PONTO DE VISTA: CONHEÇA O INSUSTENTÁVEL CUSTO DE NOSSA INDIFERENÇA, POR ROBERTO MOTTA

Na nossa coluna PONTO DE VISTA desta quarta-feira temos um artigo do Engenheiro PUC/RJ com Mestrado em Gestão Empresarial FGV/RJ, Professor, Escritor com 2 livros publicados, Empreendedor, Pai e Ativista de Segurança Pública, Roberto Motta dando sua OPINIÃO sobre o Custo Brasil. Porque e como chegamos a situação de calamidade pública no nosso Sistema Penitenciário e prisional. Leia, aprecie, reflita e tire suas conclusões.

O Insustentável Custo de Nossa Indiferença

Muita gente boa ainda acha que “essa história de esquerda e direita” é uma bobagem.

“Basta os 2 lados sentarem e conversarem”, dizem alguns, como se fosse um debate acadêmico.

Eu também já pensei assim.

Sabe o que mudou minha cabeça?

A realidade da segurança pública brasileira.

Descobri que há décadas nosso sistema de justiça criminal vem sendo destruído.

O cidadão está cada vez mais indefeso, a polícia mais acuada, a justiça mais aparelhada e os criminosos cada vez mais protegidos, organizados e ousados.

Tudo isso é resultado do trabalho incansável de ativistas e políticos de esquerda, em todas as esferas da sociedade – das escolas infantis às faculdades de Direito, das ONGs de “Direitos Humanos” aos “coletivos” que atacam a polícia e constroem “memoriais” para bandidos mortos, das novelas que humanizam e glorificam traficantes ao noticiário que ataca a polícia diariamente.

Nada explica melhor o que está acontecendo do que o caso do assassino sádico de Goiás.

Percebam: não importa a monstruosidade do crime.

Não importa quantos crimes tenham sido cometidos.

Não importam as vítimas.

No Brasil, o criminoso SEMPRE será solto e terá uma nova chance de assaltar, estuprar ou matar.

O maníaco de Goiás já foi defendido na TV e em várias publicações de esquerda como “uma pessoa cheia de chagas”, que precisa ser acolhida, jamais punida.

São exatamente essas as ideias que prevalecem na justiça criminal brasileira – nas leis, nas decisões judiciais e, cada vez mais, no medo permanente que o brasileiro tem de ser vítima de um crime violento.

Tudo isso está acontecendo na frente dos nossos olhos.

Tudo isso é o projeto central da esquerda.

Nos últimos 20 anos morreram assassinados mais de UM MILHÃO de brasileiros. Apenas 8% desses assassinos foram punidos.

Acontecem no Brasil mais de DOIS MILHÕES de assaltos por ano. São QUATRO ASSALTOS POR MINUTO. Enquanto você lia esse texto, quatro pessoas foram assaltadas.

Apenas 2% desses assaltantes serão, um dia, punidos.

No Brasil impera a absoluta impunidade.

Nada disso é por acaso.

Os criminosos brasileiros são tratados com leniência e permissividade desconhecidas nas democracias ocidentais.

Em qualquer uma delas, o maníaco assassino já teria sido condenado à morte ou à prisão perpétua.

Aqui, não importa o que faça, em breve ele estará de volta às ruas.

 

O legado de destruição intelectual e moral deixado pelos governos de esquerda no Brasil chegou até a linguagem usada pela justiça.

Foi durante esses governos que se decidiu tratar criminosos presos – inclusive aqueles mais perversos e perigosos – pelo fofo termo “pessoas privadas de liberdade”.

Antigamente, eram “presos” mesmo.

Depois viraram “detentos”.

Em um certo momento, passaram a ser chamados de “apenados”.

Depois viraram “reeducandos”.

E, finalmente, “pessoas privadas de liberdade”.

Acreditem: esse ainda é o termo oficial usado hoje.

Não acreditam? Basta dar um pulo no site do Departamento Penitenciário Nacional, o Depen[1].

Um país que chama assim os criminosos presos, não acredita que eles mereçam qualquer punição.

Uma sociedade que não consegue condenar moralmente seus criminosos jamais conseguirá condená-los judicialmente.

Tudo isso é resultado da destruição da segurança pública brasileira pelo ativismo desenfreado de esquerda.

 

Muita gente boa ainda acha que “essa história de esquerda e direita” é uma bobagem.

Isso é um equívoco grave.

Só conseguiremos de volta paz e segurança enfrentando e eliminando a ideologia que dominou o sistema de justiça criminal.

Essa ideologia tem vários nomes: comunismo, socialismo, progressismo.

A ideologia que garante a traficantes, estupradores e assassinos o direito de continuar destruindo nossas vidas é a ideologia de esquerda.

E, a isso, ninguém pode ficar indiferente.

Fonte: Roberto Motta

Engenheiro PUC/RJ com Mestrado em Gestão Empresarial FGV/RJ, Professor, Escritor com 2 livros publicados, Empreendedor, Pai e Ativista de Segurança Pública.

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ANÁLISE POLÍTICA: PILATES DE CONTAS, POR ALEXANDRE GARCIA

O TCU feito para fiscalizar as contas da União e dar o bom exemplo, em nome do povo brasileiro tentou fazer, na surdina, uma licitação para instalar uma academia de Pilates para os seus juízes. O plano foi descoberto, se tornou público e suspenso. Você vai ver os detalhes dessa trama assistindo o vídeo a seguir de Alexandre Garcia.

Fonte:

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OPINIÃO: FAKE NEWS EM CIMA DE FAKE NEWS! ONDE É QUE ISSO VAI PARAR?

Caro(a) leitor(a),

O artigo e o vídeo a seguir seguramente pode se constituir e se enquadrar em uma publicação fora de contexto e desse modo ser considerada uma FAKE NEWS. Senão vejamos:

A publicação pegou uma fala de Moro em entrevista à Revista Veja onde ele diz:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

É nítido e fácil de verificar que isso foi uma conversa de bastidores, privada, entre Bolsonaro e Moro, que agora o então ex-juiz revela para enfatizar o porquê de sua saída do Governo Bolsonaro. Ele também revela isso em seu livro, com outras palavras. Também é muito fácil deduzir que essa conversa provavelmente foi verídica, pois as atitudes de Bolsonaro tentando blindar os seus filhos são mais do que explícitas. Só um imbecil não percebe isso e dai para ele ter feito esse pedido a Moro é só uma questão de lógica. Qualquer com mais de dois neurônios consegue deduzir isso.

O que Moro afirmou na entrevista é mais do que óbvio, é ululante. É sabido por todos os brasileiro o esforço, tempo e a energia desperdiçados por Bolsonaro para proteger seus filhos contra  processo das “rachadinhas”, imputando inclusive a troca do Diretor da PF, em detrimento dos graves problemas que assolam o nosso país.

O vídeo a seguir com o qual estão tentando justificar como o verdadeiro motivo pelo qual Moro pediu demissão é apenas uma cortina de fumaça para encobrir o verdadeiro motivo e faz parte da estratégia de Bolsonaro no processo de fritura de Sergio Moro. Um argumento frágil e sem sustentação.

Moro faz grave acusação contra Bolsonaro, mas a verdade vem à tona e desmascara o ex-herói (veja o vídeo)

Crédito: Podemos|ReproduçãoCrédito: Podemos|Reprodução

O ex-juiz tornou-se uma figura cambaleante, digna de piedade.

Estupidamente, ele acredita piamente nos conselhos e nas previsões de seu ‘marqueteiro’, o anta mor Diogo Mainardi, e vai chegando ao mais alto grau de desmoralização, jogando efetivamente a sua biografia na lata de lixo.

Em sua mais recente entrevista, certamente seguindo a orientação de seu deturpado ‘marqueteiro’, Moro inventa uma escandalosa mentira envolvendo o presidente Jair Bolsonaro.

Ele diz o seguinte para a Revista Veja:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

O pedido que o presidente Bolsonaro fez ao seu ex-ministro foi outro, bem diferente. E o motivo que fez Moro deixar o governo também é claramente revelado num episódio repleto de ‘testemunhas’.

A escandalosa mentira de Moro é desmascarada pelo analista político Gustavo Gayer.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EX-SENADOR AFIRMA QUE OS ÚLTIMOS QUATRO GOVERNOS DO RN FORAM MAIS VOLTADOS PARA QUESTÃO POLÍTICA PESSOAL E DEIXARAM O ESTADO EM SITUAÇÃO CRÍTICA

‘É decepcionante a meta do governo ser apenas a folha’, diz Fernando Bezerra

Foto: Alex Regis/TN

O ex-senador Fernando Bezerra considera que é “triste e decepcionante” que o governo estadual esteja limitado, na avaliação dele, ao pagamento da folha dos servidores públicos. Ele afirma que o Rio Grande do Norte precisa de uma reforma para que se tenha um plano voltado ao desenvolvimento. Para Fernando Bezerra, essa é uma situação que não está restrita à atual gestão.“Os últimos governos, talvez os quatros últimos, foram muito mais voltados para a questão política pessoal, de reeleição. E deixaram o Estado em uma situação crítica”, lamenta. Ex-ministro da Integração Nacional e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria, ele afirma que, por isso, o RN cresce apenas onde as condições naturais são as mais favoráveis.

Fonte: Blog do BG

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA NÃO ESTÁ TENTANDO ESCONDER SEU PROJETO RADICAL, POR QUE SERÁ? POR RODRIGOCONSTANTINO

Na ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o jornalista Rodrigo Constantino comenta e explica o porquê de Lula não está tentando esconder seu projeto radical. Então assista ao vídeo completo e entenda o que está acontecendo na política e no jogo político das eleições 2022.

Fonte:

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PODCASTS: EMBATES POLÍTICOS ENTRE BOLSONARO E CENTRÃO NAS QUESTÕES RELACIONADAS A PANDEMIA

 

Existe um desânimo do centrão hoje com a postura de Bolsonaro em criticar as vacinas’

Andréia Sadi fala sobre os bastidores da negociação a respeito da aprovação dos autotestes pela Anvisa. Ela também comenta os embates políticos entre o centrão e o presidente Jair Bolsonaro nas questões relacionadas à pandemia: ‘com o avanço da Ômicron, piora ainda mais’.

SEXTA, 24/12/2021, 08:27

Fonte: CBN

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SAIBA QUEM SÃO OS SEIS SECRETÁRIOS DA GOVERNADORA DO RN QUE DISPUTARÃO AS ELEIÇÕES DE 2022

Pelo menos seis secretários de Fátima deverão disputar eleições este ano; confira quem são

O Poder Executivo do Rio Grande do Norte tem na sua formação 22 funções na administração direta, incluindo a governadoria e a vice-governadoria. Ou seja, 20 órgãos são classificados oficialmente com a nomenclatura de Secretarias de Estado. Além da governadora Fátima Bezerra (PT) que vai concorrer à reeleição, e o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) pretenso candidato à Câmara Federal, tem-se que seis secretários devem concorrer ao pleito deste ano. Uma parte vai disputar a Câmara Federal e outra vai tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado. Os secretários que querem disputar o pleito vão ter que deixar seus cargos.

Os prazos para a desincompatibilização eleitoral são contados com base no dia da eleição e variam de três a seis meses, dependendo da classe a que o agente público pertence. A pessoa que deseja concorrer deve estar desincompatibilizada oficialmente no tempo estabelecido, sob pena de ter o pedido de registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral.

