PRIMEIRO-MINISTRO BRITÂNICO ENFRENTA UMA NOVA DOR DE CABEÇA POLÍTICA

Governo de Boris Johnson enfrenta novo escândalo sexual

Integrante do Partido Conservador, o mesmo do primeiro-ministro, é acusado de apalpar dois homens quando estava bêbado

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, em reunião da Otan, nesta quinta (30)

GABRIEL BOUYS/AFP – 30.06.2022

Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, enfrenta uma nova dor de cabeça política nesta sexta-feira (1), após a renúncia de um importante membro do Partido Conservador acusado de assediar dois homens quando estava bêbado.

Chris Pincher, responsável pela disciplina de voto parlamentar dos deputados conservadores, renunciou depois das acusações de que apalpou dois homens, um novo escândalo político para o chefe de Governo já enfraquecido.

Na carta de renúncia, com data de quinta-feira (30), Pincher afirma que deixa o cargo depois de beber “demais” e “envergonhar a mim e a outras pessoas” na noite anterior.De acordo com a imprensa britânica, o deputado conservador, de 52 anos, foi acusado de apalpar dois homens, incluindo um deputado, em um clube privado do centro de Londres, o Carlton Club, o que provocou reclamações no Partido Conservador.

Pincher renunciou ao posto de responsável pela disciplina do partido, mas continua como deputado, o que motivou pedidos de expulsão e de uma investigação interna.

“Os ‘tories’ não devem ignorar uma possível agressão sexual”, tuitou Angela Rayner, a número dois do Partido Trabalhista, principal formação de oposição.

Este caso é o mais recente em uma série de escândalos similares no Partido Conservador nos últimos meses.

Em maio, um deputado suspeito de estupro foi detido e depois libertado sob fiança. Em abril, outro deputado conservador renunciou depois que foi flagrado assistindo um vídeo pornô em seu smartphone durante uma sessão do Parlamento. E um ex-deputado foi condenado em maio a 18 meses de prisão por agredir sexualmente uma adolescente de 15 anos.

O governo de Boris Johnson também foi abalado pelo escândalo das festas celebradas em Downing Street, apesar das restrições determinadas pelo governo durante a pandemia de Covid.

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ANÁLISE POLÍTICA: AMAZÔNIA COBIÇADA, POR ALEXANDRE GARCIA

Como é de costume, toda segunda-feira você vê, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA o comentário sempre muito audacioso do brilhante Alexandre Garcia. Hoje ele fala, mais uma vez, sobre os brasileiros que entregam a Amazônia, no seu artigo intitulado “Amazônia cobiçada”. Por isso convido você a assistir o vídeo completo a seguir, refletir sobre seu conteúdo e fazer o seu juízo de valor.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: OS BRASILEIROS QUE QUEREM ENTREGAR A AMAZÔNIA, POR ALEXANDRE GARCIA

Nesta segunda-feira estamos de volta com a coluna ANÁLISE POLÍTICA trazendo os extraordinários comentários do incrível Alexandre Garcia, que hoje fala dos brasileiros que querem entregar a Amazônia. Gente que trabalha dentro do próprio país contra o seu próprio país em favor de interesses externos. Assista, reflita e faça o seu juízo de valor.

Fonte:

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NATAL RECEBERÁ O PRESIDENTE BOLSONARO SEXTA-FEIRA COM MOTOCIATA

Natal terá motociata durante visita de Bolsonaro na sexta

Foto: Reprodução

Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) farão na próxima sexta-feira (17), em Natal, uma motociata para recepcionar o presidente da República. Pré-candidato à reeleição, Bolsonaro visitará Natal pela 5ª vez no mandato.

A motociata está sendo organizada pelo Instituto 15 de Março, um movimento de direita que reúne apoiadores de Bolsonaro no Rio Grande do Norte. A concentração do movimento será às 9h no Posto Dudu, próximo à entrada da Base Aérea de Natal, em Parnamirim, onde o presidente vai desembarcar.

De lá, os apoiadores sairão em motociata até o local do evento oficial com a presença do presidente da República: a praça Mãe Peregrina, no conjunto Cidade Satélite, na Zona Sul da cidade.

Bolsonaro virá a Natal para uma cerimônia do programa Internet Brasil, do Ministério das Comunicações. O programa proporciona acesso gratuito à internet em banda larga móvel aos alunos com famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Na sexta-feira, em Natal, serão distribuídos chips com internet banda larga inicialmente para alunos dos municípios de Caicó (RN), Mossoró (RN), Caruaru (PE), Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e Campina Grande (PB).

Durante a ocasião, o governo também anunciará a distribuição de kits de conversores digitais para famílias do Rio Grande do Norte, do Ceará e do Maranhão.

Em Natal, o presidente da República vai participar, ainda, da assinatura, por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), de uma ordem de serviço para a perfuração de poços artesianos em todo o Estado e a instalação de dessalinizadores.

Portal Grande Ponto

Fonte: Blog do BG

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ECONOMIA: CONHEÇA A FILOSOFIA SUÍÇA DE VIVER. É IMPRESSIONANTE!

Na sessão ECONOMIA desta segunda- feira temos mais um impressionante exemplo de pujança baseado no livre comércio, descentralização e mais capitalismo que se traduz em alto nível de prosperidade e zero preocupação com política. A Suíça é esse paraíso!

Veja o artigo completo de Hunter Hastings e descubra porque a Suíça está entre os 10 melhores IDH’s do mundo e é referencia mundia no que tange a paz!

Ninguém se preocupa com política e a pujança econômica está por todos os cantos: eis a Suíça

Livre comércio mais descentralização mais capitalismo = alto nível de prosperidade

 

No mundo atual, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com o resultado de eleições para chefe de governo. A cada eleição que ocorre em um país economicamente importante, as respirações ficam suspensas (tanto entre a população deste país quanto no resto do mundo).

Foi assim nos EUA em 2016, e na França, na Alemanha e na Holanda em 2017. E está assim agora no Brasil, em 2018.

É como se o padrão de vida de todos dependesse diretamente do resultado da eleição — o que, aliás, é um fato.

Mas eis a realidade, que vale para todos: as pessoas só estão cada vez mais preocupadas com o resultado das eleições porque os estados estão cada vez maiores, mais intrusivos e mais poderosos. As pessoas sabem que o indivíduo que eventualmente estiver no controle destes aparatos estatais terá poderes insanos sobre suas vidas e sobre toda a economia (da qual depende nosso bem-estar). Ele terá o poder de regular cada aspecto econômico e social da vida dos indivíduos.

E as pessoas, mesmo as intervencionistas, sabem que tais poderes são extremamente perigosos caso fiquem sob o controle de “indivíduos perigosos” — isto é, indivíduos que não pensam o mesmo que elas.

Por outro lado, fosse o estado mínimo e sem poder, as pessoas seriam completamente indiferente a quem eventualmente estivesse no comando dele

Sendo assim, será que há alguma esperança, no mundo ocidental, de que as pessoas não mais tenham de se preocupar com a política, com os políticos e com a contínua expansão do tamanho e do poder do estado? Há alguma esperança de assumirmos algum controle e influência sobre nossos impostos, nosso sistema de saúde, nossa energia, nosso comércio com os estrangeiros e, acima de tudo, nossa relação com o governo e suas regulações?

Sim, desde que estejamos dispostos a copiar um modelo estrangeiro que deu certo. Esse modelo é a Suíça.

Naquele país sem saída para o mar, com um terreno incrivelmente acidentado e sem recursos naturais (exceto água), as pessoas foram capazes de criar um alto nível de prosperidade tendo por base a inovação e o capitalismo.

100% economia, 0% política

Os burocratas da União Européia os odeiam. Os suíços não só estão fora da União Européia, como também representam o oposto daquela agenda insanamente centralizadora. A Suíça só aderiu à ONU em 2002, e mesmo assim pela margem mínima de votos. Escolha qualquer área da sociedade e você verá que os suíços fazem tudo à sua distinta maneira — sempre com a liberdade como pré-requisito.

Os corpos de bombeiros são um exemplo: geridos por voluntários locais na maioria dos lugares fora das grandes cidades. Armas e as forças armadas são outro exemplo. As armas estão por todos os lados — e o crime não está em lugar algum.  Com efeito, eles têm ao menos duas das mais pacíficas cidades do mundo – de acordo com várias autoridades online. Zurique inclusive tem um feriado de meio dia em outubro, para celebrar o torneio do “garoto atirador”, no qual há uma feira em estilo americano em que jovens garotos — e garotas também — competem em uma disputa de tiro ao alvo com fuzis de ataque.

A milícia defensiva dos suíços foi temida até mesmo por Hitler, e até hoje tem se mantido onde tem de ficar — em casa —, sem sair patrulhando estrepitosamente o mundo, assassinando pessoas inocentes que porventura se pusessem em seu caminho. Curiosamente, os suíços conseguiram se manter protegidos sem ter de recorrer a guerras preventivas e sem ter de dizimar famílias ao redor do mundo.

E há os bancos suíços, aquele bastião que guarda algo como um terço da riqueza privada transnacional. A posição suíça quanto ao sigilo bancário é mais bem descrita como sendo de neutralidade, nessa constante guerra dos estados contra seus cidadãos. Toda essa riqueza confiada aos bancos suíços certamente não se deve ao governo, e mesmo os banqueiros são meramente beneficiários de um ambiente inteiramente resultante de um distinto traço de liberdade que viceja dentro do povo suíço. Isso vem desde muito antes da lendária rebelião promovida por Guilherme Tell no século XIV. Se os detalhes dessa lenda são mitos ou não, sua popularidade reflete o tradicional espírito de luta do povo suíço quando se trata das imposições feitas pelo estado.

Antes de sua constituição de 1848, a Suíça era uma confederação de estados, cada qual soberano e independente. A unidade deles se dava por meio de um tratado de defesa mútua contra agressões externas.

Em novembro de 1847 eclodiu a Guerra de Sonderbund (“aliança separada”, em alemão), que foi uma batalha originada por sete cantões católicos conservadores que se opunham à centralização do poder e que, por isso, se rebelaram contra a Confederação que estava em vigor desde 1814. Esta foi provavelmente uma das menos espetaculares guerras da história do mundo: com duração de 26 dias, o exército federal perdeu 78 homens e teve outros 260 feridos. Mas saiu vencedor. A Conspiração Sonderbund se dissolveu e a Suíça se tornou, em 1848, o estado que é até hoje.

Apenas pense nisso: a guerra suíça (caracterizada por sua inacreditavelmente baixa violência quando comparada às outras guerras) foi motivada puramente pela rejeição à centralização do poder e pelo ceticismo quanto aos poderes usufruídos por uma entidade grande. E lembre-se de que estamos falando de um país territorialmente pequeno (apenas 41 mil quilômetros quadrados). O resultado foi, e é, um estado relativamente neutro que permite uma maior quantidade de liberdade e prosperidade que praticamente todas as outras nações européias.

Como país, a Suíça se tornou, já à época, o mais economicamente desenvolvido da Europa. Era religiosa e etnicamente diverso, altamente inovador e extremamente produtivo. Os huguenotes expulsos da França pelas guerras religiosas criaram a indústria suíça de relógios. Os alemães protestantes fugindo da opressão católica fundaram as principais indústrias do país. Sempre houve um foco no conhecimento e na educação como forma de compensar a escassez de recursos naturais. E a população sempre foi integrada ao comércio global, sendo comerciantes vigorosos.

“A economia estava por todos os lados; já a política nunca era perceptível”: essa era a frase utilizada para descrever esta produtiva, vigorosa, inovadora e descentralizada nação já em meados do século XIX. Trata-se de uma descrição que evoca uma fotografia maravilhosa de uma liberdade econômica que não é onerada pelo fardo da política.

A Suíça conseguir manter algumas destas características mesmo com todas as depredações estatais que se tornaram tendência ao redor do mundo no século XX. O país permaneceu sob um padrão-ouro até 1999, e resistiu à internacionalização até se juntar à ONU em 2002. Com efeito, a internacionalização foi o que erodiu a singularidade da Suíça como nação. O influxo de engravatados com MBA em conjunto com a máfia da McKinsey está arrastando a Suíça para o mais baixo denominador comum do estatismo e do intervencionismo. A União Europeia almeja fazer a Suíça assinar um acordo bilateral que inevitavelmente fará com que Bruxelas imponha gradualmente seu socialismo multicultural ao país, exatamente como fez no Reino Unido.

Não obstante, a Suíça ainda possui pelo menos seis vantagens estruturais que irá manter o país à frente de seus medíocres pares por algum tempo.

1) Descentralização

A Suíça permanece sendo uma confederação de 26 cantões. É mais centralizada hoje do que era até antes de 1848, mas as funções do governo central são limitadas. Há uma constituição nacional, um exército nacional e uma força de segurança, uma moeda única (o franco suíço, embora o euro também circule livremente) e um banco central, e uma política externa nacional. Mas a população conseguiu manter os poderes do governo central relativamente muito bem acorrentados.

O executivo do país é representado por um órgão chamado Conselho Federal, que é composto por 7 membros, sendo cada membro responsável por um dos sete ministérios da Suíça (que lá são chamados de Departamentos). Esses sete membros são nomeados pelas duas câmaras da Assembleia Federal.

A presidência e a vice-presidência do Conselho Federal sofrem um rodízio anual. Já o mandato dos 7 membros é de quatro anos. O atual Conselho é formado por 2 social-democratas, 2 conservadores de centro-direita, 2 conservadores nacionalistas, e um democrata-cristão.

Ou seja, o poder executivo não se concentra em apenas uma pessoa. A maioria das decisões do Conselho é feita por consenso. E é assim porque seu papel é muito mais decorativo do que funcional, dado que a maior parte do poder é prerrogativa dos cantões. Decisões relacionadas a educação, saúde, assistencialismo e até mesmo criação de impostos são feitas exclusivamente em nível regional. O governo federal não pode editar medidas provisórias e não tem poder de veto.

O presidente da Suíça — que você não sabe quem é — não tem praticamente nenhum espaço nas discussões políticas e econômicas que ocorrem no país. Portanto, se você não sabe quem é o presidente da Suíça, não se preocupe; vários suíços também não sabem e ele muda a cada ano.

2) Subsidiariedade

A subsidiariedade é o princípio de resolver todos os problemas e questões em nível mais local possível. Na Suíça, a maioria dos impostos é impingida em nível municipal e cantonal. A fatia federal se limita a 20% de todos os impostos pagos. Isso faz com que a besta do governo central viva continuamente esfaimada. Os cidadãos suíços são mais engajados em torno de seus governos locais, que é quem toma as decisões de como irá gastar o dinheiro de impostos.

Consequentemente, os cantões suíços são os responsáveis pelo equilíbrio da política: os cantões conservadores são todos aqueles que estão fora das grandes cidades, como Zurique, Genebra e Berna (a capital). A população das comunidades menores rejeita a ideia de ter um governo distante e centralizado em uma capital nacional.

Como resultado — discutido abaixo —, os suíços continuamente rejeitam propostas progressistas, como a de abolir a energia nuclear e a de usufruir uma renda garantida de 2,5 mil francos suíços mensais para cada cidadão. Mais de 75% dos suíços foram contra a medida.

Ademais, os suíços podem “votar com seus pés”, mudando-se para outra cidade ou cantão caso sintam que os impostos locais estão altos.

3) Democracia direta

Na Suíça, o povo é soberano. Uma maneira como essa soberania é mantida é por meio de referendos regulares, nas quais o povo vota questões de política nacional, leis e mudanças na constituição. Tipicamente, há um grande comparecimento às urnas nestes referendos, e as pessoas levam muito a sério o controle democrático sobre o governo.

Normalmente, eis as etapas de um referendo:

a. Um projeto de lei é preparado pelos especialistas na administração federal.

b. Esse projeto de lei é apresentado para um grande número de pessoas por meio de uma pesquisa de opinião: governos cantonais, partidos políticos, ONGs, associações da sociedade civil podem comentar sobre o projeto de lei e propor mudanças.

c. O resultado é apresentado a comissões parlamentares dedicadas ao assunto nas duas câmaras do parlamento federal, é discutido em detalhes a portas fechadas e finalmente é debatido em sessões públicos em ambas as câmaras do parlamento.

d. O eleitorado possui o poder final de veto sobre o projeto de lei. Se qualquer pessoa conseguir encontrar, em três meses, 50.000 cidadãos dispostos a assinar uma petição pedindo um referendo sobre esse projeto de lei, um referendo será marcado. Para que um referendo seja aprovado, o projeto de lei precisa ser apoiado apenas pela maioria do eleitorado nacional, e não pela maioria dos cantões. É comum a Suíça fazer mais de dez referendos em um determinado ano.

Entre 1893 e 2014, apenas 22 de 192 iniciativas populares foram aprovadas pelos eleitores. A reticência com que essas iniciativas são recebidas pelos suíços indica prudência da parte dos eleitores e aversão a leis criadas centralizadamente.

E foi esse sistema de pesos e contrapesos, representado tanto pelos cantões agressivamente localistas quanto pela ferramenta da democracia direta, que tornou a Suíça particularmente resistente ao crescimento do poder do governo.

4) Livre comércio

Praticamente não há debate sobre a importância do livre comércio na Suíça. Ele é uma realidade imperativa. Trata-se de um país fortemente dependente da importação de produtos básicos: energia, comida, matéria-prima, commodities. Consequentemente, o país desenvolveu uma estratégica indústria exportadora:  produtos e serviços de alto valor agregado, sempre aptos a satisfazer as mais exigentes demandas globais.

Relógios sempre foram o mais famoso exemplo. Atualmente, produtos biotecnológicos e maquinários ultramodernos compõem a pauta exportadora. O livre comércio sempre foi a condição vinculante para a prosperidade da Suíça. As tarifas de importação do país estão em zero por cento.

