PUBLICADO NO DÍARIO OFICIAL DO MUNICÍPIO O EDITAL DE LICITAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DE NOVOS ABRIGOS DE PASSAGEIROS NA CAPITAL

Natal anuncia licitação para construção de 1,5 mil novos abrigos de passageiros

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Arte / STTU

O Diário Oficial do Município de Natal foi publicado nesta sexta-feira (26), o edital de licitação para execução dos serviços de engenharia referente ao fornecimento e instalação de abrigos de passageiros em concreto pré-moldado (processo STTU-20210867719 concorrente 005/21 -Semov). As empresas envolvidas em participar do certame devem apresentar as propostas no dia 29 de dezembro, às 9h, junto à Comissão de Licitação da Secretaria Municipal de Obras Públicas – Semov – na Av. Presidente Bandeira, 2280 – Lagoa Seca.

De acordo com o Município, o edital prevê o fornecimento de 300 abrigos por ano, nos próximos cinco (05) anos, contemplando um total de 1.500 novos abrigos distribuídos nas quatro (04) regiões da cidade. Além do abrigo, serão instalados: a iluminação pública, acessibilidade onde for necessário, sinalização indicativa de ponto de ônibus normal e em braile.

A estimativa do valor da contratação por ano é de R $ 8.410.486,08. Esse valor é de 300 abrigos por ano e deve cair com a licitação. O critério de julgamento e escolha do processo será o menor preço global.

A cidade conta hoje com cerca de 1.960 pontos de parada, mas nem todos comportam abrigos por causa das calçadas. Os abrigos não podem comprometer uma passagem do pedestre na calçada, nem dos cadeirantes. Daí o fato de em determinados locais existirem somente os pontos de ônibus.

Determinação da Justiça

No início de outubro, a Justiça do Rio Grande do Norte determinou que a Prefeitura de Natal teria que, no prazo de 60 meses, corrigir um mínimo de 20% dos abrigos de passageiros, em cada ano. A correção se destino a tornar os pontos de espera dos ônibus coletivos urbanos aptos ao acesso e uso das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A medida foi uma ordem judicial obtida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) em uma ação civil pública (ACP).

A Justiça correta, em específico, que uma prefeitura deve reformar ou substituir os abrigos de passageiros dos usuários de transporte coletivo do Município de Natal, nos termos das normas e legislação atinentes ao serviço em questão, levando-se em consideração as normas de acessibilidade. Além disso, determinou que a implantação de novos abrigos de passageiros apenas deva ocorrer em locais conquistados e utilizando modelos que também atendam às exigências legais e normativas em matéria de acessibilidade.

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PREFEITO DE NATAL SOLICITA À BANCADA FEDERAL DO RN A ALOCAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS NA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL PÚBLICO MUNICIPAL

Álvaro Dias reforça pedido de emenda à bancada federal do RN para construção do Hospital Municipal

Redação / Portal da Tropical

Atualizado em: 08

Foto: Alex Régis / Secom

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, voltou a solicitar à bancada federal do Rio Grande do Norte a alocação de recursos na Lei Orçamentária Anual de 2022, através de uma emenda coletiva, para a construção do Hospital Público Municipal. Segundo a prefeitura, A estimativa é que sejam pagos R $ 130 milhões para uma execução completa do equipamento. O pleito foi realizado, nesta segunda-feira (08), durante o encontro, realizado no auditório da Fiern, que contou com a presença dos parlamentares que representam o Estado em Brasília-DF.

A gestão definida que dispõe, atualmente, de R $ 16 milhões, representando 12% do montante necessário para tocar o início da construção. Nos próximos dias, uma secretaria municipal de Obras e Infraestrutura (Semov) vai iniciar o processo licitatório referente a essa primeira etapa da obra. O Hospital Municipal de Natal será construído em um terreno próprio, com 17.976,92m², situado em quadra definida pela Av. Omar O’Grady, Av. dos Xavantes e Rua Lago da Pedra, bairro Pitimbu.

“Viemos reforçar o pleito para uma garantia de mais recursos para a Prefeitura construir o prédio próprio do Hospital Municipal. Essa é uma necessidade premente da cidade e a pandemia evidenciou esse problema. Tenho uma convicção de que a bancada vai se sensibilizar e atender nossa solicitação. Afinal de contas, trata-se de uma demanda da população da capital potiguar que merece toda a atenção dos nossos parlamentares “, destacou o prefeito Álvaro Dias.

Ainda de acordo com uma prefeitura, uma unidade vai se destinar ao atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Natal com uma população de mais de 800 mil habitantes, podendo abranger os usuários do SUS de outros municípios do Rio Grande do Norte, com as devidas pactuações que o sistema de saúde prevê. Serão 220 leitos, sendo 180 de internação; 10 leitos de uti neonatal; 10 leitos de uti pediátrica; 20 leitos de usuários adultos; internação; obstetrícia; pediátrica; neonatal; clínica médica e cirúrgica.

As linhas de atenção planejadas para o hospital preveem atendimentos referenciados a pacientes adultos para internação hospitalar e cirúrgicos para cirurgias programadas (eletivas), além de atendimento de urgência 24h a pacientes adultos e pediátricos com traumas ortopédicos de baixa e atendimentos ginecológicos e obstétricos para gestantes de risco habitual e alto risco.

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JUÍZ DETERMINA AO ESTADO ATRAVÉS DE DESPACHO A CONSTRUÇÃO DE POÇOS ANTES DE REALIZAR CAPTAÇÃO DE ÁGUAS DA LAGOA DO BONFIM

Juiz determina que Estado cumpra decisão do mês de maio que obrigou construção de poços para manter nível da Lagoa do Bonfim

Foto: reprodução

O juiz Tiago Câmara, da Comarca de Nísia Floresta determinou em despacho que o Estado cumpra a decisão judicial ainda do mês de maio que obriga a construção poços emergenciais antes de realizar a captação d’água na Lagoa do Bonfim.

A decisão também ordena implantação de um efetivo sistema de monitoramento, que garanta que quando o nível da Lagoa atingir a cota 39, estes poços imediatamente acionados. Em caso de descumprimento, foi arbitrada multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais).

Fonte: Blog do BG

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CPI QUESTIONA CUSTOS DA CONSTRUÇÃO DO ARENA DAS DUNAS

Custos de construção são questionados na CPI da Arena

das Dunas

22 set 2021

CPI da Arena das Dunas é instalada na Assembleia Legislativa do RN; presidente, vice e relator são definidos | Rio Grande do Norte | G1

Custos administrativos, valor total da obra e comparações com outros estádios edificados no Rio Grande do Sul e no Nordeste – em Pernambuco, Ceará e Bahia- marcaram os depoimentos  de duas testemunhas ouvidas nesta terça-feira (21) em mais uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito -CPI, instalada na Assembleia Legislativa para apurar possíveis irregularidades no contrato para construção e administração da Arena das Dunas.

O primeiro a ser ouvido foi o auditor do Tribunal de Consta do Estado (TCE), Vladimir Sérgio de Aquino Souto, que antes de ser submetido à oitiva apresentou um documentário em vídeo sobre os pontos contidos no relatório elaborado por uma equipe do Tribunal.