Com isso, os seis secretários de Fátima Bezerra devem deixar o governo até o início de abril deste ano para disputar a eleição, já que para secretário de Estado o prazo é de seis meses que antecede o pleito, marcado o primeiro turno para o dia 2 de outubro próximo.

Por enquanto, a lista dos secretários que vão encarar as proporcionais está da seguinte forma: os que pretendem se candidatar à deputado federal são: Cadu Xavier (Tributação), Fernando Mineiro (Gestão de Projetos, Metas de Governo e Relações Institucionais) e Samanda Freitas (subsecretária Trabalho, Habitação e Assistência Social). Já para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ou seja, vão se candidatar à deputado estadual: Jaime Calado (Desenvolvimento Econômico), Júlia Arruda (Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos) e Pedro Lopes (Controladoria). Dos seis, o único que não concorrerá pelo PT será Jaime Calado, que disputará pelo Pros.

As informações foram repassadas pelo chefe da Casa Civil e interlocutor do governo para assuntos eleitorais, Raimundo Alves, que frisou não ser oficial, até porque só se confirmam as candidaturas, após as convenções partidárias e os registros das mesmas. Pelo calendário eleitoral, as convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos.

Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto. “Até o momento, o que temos são expectativas”, comentou Raimundo Alves, deixando a entender que a lista de secretários estaduais que pretendem ir para o embate eleitoral pode aumentar.

Agora RN

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PONTO DE VISTA: JAIR BOLSONARO NO MATO SEM CACHORRO

Caro(a) leitor(a),

A edição 193 da Revista Crusoé vem com um comentário do colunista Diogo Mainardi que não pode ser ignorado de maneira nenhuma, pois, pelo menos para mim, faz muito sentido. Vou explicar o porquê!

A trajetória ascensional do Jair Messias Bolsonaro chegou ao seu ápice no evento do sete de setembro de 2021, quando Bolsonaro do alto do palanque da parada militar em Brasília, com o seu vice Mourão ao seu lado calculou que, naquele momento poderia ter todo o apoio que precisava dos militares para dar a sua maior cartada, um golpe militar. Não foi a toa que ele, desde o início do seu mandato, recheou todos os gabinetes dos principais ministérios com muitos militares. Passou todo o seu mandato testando e tencionando a corda do poder o tempo todo, numa forçação de barra interminável contra a esquerda, com o intuito de conseguir o apoio dos militares. Portanto, aquele momento seria o tudo ou nada e deu nada. No dia seguinte ele teve que dar uma ré memorável. Ali ele perdeu uma grande fatia do seu eleitorado e começou a encolher. Ele sabe disso e sabe também que que essa fatia do seu eleitorado agora se posiciona ao lado de Sergio Moro. Unindo tudo isso ao péssimo momento econômico que estamos vivendo e que tende a se agravar a sua situação só tende a deteriorar.

Dessa forma é mais que compreensível que haja uma debandada geral da sua candidatura para a do ex-juiz Sergio Moro que ainda nem começou a arregaçar as mangas. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

Repercussão: com Lula na disputa, Bolsonaro fortalece ou enfraquece? | Exame

Trecho da coluna de Diogo Mainardi na edição 193 da Crusoé:

“A primeira pergunta a ser respondida sobre 2022 é a seguinte: Jair Bolsonaro vai levar sua candidatura até o fim? Meu palpite é que ele vai pular fora da disputa presidencial. Dou até uma data: junho ou julho. Se o sociopata tiver a certeza de que vai ser derrotado por Lula no segundo turno ou, de maneira ainda mais humilhante, no primeiro, ele desiste. O outro fator que pode persuadi-lo a fugir das urnas é Sergio Moro. Se meu candidato subir uns seis ou sete pontinhos nas pesquisas, o futuro presidiário vai buscar um caminho mais seguro para tentar evitar a cadeia”

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ANÁLISE POLÍTICA: CONTA OUTRA, POR ALEXANDRE GARCIA

A semana começa com um comentário do jornalista Alexandre Garcia, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, que você não pode perder, pois trata-se de um assunto que passou ileso pela grande mídia ao longo dessa semana. Sorrateiramente o TSE vem se armando com munição de alto impacto, mês a mês, sem que isso tenha tido a devida publicidade. Então convido você a assistir ao vídeo completo a seguir, refletir e tirar suas conclusões.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: TENTATIVA DE CANCELAMENTO DE FIUZA É ATO FASCISTOIDE DE COVARDES, POR RODRIGO CONSTANTINO

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado, aqui no Blog do Saber você vai assistir a mais um comentário político do super competente R4odrigo Constantino, que trata da tentativa de cancelamento e linchamento dos Sleeping Giants  sobre Guilherme Fiuza, jornalista e comentarista de Os Pingos Nos Is. Assista ao vídeo completo, reflita e tire suas conclusões.

Fonte:

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MACRON DIZ EM ENTREVISTA QUE DECISÃO DE REELEIÇÃO AINDA PRECISA SER CONSOLIDADA

Macron deseja reeleição na França, mas não crava candidatura

Atual presidente do país disse que condições sanitárias do país o impedem de pensar sobre o assunto neste momento

INTERNACIONAL

 por AFP

Pesquisas não apontam Emmanuel Macron como favorito para reeleição

LUDOVIC MARIN/REUTERS – 28.09.2021
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse nesta terça-feira (4) que quer se candidatar à reeleição no pleito de abril, mas que a decisão ainda precisa ser consolidada, de acordo com uma entrevista ao jornal local Le Parisien.

“Não há falso suspense. Tenho vontade. Assim que as condições sanitárias o permitirem e assim que eu tiver esclarecido essa questão, tanto comigo mesmo quanto em relação à equação política, avisarei sobre o assunto”, disse.

“Essa decisão vai se consolidar em mim. Preciso ter certeza de que poderei ir tão longe quanto quiser”, acrescentou o chefe de Estado de 43 anos, questionado pelos leitores do jornal.

Macron ainda não declarou oficialmente sua candidatura às eleições presidenciais, cujo primeiro turno está marcado para 10 de abril.

Uma pesquisa publicada em dezembro de 2021 pelo instituto Elabe para o BFMTV/L’Express mostrava que o atual mandatário francês perderia uma possível corrida presidencial para a candidata de direita do Partido Republicano, Valérie Pécresse.

Segundo o instituto, o presidente francês possui 21% das intenções de voto, enquanto Pécresse lidera com folga ao alcançar 52 pontos percentuais.

Fonte: R7
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ANÁLISE POLÍTICA: AUTORIDADES DE SAÚDE TÊM QUE EXPLICAR “MORTES SÚBITAS”, POR ALEXANDRE GARCIA

Com o título de “mortes súbitas” o nosso glorioso Alexandre Garcia faz o comentário sobre o seu artigo semanal publicado em 38 jornais do Brasil. O primeiro de 2022. Fala sobre dados estatísticos que mostram várias causas mortis bem mais expressivas do que a Covid-19 em 2021, como por exemplo o “mal súbito”. Assista ao vídeo completo, conheça o seu conteúdo e fique mais bem informado(a).

Fonte:

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RELEMBRE AÇÕES DO GOVERNO FEDERAL SOBRE PANDEMIA, POLÍTICA, ECONOMIA E A RELAÇÃO COM O JUDICIÁRIO

Em 2021, governo avançou com vacina em meio a embates com STF e alta da inflação

Pandemia pautou ações do governo federal durante todo o ano, com presidente obtendo vitórias importantes no Congresso e protagonizando tensão com Judiciário

Katia BrembattiBrayan

para a CNN

Relembre as ações do governo federal sobre pandemia, política, economia e a relação com o JudiciárioRelembre as ações do governo federal sobre pandemia, política, economia e a relação com o JudiciárioClauber Cleber Cetano/PR/Arte CNN

As ações do governo federal em 2021 giraram em torno da pandemia pelo segundo ano consecutivo, desde a corrida pela vacina contra a Covid-19, nova troca de ministro da Saúde, investigações da CPI da Pandemia até a aprovação do Auxílio Brasil para os prejudicados pela crise sanitária.

O ano começou com um dos momentos mais tensos da pandemia, quando Manaus passou pelo esgotamento do estoque de oxigênio medicinal, fato que se mostrou determinante para o fim da gestão de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde e a instalação da CPI da Pandemia.

Acusado de negligência ao lidar com a crise no Amazonas, Pazuello viu a pressão crescer e o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisou trocar pela terceira vez o ministro da Saúde. Depois de Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Pazuello, quem assumiu a pasta, que à época contava com o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios, foi o então presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.

O ministro, de perfil técnico, começou sua atuação defendendo o distanciamento social, a utilização de máscaras e a vacinação. Aos poucos, porém, passou a se alinhar mais às ideias do presidente. Um exemplo mais recente foi quando Queiroga afirmou que “é melhor perder a vida do que a liberdade”, em referência ao passaporte da vacina.

A atuação do Executivo no combate à pandemia na pandemia também foi alvo de denúncias de irregularidades. Uma delas foi o contrato com a farmacêutica Pfizer, que buscou contato com o governo federal por mais de 30 vezes durante o ano de 2020 – no entanto, as revelações só vieram à tona em 2021. O memorando para a compra de vacinas da Pfizer foi fechado apenas em dezembro de 2020, 9 meses após o primeiro contato.

Outra tentativa de compra de vacina também foi investigada pela CPI da Pandemia. Segundo o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o servidor do Ministério da Saúde e irmão do parlamentar, Luis Ricardo Fernandes Miranda, houve irregularidades nas tratativas para a compra da vacina indiana Covaxin. Entre as irregularidades apontadas, estavam ​​desvio de conduta, invoice [nota fiscal] irregular, pedido de pagamento antecipado que o contrato não previa, entre outras. O Palácio do Planalto negou qualquer problema , e o imunizante não chegou a ser adquirido pelo governo.

Todo o rol de ações do Executivo foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado. Com maioria de senadores independentes, a CPI avançou nas investigações e incomodou o Planalto.

Bolsonaro reagiu. Fez diversas lives e discursos aos apoiadores com críticas aos senadores da comissão – os principais alvos foram o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL). Também realizou um ato político no Rio de Janeiro e discursou sem máscara com personalidades políticas, entre elas Pazuello.

Como militar da ativa, o ex-ministro da Saúde não poderia participar de evento político e, por isso, uma investigação foi aberta pelo Exército. Mas não houve punições, e Pazuello voltou ao Palácio do Planalto, na secretaria de Assuntos Estratégicos.

Apesar de idas e vindas nas diretrizes do governo sobre a vacinação, o país termina o ano com 80% do público-alvo com imunização completa e deve começar a vacinar crianças de 5 a 11 anos em janeiro de 2022.

Ao mesmo tempo, as consequências da CPI da Pandemia ainda podem impactar o presidente no próximo ano. O relatório final, apresentado em outubro, propôs o indiciamento de 78 pessoas, entre elas, Bolsonaro, que foi citado pelo relator por ter supostamente praticado nove crimes. O documento foi entregue ao procurador-geral da União, Augusto Aras, que será responsável por dar andamento ao caso.

Relação com o Congresso

No Legislativo, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à época no DEM, foi eleito para a presidência do Senado, e Arthur Lira (PP-AL) para o comando da Câmara – a candidatura de ambos era apoiada por Bolsonaro.

As vitórias garantiram um ambiente um pouco mais tranquilo para o presidente, que também se aproximou do Centrão, mirando uma melhor interlocução com o Congresso.

Bolsonaro promoveu onze mudanças no primeiro escalão, entre remanejamentos e criação de ministérios, priorizando deputados e senadores desse grupo partidário.

