PROPOSTAS DE MUDANÇAS PARA O USO DA ORLA DE NATAL CENTRALIZARAM DEBATE NA CEEP DA CÂMARA MUNICIPAL

Alterações na orla norteiam pública do Plano Diretor na Câmara de Natal

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Francisco de Assis / CMNAT

As propostas de mudanças previstas para o uso da orla de Natal no projeto de revisão do Plano Diretor centralizaram o debate desta sexta-feira (26) da Câmara Municipal na Comissão Especial de Estudos do Plano. “Tivemos participação do setor produtivo, de pesquisadores, entre outras entidades que trouxeram informações do impacto das propostas de mudanças na orla, de modo que essas informações podem ser transformadas em emendas parlamentares”, destacou o vereador Raniere Barbosa (Avante), que presidiu à audiência pública.

Participaram ainda os vereadores Aldo Clemente (PDT), Felipe Alves (PDT), Tércio Tinoco (PP), Robério Paulino (PSOL), Herberth Sena (PL), Kleber Fernandes (PSDB), Hermes Câmara (PTB) e as vereadoras Nina Souza (PDT), Camila Araújo (PSD), Brisa Bracchi (PT), Divaneide Basílio (PT), bem como representantes das secretarias municipais do Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), do Turismo (Setur), Procuradoria, além do setor da hotelaria e turismo, Fecomércio, Caern, Sinduscon, Exército Brasileiro, professores e pesquisadores da UFRN, conselheiros da Concidade, lideranças comunitárias e entidades, como Associação de Moradores e Amigos da Praia do Meio e Coletivo Salve Natal.

A secretária adjunta da Semurb, Eudja Mafaldo, apresenta as propostas de criação da Zona Especial Militar e da Zona Especial Costeira, para atividades ligadas ao projeto Orla; a possibilidade de ocupação mais dinâmica e diversificada das quadras da área não edificável de Ponta Negra e da Via Costeira, considerando o potencial turístico e econômico; e a liberação da Redinha para construções até 30 metros.

“É uma visão de ocupação que não acontece do dia para o outro. Vai depender do mercado, dos investimentos e a limitação dos 30 metros talvez seja um incremento para impulsionar a ocupação da Redinha de forma mais interessante financeiramente. Na área não edificante de Ponta Negra destacamos a proposta de fazer o alargamento do calçadão e permitir a ocupação da área inferior dos lotes, de forma que preserva uma paisagem. Além disso, subdividir grandes lotes da Via Costeira em lotes menores, permitindo uma ocupação mais dinâmica com empreendimentos menores “, explicou a secretária.

No caso da Redinha, professora da UFRN, Ruth Ataíde, do Fórum de Direito à Cidade, alertou que ainda é preciso regulamentar aquela Área de Proteção Ambiental, antes de autorizar construções acima do permitido atualmente. “Como se dispensa a liberação para 10 andares para só depois submetralmente à preferência? A religião já está pronta para ser discutida aqui na Câmara. Se a Procuradoria liberar, já pode ser votada porque é uma discussão que deve ser feita logo”, sugeriu a professora .

O representante da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH / RN), George Gosson, disse que nas realizações para execução da minuta da revisão do Plano Diretor foi constatada a estagnação do litoral de Natal. “Por isso, é preciso ocupar nove milhas ociosos de orla e é preciso ter instrumentos que estimulem essa ocupação porque as leis atuais não incentivam o uso. O turista não quer ficar isolado da população”, disse ele.

Para a vereadora Divaneide Basílio (PT), revisora ​​do projeto na Comissão Especial, o tema sobre a orla também inclui as Áreas Especiais de Interesse Social (AEIS). “Infelizmente, muitas vezes esse debate é desvirtuado. Uma AEIS não concorre com o turismo. Ela é uma garantia de direito social, de cidade digna para quem ali mora”, enfatizou.

O debate sobre como AEIS será tema da audiência do próximo dia 10 de dezembro. Antes disso, no dia 3, serão discutidas como ZPAs. Já na próxima quarta-feira, 1º de dezembro, uma audiência pública na Comissão de Finanças vai debater sobre outorga onerosa, transferência de potencial construtivo e IPTU progressivo.

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ANÁLISE POLÍTICA: RODRIGO CONSTANTINO CHAMA MORO DE JUÍZ HERÓI E POLÍTICO DEMAGOGO

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado estamos publicando a opinião e a visão do comentarista político Rodrigo Constantino sobre o discurso inaugural de Sergio Moro como político nesta quarta-feira, onde o rotula de juiz herói e político demagogo. Acho importante ver e ouvir a opinião de todos os comentaristas políticos de relevância nacional neste momento em que o ex-juiz entra definitivamente para a política. A minha percepção é de que estão todos muito ansiosos e altamente exigentes com alguém que, até aqui só prestou um incomensurável serviço à nação. Cobrando dele um projeto de governo com todas as soluções desde já. Ele fala que Sergio Moro se apresenta como um herói, mas na verdade ele, assim como tantos outros, estão ávidos por esse herói que nunca chega e descarregam essa ansiedade toda em cima do pobre ex-juiz. Então vamos assistir ao vídeo completo a seguir, refletir e aguardar as cenas dos próximos capítulos com paciência e parcimônia.

Fonte:

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O ASSUNTO SOBRE DEMOCRACIA NA VENEZUELA E NICARÁGUA PRATICAMENTE MONOPOLIZOU AS DISCUSSÕES NA ASSEMBLEIA -GERAL DA OEA

Democracia na Nicarágua e na Venezuela domina debate na OEA

Segundo dia da 51ª Assembleia-Geral da Organização dos Estados Americanos ficou marcado por troca de acusações entre países

Guatemala é a sede virtual da 51ª Assembleia-Geral da OEA

JUAN MANUEL HERRERA/EFE/OEA – 10.11.2021

A democracia na Nicarágua e na Venezuela foi o principal assunto desta quinta-feira (11) na 51ª Assembleia-Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), na qual a pandemia de Covid-19 e a recuperação econômica da região foram temas secundários.

A “situação” dos dois países praticamente monopolizou as discussões dos 34 Estados-membros da entidade regional, que realiza a assembleia-geral de 10 a 12 de novembro, com a Guatemala como sede virtual do evento, apesar das constantes queixas da Nicarágua.

“A Nicarágua se respeita, senhor presidente”, disse Michael Campbell, representante da Nicarágua, ao ministro das Relações Exteriores guatemalteco, Pedro Brolo.

A reação do país centro-americano foi uma resposta a um projeto de resolução incluído no ponto 24 da ordem de trabalhos da assembleia, promovido pelas representações de Canadá, Antígua e Barbuda, Chile, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, República Dominicana e Uruguai, a ser debatido nesta sexta-feira (12)

“Esta delegação rejeita categoricamente a inclusão do ponto 24 na ordem do dia desta assembleia-geral”, disse o funcionário nicaraguense.

A proposta de resolução sobre “a situação na Nicarágua” destaca o fato de o país centro-americano ter ignorado as iniciativas diplomáticas e técnicas empreendidas desde junho de 2019 pela OEA para promover “a democracia representativa e a proteção dos direitos humanos”.

A iniciativa também declara que as eleições realizadas no domingo (7) na Nicarágua, nas quais o presidente Daniel Ortega foi reeleito, “não foram livres, justas ou transparentes e carecem de legitimidade democrática”, e que “as instituições democráticas da Nicarágua foram seriamente minadas pelo governo”.

Contudo, Campbell afirmou que o mandato foi “renovado” de forma “livre, transparente e soberana através do voto de quase 3 milhões de cidadãos nicaraguenses em 7 de novembro”, e que o país “continuará a forjar um futuro de paz, prosperidade e bem-estar”.

Canadá entre críticos

Durante a sessão, o Canadá foi um dos países mais críticos ao governo Ortega, que venceu as eleições de domingo, questionadas pela comunidade internacional.

A ministra das Relações Exteriores canadense, Mélanie Joly, disse que o seu país está “profundamente preocupado com o que acaba de acontecer na Nicarágua”, em referência às eleições de domingo passado, as quais descreveu como “injustas”. Joly acrescentou que as eleições “não foram livres devido à prisão de líderes da oposição, jornalistas e membros da sociedade civil”.

Em resposta, o representante da Nicarágua rejeitou as “falsas declarações” da ministra canadense e disse novamente que “a Nicarágua se respeita”.

Campbell aproveitou a oportunidade para mencionar que “o mundo inteiro ficou chocado com a descoberta de sepulturas não marcadas de crianças” no Canadá. Segundo ele, “estima-se que entre 1883 e 1996 mais de 150 mil crianças indígenas foram separadas das famílias e enviadas para reformatórios governamentais, onde sofreram todo tipo de abuso físico e sexual, tortura e até assassinato”.

Em conclusão, o representante nicaraguense perguntou se “pode haver democracia sem a plena participação dos povos indígenas”. “Pode haver democracia sem justiça para tantas famílias e comunidades indígenas?”, questionou.

Objeção a Guaidó e crítica à Venezuela

A Venezuela também se tornou uma fonte de polêmica ao longo do dia, depois de México e Bolívia terem se mostrado contra a presença do líder opositor venezuelano Juan Guaidó e destacado que o governo do presidente Nicolás Maduro anunciou a sua decisão de deixar a entidade em 2017.

Essa posição sobre a representação da Venezuela foi acompanhada por representantes de Nicarágua, Argentina, Dominica, Antígua e Barbuda, Belize e Trinidad e Tobago. O presidente da 51ª Assembleia-Geral e ministro das Relações Exteriores da Guatemala, Pedro Brolo, tomou nota do pedido desses países.

A OEA tem considerado Gustavo Tarre representante da Venezuela desde abril de 2019. A entidade declarou ilegítimo o atual mandato de Maduro, que começou em janeiro deste ano e terminará em 2025.

