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BRASILEIROS APROVEITAM A VIDA EM PARIS APÓS REABERTURA

Após reabertura, brasileiras aproveitam a vida em Paris

França reabriu museus, cinemas, teatros e a área externa de bares e restaurantes no último dia 19

INTERNACIONAL

Sofia Pilagallo*, do R7

Clientes em um café da cidade no dia da reaberturaClientes em um café da cidade no dia da reabertura CHRISTIAN HARTMANN – REUTERS – 19.05.2021

Os franceses, que há praticamente sete meses não saíam às ruas, agora têm mais um bom motivo para comemorar a chegada do verão no Hemisfério Norte, no próximo dia 21: a reabertura de museus, cinemas, teatros e da área externa de bares e restaurantes, ainda que com uma série de restrições. A medida, em vigor desde o último dia 19, é parte de um plano governamental de quatro etapas para aliviar a última quarentena, que teve início em 3 de maio.

Neste dia, enfim, a França começou a caminhar a passos estreitos rumo ao fim de um longo e restrito confinamento. As escolas reabriram as portas, os cidadãos voltaram a poder circular livremente sem a necessidade de apresentar um atestado de locomoção — documento que justificasse a saída por motivo de força maior — e o toque de recolher foi postergado das 19h para as 21h.

No penúltimo estágio, com início nesta quinta-feira (9), todos os estabelecimentos, com exceção de boates, serão reabertos e as pessoas passarão a poder voltar para casa ainda mais tarde, às 23h. O país também reabrirá suas fronteiras para viajantes da União Europeia, sob a condição de apresentarem um teste PCR negativo realizado até 72 horas antes do embarque.

Por fim, em 30 de junho, espera-se que a França retome a normalidade quase que por completo. As boates permanecerão fechadas, mas não haverá mais toque de recolher ou quaisquer restrições de locomoção.

“Liberdade” é a palavra que define o sentimento da paulista Silvia Fagundes, 38 anos, que há três anos mora em Paris. Em 30 de maio, a primeira vez que saiu depois de sete meses confinada, ela aproveitou o embalo da primavera para visitar uma high line [estação de trem desativada], circuito de cerca de 5km com uma grande variedade de flores.

“Decidimos esperar pelo menos até o fim de maio para tentar evitar aglomerações, mas não teve jeito. O local estava bastante cheio — e, com a chegada do calor, também havia algumas pessoas que ficavam tirando e colocando a máscara”, conta a brasileira.

“O fato de poder sair e ver gente depois de tanto tempo confinada traz uma sensação tão curiosa que não sei nem descrever. Estava um dia mega ensolarado, eu e meu marido acordamos cedo, passeamos o dia todo. São coisas simples a que antes, talvez não déssemos tanto valor”, completa.

A mineira Aline Araújo, 24 anos, por sua vez, que há dois anos saiu da pequena Araguari, no Triângulo Mineiro, para viver na capital francesa, não conseguiu esperar tanto tempo. Como trabalha durante a semana, sua primeira saída ocorreu no primeiro sábado após a reabertura, dia 22 de maio.

Diferentemente de Silvia, que foi agraciada com um dia ensolarado, Aline teve a infelicidade de pegar mau tempo — mas isso não a impediu de sair às ruas. Determinada a comemorar o fim do confinamento, ela caminhou debaixo de intensa chuva e foi se encontrar com amigos em um bar da cidade.

“Foi muito engraçado porque, como os bares só tinham permissão de reabrir na área externa, eu fiquei sentada segurando um guarda-chuva sobre a cabeça — e achando aquilo maravilhoso”, lembra Aline do episódio com bom humor.

“Minha amiga, que mora em uma cidade vizinha aqui de Paris, conta que no dia da reabertura, chegou a um bar às 9h e saiu pouco antes das 21h, para estar em casa antes do toque de recolher. Saiu, inclusive, uma matéria sobre isso em um jornal local da cidade onde ela mora”, completa.

Pandemia controlada

Atualmente, a França já está com a pandemia relativamente controlada, com uma média móvel de 8.350 casos e 95 mortes nos últimos sete dias. Para Silvia e Aline, a melhora da crise sanitária se deve, sobretudo, aos três longos confinamentos impostos pelo governo desde março do ano passado, bem como às rígidas medidas de higiene e segurança para conter a propagação da covid-19.

No país, o descumprimento das medidas, tais como o uso obrigatório de máscara nos espaços públicos e o toque de recolher, acarretam multa de €$ 135 (cerca de R$ 830). Em caso de reincidência, o valor, que já não é nada baixo, sobe para €$ 1.500 (aproximadamente R$ 9.240).

“O francês não é um tipo de cidadão que aceita muitas regras, mas com multas tão altas, não tem como não acatar”, afirma Silvia. “Ele dança conforme a música, ou seja, segue as regras à medida que elas apertam.”

