PREMIÊ LIBANÊS PROPÕE ANTECIPAR AS ELEIÇÕES MESMO EM MEIO A CRISE E PROTESTOS

 

Em meio a crise e protestos, premiê libanês propõe antecipar eleições

Hassan Diab disse que a saída para a atual crise política e econômica no país, enquanto ruas de Beirute estão tomadas por manifestantes

INTERNACIONAL

Da EFE, com R7

Manifestante com bandeira do Líbano em meio a nuvem de gás lacrimogêneoManifestante com bandeira do Líbano em meio a nuvem de gás lacrimogêneo

O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, disse neste sábado (8) que a saída para a atual crise política e econômica no país deve ocorrer por meio da antecipação das eleições. A declaração surge enquanto as ruas de Beirute estão tomadas por milhares de manifestantes, com dois ministérios ocupados por grupos, aparentemente liderados por militares da reserva.

Na última terça-feira, a capital do Líbano, Beirute, foi palco de uma grande explosão em um armazém no porto que causou a morte de 158 pessoas e deixou cerca de 5 mil feridas, além de graves danos materiais.

No local do incidente estavam armazenadas de forma irregular 2.750 toneladas de nitrato de amônio, o que gerou a indignação da população, e um protesto contra o governo e outras autoridades foi convocado para este sábado em frente ao Parlamento do país. Logo no início da manifestação, houve confronto entre os participantes e policiais.

“Convido as partes a chegarem a um acordo sobre o próximo passo (…) Proporei na segunda-feira (a reunião do) no governo a convocação de eleições antecipadas”, disse Diab em discurso transmitido pela televisão.

Fonte: R7

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ENTENDA QUAIS ERAM AS ROTAS DE FUGAS USADAS PELOS NAZISTAS PARA AMÉRICA DO SUL PÓS SEGUNDA GUERRA

 

Como eram as rotas de fuga pelas quais muitos nazistas escaparam para a América do Sul após a 2ª Guerra

Entenda como funcionavam e quais instituições poderosas permitiram a milhares de nazistas e colaboradores do Terceiro Reich viajar com identidades falsas de países como Argentina, Brasil e Chile, nas chamadas ‘ratlines’

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

 

Após a queda do Terceiro Reich, milhares de nazistas fugiram por meio das ratlinesApós a queda do Terceiro Reich, milhares de nazistas fugiram por meio das ratlines

À primeira vista, a palavra em inglês “ratlines” (linha de rato, em tradução livre) — como eram chamadas as rotas clandestinas usadas por muitos nazistas para escapar da Europa após a 2ª Guerra Mundial — parece se referir a uma fila de roedores em fuga debaixo da terra.

Embora esse termo possa ser apropriado para imaginar a debandada de milhares de fugitivos da justiça, incluindo alguns dos maiores criminosos de guerra da história, na realidade, “ratline” não tem a ver com ratos, mas com navios.

No jargão náutico, esse é o nome dos pequenos pedaços de corda colocados horizontalmente, que servem como degraus de escada, para que se possa subir no mastro.

No passado, subir no mastro usando essas cordas era o último recurso desesperado que um marinheiro tinha para evitar o afogamento se seu navio afundasse.

Por esta razão, ratline se tornou sinônimo de a “última rota de fuga”.

Para muitos funcionários do alto escalão do regime nazista que tentaram fugir das mãos dos Aliados após a queda da Alemanha de Adolf Hitler, em 1945, essa “última rota de fuga” assumiu a forma de uma viagem transatlântica de navio, razão pela qual a origem náutica se revelou ironicamente adequada.

Mas essas “rotas de ratos” não eram fugas improvisadas de fugitivos desesperados. Eram viagens planejadas e organizadas por pessoas de poder, dedicadas a proteger fugitivos não só alemães, mas também croatas, eslovacos e austríacos.

E não teriam tido sucesso sem a colaboração, por vezes involuntária, de duas das instituições internacionais mais associadas à ajuda humanitária: a Igreja Católica e a Cruz Vermelha.

Ratlines é originalmente um jargão náuticoRatlines é originalmente um jargão náutico

Três rotas, um destino

As três ratlines mais utilizadas eram rotas que cruzavam diferentes países europeus com um único propósito: chegar a um porto e lá escapar de barco.

A chamada “rota nórdica” passava pela Dinamarca até a Suécia, de onde se embarcava rumo às Américas.

Já a “rota ibérica” foi organizada por colaboradores nazistas que viviam na Espanha e utilizavam portos como os da Galícia, presumivelmente com a aprovação do ditador espanhol Francisco Franco.

Mas acredita-se que até 90% dos nazistas que fugiram da Europa continental o fizeram pela Itália, principal aliada da Alemanha durante a guerra.

Embora alguns tenham escapado para o Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Austrália e Oriente Médio, a maioria fugiu para a América do Sul.

E naquele continente havia um país que atraiu mais fugitivos nazistas do que qualquer outro: a Argentina.

Ironicamente, o país também recebeu milhares de judeus e possui até hoje uma das maiores comunidades judaicas do mundo fora de Israel.

Documentos secretos nazistas revelados em 2012 por autoridades alemãs indicaram que cerca de 9 mil militares e colaboradores do Terceiro Reich fugiram para a América do Sul após a guerra.

Destes, cerca de 5 mil ficaram na Argentina, apelidada de “Cabo da Última Esperança” pelo famoso “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal.

Muitos dos que acabaram em outros países, como o Brasil (que acolheu de 1,5 mil a 2 mil criminosos de guerra), o Chile (que recebeu entre 500 e mil) e outras nações com menor número, como Paraguai, Bolívia e Equador, viajaram para lá depois de ter desembarcado na Argentina.

Governo de Péron permitiu entrada de milhares de nazistas na ArgentinaGoverno de Péron permitiu entrada de milhares de nazistas na Argentina

Por que a Argentina

Muitos atribuem a escolha da Argentina como país de destino à franca simpatia que o então governante daquela nação, Juan Domingo Perón (que se tornou presidente em 1946), tinha com o Terceiro Reich.

Mas o jornalista argentino Uki Goñi, uma das pessoas que mais investigaram a chegada de criminosos nazistas a seu país, afirma que a ligação entre a Argentina e a Alemanha de Hitler é anterior à chegada de Perón ao poder.

Segundo Goñi, desde 1943 existia um acordo secreto entre a Schutzstaffel, as forças de segurança alemãs, mais conhecidas como SS, e o serviço secreto da Marinha argentina.

Por esse acordo, agentes secretos das SS recebiam documentos de identificação argentinos para que pudessem circular livremente pela América do Sul, onde operavam uma grande rede de espionagem.

Em troca, o país latino-americano recebeu informações confidenciais sobre seus vizinhos.

Em livro que publicou em 2002, onde descreve em detalhes a “fuga nazista para a Argentina”, Goñi lembra que, depois que a Alemanha perdeu a guerra, os argentinos mantiveram o acordo de cooperação e continuaram a dar documentação falsa aos agentes nazistas, mas com a intenção de resgatá-los.