Entretanto, a vice-ministra de Assuntos Multilaterais da Colômbia, María Carmelina Londoño, apresentou uma declaração, apoiada por outros países, na qual expressou “preocupação” com a “alteração da ordem democrática” na Venezuela e a “deterioração” das suas instituições “econômicas” e “humanitárias”.

Londoño pediu uma “investigação de crimes contra a humanidade” e a “libertação imediata e incondicional de todos os presos políticos” na Venezuela, além da “realização de eleições presidenciais livres, justas e transparentes sob observação internacional crível”.

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OPINIÃO: SUSPENSÃO DA PRÉ-CANDIDATURA DE CIRO É MAIS UMA ESTRATÉGIA POLÍTICA DA VELHA RAPOSA

Caro(a) leitor(a),

Ao contrário do que Eduardo Negrão, o autor do artigo a seguir, que estamos publicando nesta edição da coluna OPINIÃO, pensa sobre a atitude de Ciro Gomes com relação a suspensão da sua pré-candidatura  à Presidência da República para as eleições de 2022. Eu acho que foi mais uma estratégia de mestre da velha raposa. Na verdade ele encontrou uma forma bastante contundente de pressionar a bancada do PDT a reverter a aprovação da PEC dos precatórios em segundo turno. Caso obtenha sucesso irá usar o episódio como capital político a seu favor na corrida às eleições presidenciais e mostrará a sua força e influência no Congresso Nacional. Então aguardemos o desfecho final de mais esse round no cenário político nacional. 

O desespero de Ciro, a “fuga” às escondidas e a iminente derrota

Ciro Gomes - Foto: José Cruz/Agência BrasilCiro Gomes – Foto: José Cruz/Agência Brasil

O eterno candidato à presidência, Ciro Gomes, comunicou a suspensão de sua pré-candidatura à Presidência da República para as eleições de 2022.

A desculpa dessa vez foi o apoio de deputados federais do PDT, seu partido, à PEC dos Precatórios. O ‘ex-presidenciável’, diz que sua decisão vai valer até que seus correligionários na Câmara dos Deputados reavaliem sua posição no segundo turno da votação, que pode ocorrer ainda nesta quinta ou na semana que vem.

Pelo menos esse foi o discurso, mas o que isso significa na verdade?

O fato é que numa campanha nunca, em hipótese nenhuma, se cogita a desistência. Isso desmobiliza a militância – ainda mais no caso de Ciro que aparece em 4º nas pesquisas.

Nessa mesma semana outro presidenciável, o apresentador Jose Luiz Datena, também jogou a toalha. Ou seja, esse seria o grande momento para Ciro se apresentar como líder da ‘resistência oposicionista’ mas ele preferiu abrir mão dessa oportunidade para choramingar no Twitter:

“Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar a minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”.

Dos 24 deputados do PDT, 15 votaram a favor da proposta do governo Bolsonaro, 6 contra e três não compareceram à sessão. O texto-base da PEC foi aprovado com 312 votos a favor, apenas quatro a mais do que o mínimo necessário.

O partido de Ciro foi o único de oposição a orientar pela aprovação da proposta. A verdade é que Ciro, assim como Lula e Datena estão sentindo nas ruas o maciço apoio popular à Jair Bolsonaro e não tem Datafolha que segure a população.

Foto de Eduardo Negrão

Fonte: Jornal da Cidade Online

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NOVO SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL DE MILITARES E BOMBEIROS DO RN FOI TEMA DE DISCUSSÃO EM AUDIÊNCIA NA ALERN

Proteção Social de militares estaduais é tema de debate na Assembleia Legislativa

26 out 2021

O novo Sistema de Proteção Social dos policiais e bombeiros militares do RN foi tema de discussão em audiência pública na Assembleia Legislativa, na tarde desta segunda-feira (25). Proposto pelo deputado Subtenente Eliabe (SDD), o debate objetivou receber sugestões de melhorias na lei estadual e esclarecer eventuais dúvidas acerca do tema.

“Essa é uma pauta importante e necessária não apenas para os militares, mas também para a população do RN, visto que esse novo sistema irá reconhecer a importância desses profissionais na garantia da segurança de todos, convertendo-se na melhoria dos serviços prestados aos cidadãos”, disse o parlamentar.
Segundo Eliabe, esse novo sistema dos militares foi estabelecido pela Lei Federal 13.954/2019, que condicionou os estados a enviarem para suas Casas Legislativas projetos de lei que tratem do assunto.

Primeiro membro da Mesa dos Trabalhos a discursar, o capitão Ramalho, da Polícia Militar do RN, fez uma explanação sobre o funcionamento do Sistema de Proteção Social, que, segundo ele, não se confunde com previdência.

“Esse é o início da conclusão de um projeto que vem se estendendo há cinco anos. A audiência de hoje é extremamente importante para a consolidação desse trabalho que trará benesses para os militares de todo o Estado”, iniciou.

De acordo com o militar, o termo “proteção social” era um entendimento doutrinário que nunca havia sido consolidado em legislação, até o advento da Lei 13.954. “Essa lei conceitua proteção social como sendo um ‘conjunto integrado de direitos, serviços e ações, permanentes e interativas, de remuneração, pensão, saúde e assistência’. É como se fosse uma seguridade. Não existe contribuição. É uma contrapartida do Estado pelos nossos serviços prestados na vida militar”, explicou.

Na sequência, o Subtenente Gonzaga, que é deputado federal por Minas Gerais e esteve à frente na construção da lei federal, falou das conquistas trazidas pela legislação à categoria. “O grande passo que a Lei 13.954 trouxe foi descaracterizar o benefício da aposentadoria dos militares do conceito de previdência, que consiste num seguro dependente de uma contribuição por determinado tempo. Após ficar constatado que não somos servidores, e sim, militares, fica claro o direito que temos à proteção social”, ressaltou.

Segundo Gonzaga, a Lei 13.954 buscou uma simetria entre os militares estaduais e os federais, não em todos os pontos, mas nos principais fundamentos. “Além disso, a Lei 13.954 deixou claro que os militares não possuem previdência e que a eles não se pode aplicar nenhuma lei dessa natureza. Ademais, foi garantida a integralidade e paridade entre ativos, inativos e pensionistas”, detalhou.

Sobre o Projeto de Lei do Rio Grande do Norte, ele afirmou que o Estado está no caminho certo. “O governo já enviou o projeto dentro dos parâmetros da lei federal e, portanto, está tudo bem encaminhado. Eu só senti falta da ampliação da proteção social com relação à questão da Saúde. Mas isso é um desafio em todos os estados”, concluiu.

Em seguida, o presidente da Federação Nacional de Praças, subtenente Éder, enriqueceu o debate, explanando algumas particularidades e experiências de Minas Gerais, além de lembrar da complexidade do sistema jurídico brasileiro e, mais especificamente, o militar.

“Não se pode entender que diminuir o tamanho da cesta de benefícios aos militares seria economizar para o Estado. O único órgão de Segurança que fica alerta 24 horas por dia é a Polícia Militar. Então o que a gente espera do Legislativo é que ele não conceda um benefício, mas uma garantia”, disse.

Para o Coronel Josenildo Acioly Bento, subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar do RN, os três pilares do Sistema de Proteção Social são a paridade/integralidade, a saúde e a assistência social.

“A Proteção Social não se trata de privilégio. É um benefício, uma garantia. E eu vou mais além: é uma compensação pela nossa atividade militar. Os civis têm acesso a 34 direitos sociais, enquanto nós militares temos apenas seis. Então nós esperamos que os deputados estaduais deem a devida atenção que o projeto merece”, pleiteou.

Na sequência, o Major Robson Teixeira, presidente da Associação dos Oficiais Militares do RN, falou da importância do Projeto de Lei que está sendo discutido na Casa.

“Esse é um projeto discutido a mil mãos, exaustivamente, para que tenhamos alcançado todos os princípios de simetria. Ou seja, todos os direitos que os membros das Forças Armadas, no que tange à sua inatividade e pensão, fosse alcançado por nós, sem distinção”.

Ele pediu ainda que se tenha o máximo de cuidado com as emendas dentro da Casa Legislativa.  “Esse texto foi escrito com muito esmero, então eu peço que, se for para acrescentar emendas, que seja para aumentar direitos, não para retirá-los de nós”, finalizou.

Fonte: Política em Foco
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RESUMO DA SEMANA: ALCOLUMBRE REAGE À PRESSÃO POR ANDRÉ MENDONÇA

Domingo é dia de você que não teve tempo para acompanhar os fatos da política nacional durante a semana que passou se atuaqlizar, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA. Assista ao programa Semana da Pan, sob o comando de Vitor Brown saiba dentre outras coisas como reagiu Davi Alcolumbre à pressão pela sabatina de André Mendonça.

Fonte:

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PONTO DE VISTA: A EXCRESSÊNCIA DE UM CONTRATO MALDITO DEIXA CAIO COPPOLLA FORA DE COMBATE

Caro(a) leitor(a),

Para mim essa foi a melhor notícia dos últimos tempos. Fazia um bom tempo que procurava a esmo, na internet, algum artigo ou fala do super competente comentarista político Caio Coppolla. O rapaz simplesmente desapareceu sem deixar vestígio, sem uma nota sobre seu sumiço, nem mesmo no seu Instagram. Agora se sabe que por força de um contrato de exclusividade, o comentarista, após ser colocado na geladeira não podia falar absolutamente nada sobre seu paradeiro sob pena de perder tudo que conquistou com seu contrato e ainda ter que indenizar a emissora CNN. Por sorte, falta pouco para o final dessa excrecência e muito em breve teremos novamente os comentários e opiniões desse grande patriota. Seja muito bem vindo de volta Caio Coppolla!  

Prestes a se livrar das amarras da CNN, Coppolla traça seu novo caminho e deve reaparecer em novembro

Imagem em destaque

O contrato de Caio Coppolla com a CNN Brasil, que termina no início do próximo mês, não será renovado.

Colocado na ‘geladeira’ pela emissora, a cláusula contratual de exclusividade emudeceu o comentarista político.