“É muito difícil ver pessoas sem máscara na rua”, diz Aline. “Também não se ouve falar de festas clandestinas ou coisas do tipo. Há pessoas que pegam o carro e vão para a casa de amigos após o toque de recolher, mas nunca eventos ilegais em bares e boates como vemos ocorrer aí no Brasil.”

Baixa taxa de vacinação

Apesar de a pandemia estar controlada e as brasileiras já terem tomado pelo menos a primeira dose da vacina, apenas Aline se sente totalmente segura para sair às ruas e retomar a vida normal. Silvia ainda fica com um pé atrás e teme o surgimento de uma nova onda de casos, ainda que mais branda.

Isso porque, diferentemente de outros países europeus, como o Reino Unido, onde a vacinação caminha a passos largos, somente 17,6% dos franceses já estão totalmente protegidos contra a covid-19. Silvia e Aline atribuem o fato a uma questão cultural.

“Historicamente falando, o francês é um cidadão que preza muito pela liberdade de escolha”, afirma Silvia. “Ele entende que é uma decisão dele ficar em casa ou não, usar a máscara ou não e tomar a vacina ou não. Estão sobrando tantas doses que até adolescentes estão conseguindo se imunizar.”

“A campanha de vacinação é forte, mas, por outro lado, tem muita gente anti-vacina, sobretudo a população mais velha”, diz Aline. “Não sei o que essas pessoas pensam, mas é certo que são negacionistas. No futuro, acho que elas terão tantos empecilhos para viver uma vida normal, como serem impedidas de viajar e entrar nos lugares, que, uma hora ou outra, não terão mais para onde correr.”

Expectativas para o futuro

Com a chegada do verão e a França caminhando rumo à terceira fase do plano de desconfinamento, as expectativas das brasileiras para o futuro são altas. Ambas gostariam de vir para o Brasil, mas a burocracia para tal é um tanto quanto desanimadora.

Dadas as circunstâncias, Silvia pensa em viajar para Portugal com o marido e já fez até uma lista de passeios que quer fazer nos próximos meses. Aline, por sua vez, no auge de sua juventude, só pensa em poder retomar os shows e festivais que tanto frequentava antes de isso tudo acontecer.

“Sabe aquele sentimento de ‘viver cada dia como se fosse o último’?”, afirma Silvia. “É mais ou menos isso. Sabemos que não será o último, mas se tem uma coisa que a pandemia nos mostrou é que a vida é imprevisível e que devemos aproveitar o aqui e agora.”

“Quero viver intensamente esse momento da reabertura e todos os outros que seguirem”, diz Aline. “Ficar sete meses confinada dentro de casa, ainda mais longe da família e do país de origem, não foi nada fácil. Agora é curtir.”

Fonte: R7

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CONSUMO DE VINHO NO BRASIL LIDERA A DEMANDA MUNDIAL EM 2020

Consumo sobe 18% na pandemia e Brasil lidera demanda por vinho no mundo em 2020

O relatório divulgado esta semana em Paris revela que o ritmo de crescimento do mercado de vinho no Brasil é o maior desde o ano 2000

Fernando Nakagawa

Por Fernando Nakagawa, CNN  

Atualizado 23 de abril de 2021 às 20:18

Consumo sobe 18% na pandemia e Brasil lidera demanda por vinho no mundo em 2020

A pandemia fechou restaurantes e impediu jantares, mas, pelo visto, muitos brasileiros decidiram relaxar em casa e o Brasil foi o país onde o consumo de vinho mais cresceu em todo o mundo em 2020. O fenômeno foi destacado no relatório anual da Organização Internacional do Vinho (OIV). Por aqui, o consumo cresceu 18,4% e, assim, o Brasil foi na contramão do mundo, onde a demanda pelas garrafas caiu 2,8% na comparação com 2019.

O relatório divulgado esta semana em Paris revela que o ritmo de crescimento do mercado de vinho no Brasil é o maior desde o ano 2000. Ao todo, o Brasil consumiu 430 milhões de litros. Nos supermercados e adegas, as garrafas mais comuns têm 750 ml. Assim, o Brasil consumiu o equivalente a 573,3 milhões de garrafas no ano passado.

O relatório anual mostra que o mercado de vinho teve comportamentos muito diferentes entre os grandes mercados. Brasil, Itália e Argentina lideram o grupo minoritário onde o consumo aumentou durante a pandemia. Nesses países, o consumo em casa fez o mercado crescer. O ritmo de crescimento, porém, foi bem menor que o visto no Brasil: 7,5% entre italianos e 6,5% entre argentinos.

Consumo de vinhoConsumo de vinho Foto: Reprodução / CNN

Mas o consumo mundial caiu, principalmente por causa da China, onde a demanda diminuiu 17,4%. Outro grande mercado, a Espanha, teve queda de 6,8%. China e Espanha sofreram do mal do fechamento do mercado “Horeca” – acrônimo com as sílabas de hotel, restaurante e eventos (catering, em inglês) – que ficou basicamente fechado durante a pandemia.

