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PROPOSTAS DE MUDANÇAS PARA O USO DA ORLA DE NATAL CENTRALIZARAM DEBATE NA CEEP DA CÂMARA MUNICIPAL

Alterações na orla norteiam pública do Plano Diretor na Câmara de Natal

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Francisco de Assis / CMNAT

As propostas de mudanças previstas para o uso da orla de Natal no projeto de revisão do Plano Diretor centralizaram o debate desta sexta-feira (26) da Câmara Municipal na Comissão Especial de Estudos do Plano. “Tivemos participação do setor produtivo, de pesquisadores, entre outras entidades que trouxeram informações do impacto das propostas de mudanças na orla, de modo que essas informações podem ser transformadas em emendas parlamentares”, destacou o vereador Raniere Barbosa (Avante), que presidiu à audiência pública.

Participaram ainda os vereadores Aldo Clemente (PDT), Felipe Alves (PDT), Tércio Tinoco (PP), Robério Paulino (PSOL), Herberth Sena (PL), Kleber Fernandes (PSDB), Hermes Câmara (PTB) e as vereadoras Nina Souza (PDT), Camila Araújo (PSD), Brisa Bracchi (PT), Divaneide Basílio (PT), bem como representantes das secretarias municipais do Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), do Turismo (Setur), Procuradoria, além do setor da hotelaria e turismo, Fecomércio, Caern, Sinduscon, Exército Brasileiro, professores e pesquisadores da UFRN, conselheiros da Concidade, lideranças comunitárias e entidades, como Associação de Moradores e Amigos da Praia do Meio e Coletivo Salve Natal.

A secretária adjunta da Semurb, Eudja Mafaldo, apresenta as propostas de criação da Zona Especial Militar e da Zona Especial Costeira, para atividades ligadas ao projeto Orla; a possibilidade de ocupação mais dinâmica e diversificada das quadras da área não edificável de Ponta Negra e da Via Costeira, considerando o potencial turístico e econômico; e a liberação da Redinha para construções até 30 metros.

“É uma visão de ocupação que não acontece do dia para o outro. Vai depender do mercado, dos investimentos e a limitação dos 30 metros talvez seja um incremento para impulsionar a ocupação da Redinha de forma mais interessante financeiramente. Na área não edificante de Ponta Negra destacamos a proposta de fazer o alargamento do calçadão e permitir a ocupação da área inferior dos lotes, de forma que preserva uma paisagem. Além disso, subdividir grandes lotes da Via Costeira em lotes menores, permitindo uma ocupação mais dinâmica com empreendimentos menores “, explicou a secretária.

No caso da Redinha, professora da UFRN, Ruth Ataíde, do Fórum de Direito à Cidade, alertou que ainda é preciso regulamentar aquela Área de Proteção Ambiental, antes de autorizar construções acima do permitido atualmente. “Como se dispensa a liberação para 10 andares para só depois submetralmente à preferência? A religião já está pronta para ser discutida aqui na Câmara. Se a Procuradoria liberar, já pode ser votada porque é uma discussão que deve ser feita logo”, sugeriu a professora .

O representante da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH / RN), George Gosson, disse que nas realizações para execução da minuta da revisão do Plano Diretor foi constatada a estagnação do litoral de Natal. “Por isso, é preciso ocupar nove milhas ociosos de orla e é preciso ter instrumentos que estimulem essa ocupação porque as leis atuais não incentivam o uso. O turista não quer ficar isolado da população”, disse ele.

Para a vereadora Divaneide Basílio (PT), revisora ​​do projeto na Comissão Especial, o tema sobre a orla também inclui as Áreas Especiais de Interesse Social (AEIS). “Infelizmente, muitas vezes esse debate é desvirtuado. Uma AEIS não concorre com o turismo. Ela é uma garantia de direito social, de cidade digna para quem ali mora”, enfatizou.

O debate sobre como AEIS será tema da audiência do próximo dia 10 de dezembro. Antes disso, no dia 3, serão discutidas como ZPAs. Já na próxima quarta-feira, 1º de dezembro, uma audiência pública na Comissão de Finanças vai debater sobre outorga onerosa, transferência de potencial construtivo e IPTU progressivo.

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ARTHUR LIRA VOLTOU A DEFENDER O SISTEMA SEMIPRESIDENCIALISMO NO BRASIL

Lira defende discussão sobre mudança em sistema político do Brasil e aponta semipresidencialismo

Em Lisboa, presidente da Câmara dos Deputados afirmou que o modelo pode “articular de forma mais virtuosa e eficiente” às “necessidades institucionais” do país

Thais Arbex

Teo Curyda CNN

em Lisboa

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur LiraO presidente da Câmara dos Deputados, Arthur LiraReprodução/CNN

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), voltou a defender nesta segunda-feira (15) uma “ampla e transparente” discussão sobre o futuro do sistema político do Brasil e apontou o semipresidencialismo como o modelo que pode “articular de forma mais virtuosa e eficiente” às “necessidades institucionais” do país.

Em sua fala na abertura do IX Fórum Jurídico de Lisboa, Lira afirmou que “a história tem nos ensinado a duras penas” que o chamado presidencialismo de coalizão “não tem se mostrado à altura dos desafios que o Brasil enfrenta”.

No semipresidencialismo, a figura do presidente da República fica mantida como nos moldes atuais – escolhido em eleições diretas –, mas é criado o posto do primeiro-ministro, que é indicado pelo presidente eleito e aprovado pelo Congresso. Os dois compartilham de atribuições governamentais.

“Há muito se sabe, no Brasil, das dificuldades e dos custos políticos de se governar em um sistema que combina presidencialismo forte, federalismo, bicameralismo, representação proporcional e o nosso pior problema: o multipartidarismo”, afirmou Lira.

A nova discussão sobre o semipresidencialismo acontece às vésperas das eleições presidenciais de 2022 e, além de tema do encontro jurídico em Lisboa, o debate sobre um novo sistema político voltou a ganhar força no Congresso.

“Passadas mais de três décadas de vigência da nossa Carta Magna, da constituição de 1988, talvez essa seja a hora, ministro Gilmar, de mobilizarmos as forças políticas, presidente Rodrigo Pacheco, e sociais do país para uma discussão mais ampla e transparente sobre o futuro do nosso sistema político”, disse Lira.

Uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre a adoção do sistema presidencialista foi apresentada no ano passado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e tem apoio de importante ala do chamado centrão. Lira afirmou, no entanto, que a proposta não é unanimidade entre os parlamentares, mas voltou a dizer que o modelo “sobressai entre aquelas que podem articular de forma mais virtuosa e eficiente a nossa experiência histórica e nossas necessidades institucionais”.

Lira destacou também que o semipresidencialismo “significaria o devido reconhecimento de uma realidade fundada na Constituição de 1988, que seja o fortalecimento institucional do Parlamento como órgão de fiscalização e de sustentação do funcionamento regular do governo”.

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OPINIÃO: PRECISAMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS NO NOSSO PAÍS

O Brasil nas nossas mãos: O futuro depende de nós

Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Futuro já começou …precisamos ser a mudança que queremos para o nosso País. A realidade só muda pelo conhecimento e pela informação que provoca decisões e produz ações…o resto é mi mi mi, o que não falta na atualidade.

Tudo muda e certamente o mundo mudou nos últimos 30 anos: para pior e para melhor…,mas o que realmente mudou?

O fato é que a sociedade mudou muito pouco, quando falamos em política e comportamento político social, se pararmos para pensar… não me refiro à conjunção de fatores que elegeram um Candidato Conservador.

Como assim?

Calma, calma: vou explicar…

Atenção: Este é um Artigo Loooongo com mais de 3.200 palavras (desculpem rsss): caso queiram, podem acessar a versão Áudio/Podcast cujo link está no final da página, mas recomendo LER ou OUVIR e compartilhar pois certamente muitas “fichas vão cair” nesse momento crucial de nossa história face as eleições, processo que já começou.

Aos que preferem ler, vamos em frente…

Dias atrás revi uma entrevista “antiga” do Enéas Carneiro no “roda viva” de 1994 (que recomendo ver, mesmo por curiosidade), onde o então candidato à presidência, esse “personagem inesquecível” que nos deixou aos 68 anos em 2007, vítima de uma leucemia mieloide aguda, falava de suas ideias e plataforma como candidato, então pela segunda vez à Presidência (na primeira com seus 15 segundos de TV onde ficaram notabilizadas frases de efeito sempre finalizando com o tradicional bordão “meu nome é Eneeeeeas” e desta feita com cerca de 1 minuto e 17 segundo de TV onde se constituiria num dos maiores fenômenos eleitorais do Brasil, chegando em Terceiro Lugar na corrida Presidencial de 94 com cerca de 4.6 milhões de votos): um grande feito para um Conservador num ambiente já contaminado pela esquerda (também conhecida como a “Social Democracia Progressista de FHC”).

Nessa entrevista, que mais parecia a “santa inquisição”, o Enéas era submetido a um grupo de “jornalistas” nitidamente de extrema esquerda já simpatizantes de Lula, que seria fragorosamente derrotado por FHC (o candidato das Oligarquias, então) nas eleições de 94 por 34.3 milhões de votos, contra 17.1 milhões de votos de Lula, em turno único àquela época.

Era a segunda vez que um candidato considerado Conservador (ele próprio se dizia Conservador, mas acima de tudo um Nacionalista), mesmo com um conjunto de ideias meio malucas (como defender intervenção do Estado e Liberdade de mercado, algo certamente incompatível), se submetia ao “escrutínio” jornalístico de plantão algo que depois do Dr. Eneas, se é que ele de fato era um Conservador, jamais voltaria a acontecer até 2018 com Bolsonaro…

Um hiato de 24 anos (de Janeiro de 1995 até Janeiro de 2019) nos quais seriamos ASSALTADOS pelos governos PROGRESSISTAS (mesmo dando um desconto aos 2 últimos anos com o Temer, após o impedimento de Dilma)…principalmente nos últimos 14 com o PT.

Nessa entrevista do Eneas, vemos que o ambiente não mudou tanto assim (mesmo que a corrupção tenha sido atacada e combatida, todas as instituições continuam aparelhadas)…quem aparentemente mudou fomos nós… pois ficamos mais “espertos” e mais bem informados com a Internet; as redes sociais; o WhatsApp: e os novos canais independentes de mídia e jornalismo, nem sempre tendenciosos como os que tínhamos até então e que dominavam o pedaço, “fazendo nossas cabeças”, pois tinham na ocasião, a credibilidade que hoje não tem.

A mudança da População seria inevitável: CONHECIMENTO É PODER…

Ao rever o programa, se não soubéssemos a data, poderíamos dizer que a entrevista estaria sendo realizado hoje e veríamos algumas das posições defendidas por Enéas, como o potencial de riquezas do Brasil e os interesses escusos presentes no Establishment, sempre contrários aos interesses dos brasileiros e privilegiando a “elite” detentora do poder.

Não quero me ater às posições do Enéas, algumas das quais, discordo como a ideia de um “estado controlador”, o que se assemelha ao “socialismo”, embora ele se apresentasse com veemência como um ser liberal e a favor da “livre iniciativa”.

Mas sobretudo, na ocasião, a opinião expressa por Enéas sobre Lula chamava a atenção…algo que se materializou como uma profecia sinistra, anos depois. A história apenas confirmou o que Enéas já sabia e alertava aos brasileiros que naquela época não entendiam muito bem, infelizmente e assim, fomos enganados (já que até então Lula sempre fora visto apenas como um Ativista Sindical populista).

Dessa forma, quando finalmente Lula “sucedeu” FHC, tornando-se presidente pela primeira vez eleito em Outubro de 2002, continuaríamos a ser enganados por muito mais tempo, onde nada mudaria se não houvesse ocorrido o “acidente” da tal “terceira via”, me refiro a Bolsonaro, claro, produzido pela força e efeito “desconhecido até então”, da opinião pública que surgiu nas redes sociais e me refiro as Tias, Tios e Avós do Zap, principalmente, que refletiam um estado de consciência jamais visto e que fora produzido pelos escândalos de corrupção e pela ação da lava jato. Mais uma vez: CONHECIMENTO É PODER.