Felizmente, com o término do contrato, Coppolla poderá retornar e parece já ter o seu destino traçado.

Uma grande empresa de comunicação, que costuma ser bem mais democrática que a CNN, deve fechar com o brilhante comentarista, o ‘triturador’ de advogados esquerdistas.

Vamos aguardar…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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RESUMO DA SEMANA: ANÁLISE DAS MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOVERNO E PANE NO WHATSAPP

Neste domingo, aqui no RESUMO DA SEMANA você vai ver os principais fatos políticos que foram destaques nos noticiários, tais como análise das manifestações contra o governo e a pane no whatsapp. Por isso fique ligado e atualizado!

Fonte:

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RESUMO DA SEMANA: ANÁLISE DO DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU

Neste domingo, você que não conseguiu acompanhar o desenrolar dos fatos políticos da semana vai assistir, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA tudo que rolou no senário político nacional, com ênfase para o discurso de Bolsonaro na ONU, sob o comando de Vitor Brown no Semana da Pan, da rádio Jovem Pan. Então acomode-se na poltrona e bom programa!

Fonte:

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BOLSONARO ESTÁ EM NOVA YORK E DISCURSARÁ NA ASSEMBLEIA-GERAL DA ONU

Bolsonaro chega aos EUA para Assembleia-Geral da ONU

O presidente discursará na abertura do debate geral dos chefes de estado

Mariana Janjácomoda CNN

em Nova York

 

O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) desembarcou em Nova York, nos Estados Unidos, neste domingo (19). Ele discursará na Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na terça-feira (21).

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, publicou nas redes sociais uma foto da chegada de Bolsonaro.

Manifestantes contrários a Bolsonaro também estavam próximos do local. O pequeno grupo gritava palavras de ordem e seguravam cartazes.

Além do discurso na abertura do debate geral dos chefes de estado, o presidente do Brasil terá reuniões com outras autoridades. Uma delas é o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, na segunda-feira (20).

Fonte: CNN

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RESUMO DA SEMANA: ATOS DE 7 E 12 DE SETEMBRO, CARTA À NAÇÃO E RETORNO DA CPI

Neste domingo você vai se atualizar com os fatos políticos da semana, aqui no RESUMO DA SEMANA, cujos principais assuntos são os atos de 7 e 12 de setembro, a carta à nação do presidente Bolsonaro e o retorno da CPI da Covid. Então se você não teve tempo de acompanhar as notícias durante a semana senta ai e assiste o vídeo a seguir para se atualizar!

Fonte:

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RESUMO DA SEMANA: CIRO NOGUEIRA NA CASA CIVIL e INCÊNDIO NA ESTÁTUA DE BORBA GATO

Bom dia! Neste domingo você vai ver, aqui no RESUMO DA SEMANA tudo que rolou de mais relevante nos fatos políticos desta semana que passou, sob o comando de Larissa Pansani no programa SEMANA DA PAN. Então, se não teve tempo de acompanhar aproveite para se atualizar!

Fonte:

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MINISTRO DA CASA CIVIL E SEU SUCESSOR CONFIRMARAM A MUDANÇA NO COMANDO DA PASTA

Ramos confirma reforma ministerial e já debate transição com Ciro Nogueira

General afirma que irá assumir a Secretaria-Geral da Presidência e que Bolsonaro vai recriar Ministério do Trabalho, a ser comandado por Onyx Lorenzoni

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 21 de julho de 2021 às 20:32

Ramos confirma reforma ministerial e já debate transição com Ciro Nogueira

O ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, e o senador que irá lhe suceder no cargo, Ciro Nogueira (PP-PI), confirmaram à CNN a mudança no comando da pasta e disseram que ambos conversaram na tarde desta quarta-feira (21) e já debateram o processo de transição na pasta, que deverá começar na próxima semana.

“O senador Ciro Nogueira me ligou hoje. Foi uma conversa agradável. Disse que a primeira pessoa com quem quer conversar quando chegar ao país será comigo. Me coloquei à disposição para ajudá-lo na transição”, afirmou Ramos à CNN.

Ele também disse que deverá ir para a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni, que será alocado para o Ministério do Trabalho, a ser recriado.

Na avaliação de Ramos, a alteração foi um movimento político do presidente. “É um movimento político. O senador Ciro Nogueira é presidente do PP, que é também o partido do presidente da Câmara Arthur Lira. E eu não sou político. Seria ingenuidade dizer que não foi um movimento político.”

De acordo com o ministro, a mudança em nada altera sua relação com o governo e com Bolsonaro. “Estou aqui para servir o país, como servi ao longo da vida no Exército, e o presidente Jair Bolsonaro. Continuarei apoiando o presidente e estando ao seu lado, como estou há 48 anos.”

Fonte: CNN:

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CCJ COLOCOU EM MARCHA PROJETO DE LEI QUE PODE MUDAR FORMA DE DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS NO PAÍS

Demarcação de terras indígenas provoca debate jurídico na Câmara e no STF

Da CNN, em São Paulo *

28 de junho de 2021 às 04:30

Entenda julgamento no Supremo sobre demarcação de terras indígenas - 10/06/2021 - Poder - Folha

Uma decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na última quinta-feira (24), colocou em marcha um projeto de lei que pode mudar a forma como ocorre a demarcação de terras indígenas no país. O PL 490, que tramita desde 2007, propõe que a tese do marco temporal seja aplicada à demarcação. Na prática, isso significa que apenas os espaços comprovadamente ocupados por indígenas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, poderão ser classificados como terras demarcadas.

A decisão da CCJ em favor do PL 490 aconteceu em meio a manifestações de lideranças e representantes indígenas em Brasília. Durante a sessão, a única deputada indígena eleita, Joênia Wapichana (Rede-RR), leu uma carta elaborada por juristas que alegam ser inconstitucional o texto do projeto. Os juristas citados pela congressista ainda alertaram para uma votação do Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ser realizada nesta semana e pode decidir, em definitivo, se a tese do marco temporal se aplica ou não à demarcação de territórios indígenas.

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira fala sobre o Projeto de Lei 490/2007 e o debate jurídico sobre o assunto na Câmara e no STF. Participa do episódio Juliana de Paula Batista, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), que descreve como se dá a demarcação de terras indígenas no país hoje e como o projeto que agora segue para o plenário pode alterar esse trâmite. O episódio também conta com declarações do advogado Eloy Terena, coordenador jurídico da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), e do deputado federal Arthur Maia (DEM-BA), relator do projeto em tramitação na Câmara.

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: A LUTA DE CAIO COPPOLLA NÃO PODE SER INGLÓRIA

Caro(a) leitor(a),

Sinceramente acredito e confio na pessoa do Caio Coppolla. Tenho ele como o representante mais legítimo e fiel do interesse do povo brasileiro e um verdadeiro e legítimo patriota. Por isso tenho publicado, aqui no Blog do Saber os seus vídeos esclarecedores. No texto e no vídeo a seguir ele aborda o convite feito ao Kim Kataguiri para um debate no seu canal do Youtube, que o deputado recusou, mas não para de atacá-lo, juntamente com sua patota do MBL pelas redes sociais. Portanto eu peço a sua ajuda a este bravo guerreiro compartilhando essa publicação para o máximo de pessoas possível! 

KIM KATAGUIRI (DO MBL) SE RECUSA A DEBATER no meu canal do YouTube, contradizendo suas próprias palavras há 3 semanas: “não vou colocar empecilho, não vou fazer disso cavalo-de-batalha: se ele [Caio Coppolla] quer fazer no canal dele, vamos fazer no canal dele” 🤷🏻‍♂‍ Se insistir nesse IMPASSE, o jovem parlamentar assinará seu ATESTADO DE ARREGO. Na real, O MBL ESTÁ MORDIDO E DESESPERADO porque o tiro saiu pela culatra: a chamada para o debate trouxe mais de 50.000 (!) novos inscritos pro nosso canal – a propósito, MUITO OBRIGADO pela sua audiência e inscrição 🙏🏼🇧🇷 👉🏼Por favor, me ajude a combater falsas narrativas COMPARTILHANDO ESSE VÍDEO. E se você deseja ALERTAR OS JOVENS sobre o que é o MBL, é simples: 1) envie o link do vídeo no grupo de WhatsApp da sua FAMÍLIA; 2) MARQUE NOS COMENTÁRIOS uma pessoa querida com menos de 25 anos. Ao longo deste último mês, desde o convite pro debate, sofri uma CAMPANHA DE DIFAMAÇÃO que só confirmou para mim a natureza inescrupulosa deste Movimento e sua ambição desmedida por um PROJETO DE PODER que coloca os interesses do MBL bem à frente do Brasil. Só nos maiores canais ligados ao Movimento, em 30 dias foram 10 VÍDEOS UTILIZANDO MEU NOME NO TÍTULO, TOTALIZANDO 3h20m DE CONTEÚDO NEGATIVO E MAIS DE 2.150.000 VISUALIZAÇÕES (que eles usam para ganhar dinheiro enquanto me atacam). Isso sem contar LIVES e dezenas de postagens em outras plataformas: Telegram, WhatsApp, Instagram, Facebook… Em oposição a esse JOGO SUJO, eu publiquei apenas 1 vídeo sobre o debate, não monetizado e sem ofensas pessoais (como de costume). Ao contrário de mim, que gravo e publico meus vídeos sozinho (com a ajuda de um “freela” para artes e pequenas edições), o MBL conta com uma MILÍCIA VIRTUAL: editores de vídeos, criadores de memes, administradores de páginas de política e humor, geradores de conteúdo, gestores de perfis em redes sociais… muitos deles pagos com verbas públicas, pendurados nos gabinetes dos Parlamentares do Movimento. Como vítima recorrente dessa intolerância política e AGRESSIVIDADE GRATUITA a serviço de um Projeto de Poder, sei que o enfrentamento ao MBL é mais um “DAVI CONTRA GOLIAS”. Mas assim como Davi, ainda posso recorrer à INTELIGÊNCIA para derrotar a injustiça e a força bruta – o caminho pode ser árduo, mas todo mundo conhece o resultado dessa luta 👊🏼 Muito obrigado por COMPARTILHAREM, não percam as esperanças no Brasil e fiquem com Deus!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: PORQUE VOU DEBATER COM KIM KATAGUIRI, POR CAIO COPPOLLA

