CIÊNCIAS: ISRAEL TAMBÉM ANUNCIA DESCOBERTA DE ANTICORPO CONTRA COVID-19

Na nossa coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira trago mais uma boa notícia na área de pesquisa em busca de uma solução para a pandemia do coronavírus. É que o Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, ligado ao Ministério da Defesa, assim como os holandeses, anunciou ontem a descoberta de anticorpo para destruir coronavírus. Portanto, leia a reportagem completa a seguir e tome conhecimento dos detalhes!

Israel anuncia descoberta de anticorpo para o coronavírus

Trabalho é feito pelo Instituto para a Investigação Biotecnológica

Publicado em 05/05/2020 – 07:39 Por RTP* – JERUSALÉM

RTP - Rádio e Televisão de Portugal

O Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa, anunciou que desenvolveu um anticorpo para o coronavírus e que prepara a patente para depois entrar em contato com empresas farmacêuticas, com o objetivo de produzir em escala comercial.

Em comunicado, o instituto assegura que o anticorpo desenvolvido ataca e neutraliza o vírus nas pessoas doentes.

“De acordo com os pesquisadores, liderados pelo professor Shmuel Shapiro, a fase de desenvolvimento do anticorpo foi concluída”, acrescenta a nota.

O ministro da Defesa de Israel, Naftali Benet, visitou o laboratório do instituto em Nezz Ziona, ao sul de Tel Aviv, onde tomou conhecimento da pesquisa. Ele afirmou que o “anticorpo ataca o vírus de forma monoclonal” qualificando o trabalho desenvolvido como “grande conquista”.

“Estou orgulhoso do pessoal do Instituto de Biotecnologia por esse avanço. A criatividade e o pensamento judaico atingiram grande resultado”, disse o ministro na nota. O texto não especifica se foram realizados testes em seres humanos.

Altos cargos do setor da defesa e da segurança israelita disseram que a descoberta é a “primeia desse tipo em nível mundial”.

De acordo com a publicação digital Times of Israel, no mundo há cerca de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina para o novo coronavírus, que provocou a pandemia, sendo que cerca de uma dezena estão, neste momento, em fase de teste em seres humanos.

Especialistas avisaram, em março, que o processo após o desenvolvimento de uma vacina em laboratório pode demorar pelo menos 18 meses.

O Instituto para a Investigação e Biotecnologia de Israel dedica-se, entre outras atividades, a investigar armas químicas, procurando antídotos contra novas substâncias.

Em março, o jornal Haaretz publicou que o centro tinha conseguido avançar nas investigações sobre a vacina, tendo o Ministério da Defesa desmentido a informação.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortes e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Fonte: Agência Brasil

Continuar lendo CIÊNCIAS: ISRAEL TAMBÉM ANUNCIA DESCOBERTA DE ANTICORPO CONTRA COVID-19

BOAS NOTÍCIAS: LENTES DE CONTATO PARA DALTÔNICOS É A ÚLTIMA NOVIDADE DA OFTALMOLOGIA

Mais uma espetacular descoberta da ciência é o nosso destaque na coluna BOAS NOTÍCIAS nesta segunda-feira. Cientistas da Universidade de Tel Aviv , em Israel, criaram lentes de contato que podem corrigir o daltonismo. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

Criadas lentes de contato que corrigem visão de daltônicos

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv criaram lentes de contato que podem corrigir a anomalia.

“Já existem óculos para esta correção disponíveis comercialmente, no entanto, são significativamente mais volumosos do que as lentes de contato”, explicou Sharon Karepov, que faz parte da equipe de pesquisa.

Um artigo publicado na revista científica da Optical Society of America (OSA), diz que as lentes são personalizadas e podem se tornar uma maneira conveniente e confortável para ajudar as pessoas a enxergarem as cores.

“Problemas em distinguir vermelho de verde interrompem rotinas diárias simples, como decidir se uma banana está madura”, disse

“Nossas lentes de contato usam [dispositivos ultrafinos conhecidos como metassuperfícies] baseados em elipses de ouro de tamanho nano-métrico para criar uma maneira personalizada, compacta e durável de solucionar essas deficiências.

Como?

Para desenvolver a tecnologia eles incorporaram as metassuperfícies, compostas por filmes finos projetados com propriedades ópticas, em lentes de contato já prontas — e funcionou.

Com base em simulações de daltonismo conduzidas pela equipe, as novas lentes de contato podem restaurar consideravelmente o contraste perdido de cores e melhorar sua percepção em até 10 vezes.

As lentes também poderão ser utilizadas para outras deficiências.

“Como o elemento óptico proposto é ultrafino e pode ser incorporado a qualquer lente de contato rígida, tanto a deuteranopia quanto outros distúrbios da visão, como erros de refração [miopia e hipermetropia], podem ser tratados em uma única lente de contato”, afirmou Karepov.

Testes e comercialização

Embora testes clínicos sejam necessários antes que as lentes de contato possam ser comercializadas, os pesquisadores dizem que os fabricantes podem incorporar a metassuperfície durante o estágio de moldagem da fabricação do produto ou fundi-las termicamente a uma lente de contato rígida.