Foi o caso do deputado João Roma (Republicanos-BA), que assumiu a pasta da Cidadania em fevereiro, e Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que foi remanejado duas vezes no ano e agora ocupa a chefia do ministério recriado do Trabalho e Previdência.

Walter Braga Netto e Anderson Torres foram, em março, para a Defesa e Justiça e Segurança Pública, respectivamente. Além de novos ministros para o Meio Ambiente, Casa Civil, entre outros.

A aliança de Bolsonaro com o centrão foi sacramentada pela filiação do presidente ao PL (Partido Liberal) , de Valdemar da Costa Neto, no final de novembro.

Para o cientista político e professor de Direito da Universidade Positivo Francis Ricken, o governo deu “uma guinada na governabilidade” a partir da eleição de Lira, da escolha do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) como líder na Câmara e de Ciro Nogueira para ministro da Casa Civil.

Bolsonaro x Judiciário

Com o Judiciário, o tom foi de embates. O presidente Jair Bolsonaro disse por diversas vezes que, se não houvesse voto impresso, não haveria eleição em 2022. Os discursos mais duros foram direcionados aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do STF. Moraes conduz inquéritos que afetam ao presidente (como o das fake news), e Barroso é o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e defensor da urna eletrônica.

Bolsonaro chegou a enviar ao Senado um pedido de impeachment contra o ministro Moraes, afirmando que “não se pode tolerar medidas e decisões excepcionais de um ministro do Supremo Tribunal Federal que, a pretexto de proteger o direito, vem ruindo com os pilares do Estado Democrático de Direito”. O pedido foi rejeitado por Pacheco.

O presidente também cogitou pedir o impeachment contra Barroso, mas acabou desistindo.

A crise institucional atingiu o ápice quando Bolsonaro acompanhou um desfile simbólico da Marinha em frente ao Congresso, no mesmo dia em que se discutia a PEC do voto impresso e, na sequência, incentivou manifestações de seus apoiadores para o Dia da Independência.

No feriado de 7 de Setembro, Bolsonaro fez dois grandes discursos, em Brasília e São Paulo, questionando o STF dizendo que não cumpriria decisões de Alexandre de Moraes.

As falas tiveram respostas imediatas por parte da Suprema Corte e de outros órgãos federais. Na sequência, o presidente ouviu conselhos do seu antecessor, Michel Temer (MDB), e divulgou uma carta amenizando o tom das declarações.

De acordo com os especialistas ouvidos pela CNN, a forma de Bolsonaro lidar com os ministros foi uma estratégia para acenar aos seus apoiadores mais radicais.

“Tem uma porcentagem que parece não variar nas pesquisas. Esses seguidores concordam com cada ato do presidente”, diz Erica Anita Baptista, cientista política e pesquisadora do grupo Opinião Pública da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Para a pesquisadora, a descrença nas instituições democráticas por parte da população ajuda a explicar a postura do presidente.

“As instituições democráticas, como políticos, Congresso, ministros do STF, perderam muito apoio. Bolsonaro pegou isso muito bem. O que ele faz é basicamente se descolar das instituições e se colar ao povo”, afirma.

Ass relações do presidente com o STF podem ganhar uma trégua após a posse, em dezembro, de André Mendonça, ex-advogado-geral da União, como ministro da Corte. Após quatro meses de espera, Mendonça é o segundo indicado de Bolsonaro entre os 11 integrantes do Supremo.

Economia, Precatórios e Auxílio Brasil

A melhora na relação com o Congresso também ajudou Bolsonaro a aprovar o Auxílio Brasil. Com o fim do auxílio emergencial para as camadas da população mais afetadas pelo desemprego gerado pela pandemia, Bolsonaro criou o programa, uma versão modificada do Bolsa Família e que distribui até R$ 400 para famílias mais carentes.

A PEC causou controvérsia porque a forma de financiar o aumento das despesas foi driblar o teto de gastos e retirar dinheiro das ações judiciais com trânsito em julgado e que o governo federal deveria pagar aos processantes em 2022 – a alteração ficou conhecida como PEC dos Precatórios.

Na área econômica, o governo também conseguiu passar no Congresso a capitalização da Eletrobras e organizou temporadas de leilões, como o Infra Week e o Super Infra, que envolveram concessões de aeroportos, portos e ferrovias. Foram 39 ativos leiloados em 2021 pelo Ministério de Infraestrutura, totalizando R$ 6,23 bilhões os valores de outorga.

Além disso, o ano foi marcado pelo aguardado leilão do 5G – a quinta geração de internet para telefonia móvel.

No entanto, a elevação de preços em áreas como a alimentação, os combustíveis e a energia deram dor de cabeça à equipe de Paulo Guedes.

Mas, em 2021, a expectativa não virou realidade: a inflação chegou a bater dois dígitos, o desemprego continuou em alta, o preço dos combustíveis disparou e vários dos funcionários de confiança da pasta pediram demissão.

Para Luciana Caetano, um dos problemas é alinhar os discursos da equipe econômica com as práticas do presidente.

“A inflação no Brasil é de causa estrutural. Ao contrário da inflação de demanda, a estrutural não pode ser corrigida com elevação de taxas de juros, sobretudo, porque o país enfrenta um revezamento entre recessão com estagnação econômica desde 2015. Nesse estágio, uma elevação dos juros tende a piorar as condições para uma desejada recuperação econômica e do emprego”, diz.

A economista ressalta que os problemas para os trabalhadores vão além da falta de oportunidade. “No 1º trimestre de 2021, a taxa de desemprego chegou ao nível mais elevado (14,7%) do século 21 e, ao longo do ano, o avanço da inflação para alguns grupos de produtos ultrapassou 30%. Mas os salários seguem defasados, assim como os benefícios previdenciários. Servidor público está sem reajuste salarial há 3 anos e a economia já acumula, aproximadamente, 20% de inflação oficial (INPC) no mesmo período”, afirma.

Fonte: CNN

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PONTO DE VISTA: ESSA É PARA QUEM ACHAVA QUE SERGIO MORO NÃO TEM TREJEITO DE POLÍTICO

Caro(a) leitor(a),

Nunca me enganei com o ex-juiz Sergio Moro, claro, no bom sentido. Quando afirmo isso quero dizer que sei o quão inteligente, esperto, estrategista, enxadrista, perspicaz e capaz ele é. Quando Moro se lançou na política muita gente apontou o dedo contra ele o acusando de não ter jeito para a política ou não ser suficientemente experiente para se candidatar para presidente da república. Debochavam de sua voz, o rotulavam de boneco ventríloquo do marqueteiro e outras coisitas mais. Nas últimas semanas vimos um Moro arredio, reativo e brigão. O seu último enfrentamento ocorreu após solicitação feita pelo Ministério Público junto ao TCU no início deste mês à empresa Alvarez & Marsal para revelar quanto pagou ao ex-juiz Sergio Moro depois que ele deixou a empresa, em outubro e ele soltou nota de repúdio conforme reproduzida no artigo publicado a seguir, onde afirma: “Nunca paguei ou recebi propina, fiz rachadinha ou comprei mansões”. Esse é o Moro que todos os amantes da política sonhavam em ver. E ele chegou! Lula e Bolsonaro que se cuidem, porque isso é só a ponta do iceberg do que vem por ai! Aguardem!

TCU determina que empresa revele valores pagos a Sergio Moro

Ex-juiz contesta decisão e diz que não houve enriquecimento ilícito.

Marcello Casal Jr | Agência Brasil

Sergio Moro, recém filiado ao Podemos, voltou a ser destaque dos noticiários desta semana.

Por determinação do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), a empresa Alvarez & Marsal vai ter que revelar quanto pagou ao ex-juiz Sergio Moro depois que ele deixou a empresa, em outubro.

O desligamento de Moro ocorreu para que ele pudesse lançar seu nome na política.

A decisão de Dantas, no entanto, ocorreu após uma solicitação feita pelo Ministério Público junto ao TCU no início deste mês.

O magistrado também pede apuração, no Judiciário, o levantamento de todos os processos de recuperação judicial em que a Alvarez & Marsal atuou no período da Lava Jato.

Por meio das redes sociais, Sergio Moro contestou a decisão. Ele diz que não enriqueceu no setor público nem no privado, além de não ter atuado em casos de conflito de interesses.

“Repudio as insinuações levianas do Procurador do TCU a meu respeito e lamento que o órgão seja utilizado dessa forma. Trabalhei 23 anos na carreira pública. Lutei contra a corrupção neste país como ninguém jamais havia feito. Deixei o serviço público e trabalhei honestamente no setor privado para sustentar minha família. Nunca paguei ou recebi propina, fiz rachadinha ou comprei mansões”, escreveu o ex-juiz.

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ANÁLISE POLÍTICA: O FANTASMA, POR ALEXANDRE GARCIA

Segunda-feira é dia de Alexandre Garcia, aqui an coluna ANÁLISE POLÍTICA do Blog do Saber e hoje ele comenta o seu artigo publicado em 38 jornais, cujo título é “O Fantasma”, que trata do AI 5 ressuscitado que assombra nossos dias. Então fique ligado, assista ao vídeo completo a seguir e saiba quem é o fantasma.

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OPINIÃO: EM TEMPOS DE FAKE NEWS NADA MAIS FAKE DO QUE AS PESQUISAS ELEITORAIS

Ministério Público e Justiça precisam se manter atentos sobre pesquisas eleitorais - Jornal Opção

Caro(a) leitor(a),

Já parou pra pensar o porquê de tanta pesquisa nas últimas semanas, neste fim de ano? E o porquê de coincidentemente todas elas darem o mesmo resultado, com Lula praticamente se elegendo no 2º turno?

Você já parou para refletir sobre uma coisa?

  • Veja bem, nas duas vezes em que Lula se sagrou presidente da república, no tempo em que ainda não existia mensalão ou petrolão, ele precisou, nas duas vezes, ir para o 2º turno para se eleger presidente. Agora que ele foi desmascarado, condenado em segundo e até terceira instâncias e cumpriu mais de 500 dias de cana. Agora que todo o Brasil já sabe que Lula é o maior ladrão do mundo, um chefe de quadrilha, líder de ORCRIM, capaz, inclusive de mandar matar pelo poder e que não consegue nem aparecer publicamente que leva ovo na cabeça,  a imprensa marrom acha que pode meter na cabeça dos brasileiros que vence no primeiro turno de uma provável eleição. Isso é achar que todos os brasileiros são idiotas, imbecis e senis. É um desrespeito enorme e deveria ser considerado crime esse tipo de pesquisa eleitoral.

Mas tudo isso está acontecendo por puro desespero da esquerda vagabunda e sanguessuga que sabendo de tudo isso tenta a sua última cartada antes da virada do ano, quando as pesquisas eleitorais vão ser submetidas a auditoria para verificação da sua veracidade. A partir de então vamos conhecer a real intenção do eleitorado brasileiro e então toda essa farsa será desmascarada. Aguardemos então o ano novo que nos reserva muito boas surpresas!

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ANÁLISE POLÍTICA: AMINÉSIA OU PURA CARA DE PAU A DE ALCKMIN SE UNINDO AO MELIANTE LULA?

O comentário político desta quarta-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é por conta do brilhante jornalista, o âncora do Salve, Salve, BandNews, Felipe Moura Brasil. No vídeo a seguir ele fala sobre a primeira aparição conjunta em público do ex-presidente Lula (PT) e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (ex-PSDB) em meio às articulações para a formação de uma chapa para concorrer à Presidência em 2022. O encontro entre os dois ocorreu durante um jantar, na capital paulista, promovido pelo grupo Prerrogativas, formado por juristas e advogados e deixou o ex-governador Geraldo Alckmin na saia justa depois que veio a público os diversos vídeos seus repudiando qualquer aproximação com o meliante Lula, por achar que ambos, Lula e o PT, têm a mesma cara: CORRUPÇÃO e ROUBALHEIRA.

