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CÂMARA DOS DEPUTADOS ELABORA UMA PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL PARA RESTRINGIR ATUAÇÃO DO JUDICIÁRIO ENVOLVENDO PARLAMENTARES

Câmara prepara mudança na Constituição contra o avanço do Judiciário

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 20 de fevereiro de 2021 às 13:33

Plenário da Câmara dos DeputadosPlenário da Câmara dos Deputados

 

Após a manutenção da prisão do deputado Daniel Silveira, a Câmara dos Deputados já elabora uma proposta de emenda constitucional para alterar o artigo 53 da Constituição Federal e restringir a atuação do Judiciário em casos envolvendo parlamentares.

Uma minuta deverá ser finalizada por um grupo de parlamentares escolhidos por Lira até segunda-feira e a ideia dele é votar o texto já na quarta-feira. O grupo já iniciou as conversas na manhã deste sábado (20).

As principais medidas que estão sendo debatidas são: 1) proibir que parlamentares sejam presos ou alvo de medidas cautelares por decisões monocráticas de juízes; 2) que audiências de custódia envolvendo parlamentares ocorram dentro do Congresso Nacional; 3) regular buscas e apreensões contra parlamentares; 4) impedir que vídeos sejam considerados crimes continuados e alvo de prisão em flagrante. Parte das medidas poderão ser incluídas em um projeto de lei ordinário também e até mesmo no regimento interno da Câmara.

Os parlamentares escolhidos por Lira trabalham em dois eixos principais: 1) imunidades e prerrogativas e 2) garantias processuais. A ideia central é como proteger as imunidade parlamentares e ao mesmo tempo punir os eventuais excessos de parlamentares e permitir que o sistema de justiça aja quando um parlamentar for investigado.

No entanto, há também um claro sentimento de que é preciso evitar medidas como a tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes na prisão de Daniel Silveira. O grupo fala também na necessidade de considerar o eventual descumprimento das novas regras na Lei de Abuso de Autoridade, de forma a punir magistrados que as descumprirem.

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REFLEXÃO: A GRATIDÃO EM TODOS OS MOMENTOS DA VIDA

Seja grato sempre, mesmo quando o mundo lhe disser não! O artigo a seguir é para você fazer uma bela REFLEXÃO antes de iniciar uma nova semana. Uma oportunidade de expandir a sua consciência!

“Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”

Este é o 21° texto da coluna diária do Conexão Política sobre reflexões cristãs.

Publicado em 06.02.2021

Por  

 

Marcelo Camargo | Agência Brasil

“Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”. Essas foram as palavras de um pedinte, com idade aproximada de 60 anos, que se afastou do meu carro, enquanto eu aguardava o sinal (ou farol) verde para partir e seguir minha viagem. Confesso que, por estar pensando em tantas outras coisas naquele momento, acabei não dando atenção ao que aquele senhor pedia. Era uma cena corriqueira que acontece diariamente no trânsito do Rio de Janeiro.

Mesmo sem receber qualquer quantia financeira, quando ele passou ao lado da janela do banco carona, deu pra ouvir suas palavras: Um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”!

Aquelas palavras me levaram a pensar em como alguém pode desejar um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!, sem ter recebido nada — NADA!  Segui meu caminho pensando naquelas palavras por alguns minutos, e me lembrei de uma cena bíblica muito incrível.

Ao se aproximar de Jericó, Jesus ficou muito impactado com as palavras ditas por um um cego, que estava sentado, pedindo esmolas. Ele viu ali uma grande oportunidade de ganhar sua visão de volta, mas sabia que para isso precisava chamar a atenção de quem podia lhe atender: Jesus. Então, pôs-se a gritar com muita força:

Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim! — (Lucas 18:38) 

Aquele homem cego conseguiu chamar a atenção de Cristo, e, logo em seguida, recebeu o milagre de ter sua visão de volta, mesmo porque Jesus nunca se despediu de alguém deixando-a com as ‘mãos vazias’. Assim, não foi difícil para aquele homem encontrar palavras que glorificassem a Jesus pela benção recebida: … e seguia Jesus glorificando a Deus.” (Lucas 18:43) 

Porém, se aquele cego não tivesse recebido a visão de volta, será que teria dito um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”?. 

Talvez algumas pessoas improváveis tenham muito a nos ensinar sobre como expressar gratidão mesmo sem nada ter recebido. Foi sobre isso que aquele pedinte do sinal me fez refletir.

Podemos dizer: um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!” quando não lançamos expectativas sobre as pessoas, por algo ou alguma coisa. Nossas desistências se dão, na maioria das vezes, quando superestimamos o que as pessoas podem fazer em nosso favor. E quando isso não acontece, facilmente temos nossas expectativas frustradas.

Quando você estiver diante de uma situação de DAR algo a alguém, seja uma quantia ou “um ótimo dia! Tudo de bom! Muito obrigado!”, então, dê!

Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber. — (Atos 20:35) 

Ajude a evangelizar o mundo!

Pastor e Consultor de Seguro Saúde

Fonte: Conexão Política

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O QUE REPRESENTA PARA O MUNDO A VITÓRIA DE BIDEN?

 

O que a vitória de Biden significa para o resto do mundo

De Pequim a Berlim, repórteres da BBC analisam o impacto da mudança ideológica na Casa Branca para 12 países

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

A apuração de votos nos Estados Unidos foi observada de perto no exterior

Após dias de incerteza, o democrata Joe Biden venceu a eleição presidencial dos EUA, conforme apontam as projeções da BBC.

Durante os quatro anos de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, a relação do país com o mundo mudou profundamente.

Repórteres da BBC em diversas capitais, de Pequim a Berlim, explicam como as notícias da vitória de Biden estão sendo recebidas e o que isso pode significar para as relações com os EUA.

China

Vitória de Joe Biden oferece outro desafio para o sistema chinês, escreve John Sudworthem Pequim

Você pode pensar que Pequim ficaria feliz em ver Donald Trump ir embora. Em quatro anos, ele moveu uma guerra comercial contra a China, aplicou uma série de sanções ao país e tentou culpá-lo pela pandemia do coronavírus.

Mas alguns analistas apontam que as autoridades chinesas podem estar agora silenciosamente decepcionadas. Não porque tenham qualquer simpatia por Trump, mas porque uma segunda passagem dele pela Casa Branca era vista por alguns como uma oportunidade. Divisivo em casa, isolacionista no exterior, Trump parecia a Pequim a própria personificação do tão esperado e esperado declínio do poder dos EUA.

Essa era a mensagem transmitida pelos boletins de notícias televisivos controlados pelo Partido Comunista do país. Eles se concentraram não na eleição em si, mas nos protestos, no rancor e nas crescentes taxas de infecção pelo coronavírus nos Estados Unidos.

A China pode, é claro, tentar tirar vantagem da disposição de Joe Biden de buscar cooperação em grandes questões como a mudança climática. Mas o democrata também prometeu trabalhar para consertar as alianças dos Estados Unidos, o que pode ser muito mais eficaz em restringir as ambições de superpotência da China do que a abordagem autônoma de Trump.

A vitória de Biden oferece ainda outro desafio para um sistema chinês desprovido de controle democrático. Longe de ser um declínio dos valores americanos, a própria transição de poder é a prova de que esses valores perduram.

Índia

As raízes de Kamala Harris são uma fonte de orgulho na Índia, mas Narendra Modi pode obter uma recepção mais fria de Biden do que seu predecessor, escreve Rajini Vaidyanatha, em Delhi

A Índia tem sido um parceiro importante para os EUA – e, de maneira geral, isso não deve mudar sob a presidência de Biden.

A nação mais populosa do sul da Ásia continuará sendo um aliado fundamental na estratégia indo-pacífica da América para conter a ascensão da China e no combate ao terrorismo global.

Dito isso, a química pessoal entre Biden e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pode fluir um pouco pior. Trump evitou criticar as polêmicas políticas internas de Modi, que muitos dizem discriminar os muçulmanos do país.

Biden foi muito mais franco. O site de sua campanha pediu a restauração dos direitos de todos na Caxemira e criticou o Registro Nacional de Cidadãos e a Lei de Emenda da Cidadania, duas medidas que geraram protestos em massa.

A nova vice-presidente, Kamala Harris, ela própria filha de mãe indiana, também se manifestou contra algumas das políticas do governo nacionalista hindu. Mas suas raízes indianas provocaram comemorações em massa em grande parte do país. É um momento de imenso orgulho nacional o fato de que a filha de uma indiana que nasceu e foi criada na cidade de Chennai logo será a número dois na Casa Branca.

Coreias

A Coreia do Norte certa vez descreveu Biden como um “cachorro raivoso” – mas agora Kim Jong-un fará cálculos cuidadosos antes de tentar provocar o novo presidente dos EUA, escreve Laura Bicker, em Seul

É provável que o presidente Kim Jong-un preferisse mais quatro anos de Donald Trump.

A reunião sem precedentes dos líderes e as demais negociações geraram incríveis oportunidades de fotos para os livros de história, mas muito pouco material foi assinado. Nenhum dos lados conseguiu o que queria: a Coreia do Norte continuou a construir seu arsenal nuclear e os EUA seguiram aplicando sanções rígidas ao país asiático.

Joe Biden, por outro lado, exigiu que a Coreia do Norte mostre que está disposta a abandonar seu programa de armas nucleares antes de sinalizar qualquer reunião com Kim Jong-un. Muitos analistas acreditam que, a menos que a equipe de Biden inicie um diálogo com Pyongyang muito cedo, os dias de “fogo e fúria” podem retornar.

Kim pode querer chamar a atenção de Washington com um retorno aos testes de mísseis de longo alcance, mas não vai querer aumentar as tensões a ponto de o país já empobrecido ser atingido com ainda mais sanções.

A Coreia do Sul já alertou o Norte para não seguir um caminho de provocações.

Seul pode ter tido dificuldade para lidar com Donald Trump às vezes, mas, na ansiedade para pôr fim à guerra de 70 anos na península coreana, o presidente Moon elogiou Trump por ter tido a “coragem” de se encontrar com o líder da Coreia do Norte. A Coreia do Sul observará de perto qualquer sinal de que Biden está disposto a fazer o mesmo movimento.

Reino Unido

A “relação especial” entre EUA e Reino Unido pode sofrer um rebaixamento com Joe Biden no comando, escreve a correspondente Jessica Parker, em Londres

Eles não serão vistos como aliados naturais: Joe Biden, o democrata experiente, e Boris Johnson, o bombástico defensor do Brexit.

Ao analisar como o relacionamento futuro deles pode funcionar, vale a pena considerar o passado. Especificamente naquele ano de 2016, quando Donald Trump ganhou a Casa Branca e o Reino Unido votou pela saída da União Europeia. Tanto Joe Biden quanto seu chefe na época, Barack Obama, não esconderam que preferiam outro resultado em relação ao Brexit.

As recentes manobras do governo do Reino Unido em relação ao Brexit não foram bem aceitas pelos democratas e pelo lobby irlandês, incluindo o presidente eleito dos EUA. Biden disse que, se eleito, não permitiria que a paz na Irlanda do Norte se tornasse uma “vítima do Brexit”, afirmando que qualquer futuro acordo comercial EUA-Reino Unido dependeria do respeito ao Acordo de Belfast.

Lembra que Donald Trump certa vez chamou Boris Johnson de “Trump britânico”? Bem, Biden aparentemente concordou, uma vez que descreveu o primeiro-ministro do Reino Unido como o “clone físico e emocional” de Trump. Portanto, é possível que Joe Biden inicialmente esteja mais ansioso para falar com Bruxelas, Berlim ou Paris do que Londres. A “relação especial” pode enfrentar um rebaixamento.

No entanto, os dois líderes ainda podem encontrar algum terreno comum. Afinal, os países que lideram têm laços diplomáticos antigos e profundos, principalmente nas áreas de segurança e inteligência.

Rússia

Um governo mais previsível pode ser uma esperança para a Rússia na vitória de Biden, escreve Steven Rosenberg em Moscou

O Kremlin tem um senso de audição apurado. Isso quer dizer que Moscou ouviu em alto e bom som quando, recentemente, Joe Biden classificou a Rússia como “a maior ameaça” para a América.

O Kremlin também tem boa memória. Em 2011, o vice-presidente Biden teria afirmado que, se fosse Putin, não se candidataria novamente à presidência: seria ruim para o país e para si mesmo. O presidente Putin provavelmente não se esqueceu do comentário.

Biden e Putin não são uma combinação perfeita no paraíso geopolítico. Moscou teme que a presidência de Biden signifique mais pressão e mais sanções vindas de Washington. Com um democrata na Casa Branca, poderia ser hora de retribuir a suposta intervenção da Rússia nas eleições americanas de 2016?

Um jornal russo afirmou recentemente que, sob o governo de Trump, as relações EUA-Rússia haviam mergulhado “no fundo do mar”. Mas comparou Biden a uma “draga” que iria “cavar ainda mais fundo”. Não é de admirar que Moscou tenha esse sentimento de afundamento.

No entanto, para o Kremlin, pode haver um sinal de esperança. Comentaristas russos preveem que um governo Biden será, pelo menos, mais previsível do que a equipe de Trump. Isso pode tornar mais fácil chegar a um acordo sobre questões urgentes, como New Start, o crucial tratado de redução de armas nucleares entre os EUA e a Rússia que expira em fevereiro.

Moscou vai querer deixar a era Trump e tentar construir uma relação de trabalho com a nova Casa Branca. Não há garantia de sucesso.

Alemanha

Os alemães esperam voltar à normalidade com seu principal aliado assim que Donald Trump partir, escreve Damien McGuinness, em Berlim.

A Alemanha vai suspirar aliviada com o resultado das eleições americanas.

Apenas 10% dos alemães confiam no presidente Trump em relação à política externa, de acordo com o Pew Research Center. Ele é mais impopular na Alemanha do que em qualquer outro país pesquisado. Até mesmo a Rússia de Putin e a China de Xi Jinping têm mais simpatia pelo republicano que a Alemanha.

Além de ter uma relação ruim com a chanceler Angela Merkel – é difícil imaginar dois líderes com personalidades tão apostas -, o presidente Trump é acusado de minar o livre comércio e desmantelar as instituições multilaterais das quais a Alemanha depende economicamente.

Apesar disso, os EUA são o maior parceiro comercial da Alemanha e a relação transatlântica é crítica para a segurança europeia. Portanto, a presidência de Trump foi uma jornada difícil.

Os ministros alemães criticaram os pedidos do presidente nos últimos dias para que a contagem de votos parasse fosse suspensa e suas alegações infundadas de fraude eleitoral. A ministra da Defesa, Annegret Kramp-Karrenbauer, chamou a situação de “explosiva”.

Há uma consciência aqui de que as principais diferenças políticas entre Washington e Berlim não desaparecerão sob a presidência de Biden. Mas Berlim espera trabalhar com um presidente que valorize a cooperação multilateral.

Irã

Vitória de Biden pode trazer Teerã de volta à mesa de negociações, escreve o correspondente do Serviço Persa da BBC, Kasra Naji

Nas semanas anteriores à eleição dos EUA, o presidente Trump disse com bastante otimismo que, uma vez reeleito, o primeiro telefonema que receberia seria de líderes iranianos pedindo para negociar.

Aquele telefonema para o republicano, se ele tivesse vencido, nunca iria acontecer. Negociar com seu governo teria sido impossível para o Irã. Seria muito humilhante.

Sob o presidente Trump, as sanções dos EUA e uma política de pressão máxima deixaram o Irã cambaleando à beira do colapso econômico. Ele retirou os EUA do acordo nuclear. Pior ainda, ordenou o assassinato do general Qasem Soleimani, um amigo próximo do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. Vingar-se pelo assassinato dele continua no topo de sua agenda linha dura.

A eleição de Joe Biden torna as negociações com o governo dos EUA muito mais fáceis para o Irã. O presidente eleito não tem a mesma bagagem. Ele disse que quer usar a diplomacia e voltar ao acordo nuclear com o Irã.

Mas a linha dura do Irã não chegará à mesa facilmente. Quando os americanos foram às urnas em 3 de novembro, o líder iraniano afirmou que a eleição “não teria efeito” nas políticas de Teerã. “O Irã seguiu uma política sensata e calculada que não pode ser afetada por mudanças de personalidade em Washington”, disse ele.

Milhões de iranianos pensaram de forma diferente enquanto assistiam silenciosamente ao desenrolar das eleições nos Estados Unidos em suas telas ilegais de TV via satélite, convencidos de que seu futuro dependia dos resultados e esperando que uma vitória de Biden resultasse no alívio das sanções.

Israel

Há expectativas de uma redefinição de grande parte da política de Donald Trump para o Oriente Médio, escreve Tom Bateman, em Jerusalém

O presidente Trump sobrecarregou os dois pólos do Oriente Médio. Ele procurou recompensar e consolidar os aliados regionais tradicionais dos americanos, enquanto isolava seus adversários em Teerã.

Joe Biden tentará reconectar a política dos EUA para o Oriente Médio de volta à forma como a deixou como vice-presidente de Barack Obama: aliviando a campanha de “pressão máxima” de Trump sobre o Irã e com o objetivo de voltar a aderir ao acordo nuclear de 2015 abandonado pelo Casa Branca há dois anos.

Essa perspectiva horroriza Israel e países do Golfo, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Um ministro israelense disse em resposta à provável vitória de Biden que a política terminaria com “um violento confronto israelense-iraniano, porque seremos forçados a agir”.

O resultado também muda drasticamente a abordagem dos EUA no conflito israelense-palestino. O plano de Trump foi visto como favorecendo fortemente Israel e dando-lhe a chance de anexar partes da Cisjordânia ocupada. Isso foi arquivado em favor de acordos históricos para estabelecer laços entre Israel e vários estados árabes.

Este esforço para a “normalização” regional provavelmente continuará sob Biden, mas ele pode tentar desacelerar as controversas vendas de armas dos EUA para o Golfo e provavelmente buscará mais concessões por parte dos israelenses. A anexação agora parece definitivamente fora de questão e Biden também fará objeções à construção de novos assentamentos israelenses.

Mas não haverá a “reviravolta completa” que um oficial palestino exigiu esta semana. A retórica retornará ao entendimento tradicional de uma “solução de dois Estados”, mas as chances de se fazer muito progresso no processo de paz israelense-palestino parecem pequenas.

Egito

Há grandes esperanças entre ativistas de que o governo Biden aumente a pressão sobre os direitos humanos no Egito, escreve Sally Nabil, no Cairo

O presidente do Egito, Abdul Fattah al-Sisi, apoiado pelos militares, tinha um relacionamento muito bom com Donald Trump. Teria sido melhor para ele manter um amigo na Casa Branca, mas agora terá que começar um novo capítulo com Joe Biden.

Os críticos do presidente Sisi acusaram o governo Trump de fechar os olhos a seus supostos abusos de direitos humanos. O Egito recebe US$ 1,3 bilhão em ajuda militar dos EUA por ano. Em 2017, uma pequena parcela dessa ajuda foi suspensa por questões envolvendo direitos humanos, mas foi liberada no ano seguinte.

A vitória de Joe Biden na Casa Branca é considerada uma boa notícia por muitos grupos de direitos humanos aqui. Os ativistas esperam que o novo governo dos EUA pressione o governo egípcio para que mude suas políticas opressivas em relação à oposição, com dezenas de milhares de presos políticos supostamente na prisão. As autoridades egípcias sempre negaram ter encarcerado esses grupos, desafiando a credibilidade de relatórios críticos de direitos humanos.

“As relações EUA-Egito sempre foram estratégicas, independentemente de quem se senta no Salão Oval”, disse Ahmed Sayyed Ahmed, um analista político.

“A parceria vai continuar, mas a retórica dos democratas sobre os direitos humanos pode não ser bem recebida por alguns egípcios, que veem isso como uma intromissão nos assuntos de seu país.”

Cuba

Após duras sanções, a vitória de Biden traz alívio, escreve o correspondente da BBC em Cuba, Will Grant

Uma presidência de Biden é exatamente o que a maioria dos cubanos esperava. Na verdade, a maioria das pessoas na ilha veria com bons olhos quase qualquer pessoa na Casa Branca além de Donald Trump. Suas sanções trouxeram dificuldades reais e os cubanos estão exaustos após quatro anos de hostilidade implacável.

Joe Biden, por outro lado, revive as memórias do recente ponto alto nas relações cubano-EUA sob o presidente Obama. Na verdade, o ex-vice-presidente teria contribuído para tornar possíveis os dois anos de distensão.

O governo comunista em Havana, sem dúvida, continuará a dizer que todos os presidentes dos EUA são essencialmente feitos do mesmo material. Mas entre as pessoas na fila de produtos básicos e lutando para pagar as contas, o sentimento predominante será de grande alívio.

A única desvantagem do ponto de vista dos cubanos? Biden agora está bem ciente de como o tratamento duro do presidente Trump em relação rendeu-lhe frutos entre os eleitores na disputada Flórida.

Eles temem que Biden possa estar muito menos inclinado a aliviar algumas das medidas de Trump do que estaria em outro momento.

Canadá

Justin Trudeau verá um aliado em seu novo vizinho, escreve Jessica Murphy, em Toronto

O primeiro-ministro canadense prometeu aprofundar os laços com os EUA independentemente de quem vencesse a eleição presidencial, mas é provável que o alívio tenha sido sentido em Ottawa quando ficou claro que o democrata Joe Biden havia conquistado a vitória.

A relação do Canadá com os Estados Unidos tem sido difícil sob o presidente Trump, embora tenha suas realizações, que incluem a renegociação bem-sucedida do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, junto com o México.

Mas Justin Trudeau deixou claro que sentia uma afinidade política com o ex-presidente Barack Obama, que o endossou durante as recentes eleições federais canadenses. Esse sentimento de cordialidade se estende ao homem que atuou como vice-presidente de Obama, Joe Biden.

Em Biden, o Partido Liberal de Trudeau encontrará um aliado em questões como mudança climática e multilateralismo. Mas isso não significa que não haja possibilidades de atrito com seu governo. O presidente Trump autorizou a construção do oleoduto Keystone XL de Alberta para o Texas, um projeto visto como chave para o setor de energia em dificuldades do Canadá, mas o presidente eleito Biden se opõe ao projeto.

E o plano econômico “Buy American” de Joe Biden para reanimar a indústria dos EUA após a pandemia do coronavírus será uma preocupação, dada a profunda dependência do Canadá do comércio com os EUA.

Fonte: R7

 

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OPINIÃO: A GUINADA CONTRA OS TRADICIONAIS PARTIDOS DA ESQUERDA COMEÇOU, E FORTALEZA É MAIS UMA CAPITAL PRESTES A SE LIBERTAR

 Caro(a) leitor(a),

Não é fácil, a mudança é paulatina e lenta, mas, parece que está acontecendo. O cenário político do Nordeste começa a mudar, com a decadência da hegemonia Lulo-petista e a ascensão da direita pós bolsonarista. E essa mudança começa a ficar visível nestas eleições para prefeitos e vereadores em 2020. Em Fortaleza o Capitão Wagner é o exemplo mais nítido dessa virada bolsonarista que lidera as pesquisas com 31% das intenções de voto. Apesar de guiado por um revanchismo e grande sentimento de ressentimento e isso não é um bom sinal, dada a enorme polarização, mas a mudança é essencial para tirar a região do atraso econômico e cultural. Então, primeiro a virada e depois o aparar de arestas que será necessário nos próximos anos. Vamos a luta!

Em disputa acirrada, Fortaleza é mais uma capital que pode sair das mãos da esquerda

Raul Holderf Nascimento

Publicado em

O Conexão Política vem registrando a forte disputa eleitoral no cenário municipal deste ano.

A esquerda, que por décadas dominou muitos estados, capitais e cidades gerais, se vê cada vez mais acuada e sem representantes que consolidem a agenda progressista no país.

A ‘guinada’ contra os tradicionais partidos da esquerda começou com força nas eleições de 2016.

Não há como falar nessa mudança sem citar o cenário da capital do Rio de Janeiro em 2016, que elegeu Marcelo Crivella.

Com uma ampla vantagem sobre Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Crivella cravou 59,36% e saiu vitorioso no segundo turno.

O resultado faz parte da onda conservadora que começa a crescer no Brasil, incluindo o Rio de Janeiro. Neste cenário, em específico, a expressiva vitória de Marcelo Crivella, foi impulsionada pelo eleitorado evangélico, que representa um terço dos quase 4,9 milhões de votantes da capital fluminense.

Além disso, os fortes escândalos de corrupção contra figuras da esquerda brasileira enfraqueceram mais e mais o palanque progressista.

Não só isso, a população passou a ter uma maior consciência do que realmente prega o progressismo. Dessa forma, os pilares do conservadorismo foram ganhando forma, voz e figuras eleitas.

O efeito pode se repetir em Fortaleza

A influência da família Ferreira Gomes no estado do Ceará pode estar com os dias contados.

O cenário das eleições municipais deste ano aponta para uma mudança significativa na capital Fortaleza.

Ciro e Cid, que por muitos anos conseguiram emplacar vários nomes aliados na capital cearense, agora parecem ter diminuído a força.

De acordo com um levantamento do Datafolha, divulgado na última quarta-feira (28), o candidato do PDT tem 22% das intenções de voto, representando um empate técnico com e Luizianne Lins (PT), que aparece com 19%.

A surpresa no cenário é o nome do Capitão Wagner. Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o candidato do PROS lidera com 31%.

Se os rumos eleitorais continuarem navegando nesse sentido, a vitória de Wagner representará uma verdadeira derrota da esquerda em Fortaleza. Consequentemente, o mesmo deverá se repetir no páreo de 2022.

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VOOS SAÍDOS DO BRASIL PARA OS EUA TÊM NOVA POLÍTICA DE RESTRIÇÃO

Estados Unidos mudam política de restrição para voos saídos do Brasil

Mudança anunciada neste sábado, e que também vale para China, Irã, Reino Unido e Irlanda do Norte, valerá a partir de segunda-feira (14)

INTERNACIONAL

Do R7, com Agência Brasil

Voos brasileiros estavam proibidos desde maio

Os Estados Unidos decidiram modificar a restrição de chegada para alguns tipos de voos saídos do Brasil por conta da pandemia do novo coronavírus. O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA anunciou neste sábado (12) a mudança, que valerá a partir de segunda-feira (14).

Além do Brasil, também foram incluídos na decisão a China (excluindo as regiões administrativas de Hong Kong e Macau), Irã, região Schengen da Europa, Reino Unido (excluindo territórios estrangeiros fora da Europa) e Irlanda do Norte.

A liberação muda a distribuição dos locais onde esses voos, com passageiros que estiveram nos territórios cidados nos 14 dias anteriores à chegada, poderão pousar. Até então, eles podiam descer em apenas 15 aeroportos espalhados pelos EUA. A partir de agora, essa restrição não será mais aplicada.

A medida, no entanto, não libera a entrada para todos os cidadãos estrangeiros, como chegou a ser noticiado. Poderão entrar no território norte-americano apenas cidadãos dos EUA ou estrangeiros com visto de residência permanente e seus familiares próximos, como vem acontecendo desde maio.

A região Schengen da Europa é composta por Alemanha, Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Hungria, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça.

A restrição de voos saídos do Brasil teve início em 28 de maio. Outros países tiveram a restrição imposta antes. O governo dos EUA informou que está mudando sua estratégia em relação à prevenção da covid-19 e “priorizando outras medidas de saúde pública” para reduzir o risco de transmissões relacionadas a viagens. Segundo o governo, há um melhor entendimento sobre as formas de transmissão do vírus.

“Hoje temos um melhor entendimento sobre a transmissão da covid-19, que indica que sintomas baseados em processos de triagem tem eficácia limitada porque pessoas com covid-19 podem não ter sintomas ou febre no momento da triagem, ou apenas sintomas leves”, informou a embaixada dos EUA no Brasil.

Dentre as ações a serem adotadas pelos Estados Unidos a partir de agora estão a prestação de informações sobre saúde para passageiros antes, durante e depois do voo; a possibilidade de testagem para reduzir o risco de transmissões do vírus, a ampliação dos treinamentos e informações para parceiros do setor de transporte e portos para garantir o reconhecimento da doença e imediata notificação ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); recomendações depois da chegada de passageiros para que monitorem a si mesmos e tomem precauções, incluindo ficar em casa por até 14 dias, dentre outras medidas.

 

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COMPORTAMENTO: DEPOIS DE 6 MESES DE PANDEMIA PESQUISA CONSTATA QUE AMERICANOS ESTÃO MAIS RESPONSÁVEIS FINANCEIRAMENTE

Na nossa coluna COMPORTAMENTO desta sexta-feira temos como destaque a primeira pesquisa feita nos Estados Unidos sobre a mudança de hábitos e de comportamento dos americanos depois de seis meses de pandemia de Covid-19. Entre outras coisas a pesquisa constatou que o americano médio está mais responsável financeiramente e dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa pesquisa!

Os americanos estão creditando a crise da COVID por ajudá-los a se tornarem mais responsáveis ​​financeiramente

Cultivar seus próprios vegetais, mudar para papel higiênico de uma folha e comer muitas sobras – essas são apenas algumas das maneiras pelas quais as pessoas estão ganhando centavos durante a pandemia de COVID-19, de acordo com esta nova pesquisa.

Curiosamente, mais da metade dos americanos entrevistados atribuem à pandemia COVID-19 o fato de finalmente ensiná-los a ser espertos com seu dinheiro.

Na verdade, uma pesquisa semelhante de dois anos atrás mostra que o número de adultos norte-americanos que se sentem muito espertos com seu dinheiro aumentou de apenas 42% em 2018 para 51% em 2020.

Outros dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais.

As pesquisas de 2.000 americanos, ambas conduzidas pela OnePoll em nome do Slickdeals , investigaram como a pandemia mudou a mentalidade das pessoas sobre seu dinheiro e como elas definem ser “barato” versus ser “frugal”.

A última pesquisa foi feita para espelhar a realizada em 2018 como um meio de comparar o quanto os resultados mudaram ao longo de dois anos e uma pandemia global.

Derrubar o mínimo (15-20%), independentemente do serviço foi considerado pelas pessoas em 2020, ser “barato”; no entanto, poupar na ponta em 2018 foi votado como um ato de frugalidade. Talvez isso possa ser explicado por uma mudança na gratidão para com os trabalhadores da linha de frente?

Recusar-se a participar das rodadas no bar foi considerado barato pelos entrevistados, assim como calcular sua participação na conta do grupo até um centavo.

Outras ações baratas? Ainda usando eletrônicos muito desatualizados, re-presenteando e diluindo recipientes de sabão com água.

Por outro lado, comprar roupas em uma loja de segunda mão era considerado “frugal”, assim como comprar produtos alimentícios fora de marca, comprar eletrônicos sem nome e sempre buscar ofertas ou cupons ao ir às compras.

 

 

Os participantes também consideraram monitorar o uso de eletricidade e aquecimento em casa para manter as contas de serviços públicos baixas, para um comportamento frugal.

De acordo com a pesquisa, o americano médio se torna uma pessoa frugal aos 31 anos, com um em cada quatro afirmando que se tornou mais econômico quando era ainda mais jovem. Dois em cada três americanos também disseram que consideram ser considerados frugais um elogio.

“A pandemia de coronavírus afetou a situação financeira de muitas pessoas e trouxe um novo enfoque à importância de priorizar os gastos”, disse Josh Meyers, CEO da Slickdeals. “Vemos uma mudança em direção a gastos mais inteligentes, com 65% dos entrevistados indicando que a pandemia os transformou em uma pessoa frugal, e 67% relatando que ser chamado de frugal é na verdade um elogio.”

A pesquisa também descobriu que ser financeiramente consciente pode ser importante na cena do namoro.

Dois terços dos entrevistados disseram que realmente acham que usar um cupom no primeiro encontro é totalmente aceitável. Na verdade, 45% disseram que ficariam felizes em usar um cupom no primeiro encontro.

Três em cada quatro dizem que quanto mais envelhecem, mais desejável é para uma perspectiva romântica com uma mentalidade financeira inteligente.

BARATO OU FRUGAL?

BARATO
– Derrubando o valor mínimo aceitável (15-20%), independentemente do serviço
– Recusando-se a participar das rodadas no bar
– Calculando sua parte de uma conta de grupo até o centavo
– Mantendo eletrônicos desatualizados ou gastos, contanto que eles ainda mal funciona
– Reutilizar saquinhos de chá ou filtros de café
– Comer alimentos alguns dias após a data de validade
– Aumentar a longevidade do sabão diluindo garrafas de sabão com água
– Re-presentear

FRUGAL
– Acompanhamento regular do consumo de eletricidade (desligar luzes / aparelhos quando não estiverem em uso)
– Acompanhamento regular do termostato doméstico (mantendo o calor o mais baixo possível)
– Assistir a filmes em casa em vez de no cinema
– Fazer compras em segundo lugar- lojas de roupas de mão
– Compra de produtos alimentícios fora de marca
– Compra de produtos eletrônicos sem nome (como fones de ouvido da pedra fundamental)
– Pare de beber enquanto está em bares ou restaurantes / só bebe álcool em casa
– Buscando ofertas ou cupons para todas as compras

Fonte: Good News Network

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AUTOCONHECIMENTO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA E A MUDANÇA DE FREQUÊNCIA

Um texto curto, simples de grande sabedoria e luz para você que está no processo do despertar da consciência enxergar a mudança que está ocorrendo. Essa, aparente, mudança permite que a verdade seja revelada porque você está apenas vendo o que sempre esteve lá. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e enxergar essa verdade!

A Mudança que Ocorre no Despertar

Mensagem de 6 de Julho e 2020

A mudança que ocorre em um despertar é a abertura interior do coração, que permite que a verdade interior surja. Quando isso ocorre, você olha apenas uma vez para a superfície agora.

As pessoas pensam que mudam quando aprendem algo novo, mas a essência do que realmente está acontecendo é que há uma descoberta do que sempre esteve lá. Não é realmente uma mudança que ocorre, é uma mudança do pensamento ilusório da superfície, com a mudança sendo uma compreensão da verdadeira natureza da vida; começando com olhar para dentro de sua própria mente.

Você não pode conhecer a verdade se não conhece a si mesmo e não pode conhecer a si mesmo se não conhece sua própria mente. A razão pela qual é tão difícil para o coração se abrir para que você possa viver de maneira diferente é porque a mente não se acalma sem uma luta. Sua mente lhe dirá para olhar na superfície para sobreviver na vida, desde que seja agradável…

A auto-investigação não é agradável, especialmente quando foi iniciada, e é por isso que muitos hesitam em fazê-lo. É muito mais fácil e prazeroso não investigar e fazer o que é familiar, mas só há benefícios quando uma auto-avaliação honesta é feita. É necessário dar um passo no desconhecido, para que você possa conhecer a verdade de quem você não é.

A mente adota naturalmente o que é familiar porque é o que está na superfície, mas uma auto-avaliação honesta permite que a verdade seja revelada e suba à superfície, assim a verdade se torna o que é familiar.

Quando a verdade é o que está na superfície, o que acontece é que o véu da ignorância é removido e onde você estava cego, agora pode ver.

Não é uma mudança, é uma mudança que permite que a verdade seja revelada porque você está apenas vendo o que sempre esteve lá…

Mike Cupo
Fonte: http://in5d.com/ — Rafael Issa Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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MORO MATA A COBRA E MOSTRA O PAU

Por Jornal Nacional e G1

 

Moro mostra ao JN provas de acusações a Bolsonaro

Moro mostra ao JN provas de acusações a Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.

Mais cedo, nesta sexta, ao anunciar que havia decidido deixar o cargo, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao decidir demitir o agora ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo.

Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta quinta.

O contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.

O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.

Sergio Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”, se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.

Moro prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.

Indicação para o Supremo

O Jornal Nacional também cobrou de Sergio Moro provas de que ele não havia condicionado a troca no comando da Polícia Federal à sua indicação para o Supremo Tribunal Federal, uma acusação feita pelo presidente Bolsonaro no pronunciamento.

O ex-ministro mostrou ao JN a imagem de uma troca de mensagens com a deputada federal Carla Zambelli (PSL), aliada de primeira hora de Bolsonaro. Ela, inclusive, estava nesta sexta ao lado do presidente durante o pronunciamento.

A deputada Carla Zambelli afirmou que não vai comentar a troca de mensagens.

Na troca de mensagens, Carla Zambelli diz: “Por favor, ministro, aceite o Ramage”, numa referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos candidatos de Jair Bolsonaro para a Direção-Geral da Polícia Federal.

Parte da deputada a proposta para que Sergio Moro aceite a mudança na PF em troca da nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal.

“E vá em setembro pro STF”, enviou a deputada. “Eu me comprometo a ajudar”, acrescentou. “A fazer JB prometer”, completou.

Sergio Moro, então, rechaça a proposta: “Prezada, não estou à venda”.

Carla Zambelli, então, continua a argumentar: “Ministro, por favor, milhões de brasileiros vão se desfazer”

Em seguida, ela responde à mensagem de Moro de que não estaria à venda. “Eu sei”, diz. “Por Deus, eu sei”, acrescenta.

“Se existe alguém que não está à verba é o senhor”. A palavra “verba”, neste caso, parece ser “venda”, com erro de digitação.

Moro finaliza a conversa dizendo: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando lá”. Segundo o ex-ministro, era uma referência à tentativa de aliados de convencer o presidente a mudar de ideia.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO MUDAR E INCORPORAR NOVOS HÁBITOS

O destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL é a mini-palestra de Pedro Calabrez sobre “Como Mudar e Incorporar Novos Hábitos”. Este é um momento propício para isso já que estamos iniciando um novo ano e como qualquer um sabe o ano novo só será melhor se você mudar. Portanto assista ao vídeo a seguir e quebre paradigmas, mude o seu comportamento e tenha om ano de 2020 muito melhor que 2019.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: ATITUDES SIMPLES PODEM MUDAR PENSAMENTOS DESTRUTIVOS

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL deste sábado trago mais uma mini-palestra do Best Seller Augusto Cury, que trata de “Atitudes simples podem mudar pensamentos destrutivos. Uma palestra com dicas sobre como quebrar paradigmas enraizados no nosso subconsciente. Assista ao vídeo, mude seu comportamento e o rumo da sua vida!

Fonte:

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