5) Neutralidade

Na política externa e na diplomacia, a Suíça é famosa por sua neutralidade e política externa de não-agressão. Este, aliás, é um pré-requisito para a prática do livre comércio global: criar inimigos seria totalmente contra-producente.

A Suíça possui um exército e o serviço militar é compulsório, mas é voltado exclusivamente para a defesa contra invasores externos. Guerras sempre foram a principal barreira ao progresso econômico, e a reconstrução política após uma guerra quase sempre é um desastre pior do que a própria destruição física da guerra. A Suíça conseguiu evitar tudo isso.

6) Inovação empreendedorial

A Suíça sempre ocupa as primeiras posições na lista de países com a maior facilidade para se empreender, embora sua posição tenha se deteriorado no século XXI. É fácil abrir uma empresa no país, a tributação é relativamente baixa, as leis são transparentes e o arcabouço jurídico é totalmente previsível. Várias empresas internacionais escolheram a Suíça como sede de suas matrizes.

A inovação está enraizada na cultura, no sistema educacional do país e em toda uma rede de centros de pesquisa, o que se traduz em investimentos nas pessoas e no conhecimento. Sem exageros, a inovação está na mente e na alma de praticamente todo suíço, bem como nas instituições do país.

Não é perfeito, mas é o que há

De modo algum a Suíça é perfeita; afinal, trata-se de um estado-nação, e todo conceito de estado-nação é deletério para cada vida individual das pessoas que vivem neles e que os formam. Com efeito, o próprio conceito de estado-nação clama por “inovações disruptivas”.

Talvez, quem sabe?, serão os próprios suíços, com sua tradição de descentralização, subsidiariedade, iniciativa individual, e livre comércio de idéias, que irão implantar essas inovações — isso, é claro, se eles não forem sobrepujados por instituições globalistas como União Europeia, ONU, FMI, Banco Mundial etc.

É a economia contra a política. O nosso desejo, é claro, sempre foi o de “economia por todos os lados, e a política em lugar nenhum”. Mas isso tem se comprovado impossível de ser mantido.

O fato de que houve uma época em que a economia prevaleceu na Suíça — e suas consequências benéficas perduram até hoje — serve como uma tênue esperança de que tal arranjo possa, um dia, voltar a vigorar.

Fonte: Mises Bra

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ARTIGOS: A MENTIRA NÃO EXISTE, O QUE EXISTE SÃO MEIAS VERDADES

O MAL NUNCA VENCERÁ O BEM

O mal NUNCA vence, realmente. - Confia no Senhor

É IMPOSSÍVEL DIANTE DE TUDO QUE ESTAMOS VIVENDO NESTE PAÍS NÃO REAGIRMOS, NÃO FALARMOS, NÃO NOS MANIFESTARMOS E AINDA MAIS QUANDO SE TEM UM MEIO OU VEÍCULO APROPRIADO PARA ISSO, COMO É O CASO DO BLOG DO SABER. EU TENHO EVITADO FALAR SOBRE POLÍTICA NUM AMBIENTE ALTAMENTE ÁCIDO E PERNICIOSO COMO É O DA MÍDIA NO BRASIL. ATÉ PORQUE A MINHA MISSÃO NÃO É TOMAR PARTIDO, NEM APOIAR IDEOLOGIA NENHUMA. A MINHA MISSÃO AQUI É AJUDAR PESSOAS A TRANSFORMAREM SUAS VIDAS. A MINHA MISSÃO É JUSTAMENTE MUDAR ESSE AMBIENTE FÉTIDO E DEPRIMENTE EM QUE ESTAMOS INSERIDOS EM UM LUGAR AREJADO, CHEIROSO, GOSTOSO DE VIVER. A MISSÃO É MUITO DIFÍCIL, MAS NÃO É IMPOSSÍVEL, PRINCIPALMENTE QUANDO TEMOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO CHAMADOS “REDES SOCIAIS”, ONDE A INFORMAÇÃO VIAJA NA VELOCIDADE DA LUZ. SÓ É DESINFORMADO HOJE QUEM QUER. É CLARO QUE EXISTE MUITA FAKE NEWS, MUITA DESINFORMAÇÃO, MAS TAMBÉM EXISTE VÁRIAS OPÇÕES DE CHECAGEM DE INFORMAÇÃO. DA MESMA FORMA QUE A DESINFORMAÇÃO, O MAL E AS FAKE NEWS CONTAMINAM, O BEM, O AMOR E A VERDADE TAMBÉM CONTAMINAM. E SE EXISTE AQUELA GRANDE DÚVIDA SE O CRIME COMPENSA OU NÃO. EXISTE A CERTEZA ABSOLUTA DE QUE O BEM SEMPRE COMPENSA, QUER VOCÊ ACREDITE EM JUÍZO FINAL OU NÃO. PORTANTO, NA DÚVIDA OPTE PELO BEM E AJUDE AO EXERCITO DE LUZ A TRANSFORMAR O MUNDO MAIS RÁPIDO, PORQUE A CADA DIA A MENTIRA TEM AS PERNAS MAIS CURTAS. NÃO PORQUE EXISTA A “MENTIRA”. O QUE EXISTE SÃO MEIAS VERDADES E A VERDADE VEM A TONA CADA VEZ MAIS RÁPIDO. QUEM LEMBRA DO DITADOR PERON NA ARGENTINA? POIS É! FORAM PRECISOS MAIS DE 50 ANOS PARA O MUNDO DESCOBRIR QUE ELE MANTINHA UMA ESCOLA DE ADOLESCENTES DENTRO DA CASA ROSADA E AS GAROTAS ERAM ABUSADAS POR ELE. MAIS RECENTEMENTE O MAIOR BANDIDO, CHEFE DE QUADRILHA DO MUNDO CONSEGUIU ILUDIR MILHÕES E MILHÕES DE PESSOAS POR DOIS MANDATOS DE PRESIDENTE, MAS AINDA EM VIDA FOI PRESO, FICOU QUASE DOIS ANOS ENJAULADO, CONTINUA RESPONDENDO PELOS SEUS CRIMES E PROVAVELMENTE TERMINARÁ OS SEUS DIAS PRESO, SOLITÁRIO E ESQUECIDO. SE CAMINHARMOS UM POUCO MAIS PARA A ATUALIDADE TEMOS DOIS EXEMPLOS: O EX-PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, CRIVELLA, QUE EM APENAS UM MANDATO SEUS CRIMES VIERAM A TONA E TEVE UM FINAL DE MANDATO MELANCÓLICO INDO PARAR ATRÁS DAS GRADES. E O CASO DO EX-GOVERNADOR WILSON WITZEL QUE MAL COMPLETOU DOIS ANOS DE MANDATO FOI IMPEDIDO DE CONTINUAR NO CARGO DE GOVERNADOR E ESTÁ RESPONDENDO NA JUSTIÇA PELOS SEU GRAVES DELITOS. PORTANTO, O VELHO DITADO: “AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA”, NUNCA FOI TÃO ATUAL!

Wagner Braga

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PODCASTS: O CLIMÃO ENTRE OS PODERES

    • O xadrez do golpe de Bolsonaro

      SEXTA, 20/05/2022

      Após o encontro do presidente com Alexandre de Moraes em uma cerimônia do TST, Andreia Sadi reflete sobre o ‘climão’ entre os Poderes. Bolsonaro ajuizou duas queixas-crime contra o ministro do STF por abuso de autoridade. Sadi destaca o que chama de ‘xadrez do golpe de Bolsonaro’: ‘quer essa conspiração contra o TSE para, lá na frente, dizer que Moraes tinha algum impedimento para presidir o Tribunal’.2, 08:44

      O xadrez do golpe de Bolsonaro (Crédito: )

Fonte: CBN

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ECONOMIA: CONHEÇA A FILOSOFIA SUÍÇA DE VIVER. É IMPRESSIONANTE!

Na sessão ECONOMIA desta segunda- feira temos mais um impressionante exemplo de pujança baseado no livre comércio, descentralização e mais capitalismo que se traduz em alto nível de prosperidade e zero preocupação com política. A Suíça é esse paraíso!

Veja o artigo completo de Hunter Hastings e descubra porque a Suíça está entre os 10 melhores IDH’s do mundo e é referencia mundia no que tange a paz!

Ninguém se preocupa com política e a pujança econômica está por todos os cantos: eis a Suíça

Livre comércio mais descentralização mais capitalismo = alto nível de prosperidade

 

No mundo atual, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com o resultado de eleições para chefe de governo. A cada eleição que ocorre em um país economicamente importante, as respirações ficam suspensas (tanto entre a população deste país quanto no resto do mundo).

Foi assim nos EUA em 2016, e na França, na Alemanha e na Holanda em 2017. E está assim agora no Brasil, em 2018.

É como se o padrão de vida de todos dependesse diretamente do resultado da eleição — o que, aliás, é um fato.

Mas eis a realidade, que vale para todos: as pessoas só estão cada vez mais preocupadas com o resultado das eleições porque os estados estão cada vez maiores, mais intrusivos e mais poderosos. As pessoas sabem que o indivíduo que eventualmente estiver no controle destes aparatos estatais terá poderes insanos sobre suas vidas e sobre toda a economia (da qual depende nosso bem-estar). Ele terá o poder de regular cada aspecto econômico e social da vida dos indivíduos.

E as pessoas, mesmo as intervencionistas, sabem que tais poderes são extremamente perigosos caso fiquem sob o controle de “indivíduos perigosos” — isto é, indivíduos que não pensam o mesmo que elas.

Por outro lado, fosse o estado mínimo e sem poder, as pessoas seriam completamente indiferente a quem eventualmente estivesse no comando dele

Sendo assim, será que há alguma esperança, no mundo ocidental, de que as pessoas não mais tenham de se preocupar com a política, com os políticos e com a contínua expansão do tamanho e do poder do estado? Há alguma esperança de assumirmos algum controle e influência sobre nossos impostos, nosso sistema de saúde, nossa energia, nosso comércio com os estrangeiros e, acima de tudo, nossa relação com o governo e suas regulações?

Sim, desde que estejamos dispostos a copiar um modelo estrangeiro que deu certo. Esse modelo é a Suíça.

Naquele país sem saída para o mar, com um terreno incrivelmente acidentado e sem recursos naturais (exceto água), as pessoas foram capazes de criar um alto nível de prosperidade tendo por base a inovação e o capitalismo.

100% economia, 0% política

Os burocratas da União Européia os odeiam. Os suíços não só estão fora da União Européia, como também representam o oposto daquela agenda insanamente centralizadora. A Suíça só aderiu à ONU em 2002, e mesmo assim pela margem mínima de votos. Escolha qualquer área da sociedade e você verá que os suíços fazem tudo à sua distinta maneira — sempre com a liberdade como pré-requisito.

Os corpos de bombeiros são um exemplo: geridos por voluntários locais na maioria dos lugares fora das grandes cidades. Armas e as forças armadas são outro exemplo. As armas estão por todos os lados — e o crime não está em lugar algum.  Com efeito, eles têm ao menos duas das mais pacíficas cidades do mundo – de acordo com várias autoridades online. Zurique inclusive tem um feriado de meio dia em outubro, para celebrar o torneio do “garoto atirador”, no qual há uma feira em estilo americano em que jovens garotos — e garotas também — competem em uma disputa de tiro ao alvo com fuzis de ataque.

A milícia defensiva dos suíços foi temida até mesmo por Hitler, e até hoje tem se mantido onde tem de ficar — em casa —, sem sair patrulhando estrepitosamente o mundo, assassinando pessoas inocentes que porventura se pusessem em seu caminho. Curiosamente, os suíços conseguiram se manter protegidos sem ter de recorrer a guerras preventivas e sem ter de dizimar famílias ao redor do mundo.

E há os bancos suíços, aquele bastião que guarda algo como um terço da riqueza privada transnacional. A posição suíça quanto ao sigilo bancário é mais bem descrita como sendo de neutralidade, nessa constante guerra dos estados contra seus cidadãos. Toda essa riqueza confiada aos bancos suíços certamente não se deve ao governo, e mesmo os banqueiros são meramente beneficiários de um ambiente inteiramente resultante de um distinto traço de liberdade que viceja dentro do povo suíço. Isso vem desde muito antes da lendária rebelião promovida por Guilherme Tell no século XIV. Se os detalhes dessa lenda são mitos ou não, sua popularidade reflete o tradicional espírito de luta do povo suíço quando se trata das imposições feitas pelo estado.

Antes de sua constituição de 1848, a Suíça era uma confederação de estados, cada qual soberano e independente. A unidade deles se dava por meio de um tratado de defesa mútua contra agressões externas.

Em novembro de 1847 eclodiu a Guerra de Sonderbund (“aliança separada”, em alemão), que foi uma batalha originada por sete cantões católicos conservadores que se opunham à centralização do poder e que, por isso, se rebelaram contra a Confederação que estava em vigor desde 1814. Esta foi provavelmente uma das menos espetaculares guerras da história do mundo: com duração de 26 dias, o exército federal perdeu 78 homens e teve outros 260 feridos. Mas saiu vencedor. A Conspiração Sonderbund se dissolveu e a Suíça se tornou, em 1848, o estado que é até hoje.

Apenas pense nisso: a guerra suíça (caracterizada por sua inacreditavelmente baixa violência quando comparada às outras guerras) foi motivada puramente pela rejeição à centralização do poder e pelo ceticismo quanto aos poderes usufruídos por uma entidade grande. E lembre-se de que estamos falando de um país territorialmente pequeno (apenas 41 mil quilômetros quadrados). O resultado foi, e é, um estado relativamente neutro que permite uma maior quantidade de liberdade e prosperidade que praticamente todas as outras nações européias.

Como país, a Suíça se tornou, já à época, o mais economicamente desenvolvido da Europa. Era religiosa e etnicamente diverso, altamente inovador e extremamente produtivo. Os huguenotes expulsos da França pelas guerras religiosas criaram a indústria suíça de relógios. Os alemães protestantes fugindo da opressão católica fundaram as principais indústrias do país. Sempre houve um foco no conhecimento e na educação como forma de compensar a escassez de recursos naturais. E a população sempre foi integrada ao comércio global, sendo comerciantes vigorosos.

“A economia estava por todos os lados; já a política nunca era perceptível”: essa era a frase utilizada para descrever esta produtiva, vigorosa, inovadora e descentralizada nação já em meados do século XIX. Trata-se de uma descrição que evoca uma fotografia maravilhosa de uma liberdade econômica que não é onerada pelo fardo da política.

A Suíça conseguir manter algumas destas características mesmo com todas as depredações estatais que se tornaram tendência ao redor do mundo no século XX. O país permaneceu sob um padrão-ouro até 1999, e resistiu à internacionalização até se juntar à ONU em 2002. Com efeito, a internacionalização foi o que erodiu a singularidade da Suíça como nação. O influxo de engravatados com MBA em conjunto com a máfia da McKinsey está arrastando a Suíça para o mais baixo denominador comum do estatismo e do intervencionismo. A União Europeia almeja fazer a Suíça assinar um acordo bilateral que inevitavelmente fará com que Bruxelas imponha gradualmente seu socialismo multicultural ao país, exatamente como fez no Reino Unido.

Não obstante, a Suíça ainda possui pelo menos seis vantagens estruturais que irá manter o país à frente de seus medíocres pares por algum tempo.

1) Descentralização

A Suíça permanece sendo uma confederação de 26 cantões. É mais centralizada hoje do que era até antes de 1848, mas as funções do governo central são limitadas. Há uma constituição nacional, um exército nacional e uma força de segurança, uma moeda única (o franco suíço, embora o euro também circule livremente) e um banco central, e uma política externa nacional. Mas a população conseguiu manter os poderes do governo central relativamente muito bem acorrentados.

O executivo do país é representado por um órgão chamado Conselho Federal, que é composto por 7 membros, sendo cada membro responsável por um dos sete ministérios da Suíça (que lá são chamados de Departamentos). Esses sete membros são nomeados pelas duas câmaras da Assembleia Federal.

A presidência e a vice-presidência do Conselho Federal sofrem um rodízio anual. Já o mandato dos 7 membros é de quatro anos. O atual Conselho é formado por 2 social-democratas, 2 conservadores de centro-direita, 2 conservadores nacionalistas, e um democrata-cristão.

Ou seja, o poder executivo não se concentra em apenas uma pessoa. A maioria das decisões do Conselho é feita por consenso. E é assim porque seu papel é muito mais decorativo do que funcional, dado que a maior parte do poder é prerrogativa dos cantões. Decisões relacionadas a educação, saúde, assistencialismo e até mesmo criação de impostos são feitas exclusivamente em nível regional. O governo federal não pode editar medidas provisórias e não tem poder de veto.

O presidente da Suíça — que você não sabe quem é — não tem praticamente nenhum espaço nas discussões políticas e econômicas que ocorrem no país. Portanto, se você não sabe quem é o presidente da Suíça, não se preocupe; vários suíços também não sabem e ele muda a cada ano.

2) Subsidiariedade

A subsidiariedade é o princípio de resolver todos os problemas e questões em nível mais local possível. Na Suíça, a maioria dos impostos é impingida em nível municipal e cantonal. A fatia federal se limita a 20% de todos os impostos pagos. Isso faz com que a besta do governo central viva continuamente esfaimada. Os cidadãos suíços são mais engajados em torno de seus governos locais, que é quem toma as decisões de como irá gastar o dinheiro de impostos.

Consequentemente, os cantões suíços são os responsáveis pelo equilíbrio da política: os cantões conservadores são todos aqueles que estão fora das grandes cidades, como Zurique, Genebra e Berna (a capital). A população das comunidades menores rejeita a ideia de ter um governo distante e centralizado em uma capital nacional.

