AUTOCONHECIMENTO: RESGATANDO A CRIANÇA INTERIOR

O nossa coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado nos trás um artigo que é um verdadeiro roteiro pelo nosso ser interior e que nos leva ao encontro da nossa criança interior, para finalmente nos conectar com a nossa verdade, a nossa realidade expandida, a nosa liberdade emocional e você não pode perder essa oportunidade de fazer essa jornada libertadora. Portanto, o que está esperando comece agora esses 5 minutos de leitura essenciais e transforme a sua vida!

Liberdade emocional a partir do cuidado com a criança interior

Ilustração de cabeça adulta e cabeça infantil dentro.
pogonici / 123rf

A maioria das pessoas deseja se sentir segura e emocionalmente independente. Mas a realidade é que grande parte se mantém apegada aos traumas e dramas experienciados no passado, revivendo, em um looping contínuo, as feridas emocionais de infância.

Por isso integrar a criança interior é um passo fundamental para o amadurecimento, conquista da independência emocional e, muitas vezes, liberdade em outras áreas da vida, como financeira e profissional.

A criança interior não é uma criança literal, e sim uma parte da nossa psique que está relacionada à espontaneidade, criatividade, alegria e abertura às novidades da vida.

No entanto, quando experienciamos feridas emocionais profundas na infância (e todos nós em alguma medida as experienciamos), essa parte da psique se apresenta em insegurança, dificuldade de calibrar os próprios sentimentos (indo para o extremo das explosões ou do desligamento emocional), medo de criar vínculos, comportamento autodestrutivo, tendência a criar relacionamentos abusivos e mais uma série de situações interessantes que limitam o nosso SER.

O primeiro passo para transformar essa situação é tomar consciência de que existe essa criança dentro de você. E observar quando é que ela vem à tona, ou seja, quando é ela que fala por você.

Quando você perde o controle, grita, se ressente, se frustra, sente medo da vulnerabilidade, se isola ou evita entrar em contato com os próprios sentimentos, questione-se:

“Quem é que fala em mim?”

“Meu adulto ou minha criança?”

“Verdade, um adulto maduro reagiria assim?”

“O que minha criança necessita nesse momento e não está conseguindo comunicar?”

“Em que situação eu me senti assim quando era criança?”

Mulher asiática sendo iluminada pelo sol com os olhos fechados.

andrey_rage / Reshot

Sugiro também que você pegue uma foto sua de infância, se conecte com aquela imagem, baixe suas barreiras e escreva uma carta para sua criança.

Escreva sobre tudo o que vier à sua mente, sem filtro. Sobre as situações de tristeza, frustração, ressentimento, humilhação, críticas excessivas, sensação de abandono e de rejeição. Conte para ela como essas situações ainda reverberam em você, os impactos que permanecem.

Diga que você sente muito por tudo o que ela passou. E que você a ama e a aceita como ela é. Deixe claro que ela é importante para você e que você está aberta a escutá-la, cuidá-la e nutri-la, independentemente do que tenha ocorrido no passado.

Você vai perceber como trazer esses episódios para a consciência pode ser libertador. E o quanto pode aumentar sua percepção sobre seus sentimentos e suas escolhas atuais.

Além disso, a seguir vou colocar uma lista de óleos essenciais que ajudam a cuidar dessa criança interior.

Por meio da aromaterapia vibracional, podemos equilibrar nosso campo energético com a energia da planta e o aprendizado que ela nos traz. Além disso, os óleos essenciais têm atuação imediata sobre o sistema límbico cerebral, área responsável pelas emoções e memórias.

Vou sugerir aqui um óleo para cada uma das feridas emocionais mais comuns na infância. A ideia é que você utilize esses óleos essenciais por inalação (1 gota no colar aromático pela manhã) por um mês.

Aproveite e faça um diário sobre seus sentimentos e emoções durante esse período. Escreva também sobre as memórias que forem acessadas com o auxílio da aromaterapia vibracional.

Ylang ylang e a ferida do abandono

O medo do abandono é uma das feridas emocionais mais comuns. A criança necessita passar por uma transição da fusão com a mãe para a percepção de si mesma de uma maneira tranquila, sentindo-se segura para estar só em alguns momentos.

Óleo essencial que trabalha a relação com a mãe e a formação do vínculo seguro. Resgata o poder do feminino, desperta o amor próprio, o acolhimento e a gentileza consigo mesmo, permite que você cuide e nutra a si mesma.

Bergamota e a ferida do medo da rejeição

O medo da rejeição nos impede de vivermos muitas possibilidades na vida. Impacta nossos relacionamentos afetivos. Interfere em nosso sucesso profissional por estar ligado ao medo da exposição e do julgamento.

O óleo essencial de bergamota atua no resgate da autoconfiança, autovalorização e retomada do poder pessoal. Diminui a ansiedade em se expor e a timidez derivada do medo da rejeição.

Abeto siberiano e a ferida da humilhação

Alguns pais, principalmente nas décadas passadas, acreditavam que criticar constantemente um filho poderia ser uma motivação para que ele se aprimorasse. Mas as críticas excessivas causam enorme abalo na autoestima da maioria das crianças. Elas passam a ter a percepção de si mesmas como erradas da maneira como são.

Um adulto que passou por isso tende a culpar-se por tudo o que acontece em sua vida. Sente-se inadequado, tem medo de ser vulnerável e, por vezes, torna-se extremamente racional para se proteger da dor.

Homem branco de olhos fechados usando um boné e capuz de casaco.

Samuel Branch / Unsplash

O óleo essencial de abeto siberiano ajuda a liberar essa sensação de culpa, diminui a crítica excessiva e a autossabotagem.

Rosas e a ferida emocional da violência

Toda criança deveria ser poupada da violência devido ao impacto que isso gera em seu desenvolvimento. E isso é, inclusive, um direito do Estatuto da Criança e do Adolescente.

No entanto, sabemos que a violência, seja física ou verbal, está presente em boa parte dos lares no Brasil. Mesmo quando essa criança não é diretamente agredida, e sim testemunha das agressões, o trauma permanece. E se manifesta em medo, insegurança, dificuldade de confiar, submissão a relacionamentos onde existe abuso.

O absoluto de rosas é um dos óleos essenciais de mais alta vibração na natureza. Por isso trata traumas profundos, ressentimentos e mágoas antigas, conferindo a sensação de proteção divina e maternal.

Pode ser utilizada também para casos de abusos sexuais, contribuindo para que a pessoa, agora adulta, consiga se relacionar afetivamente de maneira saudável.

Escrito por Juliana Bernardo

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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CONDENADO A QUASE 99 ANOS DE PRISÃO, PEZÃO RESPONDERÁ EM LIBERDADE ATÉ QUE SEJAM JULGADOS TODOS OS RECURSOS

Ex-governador do Rio Luiz Fernando Pezão é condenado a quase 99 anos de prisão

Condenação acontece no âmbito da Operação Boca de Lobo, um dos desdobramentos da Operação Lava-Jato

Paula Martini e Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 04 de junho de 2021 às 21:42

Ex-governador do Rio Luiz Fernando Pezão é condenado a quase 99 anos de prisão

O ex-governador Luiz Fernando Pezão foi condenado a 98 anos, 11 meses e 11 dias no âmbito da Operação Boca de Lobo, um dos desdobramentos da Operação Lava-Jato. Ele vai poder responder em liberdade até que sejam julgados todos os recursos, mas ao final do processo poderá ter que pagar uma multa milionária para compensar os danos aos cofres públicos.

No decorrer do processo, o Ministério Público sustentou que Pezão deu prosseguimento a uma rede de negócios ilegais entre o governo do Rio e empresas privadas que havia sido estruturada pessoalmente por Sérgio Cabral, seu antecessor. Cabral também foi condenado a 32 anos de prisão nesse processo. Essa é a 19ª condenação dele, que já soma 342 anos de prisão e cumpre pena no complexo de Gericinó. Já Pezão cumpre prisão domiciliar.

Na sentença de 223 páginas obtida pela CNN, o juiz da Lava-Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, afirma que “Pezão mercantilizou a funções públicas obtidas meio da confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua conduta deve ser valorada com maior rigor do que a de um corrupto qualquer”.

O juiz ainda diz que o ex-governador “revelou tratar-se de pessoa gananciosa” e que “as circunstâncias em que se deram as práticas corruptas, além de envolver altas cifras, por vezes combinadas em sua própria residência e/ou na sede do Governo do Estado do Rio de Janeiro, são perturbadoras e revelam desprezo pelas instituições públicas”.

Ao longo do processo, Pezão foi acusado por delatores e pelo ex-governador Sérgio Cabral, também condenado nesse processo, de ter recebido valores milionários em propina.

Pezão não conseguiu completar o mandato como governador, já que foi preso em novembro de 2018. A condenação na Lava-Jato é consequência da perda de foro privilegiado, quando Wilson Witzel assumiu o governo do Rio de Janeiro em 2019. Foi isso que fez o processo ser encaminhado para a 1ª instância e cair nas mãos de Bretas.

Veja, na íntegra, a nota enviada à reportagem da CNN pela defesa de Pezão:

Causa perplexidade ao ex-governador Luiz Fernando Pezão o fato de a sentença ter sido proferida no momento em que pairam sérias dúvidas sobre a parcialidade do juízo da 7a Vara Federal, conforme revela matéria da revista Veja desta semana.

Com relação à denúncia, não foi apresentada nenhuma prova material que demonstre qualquer ganho pelo ex-governador, assim como não há sinais exteriores de riqueza que pudessem sugerir práticas ilícitas. A sentença é calcada em mentiras de delatores condenados que visam a benefícios e redução das penas. Cabe ressaltar que todos os empresários ouvidos sob juramento afirmam que o governador nunca pediu nenhuma vantagem indevida. Tais testemunhos foram estranhamente ignorados pelo juízo.

O ex-governador já acionou os advogados para recorrer da sentença e confia que os Tribunais superiores  vão anular esta condenação espúria e restabelecer finalmente a verdade.

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AUTOCONHECIMENTO: SAIBA COMO VOCÊ PODE SE LIBERTAR DA DEPENDÊNCIA DOS REMÉDIOS, POR WAGNER BRAGA

Você quer ter saúde integral? No vídeo de hoje, eu te faço uma proposta: se liberte da dependência de remédios! Conquistar a saúde integral (física, mental, espiritual e emocional) vai permitir que isso aconteça na sua vida. Então, trouxe uma dica que me ajudou a conquistar isso e pode te ajudar também! Assista ao vídeo completo e saiba como!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: LIBERDADE E PASSIVIDADE, POR ALEXANDRE GARCIA

O nosso Alexandre Garcia é o destaque desta segunda-feira na coluna ANÁLISE POLÍTICA, onde comenta obre o manifesto de seis presidenciáveis em 2022, que trata de “submissão arbitrária do indivíduo ao estado, respeito aos direitos individuais, excesso, abuso, intimidação”. Mas ao mesmo tempo seus decretos são totalitários. Então o nosso Alexandre Garcia diz que “Passividade rima mas não se mistura com liberdade e se estarrece com a passividade dos brasileiros diante das aberrações que estão acontecendo. Convido você a assistir a esse vídeo, refletir e tirar as suas conclusões!

Fonte:

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UTILIDADE PÚBLICA: SERÁ REALIZADA EM NATAL NESTE DOMINGO (11) A MARCHA DA FAMÍLIA CRISTÃO PELA LIBERDADE

Marcha da Família Cristã pela liberdade acontece neste domingo em Natal

Foto: Divulgação

Marcha da Família Cristã pela Liberdade será realizada em Natal neste domingo Com apoio de quase 60 agrupamentos conservadores. O evento acontecerá neste domingo em mais de cinco países

A Marcha da Família Cristã pela Liberdade será realizada neste domingo 11 em vários países, entre eles, Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Israel e Brasil.

Em Natal, o evento está marcado para as 9h00 com concentração na frente do Midway Mall, localizado no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira.

Com valores alicerçados nos conceitos de Deus, Família e Liberdade, a Marcha reúne mais de 60 entidades conservadoras de todo o país.

No Brasil, o evento está confirmado em todas as capitais e os organizadores garantem o cumprimento de todos os protocolos de saúde e segurança preconizados pelo Ministério da Saúde.

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA LIVRADO! POR CAIO COPPOLLA

URGENTE #LulaLivrado *** LIVRE é quem desfruta da sua liberdade sem depender de ninguém; LIVRADO é quem desfruta da sua liberdade por causa de alguém. LULA NÃO É LIVRE; LULA FOI LIVRADO. Numa ação de suspeição presidida por um MINISTRO SUSPEITO, um TRIBUNAL DESMORALIZADO decidiu – fazendo menção explícita a PROVAS ILÍCITAS – anular atos processuais da Lava Jato contra Lula, nosso ex-Presidente, ex-condenado, ex-criminoso e ex-corrupto. Da mesma forma que João Cabral de Melo Neto criou a “morte morrida” e a “morte matada”, os sequestradores da Constituição no STF criaram a “LIBERDADE LIVRADA”: o direito que só o criminoso brasileiro tem de ficar livre apesar dos seus crimes (e até das suas condenações). Se isso também ofende o seu SENSO DE JUSTIÇA, não deixe de se posicionar: COMPARTILHE ESSE VÍDEO COM A HASHTAG #LulaLivrado . Desconstruindo narrativas falaciosas (como “Lula Livre”) no debate público, transformaremos essa vitória da impunidade no Tribunal em uma derrota definitiva nas urnas – não percam a esperança no Brasil 👊🏼🇧🇷

ERRATA: no vídeo, troquei a palavra “presidida” por “relatada” 🤦🏻‍♂️ O Ministro suspeito, obviamente, é o Ministro Presidente da 2a Turma (Gilmar Mendes), que já se referiu publicamente à Lava Jato como uma organização criminosa e, portanto, não pode ser considerado um juiz imparcial.

Fonte:

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PONTO DE VISTA: “O PODER EMANA DO POVO”, ISSO É FATO, NÃO É UTOPIA. ACORDA BRASIL!

Caro(a) leitor(a),

Parece que quase ninguém percebeu a “coincidência” dos fatos quando o comentarista político Caio Coppolla teve a atitude de iniciar um abaixo assinado pelo Impeachment do Ministro Alexandre de Moraes. Um dia antes o ex-Ministro da Justiça Sergio Moro havia se manifestado no Tweeter afirmado que quem não estivesse satisfeito com a atitude do ministro Fachin que se manifestasse formalmente como manda a lei, através de uma ação judicial. Mas o Caio Coppolla entendeu o recado sim. Um dia depois ele elaborou um abaixo assinado e fez um vídeo pedindo a colaboração da sociedade. A resposta foi mais do que imediata. Em apenas 24 horas o abaixo assinado já tinha mais de 2 milhões de assinaturas. Um fato inédito na breve história das redes sociais, que, também, parece ter finalmente se perpetrado como o mais novo foro de debate para as resoluções dos complexos problemas de uma nação continental como o Brasil. Há tempos eu venho dizendo que o povo, como detentor maior do poder precisa e deve intervir através das redes sociais para por ordem e impor a sua vontade perante seus pseudos “representantes”, que insistem em priorizar os seus interesses particulares em detrimento dos interesses coletivos do seu patrão maior: O POVO!

Espero que essa ação evolua, que o senado receba e acate a petição de Impeachment e que o famigerado “Xerife” Alexandre de Moraes seja devidamente punido, para que sirva de lição para os seus pares. Que suas fichas caiam e eles entendam que são tão mortais quanto cada um de nós. Que estão lá única e exclusivamente porque permitimos e que devem lealdade ao Povo.

Quero deixar ainda a minha concordância geral com o artigo publicado no Jornal da Cidade Online, o qual reproduzo a seguir e que precisa ser divulgado o máximo possível. Por isso peço a sua colaboração nesse sentido. Só assim conseguiremos conscientizar o povo brasileiro do poder que está em suas mãos!

