EUA ACERTARAM COM O IRAQUE A RETIRADA DAS ÚLTIMAS TROPAS NO PAÍS

EUA definem retirada das últimas tropas de combate no Iraque

Militares norte-americanos foram enviados ao país do Oriente Médio para combater extremistas islâmicos

INTERNACIONAL

Da AFP

Acordo foi feito durante reunião virrtualAcordo foi feito durante reunião virrtual
AHMAD AL-RUBAYE / AFP

Os Estados Unidos acertaram, nesta quarta-feira (7), com o Iraque a retirada de todas as tropas de combate que permanecem implantadas no país para combater os extremistas islâmicos. Um pequeno contingente de treinamento, porém, continuará no país.

“As partes confirmaram que a missão dos Estados Unidos e as forças da coalizão entraram em uma transição focada no treinamento e aconselhamento, permitindo assim a redistribuição de quaisquer tropas de combate restantes no Iraque, para o qual o cronograma será estabelecido em um diálogo técnico”, anunciaram os países em um comunicado conjunto após uma reunião virtual.

O anúncio ocorre em um momento em que as forças dos EUA recebem ataques de foguetes quase diários, atribuídos a milícias paramilitares xiitas ligadas ao Irã, o que levou Biden a ordenar ataques aéreos contra acampamentos na Síria.

Mas Biden, em uma rara concordância com seu antecessor, Donald Trump, está buscando acabar com uma política conhecida como “guerras sem fim”.

Trump havia determinado uma redução do contingente no Iraque e no Afeganistão em seus últimos meses no poder e, em 15 de janeiro, as tropas americanas em cada país haviam sido reduzidas a 2.500 soldados.

O ex-presidente democrata Barack Obama ordenou a retirada de todas as tropas do país no Iraque, mas voltou a enviar tropas após a brutal ofensiva do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

De acordo com o comunicado conjunto, “a transição das forças dos Estados Unidos e outros contingentes internacionais das operações de combate para treinamento, equipamento e assistência às Forças de Segurança Iraquianas reflete o sucesso desta parceria estratégica”.

O Iraque prometeu proteger as bases com pessoal americano que, segundo Washington, está presente “apenas como um apoio aos esforços do Iraque para combater o EI”.

Fonte: R7
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COMO É VIVER NA FINLÂNDIA, PAÍS CONSIDERADO O MAIS FELIZ DO MUNDO PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO

Finlândia: os dois lados de viver no país mais feliz do mundo

Duas brasileiras relatam as alegrias e as tristezas de uma vida na nação onde segurança e bem-estar fazem parte do dia a dia

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo, do R7*

Brasileiras que vivem na Finlândia contam como é a vida no país mais feliz do mundoBrasileiras que vivem na Finlândia contam como é a vida no país mais feliz do mundo FREEPIK

A felicidade é um conceito relativo. O que é bom para um pode não ser bom para o outro — até mesmo na Finlândia, considerado o país mais feliz do mundo pelo quarto ano consecutivo, segundo uma pesquisa da Gallup em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas), divulgada no último dia 19.

O estudo leva em conta fatores como renda per capita, expectativa de vida, a existência de uma rede de apoio diante de adversidades, a confiança no governo e nas organizações, a liberdade de escolha, a generosidade, e, claro, a avaliação subjetiva da própria felicidade.

Em termos de qualidade de vida, a Finlândia, de fato, não deixa a desejar. De acordo com a ONU, em 2019, o país apresentava um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,938, ocupando a 11ª posição no ranking mundial. O índice avalia aspectos como renda per capita, saúde e educação.

Como se já não bastasse, a Finlândia é ainda um dos países mais seguros para se viver. Dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) apontam que 85% dos finlandeses se sentem seguros andando sozinhos na rua à noite.

Há seis anos, a paulistana Beatriz Fortes, de 63 anos, decidiu se mudar para Karjaa, a cerca de 100 quilômetros de Helsinque, capital da Finlândia, após conhecer o marido em uma rede social. Para ela, o alto índice de segurança no país é um dos principais aspectos que contribuem para a sua felicidade e bem-estar atualmente.

“Em todo lugar há pessoas infelizes, mas posso afirmar que eu, assim como a maioria dos finlandeses, tenho uma paz impressionante aqui. Se você quiser sair à meia noite e levar o seu notebook para trabalhar na praça, você pode ir seguro de que nada te acontecerá. Essa tranquilidade já é uma forma de felicidade”, afirma.

“A principal diferença que enxergo entre a Finlândia e o Brasil é que aqui as pessoas são bastante fechadas — mas isso não é problema. Depois que você faz amizade com os finlandeses, eles são totalmente leais a você. Não existe falsidade. Os meus amigos e os amigos do meu marido são todos artistas e pessoas muito sensíveis. Temos um relacionamento muito agradável com eles”, completa.

Beatriz ressalta que existe uma diferença entre felicidade e alegria. Para ela, apesar de os brasileiros serem considerados um dos povos mais alegres do mundo, isso não quer dizer que sejam, necessariamente, felizes.

“É fato que os finlandeses têm uma situação financeira melhor do que a dos brasileiros. O pobre daqui tem uma vida muito mais digna do que o pobre daí. Aqui não existe favela. Nunca vi uma casa velha, caindo aos pedaços. Todos têm uma condição razoável de moradia. Quando a pessoa não tem muitos recursos, o governo ajuda — paga pelo menos um apartamento pequeno, que já vem com cozinha e banheiro montados”, diz.

“A alegria é momentânea, a felicidade é constante. O brasileiro tem alegria em determinadas situações — no Carnaval, em festas, na cerveja após o trabalho —, mas é um sentimento que dura pouco. Felicidade é ter paz, tranquilidade e uma boa qualidade de vida”, completa.

Enquanto a Finlândia seguiu liderando o ranking de felicidade global pelo quarto ano consecutivo, o Brasil caiu 12 posições na lista — do 29º para o 41º lugar. A avaliação do país é ainda pior no que se refere à gestão da pandemia. De acordo com um levantamento do instituto de pesquisa australiano Lowy, somos o país que pior lidou com a crise sanitária, ocupando a 98ª posição.

A Finlândia, por sua vez, ficou em 17º lugar nesse ranking. A nação de pouco mais de 5,5 milhões de habitantes registrou, até a última quinta-feira (25), 73.516 casos de covid-19 e 809 mortes em decorrência da doença. Por outro lado, 87.674 finlandeses já estão totalmente vacinados contra o patógeno.

Segundo a brasileira, o segredo de a Finlândia ter se mantido o país mais feliz do mundo mesmo durante a pandemia, é que, para eles, a vida em nada mudou. Beatriz não teve que sair para trabalhar — ela é professora de português para finlandeses que querem fazer intercâmbio no Brasil, algo que se tornou inviável durante a pandemia —, mas garante que as outras pessoas continuaram saindo para seus ofícios sem grandes problemas.

Vale ressaltar, no entanto, que este mês, o governo da Finlândia anunciou medidas mais drásticas para conter o avanço da pandemia no país. No dia 8, a primeira-ministra Sanna Marin estabeleceu que escolas, restaurantes e bares seriam fechados, e na quarta-feira (24), decretou lockdown em algumas cidades.

“Durante esse ano em que pudemos viver normalmente, sem restrições, saía para caminhar na floresta, tirar minhas fotografias, ir às lojas, ao mercado”, diz Beatriz. “O governo fazia recomendações quanto às medidas sanitárias, mas não obrigava ninguém a nada. Felizmente, há uma consciência muito grande por parte da população. Viam-se pessoas sem máscara dentro dos estabelecimentos, mas a maioria delas usava.”

Outro ponto de vista

A mineira Ingrid Almeida, de 34 anos, que há mais de uma década mora em Mikkeli, cidade na região de Savônia do Sul, tem uma opinião diferente sobre viver na Finlândia. Para ela, o resultado da pesquisa de felicidade global veio como uma surpresa, uma vez que, a seu ver, felicidade e satisfação são conceitos totalmente diferentes.

“Eu acho que as pessoas confundem muito uma coisa com a outra. Se você der uma rápida pesquisada, verá que na Finlândia e em alguns outros países nórdicos, consomem-se quantidades altíssimas de antidepressivos. É uma contradição muito grande dizer que aqui é o país mais feliz do mundo”, afirma.

“Aqui na Finlândia vive-se muitíssimo bem, sobretudo no quesito segurança, mas a população tem um conflito muito grande com a vida social. Os finlandeses são fechados e é difícil fazer amigos. Me sinto muito sozinha. Eu ‘brinco’ que minha quarentena começou há 11 anos, então nem me abalei nesse sentido. O clima também influencia. Aqui é frio e escuro durante a maior parte do ano”, completa.

Para Ingrid, felicidade é poder estar perto da família e das pessoas que se ama. Ela mora sozinha com os dois filhos pequenos, de 1 e 8 anos, mas sente muita falta dos pais e das irmãs. Até dezembro de 2019, quando visitou Belo Horizonte pela última vez, seu maior sonho era voltar para o Brasil. Hoje, ela percebe, no entanto, que a melhor alternativa é permanecer na Finlândia e proporcionar assim, um futuro melhor para seus filhos.

“Eu vim para cá com 20 e poucos anos e tive oportunidades que no Brasil eu jamais teria. Meu sonho era cursar Letras, mas como não tinha condições, trabalhava na recepção de uma autoescola e aos finais de semana fazia bicos em um bar para poder juntar dinheiro para estudar”, diz.

“Um dia, em uma viagem ao Rio de Janeiro, conheci o pai do meu primeiro filho, que é finlandês. Ele me disse ‘você está passando muito perrengue para poder estudar. Por que você não vai para a Finlândia? Lá o ensino é de graça’. Na hora, pensei ‘essa é a minha chance’ e fui”, completa.

Uma vez na Finlândia, no entanto, Ingrid desistiu de cursar Letras. Como sua grande paixão era a literatura brasileira, ela percebeu que não fazia muito sentido levar o antigo sonho adiante e atualmente trabalha como enfermeira em um centro de recuperação para idosos.

Estabilizada no país e conformada de que não voltará um dia para sua terra natal, a brasileira então tomou, em dezembro do ano passado, um importante passo em sua vida: decorou seu apartamento, que até então contava com uma mobília simples, nas cores verde e amarelo. Apesar de saudosa, ela agora se sente pelo menos um pouco mais perto de casa.

Fonte: R7
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BORIS JOHNSON DEFENDE FIM DAS MEDIDAS DE RESTRIÇÕES CONTRA CORONAVIRUS NO REINO UNIDO

Premiê do Reino Unido defende fim das medidas de restrição

Dados no país estão otimistas, mas premiê não sabe como aumento de casos na União Europeia atingiria Reino Unido

INTERNACIONAL

 Do R7

Boris Johnson defende fim de medidas de restrição

HANNAH MCKAY/REUTERS – 23.3.2021

O premiê do Reino Unido, Boris Johnson, defende o fim das medidas de restrição contra o coronavírus no país. Segundo ele, não há nada nos dados apresentados sobre a situação da pandemia no país que o impeçam de decretar o fim das medidas.

“Em alguns dias, eu finalmente poderei ir ao barbeiro. Mas, mais importante que isso, eu serei capaz de descer a rua e, com cuidado, mas irreversivelmente, eu vou poder tomar um copo de cerveja em um pub”, disse, segundo o jornal britânico The Guardian.

“E, do jeito que as coisas estão, eu não vejo absolutamente nada nos dados que me desencorajem de seguir com os nossos planos para a liberdade, destravar a nossa economia e voltar à vida que nós amamos”, concluiu.

Apesar do controle dos casos no Reino Unido, a Europa está vendo um novo aumento no número de infecções e o premiê não sabe como isso afetaria o país. Agora que o Reino Unido deixou de fazer parte da União Europeia, a entrada de cidadãos europeus em território britânico não é mais livre e, com a presença da variante britânica, diversos países do bloco restringiram as viagens para a ilha.

“A questão é: será que dessa vez vai ser tão ruim quanto no passado? Ou nós conseguimos abafar o impacto com o surgimento da vacina? Essa é uma pergunta que ainda não sabemos como responder”, refletiu o premiê.

Fonte: R7
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PELO 4º ANO CONSECUTIVO A FINLÂNDIA FOI ELEITO O PAÍS MAIS FELIZ DO MUNDO

Finlândia é eleito o país mais feliz do mundo pelo 4º ano consecutivo

Europa monopoliza nove das dez posições do ranking mundial patrocinado pelas Nações Unidas; Brasil ocupa o 35º lugar da lista

INTERNACIONAL

Da AFP

País está à frente de Dinamarca, Suiça e Islândia

FREEPIK

A Finlândia foi eleita nesta sexta-feira (19) pelo quarto ano consecutivo como o “país mais feliz do mundo”, à frente da Dinamarca, Suíça e Islândia, num ranking mundial de bem-estar que tem sido afetado de diferentes formas pela pandemia.

A Alemanha está em 13º, o Canadá em 14º, o Reino Unido em 17º, os Estados Unidos em 19º e a Espanha em 27º. A Europa monopoliza nove dos dez primeiros lugares.

O 149º país, ou seja, o mais infeliz de acordo com esta lista, é o Afeganistão, acompanhado nas últimas colocações por vários países africanos.

Para chegar a um resultado, os autores do estudo, patrocinado pelas Nações Unidas e publicado desde 2012, usam pesquisas da empresa Gallup que questionam os entrevistados sobre sua percepção de felicidade e cruzam esses dados com números do PIB, dados sobre liberdade individual, corrupção.

Fonte: R7
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RELATÓRIO DE INTELIGÊNCIA DOS EUA ALERTA SOBRE RISCO DE ATAQUES DE MILÍCIAS ARMADAS E SUPREMACISTAS BRANCOS NO PAÍS

EUA alertam para aumento da ameaça do terrorismo doméstico

Novo relatório alerta para risco de ataques de milícias armadas e supremacistas brancos no país

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Alerta tem como foco milícias e supremacistas brancos

EPA

Um novo relatório da Inteligência dos Estados Unidos fez um novo alerta sobre o aumento do risco de ataques de milícias armadas e supremacistas brancos no país.

O documento está em um dossiê solicitado pelo presidente Joe Biden, segundo o jornal “The New York Times”, logo após a sua posse em 20 de janeiro.

As análises foram enviadas ao Congresso e evidenciam que é necessário enviar mais recursos para evitar ataques de terrorismo doméstico e que há um risco “elevado” de que ações do tipo ocorram nos “próximos meses” por conta de “fatores sociopolíticos controversos”.

De acordo com os membros dos serviços de Inteligência, os extremistas de matriz racial, especialmente os supremacistas brancos, são os mais capazes de organizar ataques em massa contra civis. Já as milícias armadas focam em forças de segurança e ordem e em funcionários e estruturas de governo.

Os criminosos solitários ou pequenas células extremistas são os mais propensos a conduzirem ataques. O relatório não foi divulgado de maneira completa para o público, apenas um resumo dos pontos principais. O documento integral foi entregue apenas para o Congresso e para a Casa Branca.

Esse é o segundo documento do tipo divulgado em menos de três meses. Em 27 de janeiro, um alerta nacional para terrorismo interno foi divulgado e teve como pano de fundo a invasão de apoiadores do ex-presidente Donald Trump ao Capitólio, ocorrida em 6 de janeiro, e que deixou cinco mortos.

Fonte: R7
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CÂMARA DOS DEPUTADOS DO PARAGUAI REJEITOU PEDIDO DE IMPEACHMENT DO PRESIDENTE DO PAÍS E SEU VICE

Governistas barram impeachment de presidente do Paraguai

Após a decisão, houve protestos em Assunção, confronto com a polícia e um princípio de incêndio na sede do partido do presidente

INTERNACIONAL

 Da EFE

A polícia entrou em confronto com manifestantes após a decisão do Congresso

CESAR OLMEDO / REUTERS – 17.3.2021

A Câmara dos Deputados do Paraguai rejeitou nesta quarta-feira (17) uma tentativa de julgamento de impeachment do presidente do país, Mario Abdo Benítez, e seu vice, Hugo Velázquez.

O Partido Liberal, o maior da oposição, e outros partidos minoritários tentavam emplacar o julgamento político do governante tendo como argumento sua suposta má gestão da crise na área da saúde em meio à pandemia do novo coronavírus.

Os deputados do Partido Colorado, de Benítez, que têm a maioria na Casa, conseguiram derrubar a proposta por um placar de 42 votos contra, 36 a favor e dois ausentes, em duas rodadas de votação.

A bancada do Partido Liberal tem 29 cadeiras, e eram necessários 53 votos para que o processo fosse encaminhado ao Senado.

A iniciativa surgiu após protestos populares realizados há uma semana e meia em Assunção para denunciar a escassez de medicamentos para os pacientes com covid, o colapso de hospitais e casos de corrupção em compras de suprimentos para enfrentar a pandemia, além do atraso na compra de vacinas.

Após a decisão, manifestantes foram às ruas de Assunção, tentando chegar ao Congresso. A polícia reprimiu com cavalaria e jatos d’água e os grupos se dispersaram. Segundo a imprensa paraguaia, algumas pessoas foram para a porta do prédio onde fica a sede do Partido Colorado, ao qual Benítez pertence, e chegaram a colocar fogo em um dos anexos. O incêndio foi controlado por bombeiros e pelo menos cinco pessoas foram presas.

Fundamentos das acusações

A deputada Celeste Amarilla, do Partido Liberal, foi encarregada de ler as acusações contra Abdo Benítez no plenário. Ela citou uma suposta “negligência” por parte do governo na hora de preparar o sistema de saúde de forma eficiente no período de um ano em que o Congresso aprovou um fundo equivalente a US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 9 bilhões) para lidar com a emergência sanitária.

As acusações enfatizaram os escândalos de corrupção que envolveram a compra de medicamentos no início da pandemia, assim como o desabastecimento nos hospitais à medida em que o número de casos aumentava.

A lentidão na compra de vacinas para o país, que só recebeu cerca de 20 mil doses, todas elas para profissionais de saúde, foi outro fator que reforçou a acusação.

A deputada Kattya González, do Partido do Encontro Nacional, leu a acusação contra Velázquez, com base em seu não cumprimento de seu papel constitucional como vetor entre a Presidência e o Congresso.

Ele também foi acusado de inação e de mentir depois de anunciar, no ano passado, a implementação de reformas estatais a serem executadas em três meses.

O presidente da Câmara, Pedro Alliana, que também comanda o Partido Colorado, convocou a sessão extraordinária a pedido do deputado governista Basilio Núñez, uma hora depois que os liberais apresentaram o documento acusatório na recepção da Casa.

A rápida solicitação do governo foi interpretada como uma estratégia para arquivar a iniciativa com base em sua maioria de assentos.

Fonte: R7
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PESQUISADORES BRASILEIROS DESCOBRIRAM A CIRCULAÇÃO NO PAÍS DE UMA NOVA VARIANTE DO CORONAVIRUS

Pesquisadores descobrem nova variante do coronavírus que já circula no país

Chamada de N.9, ela já foi encontrada em 11 estados e está concentrada no Nordeste do Brasil

Stéfano Salles, da CNN, no Rio de Janeiro

12 de março de 2021 às 16:38

Pesquisa com vacina contra Covid-19 da biofarmacêutica CureVac em Tuebingen, AlePesquisa com vacina contra Covid-19 da biofarmacêutica CureVac em Tuebingen, AlemanhaFoto: Andreas Gebert/Reuters (12.mar.2020)

Pesquisadores brasileiros descobriram a circulação no Brasil de uma nova variante do novo coronavírus, o vírus causador da Covid-19.

Ela foi encontrada e informada em uma comunicação conjunta de dois grupos, a Rede Corona-ômica, responsável por sequenciamento genético, e por instituições parceiras do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), e tem sido chamada de N.9.

A linhagem preocupa os cientistas porque ela contém a mutação E484K, na proteína S, a mesma presente nas variantes de preocupação amazônica, britânica e sul-africana.

As três variantes de preocupação estão associadas a um índice maior de transmissibilidade do novo coronavírus, e pesquisadores ainda investigam a capacidade delas de escape dos anticorpos. As primeiras amostras com essa variante no país são de novembro e foram encontradas em São Paulo.

Em um artigo pré-publicado por pesquisadores da Fiocruz, que utilizaram a metodologia conhecida como relógio molecular, estima que tenha surgido entre junho e setembro, e se espalhou por estados do Sul, Sudeste, Norte e Nordeste.

O artigo classifica a variante como de baixa prevalência, porque foi encontrada em 3% das amostras analisadas, isto é, 35 genomas. Depois de ter sido encontrada no dia 11 de novembro em São Paulo, logo se espalharia, com detecções em amostras de Santa Catarina, Amazonas, Pará, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e Sergipe.

Coordenador da Rede Corona-ômica, o virologista Fernando Spilki demonstra preocupação com a possibilidade de a variante ter maior transmissibilidade, e entende que a falta de medidas de controle é responsável pela propagação de variantes do vírus.

“O excesso de pessoas nas ruas, as aglomerações, a falta de uso de máscaras provoca esse tipo de reação, o vírus encontra mais hospedeiros. É claro que a vacinação também vai ajudar a evitar que processos como esses ocorram, mas as projeções mostram que os primeiros casos ocorreram entre junho e setembro, um período no qual ainda não havia vacinação disponível”, explica o especialista.

Sobre a baixa incidência encontrada na pesquisa, o pesquisador entende que ainda é cedo para ter conclusões. “Podem ser as primeiras detecções, um volume baixo, mas já está distribuída entre vários estados”, conclui Spilki.