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ANÁLISE POLÍTICA: ZÉ TROVÃO AGORA PRESO EM CASA, SEM CONDENAÇÃO, POR ALEXANDRE GARCIA

Nesta segunda-feira temos, como sempre, o comentário luxuoso do jornalista Alexandre Garcia, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA. Desta feita ele comenta sobre a prisão domiciliar do Zé Trovão sem condenação nenhuma e a continuação da lacração do STF que virou rotina e regra e não exceção, se é que deveria haver exceção na prerrogativa de defesa da Constituição pelo STF!

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PONTO DE VISTA: OS INSTITUTOS DE PESQUISA NÃO TOMAM VERGONHA NA CARA

Falei tá falado: A mentira tem perna curta - Blog do Redação

Caro(a) leitor(a),

Essa última semana foi simplesmente recheada de pesquisas eleitorais dos mais diversos institutos de pesquisa tais como, Datafolha, paraná pesquisa e outros. Foram pelo menos 4 levantamentos e em todos eles sempre o mesmo resultado: Lula em primeiro, Bolsonaro em segundo, Sergio Moro em terceiro, Ciro Gomes em quarto lugar. Você já parou para pensar o porquê de tantas pesquisas de intenção de voto para presidente há pelo menos 10 meses das eleições? E por que todas elas com Lula disparado com mais de 20 pontos percentuais à frente de Bolsonaro? E também já se perguntou o porquê de tantas pesquisas na antepenúltima semana do ano? Ainda não? Então acompanhe o meu raciocínio e depois diga se faz sentido para você!

É muito, mas muito estranho o primeiro colocado em todas as pesquisas não ter contato nenhum com o público, com o povão de quem ele se diz representante nato. Um cara que sempre adorou aparecer em cima de um trio elétrico para falar às multidões, como foi a primeira coisa que fez quando saiu da cadeia. É muito estranho ir a praia com a namorada na surdina e com total afastamento do público que requentava a praia. Quando foi ao Nordeste em caravana mal conseguiu reunir meia dúzia de gatos pingados em suas aparições públicas.

Em segunda análise, se retroagirmos no tempo até os anos de 2002 e 2006 quando o meliante concorreu a presidência da república e foi vitorioso, ele precisou, nas duas vezes, do segundo turno para se eleger presidente naquelas ocasiões. Lembrando que naquela ocasião ele ainda se dizia a alma mais honesta do Brasil. Depois disso respondeu a dezenas de processos, foi condenado em 3 instâncias no caso do Tripléx, em duas instâncias no caso do sítio de Atibaia e em primeira instância no caso do Instituto Lula. Foi preso, viu o sol nascer quadrado por mais de 500 dias. Passou a ser chamado de presidiário, condenado, meliante, ladrão, Luladrão, bandido, criminoso, quadrilheiro, etc… Virou chacota e motivo de inúmeras piadas pela maioria dos brasileiros e o DATAFOHA tem a cara de pau de trazer a público uma pesquisa onde ele aparece eleito no primeiro turno?

A meu ver essa fantasia se parece muito mais com o desespero camuflado do PCC chinês, que finge ser uma superpotência, pujante, robusta, poderosa e capitalista, mas no fundo passa por um drama gigantesco de fome, miséria, poluição, superlotação, terras degradadas e outras milacrias. A população da China cresce na razão de 15 milhões de pessoas por ano e precisa alimentar, vestir, educar e dar saúde a toda essa massa humana. Pois bem, a situação da esquerda agonizante é muito parecida. Não conseguiu formar uma liderança que substituísse o meliante Lula nesses anos todos e agora depende desesperadamente da ressureição da reputação desse bandido para se manter viva. É sua única opção e saída. Mas o povo brasileiro pode ser tudo na vida, menos burro e imbecil e não vai cair nessa cilada.

Esse desespero se dá devido a proximidade com a virada do ano, quando todas as pesquisas eleitorais serão auditadas pelo Superior Tribunal Eleitoral e terão que apresentar todas as planilhas e métodos científicos utilizados nas pesquisas. Ai sim vamos poder começar a confiar nos seus resultados. Como diz o velho ditado: “Mentira tem pernas curtas”.

 

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A ELITE POLÍTICA DE HONG KONG ESCOLHE NO PRÓXIMO DOMINGO (19) OS NOVOS MEMBROS DO CONSELHO LEGISLATIVO DA CIDADE APÓS NOVAS REGRAS IMPOSTAS POR PEQUIM

Hong Kong se prepara para eleições com novas regras de Pequim

Diretrizes impostas pela China vetam candidatos de oposição; pesquisas apontam abstenção recorde

O candidato ao Conselho Legislativo, Ma Fung-kwok, discursa em Hong KongO candidato ao Conselho Legislativo, Ma Fung-kwok, discursa em Hong Kong BERTHA WANG/AFP – 17.12.2021

A elite política de Hong Kong escolhe no próximo domingo (19) os novos membros do Conselho Legislativo (LegCo) da cidade teoricamente semiautônoma, nas primeiras eleições “apenas para patriotas”, após as novas regras impostas por Pequim que vetam candidatos de oposição.

Estas são as primeiras eleições legislativas na ex-colônia britânicas desde as grandes manifestações – em alguns casos violentas – pró-democracia de 2019. Desde então, muita coisa mudou na cidade, onde a oposição foi esmagada com uma lei de segurança nacional introduzida a partir de Pequim.

Quase 4,5 milhões dos 7,5 milhões de moradores da cidade devem comparecer às urnas, mas seus votos definirão apenas 20 das 90 cadeiras do Conselho Legislativo, metade do que acontecia antes da mudança das regras.

Quarenta representantes serão eleitos por um comitê formado por 1.500 pessoas leais a Pequim. E 30 sairão de comitês também fiéis ao governo comunista e que representam grupos econômicos e com interesses especiais na cidade.

Além disso, os 153 candidatos que disputam as cadeiras por votação direta foram investigados pelas autoridades para uma avaliação de sua lealdade política e patriotismo.

Pequim afirma que o sistema eleitoral “aperfeiçoado” expulsará os elementos “anti-China”, irá reparar os males da cidade e evitar que o Conselho Legislativo seja condicionado pelas táticas de obstrução do campo pró-democracia.

Mas não é possível saber como a população vai reagir: a campanha foi muito discreta e as pesquisas apontam uma abstenção recorde.

Sem oposição

Kenneth Chan, cientista político da Universidade Batista de Hong Kong, afirmou que o entusiasmo público caiu devido à grande repressão da China com a lei de segurança nacional imposta em 2020.

Entre as mais de 100 pessoas acusadas com base nesta lei estão mais de 10 deputados pró-democracia que conquistaram cadeiras no LegCo nas eleições legislativas de 2016, a maioria atualmente presos. Três fugiram da cidade.

“Como (os candidatos pró-democracia) estão ausentes, temo que seus militantes também estarão”, declarou Chan.

Diante de possíveis boicotes, as autoridades aprovaram uma lei que considera crime qualquer pedido de voto em branco ou a favor da abstenção, o que resultou na detenção de 10 pessoas e em ordens de prisão para outras duas no exterior.

Horace Cheung, vice-presidente do DAB, maior partido pró-Pequim, afirmou que as eleições de Hong Kong são “bastante diferentes, por exemplo, do estilo americano”.

A líder do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, pediu à população que compareça às urnas, mas de maneira preventiva já declarou que uma elevada abstenção sugere que “o governo está trabalhando bem e que sua credibilidade é alta.”

Pedidos de boicote

Muitos ativistas no exílio defenderam o boicote. O ex-líder estudantil Alex Chow afirmou na semana passada à AFP que era “evidente” a necessidade de abstenção, enquanto Sunny Cheung descreveu a votação como um “véu pseudodemocrático”.

Algumas pessoas usaram a hashtag “Liberdade para meu candidato” no Twitter para recordar a detenção de políticos pró-democracia.

Em contraste com as eleições de 2016, quando alguns candidatos chegaram a defender a autodeterminação de Hong Kong, a campanha foi muito discreta pela uniformidade dos candidatos e as poucas vagas em disputa.

A polícia informou que mais de 10 mil agentes serão mobilizados no domingo para evitar qualquer distúrbio. No distrito de Sheung Shui, perto da fronteira com a China continental, as opiniões entre os moradores estavam divididas

Uma mulher de 39 anos, que revelou apenas o sobrenome, Pun, elogiou a reforma eleitoral de Pequim. “Tudo está calmo agora, com menos discussão e as coisas são mais pragmáticas”.

Um homem identificado como Chan, de 60 anos, disse que não vai votar porque nenhum candidato representa suas ideias.

“A eleição deste ano está repleta de medo. Nas últimas eleições conseguimos votar em branco ou na oposição, mas esta opção não existe mais”, disse. “É como uma eleição na Coreia do Norte”, completou.

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REPRESENTANTES DO GOVERNO VEEM PEDIDO DE INDICIAMENTO DA GOVERNADORA DO RN PELA CPI DA COVID COMO POLÍTICA

Por g1 RN e Inter TV Cabugi

 

Deputados pediram indiciamento da governadora do RN — Foto: Assembleia Legislativa/DivulgaçãoDeputados pediram indiciamento da governadora do RN — Foto: Assembleia Legislativa/Divulgação

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid pediu o indiciamento nesta quinta-feira (16), último dia de atividades, da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), pela compra frustrada de 30 respiradores em contrato com o Consórcio Nordeste. É estimado que o RN teve um prejuízo de R$ 4,9 milhões no acordo.

Houve pedido de indiciamento ainda para o governador da Bahia, que também é presidente do Consórcio Nordeste, Rui Costa, e para o ex-secretário da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster.

Na quarta-feira (15), a reunião da CPI na Assembleia Legislativa do RN já havia incluído entre os pedidos de indiciamento o secretário de Saúde do RN, Cipriano Maia, por contratos assinados durante a pandemia pela pasta, como compra de equipamentos e insumos e implantação de UTIs.

Votaram pelo indiciamento da governadora o presidente da CPI, Kelps Lima (Solidariedade), e os deputados Getúlio Rêgo (DEM) e Gustavo Carvalho (PSDB), que compõem a comissão – ao todo são cinco.

Em coletiva, representantes do governo do RN disseram que não foi constatado nenhuma ilegalidade e se disseram surpresos com o pedido. Os representantes ainda pontuaram que houve um uso político em detrimento de um conceito técnico na apuração da CPI (veja mais abaixo).

Além de Fátima Bezerra e do secretário de Saúde Cipriano Maia, foram indiciados incialmente quatro empresários pela compra frustrada dos respiradores, na leitura do relatório pelo deputado Francisco do PT. Depois, também foi incluído pela CPI uma servidora do estado.

Esse relatório ainda passará pela procuradoria da ALRN e depois para uma revisão em plenário. Em seguida, seguirá para os órgãos de fiscalização, como Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Controladoria Geral do Estado, que vão analisar o conteúdo e decidir se oferecem denúncia à Justiça.

Discordância

Para o presidente da CPI, Kelps Lima, a gestora cometeu improbidade administrativa na compra dos respiradores.

