BOLSONARO VOLTOU A MENCIONAR QUE O BOLSA FAMÍLIA DEVE SER REAJUSTADO EM CERCA DE 50%

Bolsonaro reafirma que Bolsa Família deve aumentar para R$ 300

A negociação para aumentar o benefício está sendo conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, mas esbarra em limitações orçamentárias

Pedro Duran, CNN, Rio de Janeiro

17 de junho de 2021 às 17:36

Em encontro com empresários no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro voltou a mencionar que o Bolsa Família deve ser reajustado em cerca de 50%, passando de cerca de R$ 190 para R$ 300. A negociação para aumentar o benefício está sendo conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, mas esbarra em limitações orçamentárias. O anúncio já tinha sido feito nessa quarta-feira (16/6) em entrevista à SIC TV, afiliada da TV Record em Rondônia.

“Temos conversado com Paulo Guedes. A operação da nossa economia tem coração. E ele está propenso a conceder um reajuste de 50% para o Bolsa Família a partir do final desse nosso ano que vivemos. Sabemos que a importância, hoje em média R$ 192, e deve passar pra R$ 300. Sabemos que é pequeno também, mas é uma ajuda para aqueles que não têm como conseguir algo no mercado de trabalho e eles têm que sobreviver. São aproximadamente 20 milhões de pessoas nessa situação. Gostaríamos até que não fosse necessário fazer isso aí, mas no momento se faz mais que necessário, se faz essencial”, disse ele.

Por cerca de 15 minutos o presidente discursou a 150 empresários e autoridades reunidos no hotel Windsor da Barra da Tijuca, na zona Oeste do Rio de Janeiro. O evento foi organizado pelo Movimento “Rio Produtivo”, uma junção de associações comerciais que tem pouco mais de seis meses e reúne 11 entidades empresariais que representam os setores da Indústria, Supermercados, Hotelaria, Comércio, Turismo, Serviços, Alimentação e Eventos.

Em sua fala, Bolsonaro ainda voltou a criticar o que chamou de “política nefasta” do “fique em casa” e também a postura de governadores. “Alguns governadores, com inexperiência, porque não sabiam como conduzir a questão, ou por excesso adotaram medidas que prejudicaram e muito a nossa economia”, disse ele, que ainda exaltou o auxílio emergencial. “Somente no ano passado gastamos um pouco mais de R$300 bilhões com o auxílio emergencial, isso é mais que dez anos de Bolsa Família”, completou.

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SEGUNDO AGÊNCIA ESTATAL DE NOTÍCIAS XINHUA, A CHINA VAI AUTORIZAR ATÉ TRÊS FILHOS POR FAMÍLIA

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

País, que é o mais populoso do mundo, teve queda expressiva na taxa de natalidade e lida com envelhecimento da população

INTERNACIONAL

 por AFP

China vai autorizar três filhos por família, afirma imprensa estatal

PEXELS

A China vai autorizar até três filhos por família, ao acabar com o limite de dois ainda em vigor, anunciou nesta segunda-feira (31) a agência estatal de notícias Xinhua.

A decisão acontece poucas semanas após a divulgação dos resultados último censo no país, que demonstrou uma expressiva queda da taxa de natalidade no país mais populosos do mundo.

“Em resposta ao envelhecimento da população (…) os casais serão autorizadas a ter três filhos”, informou a agência estatal, ao destacar as conclusões de uma reunião do gabinete político do Partido Comunista comandada pelo presidente Xi Jinping.

No início de maio, os resultados do censo realizado em 2020 revelaram um envelhecimento mais rápido que o esperado da população chinesa.

No ano passado, marcado pela epidemia de covid-19, o número de nascimentos no país caiu a 12 milhões, contra 14,65 milhões em 2019.

A taxa de natalidade em 2019 (10,48 por 1.000) já estava no menor nível desde a fundação da China comunista em 1949.

Depois de mais de três décadas da “política do filho único”, a China flexibilizou as regras em 2016 e permitiu o segundo filho.

Mas a nova política não foi suficiente para estimular a taxa de natalidade em queda livre por vários motivos, incluindo a redução dos casamentos, o aumento do custo da moradia e da educação e, também, a decisão das mulheres de adiar os planos de gravidez para privilegiar a carreira profissional.

No outro extremo da pirâmide, a China tinha mais de 264 milhões de pessoas com mais 60 anos em 2020.

O grupo de pessoas com mais de 60 anos constitui agora 18,7% do total da população, um aumento de 5,44 pontos percentuais na comparação com o censo de 2010.

Do outro lado, a população em idade ativa (15 a 59 anos) representa 63,35% do total, uma queda de 6,79 pontos na comparação com a década anterior.

Em março, o Parlamento aprovou um plano para aumentar gradualmente a idade de aposentadoria durante os próximos cinco anos, o que desagradou grande parte da população.

Fonte: R7
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CRÔNICAS: TINHA TUDO PRA DAR ERRADO…POR ANA MADALENA

Quarta-feira é dia de CRÔNICAS com a nossa querida Ana Madalena que não para de surpreender com seus contos super imaginativos, alegres, divertidos e bem humorados. A história de hoje aborda uma linda história de amor que atravessou várias décadas e gerações e promete ser infinito enquanto dure. Portanto, convido você a ler mais essa crônica maravilhosa e emocionante!

Casamento casado feliz casal de mãos dadas, noiva e noivo, alianças | Foto Premium

Tinha tudo para dar errado…

O ano era 1961. Logo cedo, os noivos decolaram num teco-teco, do campo de aviação de Capim Macio, em Natal, rumo a Santana do Matos, cidade da noiva e onde seria o casamento, marcado para as dez horas daquela manhã. O piloto, amigo do casal, também era fotógrafo e, além de levá-los, faria as fotos da cerimônia. Diferentemente do que diziam, que noivos não podem se ver antes do casamento pois dá azar, os dois viajaram lado a lado, indiferentes aos ditados populares.  Ela, compenetrada, carregando no colo o bolo de casamento. Ele, nervoso, contando os minutos para estar em terra firme.
A chegada foi no horário previsto. Antes de irem para a igreja, deram uma passadinha na casa dos pais da noiva para se recompor e vestirem  seus trajes para a cerimonia. A viagem, embora curta, foi desconfortável para o noivo, que enjoou todo o percurso, coitado…  Ainda bem que naquele dia não choveu, muito pelo contrário. O céu estava limpo, sem nuvens; não houve turbulência, a não ser umas rajadas de vento que balançaram a aeronave. Por sorte, o piloto era experiente e fez um excelente voo. O bolo e a noiva chegaram intactos, já o noivo estava bastante pálido e, quando saiu do avião, beijou o solo, gesto copiado pelo Papa João Paulo II anos depois.
Minutos antes de seguirem para a igreja, um rapaz veio avisar que o padre chegaria atrasado. Todos falaram ao mesmo tempo:
– Quanto tempo?
O jeep, que o padre estava dirigindo para celebrar uma missa  no município vizinho tinha quebrado e ele voltaria de jegue, o que levaria o dobro de tempo. O pai da noiva saiu numa carreira só; precisava  avisar os convidados, que já estavam na igreja. Alguns voltaram para seus afazeres e outros, mais fervorosos, resolveram permanecer e rezar para que tudo desse certo.
Ao meio dia o sol estava a pino. A mãe da noiva se abanava, tentando em vão afastar o calor. A paisagem, árida, mostrava que aquele era mais um ano de seca; o açude da cidade estava praticamente vazio. Enquanto resmungavam sobre o tempo, imaginavam a situação do padre, conhecido por seu mau-humor e nervosismo. O noivo, que desde criança  tinha problemas de hipoglicemia, começou a dar sinais de que iria desmaiar. O corre-corre para acudi-lo foi grande. A noiva, aperreada, foi esquentar um pouco de leite, enquanto checava se a cobertura do bolo estava derretendo. Estava; o bolo praticamente desmoronou.
Finalmente anunciaram que o padre já estava na Igreja. Os noivos, ansiosos, deram os últimos retoques no visual e seguiram para finalmente selar a união. À entrada da igreja, o piloto, muito nervoso, pediu desculpas ao casal;  informou que esquecera de trazer a máquina fotográfica. A noiva ameaçou chorar! O pai, desolado, perguntou aos convidados se alguém tinha “aquele artefato”, já sabendo de antemão a resposta. O jeito foi acalmar sua filha e levá-la ao altar. O padre, faminto, fez o casamento numa ligeireza nunca vista  naquelas paragens.
O tempo passou e aquele longínquo 28 de maio pôde ser renovado mais duas vezes. A familia, composta por três filhos, logo deu netos. A  primeira netinha, que nasceu  próximo a data do casamento, teve sua primeira festinha de aniversário  junto com a comemoração das Bodas de Prata dos avós. Eles, empolgados e finalmente posando para as fotos, desejaram que pudessem viver juntos mais vinte e cinco anos. As Bodas de Ouro foram celebradas com tudo que tinham direito.
A vida desse casal, os meus pais, foi motivo de escrevermos dois livros de família com o objetivo de deixar um pouco de nós para gerações futuras. As conversas, que ouvi durante todos esses anos de convivência, estão guardadas como um tesouro naquelas páginas. Estamos partindo para o terceiro livro, com mais novidades, até porque a familia cresceu. Agora,  já  bisavós, completarão Bodas de Diamante essa semana, saudáveis e felizes. Eles nunca imaginaram chegar tão longe…
Parecia que tinha tudo para dar errado, mas graças a Deus deu tudo certo!
Ana Madalena
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BOAS NOTÍCIAS: MUITA FÉ, AMOR E UNIÃO DA FAMÍLIA MARCAM MELHORA DE PAULO GUSTAVO E ANIMA A TODOS

