RECUPERAÇÃO HISTÓRICA PARA 2021 É ESPERADA EM 3 PAÍSES DA AMÉRICA LATINA

Os 3 países da América Latina com a maior previsão de crescimento em 2021

Região enfrentou maior crise econômica das últimas décadas. Agora, 2021 verá recuperações econômicas sem precedentes

ECONOMIA

 por BBC NEWS BRASIL

Cepal projeta uma queda histórica de 7,7% na economia regional em 2020

GETTY IMAGES/BBC BRASIL

A queda nas economias latino-americanas em 2020 foi tão forte, em meio à pandemia de coronavírus, que recuperações históricas são esperadas para 2021.

Mas cuidado: isso não significa um grande crescimento econômico que indica um período de vacas gordas pela frente.

Na verdade, trata-se de um esperado “efeito rebote” — ou seja, um forte aumento do PIB (Produto Interno Bruto) na maioria dos países da região, que compensará parcialmente o cenário atual. É uma recuperação econômica parcial em relação a um resultado muito negativo do ano anterior.

A economia do Peru, por exemplo, fechará este ano com uma queda brutal da ordem de 13%, e em 2021 crescerá cerca de 9%, de acordo com as últimas projeções da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe).

Isso significa que mesmo com um aparente aumento espetacular da atividade econômica, o país ainda estará longe de retornar ao nível pré-crise, uma história que se repetirá na maioria dos países da região.

“A recuperação estará sujeita a muitas incertezas, como a dinâmica da pandemia, a disponibilidade de vacinas, a capacidade dos países em manter políticas de apoio e o que acontecerá com a economia mundial”, diz Daniel Titelman, diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico da Cepal, à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Para este ano, a Cepal projeta uma queda histórica da economia regional de 7,7%, enquanto para 2021 espera um crescimento de 3,7%.

Se não houver grandes mudanças no horizonte, pode-se dizer que a América Latina atingiu o fundo do poço e agora inicia um lento processo de recuperação.

Durante essa recuperação, os três países que terão o maior crescimento econômico no próximo ano, segundo as projeções da Cepal, serão: Peru (9%), Panamá (5,5%) e Bolívia (5,1%).

Um ano eleitoral no Peru

Apesar do impacto econômico devastador da pandemia no Peru, o ministro de Economia e Finanças, Waldo Mendoza, disse que o país está apresentando uma recuperação “muito mais rápida” que o resto dos países da região.

Entre os motivos, ele citou a redução no avanço da pandemia e os efeitos dos pacotes de estímulo para conter a crise econômica.

“Temos uma situação um pouco mais administrável, que nos permite abrir atividades econômicas com um pouco mais de confiança e menos risco”, disse Mendoza, membro do gabinete do governo de Francisco Sagasti, que assumiu a presidência do Peru em meio a uma profunda crise política, em meados de novembro.

Se a economia do Peru crescer 9% em 2021, conforme projeta a Cepal, será o país com maior crescimento econômico na região, depois de ter ficado no topo do ranking de pior desempenho regional (atrás apenas da Venezuela) em 2020.

Um efeito rebote da economia não está condicionado exclusivamente à evolução da pandemia, mas também às condições políticas.

“Há incerteza por motivos de saúde e por motivos políticos”, explica Diego Macera, gerente do Instituto Peruano de Economia (IPE), à BBC.

“Se houver investimento privado, empregos são criados e isso impulsiona a recuperação econômica, mas se o Congresso que será eleito no próximo ano for como o que temos agora, o golpe para a confiança será grande”, diz ele.

As eleições presidenciais e parlamentares estão convocadas para 11 de abril e o segundo turno, se necessário, está previsto para junho.

No plano econômico, um dos sinais animadores para o próximo ano é que os especialistas esperam melhores resultados no setor de mineração, especialmente em produtos como o cobre.

No entanto, uma das principais preocupações é o que acontecerá com o emprego e o subemprego e como o país conseguirá obter as doses das vacinas necessárias para manter o vírus sob controle.

A recuperação do Panamá

“A recuperação depende de dissipar a névoa da pandemia”, disse Samuel Moreno, presidente do Colégio de Economistas do Panamá, à BBC.

Se for gerada mais confiança na população, diz ele, o consumo interno vai aumentar e a expectativa de fazer negócios no país vai melhorar.

O Panamá é o segundo país, depois do Peru, com a maior taxa de crescimento do PIB projetada para 2021, segundo a Cepal.

A atividade econômica deve crescer 5,5% em 2021, após experimentar uma das maiores desacelerações econômicas regionais neste ano, com queda próxima a 11%, segundo a Cepal.

