DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: APRENDER A AMAR É O SENTIDO DA VIDA

Eu costumo dizer que viemos ao mundo com duas missões. Uma é aprender a amar e a outra é desenvolver o seu dom natural, que inerente apenas a você e a mais ninguém. Muitas pessoas passam uma vida inteira e não descobrem e/ou desenvolvem esse dom. Outras já nascem com esse dom aflorando em todas as suas atitudes. Quanto a primeira missão, a mais sublime, as vezes requer dezenas, centenas ou milhares de experiências até conseguirmos aprender. Dai o título do texto a seguir: A destreza e a arte de amar. Então convido você a ler esse magnífico texto, reflita e faça o seu juízo de valor!

Como Aprender a AMAR - Todas as CHAVES

A DESTREZA E A ARTE DE AMAR – por Lazaris

O amor é um estado de consciência.

Muitas vezes, atrás da máscara do seu ego negativo, você quer fazer difícil a arte de amar para poder justificar e racionalizar a carência em sua vida. Depois de tudo, nessa relação tediosa com o seu lado negativo, você está totalmente convencido por ele de que maneja sua vida e é dono de si mesmo.

O ego negativo nunca entrega amor. As coisas que ele entrega são somente promessas nunca cumpridas e rotas variadas para fugir de si mesmo.

Você pergunta: “Onde está o amor?”

E o seu ego lhe diz o quanto é difícil encontrá-lo e quanta lástima você colherá.

Quando você descobre o quanto o amor é realmente disponível, uma parte sua inconscientemente tratará de negá-lo completamente para proteger o seu ego negativo.

Uma parte sua gritará: “Evite a humilhação a todo custo!”

Na verdade, você se sente tão tonto por haver excluído o amor durante tanto tempo, que agora acha que não o merece realmente.

De qualquer modo, você perde (não seu ego).

Quando você descobrir que o amor é real, não corra! Não castigue a si mesmo. Não postergue mais, começa a amar!

Medite nas coisas do amor:

1. COMPARTILHAMENTO: Desenvolva realmente a sua capacidade de compartilhar. Amar é dar!

2. RESPONSABILIDADE: Seja responsável para consigo mesmo e para com os outros.

3. HONRA: Honre os seus sentimentos e os sentimentos daqueles a quem ama.

CONHECIMENTO: Há duas maneiras de conhecer alguém: pela compreensão ou pela dor. Sim, devido ao fato de que muitos temem o amor, infligem dor a si mesmos e aos outros. Porém, você pode desenvolver a destreza de amar buscando a compreensão de si mesmo e dos outros. Você está aqui para aprender a compreender, não para sofrer.

HUMILDADE: Tenha a humildade de ser íntimo. Humildade é a vontade de ver cada dia como algo completamente novo. É a vontade de permitir que as pessoas mudem, em lugar de afirmar que elas nunca conseguirão mudar.

Você cria sua realidade fundamentalmente a partir de sua eleição e crença. Se escolher ver as pessoas em seu pior estado e acredita nisso, então você sempre as observará assim.

Você até poderá ter razão, mas também se sentirá miserável.

Ser humilde é dizer: “Sei que ontem era assim, mas hoje tudo pode ter mudado.”

Seja humilde o suficiente para estar próximo, ser terno e vulnerável consigo mesmo e com aqueles que você se interessa.

COMPROMETIMENTO: Tenha a coragem de comprometer-se. O compromisso é realmente aterrorizante para muitas pessoas. O medo de ser rechaçado ou humilhado é o maior culpado disso.

Há também o medo da responsabilidade (ou melhor dizendo, o medo de não conseguir controlar algo), que contribui bastante com a negativa de comprometer-se. Para muitos, o compromisso é semelhante a uma prisão. Confundem responsabilidade com obrigação.

Por isso, quem quer amar precisa se revestir de coragem. Amar é um ato de coragem.

INTERESSE: Honestamente começa a interessar-se por si mesmo e pela maneira como a sua vida está direcionada. Nada de lástimas. O amor não tem nada a ver com lástimas.

Simplesmente abra o seu coração e a sua mente e começa a amar. Manifeste interesse real por si mesmo e pelos outros.

“AMAR É UM ATO DE CORAGEM! AMAR É DAR!”

– Lazaris –

Esse é um texto que traduzi e distribui para a turma que fez o curso “Toques Vibracionais” (fase 8) em novembro de 2001 aqui no IPPB. É um texto que extraí do livro “El Viaje Sagrada” do mentor extrafísico “Lazaris” (que passa textos pelo médium americano Jack Pursel). É uma tradução livre. Ou seja, não traduzi literalmente. Adaptei-a de forma mais moderna e despojada, porém sem alterar o sentido de suas idéias. Vale a pena ler um texto desses. É um banho no coração!

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COMPARTILHAMENTO DE DADOS COM A PGR SERIA UM USO ABUSIVO DO DIREITO DE INVESTIGAR, AFIRMA LAVA JATO

Lava Jato em Curitiba diz que compartilhar dados com PGR seria ‘abuso’

Gabriela Coelho Da CNN, em Brasília

17 de agosto de 2020 às 19:54

A força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba enviou esclarecimentos ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o compartilhamento de dados com a PGR seria um “uso abusivo” do direito de investigar.