Agora, a ideia é continuar aperfeiçoando o processo de transferência de metassuperfície para as lentes e testando-o para outras aplicações.

Com informações da Galileu

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo BOAS NOTÍCIAS: LENTES DE CONTATO PARA DALTÔNICOS É A ÚLTIMA NOVIDADE DA OFTALMOLOGIA

BOAS NOTÍCIAS: BIÓLOGO CRIA SACOLA DE MANDIOCA QUE VIRA COMIDA PARA PEIXES

Começando a semana com BOAS NOTÍCIAS nesta segunda-feira temos uma fantástica invenção de um biólogo nascido na Indonésia que criou sacola feita de mandioca e portanto comestível para alimentar os peixes ao invés de matar como acontece com as sacolas plásticas que caem nos oceanos. Leia a reportagem completa a seguir e conheça todos os detalhes dessa incrível descoberta!

Biólogo cria sacola que cai no mar e vira comida para peixes

Sacola feita à base de mandioca - Fotos: reprodução / Instagram

Sacola feita à base de mandioca – Fotos: reprodução / Instagram

O biólogo Kevin Kumala (foto acima) criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes.

Nascido na Indonéia, Kevin criou a sacola após retornar dos Estados Unidos para o seu país e dar de cara com o acúmulo de lixo em Bali, ilha onde nasceu.

O biólogo desenvolveu e passou a vender produtos que aparentam ser feitos de plástico, mas têm como matéria-prima o tubérculo, que não prejudica o meio ambiente.

Em 2014 ele criou a empresa Avani Eco. Lá, Kevin vende sacolas, canudos, talheres, copos e embalagens, todos feitos com materiais sustentáveis, com tempo de decomposição de cem dias.

“Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) se transportar produtos secos”, diz o perfil da empresa no Instagram.

Segundo o site da empresa, ela já substituiu três toneladas de produtos não sustentáveis desde 2016.

“Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, diz o site da empresa.

Estima-se que, em 2050, o mundo produzirá 33 bilhões de toneladas de plástico.

O material demora 400 anos para se decompor.

 

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo BOAS NOTÍCIAS: BIÓLOGO CRIA SACOLA DE MANDIOCA QUE VIRA COMIDA PARA PEIXES

BOAS NOTÍCIAS: “BACTÉRIA BOA” PODE IMPEDIR O PROGRESSO DO PARKINSON

Uma grande descoberta da ciência é o nosso destaque deste domingo na coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores das universidades de Edimburgo e Dundee, ambas na Escócia, descobriram a “bactéria boa” – que impede a formação de aglomerados tóxicos que causam fome no cérebro da dopamina, substância química essencial que coordena o movimento. Isso pode reverter doença de Parkinson. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes da descoberta!

Descoberta bactéria intestinal que pode reverter doença de Parkinson

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Uma bactéria comum, que melhora a saúde digestiva, pode retardar e até reverter o acúmulo de uma proteína associada à doença de Parkinson.

É o que mostra uma nova pesquisa das universidades de Edimburgo e Dundee, ambas na Escócia.

Associando a função cerebral às bactérias foi identificado um probiótico – conhecido como “bactéria boa” -que impede a formação de aglomerados tóxicos que causam fome no cérebro da dopamina, substância química essencial que coordena o movimento.

A perda dessas células causa os sintomas motores associados ao Parkinson, incluindo congelamento, tremores e lentidão de movimento.

As novas descobertas, publicadas no Cell Reports nesta semana, podem preparar o caminho para estudos futuros que avaliam como suplementos como probióticos afetam a condição.

Lombrigas

Os pesquisadores das universidades de Edimburgo e Dundee usaram lombrigas alteradas para produzir a versão humana da alfa-sinucleína que forma aglomerados.

Eles alimentaram esses vermes com diferentes tipos de probióticos vendidos sem receita, para ver se as bactérias neles poderiam afetar a formação de aglomerados tóxicos.

Os cientistas descobriram que um probiótico chamado Bacillus subtilis teve um efeito protetor notável contra o acúmulo dessa proteína e também eliminou alguns dos aglomerados de proteínas já formados. Isso melhorou os sintomas de movimento nas lombrigas.

Os pesquisadores também descobriram que a bactéria foi capaz de impedir a formação de aglomerados tóxicos de alfa-sinucleína, produzindo substâncias químicas que alteram a maneira como as enzimas nas células processam gorduras específicas chamadas esfingolipídios.

O estudo foi financiado pelo Parkinson UK, o EMBO e a Comissão Europeia. É o mais recente de vários estudos recentes que encontraram uma ligação entre a função cerebral e os milhares de diferentes tipos de bactérias que vivem no sistema digestivo, conhecido como microbioma intestinal.

Outros estudos em ratos descobriram que o microbioma intestinal afeta os sintomas motores.

