FÍSICA QUÂNTICA: CÉREBRO-MENTE “VEÍCULO” DO SALTO QUÂNTICO À QUINTA DIMENSÃO – 4ª E ÚLTIMA PARTE

Neste sábado temos a 4ª e última parte do artigo “Inserção mental à quinta dimensão” na coluna FÍSICA QUÂNTICA cujo objetivo é esclarecer para os leigos o que são e como funcionam as diversas dimensões conscienciais com ênfase, nesta última parte, em como alcançar a 5ª dimensão vivendo na 3ª dimensão. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir e os outros dois que faltam dessa série para ter um entendimento eficaz sobre o assunto.

Alguns seres humanos mesmos ainda em corpos físicos, já começam se perceber mentalmente inseridos à frequência da quinta dimensão, já começam a viver o céu na Terra

O ser humano na medida em que vai adquirindo conhecimento, aprendendo e compreendendo, sente-se cada vez mais conexão com o universo, mais compreende que nele está seu real caminho e, começa então, sintonizar-se mais diretamente à “Frequência Criadora de Deus” e “se inserir” mentalmente melhor em sua capacidade cocriadora.

O cérebro humano já está “preparado”, para que o ser humano através dele dê seu salto quântico e alcance com treino e preparo viagens aos mundos paralelos. Viagens com seu corpo mental através do tempo onde o passado, o presente e o futuro podem de uma só vez serem avaliados pelo filtro da sabedoria.

E nesta sua nova experiência ele está sendo acompanhado por seres mais evoluídos de outras realidades, que pretendem prepara-lo para que possa obter melhor compreensão do que é chamado de vida e de tudo mais que com ela se relaciona.

Estes seres das 49 raças estão cumprindo uma missão de sua própria escolha, que nada tem a ver com sua supervisão ou direcionamento do destino da Terra. Este compromisso compete ao próprio ser humano, que já em outro nível de consciência deve despertar também a consciência de demais seres humanos, para que todos juntos construam um novo tempo com a noção de unidade, iluminada pelos sentimentos de igualdade e de amor.

Aquele que está neste nível de compromisso deve trabalhar mentalmente para conciliar o poder físico em seu coração através de seu vórtice (chakra) cardíaco com o de seu campo emocional, sutilizando seus sentimentos, deixando-os mais leves, para que possa sua alma se mostrar mais iluminada. Nesta conciliação está a “chave” que sendo aberta, tudo começa para ele se abrir com a límpida e luminosa energia de sua essência, que cada vez mais presente, é dela de fato a origem de seu poder cocriador.

Neste nível vibratório com pensamentos mais elevados já em sintonia mental à frequência da quinta dimensão é imprescindível o sentimento do perdão, primeiramente o auto perdão, para que se dê depois seu perdão de outros e vice-versa.

Assim, nesta frequência mental já se exercitando a sabedoria, que contrapõe a ignorância do “eu” e, já possuindo a real noção e importância do sentido de grupo e não mais a de individualidade, se tem clara percepção que todos se igualam por possuírem um mesmo corpo de luz e, com ele em sintonia todos podem e devem por igual exercitar sua maestria como seres multidimensionais, como seres de luz.

Muitos vieram a este planeta de vários pontos do universo, para aqui como sementes estelares plantassem um novo tempo. Vieram com o compromisso de plantarem um novo mundo na Terra em sintonia vibratória à frequência da quinta dimensão, que não é um lugar, mas um novo estado (mental) do ser em outro nível de consciência, onde a vibração de pura alegria alicerçada no sentimento da harmonia, já com os hemisférios cerebrais nos seres humanos trabalhando de modo coerente na geração deste novo campo de energia, tornar-se comum na realidade física da Terra.


Em sua atual experiência na construção de um novo tempo, o ser humano está sendo acompanhado por seres de outras realidades mais evoluídos originados de vários pontos do universo – Imagem da Internet

Aquele que almeja alcançar a frequência mental inerente à quinta dimensão, precisa desde de agora se livrar das frequências de baixa vibração. Ele deve deixa-las irem, para se perceber sutil e mentalmente mais livre. A quinta dimensão por não ser mais da individualidade, nela se mostra os pensamentos e as ações conduzidas pela energia do sentimento amoroso, que não mais estabelecendo condições, com ele soma-se, une-se.

E nesta frequência de realidade se exercita também experiências mentais além do tempo linear, onde muitas linhas do tempo estão disponíveis para serem acessadas instaneamente pela força do pensamento.

No plano de existência da quinta dimensão está ainda presente a forma humana, mas esboçada de maneira mais leve, mostrada de forma mais sutil, quando não mais existe dor e nem medo, mas o sentimento de amor com o Eu Superior mais presente assumindo orientações de dimensões com vibração ainda mais acelerada, de mais luz.

Na frequência da quinta dimensão só se conduz com a consciência da alma. Tudo nela é mais leve, harmonioso, sem competição e também sem limites. Ela possui compatibilidade vibratória à frequência do mental sutil ou da quinta camada do campo biomagnético e nem tanto à do mental concreto ou da terceira camada deste campo.

Estando em sintonia à esta frequência mental, experiencia-se o sentido de completa liberdade. E, ela já acessada em definitivo por esforço próprio, totalmente já transmutado, o retorno às dimensões inferiores não é mais possível, a não ser que a alma faça esta escolha conscientemente, como fizeram os dimensionais que agora despertos estão no desempenho de seu compromisso cósmico, buscando despertar os demais.

E, esta foi a escolha de muitas sementes estelares que decidiram ajudar a humanidade e a Terra ascenderem. Auxiliarem os seres humanos saírem do seu arraigado sentimento de individualidade e do limitado entendimento de tempo linear, quando outras experiências lhes serão proporcionadas e quando então também se sentirão gratidão, expressando-a com a alma, conscientes que mesmo no “mundo humano” alcançaram através de seu corpo físico, o equilíbrio entre seus corpos mental e emocional.

Para os que já estão dinamicamente exercitando na realidade física seu compromisso cósmico, tornam-se mais fáceis para eles suas interações com seres de realidades paralelas, interações algumas vezes físicas e diretas, mas a maioria delas de forma mental e indireta.


As interações com seres de outras realidades algumas vezes se dão de forma direta, mas a maioria das vezes de forma mental e indireta – Imagem da Internet

A quinta dimensão é a do sentimento de profunda confiança. Aquele que com ela já está em sintonia mental, não leva nada mais para o lado pessoal, não se sente ofendido, por não mais existir em sua bagagem emocional o sentimento de rivalidade, de disputa. A luz de sua consciência vibrando e iluminando mais intensamente, absorve e neutraliza automaticamente qualquer outra que não esteja nesta vibração.

Nesta frequência mental de realidade se experiencia de acordo com Leis Energéticas Universais, se conduz sem sobressaltos com pensamentos que são realmente instrumentos de cocriação. Não existe o sentido de posse, portanto não existem obstáculos gerados pela necessidade de competir, de comparar. Tudo se torna uma só partilha, nela todos são iguais motivando o sentimento gratidão, que se faz sempre presente.

A sintonia mental com a quinta dimensão é estar no céu ainda na Terra, quando se sente mais pleno de realização, quando se percebe em estado de graça através de novas e harmônicas situações, traduzidas como uma melhor e tranquila perspectiva de vida.

Existem sinais que permitem alguém reconhecer, quando chega em sintonia à esta frequência mental de dimensão superior, entre eles o que permite perceber mais harmônico e mais bonito o mundo ao derredor. Sentir-se gratuitamente feliz por existir, absorvendo sem mais bloqueios vibrações oriundas das dimensões mais sutis, que agora intuitivas e mais constantes iluminam sua mente. Neste seu novo perceber e sentir, frequências negativas nem ousarão de seu campo se aproximar.

Também novas habilidades mentais para ele surgirão, como as de visualizações de realidades dentro de leis para a quinta dimensão, mesmo se estando ainda na realidade física. Visualizações proporcionadas por seu Eu do Futuro.


Novas habilidades mentais surgirão para aquele já em sintonia à quinta dimensão, como as visualizações dentro de leis para esta realidade de existência – Imagem da Internet

Quando a consciência coletiva já estiver suficiente expandida na Terra, ela ancorará a vibração, para que os seres humanos com ela deem seu salto quântico e, alcancem a frequência mental da quinta dimensão, quando gerarão de seus campos de energia vibrações em frequências mais sutis, dando-lhes aparência de mais jovialidade e condição de mais longevidade. Aparência que em processo mental de desdobramento ostentam aqueles conhecidos, que já partiram e que são assim percebidos/”vistos” no extra físico.

A era de ouro já começou, direcionada pelo seu sentido vibracional e mais verdadeiro na frequência da energia dourada ou, espiritual assim mencionada por alguns, que com ela se tornarão mais fáceis experiências coletivas de convivência. O sentido de família não será mais apenas aquele por laços consanguíneos e de convivência compartilhada dentro de um mesmo recinto, mas será o de uma única família humana espalhada por todos os recantos da Terra.

E na medida que for sendo construída a visualização mental desta nova Terra, para que ela vá gradualmente se mostrando no mundo real, paralelamente vão também acontecendo mais constantes interações com outras dimensões de vibração mais acelerada e sutilmente de mais luz.

Interações alcançadas através de pensamentos que refletem ações com sentimentos de compreensão e de harmonia já em outro padrão evolutivo, quando também se conseguirá ir adiante no tempo e no espaço em viagens extrafísicas e voltar com fragmentos de lembranças destas realidades.

Ainda, nesta frequência mental ao se olhar as pessoas ao derredor no mundo físico, elas não serão mais vistas diferentes, apesar de suas diferenças físicas. Elas serão percebidas pelos seus campos de energia, pela luz que deles irradia, portanto não mais vistas pelas suas aparências físicas e nem pela maneira de se mostrarem com seus hábitos cotidianos, mas com a percepção que no fundo de suas almas estão com o propósito de se transformarem, de se tornarem melhores.

Aquele que almeja se inserir à frequência da quinta dimensão, deve antes passar pelo crivo de sua sabedoria interior e já tendo com ela limpado e curado registros dolorosos do passado. Assim, já iluminado por esta sua reciclagem mental motivando pensamentos e atitudes renovadoras, nada e ninguém terá mais poder sobre si. E já com percepção mais clara do sentido de unidade, que com ela já começando assim agir e, andando com suas próprias pernas, vai se mostrando em sua maestria.


