ARGENTINA, O SEGUNDO PAÍS MAIS AFETADO DA AMÉRICA LATINA DECRETA O FIM DA QUARENTENA

 

Após 8 meses, Argentina decreta fim da quarentena

País é o segundo mais afetado pela covid-19 na América Latina, atrás apenas do Brasil. Apenas duas cidades continuarão confinadas até dezembro

INTERNACIONAL

Do R7

Argentina decreta fim da quarentena Argentina decreta fim da quarentena
Uma das quarentenas mais longas do mundo, a Argentina anunciou que, depois de oito meses, o confinamento será encerrado. Apesar do fim do isolamento, o presidente Alberto Fernández pediu que a população continue se cuidando e respeitando as medidas de proteção contra o novo coronavírus. O país havia decretado quarentena no dia 20 de março.Apenas as cidades de Bariloche e Puerto Deseado, na Patagônia, seguirão confinadas até o dia 20 de dezembro. A capital, Buenos Aires, começou o processo de saída do confinamento no começo de novembro.A Argentina, que tem mais de 1 milhão de casos de covid-19 e é o segundo país da América Latina mais afetado pela pandemia, atrás apenas do Brasil, é o quarto em número de casos por milhão de habitantes. Apesar da alta taxa de transmissão, autoridades afirmaram que os casos caíram 30% na última semana.

A decisão pelo fim do confinamento também está ligada a queda na popularidade de Fernández, que foi eleito em 2019.

Nesta semana também, o país desrepeitou as medidas de proteção durante o velório de Diego Maradona, craque e ídolo do futebol argentino morto na quarta-feira (25). Mais de um milhão de pessoas compareceram à cerimônia, que não teve distanciamento social ou uso de máscaras.

 

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SEGUNDO JORNAL, MILHÕES EM AÇÕES FORAM OCULTADOS NA SUIÇA PELO REI JUAN CARLOS I

 

Juan Carlos I ocultou na Suíça milhões em ações, diz jornal

Segundo publicação, monarca tinha contas no país para a fundação Zagatka, em que foram encontrados movimentos milionários de possíveis propinas

INTERNACIONAL

Da EFE

Rei Juan Carlos I ocultou dinheiro em bancos suíços

O rei Juan Carlos I, da Espanha, ocultou em dois bancos suíços milhões de euros em ações de grandes empresas do país, através de contas da Fundação Zagatka, que supostamente teria sido utilizada para cobrar propinas, conforme publica nesta terça-feira (24) o jornal local El Confidencial.

A publicação aponta que, durante quase duas décadas, o pai do atual monarca, Filipe VI, foi acionista do BBVA, Banco Santander, Iberdrola, ACS, Ence, Abertis, Endesa, Acciona e Repsol, entre outras companhias e que o responsável por estes investimentos era a Fundação Zagatka, por sua vez, dirigida pelo primeiro de Juan Carlos I, Álvaro de Orleans.

Segundo documentos a que teve acesso o El Confidencial, as contas da fundação nos bancos Credit Suisse e Lombard Odier registraram movimentos de compras de ações em “valores milionários”, com o dinheiro proveniente de supostas operações de propinas por intermediação.

Desta forma, a Zagatka investia automaticamente essas comissões no mercado de ações e produtos financeiros para tentar obter novos ganhos.

Quando eram efetuadas vendas parciais dessas ações, o dinheiro obtido era empregado, supostamente, por Juan Carlos I para pagar voos privados, estadias em hotéis ou simplesmente ter disponibilizada alguma quantia em dinheiro.

Entre as operações realizadas, o El Confidencial detalha uma realizada em 6 de janeiro de 2009, em que a Fundação Zagatka adquiriu 35 mil ações da Iberdrola por cerca de 235 mil euros; outra seis dias depois, com o recebimento de 1,5 mil euros de dividendo por 15 mil ações do Banco Popular, além de um bônus ganho de 5,2 mil euros por títulos do BBVA.