Eneas falava sobretudo do despreparo de Lula e de seu inegável desvio de caráter, algo que se revelou ainda pior quando este foi alçado ao poder… e essa história conhecemos bem. Mas Eneas se enganou: LULA ERA AINDA PIOR QUE ELE IMAGINAVA.

Nas eleições de 1994, depois da experiencia frustrada da Eleição de Collor (um candidato de orientação neoliberal) que herdara uma inflação de 1764% a. a. do fracassado governo Sarney (e hoje ficamos assustados e com razão pelo efeito da pandemia que nos trará uma inflação pouco acima de 8% a.a. e onde a Argentina chega a 50% a.a. sendo a sexta pior no mundo), e assim, chegávamos a um pleito onde tínhamos 9 candidatos à presidência dentre eles, além de FHC e Lula, o próprio Enéas, o Darcy Ribeiro, o Leonel Brizola, o Orestes Quércia e o Espiridião Amin, mas onde o FHC seria imbatível e teria como grande cabo eleitoral o “Plano Real” fruto de cabeças brilhantes, principalmente a do Economista Gustavo Franco, que debelaria definitivamente a Hiperinflação no País. FHC na ocasião era o Ministro da Fazenda do Governo Itamar Franco que herdara o Governo após o impedimento de Collor.

O sucesso do Plano Real que contava com o apoio de 70% da população (com o qual Eneas discordava, por razões obvias), contribuiria não apenas para eleger FHC em 1994, como para o reelege-lo em 1998, desta vez com a coligação que detinha mais de 70% dos Deputados e Senadores do Congresso, onde PFL, PMDB, PPB e PTB passavam a deter cargos no primeiro escalão do governo, dando início ao famigerado “teatro das tesouras” já que nas eleições seguintes teríamos a eleição de Lula que assumiria o governo (já razoavelmente aparelhado) em Janeiro de 2003, assim “convencendo” o Establishment de que faria o “jogo do poder das elites” e daí em diante, até o impedimento de Dilma (ao que tudo indica algo promovido pelo próprio Lula e pelo PSDB), teríamos 14 anos onde o Brasil foi destruído por governos “ditos” progressistas (PSDB e PT), o que representou então, os 22 anos de aparelhamento que saqueou o Brasil e os Brasileiros, quase inviabilizando o País como ocorreu com outros países “geridos” pela esquerda no mundo, mas principalmente na América Latina, tomada pelos participantes do “foro de São Paulo”, uma outra história hoje bem conhecida por muita gente.

MAS HOUVE UMA MUDANÇA IMPORTANTE DE 2016 PARA CÁ

Se a conclusão é a de que na política muito pouco mudou, como afirmei, na sociedade vivemos mudanças na forma de comunicação o que impactou a forma de como o “jogo político” passou a ser jogado à partir do impedimento de Dilma, basta ver de como as “redes” deram um susto no Establishment em 2018 e que à ocasião, já considerava como “favas contadas” a permanência dos “progressistas” no poder, mas como na poesia de “Drummond”: tinha uma “pedra no caminho”…uma pedra chamada Dilma… e não me refiro a sua duvidosa reeleição vencendo o Aécio, mas à estratégia malsucedida de substitui-la por alguém da “turma” das “Tesouras”, algo que não se materializou nas eleições de 2018 após a transição Temer.

Mesmo que a política e o modelo de subserviência no Brasil tenha sido mantido, principalmente com base no caráter corporativista que nos trouxe a constituição de 1988 (e suas incontáveis emendas mais que convenientes), a classe política foi de mal a pior, a julgar pelos 13 candidatos que concorreram à presidência em 2018, o que evidenciava o “vácuo” de bons políticos que vivemos nos últimos 20 anos: as pessoas envelhecem; outras morrem e nem sempre seus sucessores, de sangue ou não, tem o carisma e a expertise de seus mentores, muito menos em tempos de redes sociais.

Isso, sem dúvida, facilitou a vitória de uma terceira via em 2018 (interrompendo o “teatro das tesouras” à brasileira) no caso com a eleição do Bolsonaro, um improvável candidato da direita Conservadora num país dominado pela esquerda “progressista” (outro nome dado ao Socialismo), tanto na política, quanto de um aparelhado sistema judicial; da mídia; da cultura; da educação e dos principais setores da nossa sociedade que representam a economia.

Produziu-se assim, por um conjunto de fatores que já apresentei em outros artigos, a inflexão da curva que parece se materializar mesmo com tantas forças em contrário, algo que nem as fraudulentas pesquisas de “opinião” tem o poder de mudar, caso haja eleições limpas em 2022. Sendo um processo, os dados ainda estão rolando, mas reverter a inflexão por vias normais é algo pouco provável, mesmo pelo conjunto de forças de oposição.

Se por um lado tivemos e temos um processo de “doutrinação” nas duas últimas gerações, principalmente via Cultura e Educação, sabemos que a maior longevidade de uma população mais informada a cada dia, a mesma que produziu a “virada” nas urnas nos últimos anos, permanece engajada e possivelmente aumentou em número.

O tempo e a experiencia são os pais da razão e hoje a comunicação é absolutamente uma questão de curadoria onde há opções…ainda.

Uma população ativamente envolvida na política nacional é tudo que o Establishment gostaria de evitar, mas tem fracassado mesmo com todo aparato envolvido na censura e restrição nas liberdades de expressão. Pela primeira vez na nossa história a informação circula apesar dos canais uma vez que os vetores são a própria população.

Sociologicamente falando, a grande maioria da populações brasileira se apresenta como “conservadora nas pautas de “costumes” e “liberal nas pautas econômicas” e nada indica que isso vá mudar nos próximos anos: é um fenômeno Global mesmo que a oposição raivosa também seja global…globalista, para ser mais preciso.

Os eleitores jovens hoje entre 18 e 24 anos representam 19 milhões do eleitorado Brasileiro (onde apenas 1.3 milhão estão na faixa de 16 a 17) e, mesmo que seja um contingente importante, se encontra dividido. Assim, o contingente sênior dos cerca de 148 milhões de eleitores brasileiros é, como falei, majoritariamente composto por conservadores na pauta de costumes e liberal em termos de economia, defensores de um Estado menor, mais ágil e atento às suas reais funções de gestão em relação ao bem estar da população e ao desenvolvimento do potencial natural e agroindustrial que possuímos, o que nos coloca como uma potência econômica indiscutível, o que assusta e preocupa muita gente que concorre com o Brasil pelos mercados Globais: há sem dúvida um conflito de interesses que só vai se acirrar.

DITO ISSO, PARA ONDE VAMOS?

Tenho total convicção de que as eleições de 2022 serão as mais importantes da nossa história pois, não apenas podem impedir o retorno de criminosos que tomaram o país por quase 30 anos (e muitos ainda estão lá…, me refiro ao poder), mas também porque implicam na continuidade do processo de renovação das nossas “casas políticas” e também nos Estados: como enfatizei no último artigo, temos três jogos em andamento e não apenas o da eleição presidencial.

Assim, considero da maior importância o engajamento e conscientização de todos nós para a responsabilidade de cada um de nossos voto. Com base nisso, algo que vou repetir à exaustão até Outubro de 2022, o que está em jogo é o futuro do Brasil e dos Brasileiros, me refiro ao futuro imediato e não algo longínquo lá no horizonte.

Para começar, vou repetir o final do meu artigo publicado no JCO em 08/05/2021, sob o título SURGEM NO HORIZONTE OS SINAIS DE UM NOVO BRASIL.

Segue… e vale ler ou reler e propagar:

Se paramos para verificar como se apresentam os grupos de políticos que atuam nas casas políticas (também nos Estados e Assembleias), identificamos as seguintes configurações:

Os dinossauros honestos. Políticos honestos da velha guarda que são raríssimos;

Os dinossauros Bandidos, que entre os dinossauros são a maioria (muitos dos quais denunciados em processos da lava jato e que são os chamados “rabo preso” junto ao STF via foro privilegiado;

Os filhos dos dinossauros, que com honrosas exceções são frutas que não caem muito longe do pé, algo como filho de peixe, que são responsáveis em preservar as dinastias de poder que foram criadas ao longo da história da “Republica”…

A nova geração que tem algum poder pois são alavancados por algum tipo de interesse que tem poder. Muitas vezes interesses genuínos e outras vezes não.

A nova geração que representa o chamado “baixo clero” (mesmo que no baixo clero tenhamos integrantes de vários grupos) que, embora tenham boas pautas, não tem poder para implementá-las (Bolsonaro foi um destes). Esses, em sua maioria, são os representantes de boa parte da população: aqueles que tem a missão dificílima de enfrentar o establishment quase que sem nenhuma munição.

Guardadas as proporções, a estratificação é mais ou menos essa, o que nos mostra que boa parte da nova geração de políticos que tem poder é cooptada pelo sangue ou pela corrupção. E outra parte é formada por jovens políticos que representam as minorias sem grande poder de realização ou por outras vezes são também oportunistas buscando uma têta para mamar.

E visando manter o aparelhamento, temos no parlamento duas ferramentas que possibilitam perpetuar o “cabresto” de boa parte dos membros: me refiro a 1) o foro privilegiado que representa uma espécie de “salvo conduto” para garantir o poder da cooptação dos políticos e 2) a não prisão até o trânsito em julgado (a não possibilidade de prisão em segunda instância) que torna quase inimputáveis de pena os corruptores, que são representantes das oligarquias e facções criminosas que mandam no Parlamento (algo que se estende ao poder nos Estados e municípios).

Nem vou entrar aqui no sistema eleitoral que elege “gente sem voto” popular…me refiro ao “sistema proporcional”(QE e QP) que se aplica a Deputados e vereadores, mas que sugiro buscarem informações sobre esse famigerado sistema.

O PODER DO VOTO OU QUE O VOTO PRECISA TER

Por todas essas razões, estamos como falei, diante da mais importante eleição da nossa história. E não podemos de forma alguma renunciar ao VOTO CONSCIENTE e FISCALIZADO (se não auditado) para que a lisura do pleito possa cumprir o seu papel de representar o estágio de consciência e informação do eleitorado brasileiro… algo que de fato precisará ser consolidado nas próximas eleições (e quando digo próximas, me refiro aos próximos 20 anos, mas sobretudo às eleições de 2022).

Nessa hora e, desde já (lembrando que o Establishment já se encontra e franco processo eleitoral e a CPI, não deixa nenhuma dúvida quanto a isso), é preciso que cada eleitor cumpra o seu dever de casa para consolidar o processo de mudança que desejamos e precisamos.

E qual é o dever de casa de cada um dos eleitores brasileiros?

Segue uma lista breve, dos principais pontos que considero fundamentais:

Conheça os seus candidatos (algo como você nunca fez): faça pesquisas e se for o caso, crie até um breve dossiê da vida pregressa de cada um deles… não é difícil fazer: fontes não faltam. O importante é saber da idoneidade deles e do que já fizeram de bom pela sociedade, principalmente se já tiveram mandatos e pleiteiam reeleição.

Conheça e entenda as ligações dos seus candidatos com organizações diversas e com outras pessoas que representam interesses setoriais. Não se deixe enganar, muitos deles estarão mudando seus discursos e apagando “evidências” de ligações comprometedoras com gente ruim (para dizer o mínimo).

Veja a reputação e as ações dessas relações e veja as reais intenções dessas ligações. Quem os seus candidatos apoiam ou defendem?

Avalie a capacidade do candidato, me refiro mesmo ao perfil dos candidatos em relação à missão que você pretende atribuir a eles (não se esqueça que o que se atribui é um mandato, ou seja, uma missão de te representar): e não se esqueça que os políticos que você ajuda a eleger são uma espécie de espelho seu, das suas convicções e das aspirações para você mesmo e para a sociedade em geral.