Apesar do crescimento no ano passado, os brasileiros ainda bebem pouco vinho: média de 2,6 litros por ano. Isso dá aos brasileiros a posição 22ª do mundo. Portugal lidera a lista com 51,9 litros por ano e é seguido por Itália (46,6 litros), França (46 litros) e Argentina (27,6 litros)

.Consumo de vinhoConsumo de vinho Foto: Reprodução / CNN

Fonte: CNN

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MÉDICOS DE PARIS DESTACAM QUE EM BREVE SERÃO FORÇADOS A FAZER UMA TRIAGEM ENTRE OS PACIENTES “PARA SALVAR MAIOR NÚMERO DE VIDAS POSSÍVEIS”

Lockdown em Paris não funciona e médicos vão escolher pacientes

Em carta, médicos intensivistas alertam para o colapsto nos hospitais da capital francesa apesar de o governo impor restrições

Dezenas de pessoas se reúnem em frente ao Jardin du Luxembourg, em Paris, neste domingoDezenas de pessoas se reúnem em frente ao Jardin du Luxembourg, em Paris, neste domingo STEPHANE DE SAKUTIN / AFP – 28.03.2021

Um grupo de 41 médicos intensivistas da França publicaram uma carta neste domingo (28) no Journal du Dimanche, alertando para o colapsto nos hospitais de Paris por causa dos altos índices de infecção pelo novo coronavírus. Nem mesmo a estratégia de lockdown tem surtido efeito. Os médicos destacam que em breve serão forçados a fazer uma triagem entre os pacientes “para salvar o maior número de vidas possível”.

Desde o dia 19, o governo da França aplicou o fechamento do comércio não essencial e a proibição de deslocamentos entre diferentes regiões em 16 departamentos do país, incluindo Paris, que somam quase um terço da população nacional. As novas medidas buscam limitar a progressão do coronavírus Sars-CoV-2, causador da covid-19, principalmente no norte do país.
Em Paris, neste domingo, centenas de pessoas se aglomeraram, com e sem máscaras, para participar de uma manifestação contra o aquecimento global.

“A epidemia de covid-19 está de novo em constante progressão em todas as regiões”, destacam os médicos. “É muito cedo para a campanha de vacinação melhorar significativamente o curso da epidemia durante este período crítico. Lembramos, se necessário, que a vacinação continua sendo a arma essencial a médio e longo prazo. Todos os indicadores concordam que as medidas atuais são e serão insuficientes para reverter rapidamente a alarmante curva de contaminações.”

“Com o objetivo de informar e alertar legitimamente nossos concidadãos, nossos futuros pacientes e seus familiares, queremos explicar de forma transparente a situação que vamos ter que enfrentar e como vamos enfrentá-la. Nesta situação de medicina de desastre, onde haverá uma incompatibilidade flagrante entre as necessidades e os recursos disponíveis, seremos forçados a fazer a triagem de pacientes para salvar o maior número de vidas possível. Essa classificação afetará todos os pacientes, Covid e não Covid, em particular para o acesso de pacientes adultos a cuidados intensivos.”

“Nunca experimentamos tal situação, mesmo durante os piores ataques dos últimos anos. Antes de chegar a este período doloroso, mas iminente, faremos todo o possível para atrasar o prazo utilizando todos os recursos humanos e materiais disponíveis, realizando as evacuações médicas tanto quanto possível, mesmo que estas sejam reduzidas. da epidemia em todas as outras regiões. Usaremos todas as soluções inovadoras que possam limitar a progressão para formas graves e reduzir o tempo de internação em terapia intensiva. Essa triagem será feita com o objetivo permanente de garantir a disponibilidade de recursos de cuidados críticos de forma coletiva, equitativa e homogênea em todo o nosso território.”

“A triagem de pacientes já foi iniciada, uma vez que já nos foi imposta uma grande desprogramação médica e cirúrgica e sabemos muito bem que estas estão associadas à perda de oportunidade e ao não acesso aos cuidados de alguns pacientes. Essa desprogramação terá que se intensificar nos próximos dias, logo poupando apenas emergências vitais. Por vários dias, já fomos forçados a pesar cuidadosamente as indicações de certas técnicas excepcionais, como a assistência circulatória.”

Fonte: R7
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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PLANEJA CORTES DRÁSTICOS NAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

EUA voltam oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa

GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nesta sexta-feira (19), revigorando a luta global contra a mudança climática enquanto o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Cientistas e diplomatas estrangeiros saudaram a volta dos EUA ao tratado, que se tornou oficial 30 dias depois de seu presidente, Joe Biden, ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump adotou a ação, alegando que uma ação climática seria cara demais.

O enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais nesta sexta-feira para assinalar a volta dos EUA, aparecendo com os embaixadores do Reino Unido e da Itália, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Kerry e a conselheiro climática doméstica de Biden, Gina McCarthy, estão elaborando novos regulamentos e incentivos com o objetivo de acelerar a produção de energia limpa e a transição dos combustíveis fósseis.

Estas medidas formarão a espinha dorsal da próxima meta de redução de emissões de Washington, ou Contribuição Determinada Nacionalmente, anunciada antes de uma cúpula climática global de líderes que Biden presidirá em 22 de abril. A próxima conferência climática da ONU acontece em Glasgow em novembro.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

Apesar do entusiasmo com a volta dos EUA às negociações mundiais, negociadores climáticos dizem que o caminho à frente não será fácil. As metas climáticas de Biden enfrentam desafios políticos nos EUA, a oposição de empresas de combustíveis fósseis e alguma preocupação de líderes estrangeiros com o vaivém norte-americano nas diretrizes para o clima.

Fonte: R7

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TECNOLOGIA: O FAMOSO BOULEVARD CHAMPS-ÉLYSÉES VAI PASSAR POR UMA EXTRAORDINÁRIA REVITALIZAÇÃO

Um projeto futurista e audacioso é o destaque da nossa coluna TECNOLOGIA. O icônico Boulevard Champs-Élysées será transformado em um ‘jardim extraordinário’, graças a concordância da prefeita de Paris, Anne Hidalgo. O upgrade custará US $ 300 milhões para recuperar o esplendor da lendária Cidade Luz. Leia o artigo completo a seguir, conheça os detalhes e assista ao vídeo!

Veja o upgrade de Paris para o icônico Boulevard Champs-Élysées com um ‘jardim extraordinário’

 

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, concordou com um projeto de restauração de quase US $ 300 milhões para os Champs-Élysées, a famosa avenida no coração da Cidade das Luzes.

O sinal verde chega mais de um ano depois que arquitetos, líderes comunitários e empresas revelaram planos para transformar o trecho de 1,2 milhas da estrada em um “jardim extraordinário”.

Para conseguir este jardim, o plano é reduzir o espaço de estacionamento pela metade, converter estradas em espaços de pedestres, plantar túneis de árvores ao lado de velhos olmos plantados em dias longínquos, que lutam para sobreviver no ar poluído, e geralmente criam mais verde espaços.

“A lendária avenida perdeu seu esplendor durante os últimos 30 anos”, disse um comunicado do comitê da Champs-Élysées em 2019. “A Champs-Élysées tem cada vez mais visitantes e grandes empresas lutando para estar lá, mas para Franceses, está parecendo desgastado. ”

A Champs-Élysées é um lugar onde os parisienses celebram há muito tempo: quando os nazistas foram expulsos, quando Les Bleu ganhou a Copa do Mundo FIFA 2018 e para o desfile anual do Dia da Bastilha.

Antes da pandemia de COVID-19, 100.000 pedestres, mais da metade dos quais eram turistas, gostavam de passear aqui, enquanto o tempo todo mais carros passavam pelo boulevard do que no anel viário de Paris.

O arquiteto Philippe Chiambaretta, cuja empresa está cuidando da reforma, descreveu as questões para o The Guardian como características de todos os problemas enfrentados pela Paris moderna: “poluição, o lugar do carro, turismo e consumismo”. Ele continuou explicando que a Champs-Élysées precisava ser reconstruída em algo “ecológico, desejável e inclusivo”.

Reforma parisiense

Prestação de obras de requalificação planeada dos Champs-Élysées, PCA-StreamOs historiadores da empresa de arquitetura PCA-Stream de Chiambaretta remontam a uma época em que a Champs-Élysées era, embora difícil de acreditar, um pântano e uma área para cozinhar ao ar livre. Então, em meados de 1700, a Champs-Élysées tornou-se o arquetípico passeio europeu.

“A Champs-Élysées acomodou pessoas de todas as classes sociais, bem como todos os tipos de atividades, tanto plebeus quanto eruditas”, explica o artigo . “Sua história é pontuada pela instalação de cafés-concertos, espetáculos de marionetes, bailes – que testemunharam o nascimento do cancan francês -, campos de jogos de bola e pau e assim por diante.”

Hoje, além de tipificar os problemas enfrentados pelo parisiense médio, tipifica os problemas do turismo de massa, ou seja, que o senso de localidade desaparece e o lugar começa a ser “amado até a morte”.

Embora a reforma não esteja completa antes dos Jogos Olímpicos de Verão de 2024 em Paris, uma tentativa de embelezar e repensar outro local famoso, a Place de la Concorde, no extremo sudeste da Champs-Élysées, está programada para ser concluída antes disso.

Outra parte da cidade também receberá um pouco do amor – a famosa torre de Eiffel, que Hidalgo promete transformar em um “parque extraordinário no coração de Paris”. A Champs-Élysées não jogará fora seu tráfego poluente até perto de 2030.

ASSISTA o vídeo de como os futuros Champs-Élysées poderiam ser abaixo.)


Fonte: Good News Network

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A APRTIR DE JANEIRO BIDEN REITERA O RETORNO DOS EUA AO ACORDO DE PARIS

 

Biden reitera retorno dos EUA ao Acordo de Paris a partir janeiro

Presidente eleito afirmou que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Biden deve tomar posse no dia 20 de janeiro

Mike Segar / Reuters – 11.12.2020

O democrata Joe Biden, virtual presidente eleito dos Estados Unidos, garantiu neste sábado (12) que o país voltará ao Acordo do Clima de Paris “no primeiro dia” de seu governo, e que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca.

“Os Estados Unidos voltarão ao Acordo de Paris no primeiro dia de minha presidência e começarei imediatamente a trabalhar com meus colegas em todo o mundo para fazer tudo o que puder, incluindo convocar os líderes das maiores economias para uma cúpula do clima em meus primeiros 100 dias no cargo”, disse Biden, em um comunicado.

A cerimônia de posse do novo presidente americano está agendada para o próximo dia 20 de janeiro.

Trump volta a criticar Acordo de Paris em reunião do G20

O anúncio de Biden coincide com a comemoração do quinto aniversário do Acordo de Paris, onde foi estabelecido que o aumento da temperatura média global no final do século deve ser inferior a 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, e recomenda um máximo de 1,5 graus.

Biden acrescentou que seu governo aumentará “a ambição de metas domésticas” em matéria de clima e colocará “o país em um caminho sustentável para atingir emissões líquidas zero até 2050”.

Os EUA, um dos principais promotores do pacto durante a presidência de Barack Obama, não participam desde que o presidente Donald Trump, muito crítico do acordo, certificou a sua saída este ano.

Fonte: R7

 

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JOVEM VENEZUELANA PASSOU DE VENDEDORA DE FRUTAS À REGENTE DE ORQUESTRA EM PARIS

 

A jovem venezuelana que em 3 meses deixou de vender frutas em sua cidade e passou a reger orquestra em Paris

Glass Marcano, 24 anos, pediu dinheiro emprestado, deixou país na pandemia e chegou à semifinal de concurso para maestras

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

 

 Glass Marcano durante o concurso 'La Maestra', realizado em Paris em setembro

BBC NEWS BRASIL

Milhares de jovens deixaram a Venezuela nos últimos anos para fugir da crise e ir atrás de seus sonhos em outro lugar. A história de Glass Marcano, entretanto, é mais inesperada.

Há três meses, a jovem de 24 anos vendia frutas com a mãe em Yaracuy, no centro-oeste da Venezuela. Ela deixou o país pela primeira vez de uma forma bizarra e agora tira selfies com a Torre Eiffel ao fundo.

E também coleciona elogios em francês.

“É uma jovem extremamente talentosa, trabalhadora e inteligente que terá uma grande carreira”, prevê em conversa com a BBC News Mundo Romain Fievet, da orquestra Paris-Mozart, que em conjunto com a Filarmónica da capital francesa organizou o concurso Maestra, para profissionais mulheres.

Esse foi o início de alguns meses agitados para a diretora venezuelana.

Caracas e além

Marcano, aluna do El Sistema, famoso modelo de formação de jovens músicos criado na década de 1970 na Venezuela, morou em Caracas, onde combinou os estudos de direito com a música.

“Qualquer oportunidade de dirigir uma orquestra ou oficina eu aproveitava. O ano passado foi o mais ativo porque parei de dirigir a orquestra que tinha em Caracas e fiz um plano pelo interior do país para dirigir várias orquestras”, conta ela à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC) por telefone, de Paris.

Em março de 2019, um desejo latente e o Google abriram uma nova janela.

“Eu estava pensando que era hora de participar de um concurso de regência orquestral. Ligo o computador e busco ‘concurso de regência orquestral’ e começo a descer, descer e descer a tela e acho o La Maestra. Comecei a entender do que se tratava. Era apenas para mulheres, e isso chamou demais minha atenção.”

Parecia perfeito, mas surgiu um problema de três dígitos.

“Vejo que a taxa (o custo da inscrição) é de 150 euros (R$ 950) e fico desanimada, como todo venezuelano que tem uma ilusão e vê o dinheiro escapando das mãos. E aí você diz: não dá, talvez em outro momento”.

“Cento e cinquenta euros é uma grande fortuna, mas se o concurso dissesse 50, também seria uma grande fortuna. Já tinha me esquecido disso, mas estava sempre latente. Me imaginava ganhando o concurso, competindo, ganhando.”

Meses depois, entre julho e agosto de 2019, ela pediu ajuda.

“Decidi procurar maneiras com amigos e familiares de fora do país para receber o dinheiro e poder participar, mas faço isso apenas três semanas antes do fim do prazo. Para pedir dinheiro emprestado a um amigo, você deve falar com ele pelo menos com um mês ou dois meses antes para que a pessoa se planeje e possa reservar os 150 “.