A nossa postagem deste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é um vídeo do espetacular Caio Coppolla sobre um debate que foi convidado a fazer com o jovem e irreverente deputado federal Kim Kataguri. Kim Kataguiri é um político a serviço do ambicioso projeto de poder do MBL, um movimento que há meses vem insultando o jornalista, difamando-o, distorcendo as declarações e mentindo sobre suas fontes de renda, em dezenas de vídeos e postagens nas redes sociais. Mesmo assim, o comentarista aceitou o convite pra debater com o jovem deputado, cuja prioridade absoluta é o Impeachment do Presidente da República. Neste vídeo Caio explica o porquê de ter aceitado o convite. Não deixe de assistir. É uma prévia do que você vai ver no debate!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: CONTRA BOLSONARO, PONDÉ DECLARA VOTO “CONSERVADOR” EM LULA, POR CAIO COPPOLLA

Não poderia deixar passar o brilhante comentário político do jovem, competente e preciso Caio Coppolla, sobre o que escreveu o filósofo Luiz Felipe Pondé, quanto a sua escolha para presidente da república em 2022, caso a disputa no 2º turno se dê entre Bolsonaro e Lula. Que ele, Pondé, afirma, votaria em Lula. Sensacional a análise desse brilhante comentarista político, que coloca todas as coisas nos seus devidos lugares. Assista, veja o resumo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Em artigo na Folha de S. Paulo, PONDÉ DECLAROU VOTO EM LULA no 2º turno contra Bolsonaro. Ele argumenta que o governo petista foi melhor que o atual. Até aí, é só uma opinião (fácil de refutar). Mas o filósofo “filosofou” e foi além: “a SENSIBILIDADE CONSERVADORA indica que o Lula seria a opção menos ruim. Muitos subirão pelas paredes. SE ISSO ACONTECER COM VOCÊ É PORQUE VOCÊ É SIMPLESMENTE IGNORANTE acerca do assunto”. Ensinando que “a vida não é para iniciantes”, o professor arremata: “A nossa história recente aponta para LULA COMO O CANDIDATO CONSERVADOR EM 2022”. 👉🏼 Com a devida vênia, DISCORDO TOTALMENTE. E aproveito o ensejo da divergência pra CONVIDAR @lf_ponde PRA UM DEBATE sobre o tema: “Lula ou Bolsonaro: o Conservadorismo no 2º turno”. Se você quiser que esse encontro de ideias aconteça, COMPARTILHE ESSE VÍDEO usando a hashtag #PondeXCoppolla 👉🏼 A eleição de 2022 está muito distante, mas embarcando na reflexão provocada pelo prof. Pondé, EU GOSTARIA DE SABER A SUA OPINIÃO: se o 2º turno fosse hoje, você votaria Lula, Bolsonaro ou nulo? 👀 Escreva sua escolha nos COMENTÁRIOS e aproveite pra MARCAR UMA PESSOA QUERIDA (de preferência uma “em cima do muro” 🤷🏻‍♂‍) pra ela assistir ao vídeo e dar a sua opinião também!

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A GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA SE REUNIÃO COM PREFEITOS DA REGIÃO DO VALE DO ASSÚ PARA DISCUTIR MEDIDAS DE ENFRENTAMENTO À PANDEMIA

Governadora debate medidas contra a pandemia junto a prefeitos do Vale do Açu

04 mar 2021

A governadora do Estado, professora Fátima Bezerra, se reuniu na tarde desta quarta-feira (3) com prefeitos e secretários de saúde da VIII Unidade Regional de Saúde Pública (URSAP), que contempla a região do Vale do Açu, para discutir as medidas de enfrentamento à pandemia. O Governo do Estado vem se reunindo com os municípios, por meio de videoconferências, como fez anteriormente com representantes das regiões de Mossoró e do Seridó, para acompanhar a situação na ocupação dos leitos e reforçar a importância das ações de vigilância sanitária recomendadas via decreto estadual. O pleito contou com o apoio do deputado George Soares e do secretário estadual e coordenador do Pacto pela Vida, Fernando Mineiro.

“Precisamos mais do que nunca estarmos juntos nesse novo momento de enfrentamento à pandemia no Rio Grande do Norte”, declarou a governadora.  Fátima destacou a importância de ações coordenadas nas esferas municipal, estadual e federal para garantir a saúde da população. “De um lado estamos cuidando da rede assistencial, garantindo mais leitos para atender os pacientes com Covid no Rio Grande do Norte. Ao mesmo tempo, estamos fazendo o trabalho de articulação nacional em busca de mais vacinas, de financiamento para a saúde e na questão de auxilio emergencial.”

A governadora informou que o Estado já abriu 600 leitos durante toda a pandemia e segue ampliando a rede de leitos clínicos e de UTI, mas que a oferta de vagas, por si só, não é suficiente, e que é preciso endurecer as medidas de restrição para enfrentar o aumento expressivo dos casos de Covid-19 no estado, sobretudo, no período que pode vir a ser “o mês mais difícil de toda a pandemia”.

O secretário estadual da Saúde Pública (Sesap), Cipriano Maia, comentou a saturação da rede de saúde pública, segundo ele “resultado das sucessivas aglomerações que tivemos, culminando no carnaval, e da circulação de novas cepas, já comprovadas no estado, às quais têm sido imputadas uma maior capacidade de contágio e transmissibilidade.” O titular da Sesap pontuou que o Governo busca a conscientização da população para a redução nos números de transmissibilidade ao mesmo tempo que trabalha para a abertura de novos leitos.

De acordo com a Secretária Adjunta de Saúde Pública, Maura Sobreira, a região do Vale do Açu conta atualmente com 10 leitos de UTI e o Governo articula a abertura de 6 novos leitos clínicos até a próxima sexta-feira. Ela explicou ainda que a gestão estadual aditivou contrato com a Cooperativa de Saúde para dedicar uma equipe exclusiva ao suporte destes leitos.

O Prefeito de Assú, Gustavo Soares, agradeceu pelo apoio do Governo do Estado aos Centros de Atendimento Covid e na rede pública de saúde. “As pessoas estão mais livres, achando que a pandemia cessou, e isso me traz uma preocupação imensa”, desabafou. A opinião foi compartilhada pelos demais representantes municipais. “Esse momento exige de todos nós o máximo de atenção, cuidado e empenho”, acrescentou o prefeito de São Rafael, responsável por coordenar e representar os municípios do Vale do Açú nas articulações com o Governo do Estado desde a implementação, no ano passado, do programa Pacto Pela Vida.

Fonte: Política em Foco
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OS DESTAQUES DO DEBATE PARLAMENTAR NO RN SÃO OS TEMAS AGRICULTURA FAMILIAR E REAJUSTE DOS COMBUSTÍVEIS

Agricultura familiar e reajuste dos combustíveis são debatidos por líderes parlamentares

10 fev 2021

Os líderes parlamentares, Francisco do PT, Sandro Pimentel (PSOL) e Isolda Dantas (PT), foram os oradores que ocuparam o horário de lideranças na sessão ordinária desta terça-feira (09), na Assembleia Legislativa. Os três deputados participaram presencialmente da sessão e discutiram temas como projetos do governo e reajuste nos preços dos combustíveis.

Líder do Governo, o deputado Francisco agradeceu aos pares pela dispensa de tramitação do projeto do executivo que suspende prazos relativos a concursos públicos, lembrando que já estão previstos concursos para preenchimento de vagas no Corpo de Bombeiros, na Polícia Civil, na Polícia Militar (oficiais) e no Itep. Também chamou atenção da população para notícias falsas que estão sendo espalhadas em redes sociais, sobre inscrições para retirada da Carteira Nacional de Habilitação gratuita, dentro do programa ‘CNH Popular’, do Governo do Estado.

“Cuidado para não caírem no golpe. As inscrições ainda nem foram abertas, dependem de dotação orçamentária e a previsão é o mês de março”, alertou o parlamentar. Seguindo o horário de lideranças, o deputado Sandro Pimentel, líder do PSOL, lamentou a tragédia ocorrida no bairro de Mãe Luíza e fez críticas aos sucessivos reajustes nos preços dos combustíveis. “As promessas mirabolantes do presidente estão saindo pelo ralo, inclusive a de reduzir o gás de cozinha. Que está sendo reduzido, cada família só pode gastar um em vez de dois”, disse Sandro.

O deputado Sandro Pimentel também chamou a atenção para o aumento no número de casos de Covid-19 no Rio Grande do Norte, lembrando dos réveillons promovidos com apoios de prefeituras, e alertando para a necessidade de fiscalização no período do Carnaval. “Mais uma vez um decreto que poderá não ser cumprido”, disse Pimentel, ressaltando que o ponto facultativo foi cancelado pelo governo e por prefeituras, mas que se não houver fiscalização não há como impedir aglomerações.
Líder do PT, a deputada Isolda Dantas comentou sobre reunião da governadora Fátima Bezerra (PT) com seu secretariado, realizada nesta segunda-feira (8), onde ela também participou para tratar sobre agricultura familiar. A deputada adiantou que o Rio Grande do Norte será pioneiro na preservação de sementes, guardadas de uma safra para outra, o que garantirá a cultura alimentar e impedirá o consumo cada vez mais constante de transgênicos.

A lei que garante a preservação de ‘sementes crioulas’ (originais), de autoria de Isolda, foi sancionada pela governadora e já está em vigor. “É difícil a gente comer cum cuscuz que não seja transgênicos”, disse Isolda se referindo à semente do milho que não é preservada. Segundo a deputada, sem a preservação das sementes originais, como prevê a lei de sua autoria, o paladar das pessoas termina passando por uma mutação, sem falar na questão da saúde, atingida por produtos químicos.

