D, das crenças limitantes que nos impedem de crescer, evoluir e transcender para planos mais elevados, onde a liberdade impera e não há dor nem sofrimento. O medo gerado pelas nossas crenças limitantes nos aprisiona e nos impede de dar esse salto quântico. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir sair do mundo de ilusões para o mundo da verdade!

Transcendendo as ilusões

Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito ‘

Clemice Petter*

Muita coisa tem sido dita e escrita a respeito da verdade. Muitas pessoas pensam que sabem o que significa viver uma vida espiritual, que sabem o modo, as “práticas” exigidas e o caminho para chegar à verdade. Facilmente esquecemos o que os ensinamentos têm assinalado; está nos Upanishades, foi dito por J. Krishnamurti e por H. P. Blavatsky: “Aqueles que dizem que sabem, não sabem.” A suposição de que sabemos pode ser a maior de todas as ilusões. Se considerarmos a história da humanidade, veremos que aqueles que pensavam que sabiam, que tinham certeza e que criaram fórmulas e moldes para a vida, e assim se colocaram na posição de ditar aos outros como viver, foram as pessoas que trouxeram miséria e corrupção.

Nossa estrutura social está construída sobre moldes de respostas prontas aos desafios da vida. Nossos sistemas educativos estão voltados a moldar a mente da criança numa direção preestabelecida. Pensamos que sabemos qual é o modo correto de vida, e assim, ensinamos aos nossos filhos a serem tão infelizes quanto nós. Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito, as muralhas do “conhecimento”.

Pelo fato de termos sido moldados segundo um determinado padrão, pensamos que seguir um padrão é um modo de vida. Cada um tem sua própria fórmula a respeito do que os outros devem fazer ou ser. Certamente não aplicamos nossas teorias a nós mesmos, em nossa própria vida; mas queremos que os outros as apliquem em suas vidas. Temos certeza do que há de errado no mundo e de que sabemos como pode ser corrigido, mas somos impotentes no nosso próprio lar. Não sabemos como pôr fim às nossas tristezas, às nossas incertezas diárias e aos nossos medos profundos, nem sabemos como responder aos nossos filhos quando nos fazem as perguntas mais simples e mais inocentes. O fato é que não sabemos como nos relacionar, como vivermos juntos em harmonia e cooperação. Divisão e competição têm sido o modo de vida dos seres humanos neste planeta.

Sendo assim, o que realmente sabemos, e não o que pensamos que sabemos? Lemos muitas coisas em livros e ouvimos as conclusões a que as pessoas chegam, e, portanto, pensamos que sabemos. Quanto mais lemos, mais pensamos que sabemos. Quanto mais pensamos que sabemos, menos entendemos. O conhecimento fecha a porta à compreensão; isso é muito fácil de ver, se realmente quisermos olhar. Portanto, o grande inimigo da humanidade no atual estágio de ignorância é o conhecimento. Isso pode soar um tanto contraditório, mas não é, porque ignorante é aquele que não conhece a si próprio. Não importa quantos livros se tenha lido, se esses livros são sagrados ou mundanos, ou quantos títulos antecedem o nome da pessoa – se não tem autoconhecimento, o ser humano é um ignorante. Se a pessoa percebe o que está ocorrendo no mundo, verá que a atual estrutura social é o resultado da ignorância humana.

A ciência avançou tremendamente no último século, mas foi incapaz de resolver os nossos mais básicos problemas; pelo contrário, eles estão aumentando. Vivemos na era da informação – jamais anteriormente na história da humanidade tivemos tanto conhecimento – e, contudo, estamos enfrentando a maior de todas as crises. Sabemos muito, mas entendemos tão pouco… O conhecimento não está ajudando o ser humano a despertar a natureza humana  gentileza, compaixão e responsabilidade que permanece oculta. Para lidar com isso precisamos compreender a nós mesmos. O autoconhecimento é a chave que abre os portais desta prisão autoimposta, é o caminho para a liberdade, e essa liberdade é o libertar-se do “eu” e do “meu”. Sem liberdade, a aquisição incessante de conhecimento leva inevitavelmente à autodestruição, como podemos ver acontecendo bem diante dos nossos olhos: a insana destruição do meio ambiente, a poluição da água e do ar e o envenenamento deliberado do nosso próprio alimento. Estamos destruindo nosso próprio lar e somos incapazes de ver; consequentemente, não conseguimos mudar isso.