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O COLÉGIO DE PROFESSORES DO CHILE PEDIU A SUSPENSÃO DAS AULAS EM TODO PAÍS DEVIDO O AUMENTO DE CASOS DA COVID-19

Professores pedem suspensão de aulas por contágios no Chile

Sindicato da categoria chamou a atenção para aumento de infecções por covid-19 no país e teme pelos profissionais

INTERNACIONAL

 Da EFE

As aulas foram retomadas no início desta semana em todo o Chile

ALBERTO VALDES / EFE – 1.3.2021

O Colégio de Professores do Chile pediu nesta sexta-feira (5) a suspensão das aulas em todo o país devido a um aumento significativo do número de casos de covid-19, uma semana após o início do ano letivo e em um momento em que 46 escolas relataram contágios.

Por meio de seu presidente, Carlos Diaz, o sindicato dos professores chilenos fez um “apelo urgente” ao governo para suspender o plano de retorno às aulas enquanto as condições de saúde não permitirem, considerando que o país detectou nas últimas 24 horas mais de 5.300 novos contágios, o número mais alto em um só dia desde o período mais difícil da pandemia.

“Dadas as condições que temos hoje, não é possível continuar com as aulas in loco em todo o país”, disse.

Autoridades educacionais e comunidades escolares, acrescentou Diaz, estariam “colocando suas vidas em risco porque têm que se deslocar e permanecer em cada um dos estabelecimentos educacionais”.

Como em 2020, o sindicato propôs continuar com aulas online enquanto a pandemia não é controlada.

Embora o retorno às salas de aula em todo o país tenha sido iniciado “voluntariamente, de forma gradual, flexível e segura”, nas palavras do presidente chileno, Sebastián Piñera, as quarentenas preventivas em dezenas de escolas não demoraram a ocorrer, menos de três dias após o início do ano letivo.

Resposta do governo

No entanto, o Ministério da Saúde descartou que os contágios registrados nos estabelecimentos de ensino tivessem ocorrido dentro deles.

“É impossível culpar as escolas”, disse o ministro da pasta, Enrique Paris.

“Como é possível que tenham dito isso quando as escolas mal foram abertas, e no primeiro dia de aula apareceu um caso positivo? Todos nós sabemos que o período de incubação é de 14 dias, isso está enganando a opinião pública”, acrescentou Paris em entrevista coletiva.

Depois de receber críticas pelas modificações introduzidas no plano “Passo a Passo” do governo, que até agora permite a abertura de escolas, academias e cassinos na fase 2, o ministro alegou que os locais com mais liberdades funcionam “com muitas exigências”.

Paris reconheceu que a possibilidade de contágio existe e que “está sendo feito um monitoramento muito rigoroso”.

“As escolas são muito mais seguras do que as próprias residências para crianças que têm pouco apoio social, que não têm boa alimentação e que não têm conexão com a internet”, declarou.

O Chile já registrou 845.450 casos de covid-19 e quase 21 mil mortes relacionadas à doença desde o início da pandemia.

Fonte: R7

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PODCAST:EM UM PAÍS QUE TEVE RECORDE DE MORTES POR COVID-19, VOTAR A PEC QUE MUDA IMUNIDADE PARLAMENTAR NÃO DEVERIA SER PRIORIDADE

Parlamentares são imbatíveis quando querem legislar em causa própria’

Andréia Sadi comenta a tentativa de votar a PEC que muda regras da imunidade parlamentar, proposta que pode dificultar a prisão em alguns casos e que deve ser votada nesta sexta-feira. ‘Não deveria ser prioridade em um país que teve recorde de mortes por causa da Covid-19’.

SEXTA, 26/02/2021, 08:15

Conversa de Política – Andréia Sadi

Andréia Sadi sobre gravidez: 'Estava pensando em ter filhos lá para 2023' | Fabia Oliveira | iG

FONTE: CBN

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BLOCO EUROPEU ALERTA QUE EXPULSÃO DA EMBAIXADORA DA UE NA VENEZUELA PODE ISOLAR O PAÍS NO CENÁRIO INTERNACIONAL

UE pede que Venezuela volte atrás em expulsão de embaixadora

Bloco europeu alerta que medida pode isolar ainda mais o país sul-americano no cenário internacional

NTERNACIONAL

 Da EFE

A União Europeia pediu nesta quarta-feira (24) para que o governo da Venezuela volte atrás na decisão de obrigar a embaixadora da UE, Isabel Brilhante, a abandonar o país em um prazo de 72 horas.

“A UE lamenta profundamente esta decisão, que apenas isolará a Venezuela internacionalmente. Pedimos que a decisão seja revertida”, disse à Agência Efe a porta-voz do Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE), Nabila Massrali.

Mais cedo, o governo da Venezuela declarou a diplomata portuguesa como ‘persona non grata’ e deu a ela o prazo de 72 horas para deixar o país, como forma de responder às sanções aprovadas pelo bloco contra 19 políticos e autoridades venezuelanos. A UE não reconhece as eleições de 6 de dezembro do ano passado no país sul-americano.

O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, entregou o documento com a comunicação das decisões à diplomata nesta quarta-feira, um dia após a Assembleia Nacional (parlamento) solicitar ao governo a adoção da medida, por considerar que a UE interferiu em assuntos internos do país.

O chanceler se reuniu com Brilhante por cerca de uma hora, encontro que, segundo Arreaza, serviu para explicar “o desrespeito à Constituição” representado pelas sanções europeias contra autoridades venezuelanas.

Pedido de diálogo

A porta-voz do SEAE disse que a “Venezuela apenas superará sua crise atual através da negociação e do diálogo, ao qual a UE está completamente comprometida”, mas afirmou que a decisão de hoje impacta essa vontade de cooperação.

No dia 29 de junho de 2020, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, já havia ordenado a saída de Brilhante do país, decisão que acabou sendo revogada em 2 de julho, com a esperança de que facilitasse o diálogo entre as partes.

Aquela decisão também foi precedida por outra rodada de sanções por parte dos países da União Europeia à Venezuela.

Fonte: R7
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BRASIL E PORTUGAL SELARAM UM ACORDO QUE VAI DISPONIBILIZAR VOO PARA TRAZER BRASILEIROS QUE ESTÃO NO PAÍS

Itamaraty faz acordo com Portugal para trazer brasileiros que estão no país

Da CNN, em São Paulo

21 de fevereiro de 2021 às 10:11

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Brasil e Portugal selaram um acordo e vão disponibilizar um voo extraordinário para trazer brasileiros que estão em Lisboa. As viagens do país europeu para o território nacional estão suspensas por conta do agravamento da pandemia de Covid-19.

Na conversa entre o Itamaraty e as autoridades portuguesas, ficou definido que um voo especial sairá de Lisboa e chegará ao Aeroporto Internacional de Guarulhos na próxima sexta-feira (26). O acordo só valerá para quem comprar passagens de volta por meio da empresa portuguesa TAP.

Segundo a Associação Brasileira de Portugal, atualmente 360 brasileiros estão em Portugal sem conseguir retornar.

Para embarcar, os passageiros devem mostrar o resultado de um teste, feito em até no máximo 72 horas, comprovando que não estão infectados pela Covid-19. Ao chegarem de volta, todos deverão preencher um formulário emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

15 mil portugueses já morreram vítimas da Covid-19. A previsão é que os voos entre Portugal e Brasil permaneçam suspensos até o dia 1º de março.

Fonte: CNN

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EXPORTAÇÃO DE SOJA PARA A CHINA TEM UM PESO SIGNIFICATIVO NA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

China deve aumentar produção de grãos no país e reduzir importações

Anúncio é um alerta principalmente para os produtores de soja, já que a exportação do grão para o país asiático é representativa

ECONOMIA

 Do R7

Exportação da soja para a China tem um peso significativo na balança comercial brasileira

PIXABAY

A China aumentará sua capacidade de garantir o abastecimento de grãos e produtos agrícolas importantes, disse a agência estatal de notícias Xinhua neste domingo.

Ela afirmou que a China diversificará as importações de produtos agrícolas e apoiará as empresas a se integrarem às cadeias de abastecimento de produtos agrícolas globais.

A Xinhua disse ainda que a mensagem foi incluída em um documento oficial “nº 1” que define as prioridades de Pequim para o ano.

Fonte: R7

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CANCELAMENTO DA GRANDE FESTA POPULAR ATINGE POLOS TURÍSTICOS DA FOLIA ESPALHADOS PELO PAÍS

Por todo o país, cidades do Carnaval vivem tristeza e ‘rotina fora de época’

Fernanda Santana e Pedro Jordão e José Maria Tomazela, da Agência Estado

14 de fevereiro de 2021 às 17:46

Carnaval Salvador e Bloco Então Brilha BHFoto: Arquivo Agència Brasil + Divulgação

Sem confete, glitter ou trio elétrico nas ruas. Pela primeira vez, Elielson Suplício (o Léo Fissura), de 47 anos, observou pelas janelas, abriu a porta, percorreu quilômetros e não encontrou vestígio de carnaval. Até acordou perdido no fuso, em Salvador. “Não chorei por fora, mas por dentro”, diz o porteiro. É a primeira vez, que se tenha registro histórico, que o carnaval não acontecerá. E o cancelamento da grande festa popular, pela Covid-19, atinge os demais polos turísticos da folia espalhados pelo país.

É rotina fora de época. Osmar (no Campo Grande) – amanheceram e anoiteceram sem foliões. A prefeitura cancelou o ponto facultativo para evitar aglomerações. “O dia acordou estranho. Estou feliz por ter saúde, e não acho mesmo que deveria ter festa, mas o coração está partido”, disse Léo Fissura. Ele costuma sair os seis dias – pois o carnaval abriria oficialmente na quinta -, para seguir o trio de Bell Marques.

E para quem a festa significa sustento acordar sem planos de ir para a avenida, matar a sede e a fome dos foliões, foi ainda mais penoso. “Quase chorei”, diz a vendedora ambulante Derivalda Oliveira, de 57 anos, que trabalha há 15 no circuito Dodô. Um estudo da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia mostrou que, sem a folia, R$ 1,7 bilhão deixará de circular na cidade e 60 mil trabalhadores ficarão sem renda.

Um ano sem o Galo

No sábado (13, primeiro dia oficial da festa em Pernambuco, a cidade do Recife não teve o tradicional desfile do Galo da Madrugada e as ladeiras de Olinda ficaram silenciosas e desertas, em função dos decretos do governo Estadual, que visam a evitar aglomerações e proíbem até o comércio nos centros históricos.

Como em Salvador, artistas, blocos e bandas programaram lives para levar a folia ao público por redes sociais e canais de compartilhamento de vídeos. O plano era produzir vídeos com até 50 carnavalescos, mas até isso foi restringido. Na quinta o governo baixou norma limitando cada live a dez pessoas.

O folião Luiz Carlos Mendes, de 58 anos, relata que vai ao Galo da Madrugada há 40 anos, sem nenhuma exceção. “Faça chuva ou faça sol, estou lá. Já fui para o Galo com dengue diagnosticada pelo médico, que me deu 15 dias de repouso. Eu disse: doutor, 15 dias não dá, porque na próxima semana eu tenho o Galo. Ele disse que eu não podia ir e, mesmo assim, eu fui”, relata.

“Nunca perdi o Galo! E essa pandemia, essa falta do Galo, é como se houvesse tido uma amputação de alguma parte minha, está um vazio muito grande. Eu chorei muito, não tenho vergonha de dizer. Só de falar já fico emocionado”, afirmou Mendes.

Já as ladeiras de Olinda ficaram desertas ontem, sob vigilância policial. “Há poucas pessoas transitando, um silêncio nunca visto. Às vezes, uma ou outra pessoa passa cantando uma marchinha, levando vizinhos às lágrimas”, diz Meire Oliveira, de 63 anos, entristecida.

Como o comércio de rua e os shoppings vão funcionar amanhã e terça, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Pernambuco (Abrasel-PE) criou um festival gastronômico. “O turismo em Pernambuco teve uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2020 e não sabemos o que vai ser deste ano”, disse o presidente, André Araújo.

Minas

Já as ondas de foliões que desciam e subiam as ladeiras de Ouro Preto, em Minas, também vão ficar na saudade, pelo menos este ano. A prefeitura cancelou o ponto facultativo entre os dias 15 e 17 e o carnaval presencial, considerado um dos melhores do país, está sem data.

No lugar, a prefeitura lançou o carnaval virtual “Beleza Pura”, em 2021. “Todos os blocos se dispuseram a contribuir conosco e fizeram lives que serão mostradas durante este período”, disse Felipe Guerra, secretário de Governo.

Paraitinga

As tradicionais marchinhas continuarão presentes este ano, em São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, mas sem os foliões que abarrotam a cidade. A prefeitura lançou o “Carnaval Virtual de Marchinhas”, que já escolheu as 16 composições que serão apresentadas em um canal do YouTube e na página da Viva Produções Culturais nas redes sociais.

As músicas foram compostas por artistas locais e de outras cidades paulistas e gravadas por bandas de apoio com número limitado de integrantes contratados pela organização.

Em sua 36ª edição desde que aboliu outros ritmos, permitindo somente marchinhas, o carnaval da pequena cidade do interior está entre os melhores do país. No ano passado, mesmo com limitações impostas pelo município à entrada de ônibus e vans, atraiu 80 mil foliões.

Os 25 blocos que tradicionalmente animam o Carnaval pretendem agora fazer uma ação neste período para valorizar a cultura carnavalesca local. Integrantes principais estarão se apresentando individualmente no centro histórico, sem a presença de público.

Fonte: CNN

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PALÁCIO DO PLANALTO ATENDE REIVINDICAÇÕES DA CHINA E NÃO EXCLUI PAÍS DO 5G

Governo atende China e não exclui país do 5G

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 29 de janeiro de 2021 às 18:16

Após pedido da China, Governo não deve excluir país do 5GO governo brasileiro decidiu não impor qualquer tipo de restrição aos chineses na política da tecnologia 5G no Brasil. A portaria com as diretrizes do leilão serão publicadas ainda nesta sexta-feira no Diário Oficial da União.

Com a decisão, o Palácio do Planalto atende a uma das principais reivindicações da China em um momento em que os dois países se reaproximam. O país asiático ajudou o Brasil na tentativa de acelerar a exportação de insumos para a fabricação da vacina no Brasil.

A portaria que será publicada apresentará uma série de contrapartidas que serão exigidas pelo governo brasileiro às operadoras que vencerem o leilão. Uma das mais significativas é a que prevê a criação de uma rede privativa de segurança para a administração pública federal. Até nesse ponto não haverá qualquer restrição aos chineses.

A Huawei e qualquer outra empresa poderá fornecer desde que haja compromissos de transparência e governança, os mesmos exigidos as empresas listadas em bolsa de valores brasileira. Além disso, serão exigidos algumas medidas para melhorar a conectividade na Região Norte. Por exemplo, a instalação de 13 mil quilômetros de fibra ótica na região.

Também prevê que seja levada a rede 4G a todas as localidades do país com mais de 600 habitantes. Uma outra exigência é a de que haja cobertura móvel em 48 mil km de rodovias federais, com prioridade para as BRs 163, 364, 242, 135, 101 e 116. As operadoras também serão obrigadas a oferecerem seu roaming em áreas de outras operadoras. Agora, a Anatel irá regulamentar essas medidas. O leilão deve ocorrer ainda no primeiro semestre.

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PORTUGAL SE TORNOU O SÉTIMO PAÍS DO MUNDO A LEGALIZAR A EUTANÁSIA

Parlamento de Portugal aprova legalização da eutanásia no país

País é o 7º no mundo a aprovar o procedimento, depois de Espanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Canadá e Colômbia.

INTERNACIONAL

Da EFE

No Parlamento, houve 136 votos a favor da medida, 78 contra e 4 abstenções

MIGUEL A. LOPES / EFE – EPA – 29.1.2021

O Parlamento de Portugal aprovou nesta sexta-feira (29) a legalização da eutanásia no país, lei que ainda precisará ser sancionada pelo presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa

“É uma lei totalmente plural, que respeita quem escolhe o dia de sua morte com a ajuda de terceiros”, afirmou a deputada Isabel Moreira, nascida no Rio de Janeiro e que integra o Partido Socialista (PS).

A lei da eutanásia foi aprovada com 136 votos a favor, 78 contra e quatro abstenções. Portugal se tornou o sétimo país do mundo a legalizar a eutanásia, depois de Espanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Canadá e Colômbia.

Tramitação durou um ano

O projeto de lei avançou, após um ano de trâmites parlamentares, com o apoio dos grupos de esquerda, a rejeição da direita, e em meio a um tenso debate sobre a idoneidade do momento: a pandemia de covid-19.

A lei estabelece que o solicitante da morte assistida deve ser maior de idade, sem problemas mentais e em situação de sofrimento “duradouro e insuportável”.

Além de ter uma doença ou lesão incurável, a decisão final será analisada por um comitê de especialistas e só poderá ser praticada no Sistema Nacional de Saúde (SNS).

O Partido Comunista (PCP) apoiou a proposta com o argumento de que representa a compreensão de uma situação limite em que uma pessoa pode se encontrar.

Para o porta-voz dos Verdes, Luís Pereira, é “uma boa lei” porque “a morte medicamente assistida não é punível”, mas lamentou que ela só seja possível no sistema público de saúde.

Segundo o líder do Pessoas-Animais-Natureza (PAN), André Silva, a lei reflete o “sentimento geral dos portugueses de dar liberdade a quem pode escoher lucidamente o final de sua vida”.

“É uma lei justa, rigorosa e confiável na qual um ato de bondade deixa de ser um ato punível que condena à prisão”, argumentou.

Na direita, Temo Correia, deputado do CDS – Partido Popular, afirmou, parafraseando o papa Francisco, que a medida é “uma derrota para todos” porque “a resposta não é abandonar os que sofrem”.

“Esta lei é um terror porque permite matar vidas que poderiam ser salvas. É uma indignidade e vai contra a Constituição da República Portuguesa”, comentou Correia.

Agora, a última palavra cabe ao presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que precisa sancionar a lei para que entre em vigor.

Fonte: R7
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DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA DOS EUA ALERTA SOBRE RISCO DE AMEAÇA TERRORISTA NO PAÍS

EUA emitem alerta de terrorismo por parte de extremistas no país

Segundo o Departamento de Segurança Nacional, agências precisam ficar atentas contra ameaças internas após invasão do Capitólio

INTERNACIONAL

Da EFE

Invasão do Capitólio no último dia 6 colocou autoridades em alerta

JIM LO SCALZO/EFE/EPA – 06.01.2021

O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos emitiu nesta quarta-feira (27) um alerta sobre a existência de “um cenário de maior ameaça” terrorista dentro do país motivado por “extremistas” frustrados com a transição presidencial, entre outras razões.

A pasta publicou um boletim do Sistema Nacional de Aconselhamento sobre Terrorismo (NTAS, na sigla em inglês), que adverte sobre a presenta de “um cenário de maior ameaça (terrorista) nos EUA que provavelmente persistirá durante as próximas semanas”.

Nenhuma ameaça específica é citada, mas o Departamento de Segurança Nacional adverte que este ambiente tenso continuará “durante semanas”, após o democrata Joe Biden ter tomado posse como presidente, sucedendo o republicano Donald Trump.

Medo de novos atos violentos

A informação recebida pelo governo americano indica que alguns “extremistas ideologicamente violentos” que se opõem a Biden podem continuar se mobilizando e organizando atos de violência.

Fonte: R7

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GOVERNO BRASILEIRO RESTRINGE TEMPORÁRIAMENTE ENTRADA DE ESTRANGEIROS POR VIA AQUÁTICA E TERRESTRE NO PAÍS

Covid-19: Brasil restringe fluxo de estrangeiros por via terrestre e aquaviária

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

Atualizado 26 de janeiro de 2021 às 04:20

Fronteira terrestre entre Uruguai e BrasilFronteira entre Uruguai e Brasil Foto: Marcelo Pinto/APlateia

Em portaria publicada durante a madrugada no Diário Oficial da União (DOU), o governo brasileiro anuncia a “restrição temporária” para a entrada de estrangeiros no território do país por rodovias, meios terrestres ou transporte aquaviário a partir desta terça-feira (26).

Como justificativa, o texto cita recomendações da Anvisa diante dos potenciais riscos das duas variantes do novo coronavírus detectadas originalmente no Reino Unido e na África do Sul – ambas consideradas versões mais contagiosas do vírus causador da Covid-19.

Não há previsão de quando as regras da portaria deixarão de vigorar e uma exceção permite o trânsito na fronteira brasileira com o Paraguai, desde que “obedecidos os requisitos migratórios”.

O conjunto de medidas é assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto; o ministro de Justiça e Segurança Pública André Mendonça; e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

Via aérea liberada

A portaria afirma que as restrições não impedem a entrada de estrangeiros no país por via aérea, “desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”.

Para entradas por avião, o governo brasileiro exige, desde dezembro, o comprovante de um teste negativo para a Covid-19 do tipo RT-PCR, que precisa ter sido realizado em um intervalo de no máximo 72 horas antes do embarque.

Ficam proibidos, porém, voos internacionais para o Brasil que tenham origem ou passagem por aeroportos do Reino Unido ou da África do Sul. De forma temporária, também fica suspensa a autorização de embarque ao Brasil de viajantes estrangeiros procedente ou com passagem pelos dois países nos últimos 14 dias.

Em outra exceção, o texto também permite a entrada aquaviária de tripulação marítima “para exercício de funções específicas a bordo de embarcação ou plataforma em operação em águas jurisdicionais”, desde que obedecidos requisitos migratórios.

Exceções na entrada de estrangeiros

Em alguns outros casos, a portaria prevê que a entrada no país seja permitida – para profissionais estrangeiros em missão a serviço de organismo internacionais, funcionários estrangeiros acreditos ao governo brasileiro ou transportadores de cargas, entre outros.

Algumas das exceções não se aplicam a estrangeiros provenientes da Venezuela por meios terrestres ou aquaviários.

