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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVÍRUS NO RN

Por g1 RN

 

Testes para Covid — Foto: DivulgaçãoTestes para Covid — Foto: Divulgação

Depois de seis dias consecutivos sem contabilizar nenhum óbito por Covid, o Rio Grande do Norte voltou a registrar mortes pela doença nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) nesta terça-feira (12).

Ao todo, foram três mortes confirmadas e registradas nas últimas 24 horas: uma em Natal, uma em Caicó e outra em São Tomé.

A última morte registrada no estado havia sido no dia 5 de outubro.

Essa foi a primeira vez desde o início da pandemia, em março de 2020, que o Rio Grande do Norte ficou esse intervalo de tempo sem nenhum óbito registrado.

De acordo com o boletim da Sesap, o estado tem 7.354 mortes por Covid desde o início da pandemia – sendo três nas últimas 24 horas. Outros 1.344 óbitos seguem em investigação.

Ao todo, três casos foram confirmados nas últimas 24 horas. Assim, o estado tem 369.903 casos confirmados desde o início da pandemia.

A melhora nos índices da pandemia são associados, pela Secretaria de Saúde, à vacinação em massa da população.

Segundo o RN+ Vacina, o Rio Grande do Norte tem mais de 1,5 milhão com o esquema vacinal completo contra a Covid (duas doses ou dose única). Isso representa 51% da população potiguar acima de 12 anos.

Além disso, o estado tem começado a imunizar com a dose de reforço idosos, profissionais da saúde e imunossuprimidos. Apesar disso, mais de 81 mil pessoas desse público estão com a dose atrasada.

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVÍRUS NO RN

5º dia: RN segue sem registrar novas mortes por covid-19

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Wilson Moreno / Prefeitura Municipal de Mossoró

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap-RN) divulgou neste domingo (10) mais um boletim epidemiológico da covid-19. Pelo quinto dia consecutivo não foram mortes no estado. O total de vidas perdidas para o coronavírus é de 7.350.

De acordo com os dados da secretaria, o RN ainda tem 1.341 óbitos sendo investigados. Por outro lado, 989 já foram descartados.

Em relação aos casos confirmados, foram 14 nas últimas 24 horas. Ao todo, o estado acumula 369.846 confirmações desde o início da pandemia. A secretaria ainda investiga 177.763 casos. Outros 741.741 já foram descartados.

A Sesap informou ainda que 259.995 pacientes já se recuperaram da doença. E ainda são 102.501 pacientes em acompanhamento.

A plataforma Regula RN apontava, por volta das 12h10 deste domingo (10), que a taxa de ocupação de leitos no estado era de 28,4%. No Seridó e no Oeste, as taxas eram de 20% e de 20,4%, respectivamente. Na Região Metropolitana de Natal, a ocuparação era de 32,8%.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVÍRUS NO RN

Por g1 RN

 

Sesap diz que resultado se deve à adesão da população à vacinação — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV CabugiSesap diz que resultado se deve à adesão da população à vacinação — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O Rio Grande do Norte não registra mortes por Covid há quatro dias. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou neste sábado (9) que é a primeira vez que isso acontece desde o início da pandemia, em 2020.

Para a Sesap, o resultado se deve à vacinação da população, além das medidas de enfrentamento à pandemia adotadas pelo governo ao longo da pandemia.

Segundo o RN Mais Vacina, até a manhã deste sábado, 4.003.786 de doses de vacina haviam sido aplicadas no estado. A plataforma destaca que 2.438.589 pessoas receberam pelo menos a primeira dose; 1.480.357 pessoas receberam as duas doses, e 57.003 receberam dose única.

Os dados que destacam os quatro dias seguidos sem mortes por Covid no estado foram extraídos do boletim epidemiológico emitido pela Sesap.

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

Pela primeira vez na pandemia, RN não registra mortes por covid-19 em 72 horas

Letícia França

 Atualizado em:

Foto: Geraldo Bubniak / AEN

O Rio Grande do Norte atingiu mais uma marca no avanço do combate ao coronavírus. Pela primeira, desde o início da pandemia da covid-19, o estado potiguar não registra mortes provocadas pela doença em um espaço de 72 horas. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) nesta terça-feira (21).

” As medidas de enfrentamento ao coronavírus adotadas pelo Governo do RN e pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), atreladas à ampla campanha estadual de vacinação, revelando que o RN está no rumo certo no combate à pandemia”, refor a Sesap, por meio de nota.

Os dados são extraídos dos boletins epidemiológicos emitidos pela secretaria. A pandemia da covid-19 chegou ao Rio Grande do Norte no dia 12 de março de 2020, quando o primeiro caso da doença foi registrado no estado. A primeira morte por covid-19 ocorreu duas semanas depois, no dia 28 de março, em Mossoró. Passados ​​um ano e seis meses de pandemia, o mais recente boletim epidemiológico, divulgado nesta terça-feira, mostra que o RN contabiliza 7.324 vidas perdidas para a covid-19 e 367.784 casos acumulados da doença.

Ainda de acordo com a Sesap, o último óbito foi confirmado de sexta-feira ao sábado (18), no município de Cruzeta. Desde então, até o momento, uma secretaria não contabilizou novas ocorrências. Com relação aos novos casos de infecção pela doença, de ontem para hoje foram confirmados 23 novos casos.

Quanto à situação de internações para tratamento da covid-19, o RN contabiliza um total de 131 pacientes internados, sendo 108 nos hospitais públicos e cerca de 23 nos hospitais privados.

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SEGUNDO CONASS, BRASIL REGISTRA MENOR NÚMERO DE MORTES POR COVID-19

Brasil registra o menor número de mortes por Covid-19 desde novembro de 2020

Dados costumam ser menores às segundas-feiras, já que parte dos órgãos de Saúde não opera aos domingos

Anna Gabriela Costa

da CNNem São Paulo

Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Prefeitura de Jundiaí

O Brasil registrou 182 mortes e 9.154 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta segunda-feira (6). Este é o menor número de óbitos registrados pela pandemia desde 15 de novembro de 2020, quando o país teve 140 mortes.

Com a atualização dos dados, o país passa a ter 20.899.933 de contaminados e 583.810 mortes provocadas pela Covid-19.

Os estados brasileiros com mais contaminados pelo novo coronavírus são: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina. Cada um destes estados já soma mais de 1 milhão de infectados pela doença.

São Paulo inicia dose de reforço e vacinação de 12 a 14 anos

A cidade de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (6), a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19 para idosos acima de 90 anos. A vacinação de adolescentes de 12 a 14 anos, sem comorbidades ou deficiência física permanente, também tem início nesta segunda.

No grupo de idosos, a prefeitura espera imunizar 52 mil pessoas com a dose de reforço. Já entre os adolescentes que receberão a primeira dose, a expectativa de público é de 360 mil pessoas.

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

RN não registra mortes por covid-19 em 24 horas

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Célio Duarte / PMM

O Rio Grande do Norte não registrou mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. O dado consta no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN), neste domingo (15).

Foi confirmado apenas um óbito provocado pela doença registrada em período não divulgado pela Sesap. O total agora é de 7.210. O estado tem 1.443 mortes em investigação e outras 797 já descartadas.

A secretaria divulgou ainda que foram 39 casos confirmados entre sábado e domingo. Agora, o total de confirmações da doença é de 362.285. O RN ainda tem 168.247 casos suspeitos e 700.122 casos descartados.

De acordo com os dados da Sesap, 252.062 pacientes já se recuperaram da covid-19 no Rio Grande do Norte, enquanto 103.013 ainda estão em acompanhamento.

Neste domingo, por volta das 13h45, 34% dos leitos definidos para tratamento da doença eram utilizados. No Seridó, apenas 7,4% dos leitos estavam ocupados. Na Região Metropolitana de Natal, um táxon era de 35,8%. Já no Oeste, uma ocupação era de 40,7%.