Paulo Gustavo não apresenta mais hemorragias, porém suaa situação clínica ainda é crítica, afirma o boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 15. Esse é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS do Blog do Saber. Apesar de tudo, a equipe está confiante em sua recuperação. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes da situação do artista e de sua família!

Paulo Gustavo tem leve melhora e anima família e médicos

Thales Bretas, marido de Paulo Gustavo, informou nesta quinta, 15, que o ator está tendo “pequenos progressos”, depois das notícias de hemorragias que preocuparam a todos nos últimos dias.

Thales divulgou novo boletim médico nas redes sociais dele dizendo que o ator não tem mais hemorragias, mas segue em estado grave e ainda inspira cuidados.

“Estamos vivenciando dias calmos, de estabilidade e pequenos progressos, que acalentam nossos corações já calejados. Peço que nunca percam a fé!!! Ela nos acalma, nos conforta, e nos prepara pras dificuldades e pros milagres, que existem e são possíveis! Eu acredito! E já preparei nossa comemoração pro dia de voltar pra casa! Agradeço a todos pelo carinho, aos profissionais de saúde pelos cuidados e às graças obtidas de outros planos!”, escreveu.

Bretas também exaltou a força de Paulo Gustavo na luta pela vida.

“Cada vez mais apaixonado pela garra dessa pessoa tão incrível e iluminada! Não é à toa que toca tanto as pessoas!!! Ele realmente não é só cativante. É sobrenatural! É inacreditável! E a fé combina com ele. Sua força física, sua energia vital e as ajudas divinas somadas vão trazer ele de volta pra todos nós que ansiamos tanto por isso”, escreveu Thales.

“Estamos cansados? Um pouco… mas com muita fé na recuperação e na comemoração dessa vitória! Desde quando dias difíceis vieram, minha fé se fortaleceu e minha força se refez! “, afirmou.

Boletim médico

O ator de 42 anos está internado desde 13 de março em estado grave no Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

O boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 15, diz que ele não apresenta mais hemorragias, porém a situação clínica de Paulo Gustavo ainda é crítica. Mesmo assim, a equipe está confiante em sua recuperação.

A equipe explica ainda o tratamento realizado na retirada das fístulas bronco-pleurais, problema que ocorre quando há uma comunicação anormal entre os brônquios e a membrana que reveste os pulmões, há cerca de 10 dias.

Paulo Gustavo segue com a utilização de ventilação mecânica e ECMO, um tipo de pulmão artificial.

A Íntegra do boletim

Internado desde 13 de Março, no Rio de Janeiro, com quadro de COVID-19, Paulo Gustavo segue em terapia intensiva e ainda se encontra em situação grave.

As complicações pulmonares demandaram várias intervenções como broncoscopias e alguns procedimentos cirúrgicos.

Hoje, a equipe médica esclarece que:

“Finalmente conseguimos sanar as fístulas bronco-pleurais identificadas.

Nas últimas 48 horas também observamos a normalização da coagulação com o tratamento instituído e não mais detectamos sinais de hemorragias.

A situação clínica do paciente, embora ainda crítica, traz à equipe profissional mais confiança em sua recuperação.

Estamos cientes de que ainda temos um caminho pela frente.

A dedicação e a experiência dos médicos e demais profissionais do hospital tem proporcionado o melhor tratamento ao paciente, seguindo o que há de mais atual conforme os principais centros hospitalares internacionais.

O paciente permanece utilizando ventilação mecânica e ECMO.”

A família do ator agradece muito todo o carinho e orações e pede que continuem a enviar boas energias para a recuperação de todos os que se encontram na luta contra o vírus.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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UTILIDADE PÚBLICA: SERÁ REALIZADA EM NATAL NESTE DOMINGO (11) A MARCHA DA FAMÍLIA CRISTÃO PELA LIBERDADE

Marcha da Família Cristã pela liberdade acontece neste domingo em Natal

Foto: Divulgação

Marcha da Família Cristã pela Liberdade será realizada em Natal neste domingo Com apoio de quase 60 agrupamentos conservadores. O evento acontecerá neste domingo em mais de cinco países

A Marcha da Família Cristã pela Liberdade será realizada neste domingo 11 em vários países, entre eles, Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Israel e Brasil.

Em Natal, o evento está marcado para as 9h00 com concentração na frente do Midway Mall, localizado no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira.

Com valores alicerçados nos conceitos de Deus, Família e Liberdade, a Marcha reúne mais de 60 entidades conservadoras de todo o país.

No Brasil, o evento está confirmado em todas as capitais e os organizadores garantem o cumprimento de todos os protocolos de saúde e segurança preconizados pelo Ministério da Saúde.

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POLÊMICA: EM NATAL, HOSPITAL PRIVADO TROCOU OS CORPOS DE DOIS PACIENTES MORTOS POR COVID-19

Por Igor Jácome e Kleber Teixeira, G1 RN e Inter TV Cabugi

 

Corpo de homem que morreu com Covid-19 em hospital privado de Natal foi entregue à família errada em Natal. — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV CabugiCorpo de homem que morreu com Covid-19 em hospital privado de Natal foi entregue à família errada em Natal. — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Um hospital privado de Natal trocou os corpos de dois pacientes mortos por Covid-19 nesta terça-feira (23). Ao tentar liberar o corpo do aposentado Gerde Luís Xavier Damasceno, de 63 anos, familiares descobriram que o corpo do homem já havia sido entregue a outra família, que o sepultou. O caso foi confirmado pelo Hospital do Coração, que lamentou a troca e afirmou que está prestando assistência às famílias.

Segundo familiares, Gerde Luís passou cerca de duas semanas internado com coronavírus e estava na UTI, intubado há quatro dias, mas não resistiu e morreu por volta das 5h. Familiares disseram que foram chamados ao Hospital do Coração, depois que a morte do paciente foi confirmada.

O filho dele, o funcionário público, Gerdian Cabral, marcou com a funerária para buscar o corpo do pai às 18h, já que o sepultamento estava marcado para às 19h em um cemitério na Grande Natal, mas ao chegar ao local, foi informado que o corpo do seu pai já tinha sido liberado. Na documentação, constava a assinatura de outra pessoa.

Em nota o Hospital do Coração afirmou que na madrugada de terça-feira dois pacientes do sexo masculino que estavam internados na UTI do hospital faleceram e as famílias foram comunicadas para que fossem fazer o reconhecimento dos corpos.

“O filho de um dos pacientes, ao comparecer ao necrotério do hospital, fez o reconhecimento do corpo do outro paciente falecido como sendo o corpo do seu pai. Houve ainda falha do setor responsável ao não seguir nosso protocolo de conferência dos documentos necessários para a liberação do corpo para o sepultamento, o que contribuiu para a ocorrência constrangedora e inaceitável”, informou a instituição.