O dinheiro chegou, ela fez a inscrição e no final de outubro de 2019 confirmaram que ela havia sido selecionada para o concurso, que aconteceria em março de 2020.

“Nunca pensei que fosse participar dessa brincadeira”, disse.

Romain Fievet, da orquestra Paris-Mozart: “Recebemos 220 candidaturas e o júri escolheu por unanimidade a Glass Marcano. Artisticamente, os seus vídeos revelaram um carisma autêntico, muita energia, um verdadeiro conhecimento das partituras e, obviamente, ritmo corporal.”

“Assim que soube que havia sido selecionada, ela nos procurou para contar sobre suas dificuldades em chegar a Paris e cobrir os custos da participação.”

A pandemia

Em março, porém, não houve Paris, mas coronavírus.

“Tudo parou. A mensagem que chegou para mim dizia que foi adiado para setembro. O problema surgiu em maio, quando outras partes do mundo começaram a se abrir e a pandemia estava se intensificando na Venezuela”

“Vou para Yaracuy, porque a minha mãe me disse que abriu uma mercearia e que posso trabalhar lá, juntar (dinheiro) e comprar roupas para o concurso. Pareceu-me uma excelente ideia, porque precisava de algumas roupas para vir a Paris”.

Mas os aeroportos da Venezuela continuaram fechados e ela teve medo de tentar ir pela estrada até Bogotá — trajeto em que temia se infectar.

A viagem

“Saiu a notícia de que haveria um voo humanitário no dia 14 de setembro e foi aí que começou toda a preparação para me levar naquele avião a Madri.”

Durante a pandemia e com as fronteiras fechadas, a embaixada da Espanha em Caracas fretou voos para o transporte de passageiros retidos na Venezuela, com preferência para aqueles com passaporte espanhol. Não era o caso de Marcano.

“Naquela altura ainda não sabia como conseguir um lugar. Tudo que sei é que muitas pessoas se mobilizaram para me dar um lugar.”

“A orquestra Paris Mozart e a Filarmônica a apoiaram entrando em contato com a embaixada francesa em Caracas para conseguir um visto e uma vaga em um voo humanitário. Ela estava determinada, mostrou coragem e determinação, e isso é o que é preciso para ser uma diretora.”

Ao chegar ao aeroporto, um oficial francês disse a Marcano:

“Filha, quem é você? Nem com o presidente recebemos tantos e-mails para colocá-lo no avião quanto recebemos com você.”

Quando saiu, ela mal se deu conta de que era seu primeiro voo, a primeira vez que saía do país: o foco dela estava no concurso.

A competição

Marcano chegou poucas horas após o início da competição. E subiu ao pódio.

“Em muitos momentos senti que não estava na realidade. Foi uma experiência nova para mim, fiquei impressionada com tudo. Senti que estava em outro planeta. Não é fácil, ainda mais se tiver que fazer em um idioma diferente do seu”

Não se intimidou com as rivais — que tiveram uma formação de excelência e oportunidades de viajar pelo mundo desde muito novas.

“Pessoas do júri me disseram que ficaram surpresas por eu ter chegado à semifinal com um nível tão alto na competição.

Ela não venceu, mas ganhou um prêmio especial.

Uma profissão de homens

A regência não é um mundo acessível para as mulheres, que aos poucos procuram romper essa barreira com a batuta.

Marcano, no entanto, não tinha exatamente esta pauta em mente ao construir seu caminho.

“Nunca passou pela minha cabeça querer representar as mulheres. Queria ser maestra para enlouquecer no palco. As mulheres na música são mais inclinadas a ser instrumentistas de orquestra do que maestras, mas quem quiser ser maestra deve trabalhar para isso. Já que eu queria ser uma, isso nunca saiu da minha cabeça.”

E Paris…

Embora a sua ideia inicial fosse voltar à Venezuela, terminar os estudos e depois partir, agora que já está em Paris vai continuar estudando na cidade que conheceu na televisão e na qual ainda não acredita que vive.

Apesar da situação econômica venezuelana, na Europa os músicos reconhecem El Sistema, programa que impulsionou grandes músicos venezuelanos como Gustavo Dudamel.

“Não sei por quanto tempo ficarei aqui, mas estou pronta para o que está por vir.”

Comparando com Caracas e Yaracuy, ela se surpreende com a organização e a operação do transporte urbano. E, claro, com o supermercado com preços fixos e ao alcance de quase todos.

“Na Venezuela, vivemos em constante estresse porque os preços sobem todos os dias, mas o seu salário não, e aí você começa com o estresse de ter que trabalhar mais, em busca de uma forma de sobreviver”.

“A ideia é que o seu problema não éer que ir para a fila do pão, que é o que temos na Venezuela. Por aqui estamos melhor, mas tenho uma família para ajudar.”

