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APESAR DE TER VIVIDO UMA VIDA EXTRAORDINÁRIA, PRÍNCIPE PHILIP TEVE UMA INFÂNCIA TRÁGICA E ASSUSTADORA

Conheça as histórias da infância trágica do Príncipe Philip

Duque de Edinburgo foi abandonado pelos pais quando criança e sua irmã mais velha morreu em acidente com toda a família

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo, do R7*

Príncipe Philip conheceu a Rainha Elizabeth II em uma universidade nos Estados UnidosPríncipe Philip conheceu a Rainha Elizabeth II em uma universidade nos Estados UnidosAFP / ARQUIVO – 25.11.1947

Apesar de ter vivido uma “vida extraordinária”, nas palavras do primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson, o Príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth 2ª, que morreu nesta sexta-feira (9) aos 99 anos, teve uma infância trágica e assustadora em alguns momentos.

Philip nasceu em Mon Repos, uma vila na ilha de Corfu, na Grécia, em 10 de junho de 1921. Primeiro filho homem da princesa Alice de Battenberg e do príncipe André da Grécia e Dinamarca, ele foi consagrado o sexto na linha de sucessão do trono grego.

Como membro da realeza, era de se esperar que seus primeiros anos fossem um mar de rosas — no entanto, a família foi apanhada no tumulto que tomou conta da Europa na primeira metade do século 20.

Seu pai estava servindo no exército quando a Turquia invadiu a Grécia em 1922 e, após desobedecer às ordens durante uma batalha, foi acusado de traição e exilado. Ele fugiu para Paris de barco, com Philip ainda pequeno carregado a bordo em uma caixa de laranja, e foi lá que a família gradualmente se desfez.

Sua mãe, por sua vez, sofria de uma forma de psicose e, em 1931, foi internada à força em um sanatório psiquiátrico na Suíça após sofrer um colapso nervoso. Desiludido, seu pai mudou-se para o sul da França para ficar com a amante. Do verão de 1932 até a primavera de 1937, o Duque de Edinburgo não viu nem recebeu nenhuma palavra de sua mãe, nem mesmo um cartão de aniversário. Mais tarde, ela se tornaria freira.

“Foi simplesmente o que aconteceu”, afirmou Philip em entrevista ao jornal britânico The Daily Telegraph em maio de 2017. “A família se separou. Minha mãe estava doente, minhas irmãs eram casadas, meu pai estava no sul da França. Eu apenas tinha que seguir em frente.” Anos mais tarde, quando um entrevistador lhe perguntou qual idioma ele falava em casa, ele respondeu: “O que você quer dizer com ‘em casa?”

Para a sorte do duque, o irmão mais velho de sua mãe, Georgie, interveio para cuidar dele por um período de sete anos, até sua morte. Na sequência, ele foi acolhido por outro tio, o Lord Louis Mountbaten, que o mandou para o difícil internato de Gordonstoun na orla do Mar do Norte, na Escócia — a mesma escola para a qual ele enviaria mais tarde o príncipe Charles.

Foi enquanto ele estava lá que sua irmã favorita Cecilie morreu, na Bélgica, em um acidente de avião acompanhada do marido George e dos dois filhos pequenos. Ela estava grávida de seu terceiro filho. A árdua tarefa de contar a Philip coube a seu diretor, Kurt Hahn. Segundo Hahn, Philip não desabou e “sua tristeza foi a de um homem.”

Um ano depois, o duque deixou a escola e passou a estudar no Royal Naval College, em Dartmouth, nos Estados Unidos, a conselho de seu guardião Lord Mountbatten. Foi lá que ele conheceu a jovem princesa Elizabeth, na época com 13 anos, com quem teve quatro filhos, oito netos e dez bisnetos. O casal permaneceu junto por 70 anos.

Fonte: R7

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DOCUMENTÁRIO MOSTRA A HISTÓRIA DE TRÊS ENFERMEIRAS ARGENTINAS QUE PARTICIPARAM DA GUERRA DAS MALVINAS

A história oculta das enfermeiras argentinas na Guerra das Malvinas

Documentário conta a participação de três mulheres da Força Aérea no conflito contra o Reino Unido em 1982

INTERNACIONAL

 Da EFE

Guerra das Malvinas

EFE/ EN EL CAMINO PRODUCCIONES

A história da Guerra das Malvinas é geralmente ilustrada na Argentina com jovens soldados homens que viveram horrores em um território frio e foram derrotados pelo Reino Unido, mas, 39 anos depois, um documentário mostra um lado pouco conhecido: o de três enfermeiras que participaram da guerra.

“Estavam condenadas ao esquecimento, provavelmente porque eram mulheres, mas também porque eram enfermeiras, porque testemunharam o pior da guerra (…). O que elas tinham que contar era algo que não se queria contar”, disse à Agência Efe o diretor do documentário “Nosotras también estuvimos” (“Nós também estivemos”, em tradução livre), o argentino Federico Strifezzo.

Ele aponta o fato de que a ditadura argentina (1976-1983) tentou silenciar a realidade da guerra de 1982 pela disputa das ilhas Malvinas (ou Falklands, como são chamadas pelo Reino Unido), de modo que o silêncio forçado de um total de 14 enfermeiras que participaram encobriu as feridas dos combatentes, dos jovens soldados desnutridos, dos corpos congelados e dos maus tratos.

“Nosotras tambien estuvimos” se concentra em três dessas enfermeiras, da Força Aérea Argentina, que permaneceram na cidade de Comodoro Rivadavia, no sul da Argentina, e que esperaram lá pela chegada dos feridos nos combates nas ilhas.

No filme, Alicia Reynoso, Stella Morales e Ana Masitto retornam juntas pela primeira vez aos lugares onde ficavam seus acampamentos e que hoje são campos ou cavernas vazios.

Elas falam, choram e largam um fardo muito pesado, à sombra dos veteranos comumente reconhecidos pela sociedade.

“Elas ficaram em silêncio por 30 e poucos anos. Uma delas, Ana, disse que passou mais de dez anos sem dizer a seu marido (…) que esteve na Guerra das Malvinas. Alicia não permitiu que seus filhos ligassem a TV no dia 2 de abril. Era uma história que estava realmente enterrada em seus corações”, contou Strifezzo.

Diretor as encontrou a partir de foto

O diretor soube da história delas por meio de uma foto das três durante a guerra, algo que despertou sua curiosidade. Então ele viu capas de revistas da época em que foram entrevistadas durante a guerra, e uma das publicações era intitulada: “No meio da guerra, com coragem e perfume de mulher”.

No filme, elas lembram suas declarações otimistas sobre a guerra e os avisos de seus superiores.

Segundo Strifezzo, uma das reportagens da época afirmava que algumas das mulheres eram voluntárias, “uma das grandes mentiras” da ditadura, já que na realidade as 14 mulheres eram profissionais da Força Aérea.

O documentário estreou no Festival de Cinema de Trieste. Na última quarta-feira, dois dias antes do 39º aniversário do início da Guerra das Malvinas, foi exibido em Comodoro Rivadavia.

Reconhecimento oficial parcial

Hoje, essas três enfermeiras e suas colegas foram reconhecidas pelo Congresso Nacional, mas “continuam sendo negadas como veteranas, porque não foram para as ilhas”, segundo Strifezzo, que ressaltou que mesmo assim elas “cumpriram um papel que tinha muito valor”, paralelo aos que estavam no campo de batalha, onde morreram 649 argentinos, 255 britânicos e três moradoras das ilhas.

Numa época em que havia pouquíssimas mulheres nas forças armadas, as histórias de vida de Alicia, Stella e Ana trazem “outra visão da guerra”.

“Acho que o documentário fala da guerra de um ponto de vista mais próximo, mais humano, mais emocional. Talvez possa ser uma contribuição ao que existe hoje em relação à Guerra das Malvinas”, explicou.

Fonte: R7
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OPINIÃO: APÓS ASSASSINATO DE PM NÃO VIMOS A ESQUERDA NEM A MAIORIA DA IMPRENSA ESBOÇAR O MÍNIMO PESAR PELA TRAGÉDIA, APENAS TIRANETES SE FAZENDO DE VÍTIMAS E EXIGINDO RESPEITO

Esquerda: Histórias de amor e ódio à Polícia

Imagem em destaque

Após o assassinato do PM Wesley Góes, não vimos a esquerda e nem a maioria da imprensa esboçar o mínimo pesar por esta tragédia. Ao contrário! Além de o chamarem de terrorista, no dia seguinte – seguindo o ritual marxista – surgem tiranetes se fazendo de vítima e exigindo respeito.

Afinal, a esquerda odeia ou ama a polícia – quando a usa como instrumento de opressão?

Para entender melhor, é preciso conhecer um pouco do pensamento de Marx.

Em linhas gerais, Marx afirmava que a polícia era um “aparelho de Estado” cujo objetivo seria agir repressivamente em nome da classe dominante para manter subjugada a outra classe. Outra hora falo porquê a ideia das “duas classes conflitantes” não funciona.

Suas primeiras críticas à polícia são de 1843, em A Questão Judaica, quando critica duramente a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, pós-Revolução Francesa – como se esta tivesse “traído” a revolução:

“A segurança é o conceito social supremo da sociedade burguesa, o conceito da polícia, no sentido de que o conjunto da sociedade só existe para garantir a cada um de seus membros a conservação de sua pessoa, de seus direitos e de sua propriedade. Através do conceito da segurança, a sociedade burguesa não se eleva acima do seu egoísmo. A segurança é, antes, a asseguração do seu egoísmo.”

Para Marx, os Estados investirem em segurança pública é assegurar o egoísmo da classe dominante. E, dois anos depois, em A Ideologia Alemã, ele avança em sua interpretação:

“Os burgueses pagam bem o seu Estado e fazem com que a nação inteira também o faça para que eles, os burgueses, possam pagar mal; eles asseguram para si, mediante bom pagamento aos serviçais do Estado, uma força protetora, uma polícia; para que possam descontar dos seus trabalhadores (como desconto do salário), sem correr riscos.”

Marx acredita que a polícia existe para garantir o poder da classe dominante, numa deturpação grosseira, pois chega a confundir polícia e exército. Ora, e os crimes de estupro, roubo, assassinato e tantos outros? A sociedade não precisa de polícia para lhe fazer justiça?

Na verdade, a Civilização Cristã Ocidental delimitou o sentido de justiça e segurança pública para que as pessoas não vivessem mais sob a lei do mais forte, a qual Marx não se opõe (e aí atraiu o interesse de anarquistas, que são mil vezes mais violentos que os marxistas).

Em Teorias da mais-valia (citado no “Dicionário do pensamento marxista”), Marx disse que “o crime suaviza a monotonia da existência burguesa e fornece enredos para a grande literatura”.

É que Marx e Engels acreditavam que o crime era uma consequência natural do Capitalismo.

Para eles, uma vez implantado o comunismo, não existiriam mais crimes!

É daí que vem a ideia de que o bandido é uma vítima da sociedade capitalista.

Marx cita, para dar crédito à tese do fim da criminalidade sob o comunismo, a Comuna de Paris.

A Comuna de Paris foi a tentativa de uma parte da população parisiense, cerca de 90 mil pessoas, de viver o comunismo num espaço físico delimitado, dentro de Paris, cuja população era de cerca de 1,8 milhão de pessoas. Durou apenas dois meses.

A pergunta é, você pode confiar no testemunho de militantes? Foram os membros da chamada Primeira Internacional ou Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) ligados a Marx e Engels que lideraram a Comuna e seguiam as premissas de Marx. Se fosse bom, por que durou apenas dois meses?

Ah! Marx “justificou”: os comunards foram bonzinhos demais! Ou seja, eles não mataram o suficiente! Não seguiram a tese da Revolução Permanente (citado em A Questão Judaica, p.42).

Mas Lenin não decepcionou Marx.

Curiosamente, ao tomar o poder na URSS, a primeira coisa que Lenin faz é criar uma Polícia Política, altamente repressiva e assassina: a Cheka (se pronuncia, tchecá) destinada a instalar “o terror organizado”, nas palavras do seu chefe Felix Dzerzhinsky, que recrutou… bandidos.

Ou seja: para os marxistas, a polícia só é boa quando utilizada para seus objetivos totalitários.

Entendeu agora porque eles não choram a morte de um trabalhador ou de um Policial Militar, mas de um bandido, “vítima da sociedade”?

Para encerrar, trago o vídeo definitivo, postado por @DallasginR que prova que o último tiro do PM Wesley foi para cima!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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REFLEXÃO: UMA CURTA HISTÓRIA PARA VOCÊ REFLETIR COMO VÊ O MUNDO!

Nesta sexta-feira temos mais um conto da Camila Zen, aqui na coluna REFLEXÃO. Quem é você nesse conto? Um conto sobre o que pensamos do mundo e das pessoas, e sobre como isso reflete em nós. ✨“Eu vou começar com a pessoa no espelho. Vou pedir pra mudar o seu jeito. E nenhuma mensagem poderia ser mais clara; se você quer fazer do mundo um lugar melhor; dê uma olhada em si mesmo e comece a mudança.” – Michael Jackson.✨ Então, quem é você nesse conto? Eu espero que essa história possa te inspirar e inspirar as pessoas que você ama. Amor e luz, namastê.

Fonte:

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CRÔNICAS: TALVEZ UMA HISTÓRIA DE AMOR

Hoje é quarta-feira e quarta-feira é dia de CRÔNICAS com a criativa e talentosa Ana Madalena, que vem de “Talvez uma história de amor”. Essa crônica relata sobre um relacionamento que poderia ter sido uma linda história de amor, mas, numa determinada altura, foi interrompido por muitos anos e depois teve uma nova oportunidade de vir, finalmente, a se materializar. Convido você a ler essa emocionante história nas palavras dessa talentosa autora!

Constelação Sistêmica Familiar - Movimento interrompido | Villa do Bem

“Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço 
Que a tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada”.
      Metade, Oswaldo Montenegro 

Talvez uma história de amor

Viu o bilhete. Ele sempre fora muito enigmático; tinha a mania de florear uma simples frase, para não falar daquele vicio de fazer aspas com os dedos das mãos. Releu pela última vez e depois o rasgou em mil pedacinhos.
Olhou o armário vazio. Ele tinha levado até o botão da camisa que ela tinha posto no cantinho da gaveta. Não ficaria temperando tristeza, era radical no amor; ou tudo ou nada!  Deu um suspiro, desses que  prometem uma virada emocional. Olhou ao redor e viu o vinho caro que ele comprara para impressionar. Deve ter retirado da adega mas esquecera de levar. Pegou uma taça e se serviu, enquanto decantava seus sentimentos. E quanto mais bebia, mais a coragem líquida fazia efeito. Ligou para o escritório e disse que tiraria uns dias de férias. De repente sentiu saudades de sua infância.
Estacionou o carro em frente à pousada de D. Celeste. Da calçada já dava para sentir o aroma do café. Ainda era cedo, mas alguns hóspedes já estavam no salão, onde ficavam as mesas com toalhas floridas. Uma mocinha, ainda sonolenta, anotava os pedidos: ovo caipira, pão assado, queijo derretido e suco. O café e o leite, assim como as frutas, estavam numa mesa, perto da porta.
D. Celeste apareceu para dar bom dia.  Estava sempre arrumada; os vestidos com golinhas de renda lhe conferiam uma sofisticação em meio a tanta simplicidade. Os cabelos, todos branquinhos, presos num coque, de longe pareciam algodão. Tomaram café juntas, enquanto colocavam as novidades em dia. Patrícia segurou as mãos de D. Celeste, que foi a melhor amiga da sua mãe. Tentou
resgatar um tempo feliz, quando a vida passava lentamente. Observou as duas grossas alianças na mão esquerda envelhecida e lembrou de Sr. Manoel.  Todos estavam partindo…
Outros chegando, pensou, quando viu estacionar um ônibus de excursão. Não lembrava que era o fim de semana da festa da padroeira.
 -Todos os meus filhos estão vindo, inclusive Rafael. Vamos para a fazenda; no domingo faremos um churrasco dançante; contratei o compadre da sanfona, lembra dele? Perguntou D. Celeste.
Claro que lembrava, mas seu pensamento estava em Rafael. Foram namorados de adolescência, quando ainda moravam naquela cidadezinha. Tanta coisa mudou desde então…
Escolheu uns jeans escuros, uma camiseta branca e fez uma maquiagem leve. Prendeu o cabelo, pois estava muito quente, embora aquela época do ano costumasse esfriar à noite. Pegou uma pashmina, por precaução. Olhou-se no espelho e gostou do que viu. A possibilidade de rever Rafael era revigorante.  Pegou o carro e seguiu pela estradinha de barro, que tão bem conhecia. Dali a pouco vislumbrou a fazenda, um casarão branco, de portas e janelas azuis.
Rafael estava na entrada, recebendo os convidados. Ela tentou respirar, mas parecia que tinha gasto a cota de oxigênio da semana. A última vez que se viram foi quando ele lhe disse que passaria uns três anos em Boston, mas que voltaria para ela. Esses três anos viraram oito. Na época não pensou em seguir com ele, embora ele tivesse proposto. Ela estava começando uma carreira, não jogaria tudo para o alto. E cada um seguiu sua vida.
Ele abriu um enorme sorriso! E disse que estava definitivamente de volta. Patrícia fingiu que a informação fosse aleatória e respondeu qualquer coisa, com o coração aos pulos.  A presença dele ainda mexia muito com ela… Sua cabeça estava pensando mil coisas; havia um hiato de tempo entre eles, muita coisa tinha acontecido desde que ele partiu, além deles estarem amadurecidos, serem praticamente outras pessoas, com visões de vida diferentes…
 -Vamos dançar?
Ela aceitou de imediato. E nos braços de Rafael, resolveu que seria menos razão, que se deixaria levar. Quem sabe o destino não estaria lhe devolvendo sua história de amor…
Ana Madalena
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SECRETARIA DE SAÚDE E SERVIÇOS HUMANOS DOS EUA SERÁ COMANDADA POR XAVIER BECERRA, 1º LATINO NA HISTÓRIA A OCUPAR O POSTO

Senado aprova nome, e EUA terão 1º latino secretário de Saúde

Procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, foi aceito para ocupar cargo com a vantagem de apenas um voto

INTERNACIONAL

Da EFE

Xavier Becerra será o novo secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA

EFE/ MICHAEL REYNOLDS – ARQUIVO

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira (18) como secretário de Saúde e Serviços Humanos o atual procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, que se torna assim o primeiro latino a ocupar o posto na história.

Ao todo, Becerra, de origem mexicana, recebeu o voto favorável de 50 senadores, enquanto 49 se manifestaram contrariamente.

O único entre os integrantes da casa que são do Partido Republicado que se posicionou favoravelmente à indicação foi a moderada Susan Mollins, representante do estado do Maine.

O processo da confirmação do secretário de Saúde e Serviços Humanos acabou se tornando uma batalha partidária, já que os democratas defenderam sem reservas a indicação, remontando à defensa da reforma sanitária do governo de Barack Obama.

O principal argumento dos republicados é que Becerra não tem experiência suficiente para ocupar o cargo.

O novo secretário terá a responsabilidade de liderar a resposta do governo de Joe Biden contra o novo coronavírus. Além disso, de dar atendimento ao crescente número de menores migrantes que chegaram nos EUA através da fronteira com o México.

Becerra tem mais de 25 anos de experiência legislativa e foi um dos parlamentares que ajudou na aprovação da reforma sanitária do último governo democrata antes de Biden, o chamado “ObamaCare”.

Fonte: R7
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CRÔNICAS: O SEGREDO, POR ANA MADALENA

A nossa coluna CRÔNICAS continua bombando com as incríveis e originais histórias da nossa colaboradora Ana Madalena, que faz qualquer um prender a respiração ao ler os seus criativos e intrigantes contos bem contados. Então, lhe convido a ler O Segredo, a mais nova crônica dessa talentosa escritora!

Sonhar com bebê, o que significa ? | Significado dos Sonhos
“Ando por aí, querendo te encontrar, em cada esquina paro em cada olhar; deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar …
Palavras apenas, palavras pequenas, palavras…”
       Palavras ao vento, Cássia Eller

O segredo

Da minha janela posso ver todo o movimento. Houve dias que contei até os pássaros que voaram por aqui. Nem sei dizer como essa mania começou, acho que foi quando anotava a hora que o poste acendia e apagava. Hoje não vivo sem fazer uma contagem do meu entorno; sei cada mínimo detalhe. E antes que pergunte se não tenho mais o que fazer, adianto que não tenho um trabalho formal. Eu vivo de rendas, resultado de anos de esforço dos meus pais, que faleceram muito jovens, mas deixaram um patrimônio considerável. Eu até evito comentar sobre isso; as pessoas acham que tenho a melhor vida do mundo, como se dinheiro fosse tudo… Quem não vê minhas lutas sempre achará que é fácil.
Moro num bairro arborizado e minha rua é como um condomínio fechado. Temos uma guarita, com segurança 24 horas, sete casas, todas sem muros. A minha, fica na parte mais alta e é de três andares. O último, onde fica a biblioteca dos meus pais, hoje é meu “observatório” e por conseguinte, onde passo a maior parte dos meus dias. Consigo ver muita coisa daqui, mas também ouço bastante. Talvez porque esteja a favor do vento e, como diz Cecília Meireles, “ao redor de nós as palavras voam e às vezes pousam”. Acredito que a minha casa seja o lugar favorito para elas pousarem!
Na Casa Amarela com “bay window”, uma das mais bonitas daqui, mora um casal sem filhos. Eles são a única exceção. No geral a criançada se multiplica por aqui. Não existe metro quadrado mais fértil! Confesso que ter filhos não está nos meus planos; é muito trabalhoso e ainda não encontrei alguém que queira dividir essa tarefa. Eu sei disso porque vejo como é na Casa Branca, a que tem uma rede na varanda. Lá vivem dois pestinhas que brigam o tempo todo. A pobre da mãe não tem descanso. Único momento de paz é quando, à noite, deita por uns vinte minutos e se balança lentamente. Acho que ela fica rezando, pois vejo fazer o sinal da cruz.
O Sobrado das icsórias vermelhas é uma loucura! Tem quatro crianças, de todas as idades. Vivem na bicicleta, para lá e para cá. Por sorte foram passar as férias com os avós, como a maioria das crianças dessa rua. Acho que os pais terminaram o ano exauridos com as aulas remotas. O mês de janeiro foi uma tranquilidade, o maior silêncio. E talvez por isso ..
Era bem cedo. O sol nem tinha nascido. Do outro lado da rua vi um rapaz conversando com o segurança do turno da manhã, o que vem render o vigia. Eles apontavam para nossas casas e eu fiquei muito desconfiada. Redobrei minha vigilância. Desde aquele dia o rapaz sempre vinha na mesma hora. Foi numa dessas manhãs que ouvi ele dizendo que a criança estava prestes a nascer. Que criança? Será que era um código?
A luz do poste apagou por volta das três da madrugada, quando ouvi barulho de vidro quebrado. Rapidamente, olhei pela janela e vi um vulto correndo. Nessa hora, um homem entrou na nossa rua carregando um cesto, que deixou embaixo de uma das janelas da Casa Amarela. Ouvi também quando ele bateu no vidro algumas vezes, só parando quando as luzes da casa acenderam e um bebê começou a chorar. O casal abriu a porta e o homem, que estava escondido, só saiu depois de ver que a criança tinha sido retirada do cestinho. Ato contínuo, ele falou com o vigia e saiu correndo, mas antes de dobrar a esquina, reconheci que era o segurança do turno do dia.
A movimentação do casal naquele dia foi intensa. Um dos quartos, antes vazio, agora tem cortinas brancas de voil e bercinho com detalhes cor de rosa. A alegria é tanta que ninguém questiona como aquela garotinha chegou ali. Certas coisas melhor mesmo não saber… Ainda bem que a alegria é contagiante!
Ana Madalena
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ARTIGOS: A IMPORTÂNCIA DA ESCRITA PARA A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, POR WAGNER BRAGA

O ARTIGO a seguir escrevi, há quase 17 anos, quando completei 40 anos e tive um insight sobre tudo que se perdeu em termos de pensamentos e ideias fabulosas que devem ter se perdido ao longo da trajetória da humanidade, pelo fato de não terem sido registradas através da escrita. Algo que, talvez, poucas pessoas pensaram. Por isso intitulei esse texto A IMPORTÂNCIA DA ESCRITA e lhe convida agora aler, refletir e fazer o seu juízo de valor sobre o assunto.

A importância da invasão da escrita

A IMPORTÂNCIA DA ESCRITA

Resolvi implementar uma mudança radical na minha vida, em vários aspectos como o profissional, o espiritual, o familiar e o social. Isto começou a algum tempo e veio amadurecendo, até que , agora, aos 40 anos determinei acelerar o rítmo dessa mudança e tomei algumas atitudes como: deixar a barba crescer, investir em mim, utilizando toda a experiência e conhecimento adquiridos ao longo do tempo, mais a volta ao estudo acadêmico e colocar tudo isso a serviço da sociedade, claro, sem esquecer o lado econômico e financeiro que é condição sine qua non para a nossa sobrevivência. A volta aos estudos acadêmicos é muito importante, por ser algo que eu nunca deveria ter parado, pois o conhecimento é tudo na vida.

Descobri aos 40 anos a coisa que talvez tenha sido a mais revolucionária de todas. Verifiquei que mais de 95% de tudo que pensamos não comentamos com outras pessoas, ou seja, a maioria dos nossos pensamentos se perdem no tempo e no espaço. Dos 5% que comentamos, talvez, apenas 5% nós registramos de alguma forma. Daí cheguei à conclusão que é provável, que as ideias mais brilhantes já pensadas pelo homem não são as que hoje estão materializadas em monumentos, edifícios, pontes, viadutos, túneis, catedrais e tantas outras obras maravilhosas, tidas como extraordinárias criações da mente e engenharia humanas. As ideais mais brilhantes foram àquelas que se perderam nos pensamentos de, sabe Deus, quantas mentes maravilhosas, ao longo da história das civilizações e que nem sequer chegaram a ser escritas ou registradas de alguma forma. Que se tivessem sido escritas, sabe-se lá a quantos anos luz a humanidade estaria em conhecimento, modernidade e desenvolvimento científico, tecnológico, psicológico e espiritual. É possível que há muito já tivéssemos descoberto outro planeta para povoar. Quem sabe em que nível de evolução não estaria a mente humana? Talvez já estivéssemos na era do tele transporte. Talvez o homem já tivesse descoberto tantos mistérios que cercam o interior e o funcionamento desta máquina fantástica que é o cérebro. Já que estamos aqui numa caminhada que tem como objetivo final (e que muita gente não sabe) o domínio completo desta fantástica máquina.

Vale registrar ainda, que ao longo da breve história do mundo civilizado, está bem-dita evolução do conhecimento e desenvolvimento humanos, sofreu vários percalços e contratempos que atrasaram ainda mais o cumprimento deste objetivo. Não podemos esquecer que a Santa Madre Igreja, na ancia de eliminar os ímpios e efetivar a hegemonia dos dogmas cristãos pelo mundo a fora, fez de tudo que pôde para impedir que este conhecimento continuasse a se expandir. Usou do pseudo poder divino da Santa Inquisição e queimou bibliotecas inteiras, perseguiu e queimou nas fogueiras os chamados hereges que na realidade eram pessoas de mentes brilhantes, cujo filho mais ilustre desta perseguição, Galileu Galilei, foi forçado a abjurar a teoria heliocêntrica do universo.

E ainda, se levarmos em consideração, que a pelo menos 4000 anos A/C, a civilização Suméria, que viveu nas margens dos rios Tigre e Eufrates, nas cercanias de Bagdá, e onde hoje estão sendo feitas escavações que, até o momento, já descobriu que, naquela ocasião, os Sumérios já tinham conhecimento que a terra era redonda e girava em torno do sol. Que o Sistema solar era composto de 10 planetas e que um deles, o mais distante, desintegrou-se, provavelmente por ter sido atingido por um cometa. Que descreveram o tamanho de cada planeta e a distância exata entre cada um. É possível verificar que estamos com pelo menos 5500 anos de atraso na nossa evolução.

Portanto a descoberta revolucionária a que cheguei é que, ao contrário do que pensava sobre as pessoas românticas e sensíveis que gostam de cultivar um diário de bolso, anotando tudo que lhe acontece diariamente e eu os rotulava de “tolos”, hoje, penso que o pouco que caminhamos nesta evolução e ao encontro deste objetivo, devemos tudo a estes “tolos” que anotaram tudo nos seus diários. Como é o caso do filósofo Platão que anotou tudo que o mestre Sócrates falou. Sócrates por sua vez não escreveu uma só linha do seu legado, mas ele não foi de todo um “tolo”, pois ao contrário da maior parte da humanidade, ele expressou através da dialética a maioria das coisas que pensou e só por isso mereceu um lugar especial na história, além de detonar um processo de desenvolvimento do pensamento humano que nos possibilitou em grande parte tudo que temos e que somos hoje.

Portanto, se faz necessário que registremos tudo ou pelo menos o que for possível do nosso pensamento para que possamos contribuir com o objetivo final e tirarmos esse atraso de mais de 5500 anos, que só de lembrar bate um sentimento de revolta e tristeza ao mesmo tempo. Só de pensar que poderíamos estar vivenciando um novo mundo, sem guerras, sem miséria, sem doenças infectocontagiosas, sem a AIDS, sem as gritantes desigualdades de classes sociais, vivenciando a verdadeira e sonhada globalização e quem sabe até fazendo cruzeiros intergalácticos.

Portanto, amigos escrevam, escrevam tudo que lhe vier à mente, pois no meio das bobagens surgirão as grandes ideias que ajudarão a mudar o mundo.

Natal, 28 de Julho de 2004.

Wagner Braga.

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FILOSOFIA: A FILOSOFIA NO PENSAMENTO E PELA ÓTICA DOS MAIORES FILÓSOFOS DE TODOS OS TEMPOS

Nesta segunda-feira, aqui na coluna FILOSOFIA você vai aprender mais sobre FILOSOFIA. O texto a seguir trata do conceito de Filosofia segundo a visão e o pensamento dos mais diversos grandes filósofos ao longo da história da humanidade. Então pode ser considerado um compêndio da filosofia universal em que você passará a entender profundamente sobre filosofia. Então, não perca essa excelente oportunidade e leia o texto completo a seguir! 

Filosofia

O pensador, de Rodin: história, análise e curiosidades - Cultura Genial

A filosofia foca questões da existência humana, mas diferentemente da religião não é baseada na revelação divina ou fé, e sim na razão.

Desta forma, a filosofia pode ser definida como a análise racional do significado da existência humana, individual e coletivamente com base na compreensão do ser.

E apesar de ter algumas semelhanças com a ciência muitas das perguntas da filosofia não podem ser respondidas pelo empirismo experiencial.

Aristóteles, Pitágoras, Platão, Sócrates, Descartes, Locke, Kant, Freud e muitos outros fizeram suas teorias baseadas nas diversas disciplinas da filosofia – logica, metafisica, ética, filosofia política e estética, entre outras.