A Direção do hospital lamentou o caso e informou que está tomando as providências necessárias junto à empresa funerária para que cada família possa fazer o sepultamento do seu familiar.

“Eu preciso sepultar meu pai. Já perdi meu irmão de 36 anos no dia 18 de fevereiro de Covid-19. A família está muito abalada, eu estou muito abalado e, infelizmente, passar por um constrangimento desse, em um período como esse, está machucando muito”, afirmou Gerdian.

O filho da outro paciente falecido, que não quis ser identificado, afirmou que o hospital levou apenas um corpo para reconhecimento, e que ele o viu apenas através de um vidro. Além disso, os olhos estavam cobertos com gazes. Como o corpo era parecido e diante da emoção, ele acabou reconhecendo como o seu pai.

O caixão não foi aberto durante o enterro por risco de contaminação e, por isso, a família só percebeu o erro ao receber uma ligação do hospital durante a noite de terça (23). Ambas as famílias afirmaram que pretendem entrar na Justiça contra o hospital.

 Fonte: G1 RN

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NA SÍRIA, MENINO DE 10 ANOS TRABALHA 10 HORAS/DIA PARA GANHAR R$ 73/MÊS E SUSTENTAR A FAMÍLIA

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ALEGAÇÕES DEVASTADORAS DE HARRY E MEGHAN EM ENTREVISTA CAUSA CRISE NA FAMILIA BRITÂNICA

Família real britânica mergulha em crise após acusações de Harry e Meghan

Em entrevista à Oprah Winfrey, o casal real fez acusações de racismo e negligência por parte da realeza do Reino Unido

Rob Picheta, da CNN, em Londres

Atualizado 10 de março de 2021 às 00:28

Príncipe Harry e Meghan Markle participam de compromisso oficial em WestminsterPríncipe Harry e Meghan Markle participam de compromisso oficial na Abadia de WestminsterFoto: Henry Nicholls – 09.mar.2020/ Reuters

A família real britânica enfrenta uma crise que há tempos não acontecia, depois que o príncipe Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, abalaram a instituição com alegações devastadoras na aguardada entrevista à Oprah Winfrey.

Ao longo do especial de duas horas, o casal — que apesar da separação da família real, ainda se senta a cinco parentes de distância do trono — pintou o quadro de uma família tão obstinadamente focada em seus caminhos que deixou um jovem casal, birracial, sozinho para lidar com o abuso racista e sua própria saúde mental, forçando os dois ao silêncio e, finalmente, deixando-os sem opção a não ser fugir das garras do palácio.

Meghan disse que estava tão isolada e solitária quando trabalhava como realeza que pensou em suicídio, dizendo à Winfrey que “simplesmente não queria mais estar viva”. O casal criticou intensamente a forma como a instituição os tratou, e Meghan revelou uma surpreendente alegação de racismo de um membro da família real, que ameaça colocar em crise a sua reputação.

Harry, entretanto, admitiu que seus relacionamentos com o seu pai e herdeiro do trono, o príncipe Charles, e com seu irmão, o príncipe William, sofreram forte tensão nos últimos anos e sugeriu que a instituição pode ter plantado histórias na mídia que tiraram a credibilidade dele e de Meghan.

‘Eu só não queria mais estar viva’

O palácio enfrentou tempestades em várias frentes ao nascer do sol da segunda-feira (8) em Londres.

Trechos da entrevista foram implacavelmente reprisados pela mídia nos últimos dias, trazendo comparações com um relato feito pela mãe de Harry, a princesa Diana, em 1995, que lançou luz sobre o colapso de seu casamento com Charles.

Mas as revelações na transmissão de domingo podem ter ofuscado até mesmo as de Diana em magnitude, já que as confissões arrasadoras de Harry e Meghan representaram problema após problema para funcionários do palácio e membros da realeza.

Talvez, o mais pertinente tenha sido a alegação de Meghan de que um membro não identificado da família perguntou sobre a cor da pele de Archie e “o que isso significaria ou iria parecer”. Meghan disse que essas conversas chegaram até ela através de Harry.

Harry se recusou a dizer o nome do membro da família, mas falou que estava “um pouco chocado” com a conversa. Winfrey disse na CBS, na manhã de segunda-feira, que “não eram a avó nem o avô dele que faziam parte dessas conversas”. No Reino Unido, a secretária de educação e membro do parlamento, Kate Green, disse que o Palácio de Buckingham deveria iniciar uma investigação.

Os funcionários do palácio também estão lutando para responder às alegações do duque e da duquesa de que seus pedidos de ajuda em relação ao bem-estar mental e segurança deles foram ignorados pela instituição.

Em um ponto da entrevista, Meghan, lutando contra as lágrimas, disse que seus pensamentos suicidas eram incrivelmente difíceis de suportar e ela estava reticente em compartilhá-los com seu marido. “Mas eu sabia que, se não dissesse, eu faria aquilo – e eu simplesmente não queria mais estar viva”, disse ela.

Harry, cuja mãe Diana foi morta quando ele era menino, disse que ficou “apavorado” com a confissão de sua esposa. O príncipe, que é o sexto na linha de sucessão do trono, contou que existe uma cultura de sofrer em silêncio na família real. Mas a raça de Meghan e o abuso que ela sofreu tornaram a situação ainda mais difícil para o casal, e a falta de apoio dos membros levou, acima de todos os outros fatores, à decisão dramática de deixarem de ser membros ativos da realeza em janeiro de 2020.

Eles descreveram em detalhes os momentos mais difíceis – Meghan revelando seus pensamentos a Harry horas antes de saírem para um evento; o príncipe chegando em casa do trabalho todos os dias para encontrar sua esposa chorando enquanto amamentava seu filho recém-nascido – e disse ainda que a “falta de apoio e de compreensão” foram os motivos pelos quais eles optaram por se afastar.

Meghan disse que a situação foi exacerbada em racismo e “conotações coloniais desatualizadas” que apareceram repetidamente na cobertura do casal feita pelos tabloides notoriamente ferinos do Reino Unido. Ambos descreveram uma mistura tóxica de intrusão da imprensa, amargor nas redes sociais e isolamento para uma estrutura de suporte.

Harry acrescentou que levou o assunto à família real. Ele disse a Winfrey que acredita que houve muitas oportunidades para o palácio “mostrar algum apoio público” em face do contínuo abuso racial da imprensa, “mas ninguém da minha família jamais disse nada. Isso dói”.

“Eu me arrependo de ter acreditado neles quando disseram que eu seria protegida”, disse Meghan para Winfrey.

CNN entrou em contato com a família real para comentar o assunto.

Harry revela sérias desavenças na família

Se houvesse a mais leve probabilidade de que Harry e Meghan poderiam um dia voltar à missão da família real, a transmissão do domingo provavelmente a extinguiu para sempre. A entrevista revelou a profundidade da divisão entre o casal e o resto da família, um abismo que teria sido inimaginável quando eles se casaram em Windsor, apenas três anos atrás.

Eles disseram a Winfrey que a família tinha sido receptiva à Meghan no início, e que quando eles se casaram, estavam comprometidos com seus papéis.

Mas as coisas mudaram rapidamente. Harry contou a Winfrey que o relacionamento com seu pai, Charles, chegou a tal ponto que o herdeiro do trono parou de receber as suas ligações, de tão irritado com a decisão do casal em deixar o trabalho na realeza em 2020. “Há muito para se trabalhar ali”, disse Harry. “Eu me sinto muito decepcionado, porque ele passou por algo semelhante – ele sabe como é a dor”.

Sobre seu irmão, William – com quem Harry cresceu, e cuja infância compartilhada foi meticulosamente seguida pela mídia – o príncipe deu a entender que a comunicação é inexistente. “Nós estamos em caminhos diferentes”, disse ele, acrescentando que “a relação é o aqui, agora” e que “o tempo cura todas as coisas – espero”.

Talvez, o único ponto positivo para a família real é que a sua líder sobreviveu à entrevista relativamente ilesa. Harry e Meghan falaram efusivamente da rainha, descrevendo-a como atenciosa e gentil desde o início.

“Minha avó e eu temos um relacionamento muito bom e nos entendemos, eu tenho um profundo respeito por ela”, disse Harry. Meghan contou que tem falado com a rainha com frequência no último ano, inclusive no dia em que o príncipe Philip foi internado no hospital, no mês passado.