Dois tartufos, um homem e a liberdade

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

“Pois que adianta ao homem ganhar o mundo todo e perder sua alma?” (Marcos, 8.36 – Bíblia).

Daniel Silveira, Danillo Gentili, Caio Copolla. Três nomes conhecidos. Três funções distintas: o primeiro é político, o segundo é apresentador e humorista, o terceiro analista político. Os três se notabilizaram por fazer críticas ácidas ao poder indiscriminado das mais diferentes “autoridades” do Brasil.

Daniel Silveira, Deputado Federal (PSL-RJ), é um fortão que foi eleito prometendo aos eleitores um duro combate às injustiças e roubalheiras no Brasil. Dizia nada temer. Fez um vídeo onde proclamou aos quatro ventos:

– “O que acontece, Fachin, é que todo mundo tá cansado dessa tua cara de filha da puta, que tu tem, essa cara de vagabundo, né? […] Por várias e várias vezes já te imaginei levando uma surra”. No vídeo, Silveira afirmou que os 11 ministros do Supremo “não servem para p… nenhuma para esse país”, “não têm caráter, nem escrúpulo, nem moral” e deveriam ser destituídos para a nomeação de “11 novos ministros”.

Foi preso injustamente. A ordem de prisão partiu de outro Ministro do Supremo que foi chamado de Xerife pelo Ministro Marco Aurelio. Na prisão chorava todos os dias, segundo notícias publicadas nos jornais. Quando teve oportunidade de se defender, mudou o discurso e manso como um cordeirinho disse:

– “Reconhecendo, sempre reconheci, a importância do Supremo Tribunal Federal. É uma instituição muito importante. Outrora, em ataques, por exemplo — não estou atacando os ministros aqui de maneira alguma — mas já me contrapus a decisão de vários ministros. São ministros que decidem realmente toda a jurisprudência, mas que às vezes tomam uma decisão que nós não entendemos, não vemos a ilegalidade do fato, ou às vezes caímos ali no campo da discussão totalmente ideológica. E muitas vezes somos movidos pela raiva, mas em nenhum momento isso me torna um criminoso.”

Todos nós ficamos atônitos. Onde estava o homem fortão? Onde o defensor dos fracos e oprimidos? Por que não sustentou o discurso que o elegeu? Por que não gritou contra a forma injusta pela qual foi preso? Dizia defender os injustiçados, e quando foi injustiçado ao invés de se revoltar rastejou e bajulou seus verdugos! Por que não reafirmou todos os crimes cometidos pelos Ministros? Chorou como um menor abandonado, pedindo ajuda e implorando perdão…Como acreditar em um homem desses?

Que belo exemplo teria dado Daniel Silveira aos que votaram nele e aos que não votaram, se não tivesse se acovardado!

Mas agora conhecemos seu coração!

Danillo Gentili, o apresentador-humorista, um homem-grande de um metro e noventa, que também afirmava para todo Brasil que era corajoso e indomável, atacou pelas redes sociais:

– “Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”.

A Procuradoria Parlamentar da Câmara dos Deputados pediu ao ministro Xerife-Alexandre de Moraes a decretação da prisão do humorista. Na peça, os advogados alegam violação à Lei de Segurança Nacional, comparam a publicação à invasão do Capitólio americano, em janeiro, e pedem abertura de inquérito.

De novo, incrédulos, assistimos o outro defensor dos oprimidos, com medo de ser preso, escrever no Twitter bajulações aos deputados e covardemente afirmar:

– “Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”.

Como acreditar em um sujeito desses? Na primeira batida de pé sai correndo e pedindo arrego… Por que não aproveitou e esfregou na cara dos deputados todas as malandragens cometidas por eles? Por que não serviu de porta-voz aos oprimidos e preferiu se acovardar? Que tipo de homem é esse?

Também este abriu seu coração para nós!

Caio Copolla, jovem e brilhante comentarista, nunca prendeu ninguém, não é fortão, não vive contando vantagens e todos os dias na CNN abre sua metralhadora giratória e com inteligência detona Ministros do Supremo criticando suas arbitrariedades. Cansado de só falar, o jovem Caio resolveu agir e fez um vídeo em que pede aos brasileiros apoio para o Impeachment do Ministro-Xerife-Alexandre de Morais, protocolado pelo Senador Jorge Cajuru.

Mostrando toda indignação e revolta do povo brasileiro, em menos de 24 horas o abaixo-assinado já atingiu a incrível marca de quase dois milhões e quinhentas mil assinaturas, rumando à casa dos 3 milhões. É surpreendente a participação da população brasileira. É notável sua repulsa ao Ministro-Xerife e a todos os seus atos, que são referendados, diga-se de passagem, por todos os outros Ministros. E é um fato que a posição tomada pelo povo, apoiando o Impeachment, respinga em todos os 11 ministros.

Somos homens livres, conservadores, racionais, não com a liberdade aludida por Danillo Gentili, que disse…” minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”. Nenhum homem livre pede o fechamento do Congresso ou do STF, mas pede que saiam das instituições maiores do país aqueles homens que a estão deslustrando, desonrando, que se apossaram dessas instituições e agem como Deuses. A parte mínima não pode ser tomada pelo todo.

Somos homens livres, racionais, conservadores, não como Daniel Silveira, que se acovardou frente ao primeiro desafio. Acovardou-se frente a primeira montanha em seu caminho, a qual precisava fazer uma amarga escolha: “Sobe ou perece!” Acovardou-se frente à selva que precisava limpar. Acovardou-se perante o deserto que estava à sua frente e que gritava a ele: vença-me!

Somos homens livres, racionais, conservadores como Caio Copolla, que não fugiu da batalha. Lutamos por um Supremo constituído por verdadeiros sábios e que seja um núcleo irradiador de verdade e justiça.

Exigimos que os Senadores aceitem o pedido de Impeachment, pois é o povo que os elegeu que está demandando. Você que é livre, racional e conservador assine também. Eis o link para o abaixo-assinado:

https://bit.ly/30Q5qTW

Este texto foi inspirado na escritora americana Ângela Morgan e seu poema “Se a Natureza quer fazer um Homem” (When Nature Wants a Man) e concluo com os versos da canção de Raul Seixas:

“Oh morte, tu que és tão forte/ Que matas o gato, o rato e o homem/ Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar/ Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva/ E que a erva alimente outro homem como eu/ Porque eu continuarei neste homem/ Nos meus filhos, na palavra rude/ Que eu disse para alguém que não gostava/ E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite” (Canto Para Minha Morte – Raul Seixas).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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QUEIROZ TEM LIBERDADE CONCEDIDA PELO STJ, MAS CONTINUARÁ DETIDO EM CASA POR ORDEM DE GILMAR MENDES

STJ concede liberdade a Queiroz, que ainda seguirá preso por ordem do Supremo

Corte considerou que Queiroz está detido provisoriamente a um tempo excessivo, mas ex-assessor segue detido em casa por ordem do ministro Gilmar Mendes

Guilherme Venaglia e Iuri Corsini, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro

Atualizado 16 de março de 2021 às 23:15

Ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz é visto dentro de um carro do Tribunal Corte considerou que ex-assessor está detido provisoriamente a um tempo excessivo
Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por quatro votos a um, revogar a prisão domiciliar de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Queiroz deve continuar detido em casa, no entanto, porque segue em vigor uma outra decisão nesse sentido, do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O STJ entendeu que somente uma nova decisão de Mendes pode mudar a situação do ex-assessor de Flávio Bolsonaro

A decisão vale também para Márcia Aguiar, esposa do ex-assessor.

O casal continuará tendo que usar tornozeleira eletrônica, além de outras medidas cautelares como a proibição de deixar o País, sem prévia autorização judicial, e manter contato com outros investigados.

A defesa de Queiroz e Márcio têm entendimento contrário e alegam que o julgamento do STJ produz efeitos imediatos, isto é, sem necessidade de novo aval do STF.

Os ministros do STJ decidiram pela liberdade de Fabrício Queiroz e Márcia por julgarem que o ex-assessor está detido provisoriamente a um tempo excessivo.

‘Rachadinhas’

Fabrício Queiroz foi assessor de Flávio Bolsonaro durante o período em que o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exerceu mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.

Queiroz e o senador são investigados no inquérito das “rachadinhas”, que apura suspeita de coleta ilegal de parte dos salários de servidores nomeados para o gabinete de Flávio e de diversos outros parlamentares da Alerj.

Mais cedo, o STJ deu duas decisões contrárias aos interesses de Flávio Bolsonaro. A Quinta Turma rejeitou o pedido para anular o compartilhamento dos relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com o Ministério Público e também rejeitou anular as decisões já tomadas no processo pelo juiz Flávio Itabaiana, contestado pelo senador.

De acordo com promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro, Queiroz era o operador do suposto esquema de “rachadinhas” no gabinete do, então, deputado Flávio Bolsonaro.

O MP afirma que o ex-assessor parlamentar  empregava funcionários fantasmas e exigia parte do salário (ou mesmo a integralidade dele) de volta. Flávio Bolsonaro e Queiroz negam as acusações.
Ao todo, ainda de acordo com o Ministério Público, 13 funcionários participaram do esquema, movimentando 383 depósitos na conta bancária de Queiroz, totalizando o montante de R$ 2 milhões.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O MEDO GERADO PELAS CRENÇAS LIMITANTES NOS IMPEDE DE CONHECERMOS A VERDADE

No texto Transcendendo as ilusões a seguir o autor fala da prisão em que vivemos nesse plano 3D, das crenças limitantes que nos impedem de crescer, evoluir e transcender para planos mais elevados, onde a liberdade impera e não há dor nem sofrimento. O medo gerado pelas nossas crenças limitantes nos aprisiona e nos impede de dar esse salto quântico. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir sair do mundo de ilusões para o mundo da verdade!

Transcendendo as ilusões

Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito ‘

Clemice Petter*

Muita coisa tem sido dita e escrita a respeito da verdade. Muitas pessoas pensam que sabem o que significa viver uma vida espiritual, que sabem o modo, as “práticas” exigidas e o caminho para chegar à verdade. Facilmente esquecemos o que os ensinamentos têm assinalado; está nos Upanishades, foi dito por J. Krishnamurti e por H. P. Blavatsky: “Aqueles que dizem que sabem, não sabem.” A suposição de que sabemos pode ser a maior de todas as ilusões. Se considerarmos a história da humanidade, veremos que aqueles que pensavam que sabiam, que tinham certeza e que criaram fórmulas e moldes para a vida, e assim se colocaram na posição de ditar aos outros como viver, foram as pessoas que trouxeram miséria e corrupção.

Nossa estrutura social está construída sobre moldes de respostas prontas aos desafios da vida. Nossos sistemas educativos estão voltados a moldar a mente da criança numa direção preestabelecida. Pensamos que sabemos qual é o modo correto de vida, e assim, ensinamos aos nossos filhos a serem tão infelizes quanto nós. Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito, as muralhas do “conhecimento”.

Pelo fato de termos sido moldados segundo um determinado padrão, pensamos que seguir um padrão é um modo de vida. Cada um tem sua própria fórmula a respeito do que os outros devem fazer ou ser. Certamente não aplicamos nossas teorias a nós mesmos, em nossa própria vida; mas queremos que os outros as apliquem em suas vidas. Temos certeza do que há de errado no mundo e de que sabemos como pode ser corrigido, mas somos impotentes no nosso próprio lar. Não sabemos como pôr fim às nossas tristezas, às nossas incertezas diárias e aos nossos medos profundos, nem sabemos como responder aos nossos filhos quando nos fazem as perguntas mais simples e mais inocentes. O fato é que não sabemos como nos relacionar, como vivermos juntos em harmonia e cooperação. Divisão e competição têm sido o modo de vida dos seres humanos neste planeta.

Sendo assim, o que realmente sabemos, e não o que pensamos que sabemos? Lemos muitas coisas em livros e ouvimos as conclusões a que as pessoas chegam, e, portanto, pensamos que sabemos. Quanto mais lemos, mais pensamos que sabemos. Quanto mais pensamos que sabemos, menos entendemos. O conhecimento fecha a porta à compreensão; isso é muito fácil de ver, se realmente quisermos olhar. Portanto, o grande inimigo da humanidade no atual estágio de ignorância é o conhecimento. Isso pode soar um tanto contraditório, mas não é, porque ignorante é aquele que não conhece a si próprio. Não importa quantos livros se tenha lido, se esses livros são sagrados ou mundanos, ou quantos títulos antecedem o nome da pessoa – se não tem autoconhecimento, o ser humano é um ignorante. Se a pessoa percebe o que está ocorrendo no mundo, verá que a atual estrutura social é o resultado da ignorância humana.

A ciência avançou tremendamente no último século, mas foi incapaz de resolver os nossos mais básicos problemas; pelo contrário, eles estão aumentando. Vivemos na era da informação – jamais anteriormente na história da humanidade tivemos tanto conhecimento – e, contudo, estamos enfrentando a maior de todas as crises. Sabemos muito, mas entendemos tão pouco… O conhecimento não está ajudando o ser humano a despertar a natureza humana  gentileza, compaixão e responsabilidade que permanece oculta. Para lidar com isso precisamos compreender a nós mesmos. O autoconhecimento é a chave que abre os portais desta prisão autoimposta, é o caminho para a liberdade, e essa liberdade é o libertar-se do “eu” e do “meu”. Sem liberdade, a aquisição incessante de conhecimento leva inevitavelmente à autodestruição, como podemos ver acontecendo bem diante dos nossos olhos: a insana destruição do meio ambiente, a poluição da água e do ar e o envenenamento deliberado do nosso próprio alimento. Estamos destruindo nosso próprio lar e somos incapazes de ver; consequentemente, não conseguimos mudar isso.

                                                                  Espírito cooperativo

Para ir além da ilusão, precisamos primeiramente entender o mundo por ela criado. O mundo no qual vivemos é um mundo que não conhece a compaixão, que está se tornando cada vez mais violento, brutal e competitivo. Existem aqueles que dizem que a competição é o caminho, que precisamos ser competitivos para progredir. Isso mostra apenas o quão pouco entendemos. Precisamos questionar o que chamamos de progresso e civilização. Ensinar às crianças nas escolas a serem competitivas é um crime contra a humanidade, pois a competição mata o espírito cooperativo; ensinar às crianças uma fórmula para a vida, dizendo-lhes o que devem sentir, como devem amar, é ainda pior. Dizer-lhes o que é o amor é matar a inocência e estupidificar a mente. A verdadeira educação é permitir à criança pensar por si mesma, e não lhe ensinar o que pensar. Até aqui não entendemos ainda este fato simples e óbvio.

Blavatsky nos advertiu a respeito da necessidade de se entender os modos e meios da mente, para não sermos escravos dela. Na primeira página de A Voz do Silêncio, ela escreveu: “A mente é a grande assassina do real. Que o discípulo mate o assassino.” Ela disse que devemos “buscar o rajá [rei] dos sentidos, o produtor de pensamento, aquele que desperta a ilusão.” Blavatsky escreveu isso há mais de cem anos; quantos realmente deram atenção a este ensinamento básico? Muito poucos, parece.

Krishnamurti viajou pelo mundo por mais de sessenta anos explicando, em centenas de locais diferentes, essas afirmações curtas e profundas feitas por Blavatsky. Quantos de nós somos capazes de lhe dar ouvidos? Nenhum instrutor antes de Krishnamurti foi tão profundo e explicou de modo tão detalhado o despertar das ilusões e os meios e modos da mente – a grande assassina do real. Mas, pelo fato de sua linguagem ser simples, de ele não se apresentar
como autoridade e nada prometer, poucos querem ouvi-lo.