“A governadora cometeu ato de improbidade na medida em que fez repasses de R$ 5 milhões ao Consórcio Nordeste sem devida dotação orçamentária prévia, sem leitura do contrato, sem ter assinado contrato de programa”, disse.

“E teima em manter na direção do Consórcio Nordeste alguém que é suspeito de corrupção, que fraudou o dinheiro do povo nordestino e que ainda quis tirar um pedaço desse dinheiro para mandar pra São Paulo, sob a alegação de que seu irmão, Edinho do PT, era prefeito de Araraquara”, falou Kelps.

Secretário de Saúde do estado é indiciado na CPI da Covid

Para o relator da CPI, Francisco do PT, líder do governo na Assembleia, a inclusão da governadora Fátima Bezerra entre os indiciados é meramente política.

“Todos os depoimentos que aqui foram dados na CPI, os documentos que nós analisamos, em nenhum momento a governadora foi sequer citada. Então, nós temos a absoluta certeza que não caberia, a não ser pela justificativa da disputa política, incluir a governadora como indiciada nessa CPI”, disse.

“Nós não tínhamos nenhum elemento e nem temos, na minha opinião, que possa sustentar esse pedido de indiciamento da governadora Fátima Bezerra“.

Governo vê decisão ‘politiqueira’

“Em nenhum momento ficou constatado que qualquer servidor da saúde tenha cometido qualquer ilegalidade, qualquer ato que se possa imputar como improbidade. Porque, se assim fosse, a própria procuradoria faria esse apontamento”, disse o procurador geral do Estado, Luiz Antônio Marinho, em coletiva do governo na noite desta quinta.

Ele disse ainda que foram constituídas duas forças-tarefas para trabalhar nos processos de enfrentamento da Covid no RN e que a situação era atípica naquele cenário.

“Todos os gestores do RN e do país foram mobilizados às pressas para enfrentar um inimigo mortal e invisível. Não foi fácil. Fato que comprova isso é exatamente uma lei aprovada emergencialmente para que os gestores pudessem, num cenário de pandemia e de caráter extraordinário, ir às compras: adquirir insumos, fazer contratações, inclusive de pessoal, para enfrentar a pandemia”.

O controlador geral do Estado, Pedro Lopes, lamentou o que acredita ter sido uma decisão “politiqueira”.

“Essa CPI passou nove semanas discutindo gramatura de sapatilha, peso de cotonete, porque se buscava de alguma maneira criminalizar o poder. E não encontraram nada, apenas erros administrativos, normais, numa pandemia sem precedentes. É muito natural que houvesse um erro administrativo e isso foi de certo modo corretamente apontado”, disse.

“Mas não há nada de ilegalidade de mau uso e de desvio de dinheiro público. Essa CPI apenas por ter maioria, ganhou. Papel em branco cabe tudo. Derrubaram um relatório que era técnico e fizeram o que queriam. Isso é uma vergonha: alguns deputados usarem o parlamento para fins politiqueiros de um governo que atuou e foi um dos mais eficientes do brasil na pandemia. Denegrir a imagem de uma governadora que não tem um deslize”

O controlador acredita que “esse relatório vai ser jogado na lata do lixo do poder judiciário porque não há nenhum elemento”.

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PONTO DE VISTA: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA DO POVO BRASILEIRO É PRA JÁ OU O PÂNTANO O ENGOLIRÁ RAPIDAMENTE

No nosso PONTO DE VISTA desta quarta-feira o texto vem diretamente dos Estados Unidos cuja autoria é do nosso colaborador em assuntos de política, Ricardo Paz e é uma espécie de desabafo sobre uma situação que está ficando cada vez mais insuportável. O povo brasileiro ficou muito temo em berço esplêndido, precisa acelerar esse processo de conscientização ou será muito tarde, a vaca terá ido para o brejo e daqui pra frente o brejo será cada vez mais pantanoso, movediço e sem volta!

Anta morre presa na lama da Samarco - Gerais - Estado de Minas

SE O POVO NÃO AGE, MERECE O QUE TEM

No Brasil tem muita gente e empresas que “conquistam” sucesso mamando nos privilégios, vantagens e esquemas de corrupção. Quantos conseguem competir e vencer num ambiente assim com honestidade, trabalho e inteligência para negócios? Jamais seremos uma nação forte e com moral se continuamos com o “status” de país dos espertos e malandros! Mas a mudança pode começar pela qualidade das pessoas que elegemos. Se o povo agir com consciência ou senso crítico, pode, pelo voto, extirpar do Congresso Nacional (e assembleias estaduais) os políticos desonestos e apátridas. Se isso não acontecer, o povo e os vadios dos poderes se merecem! E o Brasil permanece um país sem ordem nem progresso, medíocre e vulnerável!
Ricardo Paz
Empresário-Trabalhador
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OPINIÃO: PELA PRIMEIRA VEZ O EDITORIAL GLOBO RECONHECE QUE ERROU AO APOIAR O FECHAMENTO DAS ESCOLAS

Caro(a) leitor(a),

Finalmente um editorial de O Globo reconhece o erro absurdo que foi, um verdadeiro “crime” manter as crianças longe das escolas durante tanto tempo. Pelo fato de ser algo realmente  tão absurdo e que compromete definitivamente o futuro dessas crianças, é que acho que um exame de consciência foi feito por esse editorial e não conseguiu se conter ao reconhecer esse fato. É claro que tudo tem limite nessa vida, até mesmo insanidade mental. Só acho que uma insignificante “mea culpa” não é suficiente para reparar todo o dano causado. Por isso o Grupo Globo precisa fazer mais, muito mais, do que apenas pedir desculpas e reconhecer os seus erros.

Editorial de “O Globo” reconhece que foi um “crime” deixar as crianças longe da escola na pandemia

Foto: Elza Fiuza/Agência BrasilFoto: Elza Fiuza/Agência Brasil

É inacreditável, mas gradativamente a verdade está aparecendo.

Aqueles que implantaram o terror estão sendo obrigados a reconhecer os seus erros.

E não foram poucos…

O editorial de “O Globo” deste domingo (12) considera que foi um “crime” manter as crianças fora da escola por tantos meses.

Na realidade, muitos foram os crimes praticados.

O texto, aliás, é muito claro e elucidativo:

Imagem em destaque

“Foi um crime — não há outra palavra — manter as crianças longe da escola por tantos meses. Um crime de reparação longa e custosa, que deixará marcas profundas em toda uma geração. É essa a conclusão inescapável a tirar do relatório ‘A path to recovery’ (Um caminho para a recuperação), iniciativa conjunta de Unesco, Unicef e Banco Mundial publicada neste mês.”

E prossegue o texto:

“O fechamento das escolas, avalia o relatório, afetou 1,6 bilhão de crianças em 188 países. Na média, foram 121 dias de aula totalmente perdidos e 103 parcialmente. O ensino remoto ou híbrido apresentou resultados insatisfatórios, e a perda de aprendizado foi brutal. Quase dois anos depois da eclosão da pandemia, as aulas não tinham voltado ao normal para mais de 400 milhões. O documento estima em US$ 17 trilhões, ou 14% do PIB mundial, as perdas ao longo da vida dos afetados. Obviamente, os danos não se resumem ao custo econômico.”

E diz mais o editorial do jornal:

“A questão agora é como resgatar o que foi perdido. ‘As consequências para a geração atual de crianças e jovens serão duradouras se não agirmos rápido’, afirma o documento. A primeira — e mais óbvia — medida é reabrir as escolas imediatamente. Nesse ponto, apesar das resistências e exceções, até que o Brasil já tomou a atitude sensata. Mas só isso não basta. ‘Para evitar que as perdas se tornem permanentes, é essencial que os países implementem um pacote de recuperação do aprendizado; mesmo que o conjunto específico de intervenções possa ser diferente, o objetivo deveria ser garantir que as crianças e adolescentes fiquem na escola e alcancem pelo menos o mesmo nível de competência das gerações que não foram expostas à pandemia’.”

E a conclusão:

“As ferramentas sugeridas pelo relatório para isso vão da ampliação da carga horária à revisão de metodologia e pedagogia. Mas primeiro é preciso entender a urgência da questão. Ela deveria ser a prioridade imediata não apenas do ministério ou das secretarias estaduais e municipais de educação, mas de todos os candidatos que tentarão conquistar o voto dos brasileiros nas urnas no ano que vem. Ignorá-la seria cometer um novo crime contra as mesmas vítimas: nossas crianças e nosso futuro.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ANÁLISE POLÍTICA: CAIO COPPOLLA FAZ UMA PROPOSTA IRRECUSÁVEL AO NOVO REITOR DA USP

Neste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA você vai assistir a mais uma aula de eloquência e convencimento de um dos maiores oradores do Brasil, o bacharel em direito e também comentarista político Caio Coppolla, que desta feita, analisa o discurso do novo Reitor eleito da USP, Carlos Gilberto Calote Junior sobre cotas raciais para professores. Quando falei de convencimento quis dizer que a proposta final que o Caio Coppolla faz ao novo reitor, se fosse eu no lugar dele aceitaria na hora!

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PONTO DE VISTA:DEPUTADA REVELA TRAMA DE BASTIDORES DA ALESP PARA BLINDAR MEMBROS CORRUPTOS DO PSDB

DEPUTADA REVCaro(a) leitor(a),

Esse tipo de corrupção nas assembleias legislativas da vida é a coisa mais normal, infelizmente para todo o povo brasileiro é regra, não é exceção. O fato de Janaína Paschoal ter denunciado essa prática nefasta depois de 3 anos de mandato como deputada estadual é até estranho. Porque não se leva tanto tempo para se descobrir essas ilicitudes estando convivendo com as entranhas do legislativo e ainda mais num estado tão corrupto. O jogo é tão pesado que é possível que ela tenha se feito de doida o quanto pode para não correr risco de vida ou coisa que o valha. Acredito na isenção e honestidade de Janaína, mas fico com a pulga atrás da orelha pela demora para fazer a denúncia. 

Janaína revela ‘trama’ para esconder escândalo de corrupção tucana e ‘blindar’ chapa Lula-Alckmin (veja o vídeo)

Reprodução Internet

A deputada estadual Janaína Paschoal revelou uma trama de bastidores na Assembleia legislativa do estado de São Paulo (Alesp) para impedir que membros do PSDB sejam investigados por suspeitas de desvios de dinheiro público em gestões passadas à frente do governo do estado.

Em sessão plenária, a parlamentar do PSL disse que o presidente da Assembleia, deputado Carlão Pignatari (PSDB), anulou um ato de instalação da CPI da Dersa. A decisão foi publicada no sábado (4), pegando Janaína e parlamentares de oposição de surpresa.

A comissão, que já estava aprovada ‘de direito’ e aguardava apenas a data para iniciar os trabalhos ‘de fato’, apuraria desvios na gestão da empresa estatal paulista de rodovias, com acusações de fraudes em licitações, corrupção, formação de cartel, desvios de dinheiro público e lavagem de dinheiro em obras, por meio de empresas de fachada operadas por Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, de 2007 a 2019.

As acusações foram apontadas durante os trabalhos da força-tarefa da Operação Lava Jato e, após o pedido de instauração, pela deputada estadual Beth Sahão, a CPI tem sido alvo de manobras de bastidores pela bancada tucana, desde que João Doria assumiu o Palácio dos Bandeirantes, em 2019.

Na decisão pela suspensão da comissão, o presidente da Alesp alega que as acusações são “mera justaposição de denúncias e indícios veiculados em grandes órgãos de mídia, sem que seja possível extrair, com contornos precisos, a matéria a ser investigada pela CPI”.

Para Janaína Paschoal, a decisão de Pignatari estaria ‘blindando’ lideranças políticas tucanas com o objetivo de ‘evitar respingos’ em candidatos e chapas em véspera de ano eleitoral.

A deputada lembrou a recente negociação entre o ex-presidiário Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin (no centro das denúncias), que negociam a possibilidade de uma aliança, na qual o tucano seria um dos possíveis nomes a assumir a disputa como vice-presidente do petista.

É preciso ouvir a fala de Janaina para compreender até onde vai a ‘trama’ desta ‘união macabra’ entre tucanos e lulopetistas.

Veja o vídeo:

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COMISSÃO DO SENADO APROVA SUBSTITUTIVO AO PROJETO QUE CRIA POLÍTICA DE PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

Comissão do Senado aprova taxa de exportação para estabilizar preço de combustível

Ainda segundo a publicação, o texto aprovado na comissão precisa passar pelo plenário

Do CNN Brasil Business

Atualizado 07/12/2021 às 12:53

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira (7) um substitutivo ao projeto de lei 1.472/2021, que institui uma política de preços de combustíveis e cria imposto de exportação sobre petróleo, de acordo com informação publicada pela Agência Senado.

O texto aprovado na comissão precisa passar pelo plenário.

Mudança no relatório

O relator do projeto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), apresentou nesta terça um novo parecer sobre a proposta, alterando as alíquotas de incidência do Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto.

A receita advinda dessa cobrança será usada para subsidiar a estabilização dos preços quando os valores do insumo subirem.

O novo parecer traz uma alíquota máxima de impostos, que será zerada até o valor do barril atingir US$ 45 – a versão anterior previa que o imposto valeria quando o barril estivesse acima de US$ 80. Outra mudança é relativa a alíquota máxima, que agora será de até 20%, contra os 12,5% inicialmente previstos.

Pela nova definição, a alíquota será de no mínimo 2,5% e no máximo 7,5% aplicadas apenas sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 45 por barril e abaixo ou igual a US$ 85 por barril. A alíquota salta para no mínimo 7,5% e no máximo 12,5% quando é aplicada sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 85 por barril e abaixo ou igual a US$ 100 por barril.

No caso da parcela do valor acima de US$ 100 por barril, a alíquota será de no mínimo 12,5% e no máximo 20%. “Lembrando que por ser de aplicabilidade marginal, a alíquota não incidirá sobre a totalidade dos valores, mas sim apenas sobre a parcela de preço que exceder os valores mencionados”, destacou o senador no parecer.

Segundo Prates, o ajuste nas alíquotas partiu de sugestões do senador Jaques Wagner (PT-BA), para tornar o mecanismo “mais efetivo”. “Reconhecemos, contudo, a importância de assegurar previsibilidade aos investidores, e por isso propomos aqui valores mínimos e máximos a serem cobrados, disponíveis para ajuste do Poder Executivo, buscando aliar a efetividade regulatória e a proteção de investimentos”, afirmou Prates.

Pelo relatório, o Poder Executivo poderá alterar as alíquotas do Imposto de Exportação incidente sobre o petróleo bruto, obedecidos os limites mínimo e máximo fixados no projeto.

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: DESLUMBRAMENTO, POR ALEXANDRE GARCIA

Nesta segunda-feira o extraordinário Alexandre Garcia comenta o seu artigo semanal publicado em 38 jornais, com o título de Deslumbramento. Aqui ele conta, em detalhes tudo que rolou na movimentada dança das cadeiras da corrida eleitoral de 2022. Então fica ligado e assista ao vídeo completo a seguir!

Fonte:

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ALEXANDRE BALDY FOI VETADO POR BOLSONARO PARA OCUPAR POSTO DE ARTICULAÇÃO POLÍTICA NO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

 

Secretário de Doria, Alexandre Baldy é preso pela Lava Jato

O presidente Jair Bolsonaro vetou o nome do ex-deputado federal Alexandre Baldy (PP-GO) para ocupar um posto de articulação política no Ministério da Economia. A pasta anunciará nesta semana uma restruturação em três secretarias e a criação da secretaria especial de Estudos Econômicos.

Ana Flor: equipe de Guedes terá nova dança das cadeiras

Conforme o blog apurou, o nome de Baldy era costurado pela área politica do governo e tinha o aval não só do ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, mas de lideranças do PP na Câmara do Deputados.

Pesou na decisão de Bolsonaro o fato de Baldy ter sido secretário do governo de João Doria, em São Paulo, adversário político do presidente e pré-candidato ao Planalto pelo PSDB.

Outro fato que desagradou Bolsonaro é que Baldy pode ser candidato ao Senado por Goiás, estado em que o governo estuda outros nomes para apoiar.

O Centrão tenta ampliar seu espaço político no governo e até agora teve pouca entrada na área comandada por Paulo Guedes — recentemente o Ministério da Economia perdeu a área do Trabalho e Previdência, que foi transformada em ministério para abrigar Onix Lorenzoni, que é considerado cota pessoal de Bolsonaro.

Baldy, que já foi ministro das Cidades no governo de Michel Temer, é considerado dentro do Congresso um bom articulador.

Conforme o blog antecipou na sexta-feira, o Ministério da Economia terá uma nova secretaria especial de Estudos Econômicos, a ser ocupada por Adolfo Sachsida, atual Secretário de Política Econômica, e trocas em outras duas áreas — a Receita Federal, para onde ira o auditor Julio Cesar Vieira Gomes, e de Produtividade, que será ocupada por Daniela Marques, braço-direito de Paulo Guedes.

Fonte: G1
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PODCASTS: CANDIDATURA DE SERGIO MORO PREOCUPA BOLSONARO

Bolsonaro está com fixação com Sérgio Moro’

Após uns dias em Brasília, Andréia Sadi traz informações de bastidores sobre a preocupação de Jair Bolsonaro com a candidatura de Sérgio Moro para 2022. ‘Bolsonaro herdou os votos da turma da Lava-jato, mas a turma da Lava-jato, agora, vai enfrentar as urnas’, destaca Sadi. Ela comenta ainda a estratégia de Moro para conquistar a base política de Bolsonaro: ‘rachar a base dos evangélicos, dos militares e do centrão’.

SEXTA, 03/12/2021, 08:33

'Bolsonaro está com fixação com Sérgio Moro' (Crédito: )

 

Fonte: CBN

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OPINIÃO: PENSE ATÉ 10 VEZES ANTES DE TENTAR LACRAR CAIO COPPOLLA, SUA ORATÓRIA É IMBATÍVEL

Normalmente, pela nossa grade de programação semanal, quinta-feira não é dia da coluna OPINIÃO, mas eu não podia deixar passar essa oportunidade de levar ao seu conhecimento um show de oratória do incrível Caio Cappolla, que da uma verdadeira “surra”, com muita categoria e classe no compositor e cantor Edu Krieger que tentou lacrá-lo por ele ter usado trecho de uma música do cantor para homenagear o seu pai. É simplesmente imperdível e mostra que em termos de retórica o jovem comentarista político é imbatível!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: DORIA LUTA CONTRA PRÓPRIO EGO PARA CRESCER NAS PESQUISAS, POR FELIPE MOURA BRASIL

Nesta quarta-feira você vai ver, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA o comentarista político Felipe Moura Brasil falar sobre os primeiros acenos do governador de São Paulo, João Doria, depois de ser escolhido o candidato do PSDB à Presidência com a vitória nas prévias tucanas. Em uma tentativa de unir o partido, Doria convidou o rival Eduardo Leite para coordenar a campanha. O governador do Rio Grande do Sul rejeitou o convite. Os dois, porém, devem se reunir no início de dezembro. Com quem Doria já conversou foi com alguns dos candidatos da “terceira via” na eleição presidencial. Então assista ao vídeo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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DÓRIA ACREDITA NA POSSIBILIDADE DE ALIANÇA COM MORO PARA 2022

João Doria diz à CNN que aliança com Moro para 2022 é “possível”

Em primeira entrevista após ganhar prévias do PSDB para concorrer à Presidência, Doria disse já ter entrado em contato com outros pré-candidatos e defendeu “diálogo”

Giovanna Galvanida CNN

em São Paulo

 

Em sua primeira entrevista após ganhar as prévias do PSDB para concorrer à Presidência em 2022, João Doria, governador de São Paulo, disse à CNN neste domingo (28) julgar “possível” uma aliança com Sergio Moro, ex-ministro da Justiça cotado como nome do Podemos para o Planalto.

“É possível. Eu tenho boas relações com Sergio Moro e tenho respeito por ele, não haveria nenhuma razão para não manter relações com alguém que ajudou o Brasil, com alguém que contribuiu com a Lava Jato, assim como Simone Tebet, uma brilhante senadora, e o senador Rodrigo Pacheco, com boa postura e equilíbrio”, disse o governador.

Doria mencionou que já entrou contato com alguns pré-candidatos para começar a traçar planos conjuntos para as eleições do ano que vem. As conversas, segundo ele, devem ser continuadas nas próximas semanas.

“Temos que estar juntos para termos projetos para os brasileiros. Não vejo condições de um projeto do PSDB, mas um projeto de Brasil. Temos que ter humildade, capacidade, bom diálogo e propostas claras e objetivas”, afirmou.

Após as prévias, Doria disse que o PSDB saiu “fortalecido, não dividido” e expressou desejo de que Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul que concorreu com ele nas prévias do partido, integre a equipe de campanha da sigla nas eleições.

Questionado sobre o papel do ex-governador Geraldo Alckmin na campanha, ele afirmou que, se Alckmin permanecer no partido, “deve fazer parte” do projeto também. Já sobre um possível lugar para o deputado federal Aécio Neves, no entanto, o governador não quis fazer comentários.

Nome da “terceira via”

João Doria também negou que as pesquisas eleitorais sejam o principal balizador da escolha do candidato da chamada “terceira via”, que participaria das eleições como alternativa aos nomes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pesquisas recentes indicaram Doria em 5º lugar nas intenções de voto. O governador fica atrás de Lula, Bolsonaro, Sergio Moro e Ciro Gomes (PDT).

“A pesquisa não é único elemento necessário. Ela é parte integrante, mas tem que ter uma composição de forças para que este candidato ou candidata possa representar uma capacidade de enfrentamento a Lula e Bolsonaro”, afirmou.

Equipe econômica será anunciada em breve

Durante a entrevista, Doria afirmou que deverá anunciar em duas semanas os integrantes da equipe que montará seu programa econômico.

“Vamos ter uma equipe competente produzindo nosso programa econômico. São seis pessoas, não vamos ter um ‘posto Ipiranga’”, disse Doria, fazendo referência ao apelido que o presidente Jair Bolsonaro deu ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Segundo Doria, três nomes da equipe econômica serão mulheres. O governador preferiu não comentar sobre a possibilidade de um dos integrantes ser a economista Ana Carla Abrão, conforme apurado pela analista Thaís Arbex, da CNN. 

O governador também teceu críticas ao programa econômico de Bolsonaro, especialmente em relação ao financiamento do Auxílio Brasil e à PEC dos Precatórios, a qual definiu como um “atentado ao Brasil”.

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DÓRIA É ESCOLHIDO COMO CANDIDATO DO PSDB PARA CONCORRER ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS EM 2022

João Doria vence prévias e é escolhido como candidato do PSDB à Presidência

Governador de São Paulo supera Eduardo Leite e Arthur Virgílio Neto após disputa marcada por falhas no aplicativo de votação do partido

Douglas Portoda CNN

em São Paulo

 

O governador de São Paulo, João Doria, venceu as prévias e foi escolhido, neste sábado (27), como candidato do PSDB para concorrer à Presidência da República nas eleições de 2022.

Doria conseguiu 53,99% de aproximadamente 30 mil votos, superando Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, com 44,66% e Arthur Virgílio, ex-prefeito de Manaus, com 1,35% após intensa e tumultuada disputa interna.

 

A votação, que foi aberta novamente neste sábado por meio de um novo aplicativo, acontece após um provável ataque hacker contra o aplicativo usado pelo partido no último domingo (21), quando as prévias foram suspensas depois de uma interrupção do sistema.

Falhas essas minimizadas por Bruno Araújo, presidente do PSDB. “Só corre risco quem inova, só corre risco quem assume pioneirismos. O PSDB assumiu o pioneirismo de ser o primeiro partido do Brasil a estabelecer de forma interna uma democracia que antes de chegar no pleito da eleição não são mais quatro diante da eleição que definem o candidato, são milhares que definem em um processo de discussão democrática.”

Fonte: CNN

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PODCAST: RELATÓRIOS DA CPI ENTREGUES À PGR E SEUS POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS

 

Pressão política faz com que Aras tenha que tomar uma decisão’

Andréia Sadi fala sobre relatório da CPI entregue à PGR e os possíveis desdobramentos em relação a conduta de Aras. ‘Eles estão aguardando avanço na investigação de ao menos três casos relacionados a autoridades com o foro privilegiado’, conta. Ela lembra que parecer pede 80 indiciamentos e aponta para 9 crimes de Bolsonaro

SEXTA, 26/11/2021, 08:42

 

Fonte: CBN

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ANÁLISE POLÍTICA: LAMBANÇA NAS PRÉVIAS DO PSDB FAVORECE CANDIDATURA DE MORO, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Com uma pauta que inclui lambança tucana nas prévias, candidatura de Moro, menor Emem em 16 anos e massacre do Morro do Salgueiro o destaque desta quarta-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é o irreverente e intrépido comentarista político, José Nêumanne Pinto:

1 – Adiamento das prévias de ex-tucanos por problemas em aplicativo favorece candidatura apolítica de Moro como favorito para terceira via. 2 – Menor Enem em 16 anos expõe incompetência do desgoverno Bolsonaro e revela continuidade do predomínio esquerdista na elaboração das provas. 3 – Massacre no Morro do Salgueiro pelo Bope é mais uma mostra da tática do tiro na cabecinha, iniciada por Witzel e seguida por seu vice bolosnarista.

Fonte:

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SECRETÁRIO DE ESTADO AMERICANO AFIRMA QUE RESULTADO DAS ELEIÇÕES NA VENEZUELA NÃO REFLETE A VONTADE DO POVO

Eleições na Venezuela ‘não refletem a vontade do povo’, apontam EUA

Secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, não reconheceu a vitória política dos apoiadores de Nicolás Maduro

INTERNACIONAL

por AFP

Eleições na Venezuela 'não refletem a vontade do povo', apontam EUA - Notícias - R7 InternacionalAnthony Blinken não legitimou resultados eleitorais venezuelanosKEN CEDENO / POOL VIA AFP – 1.7.2021

O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, afirmou nesta segunda-feira (22) que as eleições regionais de domingo (21) na Venezuela, nas quais o chavismo do presidente Nicolás Maduro venceu por esmagadora maioria, “não refletem a vontade do povo venezuelano”.”As detenções arbitrárias e o assédio de atores políticos e da sociedade civil, a criminalização das atividades dos partidos da oposição, a proibição de candidatos em todo o espectro político, a manipulação das listas de eleitores, a censura persistente dos meios de comunicação e outras táticas autoritárias sufocaram praticamente o pluralismo político e garantiram que as eleições não refletissem a vontade do povo venezuelano”, afirmou Blinken em um comunicado.

O chavismo no poder venceu no principal município, Caracas, e elegeu 18 de 23 governadores nas eleições regionais venezuelanas, nas quais a oposição voltou a participar depois de anos de boicote e pedidos de abstenção.

“O regime de Maduro privou os venezuelanos uma vez mais de seu direito de participar de um processo eleitoral livre e justo”, afirmou Blinken.

Os Estados Unidos e outros 50 países não reconhecem a reeleição de Maduro em 2018 por considerá-la fraudulenta.

“Temeroso da voz e do voto dos venezuelanos, o regime distorceu enormemente o processo para determinar o resultado desta eleição muito antes de que as cédulas fossem emitidas”, insistiu o secretário de Estado.

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA CASA BRANCA, BIDEN TEM INTENÇÃO DE CONCORRER À PRESIDÊNCIA DOS EUA EM 2024

Biden tem intenção de concorrer novamente à Presidência em 2024

Crise do Afeganistão e gestão do coronavírus fizeram aprovação pública do presidente norte-americano cair nos últimos meses

INTERNACIONAL

por Reuters

Aos 79 anos, Joe Biden é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 9.9.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem a intenção de concorrer à reeleição em 2024, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, nesta segunda-feira (22).

Biden, de 79 anos, sofreu uma queda na aprovação pública nos últimos meses, levando alguns dos democratas a se perguntarem se ele buscaria um segundo mandato de quatro anos.

“Ele quer. É a intenção dele”, disse Psaki, enquanto Biden voava a bordo do Força Aérea Um para um evento de Ação de Graças com as tropas norte-americanas em Fort Bragg, no Estado da Carolina do Norte.

Os democratas ficaram abalados com as vitórias dos republicanos nas eleições estaduais da Virgínia neste mês, e como uma vitória democrata apertada em Nova Jersey.

Alguns têm cogitado a viabilidade de uma candidatura da vice-presidente Kamala Harris em 2024, caso Biden decida não concorrer de novo. Uma pesquisa recente do USA Today e da Universidade de Suffolk mostrou que ela tem aprovação de 28% no cargo.

Biden passou pelo primeiro exame físico na sexta-feira (19) desde que tomou posse em janeiro e médicos constataram que ele está caminhando de forma rígida e atribuíram frequentes episódios de tosse a refluxos ácidos. Os médicos afirmaram que ele está apto para trabalhar.

As perspectivas políticas de Biden pareciam estar balizadas na semana passada após a aprovação de um plano de infraestrutura de 1 trilhão de dólares. Ainda está sendo debatido um outro pacote de 2 trilhões de dólares de investimentos em segurança social.

Fonte: R7

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ANÁLISE POLÍTICA: REPÚBLICA OU MONARQUIA? POR ALEXANDRE GARCIA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira, em respeito ao feriado da proclamação o comentarista político Alexandre Garcia lê o seu artigo intitulado República ou Monarquia, onde faz uma veemente crítica ao nosso atual sistema de governo, lançando a pergunta: Semipresidencialismo ou vergonha na cara? em alusão ao que se transformou o Presidencialismo no Brasil. Portanto, você não pode perder esse desabafo contundente!

Fonte:

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OPINIÃO: O JOGO JÁ COMEÇOU E AS PEDRAS COMEÇAM A SE MOVER NO TABULEIRO DE XADREZ

Aos poucos o novo cenário político para as eleições 2022 vai se delineando. As pedras no tabuleiro de xadrez já começam a se movimentar e definir posições. O artigo a seguir mostra o General Hamilton Mourão se posicionando junto ao eleitorado do Rio de Janeiro e provavelmente concorrerá para governador, na tentativa de dar um basta ao avanço do crime organizado e ao tráfico de drogas no estado. Isso deve tranquilizar o presidente Bolsonaro, com menos um para ameaçá-lo e se tornar parceiro. Magno Malta desta vez deverá se candidatar pelo Espírito Santo, onde tem mais chance de se eleger com segurança e não ficar mais fora de combate e Tarcísio parece que não escapa de ser candidato a governador por São Paulo para desbancar o calça apertada de uma vez.

Na teoria a imagem parece estar perfeita, mas na prática a coisa pode ser bem mais difícil, Vamos acompanhar de perto esse jogo de xadrez e ver se as previsões se confirmam realmente.

O cenário eleitoral começa a se definir: Mourão no Rio, Tarcísio em SP, Magno Malta no ES e Bolsonaro no PL

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

O vice-presidente Hamilton Mourão se decidiu, será candidato no Rio de Janeiro, ele já alinhavou com o presidente do PRTB-RJ, Antônio Carlos Santos, e será candidato no estado. Provavelmente a governador, para ser uma alternativa em relação ao candidato mais radical à esquerda, Marcelo Freixo, ex-Psol.

Mourão deve iniciar viagens pelo interior do Rio, falar mais sobre problemas locais, se reunir com empresários cariocas e participar de eventos por lá.

Com o crime organizado ditando regras no estado, a candidatura de um político hostil as forças de segurança como Freixo é uma ameaça real ao, já sitiado, empresariado fluminense.

O general Mourão (e todo o Brasil) contam com o apoio do presidente Bolsonaro à sua candidatura.

Em São Paulo a pressão pela candidatura do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, está gigante. Tarcísio só não será candidato se não quiser – importante dizer que São Paulo é forte reduto Bolsonarista e o eleitorado está ávido por eleger um ‘bolsonarista raiz’ depois da decepção causada pela traição de João Doria.

Por outro lado Valdemar Costa Neto e seu partido, o PL, caiu em si e viu que não poderia abrir mão de Jair Bolsonaro, depois do que ele fez em 2018 transformando um partido nanico e desconhecido, o PSL, no maior e mais rico partido do Brasil.

A força de Bolsonaro já se faz sentir no partido. Na reunião de cúpula do PL o ex-senador Magno Malta foi convidado e não passou em branco, foi escrita por ele a principal frase da carta que o PL divulgou após a reunião:

“O PL está pronto e alinhado para receber o presidente Jair Bolsonaro em todos os estados”.

Foto de Eduardo Negrão

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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ANÁLISE POLÍTICA: A QUESTÃO É, ATÉ QUANDO O STF VAI GOVERNAR O BRASIL?

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o intrépido jornalista Rodrigo Constantino comenta sobre a repercussão da fala do togado Dias Toffoli quando afirmou que vivemos sob a égide do semipresidencialismo, onde o mesmo  conclui que o sistema contra-ataca para preservar o seu clubinho. Por isso você não pode deixar de assistir o vídeo completo a seguir, refletir e tirar suas conclusões!

Fonte:

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SEGUNDO EX-VICE-GOVERNADOR, GOVERNADORA DO RN ESTÁ “FAZENDO CAIXA” PARA ELEIÇÕES EM 2022

Fátima está “fazendo caixa para o ano eleitoral”, diz Fábio Dantas

O ex-vice-governador Fábio Dantas tem uma teoria sobre o caos na saúde do Rio Grande do Norte, que diariamente sofre com hospitais lotados até os corredores, falta de insumos básicos e de pagamento de fornecedores e terceirizados. Para ele, o governo Fátima Bezerra deve estar “fazendo caixa” para 2022, ano de eleição para governador.

“Eu não sei o que passa na cabeça, eu imagino que deva ser fazer caixa para o ano eleitoral, não tem outra explicação, porque é tentar mostrar o eldorado no último ano de governo”, disse Fábio em entrevista ao Hora Extra da Notícia nesta sexta-feira (19).

Fábio lamentou ainda que “a população sofre diariamente” nos hospitais e criticou diretamente a governadora Fátima Bezerra pela falta de gestão e controle das finanças públicas do RN.

“A cada ano nós aumentamos a receita, mas aumentamos também a despesa, porque o Estado não tem um controle das suas finanças públicas. A governadora atual do Rio Grande do Norte nunca administrou nada, nem um carrinho de cachorro quente, então fica difícil você tem uma pessoa que possa entender o mínimo de um orçamento público”, observou.

Fonte: Blog do BG

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PODCASTS: BOLSONARO PENSA EM ADIAR FILIAÇÃO AO PL

Presidente quer se filiar, mas não quer à luz do dia’

Andréia Sadi fala sobre filiação de Bolsonaro ao PL. Valdemar Costa Neto deu um ultimato ao presidente: ‘ele não está contando com um recuo’. A comentarista diz que Bolsonaro pensa em adiar filiação e Valdemar pode entender receio como ‘vergonha’.

SEXTA, 19/11/2021, 08:19

Fonte: CBN

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ANÁLISE POLÍTICA: UM BALANÇO DO GOVERNO BIDEN, POR RODRIGO CONSTANTINO

Nesta quarta-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA você vai conhecer melhor quem é Biden e o seu governo através do esclarecedor e coerente comentário do jornalista Rodrigo Constantino, que mostrar ponto a ponto, todos os desatinos e contradições do presidente mais festejado dos últimos tempos ao tomar posse no lugar de Trump. Vale a pena assistir ao vídeo a seguir, não apenas porque o Rodrigo Constantino mora nos EUA e acompanha de perto todos os movimentos da política de lá, mas porque seus comentários sobre a política da terra do tio Sam, ao contrário dos da política tupiniquim, são isentos de parcialidade ou qualquer tipo de torcida. Desta forma, são tomados de uma lucidez e confiabilidade incríveis.

Fonte:

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OPINIÃO: DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, ASSIM JULGA AS AÇOES O NOSSO JUDICIÁRIO

Caro(a) leitor(a),

Podemos chamar de cara de pau e até mau caratismo as atitudes do judiciário com relação a questão do passaporte sanitário. No  caso das empresas privadas  e públicas o STF já se posicionou como sendo obrigatório para admissão de funcionários, baseado no artigo 225 da Constituição Federal que diz que: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações”. Isso também quer dizer que a empresa, seja ela pública ou privada, tem o direito de determinar que tipo de pessoa pode trabalhar nas suas dependências. Mas quando o Governo Federal publica um decreto onde determina regras para a admissão de projetos pela Lei Rouanet o MPF, frequentemente omisso em suas atribuições como denunciante, não perde a oportunidade de se pronunciar, de imediato, contra a medida do governo. Se isso não é perseguição eu preciso reaprender a língua portuguesa!

MPF quer passaporte sanitário em eventos financiados pela Lei Rouanet

Procuradora do DF pede a suspensão definitiva da portaria editada por Mario Frias.

O Ministério Público Federal (MPF) informou ter acionado a Justiça Federal para garantir que todos os eventos culturais com financiamento da Lei Rouanet possam exigir na entrada o passaporte sanitário que comprove a imunização contra a Covid-19.

Na ação civil pública, a procuradora Ana Carolina Roman pede o deferimento de uma liminar a fim de suspender portaria publicada pela Secretaria Especial de Cultura que proíbe a exigência do documento vacinal em projetos financiados pela verba federal.

Pela norma do governo, as atrações culturais que se candidatarem à aprovação pela Rouanet não podem exigir comprovante de vacinação para entrada de público, sob pena de reprovação e multa.

Na petição inicial, contudo, o MPF diz que a medida está “em descompasso com o que se espera dos órgãos públicos no atual cenário epidemiológico”. O órgão argumenta que somente autoridades locais estariam aptas a determinar a adoção ou não de medidas sanitárias em eventos.

Para a procuradora, os passaportes sanitários não cerceiam as liberdades individuais, mas visam a “proteção da coletividade e de manutenção da saúde pública, valores de relevância social que não podem ser suplantados por expectativas de ordem pessoal”.

O secretário especial de Cultura, Mário Frias, argumenta que a exigência do documento para entrada em eventos atinge garantias fundamentais, e que a norma assinada por ele “visa a garantir que medidas autoritárias e discriminatórias não sejam financiadas com dinheiro público federal e violem os direitos mais básicos da nossa civilização”.

A partir de agora, o caso deverá ser analisado pela 3ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, segundo informações da Agência Brasil.

Fonte: Conexão Política

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SEGUNDO MINISTRO DO STF, AS SUCESSIVAS DERROTAS EM VOTAÇÃO NO CONGRESSO FIZERAM BOLSONARO SE APROXIMAR DA POLÍTICA TRADICIONAL

Política tradicional deu estabilidade ao governo Bolsonaro, diz Gilmar Mendes

Ministro do STF também comentou a filiação do ex-juiz Sergio Moro ao Podemos

Da CNN

em São Paulo

 

Em entrevista exclusiva à CNN, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou neste domingo (14) a aproximação de Jair Bolsonaro com partidos do Centrão e a possível filiação do presidente ao PL.

“O presidente, quando assumiu lá atrás, disse que não repetiria o modelo do presidencialismo de coalizão e acabou optando por apoio parlamentar a partir das bancadas temáticas. As bancadas temáticas são muito fiéis aos seus próprios interesses. Quando se trata de votar uma emenda específica, que afeta daqueles que eles representam, aí já apresentam dúvidas”, declarou Mendes à analista de política da CNN Thais Arbex.

Na avaliação do ministro do STF, as sucessivas derrotas em votações no Congresso fizeram o presidente sentir a necessidade de se aproximar da política tradicional. “Ganhou estabilidade num governo que estava muito instável.”

A entrevista foi concedida em Lisboa, onde o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual Mendes é sócio, organiza nesta semana o “Fórum Jurídico”, com a participação de políticos brasileiros.

Mendes também comentou a filiação do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao Podemos, que pode viabilizar a candidatura dele à Presidência, e a possível entrada na política do ex-procurador Deltan Dallagnol, que chefiou a Operação Lava Jato.

“A política e os políticos devem comemorar a sinceridade. Se [eles] faziam política antes exercendo cargo de procurador e de juiz, agora o farão no campo certo, no campo da política, filiando-se a um partido político.  Certamente terão que prestar contas do que fizeram no passado”, afirmou Mendes.

“De fato, é a demonstração de que talvez já fizessem política antes, com uma outra camisa. Agora farão política a partir da vestimenta de um partido político e jogando no campo adequado. Boa sorte [a eles]”, acrescentou Mendes, crítico da atuação de Moro e Deltan na Lava Jato.

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ANÁLISE POLÍTICA: RODRIGO CONSTANTINO CHAMA MORO DE JUÍZ HERÓI E POLÍTICO DEMAGOGO

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado estamos publicando a opinião e a visão do comentarista político Rodrigo Constantino sobre o discurso inaugural de Sergio Moro como político nesta quarta-feira, onde o rotula de juiz herói e político demagogo. Acho importante ver e ouvir a opinião de todos os comentaristas políticos de relevância nacional neste momento em que o ex-juiz entra definitivamente para a política. A minha percepção é de que estão todos muito ansiosos e altamente exigentes com alguém que, até aqui só prestou um incomensurável serviço à nação. Cobrando dele um projeto de governo com todas as soluções desde já. Ele fala que Sergio Moro se apresenta como um herói, mas na verdade ele, assim como tantos outros, estão ávidos por esse herói que nunca chega e descarregam essa ansiedade toda em cima do pobre ex-juiz. Então vamos assistir ao vídeo completo a seguir, refletir e aguardar as cenas dos próximos capítulos com paciência e parcimônia.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: SE STF LIBERAR ORÇAMENTO VAI CONSTITUCIONALIZAR O SUBORNO, POR FELIPE MOURA BRASIL

Na ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira você vai ver o pertinente comentário feito na véspera pelo comentarista Felipe Moura Brasil sobre o orçamento secreto suspenso por liminar pela Ministra Rosa Weber e que, nesta terça-feira foi votado em plenário virtual do STF com o placar de 6 x 1 a favor da liminar da Ministra. O âncora do Salve, Salve, BandNews! analisou a decisão concedida pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu temporariamente os repasses do governo por meio do chamado “orçamento secreto”, que tem como base as emendas de relator-geral (RP-9). O comentarista mostra que não houve invasão do STF nas prerrogativas do Legislativo e sim a moralização e estancagem da sangria desatada de dinheiro desviado pelos parlamentares para uso pessoal se constituindo em mais um caso de mensalão.

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ANÁLISE POLÍTICA: QUEM MANDA? POR ALEXANDRE GARCIA

Segunda-feira é dia do comentário muito pertinentes do jornalista Alexandre Garcia, cujo tema, mais uma vez, são os abusos de poder do judiciário e faz a seguinte pergunta como título do seu artigo publicado em 38 jornais pelo país: quem manda? Então você não pode perder os detalhes do vídeo a seguir. 

Fonte:

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OPINIÃO: SUSPENSÃO DA PRÉ-CANDIDATURA DE CIRO É MAIS UMA ESTRATÉGIA POLÍTICA DA VELHA RAPOSA

Caro(a) leitor(a),

Ao contrário do que Eduardo Negrão, o autor do artigo a seguir, que estamos publicando nesta edição da coluna OPINIÃO, pensa sobre a atitude de Ciro Gomes com relação a suspensão da sua pré-candidatura  à Presidência da República para as eleições de 2022. Eu acho que foi mais uma estratégia de mestre da velha raposa. Na verdade ele encontrou uma forma bastante contundente de pressionar a bancada do PDT a reverter a aprovação da PEC dos precatórios em segundo turno. Caso obtenha sucesso irá usar o episódio como capital político a seu favor na corrida às eleições presidenciais e mostrará a sua força e influência no Congresso Nacional. Então aguardemos o desfecho final de mais esse round no cenário político nacional. 

O desespero de Ciro, a “fuga” às escondidas e a iminente derrota

Ciro Gomes - Foto: José Cruz/Agência BrasilCiro Gomes – Foto: José Cruz/Agência Brasil

O eterno candidato à presidência, Ciro Gomes, comunicou a suspensão de sua pré-candidatura à Presidência da República para as eleições de 2022.

A desculpa dessa vez foi o apoio de deputados federais do PDT, seu partido, à PEC dos Precatórios. O ‘ex-presidenciável’, diz que sua decisão vai valer até que seus correligionários na Câmara dos Deputados reavaliem sua posição no segundo turno da votação, que pode ocorrer ainda nesta quinta ou na semana que vem.

Pelo menos esse foi o discurso, mas o que isso significa na verdade?

O fato é que numa campanha nunca, em hipótese nenhuma, se cogita a desistência. Isso desmobiliza a militância – ainda mais no caso de Ciro que aparece em 4º nas pesquisas.

Nessa mesma semana outro presidenciável, o apresentador Jose Luiz Datena, também jogou a toalha. Ou seja, esse seria o grande momento para Ciro se apresentar como líder da ‘resistência oposicionista’ mas ele preferiu abrir mão dessa oportunidade para choramingar no Twitter:

“Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar a minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”.

Dos 24 deputados do PDT, 15 votaram a favor da proposta do governo Bolsonaro, 6 contra e três não compareceram à sessão. O texto-base da PEC foi aprovado com 312 votos a favor, apenas quatro a mais do que o mínimo necessário.

O partido de Ciro foi o único de oposição a orientar pela aprovação da proposta. A verdade é que Ciro, assim como Lula e Datena estão sentindo nas ruas o maciço apoio popular à Jair Bolsonaro e não tem Datafolha que segure a população.

Foto de Eduardo Negrão

Fonte: Jornal da Cidade Online

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