HOMEM SE VESTE DE MULHER E TENTA FUGIR PARA MOLDÁVIA PARA NÃO SERVIR AO EXÉRCITO UCRANIANO

Homem se veste de mulher para não servir ao exército ucraniano

Desertor foi parado pelos guardas de fronteira na Ucrânia tentando fugir para a Moldávia e assim não lutar contra a Rússia

INTERNACIONAL

 Maria Cunha*, do R7

15/04/2022 – 19H03

As roupas femininas não foram suficientes para que o homem conseguisse fugir

REPRODUÇÃO: TELEGRAM/SERVIÇO ESTADUAL DE GUARDA DE FRONTEIRAS UCRANIANO

O Serviço de Guarda de Fronteira do Estado da Ucrânia deteve um homem vestido de mulher tentando escapar do país em direção à Moldávia para não ter que servir ao exército do país e lutar contra a Rússia nesta sexta-feira (15).

Os guardas ucranianos afirmam ter parado um táxi perto de Odessa, no sul do território, que carregava uma pessoa de estatura alta para uma mulher e de voz grave, mas vestindo roupas femininas.

De acordo com um vídeo postado no grupo oficial do órgão no aplicativo Telegram, o viajante, de 26 anos, carregava um certificado de recrutamento temporário ao tentar entrar no país vizinho, o que levantou a suspeita dos guardas de que eles tinham encontrado um desertor.

Nas imagens é possível ver uma pessoa alta e de cabelos compridos, utilizando um chapéu de pele de leopardo, uma calça legging e uma jaqueta grossa, saindo do carro e sendo interrogada pelos guardas da fronteira ao lado da estrada.

Os homens vasculham o porta-malas do veículo e encontram malas e bagagens, indicando que poderia ser uma longa viagem. A conversa continua por algum tempo e o homem disfarçado parece dar explicações sobre o que está acotecendo. A cena corta para dentro de uma sala, onde o interrogado é visto assinando alguns documentos.

Não se sabe exatamente o que aconteceu com o desertor, mas acredita-se que ele não tenha chegado à Moldávia.

A atual lei marcial em vigor na Ucrânia proíbe que homens com idades entre 18 e 60 anos saiam do país. Ao invés disso, é dever deles se alistar no exército ucraniano para lutar na guerra contra a Rússia, que iniciou no dia 24 de fevereiro.

Apesar disso, existem algumas exceções em relação ao recrutamento. Pessoas que têm três filhos ou mais, que cuidam de uma criança com deficiência ou que são as únicas responsáveis por um menor de idade estão liberadas de servir e podem cruzar a fronteira. Outra condição para não ser convocado é apresentar motivos médicos.

Fonte: R7

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CHILE ABRIRÁ TODAS AS FRONTEIRAS TERRESTRES DO PAÍS FECHADAS DEVIDO A PANDEMIA

Chile vai reabrir fronteiras terrestres com Argentina, Peru e Bolívia

País fechou os acessos em 17 de março de 2020, logo após registrar os primeiros casos de Covid-19

Governo do Chile publicará em breve normas para entrada no país

MARIO RUIZ / EFE – ARQUIVO

O Chile abrirá em 1º de maio todas as fronteiras terrestres do país que permaneciam fechadas como medida preventiva devido à pandemia, informou o governo neste domingo (10) por meio de um comunicado.

“O Ministério do Interior e Segurança Pública, junto com o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Saúde da República do Chile, confirmam a abertura de todas as passagens de fronteira terrestre a partir do próximo dia 1º de maio de 2022”, disse o ministério em sua conta no Twitter.

No mesmo documento, precisou que na próxima terça-feira (12) serão anunciadas as “medidas específicas do ponto de vista sanitário” que serão implementadas para umatravessia de fronteira adequada.

As fronteiras foram fechadas em 17 de março de 2020, após registrarem os primeiros casos de Covid-19 no país. Com o controle da pandemia e o processo de vacinação, o Chile fez uma abertura gradual.

Desde novembro de 2021, está aberta a fronteira aérea. Primeiro, através do aeroporto de Santiago e, posteriormente, os voos foram retomados em mais três terminais aéreos (Antofagasta e Iquique no norte e Punta Arenas no sul).

Em 22 de dezembro foram abertas as cinco primeiras passagens de fronteira com a Argentina.

Com o anúncio deste domingo, as conexões terrestres com a Bolívia e o Peru no norte, no deserto do Atacama, estarão novamente disponíveis.

Nos últimos dois anos, essas áreas registraram um alto fluxo de migrantes irregulares para o Chile, principalmente cidadãos venezuelanos.

Fonte: R7

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O PRESIDENTE DOS EUA AFIRMA QUE APESAR DE MOSCOU ANUNCIAR RETIRADA DAS TROPAS DAS FRONTEIRAS HÁ UM RISCO ELEVADO DE INVASÃO DA UCRÂNIA POR PARTE RÚSSIA

Biden diz que risco de a Rússia invadir a Ucrânia é muito elevado

Segundo o presidente americano, Moscou não está retirando as tropas da fronteira, mas reforçando o número de militares

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

ALEX WONG / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (17) que o risco de a Rússia invadir a Ucrânia é “muito elevado”, apesar do anúncio de Moscou de mais retiradas de tropas da fronteira.

A ameaça é “muito alta, porque eles não retiraram nenhuma de suas tropas. Eles moveram mais tropas”, disse Biden a repórteres na Casa Branca.

“Temos motivos para acreditar que eles estão fazendo uma operação de pretexto para ter uma desculpa para entrar.”

“Todas as indicações que temos são de que eles estão preparados para entrar na Ucrânia, atacar a Ucrânia”, insistiu.

“Minha percepção é que isso vai acontecer nos próximos dias.”

Biden disse que ainda não leu uma nova resposta escrita do presidente russo, Vladimir Putin, às propostas dos EUA para uma saída diplomática da crise.

As forças militares russas cercaram grande parte das fronteiras da Ucrânia como parte de uma tentativa de derrubar as políticas pró-ocidentais do país, incluindo seu objetivo de longo prazo de ingressar na Otan.

No entanto, disse que não tem planos de ligar para o presidente russo.

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BIDEN EM CONVERSA POR TELEFONE COM VOLODYMYR ZELENSKY SOBRE FORÇAS RUSSAS NA FRONTEIRA COM A UCRÂNIA CONCORDARAM EM INSISTIR NA DIPLOMACIA E A DISSUASÃO

Joe Biden e Volodymyr Zelensky decidem manter diplomacia como arma contra a Rússia

Presidentes conversaram por telefone neste domingo (13) sobre escalada de tensão no leste da Europa

Presidentes se encontram em setembro na Casa Branca

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP – 1º.9.2021

O presidente americano, Joe Biden, conversou por telefone neste domingo (13) com o colega ucraniano, Volodimir Zelensky, sobre a concentração de forças russas na fronteira com a Ucrânia e concordaram em em insistir na “diplomacia e a dissuasão”.

“Os dois líderes coincidiram na importância de manter a diplomacia e a dissuasão em resposta à concentração de forças militares russas nas fronteiras com a Ucrânia”, segundo um comunicado da Casa Branca sobre o telefonema, que durou cerca de 50 minutos.

Com o temor crescente do Ocidente de uma iminente invasão russa da vizinha Ucrânia, a Casa Branca acrescentou que Biden “deixou claro que os Estados Unidos responderão rápida e decisivamente, juntamente com seus aliados e parceiros, a qualquer agressão da Rússia à Ucrânia”.

Washington e aliados alertaram que a Rússia concentrou mais de 100 mil tropas em na fronteira com a Ucrânia. Neste domingo, altos funcionários americanos traçaram um panorama sombrio.

O assessor de Segurança Nacional, Jake Sullivan, disse que a invasão russa da Ucrânia pode ocorrer “ainda esta semana” e provavelmente vai começar “com fortes ataques com mísseis e bombardeios”.

Fonte: R7

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PRESIDENTES DA RÚSSIA, FRANÇA E UCRÂNIA IRÃO SE REUNIR EM UM NOVO ESFORÇO DIPLOMÁTICO PARA TENTAR FREAR A CRISE NA FRONTEIRA UCRANIANA

Putin recebe Macron e Scholz para tratar da crise na Ucrânia

Líderes da França e da Alemanha também farão reuniões com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Kiev

O presidente russo, Vladimir Putin, fala durante uma cerimônia de entrega de prêmios em Moscou

SERGEY KARPUHIN/REUTERS – 02.02.2022

O presidente francês Emmanuel Macron se reunirá com o presidente da Rússia Vladimir Putin em Moscou na próxima segunda-feira (7) e com o pesidente ucraniano Volodymyr Zelensky na próxima terça-feira (8) em Kiev, anunciou o Palácio do Eliseu, em um novo esforço diplomático para tentar frear a crise na fronteira ucraniana.

Macron intensificou nas últimas horas as conversas telefônicas com os colegas russo e ucraniano, assim como com o presidente americano Joe Biden, para atuar como mediador na crise.

Os dois encontros serão presenciais, confirmou o Palácio do Eliseu, mas “em coordenação com os aliados europeus”. Nos últimos dias, Emmanuel Macron e seus assessores conversaram por telefone com seus colegas europeus, informou a presidência francesa.

Diante da crise, o chanceler alemão, Olaf Scholz, também irá para Kiev e Moscou. As visitas devem ocorrer em 14 e 15 de fevereiro para ter reuniões sobre a crise entre a Rússia e a Ucrânia.

Essa será a primeira visita de Scholz a ambos os países, desde que substituiu Angela Merkel como chanceler em dezembro passado. A viagem acontece em meio a críticas por seu baixo perfil, até o momento, nos esforços diplomáticos europeus para evitar um conflito na Ucrânia.

Scholz desembarca primeiramente em Kiev e, no dia seguinte, estará em Moscou para se encontrar com Putin.

“Além das relações bilaterais, também serão abordadas questões internacionais, incluindo as de segurança”, disse o porta-voz de Scholz, Wolfgang Buechner, à imprensa.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse hoje aos jornalistas que Putin e Scholz terão conversas bilaterais “substanciais”.

O chanceler alemão também terá conversas, em Berlim, com os líderes de Estônia, Letônia e Lituânia. Nelas, irá tratar das preocupações dos países bálticos com a crise.

A Rússia acumulou milhares de militares na fronteira ucraniana, o que aumentou os temores de uma invasão. Moscou nega qualquer intenção bélica e exige garantias de segurança dos países ocidentais. Entre elas, reivindica que a Ucrânia nunca seja autorizada a ingressar na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

A tensão pela crise continua aumentando e o governo dos Estados Unidos afirmou na última quinta-feira (3) que tem provas – sem apresentá-las – de que a Rússia planeja produzir vídeos falsos de um ataque ucraniano como pretexto para invadir o país vizinho.

O governo ucraniano demonstra mais prudência. O ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, considerou “pequeno” o risco de uma “escalada significativa” do conflito.

Fonte: R7

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RÚSSIA REALIZOU EXERCÍCIOS MILITARES ENQUANTO AUTORIDADES SE PREPARAVAM PARA NEGOCIAÇÃO SOBRE A UCRÂNIA

Rússia faz exercícios militares antes de negociações sobre a Ucrânia

Soldados russos estão na região da fronteira, e países ocidentais ameaçam aplicar sanções econômicas em caso de invasão

Rússia envia mais militares para a região da fronteira com a Ucrânia

SERGEY PIVOVAROV/REUTERS – 21/01/2022

A Rússia realizou exercícios militares nesta quarta-feira (26) e enviou mais forças e caças a Belarus para exercícios no próximo mês, enquanto autoridades se preparavam para negociações em Paris sobre o conflito no leste da Ucrânia.

O responsável no Kremlin pelas questões que envolvem a Ucrânia deveria encontrar autoridades de França, Alemanha e Ucrânia para conversações no formato “Normandia” em Paris diante do  pano de fundo de uma concentração de tropas russas perto da fronteira com a Ucrânia que provocou temores de uma invasão.

A Rússia insiste que não pretende invadir a Ucrânia, mas o Ocidente ameaçou adotar severas penalidades econômicas se isso acontecer. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta terça-feira (25) que consideraria sanções pessoais ao presidente russo, Vladimir Putin, e o Reino Unido afirmou nesta quarta-feira que não descartaria fazer o mesmo.

As conversas em Paris para acabar com a guerra no leste da Ucrânia entre Kiev e os separatistas apoiados pela Rússia se encontram há anos sem progresso real, mas as conversações de quarta-feira podem ser vistas como um sinal positivo de que a diplomacia está ocorrendo apesar das tensões crescentes

O confronto com a Ucrânia desencadeou uma venda nos mercados russos nesta semana, e o rublo voltou a cair na quarta-feira.

A agência de notícias Interfax afirmou que o Ministério da Defesa russo anunciou nesta quarta-feira, um dia depois de deslocar forças de artilharia e fuzileiros navais antes dos exercícios conjuntos com Belarus no próximo mês, ter enviado uma unidade de paraquedistas para o país vizinho. Também afirmou que a Rússia estava mandando caças de combate Su-35 a Belarus para os exercícios.

A concentração de forças russas em Belarus, ao norte da Ucrânia, cria uma nova frente para um possível ataque.

Separadamente, as forças de artilharia russas na região sul de Rostov, que faz fronteira com a Ucrânia, iniciaram treinamento de tiro mais tarde nesta quarta-feira, como parte de uma inspeção de prontidão de combate do Distrito Militar Sul, disse o Ministério da Defesa.

No extremo norte, navios de guerra russos entraram no mar de Barents para proteger uma grande faixa de navegação no Ártico, disse a Frota do Norte. Moscou anunciou exercícios navais de varredura na semana passada.

Um porta-voz de Dmitry Kozak, representante do Kremlin para a Ucrânia, disse que as conversações em Paris começariam às 8h (horário de Brasília), com um informe à imprensa esperado para depois das 11h.

Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente ucraniano Volodymr Zelenskiy, afirmou que a Ucrânia descartou falar diretamente com os separatistas apoiados pela Rússia.

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SEGUNDO ANÚNCIO DO GOVERNO DE ISRAEL,PRÓXIMA SEMANA AS FRONTEIRAS SERÃO ABERTAS A TURISTAS VACINADOS CONTRA COVID-19

Israel reabrirá fronteiras a turistas vacinados contra a Covid-19

Estrangeiros poderão entrar no território se apresentarem um teste de PCR ou antígeno negativo feito antes do embarque

INTERNACIONAL

 por AFP

Bandeiras de Israel

PIXABAY

O governo israelense anunciou nesta segunda-feira (3) que reabrirá suas fronteiras, na próxima semana, a turistas estrangeiros vacinados contra a Covid-19.

As fronteiras foram fechadas no mês passado, depois da detecção de um primeiro caso da variante Ômicron em uma pessoa que voltava a Israel da África do Sul.

A partir de 9 de janeiro, os estrangeiros vacinados procedentes dos “países [em situação] laranja” poderão entrar em Israel, apresentando um teste de PCR ou antígeno negativo feito antes de embarcar no avião, e outro de PCR ao chegar ao território israelense, onde terão de esperar o resultado isolados por 24 horas, disse o governo, em comunicado.A maioria dos países está nessa lista “laranja”, ou seja, apresenta risco médio vinculado à Covid-19.

Já a lista “vermelha” é composta daqueles países considerados de alto risco. No momento, são 17 no total, incluindo França, Canadá, Reino Unido, África do Sul e Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, porém, o Comitê de Classificação recomendou a remoção de sete países da lista vermelha, entre eles França, Canadá e África do Sul.

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GOVERNO DO CHILE ANUNCIOU A REABERTURA DE DEZ FRONTEIRAS FECHADAS DEVIDO A PANDEMIA E USARÁ REQUISITOS RIGOROSOS PARA VISITANTES

Chile vai reabrir dez fronteiras terrestres fechadas pela pandemia

País anunciou a reabertura de dez postos fronteiriços nas divisas com Peru e Argentina, com exigência de vacinação e teste PCR

INTERNACIONAL

 por AFP

Postos na fronteira do Chile com a Argentina (foto) e o Peru serão reabertos

MARIO RUIZ/EFE – ARQUIVO

O governo do Chile anunciou nesta segunda-feira (20) a reabertura de dez fronteiras terrestres com a Argentina e o Peru que ficaram fechadas por quase dois anos devido à pandemia de Covid-19, mas com requisitos rigorosos para os visitantes.

As passagens terrestres serão reabertas em duas etapas. Na próxima quarta (22), será a vez de Futaleufú, de Huemules e da Passagem de Integração Austral, no sul do Chile, todas fronteiriças com a Argentina.

Já em 4 de janeiro será a vez das passagens de Chacalluta, no limite norte com o Peru, e das de Agua Negra, Los Libertadores, Pino Hachado, Cardenal Samoré e Dorotea, com a Argentina.

“Atualmente temos a passagem habilitada nos aeroportos de Iquique, Antofagasta, Região Metropolitana [Santiago] e Punta Arenas, e estão chegando cruzeiros. Agora é a vez de habilitar as passagens fronteiriças terrestres”, explicou o subsecretário de Turismo, José Luis Uriarte, durante a divulgação do boletim sobre a situação da pandemia no Chile.

Os estrangeiros que entrarem no Chile por essas fronteiras terão que confirmar que receberam o ciclo de vacinação completo, apresentar uma declaração juramentada e contar com um seguro de saúde, e, quando chegarem, serão submetidos a um exame PCR, explicou Uriarte.

O Chile tinha previsto reabrir algumas fronteiras terrestres no fim de novembro, mas a chegada da variante Ômicron ao país atrapalhou os planos do governo.

O fechamento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas foi decidido em 17 de março de 2020, quase duas semanas depois que o primeiro caso de Covid-19 foi confirmado no Chile. Desde novembro do ano passado, o país anunciou a liberação gradual de entrada para turistas, primeiro por via aérea.

Desde que chegou ao Chile, a pandemia já provocou 1,7 milhão de casos e 38.000 óbitos. O país sul-americano, no entanto, se destaca pelo bem-sucedido programa de vacinação, com mais de 90% da população maior de 18 anos imunizada com o ciclo completo.

Fonte: R7

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RÚSSIA PAGARÁ ‘UM PREÇO ELEVADO’ EM CASO DE VIOLAÇÃO DAS FRONTEIRAS UCRANIANAS, ADVERTIU CHANCELER DA ALEMANHA

Rússia pagará “preço elevado” se invadir a Ucrânia, diz Scholz

Tensão cresceu na fronteira entre os dois países após governos ocidentais acusarem o Kremlin de preparar uma invasão

INTERNACIONAL

 por AFP

O chanceler alemão Olaf Scholz fala em uma conferência de imprensa em Varsóvia

JANEK SKARZYNSKI/AFP – 12.12.2021

A Rússia pagará um “preço elevado” em caso de violação das fronteiras ucranianas, advertiu nesta quarta-feira (15) o novo chanceler da Alemanha, Olaf Scholz.

“Permitam-me, se todos ainda não compreenderam, repetir aqui o que minha antecessora (Angela Merkel) disse: qualquer violação da integridade territorial terá um preço, um preço elevado”, disse Scholz no Parlamento.

O chefe de Governo também expressou “grande inquietação” com a situação na fronteira entre Rússia e Ucrânia, em um momento de temores de invasão por parte das tropas de Moscou.

O leste da Ucrânia é cenário, desde 2014, de uma guerra com os separatistas pró-Rússia, supostamente ajudados pelo Kremlin. Um conflito que começou depois da anexação pela Rússia da península da Crimeia e que deixou mais de 13 mil mortos.

Nas últimas semanas, a tensão aumentou: os países ocidentais acusam o Kremlin de preparar uma invasão à Ucrânia e intensificam os alertas à Rússi.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DA ÁFRICA DO SUL CRITICOU A POSTURA DE NAÇÕES EUROPEIAS E CONTINENTE AMERICANO POR FECHAMENTO DAS FROTEIRAS PARA O PAÍS

África do Sul questiona fechamento de fronteiras por variante Ômicron

Para o presidente Cyril Ramaphosa, restrições aplicadas a países africanos estão em desacordo com compromissos firmados no G20

INTERNACIONAL

Do R7, com EFE

Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul

TOBIAS SCHWARZ/REUTERS – 27.9.2021

O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, criticou neste domingo (28) a postura adotada por nações europeias e do continente americano que fecharam as fronteiras para países da África após a descoberta da Ômicron, nova variante do coronavírus.

“Estamos profundamente decepcionados com a decisão de vários países de proibir viagens de países do sul da África, incluindo o nosso, após a identificação da variante Ômicron”, disse Ramaphosa.

Além disso, o presidente destacou que o isolamento do continente africano está em desacordo com o compromisso firmado no G20. “Este é um afastamento claro e completamente injustificado do compromisso que muitos desses países assumiram na reunião dos países do G20, em Roma, no mês passado”, disse.

O ministro da Saúde da África do Sul, Joe Phaahla, criticou na sexta-feira (26) a resposta internacional à detecção da nova variante. Em entrevista coletiva concedida de maneira virtual, o integrante do governo admitiu que o medo e a preocupação são “esperados”, mas que “parte da reação é injustificada”.

“Eu me refiro aqui, especificamente, à reação dos países da Europa, o Reino Unido e outros”, afirmou Phaahla. “Sentimos que é o enfoque incorreto, na direção equivocada, que vai contra as normas aconselhadas pela OMS [Organização Mundial da Saúde]. Achamos que os líderes de alguns países estão encontrando bodes expiatórios para lidar com aquilo que é um problema mundial”, completou.

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BRASIL FECHARÁ AS FRONTEIRAS AÉREAS PARA SEIS PAÍSES DA ÁFRICA DEVIDO A NOVA VARIANTE ÔMICRON

Brasil vai restringir voos vindos de 6 países da África

Restrição para passageiros da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue entrará em vigor a partir da próxima segunda-feira

João de Marida CNN

Em São Paulo

O ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira afirmou nesta sexta-feira (26) que o Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África devido à nova variante do coronavírus chamada Ômicron. Segundo o ministro, a medida entrará em vigor a partir da próxima segunda-feira (29).

“O Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África em virtude da nova variante do coronavírus. Vamos resguardar os brasileiros nessa nova fase da pandemia naquele país. Portaria será publicada amanhã e deverá vigorar a partir de segunda-feira”, escreveu o ministro nas redes sociais.

O ministro explicou que a decisão foi tomada em conjunto e será assinada pela Casa Civil, Ministério da Infraestrutura, Ministério da Saúde e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo Ciro Nogueira, a restrição atingirá os passageiros oriundos de: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

A linhagem B.1.1.529 do novo coronavírus foi classificada nesta sexta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como variante de preocupação.

Identificada em múltiplos países, segundo a OMS, a variante Ômicron tem preocupado cientistas por ter muitas mutações que podem conferir vantagens ao vírus. A cepa foi encontrada na África do Sul, em Botsuana, em Hong Kong e na Bélgica.

Segundo levantamento feito pela CNN ao longo desta sexta-feira (26), pelo menos outras 23 nações já haviam anunciado bloqueios totais ou parciais a viajantes vindos de países do sul da África.

Variante Ômicron no Brasil

Até o momento, não há registros da variante no Brasil. Porém, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou à CNN nesta sexta-feira (26) que há a possibilidade de a variante Ômicron já estar circulando no país.

“Realmente a possibilidade existe, não temos como dizer que é zero chance de já estar no Brasil, que não é possível. A possibilidade de termos algum caso que não tenha sido identificado existe, é uma possibilidade, mas até o momento não existe.”, afirma Barra Torres.

A Anvisa recomendou nesta sexta-feira medidas de restrição para voos, a decisão vale para viajantes procedentes da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Segundo Barra Torres, a medida de restrição de voos provenientes de países africanos visa “mitigar ou atrasar ao máximo” a chegada da nova variante ao Brasil.

“É importante que a população se conscientize que a pandemia ainda não acabou, o apito final deste jogo ainda não foi dado. Nós temos sim uma cultura vacinal muito forte, temos milhões de pessoas aderindo voluntariamente à vacinação. Se a vacinação fosse um candidato e a eleição fosse hoje, a vacina venceria em primeiro turno, o candidato do momento é a vacina.Temos como evitar mantendo uma cultura de vacinação forte”, explicou o diretor da Anvisa.

(*Com informações de Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo)

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GRUPOS DE IMIGRANTES UNIRAM FORÇAS PARA SEGUIR RUMO À FRONTEIRA DOS EUA

Milhares de imigrantes se reúnem no México e marcham para os EUA

Grupos que saíram de toda a América Latina avançam para o norte em direção à fronteira mexicana com o estado do Texas

Centenas de famílias se reuniram na fronteira sul do México com objetivo de chegar aos EUA

JOSE TORRES/REUTERS – 18.11.2021

Grupos de imigrantes do caribenho Haiti e de outros países da América Central uniram forças, nesta quinta-feira (18), ao deixar Tapachula, cidade do sul do México, para seguir rumo à fronteira dos Estados Unidos.

Cerca de 3 mil imigrantes chegaram em grupos menores perto da fronteira sul do México com a Guatemala nas últimas semanas para descansar e depois continuar sua jornada para o norte. Eles são parte de uma caravana maior.

Cerca de 150 pessoas, a maioria do Haiti, reuniram-se em um parque entre o entardecer de quarta-feira (17) e a manhã desta quinta-feira para viajar para o norte, disse um jornalista da Reuters.

Enquanto isso, membros de outra caravana de imigrantes também começaram a sair nesta quinta-feira de Tapachula, onde permaneceram durante meses. Eles seguiam para Veracruz depois de combinarem pontos de encontro por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais.

Ana Gomez, uma salvadorenha de 32 anos que viaja com os três filhos, a irmã e a sobrinha, disse que passou um mês em Tapachula. Embora seu destino seja os Estados Unidos, ela disse que não descarta ficar no México.

Autoridades americanas prenderam mais de 1,7 milhão de imigrantes na fronteira EUA-México no atual ano fiscal, o maior número já registrado.

Fonte: R7

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AVANÇO NA VACINAÇÃO E QUEDA NO NÚMERO DE CASOS DE COVID-19 FAZ PAÍSES ABRIREM AS FRONTEIRAS PARA O BRASIL

Saiba quais são os países que aceitam a entrada de brasileiros

Fronteiras voltam a ser abertas para voo que partem do Brasil a medida que a vacinação avança e os casos da doença caem no país

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Passageiros chegam ao aeroporto de Miami, no primeiro dia de reabertura das fronteiras dos EUA Passageiros chegam ao aeroporto de Miami, no primeiro dia de reabertura das fronteiras dos EUA CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH / EFE – EPA – 8.11.2021

Na segunda-feira (8), as fronteiras aéreas e terrestres dos EUA foram reabertas após quase 20 meses de restrições por conta da pandemia de Covid-19. A entrada de turistas brasileiros, desde que vacinados, voltou a ser permitida e o setor de turismo e viagens internacionais começam, aos poucos, a retomarem suas atividades.

O cenário é bem diferente do registrado em março deste ano, quando apenas 8 países no mundo — Afeganistão, Albânia, Costa Rica, Eslováquia, Macedônia do Norte, Nauru, República Centro Africana e Tonga —tinham restrições leves para a entrada de brasileiros em seus territórios.

Com o avanço da vacinação no Brasil e em boa parte do planeta, muitos territórios voltaram a se abrir e o turismo internacional é novamente uma realidade. Atualmente, de acordo com o portal da IATA, a Associação Internacional de Transporte Aéreo, pelo menos 111 países permitem a entrada de brasileiros.

Alguns exigem apenas a apresentação de um certificado de vacinação. Outros pedem resultados de testes PCR ou de antígenos na chegada ou resultados negativos recentes feitos antes da viagem. Outros exigem apenas um formulário com as informações de saúde.

Abaixo seguem os países que permitem e também os que ainda não permitem a chegada de turistas brasileiros. Os requisitos específicos podem ser encontrados no portal Travel Center da IATA. Muitas das restrições podem vencer ainda neste mês ou ainda ser reintroduzidas, caso o país esteja enfrentando novos surtos de Covid-19.

Países que permitem a entrada de brasileiros a turismo, por continente:

Américas

Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bermudas, Bolívia, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, Equador, EUA, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai

Europa

Albânia, Alemanha, Armênia, Áustria, Belarus, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Espanha, Eslováquia, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Islândia, Kosovo, Liechtenstein, Moldávia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Sérvia, Suíça, Ucrânia

Ásia e Oriente Médio

Bangladesh, Camboja, Catar, Emirados Árabes, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Maldivas, Mongólia, Nepal, Omã, Paquistão, Quirguistão, Sri Lanka, Tadjiquistão, Taiwan, Timor Leste, Uzbequistão

África

África do Sul, Botswana, Burundi, Burkina Faso, Camarões, Chade, Congo, Egito, Eritréia, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Lesoto, Mali, Marrocos, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia, Tunísia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbábue

Oceania

Polinésia Francesa

Países que não permitem entrada de turistas

Afeganistão, Arábia Saudita, Angola, Argélia, Austrália, Benin, Bulgária, Cazaquistão, China, Cingapura Coreia do Sul, Coreia do Norte, Estônia, Fiji, Filipinas, Grécia, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Kuwait, Letônia, Líbia, Lituânia, Madagascar, Malásia, Micronésia, Mianmar, Nauru, Noruega, Nova Caledônia, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Polônia, Rússia, Samoa Americana, Suécia, Suriname, Síria, Tailândia, Turcomenistão, Turquia, Tonga, Tuvalu, Vanuatu, Venezuela e Vietnã

Fonte: R7

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EUA REABREM NESTA SEGUNDA-FEIRA (08) AS FRONTEIRAS PARA VIAJANTES QUE POSSUEM CICLO VACINAL COMPLETO CONTRA COVID-19

Estados Unidos reabrem fronteiras a turistas nesta segunda-feira (8)

Norte-americanos ficaram 20 meses fechados aos viajantes, que agora precisarão de ciclo vacinal completo para entrar no país

INTERNACIONAL

 Lucas Ferreira,

do R7, com informações da AFP

Companhias aéreas se preparam para aumento do número de viagens aos EUA

KEVIN MOHATT / REUTERS – ARQUIVO

Os Estados Unidos reabrem nesta segunda-feira (8) as fronteiras para viajantes que possuem ciclo vacinal completo contra a Covid-19. Os norte-americanos estabeleceram há cerca de 20 meses regras rígidas para pessoas que desejavam entrar no país, na tentativa de diminuir a disseminação doméstica do novo coronavírus.

Os turistas que desejam visitar os Estados Unidos a partir desta segunda-feira precisam do esquema vacinal completo, ou seja, tomar as duas doses da vacina ou receber a dose única de um dos imunizantes autorizados pela FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA) ou que constem na lista de uso emergencial da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Dessa forma, as vacinas aceitas para que turistas entrem nos Estados Unidos são a Pfizer/BioNTech, Janssen, Oxford/AstraZeneca, Sinopharm e Sinovac/CoronaVac, imunizante chinês reproduzido no Brasil pelo Instituto Butantan.

No último dia 25, o governo dos Estados Unidos anunciou que estrangeiros menores de 18 anos poderão entrar no país sem comprovar vacinação contra Covid-19. A excepcionalidade também se estende às pessoas com determinados problemas médicos.

Os viajantes não turistas dos cerca de 50 países com taxa nacional de vacinação abaixo de 10% também serão elegíveis para isenção das regras. Entretanto, na maioria dos casos, precisarão estar vacinados se pretenderem permanecer no país por mais de 60 dias.

“Foi muito difícil, só quero ver meu filho”, disse à AFP Alison Henry, uma britânica de 63 anos que viajou nesta segunda-feira para encontrar seu filho em Nova York após 20 meses de separação.

A Embaixada e os Consulados dos Estados Unidos no Brasil também retomarão nesta segunda-feira os atendimentos para a emissão de vistos de não imigrantes. As entrevistas podem ser agendadas no site oficial da Embaixada.

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ARGENTINA PRETENDE VACINAR TURISTAS QUE CHEGAM AO PAÍS

Argentina vai oferecer aos turistas vacinas contra a Covid-19

País fará aplicações em pontos específicos da fronteira, como na província de Formosa, na divisa com o Paraguai

55,4% da população argentina está totalmente vacinada

EFE/ARQUIVO

A ministra da Saúde da Argentina, Carla Vizzotti, anunciou nesta terça-feira (26) que seu país pretende “avançar com a oferta” de vacinas contra a Covid-19 aos turistas que chegam ao país, principalmente os menores de 18 anos, que poderão entrar no país sem a vacina, e as pessoas que entram através de uma exceção.

A Argentina também oferecerá vacinação em “pontos de fronteira”, disse Vizzotti, mencionando as províncias de Formosa, na fronteira com o Paraguai, e as províncias de Salta e Jujuy, na fronteira com a Bolívia.

As fronteiras da Argentina serão abertas aos turistas estrangeiros a partir de novembro, quando o esquema de vacinação completo e PCR negativo serão exigidos 72 horas antes do embarque e o teste de PCR será dispensado entre 5 e 7 dias após a chegada ao país, conforme informou o ministro do Turismo, Matías Lammens.

O país, que acumula 5.281.585 casos e 115.851 mortes desde o início da pandemia, está sofrendo uma queda constante nos casos que “nas últimas semanas se estabilizaram em um número muito baixo” e com uma circulação de 60% da variante Delta.

O ministro acrescentou que 72,6% da população recebeu uma dose da vacina contra a Covid-19 e 55,4%, a dosagem completa.

Carla Vizzotti também anunciou que a Argentina aplicará uma terceira dose da vacina contra Covid-19 em pessoas imunocomprometidas com mais de três anos de idade que receberam qualquer vacina e naqueles com mais de 50 anos que receberam a Sinopharm chinesa.

Entre a última semana de outubro e a primeira semana de novembro, está previsto “avançar” com “esta população muito pontual que precisa de uma terceira dose para oferecer a maior proteção possível” e que abrange cerca de 1,6 milhão de pessoas, explicou.

Para os maiores de 50 anos que tenham recebido a Sinopharm, será distribuída a vacina AstraZeneca para complementar a terceira dose “de forma a estimular aquela resposta imunitária” e torná-la “ainda maior”.

Aqueles com menos de 50 anos que receberam a Sinopharm farão parte dos reforços que são aplicados de forma escalonada quando apropriado.

Os reforços da vacina contra a Covid-19 estão planejados a partir de dezembro, disse a ministra, “começando com o pessoal de saúde e gradualmente à medida que avançamos com a campanha de vacinação”.

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GOVERNO DO PARAGUAI ANUNCIA PARCERIA COM BRASIL PARA CRIAÇÃO DE COMANDO E INTENSIFICAR LUTA CONTRA O CRIME ORGANIZADO NA FRONTEIRA

Paraguai anuncia parceria com Brasil contra crimes na fronteira

Governos pretendem aumentar patrulhamento de policiais na região fronteiriça de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Projeto prevê reforço policial na fronteira entre Brasil e Paraguai
ARTE/R7

O governo do Paraguai anunciou nesta terça-feira (12) que será criado em breve um comando que contará com policiais do país e do Brasil para intensificar a luta contra o crime organizado na fronteira, após os assassinatos de quatro pessoas no lado paraguaio no último sábado (9), uma delas filha do governador do departamento de Amambay.

O ministro do Interior do Paraguai, Arnaldo Giuzzio, disse em entrevista coletiva que a parceria, debatida há meses com a Polícia Federal brasileira, se concentrará na região de fronteira entre Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e Pedro Juan Caballero, a cidade paraguaia onde foram cometidas as quatro execuções.

A formação e logística deste comando não foram reveladas por Giuzzio na entrevista. “Estamos visando um plano de alcance imediato” e “propostas para estabelecer estratégias com maior duração”, disse o ministro. “Na realidade, hoje o problema do crime organizado transnacional se coloca na fronteira. E o efeito rebote já estamos vendo no interior de nosso país”, acrescentou.

Entre outras hipóteses, a polícia paraguaia está trabalhando na possibilidade de que os assassinatos ocorridos no último sábado em Pedro Juan Caballero, capital de Amambay, tenham sido cometidos por traficantes de drogas.

O ataque matou um homem paraguaio, Omar Vicente Álvarez Grance, de 32 anos, apontado pelas autoridades locais como o verdadeiro alvo dos criminosos, e outras três pessoas, entre elas Haylee Carolina Acevedo Yunis, de 21 anos, filha do governador de Amambay. Segundo a polícia local, as vítimas foram alvejadas após saírem de uma casa noturna no início da manhã

Fonte: R7

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NICOLÁS MADURO TENTA RESTABELECER LIGAÇÕES COM COLOMBIANOS

Venezuela reabre fronteira com Colômbia após dois anos

Passagens estão fechadas desde então, quando colombianos reconheceram Juan Guaidó como presidente venezuelano

INTERNACIONAL

 por AFP

Nicolás Maduro tenta restabelecer ligações com colombianos

HANDOUT / VENEZUELAN PRESIDENCY / AFP

A Venezuela anunciou nesta segunda-feira (4) a “abertura comercial” de sua fronteira com a Colômbia, fechada em 2019 pelo presidente Nicolás Maduro, durante uma crise política e diplomática.

“A partir de amanhã estaremos fazendo uma abertura comercial entre os nossos países”, informou a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, em pronunciamento na TV estatal.

Mais cedo, os contêineres que bloqueavam há dois anos a circulação na principal ponte fronteiriça entre a Venezuela e a Colômbia foram removidos por autoridades venezuelanas e a passagem de pedestres começou a fluir.

O governo havia ordenado o bloqueio das passagens binacionais em fevereiro de 2019, na disputa pela entrada de alimentos e insumos médicos geridos pelo líder opositor Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, incluindo Estados Unidos e Colômbia.

Os obstáculos e a forte presença militar impediram a entrada dos carregamentos a partir de Cúcuta em 23 de fevereiro, o que gerou violentos distúrbios no lado venezuelano.

Maduro, que rompeu relações diplomáticas com Bogotá por seu reconhecimento de Guaidó, ordenou, então, o fechamento da fronteira, alegando que as doações eram um pretexto para uma “invasão” dos Estados Unidos.

Venezuela e Colômbia dividem uma fronteira de mais de 2.000 quilômetros. “Virando a página”, comentou a vice-presidente, em Caracas. “Estamos aqui hoje dando abertura comercial binacional, para que comecem a entrar caminhões com produtos da Venezuela à Colômbia, da Colômbia à Venezuela”, acrescentou.

A Colômbia já havia decidido, em junho passado, abrir de forma unilateral suas fronteiras fluvial e terrestre com a Venezuela, medida então descrita como “intempestiva” pelo governo Maduro, que pedia uma “reabertura controlada”.

“A Colômbia também está disposta a iniciar um processo ordenado, para que possamos garantir essa passagem fronteiriça”, declarou o presidente Iván Duque. “Iremos fazê-lo sempre seguindo os critérios de nosso país em suas áreas de fronteira, principalmente no que se refere ao transporte de carga.”

“Enfim chegou o dia esperado, desejado por todos nós!”, comemorou Isabel Castillo, presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Produção de San Antonio del Táchira. “As expectativas são muitas, [vamos] começar desde já a trabalhar plenamente.”

Não está claro se será liberada a circulação de veículos particulares. A passagem de pedestres havia sido restringida por causa da pandemia.

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LINHAS IMAGINÁRIAS NOS MAPAS SÃO TRANSFORMADAS EM BARREIRAS DE CONCRETO PARA CONTROLAR FLUXO DE PESSOAS E MOSTRAR O PODER

Por que países constroem muros em suas fronteiras?

Linhas nos mapas são transformadas em barreiras de concreto para controlar o fluxo de pessoas e para mostrar poder

INTERNACIONAL

 Giovanna Orlando, do R7

Em algumas partes do mundo, muros dividem países

JOSE LUIS GONZALEZ/ REUTERS – 26.10.2019

As fronteiras entre países são linhas imaginárias traçadas no mapa e, na maior parte do mundo, facilmente atravessáveis. Em outras regiões, entretanto, as fronteiras são reais e aparecem na forma de muros, com arame farpada e guardas.

As barreiras mais emblemáticas foram construídas entre os Estados Unidos e o México; no enclave espanhol de Melilla, no Marrocos, e Ceuta, na Espanha, que separa a Europa da África; na zona desmilitarizada entre as Coreias e na Faixa de Gaza, região em disputa por Israel e Palestina.

 

As justificativas pelos responsáveis por erguer essas estruturas nos limites entre dois países são controlar a entrada de imigrantes, criar zonas de segurança e garantir um cessar-fogo. No entanto, a explicação para construção dessas barreiras é, no fundo, mostrar quem manda na região.

“A materialização do muro expressa o distanciamento e materializa o poder. É a expressão do poder e da opressão, quem controla esse muro tem o poder”, diz a professora de Relações Internacionais da ESPM-POA, Ana Simão.

Controle da imigração ilegal

Os muros construídos na fronteira entre México e os Estados Univos e no reduto espanhol em Melilla e em Ceuta, no norte do Marrocos, surgiram com a premissa de controlar a imigração ilegal. Do lado norte-americano, a obra foi justificada também com uma medida  necessária para combater o tráfico de drogas e a criminalidade.

“A criação das fronteiras não controla o tráfico e nem elimina o terrorismo o muro aumenta a vulnerabilidade das pessoas, das regiões e expressa o poder”, diz a professora da ESPM.

Pessoas que vivem em situação de crise política, econômica ou humanitária deixam suas casas em busca de uma situação de vida melhor e fogem para regiões mais desenvolvidas. Apesar de existir possibilidade de conseguir asilo ao cruzar a fronteira, o volume desses pedidos é grande e o processo lento.

Nos últimos anos, a União Europeia se mostrou mais aberta à entrada de imigrantes, com exceção a Itália, que fechou portos e recusou ajudar navios que circulavam próximo a sua costa. O ultradireitista Matteo Salvini chegou a ser julgado pelo bloqueio de uma dessas embarcações.

“A barreira física é uma demonstração de problemas diplomáticos prévios. Mostra que a questão chegou em um ponto em que as negociações diplomáticas se esgotaram”, diz o coordenador do curso de Relações Internacionais da FAAP, Carlos Gustavo Poggio.

Nos EUA, o ex-presidente Donald Trump foi eleito com um discurso contra a imigração e, durante seu governo endureceu as medidas para asilo e recebeu críticas pelo tratamento dado aos latinos nas dependências de centros da Agência de Imigração e Alfândega (ICE).

Joe Biden chegou à Casa Branca com uma proposta mais flexível em relação aos imigrantes, mas deixou claro que não vai abrir as portas para todos.

A fronteira entre Israel e Palestina é uma zona de guerra e, em maio deste ano, um confronto que durou semanas terminou com 100 mortes no lado árabe do muro.

“Essa é uma região de bastante tensão política. Tem uma questão econômica e política, com elementos religiosos, culturais e históricos”, explica Poggio.

Com a saída de Benjamin Netanyahu do poder no começo de junho, é possível que a situação de fato mude. “É preciso aguardar para ver como ficam as relações com a nova política em Israel”, diz Ana.

A Zona Desmilitarizada entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul é uma das regiões mais armadas e vigiadas do mundo. Os dois países ainda estão em guerra, apesar de não trocarem tiros desde os anos 1950, quando a divisão do território foi formalizada.

Ainda assim, nunca houve um tratado de paz e as conversas sobre uma reintegração das Coreias ficam no campo das possibilidades para o futuro. Por hora, o maior perigo na região é o poderio militar da isolada Coreia do Norte, que rejeita as tentativas de diálogo com países do Ocidente e vizinhos.

O território sob o comando de Kim Jong-Un está isolado do restante do mundo desde o fim da guerra e relações principalmente com a China, que também tem um governo comunista. Enquanto isso, a Coreia do Sul cresce no campo da tecnologia, soft power e conta com aliados poderosos na Ásia e é próxima dos Estados Unidos.

Nesse muro não há imigrantes tentando passar para o outro lado. Os dissidentes da Coreia do Norte precisam enfrentar jornadas dificílimas para deixar o país e podem correr o perigo de serem traficados para outras regiões.

Para o professor Poggio, a permanência da proibição de circulação de pessoas entre as Coreias e a presença de outros muros pelo mundo vai contra o que era esperado para o mundo no século 21.

“A criação de todos esses muros é uma negação ao discurso pós-Guerra Fria de que viveríamos em um mundo aberto, globalizado, com trocas globais de comércio”, afirma.

Fonte: R7

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SEGUNDO DONALD TRUMP, BIDEN CAUSOU A PIOR CRISE MIGRATÓRIA DA HISTÓRIA DOS EUA

Trump vai à fronteira com México para criticar políticas de Biden

Ex-presidente diz que falará sobre “pior crise migratória do país” quando visitar a cidade de Weslaco, no Texas

INTERNACIONAL

 por AFP

Trump critica "pior crise migratória da história" dos EUA

BRANDON BELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Donald Trump comparecerá à fronteira com o México nesta quarta-feira (30) para criticar “a pior crise migratória” da história dos Estados Unidos, causada segundo ele por seu sucessor, Joe Biden, e para retomar o fio condutor de sua Presidência: a luta contra a imigração ilegal.

Uma “fronteira sul destruída”, “uma verdadeira zona de desastre”, afirma Trump diante da possibilidade de uma nova candidatura presidencial em 2024. O republicano não perdeu sua retórica desde sua “reclusão” em suas propriedades na Flórida e Nova Jersey.

Com essas palavras, o republicano anunciou seu primeiro compromisso desde que deixou a Casa Branca em 20 de janeiro. O ex-presidente estará em Weslaco, uma pequena cidade no extremo sul do Texas, perto da fronteira.

A calma reinou neste município na manhã desta quarta-feira, antes da chegada do ex-presidente. Uma caminhonete repleta de bandeiras Trump simboliza a reminiscência de sua popularidade neste estado conservador.

Mais precisamente no Texas, em 12 de janeiro, ele fez sua última visita oficial para falar sobre imigração.

Junto com o governador do Texas, Greg Abbott, e uma delegação de parlamentares republicanos, ele se encontrará com autoridades por volta das 11h30 (13h30 de Brasília) para uma reunião de “segurança da fronteira” e, em seguida, visitará, uma hora depois, uma parte do “muro” que separa os Estados Unidos do México.

“Construam o muro!”, ouvia-se com frequência em seus comícios antes de sua eleição em 2016.

Durante seus quatro anos como presidente, aproximadamente 600 quilômetros foram levantados, embora a maioria desses trechos tenha sido apenas melhorias em cercas já existentes.

Para os republicanos, o programa do bilionário funcionou, mas a chegada de Biden à Casa Branca com a promessa de uma política de imigração “mais humana” gerou um efeito de atração ao país.

A primavera foi marcada por prisões recordes na fronteira sul dos Estados Unidos, de 3.200 quilômetros.Em maio, cerca de 180.000 pessoas foram presas após entrarem ilegalmente, o maior número em 15 anos.

A oposição acusa a vice-presidente, Kamala Harris, responsável por gerenciar a migração irregular, de ignorar a “crise”.

O governador do Texas decretou em meados de junho que o estado continuará a construir o muro fronteiriço. E a governadora republicana da Dakota do Sul, Kristi Noem, acaba de anunciar que enviará dezenas de soldados da Guarda Nacional de seu estado para a fronteira, apesar de estar a mais de 2.000 quilômetros de distância.

Os democratas acusam os republicanos de manipulação política e garantem que o aumento de migrantes na fronteira se deve a vários fatores, ao mesmo tempo em que relembram a polêmica política da separação das famílias imposta por Trump.

Sob sua presidência, quase 4.000 crianças migrantes foram separadas de suas famílias. No início de junho, mais de 2.000 ainda não haviam se reunido com seus entes queridos.

“Palhaços”

“Por quatro anos, os republicanos ficaram em silêncio enquanto Trump sabotava nosso sistema migratório”, afirmou o porta-voz do Partido Democrata, Ammar Moussa, nesta quarta-feira, chamando a visita do ex-presidente de um “espetáculo de palhaços”.

Banido das redes sociais desde o ataque dos seus apoiadores ao Capitólio em 6 de janeiro, Trump mantém muita influência em seu partido.

E está determinado a continuar tendo peso na política americana.Depois de meses quase em silêncio, sua agenda se acelera. O magnata do mercado imobiliário voltou a fazer comícios no último sábado, em Ohio, como início de sua campanha para as eleições parlamentares e locais de novembro de 2022.

Diante de milhares de apoiadores, ele repetiu suas acusações infundadas a respeito do “roubo” na última eleição, ao perder para Biden. E deu a entender que vai tentar uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais.

Ele fará outro grande comício neste sábado em Sarasota, na Flórida.

Fonte: R7
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ISRAEL BUSCA TIRAR O CONFLITO DE SUAS FRONTEIRAS

Israel articula criação de cinturão de segurança no Oriente Médio

Fundadora de entidade ligada à segurança diz que acordos com países do Golfo também são para se contrapor à ameaça iraniana

INTERNACIONAL

Eugenio Goussinsky, do R7

Israel busca tirar o conflito de suas fronteiras

JIM HOLLANDER/EFE/02-01-14

Algo que para muitos era impossível, em tese, já se tornou uma possibilidade real para estrategistas do Exército de Defesa de Israel, segundo a tenente-coronel (reserva) Sarit Zehavi, CEO e fundadora da Alma Research and Education Center –  organização sem fins lucrativos e centro de pesquisa e educação especializado nos desafios de segurança de Israel.

Zehavi considera que os acordos entre Israel, Emirados Árabes e Bahrein, assinados no segundo semestre de 2020, e uma aproximação diplomática com a Arábia Saudita, já possibilitam uma troca de informações e cooperação em segurança para neutralizar interesses hostis do Irã. Até mesmo com a possibilidade de haver uma presença concreta de militares israelenses na região, o que antes pareceria impossível.

“Não há mobilizações de tropas, mas, coloquemos uma ideia do acordo desta maneira: se o Irã pode criar uma frente contra Israel, no Libano e Síria, com o Hezbollah, agora Israel pode criar uma frente israelense para o Irã, no Emirados e Bahrein, países que têm interesse em cooperar com Israel porque também são ameaçados. Estão mais próximos e geograficamente é muito útil essa aliança para neutralizar o Irã”, observa.

“O resultado destas alianças, em curto prazo, já mostra que Israel não está só, não está isolada, que há países da região que veem Israel como um estado legítimo e que é importante cooperar com ele, não só por assuntos de segurança, mas econômicos e sociais também”, completa.

Para Zehavi, o acordo em geral visa o incremento de relações comerciais, de intercâmbio de tecnologia, mas a segurança é um fator essencial, que possibilita o andamento de negociações em todas as áreas.

Para o professor Danilo Porfírio de Castro Vieira, doutor em análise do Desenvolvimento do Terrorismo Contemporâneo pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) e autor do livro “Ação política norte-americana e o jihadismo no Oriente Médio”, oficialmente, esse tratados com Emirados Árabes e Bahrein e informal com a Arábia Saudita, visam a estabelecer na uma integração econômica, linhas de transporte, circulação de pessoas, na perspectiva do transporte.

No entanto, os interesses estratégicos informais, foram fundamentais para a aproximação.

“Temos que entender que, formal ou informalmente, estabelecer o alinhamento com Israel desses paíes, que por sinal são sunitas, satélites da Arábia Saudita, é uma iniciativa que vem no intuito de articular ações e discursos uniformes para conter qualquer forma de avanço ou hegemonia do Irã no fortalecimento de um arco xiita na região.”

Apesar de, na teoria, ele considerar que a aliança possa trazer uma estabilidade na região, ele alerta para algumas arestas que podem servir como empecilho.

“A aliança fortalece a Israel e Arábia Saudita, potencialmente enfraquece o Irã, mas, por outro lado, o Irã tem boas relações com a Rússia, que também está presente na Síria e se preocupa com ingerências de Israel dentro da Síria. A Rússia já mostrou insatisfação em relação a isso, minha preocupação é a participação russa nessa nova realidade”, observa.

Castro Vieira inclui entre os seus temores a possibilidade do aumento do radicalismo em algumas questões, como a palestina.

“A princípio, com os acordos de Israel, teremos uma promessa de estabilidade precária, mas estabilidade. No entanto, o acontecerá em seguida, como ficará a questão palestina? Se a Arábia Saudita e outros países do golfo fecharem aliança, as ações de autonomia palestina se enfraquecerão e de alguma maneira o Hamas será mais fortalecido”, analisa.

Os palestinos terão eleição para o Conselho Legislativo Palestino, com 132 cadeiras, em 22 de maio próximo, enquanto a eleição para a presidência da Autoridade Nacional Palestina, que governa a região, ocorrerá em 31 de julho.

Há o risco de nova divisão da Fatah, partido do atual governo, mas que, em 2006, devido à fragmentação, perdeu poder na Faixa de Gaza, que passou a ser controlada pelo Hamas.

O grupo radical, considerado terrorista por Israel e Estados Unidos, vislumbra essa nova possibilidade, após desavenças na Fatah, com a concordância de Marwan Barghouti e Nasser al-Kidwa, em se unir na próxima eleição, contra o atual presidente da Autoridade Nacional Palestina.

A tenente-coronel Zehavi, porém, acredita que a aliança de Israel com países do Golfo carrega justamente em sua essência a capacidade de enfraquecer grupos como o Hamas.

“A perspectiva para o futuro é a importância de se criar um cinturão com cada vez mais países, que dê mais segurança no mar e no ar, diminuir a ameaça do Irã, reduzir cada vez mais o apoio a organizações terroristas, como Hamas e Hezbollah, bloquear influência do Irã em outras áreas, como Líbano, Síria e Iraque. Há um grande a trabalho a ser feito e isso já começou”, ressalta.

Fonte: R7

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GOVERNO ARGENTINO OFICIALIZOU O FECHAMENTO DAS SUAS FRONTEIRAS TERRESTRES PARA FREAR A EXPANSÃO DO CORONAVIRUS

Argentina fecha fronteiras terrestres para frear covid-19

Pessoas que saíram do país entre abril e dezembro de 2020 só poderão retornar de avião a partir de agora

Argentina fecha fronteiras terrestres para frear covid-19 - Notícias - R7 Internacional

O governo da Argentina oficializou nesta segunda-feira (29) o fechamento de suas fronteiras terrestres aos que deixaram o país entre 1º de abril e 25 de dezembro de 2020, que até agora eram os únicos autorizados a utilizá-las como exceção às medidas destinadas a frear a expansão do coronavirus.Com a entrada em vigor desta norma, que foi publicada hoje no Diário da República, estas pessoas só poderão entrar no território nacional por via aérea através dos pontos de entrada autorizados: os aeroportos internacionais de Ezeiza e San Fernando (ambos na província de Buenos Aires), Aeroporto Jorge Newbery (capital) e o porto da cidade de Buenos Aires.

Os postos de fronteira foram fechados pela última vez, após um ano de fechamentos e aberturas parciais, em 24 de dezembro, quando a Direção Nacional de Migração decretou a via aérea como única forma de entrada, enquanto uma portaria de 8 de janeiro permitiu a entrada terrestre para os que saíram do país entre abril e dezembro, que a partir de agora têm o avião como único meio de acesso.

Embora a entrada para o país ainda esteja sujeita ao regulamento anterior, que mantém todas as fronteiras fechadas ao turismo estrangeiro, então, segundo a norma, “quem não é argentino e quer entrar no país com o propósito de fazer turismo, não consegue”.

No último sábado, o governo decidiu suspender todos os voos regulares que ligam o país ao Brasil, Chile e México, após o aumento dos casos de covid-19 nesses países.

Assim, esses três países se juntam ao Reino Unido como países com os quais a Argentina suspendeu voos, por temor das autoridades de uma segunda onda de infecções de coronavírus.

São medidas que o governo está tomando “considerando a rápida evolução das condições epidemiológicas”, com diversas variantes da covid-19 em circulação que a Argentina busca prevenir enquanto avança com sua campanha de vacinação, que até agora tem 2,9 milhões vacinados na primeira dose e 665.656 com ambas as doses, entre seus 45 milhões de habitantes.

Haverá também mais controles para argentinos e residentes que retornam do exterior.

Ao teste de detecção do coronavírus que deve ser apresentado antes do embarque para a Argentina, será adicionado outro teste que deve ser feito na chegada ao país e um terceiro após sete dias da reentrada, sempre a cargo do passageiro.

Com essas medidas, o governo argentino “recomenda que todos os argentinos e residentes não viajem para o exterior”, principalmente aqueles que pertencem a grupos de risco.

A Argentina, o terceiro país da América do Sul com mais casos, depois do Brasil e da Colômbia, já acumulou 2,3 milhões de infecções e cerca de 55,4 mil mortes por covid-19.

Fonte: R7
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GOVERNO DA FRANÇA ANUNCIOU O FECHAMENTO DAS FRONTEIRAS PARA VIAJANTES DE FORA DA UNIÃO EUROPEIA

França fecha fronteiras para países de fora da União Europeia

País tenta evitar chegada de variantes do coronavírus e presidente não quer decretar novo lockdown para frear coronavírus

INTERNACIONAL  

Da Ansa

França vai fechar fronteiras para viajantes fora da União Europeia

YOAN VALAT/EFE/EPA – 25.1.2020

O governo da França anunciou nesta sexta-feira (29) o fechamento de suas fronteiras para viajantes provenientes de fora da União Europeia, em uma tentativa de conter a disseminação de novas cepas do coronavírus.

A medida entra em vigor neste domingo (31) e só abre exceção para viagens consideradas “essenciais”. “As entradas e saídas de nosso território com destino ou proveniência em um país externo à União Europeia serão vetadas, salvo motivos imperativos”, disse o primeiro-ministro Jean Castex.

A proibição chega enquanto o presidente Emmanuel Macron tenta evitar a imposição de um terceiro lockdown na França, que totaliza cerca de 3,2 milhões de casos e quase 76 mil óbitos na pandemia. “Os próximos dias serão decisivos”, disse Castex após uma reunião do conselho de defesa sanitária.

Viajantes provenientes dos outros 26 países da União Europeia, com exceção de trabalhadores pendulares, terão de apresentar exame RT-PCR negativo.

A exigência já estava em vigor para chegadas aéreas e marítimas, mas agora também valerá nas fronteiras terrestres.

Fonte: R7
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SEGURANÇA: O RN RECEBERÁ RECURSOS E EQUIPAMENTOS PARA COMBATE AO CRIME ORGANIZADO EM DIVISA E FRONTEIRAS DO ESTADO

Governo do RN passa a integrar programa de combate ao crime organizado em fronteiras e divisas

 DIVERSOS

Por meio do Programa V.I.G.I.A, estado receberá recursos e equipamentos para repressão ao tráfico de drogas, combate ao contrabando de armas e mercadorias. Foto: Divulgação

As forças de segurança pública do Rio Grande do Norte e do Ceará estão sendo incluídas no Programa V.I.G.I.A. – responsável por integrar o policiamento federal e estadual no combate aos ilícitos nas regiões de fronteira e divisas do país.

Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (14) na Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), o secretário de Operações Integradas do Ministério da Justiça, Jeferson Lisbôa Gimenes, apresentou os mecanismos de trabalho para a inclusão dos dois estados nordestinos no programa. No Ceará, a apresentação aconteceu na terça-feira (12). O início das ações do programa nos dois estados ainda será oficializado.

O programa V.I.G.I.A. (Vigilância, Integração, Governança, Interoperabilidade e Autonomia) é coordenado pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e se baseia em metodologias modernas de gestão, utilizando a integração entre equipes especializadas, com padronização de técnicas, táticas e procedimentos, além das possibilidades de investimento em capacitações e equipamentos, ações com o intuito de direcionar esforços e contribuir com a formulação de estratégias operacionais.

Em 2020, o Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas agiu de forma integrada para o combate ao crime. Foram mais de R$ 2 bilhões de prejuízo aos criminosos, segundo o ministro do MJSP André Mendonça.

No RN e no Ceará – até então os únicos do Nordeste onde o programa será implantado – a missão do Programa V.I.G.I.A. será aumentar as fiscalizações e a repressão ao crime organizado, como o tráfico de drogas, por exemplo, além de combater ações do contrabando, e o fluxo de armas e munições, principalmente na divisa entre os dois estados. A intenção da instalação do programa é também coibir possíveis ocorrências de crimes por meio de rotas marítimas.

Além dos 11 estados que fazem fronteira com outros países (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina), o V.I.G.I.A. também já foi implementado nos estados do Tocantins e Goiás.

Sobre a instalação do programa, o secretário da SESED, coronel Francisco Araújo Silva, classificou como fundamental a implantação do programa no estado para fortalecer ainda mais a repressão ao crime organizado. “O V.I.G.I.A. é mais uma importante ferramenta nas ações integradas envolvendo as forças de segurança federais e estaduais no Rio Grande do Norte”, destacou.

Acompanharam a apresentação do Programa V.I.G.I.A. o secretário adjunto da SESED, o delegado Osmir Monte, o delegado geral adjunto da Polícia Civil do RN, delegado Ben-Hur Cirino de Medeiros, o comandante-geral da Polícia Militar no RN, coronel Alarico Azevedo, além de outros diretores e comandantes das forças policiais do estado.

Como integrantes da comitiva do Ministério da Justiça, participaram da apresentação o tenente-coronel Saulo de Tarso Sanson da Silva, que é titular da Coordenadoria Geral de Fronteiras (CGFRON), Gustavo Luis Dantas Guimarães, gerente administrativo da CGFRON, e João Fernando Henriques Pinheiro Filho, servidor mobilizado da CGFRON.

Fonte: Blog do BG
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16 MILHÕES DE LATINO-AMERICANOS PODEM SER AFETADOS PELA INSEGURANÇA ALIMENTAR

 

Insegurança alimentar pode afetar 16 milhões de latino-americanos

Restrições de movimento e fronteiras fechadas por conta da pandemia afetaram trabalhadores que agora não conseguem sustentar famílias

INTERNACIONAL

Da EFE, com R7

 

Insegurança alimentar vai afetar até 16 milhões de pessoas na América Latina

Até 16 milhões de pessoas na América Latina podem sofrer de insegurança alimentar aguda – o estágio antes da fome – até o final deste ano, quase 12 milhões a mais do que o estimado antes da pandemia do novo coronavírus.

Este cálculo exclui a Venezuela, onde antes da pandemia tinha 9,3 milhões de pessoas com grave insegurança alimentar no país, além de 1,2 milhão de migrantes venezuelanos na Colômbia e Equador, segundo dados divulgados hoje pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA).

A agência, que atua como o maior braço humanitário das Nações Unidas, projeta em um novo estudo que 270 milhões de pessoas no mundo têm acesso difícil e restrito a alimentos básicos.

“Restrições sem precedentes à mobilidade, comércio e atividade econômica (como conseqüência das medidas para conter a pandemia) estão causando uma recessão global e fazendo explodir a fome”, disse o porta-voz do PMA, Tomson Phiri, em Genebra.

A pandemia se tornou um golpe para uma situação alimentar dramática que só piorou por quatro anos.

Avanços que poderiam ter sido feitos em países específicos foram anulados pela covid-19, confirmou Phiri.

Aumento da pobreza no continente

As dificuldades para se alimentar adequadamente vão acompanhar o aumento da pobreza extrema no mundo e na América Latina.

O aumento da insegurança alimentar na América Latina terá como principais causas a perda de renda de milhões de famílias e a queda nas remessas que recebem de parentes que trabalharam no exterior.

O estudo, do qual colaborou a Organização Internacional para as Migrações (OIM), indica que há onze milhões de trabalhadores migrantes na América Latina e no Caribe, e que três em cada quatro vêm de outras partes da região. A maior parte deles são venezuelanos.

A situação dos migrantes é ilustrada pelos seguintes dados: aqueles que comeram apenas uma vez no dia anterior à entrevista para o estudo aumentaram de 12% antes da pandemia para 30% em agosto passado.

Na América Central, os pequenos agricultores que não se recuperaram da seca e do mau tempo para suas lavouras têm muito pouca capacidade de resistência às dificuldades que o coronavírus trouxe para suas vidas.

As restrições ao movimento e o quase desaparecimento do turismo tiveram um forte impacto na Nicarágua, Honduras, Guatemala e El Salvador, onde centenas de milhares de famílias sofreram uma redução nas remessas recebidas.

Dependência de parentes que trabalham no exterior

Dos que participaram do estudo, 78% dos lares com parente que trabalhava em outro país receberam algum dinheiro de fora, e para 40% dessas famílias, essa era a única fonte de renda.

A diminuição das transferências de dinheiro já é uma realidade, mas acredita-se que esta situação se agravará no final de 2020, embora tudo indique que o mais difícil será vivido em 2021, quando as remessas poderão ser reduzidas em 8,1%, segundo cálculos citado no estudo.

 

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PARAGUAI LIBERA FRONTEIRA E PASSAGEM DE PEDESTRES COM O BRASIL

 

Paraguai retira restrições e libera fronteira com o Brasil

Pela nova regra, a passagem de pedestres voltou a ser liberada para paraguaios, estrangeiros residentes e para turistas

INTERNACIONAL

Do R7, com informações de Marc Sousa

Ponte Internacional da Amizade que liga o Brasil ao Paraguai foi reaberta hoje

O governo do Paraguai modificou as regras de mobilidade na fronteira com o Brasil e agora permitirá o transito livre 24 horas por dia, incluindo a passagem de pessoas a pé. A decisão desta quinta-feira (29) afetará o movimento de pessoas na Ponte Internacional da Amizade, em Ciudad de Leste.

A passagem entre os dois países havia sido fechada em março para conter o avanço do novo coronavírus, já que no local existe um grande fluxo de pessoas. Contudo, no dia 15 de outubro ela foi reaberta com restrições de horário, e fechada para pedestres.

A decisão de hoje foi anunciada pelo Ministério do Interior do Paraguai e o Escritório de Migrações do país. A abertura desta quinta é a mais ampla desde o início da pandemia há sete meses.

 

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