Ele disse aos integrantes da CPI que sempre teve dificuldades de obter os documentos requisitados pela equipe, desde 2011 quando o Ministério Público Federal solicitou informações sobre o contrato com a empresa construtora, a OAS.
A questão principal era como a empresa tinha chegado a um orçamento de R$ 400 milhões para a demolição do Machadão e do ginásio Machadinho e construção da Arena das Dunas, para a Copa do Mundo der 2014.
“Era uma proposta muito alta para a gente entender como chegaram àquela quantia, para a construção em três anos e um prazo de mais 17 anos de concessão. A única coisa era uma planilha que não dava a entender que tinham vários valores quebrados e no final dava um total de R$ 400 milhões. Isso era muito misterioso para nós”, disse o auditor Vladimir Sérgio.

Ele disse ainda que na comparação feita com a Arena Grêmio, em Porto Alegre, construída pela mesma empresa, o preço do metro quadrado na Arena da Dunas foi 54,9% mais caro. Já em relação as Arenas do Nordeste que foram comparadas, o custo em Natal foi 40,9 % mais elevado.

O depoimento do auditor José Rosenilton seguiu na mesma linha e acrescentou que no caso da Arena do Grêmio é mais confortável e de qualidade maior, inclusive é toda coberta o que não acontece com a de Natal. “A Arena do Grêmio é a única na América do Sul que recebeu nota 5 da UEFA, que é mais exigente do que a Fifa”, afirmou Rosenilton.
Os depoimentos tiveram avaliações diferentes na CPI. Para a relatora, deputada Isolda Dantas (PT) foram muito esclarecedores. “A falta de entrega de documentos deixa sinais evidentes de que houve sobrepreços. Estamos chegando ao ponto final. O importante é defender o Estado”, disse a deputada Isolda.

Já o deputado Tomba Farias (PSDB) que presidiu a reunião disse que o encontro foi muito bom, mas não ficou satisfeito com o método de fazer comparações. “Comparações em construções são muito perigosas quando não se tem memória de cálculos. Conheço a Arena Pernambuco. Lá o piso é todo rachado. Preço de metro quadrado existe para todos os gostos. Você pode fazer uma construção numa mesma área, numa usando material mais barato e noutra material de primeira qualidade”, afirmou Tomba.

Ao final da reunião, o deputado Getúlio Rêgo (DEM) solicitou que seja convocado o perito Erick Caldas para ir à Comissão falar sobre cálculos e interpretação sobre receita líquida.  Participaram também da reunião os deputados Kleber Rodrigues (PL) e Subtenente Eliabe (SDD).

Fonte: Política em Foco
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EXPANSÃO DO ARSENAL NUCLEAR CHINÊS PREOCUPA OS EUA

EUA consideram ‘preocupante’ expansão do arsenal nuclear chinês

Departamento de Estado norte-americano alertou para a construção de mais de 100 novos silos para mísseis balísticos na China

INTERNACIONAL

por AFP

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Departamento de Estado fez relatório sobre a construção de novos silos para mísseis

MANDEL NGAN / POOL VIA REUTERS – 1.7.2021

Os Estados Unidos expressaram preocupação nesta quinta-feira (1º) com um relatório que aponta que a China está construindo mais de 100 novos silos para mísseis balísticos intercontinentais.

“Acho que é justo dizer que esses relatórios e outros sugerem que o arsenal nuclear da República Popular da China crescerá mais rápido e em um nível mais alto do que talvez anteriormente previsto”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, quando questionado sobre o tema pela imprensa local.

Como noticiou o Washington Post na quinta-feira, citando um estudo de imagens comerciais de satélite feito por um grupo da Califórnia, os silos estavam sendo construídos em um deserto próximo à cidade de Yumen, no noroeste chinês.

O Centro James Martin para Estudos de Não Proliferação (nuclear), em Monterrey, argumentou que os 119 locais de construção na província de Gansu eram semelhantes às instalações de lançamento chinesas existentes para mísseis balísticos com ogivas nucleares.

“Este acúmulo é preocupante”, admitiu Price, acrescentando: “Isso levanta questões sobre as intenções da República Popular da China”.

Price garantiu que o fato “reforça em nós a importância da aplicação de medidas práticas para reduzir os riscos nucleares” e “destaca como a República Popular da China parece estar se desviando novamente de décadas de uma estratégia nuclear baseada na dissuasão mínima”.

Fonte: R7
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RN VAI RECEBER UMA DAS MAIORES COMPANHIAS NO SEGMENTO DE GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA DAS AMÉRICAS

Empresa de energia eólica investe R$ 6 bilhões no RN; Fase de construção vai gerar 900 empregos

Foto: Sandro Meneses

O Rio Grande do Norte, líder nacional em energia eólica em terra com mais de 5 gigawatts de potência instalada, vai receber mais um importante investimento para o estado. Trata-se da AES Brasil, uma das maiores companhias privadas do segmento de geração de energia no Brasil, que apresentou, nesta segunda-feira (21), importante projeto voltado para os municípios de Lajes, Angicos, Pedro Avelino e Fernando Pedroza.

Com investimento inicial de R$ 6 bilhões e previsão de iniciar a construção já no segundo semestre, o Complexo Eólico Cajuína vai gerar 900 postos de trabalho durante a fase construção das obras e, após essa etapa, irá contratar equipes de manutenção e operação para atuarem no complexo. A empresa atua há 20 anos no Brasil com investimentos em energia hídrica, solar e consolida a atuação no Rio Grande do Norte com o investimento em energia eólica.

“Nosso compromisso é levar para o Rio Grande do Norte o Programa de Diversidade e Inclusão da empresa, onde temos um programa de preparação exclusiva de mulheres para as atividades de operacionalização dos parques”, disse a Presidente da AES Brasil, Clarissa Sadock.

Fonte: Blog do BG

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GOVERNADOR DO TEXAS BUSCA RETOMAR A CONSTRUÇÃO DO MURO NA FRONTEIRA COM O MÉXICO

Governador do Texas quer retomar construção de muro na fronteira

Objetivo de Greg Abbott é retomar projeto de Donald Trump para barrar e entrada de imigrantes ilegais a partir do México

INTERNACIONAL

 por AFP

O governador do Texas, Greg Abbott, busca construir um novo muro de fronteira com o México, retomando assim o trabalho realizado pelo ex-presidente republicano Donald Trump e interrompido por seu sucessor, o democrata Joe Biden.Denunciando que a imigração ilegal está “fora de controle” e anunciando uma série de medidas para fortalecer os recursos policiais para a detenção de migrantes, o governador republicano apresentará seu plano de construção na próxima semana, disse ele em entrevista coletiva nesta quinta-feira (11).

No entanto, há dúvidas sobre a viabilidade do projeto, uma vez que parte das terras da fronteira é propriedade do governo federal ou de pessoas físicas.

A construção de um novo muro “anti-imigrante” nos mais de 3.000 km de fronteira entre o México e os Estados Unidos foi uma das principais promessas de campanha de Trump para as eleições presidenciais de 2016, argumentando que protegeria o país dos indocumentados, criminosos e traficantes de drogas.

“Promessa feita, promessa cumprida”, disse a Casa Branca em janeiro, durante a visita de Trump ao Texas por ocasião da conclusão de mais de 700 km de muro.

Na verdade, um terço da fronteira já tinha um muro ou barreira antes de assumir o cargo, e as obras sob seu mandato consistiram principalmente em melhorias ou reforço de estruturas existentes.