Aquele que almeja se inserir à frequência da quinta dimensão, ele já possui uma percepção mais clara do sentido de unidade – Imagem da Internet

A humanidade já está se aproximando do final de sua primeira passagem pela “Janela”, quando então o Sistema Terra iniciará sua descida na vibração da onda moduladora, gerando uma ocasião de grande movimentação e transformação planetária que já bate à porta e que para ela todos devem se preparar, tanto emocional quanto mental e fisicamente.

O ser humano deve sair de sua comumente letargia mental e aprender a se inserir à esta frequência de mudança, que por ela tanto a Terra quanto a humanidade estão passando e, “inspirados” por ela os dimensionais principalmente devem despertar suas habilidades (paranormais) mentais, como também já mais conscientes devem perceber com sua sensibilidade de alma a presença de Deus na realidade física como Energia em movimento. E nesta Energia se espelhando, se movimentarem/agirem em suas experiências de vida humana como deuses criadores.

Ela como Deus em movimento que os proporciona condições de ultrapassarem seus obstáculos, ao os estimular também se movimentarem e agirem para resolve-los com soluções criativas.

E este proceder é para eles na realidade física um constante desafio, por se “sentirem” desta maneira a presença de Deus, sentimento que o possuem ao vencerem seus obstáculos e que com ele gratificados vão ao mesmo tempo se transformando em cocriadores e caminhando para a sua transmutação

Deus como Energia Suprema deve ser uma constância em suas vidas humanas. E eles sabem que para a ter, sentindo-a mais presente em seu dia a dia, devem também acelerar seu campo de energia através de seus vórtices (chakras), que são circuitos energético-vibratórios fisicamente invisíveis fazendo parte dele.

E, só quando estes seus campos de energia (auras) já estiverem suficientemente acelerados que eles alcançarão (especialmente) a “visão”/percepção mental, para que se mostrem para eles pontos luminosos na vegetação, que são de fato Energia oriunda da Fonte Original vibrando com suas polaridades opostas.

Energia que atuando ao nível da essência/espirito daqueles que a “veem”, proporciona-lhes já em frequência mental mais acelerada e já em outro nível de consciência, sua estabilização à frequência da prosperidade em seu sentido mais amplo, para com ela ajam na realidade física como deus em movimento.

Mostrem-se como cocriadores e assim já despertos ajam com o sentimento da razão e com ele se conduzam paralelamente com o sentimento da nobreza, com o intuito de experienciarem um novo propósito, um novo ideal inerente a este novo tempo voltado à realização com o entendimento por igual de todos, com cada um dando o melhor de si.

Haja luz, esta expressão se inserida no âmago da alma humana, mostra aquele com emoções/sentimentos de harmonia, de amor. Mostra aquele como fonte viva de sabedoria, que com ela se ilumina, iluminando os outros.

Nesta frequência mental ele está em sintonia com realidades mais sutis, de mais vibração e está também em sintonia mais direta à frequência do Eu sou, que através dela energias/seres superiores mais sutis podem mais facilmente, interagirem com seu campo de energia.

Interações que automaticamente afastam-se aquelas frequências de menor vibração, para que ele possa com mais facilidade e com mais responsabilidade de seu compromisso cósmico, cooperar para que surja um novo mundo, configure a existência do céu na Terra, estabeleça a frequência da quinta dimensão iluminada pelos sentimentos de união, de amor.

Fontes de consulta:
Como Criar Uma Nova Versão de Você Mesmo – Dr. Joe Dispenza
Geometria sagrada: uma antiga linguagem universal Institutoseva.blogspot.co…
Reflexões ao dimensional já desperto, o já “diferente” – www.pegasus.portal.nom.br
Quinta dimensão por Ashtar Sheran no grande evento de transição planetária #AshtarSheran #quintadimensão #corpofísico #oevento
www.cristaisaquarius.com.br › blog › pleiadianos  – Os pleiadianos e o verdadeiro significado da vida
Saiba o que é a Geometria Sagrada,a Flor da Vida e o Merkaba
Dakila Pesquisas

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FÍSICA QUÂNTICA: CÉREBRO-MENTE “VEÍCULO” DO SALTO QUÂNTICO À QUINTA DIMENSÃO – 3ª PARTE

Nesta quarta-feira temos a 3ª parte do artigo “Inserção mental à quinta dimensão” na coluna FÍSICA QUÂNTICA cujo objetivo é esclarecer para os leigos o que são e como funcionam as diversas dimensões conscienciais com ênfase em como alcançar a 5ª dimensão vivendo na 3ª dimensão. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir e os outros dois que faltam dessa série para ter um entendimento eficaz sobre o assunto.

Reflexões para o dimensional já desperto, o já “diferente”, que busca dar seu salto quântico

O dimensional desperto  e consciente já interagindo com as realidades paralelas para delas receber informações, se ele agora possuindo frequência mental ainda mais acelerada e também ainda mais consciência mostrando-se em outro padrão evolutivo, ele já percebe que as informações que busca estão nele inseridas como sua memória cósmica e assim, já se percebendo também literalmente como uma “Placa Viva”, ele já sabe que não precisa utilizar mais de quaisquer artifícios externos, para que possa trazer de seu futuro informações e conhecimentos, que são necessários ao seu compromisso de propagação na construção de um novo tempo, ele precisa apenas colocar em seu pensamento intensa vontade, direcionando-o com mais consciência e com mais emoção.

O ser humano está na realidade física para se informar e ter conhecimento através do processo mental de aprendizado, que nele um é referencial do outro, principalmente o dimensional que já despertou e que já interage consciente com as realidades paralelas deve assim proceder. E, se ele então já tendo sido informado e aprendido, que ele expresse este seu conhecimento e o propague com o filtro do seu entendimento e não um outro se fazendo como seu “porta-voz”. Ele deve “caminhar com seus próprios pés”.

Cada um deve mentalmente ir aprendendo a construir seu próprio universo, idealizando-o através de seus pensamentos, porque um outro não pode realmente construí-lo para ele.

A linguagem que com ela durante milhares de anos se expressou o conhecimento humano, buscando o porquê de todos e de tudo, fundamentou-se em sentimentos quase sempre místicos com preconceitos geradores de conceitos obscuros de fundo religioso, mas uma outra linguagem já começa agora surgir para expressa-lo diferentemente, a linguagem da Ciência Lilarial com conteúdo energético-modular que torna verdadeiramente os seres humanos mais conscientes e realmente “mais próximos” de seu Criador.

Paranormal é aquele capaz de coordenar seus pensamentos e depois direciona-los mentalmente como frequências energéticas, para que ajam de acordo com seu desejo. Neste sentido ele deve estar sempre ciente, que os quatro pilares para o desenvolvimento de suas habilidades mentais são: equilíbrio emocional, mente flexível (sem julgamento), cuidar da alimentação (estar fisicamente saudável) e praticar atividade física (sair da inercia do corpo).

Evoluir deve ser o desejo de todos, deve ser o caminho que devem procurar por ele andar, mas só acontece quando cada um começa a percebe-lo como um instante de “insight” e, começa então depois também, a trilha-lo chamado por esta sua voz interior.

O ser humano que já começa se despertar para suas habilidades (mentais) paranormais e que com elas já começa também a se exercitar, buscando paralelamente cada vez mais conhecimento, ele vai expandindo sua consciência, ele vai pela mente e pelo coração acendendo dentro de si a chama da sabedoria e, diferentemente assim se iluminando, se facilita em seu caminhar evolutivo.

Aquele que está em expansão de sua consciência, está em acelerado processo mental de acender de dentro de si a luz da sabedoria – Imagem da Internet

Aquele que já possui consciência expandida e que com ela já comanda mentalmente seus principais centros de força (vórtices), consegue através deles direcionar a energia de seu campo biomagnético (aura), para mais facilmente alcançar seu objetivo.

O ser humano que realmente consegue manipular mais inteiramente sua fonte de energia, ele já “se libertou”, não se sente mais preso ao atual sistema de crenças, que sempre o condicionou a repetitivos vícios mentais, que sempre o limitou e que sempre o aprisionou em seu ilusório mundo emocional, impedindo-o em suas experiências cotidianas alcançar seu real objetivo.

O ser humano não deve esquecer, por ser sua própria fonte de energia, quando ele alcança a frequência mental para consciente manipula-la e direciona-la voltado ao seu objetivo, ele já controla o mundo ao seu derredor.

O dimensional já de fato desperto é quase sempre possuidor de alguma habilidade (mental) paranormal também já desperta, que o auxilia em sua interação consciente com as realidades paralelas.

Mas, ele deve se conduzir na realidade física com “os pés no chão” ou, sem ficar alheio ao mundo ao seu derredor, que nele no momento experiencia e aprende.

Aquele que se interioriza, procurando realmente se conhecer, ele experiencia uma atitude solitária, mas nunca de solidão, quando em silencioso dialogo consigo mesmo começa “a medir” seus pensamentos e suas atitudes, que por ventura os teve de soberba, avareza, luxuria, inveja, gula, ira e preguiça, procurando já com outra sensibilidade de alma, transforma-los em ações conduzidas por sentimentos de humildade, caridade, pureza de proposito, bondade, temperança, paciência e diligencia.

 E aquele ainda, que na realidade física não mais se condiciona, que não deixa mais se limitar mentalmente às suas cotidianas experiências, não se utilizando apenas de cinco sentidos como “instrumentos” de seu conhecimento, assimila (mentalmente) muito mais o que está lhe sendo passado ao seu derredor como informações e, não mais apenas cerca de 20% que comumente alcança aquele outro não possuidor de domínio mental sobre si mesmo.

O “diferente” ou o dimensional já desperto que já sabe se olhar de frente trilhando o Caminho do Meio de suas Três Linhas da Vida ABC, está nesta realidade para fazer a diferença e com ela estimular às pessoas para novos modelos comportamentais, criando-lhes novos paradigmas mentais, que os propagando vão as ajudando delinearem um novo caminho.

Os seres humanos estão em um mundo de experiências com sentido de dualidade, gerando energias como frequências emocionais, que as conduzindo como sensações ora boas e ora ruins, devem procurar através de suas Três Linhas da Vida ABC, transforma-las em frequência no estado de graça ou em frequência mental de neutralidade, que são todas suas formas de emoção já transformadas nesta só sensação, nesta só frequência.