Odessa

O livro de Goñi é intitulado La Auténtica Odessa – Fuga nazi a Argentina (“Odessa Autêntica – Fuga nazista à Argentina, em tradução livre”), em referência ao acrônimo pelo qual o principal grupo que teria planejado as ratlines era conhecido: a Organisation der ehemaligen SS-Angehörigen ou ‘Organização de ex-membros das SS’.

Essa organização ganhou fama graças a uma obra de ficção baseada em alguns acontecimentos reais: o thriller The Odessa File (“O Dossiê Odessa”, em tradução livre), de Frederick Forsyth, publicado em 1972.

Nesse livro, Odessa aparece como uma organização internacional nazista criada antes da derrota da Alemanha com o propósito de proteger ex-membros da SS após a guerra. O livro de ficção postula que, após atingir esse objetivo, os ex-nazistas agrupados em Odessa planejaram eliminar o Estado de Israel.

Hoje, muitos historiadores questionam a existência de uma rede da magnitude e poder que Odessa supostamente tinha.

“A ratline não era um plano estruturado, mas consistia em muitos componentes individuais”, explica o historiador Daniel Stahl, do Departamento de História Moderna e Contemporânea da Universidade Friedrich Schiller, à emissora alemã Deutsche Welle (DW).

Bill Niven, professor de História Alemã Contemporânea na Universidade Nottingham Trent (Inglaterra), concorda.

“Não há evidências convincentes de que tal organização (Odessa) existiu”, escreveu ele em março passado em artigo publicado no site da BBC.

“Provavelmente havia grupos nazistas menores e em grande parte independentes operando para garantir a fuga (de criminosos de guerra)”, acrescentou ele.

“Um desses grupos era supostamente ‘The Spider’, que envolvia o líder da unidade de assalto das SS Otto Skorzeny, famoso por resgatar o ditador italiano Benito Mussolini da prisão na região Gran Sasso, no sul da Itália, em 1943.”

Niven enfatizou que não foram apenas os nazistas que coordenaram as ratlines, mas também as forças de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido, que ajudaram seus informantes nazistas e dezenas de cientistas alemães a escaparem para colaborar com eles em sua luta contra o comunismo.

‘A rota do Vaticano’

Foi esse medo de uma invasão soviética da Europa e a preocupação com a ascensão do comunismo após a Segunda Guerra Mundial que teria levado ao que muitos consideram o aspecto mais escandaloso por trás das ratlines: o papel fundamental desempenhado pela Igreja Católica na fuga de fugitivos nazistas para a América do Sul.

A chamada “rota do Vaticano”, via Roma e Gênova, foi a mais utilizada pelos nazistas que fugiram do continente europeu.

É também conhecida como “a rota dos mosteiros”, já que o voo, pelos Alpes para a Itália, incluiu escalas em mosteiros do Tirol do Sul, Merano e Bolzano.

Alguns dos fugitivos permaneceram nesses locais por anos, muitas vezes ao lado das vítimas de seus crimes, em particular judeus que viajavam para a região da Palestina.

Para chegar à América do Sul, os fugitivos tiveram que primeiro passar por Roma, onde receberam documentos de identidade falsos da Comissão de Refugiados do Vaticano ou, em alguns casos, diretamente do alto clero da Igreja Católica.

A etapa final foi o passaporte que receberam do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que lhes permitiu viajar usando sua nova identidade.

Pressionada pelos milhões de refugiados deixados pela guerra, a Cruz Vermelha confiou no Vaticano para distribuir passaportes. Posteriormente, a agência reconheceu que não conseguiu evitar que alguns criminosos de guerra aproveitassem o caos para fugir sem serem detectados.

Entre os que conseguiram escapar para a América do Sul com passaportes da Cruz Vermelha (sob nomes falsos) estavam alguns dos principais líderes nazistas, como Josef Mengele, Klaus Barbie, Franz Stangl, Walter Rauff e Adolf Eichmann.

Alguns, como Mengele, que morreu no Brasil, e Rauff, que morreu no Chile, conseguiram escapar da Justiça por toda a vida.

O caso mais famoso foi o do chamado “arquiteto do Holocausto”, Adolf Eichmann, que foi capturado em Buenos Aires em 1960 pela agência de inteligência israelense, o Mossad, e transferido para Jerusalém, onde foi julgado, condenado e executado.

Cumplicidade

Os historiadores ainda debatem hoje se a cumplicidade da Igreja Católica com os nazistas foi institucional ou se foram casos isolados dentro do Vaticano.

Em seu livro Ratlines, publicado em 1991, os autores Mark Aarons e John Loftus argumentam que o primeiro sacerdote a se preparar para planejar ratlines para os nazistas foi o bispo austríaco Alois Hudal.

Hudal residiu em Roma, onde foi reitor de um colégio austro-alemão, e em 1937 escreveu um livro, The Foundations of National Socialism (“As Fundações do Nacional-Socialismo”, em tradução livre), no qual elogiava Hitler.

Alguns até o acusaram de ser um informante da inteligência alemã.

Foi a ratline organizada pelo bispo austríaco na sede do Vaticano que permitiu a fuga de vários dos fugitivos do alto escalão do regime nazista, incluindo Eichmann, Mengele e Eduard Roschmann, o chamado “açougueiro de Riga”.

Franz Stangl, que havia comandado o campo de extermínio de Treblinka, disse à jornalista austríaca-britânica Gitta Sereny após sua captura que Hudal não apenas lhe deu documentos falsos, mas também providenciou para que ele ficasse em Roma enquanto esperava por seus documentos.

Outro padre que ficou famoso por organizar ratlines de Roma foi o croata-bósnio Krunoslav Draganovic, que ajudou os líderes da organização nacionalista croata Ustacha, aliada do nazismo, a escapar.

O fundador do movimento, Ante Pavelić, foi um dos muitos fugitivos que acabaram na Argentina.

Em seu livro, Uki Goñi destaca o papel que o cardeal argentino Antonio Caggiano desempenhou na chegada dos nazistas àquele país.

Ele diz que, por ordem do governo Perón, Caggiano se reuniu em 1946 no Vaticano com seu homólogo francês Eugène Tisserant. Este foi informado de que a Argentina estaria disposta a receber os franceses que colaborassem com o nazismo.

Assim, diz Goñi, começou o esquema envolvendo a fuga de criminosos de guerra para o país sul-americano.

Pio 12

Além da participação de alguns membros da Igreja, o que muitos se perguntam é o quanto o Papa Pio 12 sabia sobre as ratlines.

O pontífice, que assumira o cargo meses antes da eclosão da 2ª Guerra Mundial, foi acusado de fechar os olhos ao assassinato sistemático de judeus, por seu silêncio durante o Holocausto.

Embora em 1998 o Vaticano tenha se desculpado publicamente por sua inércia durante o regime nazista, sempre defendeu o papel de Pio 12.

Mas o verdadeiro veredicto sobre a responsabilidade do papa pode vir em breve.

Em março passado, o atual líder da Igreja, o papa Francisco, de origem argentina, autorizou que sejam abertos todos os arquivos de Pio 12.