                                                                  Espírito cooperativo

Para ir além da ilusão, precisamos primeiramente entender o mundo por ela criado. O mundo no qual vivemos é um mundo que não conhece a compaixão, que está se tornando cada vez mais violento, brutal e competitivo. Existem aqueles que dizem que a competição é o caminho, que precisamos ser competitivos para progredir. Isso mostra apenas o quão pouco entendemos. Precisamos questionar o que chamamos de progresso e civilização. Ensinar às crianças nas escolas a serem competitivas é um crime contra a humanidade, pois a competição mata o espírito cooperativo; ensinar às crianças uma fórmula para a vida, dizendo-lhes o que devem sentir, como devem amar, é ainda pior. Dizer-lhes o que é o amor é matar a inocência e estupidificar a mente. A verdadeira educação é permitir à criança pensar por si mesma, e não lhe ensinar o que pensar. Até aqui não entendemos ainda este fato simples e óbvio.

Blavatsky nos advertiu a respeito da necessidade de se entender os modos e meios da mente, para não sermos escravos dela. Na primeira página de A Voz do Silêncio, ela escreveu: “A mente é a grande assassina do real. Que o discípulo mate o assassino.” Ela disse que devemos “buscar o rajá [rei] dos sentidos, o produtor de pensamento, aquele que desperta a ilusão.” Blavatsky escreveu isso há mais de cem anos; quantos realmente deram atenção a este ensinamento básico? Muito poucos, parece.

Krishnamurti viajou pelo mundo por mais de sessenta anos explicando, em centenas de locais diferentes, essas afirmações curtas e profundas feitas por Blavatsky. Quantos de nós somos capazes de lhe dar ouvidos? Nenhum instrutor antes de Krishnamurti foi tão profundo e explicou de modo tão detalhado o despertar das ilusões e os meios e modos da mente – a grande assassina do real. Mas, pelo fato de sua linguagem ser simples, de ele não se apresentar
como autoridade e nada prometer, poucos querem ouvi-lo.

Krishnamurti não alega que sabe, ele convida a viajar com ele, a descobrir por si próprio, caminhar juntos como amigos; e caminhar juntos é muito difícil para nós, porque estamos acostumados à autoridade. Nós adoramos autoridade estabelecida pela mente; somos incapazes de ver a natureza destrutiva da autoridade no reino psicológico.

Para ir além da ilusão precisamos sentir o impulso, sermos sérios e capazes de permanecer sós. Assim, a primeira coisa a compreender é a nossa própria ignorância; mais uma vez Blavatsky advertiu sobre isso. Gostamos de pensar que somos grandes e que sabemos. É a vaidade que nos cega; em vez de começar com o primeiro passo pensamos que podemos saltar até o último; em vez de começar a caminhar, pensamos que podemos começar com a chegada. Mas não existem atalhos ou milagres que possam nos fazer entender o mecanismo do nosso criador de ilusões, dessa máquina de pensar chamada mente. Isso pode parecer possível – afinal, a mente é perita em enganar.

      A chave da prisão

Não existe saída desta prisão autoimposta na qual os seres humanos vivem. O autoconhecimento é a chave, e isso foi esclarecido por Blavatsky mo prefácio de A Voz do Silêncio: “O Livro dos Preceitos Áureos – alguns dos quais são pré budistas, ao passo que outros pertencem a uma época posterior – contém uns noventa pequenos tratados distintos. Destes aprendi de cor, há muitos anos, trinta e nove. Para traduzir os outros, teria que recorrer a apontamentos
dispersos entre um número de papéis e notas, acumulados em vinte anos e nunca postos em ordem, demasiado grande para que a tarefa fosse fácil. Nem poderiam eles ser, todos, traduzidos e dados a um mundo demasia- do egoísta e aprisionado aos objeto dos sentidos, para que pudesse estar preparado a receber, com a devida atitude do espírito, uma moral tão elevada. Porque, a não ser que um homem se entregue perseverante ao cultivo do autoconhecimento, ele jamais dará, de bom grado, ouvidos a conselhos de tal natureza.” [itálico acrescentado]

Aqueles que estão estudando A Voz do Silêncio entendem que o autoconhecimento é o início, é o primeiro passo. Sem ele a pessoa é cega e surda em questões espirituais. Portanto, é totalmente inútil continuar lendo livros se não queremos assumir uma jornada interior que revelará as ilusões projetadas pela mente.

Muitos dizem que ir além da ilusão é apenas para poucos, que não é para todos; seria melhor dizer que é para aqueles que são sérios, para aqueles interessados na verdade, não importa o que aconteça. É para aqueles que não mais estão encantados com a doce canção das ilusões despertadas pelo desejo de conforto, seja físico ou psicológico. Assim, a
verdadeira dificuldade nesta questão é de quanto a pessoa está disposta a abrir mão, o quanto está disposta a considerar, a penetrar dentro de si mesma. Os Instrutores disseram que o “eu” é a ilusão primária. Intelectualmente sabemos disso, mas não conseguimos entender ou ver. Não conseguimos entender que esse “eu” seja criação da mente, e, enquanto não entendermos os modos e meios da mente, não conseguiremos ver as ilusões que são os seus subprodutos.

