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TECNOLOGIA: CIENTISTAS DESVENDAM MISTÉRIO POPULARMENTE CONHECIDO COMO “EFEITO CASTANHA-DO-BRASIL

Finalmente foi elucidado o mistério da física envolvendo a castanha-do-pará, que intrigava os cientistas há muito tempo. O fenômeno popularmente conhecido como “efeito castanha-do-Brasil”, aborda qual é a rota traçada por castanhas-do-pará para estarem sempre no topo do mix de castanhas? Foi desvendado através de uma TECNOLOGIA 3D. Lendo o artigo completo a seguir você conhecerá como foi desvendado esse mistério!

 ATUALIZADO EM 
Aparentemente trivial, descoberta pode ter implicações para as indústrias alimentícia e farmacêutica – e até para a mineração (Foto: pictavio/Pixabay)Aparentemente trivial, descoberta pode ter implicações para as indústrias alimentícia e farmacêutica – e até para a mineração (Foto: pictavio/Pixabay)

Pela primeira vez na história, pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, desvendaram o mistério por trás de um fenômeno popularmente conhecido como “efeito castanha-do-Brasil”. A partir de tecnologia 3D, a equipe respondeu a uma pergunta que intrigava a comunidade científica – e a indústria – há anos: qual é a rota traçada por castanhas-do-pará para estarem sempre no topo do mix de castanhas?

À primeira vista, o trajeto não guarda enigmas e pode ser explicado pela Física, mais especificamente pelo conceito da segregação por tamanho. Por causa de seu formato irregular, em um mix de grãos, a noz brasileira costuma ficar “por cima” de outras castanhas (a de caju, por exemplo). Facilmente observado a olho nu, numa tigela ou pacote de nozes, o fenômeno ainda não havia sido rastreado em três dimensões – foi o que fizeram os cientistas de Manchester.

Na empreitada, o grupo conseguiu acompanhar o interior de uma mistura de castanhas-do-pará com amendoins. Enquanto a embalagem era repetidamente agitada, técnicas de tomografia computadorizada de raios-X de lapso de tempo capturaram como os grãos interagiram. “Isso nos permitiu ver pela primeira vez o processo pelo qual as castanhas-do-Brasil passam o amendoim para chegar ao topo”, relata Philip Withers, professor de Ciência de Materiais e coautor do estudo, em comunicado.

Experimento capturou a evolução temporal de uma mistura de castanhas-do-pará com amendoins. Acima, as castanhas foram coloridas de acordo com o seu volume (topo), assim como os amendoins (meio). (Foto: Scientific Reports/Reprodução)Experimento capturou a evolução temporal de uma mistura de castanhas-do-pará com amendoins. Acima, as castanhas foram coloridas de acordo com o seu volume (topo), assim como os amendoins (meio). (Foto: Scientific Reports/Reprodução)

Os pesquisadores resumiram o experimento em uma imagem que revela a evolução temporal da mistura de nozes em 3D. Nela, é possível notar que o amendoim se infiltra para baixo, enquanto três castanhas-do-pará maiores alcançam o topo do recipiente – ao mesmo tempo, as castanhas brasileiras restantes aparecem presas na parte inferior.

Publicado na revista Scientific Reports nesta segunda-feira (19), o estudo explica que a primeira noz brasileira atinge os primeiros 10% da altura do reservatório após 70 ciclos de cisalhamento – como, na Física, são chamadas as tensões geradas por forças que agem em direções semelhantes –, o que acontece com as outras duas castanhas do Brasil após 150 ciclos.

O experimento também mostrou que, quando inicialmente colocadas no recipiente, as castanhas-do-pará tendem a ficar planas – isto é, no eixo horizontal – e não começam a subir até que primeiro tenham girado o suficiente em direção ao eixo vertical. Quando finalmente alcançam a superfície, elas retornam à orientação plana, como mostram gráficos feitos a partir de imagens realizadas no Centro de Pesquisa Nacional para Tomografia Computadorizada de Raios-X baseada em Laboratório (NSCT), no Instituto Henry Royce.

Segundo os pesquisadores, a orientação da castanha-do-pará é a chave para seu movimento ascendente. Acima, imagem ilustra movimento das castanhas do Brasil e amendoins ao longo do tempo. (Foto: Scientific Reports/Reprodução)Segundo os pesquisadores, a orientação da castanha-do-pará é a chave para seu movimento ascendente. Acima, imagem ilustra movimento das castanhas do Brasil e amendoins ao longo do tempo. (Foto: Scientific Reports/Reprodução)

E por que algumas das castanhas-do-pará ficaram “presas” e não chegaram ao topo como as outras? Segundo os pesquisadores, isso aconteceu em função do baixo número de amendoins na parte inferior do recipiente. São esses grãos que, ao atravessar as castanhas maiores e se infiltrar para baixo, “forçam” a subida das nozes brasileiras. Com apenas quatro deles na parte inferior, não houve fluxo de massa suficiente para impulsionar a subida dessas castanhas do Brasil – mesmo que elas tenham girado para a vertical.

E por que isso importa?

Aparentemente trivial, a descoberta pode ajudar pesquisadores a compreender melhor os efeitos que características como tamanho e a orientação de partículas têm em processos de separação (ou segregação) de materiais. Isso, de acordo com o estudo, é um fator-chave para a projeção de equipamentos industriais que promovam uma distribuição mais uniforme de ingredientes em misturas alimentícias e comprimidos medicinais – e até nas atividades de mineração.

Mas não só isso. “Essa capacidade de rastrear o movimento em 3D abrirá o caminho para novos estudos experimentais de misturas de segregação e para simulações ainda mais realistas e modelos preditivos poderosos”, sugere o estudo.

Fonte: Revista Galileu

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CIDADE PERDIDA COM CERCA DE 3,4 MIL ANOS É DESCOBERTA NO EGITO POR CIENTISTAS

Egito descobre cidade perdida de mais de 3 mil anos de idade

Segundo arqueólogos, o local teria sido fundado no reinado do faraó Amenhotep III, avó de Tutankhamon

TECNOLOGIA E CIÊNCIA

Do R7

Cientistas localizaram a cidade em setembro e encontraram paredes quase intactas

DIVULGAÇÃO VIA REUTERS – 8.4.2021

O Egito anunciou, nesta quinta-feira (8), a descoberta de uma cidade perdida de cerca de 3,4 mil anos de idade perto de alguns dos monumentos mais conhecidos do país na cidade de Luxor, a 770km ao sul do Cairo. Segundo os arqueólogos, o achado pode ser o mais importante em quase 100 anos.

A cidade, conhecida como Aten, teria sido fundada pelo rei Amenhotep III, que governou o Egito de 1391 a 1353 a.C. Os cientistas acreditam que o local, na margem ocidental do rio Nilo, foi um dos principais centros urbanos do país naquela época.

“A descoberta desta cidade perdida é a segunda mais importante da arqueologia desde a tumba de Tutankhamon”, disse em um comunicado a professora de egiptologia Betsy Bryan, da Universidade Johns Hopkins, que participou da missão.

Segundo ela, as ruínas “vão nos proporcionar um raro retrato da vida dos antigos egípcios, em um momento que pode ser considerado o auge do império”.

Cidade de reis

Aten foi localizada em uma região próxima ao Vale dos Reis, em Luxor. Foi lá que a tumba de Tutankhamon e seu sarcófago com a famosa máscara de ouro foram encontrados durante uma expedição em 1922, junto com incontáveis outros artefatos.

“Muitas missões estrangeiras procuraram por esta cidade e nunca a encontraram”, afirmou Zahi Hawass, um arqueólogo egípcio e antigo ministro de assuntos da antiguidade, que liderou a missão.

Os arqueólogos começaram as escavações em setembro, com o objetivo de achar o templo mortuário de Tutankhamon, e escolheram uma área entre os templos dos reis Ramsés III e Amenhotep III.

“Em poucas semanas, para a surpresa de todos, contornos de paredes com tijolos de barro começaram a aparecer, por todos os lados. O que os cientistas descobriram foi o local de uma grande cidade em bom estado de preservação, com paredes quase completas e cômodos cheios de objetos de uso cotidiano, preservados por milhares de anos”, diz o comunicado.

A cidade teve seu auge durante o reinado de Amenhotep III, e também durante a regência em que compartilhou o poder com seu filho, Amenhotep IV, ou Akhenaton, o pai de Tutankhamon. O chamado “rei-menino” e seu sucessor, o rei Ay, também usaram Aten.

Segundo Hawass, boa parte das ruas da cidade têm casas com paredes ainda preservadas, algumas com mais de 3 metros de altura. Os arqueólogos descobriram a idade do local analisando os hieróglifos em diversos objetos encontrados no local, como vasos de vinho, aneis, enfeites, potes de cerâmica e tijolos que continham os selos de Amenhotep III.

Na cidade, os pesquisadores já encontraram uma padaria e uma grande cozinha, com fornos e potes de cerâmica para armazenar comida, além de um centro administrativo, moldes para produzir joias, teares e outros objetos que indicam tecelagem em escala industrial para a época.

Ao norte de Aten, foi encontrado um grande cemitério, além de novas tumbas. “A expedição já está trabalhando nesses locais, e nossa missão espera encontrar mausoléus ainda intocados, cheios de tesouros”, diz o comunicado.

A cidade perdida é mais uma de uma série de descobertas recentes feitas em várias partes do país, que ajudam compor melhor o panorama das dinastias que governaram o antigo Egito. O governo atual espera que as novidades ajudem a reviver a indústria do turismo, a principal fonte de renda do país, prejudicada pela instabilidade política e a pandemia do coronavírus.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: UMA DESCOBERTA SIMPLES, MASQUE PODE SALVAR VIDAS

Uma descoberta aparentemente simples, que aos olhos dos leigos já poderia ter sido feita é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira. Uma estudante africana de 17 anos, que mora nos EUA, desenvolveu uma sutura feita à base de beterraba que muda de cor para alertar sobre possíveis infecções após cirurgias. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa insólita descoberta!

Estudante cria sutura de beterraba que alerta sobre infecção

Uma estudante africana de 17 anos, que mora nos EUA, desenvolveu uma sutura feita à base de beterraba que muda de cor para alertar sobre possíveis infecções após cirurgias.

Por causa da invenção, Dasia Taylor ficou entre os 40 finalistas do prêmio Regeneron Science Talent Search Nacional, de 2021. A descoberta já lhe rendeu 25 mil dólares, cerca de 150 mil reais.

A ideia inicial de Dasia era ajudar pacientes cirúrgicos na África a detectar infecções que podem se tornar mais graves, já que o continente tem as maiores taxas de infecção pós-cirúrgica.

O projeto surgiu em 2019, durante as aulas de química na Iowa City West High School, nos Estados Unidos, onde a estudante ganhou vários prêmios regionais em feiras de ciências.

Beterraba

O método usa a beterraba, um tubérculo que mancha qualquer superfície com sua cor avermelhada e roxa.

O pH da nossa pele é ácido e tem uma média de 5, enquanto uma ferida infectada aumenta esse pH para um nível de 9.

A cor da beterraba muda de vermelho vivo para roxo escuro conforme o nível de pH do ambiente aumenta.

“Descobri que a beterraba muda de cor no ponto de pH perfeito”, disse Taylor ao Smithsonian .

“Isso é perfeito para uma ferida infeccionada. E então, eu disse, ‘Oh, ok. A beterraba é o caminho’”, afirmou.

Corante

A próxima etapa da estudante foi utilizar o material corante da beterraba extraindo o suco da leguminosa.

Ela usou uma mistura de algodão-poliéster para o fio de sutura.

Após cinco minutos de infecção, a sutura vermelha começou a ficar roxa, sugerindo que os pacientes ficam sabendo da infecção imediatamente, talvez mesmo antes de receberem alta do hospital.

Ciências Políticas

Mesmo se destacando na área de pesquisas científicas, Dasia quer seguir outro caminho.

Após o colégio, ela sonha em estudar ciências política e se formar advogada, na Howard University.

“Tenho muito orgulho da escola porque quando alguém em nosso colégio faz algo ótimo, é celebrado em toda a sua extensão”, diz Taylor.

“Ser capaz de ser um desses destaques tem sido incrível”, concluiu a estudante prodígio.

