CRÔNICAS: A CICATRIZ, POR ANA MADALENA

Bem que o texto de hoje da nossa querida Ana Madalena poderia estar na coluna REFLEXÃO ao invés da coluna CRÔNICAS, pois nos convida a refletir sobre o mundo desumano em que estamos vivendo, de cada um por si, do farinha pouca meu pirão primeiro, do venha nós o vosso reino, enfim, um mundo recheado de tanto egoísmo, que nem nos damos conta da importância e do valor da fraternidade, e da compaixão, que precisamos enxergar, apesar das cicatrizes que acumulamos ao longo da jornada. Então convido você a ler este lindo e ao mesmo tempo profundo texto reflexivo desta extraordinária escritora!

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“Quem tem o mel, dá o mel
 Quem tem o fel, dá o fel
 Quem nada tem, nada dá”.
  Da sagrada escritura dos violeiros, Zé Ramalho

A cicatriz

Eu tinha até intenção de responder direitinho, mas sem tempo, resolvi abreviar. Para um bom entendedor, meias palavras … A pesquisadora ficou muito chateada, mesmo eu não sendo obrigada a responder. Ainda teve aquela cena de humilhação com a mocinha que estava ao meu lado. Fiquei extremamente indignada;  não admito ver maus tratos, muito menos fazer terceiros de saco de pancada. Em época de extremismos, um pouco de empatia é pedir demais? Sinceramente, os tempos podem ser outros, mas eu sou a mesma. Certas coisas eu não abro mão. Pronto, falei.
Cena: estava eu no supermercado quando apareceu uma moça fazendo pesquisa. O foco era sobre as aglomerações no verão. Enquanto analisava a tal pesquisa, uma senhora muito bem vestida caminhava ao lado de uma mocinha, que empurrava o carrinho. A senhora dizia o que levar, talvez lendo uma lista pelo celular. De repente ouvi um xingamento. A moça, bem assustada, explicava que colocara “aquilo” porque estava acabando. A reclamação continuou e ficou impossível não ouvir. Como elas estavam passando pela gôndola dos temperos, conclui que um orégano da vida tenha sido o motivo do destempero de tão “elegante” senhora. Sabe vergonha alheia? Eu senti. Por trás das máscaras, cada uma de nós escondeu um sentimento. Nessa hora meu celular tocou; era meu pai avisando que fosse pegá-lo no dentista. Devolvi a pesquisa, explicando que não poderia me demorar, mas mesmo assim a moça me seguiu até o caixa, insistindo para que eu terminasse o questionário. Foi quando escrevi em letras garrafais BAIXA HUMANIDADE e devolvi a pesquisa.
Li um artigo que a falta de empatia começa na infância e tem relação com ausência de limites. A empatia é um sentimento que só pode se manifestar quando nos colocamos no lugar do outro; está ligado à compaixão e ao processo de identificação, além de ser um exercício, uma competência, que só se desenvolve com a prática. Parece muito simples mas, um exemplo bem atual, as aglomerações nessa pandemia, mostram exatamente o oposto. E olha que estamos falando em salvar vidas…
O que determina a origem da civilização? Para a antropóloga Margaret Mead, o primeiro sinal de civilização em uma cultura foi um fêmur cicatrizado há quinze mil anos encontrado num sitio arqueológico.  Explico: houve um tempo em que a lei era matar ou morrer; não existia mimimi. Uma pessoa machucada atrapalhava todo o restante do grupo, por isso muitos eram deixados à deriva. Ter um osso cicatrizado era sinônimo de cuidado, de amor ao próximo. Alguém despendeu tempo para com o outro. Dito isso, fico me perguntando qual seria a resposta para essa mesma pergunta nos dias atuais… A impressão que tenho é que estamos vivendo uma regressão civilizatória.
Ou não! Enquanto estava aqui refletindo, recebi uma mensagem de padre Robério, um amigo de muitos anos. A mensagem: ” O Papa Francisco comemorou o primeiro Dia Internacional da Fraternidade Humana, participando de um encontro virtual dia 04 de fevereiro de 2021, organizado pelo Xeique Mohammed bin Zayed, em Abu Dabi”. Segundo o Papa, a fraternidade é a nova fronteira da humanidade.
“Fraternidade significa estender a mão, significa respeito, significa ouvir com o coração aberto, significa firmeza nas próprias convicções.  Não existe fraternidade se as convicções forem negociadas. Esse é o momento de ouvir. É o momento da certeza de que um mundo sem irmão é um mundo de inimigos. A indiferença é uma forma sutil de inimizade. Não é preciso uma guerra para fazer inimigos”.
Eu sou uma pessoa otimista! Ainda acredito na humanidade. Sei que vamos cuidar de ossos quebrados e, principalmente das cicatrizes que não aparecem. Finalizo com uma mensagem de Fernando Pessoa:  “Somos anjos de uma única asa e, só podemos voar, quando nos abraçamos uns aos outros”. Vamos refletir!
Um abraço fraterno.
Ana Madalena
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TAXA DE DESOCUPAÇÃO NO RN FECHA COM MENOR VALOR DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA

RN fecha 2021 com taxa de desemprego em 12,7%

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A taxa de desocupação do RN nos meses de outubro a dezembro de 2021 ficou em 12,7%, o que significa o menor valor desde o início da pandemia de Covid-19 no primeiro trimestre de 2020. Houve uma diminuição em 14,7% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo trimestre de 2020, a taxa de desemprego potiguar registrou uma diminuição de quase 3 pontos percentuais.

O RN tem a 11ª maior taxa de desocupação do País, porém a 3ª menor do Nordeste. Enquanto Santa Catarina (4,3%) e Mato Grosso (5,9%) estão em melhor situação no mercado de trabalho brasileiro, Amapá (17,5%) e Bahia (17,3%) têm os piores índices. Não houve aumento em nenhuma unidade federativa do País.

Em números absolutos, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua estima que a força de trabalho potiguar é de 1,53 milhão de pessoas, sendo 1,34 milhão de pessoas ocupadas e 194 mil desocupadas no último trimestre. Com isso, o número de desocupados teve queda tanto na comparação com o trimestre anterior (-12,2%), quanto no mesmo período do ano passado (-17,4%).

São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.

Taxa de participação no mercado de trabalho

Dos 2,89 milhões de potiguares com 14 anos de idade ou mais, 1,34 milhão estão ocupados. Isso significa que o nível de ocupação no Rio Grande do Norte é de 46,3%, um aumento de 2% em relação ao trimestre anterior. Este indicador é a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade laboral (14 anos ou mais).

A taxa de participação na força de trabalho, que mede a proporção das pessoas ocupadas e desocupadas em relação à população em idade de trabalhar, foi de 53%. As mudanças no nível de ocupação e taxa de participação na força de trabalho não são estatisticamente relevantes e, por isso, permanecem estáveis.

Comércio e administração pública seguem com mais de 40% da ocupação

Dentre os potiguares ocupados no 4º trimestre de 2021, 21,2% tinham como trabalho principal atividades relacionadas ao comércio. A participação da administração pública foi de 20,8%. Na sequência, vêm as atividades de agricultura; informação e comunicação (ambas com 10%); e indústria (8,9%).

Importante destacar o crescimento de cerca de 19 mil vagas no setor de outros serviços, saindo de 58 mil ocupados no trimestre anterior para 77 mil no 4º trimestre deste ano.

Número de trabalhadores de casa tem maior aumento no ano

Com o incremento de 50%, aqueles que trabalharam sem remuneração ajudando a atividade econômica de membro do domicílio ou de parente tiveram, no 4º trimestre de 2021, a maior variação entre as categorias de trabalho. As demais (empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria) não registraram variações significativas no Estado.

Fonte: Blog do BG

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PRESIDENTE BOLSONARO ANUNCIA EM LIVE NOVO VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO PARA 2022

Bolsonaro anuncia salário mínimo de R$ 1.212 em 2022

A última vez em que o salário mínimo teve ganho real foi no início de 2019, primeiro ano de mandato de Bolsonaro

Da CNN

Em São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou, em sua última live do ano, nesta quinta-feira (30), que salário mínimo vai subir a R$ 1.212 a partir de 1º de janeiro de 2022. O valor é R$ 112 acima dos atuais R$ 1.100. Uma Medida Provisória (MP) será editada até esta sexta-feira (31) para estipular novo valor.

O reajuste repõe a perda no poder de compra dos brasileiros devido à alta de preços ao longo de 2021. Apesar da pressão por um reajuste acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o governo não promoveu um aumento real do salário mínimo pelo impacto nas contas públicas, já que os benefícios da Previdência e também sociais estão atrelados ao piso.

O salário mínimo é base de referência para outras despesas, como os benefícios da Previdência Social e de assistência social a idosos e pessoas com deficiência (BPC), além do abono salarial.

O governo incorporou no salário mínimo de 2022 mais R$ 1,62 referente à inflação maior de 2020 que não havia sido contabilizada no valor deste ano. É que o valor do benefício foi definido antes da divulgação oficial do INPC fechado de 2020. O governo optou na época em não mudar o valor e incorporar o adicional em 2021, o que é previsto na legislação.

A última vez que o salário mínimo teve ganho real foi no início de 2019, primeiro ano de mandato de Bolsonaro, quando ele assinou um decreto atualizando o valor do piso de acordo com a política de valorização aprovada no governo Dilma Rousseff (PT) e válida de 2016 a 2019.

Desde então, o governo Bolsonaro tem concedido apenas aumentos para repor a inflação. Essa decisão tem sido influenciada pelo fato de o salário mínimo ser referência para dois terços da despesa pública, como benefícios previdenciários, assistenciais e seguro-desemprego.

A política de reajustes pela inflação e variação do Produto Interno Bruto (PIB) vigorou entre 2011 e 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.

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LIMINAR FAVORÁVEL AO GOVERNO DO RN BUSCA ASSEGURAR A DEVOLUÇÃO DO VALOR INVESTIDO NA COMPRA FRUSTRADA DE RESPIRADORES

Por g1 RN

 

Liminar assegura devolução de R$ 4,9 milhões ao RN em compra frustrada de respiradores | Rio Grande do Norte | G1

Uma decisão liminar obtida pelo governo do Rio Grande do Norte foi favorável à ação civil pública que busca assegurar a devolução valor investido na compra frustrada dos 30 respiradores pulmonares através do Consórcio Nordeste junto à empresa Hempcare em 2020.

A informação foi confirmada através de nota do governo do Rio Grande do Norte, que informou nesta sexta-feira (5) que a medida se soma a outras que o Poder Executivo tem adotado para “restituição dos valores despendidos”.

Segundo um auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o governo do RN pagou R$ 4,9 milhões pelos respiradores antes de assinar o contrato. Os respiradores nunca foram entregues pela empresa.

“A Procuradoria Geral do Estado vem atuando diligentemente em seu papel constitucional, empreendendo todos os esforços para reaver os recursos estaduais indevidamente desviados do nosso Estado”, disse o procurador-geral Luiz Antônio Marinho.

A nota do governos ainda reforça que os respiradores foram adquiridos no auge da pandemia “quando todas as nações do mundo buscavam desesperadamente adquirir ventiladores pulmonares, essenciais para sobrevivência de infectados pelo coronavírus nos hospitais”, e que a compra visava “garantir o direito aos cidadãos potiguares de lutar pela vida”.

Compra frustrada

O Consórcio Nordeste adquiriu 300 respiradores pulmonares junto à empresa Hempcare no início da pandemia, em 2020, mas nunca recebeu os equipamentos. O RN pagou R$ 4,9 milhões por 30 desses respiradores.

Em junho do ano passado, três pessoas chegaram a ser presas na Operação Ragnarok, que investiga essa aquisição. Dois dos presos são os proprietários da empresa.

A CPI da Covid na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte tem investigado o caso. O ex-secretário-executivo do Consórcio Nordesteos donos da Hempcare e o ex-secretário da Casa Civil da Bahia, no entanto, ficaram em silêncio durante as sessões em que foram questionados. Eles adquiriram o direito na Justiça.

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NOVAS REGRAS QUE ENTRARAM EM VIGOR EM SETEMBRO PODEM FLEXIBILIZAR O VALOR DO SEGURO AUTOMOTIVO

Com novas regras, seguro automotivo pode ficar mais barato no Brasil

Apenas 16% dos veículos do país têm algum tipo de cobertura

Adriana De Luca

da CNNEm São Paulo

Numa cidade como São Paulo, ter um carro não tem ficado mais fácil com o tempo. Além de enfrentar o trânsito, o motorista precisa lidar com gastos, como combustível, IPVA e manutenção.

Para fugir do custo crescente, muitos abrem mão dos seguros. Atualmente, apenas 16% dos veículos do país têm algum tipo de cobertura.

A boa notícia é que o seguro pode ficar mais barato. Isso porque novas regras que entraram em vigor em setembro vão flexibilizar o serviço.

Uma das principais mudanças dá direito ao consumidor de escolher o seguro de acordo com a própria necessidade. Com isso, o custo pode ficar mais barato.

Fonte: CNN

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ECONOMIA: CERVEJA SOFRE REAJUSTE NO BRASIL A PARTIR DESTA SEXTA-FEIRA (01)

Sextou? Cerveja fica mais cara no Brasil a partir desta sexta-feira (1º)

Somado ao valor da carne, o reajuste da cerveja deixa cada vez mais difícil para o brasileiro fazer um churrasco

sabelle Resendeda

CNN

Tamires VitorioCleber Souzado

CNN Brasil Business

em São Paulo e Rio de Janeiro

brasileiro fazer um churrasco

Cerveja vai ficar mais cara no BrasilCerveja vai ficar mais cara no Brasil Anete Lusina no Pexels

cerveja vai ficar mais cara no Brasil a partir desta sexta-feira (1º), acompanhando a alta dos preços de produtos como combustíveis, alimentos e gás de cozinha.

Os consumidores já vinham lidando com o gosto amargo dessa notícia há alguns dias, já que a Ambev, dona das marcas Brahma, Skol e Stella Artois, enviou um comunicado aos comerciantes avisando que iria reajustar os preços da bebida na quarta-feira.

Em nota, a empresa afirmou que faz, periodicamente, ajustes nos preços de seus produtos, e que os reajustes vão variar conforme a região do país.

Na sequência, o grupo Heineken disse que os preços de seus produtos seguem os mesmos por ora, já que a empresa já fez uma revisão de valores neste ano e não prevê mais mudanças até o fim do ano.

Mesmo assim, o peso no bolso dos consumidores deve se espalhar pelo país de forma significativa, já que a Ambev concentra cerca de 60% do mercado no Brasil.

A cerveja é uma das bebidas mais consumidas pelos brasileiros. A Euromonitor aponta que o consumo em 2021 alcançou seu maior patamar desde 2014, com 13,67 bilhões de litros da bebida vendidos no país.

O preço da cerveja fechou agosto em alta pelo oitavo mês consecutivo, segundo o IBGE, em seus cálculos para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com isso, o preço do item já apresenta um aumento 3,49% no ano e 7,62% nos últimos 12 meses.

Somado ao valor da carne, o reajuste da cerveja deixa cada vez mais difícil para o brasileiro fazer um churrasco

Aumentar para quê?

O economista da Fundação Getúlio Vargas, André Braz, afirma que o aumento tem relação direta com a desvalorização do real, o que eleva o preço dos insumos para produção da cerveja, e com as elevações nos preços da energia elétrica e frete.

“Tudo isso é custo para a companhia e, embora o reajuste nos preços das cervejas seja feito uma vez por ano, esses são fatores que a empresa considera, pois aumenta o custo da produção”, ressalta o especialista.

Para o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, o reajuste anunciado pela cervejaria, embora compreensível em função da alta nos insumos e do dólar, não é desejável, já que o setor, um dos mais afetados pela pandemia, começa a mostrar sinais de recuperação.

Segundo a Abrasel, uma parcela significativa, cerca de 37%, ainda está operando no prejuízo. Em São Paulo, esse percentual é ainda maior, 50%.

“O setor está hiper pressionado por aumento de custos na luz, no aluguel, nos alimentos, no combustível, que afeta o delivery, por exemplo. Não suporta novo aumento sem repassar para o consumidor. É o acreditamos que vai acontecer instantaneamente”, avaliou.

Solmucci calcula ainda que o reajuste anunciado pela Ambev deverá ser a tendência também implantada por outras fabricantes de cervejas.

Repasse

Em comunicado à imprensa, a Abrasel afirma que 37% do setor de bares e restaurantes opera atualmente com prejuízo em todo o país; em São Paulo, esse número chega a 50%. “O ajuste de custos deverá ser repassado imediatamente ao consumidor”, diz a entidade. A expectativa da Abrasel é de que o aumento acompanhe a inflação acumulada nos últimos 12 meses e fique em até 10% na capital paulista.

Uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), divulgada nesta terça-feira (28), mostrou que, mesmo com a retomada gradual da economia, 62% dos estabelecimentos no país ainda não recuperaram o faturamento que tinham em 2019.

A situação é ainda pior para 55% deles, que declararam estar endividados. Desse total, 78% devem para bancos, 57% estão com impostos em atraso, 24% têm dívidas com fornecedores e 14% afirmam ter pendências trabalhistas.

Fonte: CNN

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REFLEXÃO: VOCÊ SABE O SEU VALOR? POR CAMILA ZEN

Nada como começar uma sexta-feira e um fim de semana com uma bela REFLEXÃO. Principalmente quando essa REFLEXÃO é o seguinte questionamento: VOCÊ sabe o seu VALOR? Então assista a nossa Camila Zen contando uma curta história que nos ajuda a lembrar do nosso verdadeiro valor e de quem nós realmente somos, aqui dentro. Se alguém ainda não te disse isso… Você vale muito! Espero que essa história possa te ajudar ou ajudar alguém que você ama a saber o seu verdadeiro valor. Namastê! 🧡✨🙏🏼

Fonte:

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ART PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA TERÁ VALOR REDUZIDO APÓS ACORDO ASSINADO PELO CREA-RN E MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Crea-RN e Ministério do Desenvolvimento Regional assinam acordo de Cooperação Técnica para redução do valor da ART para obras ou serviços de Regularização Fundiária

28 jun 2021

Crea-RN adota sistema de plantão três vezes por semana

Nesta segunda-feira (27), às 10h, a presidente do Crea-RN, a engª civil Ana Adalgisa Dias Paulino, o Ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho, e o Secretário Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, Alfredo Eduardo dos Santos, assinam acordo de cooperação técnica no sentido de possibilitar a redução do valor do registro de Anotação de Responsabilidade Técnica(ART), para obras ou serviços decorrentes de programas ou ações sob gestão da SNH/MDR.

De acordo com o convênio, o conselho passará a adotar o valor de R$ 5,00 (cinco reais) para as ARTs voltadas para regularização fundiária do Programa Casa Verde e Amarela. Esse valor correspondente à faixa 3, da Tabela B, da Resolução nº 1.067, de 2015, e do PL nº 1.542, de 2019, do Conselho Federal Engenharia e Agronomia (CONFEA), atualizados anualmente por meio de plenária.

“O Crea-RN é o primeiro conselho a assinar esse acordo de cooperação técnica com o Ministério do Desenvolvimento Regional. É a contribuição do Sistema Confea/Crea e Mútua para diminuir um problema social, ajudando no resgate da cidadania e da qualidade de vida da população que será beneficiada”, comemora a presidente Ana Adalgisa.

O prazo de vigência do acordo cooperação técnica será de 60 (sessenta) meses a partir da assinatura, podendo ser prorrogado mediante a celebração de aditivo. A assinatura do acordo acontecerá, às 10h da manhã, na Avenida Hilda Dias de Carvalho, 50-106 – Lagoa Azul, Zona Norte, em Natal-RN.

Fonte: Política em Foco
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POLÍTICA: O ESTRANHO E CONFIDENCIAL CONTRATO ENTRE BUTANTAN E SINOVAC QUE BENEFICIA APENAS UM LADO, O CHINÊS

O estapafúrdio contrato “ultraconfidencial” entre o Butantan e a Sinovac, que não especifica valor entre as partes

Foto ilustrativa

O contrato que o Instituto Butantan, dirigido por Dimas Tadeu Covas, que diz não ter relação de parentesco com Bruno Covas, prefeito de São Paulo, e o gigante laboratório chinês Sinovac, acreditem, não determina quantidade e valor unitário da vacina.

A grosso modo, o contrato beneficia apenas um lado no acordo: o chinês.

As cláusulas do contrato, anunciadas, em junho, como “históricas” pelo governador de São Paulo, João Dória, revelam outras prioridades que, obviamente, não tem nada a ver com a saúde da população do Brasil, como o tucano chegou a afirmar para o presidente Jair Bolsonaro, quando fazia pressão para o chefe do executivo liberar a vacina no país.

A descoberta ocorre na semana em que os testes com a vacina foram suspensos devido ao falecimento de uma voluntária, cujo motivo da morte – sequer – foi informado pelo Butantan à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que é o órgão de proteção à saúde da população por intermédio de controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos ao instituto

Em entrevista, o diretor da ANVISA, Antonio Barras Torres, chegou a dizer que a Agência não é “parceira da vacina, mas árbitro” e que a instituição decidiu por interromper, temporariamente, os testes porque “um evento adverso grave não esperado, com informações incompletas e insuficientes” foi o motivo.

A CNN Brasil teve acesso à íntegra do contrato, chamado de “Acordo de Colaboração de Desenvolvimento Clínico”, assinado em 08 de junho, e divulgou os principais trechos.

Logo, no início do documento, não fica especificado preços e quantidades das vacinas a serem produzidas. “Ambas as partes têm o objetivo de discutir e definir um preço de mercado razoável para o fornecimento da vacina importada, assim que possível.”

Além disso, o laboratório paulista é colocado como “único financiador”, “único patrocinador” da vacina. “O Butantan será, a seu próprio custo, patrocinador do estudo clínico da fase 3 da vacina no Brasil, sendo responsável pela sua execução.”

O contrato, totalmente desequilibrado em favor de uma parte, diz que, caso o Brasil queira comercializar a vacina com países da América Latina; os contratos terão que incluir a Sinovac. Ou seja: os chineses têm comando integral do acordo e isso fica bem claro em diversos artigos.

“O Butantan tem plena compreensão de que a vacina é desenvolvida pela Sinovac, e que a Sinovac detém direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina.”

Uma dúvida fica no ar: por que o Governador João Dória defende um contrato tão desequilibrado para o Brasil?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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