O ser humano em sua realidade física experiencia um mundo de dualidade, ao se conduzir mentalmente por sentimentos de concorrência, disputa e conflito, que ele deve neutralizá-los, inserindo-os em uma só frequência, a do estado de graça – Imagem da Internet

Nas Três Linhas da Vida a Linha A ou a Linha Negativa, ela é assim chamada, porque nesta frequência é que o ser humano se acha mais comumente em inserção mental, quando procurando cada vez mais ter sucesso em sua vida e não o conseguindo como queria, ele  como mentalmente se justificasse, fica dizendo para si mesmo, que da próxima vez não irá mais fazer isto, que não irá mais fazer aquilo ou, que não irá mais tomar esta atitude, etc., e assim vai se aprisionando nesta frequência mental, neste “não” através de seus pensamentos que o fazem reviver mentalmente o que passou, deixando-o com a sensação de culpa e o inserindo em um mar de negatividade.

A Linha C ou a Linha Positiva das Três Linhas da Vida, ela é assim denominada, porque nela o ser humano imagina estar por ser a frequência do sucesso, mas por ser ainda apenas mentalmente por ele imaginada, por ser apenas uma possibilidade, portanto não sendo ainda uma realidade, aquele que fica nesta frequência em constante sintonia, mas com inercia mental sem agir, sem realizar só imaginando o sucesso como seu futuro, ele nesta sua “irrealidade emocional” está mesmo é  “no mundo da Lua”, sem possibilidade real de se tornar um vencedor.

A Linha B ou Linha Neutra das Três Linhas da Vida é assim chamada, porque é a frequência da realização ou do cocriador só alcançada pelo ser humano, que não se deixa mais em suas experiências de vida, ser conduzido por frequências emocionais ora positivas ora negativas. Ele no aqui agora de sua realidade física está sempre “vencendo o mundo”, conduzindo-se mentalmente na frequência do equilíbrio emocional e com ela no reto caminho da harmonia como “deus” em movimento.

Aquele que está em busca de sua ressurreição/transmutação, deve não só se conservar fisicamente saudável, como também trilhar seu dia a dia na frequência da harmonia, através da Linha B de suas Três Linhas da Vida ABC.


Ao se buscar a ressurreição/transmutação, não deve se valer apenas da energia do corpo físico, mas se valer também da energia em frequências mais sutis, condutoras da luz da sabedoria que ilumina com o sentimento de harmonia o caminhar do dia a dia – Imagem da Internet

A kundalini é a energia da vida, através dela que o ser humano vivente pode consciente se informar, conhecer e experienciar na realidade física e, ir vivendo sua vida física na medida em que sua alma vai aprendendo a se conduzir livre além das amarras ilusórias dos sentidos. Com a “arte do bem viver”, ela vai se curando seus males na frequência da neutralidade ou, na Linha B de suas Três Linhas da Vida ABC.

É basicamente necessário ao ser humano e principalmente ao paranormal se inteirar de sua energia da kundalini, para saber com ela se conduzir. Por ser modulada como a energia da vida, ela o permite biologicamente existir, mentalmente experienciar e se exercitar com suas habilidades mentais, algumas delas inclusive para alcançar outras realidades.

O sentido da palavra namoro em irdin significa cuidar do outro (a), significa se ajustar à frequência do outro (a), aprimorar-se em relação a ele (a ela), para que sendo criado entre os dois um entrelaçamento, que se mostrando como um brilho em seus corpos físicos e mutualmente os encantando, vai lhes proporcionando também uma relação verdadeiramente amorosa.

Uma amorosa relação quando verdadeira e crescente entre um casal, inicia-se entre os dois o “Tantra da Vida”, quando cada um antes se respeita, para respeitar o outro e, este sentimento ao se estender também a todos já em outro nível de sensibilidade ou de transcendência, os dois já estão experienciando na Frequência do Eu do Futuro e em sintonia à Frequência do Eu Sou.

 O “eu” ou o “ego” é que comumente conduz o ser humano em seu dia a dia e, quando ele o conduz em sua vida de relação social sem excessos, é valioso instrumento de autoconhecimento.


Aquele que está em processo mental de interiorização, o “eu” torna-se valioso instrumento de autoconhecimento – Imagem da Internet

Aquele que se deixa conduzir pelo “eu”, agindo sem refletir, movendo-se com exacerbado imediatismo, ele não percebe, que quase sempre suas experiências na realidade fisica gerando consequencias com resultados aparentemente opostos, são na verdade reflexos de uma mesma coisa, que se mostra como duas faces e que se for por ele percebida e anulada, livra-se de excessivos desgastes emocionais e pode com mais equilibrio dar seu salto quantico.

O ser humano que não se volta para si mesmo e não se resolve, estando mais voltado para os outros, deles constantemente reclamando sem justificativa e quase sempre os acusando, ele não percebe que por trás desta sua postura às vezes até agressiva, ele está de fato escondendo sua incapacidade de se resolver, está procurando não se ver inserido na frequência do fracasso.

Os cinco sentidos são “instrumentos auxiliares” do ser humano na realidade física e quase sempre a serviço do “eu”, do “ego”, o induz à “consequência das consequências”, ao absorver energias tanto positivas quanto negativas, que por ele mesmo antes geradas e que alcançando outros, recebe agora de volta o que energeticamente de bom ou de ruim enviou, dentro da lei de causa/efeito e de ação/reação.

Aquele que vai experienciando o sentimento de dúvida, ele vai se bloqueando emocionalmente e tornando-se mais facilmente prisioneiro do   “eu”, do “ego”, que vai lhe gerando como   consequência a inconsequências de frequências mentais negativas.

A alma humana vai sendo “construída” por sentimentos (emoções) positivos ou negativos, que com eles vai se caracterizando ou, “sendo medida em seu tamanho (vibração) ”.

Aquele que pela mente e pelo coração busca verdadeiramente o sucesso, ele está ciente que esta sua busca depende só dele, depende apenas da intensidade de sua vontade, já sabendo que com ela deve amalgamar seus pensamentos e suas emoções, direcionando-os como um só sentimento para o objetivo almejado.

O ser humano vivente não é só inteligente, sobretudo consciente possui capacidade não só de criar sua própria realidade no mundo físico de terceira dimensão em que experiencia, mas ainda a levar depois para o mundo paralelo.


O ser humano inteligente e sobretudo consciente é capaz de criar sua própria realidade – Imagem da Internet

Aquele que não age, que não movimenta e não direciona seus próprios pensamentos, se pondo na dependência mental de outros, ele está gerando para si todas as consequências desta dependência, entre elas o sentimento da incerteza.

O ser humano que pensa e age com objetividade, para alcançar a frequência de “vencedor” e com ela a de realização, ele está desenvolvendo sua capacidade de raciocínio com “a lógica de obter”, mas diferentemente já movimentando seu pensamento como cocriador, ao se expressar através do que em essência sempre foi, será e no aqui agora é, “deus” em movimento.

O dimensional desperto em seu compromisso de propagação que firmou como responsabilidade antes de tudo consigo e com o universo, está tendo auxílio das realidades paralelas e, neste seu esforço ajudando a construir para a humanidade uma outra mentalidade para uma nova consciência, ele vai com este seu esforço ajudando a construir um novo tempo e, paralelamente vai delineando em seu campo (aura) a vibração na frequência de “vencedor”.

Possuir apenas pensamentos positivos, mas sem lhes dar vida, conservando-se em inercia mental sem agir, sem saber com eles construir para si e para os outros em suas experiências cotidianas, que devem se mostrar dinamicamente plenas com o sentido (vibracional) de somar/unir, é não saber olhar para si mesmo, é não saber ir em frente, é não saber se iluminar pela sabedoria.

Apenas se ter teóricos conhecimentos, mas sem lhes dar vida, sem os transformar em ações no dia a dia para principalmente autoconhecer e, assim poder também depois conhecer os demais e com eles em harmonia se somar, aqueles que assim procedem, mostrando-se como campos estéreis incapazes de semearem a semente da sabedoria, experienciam não só constantes desencontros consigo mesmos, como também com os outros.


Primeiro autoconhecer e depois conhecer os demais, para com eles em harmonia se relacionar e poder se somar – Imagem da Internet

O movimento não só o fisicamente originado do MDPL (Magnetismo, Densidade, Pressão e Luz), mas também o que estimula a alma às frequências mais positivas ou às realizações mais plenas, geram juntos prosperidade em seu sentido também mais amplo, mais verdadeiro e tornam aquele que assim age “deus” de si mesmo, fonte de seus próprios milagres.

Os sentimentos quaisquer que sejam eles, estão sempre criando no organismo humano reações químico-fisiológicas, que influenciam psiquicamente o ser humano, principalmente através de sentimentos originados de pensamentos negativos que nele funcionando como potentes “toxinas”, aumentam seu nível de tensão emocional. As “toxinas emocionais” afetam tanto o organismo humano, quanto as toxinas que nos alimentos são por ele absorvidas.

O sentimento de harmonia (“antessala” do sentimento de Paz, vibração já não tanto mais da realidade físico-humana) não é o de se sentir, ao se colocar a cabeça no travesseiro para se ter “o sono dos justos”, porque ele não se insere propriamente neste instante de inercia física, ele de maneira dinâmica foi antes conquistado por aquele possuidor de pensamentos e de ações, que com eles agiu e se mostrou como exemplo de realização para os demais.

A miséria não é só aquela que é medida externamente ou por nada possuir no mundo exterior, mas antes de tudo é aquela que presente no mundo interior de cada um, o aprisiona por não o permitir transpor barreiras por ele mesmo levantadas e assim, o incapacitando mentalmente delas se libertar, vai o tornando prisioneiro de sua própria e verdadeira miséria.

O ser humano que está aprendendo a se conduzir com equilíbrio emocional em sua vida de relação social e ao mesmo tempo buscando conhecimento com informações que assimila de seu derredor, ele está no fundo buscando “se construir” por inteiro na frequência (mental) da harmonia, sentimento que deve ser alcançado com constantes acréscimos, principalmente com aqueles de autoconhecer, que o conduz na trilha da sabedoria.