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Por G1 RN e Inter TV Cabugi

 

Morte por Covid RN — Foto: Hugo Andrade/Inter TV Costa BrancaMorte por Covid RN — Foto: Hugo Andrade/Inter TV Costa Branca

As mortes por Covid caíram pela metade no mês de julho no Rio Grande do Norte na comparação com o mês de junho. Ao todo, o mês registrou 325 óbitos. Em junho, foram 656.

O levantamento é do G1 e da Inter TV Cabugi através de dados colhidos nos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Segundo a secretaria, algumas das mortes contabilizadas nos boletins não acontecem necessariamente nos dias em que são registradas. A pasta considera a queda entre os meses de 67%.

Esse é o terceiro mês de queda das mortes no estado. Depois de atingir os picos em março e abril, com 922 e 953 mortes, os meses seguintes tiveram quedas nos óbitos, começando por maio, com 656 (veja o gráfico abaixo).

Mortes por mês por Covid-19 no RN
Registros de óbitos mensais no estado
Mortes por Covid-

Apesar da queda, o número de mortes em julho ainda é o oitavo maior nos 17 meses de pandemia completados. O número está acima, por exemplo, dos dados entre setembro de 2020 e fevereiro deste ano, quando o máximo foi de 305.

O número de casos também caiu entre junho e julho: de 71.739 para 19.500.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a redução do quadro pandêmico no RN acontece graças às medidas de enfrentamento à Covid adotadas, atreladas ao avanço da vacinação.

“Esse resultado é reflexo do reforço das ações de vigilância em saúde com medidas restritivas regionalizadas, ampliação da cobertura vacinal e qualificação da oferta assistencial nas unidades de referência, que tiveram importante queda na mortalidade por Covid”, disse a secretária-adjunta de Saúde, Maura Sobreira.

Segundo dados do Regula RN, a taxa de ocupação de leitos críticos por Covid nesta quarta-feira (4) é de cerca de 37%. Durante a tarde, não havia nenhum paciente aguardando por vaga em leitos Covid.

Há exato um mês, o estado registrava aproximadamente 58% de ocupação em leitos críticos. Em 4 de junho, um dos momentos mais críticos da pandemia este ano, a taxa de ocupação estava em torno de 95%.

87 municípios não registram mortes

No último mês de julho, 87 cidades do Rio Grande do Norte não registraram óbitos por Covid-19. O número representa mais da metade dos 167 municípios potiguares.

  • Bento Fernandes;
  • Breijinho;
  • Caiçara do Vento;
  • Campo Redondo;
  • Governador Dix Sept Rosado;
  • Jaçanã;
  • Lagoa de Pedras;
  • Rio do Fogo;
  • São Miguel do Gostoso;
  • Serrinha; Touros;
  • Afonso Bezerra;
  • Água Nova;
  • Almino Afonso;
  • Bodó;
  • Caiçara do Norte;
  • Coronel Ezequiel;
  • Coronel João Pessoa;
  • Cruzeta;
  • Equador;
  • Espírito Santo;
  • Felipe Guerra;
  • Fernando Pedroza;
  • Galinhos;
  • Goianinha;
  • Guamaré;
  • Ielmo Marinho;
  • Ipanguaçu;
  • Ipueira;
  • Itajá;
  • Itau;
  • Janduís;
  • Boa Saúde (Januário Cicco);
  • Japi;
  • Jardmim de Angicos;
  • Jardim do Seridó;
  • João Dias;
  • Jundiá;
  • Lagoa D´Anta;
  • Lagoa de Velhos;
  • Lagoa Salgada;
  • Lajes;
  • Lajes Pintadas;
  • Maxaranguape;
  • Monte Alegre;
  • Monte das Gameleiras;
  • Olho d´Água dos Borges;
  • Ouro Branco;
  • Paraná;
  • Parazinho;
  • Parelhas;
  • Passa e Fica;
  • Passagem;
  • Pedra Preta;
  • Pedro Avelino;
  • Pedro Velho;
  • Rafael Fernandes;
  • Rafael Godeiro;
  • Riacho da Cruz;
  • Riacho de Santana;
  • Riachuelo;
  • Santa Maria;
  • Santana do Matos;
  • São Bento do Norte;
  • São Bento do Trairi;
  • São Francisco;
  • São Pedro;
  • São Rafael;
  • São Tomé;
  • São Vicente;
  • Senador Georgino Avelino;
  • Serra de São Bento;
  • Serra do Mel;
  • Taboleiro Grande;
  • Taipu;
  • Tenente Ananias;
  • Tenente Laurentino Cruz;
  • Tibau;
  • Tibau do Sul;
  • Timbauba dos Batistas;
  • Touros;
  • Triunfo Potiguar;
  • Upanema;
  • Venha Ver;
  • Vera Cruz;
  • Viçosa;
  • Vila Flor

De acordo com o indicador composto mais recente, que monitora os índices da pandemia no RN, entre 27 de julho e 2 de agosto, 28,1% dos municípios potiguares apresentaram uma melhora, 64,1% tiveram estabilidade e 7,8% registraram uma piora no quadro.

De acordo com o boletim epidemiológico, apenas Bodó não registrou mortes durante a pandemia.

Evolução das mortes

De acordo com a Sesap, o RN tem mais de 360 mil casos confirmados de Covid desde o início da pandemia e mais de 7,1 mil mortes. Veja a evolução dos óbitos.

Esquema vacinal

De acordo com dados do RN + Vacina, cerca de 1,6 milhão de potiguares receberam pelo menos uma dose da vacina contra Covid. Outras 600 mil pessoas completaram o esquema vacinal no estado, o que corresponde a 23% da população apta à vacinação atualmente.

O RN já recebeu mais de 2,7 milhões de doses de imunizantes contra Covid-19, e mais de 2,2 milhões já foram administradas pelas salas de vacinação em todo estado.

A Sesap alerta ainda que mais de 40 mil pessoas que tomaram a primeira dose estão com a segunda atrasado

Reversão dos leitos Covid

Nesta semana, 27 leitos estão sendo revertidos nos municípios de Santo Antônio, Apodi, João Câmara, São Paulo do Potengi e Pau dos Ferros.

Atualmente, o estado conta com 656 leitos destinados à pacientes acometidos pela Covid, sendo 317 leitos críticos e 339 leitos clínicos, segundo a Sesap.

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CIDADE DE FLORIANÓPOLIS COMPLETA DUAS SEMANAS SEM MORTES DECORRENTES DA COVID-19

Florianópolis completa duas semanas sem mortes por Covid-19

Com cerca de 71% da população parcialmente imunizada, capital catarinense investe na aplicação da segunda dose

Gabrielle Ravasco Da CNN, em Florianópolis

18 de julho de 2021 às 18:54

Florianópolis completa duas semanas sem mortes por Covid-19

A cidade de Florianópolis (SC) completou duas semanas sem registrar mortes decorrentes da Covid-19. A vacinação neste segunda-feira (19) será apenas para segunda dose. Quem tomou a primeira dose da AstraZeneca ha há pelo menos dez semanas ou a Coronavac em no mínimo 28 dias será imunizado.

A Prefeitura afirma que não há como abrir novas faixas de idade de vacinação por falta de vacina suficiente, por isso a estratégia pela segunda dose. Mais de 71% da população está vacinada com pelo menos uma dose do imunizante.

A última morte registrada no sistema municipal foi em 4 de julho, informou a prefeitura. Segundo o governo local, o avanço da vacinação contra o novo coronavírus é a causa do recuo no número de óbitos pela doença.

Em Santa Catarina, nove regiões estão em nível grave para a Covid-19 e sete em nível gravíssimo. A ocupação dos leitos de UTI para Covid-19 no estado está em cerca de 77% – e na Grande Florianópolis o índice é ainda menor, por volta de 46%.