Além de empresas espanholas cotada na bolsa de Madri, a fundação apontada como ligada ao rei Juan Carlos I, registrou operações com fundos de investimento internacionais, como a seguradora suíça Swissa Re, a companhia petrolífera francesa Total, e a empresa alemã de energia Eon.

Além disso, a Zagatka teve em sua carteira de investimentos, porcentagem de outras multinacionais, como Alstom, Henkel, Carlsberg, Carrefour, Telecom, Sanofi, Bayer, Allianz, Veolia e BHP Billition.

Em 2015, 44% do patrimônio da fundação era composto por participação em empresas, com uma administração de ativos que girava em torno de 13 milhões de euros. Em agosto de 2018, último dado apresentado pelo “El Confidencial”, a parcela do patrimônio era de 59%, embora o valor tenha caído para 7,8 milhões de euros.

Juan Carlos I, que em junho de 2014 abdicou em favor de Felipe VI e se tornou rei emérito, tem estado envolvido em diversas informações sobre possíveis negócios ocultos, após ter tido grande prestígio na sociedade espanhola durante anos. Desde agosto deste ano, o monarca ele vive fora da Espanha.

Desde que passou o reinado para o herdeiro, o rei perdeu a inviolabilidade concedida pela Constituição do país, como chefe de Estado. Atualmente, há três investigações em aberto contra ele, por suposta ocultação de capital; por uma conta aberta na Suíça e uma suposta cobrança de propina; e outra por uso de cartões de créditos.

 

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JUSTIÇA: CHEFE DE JUSTIÇA DOS EUA AUTORIZOU INVESTIGAÇÃO DE SUPOSTAS IRREGULARIDADES NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Chefe do Departamento de Justiça dos Estados Unidos autoriza investigação sobre fraudes em todo o país

William BarrWilliam Barr

Definitivamente não há presidente eleito nos Estados Unidos e tudo pode mudar, caso as fraudes, denunciadas pelo presidente Donald Trump, sejam efetivamente comprovadas.

E um passo importante foi dado nesse sentido…

O procurador-geral William Barr, chefe do Departamento de Justiça americano, autorizou que procuradores federais investiguem “alegações substanciais” de irregularidades na votação antes que a eleição presidencial de 2020 seja certificada.

Barr anotou que as investigações “podem ser conduzidas se houver alegações claras e aparentemente críveis de irregularidades que, se verdadeiras, poderiam impactar o resultado de uma eleição federal em um estado individual”.

Os estados têm até 8 de dezembro para resolver as disputas eleitorais, incluindo recontagens e disputas judiciais sobre os resultados.

Os membros do Colégio Eleitoral se reúnem em 14 de dezembro para finalizar o resultado.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PARA RESPONDER AS CRÍTICAS QUE O PÁIS SOFRE NA ÁREA AMBIENTAL, VICE-PRESIDENTE LEVA COMITIVA DE EMBAIXADORES PARA CONHECER A AMAZÔNIA

Por Carolina Diniz, G1 AM

 

Hamilton Mourão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (5), em Manaus. — Foto: Carolina Diniz/G1 AMHamilton Mourão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (5), em Manaus.

No segundo dia de visita ao Amazonas, a comitiva de embaixadores e ministros, liderada pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, visitou o ponto turístico do encontro dos rios Negro e Solimões, além da superintendência regional da Polícia Federal em Manaus e áreas rurais com iniciativas de agricultura sustentável na região metropolitana.

Segundo Mourão, as reuniões e visitas realizadas se preocuparam em expor a complexidade dos desafios da Amazônia ocidental e estratégias do governo para preservar e desenvolver a região. A tentativa do governo, com a comitiva, é responder críticas que País sofre na área ambiental.

Nesta quarta, a comitiva sobrevoou áreas da Amazônia, mas o roteiro deixou de fora o Sul do estado, região mais afetada pelas queimadas e desmatamento. Neste ano, o Amazonas já registra o maior número de queimadas da história.

“Vimos como o conhecimento científico e o emprego das tecnologias de ponta estão permitindo monitoramento cada vez mais eficaz das atividades ilícitas e combate aos crimes ambientais, fundiários, mineração e tráfico de drogas”, explicou.