O dimensional que já interage consciente com as realidades paralelas, que já possui obviamente a certeza de suas próprias experiências e, se as informa para outros que ainda não as experienciaram, elas só serão de fato aceitas por estes como verdadeiras, quando eles também vivenciarem experiências semelhantes.

O ser humano não deve só se ver ou, apenas se entender fisicamente presente neste mundo de experiências restritas aos seus cinco sentidos, não deve ainda só se ver pela sua natureza físico-biológica possuindo inteligência e raciocínio, mas também se perceber possuidor de sensibilidade (emoção) “traduzida” em suas habilidades (mentais) paranormais, que com elas pode alcançar objetivos mais distantes e não só físicos,  objetivos em outras e paralelas realidades além do mundo físico que no momento experiencia.

Aquele que em seu dia a dia se conduz com o sentimento de solidariedade que soma, que une, consegue andar pela trilha da vida sem tanto mais percalços e assim, consegue com mais facilidade mental e emocional se transformar e, nesta sua transformação consegue também agora com mais facilidade se transmutar.


Aqueles que se dão as mãos conduzindo-se pelo sentimento de solidariedade, conseguem andar pela trilha da vida sem tanto mais percalços – Imagem da Internet

Aquele que consciente já consegue se projetar fora do corpo físico e “viajar” no extra físico, ele utilizando de seu corpo mental pode sentir esta sua “viagem” de várias maneiras e, ao inicia-la, percebê-la como várias reações em seu corpo físico.

O ser humano não é possuidor apenas de um corpo físico exterior e visível, é também possuidor de um campo de energia (aura) comumente não visível que na forma de vórtices movimenta seu mundo interior e que age como “ponte”, ao ligar o mundo exterior que nele fisicamente experiencia aos mundos paralelos não visíveis.

O campo de energia humano é constituído por sete diferentes camadas associadas às suas frequências, que em ordem ascendente são o astral, emocional, físico (mental concreto), extrafisico, mental (sutil), de polaridade e de proteção e que “funcionando como “degraus vibracionais”, se alguém por eles “subir” e no final os “ultrapassar”, já alcançou a ressurreição/transmutação.

O ser humano está constantemente pensando, mas quase sempre sem consciência desta sua capacidade que é geradora de formas pensamento, perde oportunidade com elas se beneficiar, dependendo da energia mental que nelas depositar.

Egrégora é a consequência do que pessoas constantemente pensando e acreditando, acabam por gerar uma mesma ideia, dando-lhe consistência, que se transformando em uma intensa onda energética, pode interferir no campo de outras pessoas e, influenciando-as, se tornam facilmente manipuláveis como se fossem marionetes

Aquele que pensa em silencio, já está gerando ondas mentais e, quando seu pensamento é exteriorizado e conscientemente direcionado através do que fala (do “verbo”), suas ondas mentais tornam-se ainda mais intensas, possibilitando-lhe alcançar  mais rapidamente o objetivo almejado.

O ser humano é uma usina de força, que através de seus corpos físico, mental e emocional gera seu próprio campo energia, que se mostra mais atuante, se a energia que por ele está sendo gerada estiver na frequência correta e ao mesmo tempo a mais simples, que é a do pensamento ou, de 0,3 hertz.


O ser humano é uma usina geradora de intensa energia através de suas emoções, que nas frequências mentais da vontade e do desejo são conduzidas pela força de seu pensamento – Imagem da Internet

Possuir saúde em seu sentido mais amplo, não é apenas nutrir-se com alimentos sem toxinas e não só possuir um organismo fisicamente saudavel, é também possuir  pensamentos que gerem frequencias energéticas positivas, para que os vórtices energeticos (chakras) não gerem padrões vibratórios negativos.

A depressão é uma doença que traz malefícios à saúde física e mental ao ser humano e, se ela for gerada por perda material ou por qualquer outro objetivo momentaneamente não alcançado, é um sentimento até normal desde que seja logo superado, caso contrário se prolongue e se mostre mais intensamente perturbador, transforma-se em angustia, com sensações nocivamente mais profundas ao seu corpo e à sua alma.

Quando o eixo hormonal do corpo humano e as glândulas a ele associadas estão em equilibrio energetico, aquele que assim se mostra, sua saude em nivel energetico também se mostra em equilíbrio físico, mental e emocional.

O ser humano é possuidor de seus cinco sentidos, que através deles obtendo sensações, vai experienciando e aprendendo na realidade física, entretanto o termo “sensitivo” às vezes empregado também em sentido mais amplo, está associado às suas outras “n” sensações e, estas às suas outras “n” habilidades (mentais) paranormais.

 Em Dakila existem grupos de pessoas estudiosas e pesquisadoras em inúmeras áreas do tradicional conhecimento humano, mas eles só conseguiram preencher algumas lacunas deste conhecimento antes não preenchidas, com informações fornecidas pela Ciência Lilarial.

Através das ondas moduladoras Deus para a compreensão humana é na realidade física movimento. Sua presença é ausência de inercia ao vibrar em constante modulação para tudo criar, portanto estagnação mental sem nada realizar na realidade física pela ausência desta sintonia modular vibratória, é não experienciar a presença de Deus.

 Aquele que já percebe mais claramente a Energia Suprema em seu ato modulador e criador, é por que já possui também nítido entendimento como parte de todos e a consciência que se acha inserido em tudo.

É o momento do dimensional desperto sintonizar pela mente e pelo coração à Frequência do Eu Superior, que ainda interiorizada como seu tesouro oculto deve ser por ele exteriorizada.


O ser humano já começa melhor perceber sua conexão com o universo, para poder por ele viajar (com treino e preparo) através de seu corpo mental – Imagem da Internet

Fonte: Pegasus Portal

Continuar lendo FÍSICA QUÂNTICA: CÉREBRO-MENTE “VEÍCULO” DO SALTO QUÂNTICO À QUINTA DIMENSÃO – 3ª PARTE

FÍSICA QUÂNTICA: CÉREBRO-MENTE “VEÍCULO” DO SALTO QUÂNTICO À QUINTA DIMENSÃO – 2ª PARTE

Neste sábado vamos a 2ª parte do artigo “Inserção mental à quinta dimensão” na coluna FÍSICA QUÂNTICA cujo objetivo é esclarecer para os leigos o que são e como funcionam as diversas dimensões conscienciais com ênfase em como alcançar a 5ª dimensão vivendo na 3ª dimensão. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir e os outros dois que faltam dessa série para ter um entendimento eficaz sobre o assunto.

Na frequência dos símbolos direcionando-se com a força do pensamento à busca da transmutação e à interação mental com a quinta dimensão.

Não só cálculos matemáticos comumente empregados no mundo cotidiano humano, mas também formas geométricas que deles derivam são “instrumentos” na construção do universo. Esta geometria em seu sentido transcendental é “a linguagem da luz”, que com ela também o ser humano consegue ativar em plenitude seu cérebro, utilizando-se de sua glândula pineal para conciliar a intuição com o pensamento lógico.

Com a presença da Energia Suprema/Deus atuando na ordem universal através das ondas modulares, estão princípios geométricos que com eles cria-se tudo o que existe, através de uma Consciência que atua na ordem das coisas existente na criação, sinalizada por esta geometria transcendental.

Esta transcendência através de símbolos que proporciona à mente humana sintonia às dimensões mais vibráteis ou, o alcance às realidades mais sutis e mais iluminadas, principalmente neste especial momento da humanidade que é mais do que o de um recomeço, é o início de um outro mundo.

Um mundo construído em frequência mental mais acelerada, conduzindo sentimentos fundamentados em leis da natureza, que se submetem a Princípios (Leis) Universais, para que interações com os mundos paralelos se deem de forma mais constante e de maneira cada vez mais consciente.

E, este momento já chegou para Dakila. Para aquele que ali já consciente de seu compromisso cósmico e assim mentalmente procedendo, se prepara para que os mundos paralelos liberem um tesouro até então nele oculto.

Mas, para que isto possa acontecer, foi nele antes trabalhados seu campo emocional, sua frequência energético-vibracional, sua habilidade de plasmar no extra físico e sua habilidade de mente criadora, para que em sintonia à Frequência da Mente Universal Criadora, ele se perceba como deus em movimento.

Assim, um trabalho (vibracional) das realidades paralelas foi nele realizado em seus campos mental e emocional, um trabalho em seu mundo interior relacionado ao sentimento de nobreza, ao neutralizar bloqueios causados por interesses outros e não verdadeiramente os seus, mas aqueles que a Matrix lhe impõe.

O autoflagelo de pensamentos egoísticos foi nele neutralizado em uma limpeza aos níveis vibratórios extra físico e físico, para que outro sentimento com mais clareza instalasse em sua mente e em seu coração, abrindo-lhe novos caminhos, novas janelas.

Com estas oportunas aberturas foi para ele liberadas interações com os mundos superiores, proporcionando-lhe muitas e novas informações, juntamente com tarefas direcionadas principalmente para os diversos grupos de trabalho em Dakila.

Ele terá experiência na frequência do bioplasma ou, com a energia materializadora de frequências paralelas, quando símbolos constantes em sua “Placa” escritas na linguagem cósmica dos símbolos lhe serão mostrados, serão mentalmente por ele visualizados.

Sua interação com esta energia materializadora de frequência paralela que já se mostra para ele na forma de símbolos, sinaliza o princípio do fim de seu compromisso propagador, já que ao acessar sua “Placa”, fica mais consciente do propósito de sua vinda aqui através de informações obtidas em escrita cósmica dos símbolos, que ficando em intensa e constante vibração em seu campo, o estimula mentalmente para que tenha mais clareza e rapidez no desempenho de seu compromisso propagador de um novo tempo, de uma nova consciência.

   

   
Com a presença em uma galeria da energia materializadora de frequências paralelas geradas e conduzidas com a ajuda de seres existentes entre dimensões (ultradimensionais), mostraram-se informações em escrita na linguagem cósmica dos símbolos, que foram mentalmente visualizados bioplasmados – Imagens de Dakila Pesquisas

Como já anteriormente abordado, a linguagem dos símbolos em sua geometria obedece às leis cósmicas e expressa graficamente relações e proporções que buscam a harmonia, que com ela em outro nível de percepção se ascende pelo coração e pela mente a planos mais sutis ou superiores, que deles se distanciou o ser humano, ao se afastar das leis naturais do universo.