“Se for preciso trabalhar em outra coisa que não seja música e me ajudar financeiramente e minha família, claro que faço. Fiz na Venezuela e posso fazer aqui eu também”.

O capricho que ela confessa com pudor é tomar uma cerveja quando quer, anedota de uma trajetória emocionante que em Paris não querem que ofusque sua carreira musical.

“Devemos ajudá-la a aprofundar seus conhecimentos e protegê-la dessa reputação agradável e compassiva que se concentra mais em sua história pessoal do que no ofício de reger uma orquestra”, disse Fievet.

 

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NA MADRUGADA DESTA QUARTA FEIRA FOI OFICIALIZADA A SAÍDA DOS EUA DO ACORDO DE PARIS

 

Estados Unidos se retiram oficialmente do Acordo de Paris

Efetivação da saída do país mais poluente do mundo ocorre em um momento de incerteza sobre quem ocupará a Casa Branca a partir de janeiro

INTERNACIONAL

Da EFE

 

EUA se retiram de Acordo de Paris

A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, anunciada há mais de três anos pelo presidente americano, Donald Trump, foi oficializada na madrugada desta quarta-feira (4), durante a apuração das eleições presidenciais no país.

A efetivação da saída do país mais poluente do mundo ocorre em um momento de incerteza sobre quem ocupará a Casa Branca a partir de janeiro. O candidato democrata, Joe Biden, prometeu que, se ganhar as eleições, recolocará os EUA no pacto, assinado em 2015, para combater a crise climática.

Nem a Casa Branca nem o Departamento de Estado anunciaram formalmente a saída, mas o prazo para o rompimento do acordo já estava previsto para a meia-noite de quarta-feira. A retirada foi anunciada por Trump no dia 1º de junho de 2017, menos de cinco meses depois de chegar ao poder.

O presidente prometeu que deixaria o acordo – assinado por quase 200 países – com o argumento de que o pacto colocaria a economia e os trabalhadores americanos em “permanente desvantagem”.

No entanto, o artigo 28 do Acordo de Paris indica que qualquer país que tivesse ratificado o acordo, como é o caso dos EUA, somente poderia solicitar a saída três anos depois de sua entrada em vigor, ou seja, no dia 4 de novembro de 2019.

Uma vez feito o pedido formal, era necessário esperar outro ano para que a saída fosse efetivada. Sendo assim, os EUA se desvinculariam do pacto em 4 de novembro de 2020.

Desde que chegou ao poder, Trump retirou os EUA de diversos pactos e fóruns multilaterais, entre eles o acordo nuclear com o Irã, o Conselho de Direitos Humanos da ONU e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Em julho, Trump iniciou o processo para retirar o país da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas esta medida não será efetivada antes de julho de 2021. Biden prometeu anular o processo caso vença as eleições.

O candidato democrata também afirmou que, se chegar à Casa Branca, pressionará outros países a assumirem compromissos mais ambiciosos na luta contra o aquecimento global.

 

Continuar lendo NA MADRUGADA DESTA QUARTA FEIRA FOI OFICIALIZADA A SAÍDA DOS EUA DO ACORDO DE PARIS

ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: JÁ É REALIDADE E BONS FRUTOS A MAIOR FAZENDA URBANA NA COBERTURA DO MUNDO

Mais uma vez a natureza agradece a inteligente e promissora iniciativa do homem. Em Paris, começa a colheita da maior fazenda urbana na cobertura do mundo, numa área de 3,4 acres equivalentes a dois campos de futebol, no topo do Centro de Exposições de Paris. A nossa coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE deste sábado trás mais essa excelente novidade para a humanidade!

A maior fazenda urbana na cobertura do mundo agora está dando frutos (e muito mais) em Paris

Colocar produtos frescos no coração de uma grande cidade costumava ser feito por uma frota de caminhões poluentes e estrondosos – agora é uma questão de trazê-los do telhado.

A maior fazenda urbana na cobertura do mundo usa técnicas de cultivo vertical para criar frutas e legumes no centro de Paris, sem o uso de pesticidas, caminhões frigoríficos, fertilizantes químicos ou mesmo solo.

A Nature Urbaine usa técnicas aeropônicas que agora estão fornecendo produtos para os residentes locais, incluindo hotéis próximos, refeitórios e muito mais. Por um preço de 15 euros, os residentes podem solicitar on-line uma cesta de produtos contendo um grande buquê de menta ou sálvia, uma cabeça de alface, vários brotos jovens, dois cachos de rabanete e um de acelga, além de um pote de geleia ou purê.

 

 

“A composição pode mudar um pouco, dependendo da colheita”, disse Sophie Hardy, diretora da Nature Urbaine, à publicação francesa Agri City . Crescendo em 3,4 acres, do tamanho de dois campos de futebol, no topo do Centro de Exposições de Paris, eles também estão produzindo cerca de 150 cestas de morangos, além de beringelas, tomates e muito mais.