Fio de sutura mudando de vermelho para roxo após 5 minutos detecta infecção Foto: Society for Science
Fio de sutura mudando de vermelho para roxo após 5 minutos detecta infecção Foto: Society for Science

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS: FRAGMENTOS DE TEXTO BÍBLICO, UM ESQUELETO DE 6 MIL ANOS E OUTROS ARTEFATOS FORAM ENCONTRADOS EM CAVERNAS NO MAR MORTO

A descoberta de fragmentos de texto bíblico em caverna no Mar Morto por arqueólogos israelitas é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira. Pesquisadores conseguiram reconstituir parte de texto bíblico e ainda descobriram um esqueleto com 6 mil anos. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes desta incrível descoberta!

Arqueólogos israelitas encontram fragmentos de texto bíblico em caverna

Pesquisadores conseguiram reconstruir cerca de onze linhas do pergaminho. Outros artefatos da época e um esqueleto de 6.000 anos atrás também foram descobertos

Jack Guy, da CNN
16 de março de 2021 às 15:56
Fragmentos encontrados são os primeiros pedaços de texto bíblicoFoto: Shai Halevi/Israel Antiquities Authority

Dezenas de fragmentos do texto bíblico Manuscritos do Mar Morto foram encontrados por arqueólogos no deserto da Judéia, de acordo um comunicado do governo israelense divulgado nesta terça-feira (16).

Os fragmentos são os primeiros pedaços do Manuscritos do Mar Morto, recuperados de uma caverna onde rebeldes judeus se esconderam contra o Império Romano há 1.900 anos. A última descoberta havia sido feita há 60 anos.

Os pedaços de pergaminho estão escritos em grego e contêm versículos dos livros dos profetas Zacarias e Naum.

Os arqueólogos têm trabalhado nas cavernas e falésias do Deserto da Judéia desde 2017 como parte de uma “operação nacional que visa impedir o saque de antiguidades”.

As equipes também encontraram o esqueleto de uma criança de 6.000 anos atrás, moedas raras e uma cesta completa com mantimentos que pode ser a mais velha do mundo, que pode ter mais de 10.500 anos.

Descobertos há 70 anos em cavernas ao redor de Qumran, os Manuscritos do Mar Morto estão entre os achados mais significativos da arqueologia, contendo as versões mais antigas da Bíblia Hebraica e outros textos judaicos que datam da época de Jesus.

A maioria dos rolos é mantida no Santuário do Livro, parte do Museu de Israel em Jerusalém.

Os últimos fragmentos de pergaminho foram encontrados na Caverna do Horror, que fica a cerca de 80 metros abaixo do topo de um penhasco no Deserto da Judéia, cujo único acesso é por meio de um rapel.

Pesquisadores trabalham dentro de caverno no deserto da Judeia Pesquisadores trabalham dentro da Caverna do Horror, no deserto da Judéia Foto: Eitan Klein/Israel Antiquities Authority

Desde que os Manuscritos do Mar Morto foram descobertos há mais de 70 anos, a área atraiu a atenção dos saqueadores principalmente pela região ter excelentes condições climáticas, o que significa que pergaminhos e documentos antigos ficam excepcionalmente bem preservados.

“O objetivo desta iniciativa nacional é resgatar esses raros e importantes bens patrimoniais das garras dos ladrões”, disse Israel Hasson, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel, que pediu mais recursos para concluir a operação de recuperação.

“Devemos garantir que recuperemos todos os dados que ainda não foram descobertos nas cavernas, antes que os ladrões o façam. Algumas coisas não têm valor”, ressaltou Hasson.

Hananya Hizmi, chefe da equipe do Departamento de Arqueologia da Administração Civil da Cisjordânia, disse que este foi “um momento emocionante” e que os resultados da operação colocam um holofote sobre a história da região.

“Os achados atestam um estilo de vida rico, diversificado e complexo, bem como as duras condições climáticas que prevaleciam na região há centenas e milhares de anos”, disse Hizmi.

Desde outubro de 2017, as equipes pesquisaram 80 quilômetros de cavernas do deserto, muitas das quais são praticamente inacessíveis, segundo o comunicado à imprensa.

Onze linhas de texto foram reconstruídas, incluindo partes de uma tradução grega de Zacarias 8: 16-17. Em outro fragmento, versos de Naum 1: 5-6 foram identificados.

Esqueleto de 6.000 anos atrás preservado

Os arqueólogos também descobriram um esqueleto parcialmente mumificado de uma criança de 6 a 12 anos, enterrado em uma cova rasa sob duas pedras planas e envolto em um pano, que data 6.000 anos atrás.

“Era óbvio que quem enterrou a criança a envolveu e empurrou as pontas do pano por baixo dele, assim como um pai cobre seu filho com um cobertor”, disse Ronit Lupu, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel.

“O esqueleto da criança e o envoltório de tecido estavam notavelmente bem preservados e por causa das condições climáticas na caverna, um processo de mumificação natural ocorreu; a pele, tendões e até mesmo o cabelo foram parcialmente preservados, apesar do passar do tempo.

“Séculos de clima quente e seco significam que a grande cesta, com capacidade para 90-100 litros e feita de material vegetal, pode fornecer uma nova visão sobre como os produtos eram armazenados cerca de 1.000 anos antes da invenção da cerâmica”, explicou o comunicado.

(Esse texto é uma tradução. Para ler a versão original, em inglês, clique aqui)

Fonte: CNN

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TECNOLOGIA: OSSOS VIVOS SÃO CRIADOS EM IMPRESSORA 3D POR CIENTISTAS AUSTRALIANOS

A que ponto chegou a tecnologia não? O destaque desta segunda-feira aqui na coluna TECNOLOGIA é uma nova tinta com cálcio à base de cerâmica que pode permitir aos cirurgiões no futuro imprimir em 3D peças ósseas completas com células vivas que podem ser usadas para reparar o tecido ósseo danificado. Um show de tecnologia pra ninguém botar defeito e vem da UNSW Sydney. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer todos os detalhes sobre essa nova descoberta dos pesquisadores australianos!

Cientistas usam nova tinta com cálcio para imprimir “osso” em 3D com células vivas

As impressoras 3D podem um dia se tornar um acessório permanente de salas de cirurgia, agora que os cientistas australianos mostraram que podem imprimir estruturas semelhantes a ossos contendo células vivas.

Cientistas da UNSW Sydney desenvolveram uma tinta à base de cerâmica que pode permitir aos cirurgiões no futuro imprimir em 3D peças ósseas completas com células vivas que podem ser usadas para reparar o tecido ósseo danificado.

Usando uma impressora 3D que implanta uma tinta especial feita de fosfato de cálcio, os cientistas desenvolveram uma nova técnica, conhecida como bioimpressão omnidirecional de cerâmica em suspensões de células (COBICS), que lhes permite imprimir estruturas semelhantes a ossos que endurecem em questão de minutos quando colocado na água.

Embora a ideia de impressão 3D de estruturas que imitam ossos não seja nova, esta é a primeira vez que tal material pode ser criado em temperatura ambiente – completo com células vivas – e sem produtos químicos agressivos ou radiação, disse o Dr. Iman Roohani da Escola de Química da UNSW .

“Esta é uma tecnologia única que pode produzir estruturas que imitam o tecido ósseo”, disse ele, apontando para reparos de defeitos ósseos causados ​​por acidentes ou câncer.

O professor associado Kristopher Kilian, que co-desenvolveu a tecnologia inovadora com o Dr. Roohani, diz que o fato de que as células vivas podem fazer parte da estrutura impressa em 3D, junto com sua portabilidade, é um grande avanço na tecnologia de ponta atual .

Até agora, diz ele, fazer um pedaço de material semelhante a um osso para reparar o tecido ósseo de um paciente envolve primeiro ir a um laboratório para fabricar as estruturas usando fornos de alta temperatura e produtos químicos tóxicos.

“Isso produz um material seco que é levado para um ambiente clínico ou laboratório, onde é lavado abundantemente e, em seguida, adicionado células vivas”, diz o professor Kilian.

“O legal da nossa técnica é que você pode simplesmente extrudá-la diretamente para um lugar onde há células, como uma cavidade no osso de um paciente. Podemos ir diretamente ao osso, onde existem células, vasos sanguíneos e gordura, e imprimir uma estrutura semelhante a um osso que já contém células vivas, bem naquela área. ”

“Atualmente não há tecnologias que possam fazer isso diretamente.”

Em um artigo de pesquisa publicado recentemente na Advanced Functional Materials , os autores descrevem como desenvolveram a tinta especial em uma matriz de microgel com células vivas.

“A tinta tira vantagem de um mecanismo de fixação por meio da nanocristalização local de seus componentes em ambientes aquosos, convertendo a tinta inorgânica em nanocristais de apatita óssea mecanicamente interligados”, diz o Dr. Roohani.

“Em outras palavras, ele forma uma estrutura quimicamente semelhante aos blocos de construção óssea. A tinta é formulada de tal forma que a conversão é rápida, não tóxica em ambiente biológico e só se inicia quando a tinta é exposta aos fluidos corporais, proporcionando um amplo tempo de trabalho para o usuário final, por exemplo, cirurgiões. ”

Ele diz que quando a tinta é combinada com uma substância colágena contendo células vivas, ela permite a fabricação in-situ de tecidos semelhantes aos ossos que podem ser adequados para aplicações de engenharia de tecido ósseo, modelagem de doenças, triagem de drogas e reconstrução óssea in situ e defeitos osteocondrais.

Já existe um grande interesse de cirurgiões e fabricantes de tecnologia médica. A / Prof. Kilian pensa que ainda é cedo, esse novo processo de impressão óssea pode abrir uma nova maneira de tratar e reparar o tecido ósseo.

“Esse avanço realmente abre caminho para inúmeras oportunidades que acreditamos podem ser transformadoras – desde o uso da tinta para criar osso no laboratório para modelagem de doenças, como um material bioativo para restauração dentária, até a reconstrução óssea direta em um paciente”, diz A / Prof. Kilian.

“Imagino um dia em que um paciente que precisa de um enxerto ósseo possa entrar em uma clínica onde a estrutura anatômica de seu osso é fotografada, traduzida para uma impressora 3D e impressa diretamente na cavidade com suas próprias células.

“Isso tem o potencial de mudar radicalmente a prática atual, reduzindo o sofrimento do paciente e, por fim, salvando vidas”.

Em seguida, a dupla realizará testes in vivo em modelos animais para ver se as células vivas nas construções semelhantes a ossos continuam a crescer após serem implantadas no tecido ósseo existente.

ASSISTA o vídeo do artigo completo no UNSW …

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CIÊNCIAS: CERVEJARIA COM APROXIMADAMENTE 5.000 ANOS É DESCOBERTA POR ARQUEÓLOGOS NO EGITO

O destaque desta quarta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS é a inusitada descoberta feita por arqueólogos no Egito ao desenterrarem a fábrica de cerveja mais antiga conhecida do mundo, que acredita-se ter, pelo menos, 5.000 anos e forneceu milhares de galões dessa substância dourada para rituais reais. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa história!

Arqueólogos no Egito desenterraram a fábrica de cerveja mais antiga conhecida do mundo, que se acredita ser de 5.000 anos atrás

Arqueólogos no Egito descobriram os restos de uma megabrewery de 5.000 anos – que uma vez forneceu milhares de galões dessa substância dourada para rituais reais.

Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito 

Desenterrada no antigo local de Abydos, uma das mais antigas cidades descobertas do antigo Egito, ela está sendo chamada de “a maior fábrica de cerveja do mundo”.

A cervejaria consistia em oito grandes salas, cada uma com 20 metros de comprimento, nas quais havia 40 potes de barro em cisternas decorativas dispostas em duas fileiras, onde grãos e água teriam sido aquecidos para fazer cerveja.

Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito

De acordo com o Conselho Supremo de Antiguidades, a cervejaria provavelmente remonta ao reinado do Rei Narmer, um nome menos conhecido na história egípcia, que, no entanto, deixou uma enorme marca nas terras do Nilo como fundador da Primeira Dinastia e depois. único unificador do país.

A cervejaria “pode ter sido construída neste lugar especificamente para fornecer os rituais reais que estavam ocorrendo no interior das instalações funerárias dos reis do Egito”, co-chefe da missão Matthew Adams, da Universidade de Nova York afirmou .

Abidos em seu apogeu estaria repleto de templos e tumbas, e até hoje, o Templo de Osíris, a necrópole real da Primeira Dinastia e o Templo de Seti I ainda estão intactos e podem ser visitados.