Krishnamurti não alega que sabe, ele convida a viajar com ele, a descobrir por si próprio, caminhar juntos como amigos; e caminhar juntos é muito difícil para nós, porque estamos acostumados à autoridade. Nós adoramos autoridade estabelecida pela mente; somos incapazes de ver a natureza destrutiva da autoridade no reino psicológico.

Para ir além da ilusão precisamos sentir o impulso, sermos sérios e capazes de permanecer sós. Assim, a primeira coisa a compreender é a nossa própria ignorância; mais uma vez Blavatsky advertiu sobre isso. Gostamos de pensar que somos grandes e que sabemos. É a vaidade que nos cega; em vez de começar com o primeiro passo pensamos que podemos saltar até o último; em vez de começar a caminhar, pensamos que podemos começar com a chegada. Mas não existem atalhos ou milagres que possam nos fazer entender o mecanismo do nosso criador de ilusões, dessa máquina de pensar chamada mente. Isso pode parecer possível – afinal, a mente é perita em enganar.

      A chave da prisão

Não existe saída desta prisão autoimposta na qual os seres humanos vivem. O autoconhecimento é a chave, e isso foi esclarecido por Blavatsky mo prefácio de A Voz do Silêncio: “O Livro dos Preceitos Áureos – alguns dos quais são pré budistas, ao passo que outros pertencem a uma época posterior – contém uns noventa pequenos tratados distintos. Destes aprendi de cor, há muitos anos, trinta e nove. Para traduzir os outros, teria que recorrer a apontamentos
dispersos entre um número de papéis e notas, acumulados em vinte anos e nunca postos em ordem, demasiado grande para que a tarefa fosse fácil. Nem poderiam eles ser, todos, traduzidos e dados a um mundo demasia- do egoísta e aprisionado aos objeto dos sentidos, para que pudesse estar preparado a receber, com a devida atitude do espírito, uma moral tão elevada. Porque, a não ser que um homem se entregue perseverante ao cultivo do autoconhecimento, ele jamais dará, de bom grado, ouvidos a conselhos de tal natureza.” [itálico acrescentado]

Aqueles que estão estudando A Voz do Silêncio entendem que o autoconhecimento é o início, é o primeiro passo. Sem ele a pessoa é cega e surda em questões espirituais. Portanto, é totalmente inútil continuar lendo livros se não queremos assumir uma jornada interior que revelará as ilusões projetadas pela mente.

Muitos dizem que ir além da ilusão é apenas para poucos, que não é para todos; seria melhor dizer que é para aqueles que são sérios, para aqueles interessados na verdade, não importa o que aconteça. É para aqueles que não mais estão encantados com a doce canção das ilusões despertadas pelo desejo de conforto, seja físico ou psicológico. Assim, a
verdadeira dificuldade nesta questão é de quanto a pessoa está disposta a abrir mão, o quanto está disposta a considerar, a penetrar dentro de si mesma. Os Instrutores disseram que o “eu” é a ilusão primária. Intelectualmente sabemos disso, mas não conseguimos entender ou ver. Não conseguimos entender que esse “eu” seja criação da mente, e, enquanto não entendermos os modos e meios da mente, não conseguiremos ver as ilusões que são os seus subprodutos.

A mente é uma ferramenta cega destinada a ser usada pela inteligência. O problema é que os seres humanos transformaram uma ferramenta cega no rei supremo – um rei cego, adorado por ignorância. A ilusão de que existe inteligência na mente é criada pela falsa impressão de que, pelo fato de termos desenvolvido muita tecnologia, somos inteligentes. Mas tecnologia é basicamente o conhecimento do processo mecânico das coisas, enquanto a inteligência está muito além do mecânico.

Para a inteligência se concretizar é preciso desenvolver a mente e o coração; inteligência significa amor, compaixão e responsabilidade. Responsabilidade no sentido de poder responder – e para isso precisamos primeiramente ser capazes de ouvir. Para ouvir precisamos ser sensíveis; portanto, para a inteligência se concretizar, precisamos trabalhar muito. Não é uma tarefa fácil para uma mente preguiçosa, uma mente que foi colocada para dormir pelas crenças. A mente mecânica, sem a luz da inteligência, está propensa a criar cada vez mais miséria, como atualmente está acontecendo no mundo. nos dividiu em eu e você, meu país e seu país, é o que está destruindo a ca-
sa em que vivemos – a Terra. O poder dessa ilusão é tal que nos torna incapazes de ver que estamos destruindo o próprio ambiente no qual estamos nos desenvolvendo. Nos últimos cinquenta anos, em nome do que orgu-
lhosamente chamamos de progresso, destruímos o meio ambiente com uma velocidade inacreditável. Pensamos que somos inteligentes e civilizados, mas a realidade mostra o contrário; somos bárbaros, como éramos há dois mil anos ou mais. Temos que mudar agora, não no futuro, porque o comportamento humano tornou-se uma ameaça à vida no planeta.

Para transformar a sociedade, precisamos transformar a nós mesmos; isso é muito óbvio. Não podemos ter uma sociedade diferente com o mesmo tipo de mentalidade que criou essa desordem. Para trazer ordem ao mundo precisamos trazê-la a nós mesmos. Pensar que podemos ajudar a humanidade a se livrar dos pensa-
mentos, sentimentos e comportamentos desordenados e conflitantes é a mesma coisa que pensar que podemos limpar uma casa com um pano sujo e uma água suja.

Ir além da ilusão é pôr fim ao “eu”, o local de origem de toda a miséria e degeneração humana.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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POLÍTICA: A PEÇA “PRECISAMOS MATAR O PRESIDENTE” É LIBERDADE DE EXPRESSÃO OU AMEAÇA À INTEGRIDADE FÍSICA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

Aberração: Grupo teatral carioca estreia, em março, peça “Precisamos matar o presidente”

FotomontagemFotomontagem

André Porciúncula, Secretário Nacional de Fomento à Cultura do Governo Federal, usou as redes sociais para denunciar uma peça teatral que mais parece um convite para matar o presidente Jair Bolsonaro.

A peça que alguns chamam de “liberdade de expressão e trabalho artístico” poderia ser enquadrada como grave ameaça à integridade física do presidente da República.

“Eis o tipo de “peça” que uma elite militante doentia (agora, desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura, nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos à cultura a sanidade dos valores do homem comum”, disparou o secretário.

O “espetáculo” é de um tal grupo carioca chamado “Blabonga Cia Teatral” e disseram que vão explorar as “possibilidades” de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06/03, pela plataforma Doity, a peça “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

Porto, em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro, tentou justificar o surgimento da “brilhante” ideia:

“O espetáculo, assim como qualquer outra arte, nasce de uma necessidade… A pandemia acabou unindo todas essas necessidades… Somada à necessidade, surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado. Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro”, divaga Porto.

Apesar de tentar despistar, o fato é que a peça estimula, sim, agressões contra o presidente Jair Bolsonaro e a família dele.

Meu Deus, aonde vamos parar?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DIREITO- JUSTIÇA: SEM DENÚNCIA E SEM CRIME RESTRIÇÃO DE LIBERDADE DO JORNALISTA EUSTÁQUIO JÁ PASSA DE 200 DIAS

Advogado expõe a situação de Eustáquio: 200 dias com restrição da liberdade, sem denúncia, sem processo e sem crime (veja o vídeo)

FotomontagemFotomontagem

Ricardo Freire Vasconcellos, advogado do jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio, preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, fez um resumo da situação em que se encontra o comunicador, atualmente.

Eustáquio está com as restrições à sua liberdade há mais de 200 dias, quando foi decretada a prisão temporária dele por cinco dias por “ausência de endereço certo e sabido”, em 26 de junho de 2020. Essa prisão foi prorrogada, para que fosse feita a oitiva, até o dia 6 de julho. Mas, no dia 5 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou as medidas cautelares restritivas, entre elas: proibição de aproximar-se do Supremo Tribunal Federal a menos de um quilômetro, ausentar-se de Brasília sem ordem judicial e impedimento de contactar aquelas pessoas que estão dentro do inquérito 4828, que investiga supostos atos antidemocráticos.

Durante todo esse período, foram feitas mais de cinco buscas e apreensões na casa dele, nas quais levaram tanto equipamentos de trabalho, tanto de Eustáquio, quanto da esposa.

Nesse espaço de tempo, o jornalista foi contratado para fazer matéria em São Paulo em relação às eleições municipais de 2020. Vasconcellos chegou a pedir autorização da justiça para ele se ausentar de Brasília. Porém, o jornalista viajou, urgentemente, a São Paulo e houve o entendimento de que ele violou as medidas cautelares impostas.

“Neste caso, foi imputada a ele tornozeleira eletrônica”, explicou o causídico, acrescentando que o jornalista já recebeu 164 ameaças de morte.

“Comunicamos ao ministro Alexandre de Moraes e ao Ministério dos Direitos Humanos, que marcou para ele ir lá e (por isso) teve a prisão preventiva decretada por violação das medidas”, informa.

O advogado, no entanto, esclarece que Eustáquio não violou nenhuma medida porque a prisão do jornalista não tem fundamentação jurídica nenhuma para se embasar. Até porque o próprio inquérito dos atos antidemocráticos já foi considerado pela delegada Denisse Dias Rosas, que chefia essas investigações, que não há indícios contra Oswaldo Eustáquio que leve a considerar qualquer delito.

Lembrando que o jornalista não está incluso no famigerado inquérito das Fake News, mas foi preso, ilegalmente, acidentou-se dentro do sistema carcerário e, hoje, está impedido de fazer tratamento que o recupere da paraplegia porque a “tornozeleira” o impede de usar os equipamentos adequados

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ARTIGOS: A MAÇONARIA, O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, POR WAGNER BRAGA

Na  série O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, aqui na coluna ARTIGOS, já apresentamos Os Essênios, uma das seitas judaicas e a Irmandade Rosacruz. Na nossa 4ª publicação dessa série vou apresentar para você uma das mais discretas dessas sociedades, visto que sofreu perseguições e intolerância dos regimes reinantes na idade média: A Maçonaria, cujos princípios fundamentais dessa irmandade são a Tolerância, a Filantropia e a Justiça. Portanto uma sociedade secreta do bem.

Aventuras na História · O Compasso do Mundo: A Maçonaria através da história

A Maçonaria

A Maçonaria é uma sociedade discreta, que cultua a Liberdade, a Fraternidade e a igualdade entre os homens. Seus membros, são homens livres e de bons costumes que se denominam mutuamente de irmãos, devido ao seu caráter secreto de irmandade. Os princípios fundamentais dessa irmandade são a Tolerância, a Filantropia e a Justiça.

Na época do seu surgimento havia perseguições, intolerância e falta de liberdade por causa dos regimes reinantes na época. Daí a sua discrição até os dias de hoje. Seu caráter secreto deveu-se a tais perseguições e intolerância. A democracia permitiu que os Maçons se espalhassem por todos os países do mundo.                                                                                                                                                                            O ingresso à irmandade universal é feito através de convite expresso. O novo membro é integrado à irmandade numa cerimônia denominada iniciação. É uma forma de ingresso tradicional, que se mantém inalterada por séculos, cujo belíssimo conteúdo, praticamente conduz o iniciando a meditar profundamente sobre os questionamentos filosóficos que sempre inquietaram a humanidade ao longo da história.  Este ritual se chama Iniciação.                                                                                                                                                                                  O iniciante ingressa na Ordem com o grau de Aprendiz. Com o tempo e o aprendizado recebido ganha o grau de Companheiro e após um determinado período de estudos alcança o grau máximo do ‘Simbolismo[1]’, denominado de Grau de Mestre Maçom.

O local de reunião dos Maçons é chamado de loja, onde eles realizam seus rituais, que são dirigidos por mestre Maçom experiente denominado  Venerável Mestre. Estas cerimônias são em homenagem e honra ao Grande Arquiteto Do Universo: Deus.

Seus ensinamentos são transmitidos através de símbolos dando assim um conhecimento hermenêutico profundo e adequado ao nível intelectual de cada indivíduo.

Os símbolos são retirados das primeiras organizações Maçônicas, dos antigos mestres construtores de catedrais. “Maçom” em francês significa pedreiro. Devido a este fato encontramos réguas, compassos, esquadros, prumos, cinzéis e outros artefatos de uso da Arte Real, ou seja, instrumentos usados pelos mestres construtores de catedrais e castelos, que são utilizados para transmitir ensinamentos.

Por possuir um conhecimento eclético, a Maçonaria busca nas mais diversas vertentes suas verdades e experiências, dando um caráter universal a sua doutrina.

A Maçonaria não é uma religião, pois o objetivo fundamental de toda sociedade religiosa é o culto a divindade.

Cada Loja possui independência em relação as outras Lojas da jurisdição, mas estão ligadas a uma Grande Loja ou Grande Oriente, sendo estes soberanos. Cada Grande Loja ou Grande Oriente denomina-se de “potência”. Esta é uma divisão puramente administrativa, pois as regras, normas, e leis máximas, denominadas ‘Landmarks’ são comuns a todos os Maçons.
Um dos Landmark básicos da Ordem é que o homem para ser aceito deve acreditar em um princípio criador independente de sua religião.

Seus integrantes professam as mais diversas religiões. No Brasil a grande maioria dos brasileiros é cristã, e adota a Bíblia como livro da lei. Em outra nação, o livro que ocupa o lugar de destaque no Templo, poderá ser o Alcorão, o Torá, o livro de Maomé, os Vedas, etc, de acordo com a religião de seus membros.

No preâmbulo da primeira Constituição editada pela Grande Loja ficam registrados de forma clara os princípios em que se baseia a Ordem:

  • A Maçonaria proclama desde sempre, a existência de um Princípio Criador, sob a denominação de Grande Arquiteto do Universo;
  • Não impõe nenhum limite a livre investigação da Verdade e é para garantir a todos essa liberdade que ela de todos exige tolerância;
  • É acessível aos homens de todas as raças e de todas as crenças religiosas e políticas;
  • Proíbe em suas Oficinas toda discussão sobre matéria partidária, política ou religiosa, recebe os homens qualquer que sejam as suas opiniões políticas ou religiosas, humildes, contudo, livres e de bons costumes;
  • Tem por fim combater a ignorância em todas as suas manifestações;

É uma escola mutua que impõe este programa: obedecer as leis do País, viver segundo os ditames da honra, praticar a justiça, amar o próximo, trabalhar incessantemente pela felicidade do gênero humano e para conseguir a sua emancipação progressiva e pacífica.”

Maçons famosos fundaram diversas entidades que prestam serviços a humanidade, vejamos alguns exemplos: Os escoteiros por Robert Baden Powell, os Clubes de Rotary por Paul Harris, os Clubes de Lions por Melvin Jones, os grupos de jovens DeMolays por Frank Sherman Land.

A independência do Brasil foi decretada e solicitada a Dom Pedro I em uma sessão Maçônica realizada em 20 de agosto de 1822. Este dia é dedicado ao Maçom brasileiro.

O Marechal Deodoro da Fonseca, iniciado na Loja “Rocha Negra” de São Gabriel, Rio Grande do Sul, proclama a república em 15 de novembro de 1889.

Nossa Loja Fraternidade contou em suas colunas com o General Manoel Luiz Osório, Marquês do Herval.

[1] O Simbolismo surgiu na Europa na segunda metade do século XIX em resposta ao cientificismo, tendência intelectual de matriz positivista que preconizava a adoção do método científico para a investigação de todas as áreas do saber e da cultura. Em resposta a esse materialismo cientificista, os escritores simbolistas buscaram o resgate de certos valores do Romantismo que foram esquecidos pelo Realismo.