A mente é uma ferramenta cega destinada a ser usada pela inteligência. O problema é que os seres humanos transformaram uma ferramenta cega no rei supremo – um rei cego, adorado por ignorância. A ilusão de que existe inteligência na mente é criada pela falsa impressão de que, pelo fato de termos desenvolvido muita tecnologia, somos inteligentes. Mas tecnologia é basicamente o conhecimento do processo mecânico das coisas, enquanto a inteligência está muito além do mecânico.

Para a inteligência se concretizar é preciso desenvolver a mente e o coração; inteligência significa amor, compaixão e responsabilidade. Responsabilidade no sentido de poder responder – e para isso precisamos primeiramente ser capazes de ouvir. Para ouvir precisamos ser sensíveis; portanto, para a inteligência se concretizar, precisamos trabalhar muito. Não é uma tarefa fácil para uma mente preguiçosa, uma mente que foi colocada para dormir pelas crenças. A mente mecânica, sem a luz da inteligência, está propensa a criar cada vez mais miséria, como atualmente está acontecendo no mundo. nos dividiu em eu e você, meu país e seu país, é o que está destruindo a ca-
sa em que vivemos – a Terra. O poder dessa ilusão é tal que nos torna incapazes de ver que estamos destruindo o próprio ambiente no qual estamos nos desenvolvendo. Nos últimos cinquenta anos, em nome do que orgu-
lhosamente chamamos de progresso, destruímos o meio ambiente com uma velocidade inacreditável. Pensamos que somos inteligentes e civilizados, mas a realidade mostra o contrário; somos bárbaros, como éramos há dois mil anos ou mais. Temos que mudar agora, não no futuro, porque o comportamento humano tornou-se uma ameaça à vida no planeta.

Para transformar a sociedade, precisamos transformar a nós mesmos; isso é muito óbvio. Não podemos ter uma sociedade diferente com o mesmo tipo de mentalidade que criou essa desordem. Para trazer ordem ao mundo precisamos trazê-la a nós mesmos. Pensar que podemos ajudar a humanidade a se livrar dos pensa-
mentos, sentimentos e comportamentos desordenados e conflitantes é a mesma coisa que pensar que podemos limpar uma casa com um pano sujo e uma água suja.

Ir além da ilusão é pôr fim ao “eu”, o local de origem de toda a miséria e degeneração humana.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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REFLEXÃO: ENQUANTO HÁ VIDA HÁ A CHANCE DE O AMOR FLORECER

Uma felicidade muito grande encontrar o texto maravilhoso que tenho o enorme prazer de publicar, aqui na coluna REFLEXÃO, nesta sexta-feira, pois fazia muito tempo que não encontrava um texto que me tocasse tanto quanto este. Uma lição de vida fabulosa o valor e a força da GRATIDÃO. O texto não menciona a palavra gratidão nenhuma vez, mas está intrinsecamente implícito o sentimento de gratidão da personagem dessa bela história. Portanto, não deixe de ler, você vai se emocionar, assim como eu!

Onde o Amor Floresce [Doc] | 4K - YouTube

Onde o amor floresce

Existem vidas que transmitem grandes lições. Quase sempre são criaturas que não são famosas, nem por serem artistas, políticos, ou terem realizado feitos que alteraram o destino da humanidade.

São pessoas que vivem o dia-a-dia, junto a outras tantas. Geralmente poucos lhes lembram os nomes.

Recentemente, num documentário televisivo a respeito do holocausto, ouvimos a história de uma jovem polonesa e seu drama, durante a segunda grande guerra.

Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, sua família viveu alguns meses, escondida em um porão.

Descobertos, contudo, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.

No campo de concentração, onde foi colocada, ela padeceu os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam. Ou eram mortas. Ou se matavam.

A essa altura, o repórter perguntou à entrevistada se ela nunca pensara em se matar.

“Sim,” disse ela. “Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.”

Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse um dia: ‘filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.

E me fez prometer que jamais eu desistiria de viver.

Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais 4000 mulheres foram obrigadas a uma marcha forçada pelos alemães, em fuga das tropas aliadas.

Finalmente, um número muito pequeno delas, que não haviam morrido no longo trajeto, foram abandonadas num campo de concentração e encontradas, mais tarde, pelos americanos.

Aquelas mulheres estavam desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza.

Ela mesma, confessa, tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente. E não tomava banho há 3 anos. O seu tempo de aprisionamento.

Então um oficial americano, muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão.

Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.

Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras de televisão, ela e o marido mostravam a alegria de sua união.

Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços, naquele dia distante.

Ela não somente teve a sua vida salva naquele momento, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.

Um amor que atravessou meio século e continua tão forte e especial como nos dias do início namoro.

Um amor que foi concebido ao final de uma hecatombe, e em que o primeiro encontro foi num ambiente de dor, miséria moral e intenso sofrimento.

Ele era o jovem robusto, vigoroso. Ela, uma esquálida jovem, pouco mais que adolescente, sofrida e quase sem esperanças.

Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para encontros e reencontros de almas que se desejam unir pelo amor.

***

Se os dias lhe parecem demasiado pesados, com sua carga de problemas, não desista de lutar.

Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.

Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.

Não se esqueça: o amor de Deus nunca falha! Aguarde.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em documentário televisivo

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A FILOSOFIA INDIANA É UM DOS GRANDES LEGADOS QUE RECEBEMOS DO ORIENTE

                 A FILOSOFIA DO YOGA

“A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”

Cleber Pacheco*

Resultado de imagem para A sabedoria do yoga

A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade  ,em busca da integração interna e da união com o divino.

Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito mais profundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freu visava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal.

Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua além do nível pessoal, alcançando o arquetípico. Mas, a rigor, a Segunda Psicologia ocorreu por meio de Abraham Maslow, Eric Fromm e outros, concentrando-se não apenas no aspecto doentio, mas dando enfoque ao ser humano saudável, dito “normal”, em busca de sua essência.  contribuição  foi levar a psicologia

A Terceira Psicologia volta-se para a Supraconsciência, ou seja, é a psicologia dos seres autorrealizados,  aqueles que já desenvolveram todas as suas possibilidades de crescimento.

Os Yoga-Sutras sistematizara tudo isso muito antes da psicologia ocidental, de modo científico e integrado com a filosofia, sendo, portanto, um caminho completo, que abarca toda a experiência humana na Terra– cuja tarefa é conhecer o mundo manifesto para alcançar o imanifesto, o puro ser, e unir-se a ele por inteiro. Assim, uma vez autorrealizado, o ser humano se torna divino, e, em unidade e totalidade, contribui para auxiliar a todos aqueles que trilham o caminho espiritual.

Trabalhar o ser humano de modo integral é a tarefa proposta pelos Sutras. Cuidar do corpo, lidar corretamente com o prana, a energia vital, trabalhar a mente e libertá-la de to-

dos os seus condicionamentos, a fim de que ela se torne um instrumento adequado para a manifestação de Atma, o nosso eu verdadeiro. O trabalho mais intenso e profundo a ser feito dá-se em nível mental, pois é este o local onde a união proposta pelo yoga deve ocorrer. É a mente que divide; nela reside a dualidade, a ilusão da separatividade, de solidão, gerando desordem.

O conflito só existe na dualidade, onde os opostos lutam entre si, um do yoga A sabedoria Cleber Pacheco* A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade, em busca da integração interna e da

união com o divino. Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito maisprofundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freudvisava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal. Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua contribuição foi levar a psicologia “A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”tentando conquistar e possuir o outro, podendo fazer uso da força, e até mesmo da violência, se achar necessário. A dualidade gera medo. Por sua vez, este produz insegurança e a sensação da necessidade de luta, de fugir da dor para obter o prazer. Uma vez alcançada a unidade, o medo desaparece, assim como a necessita de lutar ou de fugir. Não há mais oscilação de um extremo para outro. O yoga nos ensina que é possível ir ainda além da reconciliação dos opostos. Ele nos possibilita uma integração total. Os obstáculos mentais são removidos e a iluminação enfim ocorre.

Afirma um dos Sutras: “Falta de percebimento da realidade, o senso de egoísmo, atrações erepulsões  emrelação a objetos e o forte desejo de viver são as grandes aflições ou causas de todas as misérias da vida.” A capacidade de dizer muito com um mínimo de palavras é característica dos Sutras, que exigem um estudo sério por parte dos aspirantes e, com isso, levam cada um a vencer suas próprias limitações a fim de alcançar a compreensão da riqueza de significados neles existentes.

Explicar e analisar detalhadamente todas as etapas necessárias para chegar à autorrealização é tarefa mais importante e prodigiosa que o sistema do yoga nos traz. É um verdadeiro tesouro legado a todos, indicando, com grande sabedoria, como podemos cumprir o autêntico objetivo de nossas vidas.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONTÁGIO PELO VÍRUS DA EMPATIA

         O vírus da empatia

Se esse vírus nos contagiar, teremos respeito para com o outro, aí inclusos a quebra da propagação da doença, a solidariedade para com os afetados e as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos da pandemia

Fernando Gaspar*

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Necessitamos uns dos outros. É um fato essencial. É a primeira grande lição espiritual e física da vida humana, se analisada retrospectivamente. Afinal, ao nascer, dependemos completamente dos nossos pais.

Na verdade, a necessidade da colaboração entre duas pessoas retroage à concepção. A lição se repete ao longo de toda a vida, nos mais diversos aspectos sociais. Já abordamos o tema em outro artigo. Em certas circunstâncias, a interdependência se torna mais evidente, mais aguda. É o caso de uma pandemia, onde um responde pela doença do outro. Nessas ocasiões, mais do que nunca, deveríamos optar pela empatia, pelo engajamento e pela solidariedade em prol da saúde.

Quando o mundo vive a propagação de uma doença contagiosa e para a qual não há tratamento específico, mas a perspectiva de uma vacina, então entra em cena a importância crítica dos cuidados preventivos. Nesse contexto, nossa saúde depende diretamente da higidez e dos cuidados de outras pessoas, pois a transmissão da infecção se dá de um infectado para um são, de diferentes modos, inclusive pelo ar, segundo a OMS. A preocupação consigo nos leva a desejar que todos cooperem para quebrar a cadeia de transmissão, inclusive aderindo a programas de vacinação, uma grande conquista científica.

Além de amor próprio, necessitamos, literalmente, de amor ao próximo, já que a proximidade é um fator crucial para o contágio. Acontece que grande parte dos infectados tem poucos ou nenhum sintoma. Deste modo, a conscientização de que cada um pode ser vetor silencioso para a doença ou a morte de outros é crucial para que todos adotem medidas higiênicas preconizadas pela ciência e pelas autoridades. Exige-se, portanto, uma  preocupação consigo e com os demais. Ninguém é excluído: “amai (até) vossos inimigos”, porque todos são potenciais vetores da doença e da morte, indiscriminadamente.

O grupo do neurocientista Giácomo Rizzolatti descreveu, em 1996, a existência dos chamados neurônios espelhos. Eles constataram, inicialmente, que certas áreas do cérebro são ativadas quando executamos determinadas atividades ou simplesmente observamos sua execução por outras pessoas. A existência dessas células sugere a importância da interação como um aspecto evolutivo e oferece uma base biológica adicional para a empatia.

Preocupar-se com os demais, colocar-se no lugar deles, é ter empatia. Sabe-se que a Covid-19 pode ser mais grave em certos grupos, como idosos e portadores de doenças. Cabe ao forte e ao jovem cuidar-se, tendo em vista a possibilidade de levar o vírus até aquelas pessoas. Dessa forma, posicionando-se na perspectiva de terceiros, deveremos adotar a postura fraterna, que implica no reconhecimento de que somos irmãos, considerando-se nossa origem espiritual e planetária, com destinos comuns. Sem dúvida, é nosso dever não infectar.

                            Unidade e interdependência

Estamos todos submetidos às mesmas leis universais. Do ponto de vista espiritual, o budista em geral reconhece ao menos duas dessas leis, a do karma e a do renascimento. A primeira faz retornar a cada um conforme suas obras, em todas as dimensões da vida. Diz o Vinaya Pitaka: “Quando os frutos da retribuição estiverem maduros, não há onde se ocultar.” Já o renascimento significa reviver nas formas. Ambas as leis têm implicações morais e éticas.

No olhar do filósofo Adolfo Váz quez, no livro Ética, a moral envolve os costumes, os hábitos e os valores de um grupo social numa dada época e lugar, sendo, portanto, variável. O comportamento moral, por sua vez é objeto de uma ciência chamada ética. Assim, aplicada à Teosofia, o reconhecimento das leis do karma e do renascimento pode mudar a moral e suas consequências éticas.

Como o ponto central da moral é a atuação, influência ou repercussão sobre o outro, a empatia ganha especial relevância. No Budismo, esse aspecto surge sob a forma de compaixão. Tocado pela possibilidade causar, de modo involuntário, o adoecimento do próximo, o budista cuida-se. Consequentemente, zela pelos demais. O cristão pode atribuir a mesma atitude à misericórdia com vistas à providência divina. De qualquer modo, o sentimento de simpatia alheia evoca o senso de unidade entre os seres, um flagrante monismo cósmico, que deve nortear nossas ações com vistas à empatia.