“Os resultados oferecem uma oportunidEade para investigar como a mudança das bactérias que compõem nosso microbioma intestinal afeta o Parkinson”, disse a pesquisadora Maria Doitsidou, do Centro de Descoberta de Ciências do Cérebro da Universidade de Edimburgo.

“Os próximos passos são confirmar esses resultados em camundongos, seguidos de ensaios clínicos acelerados, já que o probiótico que testamos já está disponível comercialmente”.

Beckie Port, gerente de pesquisa da Parkinson UK, disse:

“A doença de Parkinson é a condição neurológica que mais cresce no mundo.

Atualmente, não há tratamento que possa retardar, reverter ou proteger alguém de sua progressão, mas ao financiar projetos como esse, estamos antecipando o dia em que haverá.

“Acredita-se que as mudanças nos microrganismos no intestino desempenhem um papel na iniciação do Parkinson em alguns casos e estejam ligadas a certos sintomas, por isso há pesquisas em andamento sobre saúde e probióticos no intestino.

“Os resultados deste estudo são empolgantes, pois mostram uma ligação entre bactérias no intestino e a proteína no coração da alfa-sinucleína de Parkinson.

Estudos que identificam bactérias benéficas para a doença de Parkinson têm potencial para não apenas melhorar os sintomas, mas também podem proteger as pessoas do desenvolvimento da doença. ”

Com informações Universidade de Edimburgo/GNN

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo BOAS NOTÍCIAS: “BACTÉRIA BOA” PODE IMPEDIR O PROGRESSO DO PARKINSON

BOAS NOTÍCIAS: ESTÁ PARA SER APROVADO PRIMEIRO MEDICAMENTO CONTRA O ALZEHEIMER

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira temos mais uma espetacular descoberta da ciência para a humanidade. O primeiro medicamento no combate ao ALzheimer está para ser aprovado e deve começar a ser comercializado já em 2020. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes.

Pode ser aprovado 1º medicamento contra Alzheimer após melhora em pacientes

Foto: reprodução

Foto: reprodução

O primeiro medicamento contra Alzheimer está aguardando aprovação do FDA, agência de saúde norte-americana, para ser comercializado.

Esta semana, a empresa farmacêutica Biogen anunciou que – após consultar a Food and Drug Administration (FDA) dos EUA – planeja buscar a aprovação regulamentar do aducanumab: um tratamento experimental para a doença de Alzheimer precoce.

O aducanumab é um anticorpo monoclonal humano que atua no processo neurodegenerativo do Alzheimer.

O novo medicamento poderá em breve ser um tratamento inovador para pacientes com demência depois que os pesquisadores examinaram os dados dos ensaios clínicos de Fase 3 do medicamento.

Novas análises mostraram que o aducanumab reduziu o declínio clínico em pacientes com doença de Alzheimer precoce.

Com base em discussões com o FDA, a empresa farmacêutica da Biogen planeja enviar um pedido de licenciamento para o medicamento no início de 2020.

Eles também pretendem oferecer aducanumab a pacientes previamente incluídos em estudos clínicos.

Melhora

Os pacientes que receberam aducanumab experimentaram benefícios significativos em medidas de cognição e função, como memória, orientação e linguagem.

Os pacientes também experimentaram benefícios em atividades da vida diária, incluindo a realização de finanças pessoais, a realização de tarefas domésticas, como limpeza, compras e lavanderia, e viajando independentemente para fora de casa.

Se aprovado, o aducanumab se tornaria a primeira terapia para reduzir o declínio clínico da doença de Alzheimer e também seria a primeira terapia a demonstrar que a remoção do beta amilóide resultou em melhores resultados clínicos.

A decisão de registrar é baseada em uma nova análise, realizada pela Biogen em consulta com a FDA, de um conjunto de dados maior dos estudos clínicos da Fase 3 que foram descontinuados em março de 2019.

Eficácia comprovada

Esta nova análise de um conjunto de dados maior que inclui dados adicionais mostra que o aducanumab é farmacologicamente e clinicamente ativo, conforme determinado pelos efeitos dependentes da dose na redução de amilóide cerebral e na redução do declínio clínico.

Em ambos os estudos, o perfil de segurança e tolerabilidade do medicamento foi consistente com estudos anteriores.

“Com uma doença tão devastadora que afeta dezenas de milhões em todo o mundo, o anúncio de hoje é realmente encorajador na luta contra a doença de Alzheimer”, disse o CEO da Biogen, Michel Vounatsos.

“Esse é o resultado de uma pesquisa inovadora e é um testemunho da firme determinação da Biogen em seguir a ciência e fazer a coisa certa para os pacientes.

“Estamos esperançosos com a perspectiva de oferecer aos pacientes a primeira terapia para reduzir o declínio clínico da doença de Alzheimer e a implicação potencial desses resultados para abordagens semelhantes visando a beta amilóide”.

Para mais informações sobre os resultados do estudo, você pode visitar o site da Biogen.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo BOAS NOTÍCIAS: ESTÁ PARA SER APROVADO PRIMEIRO MEDICAMENTO CONTRA O ALZEHEIMER

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar