DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, EPISÓDIO #012 – EM BUSCA DA MATURIDADE EMOCIONAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

No 12º episódio da série CUIDANDO DA ALMA do experiente psicólogo Rossandro Klinjey, ele aborda os meandros da “maturidade emocional” em cada um de nós. “Ao contrário das mudanças fisiológicas, que até certo ponto acompanham igualmente cada um de nós ao longo da vida, a maturidade emocional não depende da idade. Em alguns casos, ela se correlaciona harmoniosamente com o desenvolvimento e maturação da personalidade, mas também há pessoas cuja maturidade emocional se forma muito cedo e, em alguns casos, pode permanecer praticamente inalterada ao longo de toda a trajetória de vida de uma pessoa. Então, o que é “maturidade emocional” – uma construção artificial que as pessoas inventaram para descrever a irresponsabilidade de outra pessoa, ou um aspecto importante da formação da personalidade que deve receber atenção especial? Se deduzirmos a definição mais geral e simples, então a maturidade emocional é o nível de desenvolvimento da personalidade com alto grau de racionalidade, autocontrole, responsabilidade, capacidade de reflexão, com necessidade de trabalho e relacionamentos estáveis. Um adulto se esforça para ter lugar na profissão e na família. Vários psicólogos enfatizam a importância dos motivos de afiliação (envolvimento) e realizações. É importante que uma pessoa decida uma posição civil e social, com um modo de vida, com seus princípios e atitudes internas”. 

Fonte:

Continuar lendo DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, EPISÓDIO #012 – EM BUSCA DA MATURIDADE EMOCIONAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SABER ENVELHECER É ESSENCIAL

Saber envelhecer é essencial. Este é o tema da nossa REFLEXÃO desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. Saber que somos todos CONSCIÊNCIAS e que o que envelhece é o nosso corpo, esse invólucro que nos abriga nessa experiência existencial. A nossa alma é eterna e jamais envelhece. Quando conseguimos distinguir isso nosso envelhecimento se torna tranquilo e saudável. Leia o texto completo a seguir e reflita sobre isso!

Envelhecer com sabedoria

Helena teve cinco filhos.

Foi mãe muito jovem.

Passou boa parte da vida cuidando das suas crianças, que tão rapidamente tornaram-se adultos.

Agora eram os netos que enchiam a casa de risos e correria.

Um dia, quando os afazeres já não eram tão numerosos e o tempo parecia passar mais lentamente, ela viu-se diante do espelho da sala.

Deteve-se.

Deus do céu!

Quem era aquela velhota que estava no reflexo do espelho?

Ou melhor, onde fora parar a jovem mulher que ela ainda sentia existir em sua intimidade?

Estaria aprisionada em uma carcaça envelhecida?

Como era possível isso?

Cobriu a face com as mãos e sentiu a pele enrugada.

Mexeu nos cabelos e procurou encontrar fios negros.

Tarefa difícil.

Restavam tão poucos.

As mãos também não pareciam mais com aquelas mãos operosas que tanto produziram ao longo da vida.

Ora, ora!

Então era isso!

Distraída em viver, ela não havia se dado conta que os anos haviam passado rapidamente.

Marcaram seu corpo, alteraram sua fisionomia.

Seu fôlego já não era mais o mesmo.

Nem seus movimentos que, antes ágeis, agora eram imprecisos e lentos.

Mas enquanto observava a transformação ocorrida, helena percebeu que o brilho de seus olhos permanecia igual.

Reconhecia em seu olhar o mesmo olhar de seu passado.

As vivências transformaram a jovem que ela fora em uma mulher muito mais sábia.

Seu corpo não era mais tão vigoroso, mas sua alma era muito mais forte do que havia sido antes.

O mesmo tempo que lhe trouxera rugas havia lhe oferecido experiência.

Ontem, jovem e bela, impetuosa e impaciente.

Hoje, madura e envelhecida, tolerante e compreensiva.

Helena olhou-se e sorriu.

Adoraria ter a pele um pouco mais lisa, mas sabia que não era isso que a faria feliz.

Sabia que a decadência do corpo não representava prejuízo algum a sua alma vibrante e disposta.

As marcas que o tempo fizera em seu corpo eram apenas para sinalizar o passar dos dias e as constantes mudanças da vida.