Acredita-se que a cervejaria, uma nova adição a um dos locais culturais mais importantes do Egito, tenha sido capaz de produzir 5.000 galões de cerveja em um único lote, e sem surpresa, “evidências do uso de cerveja em rituais de sacrifício foram encontradas durante escavações em essas instalações ”, disse um comunicado do ministério do turismo egípcio.

Imagem apresentada: site da cervejaria – Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito; Cerveja – Pradnyal Gandhi

Fonte: Good News Network

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CIÊNCIAS: A CIÊNCIA SE APROXIMA A PASSOS LARGOS DE COMPROVAR A TEORIA DA 5ª DIMENSÃO

Segredos ainda imperceptíveis pela ciência humana podem estar, aos poucos, sendo desvendados. Cientistas estão prestes a  descobrir a existência de uma nova partícula que comprovaria a existência de uma dimensão extra além das familiares três dimensões espaciais e do tempo – que na física são combinadas em um espaço-tempo quadridimensional. Ficou curioso? Então, leia o artigo completo a seguir e entenda essa teoria!

Teoria da quinta dimensão facilita busca da matéria escura

Descoberta na física teórica, que prevê a existência de uma nova partícula, pode ajudar a desvendar os mistérios da matéria escura e revelar segredos do início do universo

Matéria escura assinalada em azul em imagens do Hubble de seis diferentes aglomerados galácticos: novo modelo teórico significa uma revolução no estudo sobre essa elusiva forma de matéria. Crédito: Nasa, ESA, D. Harvey (École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Switzerland), R. Massey (Durham University, UK), the Hubble SM4 ERO Team, ST-ECF, ESO, D. Coe (STScI), J. Merten (Heidelberg/Bologna), HST Frontier Fields, Harald Ebeling(University of Hawaii at Manoa), Jean-Paul Kneib (LAM)and Johan Richard (Caltech, USA)

Físicos teóricos do PRISMA + Cluster of Excellence da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz (Alemanha) estão trabalhando em uma teoria que vai além do Modelo Padrão da física de partículas e pode responder a perguntas que esse modelo não cobre – por exemplo, com respeito às hierarquias das massas de partículas elementares ou a existência da matéria escura.

O elemento central da teoria é uma dimensão extra no espaço-tempo. Até agora, os cientistas enfrentaram o problema de que as previsões de sua teoria não poderiam ser testadas experimentalmente. Eles agora podem superar esse problema, como revela uma publicação na edição atual da revista “European Physical Journal C”.

Já na década de 1920, em uma tentativa de unificar as forças de gravidade e eletromagnetismo, Theodor Kaluza e Oskar Klein especularam sobre a existência de uma dimensão extra além das familiares três dimensões espaciais e do tempo – que na física são combinadas em um espaço-tempo quadridimensional. Se existisse, essa nova dimensão teria de ser incrivelmente pequena e imperceptível ao olho humano.

Renascimento notável

No final dos anos 1990, essa ideia passou por um renascimento notável, quando se percebeu que a existência de uma quinta dimensão poderia resolver algumas das profundas questões em aberto na física de partículas. Em particular, Yuval Grossman, da Universidade Stanford, e Matthias Neubert, então professor da Universidade Cornell (ambas nos EUA), mostraram em uma publicação altamente citada que a incorporação do Modelo Padrão da física de partículas em um espaço-tempo de cinco dimensões poderia explicar os padrões misteriosos até agora vistos nas massas de partículas elementares.

Vinte anos depois, o grupo de Matthias Neubert – desde 2006 no corpo docente da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz (Alemanha) e porta-voz do PRISMA + Cluster of Excellence – fez outra descoberta inesperada. Os pesquisadores descobriram que as equações do campo de cinco dimensões previam a existência de uma nova partícula pesada com propriedades semelhantes às do famoso bóson de Higgs, mas uma massa muito mais pesada – tão pesada, na verdade, que não pode ser produzida nem mesmo no colisor de partículas de mais alta energia do mundo: o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), na fronteira da França com a Suíça.

“Foi um pesadelo”, lembra Javier Castellano Ruiz, aluno de doutorado envolvido na pesquisa. “Ficamos entusiasmados com a ideia de que nossa teoria prevê uma nova partícula, mas parecia impossível confirmar essa previsão em qualquer experimento previsível.”

Desvio pela quinta dimensão

No artigo recentemente publicado, os pesquisadores encontraram uma resolução espetacular para esse dilema. Eles descobriram que a partícula proposta mediaria necessariamente uma nova força entre as partículas elementares conhecidas (nosso universo visível) e a misteriosa matéria escura (o setor escuro). Mesmo a abundância de matéria escura no cosmos, conforme observada em experimentos astrofísicos, pode ser explicada por sua teoria.

Isso oferece novas e empolgantes maneiras de pesquisar os constituintes da matéria escura – literalmente por meio de umatéria escura

m desvio pela dimensão extra – e obter pistas sobre a física em um estágio muito inicial na história do nosso universo, quando a matéria escura foi produzida.

“Depois de anos em busca de possíveis confirmações de nossas previsões teóricas, agora estamos confiantes de que o mecanismo que descobrimos tornaria a matéria escura acessível para experimentos futuros, porque as propriedades da nova interação entre a matéria comum e a matéria escura – que é mediada por nossa partícula proposta – pode ser calculada com precisão dentro de nossa teoria”, diz Matthias Neubert, chefe da equipe de pesquisa. “No final – assim esperamos –, a nova partícula pode ser descoberta primeiramente por meio de suas interações com o setor escuro.”

Fonte: Revista Planeta

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CIÊNCIAS: GEL CONTRACEPTIVO PROTEGE DE INFECÇÕES E AUMENTA A LIBIDO

Unir o útil ao agradável é o que pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte estão pretendendo ao desenvolver um novo contraceptivo em formato de gel batizado de TNG que contém não só espermicidas, evitando gravidez, como também antivirais e agentes que aumentam a libido. Você precisa ler o artigo completo a seguir e saber os detalhes dessa nova descoberta.

Cientistas criam gel contraceptivo que protege de infecções

Eficaz na prevenção de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis, produto promete ainda melhora da libido

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 27/1/2021

Existem diversos métodos de prevenção de gravidez disponíveis no mercado: DIUpílula anticoncepcionalpílula do dia seguinte e diafragma são algumas das opções. A forma mais segura de se fazer sexo, no entanto, segue sendo com a camisinha, que além de ser um contraceptivo de alta eficiência também previne contra infecções sexualmente transmissíveis.

A evolução da ciência, porém, pode trazer novidades para o mercado tão eficazes quanto a camisinha. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte estão desenvolvendo um novo contraceptivo em formato de gel batizado de TNG que contém não só espermicidas, evitando gravidez, como também antivirais e agentes que aumentam a libido.

A ideia dos responsáveis pelo gel contraceptivo foi desenvolver um produto que tivesse eficácia maior que a fornecida pelos géis contraceptivos disponíveis no mercado, considerados de baixa eficácia e sem proteção contra possíveis ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).

O novo gel contraceptivo tem ainda, segundo pesquisadores, potencial de melhorar a experiência sexual. Para isso, foram adicionados na fórmula do novo produto agentes farmacológicos que aumentam o prazer sexual, fornecem maior segurança e higiene, além de aumentarem a libido.

In vitro, o componente gossipol do gel contraceptivo se mostrou um espermicida bastante eficaz. Quando a concentração de acetato de gossipol era de 10 mg/ml, a capacidade espermicida atingiu 100% após 30s, sendo considerada uma taxa mais alta do que a dos atuais géis contraceptivos existentes.

Para os pesquisadores, a nova fórmula que utiliza substâncias aprovadas pela FDA (agência federal de saúde dos EUA) tem potencial para levar o TNG a ser comercializado em breve no mercado.

Fonte:

Redação

Minha Vida

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CIÊNCIAS: UMA DESCOBERTA ANTROPOLÓGICA PESO PESADO NA ARGENTINA PODE TER RENDIDO O MAIOR ANIMAL TERRESTRE DA HISTÓRIA DO NOSSOPLANETA

Em um sítio arqueológico descoberto na Argentina arqueólogos informam ter desenterrado o maior animal que já andou sobre a terra. Este é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Essa experiência começou em 2012 e só agora foi possível montar parte do quebra-cabeça para chegar a essa conclusão. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento dos detalhes! 

Dinossauro desenterrado na Argentina pode ser o maior animal que já andou na Terra

Uma descoberta de nove anos em andamento pode ter rendido o maior animal terrestre da história do nosso planeta.

Nobu Tamura, licença CC 

Os ossos, encontrados em 2012 na Argentina, consistiam em 24 enormes vértebras da cauda, ​​bem como partes da cintura peitoral e da pelve, o que indica que eles poderiam ser um novo membro da espécie titanosauria,  um grupo de dinossauros saurópodes que não paravam de crescer .

60-20 milhões de anos antes de um meteoro encerrar seu reinado, dinossauros gigantescos estavam realmente acertando seu passo. Na massa de terra que formou a América do Sul moderna, os titanosauria estavam alcançando alturas e comprimentos nunca antes ou desde então vistos na Terra, já que membros como Patagontitan, que  recebeu o nome da Patagônia onde foi encontrado, podiam atingir até 76 toneladas e crescer até 122 pés do nariz à cauda.

Agora, um titanossauro de 98 milhões de anos atrás, desenterrado na Formação Candeleros na província de Neuquén na Argentina, está ameaçando levar a coroa do maior dinossauro saurópode já encontrado.

“É um dinossauro enorme, mas esperamos encontrar muito mais do esqueleto em futuras viagens de campo, então teremos a possibilidade de abordar com confiança o quão grande ele era”, Alejandro Otero, paleontólogo do Museo de La da Argentina Plata, disse à CNN por e-mail.

CTyS-UNLaM Science Outreach Agency 

Ossos que suportam carga, como o fêmur ou úmero realmente ajudariam a lançar luz sobre o quão grande era este monstro comedor de plantas, mas enquanto os cientistas são normalmente reservados em seus escritos, o estudo correspondente da descoberta diz que “provavelmente excede Patagotitan no tamanho.”

O outro titanossauro da Formação Candeleros é o  Andesaurus,  que é apenas um filhote pequeno em comparação com a nova descoberta, atingindo apenas 49-59 pés de comprimento. No entanto, é útil para os cientistas poderem dizer com certeza que durante esse período específico, 98 milhões de anos atrás, havia mais de um titanossauro andando por aí.

Por maior que seja esse novo dinossauro, ele não se compara ao maior filos da história da Terra, que surpreendentemente ainda está aqui conosco – a boa e velha baleia azul, que pode pesar até 173 toneladas.

Fonte: Good News Network

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CIÊNCIAS: A DROGA ISRIB REINICIA A PRODUÇÃO DE PROTÍNAS NAS CÉLULAS, RESTAURA A FUNÇÃO DA MEMÓRIA E PROVOCA O REJUVENESCIMENTO DO CÉREBRO

Pesquisadores estão muito animados com o desempenho de uma nova droga, chamada de ISRIB, que provoca a produção de proteínas nas células, podem reverter os declínios relacionados à idade na memória e flexibilidade mental em ratos. Também mostraram uma rápida restauração das habilidades cognitivas da juventude em ratos idosos, acompanhada por um rejuvenescimento do cérebro e das células imunológicas que poderiam ajudar a explicar as melhorias na função cerebral e o melhor de tudo, sem efeitos colaterais observados. Por isso sugiro que você leia o artigo completo a seguir para se inteirar dos detalhes dessa incrível descoberta!

A droga reverte o declínio mental relacionado à idade em alguns dias, sugerindo que a capacidade cognitiva perdida não é permanente

Apenas algumas doses de uma droga experimental que reinicia a produção de proteínas nas células podem reverter os declínios relacionados à idade na memória e flexibilidade mental em ratos, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas da UC San Francisco.

A droga, chamada ISRIB, já foi demonstrada em estudos de laboratório para restaurar a função da memória meses após o traumatismo cranioencefálico (TCE), reverter deficiências cognitivas na Síndrome de Down, prevenir perda auditiva relacionada ao ruído, combater certos tipos de câncer de próstata e até melhorar cognição em animais saudáveis.