A viagem foi organizada após oito países europeus enviarem uma carta ao vice-presidente afirmando que a alta do desmatamento poderia dificultar a importação de produtos brasileiros. Mourão preside o Conselho da Amazônia.

Na parte da manhã, o grupo visitou uma fazenda no município de Iranduba, distante 29 km da capital, para conhecer iniciativas sustentáveis para exploração das riquezas naturais do Amazonas. Na ocasião, segundo Mourão, os chefes de missão diplomática conheceram empreendedores que investem na sustentabilidade, entre outras iniciativas.

Em pronunciamento para imprensa, no final da tarde, Mourão citou as altas taxas de internação por Covid-19 no Amazonas, para justificar medidas adicionais de precaução e restrição de contato mais próximo com comunidades locais.

Ações de combate

Mourão segue cumprindo agenda no Amazonas
Mourão segue cumprindo agenda no Amazonas

Em entrevista coletiva, o vice-presidente falou sobre os atuais planos de ação para combater o desmatamento ilegal na Amazônia, que está diretamente ligado ao número de incêndios na região. A mesa estava composta ainda pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, que respondeu ao G1 sobre as ações realizadas nas áreas federais – que correspondem a 81% da região desmatada no sul do estado.

Segundo Lima, o Estado tem trabalhado em parceria com órgãos federais, como Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), Polícia Federal e Exército Brasileiro, e que a maior dificuldade é a falta de regularização fundiária. “Esse é um problema histórico. Quando não tenho titularização de uma terra, fica difícil punir o responsável por aquele desmatamento”, pontuou.

Mourão respondeu que o objetivo do governo é “estrangular” o comércio ilegal de madeira – apontado como principal causa de desmatamento nas áreas federais localizadas no Amazonas – e fechar os canais de escoamento do material ilícito, para que o infrator não consiga vender a madeira ilegal. O tema da fiscalização fundiária também foi tratado pelo ministro Ricardo Sales.

O general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, aproveitou a oportunidade para explicar o que havia dito nesta quarta-feira (4) quando se referiu às queimadas na Amazônia como ‘fogueirinhas’.

“Se eu achasse que as queimadas eram fogueirinhas, eu não estava aqui e nem estava no conselho federal da Amazônia Legal”, disse. “O que eu quis dizer é que quando se atribui à Amazônia e a nós incêndios gigantescos, não corresponde com a verdade, porque temos 85% da Amazônia preservada”, acrescentou.

Na Amazônia, Heleno diz que se floresta estivesse em chamas, fumaça seria vista em Londres
Na Amazônia, Heleno diz que se floresta estivesse em chamas, fumaça seria vista em Londres

O embaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye, se pronunciou ao fim da coletiva de imprensa e destacou a disposição do governo em abrir um diálogo em relação à atual situação da Amazônia.

“Somos gratos porque estamos começando nosso diálogo. Não estou falando totalmente em nome de todos, porque não concordamos com minha fala necessariamente, mas todos aqui estamos de acordo que estamos começando, sim, um diálogo. Se já tivermos começado vamos consolidar as relações e amizades acerca da amazônia”, declarou.

Segundo o embaixador, os países que estavam representados por doze embaixadores e diplomatas, querem realizar parceria com a região amazônica. Joseph mencionou ainda, que o grupo de doze diplomatas e embaixadores não compartilham da mesma opinião a respeito do que foi visto até o momento durante a viagem.

Embaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye. — Foto: Carolina Diniz/G1 AMEmbaixador da África do Sul, Joseph Mashimbye.

Fonte: G1
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ESPANHA DÁ ASILO POLÍTICO A OPOSITOR VENEZUELANO, LEOPOLDO LÓPEZ

 

Opositor venezuelano é recebido pelo presidente da Espanha

Leopoldo López disse nesta terça (27), em sua primeira entrevista coletiva em Madri depois de deixar a Venezuela, que nunca quis deixar seu país

INTERNACIONAL

Do R7, com EFE

Presidente da Espanha, Pedro Sanchéz recebe opositor venezuelano Leopoldo López

O líder da oposição venezuelana Leopoldo López disse nesta terça-feira (27), em sua primeira entrevista coletiva em Madri depois de deixar a Venezuela, que nunca quis deixar seu país e que sua intenção é “voltar para libertar a Venezuela”.