Faça uma avaliação crítica do que pensa cada um dos candidatos que você poder vir a escolher, me refiro ao que eles defendem em termos de pautas que melhoram a vida da coletividade. Fuja de candidatos que se vestem de “chavões” retóricos que são pura demagogia e que não tem nenhuma sintonia com a realidade: lembremos que política é mesmo “a arte do possível” e que o que não está calcado na realidade é mesmo retórica para te enganar.

Se alguns dos teus candidatos estão em mandato, faça uma pesquisa de como votaram as pautas mais importantes dos últimos anos: comece por exemplo por como votou a PL 4754/2016 que visa manter/preservar o ativismo judicial que tanto mal tem feito ao país…,mas tem muitas outras votações importantes disponíveis que podem dizer quem é quem em relação ao que importa: me refiro a Parlamento; Estados e Municípios em geral.

Bem, é isso…

Aproveito para transcrever neste artigo, mensagem de vídeo que recebi e que circula nas redes, definindo os tipos de ladrão:

Segundo Francois-Marie Arouet, filósofo mais conhecido pelo seu pseudônimo VOLTAIRE, há dois tipos de ladrões:

O Ladrão Comum: que é aquele que rouba sua carteira, seu dinheiro, seu relógio, seu celular… e;

O Ladrão Político: que é aquele que rouba o seu futuro, o seu conhecimento, os seus sonhos, a sua educação, a sua saúde, o seu salário, as suas forças…o seu sorriso;

A grande diferença entre esses dois ladrões é que o Ladrão Comum te escolhe para roubar os teus bens…enquanto o Ladrão Político é você que o escolhe para te roubar.

E há ainda outra importante diferença, não menos importante: o Ladrão Comum é procurado pela Justiça e o Ladrão Político é, em geral, PROTEGIDO POR ELA.

Em que pese essa definição haver sido feita por Voltaire no século XVIII, de lá para cá, como afirmei no início deste artigo, nada mudou significativamente…pelo contrário, ficou ainda mais fácil, sutil e sofisticada a arte de te roubar por ambos os tipos de Ladrão.

Então que fique claro:

O processo de mudança do Estado e da sociedade não é uma corrida de 100 metros rasos e sim, uma imensa e sofrida maratona. E nesse imenso desafio, o VOTO representa o único bem que torna todos nós IGUAIS em termos de nos atribuir poder: numa sociedade democrática o VOTO é capaz de mudar a realidade e promover um futuro melhor.

Comece HOJE MESMO a construir o seu VOTO para 2022 (a oposição já começou): não é uma tarefa fácil e nem rápida, mas necessária para resgatar o Brasil que queremos para nós, nossos filhos e nossos netos.

NÃO ACEITE MAIS SER ROUBADO POR POLÍTICO LADRÃO!

Foto de JMC Sanchez
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UTILIDADE PÚBLICA: SEGUNDO COMUNICADO, ACESSO À SEDE DO DETRAN SERÁ EXCLUSIVAMENTE PELO PORTÃO DA RUA QUE PASSA A LINHA DO TREM

UTILIDADE PÚBLICA: Mudança no acesso às dependências da sede do Detran em Natal

Foto: Detran-RN

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) comunica aos usuários que o acesso à sede, a partir dessa terça-feira (31), será exclusivamente pelo portão da Avenida Perimetral Leste (linha do trem).

A mudança é devido a realização das obras de melhoria estrutural da unidade.  Os agendados deverão apresentar o comprovante de agendamento na guarita e se dirigir ao setor ao qual o serviço será realizado. O cidadão deverá chegar com apenas meia hora de antecedência do horário agendado para evitar aglomerações, também deverá estar de máscara e respeitar as normas de segurança.

Aos servidores com veículo a entrada segue normal pela Avenida Perimetral Leste (linha do trem) e aos que acessam a pé pela Avenida Rio Grande do Sul será feita em horário diferenciado devidamente comunicado internamente, após isso somente pela Avenida Perimetral Leste.

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SEGUNDO PROFESSOR DE DIREITODA UNICAMP, O NOVO DISCURSO DO TALIBÃ NÃO DEVE SER TOMADO COMO VERDADE

O que está por trás da mudança de discurso do Talibã?

Para professor da Unicamp, as recentes declarações do grupo são estratégicas e não devem ser tomadas como verdade

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo*, do R7

Milicianos são conhecidos por aplicar penas severas àquele que infringem a lei islâmicaMilicianos são conhecidos por aplicar penas severas àquele que infringem a lei islâmica STRINGER / EFE – EPA – 16.8.2021

Desde que o Talibã invadiu o palácio presidencial em Cabul, no último domingo (15), e assumiu o controle do Afeganistão após quase 20 anos, o mundo vem aguardando com apreensão as cenas dos próximos capítulos da crise política e humanitária que assola o país.

O grupo fundamentalista é conhecido por violar os direitos humanos e aplicar penas severas àqueles que infringem a lei islâmica, como cortar as mãos de ladrões, executar assassinos em público, esmagar homossexuais sobre a parede e apedrejar mulheres adúlteras.

Na primeira entrevista coletiva concedida pelo Talibã desde a tomada do poder, realizada na terça-feira (17), um porta-voz do grupo afirmou que, diferentemente de como ocorreu no período de 1996 até 2001, ninguém será perseguido e meninas e mulheres poderão exercer seus direitos, como estudar e trabalhar, mas “à luz da lei islâmica”.

Para o professor de Direito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Luís Vedovato, que estuda a crise do Afeganistão pelo viés dos Direitos Humanos, as declarações não vieram como nenhuma surpresa e não devem ser tomadas como verdade.

“Este não é o momento de o Talibã assumir qualquer outra postura que não seja essa. Se um porta-voz faz uma declaração indicando que haverá, sim, violações dos Direitos Humanos, seria muito mais fácil mobilizar o mundo contra o grupo agora do que daqui a algum tempo, quando o governo já estivesse estabilizado”, afirma.

Vedovato ressalta ainda que o Talibã tem plena consciência de que sua permanência no poder está ligada, acima de tudo, a sustentação econômica do grupo — o que significa, necessariamente, fazer pontes e alianças com outros países. Até o momento, China e Rússia, duas das maiores potências do mundo, já sinalizaram apoio ao governo talibã.

Os países que reconheceram o Talibã como governo do Afeganistão no passado — Emirados Árabes, Arábia Saudita e Paquistão — eram mal vistos pelo resto do mundo e não conseguiam estabelecer relações comerciais com nenhuma outra nação. Depois dos ataques às torres do World Trend Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, apenas o Paquistão continuou a reconhecer o grupo como um governo legítimo.

“O Talibã precisa mudar essa imagem internacional se quiser ter o apoio de outros países e continuar se mantendo financeiramente. Eu duvido muito que qualquer nação teria reconhecido o novo governo caso eles tivessem indicado que continuariam a violar os Direitos Humanos”, diz.

Como deve ser a nova gestão?

O professor da Unicamp acredita o Talibã está agora diante de uma nova formação e que tem como objetivo um projeto de poder que não está meramente ligado a ideologia ou a religião. Ele imagina, portanto, que o grupo se utilizará de discursos mais amenos para conseguir se sustentar e garantir um país funcional economicamente, mas que a proteção aos Direitos Humanos ainda seguirá ameaçada.

O porta-voz do grupo disse que o governo ainda está sendo formado e que as leis só serão decididas uma vez que todos os cargos forem devidamente distribuídos. Houve uma sinalização de que os direitos das mulheres, o grupo mais vulnerável no Afeganistão, não seriam violados.

“Eles alegaram que as meninas poderão frequentar a escola, mas não deixaram claro qual escola e até que idade elas poderão estudar, por exemplo. O que se sabe até agora é que as meninas terão direitos ‘dentro da religião islâmica’, mas isso não quer dizer muita coisa — pode ser tudo ou pode ser nada”, afirma.

Apesar do disrcuso menos radiacal, na quarta-feira (18), houve uma repressão violenta de manifestantes que protestavam contra o uso da bandeira do Talibã no lugar da bandeira do país. Foram registadas pelo menos três mortes e alguns feridos por tiros disparados para dispersar a mobilização popular.

Fonte: R7
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SEGUNDO ESPECIALISTAS, DEVIDO MUDANÇA CLIMÁTICA O BRASIL PRECISA REPENSAR A MANEIRA COMO É CONDUZIDO O AGRONEGÓCIO NO PAÍS

Com mudança climática, Brasil precisa repensar agronegócio, dizem especialistas

Relatório do IPCC alerta para aumento do desmatamento e consequências para a Amazônia

Edison Veiga, colaboração para a CNN

09 de agosto de 2021 às 05:05

AmazôniaA estiagem decorrente do desmatamento já implica em gastos anuais adicionais de US$ 1 bilhão para a agropecuáriaFoto: Ernesto Carriço/NurPhoto via Getty Images

Diante do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado na manhã desta segunda-feira (9), especialistas ouvidos pela CNN concordam que o papel que o Brasil precisa assumir diante do cenário de crise ambiental inclui mudanças na maneira como é conduzido o agronegócio.

As razões não são apenas ecológicas — são também econômicas. Conforme o físico Paulo Artaxo, pesquisador na Universidade de São Paulo (USP) e uma das maiores referências mundiais sobre aquecimento global, o relatório indica que no “Brasil central o aumento da temperatura pode chegar a 4 ou 5°C nas próximas décadas”. “São mudanças muito fortes que podem inviabilizar o agronegócio como temos hoje”, ressalta. “O Brasil precisa olhar com muito cuidado as conclusões do relatório do IPCC.”

Estudos recém-publicados já vinham sugerindo isso. Trabalho realizado pela engenheira ambiental Rafaela Flach, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos — publicado pela revista World Development — estimou em mais de 3,5 bilhões de dólares por ano os prejuízos da indústria da soja por conta do calor elevado. Segundo o trabalho dela, a produtividade do grão cai 5% a cada dia com temperatura acima de 30ºC.

Em maio, a revista Nature publicou outro trabalho que seguia a mesma toada. De acordo com os pesquisadores, entre eles o engenheiro florestal Argemiro Teixeira Leite Filho, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a estiagem decorrente do desmatamento já implica em gastos anuais adicionais de 1 bilhão de dólares por ano para a agropecuária realizada na região sul da chamada Amazônia Legal.

Amazônia

O X da questão é a Amazônia. Com o avanço descontrolado da agropecuária para terras antes ocupadas pelo bioma, a floresta brasileira gradativamente deixa de ser um grande sumidouro de dióxido de carbono e se torna um emissor do gás.

“No caso brasileiro, não é tanto negacionismo climático, como se vê em outros países grandes como Estados Unidos e Austrália, mas sobretudo desconhecimento”, acredita o biólogo Mairon Bastos Lima, pesquisador no think tank sueco Instituto Ambiental de Estocolmo. “As coisas muitas vezes são apresentadas como ocorrendo dentro da sua variabilidade natural, como sendo fruto do El Niño ou de alguma outra dinâmica que se tenta explicar, mas o que este relatório do IPCC reafirma é precisamente que o clima do planeta não está dentro da sua variabilidade normal.”

“Talvez haja menos um negacionismo e mais um receio em contar ao público brasileiro que mais de 70% das emissões brasileiras provêm da agropecuária ou do desmatamento”, acrescenta.

O relatório mais recente do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), iniciativa do Observatório do Clima, mostra que em 2019 quase a metade de todas as emissões brasileiras vieram do desmatamento. Esses dados haviam caído de 2004 e 2010, e voltaram a subir a partir de 2012. “A agropecuária, por si só, mesmo excluindo as emissões pelo desmatamento, ainda emite mais do que toda a indústria brasileira e transpor somados”, calcula Lima.