Como resultado — discutido abaixo —, os suíços continuamente rejeitam propostas progressistas, como a de abolir a energia nuclear e a de usufruir uma renda garantida de 2,5 mil francos suíços mensais para cada cidadão. Mais de 75% dos suíços foram contra a medida.

Ademais, os suíços podem “votar com seus pés”, mudando-se para outra cidade ou cantão caso sintam que os impostos locais estão altos.

3) Democracia direta

Na Suíça, o povo é soberano. Uma maneira como essa soberania é mantida é por meio de referendos regulares, nas quais o povo vota questões de política nacional, leis e mudanças na constituição. Tipicamente, há um grande comparecimento às urnas nestes referendos, e as pessoas levam muito a sério o controle democrático sobre o governo.

Normalmente, eis as etapas de um referendo:

a. Um projeto de lei é preparado pelos especialistas na administração federal.

b. Esse projeto de lei é apresentado para um grande número de pessoas por meio de uma pesquisa de opinião: governos cantonais, partidos políticos, ONGs, associações da sociedade civil podem comentar sobre o projeto de lei e propor mudanças.

c. O resultado é apresentado a comissões parlamentares dedicadas ao assunto nas duas câmaras do parlamento federal, é discutido em detalhes a portas fechadas e finalmente é debatido em sessões públicos em ambas as câmaras do parlamento.

d. O eleitorado possui o poder final de veto sobre o projeto de lei. Se qualquer pessoa conseguir encontrar, em três meses, 50.000 cidadãos dispostos a assinar uma petição pedindo um referendo sobre esse projeto de lei, um referendo será marcado. Para que um referendo seja aprovado, o projeto de lei precisa ser apoiado apenas pela maioria do eleitorado nacional, e não pela maioria dos cantões. É comum a Suíça fazer mais de dez referendos em um determinado ano.

Entre 1893 e 2014, apenas 22 de 192 iniciativas populares foram aprovadas pelos eleitores. A reticência com que essas iniciativas são recebidas pelos suíços indica prudência da parte dos eleitores e aversão a leis criadas centralizadamente.

E foi esse sistema de pesos e contrapesos, representado tanto pelos cantões agressivamente localistas quanto pela ferramenta da democracia direta, que tornou a Suíça particularmente resistente ao crescimento do poder do governo.

4) Livre comércio

Praticamente não há debate sobre a importância do livre comércio na Suíça. Ele é uma realidade imperativa. Trata-se de um país fortemente dependente da importação de produtos básicos: energia, comida, matéria-prima, commodities. Consequentemente, o país desenvolveu uma estratégica indústria exportadora:  produtos e serviços de alto valor agregado, sempre aptos a satisfazer as mais exigentes demandas globais.

Relógios sempre foram o mais famoso exemplo. Atualmente, produtos biotecnológicos e maquinários ultramodernos compõem a pauta exportadora. O livre comércio sempre foi a condição vinculante para a prosperidade da Suíça. As tarifas de importação do país estão em zero por cento.

5) Neutralidade

Na política externa e na diplomacia, a Suíça é famosa por sua neutralidade e política externa de não-agressão. Este, aliás, é um pré-requisito para a prática do livre comércio global: criar inimigos seria totalmente contra-producente.

A Suíça possui um exército e o serviço militar é compulsório, mas é voltado exclusivamente para a defesa contra invasores externos. Guerras sempre foram a principal barreira ao progresso econômico, e a reconstrução política após uma guerra quase sempre é um desastre pior do que a própria destruição física da guerra. A Suíça conseguiu evitar tudo isso.

6) Inovação empreendedorial

A Suíça sempre ocupa as primeiras posições na lista de países com a maior facilidade para se empreender, embora sua posição tenha se deteriorado no século XXI. É fácil abrir uma empresa no país, a tributação é relativamente baixa, as leis são transparentes e o arcabouço jurídico é totalmente previsível. Várias empresas internacionais escolheram a Suíça como sede de suas matrizes.

A inovação está enraizada na cultura, no sistema educacional do país e em toda uma rede de centros de pesquisa, o que se traduz em investimentos nas pessoas e no conhecimento. Sem exageros, a inovação está na mente e na alma de praticamente todo suíço, bem como nas instituições do país.

Não é perfeito, mas é o que há

De modo algum a Suíça é perfeita; afinal, trata-se de um estado-nação, e todo conceito de estado-nação é deletério para cada vida individual das pessoas que vivem neles e que os formam. Com efeito, o próprio conceito de estado-nação clama por “inovações disruptivas”.

Talvez, quem sabe?, serão os próprios suíços, com sua tradição de descentralização, subsidiariedade, iniciativa individual, e livre comércio de idéias, que irão implantar essas inovações — isso, é claro, se eles não forem sobrepujados por instituições globalistas como União Europeia, ONU, FMI, Banco Mundial etc.

É a economia contra a política. O nosso desejo, é claro, sempre foi o de “economia por todos os lados, e a política em lugar nenhum”. Mas isso tem se comprovado impossível de ser mantido.

O fato de que houve uma época em que a economia prevaleceu na Suíça — e suas consequências benéficas perduram até hoje — serve como uma tênue esperança de que tal arranjo possa, um dia, voltar a vigorar.

Fonte: Mises Bra

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ANÁLISE POLÍTICA: O CARTAZ DE JORNALISTAS, POR ALEXANDRE GARCIA

Como todos já sabem segunda-feira é dia de Alexandre Garcia na coluna ANÁLISE POLÍTICA com seus comentários precisos, eloquentes e conservadores. Sempre em defesa da liberdade de expressão, dos valores democráticos e da Constituição. Nesta segunda-feira o seu comentário é sobre a minoria jornalística na defesa das liberdades. Assista, curta, reflita e faça o seu juízo de valor.

Fonte:

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OPINIÃO: PARA SERGIO MORO O JOGO AINDA NÃO ESTÁ PERDIDO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

Francamente, as vezes penso que tudo que está acontecendo no cenário político nacional é um grande teatro em um jogo de cartas marcadas, onde já está tudo combinado e no final o vencedor vai governar o país sob a égide do sistema, mais uma vez. Sendo assim, fica tudo como está, não muda nada e o brasileiro continua sendo o babaca que sempre foi.

Senão vejamos:

As coisas são óbvias demais para que não consigamos perceber. De um lado temos os conservadores liberais de direita que apostam em Jair Bolsonaro, um cara que assumiu o comando do país prometendo, mundos e fundos e, até agora nada cumpriu em termos de reformas e melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro. Ao contrário, tudo piorou devido a insegurança jurídica gerada pelo comportamento esdruxulo do STF e do judiciário de uma maneira geral. A maior conquista da democracia e da nossa Constituição de 1988, a liberdade de expressão, acaba de ser sepultada definitivamente com a condenação pelo STF do deputado Daniel Silveira, a 9 anos de prisão por falar mal do STF, lançando mão das suas prerrogativas de imunidade parlamentar. É claro que Jair Bolsonaro não tem culpa direta por isso, mas tem indiretamente pelo fato de não ter assumido publicamente que praticou rachadinha juntamente com seus filhos. Se o tivesse feito, hoje ele seria um herói nacional e ficaria conhecido como o homem que acabou com a corrupção no Brasil. Porque, além desse imbróglio da rachadinha, que é o fantasma do Jair Bolsonaro e seus filhos não ter ido adiante, já que todo e qualquer político está envolvido com isso, não existiria mais nenhuma acusação de corrupção sobre seus ombros e ele já estaria previamente eleito, pois a única coisa que a esquerda se pega é nesse caso de rachadinha. Da mesma forma nenhuma das insanidades que o STF praticou rasgando diariamente a Constituição teria prosperado também.

Do outro lado temos um condenado da justiça, ex-presidiário, que notoriamente não pode sair às ruas de tão impopular que é se encontra em 1º lugar em todas as pesquisas de opinião, com larga margem. Isso não faz sentido. e no meio está o ex-juiz Sergio Moro, que já foi para a maioria da população um herói e hoje, apesar de continuar sendo um homem honesto, probo, corajoso e justo não conseguiu popularidade suficiente para decolar sua candidatura a presidente da República em nenhum dos partidos que se filiou. Sempre achei Sergio Moro um homem de uma inteligência bem acima da média e um grande estrategista. O seu desejo de continuar fazendo parte das pesquisas mostra isso. Mas o jogo político é muito pesado, principalmente para quem está aparentemente sozinho.

Só quero registrar aqui que, nunc acreditei que ele tivesse desistido da candidatura à presidente da república como muitos da própria imprensa acreditou. Só não faço a menor ideia de como ele pretende voltar ao jogo novamente. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Sergio Moro pede que institutos continuem incluindo seu nome em pesquisas

Sergio Moro

José Cruz | Agência Brasil

O ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (Podemos), ainda vislumbra a possibilidade de concorrer ao Palácio do Planalto.

Conforme registrou o Conexão Política, o nome de Moro foi rejeitado entre a cúpula do União Brasil, que deu preferência ao líder do partido, Luciano Bivar, para disputar a presidência da República.

Após ser surpreendido com a decisão, o ex-magistrado também tem visto o Tribunal de Contas da União (TCU) ampliar uma série de investidas, visando realizar novas investigações sobre as relações dele com a Alvarez & Marsal, consultoria especializada em reestruturação de empresas em dificuldades financeiras.

Apesar de o União Brasil ter realmente descartado sua candidatura, Sergio Moro fez contato com institutos de pesquisa e pediu para que o nome dele siga nas sondagens eleitorais.

Segundo apurações da nossa equipe de jornalismo, Moro pretende insistir nessa questão até meados de julho. Em agosto, portanto, tomará uma decisão definitiva sobre a sua trajetória política.

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Fonte: Conexão Política

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PONTO DE VISTA: UM VEXAME À BRASILEIRA PARA ALEXANDRE DE MORAES, POR DANIEL SILVEIRA

Caro(a) leitor(a),

Nunca pensei que iria viver para ver, um dia, o que estou vendo hoje. Um cidadão peitar um juiz, seja lá de qual instância for. Muito menos um ministro do Supremo Tribunal Federal. Tudo bem que não é um cidadão qualquer. É um parlamentar federal, mas mesmo assim, é simplesmente a primeira vez na história da nossa república tupiniquim que ocorre algo assim. E a enquete desta terça-feira a noite na TV Jovem Pan foi: A atitude do deputado Daniel Silveira causou uma crise institucional entre os três poderes?

Se causou? Ora se causou!

Causou foi uma desmoralização do ministro Alexandre de Moraes, que decretou multa de R$ 15 mil por dia, com bloqueio de todas as contas do deputado pelo Banco Central, por não ter conseguido fazer o cara usar a tornozeleira, impedi-lo de ir a eventos públicos e dar entrevistas, proibição de usar redes sociais e de se ausentar do estado do Rio de Janeiro. A desmoralização foi tão grande que o cabeça de ovo não conseguiu nem decretar sua prisão.

Eu fico me perguntando: quem já viu um juiz, seja lá qual for a sua instância, ser desacatado publicamente por um cidadão e não decretar voz de prisão ao mesmo? Só o desacato a autoridade já seria passível de cadeia, mas o pobre coitado do cabeça de ovo nem isso conseguiu!

Parabéns ao deputado Daniel Silveira que não só conseguiu abalar as estruturas dos três poderes como também mostrar que um ministro do STF não pode tudo e nem está acima da lei. Colocou-o no seu devido lugar e ainda o fez passar vexame à brasileira!

Moraes impõe multa de R$ 405 mil a Silveira por falta de tornozeleira

Ministro do STF determinou que o Banco Central bloqueie as contas do deputado.

Nelson Jr. | SCO | STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), impôs nesta terça-feira (3) multa de R$ 405 mil ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).

De acordo com o despacho, a medida é justificada por causa de descumprimentos de decisões judiciais por parte de Silveira. Moraes alega que o parlamentar deixou de utilizar tornozeleira eletrônica e concedeu entrevistas à imprensa, violando determinações anteriores.

Por conta disso, foi fixado o valor de R$ 15 mil por dia de desobediência. Para executar o pagamento da multa, o magistrado determinou que o Banco Central (BC) bloqueie todas as contas bancárias do congressista em até 24 horas.

Na decisão, o ministro elenca algumas exigências: usar a tornozeleira, impedimento de ir a eventos públicos e dar entrevistas, proibição de usar redes sociais e de se ausentar do estado do Rio de Janeiro.

Daniel Silveira foi condenado pelo STF a quase 9 anos de reclusão por ameaças, ofensas e xingamentos contra os integrantes do Judiciário, mas foi indultado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no dia seguinte ao julgamento.

A graça presidencial em favor do deputado tem sido motivo de debate no que diz respeito aos direitos políticos. A defesa alega que o perdão extingue todas as penas impostas pelo Supremo, incluindo reprimendas acessórias, como multas e restrições de direitos.

Para ter acesso à íntegra da decisão, clique AQUI.

 Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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ANÁLISE POLÍTICA: LUZ ROBERTO BARROSO METE OS PÉS PELAS MÃOS E BÁRBARA NÃO PERDOA

Nesta quarta-feira você vai se atualizar com a política nacional através da super, ultra, hiper eloquente Bárbara no seu plantão do Te Atualizei, lê a íntegra da carta em resposta a fala do Ministro Luiz Roberto Barroso que espalhou muitas fake news acerca do convite feito às Forças Armadas para participar do processo eleitoral de 2022. Você não pode perder essa!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: FEDERAÇÕES PARTIDÁRIAS, POR CAIO COPPOLLA

Nesta quarta-feira você vai assistir ao vídeo em que Caio Coppola comenta sobre as Federações Partidárias que foram criadas para continuar privilegiando e protegendo os mesmos de sempre. Algo que funciona como uma carapuça para dar ainda mais liberdade para as velhas raposas da velha política e manter tudo como era há centenas de anos. Assista, curta, raciocine e e tire suas conclusões!

Fonte:

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UTILIDADE PÚBLICA : TERMINA EM 15 DIAS O PRAZO PARA TIRAR, REGULARIZAR O TÍTULO DE ELEITOR

Prazo para tirar, regularizar e transferir o título de eleitor terminar em 15 dias

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação/TSE

Eleitoras de poder decidir o que até 4 decidir, transferir ou regularizar o título de eleitor Essa também é a data final para que pessoas transexuais ou travestis solicitam o uso do nome social no documento. Após esses dados, as operações podem ser feitas on-line pelo Autoatendimento do Eleitor .

Verifique os procedimentos em cada caso:

Alimento

O primeiro título do título pode ser divulgado na página Autoatendimento do Eleitor, por meio da opção “Tire seu título”. Para verificar a sua identidade, serão solicitados: uma selfie segurando um documento oficial com foto; imagens de frente e verso do mesmo documento; e um exemplo de residência (conta de água, luz, celular ou carnê de IPTU, por exemplo).

Vale ressurreição que, de acordo com o artigo 35 da Resolução T nº 23.659/2021, homens acima de 19 anos que ainda não tinham título de apresentar um comprovante de quitação do serviço militar para o alistamento.

Regularização

Antes de regularizar o título, consulte a sua situação eleitoral acessando o Autoatendimento do Eleitor. Clique em “Atendimento ao Eleitor” e, na lista que aparecerá, escolha a opção “Consulte a Situação do Título Eleitoral”. Aparecerá uma pequena tela, solicitando seus dados. Após preencher, clique em “Entrar”.

Caso irregular, vá até a página Quitação de Multas e papel a tela até o final para preencher a parte chamada “Consulta de débitos do eleitor”. Na sequência, clique em “Consultar”. Serão exibidos os seus débitos. Veja se prefere emitir a Guia de Recolhimento da União (GRU), que deve ser quitada no Banco do Brasil, ou se quer seguir pela opção “Pagar”. Ao escolher essa opção, você será direcionado para a página do PagTesouro e poderá optar pelo pagamento por Pix ou cartão de crédito.

Quem optar pelo pagamento com cartão de crédito será possível para o Mercado Pago redirecionar ou PicPay. Ao optar pelo Pix, será gerado um QR Code ou um código, que poderá ser usado para sair do débito.

Depois do pagamento (não é necessário enviar comprovante), é hora de regularizar a sua situação. Para isso, volte à página de Autoatendimento – Atendimento ao Eleitor e opte por “Regularizar seu título eleitoral cancelamento ou suspenso”. Clique em “Sim” para. Na página “Atendimento à distância pelo Título Net”, procure por “Iniciar seu atendimento à distância”, selecione o estado em que vive e todos os dados pessoais solicitados.

Será necessário uma selfie segurando um documento oficial com foto; imagens de frente e verso do mesmo documento; e um exemplo de residência (conta de água, luz, celular ou carnê de IPTU, por exemplo). 19 anos que ainda não tinham o título de apresentarão um comprovante de quitação do serviço militar para alistamento.

Transferência

A escolha do domicílio eleitoral também pode ser feita pelo Autoatendimento do Eleitor. Para pedir a Justiça, é residir na cidade há menos três meses, não ter precisado pelo menos nos 12 anteriores. A escolha do domicílio eleitoral também pode ser feita pelo Autoatendimento do Eleitor.

Para isso, basta acessar a página Atendimento ao Eleitor e clicar em “Atualize seu endereço”. Você será redirecionado para a página “Atendimento à distância pelo Título Net” para dar andamento à sua solicitação. Busque pelo link “Iniciar seu atendimento à distância” e siga todos os passos indicados pelo sistema.