“Eu não queria deixar a Venezuela, sempre disse; infelizmente, as circunstâncias me levaram a isso”, disse o líder da oposição, que descreveu o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro, a quem chamou de “criminoso”, de “ditadura”.

Leopoldo López chegou em Madri no último domingo, depois de sair “clandestinamente” da Venezuela – onde estava na residência do embaixador da Espanha – rumo à Colômbia, de onde embarcou para a Europa.

Guarimbas

Leopoldo López é acusado na Venezuela de fomentar protestos violentos, chamados de guarimbas, que deixaram 43 mortos na Venezuela. As manifestações ocorreram entre fevereiro e maio de 2014 e López foi condenado em 2015 a 15 anos de prisão.

A Venezuela acusou o governo da Espanha da facilitar a fuga do opositor do país. Em agosto deste ano, o presidente Nicolás Maduro concedeu uma série de indultos a diversos presos opositores, contudo Leopoldo López não figurava entre os beneficiados.

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IRÃ ATRIBUI A SANÇÃO DOS EUA ÀS DIFICULDADES DE CONTER O CORONAVIRUS NO PAÍS

Sob sanção dos EUA, Irã sofre com pandemia e sistema de saúde defasado

Irã atribui aos EUA a dificuldade de conter o vírus no país; sanções prejudicam acesso a recursos e equipamentos

Pacientes infectados com Covid-19 recebem tratamento na unidade intensiva do Hospital Iman Khomeini, em Teerã, no Irã,

As sanções dos EUA sobre o Irã têm dificultado o combate da pandemia no país. Com um sistema de saúde defasado, hospitais não tem equipamentos médicos adequados e, quando recebem, há custos exorbitantes.

O país registra o maior número de mortes por coronavírus do Oriente Médio. Mesmo com alta subnotificação, já são mais de 31,6 mil óbitos em decorrência da Covid-19 e 550 mil casos confirmados, de acordo com o mapeamento da Universidade Johns Hopkins.

“Com certeza o nosso número de mortos seria menor sem as sanções dos EUA”, disse o porta-voz do Ministério da Saúde iraniano, Kianush Jahanpur. “A administração dos EUA é diretamente responsável por isso”.

governo norte-americano negou as acusações e afirmou que o Irã rejeitou a ajuda ofertada e que as sanções não impedem assistência humanitária.

Em outubro, os EUA impuseram sanções a 18 bancos iranianos, informou o Financial Times, na terça (20). O entrave começou depois que os EUA abandonaram o acordo nuclear com o Irã, em 2018, e reintroduziram sanções sob o argumento de que o país mantinha armas em segredo.

De acordo com o Ministério da Saúde do Irã, na pandemia o governo alocou apenas 30% do cerca de US$ 1 bilhão prometidos ao combate da Covid-19. A burocracia também prejudica uma melhor distribuição dos recursos no país, apontou o governo.

No Irã, universidades, fundos de pensão e militares dominam o sistema de saúde. Cidadãos comuns correspondem a apenas 10% do atendimento ao público.

Fonte: A Referência

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JUSTIÇA: BOA PARTE DA INSEGURANÇA JURÍDICA DO PAÍS EMANA DO STF, DIZ WILLIAM WAACK

William Waack: É do STF que emana boa parte da insegurança jurídica do país

 JUDICIÁRIO

Vídeo AQUI em matéria na íntegra

No quadro CNN Poder desta quinta-feira (15), na CNN Rádio, William Waack falou sobre a insegurança jurídica no mundo dos negócios e da política causada por decisões, monocráticas ou não, tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“É o mundo das maravilhas do Supremo Tribunal Federal. A insegurança emana de lá, de onde sai uma decisão monocrática que afirma que pela lei o cara [André do Rap] tinha que estar solto e é de lá que vem uma decisão do plenário dizendo “erramos, não devia estar solto”. Vale o que, afinal?”, questionou.

O jornalista também destacou o fato de o próprio Ministério Público Federal (MPF) ter se manifestado publicamente sobre o caso, pedindo que o Supremo diga com clareza qual a abordagem em relação ao artigo 316 do Código de Processo Penal (CPP) daqui para frente.

“É muito curioso ler em nota ao público do MPF a seguinte declaração: ‘estamos inseguros, precisamos de tranquilidade’. O que podemos dizer a todos integrantes do STF é que todos nós estamos inseguros. Todos nós queremos um pouco mais de tranquilidade.

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DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA, NATAL RECEBE 1ª COMPETIÇÃO DE VÔLEI COM PÚBLICA DO PAÍS

Natal recebe 1ª competição de vôlei com público do país desde o início da pandemia

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Time potiguar representa o RN na competição

Começa nesta terça-feira (13), e segue até sábado (17), uma das etapas regionais da Superliga C de volei masculino. A competição acontece no ginásio do Sesi, e marca a volta do público às competições esportivas. A etapa Natal tem 7 times, todos do Nordeste. Apenas o campeão garante o acesso à Superliga B 2020

O Rio Grande do Norte tem a representação do time Unimed/Aero. “Voltamos a movimentar o voleibol adulto no estado de uma forma fantástica. Trouxemos atletas experientes, de estados como São Paulo, Minas, Paraná. Mas não queremos contar com sorte. Treinamos muito e confiamos que o trabalho vai culminar num grande resultado”, disse Carlos Eduardo Pessoa, técnico da equipe

A disputa marca também o retorno das competições de quadra organizadas pela CBV – Confederação Brasileira de Voleibol. Tudo cercado de muitos cuidados e regras. “Além dos participantes, árbitros e organização, terão acesso ao ginásio os convidados da Federação de Volei do RN, e com limitação de 30% da capacidade do local”, explica Igor Ribeiro Dantas, presidente da FNV.

O ginásio do Sesi Clube foi todo sinalizado para garantir o distanciamento social e a segurança de todos. Além disso, os organizadores se comprometeram a seguir um rígido protocolo de biossegurança, que inclui a disponibilização de álcool gel 70% em locais de fácil acesso, aferição de temperatura dos presentes, uso obrigatório de máscaras, higienização e desinfecção constante do ambiente e equipamentos de contato, entre outras medidas.

Entre os convidados da Federação, estão dois grandes nomes do volei brasileiro: Radamés Lattari, diretor executivo da CBV; e Renan Dal Zotto, ex-jogador e atual treinador da seleção brasileira adulta masculina. A presença dos dois mostra a importância que o volei do Nordeste vem ganhando.

Rodada de estreia (13/10)
15h – Volei Unip/Fortaleza (CE) x Sport Club do Recife (PE)
17h – Desportivo Rio Grande-APAB (RN) x Santa Cruz Volei Clube (PE)
19h – Clube do Volei Multisports (CE) x Nosso Clube/SRV (PE)

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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PARA TORNAR EMBARQUE MAIS EFICIENTE E SEGURO, GOVERNO QUER SISTEMA DE RECONHECIMENTO FACIAL UNIFICADO EM TODOS OS AEROPORTOS DO PAÍS

Governo quer sistema de reconhecimento facial unificado em todos aeroportos do país para tornar embarque mais eficiente e seguro

 TECNOLOGIATURISMO

Foto: Reuters/Amanda Perobelli

O Ministério da Infraestrutura quer implantar nos aeroportos do país uma nova tecnologia para o processo de embarque. O projeto, batizado de Embarque Seguro, permite o uso da tecnologia de reconhecimento facial para a realização do procedimento. Segundo a pasta, a iniciativa vai tornar mais eficiente o processo de embarque nos aeroportos e também dar mais segurança nas viagens aéreas.

O uso do reconhecimento facial para o procedimento de embarque começou a ser testado na última quinta-feira (8) no Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC). Por enquanto, apenas voluntários vão testar a nova tecnologia. A intenção do governo federal é implantar o projeto paulatinamente nos principais aeroportos, quando a solução estiver aprovada.