Meghan acrescentou que, apesar da provação, era importante diferenciar a família real “das pessoas que dirigem a instituição”.

Ela comentou sobre os rumores de uma disputa com Catherine, a duquesa de Cambridge. Meghan disse que relatos de que ela teria feito Kate chorar por causa dos vestidos das daminhas de honra em seu casamento eram falsos, e que foi, de fato, a duquesa de Sussex quem chorou. Mas “não houve confronto”, disse Meghan, descrevendo sua cunhada como uma “boa pessoa”.

Mas a dinâmica familiar evidentemente tensa vai ofuscar os próximos eventos da realeza. Nenhuma declaração foi emitida por suas equipes de comunicação após a entrevista.

Reação de tirar o fôlego no Reino Unido

Conforme as horas passavam e a poeira da transmissão baixava na segunda-feira (8), o Palácio de Buckingham permaneceu em silêncio. Mas a mídia britânica correu para cobrir as consequências, com alguns jornais publicando edições extras antecipadas durante a noite para mostrar a entrevista em suas primeiras páginas.

Como tantas vezes tem acontecido com o casal, a cobertura variava de moderada a histérica. O Daily Mail publicou uma manchete dizendo “Kate Me Fez Chorar ” em sua edição das 2 da manhã, antes de publicar a acusação de racismo de Meghan, no final da manhã. O site do tabloide também incluía uma manchete proeminente que dizia: “EU QUERIA ME MATAR”.

O The Sun deu um novo apelido para Meghan, em meio à sua rixa com a família real: “Megxile”, e o Daily Express classificou a transmissão como “um chat de TV com Oprah”.

Na tarde de segunda-feira, vários jornalistas usaram a coletiva de imprensa sobre a Covid-19 feita pelo primeiro-ministro Boris Johnson para perguntar sua opinião sobre a entrevista da Oprah. Johnson se recusou a opinar, além de dizer que sempre teve “a maior admiração pela rainha e pelo papel unificador que ela desempenha em nosso país”.

O tratamento dado pela mídia ao casal real constituiu uma parte significativa da entrevista, com os dois apontando o dedo para imprensa.

Harry disse que o palácio está com “medo” da cobertura da mídia, o que significa que eles tiveram pouca liberdade enquanto parte da família.

“Para simplificar, é o caso de se você, como um membro da família, estiver disposto a beber vinho, jantar e dar acesso total a esses repórteres, então você terá uma melhor cobertura de imprensa”, disse Harry. “Existe um nível de controle pelo medo que existe há gerações.”

A entrevista foi transmitida no Reino Unido às 21h de segunda-feira, pela a emissora ITV, que venceu a corrida para adquirir os direitos. Mas seus principais pontos de discussão já haviam sido dissecados em detalhes pelos britânicos e na mídia muito antes de ir ao ar no Reino Unido.

Charles Anson, ex-secretário de imprensa da rainha, disse na segunda-feira que o casal levantou “questões que precisam ser examinadas com atenção”, mas afirmou à BBC que “não havia nenhum pouco de racismo” na família real.

Mas Julie Montagu, viscondessa de Hinchingbrooke, disse à BBC que as revelações deles foram “surpreendentes” e que, como uma mulher americana que se casou com um membro da aristocracia britânica, ela se identificava com as falas de Meghan. “Você realmente não sabe até que esteja dentro disso, e eu acho que ela tornou isso muito conhecido na noite passada em sua entrevista”, disse ela.

Fonte: CNN

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VARIEDADES: COMO FAZEM AS MULHERES PROFISSIONAIS EM DIFERENTES ÁREAS PARA LIDAR COM TRABALHO, FAMÍLIA E MANTER O EQUILÍBRIO

Servir vale a pena’: conheça cinco mulheres na linha de frente da pandemia

A trincheira é feminina. Profissionais de diferentes áreas contam o que fazem para lidar com seus trabalhos, suas famílias e manter o equilíbrio

Fernanda Colavitti, da CNN, em São Paulo

08 de março de 2021 às 05:00

Marisa Ferreira de Mello Pádua, 55 anos, psicólogaMarisa Ferreira de Mello Pádua, 55 anos, psicólogaFoto: Acervo pessoal

Um ano de pandemia e, em alguma medida, todos tiveram suas vidas transformadas pelo novo coronavírus — no trabalho, na vida pessoal, ou nos dois. A prevalência entre os afetados nas duas pontas é feminina.

Segundo levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), as mulheres representam 70% dos profissionais nos setores social e de saúde e são três vezes mais responsáveis pelos cuidados não-remunerados em casa do que os homens.

São mulheres como Vera, Fabiana, Fernanda, Clara e Marisa, que saíram para trabalhar ao longo desse ano, enfrentando o medo de serem contaminadas, bagunçando e reorganizando suas vidas domésticas e, ainda assim, encontrando maneiras de prosseguir. Aqui, elas compartilham como foi encarar a pandemia na linha de frente da batalha e suas estratégias para manter algum nível de positividade e saúde mental.

Marisa Ferreira de Mello Pádua, 55 anos, psicóloga

“Quem teve perdas de pessoas queridas ou precisou implorar por uma vaga de hospital para um familiar vai entender a importância de valorizar a vida”

“Coordeno o setor de psicologia do Hospital Saboya, no Jabaquara (SP), e atuo numa enfermaria psiquiátrica. Estando na linha de frente, ainda mais na área de saúde mental, foi impossível me isolar. Enquanto todos estavam reclamando de ficar em casa, isso era tudo o que eu mais queria.

Por mais cuidados que eu tenha tomado, acabei pegando Covid, em junho. Foi leve, tive apenas dor de cabeça e cansaço – sintomas que, mesmo agora, curada e tendo tomado as duas doses da vacina, continuo sentindo. Meu marido e minha sogra de 97 anos, que mora com a gente, também pegaram. Ela ficou assintomática. Ele teve sintomas mais fortes, que já passaram.

Houve aumento da carga de trabalho, com férias e feriados suspensos para darmos conta dos atendimentos a pessoas que tentavam o suicídio, pacientes com transtorno bipolar, esquizofrenia crônica. Eram casos muito graves que aumentaram demais durante a pandemia.

Foi (e está sendo) tudo muito pesado. E ainda vieram as perdas de colegas de trabalho, que foram muitas e significativas. E era inevitável não imaginar que eu poderia ser a próxima.

Tenho cinco irmãs e uma delas eu não vejo há um ano. Tenho dois filhos que moram no exterior, que também não sei quando vou poder encontrar. Já comprei a passagem para ver a minha filha, que está grávida, em julho, mas não sei se vai ser possível. Meu escape são a ioga e a meditação. É isso que me dá um suporte mental para poder confortar os pacientes e outras psicólogas com quem trabalho.”

Vera Aparecida dos Santos, 51, assistente social

“Aprendi que servir vale a pena, e quero sempre estar disponível para servir ao outro no combate à violêncVera Aparecida dos Santos, 51, assistente socialVera Aparecida dos Santos, 51, assistente socialFoto: Acervo pessoal

“Eu atuo na prevenção contra a violência sexual, dando orientação e apoio às vítimas de todos os gêneros e idades. Mesmo não sendo uma profissional da área de saúde, acabei ficando imersa nesse universo. A pandemia trouxe um aumento nos casos de violência sexual contra mulheres e crianças. Fui deslocada para uma unidade de saúde para atender urgências.

No começo, faltavam equipamentos de proteção e tínhamos de atender vítimas que chegavam com sintomas de Covid. Convivi com a agonia de ver crianças com sangramento vaginal sem atendimento – todos os esforços estavam focados na pandemia. Tentava dialogar com as unidades e pedir atendimento médico a vítimas com sinais de violência sexual.

Isso me causava muita angústia. Tive dor de cabeça constante por conta da tensão. O caminho que encontrei para lidar com todo esse stress foi a descontração e o apoio dos colegas. Elegemos o horário de almoço como nosso momento de conforto, a hora de conversar sobre qualquer assunto que não fosse Covid, de brincar, dar risada, e de comer muito doce.