Nos dias de hoje a palavra filosofia é muitas vezes usada para descrever um conjunto de ideias ou atitudes, como exemplo: filosofia da vida, filosofia política, filosofia da educação, etc.

A filosofia surgiu na Grécia antiga por volta do século VI a.C. Naquela época a Grécia era o centro cultural importante e recebia influencias de várias partes do mundo.

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Grécia Antiga centro cultural – Imagem da Internet

Assim, o pensamento crítico a partir daquele momento começou a florescer e muitos indivíduos começaram procurar respostas fora da mitologia grega. Essa atitude de reflexão que busca o conhecimento significou o nascimento da filosofia.

Antes de surgir o termo filosofia Heródoto já usava o verbo filosofar e Heráclito usava o substantivo filosofo. No entanto, vários autores indicam que Tales de Mileto foi o primeiro que se classificou como filosofo ou “amante da sabedoria”.

A ética na filosofia estuda os valores que regem os relacionamentos interpessoais, como as pessoas se posicionam na vida, e de que maneira elas convivem em harmonia com as demais. O termo ética é oriundo do grego, e significa “aquilo que pertence ao caráter”. A ética diferencia-se de moral, uma vez que a moral é relacionada a regras e normas, costumes de cada cultura, e a ética é o modo de agir das pessoas.

A partir do século VII a.C., os homens e as mulheres não se satisfaziam mais com uma explicação mítica da realidade. O pensamento mítico explica a realidade a partir de uma realidade exterior, de ordem sobrenatural que governa a natureza. O mito não necessita de explicação racional e, por isso, está associado à aceitação dos indivíduos e não há espaço para questionamentos ou críticas.

A ética na filosofia clássica abrange diversas outras áreas de conhecimento, como também a estética, a psicologia, a sociologia, a economia, pedagogia, política, etc.

Com o crescimento mundial e o início da Revolução Industrial, surgiu a ética na filosofia contemporânea e não mais aquela que Sócrates, Aristóteles, Epicuro e outros, procuraram estudá-la, então através da filosofia procuraram estudar as normas da sociedade e a conduta dos indivíduos, em relação ao que os faziam escolher entre “o bem e o mal”.

O filósofo – ou, o indivíduo que pratica a filosofia, é movido pela curiosidade e fundamentos da realidade, que sempre faz com que ele busque conhecimento, sem uma visão realista. A filosofia é um estudo para a vida toda, uma prática que dura eternamente. Um filósofo jamais para de buscar respostas e filosofar, pois é isso que caracteriza a filosofia.

Geralmente se considera, que depois da filosofia de Kant teve início uma nova etapa da filosofia, que se caracterizou por ser uma continuação do que pensava esse filosofo. Immanuel Kant (1724 – 1804) foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo da era moderna.

Nesse período desenvolveu-se o idealismo alemão, que levou as ideias kantianas às últimas consequências. A noção de que há um universo inteiro – ou, a realidade em si mesma, inalcançável ao conhecimento humano.

Esse pensamento levou os idealistas alemães Fichte, Schelling e Hegel assimilar a realidade objetiva ao próprio sujeito, no intuito de resolver o problema da separação fundamental entre sujeito e objeto. Neste sentido Hegel postulou que o universo é espírito. E o conjunto dos seres humanos, sua história, sua arte, sua ciência e sua religião são apenas manifestações desse espírito absoluto em sua marcha dinâmica rumo ao autoconhecimento.

Mas, talvez a teoria que maior impacto filosófico provocou no século XIX não tenha sido elaborada por um filósofo. Ao propor sua teoria da evolução das espécies por seleção natural, Charles Darwin (1809-1882) estabeleceu as bases de uma concepção de mundo profundamente revolucionária. O filósofo que melhor percebeu as sérias implicações da teoria de Darwin para todos os campos de estudo foi Herbert Spencer (1820-1903). Em várias publicações Spencer elaborou uma filosofia evolucionista que aplicava os princípios da teoria da evolução aos mais variados assuntos, especialmente à psicologia, ética e sociologia.

Sem ser filosofo Darwin foi talvez, aquele que com a sua teoria da evolução das espécies trouxe maior impacto no século XIX – Imagem da Internet.

Também no século XIX surgem filósofos que colocam em questão a primazia da razão. Entre esses destacam-se Arthur Schopenhauer (1788-1860), Søren Kierkgaard (1813-1855) e Friedrich Nietzsche (1844-1900). Tomando como ponto de partida a filosofia kantiana, Schopenhauer defende que o mundo dos fenômenos – ou, o mundo que as pessoas o representam em ideias e que julgam compreender – não passa de uma ilusão e que a força motriz por trás de todos os atos e ideias humanos é uma vontade cega, indomável e irracional. Kierkgaard condena todas as grandes elaborações sistemáticas, universalizantes e abstratas da filosofia.

No século XX, a filosofia tornou-se uma disciplina profissionalizada das universidades, semelhante às demais disciplinas acadêmicas. Desse modo, tornou-se também menos geral e mais especializada. Para alguns estudiosos a filosofia tornou-se uma disciplina altamente organizada, feita por especialistas para especialistas. O número de filósofos cresceu exponencialmente, expandiu-se o volume de publicações e multiplicaram-se várias áreas de rigorosa investigação filosófica. Hoje, o campo mais amplo da filosofia é demasiadamente vasto para uma única mente.

Os filósofos britânicos Bertrand Russell e George Edward Moore romperam com a tradição idealista que predominava na Inglaterra em fins do século XIX e buscaram um método filosófico que se afastasse das tendências espiritualistas e totalizantes do idealismo.

Russell mostrou como resolver um problema filosófico empregando os recursos da nova lógica matemática. A partir desse novo modelo proposto por Russell, vários filósofos se convenceram de que a maioria dos problemas da filosofia tradicional, se não todos, não seriam nada mais que confusões propiciadas pelas ambiguidades e imprecisões da linguagem natural. Quando tratados numa linguagem científica rigorosa, esses problemas revelar-se-iam como simples confusões e mal-entendidos.

Uma postura ligeiramente diferente foi adotada por Ludwig Wittgenstein, discípulo de Russell. Segundo Wittgenstein, os recursos da lógica matemática serviriam para revelar as formas lógicas que se escondem por trás da linguagem comum.

Sob a inspiração dos trabalhos de Russell e de Wittgenstein, o Círculo de Viena passou a defender uma forma de empirismo que assimilasse os avanços realizados nas ciências formais, especialmente na lógica. Essa versão atualizada do empirismo tornou-se universalmente conhecida como neopositivismo ou positivismo lógico. O Círculo de Viena consistia numa reunião de intelectuais oriundos de diversas áreas (filosofia, física, matemática, sociologia, etc.) que tinham em comum uma profunda desconfiança em relação a temas de teor metafísico.

Círculo de Viena constituído dor intelectuais de diversas áreas da ciência – Imagem da Internet.

Fora dos países de língua inglesa, floresceram diferentes movimentos filosóficos. Entre esses destacam-se a fenomenologia, a hermenêutica, o existencialismo e versões modernas do marxismo. Para Husserl, o traço fundamental dos fenômenos mentais é a intencionalidade. A estrutura da intencionalidade é constituída por dois elementos, o primeiro elemento é o ato intencional e o segundo é o objeto do ato intencional. A ciência da fenomenologia trata do significado ou da essência dos objetos da consciência.

A filosofia clínica é um termo utilizado para definir diversos conceitos filosóficos, voltado à “terapia da alma”, usando o potencial prático da filosofia como recurso terapêutico para indivíduos, organizações ou empresas através de consultas individuais, discussões de grupo, seminários, palestras, etc. No Brasil o termo está fortemente vinculado ao movimento realizado pelo filósofo Lúcio Packter e vem sendo apontado como uma ferramenta terapêutica de grande monta.

Não há uma definição simples que consiga responder o que é filosofia, pela própria extensão do conteúdo por ela produzido. O que se convencionou chamar de “filosofia” pelas diferentes respostas que os filósofos deram a ela no decorrer da história, muitas vezes alguns refutaram as interpretações de outros – e, com estes desmentidos fica o desconhecimento de fato, o que é filosofia.

Como já foi anteriormente mencionado, os “problemas” trazidos pela Filosofia só podem ser resolvidos por meio da investigação racional, pois não podem ser constatados por meio de uma experimentação, como faz a Matemática, através de cálculos, ou de análise de documentos, como faz a História.

Existe uma diversidade filosófica em várias formas literárias. Parmênides escreveu o que pensava em forma de poema, Platão em diálogos, Epicuro em cartas e Nietzsche escreveu em forma de aforismos. Apenas com esses exemplos já se vê, que não esgotam a pluralidade da escrita e da atividade filosófica. As formas de se fazer filosofia vão muito além dos tratados e das dissertações.

O que alguns filósofos dizem sobre O que é a Filosofia:

Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.): A admiração sempre foi, antes como agora, a causa pela qual os homens começaram a filosofar;a princípio, surpreendiam-se com as dificuldades mais comuns; depois, avançando passo a passo, tentavam explicar fenômenos maiores, como, por exemplo, as fases da lua, o curso do sol e dos astros e, finalmente, a formação do universo. Procurar uma explicação e admirar-se é reconhecer-se ignorante.”

Epicuro (341 a. C. – 270 a. C.) – “Nunca se protele o filosofar quando se é jovem, nem o canse fazê-lo quando se é velho, pois que ninguém é jamais pouco maduro nem demasiado maduro para conquistar a saúde da alma. E quem diz que a hora de filosofar ainda não chegou ou já passou assemelha-se ao que diz que ainda não chegou ou já passou a hora de ser feliz.”

Epicuro – Imagem da Internet

Descartes escreveu uma frase que é como um tributo à escola de Epitecto: “É mais fácil mudar seus desejos do que mudar a ordem do mundo”.

Outro ensinamento crucial por ele deixado:” a pessoa só deve ocupar definitivamente daquilo que está sob seu controle. Não se deve nem se entusiasmar com tapas amáveis que se dê em suas costas e nem se deprimir com um gesto de frieza. Não se pode entregar aos outros o comando de seu estado de espírito”.

Não é aquele que lhe diz injúrias quem ultraja a pessoa, mas sim a opinião que esta tem dele”, disse Epitecto. “Se a pessoa ignora quem a insulta, ela lhe tira o poder dele de chateá-la. Não são exatamente os fatos que moldam o estado de espírito de uma pessoa, mas sim a maneira como ela os encara”.

Para os desafios perenes da humanidade, as palavras de Epitecto são uma lembrança eterna disso – evitar que se tenha opiniões ruins sobre as coisas, como de fato costumam ser. A mente humana parece sempre optar pela infelicidade.

Epitecto – Imagem da Internet

Outra lição filosoficamente essencial é não se inquietar com o futuro. O sábio vive apenas o dia de hoje. Não se atormenta com o que pode acontecer amanhã. Este conceito é comum em quase todas as escolas filosóficas, ter o descaso pelo dia seguinte, procurando apenas vivenciar o aqui agora, mesmo em situações extremas.

O futuro é fonte de inquietação permanente para a humanidade. O medo do dia de amanhã impede que a pessoa se desfrute o dia de hoje. “A imprevidência é uma das maiores marcas da sabedoria”, escreveu Epicuro, que nascido em Atenas em 341 a.C. Ele pregava e praticava a simplicidade, no entanto seu nome ficou vinculado à busca frívola do prazer.

Edmund Husserl (1859-1938): “Qual o pensador para quem, na sua vida de filósofo, a filosofia deixou de ser um enigma?”

Friedrich Nietzsche (1844-1900): “Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre tomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes”.

Kant (1724-1804): “Não se ensina filosofia, ensina-se a filosofar”.

Ludwig Wittgenstein (1889-1951): “Qual o seu objetivo em filosofia? – Mostrar à mosca a saída do vidro.”

Maurice Merleau-Ponty (1908-1961): “A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo.”

Gilles Deleuze (1925-1996) e Félix Guattari (1930-1993):“A filosofia é a arte de formar, de inventar, de fabricar conceitos… O filósofo é o amigo do conceito, ele é conceito em potência… Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia.”

Karl Jaspers (1883-1969): “As perguntas em filosofia são mais essenciais que as respostas e cada resposta transforma-se numa nova pergunta”.

García Morente (1886-1942): “Para abordar a filosofia, para entrar no território da filosofia, é absolutamente indispensável uma primeira disposição de ânimo. É absolutamente indispensável que o aspirante a filósofo sinta a necessidade de levar seu estudo com uma disposição infantil. (…) Aquele para quem tudo resulta muito natural, para quem tudo resulta muito fácil de entender, para quem tudo resulta muito óbvio, nunca poderá ser filósofo”.


Entretanto, a Filosofia não tem respostas para essas questões, ela sugere. Mais do que fornecer respostas prontas, a Filosofia sugere caminhos possíveis e coerentes, caminhos que podem ser seguidos por qualquer um, desde que se disponha a utilizar a sua razão e que se conduza uma análise crítica das atitudes e das práticas adotadas em sua própria vida.
Filosofia é útil para os que querem conhecer a si mesmos e entender de onde surgem as ideias que estão em sua mente. Ela é necessária para os que têm interesse em questionar os fundamentos das ciências, da política, da arte e da religião. Para os que têm necessidade de encontrar uma resposta às perguntas: “qual o sentido da vida”, “qual o sentido do universo”, “qual o sentido de tudo?” …

A Filosofia é o estudo das inquietações e problemas da existência humana, dos valores morais, estéticos, do conhecimento em suas diversas manifestações e conceitos, visando o sentido da verdade; portanto sem procurar se mostrarr como verdade absoluta, nem tentar achar máximas como verdade absoluta.

Ela se distingue de outras vertentes de conhecimento. Os métodos dos estudos filosóficos estão fundamentados na análise do pensamento, nas experiências práticas da mente, na lógica e na análise conceitual.

o dimensional desperto quando experiencia na realidade física, deve nela procurar “o bem viver”, “conduzindo-se filosoficamente” neste mundo da razão e dos sentidos. Mas, quando ele alcança a sintonia mental e a interação consciente com outras realidades regidas por outras Leis Universais não mais próprias ao mundo físico, o seu entendimento, a sua percepção e o seu sentido de valores ampliam-se – inclusive seus conceitos filosóficos…

Fontes de consulta:

1 –Filosofia – O que é, Conceito e Definição

2 – ww.coladaweb.com › Filosofia

3 – https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia

4 – O que é filosofia? para que serve a filosofia?

www.mundodafilosofia.com.br/artigo5.html

5 – O que é a filosofia? – Crítica

criticanarede.com/fa_5excerto.html

Fonte: Pegasus Portal

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ARTIGOS: O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

A partir desta edição da coluna ARTIGOS vou falar sobre a influência das Sociedades Secretas no destino da humanidade. Um assunto que a maioria da humanidade não sabe nem que existe, mas que está por trás do rumo e do destino de todos nós e, hoje, mais do que nunca essa verdade precisa vir a tona, pois estamos passando por tempos de despertar da consciência. No texto a seguir vou dar uma visão geral dessas irmandades e a partir do próximo ARTIGO falarei de cada uma delas.

Sociedade Secreta S.A. - Jovem Nerd

Ao longo da história, aos poucos, surgiram instituições, seitas, irmandades e inúmeras agremiações místicas. Estas instituições ou irmandades faziam questão de permanecer isoladas, guardando segredos imemoriais nunca revelados. Esses segredos eram guardados a sete chaves e passados apenas de “pai para filho”. Em raras exceções eram revelados para outras pessoas, que tinham de ser da mais alta confiança.

Reservei este texto para falar de algumas dessas agremiações que de alguma forma influenciaram a humanidade ao longo de sua trajetória terrestre. Quando falo que influenciaram não estou exagerando nem fazendo apologia a alguma “teoria da conspiração”. O rumo que a história seguiu tem muito a ver com a influência que estas irmandades tiveram sobre o nosso ‘Inconsciente Coletivo’ (Termo criado pelo psicólogo suíço Carl Gustav Jung o inconsciente coletivo é o que não sabemos de nós mesmos. Não representa o que eu vivi, mas o que a humanidade como um todo viveu).

Para enfatizar esse pensamento devo citar alguns exemplos de personagens famosos da história que só vem a confirmar essa teoria. A Maçonaria sempre reuniu mentes inquietas, brilhantes e, principalmente, influentes. Para além de teorias da conspiração, os maçons sempre estiveram envoltos em grandes marcos mundiais, tais como: a independência dos EUA, que, acredita-se, foram decididos em lojas maçônicas. Entre as figuras mais ilustre estão ninguém menos que Benjamin Franklin e George Washington. Já no Brasil, temos um belo time de notáveis como: José Bonifácio (Patriarca da Independência, foi o primeiro grão-mestre da instituição no país), D. Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco. Mais recentemente, o ex-presidente americano Bill Clinton foi dirigente da Ordem DeMolay, um braço da Maçonaria fundada em 1919 nos Estados Unidos.

 Já o Opus Dei é tão poderoso que, há quem acredite, pode decidir grandes questões da Igreja. Sabe-se que uma das funções secretas dos membros do Opus Dei é ocupar posições de liderança na sociedade, de onde viria todo o poder e dinheiro da instituição.

Outra Instituição, menos conhecida, porém não menos influente é a Skull and Bones. Os membros dessa organização também trabalham com o mesmo intuito da Opus Dei. Não pode ser coincidência o fato de entre os membros da sociedade, estarem alguns dos mais importantes políticos e homens de negócios do EUA, como por exemplo: George Bush pai e George Bush filho, ambos ex-presidentes dos Estados Unidos. Até mesmo o fundador da corporação Time-Life, Henry Luce, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos Estados Unidos, que publica a influente revista Time, fez parte da Skull and Bones.

Por fim, existem registros históricos que Os Illuminati participaram de grandes eventos históricos como a Revolução Francesa, de 1789; as inúmeras revoluções que aconteceram em países europeus no mesmo ano e até mesmo a Primeira Guerra Mundial. Os próprios fundadores dos Estados Unidos e do Federal Reserve, banco central americano, teriam ligação com a Nova Ordem Mundial, cujo principal objetivo é a dominação global da Organização. Sem falar num sem número de artistas e cantores famosos, tais como: Beyoncé e seu marido Jay-z, Ryanna, Kanye West, Justin Bieber, Walt Disney e tantos outros.

As instituições ou irmandades mais conhecidas eram: Os Essênios, Os cavaleiros Templários, A Maçonaria, A Rosa Cruz e os Illuminati, as quais vou falar brevemente sobre cada uma para que o leitor possa se familiarizar, conhecer melhor e poder fazer um juízo de valor sobre o assunto.

Wagner Braga

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CRÔNICAS: RECOMEÇOS, POR ANA MADALENA

Quarta-feira é dia de CRÔNICA, aqui no Blog do Saber. A nossa mais nova coluna recheadas de boas e saudáveis CRÔNICAS da melhor qualidade. A nossa estreia, na semana passada foi com a bela história de Paz e Guerra, uma trégua no Natal, escrita por Ana Madalena, que dá agora uma nova contribuição com a crônica “Recomeços”. Então, vamos lá, faça uma boa leitura e tire suas conclusões!

Firmino Filho decreta ponto facultativo nesta sexta-feira em Teresina

” Um livro é a prova de que os homens podem fazer magia”.

Carl Sagan 

Recomeços

Foi no início de julho de 2019, alguns dias antes do meu aniversário. Estava muito feliz e tinha planejado chegar bem cedo, mas chovia bastante e faltou energia o dia todo. Escolhi o meu apartamento pela vista, que é magnífica, mas o prédio, bem antigo, não tem gerador. Meus amigos disseram que foi uma compra por impulso, mas quando vieram para o “open house” entenderam o porquê da escolha. Meu apartamento de 35,7 metros quadrados era tudo que eu precisava para ser feliz.  E acredite, cada centímetro fez uma grande diferença no decorrer desse ano…
Sou o tipo básica, mas gosto de conforto e de beleza nas mínimas coisas. Decorei meu apartamento do jeito que sonhei. Infelizmente, pouco depois da minha mudança, a empresa onde trabalho resolveu me “promover” e eu passei a fazer viagens a cada quinze dias. O meu sonhado “lar doce lar” virou apenas um lugar para dormir. Até que…
Recordo quando meu supervisor ligou, já tarde da noite, cancelando minha viagem de março. Disse que seria por uns dias e que assim que tudo normalizasse, eu retomaria a agenda de trabalho. Desliguei eufórica, até abri um vinho para comemorar! Finalmente eu teria tempo para curtir meu cantinho!
Liguei a TV para saber da tal pandemia;  confesso que me assustei com o que ouvi. Telefonei para meus pais e irmãos e pedi para que não saissem de casa. Corri ao supermercado e fiquei impactada com as filas intermináveis; parecia que estávamos numa guerra. E era, só que invisível.
Preparei um roteiro para meus próximos dias. Não poderia ficar sem foco, sou movida à rotina. Tentei me exercitar, ter horário de leitura, de trabalho, fazer cursos online e outras tantas coisas que sempre reclamei não fazer por falta de tempo. Mas o tempo foi passando e a quarentena se prolongando… Veio a inquietação. De tudo. O mais estressante foi não saber quando isso acabaria.
Chegou julho, a Terra deu mais uma volta ao redor do sol e eu fiz aniversário sozinha. Não, minto! Comprei um hamster chinês, apesar da minha desconfiança de tudo que vem de lá. Nossas noites foram reservadas para os exercícios: eu na esteira e ele na rodinha. Tomei a resolução de cuidar de um ser vivo depois que vi todas as minhas plantinhas morrerem por descuido. Aquele planejamento de uma rotina saudável ficou no papel por meses, quando vestia pijamas e arrastava chinelos.
Agora falta pouco para esse ano ser mais um calendário jogado fora. Apesar de todos os percalços e das milhares de pessoas que perderam a vida, confesso que depois que peguei o ritmo, só tenho coisas positivas para levar comigo. Descobri que sou ótima companhia e que, apesar do caos do isolamento, fiz descobertas incríveis e aprendi novas habilidades. Também comprei uma estante de exatos 70 centímetros e já preenchi duas prateleiras dos livros que li, de longe o melhor programa cultural e à prova de aglomeração. Também escrevi um diário; quem sabe um dia eu venha a ter filhos e eles possam entender como alguém vive em meio a uma pandemia.
O ano de 2020 realmente ficará marcado na vida de todos nós. Aos amigos e familiares eu cito Oswaldo Montenegro, na música Sem mandamentos,  “hoje eu vou pedir desculpas pelo que eu não disse e até desculpo o que você falou”. Esse é o meu hino de esperança; deixemos rusgas e outros sentimentos incômodos para trás.  Vamos agradecer! Nós sobrevivemos!
Ana Madalena
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CONHECIMENTO: CONHEÇA A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

A origem do Natal remonta a tempos bem remotos, antes mesmo da vinda de Jesus ao nosso meio. Desde os primórdios da humanidade, a metade do inverno, que ocorre nas semanas finais do mês de dezembro no hemisfério Norte, é um período de celebração. Algumas civilizações já utilizavam o mês de dezembro para comemorar o solstício de inverno. Os primeiros europeus celebravam luz e o renascimento. Na era cristã, o Papa Júlio I escolheu o dia 25 de dezembro para celebrar o nascimento do menino Jesus. Provavelmente, a Igreja escolheu esta data na tentativa de adotar e assimilar as tradições da festa pagã Saturnália. Portanto essa é uma data simbólica, assim como tudo na Bíblia é impregnado de simbolismo. Jesus não poderia ter nascido em dezembro, já que naquela região o mês de dezembro é muito frio e o gado normalmente fica recolhido e não no pasto. Sendo assim a manjedoura não estaria desocupada como é contado na Bíblia. Os 3 Reis Magos não se encontraram com Jesus naquela noite e sim 2 anos depois, já que cada um saiu de uma partes muito distante daquela região e no lombo de camelos esse trajeto levaria pelo menos 2 anos para ser realizado. Une-se a isso a passagem que diz que os 3 Reis Magos se encontraram com Herodes que lhes deu presentes para que levassem até Jesus e ao mesmo tempo decretou a morte de todas as crianças do sexo masculino com 2 anos. Mas o que importa é o simbolismo, a mensagem e não a verdadeira história constituída. O artigo a seguir levanta as diversas hipóteses sobre a origem do Natal para levar ao leitor um pouco mais de esclarecimento sobre esta data tão comemorada!

Presente de Natal

A Origem do Natal

O Natal é uma época especial na qual uma energia positiva paira no ar. Independentemente de crença religiosa, esse é um período para celebrar o Amor e a Gratidão entre as pessoas queridas e buscar fazer o bem de forma genuína. Afinal, todas as ações boas que fazemos, retorna para nós de forma ainda mais significativa.

Assim como eu, muitas Centelhas comemoram a data. Este artigo conta sobre a origem dessa festividade.

Como começou o Natal?

Desde os primórdios da humanidade, a metade do inverno, que ocorre nas semanas finais do mês de dezembro no hemisfério Norte, é um período de celebração. Séculos antes da chegada do homem chamado Jesus, os primeiros europeus celebravam luz e o renascimento. Para eles, o solstício de inverno marcava o fim dos dias mais escuros, no qual as temperaturas mais adversas já haviam ficado para trás e esses povos ansiavam pelos dias mais longos e com mais horas de luz solar.

Na Escandinávia, os nórdicos celebravam o Natal desde 21 de dezembro, data do solstício de inverno, até o mês de janeiro. Em reconhecimento ao retorno do Sol, pais e filhos levavam para casa grandes pedaços de lenha, nos quais ateavam fogo. As pessoas comiam um banquete até que toda a lenha tivesse queimado, o que poderia levar até 12 dias. Os nórdicos acreditavam que cada faísca do fogo representava um novo porco ou bezerro que nasceria ao longo do próximo ano.

O final de dezembro era um período perfeito para celebração na maior parte da Europa. Nessa época do ano, a maioria do rebanho era abatida, de modo que os animais não precisariam ser alimentados durante o inverno. Para muitos, era a única época do ano em que havia fornecimento de carne fresca. Além disso, a maior parte do vinho e da cerveja produzidos ao longo do ano estava finalmente fermentada e pronta para consumo.

Na Alemanha, as pessoas veneravam o deus pagão Odin durante o feriado da metade do inverno. Os alemães temiam Odin, pois acreditavam que ele fazia voos noturnos pelo céu para observar seu povo, decidindo quem iria prosperar ou perecer. Por causa da sua presença, muitas pessoas optavam por ficar em casa.

Saturnália

Em Roma, onde os invernos não eram tão rigorosos quanto aqueles do Norte, celebrava-se a Saturnália – um feriado em homenagem a Saturno, deus da agricultura. Com início na semana anterior ao solstício de inverno e continuando por um mês inteiro, a Saturnália era um período hedonista, com abundância de comida e bebida e quando a ordem social romana era subvertida. Por um mês, escravos se tornavam senhores. Camponeses estavam no comando da cidade. As escolas e o comércio eram fechados para que todos pudessem se divertir.

Juvenália

Também próximo ao período do solstício de inverno, os romanos comemoravam a Juvenália, uma festividade dedicada às crianças de Roma. Além disso, membros das classes mais favorecidas frequentemente celebravam o nascimento de Mitra, o deus do inconquistável Sol, em 25 de dezembro. Acreditava-se que Mitra, um deus infante, havia nascido de uma pedra. Para alguns romanos, o aniversário de Mitra era o dia mais sagrado do ano.

Yule

Os sacerdotes pré-cristãos, chamados druidas, chamavam o festival da metade do inverno de Yule (sinônimo de Natal, em inglês). Acredita-se que o nome deriva de thoul, uma palavra arcaica que significa “roda”. Os celtas viam o Sol como uma roda, girando pelos céus, fornecendo dias longos e curtos. Chegar ao dia mais curto significava que as pessoas poderiam, mais uma vez, ansiar para que os dias ficassem mais longos.

As celebrações pagãs na noite mais escura do ano adentravam a manhã para dar boas-vindas à nova luz. Nas terras celtas, as celebrações sempre incluíam um grande banquete e imensas fogueiras. Os animais remanescentes eram abatidos e as bebidas que haviam sido reservadas para fermentação ao longo dos meses mais frios já estavam prontas para consumo! As carnes de gansos, patos, bois, carneiros e porcos eram colocadas para assar em espetos nos salões dos poderosos dos tempos medievais.

Toda essa celebração ilustrava o estado de espírito no auge do inverno. Os dias eram escuros e o Sol ficava baixo no céu, as árvores eram despidas de suas folhas e o solo estava estéril e congelado. As pessoas ficavam desesperadas para que a luz retornasse – o nascimento do Sol.

O início do Natal na era cristã

Conforme o Cristianismo se espalhava no oeste do Império Romano, houve um encontro com o mundo celta. Os celtas já tinham seus próprios deuses e deusas e um sistema elaborado de crenças. Essas crenças eram ligadas à natureza, às estações do ano e aos movimentos celestiais. Os cristãos da época sobrepunham suas próprias celebrações às festividades pagãs, de modo que a conversão dos nativos não fosse tão conflitante, o que sempre funcionou.

Logo, a Igreja de Roma sobrepôs o nascimento celta do Sol com o nascimento de Jesus.  Com a imposição do cristianismo no território celta, esse povo, agora doutrinados, adoravam o nascimento de Cristo, não o nascimento do Sol. Mas tanto o Sol quanto Jesus representavam o banimento da escuridão e a vinda da luz.

O Natal é realmente o dia em que Jesus nasceu?

Nos primeiros anos do Cristianismo, a Páscoa era o principal feriado, o nascimento de Jesus não era comemorado. Contudo, no século IV, autoridades da Igreja decidiram instituir o nascimento de Jesus como um feriado. Infelizmente, a Bíblia não menciona uma data para o nascimento dele (posteriormente, este fato foi usado como argumento pelos puritanos para negar a legitimidade da celebração). Embora algumas evidências sugiram que o nascimento ocorreu na primavera (afinal, por que pastores estariam com rebanho em Belém no meio do inverno?), o papa Julio I escolheu o dia 25 de dezembro para celebrar o nascimento de Jesus Cristo.

Costuma-se argumentar que a Igreja escolheu esta data na tentativa de adotar e assimilar as tradições da festa pagã Saturnália. Primeiramente chamada Festa da Natividade, o costume se espalhou para o Egito em 432 e para a Inglaterra no final do século VI. No final do século XVIII, a celebração do Natal já havia se espalhado até a Escandinávia.

Atualmente, as Igrejas ortodoxas russa e grega celebram o Natal 13 ou 14 dias depois do dia 25 de dezembro. Isso acontece porque as Igrejas ocidentais usam o calendário gregoriano, enquanto as Igrejas orientais usam o calendário juliano, que está 13 ou 14 dias atrasado em relação ao calendário gregoriano. Tanto as Igrejas do Ocidente como as Igrejas do Oriente celebram a Epifania ou o Dia de Reis 12 dias depois dos seus respectivos Natais. Acredita-se que esse é o dia em que os três reis magos finalmente encontraram Jesus na manjedoura.