Fonte: Política em Foco

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RESUMO DA SEMANA: ELEIÇÕES NO CONGRESSO, FIM DA LAVA JATO? E YOUTUBE X TERÇA-LIVRE

Neste domingo, como sempre, você que não viu nada de política esta semana vai poder se atualizar, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA, assistindo ao vídeo com os principais destaques da política nacional, sob o comando de Vitor Brown do Semana da Pan, da Jovem Pan. Então, não perca tempo, comece logo a se atualizar!

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RESUMO DA SEMANA: POLÊMICA DO LEITE CONDENSADO, ISOLAMENTO EM DISCUSSÃO E BOLSONARO X MOURÃO

Domingo é dia de ficar bem informado e sendo assim convido você a assistir o vídeo a seguir com o que rolou de mais relevante na política nacional nesta semana, sob o comando de Vitor Brown da Jovem Pan. Então, comece já a se atualizar!

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BOLSONARO QUER APROVAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE EMENDA QUE REINSTITUI O COMPROVANTE DO VOTO EM PAPEL

Pauta antiga de Bolsonaro, voto impresso retorna ao debate de olho em 2022

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

13 de janeiro de 2021 às 05:00

Urna com voto impressoProtótipo de urna eletrônica com impressora acoplada

Instado a comentar a invasão do Capitólio – sede do Congresso dos Estados Unidos em Washington –, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retomou uma de suas mais antigas pautas: o voto impresso. Apesar dos debates nos EUA não envolverem o voto eletrônico, Bolsonaro estabeleceu um paralelo com possíveis contestações dos resultados no Brasil.

“Se nós não tivermos o voto impresso em [20]22, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter problema pior que os Estados Unidos”, disse o presidente brasileiro a apoiadores, no dia 7 deste mês. No mesmo dia, em transmissão ao vivo nas redes sociais, ele defendeu a análise do tema pelo Congresso Nacional.

Bolsonaro quer a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que tramita no Congresso Nacional, de autoria de uma apoiadora do governo, a deputada Bia Kicis (PSL-DF).

A PEC, se aprovada, reinstitui o comprovante em papel do voto. O voto impresso foi considerado inconstitucional em 2018 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e é criticado pela Justiça Eleitoral, que o vê como alternativa custosa e insegura.

Em entrevista à CNN, a deputada rejeita a comparação com os Estados Unidos e diz querer articular um apoio “suprapartidário” ao seu projeto. “Temos deputados dos mais diversos partidos que apoiam o voto impresso. É um projeto suprapartidário”, diz Bia Kicis.

Questionada se o projeto não dá vasão à tese defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, de que houve fraude nas eleições presidenciais de 2018, a deputada afirma querer separar as discussões.

“Falar em fraude, em invasão ao Capitólio, desvia o foco da questão. Eu quero tratar da transparência das nossas eleições”, argumenta.

Segurança das eleições

No Brasil, o voto é realizado inteiramente pelo sistema eletrônico desde as eleições de 2002.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o sistema é seguro. “Tanto quanto a capacidade humana é capaz de prover segurança, o sistema é seguro e nunca se revelou vulnerável até aqui”, disse, em agosto de 2020, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE.

De acordo com o TSE, o sistema eletrônico de votação é colocado à prova em testes públicos realizados constantemente e nunca se comprovou nenhuma fraude.

Artigo da área técnica do tribunal argumenta ainda que há a proteção por assinaturas digitais e que a urna eletrônica não possui conexão com a internet ou qualquer outro sistema, o que impediria uma invasão ao equipamento.

A última tentativa de introduzir o voto impresso foi em 2015, quando o então deputado Jair Bolsonaro o apresentou como uma emenda à minirreforma eleitoral feita naquele ano. Aprovada no Congresso, a medida acabou considerada inconstitucional pelo STF em 2018.

A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) questionando o voto impresso.

Para a chefe da PGR na ocasião, o voto impresso criaria situações em que falhas na impressora ou até um sequenciamento das cédulas permitiria identificar em quem determinado eleitor votou. O princípio constitucional do voto secreto é um dos principais pontos legais que regem as eleições no Brasil.

A emenda aprovada em 2015 acabou suspensa em junho de 2018 e foi invalidada em setembro do mesmo ano.

Durante a sessão, todos os 10 ministros votantes criticaram a lei e defenderam a segurança da urna eletrônica. Destes, dois – Dias Toffoli e Gilmar Mendes – ainda votaram a favor da aplicação da lei, por ter sido aprovada no Congresso, mas gradualmente, com período de adaptações que mitigassem os riscos e os custos.

O advogado e cientista político Marcus Vinicius Pessanha, do escritório Nelson Wilians Advogados, afirma que o resultado reflete uma tendência no ordenamento jurídico brasileiro, de forte endosso ao sistema eletrônico de votação.

“O panorama jurídico em relação ao voto impresso é praticamente pacífico de que o sistema atual é eficaz para garantir a segurança e a liberdade do voto”, diz Pessanha à CNN.

“A nossa legislação é bastante concreta no sentido de que a votação no Brasil acontece unicamente através da urna eletrônica”, completa.

Como funcionaria o voto impresso

Se transformada em emenda constitucional e mantida na Justiça, a PEC apresentada pela deputada Bia Kicis retoma a ideia de que impressoras sejam acopladas à urna eletrônica, com um recipiente lacrado e transparente onde esses votos seriam armazenados.

A proposta não prevê que o eleitor possa levar embora um comprovante do voto. No procedimento, o votante poderia observar pela transparência do recipiente se o voto computado pela urna eletrônica corresponderia ao que foi digitado por ele no equipamento.

A sugestão colocada na Câmara é que, em caso de contestação sobre o resultado, esses comprovantes possam ser contados para aferir o resultado.

Questionada pela CNN sobre como se procederia em situações de extravio ou danificação de parte dos acervos, a deputada argumenta que apenas uma proporção seria recontada.

“Estatísticos afirmam que recontando apenas 10%, 15% ou 20% das urnas você já consegue medir se houve desvio nos resultados. Pode ser até urnas sugeridas pelos partidos políticos ou sorteadas. Isso a comissão especial vai delimitar posteriormente”, disse Bia Kicis.

Tramitação no Congresso

A deputada Bia Kicis acredita que, desta vez, a aprovação da PEC que propõe garantiria a implementação do voto impresso.

“Antes, foram aprovadas leis ordinárias. Agora é uma PEC. Muda também que não temos mais uma procuradora-geral contrária para propor uma ação. O Augusto Aras [procurador-geral] é favorável a que o Congresso decida o que deve ser feito sobre isso”, disse a parlamentar.

A proposta começou avançando rapidamente, sendo aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara ainda em dezembro de 2019, ano em que foi apresentada, por 33 votos a favor e cinco contra.

Desde então, a PEC aguarda no escaninho da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a quem compete criar uma comissão especial para analisá-la.

Os dois principais candidatos a presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP), admitem colocar o tema em pauta neste ano.

Para Marcus Pessanha, mesmo se tratando de uma PEC e sem a oposição do comando do Ministério Público, é praticamente certo que o tema volte a ser tratado no Supremo, talvez até antes mesmo de ser aprovado no Congresso.

“É cada vez mais comum que matérias, mesmo ainda no processo legislativo, sejam levadas ao Supremo Tribunal Federal. Nos últimos anos, o STF tem sido muito chamado a decidir em questões consideradas políticas”, explica.

Pessanha afirma que a força de uma PEC está em resultar em uma emenda constitucional, com mais força jurídica que uma lei ordinária, mas também pelo caráter político.

“PECs precisam ser aprovadas em dois turnos na Câmara e em dois turnos no Senado. Seria uma posição política forte dos legisladores. E o sistema jurídico é fluido e dialoga com as conveniências e posições da sociedade”, argumenta.

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GEOPOLÍTICA: AUSTRÁLIA FOCARÁ SUA PRESENÇA NO MAR DO SUL DA CHINA, E NÃO ENVIARÁ MAIS MARINHA AO ORIENTE MÉDIO

Devido a pandemia e outros interesses de segurança nacional a Austrália muda o seu posicionamento estratégico GEOPOLÍTICO e resolve retirar sua já tradicional presença no Oriente Médio para focar sua presença militar no Mar do Sul da China. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê! 

Austrália não enviará mais Marinha ao Oriente Médio e focará sua presença no Mar do Sul da China

Thaís Garcia

Publicado em 23.10.2020

Por  

 

A presença naval australiana de três décadas no Oriente Médio chegará a um fim abrupto neste ano, enquanto o Governo Federal se debate com um ambiente estratégico cada vez mais incerto perto de casa.

A ministra da Defesa australiana, Linda Reynolds, anunciou que a Austrália não enviará mais um navio da Marinha Real Australiana ao Oriente Médio, o que ocorria todos os anos. O último navio da Marinha australiana implantado na região, o HMAS Toowoomba, retornou à Austrália em junho deste ano.

A Austrália também se retirará da coalizão naval liderada pelos Estados Unidos que patrulha o Estreito de Ormuz no final de 2020. Isso significa que cerca de 30 anos de operações marítimas australianas no Oriente Médio – amplamente focadas em operações de contraterrorismo e pirataria – logo chegarão ao fim.

Em comunicado, Reynolds disse que as prioridades do governo australiano agora mudaram.

“Só este ano a Marinha respondeu ao incêndio florestal e às crises de covid-19, uma implantação de cinco navios em todo o Sudeste Asiático e no Pacífico, um compromisso contínuo com as iniciativas do ‘Pacific Step Up’ e várias atividades de grande sucesso com nossos parceiros regionais”, disse a ministra.

“Agora enfrentamos um ambiente estratégico cada vez mais desafiador, que exige mais recursos da Força de Defesa Australiana (ADF) mais perto de casa.

“Como resultado, a Força de Defesa Australiana reduzirá sua presença naval no Oriente Médio para permitir que mais recursos sejam implantados em nossa região”, acrescentou.

A mudança foi sinalizada na recente Atualização Estratégica de Defesa do Governo, que declarou que a deterioração das circunstâncias estratégicas forçaria os militares a se concentrarem mais fortemente no Indo-pacífico e na região imediata da Austrália.

A China se envolveu em um grande aumento naval na última década, além de afirmar um controle crescente sobre as águas contestadas do Mar do Sul da China, construindo uma série de fortificações militares.

A relação entre os Estados Unidos e seus aliados e a China também se tornou cada vez mais hostil no pós-pandemia, aumentando drasticamente o risco de conflito na região.

A Austrália tem participado de um número crescente de exercícios navais na região com uma série de aliados e parceiros, incluindo os Estados Unidos e o Japão.

No início deste ano, navios de guerra australianos encontraram a Marinha chinesa enquanto navegavam perto de ilhas contestadas “reivindicadas” por Pequim em seu caminho para exercícios trilaterais.

No próximo mês, a Marinha australiana também voltará aos exercícios navais do Malabar com os EUA, Japão e Índia, após um hiato de mais de uma década.

Altos funcionários, militares e ministros do Governo Morrison vêm contemplando a mudança do Oriente Médio há vários anos. No ano passado, houve um debate dentro do governo federal quando o Governo Trump pediu à Austrália para se juntar a uma coalizão naval liderada pelos EUA para proteger os navios no Estreito de Ormuz, perto do Irã. No final, o Governo Morrison concordou em enviar uma aeronave de vigilância e uma fragata para se juntar à missão.

O Chefe de Operações Conjuntas da Marinha autraliana, Tenente-general Greg Bilton, disse que a mudança anunciada pelo governo foi “histórica” ​​e a ministra Reynolds declarou que a Austrália poderia estar “orgulhosa” de sua contribuição naval.

“Há mais de 30 anos apoiamos a liberdade de navegação, a segurança marítima e o livre fluxo de comércio no Oriente Médio”, disse ela.

“Em cooperação com nossos parceiros, nossos compromissos têm sido inestimáveis ​​para cessar o comércio global de drogas, apoiando a redução de linhas de financiamento para atividades de terrorismo e aumentando a capacidade das forças regionais.”

Fonte: Conexão Política

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NO ÚLTIMO DEBATE NOS EUA OS ASSUNTOS DOMINATES FORAM RACISMO E POLÍTICA EXTERNA

 

Racismo e política externa dominam último debate nos EUA

Com mudança de regra, Donald Trump e Joe Biden fazem debate menos caótico, mas mantêm os ataques pessoais e as trocas de acusações

INTERNACIONAL

Do R7

Debate entre os candidatos Donald Trump e Joe Biden

Morry Gash/Pool via REUTERS/22-10-2020

O segundo e último debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos ocorreu de forma mais civilizada após mudanças de regras. Donald Trump (Republicano) e Joe Biden (Democrata) debateram nesta quinta-feira (22) durante uma hora e meia na Universidade Belmont, na cidade de Nashville, no estado do Tennessee.

Se o primeiro debate foi marcado por interrupções e ofensas que atrapalharam as explicações e o entendimento das propostas, desta vez a organização decidiu que os microfones seriam desligados enquanto os candidatos estivessem respondendo às questões feitas pela mediadora Kristen Welker, jornalista do canal NBC News. Os dois candidatos deveriam ter se enfrentado em três debates, mas o segundo evento foi cancelado após Donald Trump ser diagnosticado com covid-19 e não aceitar um debate virtual, como foi proposto pela organização.

PANDEMIA DE CORONAVÍRUS

Assim como ocorreu no primeiro encontro, o combate à pandemia do coronavírus abriu o debate. Donald Trump afirmou que teve que fechar a economia para lutar contra o vírus chinês, que o mundo inteiro foi afetado, houve surtos em vários estados do país, mas que eles acabaram. O presidente disse que uma vacina está quase pronta e deve ser anunciada em algumas semanas e que foi parabenizado por vários chefes de estado pelo que fez no combate à pandemia. O presidente também reafirmou que a culpa da pandemia é da China e fez o que era possível para evitar que dois milhões de norte-americanos morressem. Segundo Trump, as empresas Moderna e Johnson & Johnson estão próximas de entregar a vacina. Mais uma vez, o presidente disse que agiu certo ao fechar fronteiras com outros países mesmo sendo acusado de xenófobo por Joe Biden. Trump lembro que o candidato democrata era vice-presidente na época da gripe aviária e não lidou bem com a situação. O candidato à reeleição usou a situação da cidade de Nova York para defender a reabertura da economia mesmo com o alto número de casos e mortes na cidade. Questionado sobre as críticas ao infectologista da Casa Branca, Anthony Fauci, o presidente afirmou que ele defendeu que não era preciso usar máscara no começo da pandemia e que respeita o médico.

Joe Biden repetiu as críticas que tem feito ao presidente sobre o combate à pandemia, lembrou que 220 mil norte-americanos morreram em decorrência do coronavírus, afirmou que Trump é o responsável pela situação nos EUA e o acusou de não ter um plano para controlar a pandemia. O candidato democrata disse que Trump foi ‘absolutamente trágico’ ao lidar com a pandemia e defendeu que devem ser feitos mais testes em todo o país para que a economia consiga se recuperar e as escolas possam ser reabertas. Biden disse que Trump não foi transparente em relação à gravidade da situação e não agiu para impedir a propagação da doença. Biden também afirmou que Trump é xenófobo, mas essa acusação foi feita por outras atitudes, e não pelo fechamento da fronteira.

SEGURANÇA NACIONAL

Questionado sobre a possível influência da Rússia e do Irã nas eleições, Biden afirmou que qualquer país que interfira nas eleições dos EUA precisa ‘pagar o preço’, que na última eleição, China e Rússia interferiram no pleito. O candidato democrata afirmou que Trump não fez nada em relação ao caso, que o ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, é usado pela Rússia para defender os interesses do país europeu. Biden também afirmou que Trump tem uma conta secreta na China e se defendeu das acuações de que recebeu dinheiro da Rússia e da Ucrânia quando foi vice-presidente. O candidato democrata afirmou que liberou todas as declarações de imposto de renda, enquanto Trump esconde porque tem recebido dinheiro da China nos últimos anos. O vice-presidente afirmou que o trabalho do filho na Ucrânia não teve nada de errado.

Já Donald Trump afirmou que a família Biden recebeu 3,5 milhões de dólares da Rússia e que foi duro com os russos em termos de sanções nos últimos quatro anos.  O presidente disse que pagou milhões de dólares em impostos nos últimos anos, ao contrário do que foi revelado por reportagem do jornal The New York Times de que pagou apenas 750 dólares em impostos em 2016. O presidente afirmou que a campanha dele sofreu espionagem na última eleição e que é perseguido pelo FBI e pela Receita Federal do país, mas não encontraram nada de irregular. Sobre a acusação de ter conta na China, Trump afirmou que tem contas bancárias em vários países porque é um homem de negócios, que a conta na China foi aberta em 2013, mas a fechou em 2015, que ao contrário de Biden, não tirou proveito do seu mandato.

RELAÇÃO COM A COREIA DO NORTE

Ainda no tema sobre a política externa dos EUA, Trump afirmou que quando encontrou com Barack Obama, o ex-presidente disse que o maior problema dos EUA era a Coreia do Norte, que haveria uma guerra em breve, mas que isso não ocorreu, pois tem uma ótima relação com Kim Jong-Un. Biden disse que irá controlar a Coreia do Norte para que o país asiático não prejudique os EUA, que Trump chama o ditador de amigo, mas Kim Jong-Un é um ‘marginal’ e que um encontro com o líder só será realizado se encerrar o programa nucler. 

FAMÍLIAS NORTE-AMERICANAS

Outro tema sensível entre os dois candidatos e que desperta muita atenção da população, o programa Obamacare foi atacado por Donald Trump. O presidente reafirmou que o programa é ruim e que é preciso acabar com ele. O presidente disse que Biden foi vice-presidente por oito anos e não garantiu seguro de saúde para todos. Questionado sobre a dificuldade de aprovar programas emergenciais durante a pandemia, Trump acusou a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, de impedir que os pacotes de emergência fossem aprovados por motivos eleitorais. Sobre a situação de imigrantes e os filhos que foram separados dos pais, Trump afirmou que as fronteiras estão mais seguras, que as pessoas que levam os imigrantes para os EUA colocaram crianças em jaulas. Biden defendeu o Obamacare, disse que não irá mexer nos planos de saúde privados, que ter acesso à saúde é um direito de todos, e não um plano socialista, como acusa Donald Trump. Biden afirmou que colocar crianças em jaulas e separar dos pais é criminoso e viola os direitos humanos. O candidato também prometeu conceder cidadania para 11 milhões de imigrantes em situação ilegal no país, além de aumentar em 15 dólares o salário mínimo.

QUESTÃO RACIAL

Os protestos contra a morte de negros e a violência policial foi um dos pontos que causou maior discussão entre os candidatos. Biden afirmou que existe um racismo estrutural nos Estados Unidos, que tem um plano que irá facilitar que os negros possam fazer faculdade e tenham ajuda para abrir os próprios negócios. O candidato democrata acusou Trump de ser o presidente mais racista da história dos EUA e de ter ligação com grupos de supremacistas brancos. Biden também disse que irá fazer uma reforma no sistema penal do país. Donald Trump disse que nenhum presidente fez mais pela comunidade negra do que ele, citou que Biden votou num pacote anticrime quando era senador que levou milhões de pessoas para a cadeia e poderia ter feito uma reforma no sistema penal quando era vice-presidente.