Um dos que revisarão as centenas de milhares de documentos será o historiador eclesiástico alemão Hubert Wolf.

Wolf disse à DW que, embora possa levar anos, finalmente saberemos se Pio 12 “deu instruções diretas” para ajudar os fugitivos nazistas a escaparem para “combater o perigo comunista”.

Ou se “o Papa não soube da ajuda concreta e algumas pessoas ao seu redor se aproveitaram disso”.

 

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GÊMEAS SEPARADAS NA MATERNIDADE SE REENCONTRAM APÓS ADOÇÃO PELA MESMA FAMÍLIA

Por TV Subaé

 

Conheça a história da família que adotou uma criança e depois a irmã, em Feira de Santana
Conheça a história da família que adotou uma criança e depois a irmã, em Feira de Santana

Duas irmãs gêmeas que foram separadas na maternidade foram unidas novamente em 13 de julho deste ano por uma família de Feira de Santana, que decidiu adotá-las: a assistente social Ana Cristina Almeida e o técnico de automação industrial Júlio Ramos.

Alice e Aline nasceram em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, mais de 700 km de Feira de Santana. Uma delas, Alice, nasceu com má formação da laringe e da traqueia e com apenas 27 dias de vida, foi encaminhada para o Hospital da Criança, em Feira. Com problema de saúde, Alice foi abandonada pela mãe, já Aline permaneceu com a família biológica.

Foi na unidade de saúde que ocorreu o encontro da pequena com Ana Cristina, que é assistente social e na época trabalhava na unidade de saúde.

“Alice sempre foi uma criança muito apaixonante, muito querida por todos. Eu sempre falava dela para minha família. Na minha casa todo mundo já conhecia Alice, a gente já orava por ela antes de iniciar o processo de adoção. Quando ela chegou [em casa], sempre pareceu que ela era nossa”, destaca Ana Cristina.

O marido de Ana disse que ficou surpreso com a iniciativa da esposa em adotar Alice, mas como eles tinham planos de ter filhos, resolveram abraçar a ideia. Foi então que o casal que possui 10 anos de união, deu o primeiro passo: entrar com o processo de guarda da criança.

“Não era uma ideia presente, imediata de ter filhos, mas nós queríamos. Eu já conhecia Alice das histórias que ela [Ana Cristina] contava, do carinho que elas desenvolveram no hospital. Quando ela me contou que era sério, a gente buscou o apoio da família, conversamos, todo mundo foi a favor, conheceu a história de Alice e agente se sentiu seguro para seguir”, conta Júlio Ramos.

Ana Cristina disse que ela e o marido sabiam da existência da irmã gêmea da filha, mas não sabiam do paradeiro da criança.

“A gente já sabia que tinha Aline [uma das crianças], mas por ela ser saudável ela ficou com a família. Como eles [familiares] eram nômades a gente não sabia onde eles estavam. Quando concluímos a guarda provisória [de Alice] foi sinalizado, tanto pelo Conselho Tutelar quando pela Justiça, que se ela fosse encontrada e em situação em que precisasse ser institucionalizada, que a gente seria a primeira família a ser contatada porque o interesse da Justiça é manter as irmãs juntas”, conta Ana Cristina.

Após dois anos, a menina que estava com a família biológica também foi colocada para adoção. Em setembro de 2019, Ana Cristina descobriu que estava grávida de Pedro – hoje com três meses – e foi nesse mesmo período que ela ficou sabendo, por meio do Conselho Tutelar, que Aline, irmã de Alice, tinha sido encontrada e estava em um abrigo em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.

Diante do caso, a família de Feira de Santana que já estava com uma das irmãs decidiu juntar as gêmeas na mesma família novamente.

“Foi bonito ver que mesmo esses dois anos de separação não quebrou esse laço que existia entre elas duas, de família, de sangue. Foi lindo, inexplicável. Nada que eu disser vai descrever o momento [do encontro]”, relembra Ana Cristina sobre o reencontro das irmãs.

O casal conta que a ajuda da família e de amigos para cuidar das três crianças tem sido fundamental. Ana e Júlio revelam que a tarefa não é fácil, mas que muito é possível quando há amor.

“A gente, as vezes, acha que está fazendo um benefício para elas, quando na verdade o benefício é nosso. A gente se sente muito feliz de poder participar do processo. No começo, tivemos preocupação com relação a poder proporcionar a qualidade que elas precisam, todo pai quer dar melhor escola, melhor residência, o melhor ambiente familiar, mas a gente percebe, depois de um tempo, que as crianças precisam de presença, atenção. O que percebo hoje, que me faz feliz como pai, é sentir a segurança delas olhando para mim. Isso é fenomenal”, conclui Júlio

Fonte: G1

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R$ 1,4 BILHÃO É A SOMA DA CORRUPÇÃO EM CONTRATOS SOB SUSPEITAS DE DESVIOS DE VERBAS PARA COMBATE AO CORONAVIRUS

 

Corrupção na pandemia: contratos sob suspeita somam R$ 1,4 bilhão

Levantamento do ‘R7’ mostra que má gestão pode ter desviado milhões de reais destinados ao combate à covid-19 em 26 das 27 unidades da federação

BRASIL

Marcos Rogério Lopes, do R7

 

Hospitais superfaturados e verbas mal gastasHospitais superfaturados e verbas mal gastas

decreto de calamidade pública do governo federal, que agilizou para os administradores do Executivo a compra de equipamentos e insumos para o combate à covid-19, permitiu também mais facilidades aos grupos mal intencionados espalhados pelo país.

Segundo levantamento do R7, governos estaduais e municipais de 26 das 27 unidades da federação foram responsáveis por fazer os órgãos de investigação trabalhar pesado nessa pandemia.

Só se salvou o Estado do Espírito Santo, que mesmo assim viu carros de polícia em suas cidades para cumprir mandados contra empresas e pessoas denunciadas por supostos crimes ocorridos longe dali: a compra de testes superfaturados no Distrito Federal e a aquisição de medicamentos em Cabo Frio (RJ).

Pelo menos 39 negociações, que somam R$ 1.429.214.047,65, foram consideradas suspeitas e levararm à abertura de processos na Justiça ou operações policiais com mandados de prisão, busca e apreensão.

Oito Estados tiveram problema ao adquirir respiradores, quase sempre a preços bem mais altos do que os praticados antes da crise sanitária.

É o caso de São Paulo, no qual o governador João Doria (PSDB) procurou no mercado os respiradores essenciais aos doentes graves de covid-19 e só foi encontrá-los na China. Encomendou 3 mil por R$ 550 milhões, sem licitação, aproveitando, como fizeram todos os administradores públicos no Brasil, a vantagem da MP aprovada pelo Congresso Nacional durante a pandemia.

Os cerca de R$ 180 mil por aparelho chinês se explicariam pela lei da oferta e da procura, essa foi a resposta do governo estadual, mas sabendo que o preço médio praticado nos últimos meses tem ficado entre R$ 40 mil e R$ 90 mil, o Ministério Público de São Paulo e o Tribunal de Contas local decidiram averiguar o negócio.

E aqui cabe uma explicação sobre a forma como a reportagem juntou todas as informações.

Também há em São Paulo, de acordo com denúncia do deputado estadual Carlos Gianazzi (Psol), o superfaturamento em 2020 nas compras de insumos médicos e aventais. Na comparação com 2019, a Secretaria Estadual de Saúde teria gastado R$ 63,64 milhões a mais nessas duas negociações.

É muito, mesmo considerando o efeito inflacionário do novo coronavírus. Como o Ministério Público de Contas abriu investigação para apurar apenas a venda de aventais, e não se tem notícia de que há um inquérito em relação aos insumos, só os primeiros entram na lista do R7: de acordo com o órgão, houve sobrepreço de aproximadamente R$ 4,6 milhões, em um contrato de R$ 14,1 milhões.

Essa denúncia sobre os aventais não é a mesma que deu origem à operação Nudus de quinta-feira (6), da Polícia Federal, na capital paulista. Nesta, a acusação é contra a Prefeitura de São Paulo, que teria fechado com empresas sem experiência ou capacidade técnica para confecção das roupas hospitalares. As duas contratações, realizadas sem licitação, passaram dos R$ 11 milhões.

Dados descentralizados

Como os processos correm em segredo de Justiça, a busca por dados sobre as operações se deu nas páginas oficiais da Controladoria Geral da União, Ministérios Públicos federal e estaduais, Polícia Federal, polícias civis e tribunais de contas dos Estados.

Notícias de sites, jornais e tvs, principalmente das mídias regionais, serviram para localizar processos e ações policiais.

Ou também para buscar explicações dos investigadores que não foram divulgadas nos portais oficiais. Nessa busca foi possível saber, por exemplo, que, do valor de 1,4 bilhão de todos os contratos com indícios de fraude, cerca de R$ 80 milhões (R$ 79.051.100) são considerados dinheiro público jogado fora por culpa da corrupção ou da má gestão.

Dados do Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia da Covid-19 (Giac), da Procuradoria-Geral da República, mostram que desde março foram registrados no Ministério Público Federal 5.655 processos judiciais que têm alguma relação com a doença. Destes, 1778 são de natureza criminal.

Com 2.125 processos entre os 5.655, São Paulo é a unidade que lidera essa estatistica negativa.

Loja de vinho, livros e lava jato

Há muitos pontos em comum nas histórias. Sobrepreços, produtos de má qualidade e empresas laranjas contratadas de última hora em um aparente oportunismo de sanguessugas do dinheiro público.

No Amazonas, por exemplo, uma loja de vinhos foi eleita a melhor opção para fornecer 28 ventiladores pulmonares à população.

A Prefeitura de Aroeiras (PB) é investigada porque teria gastado R$ 50 mil na compra de livros didáticos para orientar a população sobre os riscos de infecção do coronavírus. Mas todo o material estava disponível gratuitamente no site do Ministério da Saúde e as escolas públicas, um dos destinos do material, estavam, como todas do Brasil, fechadas.

A administração municipal de Aroeiras falou que esse projeto já foi cancelado e o dinheiro não saiu dos cofres, mas como a denúncia foi feita, entrou na nossa conta.

Nem sempre são transações milionárias ou fraudes claras. Muitas investigações são abertas para os gestores esclarecerem detalhes que, numa visão otimista, esqueceram-se de apontar nos documentos oficiais, como pesquisa de preços, capacidade e qualidade dos fornecedores e necessidade dos produtos.

Por dificuldades assim o Ministério Público de Contas de Alagoas pediu mais informações a nove cidades do Estado, incluindo a capital, Maceió. Vinte licitações, com valor total de R$ 1 milhão, estão na mira do órgão.

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná decidiu checar atos de 56 municípios, com ações que iam desde compra dispendiosas demais de produtos de saúde a contratações que não tinham relação com o combate ao coronavírus, mas foram feitas usando as facilidades da MP, o que é contra a lei.

Em seu site, o TCE-PR cita um contrato estranho firmado por um município paranaense de 30 mil habitantes aproximadamente — não diz o nome. A Prefeitura gastou R$ 800 mil na lavagem da frota de veículos oficial, gastando R$ 90 por automóvel, bem mais que o dobro do preço médio praticado em grandes cidades.

Em Minas Gerais, o município de Mendes Pimentel pagou R$ 15.170 por uma impressora. Qual o crime? O produto poderia ser adquirido por valor inferior em concorrentes da empresa escolhida, que, segundo a Polícia Civil local, tinha contatos próximos com a prefeitura.

Teve saco de lixo vendido a peso de ouro em Rondonópolis, Mato Grosso, e máscara 814% mais cara no Amapá.

Governadores na mira

Três governadores são citados diretamente nas supostas fraudes: no Pará, Helder Barbalho (MDB), No Rio, Wilson Witzel (PSC), e, em Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL).

Barbalho autorizou a chegada ao Pará de 400 respiradores pelo valor de R$ 50,4 milhões. Desse total, metade do pagamento foi feito de forma antecipada à empresa SKN do Brasil.

O primeiro lote de aparelhos demorou a chegar, mas nem precisava ter se dado a esse trabalho. Os respiradores eram de um modelo diferente do contratado e não serviam para o tratamento da covid-19.

Todos foram devolvidos e o governo afirmou, em nota, que os cofres foram ressarcidos e a empresa, processada.

No Rio, a suspeita levantada pela Polícia Civil, com ajuda dos MPs estadual e federal, era de um esquema montado entre integrantes do governo e a organização social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Atenção à Saúde) para desviar recursos públicos destinados à instalação de sete hospitais de campanha.

O Iabas deveria receber de forma antecipada pouco mais de R$ 8 milhões, mas antes do início das obras, já haviam sido depositados pelo governo quase R$ 70 milhões ao instituto. No total, recebeu R$ 256 milhões antes do cancelamento do contrato de R$ 836 milhões, interrompido após as operações.

Em Santa Catarina, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) investiga a compra emergencial de 200 respiradores, com o pagamento antecipado de R$ 33 milhões (R$ 165 mil a unidade).

O governador Carlos Moisés passou a ser investigado com a divulgação de que no final de março pagou R$ 70 pelos mesmos produtos, mas de outra empresa.

 

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

CORONAVIRUS: Casos confirmados são 55.150 e óbitos 1.970, sendo 02 mortes nas últimas 24 horas no RN

 SAÚDE

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste sábado, 8. Os casos confirmados são 55.150, além de 18.247 suspeitos.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, foram registrados no total 1.970, dos quais dois ocorreram nas últimas 24 horas, há ainda 193 mortes em investigação e 402 foram descartadas para o coronavírus. Os casos descartados somam 89.673.

No fim da tarde desde sábado, o RN registrou 55,05% dos leitos críticos ocupados, com 128 disponíveis. A taxa de isolamento social é de 34,81%

Fonte: Blog do BG

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AREIA BRANCA TEM O ÍNDICE MAIS ALTO DO NORDESTE E É A QUARTA DO PAÍS EM NÚMERO DE ÓBITOS POR CORONAVIRUS

Por Igor Jácome, G1 RN

 

Desinfecção realizada no 'Marco Zero' de Areia Branca, município com maior taxa de óbitos por 100 mil habitantes no Nordeste — Foto: Divulgação/Prefeitura de Areia BrancaDesinfecção realizada no ‘Marco Zero’ de Areia Branca, município com maior taxa de óbitos por 100 mil habitantes no Nordeste 

Com 27,7 mil habitantes, Areia Branca, no Oeste potiguar, é o município com maior taxa de óbitos por Covid-19 na região Nordeste. Foram 49 óbitos, desde o início da pandemia, o que resulta em um índice de 176,4 mortes por 100 mil habitantes. Segundo levantamento G1, com base nos dados do Ministério da Saúde, a cidade está em quarto lugar, entre todos as cidades do Brasil. Em média, o país tem 47 mortes por 100 mil habitantes.

Embora não apontem uma causa específica para a alta incidência de mortes, as autoridades de saúde do estado convergem para uma possível explicação para o alto nível de contaminação: atividades econômicas do município que foram consideradas essenciais, não pararam, e atraem pessoas de várias partes do país.

Além de ter a maior mortes por Covid-19 no estado, município conta com uma das maiores taxas de incidência potiguares, com 2534,7 casos da doença por 100 mil habitantes. Apesar disso, ainda está atrás de cidades potiguares como Apodi (3732,7), Jardim de Piranhas (2594,9) e Vila Flor (2555,2).

Veja ranking de cidades com maior incidência de óbitos por Covid-19 por 100 mil habitantes

  1. Charrua – RS – 213
  2. Gastão Vidigal – SP – 208
  3. Pimenteiras do Oeste – RO – 184
  4. Areia Branca – RN – 176
  5. Anhanguera – GO – 174
  6. Jacareacanga – PA – 170
  7. Nova Castilho – SP – 158
  8. Guajará-Mirim – RO – 156
  9. Saldanha Marinho – RS – 151
  10. Porto Espiridião – MT – 150

Entre as 10 cidades com maiores taxas de óbitos do país, Areia Branca é a segunda mais populosa, atrás apenas de Guajará-Mirim, que tem 46,1 mil habitantes e está na oitava posição. A primeira colocada na lista, por exemplo, a gaucha Charrua, tem pouco mais de 3 mil habitantes e registrou 7 óbitos.

Tabela mostra dados sobre o coronavírus nas cidades com maiores taxas de óbitos acumulados por 100 mil habitantes no país — Foto: Reprodução/Ministério da SaúdeTabela mostra dados sobre o coronavírus nas cidades com maiores taxas de óbitos acumulados por 100 mil habitantes no país

Sal, pesca, energias renovávei

Areia Branca é famosa por atividades como pesca, produção de energias renováveis e pelo setor salineiro – contanto com um porto-ilha usado para exportação de sal. De acordo com a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), que administra o terminal, 51 trabalhadores do porto foram diagnosticado desde o início da pandemia, apesar das medidas de sanidade estabelecidas.

“Essas atividades são consideradas essenciais e não pararam. Antes da pandemia, a gente não tinha ideia de onde vinham as pessoas que trabalham nessas indústrias, mas agora sabemos que são de muitas cidades do estado, mas também da Paraíba, do Ceará, de Pernambuco, de vários estados”, afirma Ivanoska Vale, enfermeira, responsável pelo setor de epidemiologia do município.

O secretário de Saúde de Areia Branca, Alexandre Inácio, afirmou que o município realizou parcerias com a Anvisa e a Vigilância Sanitária do Estado para monitorar e orientar essas atividades econômicas e afirmou que as empresas têm buscado cumprir todas as determinações do poder público.

“Nós temos parques eólicos em construção, com grande fluxo de pessoas, mais de cinco grandes salinas com grande contingente de pessoas, com fluxo alto de caminhoneiros. Inclusive um dos primeiros casos aqui foi de um caminhoneiro que veio do Ceará e contaminou várias pessoas em uma salina. O segundo caso registrado no município foi de um mecânico que veio fazer manutenção em um barco que deu positivado”, afirma.

De acordo com a Codern, que administra o porto-ilha, desde janeiro é executado um plano de ação de prevenção, com disponibilização de equipamentos de proteção individual aos colaboradores. Também foi implantado teletrabalho aos funcionários acima de 60 anos ou com comorbidades; realização de desinfecção do Terminal Salineiro de Areia Branca por Militares das Forças Armadas; escala de 14 dias de trabalho por 14 dias de descanso, em acordo com sindicato dos trabalhadores portuários, e testagem antes de cada embarque.

Militares das Forças Armadas realizaram a desinfecção do Terminal Salineiro de Areia Branca no RN, no mês de abril (arquivo) — Foto: Marinha do Brasil

A secretaria municipal também registrava até a última terça (4) pelo menos 33 funcionários de empresas empresas salineiras diagnosticados com a doença e 10 de energias eólicas, mas o setor de epidemiologia considerou que o número pode estar bem abaixo da realidade, porque muitas vezes o local de trabalho do paciente não é informado no cadastro.

A Secretaria Estadual de Saúde informou que, entre as ações realizadas no município, houve inspeções e orientações nas salinas e uma operação que resultou na assinatura de um termo de responsabilidade, por parte de uma das indústrias, se comprometendo a cumprir normas de enfrentamento ao coronavírus. Também foram feitas atividades de orientações com o setor de pesca.

Testagem

O secretário municipal considera que outro possível motivo para o alto número de infectados seria a quantidade de testes realizados por Areia Branca. “Aqui no nosso município, a gente testa muito. Após uma parceria com o Instituto de Medicina Tropical, passamos a ter cerca de 30 testes por dia, por isso o alto número de confirmados. Ah vários municípios que tiveram alto índice do coronavírus, mas não testaram. Houve sub-notificação, não tenho medo de dizer. Aqui não, cada caso de síndrome gripal foi notificado. Por isso, a gente está sendo bombardeado”, afirmou.

Alexandre Inácio ainda declara que o município também combateu o coronavírus com realização de barreiras sanitárias, enrijecimento de medidas para garantir isolamento social, com proibição de uso das praias, por exemplo, e adotou o medicamento Ivermectina – remédio ainda sem comprovação científica de eficácia contra a doença – no tratamento dos pacientes.

Por outro lado, a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, Alessandra Lucchesi afirma que, embora o município esteja entre os oito que mais realizaram testagem no estado, isso não justificaria o alto índice de infecções ou mortes.

“Areia Branca aparece dentro da lista dos município com maior proporção de testagem por habitante, mas isso não justifica o grande número de casos. Apodi é o que mais testa, mas não está entre os primeiros na mortalidade. E a proporção de positividade (em Areia Branca) é muita alta. Cerca de 43% dos testes têm resultado positivo. Isso nos mostra que há uma grande circulação do vírus em si. Não está relacionada à capacidade de testagem do município”, diz.