O relatório IPCC apresenta o risco dos chamados “eventos de alto risco e baixa previsibilidade”. Um deles está na Amazônia. “É onde o desmate reduz a evapotranspiração, que por sua vez compromete ainda mais as chuvas”, explica Lima. “Isso pode fazer com que a floresta entre num ciclo autodestrutivo. Menos árvores, menos chuva, e se transformar numa savana. É o chamado ‘forest dieback’, que este relatório pela primeira vez explicitamente reconhece.”

“Para o Brasil já não basta zerar emissões, mas remover o que está na atmosfera. E, a floresta amazônica precisa ser protegida urgentemente, pois ela é um dos grandes sumidouros naturais de carbono do planeta. É necessário zerar o desmatamento e favorecer os serviços ecossistêmicos para reduzir nossa vulnerabilidade diante das mudanças climáticas”, comenta o engenheiro florestal Mauricio Voivodic, diretor-executivo do WWF-Brasil.

“Se passarmos do ponto de não-retorno no qual esse processo tem início, as consequências são gravíssimas”, acrescenta o Lima. “A Amazônia está diretamente envolvida no chamado Sistema de Monção da América do Sul, que gera as chuvas — das quais dependem muito da agricultura e das hidrelétricas brasileiras — do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil de novembro a março. O relatório do IPCC aponta que esta região  pode experimentar um aumento de temperatura até duas vezes maior que a média global. Então o problema diz respeito a nós muito diretamente.”

Águas e conta de luz mais cara

Outro aspecto trazido pelo IPCC que implicaria diretamente sobre o Brasil, com seus 7,4 mil km de costa marítima, é o aumento do nível do mar, em decorrência do aquecimento global. “Pode chegar a até 1 metro nas próximas décadas. Imagine o impacto em cidades como Santo, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis? O impacto no Brasil é enorme e somos nós quem temos as maiores vulnerabilidades”, afirma, o físico Paulo Artaxo, pesquisador na USP.

Pesquisador no Instituto do Homem e Meio Ambienta da Amazônia (Imazon), o engenheiro florestal Paulo Barreto atenta para o que o brasileiro já está vendo na conta de luz, mais cara para frear o consumo. “O Brasil está mais seco e a tendência é que piorará sem a redução drástica das emissões de poluentes que causam o aquecimento global”, afirma.

“As secas mais frequentes, acompanhadas de queimadas, vão empobrecer a floresta amazônica. A floresta mais rala terá menos capacidade de modular a quantidade de chuvas em outras regiões do país. Já estamos vendo alguns efeitos do que isso significa: menos chuvas estão reduzindo a produtividade agropecuária no sul da Amazônia, reservatórios das hidrelétricas estão reduzidos e rios mais secos dificultam o transporte de cargas em hidrovias.”

Natalie Unterstell, presidente do think thank Talanoa, dedicado à política climática, e mestre em políticas públicas pela Universidade de Harvard, atenta para outros impactos decorrentes da previsão de aumento generalizado de secas afetando as regiões norte e nordeste do Brasil, “mesmo em cenários de baixa emissão”. “Diversas regiões da América do Sul vão experimentar o que chamamos de secas agrícolas e ecológicas. Isso quer dizer que eles preveem impactos em larga escala sobre a produção agrícola, quebras de safra e isso, obviamente, vai impactar em questões como inflação”, ressalta. “Isso tem conexão com as preocupações de bancos em tentar regular os riscos climáticos, gerir os riscos climáticos. Porque isso pode afetar nossa estabilidade financeira e controlar alguns componentes da macroeconomia.”

“Infelizmente, o poder público tem atuado na direção contrária do que seria necessário para reduzir e adaptar ao risco climático. Além de já ter reduzido a proteção ambiental que resultou em aumento de desmatamento, o governo e Congresso estão aprovando uma lei que tenderia a aumentar o desmatamento por vários anos”, diz ele, sobre o projeto conhecido como PL da grilagem. “A lei beneficia invasores de terras públicas – dando um perdão e possibilitando a compra das áreas por preços muito abaixo do mercado. Esse prêmio aos criminosos estimula novas ocupações e mais desmatamento.”

Essa postura brasileira pode sair cara economicamente. Conforme ele ressalta, há um movimento crescente na Europa que busca “impor uma taxa a produtos importados de países com políticas ambientais fracas”. “O Brasil deveria ser mais ativo na busca das soluções, interna e externamente”, defende. “O Brasil poderia conseguir recursos internacionais para ajudar a conservar as florestas nativas e a reflorestar para ajudar a ‘limpar o ar’, ou seja, retirar o carbono da atmosfera pelo crescimento das árvores.”

Agropecuária

Para o pesquisador Leite Filho, o IPCC deu uma “chamada”, indiretamente, ao Brasil ao indicar que o desmatamento impacta na questão das chuvas e, por consequência, prejudica o próprio agronegócio. Na fronteira agropecuária brasileira, ou seja, no limiar da Amazônia Legal, isso é um verdadeiro ciclo vicioso.

“Não tem como o Brasil continuar com essa narrativa de que desenvolvimento necessita de destruição florestal”, ressalta ele. “É importantíssimo a gente entender que é necessária a mudança de paradigma. O relatório fala que haverá um aumento de seca em várias regiões do globo, mas esses efeitos variam — em alguns pontos haverá aumento na precipitação; em outros, secas severas. Na bacia amazônica, a previsão é de secas fortes, a precipitação deve diminuir à medida que o mundo for se aquecendo.”

“Como grande parte da fronteira agrícola do Brasil avança ali, em direção à floresta, precisamos verificar também o desmatamento, qual a responsabilidade que temos quanto a isso. Já há evidências de que a Amazônia emite mais CO2 do que é capaz de absorver, devido ao desmatamento”, acrescenta o pesquisador.

Em comunicado divulgado à imprensa, o WWF-Brasil ressaltou que o relatório aponta, para o Brasil, que “não basta zerar as emissões — é preciso remover o carbono já existente na atmosfera”. “Como a floresta Amazônia é um dos grandes sumidouros naturais de carbono do planeta, sua preservação é mais importante que nunca”, diz o texto. “Estudos indicam que partes da floresta já estão emitindo mais carbono do que capturando, em função de sua degradação que, se persistir nos níveis atuais, poderá pressionar todo o bioma além de seu ponto de equilíbrio, afetando o clima em todo o planeta, mas mais especificamente na América do Sul, colocando em risco a segurança alimentar, hídrica e energética do Brasil.”

CNN procurou o Palácio do Planalto, os ministérios do Meio Ambiente, da Agricultura e de Minas Energia e o Conselho da Amazônia para comentar o relatório e a opinião dos especialistas e aguarda retorno.

Fonte: CNN

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UTILIDADE PÚBLICA: CONFIRA A MUDANÇA NO SENTIDO DE RUA NO BAIRRO DA RIBEIRA

STTU altera sentido de rua na Ribeira; confira mudança

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação/STTU

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana alterou o fluxo de veículos na rua Governador Ferreira Chaves, no bairro da Ribeira. Com a mudança, o veículo que usa a Av. Duque de Caxias poderá acessar à direita na via – na altura do ITEP.

De acordo com a STTU, portanto, fica proibido o movimento anterior de veículos, que permitia os condutores entrarem na via por meio da Rua Almino Afonso e passar a valer o sentido contrário único – com os veículos entrando pela Duque de Caxias.

A medida visa melhorar o trânsito na região e após a decisão da troca de fluxo, a via recebeu a sinalização de mão única no local. Agentes de trânsito estão orientando motoristas sobre a mudança.

Ferreira Chaves

Foi o primeiro governador do Rio Grande do Norte eleito pelo povo através do voto em aberto, conhecido como “voto de bico de pena”. Foi ministro da Marinha do Brasil, ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil. Exerceu também os cargos de promotor, juiz de direito, desembargador e procurador-geral do estado, além do mandato de senador pelo RN.

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MINISTRO DA CASA CIVIL E SEU SUCESSOR CONFIRMARAM A MUDANÇA NO COMANDO DA PASTA

Ramos confirma reforma ministerial e já debate transição com Ciro Nogueira

General afirma que irá assumir a Secretaria-Geral da Presidência e que Bolsonaro vai recriar Ministério do Trabalho, a ser comandado por Onyx Lorenzoni

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 21 de julho de 2021 às 20:32

Ramos confirma reforma ministerial e já debate transição com Ciro Nogueira

O ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, e o senador que irá lhe suceder no cargo, Ciro Nogueira (PP-PI), confirmaram à CNN a mudança no comando da pasta e disseram que ambos conversaram na tarde desta quarta-feira (21) e já debateram o processo de transição na pasta, que deverá começar na próxima semana.

“O senador Ciro Nogueira me ligou hoje. Foi uma conversa agradável. Disse que a primeira pessoa com quem quer conversar quando chegar ao país será comigo. Me coloquei à disposição para ajudá-lo na transição”, afirmou Ramos à CNN.

Ele também disse que deverá ir para a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni, que será alocado para o Ministério do Trabalho, a ser recriado.

Na avaliação de Ramos, a alteração foi um movimento político do presidente. “É um movimento político. O senador Ciro Nogueira é presidente do PP, que é também o partido do presidente da Câmara Arthur Lira. E eu não sou político. Seria ingenuidade dizer que não foi um movimento político.”

De acordo com o ministro, a mudança em nada altera sua relação com o governo e com Bolsonaro. “Estou aqui para servir o país, como servi ao longo da vida no Exército, e o presidente Jair Bolsonaro. Continuarei apoiando o presidente e estando ao seu lado, como estou há 48 anos.”

Fonte: CNN:

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PRESIDENTE DA CÂMARA SE POSICIONOU CONTRA DAR PROSSEGUIMENTO AOS PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Analistas destacam pontos da entrevista exclusiva do presidente da câmara, Arthur Lira, concedida à CNN

Iuri Pitta
Renata Agostini
Daniela Lima
Gustavo Uribe

Por Iuri PittaRenata AgostiniDaniela Lima e Gustavo Uribe,

CNN  da CNN em São Paulo

 Atualizado 10 de julho de 2021 às 15:46

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Em entrevista exclusiva à CNN neste sábado (10), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em que se posicionou contra dar prosseguimento aos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Nesse momento ele [Lira] se coloca como independente, como alguém que entende que esse momento é delicado, mas que as decisões não podem ser precipitadas em relação ao impeachment”, destaca Renata Agostini.

Agostini analisa que, durante a entrevista, Lira disse que não vê espaço para impeachment neste momento e que têm dúvidas se este movimento é o que a oposição realmente defende. Ela destaca um ponto quando Lira diz que não há como todo presidente do Brasil sofrer processos de impeachment e, por isso, ele se pergunta: será que não é o caso de o Parlamento se debruçar e na discussão sobre o semipresidencialismo, ou seja, uma constituição parlamentarista com o sistema atual presidencialista?

Agostini destaca que embora o debate público sobre a mudança no sistema eleitoral estivesse em curso, a entrevista foi o momento em que Arthur Lira falou publicamente que corrobora e quer trabalhar para que o sistema presidencialista, tal como funciona hoje, seja mudado.

Outro ponto importante na fala do presidente da Câmara foi a respeito das Forças Armadas. Ele reiterou o compromisso não só dele, mas do Parlamento em defender as instituições democráticas e deu um recado às Forças Armadas ao afirmar que comandantes militares não têm que dar opinião política.

Embora Arthur Lira tenha sinalizado que realizar uma mudança no sistema presidencialista seja importante para que 2022 seja um regime transitório, Gustavo Uribe analisa que em “ano pré-eleitoral é muito difícil a aprovação de medidas que tenham um certo impacto na sociedade, que são medidas polêmicas.”

Além disso, Uribe comenta que tal mudança deveria ser acatada pelo presidente que estiver ocupando o cargo a partir das próximas eleições.

“O sistema semipresidencialista enfraquece um pouco o poder do executivo, isso tem que ser bastante discutido com os partidos políticos e até com os próximos candidatos. O candidato que entrar em 2022, ou a reeleição de Bolsonaro, terá de se readaptar a este sistema. Precisa ver se este candidato estará disposto a abrir mão de bastante poder.”

(Publicado por Marina Motomura)

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AUTOCONHECIMENTO: SEJA A MUDANÇA QUE VOCÊ QUER VER NO MUNDO, MAHATMA GANDHI

O título do texto escolhido para publicação deste sábado, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, “Você é a mudança, é emblemático, pois nos remete a famosa frase de Mahatma Gandhi: “Seja a mudança que você que ver no mundo”. E confirma essa sábia afirmação. A minha principal frase de efeito é: você é 100% responsável pela sua realidade. O texto a seguir fala algo parecido quando afirma: “somos os criadores de nossa própria realidade” e essa é a mais pura e cristalina verdade. Por isso convido você a ler esse texto de sabedoria, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Seja a mudança que você quer ver no... Mahatma Gandhi - Pensador

Você é a mudança

Mensagem de 19 de Maio de 2021

Seguindo os passos do artigo “somos os criadores de nossa própria realidade” (“Porque não há vítimas, somente criadores”): Você, que está “esperando” por sinais externos de que a mudança também esteja acontecendo para outras pessoas. Você é a Nova Terra. Você é a Mudança. Você, com seus sentimentos, pensamentos, com a forma como conduz sua própria vida, está criando a Nova Terra. Sua versão da Nova Terra. Sua versão individual e única da Nova Terra.

VOCÊ É A NOVA TERRA MANIFESTADA FISICAMENTE.
VOCÊ É A NOVA TERRA VIVA, QUE RESPIRA, QUE ANDA.

A Nova Terra não vai aparecer e cair no seu colo como um ser completamente maduro. Este é – vamos ser honestos conosco mesmos – um equívoco muito ingênuo.

Então, vamos começar do começo:

Não é sua obrigação “esperar” que a mudança aconteça para qualquer outra pessoa. Mais ao ponto, quando você está “esperando” que qualquer pessoa faça isso ou aquilo (neste caso específico estamos falando sobre a Mudança ocorrendo para alguma porção da humanidade, por exemplo, a comunidade de trabalhadores da Luz) você está se colocando na posição de vítima. DELIBERADAMENTE.

Eu repito: Você está se colocando na posição de vítima.

Porque você está dizendo que outra pessoa tem o poder sobre sua própria vida: “Não, não, eu não consigo experienciar isso a não ser que e até que outra pessoa faça isso ou aquilo”…E então, isso é exatamente o que você está criando PARA SI MESMO.

Este “você não pode experienciar”… Você percebe? Você entende realmente as implicações? Você está se mantendo preso e está SUFOCANDO a expressão de sua ALMA através de você.

É isso que você quer experienciar em sua vida? De verdade? Porque, se você realmente compreende a Lei da Criação:

  1. Você é o criador de sua própria realidade.
  2. Os guardiões da 3D são seres humanos, o que significa que SOMENTE seres humanos podem criar e manifestar COISAS E REALIDADES FÍSICAS.
  3. Você, como um Ser Criador, está SEMPRE criando.

Você possui isso — está em sua natureza e não há intervalo.

Então vamos ser claros: O que você acha que está criando para o seu amanhã quando está neste modo “de espera” hoje? Quando você está na atitude de que não pode viver na Nova Terra até que uma porção do resto da humanidade dê alguns passos que você considera necessários? … E você experiencia frustração e desapontamento quando, amanhã você descobre que está no mesmo modo “de espera” de realidade?

Vamos pegar um exemplo da vida real: Vincent Van Gogh, o grande pintor, podia ver a energia se movendo, o movimento giratório. Com o melhor de sua capacidade, ele expressou isso em seus quadros. Você pode ver as estrelas girando, o ar girando, o céu girando, as folhas das árvores girando e até esse efeito giratório nas pernas das cadeiras.

Você pode imaginar o que aconteceria se Van Gogh dissesse: “Não, eu não vou esperar pelas pessoas entenderem minhas pinturas”… “Eu vou me colocar no modo de espera até que esta mudança na consciência das pessoas aconteça”…

O que ele fez, ao invés, sabendo que ninguém ia entender sua arte, ninguém ia comprar seus quadros? Ele disse: Não importa o quê. E ele seguiu sua ALMA. Ele escolheu não sufocar sua Alma.

Porque, e este é o ponto crucial, quando você se coloca neste modo de espera, você SUFOCA sua própria ALMA. Você bloqueia as energias de sua Alma, incapacitando-a de fluir livremente através de todos os canais de energia do seu corpo de energia completo. E aqui vai uma dica enorme sobre cura e autocura, porque curar – tornar inteiro novamente – significa restaurar esta qualidade inteira do seu corpo de energia completo.

Então, vire as costas para o que o resto da humanidade está ou não fazendo. A Nova Terra (todas as linhas de tempo e diferentes Novas Terras) é habitada por INDIVÍDUOS. A consciência de massa (consciência coletiva consensual) era um atrituto da Velha Terra (as linhas de tempo moribundas das Velhas Terras).

A Nova Terra já é uma realidade física. Uma pequena bebê Nova Terra. Se você está esperando que ela vai aparecer como um ser totalmente maduro, está seriamente enganado. Ela é uma realidade agora. E ela é você, eu e todo mundo que tem em seu coração e alma a visão e o sonho desta nova Terra, que a está criando AGORA em suas próprias vidas. Através de nossas próprias vidas. Com nossas próprias vidas.

Não olhe para fora de si. Se e quando você estiver olhando “para fora”, você está perdendo o ponto e repetindo mais das estruturas da Terra moribunda.

Que atributos tem esta Nova Terra? Esteja ciente que antes da manifestação física, há uma estrutura interna, então vamos focar nessa estrutura interna: autorresponsabilidade é a qualidade da Nova Terra. INDIVÍDUOS autorresponsáveis são os habitantes da Nova Terra AGORA. Como você está aplicando seus poderes de criação? Você está sufocando ou “desafogando” sua Alma? O que você coloca na mistura agora é parte desta Nova Terra.

Então tenha em mente que o principal componente da Nova Terra é a Alma DESAFOGADA e seja bem incisivo consigo mesmo:

Dê as costas a eles.

Carolina P — Fonte: http://www.stankovuniversallaw.com
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos dos Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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PROJETO DE MUDANÇA DO NOME DA AVENIDA BERNARDO VIEIRA PARA AV. NEVALDO ROCHA AGUARDA SANÇÃO DO PREFEITO ÁLVARO DIAS

Por G1 RN

 

Avenida Bernardo Vieira, em Natal — Foto: Google Street ViewAvenida Bernardo Vieira, em Natal — Foto: Google Street View

Os vereadores de Natal aprovaram, em segunda discussão, nesta terça-feira (13) um projeto de lei que altera o nome da Avenida Bernardo Vieira, uma das principais da capital, para Nevaldo Rocha.

O autor do projeto – que visa homenagear o empresário potiguar dono da Riachuelo, que morreu em 2020 – é o prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB). Com a aprovação na Câmara Municipal de Natal, agora é necessário apenas a sanção do gestor municipal para a mudança ser oficializada.

Uma emenda da vereadora Ana Paula Araújo (PL), que pedia que houvesse uma consulta popular para a mudança do nome, foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça. A emenda do vereador Kléber Fernandes (PSDB) foi inserida, concedendo à administração pública 180 dias para as mudanças relacionadas à parte burocrática do processo, como alteração dos endereços da via.

“A gente saiu de uma discussão de um projeto, que estava pautado em urgência, que falava sobre uma solução do problema de transporte público, e foi dito que não era urgente. E a gente vem pra um projeto de mudança de um nome de rua, que está há menos de um mês na Câmara Municipal e esse projeto é tratado com urgência”, contestou a vereadora Ana Paula Araújo.

Outros vereadores também contestaram a rapidez para aprovação do projeto. “É muito sério, é muito grave o que a gente está vivendo, ainda mais um projeto completamente inócuo durante esse período de pandemia”, falou Júlia Arruda (PCdoB).

A vereadora Nina Souza (PDT), por sua vez, acredita que a cidade ganha com a mudança do nome. “Nós estamos tirando da história de Natal essa mácula e trazendo para homenagear um grande empreendedor, empresário e grande homem”.

Quem foi Nevaldo Rocha

Nevaldo Rocha foi o fundador do grupo Guararapes, dono das lojas Riachuelo. Nascido em Caraúbas, no interior do Rio Grande do Norte, trilhou uma trajetória de sucesso que começou na década de 40 quando abriu sua primeira loja em Natal, chamada A Capital.

Na década de 70 a empresa já se chamava Guararapes e contava com duas fábricas. Foi quando o empresário decidiu comprar as lojas Riachuelo. Hoje, a rede tem mais de 300 lojas em todo o território nacional e cerca de 40 mil funcionários.

Nevaldo morreu em junho de 2020, aos 91 anos.

Fonte: G1 RN

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CÂMARA DOS DEPUTADOS ELABORA UMA PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL PARA RESTRINGIR ATUAÇÃO DO JUDICIÁRIO ENVOLVENDO PARLAMENTARES

Câmara prepara mudança na Constituição contra o avanço do Judiciário

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 20 de fevereiro de 2021 às 13:33

Plenário da Câmara dos DeputadosPlenário da Câmara dos Deputados

 

Após a manutenção da prisão do deputado Daniel Silveira, a Câmara dos Deputados já elabora uma proposta de emenda constitucional para alterar o artigo 53 da Constituição Federal e restringir a atuação do Judiciário em casos envolvendo parlamentares.

Uma minuta deverá ser finalizada por um grupo de parlamentares escolhidos por Lira até segunda-feira e a ideia dele é votar o texto já na quarta-feira. O grupo já iniciou as conversas na manhã deste sábado (20).

As principais medidas que estão sendo debatidas são: 1) proibir que parlamentares sejam presos ou alvo de medidas cautelares por decisões monocráticas de juízes; 2) que audiências de custódia envolvendo parlamentares ocorram dentro do Congresso Nacional; 3) regular buscas e apreensões contra parlamentares; 4) impedir que vídeos sejam considerados crimes continuados e alvo de prisão em flagrante. Parte das medidas poderão ser incluídas em um projeto de lei ordinário também e até mesmo no regimento interno da Câmara.

Os parlamentares escolhidos por Lira trabalham em dois eixos principais: 1) imunidades e prerrogativas e 2) garantias processuais. A ideia central é como proteger as imunidade parlamentares e ao mesmo tempo punir os eventuais excessos de parlamentares e permitir que o sistema de justiça aja quando um parlamentar for investigado.

No entanto, há também um claro sentimento de que é preciso evitar medidas como a tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes na prisão de Daniel Silveira. O grupo fala também na necessidade de considerar o eventual descumprimento das novas regras na Lei de Abuso de Autoridade, de forma a punir magistrados que as descumprirem.

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REFLEXÃO: A GRATIDÃO EM TODOS OS MOMENTOS DA VIDA

Seja grato sempre, mesmo quando o mundo lhe disser não! O artigo a seguir é para você fazer uma bela REFLEXÃO antes de iniciar uma nova semana. Uma oportunidade de expandir a sua consciência!

“Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”

Este é o 21° texto da coluna diária do Conexão Política sobre reflexões cristãs.

Publicado em 06.02.2021

Por  

 

Marcelo Camargo | Agência Brasil

“Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”. Essas foram as palavras de um pedinte, com idade aproximada de 60 anos, que se afastou do meu carro, enquanto eu aguardava o sinal (ou farol) verde para partir e seguir minha viagem. Confesso que, por estar pensando em tantas outras coisas naquele momento, acabei não dando atenção ao que aquele senhor pedia. Era uma cena corriqueira que acontece diariamente no trânsito do Rio de Janeiro.

Mesmo sem receber qualquer quantia financeira, quando ele passou ao lado da janela do banco carona, deu pra ouvir suas palavras: Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”!