Wagner Braga 

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AUTOCONHECIMENTO: VOCÊ VEIO AQUI PARA SER LIVRE ATRAVÉS DO CONHECIMENTO

Tenho publicado muitos texto, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, do site Trabalhadores da Luz, que são, na sua maioria, canalizados por entidades que já habitam na 5ª Dimensão e, sendo assim possuem muito mais sabedoria do que nós que estamos aqui na 3ª Dimensão. Mas o texto de hoje, em especial, é de tal forma esclarecedor que qualquer um, até aqueles que nem sequer começaram a despertar a consciência é capaz de entender o seu conteúdo. Por isso, convido você a ler o texto completo a seguir dar um salto quântico na sua evolução!

Você veio aqui para ser Livre

Mensagem canalizada em 11 de Janeiro de 2021 – Saul

Nós somos um! Todos são Um, não há separação, nunca. Só existe AMOR, FONTE, MÃE / PAI / DEUS, o divino campo da CONSCIÊNCIA em que toda VIDA é UMA. A consciência é eterna, perpétua, um estado de existência permanente no qual Tudo está sempre totalmente presente.

A forma é temporária, e isso inclui todas as formas, desde o Multiverso até a menor partícula subatômica que sua ciência conhece, ou qualquer coisa menor que isso.

Você está mais ciente de que seus corpos humanos são compostos de bilhões de células e trilhões de partículas menores, todas interagindo em perfeita harmonia em um corpo saudável. Da mesma forma, seus corpos estão todos interconectados entre si e com o multiverso.

A separação é uma ilusão, tudo tem efeito sobre tudo o mais, assim como cada entidade de consciência aparentemente separada afeta todas as outras.

A consciência disso agora é bem reconhecida, embora não muito bem compreendida, e essa consciência está levando mais e mais pessoas a perceberem que os pensamentos, atitudes, palavras e ações de cada um realmente afetam todos os outros, e que, portanto, devem ser somente o amor beneficia a todos, incluindo, é claro, aqueles que realmente escolhem estabelecer a intenção de amar positivamente tudo o que surgir.

Mais de vocês lendo ou ouvindo esta e outras mensagens de amor já estão fazendo essa escolha diariamente, é por isso que vocês escolheram estar encarnados agora para auxiliar no processo de despertar coletivo. A cada dia, o processo continua a acelerar à medida que nos aproximamos cada vez mais deste momento milagroso.

No período intermediário, por favor, não se permitam ser distraídos de suas tarefas essenciais e individuais de ajudar no processo de despertar, as tarefas que cada um de vocês escolheu com tanto entusiasmo empreender antes de encarnar.

Cada um de vocês é, sem exceções, aspectos absolutamente essenciais do processo coletivo, então libere quaisquer dúvidas que você possa ter sobre sua realidade, porque foi divinamente planejado e está sendo executado perfeitamente porque é a vontade divina, e essa vontade é sempre realizada perfeitamente.

Ao acordar, você saberá como foi uma honra e uma alegria participar, embora agora você possa estar cheio de dúvidas. A dúvida e a incerteza são os principais aspectos do jogo, sonho ou, possivelmente, pesadelo que é apresentado a você como um humano na forma da qual você logo despertará.

Sim, é claro que vou mais uma vez lembrá-los da necessidade de irem diariamente para dentro de seus santuários sagrados internos, para abrir seus corações tão completamente quanto puderem e então convidar o Amor para abri-los ainda mais à medida que Ele os envolve você em Seu abraço infinitamente amoroso.

Verdadeiramente, você NÃO tem ideia de quão profundamente amados vocês são – cada entidade consciente, sem exceção. Isso é extremamente difícil para você mesmo conceber a compreensão enquanto está na forma humana, devido às severas limitações que estar na forma impõe a você, o que faz parte da escolha coletiva de experimentar a irrealidade da separação!

Então, vá para dentro, convide e permita que o Amor o abrace e sinta suas dúvidas e incertezas diminuírem e se dissolverem.

É a vontade de Deus que você sinta o Seu amor por você. A razão pela qual principalmente você não faz ou não pode é porque, tendo escolhido experimentar a separação de Deus, há uma profunda sensação subjacente de que você ofendeu seu Criador, Amor, e que você é indigno de estar na Presença divina e sentir o todo Abraçar o Amor que é oferecido a você a cada momento.

Você foi criado completamente Livre.

Sim, você é Um com Mãe / Pai / Deus e, portanto, inseparável do Um, mas também é Livre. Como um humano na forma, isso é um paradoxo para se engajar e tentar entender.

Sim, você é livre, e Deus nunca revoga ou interfere com essa liberdade inviolável.

Você foi criado como Deus, que é gratuito, por Deus que lhe deu tudo – não há coisas! – Tudo o que ela é.

O que eu e muitos outros estamos tentando impressionar você é que você realmente é para sempre Livre e que é eternamente amado para sempre. Não há nada que você possa fazer para mudar isso, mas você pode e escolheu não acreditar.

Agora é o momento de liberar seu apego a essa crença inválida e despertar para a alegria que é sua herança de direito como filhos do Divino. Essa é a vontade divina para você, a vontade divina é sempre isso.

Ir para dentro, para aqueles santuários internos verdadeiramente sagrados que estão sempre dentro de você, esperando para recebê-lo, é a maneira mais eficaz pela qual você pode começar a saber e sentir isso. Meditação, contemplação ou relaxamento puro sem qualquer expectativa é o caminho para esse conhecimento, para essa experiência de grande paz e alegria interior.

Muito poucos de vocês são capazes de se libertar totalmente de pensamentos e impulsos perturbadores – verificar o telefone, navegar na geladeira, verificar as últimas notícias – e muitas vezes você vê isso como um fracasso de sua parte. Verdadeiramente não é!

Todos vocês têm um ego, é uma parte separada de sua mente que sempre tentará reagir emocionalmente ao menor drama de que você se tornar consciente. Seu objetivo original era protegê-lo de ameaças iminentes e inesperadas – muitas vezes referida como a síndrome de “lutar ou fugir”, e tem sido muito útil – no entanto, com o tempo, para a maioria das pessoas, tornou-se sua identidade! E isso não é!

No entanto, ele busca incessantemente e com entusiasmo sua atenção total, é o aspecto narcisista de uma personalidade e foi necessário na infância, quando sua capacidade de se comunicar de maneira significativa com seus pais, cuidadores ou irmãos era extremamente limitada. No entanto, foi feito para ser suavemente superado à medida que você amadurecia na adolescência e se tornava adulto.

Infelizmente, a maioria de vocês foi traumatizada na infância – psicologicamente e / ou fisicamente – e esse trauma não foi curado ou logo após o momento em que ocorreu. Para a maioria, é doloroso demais lembrar o que o causou, e assim permanece a resposta emocional a ameaças de qualquer tipo. O ego, portanto, mantém sua poderosa influência sobre você, fazendo com que você reaja com medo ou raiva no momento, muitas vezes desnecessariamente, e muitas vezes deixando você se sentindo culpado ou envergonhado mais tarde.

Então, agora que você está ciente disso – e a maioria de vocês está! – é hora de abandonar sua necessidade impulsiva de uma resposta ou reação instantânea a um evento, e você tem a capacidade de fazer uma pausa momentânea quando algo, aparentemente ameaçador, surge em seu ambiente.

O tempo gasto internamente, em meditação silenciosa ou contemplação, é uma prática que o levará a um espaço de paz no qual você encontrará paz, e essa necessidade inerente de reagir instantaneamente diminuirá e se tornará muito menos intensa, permitindo que você seja amoroso tudo o que possa surgir em sua vida diária.

À medida que mais e mais pessoas se tornam capazes de viver assim, a pressa para o conflito diminuirá e o conflito ocorrerá com muito menos frequência.

Essa capacidade de fazer uma pausa está se tornando muito mais prevalente em todo o mundo, apesar do que você pode ouvir ou ler na mídia principal ou social, e é uma indicação muito positiva da preparação coletiva para seu despertar.

Saiba que tudo está realmente bem, e que o seu despertar está avançando lindamente, exatamente como planejado divinamente.

Com muito amor, Saul

John Smallman — Fonte:https://eraoflight.com/
Rafael Issa Gama e Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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REFLEXÃO: ATRAVÉS DA PRESENÇA E DA ACEITAÇÃO VOCÊ ALCANÇA A LIBERDADE

O texto a seguir, aqui na coluna REFLEXÃO desta terça-feira nos diz que devemos viver sob a égide da Presença e da Aceitação. Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Aceitação, já que de nada adianta negar o que não podemos controlar e quando agimos assim conseguimos nos libertar. Ao ler o texto completo a seguir você poderá refletir e chegar as suas conclusões!

Liberte-se

 em 

 

Suponho que todos concordem que estamos vivendo experiências inusitadas. Não há como discordar de que é mesmo uma fase de transformação, de evolução. Muitas vezes nos sentimos atordoados com os acontecimentos e somos, frequentemente, bombardeados por informações (nem sempre confiáveis) que podem nos tirar o equilíbrio. No texto que segue, Patricia Gebrim nos relembra a importância de nos libertar do externo e fazermos valer o que realmente tem valor.

“Às vezes a vida em que estamos inseridos se torna tão impactante que acabamos sendo absorvidos por ela. De repente parece que aquilo é tudo o que existe. As notícias na TV, as conversas das pessoas próximas, tudo vai ficando sombrio e o medo nos engole. Como sair disso?Qual é o antídoto? Eu aposto numa dupla muito poderosa:  presença e aceitação.

Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Respirar no presente permite que vivamos os pequenos presentes do dia a dia. A beleza do pôr do sol, a delicadeza do canto de um pássaro, a suavidade de uma flor. Viver o agora permite que não fiquemos aprisionados no medo do que virá. Não criamos expectativas. A ansiedade se dissolve. Não significa negar o que está acontecendo, e sim nos abstermos a fazer o que o momento nos pede, a dar o nosso melhor a esse momento. De melhor em melhor, criamos o melhor futuro, acreditem.

Aceitação, pois de nada adianta negar o que não podemos controlar. Há uma sabedoria imensa em aceitar o momento presente como uma fonte de evolução. Aceitar faz com que poupemos energia, uma energia que precisamos empregar em dar nosso melhor. Não aceitar o que não podemos controlar nos leva a lutas inúteis. Aceitar e aprender nos liberta. Na  aceitação plena deste momento como necessário, desbloqueamos nossas capacidades intuitivas e nossa imensa força criativa, tão necessária para elevar a todos nós.

Sinta estas palavras, e se puder, viva plenamente as pequenas belezas da sua vida, mesmo quando tudo parece tão sombrio. Expresse seu verdadeiro ser, sua essência. Liberte-se. Viva de dentro para fora, onde ninguém jamais pode calar sua voz ou cortar suas asas.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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OPINIÃO: UMA ESQUERDA CONSCIENTE E RESPONSÁVEL NÃO PODE CONCORDAR COM ESSA CENSURA SOBRE TRUMP

Caro(a) leitor(a),

Qualquer ativista político consciente e responsável sabe que o principal alicerce da Democracia é a liberdade, no seu mais amplo sentido e a liberdade de expressão é não apenas um símbolo disso, mas o seu maior legado. Mas não podemos confundir “liberdade” com libertinagem. Libertinagem tem vários sentidos e um deles é depravação. A depravação no seu mais amplo sentido é falta de limites. Então, a “liberdade” para ser plenamente exercida, quando em sociedade, possui seus limites, que estão expressos em uma legislação. Ao tomar a decisão de bloquear Donald Trump em suas redes sociais seus diretores excederam ou extrapolaram essa legislação e cometeram o crime de cerceamento da liberdade de expressão do líder americano. E qualquer que seja o crime cometido por um cidadão, seja aqui, na China ou no Japão deve ser punido dentro da lei. Portanto, apesar de ser uma contumaz esquerdista, até mesmo a líder alemã, Angela Merkel, não poupou os responsáveis pelos ataques a Donald Trump de cometerem um desatino à liberdade de expressão, mostrando claramente a ameaça ditatorial se insurgindo sempre que tem uma oportunidade e isso nós não podemos permitir! 

O repúdio de Angela Merkel aos ataques sofridos por Donald Trump

Publicado em 

Reuters

Conforme registramos mais cedo, a censura sofrida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está gerando debates entre autoridades globais.

Angela Merkel foi uma das líderes que criticou duramente a decisão do Twitter de banir o republicano.

Para a chanceler alemã, as medidas contra Trump trata-se de uma ‘problemática’ do ‘direito fundamental à liberdade de expressão’.

“É possível interferir na liberdade de expressão, mas de acordo com os limites definidos pela legislação”, afirmou o porta-voz da chanceler, Steffen Seibert, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (11).

“Não baseando-se na decisão da direção de uma empresa”, prosseguiu.

E completou: “É por isso que a chanceler considera problemático que as contas do presidente dos Estados Unidos nas redes sociais sejam fechadas definitivamente”.

Donald Trump foi banido permanentemente do Twitter na última sexta-feira, 8, dois dias após os conflitos que ocorreram no edifício do Capitólio.

A empresa disse que suspendeu a conta do líder norte-americano por temer que ele pudesse incitar mais violência.

O Facebook, por sua vez, suspendeu a conta do presidente por alguns dias.

A previsão é que o bloqueio prevaleça até a posse de Joe Biden, marcada para 20 de janeiro.

Porém, para Merkel, o governo dos EUA deveria seguir o exemplo da Alemanha na adoção de leis que restringem o incitamento online, em vez de deixar que plataformas como Twitter e Facebook definam suas próprias regras.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

Fonte: Conexão Política

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MULHER ESTÁ APRENDENDO A VIVER EM LIBERDADE APÓS 38 ANOS EM CONDIÇÕES DE ESCRAVIDÃO

 
Após 38 anos em condições de escravidão, mulher passa Natal em liberdade
Após 38 anos em condições de escravidão, mulher passa Natal em liberdade

No último domingo (20), o Fantástico contou a história de Madalena Gordiano, que viveu 38 de seus 46 anos em uma casa de Minas Gerais em condições análogas à escravidão – sem salários, sem férias, sem folgas. A história correu e emocionou o Brasil. Por isso, voltamos a conversar com ela, que passou seu primeiro Natal em liberdade. E, entre tantas emoções novas, Madalena destacou: “É a primeira vez que eu arrumo (uma árvore de Natal). Montei pela primeira vez. No lugar que eu morava, não deixava”.

Madalena fez, neste Natal, o que nunca pode fazer quando criança. Ela passou a ceia na casa da assistente social com quem está aprendendo a olhar para si mesma. Madalena foi libertada por fiscais do trabalho quando ficou comprovado que vivia em situação análoga à da escravidão. Embora seja viúva e tenha direito a duas pensões, era o patrão de Madalena, Dalton César Milagres Rigueira, que controlava a conta dela. Agora em liberdade, Madalena voltou a falar ao Fantástico: “ aprendendo a viver! Graças a Deus”. Veja imagens do primeiro Natal dela em liberdade na reportagem em vídeo.

Fonte: G1
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ACABOU NO CORREDOR DA MORTE NO IRÃ, O MÉDICO QUE SÓ QUERIA SALVAR VIDAS

 

O médico que queria salvar vidas e acabou no corredor da morte no Irã

Em viagem de duas semanas ao Irã, Ahmadreza Djalali foi acusado de espionagem e condenado à morte. Quatro anos depois, seus parentes, amigos e colegas pedem sua liberdade na véspera da execução.

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

 

Ahmadreza Djalali pertence a uma longa lista de estrangeiros detidos no Irã e acusados de espionagem.

CENTRO DE DIREITOS HUMANOS NO IRÃ

Parecia que seria mais uma viagem de trabalho: passar duas semanas em Teerã e voltar a Estocolmo. Quatro anos depois, Vida Mehran-nia ainda se arrepende de não ter se “despedido adequadamente” do marido.

Ahmadreza Djalali foi convocado em 2016 pelas autoridades do Irã. Lá, ele apresentaria seminários e daria aulas como especialista em medicina emergencial.

No dia de sua partida, a esposa lhe telefonou para desejar boa viagem.