Nome social

Pessoas transexuais ou travestis podem requerer o uso do nome social no título em apenas alguns instantes. É só acessar o menu Autoatendimento do Eleitor e clicar em “Inclua seu nome social”. O sistema redirecionará até a página “Atendimento à distância pelo Net Título”. Nesta página, basta clicar em “Iniciar seu atendimento à distância”, selecionar o estado em que mora e informações pessoais para dar dados ao pedido. A opção de inclusão do nome social aparecerá na segunda tela.

Acompanhamento

Qualquer que seja o seu requerimento, é preciso aguardar a análise dos dados recebidos pela Justiça Eleitoral. Para conferir o andamento do processo, acesse Acompanhar Requerimento.

e-Título

Após o processamento dos dados, se não houver pendência, é só baixar o aplicativo e-Título no celular ou tablet e usar a versão digital do documento, dispensando-se o título em papel. O download do app é gratuito e pode ser feito pelo Google Play e App Store. O aplicativo funciona tanto no sistema operacional Android quanto no iOS.

Biometria

É importante lembrar que a coleta de biometria está suspensa, conforme estabelecido pela Resolução nº 23.615/2020 e confirmada pela Resolução TSE nº 23.667/2021. Portanto, quem está com o título em dia e quer apenas cadastrar a biometria não precisa buscar atendimento por enquanto. Essas pessoas podem votar normalmente nas Eleições 2022.

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ANÁLISE POLÍTICA: O TUCANO E O JAVAPORCO, POR CAIO COPPOLLA

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira você vai assistir ao nosso mais eloquente e competente jornalista conservador contar uma fábula, a fábula do Tucano e o JavaPorco, que conta a trajetória de um dos mais emblemáticos políticos da fauna brasileira, um velho tucano, que conseguiu destruir sua reputação sua reputação num fim de carreira decadente e melancólico, iludido por um JavaPorco meliante e decadente também. Então assista ao vídeo completo a seguir e descubra quem são esses dois personagens da fauna brasileira.

 

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ANÁLISE POLÍTICA: JULGADORES JULGADOS, POR ALEXANDRE GARCIA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira o eminente jornalista Alexandre Garcia comenta sobre o requerimento do Senado solicitando respeitosamente para saber em que bases legais Alexandre de Moraes fundamenta o inquérito  que está conduzindo como relator. O famigerado inquérito do Fim do Mundo, assim denominado pelo ex Ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Melo. Por isso você não pode deixar de assistir o vídeo completo a seguir para entender esse embate que está acontecendo entre os poderes da federação.

Fonte:

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CPI DO MEC PERDE FORÇA APÓS RETIRADA DE ASSINATURAS DE SENADORES

 

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ANÁLISE POLÍTICA: CAIO COPPOLLA COMENTA SOBRE O DERRETIMENTO DO CAPITAL POLÍTICO DE LULA NAS PESQUISAS

Nesta edição da coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira o eloquente e competente Caio Coppolla comenta sobre a evolução das inúmeras pesquisas de opinião rumo às eleições de 2022 que a cada rodada os números do meliante e ex-presidiário Lula derretem mais e mais ao passo que os de Bolsonaro sobem e o fato da imprensa começar a admitir possível vitória da direita. Então você não pode deixar de assistir esse vídeo em hipótese alguma. 

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: CAMPANHA PROIBIDA, POR ALEXANDRE GARCIA

Segunda-feira é dia de Alexandre Garcia aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA com seus comentários muito pertinentes sobre política nacional e hoje comenta a censura sobre o livre debate eleitoral. Então fique ligado e assista ao vídeo completo a seguir para se atualizar e entender o que está acontecendo no centro da política nacional.  

Fonte:

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OPINIÃO: TODA UMA CLASSE DE ADVOGADOS EM TORNO DE SILVEIRA E CONTRA ALEXANDRE DE MORAES

Caro(a) leitor(a),

Na minha humilde OPINIÃO o caso Daniel Silveira é um dos maiores engodos da política nacional de todos os tempos. Algo tão bizarro e surreal que beira as raias da insanidade mental e não tem a menor condição de continuar acontecendo. Isso precisa acabar sob pena de transformarmos essa imberbe e frágil democracia numa anarquia, um certo tipo de regime político comandado pelo caos. Portanto não há que se pensar em como poderia ser o nosso país sendo comandado por um governante com esse tipo de ideologia, porque isso, simplesmente não funciona, mas a esquerda faz questão de insistir nesse modelo econômico e político falido, testado e reprovado em inúmeros países, tanto da América do Sul como no Leste Europeu. Então é de suma importância trabalharmos no sentido de combater essa estratégia. E também divulgarmos com vontade e para muita gente.

Mais de mil advogados se manifestam em defesa de Daniel Silveira, mas o desfecho do caso parece que já está definido

Foto: Reila Maria/Câmara dos DeputadosFoto: Reila Maria/Câmara dos Deputados

Os advogados publicaram manifesto na sexta-feira (1) em defesa do deputado federal Daniel Silveira, que há mais de ano cumpre medidas impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O magistrado o acusa de ameaçar as instituições democráticas e os integrantes da Corte Máxima do Brasil em virtude de vídeos publicados nas redes sociais.

O Movimento Advogados de Direita do Brasil afirma que o parlamentar sofre “perseguição política judicial e ideológica” em um inquérito “inconstitucional e ilegal” e acrescentam que até o advogado de defesa de Silveira, Paulo Faria, está sendo impedido de cumprir sua função porque o próprio STF toma medidas arbitrárias contra ele e o cliente.

“O senhor ministro do STF, relator do inquérito inconstitucional e ilegal instaurado como instrumento de perseguição política judicial e ideológica contra o deputado Daniel Silveira, revela inquestionável insubmissão à Constituição Federal do Brasil, às leis processuais penais aplicáveis, à imunidade constitucional de deputado federal, às prerrogativas do advogado de defesa, ao princípio acusatório, ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, tornando o deputado federal Daniel Silveira não somente um perseguido político, mas um prisioneiro político do ministro Alexandre de Moraes”, diz o Movimento em trecho do Manifesto.

“Numa época de instabilidade jurídica e política, cabe a nós, advogados, cumprirmos nosso papel constitucional em defesa daqueles que têm seus direitos individuais e garantias fundamentais violados”, completa o grupo.

De fato, a atitude de Moraes foi censurada pelo próprio ministro do Supremo, Kássio Nunes Marques. O magistrado argumentou que as medidas a que Silveira se submete são inconstitucionais.

“Vivemos em uma democracia, onde o estado de direito vige, não sendo, portanto, admitida a imposição de qualquer medida privativa e/ou restritiva de direito não prevista no ordenamento jurídico legal e sobretudo constitucional”, afirmou.

Porém, tudo indica, que esse movimento não terá efeito prático. O jornalista Guilherme Amado já antecipou o que irá acontecer:

“Os ministros do Supremo vêm conversando, desde o início de março, para julgar e condenar Silveira pelos crimes de coação, ameaça contra os ministros e incitação de animosidade entre as Forças Armadas e o STF. A pena também incluiria a cassação de seu mandato.”  Fonte: Jornal da Cidade Online

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ANÁLISE POLÍTICA: COPPOLLA DETONA COM MUITA O SHERIF ALEXANDRE DE MORAES NO EPISÓDIO DA TORNOZELEIRA DE SILVEIRA

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste domingo você vai assistir ao perspicaz e eloquente comentarista político Caio Coppolla tecer suas brilhantes observações sobre o episódio Moraes X Silveira em que o Sherif ordenou a Polícia Federal adentrar no Congresso Nacional e colocar a tornozeleira no tornozelo do parlamentar. Vale a pena ver Coppolla detonando com o energúmeno do Alexandre de Moraes. Tudo issi no Boletim 061 de 31/03/2022.

 

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SAIBA QUAIS OS SEIS GOVERNADORES E OS TRÊS PREFEITOS DE CAPITAIS QUE DEVEM DEIXAR OS CARGOS COM INTENÇÃO DE DISPUTAR OUTROS POSTOS NAS ELEIÇÕES

Saiba que governadores e prefeitos devem deixar os cargos para disputar as eleições

Mandatários têm até este sábado (2) para cumprir regra e ficar em condições de concorrer a outro cargo em outubro

Gabriela Ghiraldelli, Salma Freua

Bárbara Brambila, Giovanna Bronze , Giulia Alecrim

da CNN*

em São Paulo

João Doria (à frente) e Eduardo Leite disputaram as prévias para a definição do candidato a presidente do PSDBJoão Doria (à frente) e Eduardo Leite disputaram as prévias para a definição do candidato a presidente do PSDBReprodução

Ao menos seis governadores e três prefeitos de capitais devem deixar os cargos com a intenção de disputar outros postos nas eleições deste ano.

Quem exerce cargo público e pretende disputar outro posto em 2022 tem até este sábado (2) para cumprir a regra eleitoral e abandonar as funções.

Em São Paulo, João Doria (PSDB) deixou o comando do estado para tentar ser candidato a presidente. Ele venceu as prévias do partido em novembro, mas a formalização da candidatura ainda depende de negociações com outros partidos. O baixo desempenho nas pesquisas de intenção de voto é um aspecto desfavorável ao tucano.

O vice Rodrigo Garcia (PSDB) assume o governo paulista e deve ser candidato à reeleição.

Derrotado nas prévias do PSDB, Eduardo Leite deixou a função de governador do Rio Grande do Sul ainda sem definir a que cargo irá concorrer. Quem assume o comando do estado é o vice Ranolfo Vieira Júnior (PSDB).

Quatro governadores devem deixam os cargos no Nordeste

Renan Filho (MDB) deixa o governo de Alagoas para disputar o Senado. Como seu vice-governador, Luciano Barbosa (MDB), elegeu-se prefeito de Arapiraca (AL) nas eleições municipais de 2020, haverá eleição indireta na Assembleia Legislativa do estado para escolher um governador que ficará no cargo até o fim do ano.

Camilo Santana (PT) sai do governo do Ceará para disputar uma vaga no Senado. Quem assume o comando do estado é a vice-governadora Izolda Cela (PDT).

No Maranhão, Flávio Dino (PSB) também deixa de ser governador para concorrer ao Senado. Quem assume é o vice-governador Carlos Brandão (PSB).

Wellington Dias (PT), governador do Piauí, é outro que deixa o cargo para tentar uma vaga no Senado. Quem assume a administração estadual é a vice-governadora Regina Souza (PT).

Ainda no Nordeste, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), também pode sair do posto para concorrer ao Senado. Caso renuncie, quem assume é a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB).

Prefeitos na corrida eleitoral

Pelo menos três prefeitos de capitais também decidiram sair dos cargos para poder concorrer no pleito de outubro.

Alexandre Kalil (PSD) renunciou à prefeitura de Belo Horizonte em 25 de março para concorrer ao governo do estado. O vice-prefeito Fuad Noman (PSD) assumiu o comando da capital mineira.

Gean Loureiro (União Brasil) deixou na quinta-feira (31) a prefeitura de Florianópolis e deve disputar o governo do estado. Quem assume o comando da capital catarinense é o vice-prefeito Topázio Neto (sem partido).

Marquinhos Trad (PSD) deixa a prefeitura de Campo Grande e deve disputar o governo do estado. Quem assume a gestão do município é a vice-prefeita Adriane Lopes (Patriota).

Outros três prefeitos também podem deixar os cargos até este sábado.

Emanuel Pinheiro (MDB), prefeito de Cuiabá, é apontado como possível candidato ao governo do Mato Grosso.

Lorenzo Pazolini (Republicanos) avalia a possibilidade de deixar a prefeitura de Vitória. E Cinthia Ribeiro (PSB) estuda a opção de deixar a prefeitura de Palmas.

Prazos do calendário

A regra eleitoral tenta evitar que servidores se utilizem de seus cargos para influenciar econômica ou politicamente o pleito. Caso o político não se afaste devidamente de seu posto, ele é considerado inelegível.

Outro prazo importante do calendário eleitoral termina nesta sexta-feira (1º): é o da janela partidária, período em que os políticos podem trocar de partido.

Debate

CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

Continuar lendo SAIBA QUAIS OS SEIS GOVERNADORES E OS TRÊS PREFEITOS DE CAPITAIS QUE DEVEM DEIXAR OS CARGOS COM INTENÇÃO DE DISPUTAR OUTROS POSTOS NAS ELEIÇÕES

PONTO DE VISTA: DEMOROU, MAS ALGUÉM RESOLVEU PEITAR O MACABRO ALEXANDRE DE MORAES

Caro(a) leitor(a),

Estou com Deputado Daniel Silveira e não abro nem para um trem! Alguém precisa peitar e parar o insano e endiabrado Alexandre de Moraes, que está rasgando a Constituição e desonrando o STF todos os dias com atitudes truculentas e ditatoriais. Alguém que não tem a mínima  condição de sentar numa cadeira do Supremo. Não apenas por incapacidade intelectual ou falta de saber jurídico, mas por insanidade mental. Sim! Alguém que faz as coisas que ele faz não pode estar nas gozando de boa saúde mental, pois são atitudes bizarras e surreais. O Deputado Daniel Silveira resolveu chutar o pau da barraca e está desafiando o insano magistrado, colocando as duas casas legislativas numa tremenda saia justa ao ameaçar morar dentro do Congresso Nacional, num ato de protesto, até que o plenário decida sobre a sua situação. Eu aplaudo a atitude do Deputado e acho que todos os brasileiros de bem deveriam fazer o mesmo se manifestando de alguma forma, pois esta é uma oportunidade única de conseguirmos finalmente um Impeachment de um membro do STF. Portanto meus caros vamos compartilhar essa publicação em apoio ao Deputado Daniel Silveira para conquistarmos a nossa liberdade que está a cada dia mais cerceada sob a égide dessa formação atual do STF e com o risco de ficar cada vez pior caso o PT vença as próximas eleições.

URGENTE: Daniel Silveira desafia Moraes, descumpre ordem e diz que vai “morar” na Câmara (veja o vídeo)

Alexandre de Moraes e Daniel Silveira - Foto: ReproduçãoAlexandre de Moraes e Daniel Silveira – Foto: Reprodução

O deputado federal Daniel Silveira acaba de fazer um anuncio bombástico…

O parlamentar afirmou que vai morar na Câmara dos Deputados.

Segundo ele, o ato é um protesto contra novas medidas autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra ele.

Moraes ordenou que Daniel Silveira voltar a usar tornozeleira eletrônica.

“Isso é um protesto!

Eu quero ficar aqui até que a Casa cumpra seu papel de derrubar a medida cautelar que está ilegal, em desconformidade com a Constituição e a ADI 5526″, disse Silveira ao ser questionado pela coluna sobre o motivo de se mudar para a Câmara.

No plenário da Câmara, Silveira soltou o verbo:

Em entrevista à Jovem Pan, o deputado contou tudo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CONHEÇA A POLÍTICA DE PREÇO DA GASOLINA NO PAÍS MAIS RICO DO MUNDO

Quanto custa a gasolina no país mais rico do mundo? Conheça a vida no Qatar, sede da Copa

Uma alta receita do petróleo e um governo ditatorial criam estruturas de preço muito diferentes das dos países ocidentais

O aumento dos combustíveis por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia é um fenômeno global. No Brasil, há uma semana, a Petrobras elevou o preço da gasolina em 18,8% e o do diesel em 24,9%, causando indignação geral. Outros países também estão registrando fortes elevações: nos Estados Unidos, o galão da gasolina (o equivalente a 3,79 litros) subiu 51% desde março do ano passado e está custando US$ 4,32 dólar (R$ 22,18 pelo câmbio desta quarta-feira, 16 de março).

Mas a situação é um pouco diferente no Qatar, o país mais rico do mundo, que vai sediar neste ano a Copa do Mundo de futebol. A produção de petróleo e gás responde por cerca de 60% do PIB (Produto Interno Bruto). Com esse tesouro em forma de combustível, a renda per capita é de cerca de US$ 130 mil (R$ 667,4 mil) por ano ou US$ 10,8 mil (R$ 55,4 mil) por mês, segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional). O litro da gasolina está custando hoje 2,10 riais do Qatar, ou R$ 2,94. Considerando essa renda per capita, praticamente de graça.

A cotação da moeda local, o rial, nem é muito absurda em relação ao brasileiro real (1 para 1,4), mas tanta riqueza cria, na economia, uma estrutura de preços de produtos e serviços totalmente diferente daquela à qual estamos acostumados. O combustível é super barato, mas as bebidas, caríssimas. Uma escova simples num cabeleireir fica em 250 rials (R$ 350), mas roupas na rede de fast fashion MNG custam o mesmo, em reais, do que na Zara, no Brasil. Depois de visitar o país em dezembro passado para conhecer os preparativos para a Copa, queria dar uma sugestão ao governo. Na área de desembarque do aeroporto, deveria haver uma faixa para recepcionar os turistas parafraseando Dante Alighieri na Divina Comédia: “Vós que entrais, abandonai… TODA E QUALQUER REFERÊNCIA DE PREÇO“, porque no país a lógica do dinheiro é diferente.

.Saiba como funcionam os ganhos e gastos no país da Copa:

  • O Qatar precisa atrair muita mão de obra estrangeira para todos os setores. Dos seus cerca de três milhões de habitantes, 80% são estrangeiros – indianos, paquistaneses, filipinos, birmaneses. Só é possível entrar no país para trabalhar com um convite do empregador e vaga garantida. Os patrões são responsáveis por pagar o alojamento dos funcionário de todos os escalões, então até constroem prédios de quatro ou cinco andares em bairros mais afastados do centro da capital Doha para hospedar seus funcionários. Uma vaga em quarto compartilhado em um dos predinhos custa cerca de 250 rials (R$ 350,50) para o contratante; um apartamento mobiliado de 90 metros quadrados com dois quartos e dois banheiros em um bairro central de Doha custa 6.500 rials (R$ 9.090) por mês. Se não tiver um prédio próprio, o empregador é obrigado a pagar uma ajuda de custo para hospedagem de 500 rials (R$ 599).
  • Caso o profissional queira se instalar definitivamente em Doha, vai pagar até 2 milhões de rials (R$ 2,8 milhões) por um apartamento do mesmo perfil. Para pegar um financiamento, os juros são de 5% ao ano. (Dependendo da modalidade, os juros da Caixa, no Brasil, podem chegar a 10,75%.) Ter casa própria no Qatar vem com um bônus: quem compra um imóvel no país ganha a cidadania qatari. Presenteada com um apartamento no bairro mais luxuoso de Doha pelo seu então marido, o bilionário Wissam Al Mana, a cantora americana Janet Jackson recebeu a cidadania. O casamento dos dois terminou em 2017, cinco meses depois de ter começado. Não se sabe se ela renunciou à cidadania qatari.
  • Monarquia absolutista, o Qatar é governado por um ditador, o emir Tamim bin Hamad Al Thani, que herdou o trono de seu pai. Thani é também o dono do clube de futebol Paris Saint Germain, onde joga o brasileiro Neymar. Seu governo subsidia parte das despesas com energia elétrica, gás e água dos cidadãos. Um plano pós-pago de telefone celular da Vodafone ou da operadora local, a Ooredoo, varia de 100 rials (R$ 139,80) a 500 rials (R$ 699).
  • O governo também dá de presente para todos os qataris que se casam um lote para que construam sua casa e comecem uma família.
  • salário mínimo no Qatar é de 1.000 rials (R$ 1.398), não muito diferente do Brasil. Foi instituído em março de 2021 em resposta às críticas da comunidade mundial às condições de trabalho de profissionais menos qualificados, como pedreiros. Os relatos de utilização de mão de obra escrava nas obras dos 11 estádios que receberão jogos da Copa também fizeram a Fifa pressionar por melhorias. Calcula-se que 6.500 operários tenham morrido nas obras.
  • Um professor ganha, em média, 15.000 rials (R$ 20.970) por mês. Um médico, de 35.000 rials (R$ 48.900) a 40.000 rials (R$ 55.920) por mês.
  • O patrão também é responsável por bancar a alimentação dos funcionários. Caso não tenha um refeitório, precisa pagar uma ajuda de custo de 300 rials (R$ 419,40).
  • Os cidadãos qataris usufruem de um sistema público de saúde, grátis. Recentemente, uma lei proibiu o acesso ao sistema para os estrangeiros, que precisam contratar um plano de saúde. Quem paga? Claro, o patrão.
  • A passagem de ônibus metropolitana em Doha custa de 3 rials (R$ 4,19) a 10 rials (R$ 13,98).
  • Como o país não produz quase nada de alimentos, os supermercados são abastecidos com importações. Mesmo com a recente disparada da inflação no Brasil, os preços assustam: 1 litro de leite custa 7 rials (R$ 9,79) e uma dúzia de ovos, 15 qataris (R$ 20,97).
  • Nos restaurantes, há opções para todos os bolsos. Um McLanche Feliz no McDonald’s fica em 25 qataris (R$ 34,95). Um jantar para dois em um restaurante fino não sai por menos de 400 qataris (R$ 559,20).
  • As bebidas são caras. Um capuccino vai de 15 rials (R$ 20,97) a 25 rials (R$ 34,95). Uma caneca de cerveja em um bar fica em 50 rials (R$ 69,90), enquanto uma garrafa comprada no supermercado custa 30 rials (R$ 41,94).
  • A cereja do bolo? O Qatar não cobra impostos sobre vendas, como o ICMS, nem sobre propriedades, nem imposto de renda.

Vale a pena ($$$) conhecer? Com toda certeza.

(A jornalista viajou ao Qatar a convite do grupo de turismo Águia, que comercializa pacotes de viagem e tem a exclusividade das vendas, no Brasil, dos camarotes nos estádios da Copa.)

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ANÁLISE POLÍTICA: MILAGRE BRASILEIRO, POR ALEXANDRE GARCIA

Nesta segunda-feira comece a semana se atualizando com o nosso Alexandre Garcia que comenta sobre o desempenho da economia brasileira no ano de 2021, depois que saíram os números do PIB e dos diversos setores de atividade econômica. Um saldo positivo na sua visão onde ele detalha. Então assista ao vídeo completo a seguir.

Fonte:

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OPINIÃO: LULA APOSTA NA CARA DE PAU PARA ATURDIR E CONVENCER O POVO BRASILEIRO

Caro(a) leitor(a),

Muitas vezes eu penso que estou tendo um pesadelo terrível e interminável, pois o que estamos vivendo na política brasileira é algo surreal e bizarro. As duas coisas ao mesmo tempo. Não consigo entender como um meliante notório, condenado há mais de 20 anos de cadeia, que já foram comprovados todos os seus crimes. Alguém que ao se fazer uma consulta no google sobre quem é o maior ladrão do mundo ele é o primeiro a aparecer em vários sites e deveria estar na cadeia cumprindo pena pelos seus crimes está na corrida eleitoral para presidente outra vez. Com se não bastasse, o meliante, vem vociferando ideias marxistas a torto e a direito, para quem quiser ouvir, tais como: regulação da imprensa e agora colocar o MTST para governar o país junto com ele. O cara joga com o blefe o tempo todo e está conseguindo enganar muita gente novamente, pois conta com a imprensa marrom ao seu lado para ajudar a espalhar todo tipo de fake news, pelos quatro cantos do país.

Vozes conscientes precisam se exaltar e desmistificar tudo o que vem sendo plantado pela esquerda nesse país e no mundo, pois a situação é bem parecida nos outros países do ocidente. Por isso, você que está lendo essa publicação não pode se omitir de divulgar esse conteúdo para o máximo de pessoas possíveis. 

09/03/2022 22:26
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Lula diz que MTST será protagonista em eventual novo governo do PT

Por Gazeta do Povo

Ex-presidente Lula.Ex-presidente Lula.| Foto: Ricardo Stuckert/PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) não será “coadjuvante” em um eventual novo governo petista. Lula divulgou um vídeo direcionado ao grupo, liderado por Guilherme Boulos (Psol), pois o movimento decidiu apoiá-lo nas eleições presidenciais de 2022. No vídeo, o ex-presidente agradeceu o MTST pelo apoio e reforçou compromissos com pautas voltadas a programas de habitação.

“Se a gente voltar a governar esse país não pense que vai ter moleza não. Nós vamos nos encontrar muitas vezes. Para discutir a qualidade da casa, como gerenciar essas casas, e vocês irão assumir responsabilidades”, disse Lula. “Nós vamos voltar e vamos mudar este país e vocês não serão apenas coadjuvantes. Serão sujeitos da história, porque vão ter que ajudar a construir programa, ajudar a conquistar e a governar”, ressaltou.

“Eu conversei com o companheiro Boulos sobre a situação que estamos fazendo agora. Muitos projetos de casas foram abandonados. O Minha Casa Minha Vida parou”, apontou o petista. O Psol discute o apoio ao PT nas eleições presidenciais deste ano, mas os partidos ainda têm divergências. Boulos é pré-candidato ao governo de São Paulo, mas os petistas insistem na candidatura de Fernando Haddad no estado.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/breves/lula-diz-que-mtst-sera-protagonista-em-eventual-novo-governo-do-pt/
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Fonte: Gazeta do Povo

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PONTO DE VISTA: A FARÇA LULA/ALCKMIN É A ÚLTIMA CARTADA DE DUAS RAPOSAS VELHAS EM FIM DE CARREIRA

Caro(a) leitor(a),

O atual jogo político nacional de dar náuseas até em urubu. É tão repugnante e asqueroso que tenho passado um período ausente dos meus comentários aqui na coluna PONTO DE VISTA. Comentar sobre uma provável união entre dois dinossauros da política, adversários de longa data, com ideias antagônicas desde sempre, é simplesmente nauseante. Infelizmente, para mim, se faz necessário manter esse espaço ativo, pois se abrirmos a guarda o inimigo cresce e toma todo o espaço.

Eu não sou daqueles que acredita que inimigos não possam fazer acordos em prol de um bem comum, nem que as pessoas não mudam. Sim, as pessoas mudam o tempo todo, pois no universo nada está parado e tudo vibra o tempo todo. Entretanto, na política e principalmente na nossa política mudanças de consciência é a coisa mais improvável que possa existir. Qualquer criança sabe que essa propensa união entre Lula e Alkmin é a maior farsa que já existiu nessa jovem república. Do lado de Lula porque ele já vendeu a alma ao diabo há muito tempo e isso é público e notório. A história desse meliante já foi contada em verso e prosa e sua face mais negra já foi exposta à sociedade. Do lado de Alkimin está muito claro que saiu muito magoado do PSDB e que isso é única exclusivamente vingança. É a sua última cartada, uma aposta muito alta, que se der certo o fará ressurgir das cinzas tal qual a Fênix. Mas se der errado será a sua sepultura no que tange a carreira política.

É meus amigos, o jogo é alto e a briga é de cachorro grande. A fogueira das vaidades está a pleno vapor e pode acabar transformando em cinzas muitas raposas velhas da política que já não têm mais nada a perder.

PT inicia preparação para lançar chapa Lula-Alckmin

Aliança entre os dois políticos têm repercutido nas redes sociais.

Reprodução

O que antes eram rumores, agora é oficial.

Conforme antecipou o Conexão Política, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deu sinal verde para se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

O aceno é resultado de uma série de negociações para o ex-tucano ser o vice na chapa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Agora, diante do ‘sim’, o Partido dos Trabalhadores já prepara o lançamento da chapa para o fim de março — ou, no máximo, início de abril, segundo Daniela Lima, da CNN Brasil.

Mais siglas

Por outro lado, tentando aproximação, alguns partidos tentam puxar Alckmin para suas legendas, a exemplo do Solidaridade.

O fato de o ex-tucano ter acenado, apenas, mas ainda não se filiado ao PSB, tem feito com que líderes partidários entrem na disputa para consolidar o eventual vice de Lula em outro local.

Fonte: Conexão Política

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PEDIDO DE CASSAÇÃO DO DEPUTADO ARTHUR DO VAL FOI PROTOCOLADO NESTE DOMINGO NO CONSELHO DE ÉTICA DA ALESP

Pedido para cassar Arthur do Val reúne parlamentares de 5 partidos

Representação leva 15 assinaturas de parlamentares de cinco partidos diferentes, tanto à esquerda quanto à direita do espectro político

Iuri Pitta

da CNN

 

Um pedido de cassação do deputado estadual Arthur do Val (Podemos) por ter dito que refugiadas ucranianas “são fáceis porque são pobres” foi protocolado neste domingo, no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A representação leva 15 assinaturas de parlamentares de cinco partidos diferentes, tanto à esquerda quanto à direita do espectro político.

“As declarações são graves em qualquer contexto, em qualquer país e fosse no Brasil, poderiam ser enquadradas em crimes de assédio sexual pela lei brasileira – definido no artigo 216-A do Código Penal como ‘constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função’”, afirmam os deputados e deputadas estaduais na representação.

“A sordidez dos áudios é ainda mais revoltante quando contextualizada no momento vivido pela Ucrânia e seu povo, em meio a um conflito armado, que fragiliza e vulnerabiliza suas mulheres, suas famílias e todo o seu povo.”

Arthur do Val postou um pedido de desculpas no sábado e, ao retornar ao Brasil, alegou que as afirmações se tratavam de “empolgação” sobre as mulheres ucraniana. Ele também retirou a pré-candidatura ao governo de São Paulo e enfrenta processo disciplinar no Podemos.

Leia a íntegra da representação suprapartidária

EXCELENTÍSSIMA SENHORA PRESIDENTE DO CONSELHO DE ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVADO ESTADO DE SÃO PAULO

URGENTE

Apurar cometimento de ato de quebra de decoro parlamentar do Exmo. Sr. Arthur do Val, Deputado Estadual, com pedido sanção de cassação de mandato em decorrência de suas falas sexistas e misóginas contra as mulheres ucranianas, com especial ênfase a situação de vulnerabilidade em que se encontram devido ao conflito armado que ali ocorre.

CARLOS GIANAZZI (PSOL); DR. JORGE DO CARMO (PT); EMÍDIO DE SOUZA (PT); GIL DINIZ (PL); JOSÉ AMÉRICO (PT); LECI BRANDÃO (PCdoB); LUIZ FERNANDO T. FERREIRA (PT); MÁRCIA LIA (PT); MAURICI(PT); MÔNICA DA MANDATA ATIVISTA (PSOL); PATRÍCIA BEZERRA (PSDB); PAULO FIORILO(PT); PROFESSORA BEBEL (PT); RICARDO MADALENA (PL) e TEONÍLIO BARBA (PT); todos Deputados e Deputadas Estaduais com assento na Assembleia Legislativa de São Paulo, vem à presença de Vossas Excelências, com base nos artigos 2º, III, 5º, I e III, e 17 do Código de Ética e Decoro Parlamentar desta Assembleia Legislativa, e no artigo 16, II, da Constituição do Estado de São Paulo , vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência apresentar REPRESENTAÇÃO PARA ABERTURA DE PROCESSO DISCIPLINAR POR QUEBRA DE DECORO PARLAMENTAR em face do Exmo. Sr. ARTHUR DO VAL, (Podemos), com gabinete de número 356/3º, nesta Assembleia Legislativa, telefones (11)3886-6048 /6049, e-mail: ass.arthurdoval@gmail.com, por práticas incompatíveis com o exercício do mandato parlamentar, em decorrência de suas falas sexistas e misóginas contra as mulheres ucranianas, com especial ênfase à situação de vulnerabilidade em que se encontram, devido ao conflito armado que ali ocorre.

I- DOS FATOS DENUNCIADOS
No dia 04 de março de 2022, foi noticiado pela imprensa o vazamento de um áudio enviado em um grupo de WhatsApp, pelo Deputado Arthur do Val, que estava em viagem na Ucrânia, durante a guerra que lá ocorre desde o dia 24/02/22, conforme transcrevemos in verbis:

“(…) mano, só vou falar uma coisa pra vcs, acabei de cruzar a pé a fronteira da Ucrânia com a Eslováquia e maluco, eu juro, eu nunca vi nada na minha vida, eu tenho 35 anos e nunca vi nada parecido em termos de menina bonita. A fila das refugiadas, irmão, imagina, sem lá, to sem palavras, uma fila de 200m ou mais e só deusa, só deusa, só deusa, é sem noção, é uma coisa inacreditável, é um bagulho assim fora de sério. Se você pegar a fila da melhor balada do Brasil, na melhor época do ano, não chega aos pés da fila dos refugiados aqui. Eu to mal, cara, to triste porque é inacreditável. E detalhe, elas olham e vou te dizer elas são fáceis porque são pobres e vou te dizer, a minha carta do Instagram, cheio de inscritos, funciona demais, depois eu conto a história, não peguei ninguém mas colei em umas minas, em dois grupos de minas. Essas minas em São Paulo umas minas dessas se você falar Bom dia elas vão cuspir na sua cara e aqui elas são super simpáticas, super gente boa, é inacreditável. To mal, to mal. Acabei de passar e em 04 barreiras alfandegárias, são duas casinhas em casa pais e eu juro pra vcs, eu contei, são 12 policiais deusas, mas deusas, assim, você casa e faz tudo o que ela quiser. To mal, não tenho palavras para me expressar. 04 dessas minas, assim, eram assim, você, tipo, se ela cagar v você limpa o cu delas com a língua, inacreditável, cara. Assim que essa guerra passar eu vou voltar pra lá. Assim, elas são “Gold Diggers” que chama. Eu tenho um amigo, Renan, ele faz uma todos os anos, nos últimos 03 anos ele não fez que chama “Tour The Blonde” ele viaja países só pra pegar loiras, mas ele tem técnicas, já está avançado. Pra começar, ele fala sueco. Ele é viciado nisso. E ele me deu umas dicas, pra começar você nunca pode ir pras cidades litorâneas, você nunca pode ir pras cidades que tem as melhores baladas, tem que ir pras cidades normais, porque aí, você pega as minas assim, você não pega ela na balada, não pega ela na praia, você pega ela no mercado, vc pega ela na padaria, que nem a recepcionista do hotel que deu em cima de mim aqui, meu Deus, pensei não é possível que isso ta acontecendo, é mentira, é um filme isso, não é possível e é isso. E essas cidades mais pobres são as melhores, é realmente outro mundo. Eu tenho 35 anos e nunca vivi isso. E não peguei ninguém aqui, não peguei ninguém, mas só a sensação de saber o que eu poderia fazer, de sentir como alguém, enfim já sabem, né, já estou comprando minha passagem para o Leste Europeu ano que vem assim que chegar em São Paulo.”

Termos como “as mulheres (ucranianas) são fáceis porque são pobres” é apenas uma das frases absurdas proferidas pelo parlamentar Arthur do Val. Trouxemos a transcrição do áudio com o intuito não de simplesmente reproduzir gratuitamente tal conversa repleta de machismos, sexismos, misoginias e outros preconceitos que estão arraigados em homens que defendem um ideário de submissão das mulheres, grupo ao qual o Exmo. Deputado Arthur do Val parece fazer parte.

A textualização das frases humilhantes e despropositadas proferidas pelo Deputado Arthur do Val, tem aqui, o intuito de demonstrar cabalmente a virulência dessa fala, dirigida a mulheres que se encontram em uma situação de vulnerabilidade, em meio a um conflito armado de proporções históricas.

A atitude do Deputado Arthur do Val, além de inoportuna e incompatível com o decoro parlamentar, foi ultrajante não só para as mulheres ucranianas, que tiveram suas vidas destruídas por um conflito que não deram causa, mas acabou por ferir todas as mulheres do mundo, pois dignidade e respeito são conceitos universais.