As apreensões de imigrantes na fronteira EUA-México atingiram seu nível mais alto em 15 anos em março, aumentando a pressão sobre Biden, sinalizada pelos republicanos de minimizar a crise de imigração.

Fonte: R7
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TECNOLOGIA: COMEÇA A CONSTRUÇÃO DO 1º ESPAÇOPORTO FLUTUANTE PELA SPACEX

A SpaceX, companhia espacial do bilionário Elon Musk, também CEO da Tesla Motors; vice-presidente da OpenAI, fundador e CEO da Neuralink e co-fundador e presidente da SolarCity, está desenvolvendo um projeto ambicioso de operar uma rede global de viagens hipersônicas com veículos espaciais. Para tanto iniciou a construção do 1º espaçoporto flutuante utilizando uma antiga plataforma de petróleo que será convertida em uma área dedicada para lançamentos e pousos dos foguetes reutilizáveis. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes deste ambicioso e promissor projeto!

SpaceX inicia a construção do 1º espaçoporto flutuante

1 min de leitura
Imagem de: SpaceX inicia a construção do 1º espaçoporto flutuanteImagem: SpaceX/Divulgação

SpaceX anunciou o início da construção do seu primeiro espaçoporto flutuante. Os planos da companhia aeroespacial indicam que o local estará pronto para atividades a partir do começo do próximo ano.

No Twitter, o CEO Elon Musk revelou mais detalhes sobre o projeto Deimos. Em destaque, uma antiga plataforma de petróleo será convertida em uma área dedicada para lançamentos e pousos dos foguetes reutilizáveis.

No início deste ano, a SpaceX adquiriu duas plataformas de petróleo para a criação dos espaçoportos flutuantes Deimos e Phobos. As estruturas servirão de campo de preparação offshore para ações com veículos espaciais.

Além da homenagem às luas de Marte, os nomes têm relação com a função dos locais. No futuro, eles servirão de base para lançamento e pouso de naves espaciais de transporte de passageiros e mercadorias do Planeta Vermelho.

Para mais, a SpaceX pretende criar outros espaçoportos como Deimos próximos dos principais centros do planeta Terra. Isso tornará viável o projeto de operar uma rede global de viagens hipersônicas com veículos espaciais.

Por exemplo, pessoas poderão viajar entre destinos distantes como de Pequim para Nova York em voos de cerca de 30 minutos. Entretanto, a companhia deve realizar testes com modelos específicos de naves antes de iniciar o serviço.

Imagem conceitual do espaçoporto flutuante da SpaceX.Imagem conceitual do espaçoporto flutuante da SpaceX.Fonte:  SpaceX/Divulgação 

Os avanços da SpaceX

Nos últimos meses, a SpaceX fez ótimos progressos em relação ao programa de veículos espaciais. Entre eles, o teste de lançamento e pouso bem-sucedido da Starship SN15 realizado na Starbase – instalação de desenvolvimento da empresa no Texas.

No momento, a companhia se prepara para o primeiro voo orbital de uma espaçonave Starship acoplada ao foguete propulsor Super Heavy. Tal como, eles estão trabalhando em ensaios no solo com o novo motor Raptor.

Fonte: Tecmundo

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PRESIDENTES DA CHINA E RÚSSIA INAUGURARAM PROJETO QUE PREVÊ CONSTRUÇÃO DE 4 REATORES DE ENERGIA NUCLEAR

Xi e Putin inauguram projeto para construir 4 reatores nucleares

Equipamentos serão construídos em território chinês utilizando tecnologia russa, cumprindo acordos assinados em 2018

INTERNACIONAL

 Da EFE

Para Xi, projeto representa o elevado nível de cooperação alcançado entre os dois países

EVGENIA NOVOZHENINA/ REUTERS – 5.6.2019

O presidente da China, Xi Jinping, e seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, inauguraram virtualmente nesta quarta-feira (19) um projeto que prevê a construção de quatro unidades de geração de energia nuclear em território chinês utilizando tecnologia russa.

O plano, que faz parte de um pacote de acordos assinado durante a visita do presidente russo à China em 2018, prevê a construção das unidades 7 e 8 da central nuclear de Tianwan, na província de Jiangsu, e das unidades 3 e 4 na central de Xudapu, em Liaoning.

Em um breve discurso transmitido pela emissora de televisão estatal “CGTN”, Xi destacou que se trata de um projeto “seguro” que representa “o elevado nível de cooperação pragmática alcançado entre os dois países”.

Por sua parte, Putin disse que, graças ao plano, “a China poderá desfrutar de energia mais limpa a um preço mais baixo”, e que as relações bilaterais estão “em seu auge histórico”.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, o projeto demonstra “as realizações de Pequim e Moscou na fabricação de equipamento de alta gama e inovação tecnológica”.

Além disso, o plano irá ajudar a China a reduzir suas emissões de dióxido de carbono, segundo o ministério.

Segundo o jornal chinês Global Times, as quatro unidades têm um valor contratual de US$ 3,11 bilhões (R$ 16,3 bilhões), embora o custo total do projeto possa exceder US$ 15,55 bilhões (R$ 81,9 bilhões).

O jornal detalha que serão utilizados reatores russos de terceira geração VVER-1200 (refrigerados e moderados por água).

“Uma das características distintivas da tecnologia nuclear de terceira geração é que é segura, que não haverá acidentes como Chernobyl e Fukushima”, destacou o especialista Han Xiaoping ao Global Times.

Em abril, o número de unidades de energia nuclear em funcionamento na China chegou a 49, o que deixa o país no terceiro lugar do ranking mundial, de acordo com a Administração Nacional de Energia do país.

Outros especialistas chineses citados pelo jornal ressaltaram ainda que “a China poderia substituir alguma tecnologia dos EUA por tecnologia russa diante das crescentes restrições tecnológicas e comerciais de Washington.”

Fonte: R7
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CONSTRUÇÃO SOBRE MURO DE ARRIMO EM RUA DE MÃE LUÍZA QUE FOI CENÁRIO DE TRAGÉDIA, É DEMOLIDA PELA PREFEITURA

Por G1 RN

 

Construção sobre muro de arrimo é demolida em Mãe Luiza, na Zona Leste de Natal — Foto: DivulgaçãoConstrução sobre muro de arrimo é demolida em Mãe Luiza, na Zona Leste de Natal — Foto: Divulgação

A prefeitura de Natal demoliu construções irregulares que eram erguidas sobre um muro de arrimo na rua Guanabara, no bairro Mãe Luiza, na manhã deste sábado (27) Além de ocuparem espaço público, as edificações colocavam em risco a estrutura que sustenta o morro contra desmoronamentos, segundo o município.

área foi cenário de uma tragédia em 2014, quando dezenas de casas foram destruídas em um desmoronamento. Cerca de 100 famílias foram atingidas e 30 ficaram desabrigadas na época.

De acordo com o supervisor de Fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), Gustavo Szilagyi, a área próximo do muro já havia sido toda loteada para construção de pontos comerciais. Materiais de construção também foram apreendidos no local. Fiscais já haviam visitado e embargado a obra, mas o município constatou que o trabalho continuava.

Construção sobre muro de arrimo e lotes para novos pontos comerciais em local proibido em Mãe Luiza, em Natal. — Foto: Divulgação

“Vizinho ao local onde aconteceu a tragédia em 2014, está havendo essa invasão, colocando em risco o muro de arrimo que dá sustentação a toda a estrutura da rua sobre os imóveis que ficam na praia. A prefeitura se antecipou, e restituiu o muro de arrimo para evitar uma tragédia futura”, disse.