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QUASE 20% DAS MORTES POR COVID-19 EM NATAL CONCENTRA EM BAIRRO DA ZONA NORTE

Bairro da zona Norte concentra quase 20% das mortes por covid-19 em Natal

Heilysmar Lima

 Atualizado em: 11

Foto: Canindé Soares

Quase 20% das mortes por covid-19 em Natal estão concentradas em apenas um bairro: o Igapó, na zona Norte de Natal. Mais precisamente, o número é de 19,12% dos 2.473 óbitos provocados pela doença na capital potiguar, de acordo com os dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Labsis / UFRN).

Com o número elevado, o Igapó, que é a porta de entrada na zona Norte de Natal para quem sai das demais regiões da cidade pela Ponte Velha ou Ponte de Igapó, é de longe o bairro com mais falecimentos pela doença. Além disso, o bairro é ainda o mais letal, com taxa de 19,33%.

O segundo colocado no ranking é o Potengi, também na zona Norte, com 7,23% das mortes. A zona Norte da capital, maior região administrativa, também tem o terceiro lugar na triste lista. O posto é ocupado pela Pajuçara, com 6,32%. A região ainda tem o quinto lugar, com a Lagoa Azul, que tem 5,06% das mortes de Natal.

Dessa forma, quatro dos sete bairros que compõem a zona Norte de Natal estão nos cinco primeiros lugares no quesito mortes por covid-19. O quarto posto vai para uma zona Oeste, no bairro de Felipe Camarão, com 5,21%.

Em relação aos casos confirmados, Igapó aparece apenas na 16ª colocação, com a confirmação de 3,33% dos casos confirmados em Natal. A tem, segundo o Lais / UFRN, 72.613 casos confirmados da doença. Apesar disso, a zona Norte não sai do topo. Potengi, com 7,43%, e Pajuçara, com 7,26%, são os que registram mais casos. Lagoa Azul, com 6,89%; Lagoa Azul, com 5,67%; e Tirol, com 4,87%, fecham o “Top 5” de casos confirmados na cidade.

Por outro lado, Natal tem bairros com índices baixos, mas que podem ser favorecidos pela baixa taxa populacional. A Ribeira, por exemplo, que possui uma população inferior a outros bairros, teve apenas 0,56% dos casos confirmados na cidade e 0,10% dos óbitos. Em Salinas, que fica na zona Norte, à margem do Rio Potengi, foram apenas 0,12% dos casos e 0,15% das mortes, mas o bairro é composto basicamente por manguezais, conforme mapa da Prefeitura de Natal.

Veja bairros com mais mortes por covid-19:

BairroConfirmadosÓbitosLetalidade
Igapó3,33%19,12%19,33%
Potengi7,43%7,23%3,28%
Pajuçara7,26%6,32%2,93%
Felipe camarão4,17%5,21%4,21%
Lagoa Azul5,67%5,06%3,01%
Alecrim4,10%4,65%3,83%
Lagoa Nova6,89%4,60%2,25%
Tirol4,87%3,95%2,73%
Cidade da Esperança3,37%3,39%3,39%
Neópolis4,09%3,29%2,71%
Planalto4,59%3,19%2,34%
Ponta Negra4,24%2,93%2,33%
Quintas2,67%2,68%3,38%
Nossa Senhora da Apresentação3,49%2,43%2,34%
Pitimbú4,04%2,33%1,94%
Rocas1,94%2,12%3,70%
Capim Macio3,69%2,02%1,85%
Candelária3,75%1,97%1,77%
Bom pastor2,10%1,92%3,09%
Dix-Sept Rosado1,87%1,92%3,46%
Nova Descoberta1,89%1,67%2,98%
Mãe Luíza1,33%1,37%3,45%
Cidade nova1,36%1,26%3,13%
Petrópolis1,51%1,16%2,60%
Redinha1,74%1,11%2,15%
Lagoa Seca0,86%1,06%4,16%
Barro Vermelho1,42%0,96%2,28%
Cidade alta1,07%0,91%2,88%
Nossa Senhora de Nazaré1,19%0,86%2,43%
Guarapes0,92%0,76%2,78%
Nordeste0,74%0,71%3,22%
Praia do Meio0,57%0,71%4,22%
Santos reis0,51%0,51%3,34%
Areia Preta0,61%0,35%1,97%
Salinas0,12%0,15%4,41%
Ribeira0,61%0,10%0,56%
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DESDE INÍCIO DA VACINAÇÃO, INTERNAÇÕES E MORTES APÓS HOSPITALIZAÇÃO CAÍRAM EM 5 FAIXAS ETÁRIAS EM SÃO PAULO

Em SP, 5 faixas etárias registram queda nas internações após início da vacinação

CNN Brasil comparou dados estaduais de internações e mortes por Covid-19 em janeiro e em junho

Giovanna Bronze, da CNN, em São Paulo
Atualizado 13 de junho de 2021 às 18:31
Em SP, 5 faixas etárias registram queda nas internações após início da vacinação

Desde o início da vacinação no estado de São Paulo, em 17 de janeiro, as notificações de internações e mortes após hospitalização caíram em cinco faixas etárias. A análise é da CNN Brasil com base nos dados da Secretaria de Saúde estadual.

Os números são referentes aos primeiros 9 dias de junho. Para comparação, foi utilizada a base de janeiro, com o recorte no mesmo período. Dessa forma, são comparados números de internações antes e, agora, durante a vacinação contra a Covid-19.

Os grupos analisados são: mais de 100 anos; com idade entre 90 e 99; 80 e 89; 70 e 79; e 60 e 69.
Na faixa etária com mais de 100 anos, foi registrada a maior queda de internações.

Foram registradas 5 notificações de hospitalizações por Covid-19 de 01 a 09 de janeiro, enquanto em junho, foi apenas realizada uma notificação, apresentando queda de 80%. Em relação às mortes após as internações, 3 foram registradas em janeiro, enquanto nenhuma foi registrada de 01 a 09 de junho.

Em janeiro de 2021, 253 pessoas com idade de 90 a 99 anos foram internadas por Covid-19 em São Paulo. No mesmo período em junho, foram 106, ou seja, 58,1% menos. Neste grupo, as mortes caíram 81,1%, de 159 em janeiro para 30 registradas em junho.

O grupo de idosos com mais de 90 anos começou a ser vacinado no estado de São Paulo em 08 de fevereiro.

Na faixa etária de 80 a 89 anos, foram registradas 898 notificações de internações no estado em janeiro. Esse número é 54,1% maior do que as 412 contabilizadas de 01 a 09 de junho. Já as mortes caíram de 439 em janeiro para 105 em junho, apresentando queda de 76%. Esse grupo teve a vacinação iniciada entre 12 e 27 de fevereiro.

A faixa etária de 70 a 79 anos teve a segunda maior queda de internações: 61,4%. Entre 01 a 09 de janeiro, foram registradas 1.493 internações, enquanto em junho foram 576. Foram contabilizadas 546 mortes em janeiro que, após apresentar queda de 76,9%, chegaram a 126 em junho. A vacinação para idosos com 70 a 70 anos começou por etapas entre 03 e 26 de março.

No grupo de idosos com 60 a 69 anos, foram registradas 1.898 notificações de internações de 01 a 09 de janeiro. Já em junho, foram 968, 48,9% menos. Em relação às mortes, o período em janeiro contabilizou 544 mortes, enquanto em junho registrou 151, 72,2% menos. A vacinação para esta faixa etária começou ao longo de março e abril.

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AÇÕES PARA PROTEÇÃO DE ANIMAIS EM RESERVA É COBRADA PELO MPF/RN APÓS SÉRIE DE MORTES EM LITORAL POTIGUARR

Por G1 RN

 

Boto-cinza (Arquivo) — Foto: Julio Cardoso/Projeto Baleia à VistaBoto-cinza (Arquivo) — Foto: Julio Cardoso/Projeto Baleia à Vista

Após uma série de mortes de animais ter sido registrada no litoral potiguar, o Ministério Público Federal (MPF) do Rio Grande do Norte cobrou medidas de prevenção a agressões ao gofinho Sotalia Guianensis, conhecido popularmente como boto-cinza, que é ameaçado de extinção, em uma reserva ambiental na praia da Pipa.

A recomendação a órgãos ambientais e à prefeitura do município de Tibau do Sul é para que autoridades elaborem um plano de manejo da Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul (Refauts) e a criação de um grupo que estabeleça estratégias para evitar agressões às espécies marinhas da região, principalmente o golfinho.

“Vários desses mamíferos vêm sendo encontrados, mortos ou machucados, com marcas causadas por redes de pesca ou por hélices de embarcações, sendo mortos até mesmo para servirem de iscas”, informou o MPF.

Segundo o MPF, a Associação Mamíferos Aquáticos de Pipa registrou o aparecimento de um boto-cinza morto e encalhado, em 16 de setembro do ano passado, na praia da Cancela, com hematomas indicando ter sofrido fortes pancadas. Oito dias depois, outro animal foi avistado na Baía dos Golfinhos com um corte na nadadeira dorsal, possivelmente provocado por faca ou hélice de embarcação.

No dia 30 daquele mesmo mês, a Amap registrou outro golfinho morto na praia das Cacimbinhas, preso a um pedaço de rede de pesca cortado, provavelmente por um pescador quando encontrou o boto-cinza enroscado na rede. Dois dias depois, houve novo encalhe na Praia de Pipa, com lesões indicando que o animal sofreu fortes pancadas e que teria sido cortado com facão, possivelmente para ser utilizado como isca de peixe por pescadores.

Ainda de acordo com o MPF, na época, pescadores de Pipa relataram que profissionais de municípios vizinhos estavam realizando pesca frequente na região com as chamadas “redes de espera”, que representam grande ameaça aos mamíferos aquáticos e às tartarugas marinhas.

Em novembro, a Amap informou a morte de mais um boto com muitas marcas, indicando possível relação com rede de pesca. Tartarugas marinhas também foram encontradas mortas nesse período.

A recomendação do MPF destaca que esses fatos não costumam ocorrer por culpa de pescadores de Tibau do Sul, já que a maioria dos moradores locais são conscientes da importância do boto-cinza para a economia da região.

Reserva Ambiental

A Refauts é uma unidade de conservação municipal, criada em 2006, e é um habitat para o boto-cinza – única voltada a essa finalidade em todo o litoral do Rio Grande do Norte. A reserva abrange uma área que inclui a faixa costeira e marinha das enseadas do Madeiro e dos Golfinhos, praia de Cacimbinhas e parte da Lagoa de Guaraíras, dentro da Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíra, criada em 1999 pelo governo do estado.

A recomendação feita pelo procurador da República Camões Boaventura foi encaminhada ao Ibama, à Secretaria de Meio Ambiente de Tibau do Sul, ao Instituto de Defesa do Meio Ambiente (Idema/RN) além da Capitania dos Portos e Polícia Federal. De acordo com o MPF, os órgãos devem formar o grupo, dentro de 15 dias.

Medidas

De acordo com o documento, as autoridades devem apresentar, em 30 dias, um plano de fiscalização da atividade pesqueira e do Turismo de Observação de Cetáceos (TOC) na reserva, além de um cronograma de repressão da pesca predatória, bem como daquela praticada irregularmente ou com uso de acessórios e técnicas que coloquem em risco as espécies protegidas.

Dentre as sugestões da recomendação estão a possibilidade de implementação de um posto fixo para a fiscalização no mar, identificação visual das áreas envolvidas e cronograma semanal de monitoramento.

Ainda de acordo com o MPF, o Ibama, com apoio dos demais órgãos e a participação de pescadores e barqueiros, deve avaliar a possível necessidade de mudança nos critérios da pesca e do turismo praticados na região.

Atualmente, 11 embarcações licenciadas circulam diariamente nas enseadas da reserva, realizando diariamente dezenas de passeios para observação desse animal.

A prefeitura, por sua vez, deve realizar elaboração do Plano de Manejo da Refauts, que já deveria estar pronto desde 2011, de acordo com o MPF. Também cabe à Secretaria de Meio Ambiente realização de “campanha de divulgação e sensibilização ambiental junto aos moradores, pescadores, agentes de turismo e visitantes de Tibau do Sul”, além de ofertar cursos em conservação ambiental para os operadores de embarcações e proprietários de empreendimentos das enseadas do Madeiro e dos Golfinhos.

Além disso, a recomendação prevê a confecção de placas informativas e criação de uma central de denúncias e de comunicação de encalhes.

Caso as medidas previstas na recomendação não sejam adotadas, ou os prazos cumpridos, o MPF informou que “entenderá que os órgãos públicos não conseguirão resolver a problemática de forma administrativa”, sendo necessário o ajuizamento de ações com pedidos de liminar e fixação de multas contra a União, Estado, Município de Tibau do Sul.

“Se nenhuma dessas medidas surtirem efeitos, todos terão apenas o trabalho de contar os poucos anos para a extinção completa da população de boto-cinza na reserva”, adverte Camões Boaventura.

Riscos

Segundo o MPF, a preservação desses golfinhos possui importância ecológica e econômica, tendo em vista se tratar de um dos grandes atrativos turísticos da região de Pipa. O boto-cinza é um dos mamíferos marinhos mais suscetíveis ao turismo de observação, porém a presença de embarcações pode alterar o comportamento dos animais, em especial dos grupos com filhotes.

Por habitar regiões costeiras, a espécie é vulnerável a ameaças como as de capturas acidentais por pescadores e contaminação por poluentes, sem contar as práticas indevidas por parte dos barcos turísticos. O MPF afirma que estudos apontaram serem comuns, na reserva, infrações à legislação que regulamenta o turismo de observação, tais como descumprimentos do número limite de embarcações e da capacidade máxima de passageiros. Também já foi registrada a perseguição dos golfinhos.

“Essas práticas irregulares podem levar os animais a abandonarem a área, já que interferem nos parâmetros sonoros emitidos pelos botos, prejudicando o repouso, a alimentação e a socialização. Esses estudos indicam que as alterações comportamentais parecem ser influenciadas principalmente por ruídos provocados pelas embarcações e pela forma como algumas se aproximam dos grupos”, diz comunicado do MPF.

Crimes

Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, bem como realizar pesca de espécies que devam ser preservadas, constituem crimes ambientais, informou o MPF.

Golfinhos, quando impossibilitados de subir à superfície para respirar, morrem por exaustão e afogados em no máximo 15 minutos, sendo muito raro os que são salvos depois de ficarem presos em redes de pesca. Em todo o mundo, cerca de 300 mil baleias e golfinhos, bem como 100 mil tartarugas, morrem presos em equipamentos de pesca anualmente.

Fonte: G1 RN

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REFLEXÃO: QUANDO DOER OBSERVE, A VIDA PODE ESTAR TENTANDO LHE ENSINAR ALGO

Na nossa coluna REFLEXÃO desta sexta-feira temos um texto extraordinariamente esclarecedor e de grande sabedoria. O que a vida está tentando me ensinar? Eis o questionamento que devemos fazer toda vez que algo der errado ou não sair como havíamos planejado, pois a vida envia sinais constantemente para que paremos, reflitamos e façamos as nossas correções e/ou mudanças de cursos. Então lhe convido a ler essa maravilha de conteúdo, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Quando doer, observe. A vida está tentando ensinar-lhe algo!

O que a vida está tentando me ensinar

A oportunidade que se perdeu é o título de um artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.

O ensaio versa sobre como está o Mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:

As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida.

No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas e a busca de culpados, misturada a esses elementos, raiava uma esperança.

Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.

Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta Terra um lugar menos perigoso de se viver.

E assim o autor continua, lembrando depois tudo que poderia já estar diferente no Mundo e ainda não está, por muitos líderes não terem percebido que uma grande oportunidade estava sendo concedida ao Mundo.

A de recomeçar.

E como toda a transformação do Mundo passa primeiro pela nossa própria, esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.

Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos. A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.

Imaginemos a vida nos dizendo: Pare um pouco, pense, reflita, recomece…

Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprendermos lições preciosas.

Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: O que a vida está tentando me ensinar? – quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas dessas experiências, passaria a viver sem medos.

E com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste Mundo.

A todo momento a existência está nos guiando sem percebermos.

A todo instante a vida ensina.

Constantemente a vida fala conosco, nos mostra caminhos, respostas, conseqüências.

Cabe-nos desenvolver a habilidade de escutar, de perceber em todos os níveis. Do sensorial, passando pelo racional, até o intuitivo, o que nos está sendo ministrado.

A revolta, a indignação e a vingança apenas complicam qualquer problema, enquanto a compreensão e resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.

Francisco de Assis sempre se referia à dor como sua irmãzinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade.

Paulo de Tarso sempre se referia, em suas cartas, aos aguilhões que o machucavam e o faziam sofrer.

Como Francisco de Assis, ele também entendia sua dor, e dizia, inspirado:

Transbordo de júbilo no meio de todas as minhas atribulações.

* * *

A vida nos oferece oportunidades constantemente.

Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.

Faça este exercício toda vez que um momento de crise se apresentar.

Troque a reclamação, a indignação e o desapontamento pelo questionamento:

O que a vida está tentando me ensinar??

Redação do Momento Espírita com base no artigo de Roberto Pompeu de Toledo, publicado na revista Veja, de 18 de setembro de 2002, no artigo intitulado O significado do sofrimento, de Sergito de Souza Cavalcanti, extraído do site www.espirito.org.br e no cap. 7, versículo 4 da II epístola de Paulo de Tarso aos Coríntios

Fonte: Momento de Reflexão

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SEGUNDO SENADOR DA CPI, ESSA INVESTIGAÇÃO NÃO PODE SER PARA OBSTRUIR AS CAUSAS DE MILHARES DE MORTES PELA COVID-19

Investigação não pode obstruir causas de mortes, diz senador da CPI da Pandemia

Em entrevista à CNN, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) comentou expectativas sobre os depoimentos que têm início nesta semana

Jorge Fernando, Layane Serrano e Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo

Atualizado 02 de maio de 2021 às 19:33

Randolfe Rodrigues - ÉPOCA | Tudo sobre

Em entrevista à CNN neste domingo (2), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, comentou expectativas sobre os depoimentos do processo, que terá início nesta semana.

“Essa investigação não pode ser para obstruir as causas que levaram às milhares de mortes. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, pelo menos 90 mil mortes poderiam ter sido evitadas. O que a CPI quer buscar como resposta é o que poderia ter sido feito e o que faltou em fazer para salvar esses nossos compatriotas”, afirmou Rodrigues.

Segundo o senador, o depoimento mais esperado da semana é o do ex-ministro Eduardo Pazuello. Rodrigues elencou fatos ocorridos no Brasil durante a pandemia, durante a gestão do ex-ministro.

Segundo ele, sob o comando de Pazuello, “O Brasil deixou de adquirir ou adquiriu tardiamente as vacinas que precisávamos para o enfrentamento da pandemia. Foi sob a gestão do Pazuello que foi aplicado por orientação do próprio Ministério da Saúde, o chamado tratamento precoce, sem eficácia comprovada. Sob a gestão ocorreu o dramático colapso no fornecimento do oxigênio em Manaus, onde pessoas morreram por asfixia”, afirmou.

Sobre o diálogo com o governo federal

O senador afirmou que não foi procurado por integrantes do governo para diálogo sobre a condução da CPI – o que considera adequado.

“O governo do presidente Jair Bolsonaro se não tem nada a dever, não terá o que temer desta Comissão Parlamentar de Inquérito que é contra o coronavírus, não contra o governo ou a favor de oposição. Se o governo tomou todas providências para impedir que nós chegássemos a este colapso sanitário que chegamos, se o governo tomou todas as providências necessárias para aquisição de vacinas, não há o que temer”, disse.

Depoimentos de ex-ministros da Saúde

A comissão irá ouvir os ex-ministros da Saúde, começando por Luiz Henrique Mandetta (DEM), na próxima terça-feira (4). No mesmo dia, à tarde, Nelson Teich realizará depoimento à comissão. Em relação ao ex-ministro Mandetta, Rodrigues afirmou que serão buscados esclarecimentos sobre as medidas tomadas para evitar a chegada do vírus ao país e quais as razões contribuíram para a saída do cargo. Em relação a Nelson Teich, o senador apontou que serão questionados aspectos sobre o tratamento precoce com o uso da hidroxicloroquina.

Na quarta-feira (5), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que comandou a pasta por quase um ano, será ouvido. A produção e distribuição no país de remédios sem comprovação científica contra a Covid-19 é um dos temas que serão questionados no depoimento. Também serão abordados o projeto do aplicativo de auxílio para a prescrição do chamado kit Covid, o TrateCov, e as falhas na logística da pasta durante a crise.

Segundo Rodrigues, até o momento, o ministro da Economia Paulo Guedes não está no radar para ser ouvido pela CPI. Já o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, deve ser ouvido por conta da política do governo em relação às vacinas. “Por que não foram adquiridas as vacinas da Pfizer, se teve alguma obstrução na aquisição da Sputnik V, por que o Brasil aderiu tão tardiamente ao consórcio internacional Covax Facility são algumas questões inevitáveis que devemos ouvir do ex-ministro Ernesto Araújo”, disse.

Depoimentos do Ministério da Saúde e Anvisa acontecem na quinta-feira

Na quinta-feira (6), serão ouvidos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres. Segundo Rodrigues, da parte da Anvisa, serão questionadas possíveis interferências políticas na autorização de vacinas. “É importante entendermos quais critérios a Agência Nacional de Vigilância Sanitária está adotando para a autorização de novas vacinas e a celeridade em relação ao enfrentamento da pandemia”, disse.

“Em relação ao ministro da Saúde, é importante sabermos quais medidas estão sendo adotadas caso tenhamos eventualmente uma terceira onda; se existe ou não incompatibilidade entre as diretrizes do Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia, que advoga pelo uso de máscaras e contra as aglomerações, e o que pensa o palácio do Planalto. É importante saber por que somente em setembro teremos a conclusão da vacinação de todos os grupos prioritários e a crise que muitas capitais estão vivendo de colapso no fornecimento da segunda dose da vacina”, completou.

Ministro da Justiça será ouvido pela CPI

O ministro da Justiça, Anderson Torres, será convocado a depor à CPI. O grupo de senadores de oposição e independentes, que controla os trabalhos da CPI, tomou a decisão após entrevista à revista Veja na qual Torres declarou que irá requisitar informações sobre os inquéritos que envolvem governadores em desvios de recursos da saúde.

O grupo considerou as declarações como ameaça aos trabalhos do colegiado e realizou um requerimento que deverá ser debatido na próxima sessão deliberativa prevista para o dia 11 de maio.

“O depoimento do senhor atual ministro da Justiça foi um pouco nesse sentido, se engana quem acredita que terá algum tipo de sucesso com intimidações. Nós teremos foco na investigação. Quem não for aliado do vírus e não for aliado da pandemia não tem o que temer”, disse.

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PODCAST:EM UM PAÍS QUE TEVE RECORDE DE MORTES POR COVID-19, VOTAR A PEC QUE MUDA IMUNIDADE PARLAMENTAR NÃO DEVERIA SER PRIORIDADE

Parlamentares são imbatíveis quando querem legislar em causa própria’

Andréia Sadi comenta a tentativa de votar a PEC que muda regras da imunidade parlamentar, proposta que pode dificultar a prisão em alguns casos e que deve ser votada nesta sexta-feira. ‘Não deveria ser prioridade em um país que teve recorde de mortes por causa da Covid-19’.

SEXTA, 26/02/2021, 08:15

Conversa de Política – Andréia Sadi

Andréia Sadi sobre gravidez: 'Estava pensando em ter filhos lá para 2023' | Fabia Oliveira | iG

FONTE: CBN

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DEVIDO AO ALTO ÍNDICE DE MORTES POR COVID-19, INDONÉSIA CRIA LISTA DE CASTIGOS PARA QUEM NÃO USAR MÁSCARA

 

Indonésia tem ‘lista de castigos’ para quem não usa máscara

País com maior mortalidade do Sudeste Asiático apela para punições que vão de multas a abertura de covas e limpeza de esgotos para quem é flagrado

INTERNACIONAL

Do R7

 

Observados por policiais, flagrados sem máscara fazem flexões em Banda Aceh

Com pouco mais de 10 mil mortes por covid-19, a Indonésia tem a pior mortalidade na pandemia do novo coronavírus no Sudeste Asiático. Para reduzir esses números, o governo tornou o uso de máscaras obrigatório e criou uma série de punições, algumas pouco ortodoxas, para punir quem é flagrado sem uma.

O cidadão que não quiser pagar multa é obrigado a fazer coisas como flexões de braço na frente dos policiais, ajudar na limpeza de rios e canteiros das cidades, cavar covas e, em alguns casos, se deitar dentro de um caixão.

Na província de Banda Aceh, a abertura de covas foi justificada pelo porta-voz do governo, Joko Suyono, pela falta de pessoal. “Só temos três coveiros no momento, então pensei em colocar essas pessoas para trabalhar com eles. Com sorte, isso pode fazer com que as pessoas cumpram as regras”, disse ele.

Flagrada sem máscara

Em entrevista ao portal VOA News, Evani Jesselyn, dona de uma cafeteria na capital, Jacarta, contou que foi parada pela polícia após ser flagrada sem máscara dentro de seu próprio carro.

“Eu estava sozinha no carro, com a máscara. Por um instante, tive dificuldade de respirar e tirei, só para respirar um pouco de ar fresco. Foi nessa hora que me pararam”, disse ela.

Evani foi encaminhada diretamente para o tribunal, onde esperou por uma hora em uma sala lotada, para ter uma audiência com o juiz. Diante do magistrado, recebeu duas opções: pagar uma multa ou ajudar na limpeza do sistema de esgoto da cidade. Ela optou por pagar a multa de 100 mil rúpias (cerca de R$ 38).

Segundo o governo, mais de 180 mil pessoas receberam multas por não usar máscaras.

 

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BOAS NOTÍCIAS: EM CINCO ANOS MORTES POR TUBERCULOSE CAÍRAM 14 %, CAUSANDO UMA ECONOMIA DE 60 MILHÕES NAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS

Novo relatório mostra que as mortes por tuberculose caíram 14% em cinco anos, economizando 60 milhões nas últimas duas décadas

 

No relatório anual global da Organização Mundial da Saúde, a agência da ONU responsável pela saúde pública internacional prevê centenas de milhares de pessoas se recuperando ou evitando a doença da tuberculose.

Desde 2000, o tratamento da TB evitou a morte de 60 milhões de pessoas, sendo a própria doença tratável com o medicamento certo.

“Em 2014 e 2015, todos os Estados-Membros da OMS e da ONU se comprometeram a acabar com a epidemia de TB, por meio da adoção da Estratégia da OMS para Acabar com a TB e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, lê-se no resumo executivo do relatório. Com cinco anos se passaram e 10 para o fim antes que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2030 sejam examinados, como está a Estratégia para Acabar com a TB?

Nos últimos cinco anos, a incidência global de TB caiu 9%. Além disso, isso não se restringiu a países ricos em lugares como a Europa – que conseguiu uma queda de 19% no mesmo período. Esta queda nos casos de TB também ocorreu em várias regiões mais pobres do globo, como a África Subsaariana e Oriental, com as nações do Zimbábue, Tanzânia, Etiópia, Quênia, Namíbia, África do Sul e Lesoto contribuindo com 16% taxa de caixa continental total reduzida.

O total acumulado de mortes por TB no mundo também diminuiu, caindo 14% nos últimos cinco anos. A Europa, com suas economias fortes e amplo acesso a cuidados médicos de qualidade, reduziu a taxa de mortalidade por tuberculose em 31% durante este período, enquanto a África fez “bons progressos”, reduzindo as suas em um quinto com muito menos recursos.

“No final de 2019, os indicadores globais para redução da carga de tuberculose, melhor acesso à prevenção e cuidados com a tuberculose e maior financiamento estavam indo na direção certa”, diz o relatório de 2020 , após descrever o financiamento anual para a Estratégia para Acabar com a TB programas em 121 estados membros de baixa e média renda foi cerca de US $ 500 milhões a mais do que as despesas.

Mesmo em meio a uma pandemia global, é importante não esquecer outras doenças infecciosas, como malária e tuberculose, que ainda exigem esforços diligentes de combate em regiões como Sudeste e Ásia Central, África e Oceania.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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PELO 12° DIA SEGUIDO MÉDIA DIÁRIA DE MORTES POR CORONAVIRUS CAI NO RN

Média diária de óbitos por Covid-19 no RN cai pelo 12º dia seguido

 SAÚDE

Foto: reprodução/TV Globo

Com uma queda de 42% na média diária de mortes causada pela Covid-19 nesta quarta-feira (16), o Rio Grande do Norte apresentou redução neste índice pelo 12º dia seguido. Hoje, somente o Amazonas (73%) registrou queda maior que o RN.

Os dados são do novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa divulgado nesta quarta-feira (16) a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h de hoje.

No Brasil,a média de casos reduziu 21% em relação aos casos registrados em 14 dias. Já a média de novas mortes nos últimos 7 dias no país diminuiu 7%.

Fonte: Blog do BG
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EM 8 DOS ÚLTIMOS 10 DIAS O RN REGISTROU MAIOR REDUÇÃO NA MÉDIA DIÁRIA DE MORTES POR COVID-19

RN registrou a maior redução na média diária de mortes por covid em 8 dos últimos 10 dias

 SAÚDE

Foto: reprodução/TV Globo

Pelo 10º dia seguido o RN registrou queda na média diária de mortes por Covid-19, de acordo com os dados das secretarias estaduais de Saúde compilados pelo consórcio dos veículos de imprensa. Nesta segunda-feira, a redução de óbitos por covid-19 no Rio Grande do Norte foi de 68%.

Em 8 dos últimos 10 dias o RN ficou em primeiro lugar na redução de número de óbitos causados pelo coronavírus. O comparativo é sempre feito em relação aos dados registrados 14 dias atrás.

Brasil

Após uma semana registrando queda, Brasil volta à estabilidade na média de mortes por Covid-19. A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 731 óbitos, uma queda de 15% em relação aos dados registrados em 14 dias.

A média móvel de casos foi de 28.849 por dia, uma redução de 28 % em relação aos casos registrados em 14 dias.

Fonte: Blog do BG
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EVOLUÇÃO DOS CASOS CONFIRMADOS E MORTES POR CORONAVIRUS NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte tem 49.051 casos confirmados e 1.735 mortes por Covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (29) pela Secretaria Estadual de Saúde Pública. O estado tem ainda 186 óbitos sob investigação.

São 677 novos casos e 21 mortes a mais em relação aos dados do dia anterior – eram 48.374 casos confirmados e 1.714 mortes até terça-feira (28). 49.051 casos confirmados

O RN tem ainda 61.200 casos suspeitos e outros 77.647 descartados. O número de pacientes recuperados não foi atualizado e segue em 22.901.

A Sesap registra que 434 pessoas estão internados por causa da Covid-19 no estado, sendo 292 na rede pública e 142 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 64,5%% na rede pública e de 44,44% na rede privada.

O Rio Grande do Norte soma 135.005 testes de coronavírus desde o início da pandemia, sendo 59.448 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 75.555 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 49.051 casos confirmados
  • 1.735 mortes
  • 22.901 confirmados recuperados
  • 61.200 casos suspeitos
  • 77.647 casos descartados
Fonte: G1 RN
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OPINIÃO: CONTRIBUIÇÃO DO STF PARA O BRASIL NA PANDEMIA

O que seria do Brasil nesta pandemia da Covid-19 sem os ministros do STF

1. Não teriam sido soltos 30 mil bandidos;

2. Não teria ocorrido as mortes, estupros e assaltos por esses bandidos que foram soltos;

3. Não teria ocorrido o fechamento dos comércios;

4. Não teria ocorrido a falência de empresas;

5. Não teria ocorrido a demissão de milhões de trabalhadores;

6. Não teria sido proibido a realização de operações policiais para a prisão de traficantes;

7. Não teria criado uma crise política por meio da divulgação da reunião ministerial;

8. Não teriam morrido milhares de pessoas que adoeceram por conta da imposição da quarentena;

9. Não teria sido criado um rombo nas contas públicas.

Obrigado STF!

Pierre Lourenço. Advogado. Consultor Jurídico do INAD.

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GEOPOLÍTICA: COM SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE EM COLAPSO BOLÍVIA TEM PESSOAS MORRENDO NA PORTA DE HOSPITAIS

O Sistema Público de Saúde da Bolívia apresenta-se totalmente colapsado com um déficit de pelo menos 600 leitos para o tratamento de pacientes com covid-19. Há pessoas morrendo dentro de casa, nas ruas e nas portas dos hospitais. Leia a reportagem completa a seguir e assista aos vídeos. 

6 mortes de Covid-19 relatadas nas ruas da Bolívia

A Bolívia conta quase 20.000 casos confirmados do novo coronavírus, lamentando a morte de mais de 600 deles, segundo dados do governo de fato.A Bolívia conta quase 20.000 casos confirmados do novo coronavírus, lamentando a morte de mais de 600 deles, segundo dados do governo de fato. Foto: EFE

16 de junho de 2020 – Publicada na Amazon.com

Pelo menos seis pessoas morreram na porta das instalações do hospital, em suas casas ou no meio da rua, por não terem recebido a atenção médica que exigiam.

Cidadãos bolivianos, além de figuras políticas daquele país e da mídia local, denunciam o colapso do sistema nacional de saúde, que causou mortes nas ruas por não receber atendimento médico.

Leia também:

TSE boliviano registra reclamação em processo para as eleições de 2019

Um dos casos mais recentes é o de um cidadão que esteve no último sábado no Hospital Municipal Cotahuma em La Paz, capital da Bolívia. O mesmo não foi atendido no referido estabelecimento e foi enviado por seus próprios meios para outro centro de saúde, onde ele poderia receber o tratamento necessário.

Essa pessoa desapareceu na porta do hospital ao sair do hospital, devido aos efeitos nocivos que o Covid-19 havia causado em seu corpo.

O momento foi capturado em um vídeo que circula nas redes sociais. Mais tarde, ele foi transferido para o hospital, onde perdeu a vida.

Situações semelhantes foram registradas em outros locais da capital e também nas cidades de Cochabamba, Beni e Santa Cruz, nas quais são registradas mortes na rua ou em bancos de centros de saúde.

As queixas registradas colocam a causa dessa situação no colapso do sistema de saúde, dado o aumento de casos confirmados do novo coronavírus.

O chefe da Vigilância Epidemiológica do Serviço Departamental de Saúde (Sede) de Cochabamba, Rubén Castillo, disse à imprensa que os leitos de terapia intensiva destinados ao Covid-19 em sua demarcação são 100% cobertos. Esse mesmo comportamento está registrado em La Paz.

De acordo com a Sociedade Boliviana de Medicina Crítica e Terapia Intensiva (Sbmcti), a Bolívia possui pouco mais de 100 leitos para o Covid-19, quando é necessário pelo menos sete vezes mais. Segundo a instituição, também é necessário dobrar o número de médicos intensivistas, que atualmente são 210.

A situação é agravada pela disponibilidade de equipamentos médicos e, principalmente, ventiladores mecânicos. Segundo porta-vozes de fato do governo, estão sendo feitos esforços para aumentar essas capacidades.

No entanto, em meados de maio passado, o presidente da Sbmcti, Dr. José Luis Prieto, revelou a uma mídia local que os fãs comprados pelas autoridades de fato não cumpriam os requisitos mínimos a serem usados ​​nos casos Covid-19.

Ele explicou que estes eram equipamentos de emergência, não para tratamentos intensivos e progressivos. Ele ressaltou que estes são respiradores que não possuem baterias ou permitem o monitoramento da função pulmonar do paciente, elementos essenciais, de acordo com o Dr. Prieto.

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SESAP DIVULGA BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO COM DADOS ATUALIZADOS DA EVOLUÇÃO DO COVID-19 NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte registra 1.380 mortes por Covid-19 e 38.616 casos confirmados de Covid-19. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública do RN (Sesap), outros 187 óbitos estão sob investigação.

Comparado ao boletim do dia anterior, são 351 novos casos e 24 mortes a mais. Até sexta-feira (10), eram 38.265 casos confirmados e 1.356 mortes pelo novo coronavírus.

O RN ainda tem 51.951 casos suspeitos e 60.420 foram descartados. O número de recuperados está mantido em 3.258 pacientes.

Quanto aos leitos, o estado tem atualmente 652 pessoas internadas por coronavírus, sendo 408 na rede pública e 244 na rede privada. A ocupação dos leitos críticos (semi intensivo e UTI) na rede pública é de 84,7% e na rede privada, de 78%.

Segundo a Sesap, foram realizados 103.300 testes para Covid-19 em todo o Rio Grande do Norte, sendo 45.573 RT-PCR e 57.727 testes rápidos.

Situação do coronavírus no RN

  • 1.380 mortes
  • 38.616 casos confirmados
  • 51.951 casos suspeitos
  • 60.420 descartados
Fonte: G1 RN
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BRASIL ALCANÇA MAIS DE 58 MIL CASOS CONFIRMADOS E 29.160 RECUPERADOS

Covid-19: Brasil tem mais de 58 mil casos confirmados da doença e 4.016 mortes

Até o momento, são 29.160 recuperados, o que equivale a 50%

Por Agência Brasil – Publicado em 25/04/2020 às 18:15

Reprodução / Internet

Dados foram atualizados neste sábado (25)

OBrasil chegou a 58.509 casos confirmados de contaminação por coronavírus, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste sábado (25). Nas últimas 24 horas foram acrescentadas às estatísticas mais 5.514 pessoas infectadas, um aumento de 7,1% e relação a ontem, quando foram registrados 52.995 casos confirmados. Até o momento, são 29.160 recuperados, o que equivale a 50%, e outros 25.333 estão em acompanhamento, o equivalente a 43%.Já o número de mortes subiu para 4.016, com 346 novos falecimentos de ontem para hoje, um incremento de 9,4%. Segundo o Ministério da Saúde, 1.312 óbitos estão em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (1.667). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (615), Pernambuco (381), Ceará (310) e Amazonas (287).

Além disso, foram registradas mortes no Maranhão (100), Pará (86), Bahia (70), Paraná (69), Minas Gerais (58), Paraíba (46), Espírito Santo (47), Santa Catarina (42), Rio Grande do Norte (38), Rio Grande do Sul (31), Alagoas (29), Distrito Federal (26), Goiás (25), Amapá (19), Piauí (17), Acre (11), Sergipe (9), Mato Grosso (9), Mato Grosso do Sul (7), Rondônia (7), Roraima (3) e Tocantins (2).