Também fica liberado o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço. As restrições, em geral, não impedem a entrada de estrangeiros no país por via terrestre entre o Brasil e o Paraguai, desde que “obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”.

O texto enfatiza que as restrições valem para a entrada de estrangeiros e não se aplicam a brasileiros natos ou naturalizados.

Mesmo entre os estrangeiros, a portaria prevê algumas exceções, como a liberação da entrada de imigrantes com residência em caráter definitivo no Brasil, além de cidadãos de outros países que sejam cônjuges, pais ou filhos de brasileiros.

PORTARIA Nº 652, DE 25 DE JANEIRO DE 2021

Dispõe sobre a restrição excepcional e temporária de entrada no País de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA,DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA E DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhes conferem o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição, e os art. 3º, art. 37 e art. 47 da Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, e tendo em vista o disposto no art. 3º,caput, inciso VI, da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e

Considerando a declaração de emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020, em decorrência da infecção humana pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

Considerando que é princípio da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, previsto no inciso VI docaputdo art. 4º da Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, a eficiência na prevenção e na redução de riscos em situações de emergência que possam afetar a vida das pessoas;

Considerando a necessidade de dar efetividade às medidas de saúde para resposta à pandemia daSARS-CoV-2(covid-19)previstas na Portaria nº 356/GM/MS, de 11 de março de 2020, do Ministério da Saúde;

Considerando que são definidos como serviços públicos e atividades essenciais os de trânsito e transporte internacional de passageiros e os de transporte, armazenamento, entrega e logística de cargas em geral, conforme descrito nos incisos V e XXII do § 1º do art. 3º do Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020;

Considerando a manifestação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com recomendação de restrição excepcional e temporária de entrada no País; e

Considerando o impacto epidemiológico que a nova variante do coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), identificada no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e na República da África do Sul, pode causar no cenário atual vivenciado no País; resolvem:

Art. 1º Esta Portaria dispõe sobre a restrição excepcional e temporária de entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, nos termos do disposto no inciso VI docaputdo art. 3º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, em decorrência de recomendação técnica e fundamentada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa por motivos sanitários relacionados com os riscos de contaminação e disseminação do coronavírusSARS-CoV-2(covid-19).

Art. 2º Fica restringida a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário.

Art. 3º As restrições de que trata esta Portaria não se aplicam ao:

I – brasileiro, nato ou naturalizado;

II – imigrante com residência de caráter definitivo, por prazo determinado ou indeterminado, no território brasileiro;

III – profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que identificado;

IV – funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro; e

V – estrangeiro:

a) cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro;

b) cujo ingresso seja autorizado especificamente pelo Governo brasileiro em vista do interesse público ou por questões humanitárias; e

c) portador de Registro Nacional Migratório; e

VI – transporte de cargas.

§ 1º As restrições previstas nesta Portaria não impedem o ingresso, por via aérea ou aquaviária, de tripulação marítima para exercício de funções específicas a bordo de embarcação ou plataforma em operação em águas jurisdicionais, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 2º As restrições previstas nesta Portaria não impedem o desembarque, autorizado pela Polícia Federal, de tripulação marítima para assistência médica ou para conexão de retorno aéreo ao país de origem relacionada a questões operacionais ou a término de contrato de trabalho.

§ 3º A autorização a que se refere o § 2º fica condicionada a termo de responsabilidade pelas despesas decorrentes do transbordo firmado pelo agente marítimo, com anuência prévia das autoridades sanitárias locais, e à apresentação dos bilhetes aéreos correspondentes.

§ 4º Nas hipóteses de entrada no País por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário, as exceções de que tratam o inciso II e as alíneas “a” e “c” do inciso V docaputnão se aplicam a estrangeiros provenientes da República Bolivariana da Venezuela.

Art. 4º As restrições de que trata esta Portaria não impedem:

I – a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizadas pelas autoridades sanitárias locais;

II – o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço ou de outro documento comprobatório, desde que seja garantida a reciprocidade no tratamento ao brasileiro pelo país vizinho; e

III – o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, ainda que o motorista não se enquadre no rol de que trata o art. 3º, na forma prevista na legislação.

Parágrafo único. O disposto no inciso II docaputnão se aplica à fronteira com a República Bolivariana da Venezuela.

Art. 5º Excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar na República Federativa do Brasil com autorização da Polícia Federal.

Parágrafo único. Na hipótese prevista nocaput:

I – o estrangeiro deverá dirigir-se diretamente ao aeroporto;

II – deverá haver demanda oficial da embaixada ou do consulado do país de residência; e

III – deverão ser apresentados os bilhetes aéreos correspondentes.

Art. 6º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via terrestre entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Art. 7º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via aérea, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 1º Para fins do disposto nocaput, o viajante de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, deverá apresentar à companhia aérea responsável pelo voo, antes do embarque:

I – documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, para rastreio da infeção pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), com resultado negativo ou não reagente, realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque, observados os seguintes critérios:

a) o documento deverá ser apresentado no idioma português, espanhol ou inglês;

b) o teste deverá ser realizado em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país do embarque;

c) na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, o prazo de setenta e duas horas será considerado em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem;

d) o viajante que realizar migração que ultrapasse setenta e duas horas desde a realização do testeRT-PCRdeverá apresentar documento comprobatório da realização de novo teste com resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19)nocheck-inpara o embarque à República Federativa do Brasil;

e) as crianças com idade inferior a doze anos que estejam viajando acompanhadas estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRdesde que todos os acompanhantes apresentem documentos comprobatórios de realização de teste laboratorial com resultado do testeRT-PCRnegativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

f) as crianças com idade igual ou superior a dois e inferior a doze anos que estejam viajando desacompanhadas deverão apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRcom resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

g) as crianças com idade inferior a dois anos estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRpara viagem à República Federativa do Brasil;

h) os tripulantes das aeronaves estão isentos de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, desde que cumpram o seguinte protocolo:

1. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no deslocamento entre o aeroporto e o hotel, quando necessário – o operador aéreo deverá providenciar o deslocamento entre a aeronave e as acomodações individuais da tripulação em meio de transporte particular e garantir que as medidas de higiene sejam aplicadas e que o distanciamento físico entre as pessoas seja assegurado desde a origem até o destino;

2. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no alojamento – a tripulação deverá permanecer em residência ou em quarto de hotel, neste último caso, deverá ser observado o seguinte:

2.1. a acomodação será ocupada por apenas um tripulante;

2.2. a acomodação será higienizada antes e depois da sua ocupação;

2.3. a tripulação não utilizará as instalações comuns do hotel;

2.4. a tripulação realizará as refeições na acomodação;

2.5. se o serviço de quarto do hotel não estiver disponível, o tripulante solicitará refeição do tipo “para viagem”;

3. cuidados com a saúde e auto monitoramento – a tripulação deverá:

3.1. monitorar regularmente os sintomas, inclusive febre e outros sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

3.2. evitar o contato com o público e com os demais tripulantes;

3.3. permanecer no quarto do hotel, exceto para procurar atendimento médico ou para executar atividades consideradas essenciais;

3.4. lavar as mãos com frequência com água e sabão, quando possível, ou utilizar álcool em gel;

3.5. usar máscara; e

3.6. observar o distanciamento físico quando for necessário deixar o hotel;

4. em casos de sintomas – caso a tripulação apresente sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19) no território brasileiro, deverá:

4.1. comunicar o fato ao operador aéreo;

4.2. buscar auxílio médico para avaliação de possível acometimento pelaSARS-CoV-2(covid-19); e

4.3. em caso de resultado positivo, cooperar com monitoramento adicional, de acordo com os protocolos adotados pelo sistema de saúde local;

5. saúde ocupacional – serão adotadas as seguintes medidas:

5.1. os responsáveis pelos programas de saúde ocupacional dos operadores aéreos manterão contato permanente com as tripulações, de forma a assegurar a realização do automonitoramento por parte de seus colaboradores e a execução de protocolos sanitários que reduzam os fatores de risco associados à exposição àSARS-CoV-2(covid-19); e

5.2. o operador aéreo implementará programa de educação com o objetivo de orientar as tripulações sobre as medidas sanitárias a serem adotadas durante o período de enfrentamento àSARS-CoV-2(covid-19);

6. plano de gerenciamento da saúde dos tripulantes – incumbe aos operadores aéreos:

6.1. elaborar e manter plano de gerenciamento permanente da saúde dos tripulantes, com a avaliação de risco quanto à exposição da tripulação àSARS-CoV-2(covid-19);

6.2. demonstrar, sempre que lhes for solicitado, a documentação comprobatória de execução das medidas de mitigação daSARS-CoV-2(covid-19), sem prejuízo das ações de fiscalização, monitoramento e controle a serem exercidas pelas autoridades competentes; e

II – comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante – DSV nas setenta e duas horas que antecederem o embarque para a República Federativa do Brasil, com a concordância sobre as medidas sanitárias que deverão ser cumpridas durante o período em que estiver no País.

§ 2º O viajante de que trata este artigo estará isento do cumprimento das medidas estabelecidas no § 1º na hipótese de paradas técnicas, no território brasileiro, de aeronaves procedentes do exterior, desde que não ocorra desembarque de viajantes sem autorização prévia da autoridade sanitária.

§ 3º Ficam proibidos, em caráter temporário, voos internacionais com destino à República Federativa do Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul.

§ 4º Fica suspensa, em caráter temporário, a autorização de embarque para a República Federativa do Brasil de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias.

§ 5º A autoridade migratória, por provocação da autoridade sanitária, poderá impedir a entrada no território brasileiro de pessoas não elencadas no art. 3º que não cumprirem os requisitos previstos no § 1º ou que descumprirem o disposto no § 4º.

§ 6º O viajante que se enquadre no disposto no art. 3º, com origem ou histórico de passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias, ao ingressar no território brasileiro, deverá permanecer em quarentena por quatorze dias.

Art. 8º O descumprimento do disposto nesta Portaria implicará, para o agente infrator:

I – responsabilização civil, administrativa e penal;

II – repatriação ou deportação imediata; e

III – inabilitação de pedido de refúgio.

Art. 9º Atos normativos e orientações técnicas poderão ser elaborados pelos Ministérios de modo a complementar as disposições constantes nesta Portaria, desde que observado o âmbito de competência do Ministério.

§ 1º Os órgãos reguladores poderão editar orientações complementares ao disposto nesta Portaria, incluídas regras sanitárias sobre serviços, procedimentos, meios de transportes e operações.

§ 2º As orientações técnicas editadas pelos Ministérios e pelos órgãos reguladores antes da entrada em vigor desta Portaria permanecem válidas.

Art. 10. Os Ministérios poderão encaminhar à Casa Civil da Presidência da República, de forma fundamentada, casos omissos nesta Portaria e pedidos de casos excepcionais, quanto ao cumprimento de determinações sanitárias, para o atendimento do interesse público ou de questões humanitárias.

§ 1º A Casa Civil da Presidência da República solicitará, em prazo adequado à urgência da demanda, a manifestação:

I – da Anvisa;

II – de outros órgãos cuja pertinência temática tenha relação com o caso, se entender necessário; e

III – dos Ministérios signatários deste normativo.

§ 2º A decisão, por consenso, dos Ministérios signatários será comunicada pela Casa Civil da Presidência da República.

Art. 11. Os Ministérios, no âmbito de suas competências, deverão adotar as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta Portaria.

Art. 12. Fica revogada a Portaria nº 651, de 8 de janeiro de 2021, dos Ministros de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, da Justiça e Segurança Pública e da Saúde.

Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER SOUZA BRAGA NETTO

Ministro de Estado Chefe da Casa Civil

da Presidência da República

ANDRÉ LUIZ DE ALMEIDA MENDONÇA

Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública

EDUARDO PAZUELLO

Ministro de Estado da Saúde

§ 4º 

Art. 4º As restrições de que trata esta Portaria não impedem:

I – a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizadas pelas autoridades sanitárias locais;

II – o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço ou de outro documento comprobatório, desde que seja garantida a reciprocidade no tratamento ao brasileiro pelo país vizinho; e

III – o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, ainda que o motorista não se enquadre no rol de que trata o art. 3º, na forma prevista na legislação.

Parágrafo único. O disposto no inciso II docaputnão se aplica à fronteira com a República Bolivariana da Venezuela.

Art. 5º Excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar na República Federativa do Brasil com autorização da Polícia Federal.

Parágrafo único. Na hipótese prevista nocaput:

I – o estrangeiro deverá dirigir-se diretamente ao aeroporto;

II – deverá haver demanda oficial da embaixada ou do consulado do país de residência; e

III – deverão ser apresentados os bilhetes aéreos correspondentes.

Art. 6º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via terrestre entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Art. 7º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via aérea, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 1º Para fins do disposto nocaput, o viajante de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, deverá apresentar à companhia aérea responsável pelo voo, antes do embarque:

I – documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, para rastreio da infeção pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), com resultado negativo ou não reagente, realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque, observados os seguintes critérios:

a) o documento deverá ser apresentado no idioma português, espanhol ou inglês;

b) o teste deverá ser realizado em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país do embarque;

c) na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, o prazo de setenta e duas horas será considerado em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem;

d) o viajante que realizar migração que ultrapasse setenta e duas horas desde a realização do testeRT-PCRdeverá apresentar documento comprobatório da realização de novo teste com resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19)nocheck-inpara o embarque à República Federativa do Brasil;

e) as crianças com idade inferior a doze anos que estejam viajando acompanhadas estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRdesde que todos os acompanhantes apresentem documentos comprobatórios de realização de teste laboratorial com resultado do testeRT-PCRnegativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

f) as crianças com idade igual ou superior a dois e inferior a doze anos que estejam viajando desacompanhadas deverão apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRcom resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

g) as crianças com idade inferior a dois anos estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRpara viagem à República Federativa do Brasil;

h) os tripulantes das aeronaves estão isentos de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, desde que cumpram o seguinte protocolo:

1. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no deslocamento entre o aeroporto e o hotel, quando necessário – o operador aéreo deverá providenciar o deslocamento entre a aeronave e as acomodações individuais da tripulação em meio de transporte particular e garantir que as medidas de higiene sejam aplicadas e que o distanciamento físico entre as pessoas seja assegurado desde a origem até o destino;

2. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no alojamento – a tripulação deverá permanecer em residência ou em quarto de hotel, neste último caso, deverá ser observado o seguinte:

2.1. a acomodação será ocupada por apenas um tripulante;

2.2. a acomodação será higienizada antes e depois da sua ocupação;

2.3. a tripulação não utilizará as instalações comuns do hotel;

2.4. a tripulação realizará as refeições na acomodação;

2.5. se o serviço de quarto do hotel não estiver disponível, o tripulante solicitará refeição do tipo “para viagem”;

3. cuidados com a saúde e auto monitoramento – a tripulação deverá:

3.1. monitorar regularmente os sintomas, inclusive febre e outros sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

3.2. evitar o contato com o público e com os demais tripulantes;

3.3. permanecer no quarto do hotel, exceto para procurar atendimento médico ou para executar atividades consideradas essenciais;

3.4. lavar as mãos com frequência com água e sabão, quando possível, ou utilizar álcool em gel;

3.5. usar máscara; e

3.6. observar o distanciamento físico quando for necessário deixar o hotel;

4. em casos de sintomas – caso a tripulação apresente sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19) no território brasileiro, deverá:

4.1. comunicar o fato ao operador aéreo;

4.2. buscar auxílio médico para avaliação de possível acometimento pelaSARS-CoV-2(covid-19); e

4.3. em caso de resultado positivo, cooperar com monitoramento adicional, de acordo com os protocolos adotados pelo sistema de saúde local;

5. saúde ocupacional – serão adotadas as seguintes medidas:

5.1. os responsáveis pelos programas de saúde ocupacional dos operadores aéreos manterão contato permanente com as tripulações, de forma a assegurar a realização do automonitoramento por parte de seus colaboradores e a execução de protocolos sanitários que reduzam os fatores de risco associados à exposição àSARS-CoV-2(covid-19); e

5.2. o operador aéreo implementará programa de educação com o objetivo de orientar as tripulações sobre as medidas sanitárias a serem adotadas durante o período de enfrentamento àSARS-CoV-2(covid-19);

6. plano de gerenciamento da saúde dos tripulantes – incumbe aos operadores aéreos:

6.1. elaborar e manter plano de gerenciamento permanente da saúde dos tripulantes, com a avaliação de risco quanto à exposição da tripulação àSARS-CoV-2(covid-19);

6.2. demonstrar, sempre que lhes for solicitado, a documentação comprobatória de execução das medidas de mitigação daSARS-CoV-2(covid-19), sem prejuízo das ações de fiscalização, monitoramento e controle a serem exercidas pelas autoridades competentes; e

II – comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante – DSV nas setenta e duas horas que antecederem o embarque para a República Federativa do Brasil, com a concordância sobre as medidas sanitárias que deverão ser cumpridas durante o período em que estiver no País.

§ 2º O viajante de que trata este artigo estará isento do cumprimento das medidas estabelecidas no § 1º na hipótese de paradas técnicas, no território brasileiro, de aeronaves procedentes do exterior, desde que não ocorra desembarque de viajantes sem autorização prévia da autoridade sanitária.

§ 3º Ficam proibidos, em caráter temporário, voos internacionais com destino à República Federativa do Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul.

§ 4º Fica suspensa, em caráter temporário, a autorização de embarque para a República Federativa do Brasil de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias.

§ 5º A autoridade migratória, por provocação da autoridade sanitária, poderá impedir a entrada no território brasileiro de pessoas não elencadas no art. 3º que não cumprirem os requisitos previstos no § 1º ou que descumprirem o disposto no § 4º.

§ 6º O viajante que se enquadre no disposto no art. 3º, com origem ou histórico de passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias, ao ingressar no território brasileiro, deverá permanecer em quarentena por quatorze dias.

Art. 8º O descumprimento do disposto nesta Portaria implicará, para o agente infrator:

I – responsabilização civil, administrativa e penal;

II – repatriação ou deportação imediata; e

III – inabilitação de pedido de refúgio.

Art. 9º Atos normativos e orientações técnicas poderão ser elaborados pelos Ministérios de modo a complementar as disposições constantes nesta Portaria, desde que observado o âmbito de competência do Ministério.

§ 1º Os órgãos reguladores poderão editar orientações complementares ao disposto nesta Portaria, incluídas regras sanitárias sobre serviços, procedimentos, meios de transportes e operações.

§ 2º As orientações técnicas editadas pelos Ministérios e pelos órgãos reguladores antes da entrada em vigor desta Portaria permanecem válidas.

Art. 10. Os Ministérios poderão encaminhar à Casa Civil da Presidência da República, de forma fundamentada, casos omissos nesta Portaria e pedidos de casos excepcionais, quanto ao cumprimento de determinações sanitárias, para o atendimento do interesse público ou de questões humanitárias.

§ 1º A Casa Civil da Presidência da República solicitará, em prazo adequado à urgência da demanda, a manifestação:

I – da Anvisa;

II – de outros órgãos cuja pertinência temática tenha relação com o caso, se entender necessário; e

III – dos Ministérios signatários deste normativo.

§ 2º A decisão, por consenso, dos Ministérios signatários será comunicada pela Casa Civil da Presidência da República.

Art. 11. Os Ministérios, no âmbito de suas competências, deverão adotar as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta Portaria.

Art. 12. Fica revogada a Portaria nº 651, de 8 de janeiro de 2021, dos Ministros de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, da Justiça e Segurança Pública e da Saúde.

Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER SOUZA BRAGA NETTO

Ministro de Estado Chefe da Casa Civil

da Presidência da República

ANDRÉ LUIZ DE ALMEIDA MENDONÇA

Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública

EDUARDO PAZUELLO

Ministro de Estado da Saúde
Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

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QUARTA FEIRA BIDEN TOMARÁ POSSE COMO PRESIDENTE DE UM PAÍS MERGULHADO EM UMA CRISE ECONÔMICA E TAMBÉM O MAIS ATINGIDO PELA PANDEMIA

Biden planeja início de governo com medidas agressivas

Logo no primeiro dia, novo presidente pretende retornar ao Acordo de Paris e apresentar uma reforma imigratória, entre outros

INTERNACIONAL

 Do R7

Joe Biden tomará posse como presidente dos EUA na quarta-feira

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 16.1.2021

Na próxima quarta-feira (20), o democrata Joe Biden tomará posse oficialmente como presidente eleito dos EUA e, segundo a imprensa norte-americana, não vai perder tempo para se distanciar das políticas adotadas por seu antecessor, Donald Trump.

Biden vai assumir o comando de um país mergulhado em uma profunda crise econômica, além de o mais atingido no mundo pela pandemia do novo coronavírus. Com isso, de acordo com o New York Times, o novo presidente vai baixar de dezenas de decretos nos primeiros dez dias, para colocar a administração para andar sem depender do Congresso.

Apenas no primeiro dia de mandato, o democrata pretende assinar decretos que incluem o fim de um veto de entrada de cidadãos de países islâmicos, a volta ao Acordo Climático de Paris, ampliar limites das moratórias de despejos e débitos estudantis, tornar obrigatório o uso de máscaras em prédios federais e em viagens interestaduais, além de ordenar que agências busquem meios de reunir famílias de imigrantes separadas na fronteira.

Tudo isso está em um memorando que circulou entre os membros da futura administração, assinado por Ron Klain, o futuro chefe de gabinete da Casa Branca. Além de todos os decretos, o governo pretende aprovar rapidamente o pacote de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10 trilhões) anunciado por Biden na semana passada.

Reforma imigratória

Outra medida de impacto, mas que ainda não tem um caminho bem definido é uma proposta de reforma imigratória, que poderá ajudar até 11 milhões de imigrantes ilegais a terem a possibilidade de obter a cidadania. Sem falar na promessa de campanha de vacinar até 100 milhões de pessoas contra a covid-19 nos primeiros 100 dias de governo.