Sou solteira e moro sozinha. Tenho um irmão que mora do lado do meu apartamento, e desde março do ano passado eu não vou lá. A meditação, que já era importante na minha vida, ficou ainda mais. Eu segui fazendo acompanhamento psicológico online. Fui convidada a participar de lives sobre prevenção à violência e fiquei feliz em contribuir de uma forma nova para salvar a vida de mais mulheres.”

Fabiana Cristina de Oliveira, 30, diarista

“Aprendizado e empatia são as palavras que definem 2020 para mim. Em nenhum momento deixe de sentir e de transmitir amor”

Fabiana Cristina Almeida de Oliveira, 30, diaristaFabiana Cristina Almeida de Oliveira, 30, diarista Foto: Acervo pessoal

“Sou de Recife, mas vivo em São Paulo há 9 anos. Trabalho em diferentes casas, de segunda a sábado. Continuei indo para algumas famílias até o fim de março do ano passado. Em abril, parei de ir em todas as casas. Algumas pessoas se prontificaram, de uma maneira linda, a continuar me pagando. Mas nem todas puderam.

Eu ganhava 2 mil reais por mês, e passei a ganhar metade. Por sorte, meu marido trabalha em um mercado e não parou. Mesmo assim, temos três filhos. Foi uma geração de dívida enorme. Tive de reduzir as despesas, as compras de mercado. Era armário ficando vazio e nada de dinheiro entrando.

Esse período sem trabalhar foi o que eu senti mais medo de pegar Covid. Meus filhos não estavam indo para a escola e eu não deixava ninguém sair para nada, nem para colocar o lixo na rua. Imagina três crianças ansiosas para sair e brincar…

Apesar de todos os cuidados, acabei pegando Covid em setembro, quando voltei a trabalhar. Foi apavorante. A evolução foi muito rápida. Eu estava trabalhando e, de repente, senti uma falta de ar imensa, uma sensação de desmaio, e fiquei com febre. Passei cinco dias sem conseguir sair da cama.

Tivemos de fazer um esquema de guerra em casa para eu não contaminar meus filhos e meu marido. Fiquei trancada no quarto. Meu marido tirou uma licença do trabalho para cuidar de mim e das crianças, que choravam o tempo todo. Ninguém em casa pegou.

Minha fé me ajudou a manter a saúde mental. Em nenhum momento me senti sozinha. Voltei a trabalhar em todas as casas, estou com a semana fechada. Hoje, somos uma família mais feliz e meus filhos reconhecem meu esforço para trazer dinheiro para casa”.

Fernanda Justo Descio Bozola, 36, médica infectologista

“A pandemia me fez valorizar ainda mais as coisas simples, como um abraço de familiares e amigos”

Fernanda Justo Descio Bozola, 36, médica infectologista
Fernanda Justo Descio Bozola, 36, médica infectologista
Foto: Acervo pessoal

“Trabalho no controle de infecção do Hospital Sírio-Libanês. Em 2019, fiquei grávida e, no final da gestação, chegou a pandemia. Naquele momento, eu enfrentei o medo do vírus e o desconhecimento da maternidade. Por conta do isolamento, não tive ajuda de ninguém, além do meu marido. Me senti um pouco culpada, porque tive de ser afastada do hospital em abril, por causa da gravidez.

Minha filha nasceu em maio. Meu marido tirou férias e depois ficou trabalhando em home office. Éramos só ele e eu cuidando da Cecília. Sentia falta de ter a minha mãe perto de mim, ou uma amiga que pudesse ir em casa. Trocava mensagens, ligava, mas não é a mesma coisa. Por outro lado, isso fortaleceu o vínculo entre nós três em casa.

Quando tive de voltar a trabalhar presencialmente, veio o stress de encontrar alguém para ficar com a minha filha. Hoje uma profissional maravilhosa trabalha com a gente. Nesse momento, já tínhamos 6 meses de pandemia no Brasil. Eu sabia as medidas de prevenção e sempre tive equipamentos de proteção individual no hospital. Vou trabalhar com tranquilidade, porque sei que estou protegida.

Me senti realizada em poder participar do enfrentamento da pandemia como médica infectologista, colocar em prática tudo o que eu estudei. Mas o trabalho é muito intenso e preciso chegar em casa bem para cuidar da minha bebê. É ela que me mantém forte. A minha estratégia para lidar com a situação é separar minha vida profissional da minha vida doméstica. Quando saio para trabalhar, respiro fundo e entro na sintonia 100% trabalho. Na volta para casa, faço o inverso. Tomo um banho e digo: ‘pronto, mamãe chegou’.”

Clara Esther Maciel dos Santos, 35, enfermeira

“A pandemia me trouxe autoconhecimento, porque fui obrigada a me cuidar”

Clara Esther Maciel dos Santos, 35, enfermeira
Clara Esther Maciel dos Santos, 35, enfermeira
Foto: Acervo pessoal

“Quando a pandemia chegou, eu estava em período de experiência como enfermeira-líder no Hospital Sírio-Libanês. Hoje, sou coordenadora da UTI. Apesar dos ganhos profissionais, foi um período muito difícil, especialmente na minha vida pessoal.

Meu marido trabalha em uma indústria metalúrgica e o serviço caiu bastante. Ele ficou trabalhando em casa, com redução salarial, e cuidando dos nossos dois filhos. Tive de assumir praticamente todas as contas. Saía de casa às 5h e não tinha hora para voltar.

Eu tinha muito medo dessa doença, que era totalmente desconhecida. A gente não sabia como tratar, que tipo de paramentação utilizar. Eu tinha pavor de levar o vírus para casa. Passei quatro meses usando máscara dentro de casa, dormindo separada do meu marido. E sem abraçar meus filhos.

Sentia que eu não estava conseguindo dar conta de ser profissional, mãe e companheira. Em agosto, tive uma crise de ansiedade séria e precisei me afastar. Pensei em desistir de tudo. Conversei com a minha coordenadora e ela sugeriu que eu tirasse 15 dias de férias com o compromisso de me cuidar. Desde então, faço terapia toda semana.

O medo ainda existe, mas hoje me sinto mais protegida no hospital do que fora, porque temos todos os protocolos. A terapia tem sido fundamental para enfrentar esse período e entender que eu tenho vários papéis, como profissional, mãe, companheira, e ainda tem que sobrar um tempo para mim.”

Continuar lendo VARIEDADES: COMO FAZEM AS MULHERES PROFISSIONAIS EM DIFERENTES ÁREAS PARA LIDAR COM TRABALHO, FAMÍLIA E MANTER O EQUILÍBRIO

PRÍNCIPE ALEMÃO PEDE, ATRAVÉS DE PROCESSO, QUE FILHO DEVOLVA PROPRIEDADE DE VERÃO DA FAMÍLIA

Príncipe alemão processa o filho para recuperar um castelo

Ernesto Augusto de Hannover pede que filho devolva propriedade de verão da família e outras duas propriedades da monarquia

INTERNACIONAL

Da AFP

Príncipe Ernesto Augusto de Hannover processa filho por castelo na Alemanha

JULIAN STRATENSCHULTE / DPA / AFP

O príncipe Ernesto Augusto de Hannover processou o filho, com o qual luta há anos, para recuperar propriedades na Alemanha, disse um tribunal de Hannover nesta terça-feira (16).

“Desde o final de 2020, o príncipe Ernesto Augusto de Hannover pede ao seu filho, o príncipe herdeiro, que lhe devolva o castelo de Marienburgo e a propriedade familiar de Calenberg, assim como o palácio de Herrenhausen em Hannover”, explicou o comunicado do tribunal, que não forneceu nenhuma data sobre uma possível audiência ou decisão.

Ernesto Augusto de Hannover, de 66 anos, é o chefe de uma das dinastias aristocráticas mais diferentes da Europa.

O castelo de Marienburgo, residência de verão da casa aristocrática de Welf, foi dado em sucessão antecipada ao príncipe herdeiro, ao qual agora seu pai acusa de querer removê-lo de todos os bens da casa de Hannover.

Seu filho nega essas alegações e diz que são falsas, mas não quer comentar os detalhes da disputa em respeito à família e “também para proteger meu pai”, declarou à agência alemã de imprensa dpa.

Fonte: R7
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: NENHUM SUCESSO NA VIDA COMPENSA O FRACASSO NO LAR, POR STEPHEN KANITZ

Um artigo publicado na revista VEJA em 20 de fevereiro de 2002, de autoria do renomado administrador de empresas e colunista desta célebre revista é o destaque, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira, sobre o grande dilema do provedor de família diante da escolha entre FAMÍLIA X TRABALHO como prioridade.