Vida essa que não se acaba nunca, nem mesmo quando os corpos envelhecidos deixam de funcionar.

Helena sentiu o coração encher-se de alegria.

“Melhor do que nunca!” – disse para si mesma – “a cada dia que passa eu me sinto melhor do que nunca!”

Celebre a vida todos os dias.

Celebre o fato de dispor de um corpo, seja ele jovem ou não, que lhe possibilita mais essa experiência na Terra.

Agradeça ao Criador pela dádiva da existência.

Aproveite seus minutos, seus dias, sua vida.

Aproveitar, no entanto, não significa exaurir as forças vitais pelos excessos de toda a ordem.

Aproveitar quer dizer, em verdade, fazer bom uso, dar utilidade.

O corpo físico, invólucro perecível de nossas almas imortais, deve ser tratado com o zelo que garanta sua utilização adequada.

Mas sem neuroses ou preocupações descabidas, mesmo quando a juventude for apenas a lembrança de mais uma etapa superada.

Envelhecer de forma sábia é reflexo de se viver bem.

Pense nisso, e viva com sabedoria.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

Fonte: Momento de Reflexão

Continuar lendo DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SABER ENVELHECER É ESSENCIAL

DICA DE LIVRO: O QUE É A CONSCIENCIOLOGIA DE WALDO VIEIRA

A quarta-feira é dia de DICA DE LIVRO e hoje estou indicando um livro que vai revolucionar a sua mente. O que é a Conscienciologia de Waldo Vieira. Este livro traz uma renovadora abordagem sobre os mais variados e profundos aspectos da existência humana. Aqui são expostos os fundamentos da conscienciologia, uma ciência criada para investigar e propor soluções a respeito da evolução de personalidade inteira, ou seja, incluindo as vidas anteriores e os veículos (corpos) que a consciência utiliza nas suas manifestações na dimensão física e em dimensões extrafísica. Para você que busca renovação existencial, este livro propõe um novo paradigma, o paradigma consciencial, e uma nova ética, a cosmoética, que define a maturidade integral da personalidade, muito além da moral social, ou que se apresenta sob rótulos apenas humanos. Essa é uma oportunidade que você não pode perder de dar um salto quântico na sua evolução consciencial!

Fonte: Acervo próprio

Continuar lendo DICA DE LIVRO: O QUE É A CONSCIENCIOLOGIA DE WALDO VIEIRA

REFLEXÃO: NADA COMO UMA PESTE OU PANDEMIA PARA A HUMANIDADE DAR UM SALTO QUÂNTICO

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira é um texto de Rosa Montero que nos questiona sobre uma série de coisas que normalmente passam ilesas ao longo da vida e que são tão importantes para o nosso crescimento pessoal, mas que só as observamos em um cataclismo como esse do coronavírus. Pobre humanidade que só para pra refletir e enxergar as coisas mais importantes a custa de muitas vidas e muito sofrimento. Leia esse belo texto e tire suas conclusões!

Verdades da Vida - Luiza Franco

O tempo da peste

Vamos tentar fazer com que esta prova, e a dolorosa ressaca econômica que virá, nos ensine pelo menos a ser um pouco melhores

Flores penduradas na entrada de um centro para idosos em Madri. Flores penduradas na entrada de um centro para idosos em Madri. SUSANA VERA REUTERS

Este artigo é, mais do que nunca, uma garrafa que lanço ao mar do tempo. Escrevo no início da reclusão, rodeada por uma cidade silenciosa e cativa, caracóis frágeis ocultos atrás da concha que só mostramos nosso fraco corpo na hora do aplauso, nas sacadas. E vocês o estão lendo duas semanas depois, ainda trancados e, receio, com muitos dias de clausura pela frente. Imagino a mim mesma dentro 15 dias, junto com vocês; as raízes brancas dos meus cabelos tingidos estarão mais crescidas e serão um memento da fugacidade da vida (que grisalhos muitos de nós sairemos do isolamento; pensando bem, o debate sobre a abertura dos salões de cabeleireiros era existencial). Mas, fora isso, suponho que tudo será mais ou menos igual. Continuaremos navegando pelas águas profundas do intenso tempo da peste.