Na condição de Deputados e Deputadas Estaduais, queremos registrar perante este Conselho de Ética e Decoro Parlamentar nosso repúdio ao teor sexista, misógino, indigno e violento dos áudios do Deputado Estadual Artur do Val, que se traduz em grave violência de gênero praticada contra mulheres ucranianas e contra todas as mulheres do Brasil e do mundo, por consequência.

As declarações são graves em qualquer contexto, em qualquer país e fosse no Brasil, poderiam ser enquadradas em crimes de assédio sexual pela lei brasileira – definido no artigo 216-A do Código Penal como “constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função”.

A sordidez dos áudios é ainda mais revoltante quando contextualizada no momento vivido pela Ucrânia e seu povo, em meio a um conflito armado, que fragiliza e vulnerabiliza suas mulheres, suas famílias e todo o seu povo.

Apresentar desculpas e alegar que se trata de uma conversa privada em nada escusa o conteúdo degradante das falas do Deputado que, como parlamentar eleito, deve, a todo momento, prezar pela garantia dos direitos dos cidadãos, não só daqueles que lhe depositaram o voto de confiança para compor o Parlamento paulista, mas prezar também pela garantia e dignidade de todos, principalmente de uma população já tão agredida por um conflito violento e repentino.

Neste sentido, apresentamos esta representação contra o Deputado Arthur do Val neste Conselho de Ética da Assembleia de São Paulo, por quebra de decoro parlamentar.

A vociferação agressiva do Deputado Arthur do Val contra as mulheres, em especial as mulheres ucranianas e do leste europeu, em muito extrapola o seu direito de expressão como Deputado Estadual e, desta forma, excede o manto da sua imunidade parlamentar, o que caracteriza a quebra de decoro parlamentar, como passamos a demonstrar.

II – DA QUEBRA DE DECORO PARLAMENTAR
A perda do mandato parlamentar pelo processo de cassação se dá quando o parlamentar incorre em falta funcional, a ser punida por essa sanção. Ou seja, praticando atos que sejam considerados incompatíveis com o exercício da função legislativa. Vias de regra, isso ocorre pelo descumprimento das seguintes vedações: (i) por meio das incompatibilidades parlamentares (art. 55, I, CF); (ii) pela quebra de decoro parlamentar (art. 55, II, CF)e (iii) pela condenação criminal transitada em julgado (art. 55, IV, CF).

A primeira questão a ser enfrentada nesta hipótese é justamente o enquadramento conceitual de decoro parlamentar. Segundo o atual Glossário de Termos Legislativos do Senado Federal, decoro parlamentar são “princípios éticos e normas de conduta que orientam o comportamento do parlamentar no exercício de seu mandato e que dispõem sobre o processo disciplinar respectivo”

A Constituição de 1988 seguiu essa mesma tendência de uma hermenêutica mais ampla ao tema, definindo no §1º do art. 55, como sendo incompatível com o decoro parlamentar “além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas”. Brevemente, analisaremos cada uma das hipóteses previstas para a quebra de decoro parlamentar.

A primeira hipótese para a quebra de decoro parlamentar prevista são os casos definidos pelo Regimento Interno de cada casa parlamentar. A Constituição Federal não esgota o tema em um rol taxativo de hipóteses, deixando a norma complementar sob responsabilidade da Casa Legislativa, que deverá prever as hipóteses em seu Regimento Interno.

A próxima hipótese para quebra de decoro parlamentar é o abuso das prerrogativas parlamentares, também chamadas de imunidades parlamentares. As imunidades parlamentares aqui mencionadas não devem ser consideradas meras vantagens atribuídas à autoridade parlamentar, mas sim a própria garantia da separação das funções estatais por meio do mecanismo de “check andbalances” (os freios e contrapesos). Para Alexandre de Morais, as imunidades parlamentares integram o sistema democrático:

Na independência harmônica que rege o princípio da Separação de Poderes, as imunidades parlamentares são instrumentos de vital importância, visto buscarem, prioritariamente, a proteção dos parlamentares, no exercício de suas funções, contra os abusos e pressões dos demais poderes, constituindo-se, pois, um direito instrumental de garantia de liberdade de opiniões, palavras e votos dos membros do Poder Legislativo, bem como de sua proteção contra prisões arbitrárias e processos temerários.

Aqui, faz-se necessário, previamente, salientar que tais prerrogativas encontram-se expostas no art. 53 da Carta Magna, como veremos:

Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001)

§ 1º Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001).

De maneira sintética, podemos dividir as imunidades em formais e materiais.

As imunidades formais são “as garantias que dizem respeito à prisão do parlamentar e aos processos judiciais a que ele poderá se sujeitar. São, portanto, prerrogativas conferidas pela Constituição, aos parlamentares, quanto à prisão ou aos processos judiciais propostos em face deles. Dessa forma, em sentido lato, a imunidade formal abrange o direito a não ser preso, salvo circunstâncias expressamente previstas no texto constitucional”.

Para Alexandre de Morais, “a imunidade formal é o instituto que garante ao parlamentar a impossibilidade de ser ou permanecer preso ou, ainda, a possibilidade de sustação do andamento da ação penal por crimes praticados após a diplomação”.

Já as imunidades materiais, também conhecidas como reais ou substantivas, “consistem na inviolabilidade penal e civil dos deputados e senadores por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. Discute-se se tal prerrogativa abrangeria também a esfera administrativa. Nesse ponto, apesar de o referido dispositivo constitucional fazer referência especificamente às esferas cível e penal, consideramos que a abrangência dessa imunidade é mais ampla”. Em termos penais, podem equivaler a causas de atipicidade da norma penal, bem como tem o condão de alterar a competência do foro onde tramitará a ação penal, o conhecido “foro por prerrogativa de função”.

Segue nos demostrando Alexandre de Morais:
A imunidade material implica subtração da responsabilidade penal, civil, disciplinar ou política do parlamentar por suas opiniões, palavras e votos. Nas suas opiniões, palavras ou votos, jamais se poderá identificar, por parte do parlamentar, qualquer dos chamados crimes de opinião ou crimes da palavra, como os crimes contra a honra, incitamento ao crime, apologia de criminosos, vilipêndio oral a culto religioso etc., pois a imunidade material exclui o crime nos casos admitido; o fato típico deixa de constituir crime, porque a norma constitucional afasta, para a hipótese, a incidência da norma penal.
O tratamento dado às imunidades parlamentares gera bastante controvérsia doutrinária, pois em hipótese alguma podemos ter nessas prerrogativas verdadeiras cartas brancas para a impunidade.

Uma crítica veemente é feita por Fernanda Dias Menezes de Almeida, como veremos:
Em geral, a inviolabilidade é lembrada mais como uma excludente de criminalidade – o que, aliás, explica a razão pela qual não é possível processar criminalmente o Deputado ou Senador, mesmo após o término do mandato, por pronunciamento que tenha feito durante o mandato. (…)

Mas, o fato é que a imunidade material gera, na verdade, a irresponsabilidade jurídica ampla, tanto civil como criminal, do congressista. Exclui o ilícito, tanto civil como criminal, que eventualmente possa estar presente nos seus pronunciamentos ligados à função parlamentar, de modo a garantir-lhe a mais ampla liberdade de expressão e de pensamento. Assim é que, por exemplo, não cabe indenização por danos morais contra parlamentar em virtude de opiniões externadas no exercício de suas funções.

Desta forma, o texto constitucional deixa sob responsabilidade do Regimento Interno das casas congressuais a estipulação de rol de hipóteses que caracterizem a quebra de decoro parlamentar, de maneira exemplificativa.

Por fim, vale lembrar que este tema também é disciplinado pelo Código de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, instituído pela Resolução nº 766, de 16 de dezembro de 1994.

As medidas disciplinares por infrações parlamentares estão previstas no artigo 7º do referido diploma normativo, dentre elas estão a perda temporária do exercício do mandato e a perda do mandato (art. 7º, III e IV).

Serão punidas com a perda do mandato: (i) a infração de qualquer das proibições constitucionais referidas no artigo 3º (Constituição Federal, artigo 54, e Constituição Estadual, artigo 15); (ii) – A prática de qualquer dos atos contrários à ética e ao decoro parlamentar capitulados nos artigos 4º e 5º (Constituição Federal, artigo 55, e Constituição Estadual, artigo 16); e (iii) A infração do disposto nos incisos III, IV, V e VI do artigo 55 da Constituição Federal e do artigo 16 da Constituição Estadual (art. 11).

Um deputado não pode usar de sua imunidade parlamentar para cometer excessos e crimes. As imunidades parlamentares são mecanismos para garantir o livre exercício do mandato e não um instrumento de impunidade de crimes dos mais diversos. A liberdade de fala não deve-se constituir em liberdade de ofensas a honra de pessoas e instituições. O abuso das prerrogativas parlamentares deve ser punido de forma severa.

Oferecida representação contra Deputado por ato de quebra de decoro parlamentar, sujeito à sanção aplicável pelo Plenário da Assembleia Legislativa, será ela inicialmente encaminhada pela Mesa, ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, ressalvadas as hipóteses do artigo 17, quando o processo tem origem no próprio Conselho (art. 14).

III – DO PEDIDO
Considerando que tais fatos podem caracterizar atos de quebra de decoro parlamentar por afronta aos princípios constitucionais e regimentais, REQUER-SE a este Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo:

1- O RECEBIMENTO desta REPRESENTAÇÃO nos termos do Regimento Interno e;

2- A instauração de PROCESSO DISCIPLINAR para a IMEDIATA AVERIGUAÇÃO do cometimento de ato de quebra de decoro parlamentar do Deputado Arthur do Val em decorrência de suas falas sexistas e misóginas contra as mulheres ucranianas, com especial ênfase a situação de vulnerabilidade em que se encontram devido ao conflito armado que ali ocorre.

3- A aplicação da pena de PERDA DO MANDATO PARLAMENTAR, nos termos do Artigo 55, II, da Constituição Federal, Artigo 16, II da Constituição Estadual e Artigo 11, II do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Estamos confiantes que o Parlamento será ágil para analisar e punir este parlamentar que desonrou o Legislativo, nosso País, as mulheres ucranianas e todas as mulheres ofendidas pelas declarações. Assediar mulheres é crime. Assediar mulheres refugiadas é vergonhoso.

Termos em que pede deferimento,
São Paulo, 07 de março de 2022

Véspera do Dia Internacional de Luta das Mulheres.
ASSINAM OS DEPUTADOS E DEPUTADAS ABAIXO SUBSCRITOS
1- CARLOS GIANAZZI (PSOL);
2- DR. JORGE DO CARMO (PT);
3- EMÍDIO DE SOUZA (PT);
4- GIL DINIZ (PL);
5- JOSÉ AMÉRICO (PT);
6- LECI BRANDÃO (PCdoB);
7- LUIZ FERNANDO T. FERREIRA (PT);
8- MÁRCIA LIA (PT);
9- MAURICI (PT);
10- MÔNICA DA MANDATA ATIVISTA (PSOL);
11- PATRÍCIA BEZERRA (PSDB);
12- PAULO FIORILO (PT);
13- PROFESSORA BEBEL (PT);
14- RICARDO MADALENA (PL)
15- TEONÍLIO BARBA (PT)

Continuar lendo PEDIDO DE CASSAÇÃO DO DEPUTADO ARTHUR DO VAL FOI PROTOCOLADO NESTE DOMINGO NO CONSELHO DE ÉTICA DA ALESP

GOVERNO DINAMARQUÊS QUER ADERIR A POLÍTICA DE DEFESA DA UNIÃO EUROPEIA E ORGANIZAR REFERENDO NACIONAL SOBRE A QUESTÃO

Dinamarca anuncia referendo para se unir à política de defesa europeia

A primeira-ministra Mette Frederiksen também expressou seu desejo de tornar o país ‘independente do gás russo’

INTERNACIONAL

 por AFP

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen

MARTIN SYLVES / RITZAU SCANPIX VIA REUTERS – 30.3.2020

Diante das tensões com a Rússia, o governo dinamarquês quer aderir à política de defesa da União Europeia (UE) e organizará um referendo nacional sobre a questão em 1º de junho, anunciou neste domingo (6) a primeira-ministra Mette Frederiksen.

Durante uma entrevista coletiva, a chefe de governo da Dinamarca instou “veementemente” os dinamarqueses a anular a disposição que mantém o país escandinavo — membro da Otan — à margem da política da União Europeia em matéria militar.

A premiê também se comprometeu a aumentar os gastos com defesa nos próximos anos, para alcançar a meta da Otan (2% do PIB) até 2033.

A líder social-democrata também expressou seu desejo de tornar a Dinamarca “independente do gás russo”, mas não especificou como nem apresentou nenhum calendário.

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: A GUERRA NA CRIMÉIA E O RESPONSÁVEL POR TUDO ISSO, POR CAIO COPPOLLA

Nesta edição da coluna ANÁLISE POLÍTICA o competente comentarista Caio Coppolla faz uma análise muito sóbria acerca da situação na região da Criméia com a invasão russa na Ucrânia, indo buscar a causa que gerou toda essa crise e a encontra no governo Obama. Vale a pena assistir ao vídeo completo a seguir para entender esse complexo jogo de xadrez.

Fonte:

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PONTO DE VISTA: A COMUNIDADE INTERNACIONAL PRECISA POR UM FREIO NISSO OU FICAREMOS SEM OPÇÃO

Caro(a) leitor(a),

A situação nesse conflito entre Rússia e Ucrânia é delicadíssima e muito grave, pois ao peitar os Estados Unidos e a União Europeia e iniciar uma guerra covarde o ditador Wladimir Putin abre caminho para uma escalada armamentista sem precedentes e mostra que está disposto a conquistar toda a região territorialmente, como já demonstra ameaçando a Suécia e a Finlândia diante da inércia dos aliados da OTAN. Isso é péssimo, pois a coisa vai caminhar para uma situação fora de controle, que pode culminar com uma 3ª guerra mundial. A passividade da comunidade internacional, apenas assistindo de camarote o massacre da Rússia sobre a Ucrânia, abre um forte precedente pra que Putin amplie a sua hegemonia em toda a região da Criméia. E se isso acontecer é temerário acreditar que ele vai se contentar com isso.

Então, apesar da delicadíssima situação a comunidade internacional precisa se posicionar urgentemente, com sanções econômicas e, se for necessário, militares também.

Após invadir Ucrânia, Rússia faz ameaças contra Finlândia e Suécia

Declaração acende alerta na Europa.

Arquivo | Flickr

Depois de invadir a Ucrânia, a Rússia voltou a subir o tom e realizou ameaças que aumentam as tensões no cenário europeu.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, sinalizou nesta sexta-feira (25) eventual retaliação contra Finlândia e Suécia se eles passarem a integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Desde a última semana, o grupo militar internacional ficou ainda mais no centro dos conflitos entre Ucrânia e o governo do presidente Vladimir Putin.

“Todos os estados membros da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa [OSCE] em sua capacidade nacional, incluindo Finlândia e Suécia, reafirmaram o princípio de que a segurança de um país não pode ser construída à custa da segurança de outros”.

A fala ocorre no mesmo dia em que representantes dos dois países europeus se reuniram com o conselho da Aliança Atlântica.

“A adesão à Otan provocaria graves retaliações militares e políticas”, garantiu.

Fonte: Conexão Política

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PONTO DE VISTA: AGORA A VERDADE VIRÁ A TONA EM DOSES HOMEOPÁTICAS

Caro(a) leitor(a),

Há bastante tempo eu venho afirmando, aqui na coluna PONTO DE VISTA do Blog do Saber, que essas pesquisas de intenção de voto para presidente da república em hipótese alguma reflete a vontade do povo brasileiro e que, assim que o ano de 2022 se iniciasse iríamos observar uma mudança nos números, já que até então não havia a obrigatoriedade do registro da pesquisa no TSE, com todos os cálculos e planilhas. Eis que as primeiras pesquisas desse ano começam a mudar tais números, apontando uma queda das intenções de votos do candidato bandido, ladrão Lula e uma ascensão do candidato Bolsonaro. Também começa a mostrar o aumento da rejeição do candidato meliante, como se estivesse preparando o espírito da população para a real situação. Porque ficaria muito feio sustentar esse teatro por muito mais tempo para na reta final houvesse uma virada homérica sem uma explicação plausível. A não se a mentira!

A maior obviedade é que o meliante das duas vezes em que foi eleito precisou ir para o 2º turno brigar para se eleger, numa época em que se dizia a alma mais honesta desse país. Como é que depois de tudo que sabemos que aconteceu podemos acreditar que o povo enlouqueceu e vai eleger esse corrupto, bandido, ladrão e mentiroso em primeiro turno?

Não. Não há como, qualquer cidadão com pelo menos 2 neurônios na cabeça acreditar numa imbecilidade como essa. Por isso, vamos continuar fazendo a nossa parte, denunciando esse tipo de cerceamento às informações e a verdade.

Rejeição a Lula cresce e chega a 43%, aponta pesquisa

Sondagem também aponta rejeição de Bolsonaro e Moro em alta.

Reprodução | YouTube

Em um período de 1 mês, a distância entre Lula e Bolsonaro caiu 5 pontos, conforme registrou o Conexão Política. Os dados mais recentes são do levantamento do PoderData.

O petista tem visto sua vantagem diminuir sobre os seus adversários.

Inclusive, a rejeição contra o esquerdista tem aumentado. Segundo os números da mesma pesquisa, 43% dos entrevistados garantem que não votariam em Lula “de jeito nenhum”.

O ex-presidente do Brasil tem sido alvo de críticas, especialmente de quem questiona a falta de adesão popular nas ruas.

A pesquisa do PoderData foi realizada entre os dias 13 a 15 de fevereiro de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.

Ao todo, 3 mil pessoas foram entrevistadas em 243 municípios, cobrindo as 27 unidades da Federação.

A sondagem já está protocolada no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, sob registro BR-06942/2022.

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: CAIO COPPOLLA DESMASCARA O PASTOR LULISTA PAULO MARCELO

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira você vai assistir ao vídeo do eloquente Caio Coppolla desmascarando o Pastor Paulo Marcelo, a quem o ex-presidiário e pré-candidato a presidente da república Luladrão está nomeando como orientador espiritual oficial de sua candidatura, para tentar atrair os evangélicos à sua legenda. Por favor, não deixe de assistir mais um show de eloquência e convencimento desse extraordinário comentarista político.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: O MILAGRE DAS ÁGUAS, POR ALEXANDRE GARCIA

O comentário de Alexandre Garcia nesta segunda-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é uma homenagem ao marco, literalmente, divisor de águas que aconteceu no último dia 09/02, que foi a chegada das águas do Rio São Francisco ao Rio Grande do Norte e Ceará, evento muito aclamado e festejado pelos nordestinos, com o presidente Bolsonaro a frente das inaugurações. Então convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e conferir o eloquente comentário.

Fonte:

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OPINIÃO: ESSE FILME EU JÁ ASSISTI COM CAIO COPPOLLA

Caro(a) leitor(a),

Quem conhece o comentarista político Adrilles Jorge, ex-BBB, tem a total noção sobre o pensamento político do rapaz. Até uma criança que tenha a assistido alguns comentários dele tem essa noção, pois o Adrilles é muito, mas muito explícito em todas as suas opiniões, seja lá sobre o que for. Se tem uma pessoa no cenário televisivo que se posiciona com muita facilidade e clareza, essa pessoa é Adrilles Jorge. Portanto a atitude da emissora demitindo-o da sua função por causa de um simples gesto que alguns lacradores de plantão considerou uma saudação nazista foi, antes de mais nada, pueril. Digo pueril porque não dá para classificar nem como infantil e precipitada. Ou por outra, alguém que dá emissora que não gostava do rapaz estava esperando a primeira oportunidade para demiti-lo. Se assim o for, a Jovem Pan, empresa que goza da mais alta credibilidade diante de uma imensa massa de seguidores do espectro centro/direita, não apenas foi pueril e precipitada, como atendeu ao desejo da imensa maioria dos lacradores de esquerda, já que o competente comentarista batia diariamente na esquerda com comentários soberbos e impecáveis, com um raciocínio impressionantemente rápido e conciso. Também perdeu, hoje, o seu melhor comentarista político e que dava a maior audiência. Esse filme eu já assisti. Esperemos as cenas dos próximos capítulos para ver acontecer o mesmo que aconteceu com Caio Coppolla, que foi demitido da mesma forma e depois a emissora foi atrás, desta vez contratando-o a peso de ouro. Burrice? Sim, uma grande burrice!

Adrilles fala sobre nota da Jovem Pan após sua demissão: “Enojado”

Assunto segue repercutindo nas redes discursos.

Reprodução | Jovem Pan News

O comentarista Adrilles Jorge, demitido do grupo Jovem Pan após ser acusado de ter feito, no ar, um gesto considerado nazista, veio a público para comentar a nota emitida pela emissora depois que sua saída foi confirmada.

Em resposta, o analista político disse que ficou “enojado” com o comunicado.

A declaração ocorreu durante uma entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo Filho.

“Essa nota, quem principiou fazer essa nota para salvar a imagem da empresa, entre aspas, para atacar, defenestrar e massacrar um ex-funcionário que todo mundo sabe que nunca foi, e chega a ser ridículo eu ter que dizer isso, nazista, isso me deixou enojado, quem fez essa nota, esse sim, fez um trabalho de nazismo“, afirmou Adrilles.

Para ele, apesar de a nota não fazer menção direta a ele, o texto m remeteu à sua demissão e, consequentemente, pode abrir margem para induzir pessoas a pensarem que ele é nazista.

“Você acha que um cara que tá vendo a programação e que sabe que eu fui cancelado por causa de um suposto gesto nazista, que na verdade era um tchau, vai pensar o quê? Que o nazista era eu, que o cara que ultrapassou o limite da liberdade de expressão e teria falado abertamente a favor do nazismo sou eu”, questionou.

“Bastava o vídeo [para justificar a saudação] o vídeo apareceu uma hora depois da minha demissão, era muito simples, [alguém poderia dizer]: “Ah, os patrocinadores estão furiosos”, [então] mostra o vídeo, vocês vão banir o cara por nazismo, o cara que dá tchau assim, o cara que falou meia hora contra o nazismo”, completou.

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: JUSTIÇA E ELEIÇÃO, POR ALEXANDRE GARCIA

Como sempre, toda segunda-feira tem Alexandre Garcia, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA do Blog do Saber e desta vez ele comenta, pela enésima vez sobre as inconstitucionalidades do STF, que não se cansa de rasgar a nossa tão mal tratada Constituição. Assista ao vídeo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: A AMEAÇA DE MORO É REAL E IMINENTE TANTO PARA LULA QUANTO PARA BOLSONARO

Caro(a) leitor(a),

A esquerda está tremendamente desesperada, gastando uma energia incrível no intuito de barrar o avanço da candidatura de Sergio Moro e de destruir a imagem de Bolsonaro. Quando ela tinha apenas Bolsonaro para se preocupar já precisava trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, gastando uma energia fantástica e mesmo assim sem conseguir miná-lo, publicando semanalmente pesquisas falsas e mentirosas que até o mais leigo eleitor, que tenha pelo menos 2 neurônios consegue entender que são pesquisas mentirosas. Com a entrada de Moro na disputa a coisa ficou muito pior, principalmente porque se apostava que Moro não saberia nunca jogar o jogo da política e a sua candidatura não teria vida longa. Mas quem apostou nisso quebrou a cara, pois o ex juíz está mostrando desenvoltura e competência ao bater tanto em Lula como em Bolsonaro.

Na verdade Moro não precisa de muita competência, ginga, traquejo ou seja lá qual for o nome que queira se dar a essa atribuição, pois é fácil demais bater em quem telhado de vidro, como é o caso dos dois candidatos, principalmente quando não se tem telhado de vidro, como é o caso de Moro . A única coisa que ele precisa é de coragem e isso ele já demonstrou que tem de sobra. Dai o grande desespero da esquerda e também de Bolsonaro, que desde sempre se sentia ameaçado por Moro quando ele ainda era seu ministro da justiça. E o maior erro cometido por Bolsonaro nos seus 30 anos de carreira política foi ter ignorado e subestimado a inteligência do ex juíz, quando não lhe deu o devido apoio e atenção enquanto ministro resolvendo fritá-lo. Com estrategista não se brinca!

Moro: “Não tenho medo de cara feia nem de manobras ilegais”

Lucas Furtado desistiu de arquivar o processo sobre o contrato com a Alvarez & Marsal e pediu a indisponibilidade de bens do pré-candidato

Moro: “Não tenho medo de cara feia nem de manobras ilegais”
Reprodução/Portal Metro1/YouTube

Sergio Moro (foto) afirmou em suas redes sociais neste sábado (5) que não vai se deixar intimidar pelos ataques que vem sofrendo de opositores da Lava Jato e de sua candidatura. Como mostramos, o ex-juiz repudiou a perseguição empreendida por Lucas Furtado no TCU e disse que vai representá-lo por abuso de autoridade.

“Os ataques não me intimidam. Não tenho medo de cara feia nem de manobras ilegais. Vamos em frente, até atingir nosso objetivo, com a verdade ao nosso lado. O povo sabe onde ela está”, escreveu no Twitter.

Furtado voltou atrás na sua decisão de arquivar o caso e, em petição enviada ao ministro Bruno Dantas, pede a “indisponibilidade de bens” de Moro por suposta sonegação de impostos sobre pagamentos recebidos da consultoria.

Fonte: O Antagonista

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ANÁLISE POLÍTICA: CAIO COPPOLLA DETONA DR. MARIZ, DEFENSOR DE ASSASSINOS E POSTULANTE AO CARGO DE MINISTRO DA JUSTIÇA DE LULA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira temos a satisfação e o prazer de publicar o 25º Boletim Coppolla, cujo tema principal é a reação da advocacia (decente) à manifestação do Dr. Mariz, defensor de bandidos e assassinos como Suzane Louise von Richthofen pro Lula e que agora ambiciona ser ministro da justiça em um provável governo do meliante. Assista esse vídeo, pois está imperdível!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: A INVERSÃO DE VALORES SOB A ÉGIDE DO POLITICAMENTE CORRETO NA VISÃO DE ROBERTO MOTA

Caro(a) leitor(a),

Gosto muito das ideias, comentários e lógica do Roberto Mota. Alguém que se preocupa de verdade com a realidade do povo brasileiro e com o seu futuro (se é que da forma que estamos caminhando vamos ter um futuro). No seu artigo “Sob o ardente sol da Impunidade” é um apelo à consciência do afegão médio que ainda tem um pouco de discernimento do certo e do errado, num momento em que os valores estão tão invertidos, sob a égide do politicamente correto, que parece que vivemos num mundo surreal e bizarro. Convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Sob o Ardente Sol da Impunidade

Vivo em um país que está sob a ameaça de ser presidido por um ex-presidiário. Já fiz parte do Conselho de Segurança Pública de uma entidade empresarial que era presidido pela jovem dona de uma ONG defensora do “desencarceramento” – soltura de criminosos presos – e da “descriminalização” das drogas – falácias imorais e sem qualquer lógica. Por isso lançarei, em breve, meu quarto livro – para desmentir e demolir essas narrativas criminosas que se construíram no Brasil em torno de crime e punição.

Eu acho que vocês vão gostar do livro. Mas não posso esperar; vi, em várias redes sociais, avisos de uma campanha – mais uma – a favor dos direitos dos criminosos presos. Então preciso dizer algumas coisas.

A primeira é que inexiste qualquer defesa intelectual minimamente decente do “desencarceramento”. Os ativistas dessa causa mentirosa, embriagados pela mentalidade marxista revolucionária, se propuseram uma tarefa mágica, jamais realizada em qualquer sociedade humana: acabar com as cadeias, os locais onde são colocados os criminosos.  Essa obsessão – ao mesmo tempo infantil, arrogante e sinistra – resulta em uma grave deformação da imaginação moral e erosão definitiva da capacidade de raciocínio.

A deformação da imaginação impede o ativista de mostrar empatia pelas vítimas dos criminosos, e até de reconhecer a sua existência; tudo o que ele consegue ver – e as únicas coisas que o preocupam – são o bem-estar e a liberdade dos criminosos. A erosão do raciocínio lógico impossibilita ao ativista entender a clara e inequivocamente demonstrada relação existente entre o aumento de prisões de criminosos e a redução no número de crimes cometidos.

O resultado dessa debilidade moral e lógica é a absurda conclusão de que a única política pública aceitável é a extinção das cadeias, ou a sua transformação em um local que seria uma mistura de uma sofisticada clínica terapêutica com uma colônia de férias. Na prática, considerando-se a permanente falta de recursos do Estado, trabalhar pela segunda opção equivale a promover a primeira.

Por isso, sempre que te mostrarem a foto de um criminoso preso em uma cela superlotada, como se fosse um pobre coitado, peça para ver as fotos das vítimas dele.

Sempre que te pedirem sua compaixão para um bandido, peça compaixão para as vítimas feridas ou mortas.

Sempre que uma ONG vier falar dos direitos dos criminosos presos, pergunte quem vai defender os direitos das vítimas.

Fonte: Roberto Mota

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ANÁLISE POLÍTICA: AVANÇO TOTALITÁRIO, POR ALEXANDRE GARCIA

Nesta segunda-feira você vai assistir, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA o comentário muito eloquente de Alexandre Garcia sobre os avanços do totalitarismo no Brasil e no mundo, bem como sobre os arroubos inconstitucionais do judiciário como coadjuvante nessa escalada totalitária.

Fonte:

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PONTO DE VISTA: VOTAR CONSCIENTE NO 1º TURNO PARA VOTAR NO MELHOR NO 2º TURNO

Caro(a) leitor(a),

Vejo essa queda de braço do presidente Bolsonaro com o autoritário e criminoso da constituição Alexandre de Moraes como um grande teatro num palco armado para desviar a atenção do povo brasileiro, que adora esse tipo de barraco, principalmente os bolsonaristas, com o intuito de tirar o foco das pesquisas eleitorais que vem enchendo o noticiário semana a semana e vem causando um desgaste na imagem de Bolsonaro a cada pesquisa anunciada. 

É sabido que uma mentira quando contada muitas vezes acaba se tornando uma verdade. Dai a insistência, faltando ainda um bom tempo para as eleições em se fazer pesquisas mentirosas com tanta frequência. É simplesmente psicológico e o povo brasileiro, principalmente o “povão”, acredita que dar o seu voto para o candidato com menor chance de ganhar é desperdiçar o voto. Prova maior disso é que só se fala em Bolsonaro e Lula no segundo turno. A maioria das pessoas esquece que existe um primeiro turno com um leque enorme de opções e que é uma etapa a ser cumprida.

Se pularmos essa etapa tão importante, ai sim estaremos jogando o voto no lixo, pois é a oportunidade de dar o voto consciente, votando no candidato que você acha ser o melhor para o Brasil. Se todo brasileiro votasse assim no segundo turno teríamos dois bons candidatos disputando e de repente qualquer um dos dois seria uma boa opção para o nosso país. Sendo assim não cairíamos no risco de golpe, ruína da economia ou até mesmo Impeachment, como foi o caso por duas vezes nos últimos 25 anos.

Sem o voto consciente no primeiro turno estaremos reeditando a dura realidade que vivemos hoje com uma grande chance de piorarmos ainda mais ela. Portanto vamos votar com consciência para que não nos reste no 2º turno apenas a opção de votar no menos ruim ao invés de no melhor.

Inquérito sobre TSE: PF vê indícios de crime e aponta atuação ‘direta’ e ‘consciente’ de Bolsonaro

Ao STF, AGU diz que dados exibidos pelo presidente não estavam em sigilo.

Isac Nóbrega | PR

Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal (PF) afirmou enxergar indícios de crime e atuação ‘direta’ e ‘consciente’ do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao supostamente vazar dados sigilosos em uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

A acusação informal é trazida em um despacho assinado pela delegada Denisse Dias Ribeiro, responsável pela investigação que foi aberta mediante ordem do ministro Alexandre de Moraes.

No texto, o órgão diz que há indícios de delito na conduta de Bolsonaro, do tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid — ajudante de ordens do presidente — e do deputado federal Filipe Barros (PSL-PR). Na ocasião, em agosto do ano passado, os três participaram de uma ‘live’ por meio das plataformas digitais.

Apesar de o relatório ter sido enviado ao Supremo em novembro, o documento se tornou público nesta sexta-feira (28), após Moraes decidir retirar o sigilo do inquérito.

Em seu escrito, a delegada Denisse assegura que não pediu o indiciamento do chefe do Executivo e de Filipe Barros porque há divergência, na Suprema Corte, sobre a possibilidade de a PF indiciar um político com foro privilegiado.

“Da mesma forma, a materialidade está configurada por meio da realização da própria live e dos links de disponibilização do material, situação que também não foi negada pelas pessoas ouvidas”,  alega trecho da manifestação.

O outro lado

Nesta sexta, ao protocolar um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia-Geral da União sustenta que o presidente não vazou documentos sigilosos porque, segundo o texto, no dia em que o mandatário compartilhou as informações, em 4 agosto de 2021, os autos do inquérito ainda não estavam sob segredo de justiça.

“O sigilo tão-somente restou decretado posteriormente à realização da live (04/08/2021)”, argumentou a AGU no recurso.

“Indagado se referido inquérito constava no sistema de polícia judiciária da Polícia Federal com a etiqueta ‘sigiloso’, respondeu QUE não constava, que desde a sua instauração não foi cadastrado tanto no sistema SISCART, quanto no Epol a etiqueta ‘sigiloso’”, assegura outro trecho da oitiva.

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: OLAVO DE CARVALHO E O ÓDIO DO BEM, POR CAIO COPPOLLA

O vídeo deste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é uma singela homenagem e ao mesmo tempo defesa ao grande filósofo, pensador e analista político Olavo de Carvalho, através da gran eloquência do não menos competente aprendiz Caio Coppolla, que rebate com muita categoria as ofensas feitas pela militância de esquerda, que não respeita nem a memória do grande pensador horas após a sua morte. Vale a pena assistir ao vídeo completo a seguir e conhecer um pouco mais da vida e história desse ícone da contemporaneidade.

Fonte:

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PONTO DE VISTA: NO DIA DE SUA MORTE, A MINHA VISÃO SOBRE OLAVO DE CARVALHO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) Leitor(a),

O artigo que publico hoje, aqui na coluna PONTO DE VISTA, in memoriam a Olavo de Carvalho é, como sempre, franco, verdadeiro e sincero. Conheço Olavo de Carvalho há pelo menos 10 anos e passei a acompanhá-lo pelo YouTube, assistindo os seus vídeo, os quais publiquei inúmeros, aqui no Blog do Saber, até perceber que a sua luta era inglória e parei de publicá-los. Não pelo conteúdo, mas pela forma. Sua ideologia e pensamento fazem sentido para mim. Um intelectual de alto nível e de lógica invejável. Porém de baixíssima inteligência emocional. E isso causou a perseguição dos seus oponentes, visto que, sempre tomou o caminho da violência com insultos e palavras de baixo calão despertando o ódio e a vingança em seus oponentes. Essa foi a sua grande falha, pois se tivesse usado o seu brilhante pensamento com parcimônia e não violência, talvez não tivesse nos deixado tão precocemente, pois as doenças acumuladas e a sua morte prematura provavelmente foram consequência das energias negativas geradas pelo ódio, rancor e beligerância contra seus oponentes.

De qualquer forma foi um ícone do pensamento contemporâneo mundial, deixou um legado indelével para a filosofia, a astronomia e a política brasileira. Ninguém é perfeito e estamos todos aqui para um grande aprendizado que pode durar muitas dezenas, centenas ou milhares de anos terrenos.

Que essa jornada tenha sido edificante e de grande aprendizado para ele e que a próxima o leve a um plano mais elevado e promissor!

As aflições dos invejosos!

Olavo de Carvalho - Foto ReproduçãoOlavo de Carvalho – Foto Reprodução

Olavo de Carvalho nos deixou hoje.

Viveu e construiu uma obra que será avaliada, julgada e reverenciada pela história.

Um homem de coragem.

Um pensador raro, com um brilho excepcional.

Usava a franqueza por vezes percebida como acidez agressiva, como forma de defesa contra ataques sistemáticos que recebia, sempre tentando desqualificar seu intelecto brilhante.

Por detrás deste aparente ranzinza estava um homem doce, com valores simples, até certo ponto frágil e com uma capacidade extraordinária de ler a vida e reportá-la em ideias.

Pensador que viveu a fé e das próprias convicções e as compartilhou generosamente pelos textos e pelos exemplos com seus milhares de alunos e discípulos.

Enfrentou o mundo acadêmico munido de uma única arma: seu corpo franzino, uma vida franciscana em exílio quase monástico.

Nunca um pensador brasileiro foi tão perseguido pela “academia” – em sua singificativa composição, integrada por gente arrogantemente formada com títulos que não tem sintonia com o saber, mas com a vaidade das cártulas obtidas por vezes no “recorta” e “cola”, quando não com objetivo de somar horinhas de engordar aposentadorias e sem nenhum compromisso com produção de ciência.

É claro que não são todos, mas a academia brasileira enfrentou com Olavo uma quebra de paradigmas.

Ele mostrou – produziu e consagrou – uma nova tese: o saber não tem donos e a generalidade não é monopólio dos pseudo intelectuais arrogantes, soberbos, preconceituosos, vaidosos e egoistas.

E o que corroeu seus desafetos foi e seguirá sendo a sua coerência estética, ética e lógica.

E mais que isso, seu sucesso! Inteligência, cultura, genialidade.

Munido de si mesmo, com um certo deboche que só os gênios sabem manejar para angariar atenção, criou uma escola com milhares de discípulos no Brasil e no mundo.

Jamais em nossa história um filósofo teve tanto impacto e cativou tantos no seu tempo.

É isso o fenômeno!

Nunca fui seu aluno. Mas li suas obras. E tive a imensa honra de ter artigos e vídeos meus compartilhados por ele.

Tamanho é o ódio, o ciúme e a inveja que lhe devotaram seus desafetos gratuitos, que outro dia o citei para um intelectual desses de araque, cheio de medalhas e lauréis de honras aos méritos que nunca teve, sobre seus livros.

O idiota me respondeu que não perderia tempo lendo Olavo, pois não acreditava em autodidatas!

Fui procurar saber mais sobre esse néscio e encontrei um teórico do nada, tituladíssimo em merda nenhuma.

Olavo de Carvalho deixou uma vasta obra.

Como filósofo será lembrado, estudado, citado e reverenciado por gerações.

Morre o homem, nasce o mito!

O liberal conservador foi o homem brilhante que inverteu a ordem.

Com um beijo calou e transformou em sapos e mandou para o brejo um batalhão de pensadores que nunca pensaram, mas que se julgavam príncipes!

Só para inticar: Olavo, sempre presente!

Aos milhares e aos borbotões!

Gratidão, Mestre!

Descansa em paz!

Foto de Luiz Carlos Nemetz

Luiz Carlos Nemetz

Editorialista do Jornal da Cidade Online. Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista. @LCNemetz

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PRESIDENTE DA ARMÊNIA RENUNCIOU AO CARGO ALEGANDO INCAPACIDADE DE SEU GABINETE DE INFLUENCIAR A POLÍTICA DO PAÍS DURANTE A ATUAL CRISE

Presidente da Armênia renuncia em meio a crise nacional

Após guerra com Azerbaijão, Armen Sarkissian alegou que seu gabinete se mostrou incapaz de influenciar a política do país

Presidente culpou Constituição por inação política de seu governo

REUTERS/HAYK BAGHDASARYAN – 23/1/2022

O presidente da Armênia, Armen Sarkissian, cujo papel é protocolar, anunciou sua renúncia neste domingo (23), alegando que seu gabinete se mostrou incapaz de influenciar a política do país durante a atual crise.

O anúncio acontece após um período de instabilidade nessa pequena nação do Cáucaso com dificuldades econômicas e depois de uma sangrenta guerra com o Azerbaijão pelo controle da região de Nagorno-Karabakh.

A guerra, que deixou mais de 6.000 mortos, resultou no envio de forças de paz da Rússia para a região em disputa.

A humilhante derrota da Armênia no conflito e a perda, no fim de 2020, de Nagorno-Karabakh desencadearam grandes protestos sociais e uma crise interna que colocou frente a frente Sarkissian e o primeiro-ministro, Nikol Pashinyan.

“Esta não é uma decisão emocional e segue uma lógica específica”, declarou Sarkissian em comunicado divulgado em seu site.

“O presidente não tem as ferramentas necessárias para influenciar processos importantes de política externa e interna em tempos difíceis para o povo e para o país”, completou.

Seu papel é sobretudo protocolar e o Poder Executivo recai principalmente no primeiro-ministro Pashinyan.

No centro da desavença está a decisão de demitir o chefe do Estado-Maior do Exército. Sarkissian rejeitou assinar a ordem de Pashinyan para a demissão, um duro golpe para o criticado primeiro-ministro.

O chefe de Estado argumentava que a crise na Armênia não poderia ser encerrada com frequentes mudanças de pessoal nas estruturas de liderança do país.

Neste domingo Sarkissian denunciou “uma realidade em que o presidente não pode vetar leis que considera ruins para o povo e o país”.

“Espero que as mudanças constitucionais possam ser implementadas e que o próximo presidente e a administração presidencial possam operar em ambiente mais equilibrado”, acrescentou o comunicado.

A Constituição da Armênia estipula que o Parlamento, controlado por partidos que apoiam Sarkissian, deve organizar uma votação para escolher o próximo presidente em até 35 dias.

Ex-professor de física, Armen Sarkissian, nascido em 1953 em Yerevan, a capital, foi primeiro-ministro de 1996 a 1997, antes de servir como embaixador no Reino Unido. Foi eleito presidente em março de 2018.

O anúncio de sua renúncia veio logo depois de uma visita aos Emirados Árabes Unidos, após a qual seu gabinete disse que tiraria uma folga para exames médicos, sem dar detalhes.

Desde o desmantelamento da União Soviética, a economia armênia passa por dificuldades. O dinheiro enviado pela comunidade armênia no exterior contribuiu para a construção de escolas, igrejas e outros projetos de infraestrutura, inclusive em Nagorno-Karabakh.

O país tem uma diáspora grande e politicamente poderosa que se espalhou pelo mundo após os massacres da era otomana. Agora é estimada em 10 milhões de pessoas, principalmente na Rússia, Estados Unidos e França.

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PONTO DE VISTA: CONHEÇA O INSUSTENTÁVEL CUSTO DE NOSSA INDIFERENÇA, POR ROBERTO MOTTA

Na nossa coluna PONTO DE VISTA desta quarta-feira temos um artigo do Engenheiro PUC/RJ com Mestrado em Gestão Empresarial FGV/RJ, Professor, Escritor com 2 livros publicados, Empreendedor, Pai e Ativista de Segurança Pública, Roberto Motta dando sua OPINIÃO sobre o Custo Brasil. Porque e como chegamos a situação de calamidade pública no nosso Sistema Penitenciário e prisional. Leia, aprecie, reflita e tire suas conclusões.

O Insustentável Custo de Nossa Indiferença

Muita gente boa ainda acha que “essa história de esquerda e direita” é uma bobagem.

“Basta os 2 lados sentarem e conversarem”, dizem alguns, como se fosse um debate acadêmico.

Eu também já pensei assim.

Sabe o que mudou minha cabeça?

A realidade da segurança pública brasileira.

Descobri que há décadas nosso sistema de justiça criminal vem sendo destruído.

O cidadão está cada vez mais indefeso, a polícia mais acuada, a justiça mais aparelhada e os criminosos cada vez mais protegidos, organizados e ousados.

Tudo isso é resultado do trabalho incansável de ativistas e políticos de esquerda, em todas as esferas da sociedade – das escolas infantis às faculdades de Direito, das ONGs de “Direitos Humanos” aos “coletivos” que atacam a polícia e constroem “memoriais” para bandidos mortos, das novelas que humanizam e glorificam traficantes ao noticiário que ataca a polícia diariamente.

Nada explica melhor o que está acontecendo do que o caso do assassino sádico de Goiás.

Percebam: não importa a monstruosidade do crime.

Não importa quantos crimes tenham sido cometidos.

Não importam as vítimas.

No Brasil, o criminoso SEMPRE será solto e terá uma nova chance de assaltar, estuprar ou matar.

O maníaco de Goiás já foi defendido na TV e em várias publicações de esquerda como “uma pessoa cheia de chagas”, que precisa ser acolhida, jamais punida.

São exatamente essas as ideias que prevalecem na justiça criminal brasileira – nas leis, nas decisões judiciais e, cada vez mais, no medo permanente que o brasileiro tem de ser vítima de um crime violento.

Tudo isso está acontecendo na frente dos nossos olhos.

Tudo isso é o projeto central da esquerda.

Nos últimos 20 anos morreram assassinados mais de UM MILHÃO de brasileiros. Apenas 8% desses assassinos foram punidos.

Acontecem no Brasil mais de DOIS MILHÕES de assaltos por ano. São QUATRO ASSALTOS POR MINUTO. Enquanto você lia esse texto, quatro pessoas foram assaltadas.

Apenas 2% desses assaltantes serão, um dia, punidos.

No Brasil impera a absoluta impunidade.

Nada disso é por acaso.

Os criminosos brasileiros são tratados com leniência e permissividade desconhecidas nas democracias ocidentais.

Em qualquer uma delas, o maníaco assassino já teria sido condenado à morte ou à prisão perpétua.

Aqui, não importa o que faça, em breve ele estará de volta às ruas.

 

O legado de destruição intelectual e moral deixado pelos governos de esquerda no Brasil chegou até a linguagem usada pela justiça.

Foi durante esses governos que se decidiu tratar criminosos presos – inclusive aqueles mais perversos e perigosos – pelo fofo termo “pessoas privadas de liberdade”.

Antigamente, eram “presos” mesmo.

Depois viraram “detentos”.

Em um certo momento, passaram a ser chamados de “apenados”.

Depois viraram “reeducandos”.

E, finalmente, “pessoas privadas de liberdade”.

Acreditem: esse ainda é o termo oficial usado hoje.

Não acreditam? Basta dar um pulo no site do Departamento Penitenciário Nacional, o Depen[1].

Um país que chama assim os criminosos presos, não acredita que eles mereçam qualquer punição.

Uma sociedade que não consegue condenar moralmente seus criminosos jamais conseguirá condená-los judicialmente.

Tudo isso é resultado da destruição da segurança pública brasileira pelo ativismo desenfreado de esquerda.

 

Muita gente boa ainda acha que “essa história de esquerda e direita” é uma bobagem.

Isso é um equívoco grave.

Só conseguiremos de volta paz e segurança enfrentando e eliminando a ideologia que dominou o sistema de justiça criminal.

Essa ideologia tem vários nomes: comunismo, socialismo, progressismo.

A ideologia que garante a traficantes, estupradores e assassinos o direito de continuar destruindo nossas vidas é a ideologia de esquerda.

E, a isso, ninguém pode ficar indiferente.

Fonte: Roberto Motta

Engenheiro PUC/RJ com Mestrado em Gestão Empresarial FGV/RJ, Professor, Escritor com 2 livros publicados, Empreendedor, Pai e Ativista de Segurança Pública.

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ANÁLISE POLÍTICA: PILATES DE CONTAS, POR ALEXANDRE GARCIA

O TCU feito para fiscalizar as contas da União e dar o bom exemplo, em nome do povo brasileiro tentou fazer, na surdina, uma licitação para instalar uma academia de Pilates para os seus juízes. O plano foi descoberto, se tornou público e suspenso. Você vai ver os detalhes dessa trama assistindo o vídeo a seguir de Alexandre Garcia.

Fonte:

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OPINIÃO: FAKE NEWS EM CIMA DE FAKE NEWS! ONDE É QUE ISSO VAI PARAR?

Caro(a) leitor(a),

O artigo e o vídeo a seguir seguramente pode se constituir e se enquadrar em uma publicação fora de contexto e desse modo ser considerada uma FAKE NEWS. Senão vejamos:

A publicação pegou uma fala de Moro em entrevista à Revista Veja onde ele diz:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

É nítido e fácil de verificar que isso foi uma conversa de bastidores, privada, entre Bolsonaro e Moro, que agora o então ex-juiz revela para enfatizar o porquê de sua saída do Governo Bolsonaro. Ele também revela isso em seu livro, com outras palavras. Também é muito fácil deduzir que essa conversa provavelmente foi verídica, pois as atitudes de Bolsonaro tentando blindar os seus filhos são mais do que explícitas. Só um imbecil não percebe isso e dai para ele ter feito esse pedido a Moro é só uma questão de lógica. Qualquer com mais de dois neurônios consegue deduzir isso.

O que Moro afirmou na entrevista é mais do que óbvio, é ululante. É sabido por todos os brasileiro o esforço, tempo e a energia desperdiçados por Bolsonaro para proteger seus filhos contra  processo das “rachadinhas”, imputando inclusive a troca do Diretor da PF, em detrimento dos graves problemas que assolam o nosso país.

O vídeo a seguir com o qual estão tentando justificar como o verdadeiro motivo pelo qual Moro pediu demissão é apenas uma cortina de fumaça para encobrir o verdadeiro motivo e faz parte da estratégia de Bolsonaro no processo de fritura de Sergio Moro. Um argumento frágil e sem sustentação.

Moro faz grave acusação contra Bolsonaro, mas a verdade vem à tona e desmascara o ex-herói (veja o vídeo)

Crédito: Podemos|ReproduçãoCrédito: Podemos|Reprodução

O ex-juiz tornou-se uma figura cambaleante, digna de piedade.

Estupidamente, ele acredita piamente nos conselhos e nas previsões de seu ‘marqueteiro’, o anta mor Diogo Mainardi, e vai chegando ao mais alto grau de desmoralização, jogando efetivamente a sua biografia na lata de lixo.

Em sua mais recente entrevista, certamente seguindo a orientação de seu deturpado ‘marqueteiro’, Moro inventa uma escandalosa mentira envolvendo o presidente Jair Bolsonaro.

Ele diz o seguinte para a Revista Veja:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

O pedido que o presidente Bolsonaro fez ao seu ex-ministro foi outro, bem diferente. E o motivo que fez Moro deixar o governo também é claramente revelado num episódio repleto de ‘testemunhas’.

A escandalosa mentira de Moro é desmascarada pelo analista político Gustavo Gayer.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EX-SENADOR AFIRMA QUE OS ÚLTIMOS QUATRO GOVERNOS DO RN FORAM MAIS VOLTADOS PARA QUESTÃO POLÍTICA PESSOAL E DEIXARAM O ESTADO EM SITUAÇÃO CRÍTICA

‘É decepcionante a meta do governo ser apenas a folha’, diz Fernando Bezerra

Foto: Alex Regis/TN

O ex-senador Fernando Bezerra considera que é “triste e decepcionante” que o governo estadual esteja limitado, na avaliação dele, ao pagamento da folha dos servidores públicos. Ele afirma que o Rio Grande do Norte precisa de uma reforma para que se tenha um plano voltado ao desenvolvimento. Para Fernando Bezerra, essa é uma situação que não está restrita à atual gestão.“Os últimos governos, talvez os quatros últimos, foram muito mais voltados para a questão política pessoal, de reeleição. E deixaram o Estado em uma situação crítica”, lamenta. Ex-ministro da Integração Nacional e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria, ele afirma que, por isso, o RN cresce apenas onde as condições naturais são as mais favoráveis.

Fonte: Blog do BG

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA NÃO ESTÁ TENTANDO ESCONDER SEU PROJETO RADICAL, POR QUE SERÁ? POR RODRIGOCONSTANTINO

Na ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o jornalista Rodrigo Constantino comenta e explica o porquê de Lula não está tentando esconder seu projeto radical. Então assista ao vídeo completo e entenda o que está acontecendo na política e no jogo político das eleições 2022.

Fonte:

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PODCASTS: EMBATES POLÍTICOS ENTRE BOLSONARO E CENTRÃO NAS QUESTÕES RELACIONADAS A PANDEMIA

 

Existe um desânimo do centrão hoje com a postura de Bolsonaro em criticar as vacinas’

Andréia Sadi fala sobre os bastidores da negociação a respeito da aprovação dos autotestes pela Anvisa. Ela também comenta os embates políticos entre o centrão e o presidente Jair Bolsonaro nas questões relacionadas à pandemia: ‘com o avanço da Ômicron, piora ainda mais’.

SEXTA, 24/12/2021, 08:27

Fonte: CBN

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