De acordo com do Leonardo Almeida, supervisor-geral da pasta, uma pessoa foi identificada como autora da construção e deverá responder por ocupação indevida de área pública e construção em área de risco.

Fiscais verificam construções irregulares em Mãe Luiza, na Zona Leste de Natal — Foto: Julianne Barrêto/Inter TV Cabugi

Os fiscais ainda identificaram outras construções irregulares em outros três pontos do bairro, que surgiu sobre um morro. Na rua João XXIII, lojas estavam sendo construídas também sobre um muro de arrimo de uma praça.

“Esse muro de arrimo está trabalhando em sobrecarga com essa estrutura que está sendo posta e há um risco claro de movimentação de solo no terreno. Há risco de queda dessa estrutura sobre as casas. Ele sustenta toda essa estrutura da João XXIII onde passa ônibus, caminhões, todo o trânsito. Se esse muro de arrimo ceder, há um risco de colapso nesse local”, afirmou Gustavo.

A prefeitura não realizou a demolição das outras construções irregulares, porque, segundo os fiscais, não dispunha de equipamentos necessários para o tipo de demolição neste sábado (27).

Fonte: G1 RN
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FAMÍLIAS QUE OCUPAM PRÉDIO NA RIBEIRA SERÃO ABRIGADAS EM TERRENO NA ZONA NORTE DE NATAL, ONDE FICARÃO AGUARDANDO CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÕES

Prefeitura de Natal cederá terreno para abrigar famílias que ocupam prédio na Ribeira

27 nov 2020

Prefeitura Municipal do Natal

Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (26), a Prefeitura de Natal, o Governo do RN e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) definiram o planejamento para a desocupação do prédio no bairro da Ribeira que abrigou por muito tempo a Faculdade de Direito da UFRN. Atualmente, o espaço está ocupado por cerca de 60 famílias que serão realocadas para um terreno na zona norte onde ficarão provisoriamente, aguardando a construção de habitações populares no bairro Planalto por parte da Companhia Estadual de Habitação. O prefeito Álvaro Dias participou da audiência com a governadora Fátima Bezerra.

O terreno que irá abrigar as famílias fica ao lado do Hospital Santa Catarina e foi cedido pela Prefeitura à UFRN para abrigar as instalações do Hospital da Mulher que seria construído pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Por questões financeiras, a unidade não será mais construída e a Universidade Federal já iniciou as tratativas para devolver o espaço para Prefeitura de Natal. Quando esse processo for finalizado, a Prefeitura vai ceder o terreno para utilização das famílias.

Em outra frente, a Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) vai atuar no suporte e apoio às famílias, cadastrando-as nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) para que tenham acesso aos programas sociais, bem como vai garantir colchões, alimentação e material de higiene. Além disso, a Semtas, juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vai designar uma equipe do programa Consultório de Rua para prestar assistência médica às famílias em situação de vulnerabilidade social.

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, celebrou o entendimento em torno do assunto e disse que o momento é de priorizar a coletividade. O chefe do Executivo Municipal lembrou que a gestão tem investido muito com o objetivo de diminuir o déficit habitacional no município, lembrando da entrega de mais de 1.200 unidades do empreendimento Village de Prata.

Por fim, Álvaro colocou toda a estrutura da administração para que as famílias ocupantes do prédio da antiga faculdade de Direito da UFRN recebam toda a atenção possível. “Na base do diálogo, chegamos a uma solução para a desocupação do prédio e o, mais importante, encontramos um local adequado para que essas famílias possam se abrigar provisoriamente até que consigam a tão sonhada casa própria. A Prefeitura tem o compromisso claro de buscar sempre o melhor para todos e seguiremos assim até o final”, pontuou o prefeito.

Além do prefeito e da governadora Fátima Bezerra, a reunião contou com o vice-governador, Antenor Roberto, o secretário municipal de Governo, Fernando Fernandes, a secretária municipal do Trabalho e Assistência Social, Andréa Dias, o secretário adjunto de Habitação do Município, Albert Josuá Neto, o reitor da UFRN, José Daniel Diniz, o presidente da OAB/RN, Aldo Medeiros, a vereadora Divaneide Basílio, além de secretários estaduais e técnicos de diversos órgãos da Prefeitura de Natal e do Governo do Estado.

Fonte: Política em Foco
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DEPOIS DE UMA DÉCADA EM CONSTRUÇÃO, LÍDERES ASIÁTICOS ASSINARAM O MAIOR ACORDO COMERCIAL DO MUNDO

 

Como o RCEP, o maior tratado de livre-comércio do mundo, afeta o Brasil e a América Latina

O acordo que foi fechado neste domingo (15/11) estava em andamento havia quase uma década e cobre quase um terço da economia global,com a China na liderança

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

O novo acordo abrange 29% do Produtor Interno Bruto (PIB) do mundo

Getty Images

Depois de uma década em construção, o maior acordo comercial do mundo aconteceu. Líderes asiáticos assinaram no domingo (15/11), em Hanói, o mega-tratado que inclui os dez membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático, além de China, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

O acordo, Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês), será maior que a União Europeia e o Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Os membros somam quase um terço da população mundial e 29% do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta.

A Índia também fez parte das negociações, mas desistiu em 2019 por temer que a redução das tarifas prejudicasse seus produtores.

O acordo

O RCEP eliminará tarifas de importação pelos próximos 20 anos. O acordo também inclui dispositivos sobre propriedade intelectual, telecomunicações, serviços financeiros, comércio eletrônico e serviços profissionais.

Muitos dos países-membros já têm acordos de livre-comércio entre si, mas com limitações que podem ser superadas com o atual acordo.

“Os acordos de livre-comércio existentes costumam ser muito complexos em comparação com o RCEP”, disse Deborah Elms, da organização Asian Trade Centre, à BBC em Cingapura.

Até agora, as empresas que dependem de cadeias de suprimentos globais podiam ser afetadas por tarifas, apesar de um acordo de livre-comércio, porque seus produtos tinham componentes fabricados em outro lugar. Um produto fabricado na Indonésia que contém peças fabricadas na Austrália, por exemplo, pode estar sujeito a tarifas.

No âmbito do RCEP, entretanto, os componentes de qualquer país membro serão tratados da mesma forma, o que poderia dar às empresas nos países do RCEP um incentivo para fazer parceria com fornecedores da nova aliança regional.

Qual é a sua importância geopolítica?

A ideia do RCEP nasceu em 2012 e foi vista como uma forma de a China, maior importadora e exportadora da região, se opor à influência que os Estados Unidos vinham exercendo ali durante o governo de Barack Obama.

Obama havia promovido a Parceria Transpacífica (TPP, na sigla em inglês), da qual faziam parte México, Chile e Peru, mas não a China.

O interesse pelo RCEP cresceu quando Trump retirou os EUA da Parceria Transpacífico – o país era o arquiteto do acordo e cuja economia correspondia a dois terços do total do bloco.

Na verdade, a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a política nacionalista de Trump (“America first”) acabaram com a ideia de Obama de olhar mais para a Ásia e serviram para dar força ao RCEP, que é visto como uma oportunidade de Pequim para definir a agenda comercial regional na ausência de Washington.