Falando ao Guardian , Pascal Hardy, consultor de desenvolvimento sustentável e membro da Agripolis , uma empresa de agricultura urbana, chamou o projeto Nature Urbaine em Paris “um modelo de agricultura limpo, produtivo e sustentável que pode, com o tempo, dar uma contribuição real à raesiliência – social, econômico e também ambiental – do tipo de grandes cidades onde hoje vive a maior parte da humanidade. ”

Agricultura de ficção científica

Atualmente, apenas um terço do espaço total no salão 6 do centro de exposições é utilizado no jardim de aparência alienígena de Pascal e, quando o projeto for concluído, 20 funcionários poderão colher até 1.000 kg (talvez 1.000 kg) de talvez 35 diferentes tipos de frutas e legumes todos os dias.

Fotos por Agripolis 

Nas torres de plástico alveoladas com pequenos orifícios, pequenas quantidades de água transportando nutrientes, bactérias e minerais, arejam as raízes que ficam no ar.

Por mais estranhos que pareçam os canos e torres dos quais cultivam tudo, exceto vegetais de raiz, Hardy diz que a agricultura de ficção científica tem grandes benefícios sobre a agricultura tradicional.

“Eu não sei sobre você”, ele começa, “mas eu não gosto muito do fato de que a maioria das frutas e legumes que comemos foram tratadas com algo como 17 pesticidas diferentes, ou que as técnicas agrícolas intensivas que produziram eles são grandes geradores de gases de efeito estufa ”.

“Ele usa menos espaço. Uma fazenda intensiva comum pode cultivar nove saladas por metro quadrado de solo; Eu posso crescer 50 em uma única torre. Você pode selecionar variedades de culturas pelo seu sabor, não pela resistência à cadeia de transporte e armazenamento, e pode selecioná-las quando elas estiverem realmente no seu melhor, e não antes. ”

Agripolis

Quebrando a corrente

Atualmente, a Agripolis está discutindo projetos nos EUA, no Reino Unido e na Alemanha e concluiu várias outras fazendas na França, incluindo uma no telhado do hotel Mercure em 2016, que cultiva berinjela, abobrinha, pimentão, tomate e tomate cereja, saladas, agrião, morangos, chagas e aromáticos, todos servindo diretamente o restaurante do hotel.

Crescer no telhado e vender no chão pode ter um papel importante na produção de alimentos neutros em carbono, porque, segundo Agripolis , frutas e vegetais viajam em média por transporte aéreo e terrestre refrigerado entre 2.400 e 4.800 quilômetros de fazenda a mercado.

A força de transporte global é a maior das atividades de emissão de carbono da humanidade, e reduzir o número de vôos e caminhões de produtos é um ótimo lugar para começar a reduzir a quantidade de CO2 que entra na atmosfera.

Para uma cidade culinária como Paris, a proposta do prefeito parisiense de instalar 130 acres adicionais de espaço agrícola agrícola na cobertura e na parede pode reduzir significativamente o número de caminhões que entram na cidade, facilitando o tráfego e a poluição.

Com a agricultura no telhado sendo adotada de Detroit a Xangai, o futuro está melhorando.

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: CINEMA FLUTUANTE GRATIS NO SENA DE PARIS É O QUE HÁ DE MAIS MODERNO

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Paris lança cinema flutuante grátis: barcos com distanciamento

A cidade de Paris está lançando o primeiro cinema flutuante, para as pessoas assistirem filmes em barcos, respeitando o distanciamento social.

Cinéma sur l’Eau – ou cinema sobre a a água – será lançado no próximo dia 18, no rio Sena.

A noite de cinema é pra celebrar o retorno de Paris Plages, um programa anual administrado pela cidade que cria praias temporárias na capital francesa durante o verão.

Como todos os assentos são gratuitos e há apenas 38 deles, as pessoas precisam participar de um sorteio para ganhar.

Outros ainda poderão aproveitar a sessão em uma das 150 espreguiçadeiras espalhadas nas margens do Sena.

As pessoas podem participar do sorteio até 15 de julho.

Os filmes

Um dos filmes que os parisienses poderão assistir neste cinema flutuante é Le Grand Bain, de Gilles Lelouche.

É um filme de comédia lançado em 2018 – em inglês se chama Sink or Swim – e apareceu pela primeira vez no 71º Festival de Cinema de Cannes.

O filme conta uma história sobre um grupo de 40 e poucos homens que decidem formar a primeira equipe de natação sincronizada de sua piscina para homens.

O outro é o curta-metragem de Victor Mirabel chamado A Corona Story.

A Corona Story é um curta-metragem sobre a atual pandemia e venceu um concurso lançado pela cadeia de cinema Mk2.

Com informações do Bored Panda

Fonte: Só Notícia Boa

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