“Tenho uma visão positiva”, diz Moreno, argumentando que no último trimestre deste ano houve indícios de uma reativação, como, por exemplo, a retomada das operações da companhia aérea Copay e de atividades comerciais e financeiras.

Apesar dos problemas causados ​​pela pandemia, o Panamá mantém uma boa classificação de risco nas agências internacionais, acrescenta o economista, o que contribui para a velocidade da recuperação.

Peça essencial da economia, o Canal do Panamá também começa a dar bons sinais.

“Esperamos que o comércio mundial se recupere em 2021 e que isso continue influenciando positivamente a reativação dos fluxos comerciais nas atividades do canal”, explica Titelman, da Cepal.

“Esperamos também aumento do comércio interno, principalmente de construção e serviços financeiros”, acrescenta.

Um dos maiores desafios para o próximo ano, concordam os especialistas, é a geração de empregos em um país com altos níveis de desigualdade, onde o acesso aos serviços básicos não é garantido nas áreas rurais habitadas principalmente por populações indígenas e comunidades de descendência africana.

O Banco Mundial afirmou que uma de suas preocupações é que os níveis profundos de desigualdade que existem no país aumentem como consequência da pandemia, causando alta da insegurança alimentar e da desnutrição infantil.

A preocupação é compartilhada por Gersán Joseph Garzón, professor da Faculdade de Economia da Universidade do Panamá.

“Essa pandemia revelou a grande desigualdade que existe no país”, afirma.

Um dos motores essenciais para a reativação, defende o economista, é que o gasto público aumente para gerar novas fontes de trabalho.

“Grande parte do emprego depende de projetos de infraestrutura promovidos pelo governo. Isso ajudaria muito.”

Os desafios da Bolívia

A Bolívia ocupa o terceiro lugar entre os países latino-americanos que podem apresentar maior crescimento, com uma projeção de alta de 5,1% em 2021, após uma queda profunda de 8% em 2020, segundo a Cepal.

O governo de Luís Arce, que iniciou seu mandato em 8 de novembro após um longo período de instabilidade política no país, está promovendo uma série de medidas que incluem aumento do investimento público, crédito a juros baixos aos produtores. e a criação de um imposto permanente sobre grandes fortunas.

E o orçamento do país para o próximo ano reflete um forte aumento do endividamento e dos gastos públicos para sustentar o crescimento econômico.

“Esperamos que as políticas de transferência de renda que estão sendo realizadas na Bolívia possibilitem o acionamento da demanda interna”, disse Titelman, acrescentando que o programa de recuperação produtiva que o governo está implementando também pode gerar mais dinamismo econômico.

No que diz respeito às exportações, uma fonte essencial de recursos para a Bolívia é a venda de gás natural para os países do Cone Sul. É por isso que “a evolução do Brasil e da Argentina influenciará significativamente a recuperação da Bolívia no próximo ano”, diz Titelman.

Os planos de recuperação da economia boliviana, como ocorre com o restante dos países, estão sujeitos à grande incógnita sobre o controle do vírus.

“Não sabemos o que acontecerá com a pandemia. A recuperação dependerá se serão necessárias medidas que restrinjam a atividade econômica e a mobilidade das pessoas”, afirmou Juan Antonio Morales, ex-presidente do Banco Central e professor da Universidade Católica Boliviana.

Outros fatores como a evolução do contexto econômico internacional e os preços dos recursos naturais também vão influenciar, segundo ele. Nessa frente, existem alguns sinais de esperança.

“Os preços das commodities tiveram uma recuperação considerável”, o que favorece a mineração local, afirma o economista.

Ele também destaca que houve aumento no preço de alguns alimentos, fenômeno que pode ser “uma boa notícia para os exportadores desses alimentos, mas uma má notícia para os preços internos”.

São tantos os elementos que entram em jogo na análise das perspectivas econômicas para a América Latina em 2021 que qualquer mudança no cenário pode transformar as projeções.

Se há algo em que há um pouco mais de certeza, é que faltam vários anos para a região recuperar o crescimento econômico que tinha antes da pandemia, e mais ainda para melhorar os indicadores sociais.

E o Brasil?

Apesar de não estar entre as economias na América Latina que mais vão cair em 2020, o Brasil deve apresentar contração de 5,3% em seu PIB neste ano, de acordo com a Cepal. Para 2021, a previsão é de crescimento de 3,2%.

“Em 2020, a pandemia da doença coronavírus (covid-19) marcou negativamente a evolução da economia brasileira e um elevado número de vidas”, disse a entidade.