Como principal fonte de importações e principal destino das exportações da maioria dos membros do RCEP, a China parece ser o principal beneficiário e está bem posicionada para influenciar as regras comerciais e expandir sua influência na Ásia-Pacífico, algo que Obama queria evitar.

A Presidência de Biden mudará alguma coisa?

O comércio internacional esteve muito menos presente na agenda nesta campanha presidencial, e Biden disse relativamente pouco sobre se sua política comercial mudará significativamente ou se vai reconsiderar o retorno à Parceria Transpacífico.

Biden defende retomar uma política de multilateralismo, como durante o governo Obama, mas é prematuro falar em acordos comerciais, dados os enormes desafios que o democrata enfrentará internamente. Além disso, eventuais medidas nesse sentido correm o risco de serem vistas como prejudiciais aos sindicatos que o ajudaram a vencer nos Estados do chamado cinturão da ferrugem (região tradicionalmente industrial dos EUA).

É esperado que suas prioridades comerciais se concentrem em trabalhar com os aliados para pressionar a China e forçar mudanças na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Voltar ao que era à Parceria Transpacífico pode não acontecer no curto prazo.

Os sindicatos e os progressistas que apoiaram a eleição de Biden têm sido céticos em relação aos acordos de livre-comércio, e representantes desses grupos estão presentes em sua equipe de transição. Eles podem defender certas medidas de proteção a indústrias vulneráveis, como aço e alumínio.

Se Biden decidir se reconectar com a Ásia-Pacífico, isso pode funcionar como um contrapeso em relação à China.

Como afeta a América Latina?

O comércio bilateral entre a Ásia e a América Latina tem crescido continuamente nas últimas décadas, mas a integração entre as duas regiões tem muito espaço para avanços e pode sofrer o impacto do novo acordo, afirmam analistas.

“No curto prazo, o RCEP pode causar algum desvio comercial, limitar o crescimento do comércio entre a América Latina e a Ásia”, diz Jack Caporal, especialista em comércio do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), com sede em Washington.

“No entanto, as regras comuns tornarão mais fácil para as empresas latino-americanas com presença na Ásia fazerem negócios lá”, agrega Caporal. “Uma questão importante para os países latino-americanos é se eles buscarão uma integração com a Ásia individualmente ou em conjunto, como por meio da Parceria Transpacífico ou do Mercosul.”

“Desde que o comércio entre a América Latina e a China explodiu, nos anos 2000, liderado quase exclusivamente pelo rápido crescimento da China e sua necessidade de matérias-primas, os países da região buscaram uma maior integração com a Ásia em geral, não apenas com a China, mas em particular com Japão, Coreia do Sul e Índia”, diz à BBC News Mundo Cynthia Arnson, especialista do Wilson Center nas relações entre as duas regiões.

Arnson afirma que esse era o espírito da Parceria Transpacífico, agora dizimada na ausência dos Estados Unidos.

“A menos que o governo Biden retorne à Parceria Transpacífico, os países latino-americanos serão atraídos por uma maior participação de mercado na Ásia, que agora está representada pelo RCEP”, acrescenta.

Nicolás Albertoni, professor da Universidade Católica do Uruguai e pesquisador associado do Laboratório de Política e Segurança Internacional da Universidade do Sul da Califórnia, acredita que há uma “desvantagem” para os países que não fazem parte desse tipo de mega-acordos.

“É fundamental que os países da América Latina (principalmente do Cone Sul) que não fazem parte batam à porta e peçam para fazer parte desses acordos”, opina à BBC News Mundo.

E os efeitos para o Brasil?

O novo acordo deve afetar pouco a exportação de commodities brasileiras para a região, segundo especialistas em relações internacionais e comércio exterior ouvidos pela BBC News Brasil.

O professor de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Bruno Hendler destaca que o acordo “faz parte de uma disputa maior, entre EUA e China, por processos de integração regional que vão muito além da redução de tarifas comerciais”.

Especialista em relações da China com o Sudeste Asiático e com a América Latina, Hendler pondera que os efeitos desse tipo de acordo levam anos para serem sentidos, principalmente porque muitos países tendem a usar salvaguardas para proteger setores econômicos mais frágeis.

“O reflexo mais imediato desse acordo é a tendência de elevação de competitividade dos países asiáticos pela integração nas cadeias globais de valor, que é um processo que vem acontecendo há décadas”, diz Hendler.

Para o Brasil, ele diz, o impacto não deve ser tão significativo.

“O grande mercado asiático, que é o chinês, já tem acordo de livre-comércio com países que são concorrentes do agronegócio brasileiro. O novo acordo tende a oficializar uma série de acordos que já existiam – que alguns autores chamam de prato de espaguete, em referência a essas conexões. Vejo esse acordo como um ‘upgrade’ de uma série de acordos bilaterais e multilaterais que já existiam entre esses países. Então, no curto prazo, acho que o agronegócio brasileiro não será tão impactado porque já tem sido impactado há anos pelo acesso privilegiado que o Sudeste Asiático tem ao mercado chinês.”

O presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, espera um “impacto menor” para a exportação de commodities brasileiras.

“Tínhamos preocupação com o acordo anterior (TPP ou Parceria Transpacífico), em que os EUA, nosso grande concorrente na exportação de commodities, participavam e teriam muita vantagem. No acordo atual, o impacto para o Brasil em termos de commodities muda pouco, e em relação a produtos manufaturados já temos participação muito pequena, que continuará pequena enquanto Brasil não fizer reformas estruturais internas”, diz Castro.

Especialista em geografia das relações internacionais, Gustavo Glodes Blum também diz que as correntes de comércio do Brasil com a região Ásia-Pacífico, baseada nas commodities, não serão alteradas. Ele destaca, no entanto, que o Brasil pode sentir efeitos de uma possível perda de mercado dos EUA por lá.

“O efeito mais relevante para nós talvez seja um aprofundamento da disputa por mercado, com os EUA aumentando esforços de penetrar no nosso mercado. A China cria, na prática, um mercado comum na região e isso vai prejudicar circulação de produtos americanos ali dentro”, diz Blum.

O ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil Welber Barral, que classifica o acordo como uma vitória da China, avalia que “pode haver algumas concessões tarifárias para países da região, que não vão abranger o Mercosul, e isso faz o Brasil perder vantagens tarifárias na região”.

Barral destaca que o Mercosul terá que procurar avançar nos acordos com a Ásia. E também aponta que empresas brasileiras que eventualmente decidam se instalar em algum dos países abrangidos pelo acordo podem se beneficiar de uma plataforma de expansão na Ásia.

‘Pouco ambicioso’

Embora o RCEP tenha sido uma iniciativa dos dez países da Associação de Nações do Sudeste Asiático, ele é visto por muitos como uma alternativa apoiada pela China à Parceria Transpacífico, um acordo que exclui Pequim, mas inclui muitos países asiáticos.

Doze nações, incluindo Chile, México e Peru, assinaram a Parceria Transpacífico em 2016, antes de Trump retirar seu país do acordo em 2017.

Sem os Estados Unidos, os demais países assinaram o Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP, na sigla em inglês). Embora inclua menos países, o CPTPP reduz as tarifas ainda mais do que o RCEP e inclui disposições sobre emprego e meio ambiente.

O ex-primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull criticou o novo acordo ao dizer que é desatualizado.

“Haverá alarde sobre a assinatura e entrada em vigor do RCEP, mas é um acordo comercial pouco ambicioso, não devemos nos enganar”, disse Turnbull, que assinou a Parceria Transpacífico em nome de seu país.