Aquelas palavras me levaram a pensar em como alguém pode desejar um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!, sem ter recebido nada — NADA!  Segui meu caminho pensando naquelas palavras por alguns minutos, e me lembrei de uma cena bíblica muito incrível.

Ao se aproximar de Jericó, Jesus ficou muito impactado com as palavras ditas por um um cego, que estava sentado, pedindo esmolas. Ele viu ali uma grande oportunidade de ganhar sua visão de volta, mas sabia que para isso precisava chamar a atenção de quem podia lhe atender: Jesus. Então, pôs-se a gritar com muita força:

Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim! — (Lucas 18:38) 

Aquele homem cego conseguiu chamar a atenção de Cristo, e, logo em seguida, recebeu o milagre de ter sua visão de volta, mesmo porque Jesus nunca se despediu de alguém deixando-a com as ‘mãos vazias’. Assim, não foi difícil para aquele homem encontrar palavras que glorificassem a Jesus pela benção recebida: … e seguia Jesus glorificando a Deus.” (Lucas 18:43) 

Porém, se aquele cego não tivesse recebido a visão de volta, será que teria dito um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”?. 

Talvez algumas pessoas improváveis tenham muito a nos ensinar sobre como expressar gratidão mesmo sem nada ter recebido. Foi sobre isso que aquele pedinte do sinal me fez refletir.

Podemos dizer: um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!” quando não lançamos expectativas sobre as pessoas, por algo ou alguma coisa. Nossas desistências se dão, na maioria das vezes, quando superestimamos o que as pessoas podem fazer em nosso favor. E quando isso não acontece, facilmente temos nossas expectativas frustradas.

Quando você estiver diante de uma situação de DAR algo a alguém, seja uma quantia ou “um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”, então, dê!

Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber. — (Atos 20:35) 

Ajude a evangelizar o mundo!

Pastor e Consultor de Seguro Saúde

Fonte: Conexão Política

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O QUE REPRESENTA PARA O MUNDO A VITÓRIA DE BIDEN?

 

O que a vitória de Biden significa para o resto do mundo

De Pequim a Berlim, repórteres da BBC analisam o impacto da mudança ideológica na Casa Branca para 12 países

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

A apuração de votos nos Estados Unidos foi observada de perto no exterior

Após dias de incerteza, o democrata Joe Biden venceu a eleição presidencial dos EUA, conforme apontam as projeções da BBC.

Durante os quatro anos de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, a relação do país com o mundo mudou profundamente.

Repórteres da BBC em diversas capitais, de Pequim a Berlim, explicam como as notícias da vitória de Biden estão sendo recebidas e o que isso pode significar para as relações com os EUA.

China

Vitória de Joe Biden oferece outro desafio para o sistema chinês, escreve John Sudworthem Pequim

Você pode pensar que Pequim ficaria feliz em ver Donald Trump ir embora. Em quatro anos, ele moveu uma guerra comercial contra a China, aplicou uma série de sanções ao país e tentou culpá-lo pela pandemia do coronavírus.

Mas alguns analistas apontam que as autoridades chinesas podem estar agora silenciosamente decepcionadas. Não porque tenham qualquer simpatia por Trump, mas porque uma segunda passagem dele pela Casa Branca era vista por alguns como uma oportunidade. Divisivo em casa, isolacionista no exterior, Trump parecia a Pequim a própria personificação do tão esperado e esperado declínio do poder dos EUA.

Essa era a mensagem transmitida pelos boletins de notícias televisivos controlados pelo Partido Comunista do país. Eles se concentraram não na eleição em si, mas nos protestos, no rancor e nas crescentes taxas de infecção pelo coronavírus nos Estados Unidos.

A China pode, é claro, tentar tirar vantagem da disposição de Joe Biden de buscar cooperação em grandes questões como a mudança climática. Mas o democrata também prometeu trabalhar para consertar as alianças dos Estados Unidos, o que pode ser muito mais eficaz em restringir as ambições de superpotência da China do que a abordagem autônoma de Trump.

A vitória de Biden oferece ainda outro desafio para um sistema chinês desprovido de controle democrático. Longe de ser um declínio dos valores americanos, a própria transição de poder é a prova de que esses valores perduram.

Índia

As raízes de Kamala Harris são uma fonte de orgulho na Índia, mas Narendra Modi pode obter uma recepção mais fria de Biden do que seu predecessor, escreve Rajini Vaidyanatha, em Delhi

A Índia tem sido um parceiro importante para os EUA – e, de maneira geral, isso não deve mudar sob a presidência de Biden.

A nação mais populosa do sul da Ásia continuará sendo um aliado fundamental na estratégia indo-pacífica da América para conter a ascensão da China e no combate ao terrorismo global.

Dito isso, a química pessoal entre Biden e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pode fluir um pouco pior. Trump evitou criticar as polêmicas políticas internas de Modi, que muitos dizem discriminar os muçulmanos do país.

Biden foi muito mais franco. O site de sua campanha pediu a restauração dos direitos de todos na Caxemira e criticou o Registro Nacional de Cidadãos e a Lei de Emenda da Cidadania, duas medidas que geraram protestos em massa.

A nova vice-presidente, Kamala Harris, ela própria filha de mãe indiana, também se manifestou contra algumas das políticas do governo nacionalista hindu. Mas suas raízes indianas provocaram comemorações em massa em grande parte do país. É um momento de imenso orgulho nacional o fato de que a filha de uma indiana que nasceu e foi criada na cidade de Chennai logo será a número dois na Casa Branca.

Coreias

A Coreia do Norte certa vez descreveu Biden como um “cachorro raivoso” – mas agora Kim Jong-un fará cálculos cuidadosos antes de tentar provocar o novo presidente dos EUA, escreve Laura Bicker, em Seul

É provável que o presidente Kim Jong-un preferisse mais quatro anos de Donald Trump.

A reunião sem precedentes dos líderes e as demais negociações geraram incríveis oportunidades de fotos para os livros de história, mas muito pouco material foi assinado. Nenhum dos lados conseguiu o que queria: a Coreia do Norte continuou a construir seu arsenal nuclear e os EUA seguiram aplicando sanções rígidas ao país asiático.

Joe Biden, por outro lado, exigiu que a Coreia do Norte mostre que está disposta a abandonar seu programa de armas nucleares antes de sinalizar qualquer reunião com Kim Jong-un. Muitos analistas acreditam que, a menos que a equipe de Biden inicie um diálogo com Pyongyang muito cedo, os dias de “fogo e fúria” podem retornar.

Kim pode querer chamar a atenção de Washington com um retorno aos testes de mísseis de longo alcance, mas não vai querer aumentar as tensões a ponto de o país já empobrecido ser atingido com ainda mais sanções.

A Coreia do Sul já alertou o Norte para não seguir um caminho de provocações.

Seul pode ter tido dificuldade para lidar com Donald Trump às vezes, mas, na ansiedade para pôr fim à guerra de 70 anos na península coreana, o presidente Moon elogiou Trump por ter tido a “coragem” de se encontrar com o líder da Coreia do Norte. A Coreia do Sul observará de perto qualquer sinal de que Biden está disposto a fazer o mesmo movimento.

Reino Unido

A “relação especial” entre EUA e Reino Unido pode sofrer um rebaixamento com Joe Biden no comando, escreve a correspondente Jessica Parker, em Londres

Eles não serão vistos como aliados naturais: Joe Biden, o democrata experiente, e Boris Johnson, o bombástico defensor do Brexit.

Ao analisar como o relacionamento futuro deles pode funcionar, vale a pena considerar o passado. Especificamente naquele ano de 2016, quando Donald Trump ganhou a Casa Branca e o Reino Unido votou pela saída da União Europeia. Tanto Joe Biden quanto seu chefe na época, Barack Obama, não esconderam que preferiam outro resultado em relação ao Brexit.

As recentes manobras do governo do Reino Unido em relação ao Brexit não foram bem aceitas pelos democratas e pelo lobby irlandês, incluindo o presidente eleito dos EUA. Biden disse que, se eleito, não permitiria que a paz na Irlanda do Norte se tornasse uma “vítima do Brexit”, afirmando que qualquer futuro acordo comercial EUA-Reino Unido dependeria do respeito ao Acordo de Belfast.

Lembra que Donald Trump certa vez chamou Boris Johnson de “Trump britânico”? Bem, Biden aparentemente concordou, uma vez que descreveu o primeiro-ministro do Reino Unido como o “clone físico e emocional” de Trump. Portanto, é possível que Joe Biden inicialmente esteja mais ansioso para falar com Bruxelas, Berlim ou Paris do que Londres. A “relação especial” pode enfrentar um rebaixamento.

No entanto, os dois líderes ainda podem encontrar algum terreno comum. Afinal, os países que lideram têm laços diplomáticos antigos e profundos, principalmente nas áreas de segurança e inteligência.

Rússia

Um governo mais previsível pode ser uma esperança para a Rússia na vitória de Biden, escreve Steven Rosenberg em Moscou

O Kremlin tem um senso de audição apurado. Isso quer dizer que Moscou ouviu em alto e bom som quando, recentemente, Joe Biden classificou a Rússia como “a maior ameaça” para a América.

O Kremlin também tem boa memória. Em 2011, o vice-presidente Biden teria afirmado que, se fosse Putin, não se candidataria novamente à presidência: seria ruim para o país e para si mesmo. O presidente Putin provavelmente não se esqueceu do comentário.

Biden e Putin não são uma combinação perfeita no paraíso geopolítico. Moscou teme que a presidência de Biden signifique mais pressão e mais sanções vindas de Washington. Com um democrata na Casa Branca, poderia ser hora de retribuir a suposta intervenção da Rússia nas eleições americanas de 2016?

Um jornal russo afirmou recentemente que, sob o governo de Trump, as relações EUA-Rússia haviam mergulhado “no fundo do mar”. Mas comparou Biden a uma “draga” que iria “cavar ainda mais fundo”. Não é de admirar que Moscou tenha esse sentimento de afundamento.

No entanto, para o Kremlin, pode haver um sinal de esperança. Comentaristas russos preveem que um governo Biden será, pelo menos, mais previsível do que a equipe de Trump. Isso pode tornar mais fácil chegar a um acordo sobre questões urgentes, como New Start, o crucial tratado de redução de armas nucleares entre os EUA e a Rússia que expira em fevereiro.

Moscou vai querer deixar a era Trump e tentar construir uma relação de trabalho com a nova Casa Branca. Não há garantia de sucesso.

Alemanha

Os alemães esperam voltar à normalidade com seu principal aliado assim que Donald Trump partir, escreve Damien McGuinness, em Berlim.

A Alemanha vai suspirar aliviada com o resultado das eleições americanas.

Apenas 10% dos alemães confiam no presidente Trump em relação à política externa, de acordo com o Pew Research Center. Ele é mais impopular na Alemanha do que em qualquer outro país pesquisado. Até mesmo a Rússia de Putin e a China de Xi Jinping têm mais simpatia pelo republicano que a Alemanha.

Além de ter uma relação ruim com a chanceler Angela Merkel – é difícil imaginar dois líderes com personalidades tão apostas -, o presidente Trump é acusado de minar o livre comércio e desmantelar as instituições multilaterais das quais a Alemanha depende economicamente.

Apesar disso, os EUA são o maior parceiro comercial da Alemanha e a relação transatlântica é crítica para a segurança europeia. Portanto, a presidência de Trump foi uma jornada difícil.

Os ministros alemães criticaram os pedidos do presidente nos últimos dias para que a contagem de votos parasse fosse suspensa e suas alegações infundadas de fraude eleitoral. A ministra da Defesa, Annegret Kramp-Karrenbauer, chamou a situação de “explosiva”.

Há uma consciência aqui de que as principais diferenças políticas entre Washington e Berlim não desaparecerão sob a presidência de Biden. Mas Berlim espera trabalhar com um presidente que valorize a cooperação multilateral.