Sistema nacional unificado

De acordo com a assessoria do ministério, apesar de a tecnologia de reconhecimento facial para a identificação do passageiro e embarque automático nos portões eletrônicos (e-gates) já estar disponível no mercado, ainda não existia um sistema nacional unificado que possibilitasse checar e validar, com rapidez e segurança, a identidade do passageiro a partir do cruzamento com diferentes bases de dados governamentais.

“Com o desenvolvimento da solução conduzida pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, as autoridades de segurança poderão utilizar inteligência na avaliação de risco antecipada dos viajantes por meio do Sistema Brasileiro de Informações de Passageiros (Sisbraip)”, informou a pasta.

Os testes do projeto-piloto do Embarque Seguro em Florianópolis serão realizados com passageiros voluntários da companhia aérea Latam. A conferência da identidade do viajante ocorrerá no momento do check-in eletrônico com a vinculação de uma foto ao bilhete aéreo, que permitirá o acesso facilitado do passageiro à sala de embarque. O embarque na aeronave ocorrerá por meio da biometria do viajante, sem a necessidade da apresentação de qualquer documento.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com o Serpro, empresa de tecnologia da informação do governo federal, que desenvolveu um aplicativo que permite o cadastramento da foto do passageiro, ficando vinculada ao seu CPF.

A verificação da identificação biométrica é feita por checagem junto ao banco de dados da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que possui cerca de 56 milhões de registros ativos. A intenção é que, posteriormente, outros bancos governamentais sejam utilizados para ampliar o universo de dados que podem ser validados.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA : EM PLENO VAPOR A LAVA JATO AINDA TEM MUITOS CRIMES PRA REVELAR AO PAÍS, AFIRMA O COORDENADOR DA OPERAÇÃO NO PR

Coordenador da Lava Jato no PR diz que operação está ‘em pleno vapor’ e ainda tem muitos crimes para revelar ao país

 POLÍCIA


O procurador da República Alessandro Oliveira afirmou que a 76ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta quarta-feira (7), prova que a operação está em “pleno vapor” e ainda tem muitos crimes para revelar ao país.

Oliveira, atual coordenador da Lava Jato no Paraná, explicou que o esquema que levou agentes da PF (Polícia Federal), Receita e MPF (Ministério Público Federal) às ruas nesta quarta-feira busca mais provas de desvios de mais de R$ 45 milhões aos cofres da Petrobras.

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em três locais no Rio de Janeiro.

“A Operação Lava Jato, apesar de ter descortinado um megaesquema de corrupção, ainda está em pleno vapor e ainda tem um amplo horizonte de práticas ilícitas a serem descobertas, a serem desveladas”, afirmou o procurador em vídeo.

Segundo as investigações, funcionários da estatal recebiam propinas de companhias estrangeiras em troca de garantir a elas o abastecimento de navios da Petrobras em portos no exterior.

Sequência de derrotas

A declaração do procurador não é à toa. Neste ano, a Lava Jato sofreu duras derrotas que colocaram em risco a continuidade da operação.

Primeiramente, o procurador-geral da República, Augusto Aras, crítico dos procedimentos da Lava Jato, exigiu que os documentos de todas as investigações da força-tarefa fossem compartilhados com ele, o que irritou os procuradores, que acabaram ganhando no STF (Supremo Tribunal Federal) o direito de manterem os dados no Paraná.

Também em 2020, o ex-coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, deixou o cargo alegando problemas pessoais. Ele vinha sendo bastante pressionado por setores do próprio Judiciário e chegou a ser advertido pelo Conselho Nacional do Ministério Público por ter postado críticas a Renan Calheiros durante a eleição do Senado, em 2018.

A terceira derrota do ano ocorreu com a Lava Jato de São Paulo, na qual a equipe de procuradores pediu demissão após se sentir ameaçada pela atuação de uma das integrantes do grupo, ligada a Aras.

Fonte: Blog do BG

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