No novo estudo, publicado em 1º de dezembro no jornal de acesso aberto eLife , os pesquisadores mostraram uma rápida restauração das habilidades cognitivas da juventude em ratos idosos, acompanhada por um rejuvenescimento do cérebro e das células imunológicas que poderiam ajudar a explicar as melhorias na função cerebral – e sem efeitos colaterais observados.

“Os efeitos extremamente rápidos do ISRIB mostram pela primeira vez que um componente significativo das perdas cognitivas relacionadas à idade pode ser causado por um tipo de” bloqueio “fisiológico reversível em vez de degradação mais permanente”, disse Susanna Rosi, PhD, Lewis e Ruth Cozen Chair II e professor dos departamentos de Cirurgia Neurológica e de Fisioterapia e Ciências da Reabilitação.

“Os dados sugerem que o cérebro envelhecido não perdeu permanentemente as capacidades cognitivas essenciais, como era comumente assumido, mas sim que esses recursos cognitivos ainda estão lá, mas foram de alguma forma bloqueados, presos por um ciclo vicioso de estresse celular”, acrescentou Peter Walter, PhD, professor do Departamento de Bioquímica e Biofísica da UCSF e investigador do Howard Hughes Medical Institute. “Nosso trabalho com o ISRIB demonstra uma maneira de quebrar esse ciclo e restaurar as habilidades cognitivas que foram bloqueadas com o tempo”.

Reiniciar a produção de proteína celular é a chave para o envelhecimento

Walter ganhou vários prêmios científicos, incluindo os prêmios Breakthrough, Lasker e Shaw, por seus estudos de décadas de respostas ao estresse celular. ISRIB, descoberto em 2013 no laboratório de Walter, funciona reiniciando o maquinário de produção de proteína das células depois que ele é estrangulado por uma dessas respostas de estresse – um mecanismo de controle de qualidade celular chamado de resposta integrada ao estresse (ISR; ISRIB significa ISR InhiBitor).

O ISR normalmente detecta problemas com a produção de proteínas em uma célula – um sinal potencial de infecção viral ou mutações genéticas promotoras de câncer – e responde travando a maquinaria de síntese de proteínas da célula. Esse mecanismo de segurança é fundamental para eliminar células com comportamento inadequado, mas se ficar na posição “ligada” em um tecido como o cérebro, pode levar a problemas sérios, pois as células perdem a capacidade de realizar suas atividades normais, de acordo com Walter e colegas. .

Em particular, seus estudos recentes em animais têm implicado a ativação de ISR crônica nos déficits cognitivos e comportamentais persistentes observados em pacientes após TCE, mostrando que, em camundongos, o tratamento ISRIB breve pode reiniciar o ISR e restaurar a função cerebral normal quase durante a noite.

Os déficits cognitivos em pacientes com TCE são frequentemente comparados ao envelhecimento prematuro, o que levou Rosi e Walter a se perguntar se o ISR também poderia estar subjacente ao declínio cognitivo puramente relacionado à idade. O envelhecimento é conhecido por comprometer a produção de proteína celular em todo o corpo, à medida que muitos insultos da vida se acumulam e fatores estressantes como a inflamação crônica se dissipam nas células, podendo levar à ativação generalizada do ISR.

“Vimos como o ISRIB restaura a cognição em animais com lesão cerebral traumática, que em muitos aspectos é como uma versão acelerada do declínio cognitivo relacionado à idade”, disse Rosi, que é diretora de pesquisas neurocognitivas no UCSF Brain and Spinal Injury Center e membro do UCSF Weill Institute for Neurosciences. “Pode parecer uma ideia maluca, mas perguntar se a droga poderia reverter os sintomas do próprio envelhecimento foi apenas um próximo passo lógico.”

Os efeitos característicos do envelhecimento desapareceram literalmente da noite para o dia

No novo estudo, pesquisadores liderados pelo pós-doutorado do laboratório Rosi Karen Krukowski, PhD, treinaram animais idosos para escapar de um labirinto aquático, encontrando uma plataforma oculta, uma tarefa que normalmente é difícil para animais mais velhos aprenderem. Mas os animais que receberam pequenas doses diárias de ISRIB durante o processo de treinamento de três dias foram capazes de realizar a tarefa tão bem quanto os ratos jovens – e muito melhor do que os animais da mesma idade que não receberam a droga.

Os pesquisadores então testaram quanto tempo esse rejuvenescimento cognitivo durou e se ele poderia generalizar para outras habilidades cognitivas. Várias semanas após o tratamento inicial com ISRIB, eles treinaram os mesmos ratos para encontrar o caminho para sair de um labirinto cuja saída mudava diariamente – um teste de flexibilidade mental para ratos idosos que, como humanos, tendem a ficar cada vez mais presos em seus caminhos. Os camundongos que receberam um breve tratamento com ISRIB três semanas antes ainda tiveram um desempenho jovem, enquanto os camundongos não tratados continuaram a lutar.

Para entender como o ISRIB pode estar melhorando a função cerebral, os pesquisadores estudaram a atividade e a anatomia das células no hipocampo, uma região do cérebro com papel fundamental no aprendizado e na memória, apenas um dia depois de dar aos animais uma única dose de ISRIB. Eles descobriram que as assinaturas comuns do envelhecimento neuronal desapareceram literalmente da noite para o dia: a atividade elétrica dos neurônios tornou-se mais ágil e responsiva à estimulação, e as células mostraram uma conectividade mais robusta com as células ao seu redor, ao mesmo tempo que mostravam a capacidade de formar conexões estáveis ​​umas com as outras, geralmente vistas apenas em ratos mais jovens.

Os pesquisadores estão continuando a estudar exatamente como o ISR perturba a cognição no envelhecimento e outras condições e a entender por quanto tempo os benefícios cognitivos do ISRIB podem durar. Entre outros quebra-cabeças levantados pelas novas descobertas está a descoberta de que o ISRIB também altera a função das células T do sistema imunológico, que também são propensas a disfunções relacionadas à idade. As descobertas sugerem outro caminho pelo qual a droga pode melhorar a cognição em animais idosos e pode ter implicações para doenças de Alzheimer a diabetes, que têm sido associadas ao aumento da inflamação causada por um sistema imunológico em envelhecimento.

“Isso foi muito emocionante para mim porque sabemos que o envelhecimento tem um efeito profundo e persistente sobre as células T e que essas mudanças podem afetar a função cerebral no hipocampo”, disse Rosi. “No momento, esta é apenas uma observação interessante, mas nos dá um conjunto muito interessante de quebra-cabeças biológicos para resolver.”

O sucesso mostra a ‘serendipidade’ da pesquisa básica

Rosi e Walter foram apresentados pelo neurocientista Regis Kelly, PhD, diretor executivo do centro de inovação biotecnológica QB3 da Universidade da Califórnia, após o estudo de Walter de 2013 mostrando que a droga parecia aumentar instantaneamente as habilidades cognitivas em ratos saudáveis. Para Rosi, os resultados desse estudo implicavam em algum potencial cognitivo bloqueado no cérebro que a molécula estava de alguma forma desbloqueando, e ela se perguntou se esse impulso cognitivo extra poderia beneficiar pacientes com danos neurológicos por lesão cerebral traumática.

Os laboratórios uniram forças para estudar a questão em ratos e ficaram surpresos com o que encontraram. O ISRIB não apenas compensou alguns dos déficits cognitivos em ratos com lesão cerebral traumática – ele os apagou. “Isso nunca tinha sido visto antes”, disse Rosi. “O mantra em campo era que o dano cerebral é permanente – irreversível. Como um único tratamento com uma pequena molécula pode fazê-los desaparecer durante a noite? ”

Outros estudos demonstraram que os neurônios em todo o cérebro de animais com lesão cerebral traumática estão completamente congestionados pelo ISR. Usar o ISRIB para liberar esses freios permite que as células cerebrais voltem imediatamente ao seu funcionamento normal. Mais recentemente, estudos em animais com lesões cerebrais repetitivas muito leves – semelhantes a atletas profissionais que experimentam muitas concussões leves ao longo de muitos anos – mostraram que o ISRIB poderia reverter o aumento do comportamento de risco associado a danos aos circuitos de autocontrole no córtex frontal.

“Não é sempre que você encontra um candidato a medicamento que mostra tanto potencial e promessa”, diz Walter, chamando-o de “simplesmente incrível”.

Sem efeitos colaterais

Pode-se pensar que interferir com o ISR, um mecanismo crítico de segurança celular, certamente causaria efeitos colaterais graves, mas até agora, em todos os seus estudos, os pesquisadores não observaram nenhum. Isso provavelmente se deve a dois fatores. Primeiro, são necessárias apenas algumas doses de ISRIB para redefinir a ativação ISR crônica e não saudável de volta a um estado mais saudável. Em segundo lugar, o ISRIB praticamente não tem efeito quando aplicado a células que empregam ativamente o ISR em sua forma mais poderosa – contra uma infecção viral agressiva, por exemplo.

O ISRIB foi licenciado pela Calico, uma empresa de South San Francisco, Califórnia, que explora a biologia do envelhecimento, e a idéia de direcionar o ISR para tratar doenças foi adotada por muitas outras empresas farmacêuticas, diz Walter.

“Quase parece bom demais para ser verdade, mas com o ISRIB, parece que atingimos o ponto ideal para manipular o ISR com uma janela terapêutica ideal”, disse Walter.

Obtenha mais links para estudos de fundo do artigo original do UCSF News .

Fonte: Good News Network

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ARQUEOLOGIA: NOVOS CORPOS DESCOBERTOS EM ESCAVAÇÃO EM VILA NOS ARREDORES DE POMPEIA

Arqueólogos descobrem dois corpos quase perfeitos, do que aparenta ser um senhor e um escravo em uma vila (residência de campo) nos arredores da cidade romana de Pompeia. Acredita-se que as mortes tenham sido provocadas por choque térmico. Convido você a lero artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta descoberta arqueológica.

Encontrados corpos ‘quase perfeitos’ de moradores de Pompeia

Os dois homens, aparentemente senhor e escravo, foram mortos no dia seguinte ao da fase inicial da erupção que destruiu a cidade romana em 79 d.C.

Os dois homens teriam sobrevivido à primeira fase da erupção do Vesúvio. Crédito: Luigi Spina/Parco Archeologico di Pompei

Funcionários do Parque Arqueológico de Pompeia informaram na sexta-feira (20 de novembro) que, durante escavações em uma vila (residência de campo) nos arredores da cidade romana, foram encontrados os corpos do que se pensa ser um homem rico e seu escravo, noticiaram órgãos de imprensa como o jornal “The Guardian” e o site BBC News. Os dois homens teriam morrido tentando fugir da erupção do Monte Vesúvio, em 79 d.C., que destruiu a cidade. Os corpos estavam quase perfeitamente preservados, segundo os funcionários.

Deitados próximos um do outro, o senhor e seu escravo teriam escapado da fase inicial da erupção, quando a cidade foi coberta por cinzas vulcânicas e pedra-pomes. Mas não resistiram a uma explosão ocorrida no dia seguinte.

No mesmo local, já havia sido descoberto um estábulo de onde foram desenterrados, em 2017, os restos mortais de três cavalos atrelados. Os corpos recentemente descobertos foram objeto da criação de moldes.

Choque térmico

De acordo com especialistas, o homem mais jovem tinha provavelmente entre 18 e 23 anos. Como várias de suas vértebras estavam comprimidas, deduziu-se que ele era um trabalhador braçal ou escravo. Ele estaria usando uma túnica plissada, possivelmente de lã. O homem mais velho, com idade entre 30 e 40 anos, tinha uma estrutura óssea mais forte, principalmente na região do peito, e também usava túnica. Os dois morreram deitados no que teria sido o corredor da vila.

“É uma morte por choque térmico, como também demonstrado por seus pés e mãos cerrados”, disse Massimo Osanna, diretor do parque, a repórteres.

Segundo funcionários do parque, investigações a serem feitas nos próximos meses poderão revelar para onde os homens estavam indo e os papéis que desempenhavam na residência.

A descoberta foi “verdadeiramente excepcional”, definiu Osanna. Dario Franceschini, o ministro da Cultura da Itália, destacou a importância de Pompeia como local de estudo e pesquisa.

A violenta erupção de 79 d.C. enterrou Pompeia em cinzas, congelando a cidade e seus residentes no tempo. O incidente tornou a cidade romana na Baía de Nápoles uma rica fonte para estudos arqueológicos.