O próprio vírus é um exemplo de unidade e interdependência. O SarsCov-2, causador da Covid-19, é um parasita intracelular, como qualquer vírus. Logo, ele depende da célula hospedeira para se multiplicar e se propagar. Esse mecanismo viral é, por si só, um exemplo de dependência. A propósito, em termos teleológicos, o vírus possivelmente não “deseja” a morte do hospedeiro, uma vez que, quanto mais tempo este sobreviver, mais vírus serão produzidos. É sabido que os seres visam perpetuar-se, e colaboram nesse sentido.

Nessa discussão, naturalmente  emerge nossa relação com outros reinos da natureza, a começar pelos micróbios. Os micro-organismos constituem os seres vivos mais abundantes do mundo. Em relação a eles, os humanos são minoria: eis um recado para que respeitemos adiversidade  e as minorias entre nós mesmos, humanos, haja vista ser comum agirmos contra minorias. Sejamos empáticos. Afinal, se aquela lógica numérica fosse aplicada a nós, e não apenas entre nós, seríamos subjugados ou extintos em prol de outras criaturas. Outro ponto é que não devemos subestimar uma doença somente porque uma  minoria adoece gravemente; afinal, todos são importantes. Neste caso, pensar o contrário é faltar com a empatia e a fraternidade.

A despeito de sermos uma minoria entre os seres vivos, somos portadores de características singulares e sofisticadas, como a inteligência e a autoconsciência. Esses atributos nos fazem poderosos, o que torna nossa responsabilidade junto à natureza muito maior, se comparada a outras criaturas. Nossa possibilidade de intervir, para o bem ou para o mal, é enorme. Assim sendo, pela felicidade e bem-estar geral, é um dever pender essa balança para o bem comum, considerando-se a ecologia, da qual não podemos nos furtar.

Sob certo aspecto, a pandemia é um exemplo de desequilíbrio ecológico. Especialistas associam a atual crise sanitária ao desrespeito à natureza. Segundo eles, o desmatamento e o confinamento de animais silvestres trouxeram um antigo vírus das florestas para a cidade. Isso já aconteceu com o HIV e o Ebola. Como resultado, temos uma doença transmissível, as mortes e as sequelas da doença, e do isolamento social, passando pela economia e pela subsistência dos povos. Isso ocorre quando nos falta empatia para com a natureza.

O vírus expõe nossa condição de filhos da Terra e do Cosmo. Ele não faz distinção e representa uma ameaça potencial para qualquer pessoa, a despeito de gênero, idade, raça, nacionalidade, profissão, status, opção política, etc. No papel de vilão, é irônico constatar que o vírus é  me- nos preconceituoso e seletivo que os humanos. Ele pode invadir qualquer um. Unidos pela vulnerabilidade, os humanos deveriam reproduzir o caráter universal do vírus e fomentar uma visão que supere as aparentes diferenças entre nós. O vírus que não distingue ninguém deveria nos tornar mais espiritualizados; ele deveria ser o vírus da empatia, mas isso depende de nossa postura e atitudes.

Para o teósofo Pablo Sender, em Theosophy and Conscious Mind, o “As essências visíveis e invisíveis  do universo nos une à nossa origem. Estamos ligados por elementos comuns. Essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa.” problema fundamental na raiz dos nossos equívocos é a ignorância a respeito do que realmente somos. De fato, não por acaso Delfos diz: “Conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e os deuses.” Nas dimensões sutis da existência há a essência que tudo permeia e de onde tudo provém O acesso consciente a esses níveis contém a chave do autoconhecimento e, por conseguinte, da sabedoria universal. E quanto mais profunda a autoconsciência, maior o poder de empatia, de amor e compaixão. Mas qual a origem da autoconsciência?

P. Blavatsky afirma que a autoconsciência individual surge na mente e por causa dela. A noção de ego está atrelada à mente. Por outro lado, os níveis mais profundos dos seres, para além da mente, são níveis coletivos, impessoais. Esses últimos planos de existência unificam a tudo e a todos, representam a raiz precípua de onde qualquer coisa se origina, do mineral ao homem, passando pelos diversos seres vivos ou os ditos inanimados, como os vírus cristalizados.

Em geral, os teósofos tomam o plano espiritual como a raiz fundamental e primeira de tudo que existe. De seus raios surge a miríade de possibilidades. Mas esse nível é indescritível, inconsciente (em nossa perspectiva mental) e por isso já foi tido pelos antigos como sendo nada, embora seja o incompreensível tudo–  assim como o infinitamente grande ou pequeno é um nada para nossos

Comparado ao espírito, buddh já possui certa consciência (que, na verdade, é estupenda, dada sua magnitude), embora para a mente ele seja ainda inconsciente. Para fins de comparação, imaginemos nosso corpo: estamos conscientes dele, mas nós mesmos estamos mergulhados num Cosmo esplendidamente infinito e ignoto. Embora o Cosmo seja o espetaculoso poder total, em nossa limitada visão ele é inconsciente.  sentidos. Importa considerar, portanto, que o espírito é um elemento universal. Para alcançar a mente, ele lança mão de um veículo intermediário chamado, em sânscrito, buddhi.