Alessandra reforça que o município teve um início de pandemia com “característica muito específica, que foi a contaminação no porto-ilha”. Além disso, houve relatos de descumprimento de isolamento domiciliar, por parte de pessoas infectadas e a existência de um alto fluxo de pessoas da região Oeste do estado no município.

Municípios em que foram realizados mais testes para COVID-19 no RN

  • Apodi – 83,4 a cada 1000hab.
  • Timbaúba dos Batistas – 80 a cada 1000hab.
  • Caraubas – 69,7 a cada 1000 hab.
  • Vila Flor – 63,7 a cada 1000 hab.
  • Natal – 55,8 a cada 1000 hab.
  • Guamaré – 55 a cada 1000 hab.
  • Jaçanã – 54,3 a cada 1000 hab.
  • Areia Branca – 54 a cada 1000 hab.

Isolamento social

Durante a pandemia, Areia Branca realizou ‘lockdown’, com fechamento de acessos à cidade e barreiras sanitárias, como outros municípios do estado. O Ministério Público informou que acompanha a situação do município e que o promotor que atua na região foi informado durante uma reunião, de que o motivo para os altos índices locais seria a baixa adesão ao isolamento social, que seria menor que a média estadual. No mesmo encontro, o promotor orientou o comandante da Polícia Militar no município a prestar apoio às operações de fiscalização do município.

Mas dados do próprio Ministério Público contradizem a relação entre o isolamento social e as taxas municipais. Números solicitados pelo G1 ao sistema “Tô de Olho”, lançado pelo MP para acompanhar a pandemia no estado, apontam que o município apresentou índices superiores à média estadual nos dois primeiros meses de isolamento, e ficou muito próximo da média estadual em junho e julho.

Índices de isolamento social de Areia Branca e do Rio Grande do Norte
Fonte: G1 RN
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COM DIVERGÊNCIAS DOS COMITÊS CIENTÍFICOS QUE AUXILIAM ESTADO E PREFEITURA O NATALENSE NÃO SABE QUEM ESCUTAR

Estado ou Município? Quem o natalense deve escutar na crise?

Comitês científicos que prestam auxílio às decisões do Governo do Rio Grande do Norte e da Prefeitura de Natal divergem em relação ao retorno das aulas presenciais, aceleração da abertura das atividades comerciais e prescrição de medicamentos sem comprovação científica

Por Pedro Trindade –

Publicado em 08/08/2020 às 00:55

Tabela de dados sobre o coronavírus

A população de Natal vive um dilema desde que a pandemia da Covid-19 atingiu a cidade. No conflito de orientações entre o Estado e o Município, quem escutar?

Apesar de Natal ter aderido aos primeiros decretos do governo estadual, os últimos meses acentuaram desacordos entre as gestões estadual e municipal, especialmente em relação ao retorno das aulas presenciais, prescrição de medicamentos para combater o novo coronavírus e estratégias para a retomada das atividades econômicas.

A retomada da economia, inclusive, lançou luz sobre o desencontro existente entre a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, e o prefeito de Natal, Álvaro Dias. Enquanto o prefeito autorizou o retorno gradativo do comércio a partir de 30 de junho, a governadora só permitiu tal ação um dia depois, por exemplo.

Esse cenário se deve, em partes, à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garantiu aos estados e municípios a prerrogativa de adotar providências que julgarem necessárias para combater a pandemia, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições.

Assim, governadores e prefeitos têm o poder de definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período sem o comando direto do governo federal. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.

Acontece que, com atuações concorrentes, houve divergências e sobreposição de decisões, o que confundiu parcela da população.

Álvaro Dias e Fátima Bezerra não determinam sozinhos as ações de enfrentamento ao novo coronavírus, visto que, para os assessorar estratégica e tecnicamente em relação à crise sanitária em Natal e no RN, há, respectivamente, o Comitê Científico Municipal de Enfrentamento à Covid-19 e o Comitê Científico do Rio Grande do Norte.

Como funciona o Comitê Científico do RN

Para discutir aspectos técnico-científicos relacionados à pandemia no Estado, o comitê científico estadual possui reuniões realizadas via webconferência semanalmente todas às quartas-feiras, às 18h. Encontros extraordinários são convocadas em caso de necessidade.

Dentre os principais pontos discutidos ultimamente, há o monitoramento do estágio atual da pandemia no RN, com foco na tendência de casos e óbitos. São analisados os dados para o Estado, para as regiões e para os municípios de maior porte e com maior número de casos e óbitos. Discute-se a variação percentual diária dos casos e óbitos, além da taxa de transmissibilidade.

A produção e análise de indicadores sintéticos, compostos pela combinação de informações epidemiológicas (casos e óbitos) e assistenciais (ocupação de leitos, dentre outros) é outro ponto da pauta durante as reuniões, assim como o inquérito de “soroprevalêcia”, que é um estudo projetado em moldes similares ao inquérito nacional (EpiCovid Brasil) e deverá trazer um perfil mais preciso da prevalência de Covid-19 no Estado.

Ele é organizado pela Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), em articulação com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), nas oito cidades-sede das regionais de saúde do RN.

O comitê tem também analisado as diversas demandas que lhe são remetidas, referentes a pareceres técnico-científicos relacionados ao processo de manejo não-farmacológico (isolamento social, distanciamento social, abertura e fechamento de parcela de serviços).

São discutidos, ainda, estudos publicados no Brasil e no mundo de interesse para o controle da pandemia e, eventualmente, há debates com convidados, como secretários de Estado, governadora, vice-governador e membros do Ministério Público e de entidades da sociedade civil.

Presidido pelo secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, o comitê conta com representantes titulares da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), do Hospital Giselda Trigueiro, da UFRN, além da representação das áreas técnicas da Sesap da Atenção Primária à Saúde, da Vigilância Epidemiológica, da Atenção Especializada e da Tecnologia da Informação.

Com 15 membros, o comitê destaca que, quando um tema é pautado, são apresentados argumentos dentro de um debate científico e de ideias, com fala garantida a todos. Após a etapa de debate, é realizado um consenso sobre o tópico e construído um documento de recomendações coletivamente, que é entregue ao secretário de Saúde. São recomendações, que o gestor pode ou não acatar.

RN tem tendência de queda no número de casos novos de Covid-19

Questionado sobre a atual situação epidemiológica de Natal, o comitê estadual diz que a capital segue uma curva muito semelhante à do Estado, o que era esperado, já que a maior parte dos casos está na 7ª Região de Saúde, particularmente em Natal. Os representantes explicam que, desde o início de junho, existe uma tendência de queda no número de casos novos no RN, com um pequeno pico no início de julho, mas retornando à tendência de queda posteriormente.

No mês de abril, os casos diários cresceram mais de cinco vezes e, em maio, aumentaram cerca de 3,5 vezes. Em junho, a média de casos novos caiu até o dia 28 e depois voltou a subir, mas, na média geral, caiu em média 1,1% ao dia. Até o dia 18 de julho, até quando os dados são mais confiáveis, a média diária de casos do Estado era de 395, um valor ainda alto e bem distante do início de abril, quando a média diária era de 32 casos.