Escavações em andamento

A descoberta dos dois corpos é a mais recente de uma série proporcionada pelas escavações em Pompeia nos últimos anos. Em outubro de 2018, os corpos de duas mulheres e três crianças haviam sido encontrados amontoados no quarto de uma vila na área Regio V. Ali mesmo, uma semana antes, pesquisadores haviam achado uma inscrição de carvão que sugeria que o Vesúvio entrou em erupção em outubro de 79 d.C., e não em agosto daquele ano, como se pensava antes.

Em maio de 2018 foram encontrados os restos mortais de um homem de cerca de 30 anos que, como os dois corpos achados mais recentemente, também teria sobrevivido à primeira parte da erupção. Suas pernas e torso se projetavam de um grande bloco de pedra. Os arqueólogos consideram, porém, que não foi o bloco que o matou, mas os gases letais das fases posteriores da erupção. A vítima levava consigo um pequeno saco com 20 moedas de prata e duas de bronze, quantia equivalente hoje a cerca de 500 euros.

Descobertas no século 16, as ruínas de Pompeia começaram a ser escavadas em 1748. Mais de 1.500 das 2.000 vítimas estimadas foram encontradas ao longo dos séculos. Os trabalhos de escavação prosseguem ali durante a pandemia, enquanto o parque segue fechado a visitantes.

Fonte: Revista Planeta

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CIÊNCIAS: CIENTISTAS CANADENSES ACREDITAM QUE ENCONTRARAM UMA CURA PARA O DIABETES

100 anos após a primeira descoberta sobre o diabetes, cientistas canadenses acreditam que encontraram uma cura

Cientistas da Universidade de Alberta acabaram de curar diabetes em camundongos, abrindo as comportas para pesquisas sobre como adaptar essa cura para humanos.

A cura potencial é um marco na prevenção da crescente prevalência do diabetes em nossa sociedade, doença que, segundo a OMS, pesa 422 milhões de pessoas em todo o mundo.

O processo envolve uma aplicação de células-tronco que faz a engenharia reversa de ilhotas de insulina para fora das células sanguíneas – ratos curados da doença.

“Estamos colhendo amostras de sangue de pacientes com diabetes, retirando essas células do sangue no tempo para que possam ser alteradas e, em seguida, estamos avançando no tempo para que possamos transformá-las nas células que queremos , ” Explica o pioneiro do procedimento, Dr. James Shapiro, para a CTV, que desenvolveu o famoso“ Protocolo de Edmonton ”- outro tratamento para diabetes, na década de 1990.

O protocolo de Edmonton envolvia o uso de células de ilhotas de transplantes de órgãos, mas exigia uma poderosa medicação anti-rejeição. O novo processo de células-tronco usa as próprias células do paciente, de modo que a rejeição é impossível.

Como qualquer bom cientista, Shapiro não vai além da frase “mais pesquisas são necessárias”, mas espera receber apoio de governos se puder provar que a ciência é a mesma em humanos.

“É necessário que haja dados preliminares e, idealmente, um punhado de pacientes que demonstrem ao mundo que isso é possível e que é seguro e eficaz”, disse Shapiro.

A falta de financiamento levou um grupo de voluntários a criar uma campanha “22 por 22” para arrecadar US $ 22 milhões até 2022 , a fim de ajudar a avançar o procedimento para que ele possa estar disponível para humanos o mais rápido possível.

O Canadá não é estranho em fazer descobertas em tratamentos de diabetes – Sir Frederick Banting teve a ideia da insulina há 100 anos, com 2022 marcando o centenário de seu uso inovador. 

Fonte: goodnewsnetwork.org

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CIÊNCIAS: VACINA CONTRA CÂNCER 100% EFICAZ É A NOTÍCIA DO ANO

A notícia do ano é o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Qual é a notícia do ano? Uma vacina criada na Universidade de Harvard, contra o câncer agressivo é 100% eficaz em testes realizados em camundongos. E o melhor ainda é que ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. É o suprassumo das vacinas! Então, não deixe de ler a reportagem completa a seguir para se inteirar dessa notícia espetacular! 

Vacina contra câncer criada em Harvard é eficaz em 100% dos testes

A notícia do ano! Pesquisadores do Harvard’s Wyss Institute, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram e estão testando uma vacina personalizada e revolucionária contra o câncer agressivo.

Chamada de vacina “implantável”, do tamanho de uma aspirina, ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. E uma vez aplicada, ela faz uma reprogramação do sistema imunológico para atacar as células cancerosas, não só naquele local, mas no corpo inteiro.

A nova vacina é baseada em biomaterial e combina quimioterapia e imunoterapia para tratar tumores resistentes. Ela foi testada em ratos e “100% deles sobreviveram”, informou nesta quarta, 11, o site da Universidade de Harvard. A pesquisa foi publicada na Nature Communications. (vídeo legendado abaixo)

“100% dos camundongos que receberam a vacina em gel sobreviveram sem metástase, enquanto todos os camundongos não tratados morreram”, afirma a reportagem da universidade.

“A capacidade desta vacina de induzir respostas imunes potentes sem exigir a identificação de antígenos específicos do paciente é uma grande vantagem, assim como a capacidade da administração de quimioterapia local de contornar os graves efeitos colaterais da quimioterapia sistêmica, o único tratamento atualmente disponível para o doença ”, disse Robert P. Pinkas, um dos autores e líder da plataforma de Immuno-Materials no Wyss Institute.

“Esta vacina não apenas ativa as células dendríticas com TAAs específicos do tumor in situ, mas também remodela o microambiente do tumor para permitir ao sistema imunológico um maior acesso ao tumor e cria uma memória imunológica que evita novas recorrências.”

“O câncer de mama triplo-negativo não estimula respostas fortes do sistema imunológico e as imunoterapias existentes não conseguiram tratá-lo. No nosso sistema, a imunoterapia atrai várias células imunológicas para o tumor, enquanto a quimioterapia produz um grande número de fragmentos de células cancerosas mortas que as células imunológicas podem pegar e usar para gerar uma resposta específica do tumor eficaz “, explicou o co-primeiro autor Hua Wang, ex-pós-doutorado em Harvard e atual professor assistente no Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Illinois, Urbana-Champaign.

Vacina personalizada

Desenvolvida pela primeira vez em 2009, a vacina injetável contra o câncer tem se mostrado uma grande promessa no tratamento de vários tipos de câncer em camundongos e tem sido explorada em ensaios clínicos para o tratamento de melanoma no Dana Farber Cancer Institute.

“O implante de drogas quimioterápicas dentro da estrutura da vacina cria uma explosão de morte de células cancerosas que libera TAAs diretamente do tumor para as células dendríticas, evitando o longo e caro processo de desenvolvimento de antígenos”, disse o co-primeiro autor Alex Najibi, um estudante de graduação da SEAS no laboratório de David Mooney.

Na formulação original da vacina, moléculas encontradas em células cancerosas – chamadas antígenos associados a tumores (TAAs) – foram incorporadas junto com adjuvantes dentro do arcabouço do tamanho de uma aspirina para que as células dendríticas que chegam pudessem reconhecê-las como “estranhas” e montar uma resposta imune direcionada contra o tumor.

Esses TAAs podem ser isolados de tumores colhidos ou identificados por sequenciamento do genoma de células cancerosas e, posteriormente, fabricados, mas ambos os processos para criar vacinas contra o câncer personalizadas podem ser longos, tediosos e caros.

Os testes

Wang, Najibi e seus colegas decidiram aplicar essa nova tática de vacina contra o câncer ao TNBC, uma doença na qual os tumores suprimem agressivamente a atividade imunológica em sua área local, limitando a eficácia da imunoterapia.

A equipe carregou primeiro seu arcabouço de hidrogel de alginato com uma molécula de proteína chamada Fator Estimulante de Colônia de Granulócitos-Macrófagos (GM-CSF).

O GM-CSF estimula o desenvolvimento e a concentração de células dendríticas, que captam antígenos de tumores e outros invasores e os apresentam às células T nos gânglios linfáticos e baço para iniciar uma resposta imune.

Eles também adicionaram a droga quimioterápica doxorrubicina (Dox) ligada a um peptídeo chamado iRGD. iRGD é conhecido por penetrar em tumores e ajuda a direcionar o Dox para tumores após a liberação.

Quando camundongos com tumores TNBC foram injetados com a nova vacina, aqueles que receberam um arcabouço carregado com GM-CSF e o conjugado Dox-iRGD mostraram uma penetração significativamente melhor da droga nos tumores, aumento da morte de células cancerosas e menos tumores metastáticos nos pulmões do que aqueles que receberam géis contendo Dox conjugado a uma molécula de peptídeo embaralhada, Dox não modificada ou não foram tratados.

A análise mostrou que eles haviam acumulado um grande número de células dendríticas, indicando que os componentes da imunoterapia e da quimioterapia da vacina estavam ativos.

Terceiro componente

Encorajada pelos resultados, a equipe experimentou adicionar um terceiro componente à vacina chamado CpG, uma sequência de DNA bacteriano sintético que é conhecido por aumentar as respostas imunológicas.

Os camundongos que receberam vacinas com esta adição exibiram um crescimento tumoral significativamente mais lento e tempos de sobrevivência mais longos do que os camundongos que receberam vacinas sem ela.

Para avaliar a força e a especificidade da resposta imune gerada por esta vacina de três partes, os pesquisadores extraíram e analisaram células de nódulos linfáticos e baços dos animais. Surpreendentemente, 14% das células T retiradas dos gânglios linfáticos reagiram contra as células tumorais, indicando que foram “treinadas” pelas células dendríticas para direcionar o câncer, em comparação com apenas 5,3% dos camundongos que receberam a vacina de duas partes e 2,4% das células T de camundongos não tratados.

Além disso, dar uma dose de “reforço” da vacina 12 dias após a injeção aumentou ainda mais o tempo de sobrevivência.

Ação localizada

Embora esses resultados tenham revelado o efeito da vacina na ativação do sistema imunológico, a equipe também queria entender como ela afetava o microambiente local do tumor.

A análise das vacinas e de seus tumores próximos revelou que as células em tumores tratados com géis contendo GM-CSF, Dox-iRGD e CpG tinham uma quantidade aumentada da proteína calreticulina em suas superfícies, o que é um indicador de morte celular.

Os camundongos que receberam a vacina de três partes também exibiram um maior número de macrófagos pró-inflamatórios: leucócitos que estão associados a uma melhor atividade anticâncer e maior sobrevida.

Os pesquisadores também descobriram que o tratamento causou um aumento na expressão da proteína da superfície celular PD-L1 nas células tumorais, que é usada pelo câncer para evitar a detecção imunológica.

Eles tinham um palpite de que a co-administração de um tratamento com um inibidor de checkpoint anti-PD-1 que bloqueia essa evasão imunológica com a vacina aumentaria sua eficácia.

Eles implantaram a vacina de três partes em camundongos e, em seguida, injetaram o anti-PD-1 separadamente.

Os camundongos tratados com a combinação de vacina em gel e anti-PD-1 mostraram tamanho e número de tumor significativamente reduzidos e sobreviveram por uma média de 40 dias em comparação com 27 dias para camundongos não tratados e 28 dias para camundongos que receberam anti-PD-1 sozinho .

Esta sinergia sugeriu que a vacina pode ser melhor usada em combinação com terapias com inibidores de checkpoint.

Para imitar como a vacina contra o câncer pode ser administrada a pacientes humanos, a equipe testou sua capacidade de prevenir a recorrência do câncer após a remoção de um tumor primário.

Eles excisaram cirurgicamente os tumores TNBC de camundongos, depois injetaram sua vacina de hidrogel de três partes ou uma vacina líquida contendo todos os componentes em uma suspensão perto do local original do tumor.

Ambos os grupos tratados tiveram recorrência tumoral significativamente menor, mas a vacina em gel produziu crescimento tumoral significativamente mais lento e melhorou a sobrevida.

Próximos passos

A equipe continua a explorar a combinação de quimioterapia com vacinas contra o câncer e espera melhorar sua eficácia antitumoral para outros modelos de tumor de difícil tratamento.

E espera fazer estudos futuros para compreender mais e otimizar o sistema para que ele avance pra testes pré-clínicos e, eventualmente, pacientes humanos.

Este trabalho foi apoiado pelo National Institutes of Health, a Wyss Technology Development Fellowship e a National Science Foundation.

Veja como funciona:

Com informações da Nature e Harvard

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: UM TIPO DE ERVA DANINHA CONSEGUIU INTERROMPER O CRESCIMENTO DAS CÉLULAS DE CÂNCER DE MAMA

Cientistas estudam a planta há mais de uma década e agora o resultado da pesquisa foi publicado na revista científica New Phytologist. Uma pesquisa inovadora que vem do Reino Unido, cujos cientistas estudam uma planta há mais de uma década, concluiu que  e a tal erva daninha conseguiu interromper o crescimento das células do câncer de mama. planta é pequena e nativa da Europa e Ásia. É uma planta herbácea da família das Brassicaceae, a mesma da mostarda. Então te convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa incrível descoberta!

Erva daninha impede que câncer de mama se espalhe: estudo

Um tipo de erva daninha conseguiu interromper o crescimento das células do câncer de mama.

Cientistas estudam a planta há mais de uma década e agora o resultado da pesquisa foi publicado na revista científica New Phytologist.

A pesquisa inovadora vem do Reino Unido e a planta é a Arabidopsis thaliana, que tem flor, é pequena e nativa da Europa e Ásia.

É uma planta herbácea da família das Brassicaceae, a mesma da mostarda.

Bloqueio do câncer

As folhas foram tratadas com o hormônio vegetal jasmonato, uma substância descoberta no jasmim que aumenta as respostas das plantas ao estresse.

Em seguida, eles incubaram as folhas tratadas com células de câncer de mama.

Os pesquisadores descobriram que não apenas as células cancerosas pararam de crescer, mas as células normais permaneceram inalteradas.

Isso é significativo porque o uso da planta no tratamento do câncer de mama pode potencialmente levar a um tempo de recuperação mais rápido e menos efeitos secundários para pacientes submetidas a tratamento químico.

Novos tratamentos

A professora Alessandra Devoto, do Departamento de Ciências Biológicas da Royal Holloway University, vem conduzindo essa pesquisa desde 2006.

O trabalho também tem colaboração da Dra. Amanda Harvey, da Brunel University London, e do Prof Nicholas Smirnoff da Universidade de Exeter.

Eles também descobriram mecanismos moleculares associados às mudanças nas células do câncer de mama.

Isso vai permitir o desenvolvimento de novos tratamentos.

“Estou realmente entusiasmada por ter descoberto o incrível impacto que esta planta despretensiosa tem nas células do câncer de mama. A descoberta prova que mesmo as plantas que não tem características medicinais podem funcionar para o tratamento do câncer”, disse a professora Alessandra Devoto.

A doutora Harvey e o Professor Smirnoff acrescentaram:

“Isso também servirá para outras doenças e para o progresso desta pesquisa, obtendo mais financiamento para beneficiar a sociedade de forma mais ampla”, concluíram.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIA: ,CASEY HONNIBALL_CIENTISTA QUE DESCOBRIU ÁGUA NA LUA

Uma jovem cientista da NASA descobriu água na lua indicando que a substância está mais espalhada pelo satélite natural do que os cientistas imaginavam até então. E imaginem, ela é disléxica e isso chegou a atrapalhar seus estudos por um tempo. Leia o artigo completo a seguir e conheça melhor essa jovem cientista!

Conheça a cientista por trás da descoberta de água na Lua

Artigo foi conduzido por Casey I. Honniball. Foto: Reprodução/YouTube

A Nasa anunciou, nesta segunda-feira (26), a descoberta de moléculas de água na Lua, indicando que a substância está mais espalhada pelo satélite natural do que os cientistas imaginavam até então. A descoberta rendeu um artigo publicado na Nature Astronomy, que foi conduzido por Casey I. Honniball, do programa de pós-doutorado do Centro de Voo Espacial da Nasa.

De acordo com a agência espacial, Casey tem uma grande experiência em observação, instrumentação e operação de telescópios. A descoberta foi feita graças à análise de dados do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha da Nasa.

A carreira científica dela começou na Universidade do Arizona, onde ela se formou em astronomia. Depois de se formar, ela se tornou pesquisadora da Universidade do Havaí e foi membro do Observatório Estratosférico Terahertz II, onde atuou em testes e operações de telescópio.

Ela também foi responsável pela implantação do interferômetro Midas, instrumento que mede a interferência e interação de ondas eletromagnéticas. No fim de 2019, ela defendeu sua dissertação de doutorado: Sensoriamento Remoto por Infravermelho de Componentes Voláteis na Terra e na Lua.

Na Nasa, ela foi uma das líderes de uma pesquisa sobre a hidratação detectada na superfície da Lua e deu início às pesquisas que chegaram na descoberta das moléculas. Agora, como bolsista da agência, ela deve continuar a fazer observações lunares.

No vídeo acima, em que fala um pouco sobre sua vida, ela explica que seria considerada a última pessoa para estar na posição em que ela está pelo fato de ser disléxica e isso ter atrapalhado seus estudos por um tempo.

Na publicação, ela também mandou um recado para as mulheres que pensam em estar em um cargo como o dela. “Garotas, vocês têm que descobrir suas paixões. Se sua paixão é ciência, você precisa ir atrás disso”, afirmou.

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BOAS NOTÍCIAS: INCRÍVEL! DESCOBERTA CIENTÍFICA QUE PODE LEVAR À CURA DA COVID -19 É FEITO DE UMA MENINA DE 14

Incrível como as coisas acontecem nessa vida, não é mesmo? Com milhares de cientistas espalhados pela face da terra se debruçando dia e noite para encontrar uma solução que possa deter o coronavírus, parece que uma garota de 14 anos, estudante da 8ª série do ensino médio é quem vai por um fim àquela que foi a maior pandemia viral de todo os tempos neste planeta. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer quem é essa jovem brilhante e qual foi a sua descoberta! 

Menina de 14 anos ganha US $ 25.000 por uma descoberta científica que pode levar à cura do COVID-19

 

Há boas notícias a esse respeito, pois uma garota de 14 anos do Texas descobriu uma molécula que pode se ligar seletivamente à proteína spike do SARS-CoV-2. 

A ligação e a inibição dessa proteína viral poderiam impedir a entrada do vírus na célula, criando um alvo viável para a droga. 

Por sua descoberta, a aluna da oitava série Anika Chebrolu foi nomeada a vencedora do Desafio Jovem Cientista 3M 2020 – a principal competição de ciências do ensino médio da América. 

Como parte de sua pesquisa, Anika de Frisco examinou milhões de pequenas moléculas quanto a propriedades de semelhança com drogas, propriedades de ADMET e afinidades de ligação contra a proteína de pico usando várias ferramentas de software. 

A única molécula com melhor atividade farmacológica e biológica em relação à proteína spike do vírus SARS-CoV-2 foi escolhida como a molécula líder que pode ser uma droga potencial para o tratamento eficaz de COVID-19.

De acordo com um comunicado , ela e os outros nove finalistas passaram os últimos meses trabalhando com um cientista da 3M que atuou como mentor e trabalhou um a um para transformar uma ideia de conceito em protótipo físico. 

Anika não planejava inicialmente estudar um coronavírus. Depois de ser acometida por um forte surto de gripe no ano passado, ela esperava realmente ajudar a encontrar a cura para a gripe. 

Mas então COVID-19 atingiu o mundo, e ela sabia exatamente em que concentrar sua atenção.

Por seu trabalho de pesquisa de proteínas de pico, Anika agora pode se chamar orgulhosamente de “Melhor Jovem Cientista da América”. Além de um presente de US $ 25.000 por seu trabalho premiado, ela também receberá uma viagem especial. 

Para este herói STEM, no entanto, não se trata de prêmios ou viagens. “A ciência é a base da vida e de todo o universo e temos um longo caminho a percorrer para entendê-la totalmente”, disse ela ao Yahoo .

E este é apenas o começo do trabalho COVID-19 de Anika. Ela explicou, “como eu desenvolvo esta molécula com a ajuda de virologistas e especialistas em desenvolvimento de drogas irá determinar o sucesso desses esforços”.

Fonte: .goodnewsnetwork.org

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BOAS NOTÍCIAS: UMA TÉCNICA PARA REFLORESTAMENTO É DESENVOLVIDA POR ALUNAS BRASILEIRAS COM MINIFOGUETES

Um trio de alunas do ensino médio da escola agrícola do Paraná criou minifoguetes que transportam sementes com o objetivo de reflorestar áreas devastadas de difícil acesso. Um projeto utiliza sementes de ipê i pitanga e agora é finalista em premiação nacional. Portanto, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa interessante experiência!

Alunas brasileiras criam minifoguetes para reflorestar áreas devastadas

Tão jovens e já pensando e agindo para ajudar a natureza. Alunas brasileiras de 14, 15 e 16 anos desenvolveram um minifoguetes para reflorestar áreas devastadas.

Eles são capazes de transportar sementes até áreas de difícil acesso.

O projeto delas, na escola agrícola do Paraná, foi criado para estimular participação de meninas na ciência e agora é finalista em premiação nacional.

A ideia é das estudantes do 1º ano do Ensino Médio Estephany da Silva Alves, 15 anos, Kawany Duarte da Rocha, de 14 anos e Marina Grokorrisky, de 16 anos.

Elas desenvolveram os minifoguetes após incêndio que arrasou parque nacional na região.

Da sua casa, em Altônia, no Paraná, Estephany, que é aluna do primeiro ano de Técnico em Agropecuária, viu as chamas consumirem árvores no Parque Nacional de Ilha Grande, que destruiu 68% da área de preservação em 2019 e ameaçou comunidades do entorno.

Os minifoguetes

Feitos com tubo de PVC e movidos à base de um combustível natural, uma pilha e um fio para dar ignição, os minifoguetes foram desenvolvidos a um custo unitário de R$ 50.  O protótipo chega a subir até 300 metros.

As sementes são transportadas num compartimento especial no “bico” do veículo. Quando ele atinge a altura máxima, esse compartimento se abre e as sementes são espalhadas no solo, com uma capacidade de reflorestar uma área de 284 metros quadrados.

“Mesmo sendo distintas, as sementes de ipê e pitanga têm condições agronômicas parecidas: precisam de muita água e demoram de 3 a 4 meses para se tornarem uma planta jovem”, explica o professor.

O projeto nasceu durante as aulas de Emmanuel Zullo Godinho, professor de solos e produção vegetal.

“Nosso projeto, ‘Reflorestamento com minifoguetes: sementes para o futuro’, usa inicialmente duas sementes. O ipê, que é silvicultura, plantação de árvore; e a pitanga, que é fruticultura, e assim ajuda a recompor uma área de vegetação nativa”, explica o professor Godinho.

Lançamento

Por causa da pandemia e da atual seca no estado, os primeiros lançamentos no parque nacional devem acontecer a partir de dezembro, quando deve voltar a chover. “Reflorestar uma área queimada não é fácil. As sementes que o minifoguete vai levar já começaram a ser selecionadas na região, já estão adaptadas”, disse Godinho.

Sem recursos específicos para o reflorestamento, a equipe tem recebido ajuda da escola e de moradores da cidade.

“A gente tem recebido apoio, há quem doe os canos de PVC, a gente vai fazendo ‘no braço’, sem desistir”, conta o professor.

Prêmio

Pensado para uma feira de ciências que acontece na cidade de Palotina (PR), onde fica o Colégio Agrícola Estadual Adroaldo Augusto Colombo, frequentado pelas meninas, a proposta acabou inscrita num concurso internacional.

A iniciativa convenceu os jurados e se tornou uma das dez finalistas do Prêmio Respostas para o Amanhã, promovido globalmente pela Samsung para incentivar escolas públicas a criarem soluções tecnológicas.

“O programa estimula o pensamento crítico e o olhar de protagonista nos estudantes, propondo a utilização, na prática, dos conhecimentos que integram a abordagem STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em inglês)”, disse Isabel Costa, da Samsung Brasil.

Os ganhadores só serão conhecidos em meados de novembro. Mas, para as alunas, o reconhecimento já é um prêmio.

“Só de aprender a construir um minifoguete, de ver o lançamento e que funciona já foi muito importante”, disse Marina Grokorrisky.

Para Estephany da Silva Alves, o projeto pode, definitivamente, ser parte da mudança que ela espera ver no mundo.

“Tem sido uma grande oportunidade de aprender mais, ajudar o meio ambiente, de conscientizar todos sobre a destruição das queimadas. E elas estão acontecendo em muitos lugares do Brasil agora”, justifica.

Lançamento do minifoguete - Foto: Colégio Agrícola Adroaldo Augusto Colombo
Lançamento do minifoguete – Foto: Colégio Agrícola Adroaldo Augusto Colombo

Com informações da DW

Fonte: Só Notícia Boa

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: PESQUISADORAS MILANESAS CONSEGUEM PRODUZIR PAPEL A PARTIR DE RESÍDUOS ALIMENTARES

Duas jovens pesquisadoras italianas descobriram uma forma alternativa de produzir papel a partir de resíduos alimentares de forma totalmente verde. O processo permite dar nova vida aos resíduos alimentares que normalmente seriam queimados e obviamente não teriam mais uso. Por isso, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa extraordinária descoberta, cuja natureza agradece!

 

papel desperdício de comida

A partir da união de diferentes projetos em que trabalharam, os dois pesquisadores criaram o projeto Bi-Rex,  um nome que vem da união de “biomassa” e “reciclagem” e graças a este projeto podem descobrir uma forma alternativa de obter celulose, matéria-prima da qual é feito o papel, de desperdícios de alimentos, em especial de resíduos do processamento de cerveja, cascas de arroz e cascas de camarão.

Um processo que permite dar nova vida aos resíduos alimentares que normalmente seriam queimados e obviamente não teriam mais uso, criando um processo de economia circular em que um produto completamente novo é criado a partir de um produto a ser eliminado.

no caso, papel, um papel reciclado que, para ser produzido, não impactaria em nada a vida das árvores e que também economizaria no custo da incineração de resíduos,

em vez de serem destruídos, os resíduos se transformam em biomassa da qual se extrai a celulose que, além dos resíduos alimentares, também pode ser extraída de outros tipos de materiais, como sacos compostáveis,

os resíduos alimentares são processados ​​de forma sustentável com a adição de solventes atóxicos e não poluentes a baixas temperaturas, nunca ultrapassando os 100 graus até que sejam extraídas as partículas de celulose que os compõem.

o seu projeto Bi-Rex obteve um financiamento de 30 mil euros, vencendo um concurso organizado pelo Politécnico em colaboração com a Deloitte e Polihub, a incubadora da universidade milanesa, e foi recentemente selecionado pela European Chemical Regions Network e incluída entre os melhores projetos de criação de fontes alternativas de matéria-prima.

A meta dos dois investigadores é conseguir no próximo ano fazer do seu projecto uma start-up que visa inovar respeitando o ambiente e a sustentabilidade, também através do financiamento atribuído pelo Politécnico, 160 mil euros com o objetivo de estudar a viabilidade e sustentabilidade econômica do projeto em escala industrial.

papel desperdício de comida

Fonte: Politzei

 

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DESCOBERTA DE SUBSTÂNCIA QUE PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DA OBESIDADE É PATENTEADA POR PESQUISADORES DA UFRN

Por Ranniery Sousa, Inter TV Cabugi

 

Pesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade — Foto: ReproduçãoPesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade.

Da Floresta Amazônica vem a substância que pode ser a esperança para um novo tratamento contra a obesidade. Pesquisadores das Universidades Federais do Rio Grande do Norte e do Amazonas conseguiram extrair do Breu Branco, uma planta típica da floresta, o composto que está sendo testado para inibir a produção de gordura no organismo. A pesquisa já dura mais de sete anos e está na segunda etapa, com testes em animais.

Primeiro, os camundongos receberam dietas hipercalóricas, engordaram e depois tomaram o remédio que está sendo desenvolvido. O resultado demonstra que eles não só perderam peso, como o tratamento também evitou a absorção de mais gordura. Taxas de colesterol e glicemia também apresentaram melhoras no tratamento.

Com os estudos avançando, os farmacêuticos potiguares patentearam a descoberta e agora devem avançar para a próxima etapa de testes, em humanos.

“A Amirenona, essa substância nova natural, que é derivada do Breu Branco, atua com um mecanismo para inibir as taxas de carboidratos e lipídios do organismo. Reduzindo o peso corpóreo e atuando também na redução da glicemia e da taxa de lipídios. Então, tem uma série de fatores que vai atuar no metabolismo do organismo para inibir essas taxas pra reduzir o peso”, explica o professor Adley Lima, que coordena as pesquisas na UFRN.

Os pesquisadores estão animados com os resultados, que têm se mostrado promissores. Até agora, o composto teve eficiência de mais de 90% nos testes e sem efeitos colaterais importantes. Duas indústrias farmacêuticas brasileiras já procuraram a equipe de cientistas para investir no trabalho, que deve durar mais quatro anos até criar um produto final.

“A gente ainda tem ensaios em camundongos para realizar, comparando o produto com a substância isolada. A expectativa é que, com a solubilidade que conseguimos, o efeito melhore, então a gente espera que tenha uma atividade maior ainda referente a redução do peso e obesidade”, afirma Adley Lima, que é professor do departamento de Farmácia da UFRN.

Professor Adley Lima é o orientador da dissertação de mestrado de Luana Carvalho — Foto: Reprodução

A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado de Luana Carvalho, orientada por Adley. “A obesidade é um problema crônico e agora, nesse momento de pandemia do coronavírus, as pessoas obesas estão em grupo de risco. Se esse medicamento já fosse comercializado, ele poderia salvar a vida de uma gama de pessoas que hoje vivem obesas”, conta a pesquisadora.

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais da metade (55,7%) da população adulta do país está com excesso de peso e quase 19,8% está obesa.

Fonte: G1 RN

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CIÊNCIAS: UM SALTO QUÂNTICO DA CIÊNCIA NO DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS DO FIGADO

Nesta edição da coluna CIÊNCIAS temos uma descoberta da ciência que é um verdadeiro salto quântico. Cientistas da UC San Diego criaram uma nova ferramenta de diagnóstico baseada no microbioma intestinal natural que pode identificar fibrose e cirrose hepática de maneira rápida e barata em 90% das vezes. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessas grande descoberta!

Cientistas dão um salto gigantesco no diagnóstico de doenças do fígado usando o microbioma intestinal natural

A doença hepática crônica representa um grande problema de saúde pública global, afetando cerca de 844 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, e está entre as principais causas de mortalidade nos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. Ao mesmo tempo, é difícil de gerenciar e diagnosticar. Agora, o microbioma dentro do intestino de uma pessoa pode ser a resposta inesperada.

Uma equipe colaborativa do Salk Institute e cientistas da UC San Diego criaram uma nova ferramenta de diagnóstico baseada em microbioma que pode identificar fibrose e cirrose hepática de maneira rápida e barata em 90% das vezes.

O método não invasivo depende de um algoritmo para analisar as amostras de fezes do paciente – que contém traços do que vive no intestino – e pode levar a melhores cuidados com o paciente e resultados de tratamento para doenças do fígado.

“O microbioma é um sensor vivo dinâmico de pequenas mudanças na saúde e na doença do corpo e, como tal, fornece uma leitura precisa da saúde corporal”, diz Salk Professor Ronald Evans, coautor do estudo publicado na Cell Metabolism . “Por ser um diagnóstico rápido e de baixo custo, pode ser algo que se torne amplamente utilizado, principalmente nas diversas áreas que carecem de clínicas e médicos especializados. Dito de forma simples, pode ser uma verdadeira virada de jogo, com implicações mundiais. ”

A doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD) é a principal causa de doença hepática crônica em todo o mundo e pode progredir para fibrose e cirrose hepática e potencialmente câncer, pois o fígado começa a apresentar cicatrizes e morte celular. Mas faltam ferramentas de diagnóstico para fibrose hepática e cirrose. As biópsias são invasivas e podem não detectar regiões afetadas do fígado, e as ressonâncias magnéticas são caras e muitas vezes não estão disponíveis em áreas rurais. Para enfrentar esses desafios, a equipe de pesquisa explorou o microbioma como uma forma de atender à necessidade urgente de um novo teste para identificar pacientes em risco.

“Procuramos desenvolver um teste universal e não invasivo para fibrose hepática e cirrose com base em uma ‘assinatura do microbioma’ da doença”, diz Michael Downes, cientista sênior da Salk e coautor do estudo.

Em colaboração com cientistas do Departamento de Medicina da UC San Diego, a equipe otimizou um método computacional chamado aprendizado de máquina para descobrir uma assinatura de doença complexa com base em 19 espécies bacterianas presentes nas amostras de fezes de um grupo de pacientes. A assinatura é composta por diferentes quantidades de bactérias, criando uma impressão digital universal para a identificação de fibrose e cirrose hepática. O estudo incluiu 163 amostras clínicas de familiares saudáveis ​​e doentes para identificar variáveis ​​indicativas de doença hepática.

Usando dados do perfil genético do microbioma e de metabólitos das amostras de fezes, os pesquisadores descobriram uma assinatura do microbioma associada a um diagnóstico de cirrose com 94 por cento de precisão. A assinatura do microbioma também pode determinar o estágio da fibrose hepática, o que permite aos médicos classificar os pacientes com base no estágio da doença e melhorar as estratégias de tratamento.

“Esses resultados demonstram que é possível usar o aprendizado de máquina para identificar uma assinatura universal que pode ser usada para o diagnóstico preciso de uma doença, como a cirrose hepática”, diz Tae Gyu Oh, primeira autora do artigo e pesquisadora de pós-doutorado no Evans lab. “Os padrões que encontramos refletem a complexidade do microbioma e como a saúde intestinal provavelmente afeta as doenças”.

Os pesquisadores então aplicaram sua assinatura de microbioma a duas populações independentes de pacientes da China e Itália. A assinatura da equipe pode identificar com precisão a cirrose em mais de 90 por cento dos pacientes, o que valida o poder e a precisão do algoritmo em diferentes genéticas e dietas.

“É notável que uma assinatura do microbioma intestinal derivada de pacientes residentes no sul da Califórnia para cirrose foi capaz de prever a cirrose em duas coortes independentes residentes na China e na Itália. Ele fala sobre as novas descobertas que ainda não foram realizadas no papel do microbioma intestinal para diagnosticar e estratificar doenças do fígado ”, diz Rohit Loomba, co-autor e diretor do NAFLD Research Center da UC San Diego School of Medicine. “Acho que o poder de usar o microbioma como ferramenta de diagnóstico está apenas começando a ser percebido.”

No futuro, os cientistas examinarão a ligação causal entre o microbioma e a doença hepática, testando se a restauração de partes do microbioma leva à regressão da doença ou se a remoção de certas bactérias a torna pior. A equipe também espera que essa abordagem possa ser usada para caracterizar doenças adicionais, como doença inflamatória do intestino, câncer de cólon, Alzheimer e outras doenças que provavelmente são afetadas por um microbioma desregulado.

Fonte: Good News Network

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CIÊNCIAS: ISRAEL TAMBÉM ANUNCIA DESCOBERTA DE ANTICORPO CONTRA COVID-19

Na nossa coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira trago mais uma boa notícia na área de pesquisa em busca de uma solução para a pandemia do coronavírus. É que o Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, ligado ao Ministério da Defesa, assim como os holandeses, anunciou ontem a descoberta de anticorpo para destruir coronavírus. Portanto, leia a reportagem completa a seguir e tome conhecimento dos detalhes!

Israel anuncia descoberta de anticorpo para o coronavírus

Trabalho é feito pelo Instituto para a Investigação Biotecnológica

Publicado em 05/05/2020 – 07:39 Por RTP* – JERUSALÉM

RTP - Rádio e Televisão de Portugal

O Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa, anunciou que desenvolveu um anticorpo para o coronavírus e que prepara a patente para depois entrar em contato com empresas farmacêuticas, com o objetivo de produzir em escala comercial.

Em comunicado, o instituto assegura que o anticorpo desenvolvido ataca e neutraliza o vírus nas pessoas doentes.

“De acordo com os pesquisadores, liderados pelo professor Shmuel Shapiro, a fase de desenvolvimento do anticorpo foi concluída”, acrescenta a nota.

O ministro da Defesa de Israel, Naftali Benet, visitou o laboratório do instituto em Nezz Ziona, ao sul de Tel Aviv, onde tomou conhecimento da pesquisa. Ele afirmou que o “anticorpo ataca o vírus de forma monoclonal” qualificando o trabalho desenvolvido como “grande conquista”.