“Permitir-se que a PGR ou qualquer outra unidade do MP possa ter acesso e usar provas obtidas mediante decisão judicial, constantes das bases de dados das FTs [forças tarefas], sem que a unidade solicitante esteja investigando fatos e pessoas relacionadas a tais informações, equivaleria a permitir bisbilhotagem ou mesmo a prática conhecida como fishing expedition, caracterizada por ser uma investigação especulativa, sem objeto certo e determinado”, disse a Lava Jato.

No documento, a força-tarefa disse também que a afirmação que há “caixas de segredos” no trabalho não é correta, assim como não é correta a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos.

“Não há na força-tarefa documentos secretos ou insindicáveis pelas corregedorias. Todos os documentos estão registrados nos sistemas eletrônicos da Justiça Federal ou do Ministério Público Federal e não só podem ser como sempre foram acessados pela Corregedoria do MPF em correições ordinárias e extraordinárias”, continua.

Segundo o MPF, é equivocada a suposição, feita pelo PGR, de que 38 mil pessoas foram simplesmente “escolhidas” pela força-tarefa para serem investigadas. Segundo os procuradores, esse é o número de pessoas físicas e jurídicas mencionadas em Relatórios de Inteligência Financeira encaminhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério Público Federal, a partir do exercício regular do seu trabalho de supervisão de atividades suspeitas de lavagem de dinheiro.

No dia 3 de agosto, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou a decisão liminar (provisória) do presidente da Corte, Dias Toffoli, que havia determinado o compartilhamento de dados entre as forças-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fonte: CNN

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FACHIN REVOGOU LIMINAR DE TOFFOLI QUE DETERMINAVA COMPARTILHAMENTO DE DADOS DA LAVA JATO COM A PGR

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

 

Fachin revoga decisão de Toffoli que deu à PGR acesso aos dados da Lava Jato

Fachin revoga decisão de Toffoli que deu à PGR acesso aos dados da Lava Jato

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta segunda-feira (3) a decisão liminar (provisória) que determinou o compartilhamento de dados entre as forças-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fachin é o relator da ação e revogou decisão do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, que autorizou o compartilhamento.

Pela decisão do presidente do STF, as forças-tarefa deveriam entregar “todas as bases da dados estruturados e não-estruturados utilizadas e obtidas em suas investigações, por meio de sua remessa atual, e para dados pretéritos e futuros, à Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise do gabinete do procurador-geral da República”.

Fachin revoga permissão de compartilhamento de dados da Lava Jato com a PGR
Fachin revoga permissão de compartilhamento de dados da Lava Jato com a PGR

Na decisão desta segunda-feira, Fachin determina que a ordem tem eficácia retroativa. Na prática, isso significa que eventuais dados compartilhados não poderão ser mais acessados pela PGR.

A procuradoria-geral informou que pretende recorrer da decisão.

Fachin afirma que o tipo de ação utilizada pela PGR, uma reclamação, não era cabível para tratar do compartilhamento de dados. Isso porque o recurso ao STF usou como base um julgamento do tribunal sobre deslocamentos de procuradores dentro do MPF.

“Decisão sobre remoção de membros do Ministério Público não serve, com o devido respeito, como paradigma para chancelar, em sede de reclamação, obrigação de intercâmbio de provas intrainstitucional. Entendo não preenchidos os requisitos próprios e específicos da via eleita pela parte reclamante”, escreveu o ministro.

Além de negar o recurso da PGR, Fachin retirou o sigilo da ação e considerou que o processo deve tramitar de forma pública. Ele lembrou que a Constituição prevê a publicidade dos atos processuais como regra. As exceções, citou o ministro, são os casos em que a defesa da intimidade ou do interesse social exigem o sigilo.

Dados lacrados

Em relatório técnico enviado ao STF em julho, a PGR detalhou o procedimento de armazenamento dos dados a ser repassados pelas forças-tarefa da Lava Jato.

O documento deixa claro que o material estará codificados, desde a origem até o destino, e à disposição do procurador-geral da República, Augusto Aras.

“As imagens forenses criptografadas permanecerão armazenadas em storage, localizado na sala-cofre da Procuradoria Geral da República e, caso necessário, em nuvem privada do Ministério Público Federal. O equipamento storage da Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise do Gabinete do Procurador-Geral da República está acondicionado em sala-cofre da Procuradoria Geral da República”, prevê o relatório.

Segundo o documento, as “imagens forenses criptografadas não serão acessadas, nem decifradas, até que haja a solicitação formal para disponibilização do conteúdo para análise pelo Gabinete do Procurador-Geral da República”.

Foro privilegiado

Um dos argumentos utilizados pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, no pedido ao STF foi o de que há suspeita de as investigações da Lava Jato terem atingido pessoas com foro privilegiado.

Medeiros afirmou que a força-tarefa da Lava Jato de Curitiba suprimiu sobrenomes dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, em uma ação que investiga lavagem de dinheiro ligada a contratos da Petrobras.

Lava Jato suprime sobrenomes dos presidentes da Câmara e do Senado em investigação

Lava Jato suprime sobrenomes dos presidentes da Câmara e do Senado em investigação

Os nomes sem os sobrenomes completos aparecem na denúncia da Lava Jato do Paraná oferecida à Justiça em dezembro do ano passado.

Os dois parlamentares têm foro privilegiado no STF. Os procuradores da Lava Jato negam ter investigado políticos com foro.

Segundo Fachin, esta questão está sendo discutida em outro processo em andamento no STF e que vai tratar da eventual usurpação da competência do Supremo nos casos dos presidentes da Câmara e do Senado.

Fonte: G1

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