Fonte: R7

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SEGUNDO SECRETÁRIO DE SAÚDE DO RN, NENHUM SISTEMA DE SAÚDE DARÁ CONTA DE UM CRESCIMENTO EXPONENCIAL DE INTERNAÇÕES

Por Norton Rafael e Leonardo Erys, Inter TV Cabugi e G1 RN

 

Cipriano Maia — Foto: Inter TV CabugiCipriano Maia — Foto: Inter TV Cabugi

Depois de confirmar a reabertura de mais 104 leitos para Covid-19 entre clínicos e críticos, o secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia, não descartou que seja necessário ampliar ainda mais a rede de atendimento para a doença no estado. Segundo ele, ainda assim isso pode não ser suficiente para evitar um novo colapso do sistema de saúde potiguar.

Com os índices de internação aumentando desde novembro, o titular da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) indica que um controle seguro da doença só acontecerá se os índices de transmissibilidade também forem reduzidos.

“Nós não podemos garantir que seja o suficiente (os novos leitos). Então estamos buscando a acompanhar para que o colapso não venha a ocorrer, porque a rede está se preparando pra isso. Temos a possibilidade de fazer mais expansões a depender da situação. Mas é fundamental que a população tenha consciência que ela é a principal responsável para evitar tragédias, mudando atitude e comportamento”, disse.

Segundo o secretário, 42 leitos de UTI e 19 clínicos já foram reabertos após a alta de casos no estado – a previsão é que 104 sejam ao todo entre essa e a próxima semana.

“Estamos planejando que essa expansão possa dar conta da assistência. Mas se esse crescimento for exponencial, como ocorreu em outros países, nenhum sistema de saúde dá conta”, falou.

Cipriano Maia pontuou que, por esse motivo, é importante que principalmente os mais jovens, que têm menos complicações pela Covid-19 e por isso têm se exposto mais ao vírus, entendam o risco de contaminarem um grupo mais vulnerável.

“Nós apelamos por uma conduta sensata e responsável das pessoas, principalmente dos mais jovens, como está se chamando a atenção. Porque são essas pessoas, que se consideram imunes, que podem levar a contaminação para seu familiar querido ou amigo e com isso produzir perdas”.

O secretário reforçou o alerta para evitar festas e aglomerações tanto no Natal quanto no réveillon. “A recomendação de todos os países que estão enfrentando essa segunda onda é encontros entre familiares que convivem cotidianamente entre si. Se a transmissão está aumentando, se temos um número de casos muito significativos, com certeza vamos ter aumento um maior ainda de transmissibilidade, mais pessoas contaminadas e mais pessoas hospitalizadas”, disse.

“Então, a atitude correta é aquela que estamos recomendando de manter distanciamento, evitar aglomeração, fazer uso da máscara para que a gente evite novas mortes, principalmente de entes queridos no Natal”.

Alta de casos

Cipriano Maia reforçou que o número de casos diários aumentou em novembro e mais ainda em dezembro após uma queda registrada entre setembro e outubro. Consequentemente, as internações também subiram.

“Se você sai de 300 casos por dia, como tinha em setembro, para 1 mil casos por dia, a proporção de casos graves que vai demandar internação aumente proporcionalmente. Entre esses, uma proporção vai demandar leitos críticos. E infelizmente alguns poderão ir óbito. Daí a importância de entender que a pandemia não acabou, de atitude de responsabilidade com a vida, principalmente daquelas pessoas mais vulneráveis.”

O boletim desta terça-feira (22) aponta que 456 pessoas estão internadas pela Covid-19 no RN – entre leitos clínicos e críticos. Em outubro, esse número chegou a ser de 167.

Internações por Covid-19 no Rio Grande do Norte

O titular da Sesap acredita que a curva de crescimento de casos no estado é semelhante a do pico da pandemia. “Na prática, nós tivemos após declínio na curva, em que chegamos a 200 casos por dia. A partir de novembro, do pós-eleitoral, realmente um crescimento muito significativo da curva, com o número de casos se aproximando de 1 mil, o que realmente estão nos mesmos picos daqueles meses de maio, junho, até início de julho”.

O crescimento no número de mortes também é significativo, segundo Cipriano. “Tivemos em setembro, outubro um período em que o número de óbitos por dia não chegava a três e agora já estamos tendo até 10 por dia”.

“Isso configura uma intensificação da pandemia, um aumento da sua gravidade, o que exige de todos nós a retomada de vigilância”.