“Estou orgulhoso do pessoal do Instituto de Biotecnologia por esse avanço. A criatividade e o pensamento judaico atingiram grande resultado”, disse o ministro na nota. O texto não especifica se foram realizados testes em seres humanos.

Altos cargos do setor da defesa e da segurança israelita disseram que a descoberta é a “primeia desse tipo em nível mundial”.

De acordo com a publicação digital Times of Israel, no mundo há cerca de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina para o novo coronavírus, que provocou a pandemia, sendo que cerca de uma dezena estão, neste momento, em fase de teste em seres humanos.

Especialistas avisaram, em março, que o processo após o desenvolvimento de uma vacina em laboratório pode demorar pelo menos 18 meses.

O Instituto para a Investigação e Biotecnologia de Israel dedica-se, entre outras atividades, a investigar armas químicas, procurando antídotos contra novas substâncias.

Em março, o jornal Haaretz publicou que o centro tinha conseguido avançar nas investigações sobre a vacina, tendo o Ministério da Defesa desmentido a informação.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortes e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Fonte: Agência Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: LENTES DE CONTATO PARA DALTÔNICOS É A ÚLTIMA NOVIDADE DA OFTALMOLOGIA

Mais uma espetacular descoberta da ciência é o nosso destaque na coluna BOAS NOTÍCIAS nesta segunda-feira. Cientistas da Universidade de Tel Aviv , em Israel, criaram lentes de contato que podem corrigir o daltonismo. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

Criadas lentes de contato que corrigem visão de daltônicos

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv criaram lentes de contato que podem corrigir a anomalia.

“Já existem óculos para esta correção disponíveis comercialmente, no entanto, são significativamente mais volumosos do que as lentes de contato”, explicou Sharon Karepov, que faz parte da equipe de pesquisa.

Um artigo publicado na revista científica da Optical Society of America (OSA), diz que as lentes são personalizadas e podem se tornar uma maneira conveniente e confortável para ajudar as pessoas a enxergarem as cores.

“Problemas em distinguir vermelho de verde interrompem rotinas diárias simples, como decidir se uma banana está madura”, disse

“Nossas lentes de contato usam [dispositivos ultrafinos conhecidos como metassuperfícies] baseados em elipses de ouro de tamanho nano-métrico para criar uma maneira personalizada, compacta e durável de solucionar essas deficiências.

Como?

Para desenvolver a tecnologia eles incorporaram as metassuperfícies, compostas por filmes finos projetados com propriedades ópticas, em lentes de contato já prontas — e funcionou.

Com base em simulações de daltonismo conduzidas pela equipe, as novas lentes de contato podem restaurar consideravelmente o contraste perdido de cores e melhorar sua percepção em até 10 vezes.

As lentes também poderão ser utilizadas para outras deficiências.

“Como o elemento óptico proposto é ultrafino e pode ser incorporado a qualquer lente de contato rígida, tanto a deuteranopia quanto outros distúrbios da visão, como erros de refração [miopia e hipermetropia], podem ser tratados em uma única lente de contato”, afirmou Karepov.

Testes e comercialização

Embora testes clínicos sejam necessários antes que as lentes de contato possam ser comercializadas, os pesquisadores dizem que os fabricantes podem incorporar a metassuperfície durante o estágio de moldagem da fabricação do produto ou fundi-las termicamente a uma lente de contato rígida.

Agora, a ideia é continuar aperfeiçoando o processo de transferência de metassuperfície para as lentes e testando-o para outras aplicações.

Com informações da Galileu

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: BIÓLOGO CRIA SACOLA DE MANDIOCA QUE VIRA COMIDA PARA PEIXES

Começando a semana com BOAS NOTÍCIAS nesta segunda-feira temos uma fantástica invenção de um biólogo nascido na Indonésia que criou sacola feita de mandioca e portanto comestível para alimentar os peixes ao invés de matar como acontece com as sacolas plásticas que caem nos oceanos. Leia a reportagem completa a seguir e conheça todos os detalhes dessa incrível descoberta!

Biólogo cria sacola que cai no mar e vira comida para peixes

Sacola feita à base de mandioca - Fotos: reprodução / Instagram

Sacola feita à base de mandioca – Fotos: reprodução / Instagram

O biólogo Kevin Kumala (foto acima) criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes.

Nascido na Indonéia, Kevin criou a sacola após retornar dos Estados Unidos para o seu país e dar de cara com o acúmulo de lixo em Bali, ilha onde nasceu.

O biólogo desenvolveu e passou a vender produtos que aparentam ser feitos de plástico, mas têm como matéria-prima o tubérculo, que não prejudica o meio ambiente.

Em 2014 ele criou a empresa Avani Eco. Lá, Kevin vende sacolas, canudos, talheres, copos e embalagens, todos feitos com materiais sustentáveis, com tempo de decomposição de cem dias.

“Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) se transportar produtos secos”, diz o perfil da empresa no Instagram.

Segundo o site da empresa, ela já substituiu três toneladas de produtos não sustentáveis desde 2016.

“Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, diz o site da empresa.

Estima-se que, em 2050, o mundo produzirá 33 bilhões de toneladas de plástico.

O material demora 400 anos para se decompor.

 

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: “BACTÉRIA BOA” PODE IMPEDIR O PROGRESSO DO PARKINSON

Uma grande descoberta da ciência é o nosso destaque deste domingo na coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores das universidades de Edimburgo e Dundee, ambas na Escócia, descobriram a “bactéria boa” – que impede a formação de aglomerados tóxicos que causam fome no cérebro da dopamina, substância química essencial que coordena o movimento. Isso pode reverter doença de Parkinson. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes da descoberta!

Descoberta bactéria intestinal que pode reverter doença de Parkinson

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Uma bactéria comum, que melhora a saúde digestiva, pode retardar e até reverter o acúmulo de uma proteína associada à doença de Parkinson.

É o que mostra uma nova pesquisa das universidades de Edimburgo e Dundee, ambas na Escócia.

Associando a função cerebral às bactérias foi identificado um probiótico – conhecido como “bactéria boa” -que impede a formação de aglomerados tóxicos que causam fome no cérebro da dopamina, substância química essencial que coordena o movimento.

A perda dessas células causa os sintomas motores associados ao Parkinson, incluindo congelamento, tremores e lentidão de movimento.

As novas descobertas, publicadas no Cell Reports nesta semana, podem preparar o caminho para estudos futuros que avaliam como suplementos como probióticos afetam a condição.

Lombrigas

Os pesquisadores das universidades de Edimburgo e Dundee usaram lombrigas alteradas para produzir a versão humana da alfa-sinucleína que forma aglomerados.

Eles alimentaram esses vermes com diferentes tipos de probióticos vendidos sem receita, para ver se as bactérias neles poderiam afetar a formação de aglomerados tóxicos.

Os cientistas descobriram que um probiótico chamado Bacillus subtilis teve um efeito protetor notável contra o acúmulo dessa proteína e também eliminou alguns dos aglomerados de proteínas já formados. Isso melhorou os sintomas de movimento nas lombrigas.

Os pesquisadores também descobriram que a bactéria foi capaz de impedir a formação de aglomerados tóxicos de alfa-sinucleína, produzindo substâncias químicas que alteram a maneira como as enzimas nas células processam gorduras específicas chamadas esfingolipídios.

O estudo foi financiado pelo Parkinson UK, o EMBO e a Comissão Europeia. É o mais recente de vários estudos recentes que encontraram uma ligação entre a função cerebral e os milhares de diferentes tipos de bactérias que vivem no sistema digestivo, conhecido como microbioma intestinal.

Outros estudos em ratos descobriram que o microbioma intestinal afeta os sintomas motores.

“Os resultados oferecem uma oportunidEade para investigar como a mudança das bactérias que compõem nosso microbioma intestinal afeta o Parkinson”, disse a pesquisadora Maria Doitsidou, do Centro de Descoberta de Ciências do Cérebro da Universidade de Edimburgo.

“Os próximos passos são confirmar esses resultados em camundongos, seguidos de ensaios clínicos acelerados, já que o probiótico que testamos já está disponível comercialmente”.

Beckie Port, gerente de pesquisa da Parkinson UK, disse:

“A doença de Parkinson é a condição neurológica que mais cresce no mundo.

Atualmente, não há tratamento que possa retardar, reverter ou proteger alguém de sua progressão, mas ao financiar projetos como esse, estamos antecipando o dia em que haverá.

“Acredita-se que as mudanças nos microrganismos no intestino desempenhem um papel na iniciação do Parkinson em alguns casos e estejam ligadas a certos sintomas, por isso há pesquisas em andamento sobre saúde e probióticos no intestino.

“Os resultados deste estudo são empolgantes, pois mostram uma ligação entre bactérias no intestino e a proteína no coração da alfa-sinucleína de Parkinson.

Estudos que identificam bactérias benéficas para a doença de Parkinson têm potencial para não apenas melhorar os sintomas, mas também podem proteger as pessoas do desenvolvimento da doença. ”

Com informações Universidade de Edimburgo/GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: ESTÁ PARA SER APROVADO PRIMEIRO MEDICAMENTO CONTRA O ALZEHEIMER

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira temos mais uma espetacular descoberta da ciência para a humanidade. O primeiro medicamento no combate ao ALzheimer está para ser aprovado e deve começar a ser comercializado já em 2020. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes.

Pode ser aprovado 1º medicamento contra Alzheimer após melhora em pacientes

Foto: reprodução

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O primeiro medicamento contra Alzheimer está aguardando aprovação do FDA, agência de saúde norte-americana, para ser comercializado.

Esta semana, a empresa farmacêutica Biogen anunciou que – após consultar a Food and Drug Administration (FDA) dos EUA – planeja buscar a aprovação regulamentar do aducanumab: um tratamento experimental para a doença de Alzheimer precoce.

O aducanumab é um anticorpo monoclonal humano que atua no processo neurodegenerativo do Alzheimer.

O novo medicamento poderá em breve ser um tratamento inovador para pacientes com demência depois que os pesquisadores examinaram os dados dos ensaios clínicos de Fase 3 do medicamento.

Novas análises mostraram que o aducanumab reduziu o declínio clínico em pacientes com doença de Alzheimer precoce.

Com base em discussões com o FDA, a empresa farmacêutica da Biogen planeja enviar um pedido de licenciamento para o medicamento no início de 2020.

Eles também pretendem oferecer aducanumab a pacientes previamente incluídos em estudos clínicos.

Melhora

Os pacientes que receberam aducanumab experimentaram benefícios significativos em medidas de cognição e função, como memória, orientação e linguagem.

Os pacientes também experimentaram benefícios em atividades da vida diária, incluindo a realização de finanças pessoais, a realização de tarefas domésticas, como limpeza, compras e lavanderia, e viajando independentemente para fora de casa.

Se aprovado, o aducanumab se tornaria a primeira terapia para reduzir o declínio clínico da doença de Alzheimer e também seria a primeira terapia a demonstrar que a remoção do beta amilóide resultou em melhores resultados clínicos.

A decisão de registrar é baseada em uma nova análise, realizada pela Biogen em consulta com a FDA, de um conjunto de dados maior dos estudos clínicos da Fase 3 que foram descontinuados em março de 2019.

Eficácia comprovada

Esta nova análise de um conjunto de dados maior que inclui dados adicionais mostra que o aducanumab é farmacologicamente e clinicamente ativo, conforme determinado pelos efeitos dependentes da dose na redução de amilóide cerebral e na redução do declínio clínico.

Em ambos os estudos, o perfil de segurança e tolerabilidade do medicamento foi consistente com estudos anteriores.

“Com uma doença tão devastadora que afeta dezenas de milhões em todo o mundo, o anúncio de hoje é realmente encorajador na luta contra a doença de Alzheimer”, disse o CEO da Biogen, Michel Vounatsos.

“Esse é o resultado de uma pesquisa inovadora e é um testemunho da firme determinação da Biogen em seguir a ciência e fazer a coisa certa para os pacientes.

“Estamos esperançosos com a perspectiva de oferecer aos pacientes a primeira terapia para reduzir o declínio clínico da doença de Alzheimer e a implicação potencial desses resultados para abordagens semelhantes visando a beta amilóide”.

Para mais informações sobre os resultados do estudo, você pode visitar o site da Biogen.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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