Com que facilidade o coronavírus levou essa miragem de segurança e de controle em que vivíamos nas sociedades modernas. É uma derrota especialmente humilhante porque o vírus é um pontinho tão diminuto que não se vê com microscópios ópticos. É um caroço de ácido nucleico e proteína que nem sequer está totalmente vivo: é como o zumbi dos agentes infecciosos. E essa ninharia derrubou o planeta. A humildade deve ser nosso primeiro aprendizado.

Às vezes, sobretudo quando jovem, quando ainda ignorava muito de mim mesma, eu me perguntava como teria reagido em certas situações históricas críticas. Na Alemanha nazista, por exemplo: teria sido capaz de esconder um judeu, com o perigo que isso representava? Pois bem, agora estamos enfrentando nossa circunstância crítica. É uma prova tremenda, inesperada. É a nossa prova. O resto de nossos dias ficará marcado pelo que fizemos ou não fizemos, pela forma como nos comportamos nesta anomalia colossal.

Falo desses descerebrados, nada solidários, que se foram a abarrotar e infectar praias como se estivessem de férias (a propósito: eram uma minoria da população de Madri; cair no estereótipo do ódio ao madrilenho é outra atitude descerebrada); esses garotos ignorantes que brincam de burlar a autoridade e se reúnem nos apartamentos dos amigos (vocês são potenciais assassinos); esses espertalhões egoístas que esvaziam os supermercados; esses canalhas que se disfarçam de médicos para entrar nas casas para roubar. Ou esses miseráveis que criam notícias falsas sobre a Covid (acabo de escutar o áudio de uma suposta doutora despejando torrentes de dados mentirosos para justificar que devemos abandonar o isolamento). Todos esses indivíduos, em suma, cada um na sua medida, escolheram passar à história, sua própria história e memória, como uns porcos.

Mas não me refiro apenas à esfera social. O maior desafio é o interior. Como viver a vida quando você fica sem truques defensivos ou disfarces? A vida crua e limpa no lento e incandescente tempo da peste. Entre os piadas maravilhosas e reconfortantes que circulam nas redes (bendita tecnologia que nos une), recebi esta: “Uma amiga diz que, com este isolamento em casa, tem conversado um bom tempo com o marido e o achou muito simpático”.

Esta é a questão: tentemos achar-nos simpáticos. Ou tentemos simplesmente nos achar. Quando o barulho e o movimento incessante param, fica o real. Aguentar semanas com crianças que você costuma encostar em algum lugar. Conviver de verdade com o seu companheiro em um espaço estreito e aprender não só a escutá-lo, mas também a respeitar sua ausência na presença. Suportar a sua solidão, se você mora sozinho, e conseguir se sentir confortável nela. E, acima de tudo, gerenciar bem o tempo. Em vez de perdê-lo, queimá-lo, jogá-lo fora (a vida é isso que acontece enquanto nos ocupamos com outra coisa, de acordo com uma suposta frase de John Lennon), como fazíamos na agitação da normalidade, agora temos uma oportunidade única para habitar o presente. Para preencher de consciência e vontade cada minuto. Para discernir entre o essencial e o supérfluo. Vamos tentar fazer com que esta prova e a dolorosa ressaca econômica que virá, nos ensine pelo menos a ser um pouco melhores.

Fonte: EL PAÍS

Continuar lendo REFLEXÃO: NADA COMO UMA PESTE OU PANDEMIA PARA A HUMANIDADE DAR UM SALTO QUÂNTICO

REFLEXÃO: MATURIDADE E NÍVEIS EVOLUTIVOS, QUAL A RELAÇÃO?

Neste domingo trago mais um texto publicado por Beth Michepud em seu blog na nossa coluna REFLEXÃO sobre maturidade e níveis evolutivos. Porque há pessoas jovens bastante maduras e pessoas idosas imaturas? A resposta está no nível evolutivo de cada um, que independe da idade cronológica do ser humano. Ao compreendermos isso fica mais fácil e tranquilo conviver com as pessoas sem querer mudá-las o tempo todo. O texto a seguir pode esclarecer muita coisa pra você!

Varrer as folhas enquanto venta é inútil

 em 
resiliencia
Talvez você conheça pessoas de 20 anos de idade com uma maturidade digna de um ancião, e também pessoas com idade cronológica avançada que sejam imaturas. É tudo questão de evolução, ou seja, querermos aprender o que edifica e  exercitarmos, praticando, para que esse aprendizado flua tão naturalmente quanto o ato de respirar.