A linguagem simbólica é a dos mundos superiores, mas que se subtende ao mundo físico tido real, mostra-se como um padrão metafisico que determina a de um padrão físico ou, como a de uma realidade interior que se forma exteriormente.

Os seres ultra dimensionais interagem entre as dimensões e em cada uma delas estão “moldados” em formatos específicos de acordo com leis que as regem. Seus corpos “simbolicamente” diferentes são “delineados” para onde se encontram, em coerência vibracional ditada por leis matemáticas da geometria universal.

  

 
Os seres ultradimensionais entre dimensões mostram em formatos especificos e “simbolocamente” deslineados para onde se encontram, em coerencia vibracional ditada por leis matematicas da geometria universal – Imagem Portal Pegasus

Em Dakila, o dimensional com seu número alquímico que está ligado à alquimia transmutativa e que com sua numeração indica o seu desenvolvimento em múltiplas frequências, também seu ponto de contato que ali indica o seu ponto energético e vibracional para interação definitiva com as realidades paralelas e ainda a sua descendência que é a sua identificação energética, representando o seu estágio evolutivo, são marcadores vibracionais de uma realidade interior que se forma/mostra-se exteriormente.

A geometria dos símbolos transcende à delineada por instrumentos físicos como esquadro e régua. Ela em outra esfera de realidade transcende o mundo físico, para dar contorno às relações harmônicas entre seres humanos e entre estes e os animais, os vegetais, cristais e os demais objetos naturais. Ela é utilizada como um sistema simbólico para as várias estruturas do universo.

    

  
Com as forças da natureza junto o ato de ir amassando o barro para lhe dar formas geométricas e, paralelamente sendo transformadas ao nível do subconsciente em frequências mentais na linguagem dos símbolos, torna-se mais fácil para aquele que assim procede o acesso às “Placas Plasmadas” dentro de galerias, no Recanto de Havalon, em Dakila – Imagens de Dakila Pesquisas.

Em Dakila mostra-se ainda para aquele que já mentalmente apto, a energia do MDPL (Magnetismo, Densidade, Pressão e Luz) sem mais com necessidade de passar pelo biosatélite. Ela se mostra como uma luz seletiva constante em todas as horas do dia, vinda através do Cosmo diretamente da Energia Suprema.

É um momento como o universo estivesse jogando individualmente um filete de fótons, portanto quem o recebe, absorve uma frequência de luz especifica moldada às suas características, em um percentual que dependerá de seu desenvolvimento mental.

Com esta incidência energético-vibratória, que alguns a conhecem como fogo fátuo e outros como mãe do ouro, aquele que a absorve, nele se dá o início real da transformação do seu corpo físico em eterna luz.

Luz que é vista mais distante no horizonte e que nada mais é do que partículas fotônicas direcionadas, portanto não luz proveniente de gazes que explodem vindos de fendas rochosas.

Aquele que tiver o privilégio de visualizar este feixe de luz, aprendendo a calcular onde irá surgir, adquire uma sobrecarga de vida e uma saúde especial sem presenças de doenças a incomoda-lo. Por isto que existem pessoas e pessoas, porque são muitos os fatores que ocorrem na vida de algumas e não em outras, proporcionando resultados benéficos e específicos para alguns e não para outras.


Aquele que tiver o privilégio de visualizar e absorver feixe de luz como incidência energético-vibratória, que alguns o conhecem como fogo fátuo e outros como mãe do ouro, nele se dará o início real da transformação do seu corpo físico – Imagem da Internet

Fonte: Pegasus Portal

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FÍSICA QUÂNTICA: CÉREBRO-MENTE “VEÍCULO” DO SALTO QUÂNTICO À QUINTA DIMENSÃO – 1ª PARTE

Nesta segunda-feira estamos iniciando mais uma série de publicações sobre um único assunto na nossa coluna FÍSICA QUÂNTICA. Por ser muito extenso vamos dividir em 4 publicações. O tema desta vez é “Inserção mental à quinta dimensão”. Um assunto que poucas pessoas têm familiaridade e compreendem de que se trata. Então essa é uma excelente oportunidade de entender o que significa essas dimensões tão amplamente faladas pelos estudiosos da física quântica e conscienciologia. É sabido por todos que vivemos neste planeta na 3ª dimensão pelo da matéria poder ser sentida e visualizada em três planos existenciais. Aqueles que podemos perceber com os cinco sentidos humanos. Entretanto, além da matéria, no plano sutil, existem pelo menos mais oito dimensões. A ciência já admite que mesmo nessa dimensão em que vivemos é possível se alcançar a 4ª e 5ª dimensões. E esse artigo a seguir vai lhe ajudar a entender como podemos, mesmo presos a matéria atingir essas dimensões sutis.  

Inserção mental à quinta dimensão

Inserção mental à quinta dimensão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O ser humano ao começar seu dia, deve ter o habito de diariamente se perguntar, qual a melhor versão que pode ter de si. E assim poder sempre se estimular a pensar e a agir diferentemente e melhor, lembrando e comparando como se mostrou no dia anterior.

Em outras palavras, ao acordar de manhã e lembrar que executou as mesmas tarefas anteriores, que com elas despertou-se com as mesmas emoções e que até lhe fizeram bem, pode-se dizer que sua mente e seu cérebro permaneceram virtualmente os mesmos, portanto neles não aconteceu nenhuma mudança.

Pela neurociência o ser humano ao pensar repetidamente e ao agir da mesma maneira todos os dias, seu cérebro é moldado em um determinado padrão, suportando apenas um habitual nível de frequência mental, com as células nervosas que nele se conectam, permanecendo de uma mesma maneira.

Aquele que possui comumente os mesmos pensamentos e com eles cotidianamente executa as mesmas ações, ele muitas vezes até ironicamente inconsciente espera que algo diferente e melhor lhe aconteça, o que de fato poderia lhe acontecer, se ele de maneira honesta tivesse pensado e exercitado mentalmente mais pressão sobre si mesmo antes de ter começado seu dia, motivando seu cérebro trabalhar em diferentes e novas frequências, padrões e combinações.

Segundo a neurociência, sempre que o ser humano faz seu cérebro trabalhar diferentemente, tornando-o assim em ação, ele está de fato mudando sua mente e com ela sua maneira de ser – Imagem da Internet

Quando o ser humano fecha os olhos, elimina as barreiras de estímulos do mundo externo e sem distração formula uma nova imagem, apenas se interiorizando e realmente focando sua atenção nesta imagem desejada, chega um momento em que seu cérebro não sabe a diferença entre o que é real do mundo exterior e o que está sendo imaginado em sua mente.

Desta maneira ele pode com o pensamento que está gestando, fazendo-o real em sua mente, tornando-o consistentemente mais presente, com seu cérebro já trabalhando duro para refletir o que está sendo por ele imaginado/pensado a respeito e, aconteça o que por ele está sendo desejado.

E, neste processo em que ele vai conduzindo e mudando sua mente, ele vai também mudando seu cérebro, modificando o campo de energia por ele gerado. Assim, na medida em que seu cérebro vai alternando e energeticamente mudando, o mesmo vai acontecendo em sua mente, em um “feedback” energético.

O modelo de realidade vislumbrado através da mecânica quântica, menciona a mente e a matéria como elementos interdependentes, não estão separadas. Portanto, a mente subjetiva tem um real efeito no mundo subjetivo exterior, possuindo atenta e importante observação da realidade ou, do que ela entende como tal.

Uma mente que está sinceramente motivada ou com real intenção, literalmente ela condiciona e organiza a matéria em matrizes/fontes de destinos pessoais. E em consequência, se a realidade de um ser humano é uma extensão de sua mente e sua realidade é sua vida, ele precisa então, fazer disto motivo mudar sua mente.

Ele precisa produzir mudanças identificáveis em sua vida, aguçando sua capacidade mental, para observar algum destino desejável a partir de uma nova versão de si mesmo. Procurando-se não mais se submeter à influência de seu antigo “eu”, sua vida deve se reorganizar em diferentes e novas maneiras, porque foi esta sua antiga personalidade caracteristicamente constituída pelo o que ele pensa, age e sente, que criou a realidade que com ela ainda experiencia e que deseja transformá-la.

A nova versão de si, do “eu” deve possuir capacidade de criar uma vida totalmente nova, através de seu pensamento condicionando sua mente e seu sentimentos e também, condicionando seu corpo, porque se sua mente e se seu corpo trabalharem juntos, ele tem o poder do universo agindo em seu favor.

E quanto mais ele for desta maneira experienciando seus dias, mantendo-se em estado mental modificado/acelerado, mais algo diferente e melhor vai lhe acontecendo como resultado deste seu esforço. Ninguém é excluído deste “fenômeno”, porque cada um é um cocriador. Todos são em sua origem possuidores do mesmo Poder Universal e Criador.


Aquele que se mantém em frequência mental acelerada, modificando sua maneira de pensar e de agir, que o conduz ao sentimento de harmonia, ele como resultado deste seu esforço algo diferente e melhor vai lhe acontecendo – Imagem da Internet

A Consciência Universal com seu poder criador atua além mesmo da realidade do mundo quântico, expressa/vibra através das ondas modulares de polaridades opostas tanto a nível pessoal, quanto aos níveis cósmico e multidimensional. Este Poder Gerador oriundo da Energia Suprema/Deus é criador de todos e de tudo e, como doadora da vida a protege, “curando” todos e harmonizando tudo.

Ela que mantem nos seres humanos seus corações batendo centenas de milhares de vezes por dia, ela que cria em seus corpos milhões de células a cada minuto. Ela que organiza em seus organismos centenas de milhares de reações químicas em uma única célula e em um único segundo.

Ela também com sua Onisciência, Onipresença e Onipotência que cria as supernovas nas galáxias distantes, mantem os planetas em suas orbitas e ao mesmo tempo as flores com seus pistilos que desabrocham em sua singeleza para um ato gerador, mostram também que tudo é um ato de amor criador.

Quando o ser humano com sua mente sintoniza com a Mente Criadora, ele nesta frequência torna-se capaz de interferir consciente em sua vida, ao produzir eventos desejados em seu futuro, para com eles finalmente se expressar com seu poder cocriador.

Mas, ele deve primeiro para alcançar esta sua transformação, fazer algo que quebre sua rotina, para que possa não se envolvendo tanto mais com o mundo exterior, começar seu processo de interiorização e de real mudança.

Para esta mudança ele precisa pensar com maior amplitude, conduzindo sua mente para além de sua atual realidade. Tem que se direcionar sua busca, movendo-se para além de seus atuais sentimentos, que já constantemente assimilados contribuem para a permanência de sua autoidentidade atual, não permitindo que o “eu” possa ser mentalmente renovado, movimentar-se para buscar o que já existe por ele esperando no futuro, precisando apenas busca-lo.


O ser humano deve conduzir sua mente para além de sua realidade atual e, se fazendo como vórtice de energia, alcançar o que já existe para ele, esperando-o em seu futuro – Imagem da Internet

Fonte: Pégasus Portal 

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: INDUZINDO A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

 

Induzindo a Evolução Espiritual

Desenho de pessoa metiditando, com luzes diferentes em uma linha reta no centro do corpo.

Induzir a evolução espiritual sugere que o ser humano adentre um mundo paralelo de não tempo e não espaço, mas ainda assim infinito, nos “bastidores” da existência, de onde e para onde flui e reflui a energia sutil que permeia e influencia toda a ação humana, e que por ela é igualmente influenciada.

Por si só, a vida é indutora de evolução, já que ela é o processo de que se vale o Universo para promovê-la. No entanto, a efetividade desse processo depende do nível de consciência do ser. Como um foguete, que consome a maior parte de seu combustível no estágio inicial de arrancada para o espaço, assim também o processo evolutivo é lento e penoso nas etapas inferiores, tornando-se leve e confortável, em fases mais avançadas.

Desenho de pessoa com luzes saindo de seu peito e de sua cabeça.

123rf/NejroN

A indução programada e consciente do processo evolutivo, no entanto, somente possível em suas etapas menos primárias, implica em atitudes e posturas diante da vida, de si próprio e da humanidade, que possam se tornar verdadeiros aceleradores da realização evolutiva.

Responder positivamente ao que a vida nos reserva

É assim com a resposta que damos às experiências da vida, sejam elas agradáveis ou não. Desde os eventos mais simples, como queimar, por distração, um bolo no forno, até os que impõem grandes sofrimentos, como a perda de um ente querido, a natureza da reação manifestada determinará a medida do benefício do evento ao processo evolutivo. O termo “resiliência” define a capacidade de tirar proveito de um evento negativo, em benefício do aprimoramento psíquico e espiritual de quem o vivenciou.

Vigiar os Sentidos – “Mindfulness”

O processo evolutivo é induzido também pelo hábito de focar a atenção nos pensamentos, nas sensações e nos sentimentos, sem qualquer censura, avaliação ou julgamento. Observar ou conscientizar-se do que ocorre em nossa mente e em nossos sentidos, como um ente externo não envolvido nem comprometido com o que se passa nestes planos psíquicos de nosso ser, remete-nos ao portal do espírito (“olha só o que minha mente está pensando!”, “olha o que minha emoção está sentindo!”). Essa postura separa a mente e as emoções da entidade que as observa, seu verdadeiro Eu.

A observação que se faz da mente, das sensações e dos sentimentos não se confunde com esses entes observados da personalidade humana, pois deles não se faz uso enquanto apenas se observa. Portanto, a origem da capacidade observativa tem que estar num patamar acima dos níveis sensoriais e mentais (psíquicos). Quanto mais independente dos sentidos e da mente for a observação, mais profunda será a exploração dos níveis sutis do espírito.

Desenvolver a intuição

A intuição é a sintonia da mente humana com a Mente Universal, que se projeta no homem através da mente abstrata, partícula divina individualizada no ser humano. Somente a mente desobstruída dos pensamentos e das emoções de baixa frequência vibratória (ódio, ciúme, raiva, mágoa, medo, vingança, lassidão, luxúria…) tem acesso à sintonia com os veículos superiores do espírito, como a mente abstrata.

Desobstruir os canais de acesso ao espírito

Quando a purificação dos veículos inferiores (físico, mental e emocional) consegue desobstruir os canais de acesso da consciência ao nível do espírito, mesmo que por tempo limitado, o fluxo dos Atributos desse nível (Amor, Vontade e Sabedoria) inundam o “andar de baixo”, (mente concreta e emoções) trazendo à nossa consciência: o Amor Universal, pela sublimação; o Conhecimento/Sabedoria, pela intuição; e o Poder, pela Vontade Consciente.

Mulher com uma mão no pescoço e olhos fechados, com tinta em pó voando como se saísse de seu corpo.
123rf/NejroN

A articulação com as várias circunstâncias da vida, nos papéis de ente social, profissional e familiar, feita em sintonia com os veículos superiores através da sublimação, da intuição e da vontade consciente, é uma grandiosa indutora do desenvolvimento da consciência do indivíduo e da coletividade.

As filosofias espiritualistas não dogmáticas e as práticas terapêuticas sutis podem ser, também, de grande utilidade na indução do processo de evolução.

Roberto Guelfi

Escrito por Roberto Guelfi

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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ECONOMIA: A TRÁGICA EVOLUÇÃO DO PODER DO ESTADO

Os últimos textos da nossa coluna ECONOMIA fizeram analogia com a religião mostrando que até mesmo os ensinamentos bíblicos e a moral das antigas civilizações já enalteciam o trabalho, a produção e a multiplicação dos bens. O texto deste domingo também trata de religião, mas sob a ótica da trágica evolução do poder do estado. Leia esse interessantíssimo artigo e tire suas conclusões!

Liberdade e guerra – uma breve história

A trágica evolução do poder do estado

Saul atacando David (1646) – Guercino (1591—1666)

Em seu livro A Anatomia do Estado, Murray Rothbard escreveu:

Assim como as duas interrelações humanas básicas e mutuamente exclusivas são a cooperação pacífica ou a exploração coerciva — produção ou depredação —, a história da humanidade, em particular a sua história econômica, também pode ser considerada uma disputa entre estes dois princípios.

Essa disputa tem sido unilateral. No mundo antigo, impérios dominavam a vida política. Sistemas impiedosos baseados na escravidão, no roubo e na guerra eram a regra ao redor do mundo.

Uma exceção, em um território rodeado por impérios desse tipo, eram as tribos de Israel. Mesmo alertados pelo próprio Deus sobre a miséria que enfrentariam caso renunciassem voluntariamente à liberdade que gozavam sob o regime descentralizado dos juízes em favor de um rei terreno que os governasse, eles clamaram pela própria escravização.

É instrutivo que a recompensa que os israelitas julgavam justa, não obstante seu alto preço, fosse a de ter um rei que os liderasse em batalha. Tendo Saul como rei, Israel não mais desfrutou de períodos de paz como quando sob a liderança dos juízes; esteve constantemente em guerra.

Como Samuel havia alertado, Saul tomou seus filhos como soldados, suas filhas e seus empregados como escravos, suas melhores terras, suas colheitas e seus rebanhos, assim reduzindo os israelitas à servidão.[1]

Os israelitas não seriam o último povo a sucumbir ao canto de sereia da guerra. A respeito da importância da guerra como um instrumento para o engrandecimento do poder do estado em sua disputa contra a liberdade, Rothbard escreveu:

Em uma guerra, o poder do estado é levado ao extremo, e sob os slogans da “defesa” e da “emergência”, ele pode impor uma tirania ao público que, em tempos de paz, enfrentaria franca e aberta resistência. Desta forma, a guerra provê muitos benefícios a um estado e, de fato, todas as guerras modernas trouxeram aos povos envolvidos um permanente legado de maiores encargos estatais sobre a sociedade.

A guerra não apenas amplia enormemente as transferências de riqueza da sociedade para o estado para que este fortaleça seu regime, como também promove a ideologia pró-estado.

Como o estado vive parasiticamente da produção de seus hospedeiros, aqueles que se beneficiam destas transferências de riqueza devem ser sempre uma minoria da população. As vítimas do estado têm de ser a maioria e, portanto, sua aceitação da depredação promovida pelo estado deve ser cuidadosamente engendrada, caso contrário será o fim desse mesmo estado.

A legitimidade do estado deve ser fabricada e mantida por meio da ideologia. Do despotismo oriental à hegemonia americana, o estado nunca falhou em atrair, com seu poder e riqueza, aqueles que se esforçassem para criar sua apologia.

Mas mesmo toda a litania de alegações — que nossos governantes são sábios e seus governos são beneficentes, que nossos governantes nos protegem de perigos terríveis, que nossos governantes mantêm a coesão social, que nossos governantes preservam a tradição gloriosa de nossos ancestrais, que nossos governantes incorporam os interesses da sociedade, que nossos governantes são designados por Deus, que nossos governantes trazem ciência e razão à sociedade, que nossos governantes são capazes de controlar a economia e assim por diante — nunca conseguiu explicar como é possível transformar hegemonia em associação voluntária, tributação em oferenda espontânea, coerção em liberdade de escolha, homicídio em massa em defesa, regulação econômica em prosperidade e enriquecimento de todos.

Se o estado é a fonte de onde jorram todas as benesses sociais, então por que seus apologistas estão sempre tentando fortalecer seu poder instigando um sentimento de culpa nos bem-sucedidos e de inveja nos mal-sucedidos?

Nós libertários conseguimos ver através das mentiras e dos sofismas da ideologia pró-estado porque soubemos aceitar a verdade promovida por aqueles que sempre defenderam a liberdade. Extrapolando da nossa experiência, podemos ver que a ideologia anti-estado é condição necessária para se estabelecer e manter a liberdade. As vantagens que ela tem sobre a ideologia pró-estado são que, primeiro, ela recorre aos interesses da maioria, e segundo, ela se apóia na verdade a respeito da natureza da ação humana.

Ao passo que a liberdade é consistente com a ação humana, o estado está fundamentado em uma flagrante contradição, a saber: a ideia de que a única maneira de haver uma instituição que proteja nossos direitos é criando uma instituição que se baseie totalmente na própria violação dos nossos direitos.