Segundo o Times, a legislação imigratória vai incluir os cerca de 450 mil jovens que fazem parte do programa DACA, criado no governo Barack Obama, que inclui pessoas que entraram nos EUA durante a infância e adolescência e cresceram como ilegais no país. Esse público foi um dos alvos preferidos de Trump durante seu governo, mas ele não conseguiu na Justiça encerrar as políticas do seu antecessor.

A projeto vai incluir uma ampliação de ajuda econômica a países da América Central, como Honduras, Guatemala e El Salvador, onde a violência e a falta de perspectivas levou milhares de pessoas a tentarem entrar nos EUA ilegalmente.

Fonte: R7
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SE ESPALHAM PELO PAÍS A APURAÇÃO DE RACHADINHAS, ESTÃO ENVOLVIDOS DE EX-GOVERNADORES A VEREADORES

Apurações de ‘rachadinhas’ se espalham pelo país e envolvem de vereadores a ex-governador

 POLÍTICA

Apurações de 'rachadinhas' se espalham pelo país e envolvem de vereadores a ex-governador - 29/12/2020 - Poder - Folha

A menos de um mês das eleições municipais, no auge da campanha eleitoral, o que movimentou a política do Acre foram buscas e apreensões relacionadas a suspeitas de um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do estado. A operação de 29 de outubro, chamada Dirty Safe, levou ao afastamento do presidente da Casa, deputado Nicolau Júnior (PP). Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta depósitos em espécie suspeitos de aproximadamente R$ 30 milhões. A apuração envolve outros deputados.

A Dirty Safe, do Acre, segue uma tendência de todo o país. Nos últimos três anos, escândalos ligados à prática de “rachadinha”, nos quais há suspeitas de desvios de salários de funcionários ligados a políticos, foram notícia na maioria dos estados brasileiros. Muitas vezes esses repasses em dinheiro envolvem pessoas que nem sequer trabalham de fato nos gabinetes, os chamados funcionários fantasmas. Em relação a esses casos, houve operações policiais, denúncias apresentadas pelo Ministério Público, condenações na Justiça ou movimentações relevantes em tribunais sobre agentes públicos de pelo menos 21 das 27 unidades federativas. Os fatos investigados, porém, não necessariamente são de um período recente.

Embora seja o mais célebre, o caso do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), tramitou ao mesmo tempo em que esses outros políticos eram investigados, denunciados e condenados –ou ainda absolvidos e com processos anulados.

No Acre, no mês seguinte à Dirty Safe, em novembro, os deputados votaram para reverter o afastamento de Nicolau Júnior e também medidas cautelares contra deputados.

Procurada, a defesa de Nicolau diz que não há “qualquer elemento concreto que indique alguma prática criminosa de sua parte” nas investigações relativas à operação de outubro. “A investigação é um conjunto confuso de ilações, que se utiliza de fatos isolados para a construção de uma narrativa absolutamente fantasiosa”, afirma o advogado Erick Venâncio, em nota. Segundo ele, Nicolau Júnior se colocou à disposição da autoridade policial para o esclarecimento dos fatos desde o início, mas ainda não foi ouvido no curso do inquérito.

ALVOS DE APURAÇÕES DE ‘RACHADINHAS’

Arthur Lira (PP), deputado federal por Alagoas

Líder do centrão e candidato de Bolsonaro à presidência da Câmara, foi acusado da prática de “rachadinha” por um período em que integrou a Assembleia Legislativa de Alagoas, mas ele foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do estado

Geddel Vieira Lima (MDB), ex-ministro

Em março, a força-tarefa da Operação Greenfield ratificou denúncia que havia sido oferecida em 2018, pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi um dos principais líderes do MDB da Bahia, o seu irmão, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) e a mãe deles. A acusação é de peculato. Procurada, a defesa de Geddel não se manifestou

Marcio Pacheco (PSC), deputado estadual do Rio de Janeiro

Pacheco foi denunciado sob a acusação de peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Sua defesa afirmou que o deputado não se beneficiou de desvio de recurso público

Nicolau Júnior (PP), deputado estadual do Acre

A Operação Dirty Safe, de 29 de outubro, levou ao afastamento de Nicolau da presidência da Assembleia Legislativa do Acre. Em novembro, os deputados votaram para reverter a medida. Em nota, sua defesa afirmou que não há “qualquer elemento concreto que indique alguma prática criminosa de sua parte”

Robinson Faria (PSD), ex-governador do Rio Grande do Norte

Pai de Fábio Faria, ministro das Comunicações, o ex-governador virou réu em julho sob acusação de peculato por suposta participação em um esquema de fraudes de R$ 3,7 milhões da Assembleia Legislativo do estado de 2008 a 2010. À época, ele era presidente do Legislativo potiguar. A acusação aponta para um esquema que envolvia servidores fantasmas. Em nota, a defesa do ex-governador afirmou que o Ministério Público imputa a ele “fatos criminosos sem amparo em elementos mínimos de prova”

Fonte: Blog do BG

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APÓS SE RECUPERAR DE ENVENENAMENTO, OPOSITOR DE PUTIN AINDA TEM PENA DE PRISÃO A CUMPRIR EM SEU PAÍS

Em ultimato, Rússia ordena a Navalny que retorne ou será preso

Opositor de Putin segue na Alemanha após se recuperar de envenenamento e ainda tem pena de prisão a cumprir em seu país

INTERNACIONAL |

Reuters

Navalny foi condenado em um processo que ele diz ter sido político

O serviço de prisão da Rússia deu a Alexei Navalny, crítico do Kremlin, um ultimato de última hora nesta segunda-feira (28): volte de uma vez da Alemanha e se reporte a um escritório de Moscou na manhã de terça-feira ou será preso se retornar após este prazo.

Navalny, um dos maiores opositores do presidente russo, Vladimir Putin, foi levado de avião à Alemanha para ser tratado depois de desmaiar durante um voo, no que a Alemanha e outros países ocidentais dizem ter se tratado de uma tentativa de assassiná-lo com um agente nervoso Novichok.

A Rússia disse não ter visto nenhum indício de que ele foi envenenado e nega qualquer envolvimento no incidente.

Prisão suspensa

O Serviço Federal de Prisões (FSIN) acusou Navalny nesta segunda-feira de violar os termos de uma pena de prisão suspensa que ainda está cumprindo, resultante de uma condenação de 2014, e de se furtar à supervisão da autoridade de inspeção criminal da Rússia.

Citando um artigo do periódico médico britânico The Lancet sobre seu tratamento, o FSIN disse que Navalny teve alta de um hospital de Berlim em 20 de setembro e que todos os sintomas do que classificou como sua doença já haviam desaparecido em 12 de outubro.

“Portanto, o condenado não está cumprindo todas as obrigações impostas a ele pelo tribunal, e está se furtando à supervisão da Inspetoria Criminal.”

Navalny cumpre uma pena de prisão suspensa de três anos e meio decorrente de um caso de roubo que ele disse ter motivação política. Sua condicional termina no dia 30 de dezembro.

Fonte: R7

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UMA CAMPANHA DE RECRUTAMENTO NOS EUA ESTÁ NO CENTRO DE UMA BATALHA LEGAL ENTRE ORGANIZAÇÕES DE ESCOTISMO

Por que os escoteiros e as escoteiras estão em ‘guerra’ nos EUA

Uma campanha de recrutamento está no centro de uma batalha legal entre as duas principais organizações de escotismo do país

INTERNACIONAL |

 por BBC NEWS BRASIL

Desde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadasDesde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadas

Uma campanha de recrutamento está no centro de uma batalha legal entre as duas principais organizações de escotismo dos Estados Unidos.

Em 2018, a Boy Scouts of America, que é originalmente exclusiva para meninos, tirou a palavra boy (menino, em inglês) do nome de seu programa de recrutamento para crianças mais velhas, com idades entre 11 e 17 anos, e passou a aceitar meninas entre seus integrantes.

A organização disse na época que também estava mudando o nome do programa para Scouts BSA para se adequar à mudança e se tornar mais “inclusiva” — o nome da organização foi mantido como Boy Scouts of America, assim como o programa para crianças mais novas continuou a ser chamado de Cub Scouts (cub significa “filhote” em inglês).

Mas a organização Girl Scouts, que é voltada para meninas, protestou, alegando que a mudança seria prejudicial para sua marca e entrou com uma ação na Justiça em novembro de 2018, por violação de marca registrada.

A Girl Scouts diz que muitos pais inscreveram suas filhas por engano no Scouts BSA pensando que era o programa para meninas, disseram os advogados da organização.

Em resposta, os escoteiros acusaram as escoteiras de iniciar uma “guerra”. No mês passado, advogados da Boy Scouts pediram a um juiz que rejeitasse o processo. A organização nega que a mudança tenha causado confusão.

Em um comunicado divulgado no sábado (25/12), a Boy Scouts disse que isso é “não apenas impreciso, mas também ignora as decisões de mais de 120 mil meninas e mulheres jovens que se juntaram ao Scouts BSA ou ao Cub Scouts”.

Disputa por membros

Em outubro de 2017, a diretoria do Boy Scouts of America votou unanimemente para abrir o clube centenário a todas as crianças, independentemente do gênero.

“À medida que entramos em uma nova era para nossa organização, é importante que todos os jovens possam se ver no escotismo de todas as maneiras possíveis”, disse Michael Surbaugh, chefe-executivo da Boy Scouts of América. Ele acrescentou que queria tornar a organização mais “inclusiva”.

O movimento desencadeou uma forte reação online, inclusive do filho do presidente Donald Trump. “Estranho, eu pensei que era para isso que as Girls Scouts serviam???”, tuitou Donald Trump Jr.

Desde que a Boy Scouts começou a recrutar meninas, várias tropas de escoteiros formadas só por meninas foram criadas nos Estados Unidos.

A presidente da Girl Scouts, Kathy Hopinkah Hannah, acusou o grupo de iniciar uma “campanha secreta” para recrutar meninas para uma organização que tinha um declínio “bem documentado” de membros.

“Solicito formalmente que sua organização permaneça focada em servir os 90% dos meninos americanos que não participam atualmente dos escoteiros… e não considere expandir para recrutar meninas”, escreveu a Hannah ao presidente da Boy Scouts, Randall Stephenson.

A Boy Scouts afirma ter cerca de 2,3 milhões de membros nos Estados Unidos, um terço a menos do que tinha em 2000, em comparação com cerca de 1,7 milhão de membros da Girl Scouts.

Fonte: R7

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NA ARGENTINA MILITANTES DEFENDEM APROVAÇÃO DO ABORTO QUE SERÁ VOTADO HOJE

Argentina vota hoje lei do aborto

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

10 de dezembro de 2020 às 05:00

O Congresso da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (10) uma proposta do presidente Alberto Fernández para legalizar o aborto no país. Os relatos são de um Congresso dividido, com expectativa de debates acalorados.

O projeto de Fernández foi apresentado no mês passado. Se aprovada, a nova lei permitirá a interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana de gestação e permitirá que a interrupção seja feita de forma gratuita no sistema de saúde do país.

Atualmente, o aborto na Argentina é permitido apenas nos casos de estupro e risco de morte para a gestante.

Nessa quarta-feira, a última etapa necessária para a votação foi superada com a aprovação de um relatório com a versão final do projeto, em sessão conjunta de três comissões da Câmara argentina reunidas.

A versão final do texto, que será discutida em plenário, incluiu uma “objeção de consciência”, que não estava no projeto original.

Médicos e hospitais poderão se recusar a fazer abortos caso sejam contra a prática. No entanto, a regra prevê que esses profissionais deverão encaminhar os pacientes para atendimento.

A objeção de consciência foi criticada por deputados ligados mais à esquerda, mas acabou incluída como forma de diminuir resistências.

Em 2018, um projeto semelhante chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados do país. No entanto, em meio a diversos protestos pelas ruas do país, contra e a favor do texto, a medida acabou revertida pelo Senado e não se tornou lei.

Os mil dias

Uma das apostas de Alberto Fernández para não repetir a votação em 2018, é um segundo projeto, que criaria o que ele chamou de “Programa dos Mil Dias”.

Se aprovada – e diferente da legalização do aborto, a versão final foi referendada de forma unânime –, a nova lei estabelece verbas extras da saúde pública para o atendimento de pessoas grávidas e dos primeiros anos de vida das crianças.

Segundo Fernández, a intenção desse projeto é permitir que quem pensa em abortar apenas por problemas financeiros possa seguir com a gravidez.

“A minha convicção, que sempre expressei publicamente, é que o Estado acompanhe a todas as pessoas gestantes em seus projetos de maternidade. No entanto, também estou convencido de que é responsabilidade do Estado cuidar da vida e da saúde de quem decide interromper a gravidez, em seus primeiros momentos”, disse o presidente, em vídeo compartilhado nas suas redes sociais.

Um detalhe curioso do projeto é que o governo argentino atendeu a um pleito do movimento LGBT, ao se referir às “mulheres e outras pessoas com identidades de gênero capazes de gestar”.

O detalhe visa contemplar os homens transgêneros, que eventualmente também podem gerar filhos biologicamente.

Chances de aprovação

O aborto é um assunto que mobiliza a sociedade argentina. As imagens dos protestos de 2018 são de ruas lotadas. De verde, as mulheres favoráveis à legalização. De azul e branco, as mulheres contrárias.

Ativistas questionam que, mesmo nos casos permitidos por lei, as gestações derivadas de estupro e aquelas que ameaçam a vida das pessoas grávidas, há dificuldades impostas no país, especialmente em áreas rurais ou regiões mais conservadoras.

De outro lado, manifestações também foram registradas de grupos de azul e branco, as cores da bandeira do país, utilizadas por aqueles que são contra ao aborto.

Dois anos atrás, esse grupo se intensificou, com participação da Igreja Católica, depois da aprovação na Câmara, quando se direcionou a evitar a chancela do Senado.

Segundo o jornal Clarín, um dos maiores da Argentina, o cenário para a votação desta semana é de indefinição, com leve vantagem favorável ao texto. A sondagem da publicação com parlamentares verificou 124 deputados a favor, 109 contra e 22 indefinidos.

Com estes números, o projeto, que depende de maioria simples, seria aprovado. Para garantirem a maioria absoluta, os favoráveis precisam de cinco entre os 22 indefinidos para alcançar os 129 votos necessários para a aprovação.

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SAÚDE: O PAÍS COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE DO MUNDO É NO BRASIL

 

Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo - A Crítica de Campo Grande Mobile

Ansiedade é o transtorno mais comum entre os brasileiros; sintomas pioraram na pandemia

É hora de dormir. O seu dia transcorreu normalmente. Ao deitar a cabeça no travesseiro, a sensação deveria ser de tranquilidade. Não há motivo nenhum para grandes preocupações. Mas você – que não tem nada – abre o olho no meio da madrugada. O coração dispara. Aí gera aquela confusão: essa falta de ar é porque eu estou com Covid?

Vem o medo de algo pior – fulminante. A pessoa acha que vai morrer nessa hora. Os sintomas são intensos e reais. Mas, na hora do exame, não estão mais lá. Essa dificuldade em descobrir o que está realmente acontecendo atrasa a busca por um tratamento adequado. E o problema só cresce.

Desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Já eram quase 19 milhões de brasileiros com a qualidade de vida comprometida. E aí veio o coronavírus – que desencadeou transtornos mentais – e piorou a situação de quem já sofria com eles.

O Ministério da Saúde vem conduzindo uma pesquisa para avaliar a saúde mental dos brasileiros. A primeira etapa foi realizada nos meses de abril e maio. Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Você vai ver nesta reportagem:

– Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
– Entenda como o nosso organismo reage à ansiedade normal.
– Quando a ansiedade vira doença?
– Identificando as diferenças da ansiedade normal para a patológica.
– A pandemia do coronavírus desencadeou transtornos mentais e piorou a situação de quem já sofria com eles.
– O que é transtorno de ansiedade generalizada.
– Ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil.

No próximo domingo (13), a série ‘Parada obrigatória 1 – vencendo a ansiedade’, vai acompanhar brasileiros na busca por um tratamento eficaz. O que o SUS precisa fazer para atender a essa imensa multidão de ansiosos que hoje existem no Brasil? E os outros transtornos de ansiedade – como a síndrome do pânico e o estresse pós-traumático? Você vai descobrir em que casos a medicação se torna indispensável.

Fonte: G1
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AMEAÇADO PELO AUMENTO DO NÍVEL DO MAR, MALDIVAS ESTÁ CONTRUINDO ILHAS PARA NÃO DESAPARECER

 

O país que está criando ‘ilhas’ para não desaparecer

Ameaçada pelo aumento do nível do mar, as Maldivas construíram uma cidade do século 21, apelidada de ‘Cidade da Esperança’, em uma ilha artificial chamada Hulhumalé

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

A ilha artificial de Hulhumalé foi construída usando milhões de metros cúbicos de areia bombeada do fundo do mar

Hassan Mohamed

Espalhadas pelo Mar da Arábia, a sudoeste do Sri Lanka e da Índia, as Ilhas Maldivas representam o destino dos sonhos de viajantes do mundo inteiro, que voam até lá para desfrutar do cenário paradisíaco de atóis de coral rodeados por areia branca, resorts de luxo e esportes aquáticos de nível internacional.

Mas talvez nenhuma outra nação enfrente uma ameaça ambiental como as Maldivas.

Os resorts de luxo à beira-mar do arquipélago podem ser mundialmente famosos, mas com mais de 80% de suas 1.200 ilhas a menos de 1 metro acima do nível do mar, a elevação dos oceanos causada pelo aumento das temperaturas globais é uma ameaça a sua própria existência.

Esse plano deu ar à ideia de trabalhar em parceria com o mar, em vez de ir contra ele, construindo empreendimentos urbanos flutuantes – como foi feito em cidades como Amsterdã.

Mas as Maldivas se voltaram para uma forma diferente de geoengenharia: criando uma cidade do século 21, apelidada de “Cidade da Esperança”, em uma nova ilha artificial chamada Hulhumalé.

Antes da pandemia, turistas curiosos podiam visitar a nova cidade-ilha, que ganha forma a cerca de 8 km da capital, Malé – conectada por uma ponte, são 20 minutos ônibus a partir do aeroporto.

No entanto, pouca gente que viaja para as Maldivas com estadias curtas e luxuosas se atenta às questões sociais pragmáticas que Hulhumalé pretende resolver.

Com mais de 500 mil habitantes espalhados por todo o arquipélago, a prestação de serviços é um pesadelo logístico que drena todos muitos recursos.

A falta de oportunidades de trabalho é outra, elevando o desemprego entre os jovens para mais de 15%, de acordo com um relatório de 2020 do Banco Mundial.

Assim como o arquipélago corre o risco de ficar submerso no longo prazo, o aumento da erosão costeira ameaça 70% da sua infraestrutura – casas, outras construções e serviços públicos – localizada atualmente a 100 metros do litoral.

Há ainda preocupações com a invasão da água salgada do mar, contaminando preciosas fontes de água doce, além do risco de desastres naturais imprevisíveis, como o tsunami de 2004 que matou mais de 100 pessoas nas Maldivas.

“Após o tsunami de 2004, foi introduzido um programa para aumentar a resiliência por meio de ilhas mais seguras”, explica Areen Ahmed, diretor de desenvolvimento de negócios da Housing Development Corporation (HDC), que supervisiona a Cidade da Esperança.

“Hulhumalé está sendo desenvolvida por meio de considerações cuidadosas em relação às mudanças climáticas em sua arquitetura e comunidades.”

O aterramento marítimo contínuo usando milhões de metros cúbicos de areia bombeados do fundo do oceano colocou a nova ilha a mais de 2 metros acima do nível do mar.

Com isso, a Cidade da Esperança, que está em expansão, é vista como um novo assentamento vital para aliviar a superlotação que atualmente assola Malé, onde mais de 130 mil habitantes se amontoam em pouco mais de 2,5 km².

“Malé é uma das cidades mais densamente povoadas da Terra”, diz Kate Philpot, que trabalhou como cientista nas Maldivas, pesquisando peixes de recife para a estação marinha Korallion Lab, antes de se tornar ecologista sênior na consultoria britânica Ecology By Design.

A primeira fase do aterramento marítimo de Hulhumalé, que consistiu em 188 hectares, começou em 1997 e foi concluída em 2002. Dois anos depois, a ilha comemorou a chegada de seus primeiros mil moradores. O aterramento de mais 244 hectares foi finalizado em 2015 e, no fim de 2019, havia mais de 50 mil habitantes em Hulhumalé.

Mas as ambições de Hulhumalé são muito maiores – a ideia é acolher até 240 mil pessoas até meados da década de 2020. Essa perspectiva inclui uma combinação de moradia de qualidade, novas oportunidades de emprego e espaço de lazer aberto três vezes maior por pessoa do que Malé.

De acordo com Ahmed, em contraste com a falta de planejamento urbano e superlotação de Malé, Hulhumalé foi projetada com várias iniciativas verdes de urbanismo.

“Os edifícios são voltados para norte-sul para reduzir o calor e melhorar o conforto térmico. As ruas são projetadas para otimizar a passagem do vento, diminuindo a dependência do ar-condicionado. E as escolas, mesquitas e parques dos bairros estão a uma distância de 100 a 200 metros a pé dos empreendimentos residenciais, reduzindo a necessidade de carro.”

cos e ciclovias também fazem parte da paisagem da nova cidade.

E diversos tipos de demandas habitacionais estão sendo contempladas.

“Hulhumalé abrange diversos projetos habitacionais: moradias de orçamento médio, de luxo e sociais”, diz Ahmed.

“Sessenta por cento das unidades habitacionais intermediárias devem ser vendidas abaixo do teto de preço estabelecido pela HDC.”

As moradias sociais acessíveis estão disponíveis para grupos específicos, incluindo mulheres solteiras e pessoas afetadas por desalojamentos e desastres naturais. Uma consultoria minuciosa foi realizada para garantir que as habitações e o vasto ambiente construído seja acessível às pessoas com deficiência.

Propostas de infraestrutura digital de dar inveja ​​complementam as iniciativas verdes e o planejamento social, diz Ahmed, que descreve Hulhumalé como “a primeira cidade inteligente 100% ativada por gigabit da Ásia”, com acesso digital rápido para moradores com base na tecnologia de fibra óptica conhecida como GPON (Gigabit Passive Optical Networks).

“O maior benefício de construir uma cidade inteligente do zero é que Hulhumalé será vista como uma cidade de resiliência – construída pelo povo das Maldivas para o povo das Maldivas”, afirma o cientista da computação Hassan Ugail, que nasceu nas Maldivas, e está ajudando a fazer de Hulhumalé uma cidade inteligente, em paralelo ao seu trabalho como diretor do Center for Visual Computing da Universidade de Bradford, no Reino Unido.

Hulhumalé também pretende focar no desenvolvimento urbano sustentável, incluindo a obtenção de cerca de um terço de sua energia a partir da energia solar, e a coleta de água da chuva para aumentar a segurança hídrica.

Mas será que o próprio ato de construir uma ilha artificial não é algo prejudicial ao meio ambiente – especialmente em um lugar famoso por seus recifes de coral e costas imaculadas de areia branca?

Quando a companhia belga Dredging International concluiu a expansão de 244 hectares da ilha, em 2015, a operação exigiu a sucção de cerca de seis milhões de metros cúbicos de areia do fundo do mar para então transportar e bombear para Hulhumalé.

“O aterramento marítimo é particularmente problemático”, afirma Holly East, do Departamento de Geografia e Ciências Ambientais da Northumbria University, no Reino Unido, uma especialista em ilhas de recife de coral com experiência em pesquisas nas Maldivas.

“Não só pode destruir os recifes de coral, como também criar vastas plumas de sedimentos que viajam para outras plataformas de recifes. Os sedimentos sufocam os corais e bloqueiam a luz solar, afetando sua capacidade de se alimentar, crescer e se reproduzir.”

Mas com sua população em constante crescimento, o aterramento marítimo se tornou um simples fato da vida nas Maldivas, com os recifes de coral existentes fornecendo uma fundação óbvia.

“Foram feitos alguns esforços para reduzir os impactos do desenvolvimento de Hulhumalé, incluindo a translocação (transporte) de alguns corais”, diz Philpot.

“No entanto, pode levar muito tempo para que se estabeleçam em outro lugar – e geralmente há uma taxa de sucesso baixa.”

Com anos de experiência nas Maldivas, Philpot está bem ciente, no entanto, das diversas demandas existentes. Os turistas podem ir e vir, mas a população local precisa de terra para viver e de emprego. Ela também faz uma observação um tanto irônica de que Hulhumalé está crescendo em uma área que já foi, até certo ponto, arruinada.

“A construção provavelmente será menos prejudicial do que em qualquer outro lugar nas Maldivas”, diz ela.

“Parece preferível desenvolver uma área com níveis relativamente altos de tráfego de barcos e poluição em comparação com qualquer outro lugar nas Maldivas que permaneça relativamente intocado.”

A perspectiva dela é reforçada pelo relatório do Banco Mundial de 2020, que observa que “a região da Grande Malé, particularmente em Hulhumalé, não tem habitats naturais significativos – e os recifes de coral estão em sua maioria degradados”.

A eliminação de resíduos continua a ser uma questão fundamental – tanto em termos de resíduos das obras de Hulhumalé, como também de resíduos da crescente população da cidade.

“Muitos resíduos foram transportados e armazenados na ilha de Thilafushi, construída para esse fim”, explica Philpot com ironia.

As autoridades das Maldivas rebatem a ideia de que se trata basicamente de um depósito de lixo tropical, embora de maneira vaga.

“Todas as medidas para minimizar o impacto da construção no meio ambiente são monitoradas pela Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) das Maldivas”, diz Ahmed.

Enquanto Hulhumalé está sendo criada sobretudo para melhorar a vida do povo das Maldivas, sua Cidade da Esperança também pretende ser um farol para um novo grupo de turistas interessados ​​em algo mais do que apenas ficar pegando sol em um resort à beira-mar.

Um relatório de finanças mundiais de 2018 destaca, por exemplo, o potencial para turismo médico e esportivo, vinculado a futuros projetos, como o primeiro hospital multiespecialidades das Maldivas, um parque temático aquático e uma marina de iates.

Philpot também espera que os sonhos que estão conduzindo Hulhumalé se estendam a um maior apreço pelo meio ambiente por parte da próxima geração.

“Eu dei aula de ecologia de corais para crianças entre 14 e 17 anos nas Maldivas – e mais da metade da minha turma nunca havia colocado o rosto na água com um snorkel”, revela.

“O deslumbramento com o que viram foi tão emocionante – mas também triste, já que viviam tão perto do mar, mas nunca haviam tido a oportunidade de experimentar estar debaixo d’água. Talvez com uma educação mais diretamente voltada para a biologia marinha, haveria mais interesse entre os jovens em preservar e proteger o ecossistema marinho. ”

Em outras palavras, em vez de apenas construir uma Cidade da Esperança, o povo das Maldivas está trilhando um caminho em direção ao futuro que pode fazer das Maldivas uma Nação de Esperança.

Fonte: R7

 

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ALIADOS DE GUAIDÓ SEGUEM TENTANDO CONTROLAR ALGO NO PAÍS, ENQUANTO ESQUERDA TENTA SE REESTRUTURAR

 

Na Venezuela, esquerda se distancia de Maduro e oposição busca apoio

Aliados de Juan Guaidó seguem tentando controlar algo no país, enquanto esquerda tenta se reestruturar. Eleições acontecem no domingo (6)

INTERNACIONAL

Da EFE, com R7

 

Oposição venezuelana tenta agarrar poder com referendo Oposição venezuelana tenta agarrar poder com referendo
Manaure Quintero/ Reuters – 20.8.2019

Depois de cinco anos à frente da Assembleia Nacional, o parlamento da Venezuela, a oposição ao governo de Nicolás Maduro, liderada por Juan Guaidó, que considera as eleições legislativas do domingo (4) uma fraude, dedicou seus últimos meses a uma desesperada contra-campanha que busca, sem sucesso, neutralizar o chavismo através de um referendo.

Principal arma usada pela oposição neste contra-ataque particular, a consulta popular, marcada para a semana seguinte às eleições, tem o propósito saber qual é a opinião “real” do povo sobre os aspectos políticos do país.

Essa é a última cartada daoposição depois de outras tentativas fracassadas de reconquistar o apoio popular e internacional com o qual passou a contar em janeiro de 2019, quando Guaidó se autoproclamou presidente interino do país com a promessa de derrubar o sucessor de Hugo Chávez e “libertar” a Venezuela.

No entanto, 22 meses depois, nada mudou no país caribenho. As limitadas conquistas obtidas pelo opositor esgotaram a paciência e as esperaças de quem acreditava nele, e muitos de seus apoiadores se afastaram do projeto no qual antes confiavam.

Em uma tentativa desesperada de se agarrar ao impossível, Guaidó tenta legitimar sua ideia de que continua cumprindo um mandato provisório, sem ter sob sua responsabilidade instituições públicas, funcionários ou forças de segurança do Estado, e sem ter margem de manobra.

A partir de 5 de janeiro, ele também perderá o controle do parlamento para os chavistas.

O referendo

“Você exige o fim da usurpação da presidência por Nicolás Maduro e convoca eleições presidenciais e parlamentares livres, justas e verificáveis?”, é a primeira pergunta do referendo promovido pela oposição, que dá a entender que todos os venezuelanos consideram que o atual presidente é um “usurpador”, uma premissa que não corresponde à realidade.

A segunda, embora seja mais genérica, é composta por duas partes e admite apenas um resposta, “sim” ou “não”: “Você rejeita o evento de 6 de dezembro organizado pelo regime de Nicolás Maduro e solicita à comunidade internacional que não o reconheça?”.

Já a terceira pergunta é: “Você ordena o adiantamento dos procedimentos necessários perante a comunidade internacional para ativar a cooperação, o acompanhamento e a assistência que tornem possível resgatar a nossa democracia, enfrentar a crise humanitária e proteger as pessoas dos crimes contra a humanidade?”.

A priori, parece que não poderia haver outra resposta que não um retumbante “sim”, independentemente de ideologias. Sim à cooperação, sim à democracia, sim ao apoio diante da crise humanitária e sim à proteção das pessoas contra crimes tão graves.

Mas a obviedade, a simplicidade da abordagem e a limitação foram algumas das questões mais criticadas por diversas pessoas desde que as perguntas foram divulgadas.

Além disso, elas serviram, principalmente, para lembrar a Guaidó, mais uma vez, que ele continua com as mesmas abordagens de janeiro de 2019, mesmo sabendo que não é algo viável.

Guaidó rejeita qualquer opinião contrária e se nega a escutar a voz das ruas e a levar em conta as críticas da grande massa que o apoiou totalmente quando considerava que ele poderia ser a pessoa capaz de mudar radicalmente a Vene

Mudança

Enquanto Guaidó busca apoio popular e o mínimo de poder para a oposição, a esquerda venezuela se reestrutura. Para isso, o caminho é se afastar de Nicolás Maduro, que acabou deixando o país cada vez mais isolado na América do Sul e no mundo.

Dentro do Partido Comunista, se nota uma divisão em relação ao atual presidente. Dois dos grupos que mais se identificavam com o chavismo – Tendências Unificadas para Alcançar o Movimento de Ação Revolucionária Organizada (Tupamaro) e Pátria para Todos (PPT) – tiveram suas siglas retiradas pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que as entregou a alguns ex-militantes considerados mais dóceis com o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fundado por Chávez.

Apesar disso, sem ceder ao desânimo, eles se uniram através da coalizão Alternativa Popular Revolucionária (APR), impulsionada pelo Partido Comunista da Venezuela (PCV) para a disputa da eleições legislativas de 6 de dezembro, com a intenção de retomar a essência da revolução bolivariana.

Fonte: R7

 

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ARGENTINA, O SEGUNDO PAÍS MAIS AFETADO DA AMÉRICA LATINA DECRETA O FIM DA QUARENTENA

 

Após 8 meses, Argentina decreta fim da quarentena

País é o segundo mais afetado pela covid-19 na América Latina, atrás apenas do Brasil. Apenas duas cidades continuarão confinadas até dezembro

INTERNACIONAL

Do R7

Argentina decreta fim da quarentena Argentina decreta fim da quarentena
Uma das quarentenas mais longas do mundo, a Argentina anunciou que, depois de oito meses, o confinamento será encerrado. Apesar do fim do isolamento, o presidente Alberto Fernández pediu que a população continue se cuidando e respeitando as medidas de proteção contra o novo coronavírus. O país havia decretado quarentena no dia 20 de março.Apenas as cidades de Bariloche e Puerto Deseado, na Patagônia, seguirão confinadas até o dia 20 de dezembro. A capital, Buenos Aires, começou o processo de saída do confinamento no começo de novembro.A Argentina, que tem mais de 1 milhão de casos de covid-19 e é o segundo país da América Latina mais afetado pela pandemia, atrás apenas do Brasil, é o quarto em número de casos por milhão de habitantes. Apesar da alta taxa de transmissão, autoridades afirmaram que os casos caíram 30% na última semana.

A decisão pelo fim do confinamento também está ligada a queda na popularidade de Fernández, que foi eleito em 2019.

Nesta semana também, o país desrepeitou as medidas de proteção durante o velório de Diego Maradona, craque e ídolo do futebol argentino morto na quarta-feira (25). Mais de um milhão de pessoas compareceram à cerimônia, que não teve distanciamento social ou uso de máscaras.

 

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SEGUNDO JORNAL, MILHÕES EM AÇÕES FORAM OCULTADOS NA SUIÇA PELO REI JUAN CARLOS I

 

Juan Carlos I ocultou na Suíça milhões em ações, diz jornal

Segundo publicação, monarca tinha contas no país para a fundação Zagatka, em que foram encontrados movimentos milionários de possíveis propinas

INTERNACIONAL

Da EFE

Rei Juan Carlos I ocultou dinheiro em bancos suíços

O rei Juan Carlos I, da Espanha, ocultou em dois bancos suíços milhões de euros em ações de grandes empresas do país, através de contas da Fundação Zagatka, que supostamente teria sido utilizada para cobrar propinas, conforme publica nesta terça-feira (24) o jornal local El Confidencial.

A publicação aponta que, durante quase duas décadas, o pai do atual monarca, Filipe VI, foi acionista do BBVA, Banco Santander, Iberdrola, ACS, Ence, Abertis, Endesa, Acciona e Repsol, entre outras companhias e que o responsável por estes investimentos era a Fundação Zagatka, por sua vez, dirigida pelo primeiro de Juan Carlos I, Álvaro de Orleans.

Segundo documentos a que teve acesso o El Confidencial, as contas da fundação nos bancos Credit Suisse e Lombard Odier registraram movimentos de compras de ações em “valores milionários”, com o dinheiro proveniente de supostas operações de propinas por intermediação.

Desta forma, a Zagatka investia automaticamente essas comissões no mercado de ações e produtos financeiros para tentar obter novos ganhos.

Quando eram efetuadas vendas parciais dessas ações, o dinheiro obtido era empregado, supostamente, por Juan Carlos I para pagar voos privados, estadias em hotéis ou simplesmente ter disponibilizada alguma quantia em dinheiro.

Entre as operações realizadas, o El Confidencial detalha uma realizada em 6 de janeiro de 2009, em que a Fundação Zagatka adquiriu 35 mil ações da Iberdrola por cerca de 235 mil euros; outra seis dias depois, com o recebimento de 1,5 mil euros de dividendo por 15 mil ações do Banco Popular, além de um bônus ganho de 5,2 mil euros por títulos do BBVA.

Além de empresas espanholas cotada na bolsa de Madri, a fundação apontada como ligada ao rei Juan Carlos I, registrou operações com fundos de investimento internacionais, como a seguradora suíça Swissa Re, a companhia petrolífera francesa Total, e a empresa alemã de energia Eon.

Além disso, a Zagatka teve em sua carteira de investimentos, porcentagem de outras multinacionais, como Alstom, Henkel, Carlsberg, Carrefour, Telecom, Sanofi, Bayer, Allianz, Veolia e BHP Billition.

Em 2015, 44% do patrimônio da fundação era composto por participação em empresas, com uma administração de ativos que girava em torno de 13 milhões de euros. Em agosto de 2018, último dado apresentado pelo “El Confidencial”, a parcela do patrimônio era de 59%, embora o valor tenha caído para 7,8 milhões de euros.

Juan Carlos I, que em junho de 2014 abdicou em favor de Felipe VI e se tornou rei emérito, tem estado envolvido em diversas informações sobre possíveis negócios ocultos, após ter tido grande prestígio na sociedade espanhola durante anos. Desde agosto deste ano, o monarca ele vive fora da Espanha.

Desde que passou o reinado para o herdeiro, o rei perdeu a inviolabilidade concedida pela Constituição do país, como chefe de Estado. Atualmente, há três investigações em aberto contra ele, por suposta ocultação de capital; por uma conta aberta na Suíça e uma suposta cobrança de propina; e outra por uso de cartões de créditos.

 

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JUSTIÇA: CHEFE DE JUSTIÇA DOS EUA AUTORIZOU INVESTIGAÇÃO DE SUPOSTAS IRREGULARIDADES NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Chefe do Departamento de Justiça dos Estados Unidos autoriza investigação sobre fraudes em todo o país

William BarrWilliam Barr

Definitivamente não há presidente eleito nos Estados Unidos e tudo pode mudar, caso as fraudes, denunciadas pelo presidente Donald Trump, sejam efetivamente comprovadas.

E um passo importante foi dado nesse sentido…

O procurador-geral William Barr, chefe do Departamento de Justiça americano, autorizou que procuradores federais investiguem “alegações substanciais” de irregularidades na votação antes que a eleição presidencial de 2020 seja certificada.

Barr anotou que as investigações “podem ser conduzidas se houver alegações claras e aparentemente críveis de irregularidades que, se verdadeiras, poderiam impactar o resultado de uma eleição federal em um estado individual”.

Os estados têm até 8 de dezembro para resolver as disputas eleitorais, incluindo recontagens e disputas judiciais sobre os resultados.

Os membros do Colégio Eleitoral se reúnem em 14 de dezembro para finalizar o resultado.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PARA RESPONDER AS CRÍTICAS QUE O PÁIS SOFRE NA ÁREA AMBIENTAL, VICE-PRESIDENTE LEVA COMITIVA DE EMBAIXADORES PARA CONHECER A AMAZÔNIA

Por Carolina Diniz, G1 AM

 

Hamilton Mourão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (5), em Manaus. — Foto: Carolina Diniz/G1 AMHamilton Mourão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (5), em Manaus.

No segundo dia de visita ao Amazonas, a comitiva de embaixadores e ministros, liderada pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, visitou o ponto turístico do encontro dos rios Negro e Solimões, além da superintendência regional da Polícia Federal em Manaus e áreas rurais com iniciativas de agricultura sustentável na região metropolitana.

Segundo Mourão, as reuniões e visitas realizadas se preocuparam em expor a complexidade dos desafios da Amazônia ocidental e estratégias do governo para preservar e desenvolver a região. A tentativa do governo, com a comitiva, é responder críticas que País sofre na área ambiental.

Nesta quarta, a comitiva sobrevoou áreas da Amazônia, mas o roteiro deixou de fora o Sul do estado, região mais afetada pelas queimadas e desmatamento. Neste ano, o Amazonas já registra o maior número de queimadas da história.

“Vimos como o conhecimento científico e o emprego das tecnologias de ponta estão permitindo monitoramento cada vez mais eficaz das atividades ilícitas e combate aos crimes ambientais, fundiários, mineração e tráfico de drogas”, explicou.

A viagem foi organizada após oito países europeus enviarem uma carta ao vice-presidente afirmando que a alta do desmatamento poderia dificultar a importação de produtos brasileiros. Mourão preside o Conselho da Amazônia.

Na parte da manhã, o grupo visitou uma fazenda no município de Iranduba, distante 29 km da capital, para conhecer iniciativas sustentáveis para exploração das riquezas naturais do Amazonas. Na ocasião, segundo Mourão, os chefes de missão diplomática conheceram empreendedores que investem na sustentabilidade, entre outras iniciativas.

Em pronunciamento para imprensa, no final da tarde, Mourão citou as altas taxas de internação por Covid-19 no Amazonas, para justificar medidas adicionais de precaução e restrição de contato mais próximo com comunidades locais.

Ações de combate

Mourão segue cumprindo agenda no Amazonas
Mourão segue cumprindo agenda no Amazonas

Em entrevista coletiva, o vice-presidente falou sobre os atuais planos de ação para combater o desmatamento ilegal na Amazônia, que está diretamente ligado ao número de incêndios na região. A mesa estava composta ainda pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, que respondeu ao G1 sobre as ações realizadas nas áreas federais – que correspondem a 81% da região desmatada no sul do estado.

Segundo Lima, o Estado tem trabalhado em parceria com órgãos federais, como Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), Polícia Federal e Exército Brasileiro, e que a maior dificuldade é a falta de regularização fundiária. “Esse é um problema histórico. Quando não tenho titularização de uma terra, fica difícil punir o responsável por aquele desmatamento”, pontuou.

Mourão respondeu que o objetivo do governo é “estrangular” o comércio ilegal de madeira – apontado como principal causa de desmatamento nas áreas federais localizadas no Amazonas – e fechar os canais de escoamento do material ilícito, para que o infrator não consiga vender a madeira ilegal. O tema da fiscalização fundiária também foi tratado pelo ministro Ricardo Sales.

O general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, aproveitou a oportunidade para explicar o que havia dito nesta quarta-feira (4) quando se referiu às queimadas na Amazônia como ‘fogueirinhas’.

“Se eu achasse que as queimadas eram fogueirinhas, eu não estava aqui e nem estava no conselho federal da Amazônia Legal”, disse. “O que eu quis dizer é que quando se atribui à Amazônia e a nós incêndios gigantescos, não corresponde com a verdade, porque temos 85% da Amazônia preservada”, acrescentou.

Na Amazônia, Heleno diz que se floresta estivesse em chamas, fumaça seria vista em Londres
Na Amazônia, Heleno diz que se floresta estivesse em chamas, fumaça seria vista em Londres

O embaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye, se pronunciou ao fim da coletiva de imprensa e destacou a disposição do governo em abrir um diálogo em relação à atual situação da Amazônia.

“Somos gratos porque estamos começando nosso diálogo. Não estou falando totalmente em nome de todos, porque não concordamos com minha fala necessariamente, mas todos aqui estamos de acordo que estamos começando, sim, um diálogo. Se já tivermos começado vamos consolidar as relações e amizades acerca da amazônia”, declarou.

Segundo o embaixador, os países que estavam representados por doze embaixadores e diplomatas, querem realizar parceria com a região amazônica. Joseph mencionou ainda, que o grupo de doze diplomatas e embaixadores não compartilham da mesma opinião a respeito do que foi visto até o momento durante a viagem.

Embaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye. — Foto: Carolina Diniz/G1 AMEmbaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye.

Fonte: G1
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ESPANHA DÁ ASILO POLÍTICO A OPOSITOR VENEZUELANO, LEOPOLDO LÓPEZ

 

Opositor venezuelano é recebido pelo presidente da Espanha

Leopoldo López disse nesta terça (27), em sua primeira entrevista coletiva em Madri depois de deixar a Venezuela, que nunca quis deixar seu país

INTERNACIONAL

Do R7, com EFE

Presidente da Espanha, Pedro Sanchéz recebe opositor venezuelano Leopoldo López

O líder da oposição venezuelana Leopoldo López disse nesta terça-feira (27), em sua primeira entrevista coletiva em Madri depois de deixar a Venezuela, que nunca quis deixar seu país e que sua intenção é “voltar para libertar a Venezuela”.

“Eu não queria deixar a Venezuela, sempre disse; infelizmente, as circunstâncias me levaram a isso”, disse o líder da oposição, que descreveu o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro, a quem chamou de “criminoso”, de “ditadura”.

Leopoldo López chegou em Madri no último domingo, depois de sair “clandestinamente” da Venezuela – onde estava na residência do embaixador da Espanha – rumo à Colômbia, de onde embarcou para a Europa.

Guarimbas

Leopoldo López é acusado na Venezuela de fomentar protestos violentos, chamados de guarimbas, que deixaram 43 mortos na Venezuela. As manifestações ocorreram entre fevereiro e maio de 2014 e López foi condenado em 2015 a 15 anos de prisão.

A Venezuela acusou o governo da Espanha da facilitar a fuga do opositor do país. Em agosto deste ano, o presidente Nicolás Maduro concedeu uma série de indultos a diversos presos opositores, contudo Leopoldo López não figurava entre os beneficiados.

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IRÃ ATRIBUI A SANÇÃO DOS EUA ÀS DIFICULDADES DE CONTER O CORONAVIRUS NO PAÍS

Sob sanção dos EUA, Irã sofre com pandemia e sistema de saúde defasado

Irã atribui aos EUA a dificuldade de conter o vírus no país; sanções prejudicam acesso a recursos e equipamentos

Pacientes infectados com Covid-19 recebem tratamento na unidade intensiva do Hospital Iman Khomeini, em Teerã, no Irã,

As sanções dos EUA sobre o Irã têm dificultado o combate da pandemia no país. Com um sistema de saúde defasado, hospitais não tem equipamentos médicos adequados e, quando recebem, há custos exorbitantes.

O país registra o maior número de mortes por coronavírus do Oriente Médio. Mesmo com alta subnotificação, já são mais de 31,6 mil óbitos em decorrência da Covid-19 e 550 mil casos confirmados, de acordo com o mapeamento da Universidade Johns Hopkins.

“Com certeza o nosso número de mortos seria menor sem as sanções dos EUA”, disse o porta-voz do Ministério da Saúde iraniano, Kianush Jahanpur. “A administração dos EUA é diretamente responsável por isso”.

governo norte-americano negou as acusações e afirmou que o Irã rejeitou a ajuda ofertada e que as sanções não impedem assistência humanitária.

Em outubro, os EUA impuseram sanções a 18 bancos iranianos, informou o Financial Times, na terça (20). O entrave começou depois que os EUA abandonaram o acordo nuclear com o Irã, em 2018, e reintroduziram sanções sob o argumento de que o país mantinha armas em segredo.

De acordo com o Ministério da Saúde do Irã, na pandemia o governo alocou apenas 30% do cerca de US$ 1 bilhão prometidos ao combate da Covid-19. A burocracia também prejudica uma melhor distribuição dos recursos no país, apontou o governo.

No Irã, universidades, fundos de pensão e militares dominam o sistema de saúde. Cidadãos comuns correspondem a apenas 10% do atendimento ao público.

Fonte: A Referência

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JUSTIÇA: BOA PARTE DA INSEGURANÇA JURÍDICA DO PAÍS EMANA DO STF, DIZ WILLIAM WAACK

William Waack: É do STF que emana boa parte da insegurança jurídica do país

 JUDICIÁRIO

Vídeo AQUI em matéria na íntegra

No quadro CNN Poder desta quinta-feira (15), na CNN Rádio, William Waack falou sobre a insegurança jurídica no mundo dos negócios e da política causada por decisões, monocráticas ou não, tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“É o mundo das maravilhas do Supremo Tribunal Federal. A insegurança emana de lá, de onde sai uma decisão monocrática que afirma que pela lei o cara [André do Rap] tinha que estar solto e é de lá que vem uma decisão do plenário dizendo “erramos, não devia estar solto”. Vale o que, afinal?”, questionou.

O jornalista também destacou o fato de o próprio Ministério Público Federal (MPF) ter se manifestado publicamente sobre o caso, pedindo que o Supremo diga com clareza qual a abordagem em relação ao artigo 316 do Código de Processo Penal (CPP) daqui para frente.

“É muito curioso ler em nota ao público do MPF a seguinte declaração: ‘estamos inseguros, precisamos de tranquilidade’. O que podemos dizer a todos integrantes do STF é que todos nós estamos inseguros. Todos nós queremos um pouco mais de tranquilidade.

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DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA, NATAL RECEBE 1ª COMPETIÇÃO DE VÔLEI COM PÚBLICA DO PAÍS

Natal recebe 1ª competição de vôlei com público do país desde o início da pandemia

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Time potiguar representa o RN na competição

Começa nesta terça-feira (13), e segue até sábado (17), uma das etapas regionais da Superliga C de volei masculino. A competição acontece no ginásio do Sesi, e marca a volta do público às competições esportivas. A etapa Natal tem 7 times, todos do Nordeste. Apenas o campeão garante o acesso à Superliga B 2020

O Rio Grande do Norte tem a representação do time Unimed/Aero. “Voltamos a movimentar o voleibol adulto no estado de uma forma fantástica. Trouxemos atletas experientes, de estados como São Paulo, Minas, Paraná. Mas não queremos contar com sorte. Treinamos muito e confiamos que o trabalho vai culminar num grande resultado”, disse Carlos Eduardo Pessoa, técnico da equipe

A disputa marca também o retorno das competições de quadra organizadas pela CBV – Confederação Brasileira de Voleibol. Tudo cercado de muitos cuidados e regras. “Além dos participantes, árbitros e organização, terão acesso ao ginásio os convidados da Federação de Volei do RN, e com limitação de 30% da capacidade do local”, explica Igor Ribeiro Dantas, presidente da FNV.

O ginásio do Sesi Clube foi todo sinalizado para garantir o distanciamento social e a segurança de todos. Além disso, os organizadores se comprometeram a seguir um rígido protocolo de biossegurança, que inclui a disponibilização de álcool gel 70% em locais de fácil acesso, aferição de temperatura dos presentes, uso obrigatório de máscaras, higienização e desinfecção constante do ambiente e equipamentos de contato, entre outras medidas.

Entre os convidados da Federação, estão dois grandes nomes do volei brasileiro: Radamés Lattari, diretor executivo da CBV; e Renan Dal Zotto, ex-jogador e atual treinador da seleção brasileira adulta masculina. A presença dos dois mostra a importância que o volei do Nordeste vem ganhando.

Rodada de estreia (13/10)
15h – Volei Unip/Fortaleza (CE) x Sport Club do Recife (PE)
17h – Desportivo Rio Grande-APAB (RN) x Santa Cruz Volei Clube (PE)
19h – Clube do Volei Multisports (CE) x Nosso Clube/SRV (PE)

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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PARA TORNAR EMBARQUE MAIS EFICIENTE E SEGURO, GOVERNO QUER SISTEMA DE RECONHECIMENTO FACIAL UNIFICADO EM TODOS OS AEROPORTOS DO PAÍS

Governo quer sistema de reconhecimento facial unificado em todos aeroportos do país para tornar embarque mais eficiente e seguro

 TECNOLOGIATURISMO

Foto: Reuters/Amanda Perobelli

O Ministério da Infraestrutura quer implantar nos aeroportos do país uma nova tecnologia para o processo de embarque. O projeto, batizado de Embarque Seguro, permite o uso da tecnologia de reconhecimento facial para a realização do procedimento. Segundo a pasta, a iniciativa vai tornar mais eficiente o processo de embarque nos aeroportos e também dar mais segurança nas viagens aéreas.

O uso do reconhecimento facial para o procedimento de embarque começou a ser testado na última quinta-feira (8) no Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC). Por enquanto, apenas voluntários vão testar a nova tecnologia. A intenção do governo federal é implantar o projeto paulatinamente nos principais aeroportos, quando a solução estiver aprovada.

Sistema nacional unificado

De acordo com a assessoria do ministério, apesar de a tecnologia de reconhecimento facial para a identificação do passageiro e embarque automático nos portões eletrônicos (e-gates) já estar disponível no mercado, ainda não existia um sistema nacional unificado que possibilitasse checar e validar, com rapidez e segurança, a identidade do passageiro a partir do cruzamento com diferentes bases de dados governamentais.

“Com o desenvolvimento da solução conduzida pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, as autoridades de segurança poderão utilizar inteligência na avaliação de risco antecipada dos viajantes por meio do Sistema Brasileiro de Informações de Passageiros (Sisbraip)”, informou a pasta.

Os testes do projeto-piloto do Embarque Seguro em Florianópolis serão realizados com passageiros voluntários da companhia aérea Latam. A conferência da identidade do viajante ocorrerá no momento do check-in eletrônico com a vinculação de uma foto ao bilhete aéreo, que permitirá o acesso facilitado do passageiro à sala de embarque. O embarque na aeronave ocorrerá por meio da biometria do viajante, sem a necessidade da apresentação de qualquer documento.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com o Serpro, empresa de tecnologia da informação do governo federal, que desenvolveu um aplicativo que permite o cadastramento da foto do passageiro, ficando vinculada ao seu CPF.

A verificação da identificação biométrica é feita por checagem junto ao banco de dados da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que possui cerca de 56 milhões de registros ativos. A intenção é que, posteriormente, outros bancos governamentais sejam utilizados para ampliar o universo de dados que podem ser validados.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA : EM PLENO VAPOR A LAVA JATO AINDA TEM MUITOS CRIMES PRA REVELAR AO PAÍS, AFIRMA O COORDENADOR DA OPERAÇÃO NO PR

Coordenador da Lava Jato no PR diz que operação está ‘em pleno vapor’ e ainda tem muitos crimes para revelar ao país

 POLÍCIA


O procurador da República Alessandro Oliveira afirmou que a 76ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta quarta-feira (7), prova que a operação está em “pleno vapor” e ainda tem muitos crimes para revelar ao país.

Oliveira, atual coordenador da Lava Jato no Paraná, explicou que o esquema que levou agentes da PF (Polícia Federal), Receita e MPF (Ministério Público Federal) às ruas nesta quarta-feira busca mais provas de desvios de mais de R$ 45 milhões aos cofres da Petrobras.

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em três locais no Rio de Janeiro.

“A Operação Lava Jato, apesar de ter descortinado um megaesquema de corrupção, ainda está em pleno vapor e ainda tem um amplo horizonte de práticas ilícitas a serem descobertas, a serem desveladas”, afirmou o procurador em vídeo.

Segundo as investigações, funcionários da estatal recebiam propinas de companhias estrangeiras em troca de garantir a elas o abastecimento de navios da Petrobras em portos no exterior.

Sequência de derrotas

A declaração do procurador não é à toa. Neste ano, a Lava Jato sofreu duras derrotas que colocaram em risco a continuidade da operação.

Primeiramente, o procurador-geral da República, Augusto Aras, crítico dos procedimentos da Lava Jato, exigiu que os documentos de todas as investigações da força-tarefa fossem compartilhados com ele, o que irritou os procuradores, que acabaram ganhando no STF (Supremo Tribunal Federal) o direito de manterem os dados no Paraná.

Também em 2020, o ex-coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, deixou o cargo alegando problemas pessoais. Ele vinha sendo bastante pressionado por setores do próprio Judiciário e chegou a ser advertido pelo Conselho Nacional do Ministério Público por ter postado críticas a Renan Calheiros durante a eleição do Senado, em 2018.

A terceira derrota do ano ocorreu com a Lava Jato de São Paulo, na qual a equipe de procuradores pediu demissão após se sentir ameaçada pela atuação de uma das integrantes do grupo, ligada a Aras.

Fonte: Blog do BG

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OPINIÃO: JOE BIDEN DESCONHECE O QUE VENHA A SER RESPEITO E ACIMA DE TUDO A SOBERANIA DE UM PAÍS

 

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Joe Biden

Joe Biden é um sujeito tão estúpido e arrogante, que acredita que pode entrar aqui no Brasil metendo o pé na porta, abrir a carteira e comprar a Amazônia por US$ 20 bilhões. Desconhece o que venha a ser respeito e acima de tudo a soberania de um país.

Aqui é aplaudido por uma esquerda imbecilizada e incoerente que chama os EUA de “imperialistas”, mas apoia um verdadeiro discurso prepotente e imperialista.

Da esquerda brasileira não dá pra esperar muita coisa mesmo, principalmente coerência. Além de maconheiros acéfalos, toscos e fedorentos, são burros. Seus “intelectuais” levariam uma desonrosa surra numa discussão com um protozoário.

Biden ainda ameaça de sanções ao Brasil caso seja eleito e nós não venhamos a aceitar de cabeça baixa o trocadinho que ele propôs. Por que Biden não falou em dar dinheiro à China, para “comprar” a cidade de Tianjin, uma das maiores poluidoras pela extração de Chumbo? Ainda no mesmo país pode optar por Linfen, considerada a mais poluída do mundo em função da extração de carvão.

Seus US$ 20 bilhões poderiam ser direcionados a Norilsk, na Rússia, que é considerada uma das maiores poluidoras atmosféricas do mundo por causa da produção de metais pesados como cobre, arsênio, zinco, níquel e paládio, e onde são constantes as chuvas ácidas. Claro que ele não vai mexer com superpotências militarizadas, porque esses pilantras de esquerda são covardes.

Em resposta às declarações do gago e senil Joe Biden, o governo brasileiro, através do seu serviço de inteligência, poderia (e deveria) fazer uma verdadeira devassa nas milhares de ongs ditas “indigenistas”, “religiosas” e “ambientalistas” que infestam a Amazônia, muitas delas brasileiras financiadas com dinheiro americano e outras americanas mesmo, mas que na verdade operam um complexo sistema de biopirataria, extração mineral ilegal e contrabando de pedras preciosas.

Essas práticas nos governos que antecederam o atual eram “abençoadas”, passavam batidas e contavam com a conivência dos que hoje levantam bandeiras, porque nesses governos sim o Brasil estava à venda sempre. Agora não mais.

E vale lembrar que nesses governos sempre ocorreram queimadas (espontâneas, em função de condições climáticas ou provocadas, mas combatidas com amparo nas leis ambientais mais rigorosas do mundo), mas nenhum ambientalista do Leblon se manifestava.

É tão interessante que só agora a maioria dos brasileiros – incluindo nesta conta os retardados paulofreirianos de merda – está ouvindo falar em “bioma” com uma enorme frequência. Antes nem sabiam o que isso significa.

Essa cobiça e o olhar focado na internacionalização da Amazônia não são novidades. Em 1991, em meio à operação “Selva Livre” da Polícia Federal, o Delegado Romeu Tuma, em documento entregue à CPI que já investigava a “INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA” falou sobre as limitações da Polícia Federal naquela época, e os entraves que a instituição enfrentava para combater a invasão de falsas organizações ditas “humanitárias”. Limitações essas impostas por forças poderosas que sempre agiram nos bastidores. Vejam o trecho de sua declaração:

“A questão das entidades missionarias estrangeiras cujos membros percorrem toda a região Amazônica seja por razões humanitárias OU MOVIDOS POR INTERESSES OBSCUROS E INCONFESSÁVEIS, é apenas o aspecto mais visível da polêmica causada pela tendência internacional em impor uma limitação à autoridade soberana dos países cujos territórios abrangem aquela área”.

Um dos casos mais polêmicos de atuação dessas organizações, ou de membros dentro delas, aconteceu em 1985, quando o americano Mark Lewis foi preso em Miami por contrabando de pedras preciosas. Mark era filho do tesoureiro de uma dessas organizações humanitárias, com sede em Anápolis-GO e que tem ainda hoje uma forte atuação entre as comunidades indígenas na floresta amazônica.

Logo, realmente as queimadas que ocorrem desde sempre não passam de uma “cortina de fumaça” para o real interesse de nações que desde muito tempo exploram ilegalmente nossos recursos e riquezas, e ainda contam com a defesa de imbecilóides “ambientalistas” que se colocam como idiotas úteis e fazem coro para narrativas como as de Joe Biden.

Para finalizar o texto, um recado a Joe Biden

 

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APESAR DE PEDIDO DA UE PARA ADIAMENTO VENEZUELA FARÁ ELEIÇÕES

Venezuela fará eleições apesar de pedido de adiamento da UE

O presidente do país, Nicolás Maduro solicitou que União Europeia e Organização das Nações Unidas acompanhassem o pleito

INTERNACIONAL

por 

Reuters – Internacional

 

No dia 6 de dezembro, a Venezuela realizará eleições para eleger parlamentaresNo dia 6 de dezembro, a Venezuela realizará eleições para eleger parlamentares

A Venezuela anunciou nesta quinta-feira (1º) que a realização de eleições para o Legislativo no dia 6 de dezembro está confirmada. A União Europeia havia pedido para que o pleito fosse adiado para poder enviar uma missão para acompanhar o pleito.

Partidos de oposição liderados pelo presidente do Congresso Juan Guaidó já disseram que não irão participar das eleições com a justificativa de que o processo será fraudado para favorecer o PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), que governa o país.

Na semana passada, a UE enviou uma missão para Caracas e na quarta-feira emitiu um comunicado dizendo que não há condições para a realização de eleições livres e justas, e por isso pediu um adiamento.

O ministério das Relações Exteriores da Venezuela disse na quinta-feira que a declaração da UE “reflete uma posição enviesada sobre as condições nas quais o povo venezuelano irá escolher a nova Assembleia Nacional no dia 6 de dezembro”, e pediu que a UE desempenhe “um papel positivo e respeitoso de facilitação”.

Maduro havia pedido à Organização das Nações Unidas e à UE o envio de missões de observação. Autoridades dizem que a UE precisa de pelo menos seis meses para organizar um grupo de observação.

Henrique Capriles, que foi candidato a presidente duas vezes, há semanas pede que a oposição lute por melhores condições, mas na noite de quarta-feira disse que o adiamento era necessário para garantir uma votação livre e justa.

Fonte: R7

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POR VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS PRESIDENTE DE BELARUS E FILHOS TÊM ATIVOS CONGELADOS E SÃO PROIBIDOS DE ENTRAR NO UK

 

Lukashenko tem ativos congelados por violação dos direitos humanos

Presidente de Belarus, filho e outros seis membros do governo foram sancionados pelo Reino Unido, que os proibiu de entrarem no país

INTERNACIONAL

Da EFE

 

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O Reino Unido anunciou nesta terça-feira (29) sanções contra o presidente de Belarus, Alexandr Lukashenko, em resposta a “uma série de violações dos direitos humanos” após a polêmica reeleição do governante, medidas que incluem o congelamento de ativos e a proibição de entrar no território britânico.

As sanções serão aplicadas também ao assessor de segurança nacional e filho do líder bielorrusso Viktor Lukashenko, assim como a seis outros membros do governo, e foram tomadas em coordenação com o Canadá, disse o Ministério das Relações Exteriores britânico em comunicado.

O governo Lukashenko “é responsável por uma série de violações dos direitos humanos contra figuras da oposição, os meios de comunicação social e os cidadãos de Belarus, na sequência de eleições fraudulentas”, sublinhou o governo britânico.

Londres acusa as autoridades bielorussas de não terem tomado medidas para levar à justiça os responsáveis por “tortura e maus-tratos de centenas de manifestantes pacíficos detidos na sequência das eleições presidenciais manipuladas”.

Primeira sanção a um líder estrangeiro

Esta é a primeira vez que o Reino Unido aplica a um líder estrangeiro a legislação de direitos humanos que aprovou em julho passado, a qual prevê sanções como impedir a entrada no país e vetar a canalização de recursos através dos bancos britânicos.

Ao mesmo tempo, o governo britânico afirmou ter duplicado o seu apoio financeiro a “grupos de direitos humanos, meios de comunicação independentes e grupos comunitários” em Belarus para 1,5 milhão de libras durante os próximos dois anos.

“O Reino Unido e o Canadá enviaram uma mensagem clara ao impor sanções contra o regime violento e fraudulento de Alexandr Lukashenko. Não aceitamos o resultado destas eleições fraudulentas”, disse o ministro das Relações Exteriores britânico, Dominic Raab.

“Exigiremos a prestação de contas dos responsáveis pelo vandalismo contra o povo de Belarus e nos manteremos firmes na defesa de nossos valores democráticos e dos direitos humanos”, acrescentou o chefe da diplomacia britânica.

 

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PARA ACABAR COM A PENA DE MORTE NO PAÍS CAZAQUISTÃO ADERE A PROTOCOLO

 

Cazaquistão adere a protocolo para acabar com a pena de morte no país

A decisão foi anunciada pelo presidente cazaque, Kassym-Jomart Tokayev, em mensagem enviada na quarta-feira (23) à Assembleia Geral da ONU

INTERNACIONAL

Da EFE

Apesar do país ter assinado o protocolo, a decisão deve passar pelo parlamento

Agência Brasil

O Cazaquistão aderiu ao pacto internacional de abolição da pena de morte, que está suspensa no país desde a introdução de uma moratória em 2003, informou nesta quinta-feira o Ministério das Relações Exteriores.

O representante permanente do Cazaquistão na ONU, Kairat Umarov, assinou na sede da entidade, em Nova York, o Segundo Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos com vistas à Abolição da Pena de Morte, que foi aprovado pela Assembleia Geral em dezembro de 1989.

No entanto, por se tratar de um acordo internacional, o Parlamento cazaque ainda precisa ratificar o protocolo.

A decisão de aderir ao protocolo internacional foi anunciada pelo presidente cazaque, Kassym-Jomart Tokayev, em mensagem de vídeo enviada na quarta-feira (23) à Assembleia Geral da ONU. De acordo com o governante, o Cazaquistão está comprometido com o direito fundamental à vida e à dignidade humana.

Em dezembro de 2019, o presidente do Cazaquistão, como parte das reformas políticas no país, pediu que o Ministério das Relações Exteriores iniciasse o processo de adesão ao protocolo.

“A assinatura deste documento internacional é uma continuação do caminho para uma gradual redução do alcance da pena de morte e a humanização da legislação penal”, informou o ministério.

Em 2003, quando houve a última execução no Cazaquistão, o primeiro presidente do país, Nursultan Nazarbayev, assinou uma moratória suspendendo a pena de morte.

 

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OPINIÃO: O BRASIL É UM PAÍS CRISTÃO E CONSERVADOR E TEM A FAMÍLIA COMO BASE, DISSE BOLSONARO EM SEU DISCURSO NA ONU

O grande momento do discurso: “O Brasil é um país Cristão e Conservador e tem na família sua base”

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

Jair Bolsonaro

A morte de cristãos sempre foi ignorada por grande parte da grande mídia, classe artística e comunidade acadêmica. Defender a liberdade religiosa se tornou algo tão contaminado dentro do discurso público que mencionar o cristianismo como religião perseguida e vilipendiada é frequentemente visto como mentira.

É como se todas as religiões merecessem ser respeitadas e ter seus locais de culto, e respectivas liturgias protegidas, com exceção do cristianismo.

Ser cristão é ser visto como criminoso, hipócrita e retrógrado por globalistas e socialistas.

Bolsonaro em seu discurso deixou claro que essa realidade não será apoiada por seu governo, ao fazer um apelo para a comunidade internacional: “Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.”

O presidente também afirmou:

“O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base. Deus abençoe a todos!”

Bolsonaro em seu discurso deu voz aos menosprezados. Os invisíveis foram vistos e os esquecidos lembrados. A voz de um antimarxista que deseja um Brasil soberano, forte e livre ecoou no mundo.

O discurso de Bolsonaro vai de contra a tudo que vinha sendo observado na politica do Brasil nos últimos 20 anos. O presidente defendeu nossa soberania, afirmando que o Brasil está aberto para parcerias que ajudem no seu desenvolvimento tecnológico, contudo sem abrir mão de sua soberania e liberdade:

“Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.” ( grifo nosso)

Em outro momento o presidente deixou claro que:

“Como um membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a organização completa 75 anos, temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais. A paz não pode estar dissociada da segurança.”

“A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, cooperação e prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.” ( Grifo nosso)

Sem liberdade não há humanidade e o presidente soube deixar claro que nenhum beneficio virá da renúncia desta tão importante dádiva:

“A Liberdade é o bem maior da humanidade”

Em seu discurso o presidente atacou a campanha de mentiras e desinformação a respeito das queimadas na Amazônia e pantanal, reforçou a importância das reformas econômicas e estruturais que vem sendo promovidas pelo governo, enalteceu o valor do agronegócio brasileiro e do homem do campo.

O tempo de o Brasil ser liderado por socialistas compromissados com sua ideologia, e não com a soberania nacional, acabou. Bolsonaro reafirmou o seu compromisso de lutar pela verdade, pelo povo brasileiro, por uma economia forte e pela herança judaico-cristã.

Se o presidente Jair Messias Bolsonaro segue falando e agindo do modo que tem feito até o momento, seu lugar na história como um grande estadista estará assegurado; Um homem que soube liderar a nação para além das algemas partidárias e ideológicas, com sabedoria, coragem, força e fé.

Leia o discurso completo:

“Senhor presidente da Assembleia Geral, Volkan Bozkir;

Senhor secretário-geral da ONU, António Guterres, a quem tenho a satisfação de cumprimentar em nossa língua-mãe;

Chefes de Estado, de governo e de delegação;

Senhoras e senhores,

É uma honra abrir esta assembleia com os representantes de nações soberanas, num momento em que o mundo necessita da verdade para superar seus desafios.

A COVID-19 ganhou o centro de todas as atenções ao longo deste ano e, em primeiro lugar, quero lamentar cada morte ocorrida.

Desde o princípio, alertei, em meu País, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade.

Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da Federação. Ao Presidente, coube o envio de recursos e meios a todo o País.

Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país.

Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior:

– Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo;

– Destinou mais de 100 bilhões de dólares para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas, assim como compensou a perda de arrecadação dos estados e municípios;

– Assistiu a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à COVID;

– Estimulou, ouvindo profissionais de saúde, o tratamento precoce da doença;

– Destinou 400 milhões de dólares para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil;

Não faltaram, nos hospitais, os meios para atender aos pacientes de COVID.

A pandemia deixa a grande lição de que não podemos depender apenas de umas poucas nações para produção de insumos e meios essenciais para nossa sobrevivência. Somente o insumo da produção de hidroxicloroquina sofreu um reajuste de 500% no início da pandemia. Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.

No Brasil, apesar da crise mundial, a produção rural não parou. O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas.

O Brasil contribuiu para que o mundo continuasse alimentado.

Nossos caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para distribuição interna e exportação.

Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta.

Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil.

Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo.

Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono.

Garantimos a segurança alimentar a um sexto da população mundial, mesmo preservando 66% de nossa vegetação nativa e usando apenas 27% do nosso território para a pecuária e agricultura. Números que nenhum outro país possui.

O Brasil desponta como o maior produtor mundial de alimentos.

E, por isso, há tanto interesse em propagar desinformações sobre o nosso meio ambiente.

Estamos abertos para o mundo naquilo que melhor temos para oferecer, nossos produtos do campo. Nunca exportamos tanto. O mundo cada vez mais depende do Brasil para se alimentar.

Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da Floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas.

Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação. Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental. Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes.

Lembro que a Região Amazônica é maior que toda a Europa Ocidental. Daí a dificuldade em combater, não só os focos de incêndio, mas também a extração ilegal de madeira e a biopirataria. Por isso, estamos ampliando e aperfeiçoando o emprego de tecnologias e aprimorando as operações interagências, contando, inclusive, com a participação das Forças Armadas.

O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição.

A nossa preocupação com o meio ambiente vai além das nossas florestas. Nosso Programa Nacional de Combate ao Lixo no Mar, um dos primeiros a serem lançados no mundo, cria uma estratégia para os nossos 8.500 quilômetros de costa.

Nessa linha, o Brasil se esforçou na COP25 em Madri para regulamentar os artigos do Acordo de Paris que permitiriam o estabelecimento efetivo do mercado de carbono internacional. Infelizmente, fomos vencidos pelo protecionismo.

Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo.

O Brasil considera importante respeitar a liberdade de navegação estabelecida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

Entretanto, as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade, para que agressões como a ocorrida contra o Brasil não venham a atingir outros países.

Não é só na preservação ambiental que o país se destaca. No campo humanitário e dos direitos humanos, o Brasil vem sendo referência internacional pelo compromisso e pela dedicação no apoio prestado aos refugiados venezuelanos, que chegam ao Brasil a partir da fronteira no estado de Roraima.

A Operação Acolhida, encabeçada pelo Ministério da Defesa, recebeu quase 400 mil venezuelanos deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

Com a participação de mais de 4 mil militares, a Força Tarefa Logística-Humanitária busca acolher, abrigar e interiorizar as famílias que chegam à fronteira.

Como um membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a organização completa 75 anos, temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais. A paz não pode estar dissociada da segurança.

A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, cooperação e prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.

O Brasil já participou de mais de 50 operações de paz e missões similares, tendo contribuído com mais de 55 mil militares, policiais e civis, com participação marcante em Suez, Angola, Timor Leste, Haiti, Líbano e Congo.

O Brasil teve duas militares premiadas pela ONU na Missão da Republica Centro-Africana pelo trabalho contra a violência sexual.

Seguimos comprometidos com a conclusão dos acordos comerciais firmados entre o MERCOSUL e a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio. Esses acordos possuem importantes cláusulas que reforçam nossos compromissos com a proteção ambiental.

Em meu governo, o Brasil, finalmente, abandona uma tradição protecionista e passa a ter na abertura comercial a ferramenta indispensável de crescimento e transformação.

Reafirmo nosso apoio à reforma da Organização Mundial do Comércio que deve prover disciplinas adaptadas às novas realidades internacionais.

Estamos igualmente próximos do início do processo oficial de acessão do Brasil à OCDE. Por isso, já adotamos as práticas mundiais mais elevadas em todas as áreas, desde a regulação financeira até os domínios da segurança digital e da proteção ambiental.

No meu primeiro ano de governo, concluímos a reforma da previdência e, recentemente, apresentamos ao Congresso Nacional duas novas reformas: a do sistema tributário e a administrativa.

Novos marcos regulatórios em setores-chave, como o saneamento e o gás natural, também estão sendo implementados. Eles atrairão novos investimentos, estimularão a economia e gerarão renda e emprego.

O Brasil foi, em 2019, o quarto maior destino de investimentos diretos em todo o mundo. E, no primeiro semestre de 2020, apesar da pandemia, verificamos um aumento do ingresso de investimentos, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso comprova a confiança do mundo em nosso governo.

O Brasil tem trabalhado para, em coordenação com seus parceiros sul-atlânticos, revitalizar a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

O Brasil está preocupado e repudia o terrorismo em todo o mundo.

Na América Latina, continuamos trabalhando pela preservação e promoção da ordem democrática como base de sustentação indispensável para o progresso econômico que desejamos.

A LIBERDADE É O BEM MAIOR DA HUMANIDADE.

Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.

Também quero reafirmar minha solidariedade e apoio ao povo do Líbano pelas recentes adversidades sofridas.

Cremos que o momento é propício para trabalharmos pela abertura de novos horizontes, muito mais otimistas para o futuro do Oriente Médio.

Os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein, três países amigos do Brasil, com os quais ampliamos imensamente nossas relações durante o meu governo, constitui excelente notícia.

O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino.

A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região.

O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base.

Deus abençoe a todos!

E o meu muito obrigado!”

Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior

Professor. É formado em Letras pela UFPE.

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EM ARTIGO, MOURÃO DIZ QUE O BRASIL É O PAÍS COM MENOS DESMATAMENTO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Somos o país que menos desmatou na história da humanidade, diz Mourão em artigo

Sinara Peixoto, da CNN em São Paulo

19 de setembro de 2020 às 19:19 | Atualizado 19 de setembro de 2020 às 20:41

Hamilton Mourão

 

O vice-presidente da República e do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, utilizou as redes sociais, na tarde deste sábado (19), para defender a ideia de que há desinformação a respeito dos dados sobre preservação ambiental no Brasil.

Na semana em que o Pantanal atingiu a maior taxa histórica de queimadas, Mourão afirma que “somos o país que menos desmatou na história da humanidade”.

“Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia. Para esclarecer o cenário existente, eu os convido a juntos analisarmos as queimadas, o coelho da vez, tirado da cartola, para como em uma mágica induzir o espectador a acreditar no truque que lhe está sendo encenado”, afirmou.

O vice-presidente admite que as queimadas são um problema nos biomas brasileiros, mas diz que “não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos”.

“SIM, as queimadas acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do País – e também do mundo, não somos a única nação a enfrentar esse problema -, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam. Mas não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos. As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são ‘padrão Califórnia ou Austrália’ e as ações do Governo Federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas.”

Na publicação da tarde deste sábado, Mourão apresenta uma análise de números que, segundo ele, foram computados até esta semana.

“Gostaria de compartilhar a análise dos números computados até 15 de setembro deste ano, comparando-os com igual período do ano passado. Tivemos um aumento de 11% nesse período, destacando que um terço ocorreu em áreas já desmatadas, outro terço naquelas que foram objeto de desmatamento recente e o último terço em regiões urbanas, de assentamentos e industriais”, pontua.

O presidente do Conselho da Amazônia destaca o foco de ação do poder público. “Nossos alvos de repressão localizam-se naquele importante terço de áreas recentemente desmatadas, notadamente aquelas situadas em terras indígenas e unidades de conservação, onde não podemos aceitar o avanço da criminalidade”.

E finaliza questionando “narrativas” sobre o tema, defendendo a atuação do governo federal no enfrentamento aos crimes ambientais e exaltando o sistema democrático. “Não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico”.

“Por fim deixo claro que o governo do Presidente Bolsonaro não compactua com ILEGALIDADES e manterá os esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei, pois respeito ao Estado de Direito é pilar básico do sistema democrático e da civilização ocidental, a qual temos orgulho de pertencer”.

Nações europeias enviam carta

Dinamarca, França, Holanda, Alemanha, Itália, Noruega, Reino Unido e Bélgica assinaram uma carta enviada a Hamilton Mourão expressando preocupações com a degradação da Amazônia.

No documento, os signatários afirmam que “na Europa, há um interesse legítimo no sentido de que os produtos e alimentos sejam produzidos de forma justa, ambientalmente adequada e sustentável” e por isso os números do desmatamento na floresta amazônica estariam preocupando “consumidores, empresas, investidores e a sociedade civil”.

Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram um aumento no número de focos de incêndio de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de parecer um crescimento pequeno, 2019 foi o ano no qual foi registrada a maior quantidade de queimadas na Amazônia desde 2012.

A carta relembra um histórico do Brasil como um dos pioneiros na tomada de medida contra o desmatamento amazônico, e menciona o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desflorestamento na Amazônia Legal, o Código Florestal Brasileiro e a Moratória da Soja como exemplos de projetos nacionais de preservação.

O documento também expressa preocupação com os povos indígenas e as populações locais.

Os representantes dos países, participantes da parceria das Declarações de Amsterdã, um compromisso com a preservação do meio ambiente, afirmam que estão dispostos a colaborar com o Brasil em projetos de preservação.

“Gostaríamos de ter a oportunidade de discutir esse desafio junto com Vossa Excelência, através de nossos representantes diplomáticos, na esperança de que possamos trabalhar com base numa agenda comum, juntamente com outros parceiros europeus, para garantir um futuro próspero e sustentável para o nosso povo, o clima e o meio ambiente”, escreveram ao vice-presidente Hamilton Mourão.

A carta foi publicada nas redes sociais da Embaixada Alemã:

Print do tweet da embaixada alemãPublicação da Embaixada Alemã no Twitter, divulgando a carta.
Foto: Reprodução/Twitter

 

Texto de Mourão na íntegra

Nos últimos tempos, os mais variados atores acusam o Brasil de não ser capaz de cuidar do seu patrimônio ambiental, em particular a Amazônia. Uma ironia, levando em consideração que somos o País que menos desmatou na história da humanidade.

Como exemplo, cito que nos primórdios da vida na terra a Europa possuía 7% das florestas do mundo e o Brasil 9,8%. Hoje os europeus contam com 0,1% e nosso País com 28,9% da cobertura florestal mundial.
Reitero que somos a Nação que tem a matriz energética mais limpa e a maior cobertura vegetal original, chegando ao admirável valor de 84% de área nativa preservada na Amazônia e mais de 60% se considerarmos todo o território nacional.

Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia. Para esclarecer o cenário existente, eu os convido a juntos analisarmos as queimadas, o coelho da vez, tirado da cartola, para como em uma mágica induzir o espectador a acreditar no truque que lhe está sendo encenado.

SIM, as queimadas acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do País – e também do mundo, não somos a única nação a enfrentar esse problema -, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam.

Mas não na proporção trágica e com o descaso dos governantes como querem crer os donos das cartolas e dos coelhos. As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são “padrão Califórnia ou Austrália” e as ações do Governo Federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas.

Para compreendermos a realidade das queimadas amazônicas e termos capacidade de interpretar os números divulgados, precisamos entender o que significam os focos identificados pelos satélites de referência utilizados pelo INPE. As imagens acusam todos os focos de calor, o que não significa incêndio, pois qualquer área com temperatura acima de 47o – uma fogueira por exemplo – é assim identificada.

Além disso, como consta no site do instituto, é comum uma mesma queimada ser detectada por vários satélites. Os dados brutos também não distinguem as ilegais das legais, que são aquelas ocorridas dentro dos 20% de terra que, de acordo com nossa legislação, pode ser explorada no bioma Amazônia.

Os fatores que levam a uma queimada não são matemáticos, pois questões ambientais e humanas influenciam tanto a ignição como a propagação e contenção do evento. Não é uma ciência exata. Assim, os esforços dos governos federal e estaduais podem ser positivos, com elevados ganhos em um período, como em outros tendem a ser negativos.

Por isso é importante que os dados sejam TRANSPARENTES, contudo submetidos a uma análise qualitativa por meio de processo inteligente, levando a ajustes e correções, necessários para o combate às ilegalidades e para que a informação produzida seja a expressão da verdade.

Gostaria de compartilhar a análise dos números computados até 15 de setembro deste ano, comparando-os com igual período do ano passado. Tivemos um aumento de 11% nesse período, destacando que um terço ocorreu em áreas já desmatadas, outro terço naquelas que foram objeto de desmatamento recente e o último terço em regiões urbanas, de assentamentos e industriais.

Nossos alvos de repressão localizam-se naquele importante terço de áreas recentemente desmatadas, notadamente aquelas situadas em terras indígenas e unidades de conservação, onde não podemos aceitar o avanço da criminalidade.

No Bioma Amazônia existem cerca de 530.000 imóveis rurais, de acordo com dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), em aproximadamente 25.000 ocorrem queimadas ilegais, ou seja, em 5% das propriedades. Essa é a dimensão do problema a ser enfrentado, com paciência, determinação e clareza.
Não podemos e não iremos parar.

Seguiremos sempre adiante, passo a passo, com foco no aperfeiçoamento contínuo dos métodos, técnicas, equipes, políticas públicas e recursos disponíveis para a prevenção e o combate das queimadas ilegais na Floresta Amazônica, atuando nas frentes política, econômica, social e legal.

Não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico.
Por fim deixo claro que o governo do Presidente Bolsonaro não compactua com ILEGALIDADES e manterá os esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei, pois respeito ao Estado de Direito é pilar básico do sistema democrático e da civilização ocidental, a qual temos orgulho de pertencer.

Fonte: CNN

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POLÊMICA: DEPOIS DE PEDIR O BOICOTE AOS PRODUTOS BRASILEIROS, PAULO COELHO SE ARREPENDE

 

Paulo Coelho envergonha o país e pede boicote aos nossos produtos. Depois, se arrepende…

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

Paulo Coelho

As máscaras vão se despedaçando…

Torcer contra o país é grave.

Pior, então, é atuar diretamente contra o Brasil.

É o caso do escritor Paulo Coelho.

Neste domingo (13), ele usou o Twitter para pedir boicote às exportações dos produtos brasileiros.

Um ato, no mínimo, antipatriótico. Uma traição ao povo brasileiro.

Massacrado nas redes sociais, apagou o tuíte.

Mas, a máscara já havia caído…

FONTE: Jornal da Cidade Online

 

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REFLEXÃO: A ILUSÃO DE QUE PODERÍAMOS ANDAR SEMPRE JUNTOS NOS FAZ ACHAR QUE OS FILHOS SÃO NOSSOS E NÃO DO MUNDO

Um dia também já tive essa ilusão e sensação!Achar que somos donos dos nossos filhos e que sempre estaremos caminhando juntos pelo resto da vida. Mas logo percebi que isso não seria possível, pois filhos são  como flechas certeiras, aquelas que lançamos com precisão, usando força e sensibilidade na medida certa, que cortam o ar, atravessam o mundo com sua força a fim de atingir o melhor alvo. Então, convido você a ler esse magnífico texto a seguir de autor desconhecido, mas de profunda sabedoria!

OS PÉS DE NOSSOS FILHOS - YouTube

Os pés de nossos filhos

Vale a pena ler
Desde o dia em que você nasceu, eu criei a ilusão de que poderíamos caminhar sempre juntos.
Imaginei que colocaria seus pés sobre os meus e lhe conduziria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.
Isso seria eternamente minha responsabilidade.
E foi assim durante um bom tempo, caminhei por você, para você, com você.
Dessa maneira, nunca feriria seus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais se cansaria da caminhada, nem mesmo precisaria decidir qual rumo tomar.
De repente, o tempo veio me avisar que essa  tarefa não faria mais parte dos meus dias.
Seus  pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus. Então,  quando eu menos esperava,  eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje,  eu  os vejo trilhar caminhos nos quais eu jamais os levaria e ainda tento detê-los, mas poucas vezes consigo.
Agora só me é permitido correr com os meus para alcançar os seus , e, em certos momentos,  seus passos são tão largos  que não consigo acompanhá-los.
Por vezes, assisto aos seus tropeços e fico pronta para ajudá-lo nas quedas.
Por vezes, você me estende as  mãos em busca de socorro; outras, mesmo estando estirado no chão e ferido, insiste em levantar sozinho para me provar que já é capaz de se erguer após os  tombos e curar suas próprias feridas.
Assim,  vamos vivendo,  e sinto uma saudade imensurável daquele tempo em que precisava de mim para conduzi-lo, pois era bem mais fácil suportar seu peso sobre meus pés do que no meu coração.
No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo, finalmente, que, em algum momento, você precisou  mesmo desbravar  caminhos independente de mim.
Como eu, é provável que tenha que  percorrê-los com mais alguns pés sobre os seus, os dos seus filhos.
Não, claro que não é uma tarefa fácil, mas se eu consegui, você também conseguirá, porque acredito que plantei no seu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suporte tanto peso : o amor !
Dedico este texto aos meus filhos, aos amigos, e a todos os pais.
 Autoria desconhecida
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EM ACORDOS POR VACINA RUSSA O BRASIL É O PAÍS MAIS AVANÇADO

Brasil é o país mais avançado em acordos por vacina russa

América Latina é prioridade perante a demanda mundial pelo imunizante, de acordo com responsável por contratos de vendas e distribuição

SAÚDE

Do R7, com EFE

Vacina russa foi a primeira a ser registrada contra a covid-19

A Rússia pretende vacinar contra covid-19 toda a América Latina, região prioritária no desenvolvimento e produção da vacina Sputnik V, disse Kiril Dmitriev, chefe do fundo estadual responsável para assinar contratos de vendas e distribuição com outros países. Brasil e México são pioneiros em acordos.