“Inclusive, duas semanas separados era muito para suportar”, me disse Vida enquanto bebia uma xícara de café no centro de Estocolmo. na Suécia.

Ela não pode me receber em sua casa. O filho pequeno do casal não sabe que o pai está preso no Irã. Ele segue pensando que o pai está em uma viagem de trabalho.

Passaram-se quatro anos desde que o médico, que tem cidadania iraniana e sueca, fosse preso pelo serviço de inteligência iraniano.

Acusam-no de passar informações secretas ao Mossad, a agência de inteligência de Israel, para ajudá-los a assassinar cientistas nucleares iranianos.

Ele foi condenado à morte. Seu advogado diz que ele confessou o crime sob tortura.

Confinamento solitário

No último dia 24 de outubro, Djalali foi colocado em uma solitária na prisão de Evin, uma das maiores do Irã. Ali presos políticos são maioria.

Em dezembro, o médico telefonou para sua família. Estava no corredor da morte.

Vida encarou como um alerta de que as autoridades iranianas se preparavam para executar seu marido de 45 anos.

“Estava extremamente desesperado e me pediu que ajudasse a evitar sua execução e salvar sua vida”, disse Vida à BBC.

“Está fraco. Pensa que não pode fazer nada para salvar sua vida e que não tem poder preso sozinho numa cela.”

Depois Djalali conversou com sua filha de 18 anos.

“Ela tem chorado e pedido a políticos e ativistas de direitos humanos que salvem a vida de seu pai”, disse Vida.

“É muito difícil. Todos estamos sofrendo muito. Ninguém pode imaginar o que estamos passando. É uma tortura.”

O golpe na família é imenso.

Vida em família

Vida Mehran-ni

“Meu filho pequeno só tinha quatro anos quando Ahmadreza foi ao Irã. Agora tem oito”, diz Vida.

“Sempre pergunta por seu pai e lembra de quando sentava em seus ombros e se divertiam.”

Ahmadreza sugeriu que, se for executado, seu filho não deve saber como ele morreu.

Mais educação

Ahmadreza Djalali se mudou para a Suécia em 2009 para ampliar sua formação acadêmica.

Sua família viajou um ano depois, após ele ser aprovado para cursar um doutorado no Instituto Karolinska de Estocolmo.

Logo se mudaram para a Itália, onde ele fez um pós-doutorado, e depois voltaram à Suécia em 2015.

A família tinha uma vida simples até a viagem fatídica ao Irã.

A Suécia lhe deu nacionalidade em 2018, enquanto estava na prisão. Para alguns no Irã, o ato foi uma prova de que Ahmadreza era “um ativo do Ocidente”.

A esposa dele rechaça a interpretação, dizendo que o casal já contava com a permissão de residência permanente desde que Ahmadreza completara seu doutorado.

Cientista respeitado

Ahmadreza é um cientista respeitado na Suécia. Pesquisava como fazer com que hospitais e regiões ficassem mais preparados frente a desastres.

Sua foto ainda estampa uma placa no hospital de Södersjukhuset, uma sucursal do Instituto Karolinska, junto ao título de sua tese de doutorado: “Preparação e hospitais seguros: resposta médica a desastres.”

Mantinha contato com a orientadora de seu doutorado no Instituto Karolinska, a professora Lisa Kurland.

Eles planejavam se encontrar em abril de 2017 para discutir a pesquisa, mas Ahmadreza nunca apareceu.

“A não aparição dele não condizia com seu caráter, e me perguntei se algo havia acontecido”, disse a professora de medicina de emergência.

“Várias vezes lhe perguntava antes e depois de cada visita (ao Irã) se era seguro, e ele dizia que sim.”

Quando Ahmadreza foi preso no Irã, sua família disse a amigos e colegas que ele havia se envolvido num acidente de trânsito e estava em um hospital.

Pensaram que isso ajudaria a libertá-lo, mas foi em vão. Então decidiram tornar o caso público.

Sentença de morte

A professora Kurland diz que sentiu um “choque impensável” ao saber que ele havia sido condenado à morte.

“Lembro da sua paixão por querer fazer a diferença”, ela afirma.

“Queria usar ferramentas científicas e metodologias para obter um doutorado, mas também para ajudar as pessoas no Irã.”

Kataria Bohm e Veronica Lindström, professoras associadas do Instituto Karolinksa, dividiram escritórios com Ahmadreza.

Elas o descrevem como “cortês, humilde edecente”, que sempre falava do Irã e de como queria visitar as universidades do país para “compartilhar seu conhecimento e ajudar a gente”, apesar da situação política.

Campanha por libertação

Em 2017, 75 ganhadores do prêmio Nobel escreveram uma carta aberta a autoridades iranianas pedindo a libertação imediata de Ahmadreza Djalali.

Há duas semanas, outros 150 ganhadores do Nobel escreveram outra carta ao líder supremo do Irã, Ali Khamenei, pedindo sua intervenção para libertar Djalali.

No mês passado, a Anistia Internacional pediu ao Irã que suspenda sua execução.

A ministra da Relações Exteriores da Suécia também conversou com seu homólogo iraniano com o mesmo fim.

Mas o Irã rechaçou o pedido da Suécia e advertiu contra “todas as interferências”.

A lista de estrangeiros e pessoas com dupla cidadania detidas pelo Irã é longa.

Grupos de direitos humanos acusam Terrã de usá-los como peões e ganhar concessões de outros governos.

No mês passado, o Irã libertou uma professora britânica-australiana, que cumpria uma sentença de dez anos por espionagem. A professora foi trocada por três prisioneiros iranianos.

A britânica-iraniana Nazanin Zaghari-Ratcliffe, assistente social, permanece detida.

Dedicaçãom

Ahmadreza dedicou sua tese de doutorado ao povo do Irã: “Para a gente morta ou afetada pelos desastres do mundo, especialmente o povo da cidade de Bam no Irã”, lê-se na primeira página.

Em 2003, um terremoto matou mais de 26 mil pessoas em Bam.

O médico nunca pensou que seu doutorado em medicina emergencial o levaria ao corredor da morte.

Sua mulher diz que Ahmadreza só queria salvar vidas e impedir que esses desastres se repetissem.

A filha segue os passos do pai. Está matriculada na mesma universidade onde ele fez o doutorado.

Essa série de eventos tem sabor agridoce para Vida, que apoiou a filha apesar da grande ausência em suas vidas.

“Quando ela terminou o ensino médio com notas altas, seu pai não estava para celebrar”, diz Vida entre lágrimas.

“Quando a aprovaram no Instituto Karolinska e ela escolheu medicina, igual a seu pai, ele também não estava.”

 

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AUTOCONHECIMENTO: A LIBERDADE DA ALMA SE INICIA COM O DESABROCHAR DO CORPO

A liberdade é como o desabrochar de uma rosa que se abre lentamente para alcançar a sua plenitude e beleza máximas. Assim também é com a nossa alma ou self. O corpo humano é o seu casulo que, assim como a rosa desabrocha desde a posição fetal até a mais elevada posição ereta. Mas para alcançar a plenitude máxima do bípede é preciso ouvir o que o seu corpo está dizendo diariamente. Essa prática diária vai lhe conduzir, não apenas  a melhor expressão corporal, mas a uma vida plena e livre. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir e entender como você pode acelerar esse processo!

Corpo que Fala

Silhueta de dois rostos humanos, e no meio da foto a silhueta do corpo humano.
Geralt / Pixabay / Canva

Cada pessoa tem, em seu sistema corporal, a grande fala de sua vida. O corpo realmente manifesta a integração de uma pessoa. É muito importante observar o seu sistema corporal e verificar o que ele está querendo te dizer. Há duas formas, as quais são muito importantes, para que esta comunicação aconteça. Uma delas é ouvir a linguagem corporal para saber informações sobre a saúde. Essa é uma forma de prevenção. O autoconhecimento gera esta percepção ampliada, conectando você ao seu corpo, possibilitando, assim, a grande comunicação, geradora de entendimento de tudo o que existe em seu mundo interior. Através deste conhecimento ampliado, é possível perceber quando você está alinhado, em estado de equilíbrio, ou não. A outra delas é perceber que o corpo ensina através de seus sistemas, por exemplo, a sua postura corporal mostra muito do seu mundo interior. Tudo está interligado e conectado. A voz, também, apresenta conexão com a sua forma de vida. O que existe em seu corpo fala sobre você. Então, prestar atenção e assumir uma nova consciência corporal faz com que exista uma comunicação sutil agindo em seu ser para criar a saúde plena. Existe uma união entre psique, corpo e energia. Todos eles estão interligados. Para que haja ótima conexão, você precisa trabalhar a sua percepção de vida. É o autoconhecimento que faz você entender todas as sensações corporais. Estas mostram o que está acontecendo no seu campo orgânico. Então, é possível fazer tanto a prevenção em doenças, quanto a ótima comunicação entre a sua essência e o seu corpo.

A expressão corporal precisa ser entendida para poder auxiliar no caminho da evolução humana. Todas as dificuldades de vida se manifestam no corpo físico. Elas podem afetar a postura, o posicionamento muscular, a voz, a percepção auditiva, o tato, o paladar, a mastigação, a formação de couraças e tensões, os bloqueios energéticos nos meridianos, indicando problemas ou alterações de saúde em alguns órgãos específicos, dentre outros.

O corpo expressa o seu ser e o seu viver. É muito importante que você consiga entender o que está acontecendo consigo mesmo em cada momento e situação de sua vida. Isso facilita que a vida tenha um percurso mais acessível, pois vai tornar você apto a aprender de uma forma mais rápida, eficaz e eficiente. Assim, antecipando aprendizados, você consegue corrigir, transformar e ampliar o que precisa para vencer os desafios da vida. Só existe um ser capaz de realizar o maior bem em sua vida, e este ser é você.

O corpo pode sentir a liberdade ou ser prisioneiro dos bloqueios existentes. Quando a pessoa entende a sua linguagem corporal, assume novas atitudes de vida e cria uma relação positivada consigo mesmo, gerando todo bem-estar e integralidade da essência. Não há nada melhor do que entender profundamente as suas falas interiores. O seu corpo quer falar, então, você precisa se disponibilizar para ouvi-lo. Esta atenção interna precisa acontecer diariamente, tornando esta comunicação uma rotina comum e sábia para toda a sua vida. Comece a se ouvir internamente e vai aprender tudo em sua jornada terrena.

Escute seu corpo para ser completamente livre e feliz!

A plenitude existe em um corpo que fala!

Amor & Luz!

Gratidão!

Abraço Fraterno!

Karina Schuler
Escrito por Karina Schuler
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FILOSOFIA: COMO AS PALAVRAS TÊM FORÇA E SÃO IMPACTANTES!

Um dos maiores ícones da humanidade em todos os tempos Martin Luther King é o destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta quarta-feira. Aproveite para conhecer melhor essa figura ímpar, que revolucionou as classes sociais nos Estados Unidos através do seu movimento pela igualdade entre brancos e negros. A sua frase “Eu tenho um sonho” foi tão impactante que entrou para a história da oratória. O mundo nunca mais foi o mesmo depois de Martin Luther King. Saiba o porquê!

“Eu tenho um sonho”. Conheça o impacto da frase de Martin Luther King

No ano de 1963, ocorreu a Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade, em que Martin Luther King – um pastor afro-americano de 34 anos de idade – discursou para um público de aproximadamente 250 mil pessoas. Tal discurso provocou uma reviravolta na época com o seu impacto e a frase “Eu tenho um sonho” entrou para a história da oratória. Um ano após essa marcha, a Lei dos Direitos Civis foi aprovada nos EUA, sendo, assim, o primeiro passo dado pelo governo norte-americano na luta contra o racismo. Quer saber mais sobre esse marco na busca por direitos iguais? Atente-se!

Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade

Esta marcha foi uma grande manifestação de cunho político que ocorreu no dia 28 de agosto de 1963 em Washington, capital dos EUA. O líder e organizador desse ato foi o pastor, advogado, pacifista e ativista dos direitos humanos Martin Luther King, que conseguiu reunir mais de 200 mil pessoas no protesto para discursar, pedir, orar e clamar pela liberdade, justiça social, emprego e especialmente pelo fim da desigualdade e segregação racial contra o povo negro do país.

A maioria dos manifestantes eram negros e muitos deles caminharam por estradas até o local da marcha – fato que gerou uma certa preocupação ao governo do presidente na época, John Kennedy. John simpatizava com a causa, mas temia que toda a aglomeração causasse conflitos prejudiciais às aprovações dos direitos civis e, assim, manchasse internacionalmente a imagem dos EUA. Mas esse temor não se concretizou, pois a marcha foi totalmente organizada e repercutiu mundialmente como a maior força política em prol das leis do direito de voto e dos direitos civis, nos anos 1964 e 1965.

Cerca de 75% das pessoas da manifestação eram negras. E esse movimento teve a participação de advogados, fazendeiros, operários e até grandes nomes do cinema.

Imagem da estátua de Martin Luther King.
Direitos autorais : actionsports

Martin Luther King, o líder

Martin foi desde a juventude um grande ativista contra a discriminação racial e um dos maiores líderes de todos os movimentos em prol dos direitos dos negros. Ao liderar a Marcha de Washington, alcançou um de seus ápices ao fazer o seu discurso impactante nomeado “I have a dream” (eu tenho um sonho, em português). Nesse discurso, Martin detalha uma sociedade e um cenário em que os negros e brancos possam viver juntos em harmonia.

Antes de discursar, o pastor e ativista foi recebido com uma grande salva de palmas de todos os que aguardavam as suas palavras. Martin iniciou o seu discurso fundamentando a realização e o ideal da marcha, além de explicar o motivo da localização do palanque – em um Monumento como forma de homenagem a Abraham Lincoln, o presidente que assinou a lei da Abolição da Escravidão e que, por esse motivo, enfrentou uma Guerra Civil.

No decorrer das palavras, Martin ressaltou que os negros ainda não eram cidadãos livres e falou pela luta da liberdade, dos direitos da vida e enfatizou a busca pela felicidade. Em resposta às alas mais radicais de Malcolm X, disse que o povo negro não precisava saciar a sede por liberdade em taça de revolta e ódio, mesmo firmando a ideia de que ninguém deveria ficar satisfeito com as verdades tortas que as elites da época contavam.

Imagem de várias braços erguidos. Eles estão pintados com as cores e os símbolos da bandeira dos Estados Unidos. Ao fundo a imagem do céu azul. Sobre ele a frase escrita: Dia de Martin Luther King - Eu tenho um sonho.
Direitos autorais : belchonock

Extremamente emocionado, o ativista abandonou o discurso escrito e deu início a um improviso, que começou com um trecho que marcou a história: “…eu tenho um sonho, que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes dos donos de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade…”. Esse momento foi regado a silêncio e lágrimas e emocionou toda a multidão presente.

Martin Luther King finalizou o discurso pedindo que todas as pessoas dessem as mãos e entoassem um antigo hino religioso conhecido pelos tempos de escravidão: “Livres, finalmente livres! Graças a Deus estamos livres!”.

Durante a tarde, John Kennedy recebeu em seu gabinete alguns líderes da Marcha e declarou o seu apoio à reivindicação. Mas, infelizmente, não foi ele que introduziu a proposta para ser aprovada pelo Congresso Americano, pois em menos de 3 meses após esse dia, foi assassinado ao visitar Dallas, no Texas.

Imagem de um coração preenchido com as cores e os símbolos da bandeira dos Estados Unidos. Sobre a imagem do coração está escrito as frases: Martin Luther King - Eu tenho um sonho".
Direitos autorais : Andrey Vinnikov

O impacto de “Eu tenho um sonho”

Na época, a cultura da segregação racial era muito forte nos EUA e boa parte da população foi tocada com o discurso de Martin. Ao proferir palavras profundas e enfatizar o desejo simples e genuíno pela liberdade e pela igualdade racial, o pastor e advogado fez com que toda a sua luta pelo povo negro ganhasse força, não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. Como consequência da marcha e do discurso, o apelo contra a segregação racial e os direitos em prol da causa foram firmados nas leis do país.

A Lei de Direitos Civis foi aprovada nos EUA no ano de 1964, fazendo com que os negros pudessem ocupar todos os espaços do país da mesma forma que os brancos. Em 1965, a população negra conquistou os mesmos direitos de voto. Em 1964, Martin recebeu o Prêmio Nobel da Paz e, em 1968, foi assassinado, mas isso não calou a voz da sua luta, pois a sua garra em finalizar a marginalização dos negros fez com que diversos regimes de segregação racial fossem extintos no mundo inteiro.

Imagem da bandeira dos Estados Unidos e sobre ela está escrita a frase de Martin Luther King: Eu tenho um sonho.
Direitos autorais : belchonock

Veja um trecho do discurso:

“Eu tenho um sonho que um dia esta nação irá se levantar e viver o verdadeiro significado da sua crença. Nós comemoraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. Eu tenho um sonho que um dia, nas montanhas vermelhas da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de donos de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade. Eu tenho um sonho que um dia, mesmo o estado do Mississippi, um estado inóspito sufocado pelo calor da injustiça e sufocado pelo calor da opressão, se tornará um oásis de justiça e liberdade. Eu tenho um sonho, que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje. Eu tenho um sonho que um dia, o estado do Alabama, com seus racistas cruéis, cujo governador cospe palavras de “interposição” e “anulação”, um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje.”

Fonte: Eu Sem Fronteia

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OPINIÃO: PARA MANUELA D’ÁVILA O COMUNISMO COMANDADO PELO PARTIDO DELA VAI SER BONZINHO NO BRASIL

Dissonância cognitiva e a morte da liberdade: “O meu [comunismo] é aquele que vamos construir juntos no Brasil.”

ManuelaManuela

“O seu comunismo é o chinês ou é o cubano?”, perguntou o jornalista Paulo Sérgio Pinto. E a candidata deu uma resposta espertinha, sem compromisso com a verdade, mas com astúcia: “Não é nenhum dos dois. O meu é aquele que vamos construir juntos no Brasil.”

Ela é Manuela d’Ávila. E sabe que o comunismo, a pior espécie de ditadura, tem sido um desastre onde quer que se haja praticado.

Em sua cabeça, porém, embora haja sido cruel em toda parte, o comunismo, com o partido dela no comando, vai ser bonzinho no Brasil.

Na China, mais de 76 milhões de seres humanos foram mortos pelo regime comunista entre 1949 e 1987, além dos 3,5 milhões de civis que o Partido de Mao Tsé-Tung já tinha assassinado antes de consumar a revolução

chinesa (totalizando 80 milhões).

Na União Soviética, a revolução comunista matou 62 milhões de pessoas entre 1917 e 1987.

Só nessas duas revoluções, que inspiram energúmenos mundo afora, foram mais de 140 milhões de mortos.

Pior, esses números são incompletos: outros milhões de vidas sucumbiram por efeito indireto dessas revoluções e não entraram na contagem.

Como justificar tamanha crueldade, seres humanos mortos sem compaixão?

Como pode haver quem acredite na falácia revolucionária e ainda pense dar seu voto a uma ideologia que patrocina a matança de pessoas?

Ninguém despreza a própria liberdade, nem mesmo o eremita que se isola no deserto e se submete a rígida disciplina de oração, porque também ele quer ser livre para escolher o isolamento e a disciplina.

Como explicar, então, que alguém não veja que, apoiando um projeto de ditadura com seu voto, está sentenciando de morte a própria liberdade?

É o que fazem aqueles que se deixam enfeitiçar pelo discurso populista do PCdoB (de Manuela d’Ávila), do PSOL, do PT e congêneres.

São partidos que hoje não poupam elogios à ditadura chinesa nem a psicopatas como Vladimir Putin (Rússia) e Kim Jong-un (Coreia do Norte).

E são ativistas ideológicos que querem fazer revolução pensando em ser dirigentes, não povo. Eles se imaginam na elite revolucionária como iluminados que conduzirão o povo, esse rebanho das dóceis ovelhas…

É assim. É indisfarçável. E é patológica a recusa em reconhecê-lo.

Como pode alguém não admitir fatos tão evidentes?

É o fenômeno da “dissonância cognitiva”: as crenças da pessoa não fecham com a realidade que está ao alcance de sua cognição.

Aí, dá “gol contra”: a pessoa ama a liberdade e detesta o autoritarismo, mas avaliza o discurso populista de quem quer extinguir as liberdades.

Quem sofre desse mal só vai libertar-se quando pagar o preço de ser honesto consigo mesmo e questionar as suas próprias crenças.

Fonte:  Jornal da Cidade Online

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ACUSADO DE TRÁFICO DE DROGAS GENERAL MEXICANO TEM LIBERDADE NEGADA PELOS EUA

EUA negam liberdade a general mexicano acusado de tráfico

Ex-ministro da Defesa de Enrique Peña Nieto, Salvador Cienfuegos enfrenta diversos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

INTERNACIONAL

Da EFE

Ex-ministro de Defesa do México, Salvador Cienfuegos está preso nos EUA

José Méndez/ EFE/ 15.10.2020

A Justiça dos Estados Unidos negou nesta terça-feira (20) a concessão de fiança ao ministro de Defesa do México, Salvador Cienfuegos, por medo de que ele escape do país para evitar a continuação do processo judicial contra ele por seus vínculos com o tráfico de drogas.

“A gravidade das acusações que enfrenta aumenta o risco de fuga para evitar o processo contra ele. (…) Sua influência e poder político e uma potencial sentença de prisão perpétua são incentivos para escapar”, decidiu Alexander MacKinnon, juiz do Tribunal Federal do Distrito Central da Califórnia em Los Angeles (EUA).

Na segunda audiência contra Cienfuegos, que foi transmitida publicamente e por meio do aplicativo Zoom, MacKinnon argumentou que dadas “a história e as características” do ex-ministro mexicano, junto com “as provas apresentadas ao tribunal”, o general deveria permanecer detido.

Além disso, o juiz distrital anunciou que assinará nesta sexta-feira a ordem de transferência para Nova York nas próximas semanas, já que é nesse estado que Cienfuegos enfrenta diversos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

O ex-ministro da Defesa do ex-presidente mexicano Enrique Peña Nieto (2012-2018) foi acusado na última sexta-feira de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, horas depois de ser detido no Aeroporto Internacional de Los Angeles.

Tráfico de drogas

Os crimes, segundo a acusação, foram cometidos há três anos, de 2015 a 2017, quando Cienfuegos era responsável pela Secretaria de Defesa Nacional do México.

Três das acusações estão relacionadas à produção, tráfico e distribuição de entorpecentes e uma quarta à lavagem de dinheiro, de acordo com um documento da Procuradoria dos Estados Unidos para o distrito leste de Nova York.

Durante os argumentos de abertura, o advogado de defesa, Duane Lyons, defendeu que não há risco de fuga porque o ex-ministro quer “lavar sua imagem” e pediu sua libertação sob fiança de US $ 750 mil () que, segundo ele, foi “a economia de todo vida “de Cienfuegos.

O advogado também destacou que a idade do réu, 72, coloca sua saúde em risco durante a pandemia do coronavírus se ele permanecer preso em uma prisão nos Estados Unidos.

No entanto, o juiz rejeitou esses argumentos e negou o pedido da defesa.

O general aposentado Cienfuegos, ex-ministro da Defesa do Governo de Enrique Peña Nieto (2012-2018), era considerado um dos militares mais conceituados do Exército e muito estimado entre as tropas, carreira marcada pela tragédia de Ayotzinapa e, agora, a prisão na última quinta-feira nos Estados Unidos a pedido da US Drug Enforcement Agency (DEA, na sigla em inglês).

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SEGUNDO PRESIDENTE BOLSONARO, SEU COMPROMISSO É COM A CONSTITUIÇÃO, SOBERANIA, DEMOCRACIA E LIBERDADE

Por Filipe Matoso e Gustavo Garcia, G1 — Brasília

 

Bolsonaro destaca importância da democracia em pronunciamento sobre o 7 de Setembro
Bolsonaro destaca importância da democracia em pronunciamento sobre o 7 de Setembro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (7), em pronunciamento em rede nacional, que tem compromisso com a Constituição, com a preservação da soberania, com a democracia e com a liberdade.

O pronunciamento, sobre o Dia da Independência, foi gravado no Palácio da Alvorada (residência oficial) e durou cerca de três minutos.

“No momento em que celebramos essa data tão especial, reitero, como presidente da República, meu amor à Pátria e meu compromisso com a Constituição e com a preservação da soberania, democracia e liberdade, valores dos quais nosso país jamais abrirá mão”, afirmou o presidente.

Em outro trecho do pronunciamento, Bolsonaro afirmou que, nos anos 1960, “milhões de brasileiros” foram às ruas “contra um país tomado pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada”.

>> Leia a íntegra do pronunciamento ao final desta reportagem.

Em 1964, houve um golpe militar no Brasil. Durante a ditadura (1964-1985), o Congresso Nacional foi fechado, não houve eleição direta para presidente da República, a imprensa sofreu censura e opositores do governo foram presos e torturados.

Enquanto o pronunciamento de Bolsonaro era exibido, cidades brasileiras registraram panelaço contra o presidente (veja no vídeo abaixo).

Panelaços são registrados em quase todas regiões do país durante fala de Bolsonaro
Panelaços são registrados em quase todas regiões do país durante fala de Bolsonaro

Ato em Brasília

Mais cedo, nesta segunda-feira, Bolsonaro participou de um ato no Palácio da Alvorada em homenagem ao Dia da Independência (veja detalhes no vídeo abaixo).

O evento gerou aglomeração, e Bolsonaro estava sem máscara. O item é de uso obrigatório em locais públicos do Distrito Federal, e a multa para quem não usar é de R$ 2 mil.

Sem desfile devido à pandemia, Bolsonaro gera aglomeração em ato do 7 de Setembro

Tradicionalmente, as comemorações sobre o 7 de Setembro em Brasília aconteciam na Esplanada dos Ministérios, mas, em razão da pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Defesa recomendou aos militares que não participassem de desfiles.

Íntegra

Leia e assista à íntegra do pronunciamento do presidente:

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FILOSOFIA: É POSSÍVEL CONQUISTAR A LIBERDADE PELAS VIAS DO ESTADO?

O destaque da nossa coluna FILOSOFIA desta terça-feira é uma análise profunda sobre o que os amantes da liberdade devem fazer para combater as ideologias socialistas, cuja crença é que a política e a influência política — o que normalmente significa arrumar empregos dentro da máquina burocrática — são os próximos degraus na escada do sucesso. 

Seria uma saída tornar-se um burocrata para combater a burocracia, juntar-se ao estado com o intuito de reduzir seu poder? 

O fato é que a esmagadora maioria das pessoas que entram para o governo é formada por gente que está ali ou porque quer uma vida fácil, ou porque quer controlar a vida dos outros, ou porque quer uma vida fácil que ao mesmo tempo permite controlar a vida dos outros.

E os que entram ali com o nobre intuito de promover a liberdade, geralmente, o estado mastiga as pessoas e, no final, ou ele engole ou ele cospe.

Então o que fazer? Leia o artigo completo a seguir e saiba qual a solução na visão de Lew Rockwell!

O que os amantes da liberdade devem fazer?

Para começar, não acreditar em mudanças via estado

 

Como seria possível você combinar sua vida profissional com a defesa e a promoção da liberdade?

É claro que seria demasiado presunçoso oferecer uma resposta definitiva a essa pergunta, uma vez que todos os empregos e carreiras na economia de mercado estão sujeitos às forças da divisão do trabalho.

Mas só porque uma pessoa se concentra em uma determinada tarefa não significa que ela não seja boa em várias outras atividades; significa apenas que os ganhos mais produtivos para todos são gerados ao se dividir as tarefas entre várias pessoas de variados talentos.

O mesmo ocorre com o movimento em prol da liberdade.

Quanto maior for o número de pessoas interessadas em promover a liberdade, melhores serão os resultados caso haja especialização, caso todos cooperem por meio das trocas. Quanto maior a divisão do trabalho, maior será o impacto alcançado.

Não há como saber antecipadamente o que será melhor para cada pessoa específica fazer; há vários caminhos formidáveis a serem seguidos (os quais discutirei mais abaixo).

O que não fazer

Mas há algo que podemos saber com certeza: a resposta mais comum — entrar no governo e tentar modificá-lo — é a mais errada.

Várias mentes brilhantes já foram corrompidas e arruinadas ao decidirem seguir este caminho fatídico.

É bastante comum vermos um movimento ideológico fazer grandes esforços por meio da educação, da organização e da influência cultural, mas terminar efetuando aquele salto ideológico de acreditar que a política e a influência política — o que normalmente significa arrumar empregos dentro da máquina burocrática — são os próximos degraus na escada do sucesso.

Tornar-se um burocrata para combater a burocracia, juntar-se ao estado com o intuito de reduzir seu poder, faz tanto sentido quanto tentar combater um incêndio com fósforos e gasolina. Foi exatamente isso o que ocorreu com a direita cristã nos EUA da década de 1980. Eles se envolveram na política com o intuito de acabar com a opressão do estado.

Hoje, trinta anos depois, várias destas pessoas estão trabalhando no Ministério da Educação e em várias agências reguladoras, imaginando novas leis, novas regulamentações, novas imposições de costumes e novos impostos. Isso representa um desastroso e irreversível desperdício de capital intelectual.

É de essencial importância que os defensores da liberdade não incorram neste caminho. Trabalhar para o governo sempre foi a carreira escolhida por socialistas, reformistas sociais e keynesianos, pessoas sem nenhuma propensão a prestar bons serviços na iniciativa privada e no livre mercado. O governo é o lar natural deles porque, além de ser o lar natural dos tiranos e dos incompetentes, é no governo que eles podem satisfazer sua ambição de controlar a sociedade.

Trata-se de um instinto natural querer controlar aquilo em que não se consegue ser bem-sucedido. Trabalhar para o governo é algo que funciona para eles mas que não funciona para nós.

Na primeira metade do século XX, os libertários sabiam realmente como se opor ao estatismo. Eles se tornavam empreendedores ou iam trabalhar em jornais influentes. Eles escreviam livros. Eles agitavam a arena cultural. Eles acumulavam fortunas para ajudar a financiar jornais, escolas, fundações, institutos e organizações voltadas para a educação econômica do público. Eles ampliavam seus empreendimentos comerciais para servirem de baluarte contra o planejamento central.  Eles se tornavam professores e, sempre que possível, educadores. Eles cultivavam belas famílias e se concentravam na educação de seus filhos.

É uma batalha longa e difícil, mas a batalha pela liberdade sempre foi assim.

Porém, em algum ponto da batalha, algumas pessoas, seduzidas pela perspectiva de um caminho mais rápido para as reformas, repensaram esta ideia.  “Talvez devêssemos tentar a mesma técnica da esquerda”, matutaram alguns. Talvez devêssemos infiltrar nossa gente no poder e desalojar os inimigos. Assim poderemos produzir mais rapidamente a mudança em prol da liberdade. Aliás, não seria este o objetivo mais importante de todos? Enquanto a esquerda estiver controlando o estado, este irá se expandir de maneiras incompatíveis com a liberdade. Por isso, temos de tomar de volta o controle do estado.

Assim rezava a lógica. Qual o problema com ela? Simples.

As consequências deste erro

A única função do estado é ser um aparato de coerção e compulsão. Esta é a sua marca distintiva. É isso que torna o estado o que ele realmente é. Da mesma maneira que o estado responde bem a argumentos de que ele deveria ser maior e mais poderoso, ele é institucionalmente hostil a qualquer um que diga que ele deveria ser menos poderoso e menos coercivo.

Isso não quer dizer que algum trabalho feito “de dentro” não possa gerar algo de bom, em algum momento. Porém, é muito mais provável o estado converter o libertário do que o libertário converter o estado.

Todos nós já vimos isso milhares de vezes. Dificilmente são necessários mais do que alguns poucos meses para que um intelectual libertário que tenha ido para o governo “amadureça” e se dê conta de que seus ideais eram ‘muito pueris’ e ‘insuficientemente realistas’.

Um político prometendo tornar o governo mais manso e mais submisso rapidamente se torna um proeminente especialista em criar novas maneiras de tornar o estado mais eficiente no confisco da riqueza alheia. Tão logo este fatídico passo é tomado, não há mais limites. Conheço pessoalmente um burocrata americano que havia jurado fidelidade à filosofia libertária e, mais tarde, ajudou a implantar lei marcial no Iraque.

A razão de tudo está ligada à ambição, algo que normalmente não é um impulso ruim. A cultura do estado, no entanto, requer que a ambição funcione apenas de maneira a prestar a máxima deferência possível ao poder consolidado. A princípio, essa postura é fácil de ser justificada pelo libertário infiltrado no estado: ‘qual outra maneira de o estado ser convertido senão pela nossa demonstração de simpatia por ele? Sim, o estado é nosso inimigo, mas, por ora, temos de fingir sermos seu amigo.’

No entanto, com o tempo, os sonhos de mudança vão sendo substituídos por essa necessidade diária de bajular. No final, o indivíduo acaba se tornando exatamente aquele tipo de pessoa que ele mais desprezava.  (Para os fãs de O Senhor dos Anéis, é como ser pedido para carregar o anel por algum tempo; você não vai querer largá-lo mais).

Ao longo de minha vida, conheci várias pessoas que tomaram esse caminho e, um belo dia, se olharam no espelho, fizeram um julgamento honesto sobre si próprias e não gostaram nada do que viram. Elas me disseram que se enganaram completamente ao pensar que tal estratégia poderia funcionar. Elas não perceberam a tempo as maneiras sutis como o poder as estava seduzindo, envolvendo e arrastando para seus esquemas sórdidos. Elas reconheceram a futilidade de se pedir educadamente ao estado, dia após dia, para que ele permitisse um pouco mais de liberdade aqui e ali.

No final, o que sempre acontece é que você acaba tendo de estruturar seus argumentos em termos daquilo que é bom apenas para o estado. E a realidade é que a liberdade não é boa para o estado. Assim, sua retórica começa a mudar sem você perceber. Finalmente, todo o seu objetivo se altera e você nem se dá conta.

E, quando percebe, já é tarde demais. Os mais mentalmente sãos abandonam o aparato estatal e qualquer tentativa ulterior de persuasão.  Já os corruptíveis incorporam de vez o modus operandi do estado e nele se encastelam.

As estratégias

O estado está aberto à persuasão, sem dúvida, mas ele normalmente age por temor, e não por amizade. Se os burocratas e políticos temerem uma revolta e uma reação adversa, eles não irão aumentar impostos ou regulamentações. Se eles sentirem que há um grau demasiado alto de indignação pública, eles irão até mesmo revogar controles e programas.

Um bom exemplo foi o fim da Lei Seca. Ela foi abolida porque os políticos e burocratas sentiram que continuar a impingi-la traria um custo alto demais.

O problema da estratégia foi algo que sempre fascinou Murray Rothbard, que escreveu vários e importantes artigos sobre a necessidade de jamais contemporizar e fazer concessões; de jamais, por meio do processo político, trocar o objetivo de longo prazo por um ganho de curto prazo. Isso não significa que não deveríamos saudar e acolher positivamente um corte de 1 ponto percentual nos impostos ou a revogação de uma seção de alguma lei.

Mas jamais devemos nos deixar ser tragados pela trapaça da condescendência: por exemplo, ‘vamos abolir este imposto ruim para colocar em seu lugar este imposto melhor.’  Isto seria utilizar um meio (um imposto) que contradiz o objetivo final (a eliminação da tributação).

A abordagem rothbardiana para uma estratégia pró-liberdade pode ser resumida pelas quatro afirmações a seguir:

  • A vitória da liberdade é o mais elevado objetivo político
  • O fundamento adequado para este objetivo é um ardor moral e inflexível pela justiça e pela ética;
  • O objetivo deve ser alcançado pelos meios mais rápidos e eficazes possíveis; nada de gradualismos;
  • O meio escolhido jamais deve contradizer o objetivo — “seja a defesa do gradualismo, o uso ou a defesa de qualquer agressão contra a liberdade, a defesa de programas de planejamento central, o não aproveitamento de qualquer oportunidade de reduzir o poder do estado, ou a defesa de algum programa que implique seu agigantamento em alguma área da economia ou da vida privada.”

Libertários sempre devem ter isso em mente. A questão da estratégia não é simples. E o poder sempre será tentador.

A esmagadora maioria das pessoas que entram para o governo é formada por gente que está ali ou porque quer uma vida fácil, ou porque quer controlar a vida dos outros, ou porque quer uma vida fácil que ao mesmo tempo permite controlar a vida dos outros.

Sempre foi e sempre será assim. O estado mastiga as pessoas e, no final, ou ele engole ou ele cospe aquelas que entraram ali com o nobre intuito de promover a liberdade.

A real mudança só pode vir de fora

Esta é a lição. Os milhares de jovens que hoje estão pela primeira vez descobrindo as ideias da liberdade devem ficar de fora da máquina estatal e de todo o seu encantamento e fascinação letais. Em vez de tentar se infiltrar no estado, eles devem perseguir seus ideais por meio do comércio, da educação, do empreendimento, das artes, da divulgação de ideias, do debate etc. Liderem e exerçam influência por meio do respeito alcançado por suas realizações. Estas são áreas que oferecem genuínas promessas e altos retornos.

Quando um libertário me diz que está fazendo coisas boas em algum ministério ou em alguma agência reguladora, não tenho motivos para duvidar de suas palavras. Porém, quão melhor seria caso ele renunciasse a este emprego e escrevesse um livro expondo toda a mamata, charlatanice e roubalheira da burocracia?

Um golpe bem colocado contra um órgão do governo pode produzir mais reformas, e gerar mais benefícios para a sociedade, do que décadas de tentativas de infiltração e subversão.

Existem políticos que fazem coisas boas? Em toda a minha vida, conheci apenas um: Ron Paul. Mas todo o bem que ele faz não adveio exclusivamente de seu trabalho como legislador, mas sim de seu trabalho como um educador que possuía uma proeminente plataforma da qual emitir suas opiniões. Cada voto negativo seu a uma nova lei ou nova regulamentação é uma lição para as multidões. Precisamos de mais Ron Pauls ao redor do mundo.

Mas Ron Paul é o primeiro a afirmar que, ainda mais importante do que legisladores expressando ideias libertárias, são necessários mais educadores, empreendedores, pais e mães, líderes religiosos e empresariais divulgando as ideias da liberdade. Defensores da genuína liberdade amam o comércio e a cultura, e não o estado. Comércio e cultura são o nosso lar e nossa plataforma de lançamento para as reformas em prol da liberdade.

Apenas a divulgação de ideias sólidas pode nos libertar em definitivo do jugo opressor do estado. Fingir amizade com um inimigo mais poderoso é uma postura que beneficiará exclusivamente a ele.

Fonte: Mises Brasil

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PANDEMIA: EUROPA COMEÇA A SAIR DE UM LONGO E TENEBROSO INVERNO

Europa dá seus primeiros passos rumo à liberdadade

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Imagem: Reprodução

Vários países na Europa já adotaram medidas para aumentar a liberdade de circulação, outros ainda aguardam a implementação de estratégias de saída dos bloqueios devido à crise do vírus chinês.

Alemanha

Na Alemanha, as medidas contra o coronavírus chinês continuarão pelo menos até o dia 3 de maio. Na próxima semana, o gabinete de combate ao coronavírus do governo alemão e os primeiros-ministros dos 16 estados federais decidirão o que acontecerá após o dia 3.

A chanceler Merkel e os líderes estaduais decidiram na semana passada que lojas de varejo, com uma área de até 800 metros quadrados, poderiam ser reabertas em 20 de abril. A condição é que as lojas limitem o número de clientes, evitem filas e cumpram os regulamentos de higiene e regras de distância (de pelo menos 1,5 metro). Isso também se aplica a instalações culturais, como bibliotecas, jardins zoológicos e jardins botânicos.

Lojas com um máximo de 2.500 metros quadrados podem reabrir em 4 de maio. Lojas maiores, como as de departamento, permanecem fechadas porque a conformidade com a regra de distância não seria possível. Os cabeleireiros também podem reabrir em 4 de maio, mas apenas com as práticas de higiene necessárias que incluem as máscaras para a boca. Desde o dia 15 de abril, usar máscaras foi recomendado com urgência em lojas e transportes urbanos e regionais.

Creches, escolas e universidades reabrirão gradualmente a partir de segunda-feira, 4 de maio. Os primeiros a voltar às escolas são as turmas de graduação, turmas que precisam fazer exames finais no próximo ano e as turmas de transição das escolas primárias.

Desde meados de março, a Alemanha proibiu o agrupamento de mais de duas pessoas, com exceção de familiares, parceiros e outros companheiros de casa, contatos profissionais urgentes, transporte público e funerais. Todas as lojas não-essenciais tiveram que fechar. Os restaurantes também fecharam, embora ainda fosse possível oferecer o serviço de entrega de refeições.

Igrejas, mesquitas e sinagogas também estão fechadas. Viagens particulares, visitas a familiares e passeios inter-regionais não são recomendados. Aqueles que ficam fora da Alemanha por mais de 72 horas sem um “motivo urgente” devem retornar à quarentena por duas semanas. Fazer visitas a casas de repouso e instituições para deficientes e idosos é proibido. No entanto, as gerências dos estabelecimentos devem impedir o isolamento social dos moradores. A realização de eventos como shows, festas, feiras e competições esportivas com público estão proibidos até 31 de agosto.

França

Na França, os bares permanecem fechados, mas as escolas reabrem. A partir de 11 de maio, as medidas de quarentena na França serão gradualmente eliminadas. O país está em bloqueio há dois meses.

Os franceses agora só podem sair de casa se tiverem um documento oficial e assinado que apresente uma razão convincente pela qual o cidadão está nas ruas. Quem não cumprir a ordem pode ser multado em 135 euros. Nas últimas semanas, a polícia em toda a França já emitiu centenas de milhares de multas.

O presidente francês Emmanuel Macron disse que o número de pacientes do coronavírus chinês em leitos de UTI está diminuindo. Se essa tendência continuar, a quarentena poderá ser suspensa em etapas a partir de meados de maio.

Em toda a França, o ensino on-line é fornecido, mas nem todas as crianças têm uma conexão adequada à Internet e, em muitos lugares, os pais são incapazes de monitorar a educação “virtual”. Quanto mais tempo as medidas levarem, maior a chance de atraso no aprendizado escolar.

Ainda está sendo discutido como as escolas poderão ser reabertas com segurança.

Um dos efeitos da reabertura será que os pais poderão voltar ao trabalho. Portanto, as empresas poderão reiniciar lentamente após 11 de maio, se cumprirem as regras de higiene.

Por enquanto, as portas permanecerão fechadas para a cultura e o turismo. Casas de shows e museus, campings e hotéis devem permanecer fechados indefinidamente.

Após 11 de maio, os franceses com sintomas de coronavírus chinês também serão testados em massa. Máscaras de boca estarão disponíveis para todos os franceses. E o governo de Macron quer trabalhar com um aplicativo “anticoronavírus”; mas o parlamento já alertou que deve-se primeiro considerar a privacidade dos cidadãos franceses.

Bélgica

Na Bélgica, a primeira-ministra belga, Sophie Wilmès, apresentou as novas diretrizes no combate ao coronavírus chinês nesta semana. Uma das medida foi a decisão de que o bloqueio para os belgas continue até pelo menos 3 de maio. A medida de proibir reuniões para mais de duas pessoas permanece, e as pessoas continuam podendo sair apenas para realizar tarefas essenciais.

Para quem tem filhos menores de 6 anos, será possível a partir de 3 de maio se locomover de carro para recreação. Isso não significa ir para a praia ou montanhas, mas estas famílias poderão caminhar em florestas, por exemplo.

Ciclismo e corrida já foram permitidos nas últimas semanas, mas com a nova medida foram adicionados patins e mobiletes. O governo espera que todos voltem para casa imediatamente após suas atividades. Descansar em um banco do parque ainda continuará proibido.

A nova diretriz permitirá que as pessoas em casas de repouso possam receber visitantes novamente: um visitante permanente por pessoa. A primeira-ministra belga enfatizou que isso era uma possibilidade e não uma obrigação. Ele disse que a medida é pra evitar a solidão de pessoas que não veem a família há semanas.

Na nova situação, o governo passou a recomendar o uso de máscaras faciais. O uso delas é recomendado em qualquer situação e distância, segura ou não.

Além disso, as lojas de bricolagem já reabriram nesta semana e os centros de jardinagem seguirão neste fim de semana. Em relação a outros setores, o primeiro-ministro belga disse que não houve mudanças. No entanto, ficou claro que festivais de verão e outros tipos de reuniões em massa permanecerão proibidos até o final de agosto.

Itália

Na Itália, o bloqueio continua, em princípio, até 3 de maio, mas há cada vez mais pessoas exigindo do governo o desbloqueio do país o quanto antes. O Ministro do Desenvolvimento Econômico acredita que as empresas e lojas que aderirem às medidas de segurança devem poder voltar ao trabalho a partir de hoje, 22 de abril.

Embora ainda não seja oficial, o Ministro da Educação deu a entender que o ano letivo encerrou. E os alunos que reprovarem no curso serão reavaliados no próximo ano letivo. Ainda há incertezas sobre os exames finais. A ideia é oferecê-los remotamente e oralmente, mas as organizações estudantis pedem ao ministro que examine as possibilidades de efetuá-los nas escolas.

No último decreto em 10 de abril, o primeiro-ministro italiano Conte anunciou que as rédeas seriam afrouxadas depois da Páscoa, e que livrarias e lojas de roupas infantis seriam reabertas. Mas vários líderes regionais não aceitaram a proposta, e mantiveram as livrarias fechadas. As regras relativas à liberdade de movimento também diferem por região, em todo o país você pode sair no máximo a 200 metros de sua casa para algum exercício físico. Mas na região de Veneto isso não foi autorizado. Por enquanto, não há eventos ou competições esportivas e os restaurantes também permanecerão fechados.

Uma força-tarefa foi criada para determinar até quando a Itália permanecerá fechada. A data, em princípio, permanecerá em 4 de maio, mas o governo está analisando se isso pode ser feito mais cedo e, possivelmente, por região em alguns casos. A Lombardia tem cerca de 200 mortes por dia, enquanto outras regiões estão praticamente livres do vírus chinês. A associação de industriais da Itália está pressionando o governo Conte a reiniciar rapidamente certas indústrias, como a indústria da moda e a automotiva.

Espanha

Na Espanha, o Conselho de Ministros se reuniu na terça-feira (14) para decidir sobre uma nova extensão do confinamento. A prorrogação foi determinada por mais duas semanas, de 26 de abril a 11 de maio. A grande questão é se o governo relaxará as regras estritas atuais.

Desde a semana passada, as profissões não-vitais também puderam voltar ao trabalho. Mas o governo espanhol parece disposto a permitir um pouco mais ao resto dos residentes, como por exemplo, permitir que crianças pequenas possam ir às ruas; ou um adolescente ou adulto sair para fazer compras ou passear com o cachorro, sem levar companhias.

Muitos espanhóis esperam poder levar seus filhos para essas compras diárias depois de 26 de abril. O governo também discute permitir se as pessoas poderão se exercitassem na rua novamente; correr ou andar de bicicleta foi estritamente proibido até agora. No total, os agentes multaram 600.000 pessoas em mais de um mês por violar as regras de bloqueio.

Muito depende do desenvolvimento nos próximos dias. No entanto, o governo percebe que, com a extensão do bloqueio para 11 de maio, a população ficará completamente trancada em casa por 57 dias, desde que o “estado de emergência” entrou em vigor em 14 de março.

Ninguém ousa falar sobre como o país pode ou deve receber turistas no próximo verão. O turismo, nacional e internacional, representa 14% do PIB da Espanha.

Áustria

A Áustria já reabriu pequenas lojas, centros de jardinagem e lojas de ferragens na semana passada, sujeitas a boas práticas de higiene e medidas de segurança. Os clientes precisam usar uma máscara facial e o acesso às lojas é limitado. Relaxamentos adicionais são esperados nos próximo dias.

As escolas abririam novamente em meados de maio.

Na Áustria são permitidas competições esportivas, mas dentro das regras de 1,5 metro de distância. Então, esportes como o tênis e golfe são permitidos. Eventos públicos continuam proibidos.

Dinamarca

Na Dinamarc,a as crianças da escola primária e berçário (creche) voltaram às aulas desde quarta-feira (15). As escolas secundárias e superiores permanecem fechadas, assim como as universidades. Depois de 10 de maio, os dinamarqueses querem relaxar a proibição de reuniões, mas os eventos públicos continuam proibidos.

Hotéis, academias e dentistas também permanecerão fechados.

Noruega

A Noruega pretende permitir que alunos com menos de 12 anos (escola primária) voltem à escola nas próximas semanas.

Suécia

Os suecos continuam a seguir sua própria linha, e um bloqueio nunca foi necessário no país.

Polônia

A Polônia manterá as eleições presidenciais em 10 de maio e também iniciará uma estratégia de saída de bloqueios a partir desta semana. Mais lojas serão abertas, mas sua fronteira permanecerá fechada até 3 de maio.

República Tcheca

A República Tcheca reabrirá as escolas primárias no final de maio, aplicando as devidas medidas de segurança e higiene; com não mais do que 15 alunos por classe e todos deverão usar máscaras faciais.

Shopping centers, restaurantes e atrações turísticas permanecerão fechados.

Fonte: El País

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OPINIÃO: O MAGISTRAL DESAFIO CONTRA O POPULISMO EM 2020, POR RENATA BARRETO

Na nossa coluna OPINIÃO deste domingo trago mais um artigo publicado no Boletim Coppolla. desta vez da economista Renata Barreto. Em nota o editor explica: Para a economista Renata Barreto, o maior desafio do Brasil em 2020 se dá no campo da narrativa: superar a mentalidade populista fomentada por décadas (e até hoje) por demagogos, cínicos e manipuladores das massas, que propagam a irresponsabilidade socialista envelopada em apelo emocional. Destaque para o uso da “empatia vazia”, aquela que não propõe solução viável, mas contra a qual se insurgir é sinônimo de desumanidade segundo a retórica progressista.

O combate a essas narrativas de fácil aceitação, porém de aplicação impossível, é tarefa para “aqueles que prezam pela liberdade, prosperidade e responsabilidade” e veem as políticas públicas sob o prisma da racionalidade, não das paixões inflamadas com propósito eleitoreiro e descompromisso com a realidade de médio e longo prazos. Mais matemática, menos proselitismo; mais lógica, menos conjecturas; mais liberdade econômica e menos Estado – já que o governo inchado é o meio pelo qual agentes populistas prometem (e às vezes até entregam!) aquilo que não poderiam, sem o consentimento das próximas gerações e às custas do futuro do país.

O MAGISTRAL DESAFIO CONTRA O POPULISMO EM 2020

Renata Barreto, economista. Foto: acervo pessoal.

2019 foi um ano de importantíssimas mudanças, com um giro de 180º graus na política e economia. Um ano que, apesar de conturbado, será lembrado historicamente como aquele em que a reforma da previdência – a mais importante (e também impopular) da década – foi aprovada.

A maneira de fazer política mudou. Quem não se adaptou à invasão das redes sociais e com como as opiniões não são mais moldadas apenas pela grande mídia, se perdeu no caminho. Até mesmo o Presidente da República e alguns de seus ministros se comunicam com o público através do Twitter, Facebook e Instagram. E embora muitas vezes se perca tempo com picuinhas ideológicas e bobagens randômicas, o que importa é que o eleitor agora busca muito mais a informação na fonte oficial e passou a acompanhar muito mais de perto a política e seus desdobramentos. O trabalho de deputados, vereadores, senadores e até mesmo do judiciário é analisado milimetricamente. O eleitor cobra vorazmente que as posturas de seus candidatos se mantenham as mesmas da campanha eleitoral e, em caso de decepção, passam a detratar o político considerado traidor, que talvez não volte a se eleger.

E qual será o maior desafio para o ano que bate à nossa porta? O mesmo desafio que sempre permeou os países da América Latina: o combate ao populismo. A mentalidade populista criada por anos de políticos de discursos fáceis e políticas econômicas desastrosas pode ser a ruína de um país inteiro. Vejamos o próprio Chile, país com PIB per capita 60% maior do que o brasileiro e o melhor IDH da América Latina. Foi tomado por grupos financiados pelo Foro de São Paulo (em especial Cuba e Venezuela), com protestos violentos que chegaram a culminar na morte de 20 pessoas, além de massiva depredação de patrimônio público, aplaudido pela esquerda brasileira. E por que?

Pergunte a qualquer esquerdista o que aconteceu no Chile. Ele dirá, categoricamente, que se trata de uma manifestação contra a desigualdade causada pelo liberalismo. E é claro que nenhum deles vai mencionar o fracasso econômico produzido pela socialista Michelle Bachelet desde 2014. Dizem também que a previdência chilena é desumana (e de novo, fruto do liberalismo cruel), mas recusam-se a sentar e fazer uma conta simples em que se conclui que é impossível se aposentar com mais do que os atuais 34% da renda se a contribuição for de apenas 10%. A conta não fecha, mas matemática e lógica são tidos como algo igualmente cruel e desumano para quem apela sempre para o conceito de empatia como resolução dos problemas da humanidade. O problema é que empatia vazia, aquela que não faz nada de construtivo para de fato ajudar em algo, é bonito de se dizer, mas totalmente inócuo como proposta.

O Brasil passa por uma transformação inusitada que, como esperado, é conturbada, polarizada e barulhenta. Como dito anteriormente, hoje as fontes de informação de muitos mudou da mídia tradicional e foi para as redes sociais. Não por acaso, partidos de esquerda sempre quiseram controlar a mídia, como se lia claramente na proposta do candidato petista derrotado nas eleições de 2018, Fernando Haddad. Mas quem acha que o Brasil está longe de seguir os passos do populismo está muito enganado. É preciso lutar diariamente contra as narrativas fáceis que induzem conclusões erradas e que fatalmente nos levarão ao pior resultado possível.

Vejam, por exemplo, a questão da desigualdade social. É tido como fato de que a desigualdade é um problema e contra ela devemos lutar. Porém o problema de verdade é a pobreza, algo que vêm sendo reduzido no mundo todo de maneira exponencial. É comum vermos matérias alarmistas de que nunca estivemos tão mal, mas a realidade dos números – a que realmente importa – nos conta uma história diferente. Nos anos 1960 a população vivendo em extrema pobreza era de assustadores 40%. Hoje, perto de 2020, temos cerca de 8% nessa situação, mesmo com um crescimento populacional de 140% no período. E como isso foi possível? Com geração de riquezas, não com políticas contra a desigualdade.

Esse simples exemplo, o qual daria um artigo inteiro, demonstra que a luta contra o populismo está nas pequenas coisas e deve ser feita todos os dias por aqueles que prezam pela liberdade, prosperidade e responsabilidade. O populismo é e sempre será um fantasma que ronda os países latino-americanos, justamente pelo tempo absurdo que políticos dessa natureza estiveram no poder. A mente populista sempre terá uma obsessão maluca por igualdade, uma paranoia sobre o “neoliberalismo”, um complexo exagerado de vítima, um desprezo pelas liberdades individuais, a crença de que toda a solução vem do Estado e uma distorção do conceito de democracia.

Como quebrar esse círculo vicioso? Do ponto de vista do eleitor, buscar eleger políticos que lutem pela redução do Estado, inclusive cobrando propostas de reforma política. Governantes não podem deixar o clamor popular os distanciarem das reformas necessárias, justamente porque o tempo é curto para que as medidas sejam sentidas pela população e estes possam entender que o que é estruturalmente bem feito tem mais efeito no longo prazo. A educação da população é o mais difícil e deve ser feito incansavelmente por todos os canais possíveis. Infelizmente, boa parte da mídia tradicional atua mais na desinformação do que na informação, mas essa ruptura sentida pelos grandes canais pode fazer as coisas mudarem de rumo, com o público consumindo cada vez menos esse tipo de informação. É preciso esclarecer, todos os dias, que dinheiro público é dinheiro de todos os pagadores de impostos, que as leis brasileiras de forma geral estão obsoletas, que é preciso flexibilizar as regulações trabalhistas, reduzir a carga tributária e fazer tudo mais o que for possível para criar mais liberdade econômica. Os números mostram que os países mais ricos e prósperos abusam da liberdade econômica e, consequentemente, entregam mais qualidade de vida, nível de educação e empregabilidade.

O populismo não pode voltar a vencer. E é dever de todos lutar contra ele.

Renata Barreto (@renataj.barreto)
Economista

Fonte: Boletim Coppolla

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EDITORIAL: OS ALEMÃES CELEBRAM A RIQUEZA E A LIBERDADE

Caro(a) leitor(a),

Os alemães não estão comemorando simplesmente a queda de um muro que dividia o país  e impedia que pessoas transitassem livremente entre um lado e outro deste muro. Os alemães estão comemorando 30 anos de, desenvolvimento, progresso, qualidade de vida, democracia plena e o mais importante liberdade e riqueza em todos os seus aspectos. Coisas que não existem no regime comunista e no socialismo.

SÁBADO, 09/11/2019, 09:36

Internacional

Alemães celebram 30 anos da queda do Muro de Berlim

Milhares de pessoas são esperadas no Portão de Brandemburgo.

Chanceler Angela Merkel, prefeito de Berlim, Michael Mueller, e autoridades colocam velas no Muro de Berlim. FOTO: Tobias SCHWARZ / AFP (Crédito: )Chanceler Angela Merkel, prefeito de Berlim, Michael Mueller, e autoridades colocam velas no Muro de Berlim. FOTO: Tobias SCHWARZ / AFP

Fonte: CBN

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PONTO DE VISTA: NINGUÉM É OBRIGADO A PRESTAR SERVIÇO PARA ALGUÉM QUE NÃO QUEIRA

Caro(a) leitor(a),

Em nenhum lugar no mundo onde impere a democracia nenhum cidadão pode ser obrigado a prestar serviço a quem ele não queira. Principalmente se nenhuma satisfação comprometedora for dada pelo prestador do serviço para justificar o não atendimento do serviço solicitado. É o segundo caso em menos de 1 mês que tomo conhecimento em que o tomador do serviço exige na justiça que o prestador do serviço execute o serviço contra sua vontade. Essa atitude ditatorial está ficando comum entre os LGBT’s e todos aqueles que se dizem minoria na sociedade. Se dizem, porque não são mais e até por isso já deveriam perder tais privilégios. Mas independente de ser minoria ou não essas atitudes de forçada de barra são, a princípio, uma violação dos direitos humanos e da constituição brasileira que diz que todos são iguais perante a lei. Essa paranoia de minorias, sistema de cotas e igualdade de gêneros é discriminação pura. Isso sim é condenável. Diz um ditado que “o sol nasceu para todos”. Um verdade indiscutível. Portanto, que cada um ou cada qual lute pelo seu espaço ao sol e que “ganhe o seu pão de cada dia com o suor do seu rosto”.  No caso do tribunal canadense não fez nada além de justiça e cumpriu com a sua obrigação!

Tribunal canadense ordena homem trans a pagar multa à brasileira dona de salão de depilação íntima que lhe negou serviço

Thaís Garcia

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Tribunal canadense ordena homem trans a pagar multa à brasileira dona de salão de depilação íntima que lhe negou serviço 20

Imagem: Jonathan Yaniv/Twitter

Uma imigrante brasileira no Canadá, que foi forçada a encerrar seu negócio de salão de beleza depois que se recusou a depilar os órgãos genitais masculinos de um ativista transexual, venceu seu caso no Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica.

Jonathan Yaniv, conhecido como Jessica Yaniv, é um homem biológico que se identifica como mulher.

Na terça-feira (22), o tribunal decidiu a favor de Márcia da Silva e de outras duas proprietárias de salões de beleza no caso.

“A legislação de direitos humanos não exige que um prestador de serviços depile um tipo de órgão genital para o qual não foi treinado e não consentiu em depilar. A decisão concluiu ainda que a queixosa, Jessica Yaniv, se envolveu em conduta imprópria, apresentou queixas para fins impróprios e concluiu que o testemunho de Yaniv era falso e egoísta”, escreveu o Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica.

O tribunal também observou que Yaniv era “evasivo e argumentativo e se contradizia” enquanto dava provas. O tribunal concedeu à Márcia Silva e duas outras mulheres que apresentaram uma defesa contra a queixa de Yaniv US $ 2.000 para cada.

CBN News informou que Yaniv apresentou uma queixa no Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica no ano passado, depois que Márcia da Silva se recusou a depilá-lo. Yaniv argumentou que, Márcia, casada e mãe de dois filhos o discriminava com base no sexo e estava exigindo restituição financeira. No entanto, Márcia se recusou a servir Yaniv devido a questões de segurança e assédio dele, e não por ser transsexual.

Em julho, ela disse ao tribunal durante uma audiência que a provação a forçou a fechar seus negócios e não é mais uma fonte de renda para sua família.

Yaniv fez vários comentários públicos contra as donas de salões de beleza que também eram imigrantes. Nas audiências, Yaniv afirmou que as imigrantes usaram sua religião para discriminar pessoas trans porque se recusaram a depilar os órgãos genitais masculinos daqueles que se identificam como mulheres.

No total, Yaniv registrou 15 reclamações contra várias proprietárias de salões na área de Vancouver, buscando até US $ 15.000 em danos de cada proprietária, de acordo com o Centro de Justiça para Liberdades Constitucionais (JCCF), um escritório de advocacia sem fins lucrativos.

A maioria das mulheres que foram alvo das reclamações de Yaniv tinha seu próprio negócio em casa, era de origem estrangeira e tinha filhos pequenos em casa durante o dia.

“Yaniv deliberadamente procurou armar o tribunal para obter ganhos financeiros”, escreveu o membro do tribunal, Devyn Cousineau, na decisão, de acordo com a CTV News em Vancouver. O triunal acusou o queixoso de “ter um padrão de denúncia de ‘direitos humanos’ para punir certos grupos étnicos”, e de denunciar falsamente que “elas eram hostis aos direitos das pessoas LGBT”.

O advogado de Márcia e das outras clientes, Jay Cameron, disse que uma de suas clientes ficou tão aliviada com a decisão que ela caiu em prantos.

“É mais do que um inconveniente ter uma queixa de ‘direitos humanos’ contra você, alegando publicamente que você tem algum tipo de transfobia. Essa é uma alegação muito séria na cultura de hoje e é debilitante. Isso realmente mudou a vida delas no último um ano e meio”, disse Cameron à CTV News.

O caso de Márcia da Silva teve notoriedade em julho deste ano, entenda o caso acessando esse link.

Fonte: Conexão Política

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