Ao celebrar o Natal no mesmo período que as tradicionais festas do solstício de inverno, os líderes da Igreja aumentaram as chances de o Natal ser aceito pela população, mas renunciaram à habilidade de ditar como ele seria celebrado.

Na Idade Média, a Cristandade tinha, na maior parte, substituído a religião pagã. No Natal, os fiéis compareciam à igreja e depois celebravam ruidosamente de maneira bêbada e carnavalesca, similar ao que ocorre hoje na festa de Mardi Gras.

Cada ano, um pedinte ou estudante seria coroado o “senhor do desgoverno” e os ávidos celebrantes seriam seus súditos. Os pobres iriam até as casas dos ricos para exigir sua melhor comida e bebida. Se os proprietários se negassem a obedecer, os visitantes muito provavelmente iriam atormentá-los com travessuras. O Natal tornou-se o período do ano em que as classes mais favorecidas iriam pagar sua “dívida” real ou imaginária para a sociedade, ao entreter os cidadãos menos afortunados.

No entanto, com o endurecimento da ideia de “moral e pecado” na Idade Média, essa celebração mais festiva deu lugar a uma festa mais familiar e com caráter religioso, semelhante ao que temos atualmente.

Quem inventou o Papai Noel?

A lenda do Papai Noel remonta a um monge chamado São Nicolau, nascido na Turquia por volta de 280 d.C. São Nicolau doou toda sua rica herança e viajou para o interior para ajudar pobres e doentes, tornando-se conhecido como o protetor de crianças e marinheiros.

São Nicolau surgiu na cultura popular norte-americana no fim do século XVIII, em Nova York, quando famílias holandesas se reuniam em homenagem ao aniversário da morte de Sint Nikolaas (São Nicolau, em holandês) ou Sinter Klaas, na versão abreviada. O nome Santa Claus (Papai Noel, em inglês) deriva dessa abreviação.

Hoje, a figura do Papai Noel virou um dos sinônimos do Natal e é um símbolo de alegria, bondade e generosidade. Então, querida Centelha, assim como o Papai Noel, espero que o seu coração esteja repleto de Amor, Gratidão e generosidade nesse período de final do ano. Desejo muita luz a você!

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Fontes:

Butler, S. The Delicious History of the Yule. History Channel. Disponível em: <https://www.history.com/news/the-delicious-history-of-the-yule-log>. Acesso em: 25 nov. 2020.

HANDWERK, B. Yuletide Tales: Santa, Singing Mobs, and the Time Christmas Was Canceled. National Geographic. Disponível em: <https://www.nationalgeographic.com/news/2013/12/131222-science-santa-claus-christmas-jesus-pagan-saturnalia-wassail-puritan/>. Acesso: 25 nov. 2020.

History.com EditorsSaturnalia. History Channel. Disponível em: <https://www.history.com/topics/ancient-rome/saturnalia>. Acesso em: 25 nov. 2020

Fonte: Temporariamente Humana

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CRÔNICAS: GUERRA E PAZ, UMA TRÉGUA NO NATAL

Nesta quinta-feira estamos estreando a coluna CRÔNICAS, aqui no Blog do Saber e o texto inaugural é de uma grande amiga chamada Ana Madalena, que adora escrever as coisas do cotidiano, do dia a dia com um olhar de otimismo, atentando sempre para o lado bom das experiências vividas por ela, pelos amigos, pelas pessoas em geral. Sempre tirando as boas lições de cada uma dessas experiências, pois é o que importa e que levamos nessa jornada. Então convido você a ler  o lindo conto adaptado por ela sobre “Um Natal de guerra e paz”, que vai deixar você simplesmente apaixonado(a) com a história, o exemplo e as lições enriquecedoras!

TBT Guerra e Paz: Uma Trégua no Natal [Musical de Natal 2019] - YouTube

Um Natal de guerra e paz

Por Ana Madalena
” A guerra é sempre uma derrota da humanidade”.
João Paulo II

A lenda

Era um povoado muito pobre, no meio do nada. O humilde sapateiro morava numa casinha que ficava numa esquina, de onde era possível ver outro pequeno povoado. Por ali passavam muitos viajantes que se perdiam durante a noite, quando o céu não tinha estrelas e tudo era escuridão.
Ele era um homem bondoso; o dinheiro ganho com dificuldade, era usado em alimento e velas. Sim, velas. Toda noite ele acendia uma vela na sua janela, criando um ponto de luz para os que por ali passassem. Era como se ele fosse um farol.
A guerra tão alardeada começou. A cidade ficou totalmente deserta e todos os rapazes que moravam nos arredores foram convocados. Dificilmente alguém passava por ali, mas mesmo assim, o sapateiro continuou acendendo velas, por muitos anos. As poucas pessoas do povoado, percebendo sua insistência, traduziram esse gesto como um ato de bondade e esperança. Na véspera do Natal todos decidiram acender uma vela nas suas casas. À meia noite os sinos da igreja começaram a tocar e veio a boa nova: a guerra tinha cessado. Todos acreditaram ser o milagre das velas! Desde então é tradição em quase todos os povos acender velas no Natal.

A História

A primeira Grande Guerra tinha começado há menos de seis meses. Nas trincheiras, os dias eram longos, frios e os ataques não paravam. Estava chegando o Natal e o Papa consciente dessa situação, propôs uma trégua  para os países envolvidos: “que as armas silenciem, enquanto os anjos cantem”. A resposta foi negativa; o Natal deveria ser cancelado para não atrapalhar o êxito da guerra.
A noite de Natal chegou. Às 20.30h o capitão do exército britânico deu três tiros para cima e ergueu uma bandeira com os dizeres “Merry Christmas”. Os alemães ergueram outra, onde estava escrito “Thank you”. Uma ventania muito forte começou e os ingleses puderam ouvir um alemão chamando-os com sotaque forte.
Os capitães de ambos os lados se levantaram para se encontrar no meio do caminho, um em direção ao outro. Apertaram as mãos e ouviram um caloroso aplauso de todos os soldados. Trocaram cigarros, bebidas e até montaram uma barbearia improvisada para cortes de cabelo. Por fim, puderam recolher seus mortos do campo de batalha, para velá-los em paz. A notícia da trégua se espalhou por toda Europa tornando-se um símbolo da esperança. De certa forma a guerra acabou no Natal de 1914, mesmo que por algumas horas…

A mensagem

Cada pessoa está vivendo uma guerra particular. Em comum, lutamos para eliminar o vírus que assola o mundo. Infelizmente existe a pandemia do egoísmo; pessoas que não se preocupam com o coletivo, que vivem na superfície da existência  O amor está ficando rarefeito. Ainda bem que existem muitos sapateiros e soldados que estão dispostos a mudar tudo isso. A vida pede por nós!
Autor: Ana Madalena
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QUAL O LEGADO DE TRUMP NA HISTÓRIA DOS EUA?

Legado Trump: o que o presidente deixa para a história dos EUA

Combativo e explosivo, presidente investiu no crescimento do país, confrontou a China e a Coreia do Norte e criou movimento no eleitorado americano

INTERNACIONAL

Giovanna Orlando, do R7

 

Trump é primeiro presidente nos EUA que não se reelege desde 1992

Depois de quatro anos de um mandato, Donald Trump deixa de ser o presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2020. Nas eleições de 3 de novembro, o Republicano não conseguiu garantir a reeleição e perdeu para o candidato democrata Joe Biden. A última vez que os norte-americanos não reelegeram um presidente foi em 1992.

Em 2016, quando foi eleito, ninguém apostava que o apresentador de televisão e magnata nova iorquino conseguiria assumir o posto mais poderoso do mundo. Conhecido por ser explosivo, Trump não escondeu a personalidade forte durante o mandato, tendo atristos com diferentes líderes mundiais e focando em “tornar a América ótima”, com incentivos à economia doméstica.

Para especialistas, é difícil de explicar o legado do presidente mais “diferente” dos Estados Unidos. Trump não tinha formação política ou experiência passada em cargos públicos.

O bilionário conseguiu se comunicar com uma parcela da população que os Democratas não tinham conseguido conquistar durante os oito anos de Barack Obama na Casa Branca e criou um movimento próprio.

“É indiscutível que ele perdeu a eleição, mas o trumpismo provou a sua força, é um legado político expressivo”, diz o professor de Relações Internacionais da ESPM-SP Leonardo Trevisan.

Segundo ele, o trumpismo é “marcado por um apelo radicalizado, com características fundamentalistas e uma forte aproximação com o eleitor médio norte-americano”.

Trump conseguiu não só conquistar o tradicional eleitorado republicano, como conquistou a confiança e o voto de uma parcela da população que estava desencantada com a política nacional e a globalização, além de minorias importantes, como os latinos, que garantiram sua vitória na Flórida, e 35% do eleitorado muçulmano no país.

Legado econômico

Focando na economia interna e no crescimento do país, Trump adotou medidas mais protecionistas e nacionalistas que outros presidentes.

Entre algumas das medidas adotadas pelo presidente, estão a “desburocratização, liberação de empréstimos para pequenos comerciantes e empresários”, enumera a professora de Relações Internacionais da ESPM-SP Denilde Holzhacker. Segundo ela, parte dos votos que Trump recebeu foi por conta dessas políticas.

Apesar da ajuda econômica, Trump nunca teve uma plataforma e objetivos claros em outras partes do governo, como saúde, educação e meio ambiente. Na saúde, o presidente criticou o legado de Obama, mas não gerou melhoras ou mudanças, apesar de ter adotado uma postura dura durante a crise dos opióides, entre 2018 e 2019, chegando até a confrontar a indústria farmacêutica.

Tratamento com a China

Desde o início do mandato, Trump classificou a China como sendo a maior ameaça aos Estados Unidos e adotou uma postura combativa perante o país asiático. Com guerras comerciais e tecnológicas, embargos e taxas altíssimas, o presidente tentou barrar a entrada de produtos e empresas chinesas nos EUA e criticou abertamente o regime de Xi Jinping.

A relação entre os dois país piorou no começo deste ano, quando Trump afirmou que a culpa pela pandemia do novo coronavírus era da China e se referia a covid-19 como “vírus chinês”.

“O Trump desenhou o jeito como os EUA vão lidar com o primeiro concorrente do país desde a Guerra Fria”, analisa Trevisan. “Ele criou um processo, um histórico para normatizar as relações com a China”.

O país asiático é um dos únicos pontos em que Democratas e Republicanos não divergem, enxergando o crescimento econômico e tecnológico da China como uma ameaça. O governo de Biden já sinalizou que vai lidar com o país com cautela e não vai mexer nos 350 bilhões de dólares que Trump impôs como barreira alfandegária, diz o professor.

“Qualquer concessão que o Biden fizer vai ter um peso enorme na próxima eleição”, prediz.

Dialogo com a Coreia do Norte e Oriente Médio

Diferentemente de outros presidentes americanos, Trump buscou diálogo e aliados em áreas novas. O presidente se reuniu com o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, em históricas cúpulas, para tentar discutir a desnuclearização do país. Apesar dos esforços, as conversas não geraram frutos.

Trump também buscou diálogo com países do Oriente Médio, estreitando as relações do governo americano com Israel e fechando um acordo para normalizar a relação entre o país, os Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

Apesar da relação amigável com alguns governos árabes, Trump teve uma relação complicada com o Irã, e começou 2020 com o assassinato do general Qasem Soleimani, o que rendeu um mês de intensos bombardeios e princípio de guerra.

Fonte: R7

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FILOSOFIA: COMO AS PALAVRAS TÊM FORÇA E SÃO IMPACTANTES!

Um dos maiores ícones da humanidade em todos os tempos Martin Luther King é o destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta quarta-feira. Aproveite para conhecer melhor essa figura ímpar, que revolucionou as classes sociais nos Estados Unidos através do seu movimento pela igualdade entre brancos e negros. A sua frase “Eu tenho um sonho” foi tão impactante que entrou para a história da oratória. O mundo nunca mais foi o mesmo depois de Martin Luther King. Saiba o porquê!

“Eu tenho um sonho”. Conheça o impacto da frase de Martin Luther King

No ano de 1963, ocorreu a Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade, em que Martin Luther King – um pastor afro-americano de 34 anos de idade – discursou para um público de aproximadamente 250 mil pessoas. Tal discurso provocou uma reviravolta na época com o seu impacto e a frase “Eu tenho um sonho” entrou para a história da oratória. Um ano após essa marcha, a Lei dos Direitos Civis foi aprovada nos EUA, sendo, assim, o primeiro passo dado pelo governo norte-americano na luta contra o racismo. Quer saber mais sobre esse marco na busca por direitos iguais? Atente-se!

Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade

Esta marcha foi uma grande manifestação de cunho político que ocorreu no dia 28 de agosto de 1963 em Washington, capital dos EUA. O líder e organizador desse ato foi o pastor, advogado, pacifista e ativista dos direitos humanos Martin Luther King, que conseguiu reunir mais de 200 mil pessoas no protesto para discursar, pedir, orar e clamar pela liberdade, justiça social, emprego e especialmente pelo fim da desigualdade e segregação racial contra o povo negro do país.

A maioria dos manifestantes eram negros e muitos deles caminharam por estradas até o local da marcha – fato que gerou uma certa preocupação ao governo do presidente na época, John Kennedy. John simpatizava com a causa, mas temia que toda a aglomeração causasse conflitos prejudiciais às aprovações dos direitos civis e, assim, manchasse internacionalmente a imagem dos EUA. Mas esse temor não se concretizou, pois a marcha foi totalmente organizada e repercutiu mundialmente como a maior força política em prol das leis do direito de voto e dos direitos civis, nos anos 1964 e 1965.

Cerca de 75% das pessoas da manifestação eram negras. E esse movimento teve a participação de advogados, fazendeiros, operários e até grandes nomes do cinema.

Imagem da estátua de Martin Luther King.
Direitos autorais : actionsports

Martin Luther King, o líder

Martin foi desde a juventude um grande ativista contra a discriminação racial e um dos maiores líderes de todos os movimentos em prol dos direitos dos negros. Ao liderar a Marcha de Washington, alcançou um de seus ápices ao fazer o seu discurso impactante nomeado “I have a dream” (eu tenho um sonho, em português). Nesse discurso, Martin detalha uma sociedade e um cenário em que os negros e brancos possam viver juntos em harmonia.

Antes de discursar, o pastor e ativista foi recebido com uma grande salva de palmas de todos os que aguardavam as suas palavras. Martin iniciou o seu discurso fundamentando a realização e o ideal da marcha, além de explicar o motivo da localização do palanque – em um Monumento como forma de homenagem a Abraham Lincoln, o presidente que assinou a lei da Abolição da Escravidão e que, por esse motivo, enfrentou uma Guerra Civil.

No decorrer das palavras, Martin ressaltou que os negros ainda não eram cidadãos livres e falou pela luta da liberdade, dos direitos da vida e enfatizou a busca pela felicidade. Em resposta às alas mais radicais de Malcolm X, disse que o povo negro não precisava saciar a sede por liberdade em taça de revolta e ódio, mesmo firmando a ideia de que ninguém deveria ficar satisfeito com as verdades tortas que as elites da época contavam.

Imagem de várias braços erguidos. Eles estão pintados com as cores e os símbolos da bandeira dos Estados Unidos. Ao fundo a imagem do céu azul. Sobre ele a frase escrita: Dia de Martin Luther King - Eu tenho um sonho.
Direitos autorais : belchonock

Extremamente emocionado, o ativista abandonou o discurso escrito e deu início a um improviso, que começou com um trecho que marcou a história: “…eu tenho um sonho, que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes dos donos de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade…”. Esse momento foi regado a silêncio e lágrimas e emocionou toda a multidão presente.

Martin Luther King finalizou o discurso pedindo que todas as pessoas dessem as mãos e entoassem um antigo hino religioso conhecido pelos tempos de escravidão: “Livres, finalmente livres! Graças a Deus estamos livres!”.

Durante a tarde, John Kennedy recebeu em seu gabinete alguns líderes da Marcha e declarou o seu apoio à reivindicação. Mas, infelizmente, não foi ele que introduziu a proposta para ser aprovada pelo Congresso Americano, pois em menos de 3 meses após esse dia, foi assassinado ao visitar Dallas, no Texas.

Imagem de um coração preenchido com as cores e os símbolos da bandeira dos Estados Unidos. Sobre a imagem do coração está escrito as frases: Martin Luther King - Eu tenho um sonho".
Direitos autorais : Andrey Vinnikov

O impacto de “Eu tenho um sonho”

Na época, a cultura da segregação racial era muito forte nos EUA e boa parte da população foi tocada com o discurso de Martin. Ao proferir palavras profundas e enfatizar o desejo simples e genuíno pela liberdade e pela igualdade racial, o pastor e advogado fez com que toda a sua luta pelo povo negro ganhasse força, não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. Como consequência da marcha e do discurso, o apelo contra a segregação racial e os direitos em prol da causa foram firmados nas leis do país.

A Lei de Direitos Civis foi aprovada nos EUA no ano de 1964, fazendo com que os negros pudessem ocupar todos os espaços do país da mesma forma que os brancos. Em 1965, a população negra conquistou os mesmos direitos de voto. Em 1964, Martin recebeu o Prêmio Nobel da Paz e, em 1968, foi assassinado, mas isso não calou a voz da sua luta, pois a sua garra em finalizar a marginalização dos negros fez com que diversos regimes de segregação racial fossem extintos no mundo inteiro.

Imagem da bandeira dos Estados Unidos e sobre ela está escrita a frase de Martin Luther King: Eu tenho um sonho.
Direitos autorais : belchonock

Veja um trecho do discurso:

“Eu tenho um sonho que um dia esta nação irá se levantar e viver o verdadeiro significado da sua crença. Nós comemoraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. Eu tenho um sonho que um dia, nas montanhas vermelhas da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de donos de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade. Eu tenho um sonho que um dia, mesmo o estado do Mississippi, um estado inóspito sufocado pelo calor da injustiça e sufocado pelo calor da opressão, se tornará um oásis de justiça e liberdade. Eu tenho um sonho, que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje. Eu tenho um sonho que um dia, o estado do Alabama, com seus racistas cruéis, cujo governador cospe palavras de “interposição” e “anulação”, um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje.”

Fonte: Eu Sem Fronteia

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O NÚMERO DE REFUGIADOS FOI REDUZIDO POR TRUMP PARA O MENOR DA HISTÓRIA

 

Trump reduz limite de novos refugiados para menor da história

‘Pessoas de certas áreas de alto risco de presença ou controle terrorista, incluindo Somália, Síria e Iêmen, não serão admitidas’, diz texto

INTERNACIONAL

Da EFE

Donald Trump, em comunicado, limitou em 15 mil os refugiados de 2021

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou nesta quarta-feira (28) que o país só poderá receber até 15 mil refugiados durante o ano fiscal de 2021, o limite mais baixo desde 1980, quando entrou em vigor a lei que regula este amparo e que agora inclui um máximo de mil cotas para cidadãos de El Salvador, Guatemala e Honduras.

“A admissão de até 15 mil refugiados nos EUA durante o ano fiscal de 2021 (1º de outubro de 2020 até 30 de setembro de 2021) é justificada por razões humanitárias e de interesse nacional”, disse Trump em memorando ao secretário de Estado, Mike Pompeo.

O chefe da diplomacia dos EUA já havia antecipado esse número em mensagem ao Congresso no dia 30 de setembro.

De acordo com o memorando de Trump, divulgado pela Casa Branca, o número de refugiados incorpora “mais de 6.000 vagas não utilizadas do teto de admissão de refugiados do ano fiscal de 2020”. Essas cotas não foram usadas devido à nova pandemia de coronavírus.

O mandatário declarou que “pessoas de certas áreas de alto risco de presença ou controle terrorista, incluindo Somália, Síria e Iêmen, não serão admitidas como refugiados, exceto aqueles refugiados de especial preocupação humanitária”.

“Ao reduzir ainda mais a meta de admissão de refugiados para um novo mínimo histórico, ele está batendo a porta dos Estados Unidos para aqueles que estão em maior risco”, disse o reverendo John L. McCullough, presidente e diretor executivo do Church World Service (CWS), em comunicado.

O governo tinha até o final do ano fiscal de 2020, 30 de setembro, para notificar o Congresso sobre o número de refugiados que poderá acolher no próximo ano.

No ano fiscal de 2020, o governo já havia reduzido o limite para um mínimo histórico de 18 mil refugiados, que Trump descreveu em várias ocasiões como um fardo e uma ameaça à segurança do país.

De acordo com o CWS, desde a aprovação da Lei dos Refugiados de 1980, o país havia estabelecido uma meta média de admissão de 95 mil refugiados por ano, mas esse número foi “drasticamente reduzido em mais de 80%” desde o início do governo Trump, em janeiro de 2017, o que, de acordo com esta organização, “causou danos irreparáveis às famílias de refugiados”.

 

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BOAS NOTÍCIAS: CASAL VENCE O CÂNCER JUNTO APÓS SE CONHECER EM UM HOSPITAL

Um casal de Fundaleu, em Buenos Aires, na Argentina, é o destaque da edição desta terça-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Eles se conheceram no hospital, ambos fazendo tratamento contra o câncer e três anos depois estão casados e venceram o câncer juntos. Então leia essa linda história de amor e comece o seu dia de alto astral!

Casal se conhece em hospital e vence câncer junto

Por redação

Um casal venceu o câncer junto e está compartilhando sua linda história pra dar esperança a outras pessoas em situações semelhantes.

Bryan Casares e Candela Mozzi estavam recebendo tratamento para linfoma, tipo agressivo de câncer, em Fundaleu, em Buenos Aires, na Argentina.

Eles se encontraram num grupo de pacientes e bateram um longo papo. Foi então que perceberam que eram os únicos que conversavam o tempo todo. Uma química que não se explica.

Três anos depois, agora eles são um casal e os dois venceram juntos o câncer.

Bryan disse que quando as pessoas perguntam, “contamos a história toda porque esperamos que possa dar esperança àqueles que lutam com outras condições semelhantes.”

O amor vence obstáculos!!!

O antes e depois do casal Fotos: Arquivo Pessoal
O antes e depois do casal Fotos: Arquivo Pessoal

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: ENERGIA SOLAR ACABA DE ATENDER DEMANDA DE 100% NO SUL DA AUSTRÁLIA E JÁ É A ELETRICIDADE MAIS BARATA DA HISTÓRIA

Solar é agora a eletricidade mais barata da história e acaba de atender 100% da demanda no sul da Austrália pela primeira vez

A Austrália do Sul atendeu 100% de suas demandas de eletricidade com energia solar pela primeira vez no fim de semana – a maior parte dela vinda não de fazendas solares, mas de painéis fotovoltaicos montados em telhados.

Uma combinação de céu sem nuvens, baixa demanda de energia e temperaturas amenas ajudou a criar condições para 76% da energia circulante a ser gerada por energia solar no telhado, com fazendas solares em escala de serviço público compondo o resto.

Ambas as fontes combinadas para produzir 1,37 gigawatts de energia disponível, o que teria gerado 986 toneladas métricas de CO2 e normalmente exigiria 1 milhão de libras de carvão ou cerca de 100.000 galões de gasolina.

Na ensolarada Austrália, a energia solar nos telhados já havia atingido um recorde de 900 megawatts por hora de produção pela primeira vez apenas algumas semanas antes, um recorde que seria quebrado por 2,5 horas seguidas no domingo, quando os painéis dos telhados geravam 992 MWh.

Recorde também estava sendo estabelecido fora dos contadores da Austrália do Sul, já que, em um novo relatório , a Agência Internacional de Energia (IEA) diz que a energia solar é agora a forma mais barata de eletricidade para empresas de serviços públicos construir. Ao mesmo tempo, a tecnologia do painel fica mais eficiente e os preços dos painéis básicos continuam caindo, e os investidores estão encontrando negócios cada vez melhores de financiamento.

Isso é uma boa notícia para a Austrália do Sul e para o continente como um todo, já que  relatórios de energia sugerem que a instalação de painéis solares e baterias continuará a se expandir até 2021, removendo a necessidade de salvaguardas da rede de gás natural e até mesmo permitindo alguns dos excessos ser enviado para o estado de Victoria.

Solar vai crescer exponencialmente

O futuro da energia solar é brilhante, do vento: arejado, dos biocombustíveis: cheirando bem, e na perspectiva anual de energia da IEA, eles o descrevem como tal depois de executar cenários em que políticas declaradas de vários estados ao redor do globo são cumpridas e calculadas para o que isso significaria para o setor de energia.

De acordo com sua análise, o crescimento global da energia solar chegará a 13% a cada ano e, embora os custos de capital tenham subido ligeiramente após anos de declínio, outras condições de mercado levarão a produção e o investimento a novos máximos, enquanto 275 GWh de carvão global irão para o direção oposta em 2025.

“A implantação global de energia solar fotovoltaica excede os níveis pré-crise (COVID) em 2021 e estabelece novos recordes a cada ano após 2022, graças aos recursos amplamente disponíveis, custos decrescentes e apoio político em mais de 130 países”, diz o resumo executivo do relatório.

Ele acrescenta que as energias renováveis ​​ultrapassarão o carvão como o principal meio de geração de eletricidade em todo o mundo até 2025, observando que de acordo com seus objetivos e trajetória atual, a China terá expandido as energias renováveis ​​em 1.500 terawatts por hora até 2030, mais do que a demanda de eletricidade de todas as nações. da Alemanha, França e Itália no ano passado.

Os mercados financeiros não são cegos para isso. Firmas de investimento como a Blackrock estão adotando uma nova abordagem relacionada ao clima para estratégias de investimento, com seu CEO Larry Fink escrevendo cartas a todos os principais CEOs cujo dinheiro Blackrock administra, para que eles examinem as práticas de negócios sustentáveis ​​de qualquer empresa em que planejem investir.

Os recordes que a Austrália do Sul está estabelecendo são os sinais de uma tendência global que afetará todos os mercados e todas as empresas de energia, e provavelmente apenas a queda de algumas pedras que iniciará uma avalanche nas montanhas.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA RN É FINALISTA DA SUPERLIGA C DE VÔLEI

RN é finalista da Superliga C de vôlei pela primeira vez na história

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Anderson Teixeira

O time do Unimed/Aero derrotou Sport Recife na semifinal e vai disputar o título, disputada no ginásio do Sesi, em Natal, nesta quinta-feira (16). O momento é histórico para o volei potiguar, pela primeira vez em 8 anos de competição, um time do RN chega à final da Superliga C.

“Estou muito feliz em fazer parte desse projeto e desse momento importante pra Natal, pro RN. Pra ficar melhor, vamos fazer de tudo pra ficar com o título e o acesso à Superliga B”, comemora Juarez, ponteiro tocantinense que joga no Chipre e foi um dos contratados pelo clube potiguar para a disputa.

O jogo da semifinal, nesta sexta, começou com o Sport Club do Recife abrindo 6 pontos de vantagem. O Unimed/Aero não se rendeu. Virou em 17×16 e se manteve na frente até fechar o primeiro set em  25×22. Os sets seguintes, apesar de bem disputados, tiveram placares mais folgados: 25×16 e 25×17.

A briga pelo título da Superliga está entre potiguares e cearenses. No primeiro jogo das semifinais, o Vôlei Unip/Fortaleza garantiu a vaga na final com uma vitória por 3×0 em cima dos conterrâneos do Clube do Vôlei Multisports.

“É uma equipe muito bem treinada, forte, agressiva. Então é trabalhar pra chegar no nosso objetivo, sempre com o pé no chão, sabendo que falta esse jogo para conseguir o título”, diz Carlos Eduardo Pessoa, técnico do Unimed/Aero. O campeão garante vaga na Superliga B 2021.

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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FINALMENTE É INICIADA NO MUSEU DA RAMPA A CONSTRUÇÃO DE DECK E DE PÍERS

Construção de deck e de píers é iniciada no Museu da Rampa

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Complexo da Rampa | Foto: Sandro Menezes

As obras de reforma do Museu da Rampa e a construção do Memorial do Aviador continuam em execução, mantendo a programação estabelecida pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN). De acordo com o Executivo, as obras já estão mais de 80% executadas. A previsão de conclusão é para o final do mês de dezembro de 2020.

Ainda segundo o governo, nesta semana, chegaram ao canteiro de obras, localizado no bairro de Santos Reis, as estacas centrifugadas de concreto, com diâmetros de 30 cm e 40 cm e comprimentos de 9 m e 11 m, produzidas em Cabo de Santo Agostinho (PE). Isso marcou o início da construção do deck frontal, com largura de 3,80m e extensão aproximada de 102 m, assim como de dois píers que adentram área do Rio Potengi, com extensões de 22 m e 27 m.

A reforma da Rampa e a construção do Museu do Aviador teve orçamento inicial de, aproximadamente, R$ 7,6 milhões, com recursos do Ministério do Turismo. No entanto, segundo Gustavo Coelho, secretário de Infraestrutura, a obra também conta com aporte de recursos financeiros do governo estadual destinados à cobertura dos valores relativos à contrapartida e aos reajustamentos decorrentes do prazo de execução da obra.

Com sua conclusão, o Complexo Cultural da Rampa – composto por dois prédios principais, o Museu da Rampa propriamente dito e o Memorial do Aviador – passará a contar com, aproximadamente, 2.800 m² de área construída, os quais abrigarão salas para exposições, loja, café, auditório, dentre outros, tornando-se importante área vocacionada à realização de eventos – que contarão o papel da Cidade de Natal no pioneirismo da aviação e na criação do correio aéreo da América Latina e ainda sua participação na Segunda Grande Guerra Mundial.

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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PSICOLOGIA: O SURPREENDENTE IMPACTO SOBRE A PSIQUE DA COVID-19 SOBRE SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO

Um estudo para verificar os efeitos psicológicos da pandemia em sobreviventes do Holocausto é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna PSICOLOGIA, cuja conclusão foi surpreendente. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento desse interessante resultado!

Covid-19 e sobreviventes do Holocausto: os impactos sobre a psique

Estudo descobriu que a pandemia pode ecoar adversidades passadas e desencadear reações psicológicas ampliadas em pessoas que passaram por essa experiência trágica

Judeus em Auschwitz, 1944: entre os sobreviventes do Holocausto agora confrontados com a pandemia de covid-19 em Israel, os que manifestaram mais preocupação com a doença foram os que enfrentaram doenças infecciosas durante aquele período. Crédito: Ernst Hofmann ou Bernhard Walte/German Federal Archives/Wikimedia

Pessoas que sobreviveram ao Holocausto (o genocídio de cerca de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial) exibiram uma ampla gama de reações emocionais e maneiras de lidar com a pandemia de covid-19, segundo um estudo da Universidade Bar-Ilan (Israel). Alguns estão lidando bem com a crise atual, enquanto outros enfrentam dificuldades consideráveis. A forma como lidam com a crise atual deriva em grande parte de como lidam com suas memórias traumáticas do genocídio promovido pelo regime nazista. A pesquisa foi publicada na revista “Journal of Psychiatric Research”.

Para muitos desses sobreviventes, as diretrizes da política de saúde da pandemia de covid-19 são uma reminiscência de várias condições adversas existentes durante o Holocausto. Elas incluem o isolamento prolongado e a separação de membros da família, mas, particularmente, o risco onipresente de contrair doenças infecciosas.

Estudos anteriores mostraram que os sobreviventes são mais sensíveis a vários eventos estressantes pós-Holocausto. Entre eles destacam-se aqueles que refletem um trauma primário passado. No novo estudo, os pesquisadores examinaram se a exposição a adversidades específicas do Holocausto estaria relacionada a reações psicológicas amplificadas à covid-19.

O estudo enfocou 127 sobreviventes do Holocausto e judeus de ascendência europeia que não passaram por essa experiência. Todos eles nasceram antes de 1945. Os entrevistados foram entrevistados durante o período da saída gradual do primeiro bloqueio (lockdown) de Israel, entre abril e junho de 2020.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT, ou PTSD na sigla em inglês) e a solidão foram mais prevalentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas o Holocausto, como tuberculose e disenteria, ante adultos mais velhos que não experimentaram o evento trágico (38,5% x 0% para TEPT; 53,8% x 22,6% para solidão). Além disso, e surpreendentemente, as preocupações relacionadas à covid-19 foram mais frequentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas durante o Holocausto (46,2%) ante outros sobreviventes (22,1%) ou aqueles que não foram expostos ao Holocausto (6,5%).

“Acreditávamos que a maioria dos sobreviventes do Holocausto manifestaria maior sofrimento psicológico durante a pandemia. Isso se explicaria porque muitos deles ainda lidam com sintomas de TEPT e outras deficiências. No entanto, o aumento da angústia foi evidente sobretudo em um subgrupo de sobreviventes cujas vidas foram ameaçadas por doenças infecciosas durante o Holocausto”, disse o prof. Amit Shrira, do Programa de Mestrado em Gerontologia e do Departamento Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Bar-Ilan.

Shrira conduziu o estudo em colaboração com Maya Frenkel-Yosef, da Nini Czopp Association, que fornece serviços sociais aos sobreviventes do Holocausto holandês-israelense e suas famílias, e com Ruth Maytles, aluna de doutorado da Universidade Bar-Ilan. Estudioso também da transmissão intergeracional do trauma, Shrira atualmente analisa com colegas os dados de um novo estudo focado em como os descendentes de sobreviventes do Holocausto estão lidando com a atual pandemia.

Fonte: Revista Planeta

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CIÊNCIAS: URSO DAS CAVERNAS EXTINTO COM APROXIMADAMENTE 39.000 ANOS É DESCOBERTO INTACTO NA TUNDRA CONGELADA DO ÁRTICO RUSSO

Uma descoberta simplesmente sensacional foi feita por pastores de rena no Ártico Russo e é o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta quarta-feira. Um urso das cavernas da idade do gelo foi encontrado na tundra congelada do Ártico Russo, na República Siberiana de Sakha, com todos os seus órgãos intactos. Isso vai permitir aos cientistas a rara oportunidade de estudar o animal extinto em detalhes requintados. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa incrível descoberta!

O primeiro urso-caverna extinto e perfeitamente preservado da Idade do Gelo foi descoberto por pastores de renas no Ártico Russo

 

 

 

Em uma descoberta inédita, pastores de renas na tundra congelada do Ártico Russo encontram os restos “mumificados” de um urso das cavernas da Idade do Gelo.

Descoberto na ilha Bolshoy Lyakhovsky, na República Siberiana de Sakha, o urso foi encontrado envolto em gelo de modo que todos os seus órgãos – até o nariz – ainda estavam intactos, permitindo aos cientistas a rara oportunidade de estudar o animal extinto em detalhes requintados.

A datação por radiocarbono para descobrir a idade dos restos mortais não foi concluída, mas as primeiras sugestões parecem sugerir que eles têm cerca de 39.000 anos.

Cientistas da Universidade Federal do Nordeste em Yakutsk, Rússia, que estão tontos com a descoberta , disseram que, até agora, apenas crânios e ossos do urso das cavernas – um predecessor ligeiramente maior do urso marrom moderno – foram encontrados.

“Hoje, esta é a primeira e única descoberta desse tipo – uma carcaça de urso inteira com tecidos moles. Esta descoberta é de grande importância para todo o mundo ”, disse Lena Grigorieva da universidade, uma das maiores especialistas da Rússia em espécies da Idade do Gelo.

Outro cientista, Maxim Cheprasov, do laboratório Mammoth Museum em Yakutsk, disse ao Siberian Times que “será preparado um programa científico para seu estudo abrangente”, para que se saiba mais sobre como o animal vivia.

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NEFU RIAEN

“Teremos que estudar a carcaça de um urso usando todos os métodos modernos de pesquisa científica – genética molecular, celular, microbiológica e outros.”

Coincidentemente, um filhote de urso-caverna bem preservado da mesma espécie (Ursus spelaeus) foi recentemente encontrado separadamente.

Um dos exemplos clássicos, como o mamute lanoso, da megafauna da era do Pleistoceno Superior, o urso das cavernas originalmente recebeu esse nome porque a maioria de seus ossos foi encontrada em cavernas.

Não tendo predadores naturais, os cientistas há muito levantaram a hipótese de que a morte durante a hibernação, um período que durante a última Idade do Gelo teria sido longo, era a causa mais comum de mortalidade.

A mudança climática e a extinção causada pelo homem foram sugeridas como as principais causas do desaparecimento de animais há 15.000 anos.

O derretimento do permafrost na Sibéria, de acordo com o Times , revelou grandes descobertas no campo da paleontologia, como carcaças preservadas de mamutes, rinocerontes lanudos, potros da Idade do Gelo e leões das cavernas.

Fonte: Good News Network

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EM ARTIGO, MOURÃO DIZ QUE O BRASIL É O PAÍS COM MENOS DESMATAMENTO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Somos o país que menos desmatou na história da humanidade, diz Mourão em artigo

Sinara Peixoto, da CNN em São Paulo

19 de setembro de 2020 às 19:19 | Atualizado 19 de setembro de 2020 às 20:41

Hamilton Mourão

 

O vice-presidente da República e do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, utilizou as redes sociais, na tarde deste sábado (19), para defender a ideia de que há desinformação a respeito dos dados sobre preservação ambiental no Brasil.

Na semana em que o Pantanal atingiu a maior taxa histórica de queimadas, Mourão afirma que “somos o país que menos desmatou na história da humanidade”.

“Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia. Para esclarecer o cenário existente, eu os convido a juntos analisarmos as queimadas, o coelho da vez, tirado da cartola, para como em uma mágica induzir o espectador a acreditar no truque que lhe está sendo encenado”, afirmou.

O vice-presidente admite que as queimadas são um problema nos biomas brasileiros, mas diz que “não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos”.

“SIM, as queimadas acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do País – e também do mundo, não somos a única nação a enfrentar esse problema -, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam. Mas não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos. As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são ‘padrão Califórnia ou Austrália’ e as ações do Governo Federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas.”

Na publicação da tarde deste sábado, Mourão apresenta uma análise de números que, segundo ele, foram computados até esta semana.

“Gostaria de compartilhar a análise dos números computados até 15 de setembro deste ano, comparando-os com igual período do ano passado. Tivemos um aumento de 11% nesse período, destacando que um terço ocorreu em áreas já desmatadas, outro terço naquelas que foram objeto de desmatamento recente e o último terço em regiões urbanas, de assentamentos e industriais”, pontua.

O presidente do Conselho da Amazônia destaca o foco de ação do poder público. “Nossos alvos de repressão localizam-se naquele importante terço de áreas recentemente desmatadas, notadamente aquelas situadas em terras indígenas e unidades de conservação, onde não podemos aceitar o avanço da criminalidade”.

E finaliza questionando “narrativas” sobre o tema, defendendo a atuação do governo federal no enfrentamento aos crimes ambientais e exaltando o sistema democrático. “Não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico”.

“Por fim deixo claro que o governo do Presidente Bolsonaro não compactua com ILEGALIDADES e manterá os esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei, pois respeito ao Estado de Direito é pilar básico do sistema democrático e da civilização ocidental, a qual temos orgulho de pertencer”.

Nações europeias enviam carta

Dinamarca, França, Holanda, Alemanha, Itália, Noruega, Reino Unido e Bélgica assinaram uma carta enviada a Hamilton Mourão expressando preocupações com a degradação da Amazônia.

No documento, os signatários afirmam que “na Europa, há um interesse legítimo no sentido de que os produtos e alimentos sejam produzidos de forma justa, ambientalmente adequada e sustentável” e por isso os números do desmatamento na floresta amazônica estariam preocupando “consumidores, empresas, investidores e a sociedade civil”.

Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram um aumento no número de focos de incêndio de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de parecer um crescimento pequeno, 2019 foi o ano no qual foi registrada a maior quantidade de queimadas na Amazônia desde 2012.

A carta relembra um histórico do Brasil como um dos pioneiros na tomada de medida contra o desmatamento amazônico, e menciona o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desflorestamento na Amazônia Legal, o Código Florestal Brasileiro e a Moratória da Soja como exemplos de projetos nacionais de preservação.

O documento também expressa preocupação com os povos indígenas e as populações locais.

Os representantes dos países, participantes da parceria das Declarações de Amsterdã, um compromisso com a preservação do meio ambiente, afirmam que estão dispostos a colaborar com o Brasil em projetos de preservação.

“Gostaríamos de ter a oportunidade de discutir esse desafio junto com Vossa Excelência, através de nossos representantes diplomáticos, na esperança de que possamos trabalhar com base numa agenda comum, juntamente com outros parceiros europeus, para garantir um futuro próspero e sustentável para o nosso povo, o clima e o meio ambiente”, escreveram ao vice-presidente Hamilton Mourão.

A carta foi publicada nas redes sociais da Embaixada Alemã:

Print do tweet da embaixada alemãPublicação da Embaixada Alemã no Twitter, divulgando a carta.
Foto: Reprodução/Twitter

 

Texto de Mourão na íntegra

Nos últimos tempos, os mais variados atores acusam o Brasil de não ser capaz de cuidar do seu patrimônio ambiental, em particular a Amazônia. Uma ironia, levando em consideração que somos o País que menos desmatou na história da humanidade.

Como exemplo, cito que nos primórdios da vida na terra a Europa possuía 7% das florestas do mundo e o Brasil 9,8%. Hoje os europeus contam com 0,1% e nosso País com 28,9% da cobertura florestal mundial.
Reitero que somos a Nação que tem a matriz energética mais limpa e a maior cobertura vegetal original, chegando ao admirável valor de 84% de área nativa preservada na Amazônia e mais de 60% se considerarmos todo o território nacional.

Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia. Para esclarecer o cenário existente, eu os convido a juntos analisarmos as queimadas, o coelho da vez, tirado da cartola, para como em uma mágica induzir o espectador a acreditar no truque que lhe está sendo encenado.

SIM, as queimadas acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do País – e também do mundo, não somos a única nação a enfrentar esse problema -, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam.

Mas não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos. As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são “padrão Califórnia ou Austrália” e as ações do Governo Federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas.

Para compreendermos a realidade das queimadas amazônicas e termos capacidade de interpretar os números divulgados, precisamos entender o que significam os focos identificados pelos satélites de referência utilizados pelo INPE. As imagens acusam todos os focos de calor, o que não significa incêndio, pois qualquer área com temperatura acima de 47o – uma fogueira por exemplo – é assim identificada.

Além disso, como consta no site do instituto, é comum uma mesma queimada ser detectada por vários satélites. Os dados brutos também não distinguem as ilegais das legais, que são aquelas ocorridas dentro dos 20% de terra que, de acordo com nossa legislação, pode ser explorada no bioma Amazônia.

Os fatores que levam a uma queimada não são matemáticos, pois questões ambientais e humanas influenciam tanto a ignição como a propagação e contenção do evento. Não é uma ciência exata. Assim, os esforços dos governos federal e estaduais podem ser positivos, com elevados ganhos em um período, como em outros tendem a ser negativos.

Por isso é importante que os dados sejam TRANSPARENTES, contudo submetidos a uma análise qualitativa por meio de processo inteligente, levando a ajustes e correções, necessários para o combate às ilegalidades e para que a informação produzida seja a expressão da verdade.

Gostaria de compartilhar a análise dos números computados até 15 de setembro deste ano, comparando-os com igual período do ano passado. Tivemos um aumento de 11% nesse período, destacando que um terço ocorreu em áreas já desmatadas, outro terço naquelas que foram objeto de desmatamento recente e o último terço em regiões urbanas, de assentamentos e industriais.

Nossos alvos de repressão localizam-se naquele importante terço de áreas recentemente desmatadas, notadamente aquelas situadas em terras indígenas e unidades de conservação, onde não podemos aceitar o avanço da criminalidade.

No Bioma Amazônia existem cerca de 530.000 imóveis rurais, de acordo com dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), em aproximadamente 25.000 ocorrem queimadas ilegais, ou seja, em 5% das propriedades. Essa é a dimensão do problema a ser enfrentado, com paciência, determinação e clareza.
Não podemos e não iremos parar.

Seguiremos sempre adiante, passo a passo, com foco no aperfeiçoamento contínuo dos métodos, técnicas, equipes, políticas públicas e recursos disponíveis para a prevenção e o combate das queimadas ilegais na Floresta Amazônica, atuando nas frentes política, econômica, social e legal.

Não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico.
Por fim deixo claro que o governo do Presidente Bolsonaro não compactua com ILEGALIDADES e manterá os esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei, pois respeito ao Estado de Direito é pilar básico do sistema democrático e da civilização ocidental, a qual temos orgulho de pertencer.

Fonte: CNN

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CIÊNCIAS: CIVILIZAÇÕES PERDIDAS, LENDA OU FICÇÃO?

Civilizações perdidas: importância e influência para a sociedade moderna

Cidade perdida embaixo d'água

Com certeza você já ouviu falar de civilizações perdidas, como Atlântida/Atlantis ou a menos conhecida Lemúria, ambas tidas como mitologias e teorias que não foram confirmadas até os dias atuais. Mas você sabia que teóricos e estudiosos da antropogenese (origem e desenvolvimento humano) afirmam que há milhões de anos existiram formas de vida nesses locais, conhecidas hoje como raças raízes? Acredita-se que uma humanidade planetária nasce, evolui e se desenvolve, evoluindo e involuindo em sete etapas planetárias chamadas de Sete Raças-Raízes ou Raças Planetárias. Foi indicado, inclusive, que duas dessas raças – terceira e quarta raças-raiz – foram, respectivamente, originadas em Lemúria e em Atlântida.

A maioria das pessoas acredita que as histórias sobre Atlântida não passam de teorias da conspiração ou de lendas criadas para aflorar a imaginação da população, porque não há registros que comprovem que o lugar realmente existiu, onde era localizado e como uma ilha-cidade inteira desapareceu, mas há hipóteses de que Atlântida tenha estado na região do Mar Mediterrâneo e de que sua destruição foi causada pela erupção de um vulcão gigantesco na Ilha de Thera, no Mar Egeu, ocorrida provavelmente no século XVI a.C. Nos dias de hoje, o que restou do vulcão e de sua cratera é um círculo de ilhas atualmente conhecido como Santorini, na Grécia. Na história que deu origem à lenda, contada pelo filósofo Platão, contudo, Atlântida estaria localizada além das Colunas de Hércules, no Oceano Atlântico.

Imagem de cidades embaixo d'água

Em 2012, na área conhecida mundialmente como Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas canadenses alega ter descoberto uma cidade perdida. A noroeste da costa de Cuba, a 700 metros de profundidade, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objeto parecido com uma esfinge. Especialistas acreditam que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central da mesma época; já pesquisadores independentes insistem de que as ruínas são de Atlântida. Arqueólogos dizem que as construções foram construídas em terra e depois submergiram por causa de uma catástrofe natural, todavia essa hipótese implica em admitir a existência de uma vasta porção de terra no meio do Atlântico numa época geológica recuada, ideia que reforça a crença na Atlântida de Platão.

Cidade perdida embaixo d'água

Já Lemúria, que estaria localizado no Oceano Índico, trata-se de um continente inteiro desaparecido. Os pensamentos que incitaram a possível existência de um continente misterioso surgiram na metade do século XIX, com Philip Lutley Sclater, zoologista e advogado britânico, e Ernst Haeckel, biólogo alemão, que foram os primeiros que a iniciar os estudos sobre isso, levantando questionamentos sobre as migrações de animais e humanos. De acordo com Ernst, havia uma espécie de “pedaço faltando” quando se pensava no trânsito de humanos que saíam da Ásia e chegavam à África, pois apenas uma porção continental de terra na região poderia explicar a capacidade dos humanoides de se locomoverem de um lugar tão distante de outro sem cruzar o oceano. Anteriormente, Lutley teve quase as mesmas dúvidas que Haeckel, mas pensando nos lêmures: foi observado que havia muitos mais desses animais em Madagascar do que na África ou na Índia, podendo-se concluir que eles teriam saído de um lugar e ido para os outros.

Monumentos de cidade perdida embaixo d'água

Até os tempos modernos, muito se especula acerca destas civilizações. Para espanto geral, em 2013, geologistas encontraram evidências de que poderia ter existido um continente na região onde a tal da Lemúria estaria. Foi localizado ao sul da Índia, mais precisamente nas ilhas Maurício, um zircão datado de 3 bilhões de anos atrás, época em que a ilha supostamente não existia, já que ela é datada de 2 milhões de anos e só surgiu graças à movimentação das placas tectônicas. Desta forma, os cientistas afirmaram a existência de uma porção enorme de terra ali há muito tempo, mas ela desapareceu para dentro do oceano há cerca de 84 milhões de anos. Atualmente, o continente perdido é chamado de de Mauritia, em homenagem às ilhas que agora estão ali. Contudo não se conseguiu comprovar a lenda dos lemurianos, seres hermafroditas fabulosos, com quatro braços, que seriam, de acordo com a crença popular, os ancestrais dos humanos que habitavam Lemúria.

Falando em reais cidades perdidas – e encontradas -, a cidade de Alexandria foi descoberta no Mar Mediterrâneo em 1998. Exploradores encontraram a antiga cidade egípcia de Alexandria debaixo d’água, praticamente inteira, mesmo após estar submersa por cerca de 1.600 anos. É possível que ela tenha afundado devido a vários desastres naturais, como a subida do nível do mar, além de terremotos. Lá os mergulhadores encontraram o palácio real de Cleópatra, com direito a pisos de mármore, colunas, fornos e bacias, blocos de calcário vestido, paredes e estátuas de divindades egípcias, além de uma esfinge de granito cinza-escuro; todos itens que deveriam fazer parte da imensa construção.

Muitas culturas falam de terras míticas, cidades submersas e reinos perdidos que desafiam a ciência a comprovar suas teorias e histórias, e essas civilizações misteriosas entram e saem do campo do interesse público, sendo popularizadas na TV, em livros, revistas e agora na internet. Tornou-se cada vez mais difícil haver quem nunca tenha ouvido falar destas regiões ou que sequer tenha se sentido curioso ou incentivado a pesquisar mais sobre o assunto para saber se novas descobertas ocorreram. Esses lugares, sejam reais ou não, demonstram uma coisa: a forma como a criatividade, a imaginação e a especulação são atiçadas com essas histórias estimula um louvável desenvolvimento crítico e questionador na população, o que não deixa de ser benéfico para as mentes acostumadas a receber informações prontas, sem interesse de procurar saber mais sobre algum assunto que pode nem ser verídico.

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
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CIÊNCIAS: NOVOS DADOS SOBRE DINOSSAURO BRASILEIRO NOS APROXIMA DOS NOSSOS ANCESTRAIS

Nesta quinta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS temos novas informações sobre o dinossauro brasileiro. Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, divulgaram ontem (15) dados inéditos de uma pesquisa sobre o crescimento ósseo da espécie do dinossauro Vespersaurus paranaensis, que viveu no Paraná no período Cretáceo. Para que gosta de antropologia é uma ótima oportunidade para ler e conhecer a história dos nossos antepassados!

Pesquisadores apresentam dados inéditos sobre dinossauro brasileiro

O Vespersaurus paranaensis viveu no Paraná no período Cretáceo, há cerca de 90 milhões de anos

Pesquisadores recolhem fósseis no noroeste do Paraná: dinossauro tinha um crescimento mais parecido com o de jacarés e crocodilos. Crédito: © Cenpaleo/Museu Nacional

Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, divulgaram ontem (15) dados inéditos de uma pesquisa sobre o crescimento ósseo da espécie do dinossauro Vespersaurus paranaensis. O estudo foi conduzido em parceria com o Centro Paleontológico da Universidade do Contestado, em Santa Catarina. Ele revela que esse animal poderia viver entre 13 e 14 anos e atingia a maturidade sexual entre 3 e 5 anos de idade.

Vespersaurus paranaensis foi uma espécie de dinossauro de pequeno porte, com 1,5 metro de comprimento. Ele viveu no período Cretáceo, entre 90 milhões e 70 milhões de anos atrás, no noroeste do Paraná. Nessa época, partes do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul do Brasil formavam o Deserto Caiuá. A espécie habitava o entorno de áreas úmidas, possivelmente um oásis. Nessa mesma região, também já foram encontrados fósseis de lagartos extintos e de duas espécies de pterossauros.

Graças ao grande número de fósseis preservados do Vespersaurus paranaensis, foi possível traçar um panorama mais completo e confiável sobre como esses animais se desenvolviam, qual eram suas taxas de crescimento e quanto tempo levavam para se tornar adultos. A técnica da ósteo-histologia, empregada no estudo, consiste na retirada de fragmentos do osso, por meio de cortes com serras elétricas. Por ser relativamente destrutiva, costuma ser usada apenas quando existe abundância de fósseis.

Fêmur do dinossauro. Crédito: Geovane Souza/Museu Nacional

Tecido incomum

A pesquisa constatou ainda a existência de um tipo de tecido ósseo incomum para os dinossauros, conhecido como paralelo-fibroso. Ele é caracterizado por um alto grau de organização das fibras de colágeno contida nos ossos e demanda mais tempo para se formar ao longo do crescimento do animal. Assim, as taxas de crescimento do Vespersaurus paranaensis eram provavelmente mais lentas do que o observado em outros dinossauros e mais similares às de jacarés e crocodilos.

A hipótese dos pesquisadores é de que a desaceleração do crescimento desses animais estaria relacionada com o seu tamanho corpóreo. Também é possível que seja uma adaptação ao ambiente árido onde viviam.

Reconstituição artística do dinossauro. Crédito: Geovane Souza

O trabalho integrou a pesquisa de mestrado de Geovane Alves de Souza, financiada com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Mobilizou mais seis cientistas: Arthur Brum, Juliana Sayão, Maria Elizabeth Zucolotto, Marina Soares, Luiz Weinschütz, além do paleontólogo e diretor de Museu Nacional Alexander Kellner.

Perguntas sem respostas

De acordo com nota divulgada pelo Museu Nacional, as descobertas revelam a importância do financiamento de bolsas de pós-graduação, lançando luz sobre como os dinossauros viveram em um mundo de constante mudança climática e quais os mecanismos e estratégias de sobrevivência existiam no passado do planeta. “Apesar de os dinossauros fascinarem tanto cientistas quanto o público leigo, muitas perguntas sobre seu crescimento, metabolismo e anatomia ainda permanecem sem respostas”, diz o texto.

Vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Museu Nacional vem se reconstruindo desde o grave incêndio ocorrido em sua sede em 2018.  De acordo com a instituição, essa pesquisa inédita surge em momento oportuno e reforça a sua capacidade de produzir ciência de ponta e de qualidade. Os resultados do estudo também foram divulgados na “PeerJ”, revista científica internacional focada em ciências biológicas e ciências médicas.

Fonte: Revista Planeta

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DICA DE LIVRO: UMA INCRÍVEL HISTÓRIA DO HOMEM DE ÉVELYNE HEYER

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é para quem é curioso(a) e buscador(a): “Como foi a história do gênero Homo até chegar ao sapiens? Por que somos a única espécie que fala? Somos todos mestiços? Por que o parto humano é tão perigoso? Por que os homens são mais altos que as mulheres? Como será a espécie Homo sapiens no futuro? Esta é uma leitura imperdível para todos os que se fascinam com perguntas como essas e buscam entender por que nós, Homo sapiens, somos como somos. Aqui, alguns dos mais renomados especialistas respondem, de forma acessível, aos principais questionamentos sobre a nossa espécie e também às questões colocadas pelas últimas pesquisas em paleon­tologia, antropologia e áreas afins. Em textos escritos por um time que reúne de biólogos a geneticistas, passando por neurologistas e paleontólogos, é contada a incrível história evolutiva deste grande mistério que é o ser humano.” Portanto, ai está uma excelente oportunidade de você esclarecer uma série de questões que permeiam a sua mente!

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Foto: Arquivo pessoal

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CULTURA: A MISSÃO DE COLOCAR UM SORRISO NO SEU ROSTO É FOCO DO PRIMEIRO MUSEU DA FELICIDADE DOMUNDO

Um museu diferente e irreverente foi inaugurado em plena pandemia em Copenhagen, capital da Dinamarca. Este é o nosso destaque da coluna CULTURA desta sexta-feira e também é o primeiro museu da felicidade do mundo. Uma obra no mínimo inusitada, já que a felicidade não é algo que você esperaria encontrar pendurado em um museu, não é mesmo? Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir para entender o que é isso e como funciona?

O primeiro museu da felicidade do mundo foi inaugurado em Copenhagen e está fadado a colocar um sorriso no seu rosto

 

 

A felicidade, como a arte, geralmente é subjetiva, mas, ao contrário da arte, a felicidade não é algo que você esperaria encontrar pendurado em um museu. Ou, pelo menos, não foi até que um museu inteiro dedicado à felicidade foi inaugurado em Copenhagen em julho passado.

Happiness Research Institute – sim, isso realmente existe – é a força motriz por trás do novo projeto. De acordo com sua declaração de missão, o objetivo do think tank independente ao explorar por que algumas sociedades são mais felizes do que outras “é informar os tomadores de decisão sobre as causas e efeitos da felicidade humana, tornar o bem-estar subjetivo parte do debate de políticas públicas e melhorar [a] qualidade geral de vida dos cidadãos em todo o mundo. ”

 

 

“Acho que as pessoas imaginam que o Instituto é como um lugar mágico”, brincou o CEO Meik Wiking em uma entrevista à CNN , “uma sala cheia de cachorrinhos ou sorvete – mas somos apenas oito pessoas sentadas na frente de computadores olhando os dados. ”

Depois de receber vários pedidos públicos para visitar seus escritórios nada mágicos, a “Equipe da Felicidade” foi atingida por uma ideia: se as pessoas realmente queriam um lugar onde pudessem compreender melhor o que impulsiona a felicidade humana, por que não dar a eles 1?

“Nós pensamos, por que não criamos um lugar onde as pessoas possam experimentar a felicidade de diferentes perspectivas e dar a elas uma exposição onde elas possam se tornar um pouco mais sábias em torno de algumas das questões que tentamos resolver?” Wiking explicou.

Em 14 de julho de 2020, com estritos protocolos COVID-19 em vigor, o museu de 2.585 pés quadrados fez sua estreia. Com uma capacidade máxima atual de 50, os visitantes são convidados a explorar a felicidade a partir de uma perspectiva global que inclui percepções históricas sobre como o conceito de felicidade evoluiu ao longo dos tempos e as maneiras pelas quais diferentes culturas regionais definem o termo.

O museu abriga uma vasta coleção de artefatos doados que representam felicidade para pessoas de todo o mundo. “Podemos ser dinamarqueses, mexicanos, americanos ou chineses, mas somos, antes de mais nada, pessoas”, disse Wiking à CNN. “São as mesmas coisas que impulsionam a felicidade, não importa de onde viemos, e espero que as pessoas vejam isso na exposição.”

 

 

É seguro dizer que Wiking, que escreveu o best-seller internacional “O Pequeno Livro de Hygge: A Maneira Dinamarquesa de Viver Bem”, sabe mais do que uma ou duas coisas sobre felicidade. E ele tem algumas palavras de esperança para todos nós na pandemia.

“Quando acompanhamos as pessoas ao longo do tempo”, observou ele, “podemos ver que elas são notáveis ​​na superação dos desafios que lhes acontecem … Claro, é necessário ser otimista na minha profissão, mas acho que podemos superar esses tempos como bem.”

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DICA DE LIVRO: PISTIS SOPHIA – OS MISTÉRIOS DE JESUS, COMENTADO POR HELENA BLAVATSKY

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é Pistis Sophia – Os Mistérios de Jesus. Este livro contém parte dos ensinamentos secretos de Jesus que foram ministrados aos discípulos após a ressurreição do Mestre. Originalmente escrito em grego e tido como perdido, esse documento foi encontrado numa tradução para o copto, a língua do Alto Egito nos primeiros séculos da nossa era. A tradição oral confirma a importância de Pistis Sophia como o mais esotérico de todos os ensinamentos de Jesus que foram preservados. Esta edição, revisada e com comentários adicionais de Helena Blavatsky, contém novas sugestões de interpretações na Introdução e mais de 400 notas explicativas ao longo do texto, facilitando assim seu entendimento. Por isso você que é curioso e buscador esse é o livro pra você ler e abrir a sua cabeça, quebrar paradigmas e expandir a consciência.

  Foto: Arquivo pessoal

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BOAS NOTÍCIAS: UMA CELEBRAÇÃO QUE VALE A PENA REGISTRAR NO GUINNESS BOOK, O CASAL MAIS VELHO DO MUNDO

O destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira vai para o casal eleito oficialmente como o mais velho do mundo, que acaba de completar 79 anos de união. O casal é de Quito, no Equador. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa linda história!

Este romântico marido e mulher são o casal mais velho do mundo

Este doce casal equatoriano se casou há quase oito décadas. Agora, 79 anos depois de se casar, eles foram oficialmente nomeados o casal mais velho do mundo.

Crédito: Guinness World Records 

Julio Cesar Mora Tapia, 110 anos, e Waldramina Maclovia Quinteros, 104, têm uma idade agregada de 214 anos e 358 dias.

Nascidos no Equador antes da invenção da televisão, eles se conheceram quando Waldramina foi ver sua irmã durante as férias escolares. Julio Cesar morava no prédio da irmã dela. O par se conheceu e se tornou um amigo rápido.

Júlio César se apaixonou pela beleza de Waldramina, sua conversa e seu grande coração.

Waldramina encontrou em Júlio César um poeta de espírito jovem.

Sete anos depois, o casal cativado disse ‘sim’ em 7 de fevereiro de 1941 na igreja mais antiga de Quito: La Iglesia de El Belén.

Desde então, eles tiveram cinco filhos, 11 netos, 21 bisnetos e nove tataranetos.

Seu conselho para um casamento duradouro? “A fórmula secreta = amor + maturidade + respeito mútuo”, disse o casal ao Guinness World Records .

“É verdade que neste momento está difícil porque estamos sobrecarregados pela pandemia que atinge o mundo e ainda não temos uma solução. Porém, o primeiro passo para seguirmos as regras com respeito e amor à vida. ”

“Respeite e ame a vida.” Essas são as palavras certas para viver agora.

Fonte: Good News Network

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REFLEXÃO: VOCÊ É ÚNICO E PODE USAR OS SEUS DEFEITOS AO SEU FAVOR COMO SE FOSSEM VIRTUDES

A história ou fábula dos dois potes tem uma bela lição para nos ensinar na coluna REFLEXÃO desta terça-feira. Uma história linda que nos ensina a olhar os nosso “defeitos” por outro ângulo e nos faz enxergar porque cada um de nós é tão especial e único.E quem nos conta essa fábula é a Camila Zen, com seu jeito todo meigo e gentil de se expressar. Então lhe convido a assistir o vídeo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: A RICA HISTÓRIA DO PTB DE GETÚLIO VARGAS A ROBERTO JEFFERSON – PARTE 1

O destaque da coluna ANÁLISE POLÍTICA desta sexta-feira é a jornalista independente Regina Villela, que neste vídeo nos conta, em detalhes, a origem dos políticos que orbitaram em torno do ditador Getúlio Vargas, desde o Estado Novo até a criação do PTB – Partido Trabalhista Brasileiro. Parte 1

Na parte 2 vamos passar por Brizola até chegar em Roberto Jefferson. Não perca e passe a entender melhor a história da nossa política.

Fonte:

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VARIEDADES: ÓCULOS DO ÍCÔNICO GANDHI VÃO A LEILÃO EM BREVE EM CASA DE LEILÓES EM BRISTOL, INGLATERRA

A coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado trás uma curiosa história sobre o icônico lider indiano Mahatma Gandhi. É que os óculos pertencentes ao famoso líder foram parar na caixa de correio de uma casa de leilões em Bristol, Inglaterra. O atual proprietário da relíquia é sobrinho do homem que ganhou os óculos e trabalhava para a British Petroleum na época.  Reza a lenda da família que ele ajudara Gandhi de alguma forma durante sua visita e, em retribuição pelo favor, ele ganhou esses óculos. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer essa hilariante história!

Os óculos pertencentes a Gandhi foram enviados por correio a uma casa de leilões – com o proprietário não tendo idéia do seu valor

Espera-se que um par de óculos pertencente a Mahatma Gandhi valha milhares em leilão, depois que o proprietário os envia em um envelope para os leiloeiros, na esperança de conseguir alguns dólares.

Os óculos dourados foram presenteados ao tio do atual proprietário pelo famoso líder durante uma viagem à África do Sul na década de 1920.

O item raro foi então passado de geração em geração antes de terminar na caixa de correio de uma casa de leilões em Bristol, Inglaterra.

O preço de venda foi agora estabelecido entre £ 10.000 e £ 15.000 para os óculos – embora se pense que eles poderiam eventualmente ir para muito mais.

Gandhi, nomeado ‘Homem do Ano’ pela revista Time em 1930, era um advogado e ativista cuja campanha não violenta libertou com sucesso a Índia do domínio britânico.

Muito parecido com John Lennon, ele desenvolveu um visual distinto na vida adulta, que sempre incluía os óculos icônicos.

Andrew Stowe, de East Bristol Auctions, disse: “Chegamos uma manhã e lá, cutucando precariamente em nossa caixa de correio, estava um pequeno envelope.

“No envelope estava o par de óculos, junto com um bilhete que dizia: ‘Estes eram os óculos de Gandhi’ e um número de telefone do proprietário.

“Foram os cinco minutos mais bizarros da minha carreira! Depois de um telefonema, ficamos sabendo da história completa e começamos nossa pesquisa.

“Depois de cavarmos um pouco mais fundo, percebemos que esses óculos foram achados de grande importância histórica.

“Gandhi é uma figura icônica na história mundial. Quando alguém pensa nele, você evoca a imagem de seu xale, suas sandálias e, claro, seus óculos. ”

gandhi

Andrew acrescentou que Gandhi era conhecido por dar seus pertences para aqueles que o ajudavam.

“O tio em questão trabalhava para a British Petroleum na época, e a lenda da família era que ele ajudara Gandhi de alguma forma durante sua visita e, em retribuição pelo favor, ele ganhou esses óculos.

“É a história mais incrível, porque o dono não tinha ideia de seu valor e teria ficado muito feliz em receber cinquenta libras por eles, tenho certeza!

“Quando eu disse a ele sobre a avaliação, a linha ficou quieta por um momento – ele ficou bastante surpreso.

SWNS 

“É um daqueles momentos com que todos sonhamos – descobrir algo que possuímos há anos vale milhares de libras.

“É sempre uma alegria fazer essas descobertas.”

Muitos relacionados a Gandhi arrecadaram muito dinheiro em leilão, com um pequeno xale usado por ele vendido em 2013 por £ 40.000. Um par de sandálias muito usadas foi vendida no mesmo ano por £ 13.000.

Os óculos devem ir sob o martelo durante o ‘Leilão especialista em História e Militar’ do East Bristol Auctions que acontecerá online às 10h em 21 de agosto.

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: UM RESILIENTE IDOSO DE 96 ANOS SE FORMA EM HISTÓRIA E FILOSOFIA E FAZ PLANOS PARA O FUTURO

Um grande exemplo de persistência, resiliência e superação que vem de Palermo na Itália é o destaque desta edição da coluna BOAS NOTÍCIAS. Um idoso de 96 anos conseguiu se formar em História e Filosofia na Universidade de Palermo, na Itália e já faz novos planos para o futuro. Veja o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa linda história!

Idoso se forma aos 96 anos e faz planos para o futuro

Um idoso de 96 anos acaba de se formar em História e Filosofia na Universidade de Palermo, na Itália e já faz novos planos para o futuro.

Giuseppe Paterno, que enfrentou muitos testes na vida – como a pobreza infantil, guerra e, mais recentemente, pandemia de coronavírus – passou pelo exame que o torna a pessoa mais velha formada na Itália.

O ex-ferroviário, ele recebeu na semana passada o diploma e a tradicional coroa de louros concedida formandos italianos. Giuseppe foi aplaudido pela família, professores e colegas com mais de 70 anos de idade.

“Eu sou uma pessoa normal, como muitas outras, [mas] em termos de idade, superei todos os outros”, disse Giuseppe Paterno à Reuters.

Apaixonado por livros, ele conta que decidiu se matricular na faculdade em 2017 e justificou:

“O conhecimento é como uma mala que eu carrego comigo, é um tesouro”, disse.

História

Giuseppe Paterno cresceu em uma família pobre na Sicília nos anos anteriores à Grande Depressão. Ele só conseguiu fazer educação básica quando era criança.

Depois, entrou para a Marinha e serviu durante a Segunda Guerra Mundial, antes de trabalhar nas ferrovias quando se casou e criou dois filhos.

Mas Paterno queria aprender e se formar no ensino médio, com o desejo de ir além. Fez isso aos 31 anos.

Como estudante, ele escreveu seus ensaios na máquina de escrever manual que ganhou da mãe quando se aposentou das ferrovias em 1984.

Em vez de pesquisas no Google, ele revela que prefere livros impressos.

Paterno confessou que teve um pouco de desconforto com as videochamadas que substituíram o ensino em sala de aula durante o lockdown do coronavírus, mas disse que não se deixou levar pela própria doença.

“Tudo isso nos fortaleceu, todo o meu grupo de pares, todos aqueles que ainda estão vivos”, disse ele. “Não nos assustou muito.”

Futuro

Agora formado, ele não pensa em parar de estudar. Aos 96 anos Giuseppe contou que tem novos planos.

“Meu projeto para o futuro é me dedicar à escrita; Quero revisitar todos os textos que não tive chance de explorar mais. Esse é o meu objetivo”, afirmou.

A professora de Sociologia, Francesca Rizzuto, que passou o exame oral de Giuseppe, elogiou o ex-aluno e disse:

“Você é um exemplo para estudantes mais jovens”, concluiu.

Giuseppe Paterno na formatura - Foto: REUTERS / Guglielmo Mangiapane
Giuseppe Paterno na formatura – Foto: REUTERS / Guglielmo Mangiapane
Giuseppe Paterno na formatura - Foto: REUTERS / Guglielmo Mangiapane
Giuseppe Paterno na formatura – Foto: REUTERS / Guglielmo Mangiapane

 

Com informações da Reuters 

Fonte: Só Notícia Boa

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DICA DE LIVRO: O SANTO GRAAL E A LINHAGEM SAGRADA DE MICHAEL BAIGENT, RICHARD LEIGH E HENRY LINCOLN

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira É “O Santo Graal e a linhagem sagrada”, dos autores Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. No fim do século XIX, um padre descobre, nas fundações da igreja francesa de Rennes-lw-Chateau, algo que lhe confere grande poder sobre seus superiores e acesso a círculos restritos da nobreza europeia. Para muitos um tesouro. Para os autores deste livro, esta descoberta se refere a um conjunto de informações, codificadas em pergaminhos dos primeiros séculos da nossa era,  contendo as mais explosivas revelações sobre a figura de Jesus e sobre o cristianismo. A recompensa desses dados misteriosos converge para as origens da dinastia merovíngia , a “linhagem sagrada”, afogada em sangue há mais de 1.300 anos, com apoio da Igreja, que buscava abafar para sempre um segredo, finalmente revelado no fim deste livro. Então, se você é buscador e curioso descubra esse segredo lendo esse extraordinário livro.

Foto: Amazon

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DICA DE LIVRO: A ALMA DO MUNDO DE ROGER SCRUTON

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é uma obra do renomado escritor Roger Scruton sobre a experiência do sagrado contra o ataque dos ateísmos contemporâneos. O renomado filósofo argumenta que nossos relacionamentos pessoais, intuições morais e julgamentos estéticos implicam na existência de uma dimensão transcendental que não pode ser completamente compreendida pelo olhar da ciência. Em vez de apresentar uma defesa da existência de Deus, ou da verdade da religião, o que o autor propõe neste livro é uma reflexão sobre por que o sentimento do sagrado é essencial à vida humana, e o que a perda dele pode significar. Ao analisar arte, arquitetura, música e literatura, Scruton sugere que as formas mais puras da experiência e da expressão humana contam a história da nossa necessidade do sagrado, e que esta busca dá ao mundo uma alma. A alma do mundo conclui, portanto, que, mesmo com o papel cada vez menor do sagrado no mundo contemporâneo, os caminhos à transcendência permanecem abertos.

Foto: Amazon

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BOAS NOTÍCIAS: EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E VITÓRIA ROZELI DA SILVA TRANSFORMA A VIDA DE 360 CRIANÇAS

Um exemplo de superação e vitória é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo. Uma Ex-gari, analfabeta e vítima de violência doméstica, que foi mãe aos 12 anos de idade criou uma ONG que transforma a vida de 360 crianças pobres em Porto Alegre. Então você não pode deixar de ler esse artigo completo e conhecer essa história emocionante de Rozeli da Silva!

Ex-gari e analfabeta transforma a vida de 360 crianças pobres

“Eu sou gari, preta, pobre, não sabia nem ler e nem escrever. Fui vítima de violência doméstica, vivi em cárcere privado, fui mãe aos 12 anos e por muito tempo, quando não era invisível, era tratada como lixo. Hoje, represento para as crianças que acolhemos a esperança de que existe sim uma saída e que quando acolhemos com amor a nossa história e a de quem está ao nosso redor, podemos mudar o mundo!”.

As palavras de luta e vitória são de Rozeli da Silva, que há 10 anos criou uma ONG que transforma a vida de quase 400 crianças pobres de Porto Alegre!

A ONG Renascer da Esperança fez da luta pessoal de Rozeli um propósito de vida tão significativo e poderoso, que contagiou uma legião de pessoas, que se juntaram a ela e hoje levam dignidade, amor e esperança a esses pequenos brasileiros.

A história da Rozeli e da ONG Renascer da Esperança foi descoberta pelos Caçadores de Bons Exemplos, do casal Iara e Dudu, que vendeu tudo o que tinha em 2010 para rodar o Brasil atrás de bons exemplos. Eles fecharam parceria com o SóNotíciaBoa e agora vão contar histórias como esta, toda semana aqui no nosso portal.

O sonho da Rozeli

Rozeli foi criada rodeada pela pobreza e que hoje está viva graças às doações de comida que recebia ao pedir de porta em porta. Mas ela decidiu que era importante contar para o mundo que não existe criança da rua.

“Nenhuma delas brotou do asfalto, nasceu nos becos, ou foi colocada ali pela cegonha. Todas têm família e têm história, não cabe a ninguém o direito de dar nomes à elas: trombadinhas ou qualquer outra ofensa, não às representam”, lembra Rozeli.

Desde que começou a trabalhar como varredora de rua, ela entendeu que poderia ser capaz de realizar o que um dia ela sonhou – literalmente – juntar as crianças que vivem na rua e cuidar de cada uma delas, abraçando sua história, seus medos, suas inseguranças e traumas.

Deu certo

A ideia de Rozeli começou a ser abraçada por pessoas que ajudaram a construir a ONG.

Lea, assistente social, foi personagem desse sonho e peça fundamental dentro da construção da ONG Renascer da Esperança.

Por muito tempo, era ela quem escrevia e divulgava as ideias que estavam dentro do coração e da cabeça de Rozeli.

Com a ajuda de muitas outras pessoas da comunidade, o projeto da ONG foi estruturado, graças ao advogado Dr. João Plinio de Almeida, e o analfabetismo da Rozeli foi ficando para trás com o cuidado e paciência da lavadeira Dona Neli.

A sede

Em 1998, três anos depois da estruturação do projeto e de muitos dias e meses com ele embaixo do braço, a ONG ganhou sua sede, duas casinhas de madeira em um grande pátio da União, cedido pelo presidente da empresa em que Roseli trabalhava.

De lá pra cá, tudo mudou. A comunidade veio com braços e peças fundamentais para a estruturação de um lugar de acolhimento, incentivo a educação, ao esporte e, principalmente, ao renascer da esperança na vida de centenas de crianças da região.

Hoje, a ONG Renascer da Esperança cuida de mais 360 crianças e oferece reforço escolar, oficinas extracurriculares e diversas atividades… colhe frutos de um sonho que, com muita dedicação e superação, se tornou real.

Veja o trabalho da ONG na página deles, no Instagram, no Facebook e ajude!

A vitoriosa Rozeli - Foto: divulgação
A vitoriosa Rozeli – Foto: divulgação
Aulas na ONG - Foto: divulgação
Aulas na ONG – Foto: divulgação

Por Rinaldo de Oliveira e Caçadores de Bons Exemplos

Fonte: Só Notícia Boa

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EX ASSESSOR DIZ QUE NÃO VOTARÁ EM TRUMP, E CONSIDERA SEU GOVERNO UMA ANOMALIA NA HISTÓRIA DOS EUA

 

Para ex-assessor, governo Trump é uma ‘anomalia’ na história dos EUA

John Bolton, ex-conselheiro de segurança nacional da Casa Branca,  fez duras declarações sobre o presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

 

John Bolton classificou governo Trump como 'anomalia' na história dos EUAJohn Bolton classificou governo Trump como ‘anomalia’ na história dos EUA

Ex-conselheiro de segurança nacional da Casa Branca e autor de um recém-lançado polêmico livro de memórias sobre seu período no governo de Donald Trump, John Bolton fez nesta sexta-feira (10) duras declarações sobre o presidente americano em entrevista à Agência Efe.

Para o ex-assessor, o governo Trump é uma “anomalia” na história dos Estados Unidos, e, quando “desaparecer”, as pessoas “vão se perguntar como chegou à presidência”.

Bolton, que começou a trabalhar no governo Trump em março de 2018 e saiu em setembro de 2019 em um dramático rompimento com o presidente americano, espera que a história lembre o ex-chefe como “um presidente de um mandato e uma anomalia” que deixará um legado pouco destacável em política internacional.

“Há muito poucas histórias de sucesso para contar, e a política (externa) dos EUA, em muitos aspectos, é mais fraca do que antes”, disse Bolton, que concedeu entrevista à Efe para promover o livro de memórias The room where it happened (em português, A sala onde aconteceu)

Bolton afirmou acreditar que será possível “reparar os danos que foram feitos aos Estados Unidos” e previu que isso será possível “após um mandato” de Trump, mas a tarefa será mais complicada se ele for reeleito.

“É importante que nossos amigos ao redor do mundo entendam que isso é uma anomalia. Donald Trump não é um republicano conservador. Também não quero dizer que ele seja um democrata progressista. Ele é simplesmente Donald Trump, e, quando desaparecer, as pessoas vão se perguntar como chegou à presidência”, declarou.

No livro, Bolton faz pouca autocrítica sobre seu próprio envolvimento nas falhas do governo Trump. Na entrevista, defendeu seu tempo como conselheiro da seguinte forma: “o que eu tentei fazer foi aproximar o presidente do que eu pensava serem posições consistentes com a segurança nacional dos EUA, e quando senti que não podia mais fazer isso, saí”.

O ex-conselheiro disse que renunciou em parte por causa de desacordos sobre a política para o Afeganistão, mas Trump alega que o demitiu, algo que contribuiu para azedar ainda mais uma das relações mais tensas de Washington.

Bolton, que escreve na obra que tentou se distanciar do debate sobre imigração enquanto estava na Casa Branca, também afirmou à Agência Efe que a agenda de imigração de Trump “não é uma política definida”, mas “uma declaração política” com fins eleitorais.

“Parte do ponto que vamos construir o muro e o México vai pagar. Mas, de fato, o México não pagou, e não vejo como isso poderia acontecer. O muro é um símbolo para muitas pessoas sobre imigração ilegal (…) e é uma questão que (Trump) usa para chamar a atenção (dos eleitores), comentou.

O ex-assessor revelou ainda que não votará em Trump nas eleições de novembro, nem no democrata Joe Biden, mas anotará na cédula o nome de algum político com cujas ideias ele concorda.

 Fonte:  R7

 

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A EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA NO INÍCIO DO SÉCULO 19 NO HAITI AJUDOU OS EUA A SE TORNAREM A POTÊNCIA QUE É HOJE

Como uma epidemia no Haiti ajudou os Estados Unidos a se tornarem uma potência

No início do século 19, uma epidemia de febre amarela fez estrago no Haiti e provocou mudanças geopolíticas que duram até hoje.

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

A revolta dos escravos haitianos deu início a eventos que alteraram para sempre a geopolítica mundialA revolta dos escravos haitianos deu início a eventos que alteraram para sempre a geopolítica mundial

Foi uma epidemia cujos efeitos mudaram a geopolítica mundial por muitos séculos.

No final de 1801, Napoleão Bonaparte enviou ao Haiti uma das maiores frotas marítimas já mobilizadas pela Armada francesa e suas forças acabaram sucumbindo a um mosquito.

Milhares de soldados franceses morreram vítimas da maior epidemia de febre amarela registrada no Caribe em 300 anos.

Assim naufragaram os planos de Bonaparte para as Índias Ocidentais, como eram chamadas as ilhas do Caribe, dos quais o Haiti era peça central.

Seu fracasso criou condições para a consolidação de uma pujante mas jovem nação, os Estados Unidos, cuja ascensão transformaria o jogo de forças internacional nos séculos seguintes.

Mas de onde vinha o interesse de Bonaparte pelo Haiti?

Um império de açúcar e café

Depois de se estabelecer no início do século 17 de maneira informal na parte ocidental da Espanhola, como era conhecida a ilha onde hoje ficam o Haiti e a República Dominicana, a França conseguiu fazer a coroa espanhola lhe ceder formalmente um terço da ilha em 1697 com o Tratado de Rijswijk.

Mais de 700 barcos atracavam em Santo Domingo para exportar seus produtos, principalmente café e açúcar

Batizada então de Saint-Domingue, ou São Domingos, logo se tornou a posse mais próspera da França em todo o Novo Mundo, graças à sua produção de açúcar e café, da qual a França era o principal exportador para a Europa e, em menor grau, cacau e índigo.

No início da década de 1780, mais de 700 navios atracavam lá todos os anos para carregar produtos dessa colônia, que naquela época representavam dois terços dos investimentos franceses no exterior.

Toda essa prosperidade, no entanto, foi construída com base no uso maciço e brutal da força de trabalho escrava africana.

Esses escravos ficavam presos num círculo vicioso porque os proprietários não se dedicavam a cuidar deles, convencidos de que não valia a pena gastar devido à alta taxa de mortalidade entre eles.

Como consequência, metade dos escravos morreu durante o primeiro ano no Haiti devido às duras condições de vida.

A cada ano dezenas de milhares de seres humanos eram trazidos, o que, por sua vez, transformou o comércio de escravos em um negócio lucrativo.

Socialmente, São Domingos era uma bomba-relógio com várias classes que se odiavam e se temiam. Como o historiador francês Paul Fregosi descreveu:

“Brancos, mulatos e negros se odiavam. Os brancos pobres não toleravam brancos ricos; os brancos ricos desprezavam os brancos pobres; os brancos de classe média tinham inveja dos brancos aristocráticos; os brancos nascidos na França menosprezavam os brancos locais. Os mestiços não gostavam dos brancos, repudiavam os negros e eram desprezados pelos brancos. Negros livres abusavam daqueles que ainda eram escravos; negros nascidos no Haiti consideravam selvagens aqueles trazidos da África. Todos – com boas razões – viviam aterrorizados com os outros. O Haiti era um inferno, mas o Haiti era rico.”

Em 1791, paradoxalmente inspirados pela Revolução Francesa e sua Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, os escravos iniciaram uma revolta que 13 anos depois culminaria na declaração de independência, a primeira em um país latino-americano.

Muitos proprietários de terra morreram nas mãos de seus escravos e numerosas plantações foram queimadas.

O levante levou a uma guerra civil, na qual também interferiram outras grandes potências coloniais, como Espanha e Inglaterra, que apoiaram um ou outro grupo de acordo com sua conveniência.

A pressão da revolta estava conseguindo extrair concessões das autoridades francesas, que começaram a oferecer liberdade aos escravos que se juntavam às suas fileiras.

Em 1794, a França aboliu a escravidão em todas as suas colônias do Caribe.

No início da década seguinte, François-Dominique Toussaint Louverture, um ex-escravo militar que jurou lealdade à França, assumiu o controle de São Domingos e em 1801 foi nomeado “governador geral”.

Seus movimentos não passariam despercebidos em Paris.

Uma invasão, um engano

Decidido a recuperar o controle da antiga colônia e restaurar sua “grandeza”, no outono de 1801, Bonaparte enviou uma flotilha composta por 26 fragatas, 35 navios, 22.000 soldados e cerca de 20.000 marinheiros, segundo dados coletados pelo historiador americano JR McNeill.

No final de janeiro de 1802, essa força chegou ao seu destino, desembarcando em três portos diferentes.

Nos meses seguintes, eles receberiam mais reforços, embora não haja consenso entre os especialistas sobre a magnitude deles. Estima-se que a força total enviada tenha variado de 60.000 a 85.000 homens.

À frente dessa expedição estava o general Victor Emmanuel Charles Leclerc, marido de Pauline, a irmã mais nova e favorita de Napoleão.

O chefe militar recebeu instruções secretas sobre sua missão.

“Napoleão determinou que Leclerc restaurasse a economia das plantações, restaurasse São Domingos à França e acabasse com a independência de Toussaint”, escreve McNeill em seu livro Mosquito Empires: Ecology and War in the Greater Caribbean, 1620-1914 (Impérios de mosquitos: ecologia e guerra no Caribe, 1620-1914, em tradução livre).

Seus objetivos também incluíam o restabelecimento da escravidão, mas somente quando os negros fossem desarmados e seus líderes deportados para a França, portanto havia discrição sobre esses planos.

Napoleão também instruiu Leclerc a agir astuciosamente diante de Touissant: ele devia primeiro demonstrar respeito para baixar a guarda e depois capturá-lo.

Com tropas experientes e bem armadas diante de milícias locais mal equipadas, Leclerc conseguiu ganhar terreno e, em maio de 1802, fez um armistício com Toussaint, que se retirou para uma de suas muitas propriedades na região.

Um mês depois, no entanto, o líder haitiano cometeu o erro de ir a um encontro com Leclerc, que o prendeu e o deportou para a França, onde ele morreu em uma masmorra menos de um ano depois.

Um inimigo pequeno e mortal

Alguns historiadores consideram que a captura de Toussaint foi acelerada depois que Leclerc descobriu que o líder haitiano estava tentando ganhar tempo enquanto esperava os franceses recuarem ao serem derrotados por um inimigo implacável: a febre amarela.

“Toussaint tinha conhecimento médico e tinha consciência de quando e onde a febre atingiria seus inimigos europeus. Aparentemente, ele sabia que, ao manobrar para levar alvos a portos e terras baixas durante a estação chuvosa, eles morreriam em massa”, dizem os historiadores da medicina John S. Marr e John T. Cathey.

Essa estratégia parece insinuada em uma carta que o general haitiano escreveu a Jean-Jacques Dessalines, que o sucederia como líder e se tornaria o primeiro presidente do Haiti pós-colonial.

Em seu texto, Toussaint instrui Dessalines a queimar um porto onde os franceses tinham uma guarnição e indica: “Não se esqueça que enquanto esperamos a estação das chuvas, que nos livrará de nossos inimigos, só teremos destruição”.

Seus cálculos foram bem orientados. Quando a estação das chuvas começou em 1802, as tropas francesas começaram a cair sob os ataques do pequeno, mas implacável mosquito Aedes aegypti.

Leclerc reconhece o quão difícil foi essa batalha em uma carta que enviou ao ministro da Defesa francês Denis Descres na época:

“Um homem não pode trabalhar duro aqui sem arriscar sua vida e é impossível para mim ficar aqui mais de seis meses. Minha saúde é tão ruim que eu me consideraria sortudo se pudesse durar tanto tempo! A mortalidade continua e o medo causa estragos. O exército que calculávamos em 26.000 homens está reduzido no momento para 12.000. Neste momento eu tenho 3.600 homens no hospital”, escreveu ele.

“Nas últimas noites, perdi de 30 a 50 homens por dia na colônia, e não passa um dia sem que 200 a 250 homens entrem no hospital, dos quais não mais que 50 saem”, acrescentou.

As condições em que as tropas francesas viviam, em fortes lotados ou em navios nos portos, proporcionavam um ambiente propício ao melhoramento genético e ataque de mosquitos.

Além disso, as forças recém-chegadas do exterior não possuíam imunidade à doença, como poderia ter sido desenvolvida por aqueles que há muito residiam na ilha.

Como consequência, as tropas de Leclerc foram dizimadas pela febre amarela.

Segundo estimativas de McNeill, entre 80% e 85% dos soldados franceses enviados ao Haiti perderam a vida, a maioria devido a doenças e apenas alguns em combate.

“Sob todas as perspectivas, o número de mortos e a taxa de mortalidade são difíceis de entender a menos que se leve em consideração a convergência de fatores ambientais e ecológicos ideais para um desastre epidemiológico”, resumiram John S. Marr e John T. Cathey.

Uma dessas fatalidades foi o próprio Leclerc, que morreu em novembro de 1802. Um ano depois, as forças francesas finalmente se retiraram da ilha e abandonaram formalmente sua tentativa de reconquista.

Alguns erros estratégicos contribuíram para sua derrota, como a captura de Toussaint, a decisão de Napoleão de restabelecer a escravidão na ilha de Guadalupe e as ações cruéis do sucessor de Leclerc, o general Donatien Rochambeau, que levou a França a encontrar uma resistência cada vez maior entre negros.

Nenhum desses elementos, no entanto, teve um efeito tão devastador quanto a febre amarela.

O nascimento de uma potência

A tentativa de Napoleão de recuperar o controle de São Domingos era acompanhada com interesse pelas outras potências, mas causou inquietação especialmente em um país recém-independente e ainda em desenvolvimento: os Estados Unidos.

No final de 1800, a Espanha cedeu a colônia da Louisiana à França por meio de um acordo secreto.

Esse território abrangia os estados atuais de Arkansas, Iowa, Missouri, Kansas, Oklahoma e Nebraska, além de partes de Minnesota, Novo México, Dakota do Sul, Texas, Wyoming, Montana e Colorado e do próprio estado da Louisiana e de partes das províncias canadenses de Alberta e Saskatchewan.

Mas o governo de Thomas Jefferson não estava tão preocupado com o tamanho do território, mas com sua localização: eles controlavam o rio Mississippi e o porto de Nova Orleans, onde viajavam três oitavos dos produtos exportados pelos Estados Unidos.

Outra causa de desconforto foi o fato de o novo proprietário ser uma potência em expansão, como a França de Napoleão.

“Isso muda completamente todas as relações políticas nos Estados Unidos e gerará uma nova época em eventos políticos”, escreveu o presidente dos EUA em abril de 1802, logo após receber a confirmação da designação da Louisiana.

“A Espanha poderia controlá-la em silêncio por anos. Isso nunca pode ser esperado nas mãos da França. A impetuosidade de seu temperamento, a energia e o caráter inesgotável colocam-na em um ponto de atrito eterno conosco. É impossível que a França e os Estados Unidos possam permanecer amigos quando se encontram em uma situação tão tensa”, disse o presidente americano, como relata o historiador Jon Meacham em sua biografia.

Tentando resolver a crise antes que ela surgisse, Jefferson enviou James Monroe a Paris no início de 1803 para negociar a compra de Nova Orleans com Napoleão.

O objetivo foi alcançado, mas com uma surpresa adicional: à proposta de compra de Nova Orleans, a França acrescentou a oferta de entregar toda a colônia da Louisiana.

Mas por que tomou essa decisão?

“Para a França, manter e defender terras tão distantes da Europa estava se tornando cada vez mais caro e problemático. A derrota nas mãos das forças de São Domingos foi especialmente problemática para Napoleão, que acreditava que ele deveria dedicar seus recursos a campanhas mais perto de casa”, explica Meacham.

Foi assim que, em 30 de abril de 1803, foi assinado o acordo pelo qual os Estados Unidos compraram a Louisiana, encerrando assim qualquer preocupação com as ambições territoriais da França em seu ambiente mais próximo e conseguindo duplicar seu território a um preço baixo: US $ 15 milhões na época, equivalente a cerca de US $ 340 milhões em 2020.

Historiadores como Bob Corbett colocam São Domingos no centro da estratégia da França para o Novo Mundo, na qual a Louisiana pretendia servir como produtora de produtos para alimentar os escravos da ilha.

“Sem a ilha, o sistema tinha mãos, pés e até cabeça, mas não corpo. De que adiantava a Louisiana quando a França havia perdido a principal colônia que a Louisiana deveria alimentar e fortalecer?”, perguntou o historiador Henry Adams.

Outros pesquisadores acreditam – com base em algumas evidências – que Bonaparte realmente tinha planos de tomar o controle da Louisiana e de lá conquistar os Estados Unidos, ou pelo menos estabelecer-se como uma força importante naquele território, dividido entre americanos, franceses e espanhóis.

Mesmo que um desses cenários estivesse correto, a derrota em São Domingos parece ter encerrado essas ambições.

A compra da Louisiana abriu as portas para a futura expansão dos EUA para o oeste, incluindo a guerra com o México, após a qual os Estados Unidos anexaram formalmente o Texas e compraram a Califórnia e o resto dos territórios ao norte do Rio Grande.

Essa consolidação territorial não apenas ajudou a torná-lo o quarto país com o maior território do mundo, mas também limitou a dois o número de países com os quais compartilhava uma fronteira terrestre e deixou os oceanos Atlântico e Pacífico como barreiras naturais que o protegiam de agressões.

Todos esses elementos foram essenciais para impedir que os Estados Unidos fossem atacados por inimigos externos e impediram que suas infraestruturas (e em grande parte sua economia) fossem afetadas por conflitos armados.

E todas essas mudanças foram possibilitadas pela epidemia de febre amarela que atingiu as tropas francesas no Haiti.

Está claro por que o pesquisador Erwin Ackerknecht diz que essa foi provavelmente “a epidemia mais importante da história”.

Fonte: R7

Continuar lendo A EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA NO INÍCIO DO SÉCULO 19 NO HAITI AJUDOU OS EUA A SE TORNAREM A POTÊNCIA QUE É HOJE

CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI – 4ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta terça-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta há milhares de anos e são citados nos hieroglifos Sumérios. Nesta 4ª e última parte  vamos conhecer as trilhas dos tupiniquins pelos estados de São Paulo, Santa Catarina e mais ao Norte em Rondônia história das cidades perdidas na região amazônica que já foram e continuam sendo motivo de expedições.

Como capilares do Caminho de Peabiru existiam trilhas por todo o atual território brasileiro, como indicam registros arqueológicos em toda sua extensão. E uma destas trilhas é hoje conhecido como a trilha dos tupiniquins.

Este caminho passava pelas atuais cidades de São Paulo, Sorocaba e Botucatu no Estado de São Paulo e, pelas cidades de Tibagi, Ivaí, Alto Piquiri e Foz do Iguaçu no Estado do Paraná, chegando até em Assunção no Paraguai.

Ainda de acordo com relatos históricos o Caminho de Peabiru ao atravessar o rio Pinheiros no Estado de São Paulo, outros ramos dele chegavam à região da atual cidade de Cananeia e estendiam ao litoral dos atuais Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Do litoral do atual município de São Vicente/SP ele passava pelos municípios de Cubatão e de São Paulo. E neste último atravessava locais hoje conhecidos como o Pátio do Colégio e Rua Direita, cruzava o Vale do Anhangabaú e continuava seguindo o traçado atual das Avenidas Consolação e Rebouças.

  

  
Ontem no Caminho de Peabiru transitaram tropeiros, bandeirantes, colonizadores espanhóis, desbravadores portugueses. Sobretudo, por ele passaram levas mais levas de índios tupis-guaranis, de gês, entre outros povos indígenas. Hoje este caminho após milhares de anos de uso, parte dele transformou-se em frenéticas e movimentadas vias cortando o Vale do Anhangabaú, Avenida da Consolação e Avenida Rebouças, na Cidade de São Paulo – Imagens da Internet

Com interesse especial voltado à região amazônica, relacionado aos acontecimentos ali já tidos muito e muito antes de surgir o Caminho de Peabiru, os pesquisadores de Dakila (ainda como antigo Projeto Portal), realizaram a primeira expedição àquela região, entre os meses de março e abril de 2004. Eles com o objetivo de elucidar a “pré-história brasileira”, procuraram evidencias de uma civilização avançada que ali já existiu.

Eles procuraram encontrar artefatos, vestígios em cavernas, em pinturas rupestres e em símbolos ainda desconhecidos pela arqueologia e que poderiam apenas ser encontrados naquela região deixadas por esta civilização, na forma de mensagens não só inteligentes, mas também elucidativas.

E algumas destas inscrições encontradas foram do alfabeto extraterrestre conhecido em toda a galáxia, símbolos de divindades e inscrições relacionadas às entradas intraterrenas, entre outras informações colhidas.

As informações avançadas contidas nestas inscrições não poderiam ter originadas de antigos povos indígenas que já habitaram aquela região, mais especificamente a região que localiza hoje o Estado de Rondônia, que poderá se transformar em uma região de importantes sítios arqueológicos

  

  

  
Gravuras rupestres encontradas durante a Expedição Zigurats do ano de 2004, nos Municípios de Presidente Médici (Riachuelo) e Costa Marques/RO – Fotos Portal Pegasus

Se os pesquisadores de Dakila possuem interesse especial para a região amazônica, é porque dali que tudo se iniciou. Nesta parte do território brasileiro que começou a civilização Muril.

Entretanto, estes pesquisadores mais do que seu interesse arqueológico por aquela região, procuram se identificar com o proceder desta civilização. Tê-la como modelo para os tempos atuais, como uma civilização que exercitou a Ciência Lilarial com sabedoria, com sentimento de vida e com o saber que conduz as consciências em harmonia às ondas modulares.

Na Grécia antiga Gaia ou a deusa “Mãe Terra” era a força geradora, que nascida do caos já existia desde o princípio da criação e, como deusa da fertilidade deu à luz o mar, o céu e as montanhas. O que mencionavam os antigos gregos tido hoje como mito, a Ciência Lilarial com outras palavras dá-lhe de certa forma sentido de verdade através das ondas modulares.

Com percepção mais ampla enfocando esta nova ciência, o sentido mais verdadeiro de “Mãe”, que dá condições o ser humano de fisicamente existir, suprindo-o em suas necessidades, para que possa (biologicamente) viver, é a “Mãe Terra”, é a “Mãe Natureza”.

O ser humano chamado de mãe é mais verdadeiramente “portal”, que ao ser aberto pela “chave energética impulsionadora” daquele chamado de pai, possibilita o corpo físico humano se mostrar na realidade física e nela a alma humana experienciar.

“Pai e Mãe” de todos é a Energia Suprema, é Deus. Ela é real fonte que tudo modula, gera e cria na abundância. E ao conduzir em constante e dinâmica vibração as ondas modulares entrelaçadas de polaridades opostas, nada se perde, tudo se transforma, inclusive para gerar vidas que nutrindo de outras, possam surgir novas vidas.

   
A “Mãe Natureza” ao nutrir os seres humanos, ela de fato que os possibilita existirem (biologicamente) na realidade física, “nascerem” para este mundo, que nele em corpos físicos suas almas podem experienciar – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Os pesquisadores de Dakila instigados pelo Quinto Princípio Universal ou o de Ritmo, que está sempre em ação pelo balanço do ir e do vir no tempo, voltam o seu interesse no aqui agora para onde tudo começou, mas agora sem oscilações emocionais procuram dar seus saltos quânticos definitivos.

Vivenciam o momento de seguirem sempre em frente. Principalmente de se olharem sempre de frente, já sem bloqueios emocionais e já reprogramados mentalmente para este Novo Tempo, que deve ser também o aqui agora de toda humanidade.

Aqueles que já atingiram todos os graus de domínio sobre si mesmos, eles já sabem usar sua vontade que os induz às mudanças, para atingirem os necessários graus de equilíbrio e de firmeza mentais. E assim alcançarem sintonia (pela mente/coração) com o pulsar do universo e se realizarem mais facilmente.

Eles já experienciam capacidade mental de mudarem a vibração de tudo, de se tornarem senhores de todas as “Leis”, ao agirem de acordo com os “Princípios” que as regem, para se transformarem em cocriadores, em semideuses.

Sobretudo, eles já sabem pela Ciência Lilarial e espelhando-se na civilização Muril, que com ela agora somando à vibração na frequência do sentimento humano do Amor Universal que une, permite que tenham sintonia maior com a Energia Suprema, alcancem maior aproximação com Deus.

 

Fontes de pesquisas:
https://dakila.com.br › pesquisas › ratanaba-a-capital-do-mundo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/quatro-culturas-que-viveram-na-amazonia-antiga.phtml
https://br.sputniknews.com › ciencia_tecnologia › 2019091214506135-pes…
Fonte: Pesquisadores brasileiros encontram complexo arqueológico …
https://www.nsctotal.com.br › Hora de SC, DC › Cotidiano
Caminho do Peabiru: trilha histórica começa em Palhoça e segue até …
https://meiembipeturismo.com.br › o-caminho-do-peabiru
https://ndmais.com.br › noticias › caminho-de-peabiru-e-mapeado-a-partir…
https://pt.wikipedia.org › wiki › Caminho_do_Peabiru
Vídeo Caminho de Peabiru – De Lá Pra Cá – 27/11/2011
O código secreto de Hitler e os anunnaki – YouTube
https://www.youtube.com › watch
https://www.revistaplaneta.com.br › Ciência
https://www.youtube.com › watch…O Sangue RH Negativo Esconde um Grande Segredo …
Parceria #07 – Ratanabá e as antigas tecnologias dos Murils Dakila Pesquisas

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ECONOMIA: A SAGA DE HONG KONG – COMO OCORREU O MILAGRE ECONÔMICO

Nesta edição da coluna ECONOMIA desta segunda-feira estamos postando a 2ª parte da história de como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong. Esta segunda parte narra essa história a partir da década de 1950 até os dias atuais. Então, ao ler esse artigo você vai conhecer, em detalhes, os segredos dessa civilização milenar e a resiliência para chegar onde chegou! 

Como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong – da pobreza à prosperidade

A fantástica transformação

 

Artigo originalmente publicado no início de 2014. Com as recentes e violentas intervenções do governo chinês, tudo isso pode se perder

Leia a primeira parte aqui.

Com milhões de refugiados chineses, sofrendo com um embargo comercial e com sua infraestrutura estrangulada, a Hong Kong do início da década de 1950 parecia confirmar os prognósticos pessimistas feitos no século XIX.

No entanto, esta enxurrada de refugiados era composta por milhões de indivíduos que, embora completamente pobres, fugiram para Hong Kong em busca de liberdade.  E embora Hong Kong não possuísse a infraestrutura adequada para recebê-los, ela fornecia ampla liberdade para qualquer indivíduo que quisesse colocar seus talentos empreendedoriais em ação.

Não havia na ilha as mesmas restrições cambiais vigentes no Reino Unido e em grande parte da Europa — o que significava que o dólar de Hong Kong, que era ancorado à libra esterlina, era livremente conversível em outras moedas —, e a quantidade de regulamentações sobre a economia era desprezível.

A combinação entre mão-de-obra à procura de trabalho e empreendedores com conhecimento e algum capital oriundos de Xangai — até então a grande cidade capitalista chinesa — forneceu a matéria-prima para o crescimento industrial iniciado na década de 1950.  A economia começou a prosperar.

Os empreendedores de Hong Kong criaram rapidamente um número impressionante de pequenas e médias empresas durante este período, especialmente no setor têxtil.  Estes empreendimentos, os quais acabaram se diversificando e se ramificando para setores como vestuário, plásticos e eletrônicos, produziam principalmente para atender a crescente demanda da Europa e dos EUA por bens manufaturados e baratos.

Essa rápida industrialização da década de 1950 foi possível porque ocorreu em condições nas quais 1) os direitos de propriedade eram respeitados, 2) o poder judiciário era independente e os tribunais, imparciais, e 3) a interferência econômica das autoridades coloniais era mínima.

Como o último governador britânico de Hong Kong, Christopher Patten, escreveu em seu livro de memórias, East and West, os refugiados do comunismo que correram para Hong Kong chegaram à única cidade livre da China; era de fato “a única sociedade chinesa que, por um breve período de 100 anos, viveu um ideal jamais vivenciado em nenhum outro momento da história da sociedade chinesa — um ideal em que nenhum homem tinha de viver com medo de uma batida à porta da sua casa à meia-noite”.

Hong Kong tinha um governo limitado e competente, que se restringia a manter a lei e a ordem, e a permitir o funcionamento da economia de mercado.  Era um governo que honrava completamente a filosofia confuciana: “Deixe as pessoas locais serem felizes e atraia migrantes longínquos.”

Mais impressionante ainda foi o fato de que, enquanto o Reino Unido estava criando um estado altamente intervencionista e assistencialista em casa, sua colônia desfrutava uma política econômica fundamentalmente de livre mercado.

No entanto, houve um responsável pela prolongada existência desta política de livre mercado.  Houve uma pessoa que seguidamente contrariou ordens do governo britânico e, com isso, permitiu a prosperidade de Hong Kong.

Sir John Cowperthwaite, o homem que permitiu a prosperidade de Hong Kong

O nome de Sir John James Cowperthwaite (1915—2006) deveria ocupar para sempre o topo do panteão dos grandes libertários.  Enquanto vários de nós apenas escrevemos sobre ideias libertárias, este cidadão de fato as transformou em política pública para milhões de cidadãos.

Cowperthwaite foi nomeado secretário das finanças de Hong Kong para o período de 1961 a 1971.  Escocês e discípulo fiel de Adam Smith, ele era assumidamente um economista na tradição da Escola de Manchester, ardorosa defensora do livre comércio.

Na época, com a Grã-Bretanha indo a passos firmes rumo ao socialismo e ao assistencialismo, Cowperthwaite permaneceu inflexível: Hong Kong deveria se manter fiel aos princípios do laissez-faire.  Tendo praticamente controle completo sobre as finanças do governo de Hong Kong, ele se recusou a impor qualquer tipo de tarifa de importação e sempre insistiu em manter os impostos no nível mais baixo possível.

Ele era um liberal-clássico, bem ao estilo dos liberais do século XIX.  Era fiel adepto da ideia de que os países deveriam se abrir unilateralmente para o comércio, sem esperar contrapartidas.  Ele já estava em Hong Kong desde 1941, fazendo parte do Serviço Administrativo Colonial.  Com a invasão japonesa, ele foi enviado para Serra Leoa.  Ao voltar para Hong Kong, em 1946, os britânicos lhe pediram para elaborar planos e programas para que o governo pudesse estimular o crescimento econômico.  Cowperthwaite apenas respondeu dizendo que a economia já estava se recuperando sem nenhuma ordem do governo.

Mais tarde, ao ser efetivamente nomeado secretário das finanças, em 1961, ele se tornou um defensor inflexível daquilo que passou a rotular de “não-intervencionismo positivo” e passou a pessoalmente controlar a política econômica da colônia.

Cowperthwaite transformou Hong Kong na economia mais livre do mundo.  Durante o seu mandato, o livre comércio foi instituído plenamente, pois Cowperthwaite se recusava a obrigar os cidadãos a comprar bens caros produzidos localmente se eles podiam simplesmente importar produtos mais baratos de outros países.  O imposto de renda sempre teve uma alíquota única, de 15%.  A total escassez de recursos naturais em Hong Kong — havia apenas a enseada onde está o porto — e o fato de que a ilha tinha de importar até mesmo toda a sua comida tornam o sucesso de Hong Kong ainda mais fascinante.

“Para toda a nossa economia, é preferível confiarmos na ‘mão invisível’ do século XIX a aceitarmos que as canhestras mãos de burocratas manipulem os delicados mecanismos do mercado”, declarou Cowperthwaite em 1962.  “Em específico, não podemos deixar que burocratas danifiquem os principais mecanismos da economia, que são a livre iniciativa e a livre concorrência”.

Ele não aceitava protecionismo nem para as chamadas “indústrias infantes“: “Uma indústria infante, quando protegida e mimada, tende a permanecer infante, e jamais irá crescer e se tornar eficiente”.  Também acreditava firmemente que, “no longo prazo, o agregado das decisões individuais dos empreendedores, exercitando seu juízo individual em uma economia livre, mesmo cometendo erros, tende a ser bem menos danoso do que as decisões centralizadas de um governo; e certamente o eventual dano tende a ser contrabalançado mais rapidamente.”

Desde os dias de John Maynard Keynes, a ciência econômica vem sendo atormentada pela ideia de que a ação humana deve ser destilada em números, os quais se transformam em uma “pretensão ao conhecimento” para aspirantes a planejadores centrais.  Nas várias faculdades de economia atuais é difícil saber quando acaba a matemática e quando começa o real conhecimento econômico.  Para Cowperthwaite, no entanto, a compilação de estatísticas para planejamento econômico era um anátema.  Ele simplesmente se recusou a coletá-las.  Quando Milton Friedman lhe questionou, em 1963, a respeito da “escassez de estatísticas”, Cowperthwaite respondeu: “Se eu deixá-los coletar estatísticas, irão querer utilizá-las para planejar a economia”.

Perguntado qual era a coisa mais premente que os países pobres deveriam fazer, Cowperthwaite respondeu: “Eles deveriam abolir seus institutos de estatísticas econômicas”.  Ele acreditava que, se estatísticas fossem coletadas em Hong Kong, elas estimulariam o governo britânico a implantar políticas supostamente corretivas, o que inevitavelmente afetaria a capacidade da economia de mercado funcionar corretamente.  Isso gerou consternação no governo britânico.  Uma delegação de burocratas foi enviada a Hong Kong para descobrir por que as estatísticas não estavam sendo coletadas.  Cowperthwaite literalmente mandou-os de volta a Londres no primeiro avião.

O desprezo de Cowperthwaite pela teoria econômica em voga (keynesianismo) e sua abordagem não-intervencionista eram garantia de conflitos diários tanto com o governo britânico quanto com empresários.  Os britânicos haviam elevado a alíquota do imposto de renda em Cingapura; quando ordenaram a Hong Kong que fizesse o mesmo, Cowperthwaite recusou.  Ele era contrário a dar subsídios e a conceder benefícios especiais para empresas.  Quando um grupo de empresários pediu a ele que providenciasse fundos para a construção de um túnel através da enseada de Hong Kong, ele respondeu dizendo que, se o túnel fosse economicamente sensato, o setor privado iria construí-lo.  O túnel foi construído privadamente.

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O legado de Cowperthwaite

Não obstante sua postura contrária, há estatísticas sobre a Hong Kong daquela época.  Durante sua década como secretário das finanças, os salários reais subiram 50%, e a fatia da população vivenda na pobreza extrema caiu de 50 para 15%.  O mais impressionante é que Hong Kong fez tudo isso sem contar com nenhum outro recurso que não fosse sua população.  A colônia não possuía nenhuma terra agrícola e nenhum recurso natural.  E até mesmo o único recurso que ela possuía — as pessoas — não era exatamente muito culto.  Com efeito, a maior parte da massa de refugiados que chegou a Hong Kong na década de 1950 seria vista apenas como um fardo para o estado.

Também digno de menção é todo o contexto mundial vigente à época.  A transformação de Hong Kong ocorreu exatamente quando os social-democratas controlavam a Europa e quando o democrata Lyndon Johnson e seu programa da Grande Sociedade dominava a política americana, o que refletia o consenso entre as elites políticas da Europa e dos EUA de que assistencialismo e políticas econômicas intervencionistas eram a única direção sensata para as sociedades avançadas.  Mesmo nos países em desenvolvimento, políticas econômicas intervencionistas, como a industrialização por meio da substituição de importações — que se baseava na imposição de altas tarifas de importação para proteger as indústrias domésticas — eram a norma.

A pequena Hong Kong, portanto, conseguiu adotar e manter políticas de livre mercado e de livre comércio que iam totalmente contra as políticas dos governos britânico, europeus e americanos, e contra o consenso de economistas desenvolvimentistas em todo o mundo.  E fez tudo isso enquanto ainda era pobre e estava perigosamente ao lado de uma poderosa e imperialista ditadura comunista.

É difícil argumentar contra o sucesso.  Após a aposentadoria de Cowperthwaite, em 1971, sucessores menos adeptos aos seus princípios se mostraram mais propensos a aumentar os gastos assistencialistas, mas todos os aumentos foram financiados por meio da venda de terras, e não de aumento de impostos.  As alíquotas tributárias estão hoje exatamente no mesmo valor em que Sir John James Cowperthwaite as deixou.

O avanço

As políticas de livre comércio, de não-intervenção do estado na economia, de orçamentos governamentais rigidamente equilibrados, de imposto de renda de pessoa física com alíquota única (15%), de mercado de trabalho bastante flexível, de livre fluxo de capitais, de não-restrição a investimentos estrangeiros (estrangeiros podem investir livremente em empresas locais e também deterem 100% do capital) se mantiveram inalteradas após a saída de Cowperthwaite.

Esta política econômica, a qual promoveu a concorrência e o espírito empreendedorial, criou as condições para o acelerado crescimento econômico vivenciado por Hong Kong nas décadas seguintes.  Entre 1961 e 2012, o PIB real per capita de Hong Kong foi multiplicado por um fator 9.  Hoje, o PIB per capita de Hong Kong, em termos de paridade do poder de compra, é o 7º maior do mundo.

Ou seja, em apenas algumas décadas, Hong Kong, sem recursos naturais, sofrendo dos mesmos problemas enfrentados por todos os outros países em desenvolvimento, e cuja renda média per capita era de apenas 28% da dos residentes do Reino Unido, deixou de ser uma favela a céu aberto e se tornou uma das economias mais ricas do mundo, superando em muito a renda média per capita de sua metrópole.

De economia industrial a uma economia de serviços

O primeiro estágio do desenvolvimento de Hong Kong baseou-se na indústria manufatureira.  No entanto, as reformas econômicas feitas na China e a política de abertura ao investimento estrangeiro adotada por Deng Xiaoping a partir de 1978 alteraram profundamente a natureza da economia de Hong Kong nas décadas seguintes.

O setor manufatureiro começou a declinar e a perder peso na economia no final de década de 1970 em decorrência de aumentos nos preços da terra — uma inevitabilidade para um local tão pequeno e povoado — e nos salários.  No entanto, a crescente integração econômica entre Hong Kong e China permitiu à ilha realocar sua produção para as zonas econômicas especiais na província adjacente de Guangdong, na China.

Estas zonas, que foram criadas no início de 1980, ofereceram aos investidores de Hong Kong a oportunidade de aumentar sua competitividade ao recorrerem a uma mão-de-obra barata e abundante (chinesa) ao mesmo tempo em que ainda usufruíam as mesmas condições não-intervencionistas do governo chinês quanto recebiam em Hong Kong.  De 1978 a 1997, o comércio entre Hong Kong e China cresceu a uma taxa média anual de 28%.  Ao final de 1997, o investimento direto feito por Hong Kong representava 80% de todo o investimento estrangeiro direto em Guangdong.

Estes novos desenvolvimentos alteraram significativamente a economia de Hong Kong.  A participação da indústria na economia declinou de 31% em 1980 para 14% em 1997 e 8% em 2008; o setor de serviços, por outro lado, aumentou sua participação consideravelmente, de 68% em 1980 para 86% em 1997 e 92% em 2008.

Desde 1997, a economia de Hong Kong se tornou um pólo para serviços de alto valor agregado (finanças, administração, logística, consultoria empresarial, comércio etc.).  Atualmente ela atrai tanto empresas chinesas que querem entrar no mercado internacional quanto empresas de todo o mundo que querem ter acesso aos mercados da China e do resto da Ásia.

A manutenção das instituições de livre mercado

Já no início da década de 1980, a perspectiva de uma iminente devolução de Hong Kong à soberania chinesa produziu grande incerteza com relação à manutenção das instituições que tornaram o território uma região rica e próspera.  Esta preocupação, no entanto, foi rapidamente abrandada.

Na Declaração Conjunta Sino-Britânica, assinada no dia 9 de dezembro de 1984, foi estabelecido que Hong Kong deixaria de ser um território sob controle britânico no dia 1º de julho de 1997.  O princípio do “um país, dois sistemas” também foi acordado nesta data.  Com a exceção das relações exteriores e da defesa nacional, o acordo concedeu ampla autonomia ao território e permitiu a Hong Kong manter seu sistema capitalista e seu estilo de vida por um período de 50 anos, até 2047.

Hong Kong hoje é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China.  Ela preservou o grosso do seu sistema político, judicial, econômico e financeiro que caracterizou a colônia quando estava sob controle britânico.  O poder judiciário é independente do poder político e continua a operar sob o sistema do direito consuetudinário herdado dos britânicos.  Os direitos de propriedade são garantidos na Constituição da Região Administrativa Especial de Hong Kong.  Seus cidadãos desfrutam amplas e fundamentais liberdades individuais.

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Conclusão

Em 1960, a renda média per capita de Hong Kong era de apenas 28% da renda média per capita da Grã-Bretanha.  Atualmente, é de 140%.  Ou seja, de 1960 a 2012, a renda per capita de Hong Kong deixou de ser de aproximadamente um quarto da da Grã-Bretanha e passou a ser mais de um terço maior.  É fácil falar destes números.  Muito mais difícil é se dar conta de sua significância.

Compare a Grã-Bretanha — o berço da Revolução Industrial, a potência econômica do século XIX em cujo império o sol jamais se punha — a Hong Kong, uma mera restinga de terra, superpovoada, sem nenhum recurso natural, exceto uma enseada.  No entanto, em menos de quatro décadas, os residentes desta restinga de terra alcançaram um nível de renda um terço maior do que aquele desfrutado pelos residentes de sua metrópole.

O retorno de Hong Kong à China era inevitável, assim como era inevitável a determinação do governo chinês em preservar o capitalismo de Hong Kong.  O interesse da China em preservar sua galinha dos ovos de ouro era claro: a China sempre utilizou Hong Kong — a qual ela podia atacar e tomar à força a qualquer momento — como um meio de acesso aos mercados estrangeiros e também como fonte de capital.  Houve épocas em que 80% das receitas externas da China entrava através de Hong Kong.  A China também queria demonstrar a Taiwan que uma reunificação pacífica era possível.

O perigo sempre foi o de a liderança chinesa não entender a relação entre o hardware de Hong Kong (a economia capitalista) e o seu software (uma sociedade pluralista).  É o seu software que permite que seu hardware funcione tão bem.  Até o momento, os novos governantes de Hong Kong vêm se comprovando notavelmente aptos a dar continuidade ao funcionamento harmônico entre o hardware e o software.  A grande questão é se isso permanecerá assim no futuro.

Não foram apenas os britânicos que fizeram de Hong Kong um sucesso.  Foi principalmente a população de Hong Kong, de operários de fábricas a empreendedores, quem transformou uma ilha estéril em potência econômica.  Essas pessoas foram capazes de fazer isso porque o governo de Hong Kong, na maior parte do tempo, as deixou em paz.  Hong Kong está longe de ser perfeita, e longe de ser um paraíso libertário.  Mas permanece sendo um dramático exemplo de como a genialidade humana e o talento empreendedorial podem trazer prosperidade a uma sociedade originalmente pobre.

Por que Hong Kong sempre foi tão livre?  Em parte, Hong Kong teve a sorte de ser governada por homens que entendiam que sua função era bastante limitada.  Não era exatamente o ideal liberal-clássico, mesmo sob Cowperthwaite, mas ainda assim foi a sociedade que mais significativamente se aproximou deste ideal no século XX.  E a combinação entre a incapacidade do governo britânico em fornecer instituições democráticas e sua falta de interesse em Hong Kong permitiu àqueles homens manter suas políticas econômicas, mesmo enquanto sua própria Grã-Bretanha natal experimentava o desastre econômico do socialismo light dos anos 1950-70.  Hong Kong também se beneficiou do exemplo das desastrosas políticas econômicas da China na década de 1960.  Com tantos residentes chineses fugindo do comunismo e se refugiando em Hong Kong, a demanda por liberdade era alta.

Hong Kong é um dos mais formidáveis e conclusivos exemplos de uma sociedade que teve grande êxito em fugir do subdesenvolvimento e enriquecer recorrendo à liberdade econômica.  Hong Kong teve sorte em ter tido essa liberdade.  E a sua população provou que a liberdade funciona.

Fonte: Mises Brasil

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CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI – 3ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta há milhares de anos e são citados nos hieroglifos Sumérios. Nesta 3ª parte  vamos conhecer a história das cidades perdidas na região amazônica que já foram e continuam sendo motivo de expedições  já que se transformaram em lendas contadas pelos povos indígenas da amazônia.

Informações quando passadas oralmente de geração em geração, elas sem comprovação física acabam se transformando em lendas, como as que os povos indígenas vêm transmitindo sobre existências de cidades perdidas na densa floresta amazônica. Cidades como Akhaim, Akhanis e Akhakor que eram reverenciadas, mas ao mesmo tempo temidas.

Estas cidades mencionadas de geração em geração na forma de relatos sobre o Eldorado e tidas como lendas, elas mesmo assim sempre despertaram interesse e foram procuradas. Expedições já foram realizadas e continuam sendo feitas em sua busca na região amazônica, que dela o Brasil possui maior extensão junto aos países limítrofes.

  

 
A lenda do El Dorado é uma antiga narração feita pelos nativos sul-americanos aos espanhóis no tempo da colonização das Américas. Narração de uma cidade repleta de tesouros e com algumas de suas construções em ouro – Imagem da Internet.

Paitíti é mais uma narração de cidade lendária, que está oculta na região da floresta amazônica, entre o sudeste do Peru, o nordeste da Bolívia e o noroeste do Brasil constituído pelos territórios do Acre, Rondônia e Mato Grosso. Ela foi capital de um reino chamado de Grande Paitíti e como mito assemelha-se ao do Eldorado.

De acordo com alguns estudiosos quatro cataclismos globais mais recentes foram o grande cataclismo acontecido cerca de 550 mil anos atrás, formando “ilhas” de diversos tamanhos.

A segunda catástrofe global aconteceu cerca de 435 mil anos atrás e outra em torno de 180 mil anos, para finalmente em torno de 9.000 a.C., acontecer o ultimo cataclismo diluviano global.

Com o primeiro cataclismo formaram-se “ilhas”, uma delas se supõe com a extensão de um verdadeiro continente. E, em parte deste imenso território foi com o passar do tempo sendo construído um império composto por sete reinos.

Estes reinos possuíam seus limites nos atuais territórios da Bolívia Peru e Colômbia, incluía também parte do hoje território brasileiro, através dos Estados do Amazonas e do Mato Grosso, estendendo-se ao Planalto de Goiás.


Mapa focalizando a região amazônica, que possui maior extensão no território brasileiro e que praticamente inexplorado, deve provavelmente conter mais sítios arqueológicos de tempos mais antigos, esperando serem descobertos – Imagem da Internet

Registros arqueológicas do Caminho do Peabiru utilizado por povos indígenas antes da colonização das Américas, parecem indicar ser este o caminho no continente sul-americano, que estes povos o faziam pelo chão.

Mas, é bom lembrar também, como já foi mencionando no início deste texto, que outros caminhos por toda a Terra em tempos ainda muito mais remotos utilizados pela civilização Muril, foram percorridos muitos deles em galerias subterrâneas.

Hoje, quando se pensa sobre a floresta amazônica, a imagem mais comum que se forma à mente, é a de uma gigantesca área verde com inúmeros desafios à sobrevivência humana. Mas, o que as pesquisas arqueológicas mais recentes indicam, aquela região não era tão assim selvagem antes das presenças dos europeus. Ela já era densamente habitada, com os povos que ali existiam produzindo inúmeros objetos e praticando intensa agricultura.

Uma das principais fontes escritas destas informações é o diário de Frei Gaspar de Carvajal, dominicano espanhol que ainda em 1542 na expedição de Francisco de Orellana, desceu o rio Amazonas de sua nascente no Peru até sua foz próxima à ilha de Marajó, no Pará.


Reminiscência do que foi o Caminho do Peabiru indica a presença de uma estrada ramificada, que por ela transitava em tempos passados os vários povos indígenas do continente sul-americano. Partes da estrada principal eram calçadas nas regiões mais difíceis de caminhar – Imagem da Internet.

Foi através da narração de Frei Gaspar de Carvajal, que estabeleceu a primeira relação entre o grande rio do novo mundo descoberto pela colonização europeia e a palavra “amazona”.

Esta denominação foi motivada pela visão deste narrador de guerreiras nativas às margens deste rio, que ele as associou ao mito grego das amazonas, dando nome de Amazonas ao extenso rio daquela região.

Ele também registrou nas margens dos vários afluentes deste grande rio densidade populacional. Esta informação e outras em suas crônicas foram consideradas exageradas, fantasiosas pelos estudiosos. Porém, estudos mais recentes de pesquisadores e arqueólogos brasileiros estão confirmando estes dados.

Tais relatos vêm hoje sendo confirmado por pesquisas arqueológicas naquela área, que nela estão sendo encontrados continuamente objetos de pedra e de cerâmicas ricamente trabalhadas, que vão reconstruindo a história dos povos que ali habitaram, como os da cultura Marajoara, Santarém, Guarita e Maracá.

Um aspecto da cultura marajoara que chama atenção dos arqueólogos são os desenhos presentes nos objetos, que lembram animais misturados com caracteres humanos (figuras antropozoomorfas) e os objetos tapajônicos (Santarém) que chamam atenção por representarem também diferentes perspectivas.

Os Guarita ocupavam na Amazônia os territórios entre os rios Negro e Solimões e, os arqueólogos ainda não sabem se eles eram um povo em uma só aldeia ou, se em várias delas articuladas politicamente à uma aldeia central, que funcionava como uma espécie de capital.  Quanto aos Maracá suas urnas funerárias são encontradas na superfície de abrigos rochosos, em cavernas no sul do Amapá.

 

 
Objetos arqueológicos respectivamente das Culturas Marajoara, Santarém,
Guarita e Maracá – Imagens da Internet

Sobre estas antigas culturas na região amazônica brasileira dizem os estudiosos em arqueologia do Instituto Mamirauá: ”não se pode dizer que é um só sítio arqueológico. O que está se vendo é um complexo arqueológico de vários sítios, que podem ter histórias diferentes, mas que estão interligadas”.

Nesta área de pesquisas foi descoberta uma grande quantidade de vestígios de pelo menos cinco ocupações humanas diferentes. Dentre essas descobertas estão também cerâmicas da tradição Pocó, que podem ter até mais de 3 mil anos.

Estes pesquisadores constataram ainda, que perto deste complexo arqueológico foi encontrada uma floresta de castanheiras e que embora ela se estenda por quilômetros ao longo do rio, não ultrapassa 500 metros de largura.

Esta floresta compactada de castanheiras não natural constatada nesta área, ela indica atividades agrícolas durante centenas e centenas de anos. Outra evidencia neste sentido é também a presença de terra preta ali, compondo um solo extremamente fértil associado a ocupação humana durante longa data

 

 
Objetos arqueologicos que estão sendo encontrados e pesquisados na região amazonica, eles indicam que aquela região foi em tempos passados intensamente habitada por um longo periodo -. Imagens da Internet.

Pesquisas de outros estudiosos levam ainda a supor, que antes do descobrimento do Brasil os índigenas já utilizavam de um caminho principal, que ligava o litoral brasileiro ao Andes peruanos e que dele derivavam muitas outras trilhas intercomunicantes espalhadas pelo territorio brasileiro, chamadas também de peabirus.

O tronco principal deste caminho ligava o litoral do Estado de São Paulo ao Andes, cruzando o interior do continente sul-americano. Ele  ainda se estendia ao litoral de Santa Catarina (com registros arqueologicos até hoje  de sua existencia) e continuava alcançando a região litoranea do Rio Grande do Sul.

Peabiru na língua tupi “pe” siginifica caminho  e “abiru” gramado/capim amassado, portanto  esta palavra identifica  caminho, que dele os indigenas já o utilizavam muito antes do descobrimento do continente sul-americano pelos europeus e que possuindo em torno de 1,40 metro de largura era constituido de grama e de calçamento, este ultimo em locais mais dificeis de transitar.

Ainda o siginificado da palavra peabiru, de acordo  com o Barão de Capanema, era devido  os incas chamarem seu território de”biru“ e dai, a denominação Caminho de Peabiru como mistura de “pe-biru”, que equivaleria caminho para o “biru”.

E embora não existam informações acerca da razão pela qual o “projeto inca” não ter sido  totalmente concretizado, o “correio dos guaranis” pelas trilhas deste caminho foi uma de suas evidencias, permitiindo naquela epoca comunicação entre seus habitantes. Este correio rudimentar chamado “parejhara” alcançava extensa região do territorio brasileiro.

A região amazônica desperta  hoje e cada vez mais o interesse não só dos brasileiros, como também do restante do mundo.

O Observatório Astronômico do Parque Arqueológico do Solstício nas proximidades da cidade litorânea de Calçoene, no Estado do Amapá, é um conjunto de monólitos que pela sua semelhança compara-se de certo modo, com o enigmático monumento paleolítico da Inglaterra.

Este sítio arqueológico também chamado de Rego Grande, por estar aquela região banhada pelo rio com este mesmo nome, possui 127 monólitos erguidos em um raio de 30 metros. Estas pedras com o comprimento de mais 4 metros estão dispostas, para que no solstício de inverno do hemisfério norte elas apontem para os principais astros do céu amazônico e para que o sol ao meio dia fique em posição exata no centro delas.

 

 Atualmente a teoria mais aceita sobre os monólitos do Observatório Astronômico de Calçoene, no Amapá, indica sua origem o interior da Amazônia, porque na região deste sitio arqueológico foram encontradas uma série de cerâmicas enterradas, que possuem aparente correlação às peças cerâmicas cerimoniais Aristé ou Cunani (semelhantes às marajoaras) – Imagens da Internet

Mas, esta descoberta que vem atraindo a atenção de estudiosos e de pesquisadores de todo o mundo, ninguém ainda tem certeza de fato, qual o seu real propósito e como este conjunto de pedras maciças foi feito.

Segundo a tradição guarani o Caminho de Peabiru foi aberto por um ancestral civilizador chamado Sumé, que também com os nomes de Zumé, Pay Sumé ou Tumé era possuidor de uma longa barba branca e tinha o poder de caminhar sobre as águas.

Este “ser” estando entre estes índios, transmitiu para eles uma série de conhecimentos, como a agricultura, dominio do fogo, a organização social e também foi ele que criou a rota do Caminho de Peabiru (com  seu sentido leste-oeste), para que  alcançassem terras distantes, onde seus parentes (incas) que usavam roupas eram possuidores de objetos de ouro e de prata, moravam em cidades de pedras localizadas em montanhas muito altas.

 
Caminho de Peabiru um provavel milenar e misterioso conjunto de trilhas, tendo a principal delas sempre o sentido leste-oeste, era utilizado por povos indigenas muito antes da chegada dos europeus no continente sul-americano. Este caminho era tido principalmente pelos guaranis como sagrado, por o associar com o deslocamento do sol e também por o associar (subjetivamente) à busca do paraiso ou à terra sem males – Imagens da Internet

Através do caminho de peabiru era realizada entre os indios locais intensa troca de mercadorias e de serviços, sem que eles fizessem nestas transações o uso de moeda. Os índios do litoral forneciam sal e conchas ornamentais, os índios mais interiorizados (distantes do litoral) forneciam penas de aves maiores para enfeites, feijão, milho e outros alimentos e os incas ainda mais distantes forneciam objetos de metal (prata, ouro e outros metais).

Mas, com as vindas cada vez mais constantes de portugueses e principalmente de espanhois ao novo mundo, este harmonico sistema de troca começou a ser desfeito, porque os peabirus foram se tornando cada vez mais  conhecidos destes europeus, na mesma proporção em que a ganancia dos mesmos ia cada vez mais também aumentando, pela possibilidade através destas trilhas encontrar  riquezas incalculaveis guardadas pelos indigenas e assalta-las.

 
Em Machu Picchu a primeira fotografia é da Pedra de Intihuatana e a segunda foto foi tirada também nesse local, no dia 02/09/2018, em torno das 12:00 horas, focalizando diretamente o sol, considerado pelos antigos incas uma divindade, o deus solar Inti. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Há mais de 500 anos a expedição de Juan Díaz de Solís ao retornar à Europa através de três caravelas desta expedição, uma delas acabou naufragando ao tentar acessar a Ilha de Santa Catarina, no local onde hoje é conhecido como Praia de Naufragados. Dos 15 tripulantes apenas 11 sobreviveram e passaram a viver ao sul desta Ilha.

Os índios Carijós que acolheram estes náufragos, deram atenção especialmente a um deles, ao português Aleixo Garcia que casou com uma índia desta tribo e que para ele estes índios passaram diversas informações, entre elas a de um caminho que chegava a uma região de montanhas (Peru), onde seus habitantes eram possuidores de objetos de ouro, chegando a lhe mostrar alguns deles trazidos de lá.

Em 1524 o naufrago Aleixo Garcia decidiu averiguar as informações dos índios contadas repetidas vezes para ele. Reuniu cerca de 2 mil índios amigos e com seus companheiros de naufrágio, eles partiram em uma longa viagem de exploração por uma boa parte da América do Sul, através do Caminho de Peabiru.

Ele demorou cerca de quatro meses até chegar à Bolívia, onde ali ele saqueou algumas peças de ouro e já retornando foi morto por indígenas no Paraguai, mas parte do ouro saqueado foi levada para o Brasil (Santa Catarina).

 
Para alguns estudiosos Aleixo Garcia que se tornou líder dos índios Carijós, ele aparece na literatura espanhola e latino-americana, como o verdadeiro descobridor do império inca, tendo contato com esta avançada cultura, ao utilizar o Caminho de Peabiru e alcançar a Bolívia e os limites do Peru, tendo antes passado pelo território brasileiro e paraguaio – Imagens da Internet

Outros dois relatos sobre o Caminho de Peabiru um diz, que em 1531 Martim Afonso de Souza fundador da Vila São Vicente, enviou uma expedição  seguindo esta trilha, mas esta expedição foi trucidada pelos guaranis. Outro menciona, que em novembro de 1541, o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca em sua caminhada por estas trilhas, partindo da foz do rio Itapocu no litoral norte de Santa Catarina, acabou por descobrir no final de janeiro de 1542, as Cataratas do Iguaçu.

 
No seculo XVII bandeirantes paulistas como Antônio Raposo Tavares trilharam também o Caminho de Peabiru para atacar missões jesuitas, que fizeram uso desta trilha para atividades de evangelização e aldeamento de indígenas – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru para alguns pesquisadores possuia até mesmo 4.000km, ao  ligar a costa do oceano atlantico à costa do oceano pacifico cortando todo o interior do continente sul-americano, para ligar o litoral de Santa Catarina ao do Chile, depois de passar pelos territorios do Paraná e de São Paulo no Brasil e pelos territorios do Paraguai, Bolivia e Peru.

As rotas deste caminho eram sinalizadas muitas vezes por informações fornecidas pela propria natureza através de montanhas como Monte Crista/SC, de rios e de outras referencias naturais que com elas os indios se direcionavam e, para alcança-las utilizavam também inscrições rupestres e outros simbolos marcadores. Às vezes ainda ao lado deste caminho eles fabricavam alguns de seus utensilios.

  

  
Restam ainda em pontos isolados de algumas matas e de algumas localidades pequenos trechos do Caminho de Peabiru. Os trechos mais dificieis de transitar eram pavimentados. Este caminho era também sinalizado com inscrições rupestres e simbolos astronômicos de origem indígenas. Ainda, ao lado destas trilhas os indigenas às vezes fabricavam alguns de seus utensilios – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru mesmo como  um conjunto com muitas ramificações, estas eram  especificas e identificadas em seu conjunto, parecendo tudo a ver com o Sol, em uma assimilidade à cultura incaica, que tinha neste corpo celeste sua dividade principal.

Como já foi mencionado, este caminho sempre em seu sentido acompanhando o trajeto do Sol, ele também levava (subjetivamente) os indigenas estimulados pela sua memoria ancestral, à terra sem males.

Estes povos buscando a sabedoria como “percepção filosofica”, a  associava aos seus valores interiorizados na busca de Deus ou, no reencontro com suas dividindades.

 
No templo de Qoricancha o disco solar e o ouro com seu dourado (primeira imagem) associavam-se para simbolizar a principal divindade inca Inti, o deus solar Viracocha e o sentido do divino interiorizado em cada um. E ainda nesse templo o perfeito alinhamento das janelas (segunda imagem), Cusco/Peru. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Através de registros pontuais arqueológicos pode-se supor, que o Caminho de Peabiru estava  fisicamente presente por todo o continente sul-americano como uma imensa rede de trilhas, que eram utilizadas pelos indigenas para seus interesses materiais/comerciais, mas também através delas buscavam o “espiritual”, como a trilha que levava a Cahuachi, nome que significa lugar onde vivem os videntes, hoje um sítio arqueológico no Peru.

Este local centro de peregrinação da cultura Nazca, que viveu sua época de esplendor entre os séculos I e V, ele está no meio do deserto e próximo às Linhas de Nazca.

Como centro de peregrinação sua população crescia nas datas de eventos cerimoniais importantes, que pareciam envolver as Linhas de Nazca  No local havia uma necrópole chamada Chauchilla, outro monumento responsável por estas viagens periódicas.

 
Na primeira foto Pirâmide de Adobe no Sítio Arqueológico Cahuachi e na segunda foto ao fundo geoglifos na montanha, em Nazca/Peru. Em 1994 eram apenas conhecidos 30 geoglifos naquela região, mas já em 2015 com o desenvolvimento de tecnologias, pesquisas naquela região já revelavam 40 deles. E mais recente em 2018, análises que foram feitas por cientistas da Universidade Yamagata/Japão e da IBM revelaram 143 geoglifos na forma de animais, de humanoides e de objetos – Imagens da Internet

Outra cultura que desenvolveu na região do hoje Peru, entre 700 a.C. – 200 d.C., foi a enigmática cultura pré-incaica Paracas, que produzia primorosos trabalhos têxteis em algodão e em lã, além de produzir refinadas cerâmicas. Ela também possuía pratica da deformação craniana com uma finalidade estética e ritual.

Contudo, alguns crânios dos Paracas o volume craniano chega a ser 25 por cento maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, significando que eles não poderiam ter sido intencionalmente deformados para finalidades descritas anteriormente.

Estes crânios também contêm somente um osso parietal, ao invés de dois como nos crânios dos seres humanos. O fato destas características cranianas não serem resultados de deformações artificiais, a causa deste formato alongado perdura como mistério, que fomenta várias suposições.

 
Descobertas arqueológicas de alguns crânios alongados da civilização Paracas anterior à de Nazca e também tapetes confeccionados com a figura de seres alados, o significado deles perdura como um mistério – Imagens da Internet

Fonte: Pegasus Portal

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CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANNUNNAKI – 2ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta terça-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos sumérios. Nesta 2ª parte desse artigo vamos conhecer a história dos Anunnaki aqui na terra.

EM OUTROS TEMPOS NO CAMINHO DE PEABIRU -2ª PARTE

Os anunnaki chegaram à Terra alguns milhares de anos atrás, muito depois dos seres da civilização Muril.

E eles empregaram seus conhecimentos tecnológicos para erguerem construções e também para reconstruírem aquelas dos Muril que tinham sido ciclicamente destruídas por cataclismos globais. Reconstruíram edificações subterrâneas surpreendentes, verdadeiras cidades e outras magnificas construções deixadas pela civilização Muril, valendo-se dos recursos naturais da Terra.



Para os sumérios os anunnaki eram aqueles que desceram dos céus, para os hebreus os nefilin (elohim bíblicos) e para os antigos egípcios os neter. Eles possuidores de estatura física elevada em relação à humana, iniciaram o processo de exploração e de colonização da Terra – Imagem da Internet

A primeira expedição Anunnaki aterrissou inicialmente na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a sua primeira base de operações em Eridu, termo que pode ser traduzido como lar longínquo construído. E a primeira deidade suméria Anu e sua esposa Antu eram “deuses supremos do Céu e da Terra”.

Filho deste casal, a segunda deidade na “hierarquia divina” era Enlil o senhor do espaço ou do mundo superior, que ditava leis e que controlava tudo que estava no céu e na terra através de suas naves (shen). Ele tinha como esposa Ninlil.

O terceiro deus hierárquico e irmão do anterior era Enki ou, o senhor do mundo inferior (da superfície) que desenvolveu a agricultura modificando o deslocamento de rios, criando canais e transformando áreas alagadas em terra firme e ainda trouxe a arte da fabricação de tijolos, de produtos cerâmico-metalúrgicos, entre outras tecnologias para a construção de cidades. Ele tinha como esposa Nin.ti.

O plano original destes seres era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair este minério do solo – e, a região escolhida como centro de comando foi aquela hoje conhecida como sudeste da África. Ali então foi erguido o complexo de Abzu, onde o casal de cientistas Enki e Ninti iniciaram também suas experiências genéticas.

Com a fertilização “in vitro” do óvulo de um hominídeo (homo erectus feminino) com o espermatozoide do jovem “deus” anunnaki Ninurta que resultou um embrião, este foi colocado no ventre da deusa mãe Nin.Ti/Ninhursag, permitindo a partir desta inseminação a primeira geração de seres humanos.

Estes cientistas repetiram experiências genéticas várias vezes, no intuito de formarem as primeiras gerações de híbridos humano-alienígenas, que eram estéreis. E, à medida que estes seres denominados de ”lulu” (trabalhadores primitivos cabeças negras) iam sendo criados e geneticamente aperfeiçoados, eram levados para trabalhos físicos dentro das minas de extração de metais, principalmente do ouro.

Posteriormente, Enki aperfeiçoou ainda mais por manipulação genética estes híbridos, usando seu próprio esperma para criar uma segunda geração de seres humano-alienígenas.

O homo sapiens macho e fêmea que dela se originou e que deu origem no final o homo sapiens sapiens, foi o resultado de sucessivas transferências genéticas alienígenas acontecidas alguns milhares de anos atrás, de acordo com textos sumérios, babilônios e do Antigo Testamento.


O homo sapiens Adão é o resultado do processo de transferência genética alienígena feita pelos seus criadores, “deuses” anunnaki – Imagem da Internet

Seres de 49 raças com suas origens em vários pontos do universo não puderam impedir a criação da raça adâmica pelos seus criadores (anunnaki), portanto não puderam impedir a criação do homem e da mulher.

Mas, estes seres cósmicos em escala evolutiva superior e utilizando-se da própria condição da natureza humana, vêm estimulando os seres humanos para que deem seus saltos quânticos, percebam através de suas almas que são possuidores de essência divina, que são portadores de Energia/Luz Viva.

Eles vêm estimulando o corpo mental do homem-animal que geneticamente surgiu, induzindo-o ao processo da individualização de sua consciência, mas sem interferirem diretamente em sua evolução.

Os seres alienígenas das 49 raças (atualmente mais presentes os de Ophiúcus) sempre estiveram atuantes em relação à humanidade, intuitivamente direcionando os seres humanos, principalmente aqueles que já alcançaram frequência mental mais acelerada e o necessário padrão evolutivo, para que já se percebam em suas verdadeiras condições (vibracionais) de seres universais e multidimensionais.

Os anunnaki criadores dos seres humanos são de um outro mundo também físico, possuidores de tecnologias muito avançadas. Entretanto, não geradores de emoção não possuem alma e, sem ela não alcançam o sentimento/emoção que ser humano possui e que com ele pode mentalmente vibrar, para alcançar frequência cocriadora.

  

 
Historicamente o ser humano sempre procurou várias maneiras de se identificar com seus deuses criadores. Neste sentido, no Antigo Testamento o termo mitra aparece, fazendo referência às vestes sacerdotais, como um adorno usado por pessoas destacadamente posicionadas ou como sinal de nobreza quase divina. Hoje com uma fenda na parte superior e duas fitas que caem sobre as espáduas, este adorno distingue hierarquia religiosa – Imagens da Internet

Construções piramidais quando estão sendo pesquisadas em sítios arqueológicos, elas podem ser fisicamente vistas, mas muitas outras erguidas em tempos ainda mais remotos continuam escondidas no subsolo, esperando serem descobertas.

Algumas destas construções tinham a intenção de gerar frequência vibracional de mudança, de estimularem a vida ainda primitiva (selvagem) daquela época, já visando pelas Leis Universais milhares de anos à frente o surgimento do ser humano e a transição planetária atual.

Em tempos mais antigos hominídeos ainda não geneticamente modificados, possuíam inteligência incipiente, portando sendo ela pouca desenvolvida, não possuíam por motivo obvio o recurso de expressarem oralmente, apesar de que nesta época seus quatro sentidos já tinham sido desenvolvidos, a sua visão que ainda estava desenvolvendo completamente.

Posteriormente, estes seres já geneticamente modificados como “protótipos humanos” iam física e mentalmente desenvolvendo o “dom” de se expressarem através de palavras e, fazendo deste “dom” instrumento, para que seu pensamento fosse cada vez mais sendo “construído” através de vibrações sonoras que exteriorizavam, eles iam cada vez mais também se estimulando para a capacidade de raciocínio.

Estes seres criados geneticamente pelos anunnaki tiveram funcionalmente desenvolvido seu SNC e com ele capacidade maior para uma vida inteligente de relação social, que nela infelizmente se inseriu o sentimento consciente de egoidade, gerando-os obstáculos de toda sorte.

 
Australopithecus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens neanderthalensis e homo sapiens sapiens – “o caminho” físico, mental e emocional pelo qual passou o atual ser humano – Imagens da Internet.

A equipe do egiptólogo Zahi Hawass encontrou mais recentemente debaixo da pata dianteira da Esfinge/Egito, duas placas que mencionam: “depois do diluvio houve um intervencionismo genetico de criaturas, compondo (produzinto) os seres humanos”. 

Este registro arqueológico reforça a hipotese, que uma civilização muito avançada produziu/criou os seres humanos, fazendo da Terra um canteiro genetico experimental.

E nesta informação talvez esteja ainda a resposta do elo perdido, que os arqueologos e outros pesquisadores não o encontrando, não podem explicar a evolução humana em um tempo relativamente curto, que não se encaixa dentro dos estudos e da conclusão de Darwin.

Também como reforço desta hipotese alguns outros estudiosos mencionam, que em suas pesquisas a carga dos elementos quimicos compondo o DNA humano possui padrão numerico e que ele ao ser trocado por letras do alfabeto hebraico, “escrevem” os nomes Javé e El, “deuses” da antiga civilização Sumeria Enki e Enlil, como se nesta “coincidencia” estes “deuses” quizessem “assinar” seus nomes no DNA humano.

O poder anunnaki está até hoje presente acompanhando o desenrolar da historia evolutiva humana. Estes seres por terem um ano de vida equivalendo cerca de três mil e seissentos anos de vida dos seres humanos, esta diferença lhes possibilita este acompanhamento, já que existem absudarmente mais do que os humanos.

E somando à sua milenar existencia, eles como  possuem estrutura molecular diferente a do ser humano que se baseia no DNA e possuem também a condição de tomarem a forma que desejarem, desta maneira sem serem reconhecidos acompanham ao longo dos milenios a humanidade, direcionando-a como seus líderes, conduzindo-a voltados aos seus interesses, em varias ocasiões e em varios campos da atuação humana.

 
Na historia da humanidade os anunnaki (seus descendentes) que atuam mentalmente em sintonia à frequencia de Enlil, envolvem-se mais com o poder/controle militar associado ao poder/controle religioso, tão comumente hoje visto no oriente médio. E aqueles na frequencia de Enki se envolvem mais veladamente com o poder/controle politico-social das massas, como governo oculto – Imagens da Internet.

O significado de Matrix está hoje cada vez mais sendo estudado e debatido por pensadores e cientistas em todo o mundo. Estes estudiosos acreditam existir uma inteligencia paralela à inteligencia humana. Inteligencia que controla  esta última, não deixando que os seres humanos se voltem  para os seus proprios e verdadeiros interesses, sobrepondo-os com os seus.

E parece que este controle utiliza-se quimicamente do carbono no corpo humano, uma molecula tetravalente como também é tetravalente a molecula de silicio, o que favorece a conexão entre elas, produzindo ponte de interação entre o meio holografico exterior-controlador e o meio bio-fisico humano.

Ponte de interação ainda mais intesificada com a presença da proteína que caracteriza o fator Rh no sangue humano e que parece acionar a onipresença controladora e exterior dos anunnaki.

O fator Rh do sangue que foi demonstrado primeiramente no macaco-rhesus, é uma proteína encontrada em torno de 85% da população mundial e, o restante que não a possui sua história genética associa-se aos Shemsu Hor, aos seguidores de Hórus ou do deus dos céus e dos vivos, antes mesmo do Egito antigo e dos sumérios, há mais de 13.000 anos.

Aqueles que hoje continuam não possuindo esta proteína, portanto com Rh negativo perpetuando esta linhagem, normalmente possuem liderança e com ela exercitam o poder em seus vários aspectos.

No transcorrer dos vários ciclos civilizatórios da humanidade com civilizações mais antigas e outras nem tanto, as ruinas arqueológicas destes tempos sempre causam interesse aos pesquisadores, através de informações que colhem in loco e, mesmo também através de informações que são oralmente passadas de gerações em gerações, como as que foram fornecidas pelos índios aos conquistadores espanhóis e aos colonizadores portugueses, tendo suas fontes de origens já perdidas no tempo.

Fonte: Pegasus Portal

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ECONOMIA: A SAGA DE HONG KONG – COMO OCORREU O MILAGRE ECONÔMICO

Nesta edição da coluna ECONOMIA desta terça-feira estamos postando em duas partes a história de como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong. Esta primeira parte narra essa saga desde os primórdios, quando a mega cidade de hoje ainda era uma favela a céu aberto. Então, ao ler esse artigo você vai conhecer, em detalhes, os segredos dessa civilização milenar e a resiliência para chegar onde chegou! 

Como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong – os primórdios

Uma favela a céu aberto

Foto de Hong Kong, em 1962

Artigo originalmente publicado no início de 2014

Por vinte anos consecutivos, o Índice de Liberdade Econômica, compilado pelo The Wall Street Journal e pela Heritage Foundation, classifica Hong Kong como a economia mais livre do mundo.  Este último ranking da Heritage confirma o que o Fraser Institute, do Canadá, também afirmou em seu último Índice, o qual também classificou a economia de Hong Kong como a mais livre do mundo.  O Banco Mundial, por sua vez, classifica a “facilidade de se fazer negócios” em Hong Kong como a melhor do planeta.

Embora faça parte da China desde que a Grã-Bretanha cedeu seu controle em 1997, Hong Kong é governado em termos estritamente locais.  Até o momento, o governo chinês tem se mantido razoavelmente fiel à sua promessa de deixar a economia de Hong Kong em paz.

O que torna a economia de Hong Kong tão livre são aqueles detalhes que soam como música aos ouvidos de qualquer indivíduo que ama a liberdade: corrupção relativamente baixa; um judiciário eficiente e independente; respeito pleno aos direitos de propriedade; império das leis; um sistema tributário extremamente simples e com baixas alíquotas tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas, e uma carga tributária total de apenas 14% do PIB; ausência de impostos sobre ganhos de capital, de renda de juros e até mesmo de renda obtida no exterior; ausência de impostos sobre vendas e sobre valor agregado; um aparato regulatório quase invisível; um orçamento governamental equilibrado, sem déficits, e com uma dívida pública praticamente inexistente.  Ah, e tarifas de importação em praticamente zero.  Isso mesmo, zero!

Dizer que uma economia é a “mais livre” é o mesmo que dizer que ela é “a mais capitalista”.  Capitalismo é o que ocorre naturalmente quando você permite que pessoas pacíficas cuidem de suas próprias vidas.  Não é necessário elaborar nenhum mecanismo artificial comandado por burocratas de carreira confortavelmente instalados em suas torres de marfim.  Não é necessário inventar nenhum esquema mirabolante e aparentemente sofisticado.  Basta apenas deixar as pessoas em paz.

Se formos acreditar naquilo que dizem os críticos do capitalismo, então Hong Kong tem necessariamente de ser um inferno repleto de pobreza, exploração e desespero.

Mas não.  Muito pelo contrário, aliás.

Talvez seja por isso que os socialistas não gostam de falar sobre Hong Kong: não apenas é a economia mais livre do mundo, como também é uma das mais ricas.  Sua renda per capita, 2,64 vezes maior do que a média mundial, mais do que duplicou nos últimos 15 anos.  As pessoas não fogem de Hong Kong; elas correm para Hong Kong.  Ao final da Segunda Guerra Mundial, a população de Hong Kong era de 750.000.  Hoje é quase dez vezes maior: 7,1 milhões.

A colônia

Hong Kong é um ótimo exemplo do que acontece com a economia de um local que não é explorado por políticos.  Hong Kong é produto do abandono político.  Isso mesmo: Hong Kong jamais teria se tornado a potência econômica que é hoje caso os políticos britânicos ou chineses tivessem demonstrado algum interesse pelo local no século XIX.

A Grã-Bretanha adquiriu a ilha de Hong Kong em 1842 (territórios adicionais viriam depois) por meio de um acordo entre um representante britânico — o capitão Charles Elliot — e um negociador chinês — o marques Ch’i-ying — como forma de solucionar um pequeno conflito que havia se iniciado em decorrência de contendas comerciais.  (Uma das contendas envolvia uma compensação por causa de um confisco chinês do ópio britânico, mas a pendenga era mais ampla do que essa questão do ópio, e pesquisas recentes questionam a acurácia de se rotular toda essa questão como sendo uma mera “guerra do ópio”).

O acordo resultante foi impopular tanto para a Corte Imperial chinesa quanto para o governo britânico.  As autoridades chinesas não gostaram de ter de ceder um pedaço de terra para os britânicos e se preocuparam com o impacto sobre suas receitas tarifárias em decorrência da criação de um porto controlado pelos britânicos.  Adicionalmente, os chineses tinham desprezo pela obsessão dos britânicos com o comércio.  Já o governo britânico enxergava Hong Kong como uma localização ruim e pouco promissora em relação às possíveis alternativas, como a ilha de Formosa.

No entanto, a precária comunicação vigente no século XIX acabou forçando os dois governos a delegar a autoridade da resolução da contenda aos seus representantes locais.  O resultado foi aquilo que o excelente livro de Frank Welsh, A History of Hong Kong, rotulou de “uma fonte de constrangimento e aborrecimento para seus progenitores desde seu surgimento no cenário internacional”.  (Doravante, todas as citações serão do livro de Welsh).

Os primórdios

As primeiras avaliações do potencial de Hong Kong foram pessimistas.  O então futuro primeiro-ministro britânico Lord Palmerston, naquela que talvez seja a pior previsão já feita por um diplomata britânico, concluiu que se tratava de “uma ilha estéril e inaproveitável, a qual jamais será um pólo para o comércio”.  O então tesoureiro lotado em Hong Kong, Robert Montgomery Martin, que também escrevia prolificamente sobre as possessões estrangeiras britânicas, fez eco à análise de Palmerston em 1844, afirmando que “não há nenhum comércio visível em Hong Kong. . . . É difícil encontrar uma empresa na ilha.  As poucas pessoas aqui se aventuraram estariam felizes se conseguissem recuperar metade do dinheiro que gastaram na ilha e fossem embora. . . .  Não parece haver a mais mínima probabilidade de que, algum dia, sob quaisquer circunstâncias, Hong Kong venha a se tornar um local propício ao comércio”.

No entanto, algum comércio começou a surgir em decorrência do estabelecimento de armazéns de mercadores britânicos.  Mas as políticas adotadas inicialmente pela Grã-Bretanha em relação ao seu novo território quase nada fizeram para promover o crescimento econômico.  Com efeito, uma investigação parlamentar de 1847 sobre a situação econômica de Hong Kong descobriu que o domínio britânico havia inicialmente levado consigo um governo empenhado em usar a ilha para coletar o “máximo possível de receitas”, o que afetou severamente o comércio.  E concluiu que “pode se datar desta época os reveses sofridos por Hong Kong”.

Após isso, a Grã-Bretanha fez relativamente muito pouco com sua nova colônia, se concentrando apenas em manter a ordem pública e ampliar o império das leis.  O resultado foi essencialmente um Porto de Tratado, muito semelhante àqueles que as potências europeias estabeleceram na China sob o Tratado de Nanquim em 1842-43.  Um dos motivos para esta política relativamente sem interferências da Grã-Bretanha foi a persistência da visão adquirida pelos primeiros oficiais coloniais britânicos de que os chineses residentes em Hong Kong não queriam ou não apreciavam as legislações britânicas.  Esta atitude foi ilustrada de maneira bem clara no depoimento prestado pelo Coronel John Malcolm, que estava lotado em Hong Kong, para um comitê do Parlamento britânico em meados do século XIX.  Malcolm relatou que “os chineses são um povo peculiar e não gostam de sofrer interferências.  Eles não nos entendem; eles não conseguem entender nossos métodos; e quando são recomendados a fazer primeiro uma coisa e só depois outra, eles se assustam e não mais nos procuram”.

Se era ou não uma característica “peculiar” dos chineses não gostar de governos arbitrários, o fato é que a Grã-Bretanha parou de expedir ordens conflitantes e incompatíveis, e a tendência geral passou a ser a de deixar as pessoas em paz.  Ambas estas políticas foram adotadas com o intuito de estimular.  Como consequência, deram à colônia o benefício de regras claras e simples desde seus primórdios.

Um centro comercial natural?

O que a Grã-Bretanha criou em Hong Kong?  A combinação entre o excelente porto e o primado das leis fez de Hong Kong um centro comercial natural.  Mas Hong Kong não era o melhor local para se comercializar na China.  Já no início do século XX, Xangai vinha crescendo em importância e, consequentemente, abocanhando uma fatia do comércio que até então passava por Hong Kong.  Xangai possuía uma população mais educada e mais preparada, estava em uma localização mais conveniente, desfrutava uma proteção europeia por causa de tratados de concessões feitos pelo governo chinês, e sofria relativamente pouca interferência do governo chinês devido ao declínio do poder imperial.

Por volta de 1910, Xangai já havia se tornado um centro comercial significativamente mais importante do que Hong Kong.  Com os britânicos optando por Cingapura — que era mais fácil de ser defendida — como centro do poder naval britânico na região, Hong Kong acabou perdendo o que restava de sua já pequena importância para o governo britânico.  Como resultado, a colônia definhou e foi para o esquecimento, tornando-se mais conhecida como um centro de prostituição e de jogatina.

Mas houve algo que a Grã-Bretanha não criou em Hong Kong: um governo democrático.  Ao contrário do que ocorreu na maioria das outras colônias britânicas, em Hong Kong não se permitiu que nenhuma instituição democrática local se desenvolvesse, pois os britânicos não estavam dispostos a dar à maioria chinesa uma voz na administração.  Como resultado, concluiu Welsh, “Hong Kong continuaria tendo uma administração tão antidemocrática quanto qualquer governo chinês, mas com a importante diferença de que a autoridade final seria a lei, e não os caprichos de algum ditador”.

O governo central imperial chinês nunca defendeu a liberdade econômica ao longo de sua história, e o período compreendido entre o final do século XIX e início do século XX não foi nenhuma exceção.  À medida que o poder do governo central foi se esvanecendo, déspotas e chefes militares regionais começaram a estabelecer centros de poder rivais, mas igualmente predatórios.  Os poderios europeu, americano e japonês também se expandiram na China, tentando ampliar o acesso de suas respectivas empresas ao mercado chinês.  Mas tais poderios não criaram nenhuma liberdade econômica para a população chinesa dentro de suas esferas de influência.

Neste cenário, a estabilidade política de Hong Kong começou a atrair cada vez mais emigrantes que saíam da China.  A população da colônia cresceu de 600.000 em 1920 para mais de um milhão em 1938.  À medida que as condições foram se deteriorando na China com a invasão japonesa e com os conflitos entre os déspotas regionais, o Kuomitang (nacionalistas) e os comunistas, uma média de 5.000 migrantes por dia passou a aportar em Hong Kong.

Quando a ocupação japonesa terminou, em 1945, a economia de Hong Kong estava devastada.  O golpe comunista na China, em 1949, acelerou a fuga de migrantes para Hong Kong.  Em março de 1950, a cidade já tinha 2,3 milhões de pessoas.

Para piorar, embargos ao comércio com a China em 1951, durante a Guerra da Coréia, afetaram severamente a condição de entreposto comercial de Hong Kong, justamente a atividade sobre a qual se baseava uma grande fatia da economia local.

No entanto, havia um aspecto positivo: o golpe comunista na China e a consequente fuga de chineses para Hong Kong forneceu à colônia não apenas um número significativo de mão-de-obra, como também um grande capital humano, formado por empreendedores que conseguiram fugir do exército de Mao.  Adicionalmente, a vitória dos comunistas na China fez com que Xangai deixasse de ser um concorrente para Hong Kong.

Superpovoada, refém de embargos comerciais, e com um contínuo influxo de refugiados, o que praticamente estrangulou a infraestrutura da colônia, Hong Kong teve de se reinventar.

A ilha passaria por uma transformação radical no início da década de 1960, com a adoção de políticas econômicas que criaram a potência econômica que Hong Kong hoje.  Os detalhes desta transformação serão abordados no próximo artigo.

Fonte: Mises Brasil

Continuar lendo ECONOMIA: A SAGA DE HONG KONG – COMO OCORREU O MILAGRE ECONÔMICO

CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI

Nesta edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos Sumérios. Devido a extensão desse extraordinário artigo vamos dividi-lo em 4 partes. Então lhe convido a relaxar e ler com calma o conteúdo a seguir que trás informações preciosas da origem da humanidade.

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Em outros tempos no Caminho de Peabiru

Em outros tempos no Caminho de Peabiru

 

 

 

 

Este texto com informações escritas e visuais (imagens) está na forma de quatro subtextos, que neles as informações vão se somando, construindo e procurando clarear gradativamente no tempo acontecimentos, que passaram inicialmente pela civilização Muril e depois pelas presenças dos anunnaki.

A seguir pelo Caminho de Peabiru e suas trilhas antes e durante a colonização do continente sul-americano pelos europeus e finalmente hoje pelas atuais pesquisas de Dakila na região amazônica, instigadas pelo Quinto Princípio Universal ou o de Ritmo, que está sempre em ação pelo balanço do ir e do vir no tempo.

Assim, estes pesquisadores ao voltarem seu interesse ao início de tudo, se movem por este Princípio Universal, entretanto procuram mais do que em suas pesquisas arqueológicas naquela região, se identificarem pelo coração e pela mente com o proceder da civilização Muril.

Tê-la como modelo para os tempos atuais, como uma civilização que exercitou a Ciência Lilarial com sabedoria, com sentimento de vida e com o saber que conduz as consciências em harmonia às ondas modulares.

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A civilização Muril era constituída por seres que procediam em sintonia às Leis Universais. Quando aqui chegaram em uma época que já se perdeu no tempo, eles vieram de uma só vez, instalando-se por todo planeta, mas com a intenção de não interferirem na natureza, não a destruírem, mesmo prevalecendo de seu poder de domínio, através de tecnologias muitíssimas avançadas que possuíam.

Esta civilização a primeira que se instalou na Terra, quando aqui chegou foi para estuda-la, mapeando-a e demarcando-a, entre várias outras de suas pesquisas.

O centro de poder e de comando desta civilização que aqui se instalou, ele se localizou na região que hoje nela se acha a floresta amazônica. Nesta região ergueu-se Ratanabá como o centro do poder de um império e, nesta condição tornou-se capital do mundo.

A tecnologia desta civilização não era baseada em rodas, combustíveis e muito menos em eletrônica. Ela utilizava de luz condensada, propriedades da agua, energia escalar e frequência sonora, tecnologias muito mais avançadas que as tecnologias da ciência humana de hoje.

E em função destas suas tecnologias fazia o perfeito corte de pedras, que lhe permitiu erguer milhares e imponentes construções de pedra por toda a Terra, sendo a principal Ratanabá, que ainda se encontra boa parte oculta na floresta amazônica.

Estas edificações construídas pelos Muril possuíam galerias subterrâneas, que funcionavam como caminhos, ligando-as à Ratanabá. Resquícios destas estradas subterrâneas existem alguns deles ainda hoje, até mesmo debaixo de aguas oceânicas.

Ratanabá termo do idioma irdin (o primeiro falado na Terra), significa dos reinos para o mundo. “Ratan” pode ser traduzido como imperadores, império, império dominante. E “kinaba” pode ser compreendido como mundo, mundos ou, “os que transitam entre os mundos”. Portanto, da junção destas duas palavras se pode ter como significado final, do Império para o mundo ou dos reinos para o mundo ou ainda, capital do mundo.

O choque de um grande corpo celeste com a Terra gerando efeito cataclísmico sobre ela, atingiu Ratanabá e ocasionou perda de parte da extensão plana onde ela se localizava. Também, em função deste cataclismo os rios da região amazônica que originalmente fluíam para o norte, mudaram seus cursos para o sul.


Impacto de um corpo celeste modificou a topografia da região onde localizava Ratanabá, hoje ocupada pela floresta amazônica – Imagem Dakila Pesquisas

Com a destruição do centro do poder da civilização Muril, aquela região foi se transformando no que é hoje uma imensa e fechada floresta, escondendo tecnologias e soterrando artefatos desta civilização.

Antes deste cataclismo algumas das construções dos Muril funcionavam como indicadores, sinalizando a direção das estradas onde os caminhantes deveriam passar e depois descansar em Ratanabá, que na realidade era um gigantesco local de descida e de decolagem de aparelhos voadores desta civilização.

Não só em Ratanabá principal construção desta civilização, mas também suas outras construções estão ainda hoje como gigantescos monumentos em ruinas espalhados por toda a Terra e alguns deles sendo pesquisados em sítios arqueológicos. E muitas destas ruinas foram pela sua solidez reaproveitadas por civilizações posteriores, erguendo sobre elas outras construções com vários propósitos.


Algumas ruinas dos Muril constituídas de solidas bases de pedra, quase sempre a maior parte delas maciças estruturas não visíveis ainda escondidas no subsolo destas antigas bases extraterrestres, foram sobre elas levantadas outras construções por civilizações posteriores, como se vê também hoje no Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques/Rondônia – Imagem da Internet

Na Amazônia existe uma construção da civilização Muril, que está praticamente intacta sob o Forte Príncipe da Beira/RO. Existem em seu subsolo salões subterrâneos, sistema de tuneis e galerias que chegam passar por debaixo do rio Guaporé e que continuam em outras direções.

Galerias com a tecnologia dos Muril estão espalhadas pelo território brasileiro, elas são estradas subterrâneas que não foram destruídas por movimentações geológicas e que não foram ainda descobertas.

Estas galerias saindo de um único ponto ou de Ratanabá por ser naquela época a capital ou o centro do mundo, ligavam ainda os continentes. Quando afloravam à superfície, eram bases desta civilização e, algumas delas ainda hoje no território brasileiro são conhecidas como as de São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT, que é uma das mais ativas.

    
São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT (em atividade até hoje), são alguns pontos em território brasileiro que nele afloravam bases, dentro das rotas subterrâneas de comunicação com Ratanabá – Imagens da Internet

Entre várias de suas pesquisas na região amazônica, o que Dakila vem fazendo já trinta anos, em uma delas seus participantes realizaram pesquisas no Forte Príncipe da Beira/RO. Utilizaram-se de instrumentos sensíveis e próprios para o tipo de pesquisas que ali fizeram, no intuito de perscrutarem fendas nas solidas paredes, que no subsolo sustentam parte aflorada desta construção.

E o que estes sofisticados instrumentos acusaram do outro lado destas fendas, foram espaços (salas) contendo diversos artefatos metálicos, pequenos e grandes muito bem trabalhados, que não poderiam ser de uma cultura primitiva. Também pela “visão” através destes instrumentos, os objetos “vistos” não poderiam ser de cerâmica.

Nas galerias ali encontradas suas paredes em alguns trechos parecem possuir iluminação própria através de certa fluorescência e sua ventilação parece vir às vezes de cima e outras vezes de lado.

Os comprimentos destas galerias possuem várias medidas, cem, mil, dez mil e uma de até 107 mil metros sem encontrar o ponto de referência à frente ou o seu fim, mas estas constatações não puderam ser desvendadas, pela inesperada interrupção destas pesquisas

 

 

 

 No sobsolo sustentando o Forte Príncipe da Beira/RO, os pesquisadores de Dakila constataram sólida construção de pedra com fendas, que por elas através de instrumentos próprios, foram vistos em espaços/salas vários objetos metálicos de diversos tamanhos e formas muito bem trabalhados, além de notarem também em certas partes de suas galerias, as paredes ali pareciam possuir iluminação própria através de uma florescência – Imagens de Dakila Pesquisas

Dakila após sua descoberta debaixo do Forte Príncipe da Beira, imediatamente a comunicou ao Iphan, órgão governamental responsável pela preservação cultural e histórica do Brasil. Mas, para a surpresa de seus pesquisadores, em vez de agradecimentos eles foram impedidos por este órgão governamental, continuarem ali em suas pesquisas.

Em uma série de outras surpresas, cerca de oito meses após esta proibição os pesquisadores de Dakila foram “brindados” com mais uma, quando o Iphan mostrou em seu site apenas algumas peças quebradas de louça de uso doméstico e também comunicou, “que este forte abandonado por décadas estava agora (a partir de 2018) sendo estudado por arqueólogos, para ser restaurado como atração turística e que mais de quarenta mil peças já tinham sido encontradas nas escavações da parte interna daquela construção”.

Talvez, a informação desta grande quantidade de objetos como peças históricas encontradas no Forte Príncipe da Beira de uso dos militares, no período que ali ocuparam durante a colonização, seja também “cortina de fumaça”, para esconder o que verdadeiramente valioso deve ter sido colhido no subsolo daquela construção, originado de uma época muitíssimo antes da descoberta do continente americano pelos europeus.

Como sempre acontece em qualquer parte do mundo, pesquisas que envolvem presenças de civilizações com possível evidencia alienígena, elas são sempre encobertas ou mesmo impedidas de continuarem por interesses não confessos, ocultos.


Pedaços de vasilhames de louça de uso doméstico, foi o que o Iphan mostrou em seu site como descoberta no Forte Príncipe da Beira – Imagem Dakila Pesquisas

Como as pesquisas no Forte Príncipe da Beira foram impedidas, os participantes de Dakila continuando em suas pesquisas, adentraram pela floresta amazônica em direção à Serra da Muralha (divisa RO/AM) e, foi ali em um determinado ponto que encontraram o marco zero, ou de onde partiu a primeira demarcação da civilização Muril.

Deste marco que os Muril definiram não só a construção de Ranatabá, como também suas outras construções/bases espalhadas pelo mundo.

  
Marco zero ou de onde se originou a primeira demarcação da civilização Muril – Imagens de Dakila Pesquisas

As bases de pesquisas e de estudos da Civilização Muril eram marcadas por cristais facetados com cerca de 10 metros de comprimento, possuindo a forma de um lápis sextavado comprido com uma ponta. Estes marcos confundem os arqueólogos e cientistas, que não tendo certeza o que realmente são, os associam às formações da própria natureza.

Estas tecnologias cristalinas emitem para qualquer parte do universo sinais, que com eles são identificadas várias informações, entre elas o local de suas emissões. E no território amazônico brasileiro mesmo soterrado está ativo um destes cristais especialmente fundido, parecendo se encontrar em torno de 79 metros de profundidade no centro de uma destas bases.


Obelisco na avenida principal de Belo Horizonte/MG e também presenças em locais destacados em muitas outras cidades do mundo, recordam uma das tecnologias da civilização Muril – Imagem da Internet

Outras constatações da presença da civilização Muril são os geoglifos que serviam como sinalizadores ou mapas para serem vistos também do céu, sinalizando com suas presenças as bases desta civilização, tanto na superfície quanto no subsolo.

A denominação “templos” com sentido de cunho místico-religioso foi dada posteriormente a estas bases, que são de fato construções antiguíssimas espalhadas por toda a Terra e que depois abandonadas pela civilização Muril, muitas delas em ruinas foram reaproveitas por outras civilizações, que sobre elas ergueram outras construções, deturpando a verdadeira finalidade de sua construção original.

Assim, muitas das escritas e desenhos ritualísticos (hieróglifos, petróglifos e outros) que estão hoje nestas construções, eles são informações posteriores e não correspondem verdadeiramente às de seus iniciais construtores.

 
Pedra do Ingá/PB com seus petróglifos faz parte também de história da civilização Muril – Imagens da Internet

Como já foi mencionado, a civilização Muril não dilapidava natureza, a intenção destes seres como viajantes do espaço em todos os planetas que os tinham especiais como a Terra, era de criar diversas bases que funcionassem como centros de pesquisas e de conhecimento.


Locais infelizmente desmatados na região amazônica estão mostrando do alto, gigantescos hierógligos como figuras escavadas às vezes simetricas ou não, mas sempre parecendo direcionar ou sinalizar pontos/bases de apoio da civilização Muril, como parece também assim mostrar o contorno do Forte Prncipe da Beira – Imagens de Dakila Pesquisas

O interesse de alguns governos estrangeiros e de organizações não governamentais (ONG’s) sobre a região amazônica, com os primeiros às vezes até transvestidos destes últimos, nele estão também incluídos os artefatos e as tecnologias ali presentes de Ratanabá, que ainda permanecem escondidos e protegidos pela selva.

Este interesse que muito dele é realmente cobiça, dissimula-se como alertas para proteção da natureza ou como protestos para preservação ambiental.

Muito deste interesse está voltado ao que de fenomenal ainda se acha naquela região escondido pela floresta. Não só as riquezas minerais daquela região são cobiçadas, mas também artefatos e tecnologias de Ranatabá ali existentes.

Se estes artefatos e estas tecnologias caírem em mãos do poder político-militar de alguns governos do mundo, eles tornarão este planeta palco de conflitos e de beligerância ainda mais intensos do que os atuais.

Conflitos e beligerância induzidos por procedimentos compulsivos humanos totalmente opostos aos da civilização Muril, que se voltava ao verdadeiro sentido do conhecimento, do verdadeiro construir e de se realizar, que se a humanidade soubesse tê-los sabiamente como exemplos e com eles se conduzisse, poderia mudar sua história.

Após a finalização de suas pesquisas e de seus estudos os Muril foram embora, deixando aqui de sua civilização o que restou de suas construções.

Fonte: Pegasus Portal

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BOAS NOTÍCIAS: GÊNIO DE 13 ANSO DE IDADE É DIPLOMADO EM 4 TÍTULOS DE ASSOCOADO NO FULLERTON COLLEGE

O destaque desta sexta-feira na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS é um gênio de 13 anos chamado Jack Rico que acaba de ser diplomado em 4 títulos de associado em história, expressão humana, comportamento social e ciências sociais no Fullerton College, na Califórnia e se tornou o aluno mais jovem a alcançar essa façanha em 107 anos de história da universidade. Leia a reportagem completa a seguir e conheça os detalhes!

Gênio de 13 anos se forma na faculdade: o mais jovem

Rico, formado aos 13 anos - Foto: Sara Ancich PhotographyRico, formado aos 13 anos – Foto: Sara Ancich Photography

Jack Rico é um gênio de 13 anos, apaixonado por videogames, que acabou de se formar na faculdade com quatro títulos de associado – e ele fez isso em apenas dois anos.

Ele conseguiu o diploma de associado em história, expressão humana, comportamento social e ciências sociais no Fullerton College, na Califórnia e se tornou o aluno mais jovem a alcançar esse feito em 107 anos de história da faculdade.

A cerimônia de formatura dele foi cancelada por causa da pandemia do coronavírus. “Fiquei um pouco triste e desapontado porque nunca me formei”, disse Rico à CNN.

Gênio

A mãe dele, Ru Andrade, sabia que o filho era especial desde pequeno.

No aniversário de 4 anos, enquanto outros garotos dessa idade pediam brinquedos, ou uma viagem à Disneylândia, Rico disse que queria ver a Casa Branca.

“Eu disse a ele que era uma vias, eu vou levá-lo.’”

Uma semana depois, Rico surpreendeu a mãe com sua resposta.

“Ele disse: ‘Eu já conhecia os presidentes, mas memorizei todos os vice-presidentes para que pudéssemos ir’”, lembrou Andrade. “Foi então que eu soube: ‘Você já é mais esperto do que eu’”.

Rico teve seu desejo de aniversário concedido.

“Adoro aprender coisas novas. Adoro saber mais sobre o mundo e todas as coisas diferentes que poderíamos estudar”, contou o garoto.

Superdotado

O presidente da Fullerton College, Greg Schulz, falou sobre ter um aluno tão jovem na faculdade.

“Não é comum ter um aluno tão jovem tendo aulas, então Jack é bem conhecido no campus da Fullerton College”, disse Schulz à CNN.

Estudou em casa

Rico revela que não tem segredo para estudar. Apenas boa administração das matérias e ouvir seus instrutores, disse ele.

Ele estudou em casa antes de cursar Fullerton e esta foi a primeira graduação oficial de Rico.

Agora ele quer estudar história na Universidade de Nevada, Las Vegas, de onde recebeu um passeio completo.

Sobre o que quer ser quando crescer, ele diz:

“Eu tenho 13 anos agora, então eu realmente não tenho a vida toda planejada. Ainda estou tentando explorar meus interesses e aprender o que quero fazer na vida”, concluiu.

Rico na Casa Branca aos 4 anos de idade - Foto: arquivo pessoal / Ru Andrade
Rico na Casa Branca aos 4 anos de idade – Foto: arquivo pessoal / Ru Andrade
Rico, formado aos 13 anos - Foto: Sara Ancich Photography
Rico, formado aos 13 anos – Foto: Sara Ancich Photography

Com informações da CNN e MSN

Fonte: Só Notícia Boa

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CULTURA: A BIOGRAFIA DO POTIGUAR MURILO MELLO FILHO POR ALEXANDRE GARCIA

Caro(a) leitor(a),

Na nossa coluna CULTURA desta quarta-feira faço uma singela homenagem a um grande potiguar que nos deixou na semana passada aos 92 anos de idade. O inenarrável Murilo Mello Filho, que teve uma trajetória profissional de quase 80 anos e deixou um enorme legado para o povo potiguar. Muitos não o conheceram, devido a sua maior virtude, a humildade e também, nos últimos anos, devido a idade e as debilidades esteve recolhido, mas eu tive a honra e a oportunidade de conhecê-lo na sua própria casa. Então para quem não o conheceu e não sabe da sua história assista o breve vídeo a seguir onde o extraordinário jornalista Alexandre Garcia faz um breve relato da trajetória e dos feitos dessa excepcional criatura humana.

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DICA DE LIVRO: JESUS, O HOMEM MAIS AMADO DA HISTÓRIA DE RODRIGO ALVAREZ

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é um livro extraordinariamente bem narrado e primorosamente ilustrado do jornalista e escritor Rodrigo Alvarez, “Jesus, o homem mais amado da História”. Uma biografia daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois é o livro mais atual sobre a vida do homem cuja história mantém seu vigor e interesse há mais de dois mil anos. O autor tomou como base as fontes arqueológicas e bibliográficas mais recentes, além das mais antigas (entre eles diversos manuscritos originais). Para descrever com maior autenticidade e sentimento, viajou pelos mesmos lugares percorridos por Jesus em seu tempo para reconstituir os passos do pregador que, ao mesmo tempo Deus e homem, ensinou a amar, mudou o curso da humanidade. Um livro para todos os leitores, cristãos ou não, perceberem a relevância e a permanência de sua trajetória e de seus ensinamentos.

Foto: Amazon

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O LADO NEGRO DAS SOCIEDADES SECRETAS VEM A TONA

No meu novo livro, Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para a vida plena, no primeiro capítulo, cujo título se chama “O Segredo”, eu trato das sociedades secretas, que existem desde a antiguidade tanto do bem quanto do mal, cuja citação abaixo revela exatamente o que o Psicoterapeuta Reencarnacionista e Orientador espiritual analisa no texto esclarecedor destaque dessa edição da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL:

“Ao longo da história, aos poucos, surgiram instituições, seitas, irmandades e inúmeras agremiações místicas. Estas instituições ou irmandades faziam questão de permanecer isoladas, guardando segredos imemoriais nunca revelados. Esses segredos eram guardados a sete chaves e passados apenas de “pai para filho”. Em raras exceções eram revelados para outras pessoas, que tinham de ser da mais alta confiança.

Reservei este capítulo para falar de algumas dessas agremiações que de alguma forma influenciaram a humanidade ao longo de sua trajetória terrestre. Quando falo que influenciaram não estou exagerando nem fazendo apologia a alguma “teoria da conspiração”. O rumo que a história seguiu tem muito a ver com a influência que estas irmandades tiveram sobre o nosso ‘Inconsciente Coletivo’.”(Braga, Wagner, 2020)

Sociedades secretas

A SUJEIRA TRANSBORDOU.

Amados!
Aquilo que você vê, não é uma ilusão; é apenas a verdade chegando para mostrar tudo o que foi escondido por todos os tempos. A situação não está pior como muitos acreditam, ao contrário, agora temos a certeza que algo realmente grandioso vai acontecer.
A verdadeira ilusão foi acreditar que tudo estava andando bem e seguindo o rumo do progresso do povo e das Nações. A ilusão foi acreditar que você tinha a liberdade de decidir o teu destino e dos teus filhos. Aliás, esse poder de escolha, nunca foi de fato livre como se supunha. O que acontecia era uma “indução” camuflada em todas as decisões tomadas.
Hoje, felizmente, boa parte da humanidade despertou desta ilusão. Descobriu que estava sendo manipulada, a fim de defender os interesses dos seus próprios exploradores. O despertar gradativo das consciências humanas, faz um estrago tremendo no PODER OCULTO que se beneficiou por éons do trabalho escravo camuflado.
“NÃO HÁ BEM QUE DURE, NEM MAL QUE PERDURE!” Os Ciclos terminam para dar início à novas perspectivas. Assim é a vida infinita! Transformações, mudanças, fins e inícios. Segundo a Lei de Lavoisier, nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. E agora vamos ter a prova de que realmente tudo isso é verdade.
O reinado dos escuros terminou! Poucos tinham noção do “mecanismo” infame que dominou tudo e todos por longo tempo. Naturalmente, por causa da limitação da consciência humana, tudo ficou mais fácil para o Time que manipulou a humanidade terrena. Todos os seus membros, são híbridos, uma mistura de humanos com reptilianos. Essa mistura, criou seres frios, ou seja, sem emoções.
Esses dominadores nunca tiveram escrúpulos. Não sabem o que é amor e nem compaixão. Agem friamente, pois seu único interesse é o PODER. São capazes de atos impensáveis por alguém que tenha um mínimo de amor ao próximo. Criaram uma estrutura imensa, ao ponto de interferir nos governos e nas instituições do Mundo todo. Nada ficou fora do alcance dos seus tentáculos. Tudo o que você pode imaginar, nos dias atuais, estava sob o domínio dessa Máfia tenebrosa.
Toda essa sujeira escondida, foi se acumulando de tal forma que transbordou. Aliado ao despertar das consciências, os próprios escuros não conseguem mais esconder os seus excrementos. Vazou, fedeu e contaminou o Planeta inteiro. Tudo começa a ser revelado.
À cada dia, mais e mais pessoas despertam e se deparam com essa podridão toda. É natural ficar impressionados e até pensar que tudo está perdido. Que não há mais conserto pois os estragos são grandes demais. Aos poucos, os “sujos” vão se revelando e causando indignação aos que já sentem que agora têm consciência da verdade.
Para os que começam a despertar agora, a impressão é que o mundo vai acabar, pois a sujeira é tanta, ao ponto de parecer encobrir e sufocar a todos. Ainda não perceberam que na verdade, ela está apenas mostrando aquilo que sempre foi. E descoberta, pode então ser recolhida e levada embora definitivamente.
Já os que compactuam e se sentem afinados com esses seres malignos, parecem se estasiar com o momento atual. Se encantam com a desgraça alheia, pois só não estão no poder porque são de fato insignificantes. Tão inúteis que são os mais utilizados como massa de manobra a fim de dar suporte aos manipuladores de verdade. Estes, quando acordarem, será tarde demais! Não haverá mais tempo para se alinhar ao Novo, pois sua energia representa aquilo que deixou de existir.
O momento é de Finalizações pois a Transição Planetária já está em andamento. Nada é pior que antes! Apenas o fato de que agora, tudo se revela, pois com o aumento da incidência de Luz na Terra, o que não se via antes, já se pode ver com toda a clareza.
Confie! Está tudo indo maravilhosamente bem! Se a montanha de sujeira está grande, é porque muito já foi recolhido e agora está sendo mostrado. Isso é bom! Tudo vai ser incinerado. A Terra será um Planeta cristalino. Límpido! Livre para sempre de toda essa sujeira que você tem o privilégio de acompanhar a sua remoção nesta atual encarnação. Você não está aqui por acaso. Você pediu para fazer parte desta grande Festa que é o Final de um Tempo e início de uma Nova Era. Sinta-se de fato, premiado por participar de uma Transição Planetária!
Eu sou Vital Frosi e minha missão é o esclarecimento!
Namastê!
Vital Frosi
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LIVES: LUAN SANTANA “HISTÓRIA” NA LIVE FIQUE EM CASA E CANTE COMIGO NESTE DOMINGO

Nesta terça-feira você vai assistir nada mais nada menos do que 8 horas de Live com Luan Santana, na live mais longa até aqui. Mais um motivo para você ficar a dia e a noite em casa. É show até umas horas!

Fonte:

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