Amadurecer é conquistar um olhar mais sensível e apurado no que diz respeito à nós mesmos, à tudo e à todos.  É não julgar nem interferir nas escolhas alheias e seguir aprendendo a lidar com os embates da vida de forma serena e resiliente.

O texto que segue, de autoria do Prof. Marcel Camargo, reforça que amadurecer é não ter a pretensão de mudar o outro.

“Quanto mais amadurecemos, menos nos importamos com algumas coisas que percebemos serem perda de tempo e com algumas pessoas que simplesmente não mudam por nada nem por ninguém. A maturidade traz essa calma e essa aceitação que nos tornam menos afoitos, menos nervosos, porque vamos aprendendo a dar tempo ao tempo, sem a pressa característica dos jovens que querem tudo para ontem.

Amadurecer é se importar com o que realmente importa, com quem não se nega a rever o que disse ou o que fez, enfim, com o que tem chances de trazer algum resultado. A gente se cansa de bater em tecla furada, de insistir no que não vislumbra futuro algum, de dar importância a opiniões desnecessárias de quem é especialista em perturbar ambiente e em azucrinar a paciência alheia.

Isso porque passamos a entender que cada pessoa irá conceber as coisas à sua maneira, devolvendo na medida exata do que possui dentro de si, nada mais, nada menos do que isso. De nada adianta esperar das pessoas algo além do que elas serão capazes de ofertar e, quanto mais o tempo passa, mais aptos estaremos para discernir o que cada um pode e não pode, aceitando as limitações do que nos rodeiam.

Nem todo mundo está preparado para ouvir o que temos a dizer e a receber o que temos a ofertar. Por essa razão, com o tempo passamos a direcionar nossas energias em direção a terrenos férteis, ignorando a aridez afetiva de gente egoísta, que não consegue enxergar além de suas parcas limitações. Perdemos o medo de mudar, de ousar, de deixar coisas e pessoas para trás, porque não tememos mais o erro. Errar pode ser bom, fazer bem.

Quando amadurecemos, conseguimos perceber que nem sempre estaremos certos, que nem todo mundo irá gostar de nós, que o mundo não gira ao redor de nossas cabeças. Entendemos que somos ínfimos perto da grandeza do universo, mas que nossas ações podem alcançar um número incontável de pessoas, seja quando acertamos, seja quando erramos. E isso nos habilita a exercer a empatia com mais frequência.

Uma das atitudes mais inúteis que existem é varrer as folhas enquanto ainda venta e, da mesma forma, não adianta tentar argumentar com quem não ouve, nem tentar agradar a todos, porque ninguém consegue ser unanimidade. Enfim, buscar estar bem consigo mesmo é o melhor a se fazer, visto que é assim que estaremos prontos a receber o melhor e o pior de cada um, guardando o que for útil e jogando fora o que for imprestável.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

Continuar lendo REFLEXÃO: MATURIDADE E NÍVEIS EVOLUTIVOS, QUAL A RELAÇÃO?

EDITORIAL: A CRISE DO CORONAVÍRUS DEU A HUMANIDADE A OPORTUNIDADE DE AMADURECER ATRAVÉS DA REFLEXÃO

EDITORIAL: A CRISE DO CORONAVÍRUS DEU A HUMANIDADE A OPORTUNIDADE DE AMADURECER ATRAVÉS DA REFLEXÃO
Wagner Braga no Bossa Nova Mall

Caro(a) leitor(a),

O nosso EDITORIAL desta sexta-feira não trata de política, mas de relacionamentos. No afã da pandemia do coronavírus a humanidade encontrou uma oportunidade única para dar um salto quântico evolutivo, aproveitando para refletir sem pressa  revendo os seus conceitos e valores, aguçando a espiritualidade, a humildade e a compaixão. Assista ao vídeo e deixe o seu comentário!

Fonte:

Continuar lendo EDITORIAL: A CRISE DO CORONAVÍRUS DEU A HUMANIDADE A OPORTUNIDADE DE AMADURECER ATRAVÉS DA REFLEXÃO

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar