ECONOMIA: O CAPITALISMO É UM SISTEMA COMO TODOS OS OUTROS. O QUE O DIFERENCIA É A LIBERDADE DE ESCOLHA

O destaque desta quinta-feira, aqui na coluna ECONOMIA é o Capitalismo. Aceitar a pressuposição de que o capitalismo é um sistema baseado na competição significa aceitar um debate que já começa inteiramente moldado nos termos criados pelos seus detratores, de modo que, a partir daí, qualquer discussão já está contaminada e enviesada. Para desmistificar essa ideia Antony Sammeroff, autor do complexo artigo a seguir, defende que o que diferencia o capitalismo não é a competição, mas sim a liberdade de escolha. Entenda o porquê lendo o artigo completo!

Não, o que diferencia o capitalismo não é a competição, mas sim a liberdade de escolha

Em termos de competição, o capitalismo é um sistema como todos os outros

 

O capitalismo é frequentemente descrito pelos seus detratores como “um sistema darwinista de competição”, uma selva na qual apenas os mais fortes sobrevivem, e na qual os mais fracos e os menos capazes definham.

Já os mais comedidos simplesmente descrevem o capitalismo como um sistema “baseado na concorrência”.

Curiosamente, vários defensores do capitalismo também parecem assimilar essa ideia de que o capitalismo é um sistema baseado na competição. Eles apenas contra-argumentam que essa concorrência, longe de ser um defeito, é na realidade a grande virtude do sistema, sendo ela a responsável por elevar o padrão de vida da população ao criar bens e serviços de melhor qualidade.

Em minha visão, isso é um erro. Aceitar a pressuposição de que o capitalismo é um sistema baseado na competição — em contraste a outros sistemas que hipoteticamente seriam de cooperação (como socialismo e comunismo) — significa aceitar um debate que já começa inteiramente moldado nos termos criados pelos seus detratores, de modo que, a partir daí, qualquer discussão já está contaminada e enviesada.

No âmbito estatal, a competição é selvagem

Obviamente, não estou criticando a concorrência. Nem poderia. Afinal, não fosse a concorrência entre produtores, com cada um deles se esforçando para ganhar acesso ao dinheiro dos consumidores, não haveria como vivenciarmos um progressivo aumento em nossa qualidade de vida em decorrência da contínua melhora observada nos bens e serviços que usufruímos — os quais, vale ressaltar, apresentaram quedas reais nos preços em decorrência exatamente desta competição.

A concorrência de mercado é o que aumenta a eficiência e reduz o preço real dos bens e serviços, ao mesmo tempo em que gera inovação. Dado que todos nós já estamos familiarizados com este argumento — até porque o vivenciamos diariamente —, é desnecessário ficar reforçando este ponto.

Adicionalmente, a alternativa à concorrência é o planejamento centralizado, no qual há um único fornecedor de bens e serviços, sendo ele quem decide “em nosso nome” como estes serão produzidos e alocados. Todas as sociedades que tentaram este arranjo se afundaram na miséria e no extermínio em massa.

O ponto aqui é outro.

Se os detratores do capitalismo consideram a competição de mercado algo ruim, por que o mesmo não se aplica à esfera política?

Peguemos a tão venerada democracia. Se a competição é um fator deletério e corruptor, então a democracia tem de ser o primeiro sistema a ser abolido. Afinal, o que fazem os políticos senão competirem acirradamente entre si para conseguir um cargo?

Pior: não apenas há essa acirrada competição entre partidos políticos, como também há uma vigorosa competição entre empresas, lobistas e grupos de interesse para ver quem consegue tratamento preferencial (subsídios, patrocínios, reservas de mercado etc.) de políticos e legisladores, tudo com o dinheiro do povo.

Se as pessoas que estão no mercado (a seção livre e voluntária da sociedade) vivem em um sistema de competição, o que dizer então do aparato estatal? O que dizer das pessoas que querem acesso a ele? A democracia é também um sistema de competição. E darwinista. Os políticos estão sempre competindo pelo acesso ao aparato de controle da sociedade. Estão competindo pelo “direito” de aprovar e impingir leis, legislações e políticas que serão aplicadas a todos e que afetarão a todos (queiramos nós ou não). Mais: tudo isso será compulsoriamente pago por nós.

Políticos e todas as pessoas que querem fazer parte do aparato estatal não estão simplesmente competindo por uma fatia de mercado, na qual o vencedor da competição é aquele que melhor satisfaz as demandas dos consumidores. Eles estão afetando diretamente a todos nós, a sem a nossa anuência.

O capitalismo é sobre trocas voluntárias

É óbvio que a competição, por si só, não é um mal. Longe disso. O problema é que definir o capitalismo como um sistema “baseado na competição” — em comparação a outros arranjos que supostamente são baseados na cooperação — é um truque retórico.

Aqueles que acreditam que o capitalismo é baseado na concorrência podem honestamente acreditar nisso, mas não é verdade. O capitalismo é um sistema tão concorrencial e competitivo quanto qualquer outro sistema. Concorrência e competição existem em todos os arranjos. Não é uma exclusividade do capitalismo.

Consequentemente, o correto seria dizer que o capitalismo (ao menos no ideal laissez-faire) é um sistema baseado em transações livres e voluntárias de bens e serviços, transações estas que ocorrem na ausência de coerção física, roubo, compulsão ou fraude, e é baseado no direito fundamental de ter e acumular propriedade.

Ou, em nome da brevidade: o capitalismo é um sistema de trocas voluntárias, baseado no direito de ter propriedade.

Sendo assim, é até possível concluir que o capitalismo é, com efeito, o sistema que mais apresenta as características de cooperação. Afinal, no capitalismo, a competição significa que os produtores têm de se esforçar para agradar seus clientes, e eles terão de agir assim exatamente porque visam ao seu interesse próprio. Em outras palavras, os vendedores cooperam com os consumidores, atendendo às suas necessidades e preferências.

Dado que há escassez, sempre haverá competição — em qualquer sistema

Não é a existência da propriedade privada ou da livre transação de bens que gera a concorrência. O que gera a concorrência é a escassez.

Em qualquer situação em que haja escassez de recursos, haverá alguma forma de competição pela apropriação destes recursos (bem como para decidir a maneira como esses recursos serão alocados).

Se houver um sistema que permita trocas voluntárias, alguma competição surgirá naturalmente neste arranjo. Mas a competição também surgiria em qualquer outro sistema. Mesmo se existisse uma sociedade completamente comunista, que fosse inteiramente planejada por um comitê central, e que não praticasse absolutamente nenhuma transação envolvendo dinheiro, ainda assim haveria competição, e por um motivo incontornável: o tempo das pessoas sempre será limitado.

Se você fosse, por exemplo, um cineasta nesta sociedade comunista utópica, você provavelmente iria querer que o máximo possível de pessoas assistisse ao seu filme. só que todos os outros cineastas iriam querer o mesmo. Isso colocaria você em concorrência direta com eles. Podemos então concluir que o comunismo também é um sistema baseado na competição? É certo que você estaria competindo pelo único cliente: o patrocínio do estado. Corrupção e compadrio certamente seriam o inevitável resultado. Quem terá seu filme financiado? Quem não terá? Quem ganhará o altamente cobiçado emprego de cineasta em vez do nada desejável emprego de varredor de rua ou de recolhedor de lixo? Como conseguir favores das autoridades? A competição será selvagem. Mas, em vez de ser decidida pelas transações livres e voluntárias dos espectadores, dos investidores e dos cineastas, ela será decidida por uma autoridade do comitê central — e de maneira bastante autoritária, eu apostaria.

A competição, em suma, continuaria existindo. Ela apenas seria de outra natureza: em vez de produtores competindo entre si para conseguir clientes, eles irão competir entre si para ver quem obtém mais favores da poderosa e corrupta estrutura do estado.

A competição é simplesmente uma característica inerente ao fato de que vivemos em um mundo de escassez. Ela existiria em qualquer outro sistema econômico. O socialismo não pode abolir a competição. Assim como nenhum outro sistema.

O custo de oportunidade significa que a competição está em todos os lugares

Quando você finalmente constata essa realidade, você percebe que a escassez faz com que a competição esteja muito além da economia.

Por exemplo, imagine que dois amigos distintos me convidem para um jantar em suas respectivas casas na mesma noite. Eu, obviamente, terei de optar por apenas um, o que fará com que o outro fique sem minha companhia. Isso por acaso significa que a amizade é um sistema baseado na competição?

Não podemos nos encontrar com todos os nossos amigos o tempo todo, ou mesmo com todos eles ao mesmo tempo. E, mesmo se conseguíssemos, teríamos de dividir nossa atenção entre eles. Adicionalmente, não somos íntimos de todos eles, de modo que apenas alguns serão realmente amigos. Não dá para ser amigo íntimo de todos. Tudo isso significa que inevitavelmente teremos de fazer escolhas. E, com elas, renúncias. No final, não importa quais critérios você utilizará para escolher quais amizades priorizar: você estará optando e decidindo; escolhendo alguns e isolando outros. Em alguns casos, você pode acabar isolando pessoas que adorariam ter a sua companhia. Mais: ao optar por priorizar amizades, você terá de sacrificar outras atividades que gostaria de fazer, apenas para ficar na companhia deles.

Estes são fatos básicos da vida, pelos quais todos nós já passamos. Mas eles não fazem com que a amizade seja vista como um sistema de competição.

Similarmente, no mercado, nossos recursos e tempo são limitados. Estamos, a todo o momento, fazendo juízos de valor, escolhendo quais produtos e serviços iremos consumir tendo por base a utilidade que imaginamos que eles nos trarão. Ao fazermos isso, sacrificamos algumas opções em prol de outras. Talvez iremos escolher uma cafeteria que tenha o café mais saboroso. Ou então aquela que tem o melhor ambiente. Ou talvez aquela que é mais próxima. Ou aquela outra cujo serviço é o melhor. Ou então aquela que é a mais barata. Ou quem sabe aquela a que sempre fomos e com a qual estamos mais familiarizados. Ou talvez aquela que implantou atitudes mais “socialmente conscientes” — a que sempre privilegiou a contratação de deficientes físicos, por exemplo. O fato é que nós decidimos.

Cada provedor de serviços acredita que irá se beneficiar de nossa clientela e fará diversas tentativas de nos atrair, seja melhorando a qualidade dos serviços, seja reduzindo (os mantendo baixos) os preços, o que corretamente podemos identificar como uma forma de competição. Dado que seres humanos não são infalíveis, em algumas ocasiões alguém irá comprar um café do qual não irão gostar; mas, no longo prazo, a competição tenderá a ser vencida por aqueles que agradarem de maneira melhor e mais consistente seus clientes.

Os benefícios da liberdade de escolha

O fenômeno realmente miraculoso que ignoramos ao concentrarmos nossa atenção na concorrência é a própria capacidade que temos de fazermos escolhas.

Por exemplo, suponha que dois eventos comerciais estejam ocorrendo na mesma tarde. Cada cliente potencial irá escolher aquele evento que mais lhe seja atraente, utilizando para isso uma variedade de critérios subjetivos. Entretanto, simplesmente dizer que esses dois eventos são “concorrentes” seria ignorar completamente o ponto essencial: os frequentadores destes eventos (que são muito mais numerosos que os organizadores destes eventos) podem escolher entre dois eventos. Muito melhor ter a opção de dois (e inclusive optar por nenhum) do que ter apenas a opção de um. Com efeito, pode até ser possível ir aos dois na mesma tarde, sacrificando o tempo que ficam em cada um.

Sendo assim, a realidade é que há muito mais cooperação envolvida no ato fornecer bens e serviços às pessoas do que há competição. Para conseguir fazer qualquer coisa no mercado, você tem de cooperar com compradores, vendedores, administradores, gerentes, empregados, fornecedores, clientes, anunciantes, promotores de eventos, comerciantes, negociantes, compradores coletivos etc.

O clássico ensaio Eu, o Lápis ainda continua sendo o melhor exemplo ilustrativo disso: quando você se dá conta da quantidade de pessoas, nos mais distintos lugares do mundo, trabalhando conjuntamente para fabricar um simples lápis de madeira — e cada um buscando apenas seus próprios interesses financeiros —, é inevitável não se maravilhar ao constatar como realmente funciona todo este arranjo empreendedorial. Essas pessoas, que nem se conhecem, estão atuando em conjunto, em cooperação, e o resultado é que você consegue comprar um lápis — algo que jamais conseguiria fabricar sozinho — por centavos.

A competição no mercado é o que permite a escolha em meio à escassez

Dado que os recursos são escassos e o tempo sempre é limitado, as pessoas têm de fazer escolhas. Consequentemente, a competição sempre será uma parte inerente a todo e qualquer sistema econômico. Enquanto vivermos em um mundo caracterizado pela escassez, haverá competição.

A característica precípua do capitalismo de livre mercado não é a competição, mas a liberdade de escolha. Pessoas que criticam a competição no capitalismo estão, na prática, pedindo para que o estado substitua a competição entre produtores para ver quem obtém mais consumidores voluntários por uma competição entre produtores para ver quem obtém mais favores do governo. Em vez de produtores tentando convencer consumidores a voluntariamente gastar seu dinheiro em uma ampla variedade de bens e serviços, cada vez mais vastos, teremos produtores tentando convencer políticos a coercivamente tomar dinheiro da população para lhes repassar na forma de subsídios e demais protecionismos.

Compare o arranjo capitalista com arranjos corporativistas e socialistas: em todos há competição, mas apenas no primeiro há liberdade de escolha para os indivíduos.

Compare o livre mercado com outros sistemas nos quais a competição é feroz para ver quem consegue obter mais favores de burocratas em cargo de poder: é nestes que realmente há a “lei da selva” e a “sobrevivência do mais forte”.

Fonte: Mises Brasil

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OPINIÃO: O MAL AVANÇA PRINCIPALMENTE PORQUE OS QUE PODIAM LUTAR ABANDONAM OCAMPO DEBATALHA OU SE VENDEM AO INIMIGO

O autor do artigo a seguir, aqui na coluna OPINIÃO desta segunda-feira é Murray N. Rothbard (1926-1995). Ele foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies. O artigo que publico hoje, de sua autoria, nunca esteve tão atual, já que as forças do mal estão avançando com muita velocidade, não só no nosso pobre e débil país, mas também a nível mundial. Estamos vendo o politicamente correto avançar por todas as partes e isso está acontecendo justamente porque muitos que podiam lutar contra esse avança estão se retirando do campo de batalha ou se vendendo ao inimigo. Convido você a ler o artigo completo a seguir que analisa esse comportamento em detalhes. 

Sobre como resistir ao mal — há os que se vendem, e há os que se retiram da luta

Os últimos são ainda piores que os primeiros

Como pode alguém, encontrando-se cercado por uma crescente maré de transgressões, de desrespeito à liberdade mais básica, e de maldade, não lutar até suas últimas forças contra ela?

Há tempos estamos sendo submergidos por uma inundação de perversidades na forma de coletivismo, socialismo, igualitarismo, niilismo e autoritarismo.

Sempre foi muito óbvio para mim que temos uma imperiosa obrigação moral de lutar contra esses males – para o nosso próprio bem, para o de nossos entes queridos, de nossa prosperidade, de nossos amigos, de nossos vizinhos e de nosso país.

Sendo assim, sempre foi um mistério para mim por que as pessoas que enxergaram e identificaram estes males – e, consequentemente, foram convocadas a combatê-lo – abandonam esta luta, aos poucos ou de uma vez. Como pode alguém enxergar a verdade, entender seu premente dever, e, então, simplesmente desistir e até mesmo ir além e trair a causa e seus companheiros de luta?

E, no entanto, nos dois movimentos e em suas variantes aos quais já estive associado — libertário e conservador —, isto acontece o tempo todo.

Conservadorismo e libertarianismo, no fim, são movimentos “radicais”, ou seja, eles se opõem radical e fortemente a todas as tendências de estatismo e imoralidade. Logo, como pode alguém que se juntou a um movimento destes — seja como ideólogo, ativista ou financiador – simplesmente abandonar a luta?

Recentemente, perguntei a um perspicaz amigo por que um conhecido nosso abdicou da luta. Ele respondeu que “ele é o tipo de pessoa que deseja uma vida tranquila, que só quer se sentar à frente da TV e não quer ouvir falar de nenhum problema”. Ok, mas, neste caso, disse eu angustiado, “por que então estas pessoas se tornaram ‘radicais’? Por que elas orgulhosamente se proclamam ‘conservadores’ ou ‘libertários’?” Infelizmente não obtive nenhuma resposta.

E o fato é que, se você quer realmente mudar o estado das coisas — tanto moral quanto economicamente —, esqueça qualquer tipo de vida tranquila ou sossegada. Não vai acontecer.

Em algumas ocasiões, as pessoas desistem da luta porque, dizem elas, trata-se de uma causa perdida. Perdemos, elas dizem. A derrota é inevitável. O grande economista Joseph Schumpeter escreveu em 1942 que o socialismo é inevitável, e que o capitalismo está condenado não por suas falhas, mas pelo seus próprios êxitos, os quais deram origem a um grupo de intelectuais invejosos e malignos que iria subverter e destruir o capitalismo por dentro. Os críticos acusaram Schumpeter de pregar o derrotismo aos defensores do capitalismo. Schumpeter respondeu que, se alguém disser que um barco está inevitavelmente afundando, seria isto a mesma coisa de dizer: “não faça o melhor que pode para salvar o barco”?

Da mesma maneira, assuma por um minuto que a luta contra os malefícios estatais seja uma causa perdida: por que isto implica abandonar a batalha?

Em primeiro lugar, por pior que as coisas estejam, lutar significa que o inevitável pode ao menos ser adiado. Por que isto não valeria a pena? Não é melhor perder daqui a trinta anos do que perder agora?

Em segundo lugar, na pior das hipóteses, é muito divertido provocar e irritar o inimigo; deixar o monstro incomodado. Por si só, isto já vale a pena.

Não se deve pensar no processo de luta contra o inimigo como um tormento sério e melancólico. Ao contrário: é altamente inspirador e revigorante ir à guerra contra um oceano de problemas em vez de simplesmente se render passivamente. E, ao oferecer essa oposição, há a chance de alguns ganhos; no mínimo, haverá alguma resistência e não se estará entregando ao inimigo a vitória gratuitamente.

E, por fim, ora!, se você de fato luta contra o inimigo, você pode sim vencê-lo! Pense nos bravos que lutaram contra o comunismo na Polônia e na União Soviética e que nunca desistiram, que enfrentaram adversidades aparentemente impossíveis de serem superadas. Ninguém acreditava neles; todas as chances estavam contra eles. E então, do nada, bingo!, um dia o comunismo sucumbiu.

Com certeza as chances de vencer são bem maiores se você lutar do que se você simplesmente desistir.

Os que se corrompem e os que abandonam

Nos movimentos conservador e libertário foram duas as principais formas de desistência, de abandono da causa.

A forma mais comum e mais patentemente óbvia é aquela com a qual todos nós estamos bem familiarizados: vender-se.

O jovem libertário ou conservador entra no governo – ou no Executivo, ou no Congresso, ou em um cargo administrativo – ansioso e pronto para a batalha de reduzir o estado em prol de sua estimada causa radical. E então alguma coisa acontece: às vezes, gradualmente; outras, com uma impressionante rapidez. Esse jovem começa a frequentar alguns coquetéis frequentados pelo alto escalão, descobre que o inimigo parece ser muito agradável, começa a se envolver com a marginália, começa a fazer concessões e, sem perceber, já está dando extrema importância a alguma comissão ordinária, ou a algum insignificante corte de imposto ou emenda. E, com o tempo, ele se mostra disposto a abandonar totalmente a batalha em troca deum pomposo cargo no governo ou de um bom contrato no setor privado ganho em decorrência de suas conexões políticas.

E, à medida que esse processo de corrompimento continua, ele descobre que a coisa que mais o incomoda não é o inimigo estatista, mas sim os seus antigos aliados que se transformaram em meros “resmungões e criadores de caso”, que não param de fazer cobranças, vivem fazendo sermões sobre princípios e até mesmo o atacam por ter traído a causa.

E, assim, rapidamente, esse jovem e O Inimigo se tornam indistinguíveis.

Todos nós conhecemos bem este roteiro de corrompimento, e é fácil e correto ficar indignado com esta traição moral a uma causa que é justa — a batalha contra o mal — e aos seus antes estimados camaradas.

Mas existe outra forma de abandono que não é tão evidente e é ainda mais insidiosa – e não me refiro à simples perda de forças e entusiasmo. Nesta forma, que tem ocorrido bastante no movimento libertário e também em setores do conservadorismo, o militante simplesmente decide que a causa é perdida e, então, desiste de tudo, abandonando resolutamente este mundo corrupto e imoral, refugiando-se em alguma comunidade pura e nobre formado exclusivamente por semelhantes. Para os randianos, este seria o “Vale de Galt”, do romance de Ayn Rand A Revolta de Atlas.

Outros libertários seguem tentando formar alguma comunidade underground, com o intuito de “capturar” uma pequena cidade, ou de ficar “underground” em um floresta ou em plataformas marítimas, ou até mesmo construir um novo país libertário em uma ilha, nas montanhas ou onde quer que seja.

Já os conservadores têm seu próprio jeito de isolamento e retirada. Em cada caso, surge o apelo de abandonar o mundo perverso, e de formar uma pequena comunidade alternativa em algum refúgio isolado.

Muito tempo atrás, rotulei este posicionamento de “isolacionismo”. Poderiam chamar esta estratégia de “neo-Amish”, exceto pelo fato de que os Amish são fazendeiros produtivos, e recuo que estes grupos jamais chegariam a este estágio.

A justificativa para este isolacionismo sempre vem acompanhado de uma Moral Superior, e também de termos pseudo-psicológicos. Estes “puristas”, por exemplo, dizem que eles – ao contrário de nós, combatentes incautos – estão “vivendo a liberdade”, que eles estão enfatizando “o positivo” em vez do “negativo”, que estão “vivenciando a liberdade” e vivendo uma “vida libertária pura”, enquanto que nós, pobres almas, ainda estamos vivendo no corrupto e apodrecido mundo real.

Há anos tenho respondido para estes grupos de isolacionistas que o mundo real, no fim das contas, é bom; que nós libertários podemos ser anti-estado, mas que não somos categoricamente anti-sociedade ou contrários ao mundo real, por mais contaminado que ele possa estar. Propomos continuar a luta para salvar valores, princípios e pessoas que estimamos, mesmo que o campo de batalha fique lamacento. Igualmente, eu citaria o grande libertário Randolph Bourne, que proclamou que nós somos patriotas, não no sentido de patriotas adeptos ao estado, mas ao país, à nação, a nossas gloriosas tradições e cultura que estão sob vil ataque (de políticos, de progressistas, de parasitas, de desarmamentistas e de demais tipos de degenerados autoritários).

Nossa atitude deveria ser, nas famosas palavras de Dos Passos (apesar de ele tê-las dito como um marxista), “tudo bem, somos duas nações”. Sim, nosso país, como existe hoje, são duas nações; uma é a nação deles, a nação do inimigo corrupto, de seu sistema de educação pública de lavagem cerebral deles, de toda a sua burocracia estatal, de sua grande mídia, e de todo o seu autoritarismo; e a outra é a nossa nação, muito maior, formada pela maioria; uma nação muito mais nobre que representa o antigo e mais verdadeiro país. Nós somos a nação que irá vencer, que irá retomar o país, não importa quanto tempo isto leve. É na verdade um grave pecado abandonar esta nação necessitada de vitórias.

Mas estaríamos então enfatizando “o negativo”? Em certo sentido, sim; mas o que mais deveríamos destacar quando nossos valores, nossos princípios, nossos próprios seres estão sob ataque de um adversário insaciável?

Porém, primeiro temos que entender que no próprio ato de acentuar o negativo também estamos enfatizando o positivo. Por que lutamos contra – e, sim, até mesmo odiamos – o mal? Somente porque amamos o bem, e nossa ênfase no “negativo” é apenas o outro lado da moeda, a consequência lógica de nossa devoção ao bem, aos princípios e valores positivos que prezamos. Não há razão para não podermos enfatizar e espalhar nossos valores positivos ao mesmo tempo em que lutamos contra nossos inimigos. Na realidade, os dois andam juntos.

No fim, há uma diferença crucial entre os dois

O que é realmente fascinante e crucial é que estes dois caminhos – mesmo que pareçam ser diametralmente opostos – acabam inexoravelmente no mesmo lugar.

Os corrompidos abandonam a causa e traem seus camaradas por dinheiro e status; os isolacionistas, compreensivelmente abominando os vendidos, concluem que o mundo real é impuro e se retiram dele.

Em ambos os casos, seja em nome do “pragmatismo” ou em nome da “pureza”, a causa, a luta contra o mal no mundo real, é abandonada.

No entanto, há claramente uma grande diferença moral nos dois caminhos.

O vendido é moralmente mal; já o isolacionista, por sua vez, é – dizendo com educação – extremamente equivocado. É perda de tempo tentar convencer um corrompido; não vale a pena tentar dialogar com eles. Já os isolacionistas têm que entender que lutar contra o mal não significa trair a causa, longe disso. E abandonar o mundo real não ajuda em nada a luta pela liberdade.

O isolacionista, em sua atitude, se torna indiferente ao poder e à opressão, gosta de relaxar e mostrar que não liga para o autoritarismo à sua volta se a sua “alma interior está livre”.

Sim, claro, é bom ter liberdade para nossa alma interior. Sou bem familiarizado com os velhos clichês sobre como a mente é livre e como o prisioneiro também é livre no fundo de seu coração.

Porém, podem me chamar de vil materialista, mas acredito, e creio que todos os libertários e conservadores também acreditam sinceramente, que o homem merece mais do que isso, que nós não temos que nos contentar com a liberdade interior do prisioneiro em uma cela, que devemos entonar o bom e velho coro de “Liberdade e Propriedade”, que devemos exigir liberdade em nosso mundo real externo de dimensão e espaço. Eu acredito que é disso que se trata a luta. E que sempre foi disso que se tratou.

Coloquemos dessa forma: não temos que deixar nossas vidas, nossas propriedades, nosso país, o mundo real, para os bárbaros. Nunca. Vamos agir no espírito daquele magnífico poema que James Russel Lowell criou para a bela melodia Welsh:

Uma vez para cada homem e nação chega o momento de decidir/na contenda entre a verdade e a falsidade, se para o lado do bem ou do mal deve ir.

Alguma grande causa, o novo Messias de Deus, oferecendo a cada um o flagelo ou o florir.

E a escolha vale para a eternidade entre aquela escuridão e a luz que há de vir.

Embora a causa do mal prospere, ainda é a verdade sozinha forte; embora sua parcela seja o cadafalso, e ainda que aquele cadafalso distorça o futuro, por trás do sombrio desconhecido, Deus se ergue firme em meio às sombras mantendo os olhos sobre os Seus filhos.

autor
Murray N. Rothbard
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ARTIGOS: ILLUMINATI, O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS,POR WAGNER BRAGA

Na última edição da série O DESTINO DA HUMANIDADE NAS MÃOS DAS SOCIEDADES SECRETAS, aqui na coluna ARTIGOS, apresentamos Os Illumimati, a mais hostil de todas as Sociedades Secretas. Foi fundada em 1776 na Alemanha e continua influenciando e até conduzindo o destino da humanidade até hoje. Por isso não deixe de ler esse artigo, pois o seu destino, de alguma forma, pode estar sendo ditado por essa seita! 

Símbolo dos Illuminati, suposta sociedade secreta que muitos crentes de teoria da conspiração creem dominar o mundo por trás dos governos Foto: Apic / Getty Images

Illuminati: os soldados da Nova Ordem

Sem dúvida alguma esta é, de todas as ordens e sociedades secretas a mais hostil, pois seus dogmas e preceitos estão voltados para o domínio total da humanidade e por vezes cerceada por sentimentos vingativos.  Talvez o livro que virou filme de grande sucesso mundial, Anjos e Demônios, de Dan Brown, seja a mais fiel reprodução do que seja e como funciona esta sociedade secreta.  Talvez seja a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Segundo Sylvia Browne, “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”.

O termo illuminati (“iluminados”, em latim) foi usado para designar diversas organizações, reais e fictícias, através dos séculos. Atualmente, a uma sociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776, denominada Illuminati da Baviera. Apesar de ter sido educado por padres jesuítas Weinshaupt admirava os rituais pagãos e o ‘Maniqueismo[1]’.

De acordo com Sylvia Browne, “Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos mártires cristãos”. “Foi assim que ele fundou a Sociedade dos Mais Perfeitos, nome que mudou para Illuminati (na sua tradução, os ‘intelectualmente inspirados’). Os 5 membros originais foram escolhidos entre os alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava direito canônico.”(Browne, 2008).

Sabe-se que esses pupilos juravam obediência à organização, que se dividia em 3 categorias. Começando pela mais baixa que se chamava Berçário. Esta incluía os níveis Preparação, Noviço, Minerval e Illuminatus Menor. Em seguida tinha a Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e Illuminatus Dirigens. Finalmente a mais alta, Mistérios, que englobava os graus Presbítero, Regente, Magus e Rex – o supremo.

O grupo de 5 iniciados cresceu e invadiu a Alemanha, despertando a desconfiança do governo e se transformando em alvo de extrema perseguição. Com isso, em 1784, Weinshaupt terminou fugindo do país. A partir daí surgiram teorias que vão desde o extermínio dos Illuminati, passando por aqueles que acreditam que o grupo continuou a operar clandestinamente, defendendo ideologias como o anarquismo e o comunismo, até os que acham que estariam por trás da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.

Mas segundo os que acreditam na Teoria da Conspiração, a influência dos Illuminati nos EUA foi tão grande que vários de seus símbolos estão estampados na nota de US$ 1. Robert Goodman, em seu livro, “O livro negro dos Illuminati”, diz: “Eles usam sinais para transmitir informação entre si. O presidente Roosevelt, maçom de grau 33, aproveitou o desenho na nota para incluir toda essa informação como pista para novos projetos dos Illuminati”. “Um deles seria a 2ª Guerra Mundial, uma espécie de ensaio geral da Nova Ordem.”
Alguns pesquisadores acreditam que, atualmente, esses grupos herdeiros dos Illuminati controlam as finanças, a imprensa e a política internacionais. Para eles, as organizações que estariam envolvidas seriam sociedades secretas como a “Crânio e Ossos” (Skull and Bones), uma fraternidade dos estudantes da Universidade Yale, e o clube Bilderberg, que reúne políticos, empresários, banqueiros e barões da comunicação. “Acredita-se que eles querem um único governo global”. Afirma a pesquisadora espanhola Cristina Martin, autora do livro El Club Bilderberg (sem tradução para o português).

Quanto aos supostos símbolos dos Illuminati escondidos na nota de US$ 1, que os especialistas afirmam serem várias pistas de sua influência sobre a sociedade americana, são os seguintes:

  1. Olho que tudo vê
  2. Pirâmide de tijolos iguais
  3. Inscrição Novus Ordo Seclorum
  4. 13 estrelas
  5. 13 frutos e folhas
  6. 13 listras verticais
  7. 13 flechas
  8. Coruja

E ainda há mais uma curiosidade sobre a nota de 20 dólares bastante intrigante. Ao dobrar a nota no sentido longitudinal fazendo duas metades você verá a imagem das torres gêmeas em chamas como mostra a figura a seguir.

Resultado de imagem para Torres Gêmeas (Fonte da imagem: Reprodução/ Fold Money)

Torres Gêmeas (Fonte da imagem: Reprodução/ Fold Money)

Wagner Braga

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OPINIÃO: A HIPOCRISIA AVANÇA A PASSOS LARGOS E NIGUÉM ESTÁ FAZENDO NADA

Caro(a) leitor(a),

A manchete a seguir já diz tudo sobre o comportamento da esquerda que vem assolando não só o nosso país, mas boa parte dos países onde a democracia imperava soberana há muito tempo, como é o caso dos Estados Unidos. A hipocrisia é patente e explícita. E o pior é que eles agem assim com a cara e a coragem e estão ganhando terreno. A direita e os liberais  precisam aprendera lutar e combater esses sangue-sugas  que estão tentando destruir todas as conquistas da democracia. Não podemos ficar inertes, de braços cruzados. Temo de fazer a nossa parte. Eu já estou fazendo a minha e você?

Bispos respondem à hipocrisia de Biden: ‘Pare de financiar abortos ou pare de alegar ser católico’

Publicado em 01.02.2021

 

O bispo da cidade texana de Tyler, Joseph Strickland, enviou uma mensagem a Joe Biden, instando-o a parar de usar fundos federais para promover e financiar o aborto em todo o mundo. “Você alega ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos princípios básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou pare de alegar ser católico”, disse ele no Twitter.

“Presidente Biden, por favor, pare de gastar nossos dólares de impostos para financiar abortos em todo o mundo. Você afirma ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou parar de alegar ser católico”, escreveu o Bispo J. Strickland, em 30 de janeiro.

 

Não foi a primeira que autoridades católicas se expressaram a respeito da hipocrisia da “fé” de Biden.

Na semana passada, o arcebispo americano Joseph F. Naumann, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos dos EUA, e David J. Malloy, presidente do Comitê Internacional de Justiça e Paz, expressaram sua firme oposição à nova ordem executiva assinada por Biden que reverte o legado pró-vida de Donald Trump e permite o envio de fundos financiados pelos contribuintes para ONGs que promovem e fornecem abortos em outros países.

Ambos denunciaram que a decisão do Governo Biden, que anula a chamada “Política da Cidade do México“, que separa o aborto das atividades de planejamento familiar, impedindo entidades que oferecem aconselhamento ou promovem o aborto de receber financiamento público, viola a dignidade humana e é incompatível com o ensino católico.

A Política da Cidade do México foi criada pelo presidente Ronald Reagan para proteger os bebês em gestação do aborto. Todo presidente democrata reverteu a regra, usando dinheiro dos EUA para promover o aborto. E todo presidente republicano restabeleceu a política.

Nesse sentido, os bispos lamentaram que “um dos primeiros atos oficiais de Biden como presidente promova ativamente a destruição de vidas humanas nos países em desenvolvimento”. “Esta ordem é incompatível com o ensino católico”, disseram eles, enquanto conclamavam Biden a priorizar “os mais vulneráveis, incluindo os nascituros”.

Biden, que foi vice-presidente junto a Barack Obama em um mandato no qual organizações pró-aborto como a Planned Parenthood recebia 4.000 milhões de dólares em recursos federais, também eliminou a proibição de que recursos públicos sejam usados ​​para subsidiar clínicas de abortistas e encaminhar pacientes para o aborto.

Joseph F. Naumann também falou sobre a decisão de Joe Biden, chamando-a de “perturbadora e trágica” por negar aos nascituros seu direito humano mais básico, o direito à vida. Naumann lembrou que “desde o primeiro século, a Igreja afirma o mal moral de cada aborto provocado, um ensinamento que não mudou e permanece o mesmo”.

“A remoção das restrições do Estado pavimentou o caminho para a morte violenta de mais de 62 milhões de crianças não-nascidas e de inúmeras mulheres que experimentam a dor da perda, do abandono e da violência”, acrescentou.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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OPINIÃO: NÃO PODEMOS PERMITIR A EXPANSÃO DO IMPERIALISMO EUROPEU SOBRE A ÁFRICA

Enquanto as civilizações admitirem déspotas como Emmanuel Macron no poder caminharemos a passos de formiga e sem vontade em direção ao caos político e a degradação das sociedades. Palavras como as que ele proferiu, retratadas no texto a seguir deixa muito claro o seu perfil de colonizador, explorador e sanguessuga. É assim que raciocinam e agem os ditadores, opressores e facínoras que escravizam povos nos países do 3º mundo. Isso precisa acabar. É o que está impedindo a humanidade de evoluir a passos largos rumo a 5ª Dimensão. É preciso tolher o avanço da esquerda, do comunismo, do fascismo e do socialismo diabólicos. Portanto, vamos divulgar e expandir o pensamento contrário o máximo possível! 

*O presidente francês Emmanuel Macron disse: “Com uma família que tem sete, oito filhos na África, mesmo se você investir bilhões, nada vai mudar, porque o desafio da África é civilizacional”.
O sociólogo guineense Amadou Douno, professor do  Universidade Ahmadou-Dieng de Conacri, responde a ele: “Os africanos não precisam da sua civilização debochada. Porque com a sua civilização: um homem pode dormir com um homem; uma mulher pode dormir com uma mulher; um único presidente pode ter duas amantes ao mesmo tempo; uma mulher pode dormir com seu cachorro;  uma criança pode insultar seu pai e sua mãe sem problemas; uma criança pode aprisionar seus pais. Com sua civilização, quando os pais estão envelhecendo, eles são levados para o lar de idosos e, finalmente, com sua civilização, um jovem pode viver com uma mulher da idade de sua mãe ou de sua avó sem problemas. Seu caso é uma ilustração perfeita! Os africanos não têm lição de civilização a receber de pessoas como você!  A África é de longe o continente mais rico do mundo, com sua enorme riqueza mineral. O que está atrasando este continente é a pilhagem em larga escala de seus recursos por as grandes potências, a França na liderança!. Toda a miséria da África vem deste país que realiza suas ambições nas costas dos africanos, com a cumplicidade desses traidores que não hesitam em sacrificar gerações inteiras entregando seus países ao antigo poder colonizador. Eles confiam todos os setores-chave de suas economias à França.  Na realidade, eles lideram a estratégia ou visão política desejada pelo ex-colono.  Isso contribui para levar suas populações à miséria e à extrema pobreza. Esta é a causa de golpes de estado, guerras civis, genocídios, fomes,  déspotas à frente desses países que são mantidos no poder pela França, porque atende a todos os seus requisitos! A França não é nada sem a África! No dia em que os países africanos derem as costas à França, este país mergulhará no caos! Enquanto os países africanos não abandonarem esse domínio da antiga potência colonial, assumindo o controle de seu próprio destino, como fizeram os países asiáticos, será muito difícil sair do abismo. O desafio para a África é se livrar da França, porque este último não é a solução para seu subdesenvolvimento, está no coração do problema!”
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OPINIÃO: PARA MANUELA D’ÁVILA O COMUNISMO COMANDADO PELO PARTIDO DELA VAI SER BONZINHO NO BRASIL

Dissonância cognitiva e a morte da liberdade: “O meu [comunismo] é aquele que vamos construir juntos no Brasil.”

ManuelaManuela

“O seu comunismo é o chinês ou é o cubano?”, perguntou o jornalista Paulo Sérgio Pinto. E a candidata deu uma resposta espertinha, sem compromisso com a verdade, mas com astúcia: “Não é nenhum dos dois. O meu é aquele que vamos construir juntos no Brasil.”

Ela é Manuela d’Ávila. E sabe que o comunismo, a pior espécie de ditadura, tem sido um desastre onde quer que se haja praticado.

Em sua cabeça, porém, embora haja sido cruel em toda parte, o comunismo, com o partido dela no comando, vai ser bonzinho no Brasil.

Na China, mais de 76 milhões de seres humanos foram mortos pelo regime comunista entre 1949 e 1987, além dos 3,5 milhões de civis que o Partido de Mao Tsé-Tung já tinha assassinado antes de consumar a revolução

chinesa (totalizando 80 milhões).

Na União Soviética, a revolução comunista matou 62 milhões de pessoas entre 1917 e 1987.

Só nessas duas revoluções, que inspiram energúmenos mundo afora, foram mais de 140 milhões de mortos.

Pior, esses números são incompletos: outros milhões de vidas sucumbiram por efeito indireto dessas revoluções e não entraram na contagem.

Como justificar tamanha crueldade, seres humanos mortos sem compaixão?

Como pode haver quem acredite na falácia revolucionária e ainda pense dar seu voto a uma ideologia que patrocina a matança de pessoas?

Ninguém despreza a própria liberdade, nem mesmo o eremita que se isola no deserto e se submete a rígida disciplina de oração, porque também ele quer ser livre para escolher o isolamento e a disciplina.

Como explicar, então, que alguém não veja que, apoiando um projeto de ditadura com seu voto, está sentenciando de morte a própria liberdade?

É o que fazem aqueles que se deixam enfeitiçar pelo discurso populista do PCdoB (de Manuela d’Ávila), do PSOL, do PT e congêneres.

São partidos que hoje não poupam elogios à ditadura chinesa nem a psicopatas como Vladimir Putin (Rússia) e Kim Jong-un (Coreia do Norte).

E são ativistas ideológicos que querem fazer revolução pensando em ser dirigentes, não povo. Eles se imaginam na elite revolucionária como iluminados que conduzirão o povo, esse rebanho das dóceis ovelhas…

É assim. É indisfarçável. E é patológica a recusa em reconhecê-lo.

Como pode alguém não admitir fatos tão evidentes?

É o fenômeno da “dissonância cognitiva”: as crenças da pessoa não fecham com a realidade que está ao alcance de sua cognição.

Aí, dá “gol contra”: a pessoa ama a liberdade e detesta o autoritarismo, mas avaliza o discurso populista de quem quer extinguir as liberdades.

Quem sofre desse mal só vai libertar-se quando pagar o preço de ser honesto consigo mesmo e questionar as suas próprias crenças.

Fonte:  Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: QUANDO SE CHEGA A COMPRAR MORAES COM XI JINPING É PORQUE ALGO DE MUITO ERRADO ESTÁ ACONTECENDO

Caro(a) leitor(a),

Quando os órgãos de imprensa, seja qual for o seu posicionamento ideológico, começam a comparar um membro do Supremo Tribunal Federal ao líder da maior República Comunista do mundo, o famigerado Xi Jimping, é porque algo de mioto errado está acontecendo no nosso país. Desde que esse bizarro inquérito das Fake News foi instaurado passando por cima da Constituição feito um tanque de guerra, os comentários e críticas de grande parte da mídia vêm se avolumando dia a dia. Chegamos ao ponto de mais de 7.000 advogados de todo o Brasil mover uma ação internacional que vai atingir 100 instituições, tais como o Tribunal de Haia, na Holanda. Gostaria muito de saber o que essa mídia de esquerda acha que vai acontecer se esse PL que tramita no Congresso for realmente sancionado e se essa escalada autoritária do STF não tiver um freio com ela própria? Por acaso esses pobres jornalistas acham que vão ser privilegiados e ter voz altiva num provável governo comunista aqui no Brasil? E que vão ter vida fácil? Estão redondamente enganados, mas não podemos correr o risco de pagar para ver, pois caso isso acontece vai atingir a todos os brasileiros incluindo eles e nao podemos deixar isso acontecer. Então, vamos divulgar o máximo essa publicação. Só a sociedade civil brasileira tem condições de mudar esse cenário!

Xi Jinping, lá, e Alexandre, “o pequeno”, aqui

Fotomontagem: JCO

Não há como deixar de comparar as atitudes e prisões arbitrárias decretadas, “monocraticamente”, pelo ditador chinês, Xi Jinping, por um lado e, por outro, os “sequestros” de cidadãos e cidadãs “fichas limpa”, recolhidos à prisão, por ordem do “supremo” Ministro Alexandre de Moraes, nos autos do inquérito “ditatorial” (das “Fake News”), Nº 4872.

No dito “inquérito”, o Supremo, tal qual o maior dos tiranos, concentra em si os papéis de “vítima”, ”polícia”, ”investigador”, ”acusador”, ”juiz”, e “órgão recursal”, tudo ao mesmo tempo.

Provavelmente incentivados pelos (maus) “exemplos” que o Partido Comunista Chinês já conseguiu exportar e “impor”para o Brasil – tanto que o embaixador chinês local ousou despejar um monte de desaforos contra gente “íntima” do Presidente Bolsonaro – demonstrando com essa atitude ter plena consciência de “domínio da situação”, de se considerar “já dono desse terreno”, sem qualquer reação à altura das autoridades brasileiras responsáveis, diplomáticas, ou militares, críticas, ou repressivas,apesar do “cocô” que o petulante chinês fez sobre a “soberania”(???) brasileira, numa atitude de indignidade diplomática jamais vista em qualquer parte do mundo.

Mas essa “moda” acabou sendo incorporada à plenitude pelo Supremo Tribunal Federal e seus membros, que mais parece estar seguindo à risca o modelo chinês de “gestão”, no caso, da “Justiça”.

E ficou tudo por isso mesmo. Os “supremos” Ministros “atropelaram” sem qualquer dó o estado-democrático-de-direito. Os poucos protestos surgiram somente nas redes sociais, na atualidade a única maneira das pessoas a protestar contra os nefastos destinos da sua pátria que se avizinham. Enquanto isso, a grande mídia não só faz um silêncio sepulcral em relação a essas arbitrariedades jurisdicionais, quanto, além disso, as avaliza, fortalece, formando coro contra todas as liberdades individuais.

Vou me abster de citar exemplos dos casos repressivos do Supremo, contra brasileiros, porque todos os jornais estão “cheios” deles. Além do Jornalista Oswaldo Eustáquio, que já foi solto, mas teve que sair levando nas costas mais de metade da cadeia onde estava, e tantas outras restrições que só encontram equivalência em regimes prisionais da barbárie, uma boa porção de outras pessoas estão passando pelas mesmas arbitrariedades “supremas”.

A prisão sumária, arbitrária, e imotivada, do jornalista Eustáquio, a mando do Ministro do STF Alexandre de Moraes, Relator do “famigerado” Inquérito Nº 4872, deu-se à semelhança do terrível episódio ocorrido na República Popular da China, no dia 6 do corrente mês (julho/20), no qual foi preso o professor de direito Xu Zhangrun, da famosa Universidade de Tsinghua, levado que foi da sua casa, na periferia de Pequim, por 20 agentes da tirania chinesa.

O “crime” do professor Xu Zhangrun: publicar ensaio com críticas ao ditador chinês, Xi Jinping, por ter cometido erros “oficiais” durante a pandemia do novo coronavírus, e pelo seu empenho em perpetuar-se no poder.

E lamentavelmente é exatamente essa a “democracia” buscada pelo Supremo Tribunal Federal, e seu “Grupo dos Onze” (não confundir com a “cria” do Brizola,de 1963), consorciado com as presidências e a maioria dos parlamentares das Duas Casas legislativas Federais.

O que teria a “vigilante” Ordem dos Advogados do Brasil a dizer sobre essas arbitrariedades na China? Com um professor de direito? Será que esses meus ilustres colegas dirigentes da OAB não estão percebendo que essa política adotada por eles, de só valorizar tudo o que se passa do “lado” esquerdo, não significa outra coisa que prestar vassalagem antecipada aos prováveis novos donos do Brasil? Aos chineses?

E ajudando para que abram-se-lhes as portas brasileiras para aqui instalarem uma nova “colônia”, além daquelas que já impuseram na África, fazendo com que os brasileiros também tenham que conviver sob o tacão da soberania deles

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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ECONOMIA: A ESQUERDA DETURPA O CONCEITO DE FASCISMO QUANDO SE AUTO INTITULA “ANTI-FASCISTA”

Aproveite o seu domingo para entender o verdadeiro conceito de “Fascismo” na nossa coluna ECONOMIA e de quebra conhecer as semelhanças desse regime com os regimes comunista, socialista e nazista, através da leitura do texto super esclarecedor que define cada uma dessas ideologias e comenta suas semelhanças.

A esquerda “anti-fascista” tem muito em comum com os fascistas originais

Ela não é oponente do fascismo, mas sim uma genuína representante

 

As ideias anti-capitalistas são hoje propagadas de maneira mais colérica por integrantes de movimentos ditos progressistas e “anti-fascistas“.

Mas eis a grande ironia: embora estes auto-proclamados anti-capitalistas (e declarados “inimigos da direita”) se rotulem de “anti-fascistas”, a realidade é que, mais do que qualquer outra ideologia, o fascismo é exatamente o que caracteriza suas idéias.

Mas, afinal, o que é o fascismo e qual o conteúdo desta ideologia?

O “Manifesto Fascista”

Manifesto Fascista foi proclamado em 1919 por Alceste De Ambris e Filippo Tommaso Marinetti.

Em seu panfleto, os autores defendiam a implantação de um salário mínimo estipulado pelo governo e de uma jornada de trabalho de apenas oito horas diárias (um valor pequeno à época). Defendiam também que os trabalhadores tivessem representantes no alto escalão administrativo das indústrias e que os sindicatos tivessem o mesmo poder decisório que os executivos do setor industrial e os funcionários públicos.

Os autores do Manifesto Fascista também exigiam um imposto de renda progressivo (alíquotas mais altas para quem ganhasse mais), seguro-invalidez bancado pelo estado, e outros tipos de benefícios sociais, além da redução da idade de aposentadoria.

Mais: o Manifesto exigia o confisco da propriedade de todas as instituições religiosas, bem como a estatização da indústria de armas.

E não parava por aí: os autores do Manifesto Fascista também defendiam a criação de um sistema corporativista de “Conselhos Nacionais” (semelhantes aos sovietes), os quais seriam formados por especialistas eleitos por suas respectivas organizações profissionais, os quais teriam poderes legislativos em suas respectivas áreas.

Finalmente, De Ambris e Marinetti exigiam um pesado imposto progressivo sobre os lucros e os ganhos de capital com o intuito de expropriar uma fatia de toda a riqueza dos capitalistas.

Em 1922, o socialista Benito Mussolini ascendeu ao poder na Itália sob o estandarte do fascismo, e prontamente colocou em prática grande parte deste programa fascista que havia sido proclamado no Manifesto alguns anos antes.

Comparado ao Manifesto Comunista

Uma comparação com o Manifesto do Partido Comunista, escrito por Marx e Engels, e publicado em 1848, revela a relação siamesa entre fascismo e comunismo.

O Manifesto Comunista de 170 anos atrás apresentava 10 medidas necessárias para que um país se tornasse socialista. Dentre elas:

  • Imposto de renda fortemente progressivo.
  • Centralização do crédito nas mãos do Estado, por meio de um banco nacional com capital do Estado usufruindo monopólio exclusivo.
  • Centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de comunicação e transporte.
  • Unificação do trabalho agrícola e industrial com o objetivo de eliminar gradualmente o contraste cidade e campo.
  • Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas, eliminação do trabalho infantil nas fábricas em sua forma atual, e unificação da educação com a produção industrial.

Todos estes itens foram implantados pelos fascistas.

Ainda de acordo com o Decálogo Comunista, os itens que faltavam para que o socialismo pleno fosse alcançado sob o fascismo eram:

  • Expropriação da propriedade sobre a terra e aplicação de toda a renda obtida com a terra nas despesas do Estado. (Item 1)
  • Confisco da propriedade de todos os emigrantes e rebeldes. (Item 4)
  • Trabalho obrigatório para todos. Criação de exércitos industriais, em especial para a agricultura. (Item 8)

Mas melhora. Tanto os comunistas quanto os fascistas serviram de inspiração aos nazistas, que copiaram suas idéias no programa oficial do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, lançado em 1920.

As exigências do Partido Nazista

O próprio Adolf Hitler em pessoa estava presente quando os 25 pontos do programa do Partido Nazista foram anunciados no dia 24 de fevereiro de 1920. O termo nazismo já dizia tudo: era a abreviação de NSDAP, que significa Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães).

Em 1925, a Assembléia Geral do NSDAP declarou que o programa lançado em 1920 era “imutável”. E, em 1941, Adolf Hitler determinou que todos os futuros líderes do Reich deveriam jurar obediência aos 25 pontos.

O Programa do Partido Nazista incluía demandas como:

  • Socialização de empresas monopolistas
  • Municipalização de grandes lojas de departamento
  • Expropriação de terras para propósitos caritativos
  • Proibição da especulação imobiliária
  • Expansão de todo o sistema educacional estatal
  • Um abrangente sistema de escolas públicas gratuitas, com generosos estipêndios e bolsas estudantis
  • Defesa do meio ambiente em conjunto com a promoção da saúde e do preparo físico da população

Em particular, o programa do Partido Nazista exigia:

  • abolição do “rentismo”, isto é, a renda fácil não-oriunda do trabalho (item 11)
  • confisco dos lucros oriundos de atividades de guerra (item 12)
  • estatização de todas as empresas monopolistas (item 13)
  • distribuição dos lucros das grandes empresas (item 14)
  • generosa expansão de pensões e aposentadorias (item 15)
  • criação de uma classe média saudável (item 16)
  • reforma agrária adaptada às necessidades nacionais; criação de uma lei para a livre expropriação de terras para propósitos caritativos. Abolição do consumo da terra e proibição de toda e qualquer especulação imobiliária (item 17)

No item 20, o programa do partido exigia que “o estado deve garantir que todo o nosso sistema educacional nacional seja completamente expandido” por meio de um amplo sistema de subsídios para a educação.

No item 21, o programa estipulava que “o estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão da saúde nacional fornecendo centros de maternidade, proibindo o trabalho adolescente, aumentando a capacitação física por meio da introdução compulsória de jogos, olimpíadas e ginásticas, e encorajando ao máximo possível a formação de associações voltadas para a educação física dos jovens”.

Os nazistas defendiam a criação de um “Exército Popular” — nada diferente daquilo que, mais tarde, os socialistas implantariam na Ásia e no Leste Europeu.

Não há diferença

Essa seleção de demandas existentes nas plataformas dos socialistas, fascistas e nazistas mostra o alto grau de similaridade entre as linhas de pensamento dessas três ideologias.

Aquilo que os socialistas expressam em seu slogan ‘de cada qual, segundo suas capacidades; a cada qual, segundo suas necessidades‘ é igual à máxima nazista de que ‘o bem comum vem antes do bem privado'(‘Gemeinnutz vor Eigennutz’) e igual ao lema fascista do ‘tudo dentro do estado, nada fora do estado, nada contra o estado‘.

Não é surpresa nenhuma que governos socialistas, fascistas e nacional-socialistas tenham agido como regimes repressores que não geraram nem prosperidade e nem paz, mas sim miséria, supressão de direitos humanos básicos e guerras.

Os atuais movimentos socialistas, que se definem como progressistas e anti-fascistas, simplesmente utilizam uma falsa terminologia para esconder sua verdadeira agenda. Ao mesmo tempo em que se rotulam “anti-fascistas” e declaram que o fascismo é seu inimigo, esse movimento “anti-fascista” é, essencialmente, fascista. Seus membros não são oponentes do fascismo, mas sim seus genuínos representantes.

Conclusão

No final, comunismo, socialismo, nazismo e fascismo são rótulos que se unem sob o estandarte do anti-capitalismo e do anti-liberalismo. São contra o indivíduo, contra a propriedade privada, e contra a liberdade empreendedorial.

O movimento progressista “anti-fascista” é, em si mesmo, um movimento fascista. O inimigo desse movimento não é o fascismo, mas sim a liberdade, a paz e a prosperidade.

Fonte: Mises Brasil

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PONTO DE VISTA: COMUNISMO X NAZISMO, QUEM É MAIS ATROZ?

Caro(a) leitor(a),

O debate sobre Comunismo X Nazismo veio a tona novamente através de vários atores do meio político com a comemoração dos 75 anos do genocídio judeu e esquentou, tanto no programa Jornal da Manhã entre o professor Marco Antônio Villa e o comentarista político Rodrigo Constantino como no Morning Show entre Adrilles e Guga Noblat. Para quem gosta de história e política, mas ainda não entendeu o suficiente sobre as ideologias que criaram esses dois regimes ditatoriais assista aos dois vídeo a seguir para ter uma ideia mais clara sobre a verdade de cada um. Chamando a atenção para a retórica de Adrilles que afirma ser o Comunismo muito pior do que o Nazismo. Vale a pena conferir esses dois pegas!

Fonte:

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