Ele diz que o estado vive uma retomada da situação mais crítica. “Nós configuramos uma retomada dessa primeira onda ou uma segunda onda, isso é uma questão semântica, mas que temos realmente um repique da pandemia no estado, com o aumento e a intensificação dos casos, consequentemente de casos que demandam maiores cuidados, internações e que levam ao óbito”

De acordo com dados do sistema Regula RN, o estado chegou a ter 311 leitos críticos (de UTI e semi intensivos) operacionais, ou seja, funcionando, no dia 10 de agosto. Porém, o número foi reduzindo, seguindo a tendência de queda de casos e, no dia 21 de novembro, quando já se registrava um novo aumento de casos, o leitos operacionais eram 193. Porém, nesta segunda, a rede já contava com 226 leitos críticos – 33 a mais.

Fonte: G1 RN
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QUAL O LEGADO DE TRUMP NA HISTÓRIA DOS EUA?

Legado Trump: o que o presidente deixa para a história dos EUA

Combativo e explosivo, presidente investiu no crescimento do país, confrontou a China e a Coreia do Norte e criou movimento no eleitorado americano

INTERNACIONAL

Giovanna Orlando, do R7

 

Trump é primeiro presidente nos EUA que não se reelege desde 1992

Depois de quatro anos de um mandato, Donald Trump deixa de ser o presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2020. Nas eleições de 3 de novembro, o Republicano não conseguiu garantir a reeleição e perdeu para o candidato democrata Joe Biden. A última vez que os norte-americanos não reelegeram um presidente foi em 1992.

Em 2016, quando foi eleito, ninguém apostava que o apresentador de televisão e magnata nova iorquino conseguiria assumir o posto mais poderoso do mundo. Conhecido por ser explosivo, Trump não escondeu a personalidade forte durante o mandato, tendo atristos com diferentes líderes mundiais e focando em “tornar a América ótima”, com incentivos à economia doméstica.

Para especialistas, é difícil de explicar o legado do presidente mais “diferente” dos Estados Unidos. Trump não tinha formação política ou experiência passada em cargos públicos.

O bilionário conseguiu se comunicar com uma parcela da população que os Democratas não tinham conseguido conquistar durante os oito anos de Barack Obama na Casa Branca e criou um movimento próprio.

“É indiscutível que ele perdeu a eleição, mas o trumpismo provou a sua força, é um legado político expressivo”, diz o professor de Relações Internacionais da ESPM-SP Leonardo Trevisan.

Segundo ele, o trumpismo é “marcado por um apelo radicalizado, com características fundamentalistas e uma forte aproximação com o eleitor médio norte-americano”.

Trump conseguiu não só conquistar o tradicional eleitorado republicano, como conquistou a confiança e o voto de uma parcela da população que estava desencantada com a política nacional e a globalização, além de minorias importantes, como os latinos, que garantiram sua vitória na Flórida, e 35% do eleitorado muçulmano no país.

Legado econômico

Focando na economia interna e no crescimento do país, Trump adotou medidas mais protecionistas e nacionalistas que outros presidentes.

Entre algumas das medidas adotadas pelo presidente, estão a “desburocratização, liberação de empréstimos para pequenos comerciantes e empresários”, enumera a professora de Relações Internacionais da ESPM-SP Denilde Holzhacker. Segundo ela, parte dos votos que Trump recebeu foi por conta dessas políticas.

Apesar da ajuda econômica, Trump nunca teve uma plataforma e objetivos claros em outras partes do governo, como saúde, educação e meio ambiente. Na saúde, o presidente criticou o legado de Obama, mas não gerou melhoras ou mudanças, apesar de ter adotado uma postura dura durante a crise dos opióides, entre 2018 e 2019, chegando até a confrontar a indústria farmacêutica.

Tratamento com a China

Desde o início do mandato, Trump classificou a China como sendo a maior ameaça aos Estados Unidos e adotou uma postura combativa perante o país asiático. Com guerras comerciais e tecnológicas, embargos e taxas altíssimas, o presidente tentou barrar a entrada de produtos e empresas chinesas nos EUA e criticou abertamente o regime de Xi Jinping.

A relação entre os dois país piorou no começo deste ano, quando Trump afirmou que a culpa pela pandemia do novo coronavírus era da China e se referia a covid-19 como “vírus chinês”.

“O Trump desenhou o jeito como os EUA vão lidar com o primeiro concorrente do país desde a Guerra Fria”, analisa Trevisan. “Ele criou um processo, um histórico para normatizar as relações com a China”.

O país asiático é um dos únicos pontos em que Democratas e Republicanos não divergem, enxergando o crescimento econômico e tecnológico da China como uma ameaça. O governo de Biden já sinalizou que vai lidar com o país com cautela e não vai mexer nos 350 bilhões de dólares que Trump impôs como barreira alfandegária, diz o professor.