Diário de Aprendizagem: A FAMÍLIA EM PRIMEIRO LUGAR

A família em primeiro lugar

O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja, escreveu em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte:

Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu.

O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele.

Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. “Bobagem minha”, pensei. Homens não choram, especialmente na frente dos outros.

Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se lembrado dos impostos pagos no dia.

“Minha filha vai se casar amanhã”, disse sem jeito, “e só agora a ficha caiu. Percebo que mal a conheci.

Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à família.”

Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim.

Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição tão aceita por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e trabalho. Será que dá?

O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho.

Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.

Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento.

Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo.

A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro lugar.

Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social.

Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena:

“Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar.”

Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia?

De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar durante a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?

* * *

O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de dilatar os laços da estima.

Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.

Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos ser o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro benevolente.

Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de nossas relações com toda a Humanidade.

Redação do Momento Espírita, baseado no artigo de Stephen Kanitz, revista Veja, seção Ponto de vista, de 20 de fevereiro de 2002 e no cap. 19 do livro Conduta espírita, do Espírito André Luiz, psicografia de Waldo Vieira, ed. Feb

Fonte: Momento de Reflexão

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BIDEN LANÇOU UM PLANO PARA PROVER “ALÍVIO ECONÔMICO” ÀS FAMÍLIAS, COMUNIDADES E EMPRESAS

Biden lança plano de auxílio a famílias e empresas

Pandemia de covid-19 impactou a economia dos EUA que hoje têm mais de 10 milhões de pessoas sem emprego

INTERNACIONAL

 Do R7

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

EFE/EPA/AL DRAGO

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou nesta sexta-feira (22) um plano para prover “alívio econômico emergencial e equitativo” para as famílias, comunidades e empresas afetadas pela pandemia de covid-19.

As instruções fazem parte de um conjunto de medidas orçadas em aproximadamente US$ 1,9 trilhão que Biden enviará ao Congresso, onde os democratas têm maioria em ambas as câmaras.

“A pandemia mergulhou os EUA em uma crise econômica. Mais de 10 milhões de pessoas estão sem emprego, 14 milhões de inquilinos estão com pagamentos atrasados, 29 milhões de adultos e ao menos 8 milhões de crianças sofrem com insegurança alimentar”, argumenta o texto do plano divulgado pela Casa Branca.

Fonte: R7
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TEMOS QUE ESCOLHER ENTRE OBEDECER A LEI E COMETER CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL SUJEITO A IMPEACHMENT, DIZ GUEDES SOBRE 13° DO BOLSA FAMÍLIA

Guedes: 13º do Bolsa Família pode resultar em crime de responsabilidade

Anna Russi, do CNN Brasil Business, em Brasília

Atualizado 18 de dezembro de 2020 às 16:42

Dar 13º do Bolsa Família é crime de responsabilidade", diz Paulo Guedes

Em coletiva dada nesta sexta-feira (18), o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre a atual disputa em Brasília: dar ou não dar 13º ao Bolsa Família. De acordo com ele, atender tal demanda levaria o governo a cometer crime de responsabilidade fiscal.

“Temos que escolher: ou você comete um crime de responsabilidade e fica sujeito ao impeachment ou você segue a lei”, destaca.

Ele comparou a situação com a desoneração da folha de pagamentos, defendia pelo ministro.

“Mesmo eu, que sou a favor da desoneração, se não for aprovado o pacto federativo, se não tem espaço fiscal para fazer, se não tem receita, eu não posso dar a sugestão ao presidente de que desonere. Da mesma forma, se por dois anos eu der o 13º, eu configuro uma despesa permanente e ai tinha que haver uma compensação com redução de outra despesa”, explicou.

Na avaliação dele a pandemia e o atraso na aprovação do pacto federativo dificultaram ainda mais o pagamento do benefício.

“O Pacto Federativo abriria espaço orçamentário e haveria espaço fiscal, mas não aconteceu isso. A exceção para estourar o teto de gastos foi apenas para saúde. Assim, sou obrigado a recomendar que não pode ser dado esse 13º”, acrescentou.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAMÍLIAS DE VÍTIMA E DE ASSASSINO SE TORNAM AMIGAS

Uma história emocionante é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo. Um exemplo raro de como através da não violência se alcança estágios bem mais elevados de espiritualidade e que este é o caminho para um mundo mais pacífico e melhor. Não é fácil, mas é possível e é o único caminho. Por favor, leia o artigo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões.

A surpreendente amizade entre as famílias de um assassino e de sua vítima

Após a morte do filho, Azim Khamisa iniciou uma campanha educativa contra a violência armada – e se juntou a um aliado improvável, Ples Felix, o avô do assassino

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

 

Azim Khamisa e Ples Felix são hoje grandes amigos

Azim Khamisa ficou devastado quando perdeu o filho de forma trágica, morto em uma tentativa de assalto por um jovem de apenas 14 anos, membro de uma gangue nos EUA.

Após a perda do filho, ele iniciou uma campanha educativa contra a violência armada, junto a um aliado improvável: Ples Felix, o avô do assassino.

Mais de 20 anos depois, os dois são hoje melhores amigos.

Em entrevista ao programa de rádio Outlook, do serviço mundial da BBC, Azim e Ples contam como a tragédia deu origem a essa amizade.

Aos 20 anos, Tarik Khamisa era aluno da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia, e trabalhava como entregador de pizza às sextas e sábados.

“Ele era uma grande alma, eu diria um espírito antigo em um corpo jovem. Abençoado com um grande senso de humor, era uma alegria estar perto dele. Ele tinha a habilidade de descontrair qualquer situação com uma piada”, recorda o pai.

Na noite de 21 de janeiro de 1995, ele saiu para entregar uma pizza em um bairro de classe média da cidade. Mas não podia imaginar que havia sido atraído para um endereço falso por uma gangue juvenil.

“Deram o endereço certo, mas o número do apartamento errado. Ele bateu em várias portas tentando descobrir quem tinha pedido a pizza, mas claro que ninguém tinha pedido”, conta Azim.

Quando voltou para o carro, Tarik foi abordado por um grupo de quatro jovens: três de 14 anos e um de 18. Era uma tentativa de assalto, mas ele se recusou a entregar as pizzas.

O mais velho, apontado como o líder da gangue, entregou então uma arma a um dos menores, no que seria parte de um ritual de iniciação, e pediu que atirasse.

“Quando meu filho estava tentando dar ré com o carro, o jovem de 14 anos puxou o gatilho. Foi uma única bala, que entrou pela janela do motorista e acertou meu filho.”

“Tariq morreu alguns minutos depois, afogado em seu próprio sangue por causa de uma mísera pizza, aos 20 anos”, diz o pai.

Infância conturbada

O menor de idade que matou Tariq foi identificado como Tony Hicks. Ele morava com o avô, Ples Felix, a quem considera até hoje como pai.

“(Tony) foi criado como filho de uma menina de 14 anos, minha filha. E sempre foi o tipo de criança que era levada de um lado para o outro, ora estava na casa da minha mãe, ora na casa da avó, e sempre tinha um monte de gente lá. Os primos da minha filha eram todos envolvidos com gangues”, conta Ples.

Quando o primo favorito de Tony foi brutalmente assassinado por uma gangue rival, a família decidiu que o menino, com sete anos na época, deveria sair de Los Angeles e ir morar com o avô em San Diego.

“Ele era um garoto traumatizado, precisando de toda ajuda e apoio que nunca havia tido. E eu realmente não estava em condições de dar toda a ajuda que ele precisava, mas com certeza eu tentei”, diz.

Más companhias

Apesar da dificuldade de se adaptar a San Diego, Tony se esforçava para ser um bom aluno na escola e corresponder às expectativas do avô. Mas, à medida que foi crescendo, as amizades começaram a ter uma influência cada vez mais forte sobre ele.

Até que, no dia do crime, Tony fugiu de casa.

“Tony era um caso clássico de juventude transviada por andar com pessoas que ele pensava que eram seus amigos.”