Apesar disso, no mês de julho há uma redução de 3,8% ao dia. Os dados são considerados até 18 de julho pelo fato de levarem, em média, 15 dias para se consolidarem no banco de dados. Esse é o tempo necessário para que apareçam os primeiros sintomas, o paciente busque um serviço de saúde, seja avaliado e seja feito o exame, e notificado ao serviço de vigilância, justifica o comitê.

Os óbitos também apresentam uma tendência de queda desde a metade de junho.

O comitê apresenta que a média diária de óbitos passou de 6 para 31 entre 1º de maio e 16 de junho, com um aumento diário de 3,6%. A partir daí, ao longo de um mês (até 18 de julho), houve algumas flutuações, mas a tendência é de queda, com menos de 1% ao dia. Importante destacar que a média diária de 20 óbitos ainda é alta e distante dos seis óbitos diários do início de maio.

Em Natal, o perfil é semelhante, com um início de queda no mesmo período e um pico também no início de julho que depois continua sua trajetória de queda até 18 de julho. Até esta data, a média diária de óbitos na capital era de 9, um valor ainda considerado alto e ainda bem maior que a média do início de maio, em torno de dois óbitos.

O comitê pontua que, de um modo geral, essa tendência de queda se apresenta em todas as regiões de saúde, mas três regiões possuem um comportamento que merece atenção.

A 2ª Região de Saúde, com sede em Mossoró, atingiu um longo platô de meados de maio até meados de junho, quando então começa uma tendência de queda, com um pico no início de julho e continuando com a tendência de queda logo depois.

Entretanto, na 4ª Região de Saúde, com sede em Caicó, há uma tendência de alta. Na 6ª Região de Saúde, com sede em Pau dos Ferros, a pequena quantidade de casos não permite que o comitê se estabeleça ainda uma tendência.

Em relação aos óbitos, o comitê diz que há uma tendência de queda mais tardia no Estado. Contudo, a Vigilância Epidemiológica afirma que tem realizado um trabalho de qualificação dos dados de óbitos, o que pode levar a um aparente aumento do número de óbitos à medida que são identificados casos que não haviam sido notificados ou que aguardavam confirmação de diagnóstico.

Toda análise de tendência só pode ser feita com segurança em um espaço de 15 dias, daí a necessidade desse espaçamento entre uma etapa de abertura e outra, ressalta o comitê.

Comitê Científico Municipal de Enfrentamento à Covid-19

O Comitê Científico Municipal de Enfrentamento à Covid-19, que orienta a Prefeitura do Natal, foi procurado pelo Agora RN para responder perguntas sobre dinâmica de metodologia e funcionamento, bem como se posicionar sobre alguns temas. A Secretaria de Saúde de Natal (SMS) enviou um documento com questões epidemiológicas, que não respondeu aos pedidos da reportagem.

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BOAS NOTÍCIAS: A CRIATIVIDADE COMO SEMPRE SALVANDO NEGÓCIOS EM TEMPOS DE CRISE

Uma grande ideia criativa é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo. A ideia do picolé de coxinha salvou o negócio do empresário Clayton Francisco Quintiliano, de Jaú, no interior do estado de São Paulo. Leia o artigo completo a seguir e conheça essa história de superação e sucesso!

Empresário vende picolé de coxinha e salva negócio durante pandemia

Criatividade na crise! Clayton Francisco Quintiliano, de Jaú, no interior do estado de São Paulo, criou o picolé de coxinha – na verdade uma coxinha em formato de picolé – e explodiu nas redes sociais.

A alternativa de renda extra que ele encontrou durante a pandemia de Covid-19 acabou fazendo sucesso.

A iguaria viralizou pela primeira vez em maio deste ano, quando o professor de dança ficou impedido de dar aulas presenciais e precisou se reinventar. (Veja a receita abaixo)

“É muito difícil parar e fechar as portas”, disse o empresário, que tem um estúdio de dança na cidade.

Sorveteria

Quintiliano era dono de uma sorveteria e começou a pensar em uma forma de equilibrar as vendas no inverno.

Clayton pediu então para sua mulher, Camilla Maróstica Rizzo Quintiliano, desenvolver a receita, que foi testada pela família inteira.

“Queria fazer coxinha, mas num formato que tivesse a ver com o conceito da loja”, diz ele. Estava criado o picolé de coxinha, brincadeira que agradou ao casal, mas de início não foi adiante.

“Não sei fritar salgados, mas contei a minha ideia para uma pessoa que sabia e pedi para ela fritar para mim e ver se dava certo”, revela.

Pandemia

Aproveitando a época de isolamento, Clayton retomou a produção do picolé de coxinha e ganhou a internet.

Camila ajuda na produção. Cada picolé de coxinha custa 4 reais e a bandeja congelada custa 12.

Os recheios são de frango, calabresa, presunto e queijo.

O sucesso foi tanto que o casal já pensa em expandir o negócio.

Formatos

Além de Clayton, outros empresários também pensaram em outros formatos de coxinha…

Já inventaram o sanduíche de coxinha, quibe de coxinha, hambúrguer, cupcake, buquê e até ovo de páscoa de coxinha.

Fátima Almeida, uma salgadeira de Curitiba, criou em 2017 o ‘coxinha ovo’, um ovo de páscoa salgado de quase um quilo. Embalado para presente, o produto foi sucesso tanto na internet, quanto nas vendas.

Receita Picolé de Coxinha

Ingredientes
Massa

1 colher (sopa) de manteiga
150 ml de leite
300 ml de caldo de cozimento do frango
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
Sal a gosto
Recheio
1 peito de frango cozido e desfiado
Azeite a gosto
1 cebola pequena
2 dentes de alho
Cheiro verde e sal a gosto
Montagem
Óleo para fritar
10 palitos de picolé

Modo de preparo
Massa: Coloque os ingredientes na panela (exceto a farinha) e deixe em fogo médio, até levantar fervura. Acrescente a farinha e mexa bem até ficar homogênea e desgrudar da panela. Despeje a massa em superfície de mármore, espere esfriar um pouco e sove. Reserve.

Recheio: Refogue o frango em azeite com cebola, alho cheiro verde e sal. Reserve.

Montagem: Em volta de um palito de picolé, modele a massa, recheie e frite em óleo não muito quente.

Clayton e a esposta CamilaFoto: instagram
Clayton e a esposa Camila Foto: instagram

Com informações da Marie Claire 

Fonte: Só Notícia Boa

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AUTOCONHECIMENTO: NÍVEIS EVOLUTIVOS DA CONSCIÊNCIA

Na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO deste domingo trago a baila um debate ocorrido em dos grupos de whatsapp que participo, acerca das nossas escolhas de convívio e relacionamentos no que tange a nossa evolução espiritual, emocional e intelectual. O debate começa com os conselhos dados no primeiro texto a seguir, onde  o autor orienta a nos distanciarmos de pessoas, lugares e situações que não nos ajudam a evoluir. Que há pessoas “cujo convívio e a influência são tóxicas à nosso emocional e cuja melhor atitude é o afastamento”. 