Ativistas temem a falta de medidas para proteger os trabalhadores e o meio ambiente e que isso prejudique os agricultores e pequenos negócios em um momento em que eles já estão sofrendo devido à pandemia.

Diferenças à parte

Do lado positivo, o RCEP reúne países que costumam ter relações espinhosas, como China e Japão. Além disso, tanto Austrália quanto China estão aderindo ao acordo, apesar de relatos de que a China pode boicotar algumas importações australianas por causa de diferenças políticas.

“Você pode cooperar com alguém ou simplesmente odiá-lo, assim como as pessoas. O RCEP fez um trabalho impressionante ao se separar de outras disputas”, diz Elms.

Fonte: R7

 

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O QUE ACONTECEU COM AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO, QUAIS SÃO E QUEM AS ESCOLHEU?

 

As 7 maravilhas do mundo antigo: quais são, quem as escolheu e o que aconteceu com elas?

Convidamos você a explorar cada uma delas, da sua construção até seu destino final

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Elas são o ápice da engenharia, da arquitetura e da beleza artística da Antiguidade.A torre de sinalização do porto de Alexandria nos deu a palavra 'farol' e é uma das 7 maravilhas do mundo antigo

Cada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo pode ser considerada individualmente uma obra arquitetônica surpreendente ou um feito da imaginação e engenharia humanas.

Juntas, formam um guia de viagem da Antiguidade que desafia as limitações do tempo e, literalmente, almeja os céus.

Trata-se de uma pirâmide, um mausoléu, um templo, duas estátuas, um farol e um jardim quase mítico: a Grande Pirâmide de Gizé, o Mausoléu de Halicarnasso, o Templo de Ártemis, a Estátua de Zeus, o Colosso de Rodes, o Farol de Alexandria e os Jardins Suspensos da Babilônia.

A maioria teve uma existência breve. A última a ser concluída, o Colosso de Rodes, se manteve de pé por menos de 60 anos. E os Jardins Suspensos da Babilônia possivelmente nunca existiram. Atualmente, apenas uma resiste praticamente intacta: a Grande Pirâmide de Gizé

Mas as Maravilhas do Mundo Antigo continuam a povoar nossa imaginação. E sua importância segue até hoje: foram elas que estabeleceram as bases para o que o homem poderia alcançar.

Mas, apesar da fama, há muitas perguntas que rondam essas obras clássicas. Quem decidiu, por exemplo, o que constitui uma ‘maravilha’?

Quando os viajantes gregos exploravam outras civilizações, como os egípcios, persas e babilônios, eles compilavam guias com as atrações mais notáveis ​​para se ver, que pretendiam servir de recomendação a futuros turistas, razão pela qual as Sete Maravilhas se encontram por toda a costa do Mediterrâneo.

Eles as chamavam de theamata (‘vistas’), que logo evoluiu para algo mais grandioso, thaumata, que significa ‘maravilhas’.

Por que há apenas sete maravilhas?

As Sete Maravilhas que conhecemos hoje são um amálgama de todas as diferentes listas existentes de obras grandiosas na Antiguidade.

O Colosso de Rodes ficou de pé apenas 60 anos, mas isso não tirou seu status de 'maravilha'

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As versões mais conhecidas são do poeta Antípatro de Sidon, do século 2 a.C., e do matemático Filão de Bizâncio, mas outros nomes incluem Calímaco de Cirene e o grande historiador Heródoto.

O que entrava na lista de cada um era baseado nos lugares para os quais haviam viajado e, claro, na sua opinião pessoal. Portanto, embora reconheçamos hoje o Farol de Alexandria como uma “maravilha”, há quem o tenha deixado de fora na época e preferido incluir o Portão de Ishtar da Babilônia.

Mas por que há apenas sete?

Apesar de haver uma infinidade de estruturas e estátuas no Mundo Antigo dignas de serem incluídas, os gregos escolheram este número por acreditar que tinha um significado espiritual e representava a perfeição, talvez por ser a soma dos cinco planetas conhecidos na época, mais o Sol e a Lua.

A seguir, convidamos você a explorar cada uma delas.

1. A Grande Pirâmide de Gizé

Se você pedir a um grupo de pessoas para listar as Sete Maravilhas do Mundo Antigo, é bem provável que a maioria cite primeiro a Grande Pirâmide de Gizé.

A razão? É simples: enquanto as outras seis desapareceram séculos atrás, a pirâmide segue de pé no norte do Egito.

 A Pirâmide de Gizé foi a estrutura mais alta do mundo construída pelo homem até o século 14

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Construída por volta de 2.500 a.C. como tumba do faraó Quéops da quarta dinastia, é a maior das três pirâmides de Gizé.

A altura original de 146,5 metros fez dela a estrutura mais alta do mundo construída pelo homem até o século 14, quando a Catedral de Lincoln foi erguida na Inglaterra.

Com o passar dos anos, a camada externa de calcário sofreu erosão, reduzindo-a em quase oito metros de altura. Mas a pirâmide continua sendo uma dos pontos turísticos mais extraordinários do planeta.

Estimativas recentes sugerem que demorou cerca de 14 anos para transportar e colocar no lugar os 2,3 milhões de blocos de pedra.

Como as pirâmides foram construídas, ou como, há 4 mil anos, os egípcios alinharam suas estruturas com os pontos cardeais, permanece uma questão em aberto.

2. Mausoléu de Halicarnasso

Ao longo da vida, o poderoso governante Mausolo construiu uma nova e magnífica capital para ele e sua esposa Artemísia em Halicarnasso (na costa oeste da atual Turquia), sem poupar gastos para enchê-la de belas estátuas e templos de mármore.

Tamanho era o esplendor do túmulo de Mausolo que a palavra 'mausoléu' deriva de seu nomeTamanho era o esplendor do túmulo de Mausolo que a palavra ‘mausoléu’ deriva de seu nome
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Não havia dúvida de que ele, sendo o sátrapa (governador) do Império Persa e governante de Caria, desfrutaria de luxo semelhante após sua morte em 353 a.C.

Artemísia (também irmã de Mausolo) teria ficado tão triste com a morte do marido que misturou as cinzas dele com água e bebeu, antes de supervisionar a construção de seu túmulo extravagante.

Feita de mármore branco, a estrutura monumental ficava em uma colina com vista para a capital que ele havia construído.

Projetada pelos arquitetos gregos Satyros e Pythius, ela tinha três níveis, combinando os estilos arquitetônicos lício, grego e egípcio.

O nível mais baixo tinha cerca de 20 metros de altura, formando uma base de degraus que conduzia ao segundo nível, rodeado por 36 colunas. O teto tinha a forma de pirâmide, com a escultura de uma carruagem sendo puxada por quatro cavalos no topo, o que elevava a altura da tumba para cerca de 41 metros.

Quatro dos artistas mais famosos da Grécia criaram esculturas para cercar o túmulo, cada um decorando um dos lados.

É possível que a tumba tenha sido destruída por terremotos na época medieval, mas uma parte dela resistiu.

Tamanho era o esplendor do túmulo de Mausolo que a palavra “mausoléu” deriva de seu nome.

3. Estátua de Zeus

Olímpia era um santuário na Grécia antiga, local dos primeiros Jogos Olímpicos e lar de uma das “maravilhas”.

Que melhor maneira de homenagear o principal deus dos gregos antigos do que construir uma estátua gigante dele? Foi o que fez o escultor Fídias ao erguer sua obra-prima no Templo de Zeus em Olímpia, por volta de 435 a.C.

A estátua de Zeus era tão grande, quase 12 metros de altura, que mal cabia dentro do templo

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Era Zeus resplandecente sentado em um trono feito de madeira de cedro e decorado com ouro, marfim, ébano e pedras preciosas.

O deus do trovão segurava uma estátua de Nike, a deusa da vitória, em sua mão direita, e um cetro com uma águia na ponta na outra.

A estátua era tão grande, quase 12 metros de altura, que mal cabia dentro do templo. Um dos sacerdotes encarregados de passar óleo regularmente na escultura para protegê-la do calor e da umidade observou certa vez: “Parece que se Zeus se levantar, vai destelhar o templo”.

Durante oito séculos, as pessoas viajavam para Olímpia apenas para ver a estátua.

Embora tenha sobrevivido ao imperador romano Calígula, que queria levá-la para Roma para substituir o rosto da mesma por sua própria imagem, a estátua de Zeus acabou se perdendo.

Pode ter sido na destruição do templo em 426 d.C., ou talvez tenha sido consumida pelo fogo depois de ser transportada para Constantinopla.

4. Jardins Suspensos da Babilônia

Apesar de haver descrições detalhadas em muitos textos antigos, tanto gregos quanto romanos, nenhuma outra maravilha é mais misteriosa do que os Jardins Suspensos da Babilônia.

Não há evidências conclusivas de que os Jardins da Babilônia tenham existido

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O problema é que todos os relatos são de terceiros, e ainda não há evidências conclusivas de que tenha existido.

Caso seja real, apresentava um nível de engenharia muito à frente de seu tempo, uma vez que manter um jardim exuberante e vivo no deserto do que hoje é o Iraque teria sido uma grande façanha.

Uma teoria é que o rei babilônico Nabucodonosor 2º mandou criar os Jardins Suspensos em 600 a.C. para confortar sua nostálgica esposa, que sentia falta da vegetação de sua terra natal.

É possível que tenha havido uma série ascendente de jardins em telhados, com alguns terraços atingindo supostamente uma altura de cerca de 23 metros. Isso dava a impressão de ser uma montanha de flores, plantas e ervas que cresciam no coração da Babilônia.

A vegetação exótica seria irrigada por meio de um sofisticado sistema de bombas e tubulações que trazia água do Rio Eufrates.

O escritor e engenheiro grego Filão de Bizâncio descreveu o processo de irrigação dos jardins dizendo que “os aquedutos contêm água que corre de lugares mais altos, permitindo que parte do fluxo desça encosta abaixo, enquanto força outra parte para cima, correndo para trás, por meio de um parafuso”.

“Exuberante e digna de um rei é a engenhosidade e, acima de tudo, a força, porque o trabalho árduo do cultivador paira sobre a cabeça dos espectadores”, acrescenta.

Supõe-se ainda que os jardins suspensos existiram, mas não na Babilônia.

Stephanie Dalley, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que os jardins e o sistema de irrigação foram uma ideia do rei assírio Senaqueribe para seu palácio em Nínive, 480 km ao norte.

5. Farol de Alexandria

Navegar até o porto de Alexandria era complicado, devido às águas rasas e às rochas.

Era imperativo encontrar uma solução para o próspero porto mediterrâneo (na costa do Egito), fundado por Alexandre, o Grande em 331 a.C., e a solução chegou na forma de uma imponente torre de sinalização luminosa construída na ilha vizinha de Pharos (daí o nome farol).

Acredita-se que o Farol de Alexandria tinha pouco menos de 140 metros de altura, o que o torna a segunda maior estrutura feita pelo homem na Antiguidade

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No reinado de Ptolomeu 2º, o arquiteto grego Sóstrato de Cnido foi contratado para construir o farol e levou mais de uma década para terminar.

Acredita-se que o farol tinha pouco menos de 140 metros de altura, o que o torna a segunda maior estrutura feita pelo homem na Antiguidade, depois da Grande Pirâmide de Gizé.

A torre era composta por uma base quadrada, uma seção intermediária octogonal e uma parte superior cilíndrica, todas conectadas por uma rampa em espiral para que uma fogueira pudesse ser acesa no topo, supostamente visível a 48 quilômetros de distância.

“A torre, em linha reta e vertical, parece partir o céu durante a noite, um marinheiro sobre as ondas verá uma grande fogueira queimando no seu topo”, segundo o poeta grego Posidipo.

Seu design se tornou modelo para todos os faróis que foram construídos desde então.

Como algumas das outras “maravilhas”, o Farol de Alexandria foi vítima de terremotos. Conseguiu sobreviver a vários abalos, mas não sem sofrer grandes danos, que o levaram a ser abandonado. As ruínas desabaram definitivamente no século 15.

No entanto, aquele não foi o último vestígio do farol, uma vez que arqueólogos franceses descobriram pedras enormes nas águas ao redor da Ilha de Pharos em 1994, que alegaram fazer parte da antiga estrutura.

Em 2015, as autoridades egípcias anunciaram sua intenção de reconstruir a “maravilha”.

6. Templo de Ártemis

Você pode ter sua opinião sobre qual das ‘maravilhas’ era mais grandiosa, mas poucos tiveram mais certeza do que Antípatro de Sídon.

“Pus os olhos nas elevadas muralhas da Babilônia, em que há uma estrada para carruagens, e a estátua de Zeus junto a Alfeu, e os Jardins Suspensos, e o Colosso do Sol, e o trabalho árduo das altas pirâmides e a vasta tumba de Mausolo, mas quando vi a casa de Ártemis que subia às nuvens, aquelas outras maravilhas perderam o brilho, e eu disse: ‘Fora o Olimpo, o Sol nunca viu algo tão grandioso”, disse ele em tributo ao Templo de Ártemis.

Em sua forma mais impressionante, o Templo de Ártemis tinha uma área de 6 mil m² e era adornado com esculturas, estátuas e 127 colunas

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Dito isso, o templo teve uma existência conturbada e violenta, tanto que houve vários templos, construídos um após o outro em Éfeso, atual Turquia.

A “maravilha” foi destruída repetidas vezes: por uma inundação no século 7 a.C., por um incendiário chamado Herostratus, que queria alcançar a fama de qualquer custo, em 356 a.C., e por uma invasão dos godos, tribo germânica, no século 3.

A destruição final ocorreu em 401 d.C., e restou muito pouco da sua estrutura. Há alguns fragmentos no Museu Britânico, em Londres.

Em sua forma mais impressionante, a versão que inspirou o relato de Antípatro, o templo de mármore branco tinha uma área de 6 mil m², e todo o seu comprimento era adornado com esculturas, estátuas e 127 colunas.

Em seu interior, havia uma estátua da deusa Ártemis, um santuário para muitos visitantes de Éfeso, que deixavam oferendas aos seus pés.

7. Colosso de Rodes

Erguido em 282 a.C., o Colosso de Rodes foi a última das Sete Maravilhas do Mundo Antigo a ser construída e uma das primeiras a ser destruída.

Permaneceu de pé menos de 60 anos, mas isso não o impediu de ser considerado uma “maravilha”.

Voltado para o porto, Hélio tinha cerca de 32 metros de altura, e possivelmente segurava uma tocha ou lança

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A imponente estátua do deus sol, Hélio, foi construída durante 12 anos pelo escultor Cares de Lindos para celebrar um triunfo militar após um cerco de um ano.

Reza a lenda que o povo de Rodes vendeu os pertences deixados para trás pelo inimigo derrotado para ajudar a pagar pelo Colosso, derreteu as armas abandonadas para aproveitar o bronze e o ferro na construção, e usou uma torre de cerco como andaime.

Voltado para o porto, Hélio tinha cerca de 32 metros de altura e possivelmente segurava uma tocha ou lança. Em algumas representações, ele aparece com as perna abertas na entrada do porto, permitindo que os navios navegassem entre suas pernas, mas isso teria sido impossível com as técnicas da época.

O Colosso não foi forte o suficiente para resistir a um terremoto em 226 a.C., e a estátua foi destruída. Os cidadãos de Rodes não quiseram reconstruí-la, uma vez que um oráculo teria dito a eles que haviam ofendido Hélio.

Assim, os pedaços gigantes do que havia sido uma escultura colossal permaneceram no chão onde haviam caído por mais de 800 anos, atraindo visitantes.

O historiador Plínio, o Velho, escreveu: “Mesmo deitada, desperta nosso espanto e admiração. Poucos conseguem segurar o polegar com os braços, e seus dedos são maiores do que a maioria das estátuas.”

Quando as forças inimigas finalmente venderam os restos do Colosso no século 7, foram necessários 900 camelos para carregar todos os fragmentos.

 

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FINALMENTE É INICIADA NO MUSEU DA RAMPA A CONSTRUÇÃO DE DECK E DE PÍERS

Construção de deck e de píers é iniciada no Museu da Rampa

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Complexo da Rampa | Foto: Sandro Menezes

As obras de reforma do Museu da Rampa e a construção do Memorial do Aviador continuam em execução, mantendo a programação estabelecida pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN). De acordo com o Executivo, as obras já estão mais de 80% executadas. A previsão de conclusão é para o final do mês de dezembro de 2020.

Ainda segundo o governo, nesta semana, chegaram ao canteiro de obras, localizado no bairro de Santos Reis, as estacas centrifugadas de concreto, com diâmetros de 30 cm e 40 cm e comprimentos de 9 m e 11 m, produzidas em Cabo de Santo Agostinho (PE). Isso marcou o início da construção do deck frontal, com largura de 3,80m e extensão aproximada de 102 m, assim como de dois píers que adentram área do Rio Potengi, com extensões de 22 m e 27 m.

A reforma da Rampa e a construção do Museu do Aviador teve orçamento inicial de, aproximadamente, R$ 7,6 milhões, com recursos do Ministério do Turismo. No entanto, segundo Gustavo Coelho, secretário de Infraestrutura, a obra também conta com aporte de recursos financeiros do governo estadual destinados à cobertura dos valores relativos à contrapartida e aos reajustamentos decorrentes do prazo de execução da obra.

Com sua conclusão, o Complexo Cultural da Rampa – composto por dois prédios principais, o Museu da Rampa propriamente dito e o Memorial do Aviador – passará a contar com, aproximadamente, 2.800 m² de área construída, os quais abrigarão salas para exposições, loja, café, auditório, dentre outros, tornando-se importante área vocacionada à realização de eventos – que contarão o papel da Cidade de Natal no pioneirismo da aviação e na criação do correio aéreo da América Latina e ainda sua participação na Segunda Grande Guerra Mundial.

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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PROJETO DA CONSTRUÇÃO DA NOVA BARRAGEM DE SANTANA EM JUCURUTU, É ENTREGUE PELA GOVERNADORA

Governadora entrega projeto de construção da Nova Barra de Santana, em Jucurutu

Comunidade vai abrigar 240 famílias que serão realocadas com a conclusão das obras da Barragem de Oiticica

Redação
18/08/2020 | 17:30

Obra da Nova Barra de Santana está com 56% de execução / Ascom

Em vistoria às obras do Complexo Oiticica, em Jucurutu, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, oficializou o novo projeto urbanístico aplicado na construção da Nova Barra de Santana, comunidade vai abrigar 240 famílias que serão realocadas nas 217 moradias que estão sendo construídas. Com a conclusão da Barragem de Oiticica, a atual Barra de Santana será alagada.

A readequação da obra social é uma das principais reivindicações dos moradores. “Essa obra representa a realização de um sonho para quem vive na região e vai garantir segurança hídrica para quase um milhão de pessoas”, ressaltou a governadora Fátima Bezerra, referindo-se aos habitantes do Oeste e do Seridó.

“É com a emoção do dever cumprido, que eu entrego uma cópia desse projeto que vai trazer cidadania e dignidade para a comunidade, que vai garantir a posse e a legalidade de Nova Barra de Santana. Vai garantir o direito sagrado de vocês, do direito à posse da terra e da casinha que está sendo construída para vocês”, enfatizou.

Fátima Bezerra, governadora

Na ocasião, a governadora assinou a mensagem para envio de Projeto de Lei à Assembleia Legislativa autorizando alienação de bem imóvel desapropriado para fins de criação do núcleo urbano intitulado Nova Barra de Santana. Com a aprovação, poderão ser celebrados contratos de permuta com os proprietários ou posseiros, para obtenção de imóvel a ser construído no núcleo Nova Barra de Santana.

Obra da barragem de Oiticica está com 83% de execução

A Procuradoria Geral do Estado já realizou 378 indenizações via desapropriação ou servidão administrativa na área rural e há 186 indenizações em curso na área urbana. A obra da Nova Barra de Santana está com 56% de execução e a obra da parede da barragem com 83%. O cronograma prevê a conclusão da obra até final de 2021.

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos João Maria Cavalcanti ressalta que a construção da nova localidade contará com praças, escola, creche, réplica da igreja católica, além de lotes para desenvolvimento de atividades industriais e infraestrutura com água, energia, saneamento básico, pavimentação e acessibilidade.

Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, João Maria Cavalcanti foi um dos responsáveis pelo encaminhamento do projeto de urbanização, que vai garantir qualidade de vida aos moradores.

“A governadora orientou que tivéssemos todo o cuidado para agilizar a obra”, assinalou.

João Maria cavalcanti, titular da semarh

A construção da nova localidade contará com praças, escola, creche, réplica da igreja católica, além de lotes para desenvolvimento de atividades industriais e infraestrutura com água, energia, saneamento básico, pavimentação e acessibilidade.

Novo projeto de Barra de Santana

A construção da Nova Barra de Santana, em Jucurutu, avança em ritmo mais acelerado e com nova qualidade técnica desde que o Governo do Estado, por meio da Semarh, contratou nova empresa para conduzir os trabalhos na obra social e elaborou novo projeto urbanístico da comunidade. Dentre as modificações estão o acréscimo de rampas de acessibilidade para cadeirantes e escadas para pedestres.

Barragem de Oiticica é orçada em R$ 550 milhões

Orçada em R$ 550 milhões, a Barragem de Oiticica é a maior obra de infraestrutura hídrica em andamento no RN, a 5ª maior do Brasil e será o 3º maior reservatório do Estado. Quando concluída, beneficiará 800 mil pessoas, de 43 municípios do RN. Com capacidade para 556 milhões de metros cúbicos, vai receber as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco e ofertará água para as regiões do Seridó, Vale do Açu e região Central.

Fonte: Agora RN

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