Blog do Saber, Cultura e Conhecimento!

REFLEXÃO: SEMPRE TEM ALGUÉM CUJA DOR É MAIOR QUE A NOSSA

Na nossa coluna REFLEXÃO desta terça-feira temos um texto mostra que sempre existe alguém cuja dor é maior que a nossa e que nunca e nenhuma situação vale a pena sucumbir a dor através do suicídio, pois sempre há pelo menos duas soluções ou saída para todo e qualquer problema. Um texto para as pessoas que acham que a sua dor é a maior de todas as dores!

Resultado de imagem para qual a maior dor do mundo?

A maior dor

Qual é a maior dor?

Você já pensou nisso?

Um jovem deixou um bilhete aos familiares, pouco antes de cometer suicídio, e expressou no papel o que estava sentindo.

Disse ele que a maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.

É perder alguém que nos amava e que deixou de se importar conosco. É ser deixado de lado por quem tanto nos apoiava e constatar que esse é o resultado da nossa negligência.

A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista.

É não ter um amigo telefonando só para dizer “olá”.

É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.

O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos, sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e nos ajudar a reerguer o nosso ânimo.

É quando parece que nas aflições estamos sozinhos com as nossas tristezas.

Muitas dores nos afetam, mas isso pode parecer mais leve quando alguém nos dá atenção.

É bem possível que esse jovem tenha tido seus motivos para escrever o que escreveu.

Todavia, em nenhum momento deve ter pensado naqueles que o rodeavam.

Se pudesse sentir a dor de um coração de mãe dilacerado ante o corpo sem vida do filho amado…

Se pudesse experimentar o sofrimento de um pai que tenta, em vão, saber do filho morto o que o levou a tamanho desatino…

Se sentisse o desespero de um irmão que busca resposta nos lábios imóveis do ser que lhe compartilhou a infância…

Se pudesse suportar, ainda que por instantes, a dor de um amigo sincero a contemplar seus lábios emudecidos no caixão, certamente mudaria seu conceito sobre a maior dor.

Se você pensa que está passando pela maior dor que alguém pode experimentar, considere o seguinte:

Uma mãe que chora sobre o corpo do filho querido que foi alvo das bombas assassinas, em nome das guerras frias e cruéis.

Uma criança debruçada sobre o corpo inerte da mãe atingida por granadas mortíferas.

Um órfão de guerra que é obrigado a empunhar as mesmas armas que aniquilaram seus pais…

Um pai de família que assiste o assassinato dos seus, de mãos amarradas.

Enfim, pense um pouco nessas outras dores…

Pense um pouco nos tantos corações que sofrem dores mais amargas que as suas.

E se ainda assim você estiver certo de que a sua dor é maior, lembre-se daquela mãe que um dia assistiu a crucificação do filho inocente, sem poder fazer nada.

Lembre-se também daquele que suportou a cruz do martírio mas não perdeu a confiança no pai, que tudo sabe.

E se ainda assim você achar que é o maior dos sofredores, considere que talvez o egoísmo esteja prejudicando a sua visão.

Pense nisso!

Descobrir qual é a maior dor, é muito difícil.

Mas a maior decepção é fácil de deduzir.

É a daqueles que se suicidam pensando que extinguirão a vida e com ela todos os problemas.

Esses saem do corpo, mas, indubitavelmente, não saem da vida e, muito menos, acabam com os problemas.

Portando, por mais difícil que esteja a situação, nunca vale a pena buscar essa porta falsa, chamada suicídio.

É importante lembrar sempre:

por mais escura e longa que seja a noite, o sol sempre volta a brilhar.

E por mais que pensemos estar na solidão, temos sempre conosco um amigo fiel e dedicado que jamais nos abandona: o Meigo Rabi da Galiléia.

(Redação do momento espírita, baseado em mensagem volante sem menção ao autor.)

Fonte: Momento de Reflexão

Continuar lendo

BOAS NOTÍCIAS: FONE DE OUVIDO PARA TRATAR A DEPRESSÃO JÁ SE ENCONTRA A VENDA NO REINO UNIDO

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira temos mais uma novidade da ciência para tratar depressão. Trata-se de uma espécie de ‘fone de ouvido’ que estimula o cérebro com eletricidade e foi aprovado clinicamente no Reino Unido, inclusive já está à venda na Europa. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

‘Fone de ouvido’ que trata depressão está à venda: aprovado clinicamente

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Um espécie de ‘fone de ouvido’ que estimula o cérebro com eletricidade para tratar a depressão, aprovado clinicamente no Reino Unido, já está à venda na Europa, informou o DailyMail. (vídeo abaixo)

O dispositivo, para fazer o tratamento em casa, usa pequenos estímulos elétricos que estimulam a atividade na parte do cérebro responsável pela emoção, personalidade e tomada de decisão.

Ele age em uma área logo atrás da testa, conhecida como córtex pré-frontal. As pessoas deprimidas costumam ter menor atividade no lado esquerdo desta área e maior atividade no lado direito.

Reequilibra o cérebro

Pesquisadores da Flow Neuroscience afirmam que o fone de ouvido reequilibra essa atividade cerebral. Os usuários devem usar o aparelho por meia hora, todos os dias durante seis semanas.

As técnicas de estimulação cerebral mostraram-se promissoras no tratamento da depressão em ambientes clínicos, em vários estudos.

Ela é diferente da terapia de eletrochoque usada em hospitais psiquiátricos nos tempos vitorianos, mas segue os mesmos princípios gerais.

Uma a cada dez pessoas sofre de depressão em algum momento da vida.

Eficácia

O aparelho é o primeiro do tipo aprovado no Reino Unido.

Dois estudos recentes publicados no New England Journal of Medicine e no British Journal of Psychiatry mostraram que o tDCS teve efeitos semelhantes aos antidepressivos.

Pesquisadores da Flow Neuroscience incorporaram a técnica médica em seus fones de ouvido e afirmam que ela corrige desequilíbrios no cérebro.

O fone envia correntes baixas para áreas específicas do cérebro de pacientes deprimidos.

Esses choques imperceptíveis encorajam as conexões neurais do cérebro a se tornarem menos rígidas.

Isso ajuda a formar novas e diferentes conexões neurais vistas em cérebros saudáveis.

Bem estar

Ele também vem com um aplicativo de terapia virtual que incentiva os usuários a comer e dormir melhor, se exercitar e meditar.

Daniel Mansson, psicólogo clínico e executivo-chefe da Flow, disse que o dispositivo é destinado a pessoas com depressão clínica que foram diagnosticadas.

Ele diz que o British Standards Institute, o órgão regulador que o aprovou para uso, levou isso em consideração.

Vendas

O dispositivo está sendo lançado em várias clínicas no Reino Unido hoje e pode ser comprado on-line.

O gadget portátil custa 399 libras esterlinas, pouco mais de 2 mil reais, ou seja, menos do que um telefone celular.

Ele é o primeiro do tipo aprovado clinicamente no Reino Unido, segundo a fabricante, Flow Neurosciense.

A empresa pretende vender o aparelho em outros o países em breve.

Veja como funciona:

Com informações do Daily Mail 

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar

Fechar Menu
×

Carrinho