No segundo texto, de outro participante do grupo, o tom já é diferente. Aqui o autor não fala em afastamento, mas em enfrentamento, apesar de reconhecer suas fragilidades, mas pedindo a Deus que lhe “dê forças para me manter firme mesmo nos momentos de tempestade !”, que lhe “dê um pouco de Sua infinita sabedoria para que eu possa falar as palavras certas que venham desperta-las para o bem !” e para que “me dê força de vontade e criatividade para que, apesar delas, eu consiga cumprir o plano que Ele traçou para mim !”

Já no último texto, de um terceiro participante, podemos observar um outro tom, bem mais confiante e seguro: 
“Quanto mais forte é sua Luz mas você vai querer ir na direção dos que vivem na escuridão levar um pouco de alívio aos seus sofrimentos. Sua Luz é que vai aos poucos penetrando neles…”

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Então o que podemos concluir ao ler tudo isso?

Bem, em meu último livro publicado: Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para a vida plena, eu explico essa situação como sendo Níveis Evolutivos da Consciência. E aproveito essa oportunidade para transcrevê-la aqui:

Então, continuando, a Semiconsciência, como já falei, é o nível evolutivo em que a maioria da humanidade se encontra hoje, mas ela se subdivide em três planos conscienciais: o Profano, o Místico e o da Fé Plena. Vou falar um pouco desses três planos para que você leitor analise e perceba em qual deles se encontra.

O primeiro e mais rasteiro dos três planos, o Profano, é aquele em que a maior parte dos indivíduos que se encontram na Semiconsciência estão alinhados. Nesse plano as pessoas ainda estão muito ou quase inteiramente ligados à matéria. Muito preocupadas ainda com a vida profissional, a educação dos filhos, o relacionamento amoroso, a vaidade, os planos do ter, do possuir, a aparência física e outros valores típicos deste denso plano. A maioria apesar de se preocupar também com o aspecto espiritual, fazendo suas orações, frequentando o culto ou a igreja, o fazem pelo simples fato de assim terem sido educadas, que muitas vezes aprenderam a temer a Deus ao invés de respeitá-lo. Geralmente essas orações são uma espécie de reza repetitiva cujo principal objetivo é pedir as coisas como se Deus resolvesse todos os seus problemas. Ai entra um aspecto meio que insano e mais uma vez materialista da natureza humana. O homem que teme a Deus procura cumprir com os 10 mandamentos com medo de ser punido por um castigo. Entretanto ele, quando reza, pede, pede e pede descaradamente como se Deus fosse o seu servo e não o contrário. Chega a ser paradoxal olhando por esse prisma. Mas quando enxergamos pela ótica do ego é a coisa mais normal, pois não existe contradição, já que, por essa ótica ao cumprir com os mandamentos a pessoa merece uma recompensa, ou seja, o toma lá dá cá. A política do dando é que se recebe. É exatamente neste ponto e nesse raciocínio onde essa fatia da humanidade está completamente equivocada. Então, o ser humano quando no estágio profano está muito apegado e regido pelo ego, justamente porque este é periférico, ou seja, se situa a flor da pele.

O segundo plano consciencial da Semi-consciência, o Místico, é aquele em que o homem tenta se desprender, se desapegar das coisas materiais, das coisas mundanas, como: bens de uma forma geral, além do sexo e do convívio familiar. Além disso tenta se desapegar totalmente do ego que lhe regeu toda a vida até àquela altura da caminhada. É uma transição muito difícil e por isso mesmo é necessário se afastar de tudo e de todos. Deixar para trás a vida mundana. É desta forma que os monges agem para, como iniciados, atravessar essa fronteira entre o ego e o eu cósmico. Para alcançar esse plano Místico se faz necessário esse afastamento, o mergulho profundo na espiritualidade para se libertar dessa força inercial do ego. O homem místico, apesar de já estar em um nível espiritual elevado ainda é vulnerável as tentações do mundo. Isso se dá no período inicial, até que se fortaleça espiritualmente e esteja totalmente regido pelo seu eu superior, pois nesse plano o objetivo é servir ao próximo.

O terceiro plano consciencial da Semi-consciência é o da Fé Plena. Neste nível o ser humano conseguiu se desgarrar totalmente do ego e está apto a encarar a vida mundana sem se contaminar. É o último degrau antes de alcançar a Pleni-consciência. A diferença é que, neste estágio o homem ainda está revestido da matéria, do seu corpo físico. É a sua, digamos assim, última experiência enquanto encarnado. Penso que podemos dizer que pessoas como Mahatma Gandhi, Martin Luther king, Madre Teresa de Calcutá e o Buda são seres que alcançaram esse estágio evolutivo, que podemos chamar ainda de Iluminação.

Fonte: Braga, Wagner, 2020

A SEGUIR OS TEXTOS DO DEBATE REFEXIVO

“Se distancie de pessoas, lugares e situações que não te ajudam a evoluir.
Claro que todas as pessoas são importantes para o processo e que o convívio com muitas delas é inevitável. O autoconhecimento não vem apenas do convívio com aqueles que pensam igual a nós. Através das pessoas difíceis ou simplesmente diferentes do nosso modo de ser, aprendemos a desenvolver o respeito, a paciência, a tolerância e diversificamos o nosso ponto de vista. Mas sempre há aquelas cujo convívio e a influência são tóxicas à nosso emocional e cuja melhor atitude é o afastamento. Nossa saúde mental pede o distanciamento de tudo que perturba o seu equilíbrio.
Selecione melhor suas companhias, selecione melhor os lugares que frequenta, selecione melhor seus hábitos.
Não tema cortar da sua vida aquilo que não colabora para a sua evolução. Existem pessoas que passam por sua vida para mostrar exatamente quem você não deve ser e o que nunca deve aceitar!
Corte o que te limita e cerque-se de tudo aquilo que te ajuda a crescer. Cuidar bem das suas emoções é procurar pessoas, lugares e desenvolver hábitos que são nutritivos para elas.
(Alexandro Gruber)
@alexandro_gruber
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Não peço a Deus que me tire as turbulências da vida… mas que me dê forças para me manter firme mesmo nos momentos de tempestade !
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Não peço a Deus que tire as pessoas ruins de minha volta… mas sim, que me dê um pouco de Sua infinita sabedoria para que eu possa falar as palavras certas que venham desperta-las para o bem !
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Não peço a Deus que me tire as minhas limitações internas e externas… mas que me dê força de vontade e criatividade para que, apesar delas, eu consiga cumprir o plano que Ele traçou para mim !
.
Esta é a minha oração de todos os dias !
________________________
Quanto mais forte é sua Luz mas você vai querer ir na direção dos que vivem na escuridão levar um pouco de alívio aos seus sofrimentos.
A diferença é que a escuridão deles não te afeta mais… Sua Luz é que vai aos poucos penetrando neles…
Assim viveu Madre Tereza, Chico Xavier, Jesus, e todos outros iluminados…
Fonte: Grupo de Whatsapp
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