Segundo Blavatsky, buddhi pode ser comparado a uma folha de papel em branco. O espaço onde este se situa é Atman (Espírito), ao passo que o papel pode ser comparado a uma “condensação” transitória do raio do Atman, chamado buddhi. Esse papel, que é uma unidade onde tudo se inscreve, não admite dualidade ou egoísmo, até porque aí tudo se delineia e o ego inexiste. Na prática, é a fonte longínqua da empatia que resulta no altruísmo. É a origem do amor universal e irrestrito. A empatia é, portanto, um reflexo desses planos impessoais profundos e elevados na mente e nas emoções do ser humano.

A dependência mútua nos une por fios invisíveis, assim como as essências visíveis e invisíveis do universo nos une à nossa origem. O átomo em nosso corpo teve origem numa estrela que, num instante crítico e remoto, explodiu. Estamos ligados por elementos comuns. Num outro nível, essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa. Se não cultivarmos o amor ao próximo, respeitando-o, jamais seremos plenamente felizes.

Para usar uma metáfora, podemos concluir que se o “vírus da empatia” nos contagiar, teremos o devido respeito pela natureza e para com o outro, aí inclusos o autocuidado e a quebra da cadeia de propagação da doença. Deve aparecer a solidarieda- de para com os afetados pela enfermidade, suas sequelas e para com as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos. Afinal, na borrasca surgem grandes oportunidades para que a espiritualidade e o amor fraterno que estão na essência das religiões se manifestem.

Fonte:  REVISTA SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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CRÔNICAS: A CICATRIZ, POR ANA MADALENA

Bem que o texto de hoje da nossa querida Ana Madalena poderia estar na coluna REFLEXÃO ao invés da coluna CRÔNICAS, pois nos convida a refletir sobre o mundo desumano em que estamos vivendo, de cada um por si, do farinha pouca meu pirão primeiro, do venha nós o vosso reino, enfim, um mundo recheado de tanto egoísmo, que nem nos damos conta da importância e do valor da fraternidade, e da compaixão, que precisamos enxergar, apesar das cicatrizes que acumulamos ao longo da jornada. Então convido você a ler este lindo e ao mesmo tempo profundo texto reflexivo desta extraordinária escritora!

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“Quem tem o mel, dá o mel
 Quem tem o fel, dá o fel
 Quem nada tem, nada dá”.
       Da sagrada escritura dos violeiros, Zé Ramalho