“Queremos salvar pessoas na Rússia, na América Latina e em todo o mundo”, disse Dmitriev, diretor do Fundo para Investimentos Diretos da Rússia (FIDR), por videoconferência.

Desde que o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou em agosto o registro da primeira vacina contra o coronavírus, os países latino-americanos, que estão entre os mais afetados no mundo pela pandemia do coronavírus, estão mais interessados ​​do que ninguém em receber as primeiras doses.

Uma vacina sem ideologia

Em resposta, a Rússia optou pela América Latina como plataforma não apenas para a venda do Sputnik V, mas também para análises clínicas, transferência de tecnologia e produção conjunta.

“A América Latina é uma prioridade. Primeiro porque seus países são amigos da Rússia e segundo porque a América Latina está aberta a uma análise honesta da vacina russa”, explica Dmitriev.

Ele lembrou que o surgimento da vacina despertou “grande entusiasmo” na América Latina, Ásia e Oriente Médio, enquanto alguns países do que chamou de “mundo ocidental” reagiram com “grande inveja”.

Referia-se a declarações como a do Presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, que assegurou que no campo da saúde “não deve haver ideologias” e que, se comprovada a eficácia da vacina russa, ele será o primeiro a tomar.

Dmitriev acredita que o fato de a medicina russa ser baseada em adenovírus humanos foi crucial, pois isso torna a Sputnik V uma “vacina “vacina orgânica”, ao invés de vetores de adenovírus mono ou mRNA, que “são pouco estudados”.

“É uma vacina que viveu em nossos ancestrais de 100 mil anos. Quando eles entenderam o que diferencia nossa abordagem (…), vimos um grande interesse por parte dos países latino-americanos”, disse.

Agora outros países estão entusiasmados com a vacina russa, mas Dimitriev enfatiza que os países latino-americanos são “um parceiro muito importante”, contribuindo para o fato de que “historicamente” as relações entre governos e povos sempre foram “muito boas”.

Demanda de 400 milhões de doses

De acordo com ele, a demanda pela vacina russa no continente americano hoje chega a 400 milhões de doses, cerca da metade do total mundial.

“Esse número de 400 milhões de doses é muito significativo em comparação com os mais de um bilhão em demanda mundial”, disse.

Ele explicou que 100 milhões de doses correspondem aos acordos firmados nos últimos dias com Brasil e México, mas que novos contratos com países da região serão anunciados na próxima semana.

“Há um grande interesse da Venezuela, mas também de outros países. Alguns países dizem isso publicamente e muitos outros não, mas estão trabalhando próximos a nós”, acrescentou.

Dmitriev destacou que “quase todos os países latino-americanos” entraram em contato com Moscou, que lhes forneceu os resultados das fases um e dois de testes da vacina para esclarecer dúvidas.

Brasil e México, os pioneiros

A Rússia está voltada para os dois países mais populosos do continente: o Brasil, o terceiro país do mundo com mais casos de coronavírus (mais de 4,2 milhões), e o México, o sétimo na lista (mais de 650.000) atrás da Rússia, Peru e Colômbia.

“O Brasil é um parceiro estratégico da Rússia. Vamos produzir a vacina e também fazer análises clínicas” em seu território, frisou, e especificou que os acordos correspondentes já foram assinados.

Na sexta-feira (11), foi anunciado o acordo com o Estado da Bahia para o fornecimento de 50 milhões de doses.

Já o acordo feito com o Paraná, que também se comprometeu com Rússia e China a testar as vacinas em humanos, inclui transferência de tecnologia para a produção dos imunizantes de modo independente.

No caso do México, ele admitiu que ainda não há um acordo definitivo de produção conjunta, embora Moscou tenha assinado um contrato com a farmacêutica Lansteiner Scientific para fornecimento de 32 milhões de doses, o que lhe permitirá abastecer um quarto da população do país.

Vacinação em novembro

Dmitriev está otimista quanto ao momento e prevê que “alguns países latino-americanos” receberão o Sputnik V já “em novembro”.

Ele explica que tudo depende da aprovação dos órgãos reguladores de cada um dos países, embora acredite que até dezembro “muitos países” poderão vacinar sua população.

“Por isso estamos acelerando o ritmo de trabalho, para aumentar a produção e poder distribuir grandes volumes de doses” antes do final do ano, afirma.

O chefe do FIDR, que recebeu encomendas de cerca de trinta países com metade da população mundial, estima que este ano serão produzidas no exterior mais de 200 milhões de doses da vacina russa, número que em 2021 ultrapassará 500 milhões.

Além disso, já foram recrutados os 40 mil voluntários para a conclusão da terceira fase das análises clínicas, a última etapa de testes em humanos antes de uma possível comercialização do imunizante. Os primeiros resultados dessa fase serão conhecidos em outubro.

Fim da Guerra Fria

Ele acredita que a ‘Guerra Fria’ deflagrada com o registro de vacina da Rússia está chegando ao fim.

“Vemos uma mudança muito importante na posição dos países. Para todo o mundo, é uma evidência que os ataques contra a vacina russa não tiveram sucesso e muitos de nossos rivais tiveram que admitir que a vacina russa é uma das melhores”, afirma.

Ele destaca que especialistas ocidentais foram capazes de verificar no jornal científico The Lancet que o imunizante não tem “efeitos colaterais” e gera um nível imunológico “muito alto”.

Dmitriev acredita que os  países rivais da Rússia perceberam que o adenovírus de macaco não era um bom começo e agora as empresas chinesas e americanas também optaram pelo adenovírus humano, uma plataforma muito “mais segura” e “estudada”.

“Eles entenderam a diferença. Aqui na Rússia houve uma combinação de fatores: grandes cientistas e a vacina do ebola que pudemos modificar rapidamente para desenvolver uma vacina contra o coronavírus”, ressalta.

Em sua opinião, a Rússia “estava no lugar certo na hora certa”.

“Por isso, temos, do nosso ponto de vista, a melhor vacina do mundo”, afirmou.

Fonte: R7

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COM DÍVIDA IMPAGÁVEL, ARGENTINA FAZ PEDIDO FORMAL AO FMI PARA UM NOVO ACORDO

 

Argentina faz pedido formal ao FMI para um novo acordo

A dívida do país com o credor foi gerada após um acordo de ajuda financeira assinado em 2018, por Maurício Macri, que hoje é impagável

INTERNACIONAL

Da EFE

Ministro da Economia argentino, Martin Guzmán enviou uma carta ao FMI

O governo da Argentina enviou uma carta ao FMI (Fundo Monetário Internacional) nesta quarta-feira (26) para solicitar formalmente a abertura de negociações visando um novo acordo com a organização.

A carta foi enviada pelo ministro da Economia argentino, Martin Guzmán, e pelo presidente do Banco Central, Miguel Pesce, à diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, depois de uma longa conversa com o presidente do país, Alberto Fernández, de manhã.

Na carta, o governo disse que a Argentina enfrenta “grandes necessidades” em termos de balanço de pagamentos para o período 2021-2024, em sua maioria associadas ao pagamento da dívida ao FMI de cerca de US$ 44 bilhões.

“Neste contexto, solicitamos formalmente assistência financeira no âmbito de um programa com o Fundo Monetário Internacional, e convidamos a equipe para uma missão para iniciar as conversas”, diz a carta.

De acordo com o Ministério da Economia, durante a conversa com Georgieva, Fernández destacou a necessidade de que um novo acordo entre a Argentina e o FMI “respeite os objetivos da recuperação econômica e resolva os problemas sociais mais urgentes”.

“Um novo acordo que inclui um reescalonamento dos vencimentos da dívida com o FMI é um passo necessário para resolver a crise econômica à qual o país tem sido levado nos últimos anos e assim poder colocar e manter a Argentina em pé”, disse Guzman no Twitter.

Por sua vez, Pesce afirmou que “é necessário que o próximo programa (de ajuda do FMI) leve em conta a estabilidade, assim como o crescimento da economia, do crédito e do mercado de capitais local”.

Histórico da dívida

A grande dívida da Argentina com o FMI foi gerada por um acordo de ajuda financeira assinado em 2018 pelo governo Maurício Macri com a organização.

O acordo, com metas fiscais difíceis, previa um total recorde de empréstimos de US$ 56,3 bilhões, dos quais cerca de US$ 44 bilhões já foram repassados, um valor que representa 13,5% da dívida total da Argentina e coloca o FMI como o maior credor externo do país.

O governo de Alberto Fernández já havia advertido que a Argentina não tem capacidade de pagar o FMI nos prazos estabelecidos.

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RESULTADO DAS ELEIÇÕES EM BELARUS NÃO TEM O RECONHECIMENTO DA UNIÃO EUROPEIA

 

União Europeia não reconhece resultado de eleição em Belarus

Ministros das Relações Exteriores do bloco também pediram restrições contra país depois de uso excessivo de força para reprimir protestos

INTERNACIONAL

Ansa, com R7

Lukashenko foi reeleito em Belarus Lukashenko foi reeleito em Belarus

O alto representante da União Europeia para a Política Externa, Josep Borrell, afirmou nesta sexta-feira (14) que o bloco “não aceita os resultados eleitorais em Belarus e começará a trabalhar na aplicação de sanções aos responsáveis pela violência e pela fraude”.

Além disso, os ministros das Relações Exteriores dos 27 países da UE chegaram a um acordo político para punir os responsáveis pela violência contra manifestantes e pela suposta fraude eleitoral na Belarus.

A decisão foi revelada por fontes diplomáticas em Bruxelas, as quais afirmam que a medida será adotada formalmente nas próximas semanas. As sanções foram debatidas durante reunião por videoconferência.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu a aplicação da punição tendo em vista o cenário no país depois das eleições presidenciais do último dia 9 de agosto.

“São necessárias mais sanções contra aqueles que violaram os valores democráticos ou violaram os direitos humanos na Belarus”, afirmou no Twitter.

Von der Leyen ainda disse estar “confiante de que a discussão de hoje pelos ministros das Relações Exteriores da UE demonstrará um forte apoio aos direitos humanos do povo de Belarus, das liberdades fundamentais e da democracia”.

Medidas restritivas

Nesta manhã, países como Polônia, República Tcheca, Estônia, Letônia, Lituânia e Dinamarca pediram que medidas restritivas fossem adotadas contra as autoridades responsáveis pela organização da votação e pela repressão das manifestantes, as quais já provocaram a prisão de centenas.

Além disso, a Alemanha, Áustria e a Suécia já haviam defendido as sanções econômicas, com o objetivo de congelar os ativos financeiros, e restrições de viagens para representantes do governo. Por sua vez, o chanceler da Belarus, Vladimir Makei, disse que seu governo está pronto para negociações “construtivas e objetivas” com países estrangeiros sobre sua polêmica eleição presidencial e distúrbios pós-votação”. A declaração foi dada durante conversa telefônica com seu homólogo suíço, Ignazio Cassis.

Em meio aos desdobramentos, a líder da oposição de Belarus, Svetlana Tikhanovskaya, convocou novos protestos e pediu a recontagem dos votos, aumentando ainda mais a pressão contra Alexander Lukashenko. O atual presidente enfrenta um dos maiores desafios de seu governo dentre seus 26 anos no poder.

 

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PRESIDENTE DA VENEZUELA NICOLÁS MADURO PEDIU AOS PRESIDENTES DO BRASIL E DA COLÔMBIA COLABORAÇÃO NO COMBATE AO CORONAVIRUS NO PAÍS

 

Maduro pede cooperação a Brasil e Colômbia contra covid-19

Presidente da Venezuela está preocupado com aumento de casos de coronavírus no país vindos de venezuelanos que estavam nos países vizinhos

INTERNACIONAL

Da EFE

Maduro pede colaboração de vizinhos durante crise Maduro pede colaboração de vizinhos durante crise

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu na sexta-feira (31) aos governos de Brasil e Colômbia para que trabalhem em conjunto no combate ao coronavírus nas áreas de fronteira.

“Como gostaríamos (…) de ter uma coordenação efetiva com as autoridades governamentais e autoridades de saúde”, disse Maduro, durante a inauguração de um hospital de campanha, sobre uma eventual parceria com os dois países com os quais a Venezuela tem suas maiores fronteiras e que não o reconhecem como chefe de governo – e sim o opositor Juan Guaidó, considerado por ambos como presidente interino.

Maduro também declarou que a Venezuela pediu ajuda à Organização Mundial da Saúde (OMS) e à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para coordenar as “políticas de proteção à saúde” nas duas fronteiras.

Críticas aos vizinhos

Pouco antes, o presidente venezuelano havia criticado o governo da Colômbia, que, segundo ele, “está tomando medidas tardias, mas as está tomando” para conter a expansão da pandemia.

“Se tivéssemos apoio sanitário do lado colombiano (da fronteira), outro galo cantaria, não haveria este problema dos criminosos, ‘trocheros’ da Colômbia”, disse o governante, usando um termo para definir conhecedores de trilhas alternativas para cruzar fronteiras e que levam pessoas a atravessá-las irregularmente

‘Bioterrorismo’

O governo Maduro vem responsabilizando migrantes que retornam à Venezuela por meios ilegais pela expansão do coronavírus no país e os rotula como “bioterroristas”. Entretanto, a oposição denunciou que muitos dos que querem voltar não podem fazê-lo porque o governo estabeleceu uma cota diária de retornos permitidos.

Além disso, em diversas ocasiões Maduro classificou o coronavírus como um “vírus colombiano”.

Ele também pediu na sexta-feira “ao povo colombiano que force seu governo a ser sensato” para coordenar com as autoridades sanitárias, governamentais, cívicas, militares e policiais venezuelanas “para poder conter este vírus e poder proteger toda a população na fronteira”.

Maduro havia feito um apelo semelhante no início da pandemia, o que originou uma reunião por teleconferência entre os ministros da Saúde Carlos Alvarado, da Venezuela, e Fernando Ruiz, da Colômbia.

O representante da Opas na Venezuela, Gerardo de Cosío, também participou e discutiu a estratégia para conter a pandemia e proteger a saúde da população mais vulnerável, de acordo com o governo colombiano.

 

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TEMENDO QUE O TIK TOK COLETE E REPASSE AO GOVERNO CHINÊS DADOS COLETADOS NOS EUA, TRUMP RESOLVE PROIBIR O APLICATIVO NO PAÍS

 

Trump afirma que vai proibir o aplicativo TikTok de operar nos EUA

A declaração ocorre em um momento de especulação sobre a compra de ações do aplicativo pela Microsoft e discussões sobre a segurança nacional

INTERNACIONAL

Do R7

Com milhares de usuários no mundo, o Tiktok permite a produção e edição de vídeos curtos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (31) que proibir o aplicativo de vídeo TikTok de operar nos Estados Unidos. A declaração ocorre horas depois de relatos de que a Microsoft estaria negociando para comprar o aplicativo da empresa chinesa Pequim ByteDance.
“No que diz respeito ao TikTok, estamos proibindo-os dos Estados Unidos”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, o avião presidencial.

O republicano afirmou que poderia usar poderes econômicos de emergência ou uma ordem executiva para banir o TikTok. “Bem, eu tenho essa autoridade”, disse ele.

A imprensa estadunidense já havia informado que a ByteDance está considerando mudanças em sua estrutura corporativa e que estuda vender uma participação majoritária na TikTok. Segundo o jornal The New York Times, a Microsoft estaria interessada no negócio.

Críticos temem que o TikTok repasse ao governo chinês informações sobre usuários coletadas nos Estados Unidos. O aplicativo, no entanto, garante que não armazena dados de usuários fora da China e que resistiria a qualquer tentativa do governo chinês de ter acesso a esses dados.

Especialistas em segurança cibernética avaliam como teórico o risco do TikTok para a segurança nacional. Asseguram ainda que não há evidências de que os dados do usuário do TikTok foram comprometidos pela inteligência chinesa.

TikTok se tornou extremamente popular entre os jovens, com centenas de milhões de usuários em todo o mundo. O aplicativo permite que os usuários assistam e criem vídeos curtos com áudio e outros efeitos. Os vídeos costumam se tornar virais em outras redes sociais.

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CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA SARAMPO PRETENDE IMUNIZAR PESSOAS DE 20 A 49 ANOS, CONTRA DOENÇA QUE VOLTOU A CIRCULAR NO PAÍS

Campanha de vacinação contra o sarampo começa nesta segunda (3) no RN

Objetivo é imunizar as pessoas de 20 a 49 anos contra a doença que voltou a circular no país

Por Redação – Publicado em 31/07/2020 às 17:29

Campanha começa nesta segunda (3)

A partir dessa segunda-feira (3) até 31 de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), realizará a Campanha de Vacinação contra o Sarampo no Rio Grande do Norte. O objetivo é imunizar as pessoas de 20 a 49 anos contra a doença que voltou a circular no Brasil.

No Rio Grande do Norte, cerca de um milhão e meio de pessoas se encontram nessa faixa etária. A meta é vacinar 95% desse público. Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Katiucia Roseli, “a vacinação é a principal forma de proteger a população contra o sarampo, interrompendo a cadeia de transmissão do vírus, reduzindo a incidência e gravidade da doença nesse público-alvo”.

Para atingir essa meta, é necessário que todos os serviços de saúde das redes estadual e municipais estejam mobilizados para vacinação. Nesse sentido, as equipes de saúde devem implementar estratégias diferenciadas de imunização, para facilitar o acesso da população nos lugares mais prováveis.

A vacina é uma estratégia de rotina que se encontra disponível para a população durante todo o ano. “Nesse momento, ressaltamos a importância de atualizar o cartão de vacina, mas lembramos que durante qualquer período do ano essa população terá acesso à vacina”, informa Katiucia.

Números

Com a reincidência da circulação do vírus do sarampo no país em fevereiro de 2018, o Brasil registrou, até março deste ano, 29.233 casos confirmados, com 30 óbitos causados pela doença. Em 2019, o Rio Grande do Norte registrou 11 casos de sarampo, sendo 02 importados. Neste ano, o estado não registrou nenhum caso da doença e, também, não há nenhum caso em investigação.

Fonte: Agora RN

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COREIA DO NORTE DIZ QUE PRIMEIRO CASO DE CORONAVIRUS VEIO ATRAVÉS DE UM DESERTOR QUE RETORNOU DO PAÍS SUL

Coreia do Norte diz que 1º caso de covid-19 veio da Coreia do Sul

Governo sul-coreano afirma que desertor que teria retornado ao país do norte não estava infectado com o novo coronavírus

INTERNACIONAL

Do R7, com EFE

 

Desertor, supostamente com covid-19, teria usado passagem de água sob cerca na fronteiraDesertor, supostamente com covid-19, teria usado passagem de água sob cerca na fronteira

Coreia do Norte afirma que seu primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus veio da Coreia do Sul, informação que Seul nega. O governo norte-coreano diz que o seu paciente número um de covid-19 é um desertor que retornou secretamente a seu país.

Os sul-coreanos afirmam não acreditar que este homem, cujo nome seria Kim, estaria infectado pelo novo coronavírus.

O regime norte-coreano anunciou no domingo (26) que havia detectado na cidade fronteiriça de Kaesong o primeiro caso possível de covid-19 em seu território, em um homem que havia desertado para a Coreia do Sul há três anos e retornou recentemente ao Norte.

De acordo com a mídia estatal, o líder Kim Jong-un decretou a “emergência máxima”, enquanto as autoridades “bloquearam” Kaesong e mantiveram o homem e seus contatos em “isolamento estrito”.

Seul diz que homem não estava doente

Seul acredita que a pessoa a quem Pyongyang se refere é um homem de 24 anos chamado Kim, e não há razão para acreditar que ele foi infectado ao voltar para o Norte.

“Essa pessoa não está registrada como um paciente de covid-19 nem é classificada como uma pessoa que teve contato com pacientes com o vírus”, explicou Yoon Tae-ho, chefe de desinfecção sul-coreano, nesta segunda-feira (27).

A Coreia do Sul possui um sistema abrangente de rastreamento de contatos que usa os dados de GPS do telefone celular como um elemento-chave.

Yoon também explicou que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul (KCDC) testou duas pessoas que tiveram contato direto com o desertor, e que ambos deram negativo.

Desertor atravessou rio a nado

O exército sul-coreano acredita que Kim nadou através da foz dos rios Han e Imjin em direção ao Norte, no flanco leste da fronteira militarizada entre os dois países, após a descoberta de uma bolsa que aparentemente pertence ao desertor em uma passagem de esgoto que passa sob uma cerca de arame farpado na Ilha Ganghwa (cerca de 20 quilômetros a oeste de Seul).

Kim, que tinha um mandado de prisão por uma suposta violação, foi submetido a exames médicos e, de acordo com o regime norte-coreano, seus sintomas são consistentes com a covid-19, mas aparentemente ele não foi submetido a um teste de PCR, cujos estoques no país empobrecido são limitados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a Coreia do Norte só testou 1.117 pessoas desde o início da pandemia.

Embora o regime garanta que é o primeiro caso possível do novo coronavírus em seu território, os especialistas acreditam que a doença já está presente no país devido à porosidade da fronteira com a China. Também se estima que centenas de pessoas tenham morrido no país devido à covid-19.

Fonte: R7

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