“Qualquer concessão que o Biden fizer vai ter um peso enorme na próxima eleição”, prediz.

Dialogo com a Coreia do Norte e Oriente Médio

Diferentemente de outros presidentes americanos, Trump buscou diálogo e aliados em áreas novas. O presidente se reuniu com o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, em históricas cúpulas, para tentar discutir a desnuclearização do país. Apesar dos esforços, as conversas não geraram frutos.

Trump também buscou diálogo com países do Oriente Médio, estreitando as relações do governo americano com Israel e fechando um acordo para normalizar a relação entre o país, os Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

Apesar da relação amigável com alguns governos árabes, Trump teve uma relação complicada com o Irã, e começou 2020 com o assassinato do general Qasem Soleimani, o que rendeu um mês de intensos bombardeios e princípio de guerra.

Fonte: R7

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DE JULHO À OUTUBRO O CRESCIMENTO DA MALHA AÉREA DO RN É DE 169%

RN apresenta crescimento de 169% da malha aérea de julho a outubro

24 set 2020

RN apresenta crescimento de 169% da malha aérea de julho a outubro

 

O turismo no Rio Grande do Norte apresenta sinais positivos de retomada. De acordo com dados da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), a malha aérea do estado apresenta um crescimento de 169%, analisando os meses de julho a outubro. A oferta atual de voos potiguar já corresponde a 63% da malha aérea planejada pré-pandemia para o mês de outubro, considerando apenas os voos domésticos. Os números apresentam um aumento expressivo para o setor e mostram que o Rio Grande do Norte se consolida como destino seguro, em resposta ao trabalho realizado desde o início da pandemia, com a criação do Plano de Retomada do Turismo, os protocolos de biossegurança e aquisição do Selo Safe Travel, chancela internacional do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

A partir de outubro, o Rio Grande do Norte estará conectado aos principais aeroportos do sudeste, centro-oeste e nordeste do Brasil, com ligações diretas de Fortaleza, Salvador, Recife, Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos) e Brasília. As principais companhias aéreas nacionais (GOL, LATAM e AZUL) retornaram e ampliaram as operações no estado. O Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves também volta a receber o voo Natal/Lisboa/Natal, com aproximadamente 50% da malha programada, para este período, antes a pandemia.

Para a secretária de turismo do Estado, Ana Maria da Costa, este é o momento de investir em promoção do destino. “Destinar recursos para a divulgação do Rio Grande do Norte é fundamental, no governo da professora Fátima Bezerra, foi possível incluir o turismo no orçamento estadual. Estamos confiantes na retomada deste setor que movimenta uma cadeia de 52 segmentos e emprega milhares de pessoas”, ressaltou.

Ações de promoção

O Governo do Estado por meio da secretaria de Turismo (Setur) e da Empresa de Promoção Turística Potiguar (Emprotur) lançaram nesta terça-feira (22) a campanha Visite o Rio Grande do Norte, voltada para o fortalecimento do turismo regional. A ação de marketing abrange onze estados: RN, PB, PE, CE, AL, BA, SE (RJ, SP, MG e DF). Pesquisas apontam que a atividade turística, neste momento de retomada, ocorrerá primeiramente em viagens curtas, feitas de carro, com uma média de até 600 km de distância da residência, principalmente aos finais de semana e feriados.

Os meios de hospedagem dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte, também apresentam números positivos de ocupação. De acordo com o Departamento de Inteligência e Pesquisas da Emprotur, o estado registrou 91%, a taxa de ocupação média, durante o último feriado prolongado (07 de setembro). Foram analisados hotéis das cidades de Natal, Mossoró, Tibau do Sul/Pipa, São Miguel do Gostoso, Galinhos, Touros, Maxaranguape, Baía Formosa e Martins.

O turista local é predominante, seguido dos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará, com tempo médio de dois dias de permanência. Esse movimento confirma algumas expectativas sobre a retomada do turismo, itinerários mais curtos (distância e permanência) e mercados de proximidade. Outro fator positivo na pesquisa é a presença de turistas de São Paulo e Minas Gerais, que mesmo em menor volume, indicam que o turismo nacional dá sinais de retomada.

Entre as ações de promoção e marketing planejadas para o último trimestre de 2020 e para 2021, destacam-se ações promocionais com companhias aéreas, campanhas nos canais de vendas das maiores operadoras do país, participação em feiras de turismo, captação de voos charters, ações promocionais nos shoppings das cidades de Mossoró/RN e Campina Grande/PB. Está prevista ainda a vinda de jornalistas, fotógrafos e influenciadores nacionais para viverem a experiência potiguar. E para fomentar o mercado de eventos, outro importante segmento dentro da cadeia do turismo, a Setur preparou um tarifário promocional de comercialização do Centro de Convenções de Natal com até 40% de desconto.

Eventos

Mais um impulso à economia e ao turismo potiguar, foi o anúncio da retomada gradual para o setor de eventos corporativos e de convenções, autorizado pelo Governo do Estado a partir desta terça-feira (22). A portaria publicada em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado, na segunda-feira (21), estabelece um cronograma com cinco fases para a retomada.

A primeira fase libera uma frequência máxima simultânea de até 100 pessoas nos eventos. A fase seguinte permite, a partir de 06 de outubro, que os eventos possam ter até 400 pessoas; a fase três, no dia 20 de outubro, permite até 700 pessoas. Já no dia 03 de novembro, a fase quatro alcança até mil pessoas. E a última fase do cronograma, no dia 17 de novembro, permitirá até três mil pessoas, mas apenas para eventos em ambientes abertos.

O cumprimento do cronograma de retomada está condicionado aos indicadores da pandemia do coronavírus no RN. Caso a Secretaria de Saúde detecte uma tendência de crescimento da doença, após a liberação das atividades, as fases podem ser adiadas ou reestabelecidas fases anteriores.

Fonte: Política em Foco
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A ACEITAÇÃO FAZ PARTE DO CRESCIMENTO PESSOAL

O poder da aceitação

“Todas as coisas que você acha que deveria ter feito
e que não fez, e todas as coisas que você fez e que
acha que não deveria ter feito – aceite-as. Você pode
lutar com o passado ou pode aceitá-lo”

Peter McWilliams

O poder da aceitação – Como mudar a sua vida - Instituto Fragatha

A aceitação é um conceito tão importante que algumas pessoas a chamam de “primeira lei do crescimento pessoal”. Aceitação é simplesmente ver a coisa da maneira como ela é. Aceitação não é aprovação, consentimento, permissão, autorização, sanção, concorrência, acordo, condescendência, simpatia, endosso, confirmação, apoio, ratificação, assistência, defesa, patrocínio, manutenção, autenticação, reforço, cultivo, encorajamento, favorecimento, promoção, ajuda, incitação – e nem mesmo gostar do que é.

Aceitação é dizer: “Isto é o que é.” Desde uma grande filósofa, Gertrude Stein (“Uma rosa é uma rosa é uma rosa”) até o personagem do desenho animado Popeye (“Eu sou o que sou”) compreenderam esse conceito.

Até que verdadeiramente aceitemos tudo, não poderemos ver com clareza. Estaremos sempre olhando através dos preconceitos e dos “pode,
não pode, deve, não deve”.

Quando a realidade confronta a nossa noção do que ela deve ser, ela sempre vence. Deixe cair alguma coisa acreditando que a gravidade não
existe e ela cairá de qualquer maneira. Nós não gostamos disso (ou seja, temos dificuldade de aceitar), e, sendo assim, ou lutamos com a realidade ou ficamos chateados, viramos as costas e nos tornamos inconscientes. Se você descobrir que está chateado ou inconsciente a respeito de alguma coisa, deve se perguntar: “O que eu não estou aceitando a respeito disto?”

A aceitação não é um estado de passividade nem de inação. Não estamos dizendo que você não pode mudar o mundo, consertar o que está
errado ou substituir o mal pelo bem.A aceitação é, aliás, o primeiro passo para uma ação bem-sucedida.

Se você não aceita plenamente uma situação como ela é, terá mais dificuldade em mudá-la. Além disso, se não aceita plenamente a situação, a realidade você jamais saberá se ela deve ser mudada.

Ao aceitar, você relaxa, se solta, torna-se paciente. Esse é um local agradável (e eficaz) tanto para a participação quanto para a partida. Ficar
e lutar (mesmo com coisas alegres: quantas vezes você tentou se divertir ao máximo?), ou então fugir de desgosto ou medo, não é a maneira mais satisfatória de se viver. Este é, no entanto, o resultado inevitável da não aceitação.

Reserve-se algum tempo e considere uma situação com a qual você não esteja feliz – não o maior fardo da sua vida, apenas um evento simples a respeito do qual você se sinta irritado. Agora aceite tudo a respeito da situação. Deixe que ela seja o que é. Porque, depois de tudo, a coisa é assim, não é? Além disso, se você aceitá-la, vai se sentir melhor a respeito dela.