“(Os colegas) o levaram até um rapaz de 18 anos que ofereceu álcool e drogas a eles. E depois de consumirem álcool e drogas, esse rapaz convidou Tony e outros dois meninos de 14 anos para participarem de um assalto a um entregador de pizza”, revela.

Ples estava assistindo ao telejornal quando viu a notícia do assassinato.

“Um sentimento muito ruim tomou conta de mim naquele momento, porque era a primeira vez que Tony não estava na cama àquela hora da noite. E eu sabia que ele estava pelas ruas em algum lugar.”

Até então, Ples não tinha feito nenhuma conexão entre Tony e a morte de Tariq. Só ficou sabendo do envolvimento do neto quando recebeu um telefonema da polícia avisando que ele tinha sido preso como principal suspeito do crime.

Azim Khamisa também recebeu a notícia da morte do filho pelo telefone.

“Perdi a força em ambas as pernas, desabei no chão, todo encolhido, bati a cabeça na geladeira. Não tenho palavras para descrever o quão insuportavelmente dolorosa essa experiência foi para mim.”

“Foi literalmente como uma bomba nuclear que detonou dentro do meu coração”, descreve Azim.

De quem é a culpa?

Em um discurso emocionado, Tony confessou no tribunal ter matado Tariq. E pediu perdão à família Khamisa. Após se declarar culpado, foi condenado a 25 anos de prisão.

“Essa audiência aconteceu dois anos e meio depois (do crime). Obviamente é fácil ver que meu filho foi vítima de um jovem de 14 anos. Mas eu também vi que o jovem de 14 anos foi vítima da sociedade”, afirma Azim.

“Quer dizer, quem é o inimigo aqui? É o jovem 14 anos ou é a sociedade que força muitos jovens, especialmente jovens com um histórico como o de Tony, que foram negligenciados, a escolher uma vida de gangues, drogas, álcool e armas?”

Com isso em mente, nove meses após a morte do filho, Azim fundou a Tariq Khamisa Foundation, uma organização educacional com a missão de “impedir que crianças matem crianças, quebrando o ciclo da violência juvenil”.

“Decidi honrar a memória do meu filho. Minha família e eu lidamos com essa tragédia muito negativa em nossas vidas de uma forma positiva”, diz ele.

“A Tariq Khamisa Foundation ensina essencialmente os princípios da não violência, responsabilidade, empatia, compaixão e perdão. E o mais importante, a construção da paz”, explica Azim.

O início da amizade

Mas como nasceu a amizade entre Ples e Azim?

“Meu foco na meditação e oração sempre foi conseguir uma chance de me encontrar com a família de Tariq. E soube pelo advogado de Tony que Azim gostaria de se encontrar comigo”, relembra Ples.

“Eu queria manifestar meu apoio, expressar minhas condolências, e foi realmente algo especial.”

Durante o encontro, Azim contou sobre a fundação que tinha criado. E convidou Ples para participar de uma reunião em sua casa, junto com sua família, para discutir a iniciativa.

A recepção foi mais calorosa do que ele podia imaginar dadas as circunstâncias. E foi só o começo.

Ples se tornou membro do conselho da Tariq Khamisa Foundation. E hoje os dois dão palestras para jovens sobre formas de acabar com a violência armada.

“Quando vamos às escolas, somos apresentados como ‘o neto deste homem matou o filho deste homem, e eles estão aqui no espírito de compaixão, perdão e fraternidade’. E isso é algo que as crianças normalmente não vivenciam, porque o que elas basicamente veem em nossa cultura é que a violência gera mais violência”, diz Azim.

Cara a cara com o assassino do filho

Já o encontro de Azim com Tony só viria a acontecer alguns anos depois

“Eu só conheci o Tony cinco anos depois da morte de Tarik, pois não sabia como reagiria. Mas sabia que, para completar minha jornada de perdão, em algum momento teria que ficar cara a cara com ele”, conta Azim.

Os dois conversaram por uma hora e meia.

“Olhei nos olhos dele tentando encontrar um assassino, mas não consegui (encontrar). Não esperava isso.”

A Justiça americana concedeu liberdade condicional a Tony em novembro de 2018, quase 24 anos após o crime. Ele foi solto em abril de 2019.

Parceria além do trabalho

O fato é que a amizade de Azim e Ples vai muito além do trabalho.

“Ples e eu somos solteiros e saímos para jantar com frequência, ambos gostamos de comida apimentada. Por isso, sempre pedimos tabasco para acompanhar nossos pratos”, diz Azim.

Ples complementa: “Azim me ajudou a perceber o equilíbrio dos sabores, o valor de um vinho para complementar uma refeição. Agora tenho um apreço notável por vinho.”

Segundo Azim, a cumplicidade entre os dois é evidente. “Quando estamos juntos numa palestra, em que somos apresentados como ‘o neto deste homem matou o filho deste aqui’, mesmo se não dissermos uma palavra, é possível sentir o amor, o respeito e a confiança que temos um no outro.”

Fonte: R7

 

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16 MILHÕES DE LATINO-AMERICANOS PODEM SER AFETADOS PELA INSEGURANÇA ALIMENTAR

 

Insegurança alimentar pode afetar 16 milhões de latino-americanos

Restrições de movimento e fronteiras fechadas por conta da pandemia afetaram trabalhadores que agora não conseguem sustentar famílias

INTERNACIONAL

Da EFE, com R7

 

Insegurança alimentar vai afetar até 16 milhões de pessoas na América Latina

Até 16 milhões de pessoas na América Latina podem sofrer de insegurança alimentar aguda – o estágio antes da fome – até o final deste ano, quase 12 milhões a mais do que o estimado antes da pandemia do novo coronavírus.

Este cálculo exclui a Venezuela, onde antes da pandemia tinha 9,3 milhões de pessoas com grave insegurança alimentar no país, além de 1,2 milhão de migrantes venezuelanos na Colômbia e Equador, segundo dados divulgados hoje pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA).

A agência, que atua como o maior braço humanitário das Nações Unidas, projeta em um novo estudo que 270 milhões de pessoas no mundo têm acesso difícil e restrito a alimentos básicos.

“Restrições sem precedentes à mobilidade, comércio e atividade econômica (como conseqüência das medidas para conter a pandemia) estão causando uma recessão global e fazendo explodir a fome”, disse o porta-voz do PMA, Tomson Phiri, em Genebra.

A pandemia se tornou um golpe para uma situação alimentar dramática que só piorou por quatro anos.

Avanços que poderiam ter sido feitos em países específicos foram anulados pela covid-19, confirmou Phiri.

Aumento da pobreza no continente

As dificuldades para se alimentar adequadamente vão acompanhar o aumento da pobreza extrema no mundo e na América Latina.

O aumento da insegurança alimentar na América Latina terá como principais causas a perda de renda de milhões de famílias e a queda nas remessas que recebem de parentes que trabalharam no exterior.

O estudo, do qual colaborou a Organização Internacional para as Migrações (OIM), indica que há onze milhões de trabalhadores migrantes na América Latina e no Caribe, e que três em cada quatro vêm de outras partes da região. A maior parte deles são venezuelanos.

A situação dos migrantes é ilustrada pelos seguintes dados: aqueles que comeram apenas uma vez no dia anterior à entrevista para o estudo aumentaram de 12% antes da pandemia para 30% em agosto passado.

Na América Central, os pequenos agricultores que não se recuperaram da seca e do mau tempo para suas lavouras têm muito pouca capacidade de resistência às dificuldades que o coronavírus trouxe para suas vidas.

As restrições ao movimento e o quase desaparecimento do turismo tiveram um forte impacto na Nicarágua, Honduras, Guatemala e El Salvador, onde centenas de milhares de famílias sofreram uma redução nas remessas recebidas.

Dependência de parentes que trabalham no exterior

Dos que participaram do estudo, 78% dos lares com parente que trabalhava em outro país receberam algum dinheiro de fora, e para 40% dessas famílias, essa era a única fonte de renda.

A diminuição das transferências de dinheiro já é uma realidade, mas acredita-se que esta situação se agravará no final de 2020, embora tudo indique que o mais difícil será vivido em 2021, quando as remessas poderão ser reduzidas em 8,1%, segundo cálculos citado no estudo.

 

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BOAS NOTÍCIAS: PARA NÃO SEPARAR A FAMÍLIA, CASAL BRASILEIRO ADOTA CINCO IRMÃOS

A nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira trás uma bela história com final feliz. Um casal do Paraná adotou 5 irmãos que estavam em um abrigo e evitou que a família se separasse. Um ato de solidariedade e compaixão poucas vezes visto. Que Deus abençoe esse casal e sua nova família e lhes dê um futuro pleno e maravilhoso. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Casal brasileiro adota cinco irmãos pra não separar a família

Por redação

Um casal do Paraná adotou 5 irmãos que estavam em um abrigo e evitou que a família se separasse.

A nova mãe disse que foi amor à primeira vista. O coração disparou e ela teve a certeza de que eram os filhos dela.

“As crianças já vieram no meu colo e, assim, começou a nossa história”.

O processo de adoção levou um ano e em outubro, a crianças, com idades de 4, 5, 7, 8 e 9 anos, receberam os novos registros com os nomes dos novos pais.

A história

O casal, de Peabiru, no Paraná – que teve os nomes preservados – entrou com o processo de habilitação para adoção em 2018 e esperou a conclusão do procedimento e inclusão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em 2019, eles retornaram ao Fórum de Peabiru e mudaram o perfil dizendo que aceitavam um grupo de irmãos de até sete anos de idade.

Em julho, veio o telefonema da Vara de Infância da Comarca de Palmital com a notícia: cinco irmãos precisavam de amor e de uma família, mas alguns estavam acima da idade pedida.

20 minutos depois o casal retornou a ligação para o Fórum dizendo um sonoro “sim” e foram conhecer as crianças no dia seguinte.

Vida nova

Depois a visita os pais alugaram uma casa maior, em Palmital, para poder ficar com as crianças no estágio de convivência. E deu tudo certo.

No mês passado saiu a guarda definitiva das crianças e elas receberam os registros com o sobrenome dos novos pais.

“Foi um momento simbólico receber o registro dos cinco. Não vivo mais sem essa gritaria, eles alegram a minha casa. Estamos muito felizes”, comemorou a mãe.

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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REFLEXÃO: SE A FAMÍLIA NÃO VIER EM PRIMEIRO LUGAR NENHUM SUCESSO NO MUNDO VALE A PENA

Começamos a semana com uma super REFLEXÃO para fazer sobre, em que lugar está a sua família? Em primeiro? Se não, você precisa ler o texto espetacular a seguir para entender o que está fazendo com a sua vida quando não coloca a família em primeiro lugar. Porque de nada adianta todo o sucesso do mundo sem felicidade e a felicidade não se encontra na rua, mas dentro do seu próprio lar. Então, leia agora mesmo o texto completo a seguir aprenda uma grande lição!

Família... - Renascer aos 40

A família em primeiro lugar

O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja, escreveu em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte:

Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu.

O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele.

Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. “Bobagem minha”, pensei. Homens não choram, especialmente na frente dos outros.

Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se lembrado dos impostos pagos no dia.

“Minha filha vai se casar amanhã”, disse sem jeito, “e só agora a ficha caiu. Percebo que mal a conheci.

Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à família.”

Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim.

Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição tão aceita por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e trabalho. Será que dá?

O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho.

Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.

Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento.

Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo.

A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro lugar.

Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social.

Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena:

“Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar.”

Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia?

De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar durante a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?

* * *

O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de dilatar os laços da estima.

Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.

Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos ser o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro benevolente.

Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de nossas relações com toda a Humanidade.

Redação do Momento Espírita, baseado no artigo de Stephen Kanitz, revista Veja, seção Ponto de vista, de 20 de fevereiro de 2002 e no cap. 19 do livro Conduta espírita, do Espírito André Luiz, psicografia de Waldo Vieira, ed. Feb.

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SOBRINHA DE DONALD TRUMP ABRE PROCESSO CONTRA O PRESIDENTE EM UMA DISPUTA POR HERANÇA

Sobrinha de Donald Trump processa presidente e família por fraude

Mary Trump acusou o presidente e os outros réus de agir para ‘enxotá-la’ enquanto manobravam para assumir o controle do espólio de seu avô, Fred

INTERNACIONAL

por 

Reuters – Internacional

A sobrinha de Trump abriu um processo contra o tio em uma disputa por herança

Mary Trump, sobrinha de Donald Trump, abriu um processo contra o presidente dos Estados Unidos nesta quinta-feira (24), acusando-o e a outros familiares de privá-la de dezenas de milhões de dólares de uma herança.

A queixa registrada em um tribunal estadual de Nova York em Manhattan contra Donald Trump, sua irmã, Maryanne Trump Barry, e o espólio de seu irmão, Robert Trump, que morreu em agosto, acusa-os de “fraude desmedida” e de conspiração.

Jay Sekulow, um advogado de Trump, não respondeu de imediato a um pedido de comentário. Um advogado que representou Robert Trump não respondeu de imediato a um pedido semelhante. Não foi possível contatar Trump Barry para obter comentários.

A queixa retoma algumas alegações que Mary Trump fez em seu livro de memórias recente, “Too Much and Never Enough: How My Family Created the World’s Most Dangerous Man” (Demais e nunca suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo, em tradução livre).

Mary Trump acusou o presidente e os outros réus de agir para “enxotá-la” enquanto manobravam para assumir o controle do espólio de seu avô, Fred Trump, o pai de Donald Trump, que morreu em 1999.

“A fraude não era só um negócio de família, era um modo de vida”, disse a queixa.

Em um comunicado fornecido por seu advogado, Mary Trump disse que os réus “me traíram trabalhando juntos em segredo para me roubar, contando mentira atrás de mentira sobre o valor do que eu havia herdado e me ludibriando para entregar tudo por uma fração de seu valor verdadeiro”.

Fonte: R7

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PALÁCIO SERÁ DEVOLVIDO PELA FAMÍLIA DO DITADOR FRANCO

 

Família do ditador Franco é condenada a devolver palácio

Justiça considerou que houve fraude na doação do imóvel, usado como casa de veraneio, para o ditador espanhol, em 1941

INTERNACIONAL

Da EFE

O Pazo de Meirás, em Sada, vai ser devolvido ao Estado Espanhol

A Justiça da Espanha condenou nesta quarta-feira (2) a família do falecido ditador Francisco Franco a devolver o Pazo de Meirás, palácio que fica em Sada, na região de La Coruña, na Galícia, e servia como residência de veraneio de sua família, declarando-o propriedade do Estado.

A sentença, que pode receber apelação, conclui que o imóvel foi um presente dado ao chefe de Estado espanhol como tal, e não a Franco a título pessoal.

A juíza Marta Canales decidiu que a venda do imóvel, registrada em 24 de maio de 1941, ao então ditador, foi uma “simulação”, o que “determina a nulidade do mesmo”.

Briga com a família Franco

O Pazo de Meirás foi nomeado Bem de Interesse Cultural em 2008, uma distinção que obrigou a família a mantê-lo aberto ao público pelo menos quatro dias por mês, mas as férias dos parentes de Franco dificultavam os horários de visita, o que obrigou o governo regional da Galícia, onde fica o palácio, a abrir um processo de sanção contra eles em 2017.

A estratégia legal do Escritório de Advocacia do Estado concentrou-se em provar a irregularidade da suposta compra do imóvel por Francisco Franco. Já os herdeiros alegam ter sido proprietários do imóvel “até hoje”, de “boa fé” e “com título de propriedade”, sem que tivessem sido feitos investimentos a partir do orçamento público.

Esta irregularidade estaria relacionada aos documentos de compra em 1941, considerados autênticos pela família. Entretanto, o imóvel havia sido vendido anteriormente, em 1938, pelos herdeiros da escritora galega Emilia Pardo Bazána a uma organização franquista (a Junta Pro Pazo del Caudillo) que procurava obter o edifício como residência de veraneio para o ditador. A justiça espanhola entendeu que, na transação ocorrida três anos depois, Franco não pagou nada por ele.

 

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AUTOCONHECIMENTO: O QUE BUDA NOS DIZ SOBRE FAMÍLIA E DESAPEGO?

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira vamos assistir a uma mini-palestra da Monja Coen sobre família e desapego na visão budista. É muito importante esse tema já que somos regido desde que nascemos pelo Ego e o apego a matéria. Assista a palestra e encontre as suas respostas! 

Fonte:

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