MUDANÇA CLIMÁTICA

Questionado sobre a forma como lidou com os problemas causados pelas mudanças climáticas, Trump afirmou que os EUA têm a menor emissão de dióxido de carbono dos últimos 35 anos, citou a poluição na China, Rússia e Índia e defendeu a saída do Acordo de Paris. O presidente afirmou que o adversário é a favor de um plano que vai destruir a indústria do petróleo. Biden disse que é preciso controlar a emissão de poluentes, que mais quatro anos de Trump pode ter um efeito irreversível no clima, que vai incentivar o uso de energia limpa e ao mesmo tempo criará milhões de empregos. O candidato também afirmou que irá colocar o país novamente no Acordo de Paris e irá fazer a China cumprir os acordos internacionais sobre o meio ambiente.

LIDERANÇA

Na última parte do debate, a mediador questionou o que os candidatos irão falar ao povo dos Estados Unidos se forem eleitos Trump afirmou que se for reeleito, irá colocar o país no mesmo caminho que estava antes da ‘praga chinesa’, com crescimento da economia e criação de empregos. Biden disse que se for eleito, será presidente de todos os norte-americanos, que irá ouvir a ciência, vai combater o racismo e fará a economia crescer.

 

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ÚLTIMO DEBATE EM QUE BIDEN E TRUMP SE ENFRENTAM ANTES DAS ELEIÇÕES

 

Trump e Biden se enfrentam em último debate antes das eleições

R7 e Record News transmitem às 22h. Será o 1º encontro dos candidatos à Presidência dos EUA depois que presidente contraiu covid-19.

INTERNACIONAL

Do R7

 

Candidatos à Presidência se enfrentam em último debate antes das eleições

 

Os candidatos à Presidência dos EUA, Donald Trump e Joe Biden se enfrentarão nesta quinta-feira (22) no último debate antes das eleições no país, realizadas em novembro.

O debate será realizado na cidade de Nashville, no Tennessee, será transmitido pelo R7 e pela Record News a partir das 22h e terá tradução simultânea para o português.

Essa será a primeira vez que os dois se encontrarão depois que o presidente Donald Trump contraiu covid-19.

Na última semana, no dia 15, os dois tinham um segundo debate marcado, mas Trump se recusou a participar de um debate virtual e eles fizeram comícios separados.

O primeiro debate entre os dois foi marcado pelas interrupções de Trump cada vez que Biden tentava responder às perguntas do mediador. Depois das críticas, os organizadores decidiram que o microfone do adversário ficará mutado enquanto o outro está respondendo.

Entre as pautas deste debate estão a pandemia do novo coronavírus; disputas raciais, que se tornaram um tema essencial depois dos protestos antirracistas de junho; mudanças climáticas; família; projetos para a segurança nacional e liderança.

 

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RESUMO DA SEMANA: CURRÍCULO DE KASSIO NUNES, CELSO DE MELLO SE DESPEDE DO STF, FIM DA LAVA JATO?

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA onde você vai ver tudo que rolou na política nacional durante a semana que terminou, sob o comando de Vitor Brown da Jovem Pan. Você vai se atualizar sentado na sua poltrona mais confortável e poder fazer seu juízo de valor!

Fonte:

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DEBATE DO DIA 15 ENTRE BIDEN E TRUMP FOI CANCELADO PELA COMISSÃO ORGANIZADORA

Comissão cancela debate do dia 15 entre Trump e Biden

Segundo a entidade, o objetivo era garantir a segurança e a saúde de todos os envolvidos. A informação foi publicada nesta sexta-feira (9).

INTERNACIONAL

Do R7

Primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden aconteceu no dia 30 de setembro

Brian Snyder/REUTERS

A comissão organizadora dos debates presidenciais nos Estados Unidos cancelou o embate previsto entre os dois candidatos para o dia 15 deste mês. Segundo a entidade, o objetivo era garantir a segurança e a saúde de todos os envolvidos. A informação foi publicada nesta sexta-feira (9).

“As campanhas dos dois candidatos que se qualificaram para participar do debate fizeram uma série de declarações a respeito de suas respectivas posições quanto à disposição de participar do debate virtual no dia 15 de outubro, e cada um já anunciou planos alternativos para essa data”, diz trecho da nota.

A entidade anunciou que o outro debate programado para o dia 22 de outubro, ainda “está sujeito a considerações de segurança de saúde, e de acordo com todos os testes, o uso de máscaras, distanciamento social e outros protocolos exigidos, para acontecer na Belmont University em Nashville, Tennessee”.

Segundo a comissão, ambos candidatos concordaram em participar do debate programado para o dia 22

Fonte: R7

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NO DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS À VICE-PRESIDÊNCIA DOS EUA O COMBATE À PANDEMIA FOI O PRINCIPAL ASSUNTO

 

EUA: combate à pandemia domina debate entre candidatos a vice

Mike Pence (Republicano) e Kamala Harris (Democrata) se enfrentaram por uma hora e meia na Universidade de Utah, na cidade de Salt Lake City

INTERNACIONAL

Do R7

Barreira de acrílico separou os candidatos à vice-presidência dos EUA

Morry Gash/Pool via REUTERS/07-10-2020

A atuação do governo Trump durante a pandemia de coronavírus foi o tema central do único debate entre os candidatos à vice-presidência dos EUA. Separados por uma barreira de acrílico, Mike Pence (Republicano) e Kamala Harris (Democrata) se enfrentaram durante uma hora e meia em um debate que ganhou maior relevância após Donald Trump ser diagnosticado com covid-19.

Mike Pence, atual vice-presidente, defendeu a gestão do governo Trump no combate à pandemia e afirmou que o presidente colocou a saúde do povo norte-americano em primeiro lugar desde o início. Pence disse que uma vacina deve ficar pronta até o final do ano e acusou a adversária de alimentar uma desconfiança em relação à imunização. Kamala Harris afirmou que o presidente Trump e o vice sabiam da gravidade de situação no final de janeiro, mas esconderam a verdade da população, o que resultou em mortes e na perda de milhões de empregos.

Questionado pela mediadora Susan Page, do jornal USA Today, se o povo merece saber a condição de saúde do presidente, Mike Pence afirmou que Trump foi transparente desde que soube que estava com covid-19. Kamala Harris concordou que o povo dos EUA merece saber o estado de saúde do presidente e citou a notícia divulgada pelo jornal The New York Times de que Trump pagou apenas 750 dólares em impostos no ano de 2016. Pence defendeu o presidente e disse que a notícia não é verdadeira.

A relação com a China também causou divergências entre os dois candidatos. Pence voltou a acusar o país asiático de causar a pandemia e defendeu a atitude de Trump de fechar as fronteiras para os chineses para evitar a propagação do vírus. A candidata democrata afirmou que a China não deve ser tratada como adversária e que o presidente Xi Jinping é mais respeitado no mundo do que Donald Trump.

SITUAÇÃO ECONÔMICA E EMPREGOS

Outro tema do debate que causou atrito entre os candidatos. Kamala Harris disse que o governo Trump foi um desastre e afirmou que Biden mede a força da economia dos EUA pela quantidade de pessoas empregadas, enquanto o atual presidente avalia pela situação dos mais ricos. A senadora pela Califórnia afirmou que Biden irá investir em infraestrutura, educação e ciência, algo que foi abandonado pelo atual governo.

Mike Pence disse que Joe Biden irá aumentar os impostos, que no atual governo a renda média das famílias norte-americanas cresceu 4% e acrescentou que Trump irá reformular o Obamacare. O candidato republicano afirmou que Biden quer acabar com o fracking, que é um método de extração de combustíveis fósseis. Kamala Harris negou essa possibilidade e disse que Biden não irá aumentar os impostos de quem ganha menos de 400 mil dólares por ano.

MUDANÇA CLIMÁTICA

Assim como aconteceu no debate entre Donald Trump e Joe Biden, os candidatos à vice-presidência dos EUA discordaram da maneira como o país tem lidado com a questão ambiental. Pence reforçou a posição do governo de sair do Acordo de Paris e que voltar acabará com milhares de empregos. Kamala Harris defende o Acordo e acusou Trump de negar a ciência e os efeitos causados pelo aquecimento global.

SUPREMA CORTE E QUESTÃO RACIAL

A indicação de Amy Coney Barrett à Suprema Corte também causou discordância entres os candidatos. Pence elogiou a juíza, defendeu que Trump faça a nomeação ainda este ano e acusou os democratas de quererem aumentar as vagas na Corte para colocarem magistrados liberais. Harris afirmou que a indicação para a vaga de Ruth Bader Ginsburg deve ser feita pelo próximo presidente.

Sobre os conflitos raciais que ocorreram nos EUA nos últimos meses, a democrata acusou Trump de defender supremacistas brancos, afirmou que os protestos são legítimos e disse que Biden irá proibir a técnica de sufocamento que causou a morte de George Floyd. Pence afirmou que Trump sempre condenou supremacistas brancos e que os protesto recentes foram violentos e destrutivos. O vice-presidente disse que não há racismo estrutural nos Estados Unidos e na polícia.

Na próxima semana, no dia 15 de outubro, Donald Trump e Joe Biden vão participar do segundo debate, em Miami, na Flórida. No dia 22 de outubro, o último debate entre os candidatos à presidência dos EUA ocorrerá na cidade de Nashville, no Tennessee.

 

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DEBATE ENTRE BIDEN E TRUMP NESTA TERÇA FEIRA (29) SERÁ TRANSMITIDO PELA RECORD NEWS E R7

Record News e R7 transmitem debate entre Trump e Biden

Diretamente da cidade de Cleveland, este será o primeiro debate para as eleições 2020 nos Estados Unidos. Haverá tradução simultânea

INTERNACIONAL

Do R7

Donald Trump e Joe Biden concorrem nas eleições presidenciais dos EUA em 2020

Nesta terça-feira (29), a partir das 22h, acontece o primeiro debate da eleição americana entre Donald Trump (atual presidente) e Joe Biden (candidato do Partido Democrata). A Record News e o R7 farão a transmissão ao vivo.