Os antigos israelitas seguiam uma ideologia que possuía muitas das qualidades necessárias para manter o poder estatal restringido, como, por exemplo, uma lei superior à qual todo homem estava sujeito, e um sistema de governo descentralizado. Por algumas gerações, os reis de Israel foram um tanto quanto contidos pela lei superior. Mas à medida que a perversidade dos reis posteriores foi aumentando, a lei superior foi sendo finalmente abandonada, até que as liberdades dos israelitas foram extintas.[2]

Levaria muitos séculos para que o mundo testemunhasse outra faísca de liberdade. Ela foi acesa sob Sólon, em Atenas, e sua brasa brilhou mais vivamente durante o reinado de Péricles. Mas a liberdade durou somente enquanto Péricles e sua geração estiveram vivos.

De acordo com Lord Acton, o sistema ateniense não foi capaz de proteger as minorias e de colocar o estado sob o domínio da lei. A democracia de Atenas, no final, levou ao conflito de classes, o que destruiu o sistema. A Guerra do Peloponeso extinguiu tanto Péricles quanto a chama da liberdade ateniense.[3]

Em Roma, os estóicos redescobriram o conceito de lei superior à qual todos os homens estão sujeitos. Em sua maior formulação, nas mãos de Cícero, Sêneca e Fílon, os estóicos afirmaram que há uma comunidade universal dos filhos de Deus e que Sua voz deveria ser obedecida. A liberdade seria alcançada por meio da obediência das leis naturais de Deus. Com uma ideologia melhor que a dos gregos, a nova batalha pela liberdade durou bem mais em Roma do que em Atenas. Mas ela nunca atingiu na prática as elevadas expressões alcançadas na teoria.[4]

Como Acton escreveu,

Indivíduos e famílias, associações e dependências eram material mais do que suficiente para o poder soberano consumir para seus próprios objetivos. O que o escravo era nas mãos de seu mestre, o cidadão era nas mãos da comunidade. As mais sagradas obrigações desapareceram ante as vantagens públicas. Os passageiros existiam para sustentar o navio.[5]

No auge de seu poder, antes que as guerras do império abortassem sua liberdade e prosperidade embrionárias, Roma encontrou uma esperança de liberdade nos homens livres das comunidades teutônicas. Quando seus líderes foram convertidos ao cristianismo, eles converteram seu povo. Após a queda de Roma, seus governos descentralizados persistiram uma vez que a Igreja resistia à centralização do poder estatal, permitindo um longo período de incubação para o nascimento da liberdade.[6]

A vez da liberdade chegou durante o século X, quando os escandinavos interromperam suas invasões agressivas à Europa e passaram a praticar o livre comércio de forma pacífica.

No século seguinte, o Mediterrâneo estava seguro para a navegação europeia. Veneza e as cidades do norte da Itália prosperaram expandindo suas rotas comerciais e levando a divisão do trabalho às cidades do interior. As cidades hanseáticas fizeram o mesmo no norte da Europa. Como escreveu Henri Pirenne, a Europa tornou-se uma região de cidades construídas pelo capital.[7]

O florescimento do comércio na Europa foi fortalecido pelo desenvolvimento de uma ideologia pró-liberdade, elevada a um apogeu inédito pela doutrina cristã do indivíduo. O próprio Deus havia encarnado e vivido como um homem. Jesus Cristo sofreu e morreu para assegurar a salvação de cada indivíduo. No Céu, Deus glorificará cada pessoa com um corpo espiritual para viver em comunhão com Ele e com o próximo. Nações prosperam e entram em decadência, mas o indivíduo viverá pela eternidade.

Como mostrou Harold Berman, no século XI, a Igreja reformulou o direito canônico em linhas mais favoráveis à propriedade privada e ao contrato. A lei canônica funcionou como um fermento para os diferentes sistemas legais, tanto o civil quanto o comercial.[8]

Berman escreveu:

Talvez a característica mais distintiva da tradição legal ocidental seja a coexistência e a competição dentro da mesma comunidade de jurisdições diferentes e de sistemas legais diferentes. É essa pluralidade de jurisdições e sistemas legais que torna a supremacia da lei necessária e possível.

O pluralismo legal originou-se na diferenciação entre o governo eclesiástico e os governos seculares. A Igreja declarou sua independência do controle secular, sua jurisdição exclusiva em determinados assuntos, e sua jurisdição concorrente em outros assuntos … A lei secular, por sua vez, estava dividida em vários tipos concorrentes, incluindo a lei real, a lei feudal, a lei senhorial, a lei urbana, e a lei comercial.[9]

Na medida em que a proteção legal da propriedade privada ia sendo lenta mas decisivamente ampliada da Igreja e dos mercadores para qualquer indivíduo, o progresso econômico foi levado às massas. A pequena revolução industrial, engendrada pela proteção da propriedade privada e dos contratos, atraiu a atenção de estudiosos que queriam explicar o funcionamento da economia florescente.

Jean Buridan e Nicolas de Oresme escreveram trabalhos no século XIV explicando a atividade econômica tendo como moldura a sociedade como uma ordem natural surgida do funcionamento das leis que Deus imprimiu à natureza das coisas. A lei natural também formou a base para leis feitas pelo homem na alta Idade Média. Como Berman escreveu:

Na era formativa da tradição jurídica ocidental, a teoria da lei natural predominou. Era consenso geral que o direito humano, em última análise, derivava, e deveria ser aprovado, pela razão e pela consciência. De acordo não apenas com a filosofia do direito da época, mas também com o próprio direito positivo, qualquer lei positiva, fosse ela editada ou baseada em costumes, deveria estar em conformidade com a lei natural, caso contrário ela careceria de validade como lei e poderia ser ignorada.

Esta teoria era baseada tanto na teologia cristã quanto na filosofia aristotélica. Mas ela também estava baseada na história da luta entre autoridades eclesiásticas e seculares, e na política do pluralismo.[10]

Quando irrompiam guerras no contexto desta ideologia cristã pró-liberdade, elas meramente desaceleravam, em vez de interromperem por completo, o ímpeto da liberdade. A Guerra dos Cem Anos veio para consolidar o poder estatal e fomentar a ideologia pró-estado. As forças reacionárias eram fortes o bastante para inaugurar a era do absolutismo monárquico. A ascensão do estado-nação começou a ameaçar a liberdade no Ocidente como até então nada havia ameaçado antes, desde o poder estatal de Roma.

Assim como autores mercantilistas vocalizavam a ideologia pró-estado nos séculos XVI e XVII, os pós-escolásticos revidavam com suas visões pró-liberdade.

Escola de Salamanca desenvolveu uma visão sobre política e economia fundada na lei natural. O fundador da escola, Francisco de Vitória, argumentou que todos os indivíduos merecem a mesma proteção legal para suas pessoas e para suas propriedades. Como Tom Woods escreveu:

Vitória afirmou que o homem não podia ser privado da sua capacidade civil por estar em pecado mortal, e que o direito de possuir coisas para uso próprio (isto é, o direito à propriedade privada) pertencia a todos os homens, mesmo que fossem pagãos ou tivessem costumes considerados bárbaros. Os índios do Novo Mundo eram, portanto, iguais aos espanhóis em matéria de direitos naturais. Possuíam as suas terras de acordo com os mesmos princípios pelos quais os espanhóis possuíam as deles.[11]

A visão da lei natural dos escolásticos foi elevada por Hugo Grócio em sua obra sobre o direito internacional no século XVII, e a ideologia pró-liberdade foi posteriormente refinada nas obras sobre direitos naturais de Locke e Jefferson nos séculos XVII e XVIII.

A América provou ser terreno fértil para a ressurreição da liberdade. O poder estatal não foi capaz de reprimir as tendências de pessoas possuidoras de uma ideologia pró-liberdade de viverem respeitando a propriedade privada e os contratos, no território aberto e nos governos descentralizados da América do Norte colonial. Estados-nações tiveram de se contentar com limitações ao seu poder diante das possibilidades que suas vítimas tinham de escapar de suas depredações.

Durante o seu apogeu no século XIX, o liberalismo clássico espalhou os frutos da liberdade, da paz, da prosperidade e da prosperidade humana. Mas a ideologia pró-liberdade refinada pelos liberais clássicos não estava livre de impurezas.  Seu defeito fatal estava patente na centralização do poder estatal através da constituição americana, que impunha um formato de estado-nação sobre o sistema de governos descentralizados dos 13 estados. Como Hans-Hermann Hoppe escreveu,

A filosofia política liberal clássica — como personificada por Locke e mais proeminentemente demonstrada na Declaração de Independência de Jefferson — era antes e acima de tudo uma doutrina moral.

Inspirada na filosofia dos estóicos e dos pós-escolásticos, ela estava centrada ao redor das noções de soberania do indivíduo, apropriação original de recursos naturais (sem dono), na propriedade e no contrato como sendo um direito humano universal implícito na natureza do homem enquanto animal racional. No ambiente de governantes monárquicos (reis e príncipes), esta ênfase na universalidade dos direitos humanos colocou a filosofia liberal em radical oposição a todo e qualquer governo estabelecido.

Para um liberal, todo homem, rei ou aldeão estava sujeito aos mesmos princípios universais e eternos de justiça. E um governo, ou ele conseguia justificar sua existência como sendo um contrato entre proprietários privados, ou ele não poderia ser justificado de forma alguma.[12]

Tragicamente, da genuína proposição de que uma ordem social liberal requer que seus membros utilizem violência defensiva para suprimir a agressão contra a pessoa e a propriedade, liberais clássicos incorretamente concluíram que deveria haver um provedor monopolístico dessa violência defensiva.

De acordo com a visão de que o estado é essencial para uma ordem social liberal, os liberais clássicos permitiram que o poder estatal mantivesse um ponto de apoio que ele mais uma vez utilizaria para atacar a liberdade.

Esse momento veio em 1914. Como Rothbard escreveu,

Mais do que qualquer outro período, a Primeira Guerra Mundial foi o crítico divisor de águas para o sistema empresarial americano. A economia transformou-se em um “coletivismo de guerra”, uma economia totalmente planejada e conduzida amplamente pelos interesses dos grandes negócios e por meio da intervenção do governo central, o qual serviu como o modelo, o precedente e a inspiração para o capitalismo corporativo de estado pelo restante do século XX.[13]

Como um prelúdio para a sua destruição na Grande Guerra, a ideologia pró-estado havia desferido um ataque frontal à liberdade no século XIX. Hunt Tooley registrou a função das ideologias no ímpeto à guerra em seu livro The Western Front.[14] Como Ralph Raico observou[15] em sua crítica ao livro de Tooley:

Tooley lida habilmente com as correntes intelectuais e culturais da Europa pré-guerra. Contribuindo para a propensão à violência havia o anarco-sindicalismo de Georges Sorel e uma forma degenerada de nietzscheanismo; porém, acima de tudo, havia o darwinismo social — na realidade, somente Darwinismo —, que ensinava o conflito eterno entre raças e tribos de humanos e de outras espécies.