A cicatriz

Eu tinha até intenção de responder direitinho, mas sem tempo, resolvi abreviar. Para um bom entendedor, meias palavras … A pesquisadora ficou muito chateada, mesmo eu não sendo obrigada a responder. Ainda teve aquela cena de humilhação com a mocinha que estava ao meu lado. Fiquei extremamente indignada;  não admito ver maus tratos, muito menos fazer terceiros de saco de pancada. Em época de extremismos, um pouco de empatia é pedir demais? Sinceramente, os tempos podem ser outros, mas eu sou a mesma. Certas coisas eu não abro mão. Pronto, falei.
Cena: estava eu no supermercado quando apareceu uma moça fazendo pesquisa. O foco era sobre as aglomerações no verão. Enquanto analisava a tal pesquisa, uma senhora muito bem vestida caminhava ao lado de uma mocinha, que empurrava o carrinho. A senhora dizia o que levar, talvez lendo uma lista pelo celular. De repente ouvi um xingamento. A moça, bem assustada, explicava que colocara “aquilo” porque estava acabando. A reclamação continuou e ficou impossível não ouvir. Como elas estavam passando pela gôndola dos temperos, conclui que um orégano da vida tenha sido o motivo do destempero de tão “elegante” senhora. Sabe vergonha alheia? Eu senti. Por trás das máscaras, cada uma de nós escondeu um sentimento. Nessa hora meu celular tocou; era meu pai avisando que fosse pegá-lo no dentista. Devolvi a pesquisa, explicando que não poderia me demorar, mas mesmo assim a moça me seguiu até o caixa, insistindo para que eu terminasse o questionário. Foi quando escrevi em letras garrafais BAIXA HUMANIDADE e devolvi a pesquisa.
Li um artigo que a falta de empatia começa na infância e tem relação com ausência de limites. A empatia é um sentimento que só pode se manifestar quando nos colocamos no lugar do outro; está ligado à compaixão e ao processo de identificação, além de ser um exercício, uma competência, que só se desenvolve com a prática. Parece muito simples mas, um exemplo bem atual, as aglomerações nessa pandemia, mostram exatamente o oposto. E olha que estamos falando em salvar vidas…
O que determina a origem da civilização? Para a antropóloga Margaret Mead, o primeiro sinal de civilização em uma cultura foi um fêmur cicatrizado há quinze mil anos encontrado num sitio arqueológico.  Explico: houve um tempo em que a lei era matar ou morrer; não existia mimimi. Uma pessoa machucada atrapalhava todo o restante do grupo, por isso muitos eram deixados à deriva. Ter um osso cicatrizado era sinônimo de cuidado, de amor ao próximo. Alguém despendeu tempo para com o outro. Dito isso, fico me perguntando qual seria a resposta para essa mesma pergunta nos dias atuais… A impressão que tenho é que estamos vivendo uma regressão civilizatória.
Ou não! Enquanto estava aqui refletindo, recebi uma mensagem de padre Robério, um amigo de muitos anos. A mensagem: ” O Papa Francisco comemorou o primeiro Dia Internacional da Fraternidade Humana, participando de um encontro virtual dia 04 de fevereiro de 2021, organizado pelo Xeique Mohammed bin Zayed, em Abu Dabi”. Segundo o Papa, a fraternidade é a nova fronteira da humanidade.
“Fraternidade significa estender a mão, significa respeito, significa ouvir com o coração aberto, significa firmeza nas próprias convicções.  Não existe fraternidade se as convicções forem negociadas. Esse é o momento de ouvir. É o momento da certeza de que um mundo sem irmão é um mundo de inimigos. A indiferença é uma forma sutil de inimizade. Não é preciso uma guerra para fazer inimigos”.
Eu sou uma pessoa otimista! Ainda acredito na humanidade. Sei que vamos cuidar de ossos quebrados e, principalmente das cicatrizes que não aparecem. Finalizo com uma mensagem de Fernando Pessoa:  “Somos anjos de uma única asa e, só podemos voar, quando nos abraçamos uns aos outros”. Vamos refletir!
Um abraço fraterno.
Ana Madalena
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRANSFORME SUA MANEIRA DE VER SUAS METAS PARA PODER ALCANÇÁ-LAS

DESENVOLVIMENTO PESSOAL é uma prática diária e sendo assim vivemos de metas a serem alcançadas, mas essas metas não são alcançadas. Não é sobre O QUE você quer ser, mas QUEM você quer ser. Mude esse paradigma e alcance facilmente suas metas. O vídeo a seguir é sobre as suas metas para esse ano. Então, o que está esperando para alcançá-las?

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO, COMO SAIR DELA? PARTE 2

Continuando a nossa série ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, No vídeo de hoje, continuO falando sobre zona de conforto, porém focando mais em como sair dela, já que ela é uma das grandes responsáveis por tantos problemas de saúde que as pessoas tem. Precisamos quebrar paradigmas para sair da nossa zona de conforto e, assim, conseguir mudar nossa realidade. Então assista ao vídeo completo a seguir e conheça dicas poderosas para não cair nessa armadilha!

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PSICOLOGIA: “BIRD BOX” SOMOS NÓS HOJE?, POR ROSSANDRO KLINJEY

Achei super interessante o vídeo que estamos publicando neste domingo, aqui na coluna PSICOLOGIA do renomado psicólogo Rossandro Klinjey, onde ele faz uma análise muito precisa e clara sobre o filme “Bird Box”, que retrata uma sociedade desconectada, que muitas vezes deixa as pessoas isoladas, solitárias e desesperançosas, mas que apesar disso existe um elo invisível que une a todos e que as pessoas não sabem ou não percebem. Então convido você a assistir o vídeo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO – COMODISMO X EGO – PARTE 1

Hoje estamos iniciando uma série de vídeos com o tema ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO. O Consultor, Escritor e Palestrante Wagner Braga vai explorar bastante essa que talvez seja a maior responsável pelo atraso no desenvolvimento pessoal e espiritual da maioria dos seres humanos. Desde os primórdios, o homem sempre ficou dentro da sua zona de conforto. No vídeo de hoje, falo um pouco sobre zona de conforto, algo que tem relação direta com o ego. Um aprofundamento na relação entre zona de conforto e saúde, um dos aspectos mais importantes e que vai ficando para depois devido a correria do dia a dia. O que você tem feito para sair da sua zona de conforto?

🔸 Livro: Coração, Intuição e Gratidão – https://blogdosaber.com.br/produto/co…

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