Um pouco antes, às 21h40, a Record News transmite o Mundo Record News – Especial, com Heródoto Barbeiro e Rafael Algarte. Junto com cientistas políticos, os dois jornalistas farão uma análise do que pode se esperar das eleições deste ano nos Estados Unidos.

Este primeiro debate Trump/Biden será realizado na cidade de Cleveland, no Estado de Ohio e o moderador será Chris Wallace, âncora do canal Fox News americano.

Os dois candidatos abordarão os seguintes temas: histórico dos candidatos; Suprema Corte; covid-19; economia; racismo e violência nas cidades americanas e integridade das eleições. Cada tópico será discutido por 15 minutos. O debate deve ter duração total de 1h30.

A transmissão da Record News terá tradução simultânea em português.

Fonte: R7

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ANÁLISE POLÍTICA: TRÊS VISÕES DIFERENTE SOBRE O DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU

ANÁLISE POLÍTICA: TRÊS VISÕES DIFERENTE SOBRE O DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU
(Nova York - EUA, 24/09/2018) Presidente da República, Jair Bolsonaro, discursa durante a abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU). rFoto: Alan Santos/PR

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira você tem a oportunidade de ver as opiniões e visões de três comentaristas da Jovem Pan sobre o discurso de Bolsonaro na ONU. Joel Pinheiro, Adrilles Jorge e José Maria Trindade, comentaram, no programa MORNING SHOW a fala de Jair Bolosonaro num discurso gravado previamente para a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Um debate imperdível que reúne jornalistas com viés de esquerda, centro direita e direita. Então, o que está esperando? Assista já, reflita e faça seu juízo de valor!

Fonte:

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GOVERNADORA DO RN CONVOCOU A BANCADA FEDERAL PARA CONTINUAR O DEBATE, SOBRE A DESATIVAÇÃO DA PETROBRÁS NO ESTADO

Governadora e bancada federal se reúnem segunda para tratar sobre a Petrobras

30 ago 2020

Governadora se reúne com bancada federal nesta segunda(31) para discutir fechamento da Petrobras - Notícias do Pássaro

A governadora Fátima Bezerra convocou a bancada federal para dar continuidade ao debate sobre a desativação da Petrobras no Rio Grande do Norte. A reunião será realizada presencialmente na *próxima segunda-feira (31), às 10h30, no Auditório Emprotur, no Centro de Convenções de Natal.* Logo após a reunião, a governadora poderá conceder entrevistas.

Toda a bancada confirmou presença: a senadora Zenaide Maia e os senadores Jean Paul Prates e Styvenson Valentim; as deputadas federais Carla Dickson e Natália Bonavides; os deputados federais Benes Leocádio, João Maia, Rafael Motta, Walter Alves e General Girão.

Ao se reunir com o presidente da estatal, Roberto Castelo Branco, em videoconferência realizada quinta-feira (27), a chefe do Executivo estadual sugeriu a criação de um Grupo de Trabalho, que foi prontamente aceito. O encontro com os parlamentares potiguares dará sequência ao debate proposto sobre a redução dos danos que a saída da estatal deverá causar ao Estado.

Fonte: Política em Foco
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OPINIÃO: O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS E O SHOW DE CAIO COPPOLLA

Caro(a) leitor(a),

Nesta quarta-feira a noite tivemos mais show de Caio Coppolla no Grande Debate, programa da CNN, que com muita perspicácia e argumentos fundamentados mostro que esse inquérito é, como já venho falando aqui, uma aberração do juridiquê e que, mais uma vez, o STF extrapola  suas prerrogativas constitucionais e autoritariamente, desta vez ao que tudo indica, unanimemente, externalizando o perfil político e degradante da atual suprema corte. Vale a pena assistir a esse debate para entender com clareza a quem a sociedade brasieira, infelizmente, está entregue. As consequências dessa bizarrice podem ser imprevisíveis, mas também desastrosas! 

Fonte:

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DEBATE: VIDEOCONFERÊNCIA COM MPF, MÉDICOS E GESTORES DEBATE EXPERIÊNCIA COM CLOROQUINA NO ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA

 

MPF, médicos e gestores do SUS apresentam relatos práticos e técnicos das ações de enfrentamento ao coronavírus no Brasil

Entre os exemplos de ações, destaca-se o Amapá, que tem a menor disponibilidade de leitos de UTI no Brasil, e que, desde o início da pandemia, priorizou o tratamento precoce dos pacientes com cloroquina

Publicado   em 04.06.2020
Thaís Garcia

 

Nesta quarta-feira (3), em reunião por videoconferência com membros do MPF, médicos e gestores do SUS apresentaram relatos práticos e técnicos das ações de enfrentamento ao coronavírus chinês em diversas regiões do Brasil.

Integrantes do Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia Covid-19 (Giac-Covid-19) participaram da reunião com representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e com médicos que estão atuando diretamente no combate à covid-19.

Entre os exemplos de ações de enfrentamento ao coronavírus chinês, destaca-se a experiência do Amapá, que tem a menor disponibilidade de leitos de UTI no Brasil, e que, desde o início da pandemia, priorizou o tratamento farmacológico precoce dos pacientes.

Objetivo

O objetivo foi discutir o uso precoce da cloroquina em pacientes com covid-19. O Giac vem acompanhando a questão desde a semana passada, quando o tratamento precoce com o uso do remédio foi recomendado por nota informativa do Ministério da Saúde.

Cloroquina no tratamento precoce de pacientes 

Participaram da reunião os subprocuradores-gerais da República Célia Regina de Souza Delgado e Hindemburgo Chateaubriand, ambos da coordenação finalística do Giac; os procuradores da República Ailton Benedito, Edilson Vitorelli e Higor Pessoa; o vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes; a conselheira do CFM, a médica Yascara Lages; o diretor da AMB José Luiz Bonamigo Filho; e médicos com atuação direta no combate à covid-19, como Sabas Vieira, que coordena o protocolo de enfrentamento da covid-19 no Piauí; Marina Bucar, médica brasileira que atua na Espanha, entre outros profissionais.

O encontro também teve a participação de gestores. O médico Antonio Cássio Prado, prefeito do município de Porto Feliz (SP), falou sobre o trabalho desenvolvido na cidade.

Porto Feliz tem 57 mil habitantes e registra apenas três mortes na pandemia: uma causada diretamente pelo coronavírus e duas outras, pela doença associada a comorbidades graves. O município utiliza a cloroquina no tratamento precoce de pacientes e também de forma preventiva por médicos da rede municipal.

Já o coronel Pedromar Valadares, médico que trabalha no enfrentamento da pandemia no Amapá, falou sobre o caso do estado, que tem alta incidência de contaminados, baixa capacidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, no entanto, registra letalidade abaixo dos 3%. São mais de 11 mil casos confirmados e 247 óbitos.

O Amapá adotou o uso da cloroquina de forma precoce em todos os municípios e orientou a população a procurar os postos de saúde logo no início dos sintomas.

Os representantes do CFM falaram sobre a posição da entidade, que recomendou o uso da cloroquina por meio do Parecer CFM 04/2020. Ressaltaram também que, apesar disso e da nota informativa do Ministério da Saúde, os médicos são livres para receitar ou não o medicamento, de acordo com sua avaliação e com os exames clínicos, sempre mediante o consentimento livre e informado do paciente. Toda a documentação da CFM relativa ao tema será enviada ao Giac.

Os médicos participantes da reunião explicaram que a cloroquina é aprovada para tratamento de outras doenças, com grau de segurança e eficácia já comprovado. Além disso, tem baixo custo e pode ser distribuída amplamente, de forma rápida. Eles defenderam que a substância não apresenta riscos significativos ao coração. Além disso, no tratamento precoce da covid-19, a dosagem de cloroquina é baixa, com a substância administrada por pouco tempo. Por isso, não é necessário fazer eletrocardiograma em todos os pacientes, apenas naqueles que já tenham doenças cardíacas prévias e conhecidas. O teste prévio para confirmar a covid-19 também não é essencial para essa finalidade – o diagnóstico pode ser feito pelo exame clínico, sem o atraso causado pela espera do resultado do teste.

Os participantes falaram sobre os diversos estudos em andamento, incluindo o publicado pela Revista The Lancet, que contraindicou a substância nos casos de covid-19. Segundo eles, há pesquisas que já demonstram a eficácia da cloroquina na fase precoce da covid-19, evitando que a doença evolua para formas graves. Já nos casos graves, a medicação não é eficaz. Sobre o estudo da The Lancet, os especialistas afirmaram que ele tem diversos problemas de metodologia, com dados que estão sendo questionados, e, por isso, não pode ser considerado conclusivo. Além disso, os médicos que estão na linha de frente no combate à doença relataram casos positivos do uso da cloroquina.

Para Célia Delgado, a falta de informação de qualidade pode interferir no trabalho do Ministério Público. Sendo assim, o Giac vem atuando para garantir o acesso à informação aos membros focalizadores, de modo a subsidiar a atuação. Por meio de ofício, o Gabinete Integrado pediu informações ao Ministério da Saúde sobre a nota informativa que indica o uso da cloroquina. Também já realizou duas reuniões sobre o tema, ambas gravadas e que serão disponibilizadas aos membros do Ministério Público. Segundo ela, é preciso fazer gestões junto ao Ministério da Saúde, com o apoio do CFM, para aprofundar a discussão em torno do tratamento precoce e também garantir o abastecimento da medicação.

Fonte: Conexão Política

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REFLEXÃO: CAIO COPPOLLA DÁ UMA AULA IMPERDÍVEL SOBRE FEMINISMO NA PROVOCAÇÃO DE ROSÂNGELA MORO

Na coluna REFLEXÃO desta segunda-feira temos debate provocado por Rosângela Moro sobre feminismo que vale a pena conferir no programa Morning Show de hoje. Caio Coppolla dá um show de sabedoria sobre o tema!

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