Mesmo na América, a ideologia pró-estado havia conseguido degenerar o pensamento cristão durante a Era Progressista, despindo-o de sua forma pró-liberdade.

Richard Gamble documenta esta degeneração em seu livro The War for Righteousness.[16]  Como Raico escreveu em sua crítica ao livro de Gamble,

Ao final do século XIX, protestantes progressistas, frequentemente influenciados pela Teoria da Evolução, estavam pregando pela transformação sucessiva da igreja, depois da sociedade americana, e finalmente do mundo todo. Ao rejeitarem o calvinismo tradicional, eles rejeitaram também a distinção agostiniana entre a Cidade de Deus e a Cidade do Homem.

A Cidade do Homem deveria ser transformada na Cidade de Deus, aqui na Terra, por meio de uma alteração do cristianismo, o qual deveria ser redefinido como uma doutrina socialmente ativista.[17]

A Grande Guerra liberou as forças coletivistas do socialismo e do fascismo ao longo de todo o mundo ocidental. Como Raico escreveu,

A Primeira Guerra Mundial foi o ponto de inflexão do século XX. Se ela não houvesse ocorrido, os Hohenzollern da Prússia muito provavelmente permaneceriam como chefes da Alemanha, com seu arsenal de reis e nobres subordinados encarregados dos estados germânicos menores.

Com qualquer vitória que Hitler pudesse ter obtido nas eleições do Reichstag, poderia ele ter erigido sua ditadura totalitária e homicida em meio a esta poderosa superestrutura aristocrática? Altamente improvável.

Na Rússia, os poucos milhares de comunistas de Lênin confrontaram o imenso exército imperial russo, o maior do mundo. Para que Lênin tivesse qualquer chance de sucesso, aquele exército deveria ser antes pulverizado, que foi exatamente o que os alemães fizeram. Portanto, um século XX sem nazistas ou comunistas. Imagine isso.

Foi o ponto de inflexão na história da nação americana, que sob a liderança de Woodrow Wilson transformou-se em algo radicalmente diferente do que havia sido antes.[18]

Em nenhum outro lugar a transformação radical foi mais evidente do que no direito. A tapeçaria legal do Ocidente, tecida por mais de um milênio, foi esgarçada e fendida na Primeira Grande Guerra. Harold Berman escreveu,

Quando os diferentes regimes legais de todas essas comunidades — locais, regionais, nacionais, étnicas, profissionais, políticas, intelectuais, espirituais, e outras — são engolidos pela legislação do estado-nação … [isso] é, de fato, o maior perigo representado pelo nacionalismo contemporâneo.

As nações da Europa, que se originaram de sua interação umas com as outras no contexto da cristandade ocidental, tornaram-se cada vez mais separadas entre si no século XIX. Com a Primeira Guerra Mundial, elas se separaram violentamente e destruíram os laços comuns que as haviam mantido previamente ligadas, ainda que frouxamente.

E, no final do século XX, ainda sofremos com a historiografia nacionalista originada no século XIX, que apoiou a desintegração do patrimônio legal comum ao Ocidente.[19]

Mesmo na terra onde a liberdade ardia com maior brilho, a guerra provou ser uma força potente para o retrocesso. Como Rothbard escreveu:

Historiadores têm geralmente tratado o planejamento econômico da Primeira Guerra Mundial como um episódio isolado, ditado pelas necessidades da época, e tendo pequena significância posterior. Mas, ao contrário, o coletivismo de guerra serviu como uma inspiração e um modelo para um temível conjunto de forças destinadas a moldar a história da América no século XX.[20]

A Primeira Guerra Mundial destruiu a economia mundial que havia sido construída durante o século XIX sob o liberalismo clássico. Como Maurice Obstfeld e Alan Taylor demonstraram em seu livro Global Capital Markets: Integration, Crisis, and Growth, o nível de integração da economia mundial subiu de moderadamente baixo em 1860 para moderadamente alto em 1914.

A Grande Guerra desintegrou a economia mundial, retornando-a a um nível substantivamente abaixo daquele vigente em 1860. E, ao final da Segunda Guerra Mundial (que foi uma continuação da Primeira Guerra Mundial), o nível de integração era metade do nível de 1860. O nível de integração da economia mundial só foi superar aquele de 1914 no século XXI.[21]

Os governos levaram 70 anos para realizar aquilo que a liberdade fez em questão de dias.

A Grande Guerra destruiu o padrão-ouro clássico e introduziu uma era de moedas fiduciárias de papel. Hiperinflações e depressões foram o resultado. Como Steve Hanke e Nicholas Krus documentaram, dos 56 episódios de hiperinflação da história apenas um ocorreu antes de 1920.[22]

E como George Selgin, William Lapstras e Lawrence White demonstraram, os cem anos de política monetária do Federal Reserve resultaram em mais instabilidade econômica e financeira do que o menos insolvente sistema bancário americano existente antes de o Fed ser criado.[23]

A Grande Guerra aniquilou o mundo liberal clássico e iniciou um século de ascensão do estado coletivista. A civilização ocidental, tendo dado à luz a liberdade e a alimentado, sacrificou sua cria antes que ela tivesse tido a oportunidade de atingir a maturidade ao redor do mundo.

Em vez de liberdade, a hegemonia americana espalhou o corporativismo pelos quatro cantos da Terra.

Como nós, nossos predecessores trabalharam para divulgar a ideologia pró-liberdade durante dias negros, quando a liberdade havia sido eclipsada pelo poder estatal. Sua estratégia envolvia a criação de instituições independentes.

Christopher Dawson, em seu livro The Crisis of Western Education, demonstrou que os movimentos intelectuais da Renascença e do Iluminismo se desenvolveram ao largo do estado. Dawson escreveu:

Na Inglaterra e nos Estados Unidos, a tradicional relação entre a igreja, a escola e o sistema medieval de independência corporativa conseguiu sobreviver, não obstante os ataques de reformadores políticos e educacionais.

Os abusos do antigo sistema e a negligência da educação primária certamente não eram menos flagrantes na Inglaterra do que no continente europeu.

Mas a força do princípio do livre-arbítrio e a ausência de um estado autoritário fizeram com que o movimento reformista na Inglaterra seguisse um caminho independente e criasse suas próprias organizações e instituições.[24]

Para restaurar a liberdade em nossa era, devemos erigir empreendimentos genuinamente privados e instituições educacionais independentes. Por meio de organizações como o Instituto Mises, podemos fazer a nossa parte no século XXI para reverter essa maré do estatismo coletivista que se ergueu no século XX, exatamente como nossos predecessores fizeram ao reverter o absolutismo no século XVIII. Não devemos repetir seus erros.

Desta vez, nossa ideologia pró-liberdade deve abraçar suas implicações lógicas e rejeitar completamente a ideia de estado. Somente assim pode todo o potencial da vida, da liberdade e da propriedade ser concretizado na prosperidade de toda a raça humana.

 


[1] I Samuel 8.

[2] I Reis e II Reis.

[3] Lord Acton, Essays in the History of Liberty, Vol. 1, (Indianapolis: Liberty Classics, 1985), pp. 12-13.

[4] Acton, Essays in the History of Liberty, pp. 24-25.

[5] Acton, Essays in the History of Liberty, p. 18.

[6] Acton, Essays in the History of Liberty, pp. 30-33.

[7] Henri Pirenne, Medieval Cities (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1925); idem, Economic and Social History of Medieval Europe (London: Routledge, 1936); and Acton, Essays in the History of Liberty, pp. 35-36.

[8] Harold Berman, Law and Revolution (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1983).

[9] Berman, Law and Revolution, p. 10.

[10] Berman, Law and Revolution, p. 12.

[11] Tom Woods, Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental (São Paulo: Quadrante, 2010),

[12] Hans Hoppe, Democracy, the God that Failed (New Brunswick, N.J.: Transaction Publishers, 2001), p. 225.

[13] Murray Rothbar, War Collectivism: Power, Business, and the Intellectual Class in World War I (Auburn, Ala.: Mises Institute, 2012), p. 7.

[14] Hunt Tooley, The Western Front: Battle Ground and Home Front in the First World War (New York: Palgrave McMillan, 2003).

[15] Ralph Raico, Great Wars and Great Leaders: A Libertarian Rebuttal (Auburn, Ala.: Mises Institute, 2010), p. 230.

[16] Richard Gamble, The War for Righteousness: Progressive Christianity, the Great War, and the Rise of the Messianic Nation (Wilmington, Del.: ISI Press, 2003).

[17] Raico, Great Wars and Great Leaders, p. 193. Itálicos no original.

[18] Raico, Great Wars and Great Leaders, pp. 1-2.

[19] Berman, Law and Revolution, p. 17.

[20] Rothbard, War Collectivism, pp. 34.

[21] Maurice Obstfeld and Alan Taylor, Global Capital Markets: Integration, Crisis, and Growth (Cambridge: Cambridge University Press, 2004).

[22] Steve Hanke and Nicholas Krus, “World Hyperinflations,” Cato Working Paper (Washington: Cato Institute, 2012). A exceção foi na França, durante a Revolução, em 1795.

[23] George Selgin, William Lastrapes, and Lawrence White, “Has the Fed Been a Failure?” Cato Working Papers (Washington: Cato Institute, 2010).

[24] Christopher Dawson, The Crisis of Western Education (Steubenville, Oh.: Franciscan Press, 1989), p. 67.

Fonte: Mises Brasil

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AUTOCONHECIMENTO: O PROFANO É O PRIMEIRO PLANO DO NÍVEL SEMICONSCIENCIAL

No 6º vídeo da série AUTOCONHECIMENTO, na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira, trato do Plano PROFANO, o primeiro e mais rasteiro do nível da Semiconsciência, o nível consciencial em que a maioria da humanidade se encontra atualmente. A Semiconsciência é composta de três planos conscienciais: o Profano, o Místico e o Plena Fé. Assista ao vídeo e entenda o primeiro deles!

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