Fonte: Agora RN
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LEGISTAS REVELAM QUE PRIMEIRAS MORTES POR COVID-19 NOS EUA OCORRERAM SEMANAS ANTES DO DIVULGADO OFICIALMENTE

PANDEMIA DE CORONAVÍRUS

Primeiras mortes por Covid-19 nos EUA ocorreram semanas antes do que se pensava

Legista de condado do Vale do Silício confirma coronavírus em uma pessoa que morreu em 6 de fevereiro, 23 dias antes da primeira vítima oficial. Madri corrige número de mortos para quase 14.000

PABLO XIMÉNEZ DE SANDOVAL

Los Angeles – 22 ABR 2020 – 20:20 BRT
Sara Cody, secretária de Saúde do condado de Santa Clara, Califórnia, em entrevista coletiva em março.
Sara Cody, secretária de Saúde do condado de Santa Clara, Califórnia, em entrevista coletiva em março.DAI SUGANO / AP

Covid-19 já estava matando pessoas nos Estados Unidos pelo menos três semanas antes de ser anunciada oficialmente a primeira morte pelo novo coronavírus no país. O escritório do legista do condado de Santa Clara (no Vale do Silício, Califórnia) revelou terça-feira que considera vítimas da Covid-19 três pessoas que morreram nos dias 6 e 17 de fevereiro e 6 de março. Até agora, considerava-se que o primeiro morto pela doença nos Estados Unidos tinha sido um homem nos arredores de Seattle em 29 de fevereiro.

O Vale do Silício foi um dos primeiros lugares onde o coronavírus foi detectado nos Estados Unidos. No final de fevereiro, quando o novo vírus era um problema apenas na cidade chinesa de Wuhan, no Irã e na Itália, foram confirmadas nessa área da Califórnia os dois primeiros casos de transmissão local no país. Naquele momento, havia 63 pessoas diagnosticadas nos EUA. Todas elas haviam viajado para a China, conviviam com alguém que tinha feito isso ou eram passageiros repatriados do primeiro cruzeiro onde foi detectado o vírus. A descoberta de dois pacientes que não tiveram nenhum contato conhecido com os focos de risco confirma que o vírus já estava circulando no país havia semanas.

Apesar de ter registrado os primeiros casos de contágio local, o legista do Vale do Silício só confirmou em 9 de março o primeiro óbito no condado. Tratava-se de uma mulher de mais de 60 anos sem histórico conhecido de contato com a China. Uma semana depois, toda a baía de San Francisco adotou a primeira medida de confinamento obrigatório nos Estados Unidos.

Os casos revelados terça-feira mudam a linha de tempo da propagação do vírus na Califórnia. “São indivíduos que morreram em sua casa em um período no qual havia muito poucos testes disponíveis. Naquele momento, os critérios para exames de diagnóstico do CDC [Centro de Controle de Doenças dos EUA] estavam restritos a pessoas com histórico conhecido de viagem e que foram ao médico com sintomas específicos”, assinalou a administração do condado em um comunicado. “Podemos antecipar que serão identificadas mais mortes por Covid-19 à medida que o legista for investigando cuidadosamente as mortes no condado.”

Até segunda-feira, o condado da Santa Clara registrava 1.922 casos e 83 mortes. Em toda a Califórnia, cerca de 36.000 casos foram confirmados e mais de 1.300 pessoas morreram. São números muito baixos que mostram que a Califórnia está achatando a curva em comparação com países de população e superfície semelhantes, como a Espanha, ou com outros Estados dos EUA onde o vírus foi detectado depois, como o de Nova York, que se tornou o epicentro da tragédia no país.

A correção dos dados parece um fenômeno mundia. Nesa quarta-feira, Madri quase duplicou seu número registrado de mortos. Pelo menos 13.911 pessoas morreram em hospitais, residências ou asilos na capital espanhola, após testes positivos para coronavírus ou apresentarem sintomas de contágio, segundo dados coletados em dois documentos da cidade. Esse saldo mostra 6.334 mortes a mais do que as 7.577 relatadas até então ao Governo central.

Fonte: El País

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O PESQUISADOR LUIZ DAVIDOVICH DA ABC DIZ QUE MINISTRO DA SAÚDE TERÁ QUE MANTER ISOLAMENTO OU ARCAR COM MORTES

“Ministro terá de manter isolamento ou arcar com mortes”, diz presidente da ABC

Para o pesquisador, o cenário não deixa margem para tentativas que não se baseiem na ciência

Por Estadão Conteúdo – Publicado em 17/04/2020 às 2020

Sumaia Villela/Agência Brasil
Pico da pandemia no país ainda se aproxima

O novo ministro da Saúde, o oncologista Nelson Teich, terá necessariamente de seguir as políticas de isolamento que Luiz Henrique Mandetta vinha adotando, de isolamento horizontal, como determina a Organização Mundial da Saúde, sob o risco de ter de arcar com a responsabilidade de ver um número enorme de mortos no Brasil.O alerta é do físico Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências, ao comentar a troca de comando da Saúde do país quando estamos chegando próximo ao pico da epidemia de Covid-19.

“Nossa avaliação é que Mandetta estava apresentando um desempenho de acordo com as recomendações da OMS e dos profissionais de saúde e que era um desempenho adequado para a tragédia que vivemos, para o enfrentamento da pandemia, com a defesa do isolamento horizontal e tentando organizar o sistema de saúde nacional, que está muito ameaçado”, afirma.

“Qualquer pessoa que viesse a substituí-lo, por melhor que seja, terá de necessariamente seguir a mesma política. É o que está sendo feito em outros países. É só olharmos para o que aconteceu com países que tinham uma visão diferente no começo e depois deram uma guinada, que são Inglaterra e Estados Unidos. Hoje a situação deles poderia ser melhor se eles tivessem tomado uma atitude mais rígida desde o começo.”

Davidovich é incisivo: “Não faltam simulações sobre o que vai acontecer se abandonarmos o isolamento. Não faltam experiências internacionais que mostram que o isolamento vertical não funciona. Não imagino um ministro da Saúde que não siga isso, que não siga a ciência. Se não fizer, será pesada sua responsabilidade quando ocorrer a saturação dos hospitais”.

Para o pesquisador, o cenário não deixa margem para tentativas que não se baseiem na ciência. “Ai do governo que tiver de assumir a responsabilidade pelo grande número de mortos que podem ocorrer com isso.”

Para Davidovich, a definição sobre se e quando começará a redução do isolamento também virá da ciência. “O novo ministro tem de ter como plano a testagem massiva. É isso que vai orientar como vamos sair dessa situação.”

O pesquisador lamenta que parte do drama brasileiro diante do novo coronavírus se deva ao sucateamento da ciência nos últimos anos. “O País paga o preço de cortes sucessivos em ciência e na saúde. A Alemanha passou mais tranquilamente pela pandemia porque tinha equipamentos hospitalares, sistema de saúde adequado. Não faz sentido termos de comprar tudo de fora, insumos da Índia, máscaras e respiradores da China”, lamenta.

“O Brasil precisa se conscientizar que temos de ter desenvolvimeno de alta tecnologia no País. Não podemos depender de coisas essenciais. Espero que o que está acontecendo sirva de motivação para uma guinada na política economia e industrial do País”, complementa.

E defende: “A chave para a solução dessa crise sanitária está na ciência. Repito, na ciência, na ciência. As formas de sair do isolamento também estão sendo examinadas por cientistas no País e no mundo. Isso tem de ser considerado. Não vamos sair de forma apressado, baseados no achismo de que é preciso sair. É claro que uma hora temos de sair, mas tem de ser da maneira mais apropriada possível. E para tomar essas providências, precisamos de muito mais testagem”.

Ele lembra que diversos laboratórios de universidades brasileiras estão testagens novas formas de diagnóstico e defende que mais dinheiro seja colocado nesses esforços. “O investimento em pesquisa é o que pode nos salvar. Tanto as vidas quanto a economia.”

Fonte. Agora Rn

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