Após aceitar a situação e tudo que ela envolve, você provavelmente ainda não gostará dela, mas pode deixar de odiá-la ou de temê-la. Na pior das hipóteses, você vai odiá-la ou temê-la um pouco menos.

Este é o verdadeiro valor da aceitação: você se sente melhor a respeito da vida e a respeito de si mesmo. Tudo que dissemos a respeito da
aceitação aplica-se às coisas que você fez e também às que deixou de fazer. Aliás, tudo o que dissemos a respeito da aceitação aplica-se especialmente ao seu julgamento de si mesmo.
Todas as coisas que você acha que deveria ter feito e que não fez, e todas as coisas que você fez e que acha que não deveria ter feito – aceite-as. Essa é a realidade. Isso foi o que aconteceu. Não há como mudar o passado. Você pode lutar com o passado ou fingir que não aconteceu, ou pode aceitá-lo. Sugerimos a última opção. Uma vida de culpa, temor ou inconsciência é no mínimo desagradável.

Mesmo um disciplinador como São Paulo admitiu: “Aquilo que eu devo fazer eu não faço, e faço aquilo que não devo fazer.” Na próxima vez
que você descobrir que está fazendo algo que “não deveria”, ou não fazendo algo que “deveria”, aceite. Se foi bom para São Paulo, é bom para você. Enquanto isso, você pode também aceitar suas transgressões futuras em relação aos “deve, não deve, pode, não pode” do mundo. Você vai transgredir. Não é necessariamente endossar a transgressão, mas aceitar o fato de que realmente fazemos essas coisas. Se você ainda não aceitou a sua humanidade, pode ser uma boa hora para começar.
Quando se está em um estado de não aceitação, é difícil aprender. Uma mão fechada não pode receber um presente. Uma psique fechada – firmemente fechada contra a realidade do que não deve ser aceito – não pode receber uma lição com facilidade.

Relaxe. Aceite o que já aconteceu – quer tenha sido feito por você ou por algo externo a você. Depois procure a lição. Você pode não gostar de tudo que acontece na vida, mas pode desfrutar do fato de que, não importa o que aconteça, há uma lição em algum lugar por aqui.

Fonte: Revista Sophia- Ano 18_ Edição 86

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COM CRESCIMENTO DE NOVOS CASOS DE COVID-19 NA EUROPA, GOVERNOS EUROPEUS COMEÇAM A ESTUDAR MEDIDAS DE RESTRIÇÕES DE VIAGENS

 

Medo de uma segunda onda da pandemia aumenta na Europa

Governos europeus começam a estudar novas medidas de restrição de viagens, em meio a um crescimento generalizado de novos casos de covid-19

INTERNACIONAL

Da EFE

Casos de covid-19 não param de crescer em diversos países europeus

O temor por uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus está crescendo na Europa, diante do constante aumento de casos em países como Alemanha. França, Espanha e Reino Unido, que registram nos últimos dias um aumento de pelo menos mil novos casos a cada 24 horas.

A situação vem se deteriorando até mesmo na Croácia, que registrou um recorde de 180 novas infecções em um dia, um número que é quase o dobro do pico de 95 casos relatados no auge da pandemia, no início de abril.

Na Finlândia, a taxa de infecções triplicou em um mês, superando os 150 casos semanais. Pela primeira vez, o governo do país nórdico se viu forçado a aconselhar o uso das máscaras em locais públicos e pedir que as pessoas trabalhem de suas casas.

Piores números desde maio

Países como a Alemanha e a Espanha voltaram a registrar números que não viam desde o mês de maio.

Berlim registrou, entre quarta e quinta-feira, 1,445 novos contágios, o que manteve a Alemanha acima dos mil casos diários, uma barreira que o país ultrapassou pela primeira vez na semana passada, após meses com registros abaixo dela. No total, os casos acumulados no país passam dos 222 mil, com 9.2 mil mortes.

Na França, também houve um crescimento nos casos diários, 2.669 na quinta, depois de 2.524 na quarta, quase o dobro dos 1.397 de terça-feira. O país acumula 30 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia, com 18 novos óbitos nas últimas 24 horas.

O governo espanhol, por sua vez, notificou na quinta-feira quase 3 mil novas infecções, e incluiu no balanço resultados positivos da região de Madri, que não apareciam nas estatísticas de quarta.

Reino Unido muda metodologia

O Reino Unido registrou, na quinta, 18 mortos por covid-19, após uma mudança  na metodologia para contar os falecimentos que retirou 5.377 óbitos dos registros oficiais da doença.