Irã

Vitória de Biden pode trazer Teerã de volta à mesa de negociações, escreve o correspondente do Serviço Persa da BBC, Kasra Naji

Nas semanas anteriores à eleição dos EUA, o presidente Trump disse com bastante otimismo que, uma vez reeleito, o primeiro telefonema que receberia seria de líderes iranianos pedindo para negociar.

Aquele telefonema para o republicano, se ele tivesse vencido, nunca iria acontecer. Negociar com seu governo teria sido impossível para o Irã. Seria muito humilhante.

Sob o presidente Trump, as sanções dos EUA e uma política de pressão máxima deixaram o Irã cambaleando à beira do colapso econômico. Ele retirou os EUA do acordo nuclear. Pior ainda, ordenou o assassinato do general Qasem Soleimani, um amigo próximo do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. Vingar-se pelo assassinato dele continua no topo de sua agenda linha dura.

A eleição de Joe Biden torna as negociações com o governo dos EUA muito mais fáceis para o Irã. O presidente eleito não tem a mesma bagagem. Ele disse que quer usar a diplomacia e voltar ao acordo nuclear com o Irã.

Mas a linha dura do Irã não chegará à mesa facilmente. Quando os americanos foram às urnas em 3 de novembro, o líder iraniano afirmou que a eleição “não teria efeito” nas políticas de Teerã. “O Irã seguiu uma política sensata e calculada que não pode ser afetada por mudanças de personalidade em Washington”, disse ele.

Milhões de iranianos pensaram de forma diferente enquanto assistiam silenciosamente ao desenrolar das eleições nos Estados Unidos em suas telas ilegais de TV via satélite, convencidos de que seu futuro dependia dos resultados e esperando que uma vitória de Biden resultasse no alívio das sanções.

Israel

Há expectativas de uma redefinição de grande parte da política de Donald Trump para o Oriente Médio, escreve Tom Bateman, em Jerusalém

O presidente Trump sobrecarregou os dois pólos do Oriente Médio. Ele procurou recompensar e consolidar os aliados regionais tradicionais dos americanos, enquanto isolava seus adversários em Teerã.

Joe Biden tentará reconectar a política dos EUA para o Oriente Médio de volta à forma como a deixou como vice-presidente de Barack Obama: aliviando a campanha de “pressão máxima” de Trump sobre o Irã e com o objetivo de voltar a aderir ao acordo nuclear de 2015 abandonado pelo Casa Branca há dois anos.

Essa perspectiva horroriza Israel e países do Golfo, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Um ministro israelense disse em resposta à provável vitória de Biden que a política terminaria com “um violento confronto israelense-iraniano, porque seremos forçados a agir”.

O resultado também muda drasticamente a abordagem dos EUA no conflito israelense-palestino. O plano de Trump foi visto como favorecendo fortemente Israel e dando-lhe a chance de anexar partes da Cisjordânia ocupada. Isso foi arquivado em favor de acordos históricos para estabelecer laços entre Israel e vários estados árabes.

Este esforço para a “normalização” regional provavelmente continuará sob Biden, mas ele pode tentar desacelerar as controversas vendas de armas dos EUA para o Golfo e provavelmente buscará mais concessões por parte dos israelenses. A anexação agora parece definitivamente fora de questão e Biden também fará objeções à construção de novos assentamentos israelenses.

Mas não haverá a “reviravolta completa” que um oficial palestino exigiu esta semana. A retórica retornará ao entendimento tradicional de uma “solução de dois Estados”, mas as chances de se fazer muito progresso no processo de paz israelense-palestino parecem pequenas.

Egito

Há grandes esperanças entre ativistas de que o governo Biden aumente a pressão sobre os direitos humanos no Egito, escreve Sally Nabil, no Cairo

O presidente do Egito, Abdul Fattah al-Sisi, apoiado pelos militares, tinha um relacionamento muito bom com Donald Trump. Teria sido melhor para ele manter um amigo na Casa Branca, mas agora terá que começar um novo capítulo com Joe Biden.

Os críticos do presidente Sisi acusaram o governo Trump de fechar os olhos a seus supostos abusos de direitos humanos. O Egito recebe US$ 1,3 bilhão em ajuda militar dos EUA por ano. Em 2017, uma pequena parcela dessa ajuda foi suspensa por questões envolvendo direitos humanos, mas foi liberada no ano seguinte.

A vitória de Joe Biden na Casa Branca é considerada uma boa notícia por muitos grupos de direitos humanos aqui. Os ativistas esperam que o novo governo dos EUA pressione o governo egípcio para que mude suas políticas opressivas em relação à oposição, com dezenas de milhares de presos políticos supostamente na prisão. As autoridades egípcias sempre negaram ter encarcerado esses grupos, desafiando a credibilidade de relatórios críticos de direitos humanos.

“As relações EUA-Egito sempre foram estratégicas, independentemente de quem se senta no Salão Oval”, disse Ahmed Sayyed Ahmed, um analista político.

“A parceria vai continuar, mas a retórica dos democratas sobre os direitos humanos pode não ser bem recebida por alguns egípcios, que veem isso como uma intromissão nos assuntos de seu país.”

Cuba

Após duras sanções, a vitória de Biden traz alívio, escreve o correspondente da BBC em Cuba, Will Grant

Uma presidência de Biden é exatamente o que a maioria dos cubanos esperava. Na verdade, a maioria das pessoas na ilha veria com bons olhos quase qualquer pessoa na Casa Branca além de Donald Trump. Suas sanções trouxeram dificuldades reais e os cubanos estão exaustos após quatro anos de hostilidade implacável.

Joe Biden, por outro lado, revive as memórias do recente ponto alto nas relações cubano-EUA sob o presidente Obama. Na verdade, o ex-vice-presidente teria contribuído para tornar possíveis os dois anos de distensão.

O governo comunista em Havana, sem dúvida, continuará a dizer que todos os presidentes dos EUA são essencialmente feitos do mesmo material. Mas entre as pessoas na fila de produtos básicos e lutando para pagar as contas, o sentimento predominante será de grande alívio.

A única desvantagem do ponto de vista dos cubanos? Biden agora está bem ciente de como o tratamento duro do presidente Trump em relação rendeu-lhe frutos entre os eleitores na disputada Flórida.

Eles temem que Biden possa estar muito menos inclinado a aliviar algumas das medidas de Trump do que estaria em outro momento.

Canadá

Justin Trudeau verá um aliado em seu novo vizinho, escreve Jessica Murphy, em Toronto

O primeiro-ministro canadense prometeu aprofundar os laços com os EUA independentemente de quem vencesse a eleição presidencial, mas é provável que o alívio tenha sido sentido em Ottawa quando ficou claro que o democrata Joe Biden havia conquistado a vitória.

A relação do Canadá com os Estados Unidos tem sido difícil sob o presidente Trump, embora tenha suas realizações, que incluem a renegociação bem-sucedida do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, junto com o México.

Mas Justin Trudeau deixou claro que sentia uma afinidade política com o ex-presidente Barack Obama, que o endossou durante as recentes eleições federais canadenses. Esse sentimento de cordialidade se estende ao homem que atuou como vice-presidente de Obama, Joe Biden.

Em Biden, o Partido Liberal de Trudeau encontrará um aliado em questões como mudança climática e multilateralismo. Mas isso não significa que não haja possibilidades de atrito com seu governo. O presidente Trump autorizou a construção do oleoduto Keystone XL de Alberta para o Texas, um projeto visto como chave para o setor de energia em dificuldades do Canadá, mas o presidente eleito Biden se opõe ao projeto.

E o plano econômico “Buy American” de Joe Biden para reanimar a indústria dos EUA após a pandemia do coronavírus será uma preocupação, dada a profunda dependência do Canadá do comércio com os EUA.

Fonte: R7

 

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OPINIÃO: A GUINADA CONTRA OS TRADICIONAIS PARTIDOS DA ESQUERDA COMEÇOU, E FORTALEZA É MAIS UMA CAPITAL PRESTES A SE LIBERTAR

 Caro(a) leitor(a),

Não é fácil, a mudança é paulatina e lenta, mas, parece que está acontecendo. O cenário político do Nordeste começa a mudar, com a decadência da hegemonia Lulo-petista e a ascensão da direita pós bolsonarista. E essa mudança começa a ficar visível nestas eleições para prefeitos e vereadores em 2020. Em Fortaleza o Capitão Wagner é o exemplo mais nítido dessa virada bolsonarista que lidera as pesquisas com 31% das intenções de voto. Apesar de guiado por um revanchismo e grande sentimento de ressentimento e isso não é um bom sinal, dada a enorme polarização, mas a mudança é essencial para tirar a região do atraso econômico e cultural. Então, primeiro a virada e depois o aparar de arestas que será necessário nos próximos anos. Vamos a luta!

Em disputa acirrada, Fortaleza é mais uma capital que pode sair das mãos da esquerda

Raul Holderf Nascimento

Publicado em

O Conexão Política vem registrando a forte disputa eleitoral no cenário municipal deste ano.

A esquerda, que por décadas dominou muitos estados, capitais e cidades gerais, se vê cada vez mais acuada e sem representantes que consolidem a agenda progressista no país.

A ‘guinada’ contra os tradicionais partidos da esquerda começou com força nas eleições de 2016.

Não há como falar nessa mudança sem citar o cenário da capital do Rio de Janeiro em 2016, que elegeu Marcelo Crivella.

Com uma ampla vantagem sobre Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Crivella cravou 59,36% e saiu vitorioso no segundo turno.

O resultado faz parte da onda conservadora que começa a crescer no Brasil, incluindo o Rio de Janeiro. Neste cenário, em específico, a expressiva vitória de Marcelo Crivella, foi impulsionada pelo eleitorado evangélico, que representa um terço dos quase 4,9 milhões de votantes da capital fluminense.

Além disso, os fortes escândalos de corrupção contra figuras da esquerda brasileira enfraqueceram mais e mais o palanque progressista.

Não só isso, a população passou a ter uma maior consciência do que realmente prega o progressismo. Dessa forma, os pilares do conservadorismo foram ganhando forma, voz e figuras eleitas.

O efeito pode se repetir em Fortaleza

A influência da família Ferreira Gomes no estado do Ceará pode estar com os dias contados.

O cenário das eleições municipais deste ano aponta para uma mudança significativa na capital Fortaleza.

Ciro e Cid, que por muitos anos conseguiram emplacar vários nomes aliados na capital cearense, agora parecem ter diminuído a força.

De acordo com um levantamento do Datafolha, divulgado na última quarta-feira (28), o candidato do PDT tem 22% das intenções de voto, representando um empate técnico com e Luizianne Lins (PT), que aparece com 19%.

A surpresa no cenário é o nome do Capitão Wagner. Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o candidato do PROS lidera com 31%.

Se os rumos eleitorais continuarem navegando nesse sentido, a vitória de Wagner representará uma verdadeira derrota da esquerda em Fortaleza. Consequentemente, o mesmo deverá se repetir no páreo de 2022.

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VOOS SAÍDOS DO BRASIL PARA OS EUA TÊM NOVA POLÍTICA DE RESTRIÇÃO

Estados Unidos mudam política de restrição para voos saídos do Brasil

Mudança anunciada neste sábado, e que também vale para China, Irã, Reino Unido e Irlanda do Norte, valerá a partir de segunda-feira (14)

INTERNACIONAL

Do R7, com Agência Brasil

Voos brasileiros estavam proibidos desde maio

Os Estados Unidos decidiram modificar a restrição de chegada para alguns tipos de voos saídos do Brasil por conta da pandemia do novo coronavírus. O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA anunciou neste sábado (12) a mudança, que valerá a partir de segunda-feira (14).

Além do Brasil, também foram incluídos na decisão a China (excluindo as regiões administrativas de Hong Kong e Macau), Irã, região Schengen da Europa, Reino Unido (excluindo territórios estrangeiros fora da Europa) e Irlanda do Norte.