A partir de agora, as autoridades britânicas só vão contabilizar como mortes por coronavírus aquelas que tenham acontecido em um prazo de até 28 dias depois que o paciente tiver um exame positivo, um critério que já era utilizado na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, mas não na Inglaterra.

Com essa modificação, o total acumulado de mortes no Reino Unido desde o início da pandemia caiu de 46,7 mil para 41,3 mil nesta quinta. O governo não divulgou na quinta dados oficiais sobre o número de contaminados no país, mas depois de dois aumentos consecutivos de mais de mil casos, o total chegou a 313 mil.

Aumento generalizado

O aumento de casos é generalizado no continente após a reabertura das fronteiras. Na Itália, foram contabilizados mais de mil novos casos nos últimos dois dias, além de seis novas mortes na quinta-feira.

Com os novos positivos, no país foram detectadas mais de 252 mil pessoas contagiadas desde que foi decretado o estado de emergência em 21 de fevereiro com os primeiros casos locais na região da Lombardia, no norte.

Por sua vez, Portugal informou seis novas mortes e 325 novos casos, dos quais 204 aconteceram na região da capital, Lisboa. O país acumula 1,7 mil mortes e 53 mil contágios pelo coronavírus.

Novas restrições de viagem

Diante dessa nova expansão do coronavírus, diversos governos do continente estão adotando novas medidas para evitar a importação de mais casos de covid-19.

A Bélgica anunciou que, até o início de setembro, rá implantar no aeroporto de Bruxelas um laboratório móvel que permitirá fazer testes PCR nos passageiros que cheguem vindos de zonas consideradas de risco e também nos que estejam prestes a deixar o país.

As autoridades belgas ainda consideram regiões da Espanha, da França e do Reino Unido, entre outras localidades, como “zonas vermelhas”, para as quais ainda não é permitido viajar, e exigem um teste de cada viajante que tenha passado por elas.

Nesta semana, a Itália e a Grécia se somaram aos países que impõem medidas de controle sanitário aos passageiros que chegam provenientes da Espanha. Como isso, já são 18 os países da União Europeia que adotaram esses procedimentos para quem passa por terras espanholas.

A Dinamarca ampliou uma lista local de países para os quais as viagens estão desaconselhadas, incluindo a Bélgica e Malta a um grupo que já incluía Andorra, Espanha, Romênia, Luxemburgo e Bulgária.

O governo do Reino Unido avisou durante a semana que está analisando de perto os dados epidemiológicos de outros países europeus e que pode impôr novas restrições de viagens a qualquer momento.

Expectativa por uma vacina

A Comissão Europeia (CE) anunciou na quinta-feira que concluiu conversas com a farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson para adquirir pelo menos 200 milhões de doses de uma potencial futura vacina contra o coronavírus, além de deixar em aberto a possibilidade de comprar 200 milhões doses adicionais.

Depois que a Rússia anunciou nesta semana o registro da primeira vacina, que levantou dúvidas e críticas na comunidade internacional, a Organização Mundial de Saúde (OMS), alertou conra o surgimento de um “nacionalismo de vacinas” na corrida para chegar a um remédio contra o vírus.

 

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ALEMANHA DISPONIBILIZARÁ RECURSOS À PAÍSES POBRES, COMO EMPRÉSTIMOS À LONGO PRAZO

Alemanha promete 3 bilhões de euros para auxílio a países pobres

Recursos serão disponibilizados como empréstimos de longo prazo para o Fundo de Redução da Pobreza e Crescimento, do FMI

INTERNACIONAL

por 

Reuters – Internacional

Angela Merkel, atual chanceler da AlemanhaAngela Merkel, atual chanceler da Alemanha

A Alemanha prometeu 3 bilhões de euros (cerca de R$ 18,4 bilhões) para ajudar os países mais pobres do mundo, durante reunião dos ministros das Finanças do G20, informou o Ministério das Finanças neste sábado.

Os recursos serão disponibilizados como empréstimos de longo prazo para o Fundo de Redução da Pobreza e Crescimento (PRGT, na sigla em inglês) do FMI (Fundo Monetário Internacional).

Em abril, autoridades do FMI disseram ter recebido promessas de 11,7 bilhões de dólares (cerca de R$ 63 milhões) da Austrália, Japão, Canadá, França e Grã-Bretanha para reabastecer o PRGT. Os Estados Unidos ainda não prometeram nenhum dinheiro para o programa.

“Com os fundos … os países de baixa renda podem receber empréstimos com muito desconto”, disse o Ministério das Finanças alemão.

O órgão ainda acrescentou que a Alemanha fornecerá um total de 8,7 bilhões de euros para medidas de auxílio internacional entre

Fonte: R7

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