A liberação muda a distribuição dos locais onde esses voos, com passageiros que estiveram nos territórios cidados nos 14 dias anteriores à chegada, poderão pousar. Até então, eles podiam descer em apenas 15 aeroportos espalhados pelos EUA. A partir de agora, essa restrição não será mais aplicada.

A medida, no entanto, não libera a entrada para todos os cidadãos estrangeiros, como chegou a ser noticiado. Poderão entrar no território norte-americano apenas cidadãos dos EUA ou estrangeiros com visto de residência permanente e seus familiares próximos, como vem acontecendo desde maio.

A região Schengen da Europa é composta por Alemanha, Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Hungria, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça.

A restrição de voos saídos do Brasil teve início em 28 de maio. Outros países tiveram a restrição imposta antes. O governo dos EUA informou que está mudando sua estratégia em relação à prevenção da covid-19 e “priorizando outras medidas de saúde pública” para reduzir o risco de transmissões relacionadas a viagens. Segundo o governo, há um melhor entendimento sobre as formas de transmissão do vírus.

“Hoje temos um melhor entendimento sobre a transmissão da covid-19, que indica que sintomas baseados em processos de triagem tem eficácia limitada porque pessoas com covid-19 podem não ter sintomas ou febre no momento da triagem, ou apenas sintomas leves”, informou a embaixada dos EUA no Brasil.

Dentre as ações a serem adotadas pelos Estados Unidos a partir de agora estão a prestação de informações sobre saúde para passageiros antes, durante e depois do voo; a possibilidade de testagem para reduzir o risco de transmissões do vírus, a ampliação dos treinamentos e informações para parceiros do setor de transporte e portos para garantir o reconhecimento da doença e imediata notificação ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); recomendações depois da chegada de passageiros para que monitorem a si mesmos e tomem precauções, incluindo ficar em casa por até 14 dias, dentre outras medidas.

 

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COMPORTAMENTO: DEPOIS DE 6 MESES DE PANDEMIA PESQUISA CONSTATA QUE AMERICANOS ESTÃO MAIS RESPONSÁVEIS FINANCEIRAMENTE

Na nossa coluna COMPORTAMENTO desta sexta-feira temos como destaque a primeira pesquisa feita nos Estados Unidos sobre a mudança de hábitos e de comportamento dos americanos depois de seis meses de pandemia de Covid-19. Entre outras coisas a pesquisa constatou que o americano médio está mais responsável financeiramente e dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa pesquisa!

Os americanos estão creditando a crise da COVID por ajudá-los a se tornarem mais responsáveis ​​financeiramente

Cultivar seus próprios vegetais, mudar para papel higiênico de uma folha e comer muitas sobras – essas são apenas algumas das maneiras pelas quais as pessoas estão ganhando centavos durante a pandemia de COVID-19, de acordo com esta nova pesquisa.

Curiosamente, mais da metade dos americanos entrevistados atribuem à pandemia COVID-19 o fato de finalmente ensiná-los a ser espertos com seu dinheiro.

Na verdade, uma pesquisa semelhante de dois anos atrás mostra que o número de adultos norte-americanos que se sentem muito espertos com seu dinheiro aumentou de apenas 42% em 2018 para 51% em 2020.

Outros dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais.

As pesquisas de 2.000 americanos, ambas conduzidas pela OnePoll em nome do Slickdeals , investigaram como a pandemia mudou a mentalidade das pessoas sobre seu dinheiro e como elas definem ser “barato” versus ser “frugal”.

A última pesquisa foi feita para espelhar a realizada em 2018 como um meio de comparar o quanto os resultados mudaram ao longo de dois anos e uma pandemia global.

Derrubar o mínimo (15-20%), independentemente do serviço foi considerado pelas pessoas em 2020, ser “barato”; no entanto, poupar na ponta em 2018 foi votado como um ato de frugalidade. Talvez isso possa ser explicado por uma mudança na gratidão para com os trabalhadores da linha de frente?

Recusar-se a participar das rodadas no bar foi considerado barato pelos entrevistados, assim como calcular sua participação na conta do grupo até um centavo.

Outras ações baratas? Ainda usando eletrônicos muito desatualizados, re-presenteando e diluindo recipientes de sabão com água.

Por outro lado, comprar roupas em uma loja de segunda mão era considerado “frugal”, assim como comprar produtos alimentícios fora de marca, comprar eletrônicos sem nome e sempre buscar ofertas ou cupons ao ir às compras.

 

 

Os participantes também consideraram monitorar o uso de eletricidade e aquecimento em casa para manter as contas de serviços públicos baixas, para um comportamento frugal.

De acordo com a pesquisa, o americano médio se torna uma pessoa frugal aos 31 anos, com um em cada quatro afirmando que se tornou mais econômico quando era ainda mais jovem. Dois em cada três americanos também disseram que consideram ser considerados frugais um elogio.

“A pandemia de coronavírus afetou a situação financeira de muitas pessoas e trouxe um novo enfoque à importância de priorizar os gastos”, disse Josh Meyers, CEO da Slickdeals. “Vemos uma mudança em direção a gastos mais inteligentes, com 65% dos entrevistados indicando que a pandemia os transformou em uma pessoa frugal, e 67% relatando que ser chamado de frugal é na verdade um elogio.”

A pesquisa também descobriu que ser financeiramente consciente pode ser importante na cena do namoro.

Dois terços dos entrevistados disseram que realmente acham que usar um cupom no primeiro encontro é totalmente aceitável. Na verdade, 45% disseram que ficariam felizes em usar um cupom no primeiro encontro.

Três em cada quatro dizem que quanto mais envelhecem, mais desejável é para uma perspectiva romântica com uma mentalidade financeira inteligente.

BARATO OU FRUGAL?

BARATO
– Derrubando o valor mínimo aceitável (15-20%), independentemente do serviço
– Recusando-se a participar das rodadas no bar
– Calculando sua parte de uma conta de grupo até o centavo
– Mantendo eletrônicos desatualizados ou gastos, contanto que eles ainda mal funciona
– Reutilizar saquinhos de chá ou filtros de café
– Comer alimentos alguns dias após a data de validade
– Aumentar a longevidade do sabão diluindo garrafas de sabão com água
– Re-presentear

FRUGAL
– Acompanhamento regular do consumo de eletricidade (desligar luzes / aparelhos quando não estiverem em uso)
– Acompanhamento regular do termostato doméstico (mantendo o calor o mais baixo possível)
– Assistir a filmes em casa em vez de no cinema
– Fazer compras em segundo lugar- lojas de roupas de mão
– Compra de produtos alimentícios fora de marca
– Compra de produtos eletrônicos sem nome (como fones de ouvido da pedra fundamental)
– Pare de beber enquanto está em bares ou restaurantes / só bebe álcool em casa
– Buscando ofertas ou cupons para todas as compras

Fonte: Good News Network

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AUTOCONHECIMENTO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA E A MUDANÇA DE FREQUÊNCIA

Um texto curto, simples de grande sabedoria e luz para você que está no processo do despertar da consciência enxergar a mudança que está ocorrendo. Essa, aparente, mudança permite que a verdade seja revelada porque você está apenas vendo o que sempre esteve lá. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e enxergar essa verdade!

A Mudança que Ocorre no Despertar

Mensagem de 6 de Julho e 2020

A mudança que ocorre em um despertar é a abertura interior do coração, que permite que a verdade interior surja. Quando isso ocorre, você olha apenas uma vez para a superfície agora.

As pessoas pensam que mudam quando aprendem algo novo, mas a essência do que realmente está acontecendo é que há uma descoberta do que sempre esteve lá. Não é realmente uma mudança que ocorre, é uma mudança do pensamento ilusório da superfície, com a mudança sendo uma compreensão da verdadeira natureza da vida; começando com olhar para dentro de sua própria mente.

Você não pode conhecer a verdade se não conhece a si mesmo e não pode conhecer a si mesmo se não conhece sua própria mente. A razão pela qual é tão difícil para o coração se abrir para que você possa viver de maneira diferente é porque a mente não se acalma sem uma luta. Sua mente lhe dirá para olhar na superfície para sobreviver na vida, desde que seja agradável…

A auto-investigação não é agradável, especialmente quando foi iniciada, e é por isso que muitos hesitam em fazê-lo. É muito mais fácil e prazeroso não investigar e fazer o que é familiar, mas só há benefícios quando uma auto-avaliação honesta é feita. É necessário dar um passo no desconhecido, para que você possa conhecer a verdade de quem você não é.

A mente adota naturalmente o que é familiar porque é o que está na superfície, mas uma auto-avaliação honesta permite que a verdade seja revelada e suba à superfície, assim a verdade se torna o que é familiar.

Quando a verdade é o que está na superfície, o que acontece é que o véu da ignorância é removido e onde você estava cego, agora pode ver.

Não é uma mudança, é uma mudança que permite que a verdade seja revelada porque você está apenas vendo o que sempre esteve lá…

Mike Cupo
Fonte: http://in5d.com/ — Rafael Issa Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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MORO MATA A COBRA E MOSTRA O PAU

Por Jornal Nacional e G1

 

Moro mostra ao JN provas de acusações a Bolsonaro

Moro mostra ao JN provas de acusações a Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.

Mais cedo, nesta sexta, ao anunciar que havia decidido deixar o cargo, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao decidir demitir o agora ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo.

Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta quinta.

O contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.

O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.

Sergio Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”, se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.

Moro prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.

Indicação para o Supremo

O Jornal Nacional também cobrou de Sergio Moro provas de que ele não havia condicionado a troca no comando da Polícia Federal à sua indicação para o Supremo Tribunal Federal, uma acusação feita pelo presidente Bolsonaro no pronunciamento.

O ex-ministro mostrou ao JN a imagem de uma troca de mensagens com a deputada federal Carla Zambelli (PSL), aliada de primeira hora de Bolsonaro. Ela, inclusive, estava nesta sexta ao lado do presidente durante o pronunciamento.

A deputada Carla Zambelli afirmou que não vai comentar a troca de mensagens.

Na troca de mensagens, Carla Zambelli diz: “Por favor, ministro, aceite o Ramage”, numa referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos candidatos de Jair Bolsonaro para a Direção-Geral da Polícia Federal.

Parte da deputada a proposta para que Sergio Moro aceite a mudança na PF em troca da nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal.

“E vá em setembro pro STF”, enviou a deputada. “Eu me comprometo a ajudar”, acrescentou. “A fazer JB prometer”, completou.

Sergio Moro, então, rechaça a proposta: “Prezada, não estou à venda”.

Carla Zambelli, então, continua a argumentar: “Ministro, por favor, milhões de brasileiros vão se desfazer”

Em seguida, ela responde à mensagem de Moro de que não estaria à venda. “Eu sei”, diz. “Por Deus, eu sei”, acrescenta.

“Se existe alguém que não está à verba é o senhor”. A palavra “verba”, neste caso, parece ser “venda”, com erro de digitação.

Moro finaliza a conversa dizendo: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando lá”. Segundo o ex-ministro, era uma referência à tentativa de aliados de convencer o presidente a mudar de ideia.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO MUDAR E INCORPORAR NOVOS HÁBITOS

O destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL é a mini-palestra de Pedro Calabrez sobre “Como Mudar e Incorporar Novos Hábitos”. Este é um momento propício para isso já que estamos iniciando um novo ano e como qualquer um sabe o ano novo só será melhor se você mudar. Portanto assista ao vídeo a seguir e quebre paradigmas, mude o seu comportamento e tenha om ano de 2020 muito melhor que 2019.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: ATITUDES SIMPLES PODEM MUDAR PENSAMENTOS DESTRUTIVOS

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL deste sábado trago mais uma mini-palestra do Best Seller Augusto Cury, que trata de “Atitudes simples podem mudar pensamentos destrutivos. Uma palestra com dicas sobre como quebrar paradigmas enraizados no nosso subconsciente. Assista ao vídeo, mude seu comportamento e o rumo da sua vida!

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