OPINIÃO: ENQUANTO CIDADÃO PAULISTANO É OBRIGADO FICAR EM CASA, GOVERNADOR TOMA SOL EM HOTEL DE LUXO

O repugnante momento de lazer do cara que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Enquanto você está sem emprego, vendo faltar comida em casa, dependendo de um auxílio governamental (ou nem isso), a Pantera Cor-de-Rosa toma sol no Fairmont Copacabana, onde cada diária custa um salário mínimo (aquele que milhões de paulistas deixaram de receber, graças à sua conduta vergonhosa como governador).

O cara que fechou o estado mais importante do país, que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças, que fez sei lá quantos discursos contra aglomerações e pelo uso de máscaras, foi retocar a marquinha em público, sem máscara.

Justo ele, que adiantou feriados e instituiu toque de recolher, para que ninguém viajasse sem necessidade, justificou que o “click” foi tirado em um “momento de descanso e lazer com a família”.

Não tem o que comentar. Não existe nenhuma análise a ser feita. Se fôssemos um país sério, esse homem seria apedrejado em praça pública.

No lodo da política tupiniquim, de onde saem os personagens mais abjetos, a baixeza de João Doria se destaca.

No lixão, é o chorume!

O Brasil não é para amadores

Foto de Felipe Fiamenghi

Felipe Fiamenghi

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CASSAÇÃO DA DEPUTADA FLORDELIS É APROVADA PELO CONSELHO DE ÉTICA DA CÂMARA

Conselho de Ética da Câmara aprova a cassação da deputada Flordelis

Perda do mandato da parlamentar segue agora para o plenário da Casa, última etapa do processo

Lucas Janone, da CNN, no Rio de Janeiro 

Atualizado 08 de junho de 2021 às 19:38

Conselho de Ética da Câmara aprova a cassação da deputada Flordelis

Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu, por 16 votos a 1, pela cassação do mandato da deputada Flordelis dos Santos de Souza (PSD-RJ), acusada pelo Ministério Público de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2019. A decisão foi tomada durante uma audiência de duas horas na tarde desta terça-feira (8).

Os deputados aprovaram o relatório do deputado Alexandre Leite (DEM-MG), apresentado em 1º de junho.

Flordelis terá cinco dias úteis para recorrer da decisão, caso desejar. Após o recurso, o processo segue para o plenário da Câmara, onde a maioria absoluta dos deputados – 257 dos 513 parlamentares – precisa concordar com a perda ou manutenção do mandato. Ainda não há data para a votação em plenário.

A deputada foi indiciada pela polícia e denunciada por homicídio triplamente qualificado, sendo motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa do marido Anderson do Carmo. A parlamentar também responde por falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa majorada.

Durante a audiência, Flordelis pediu aos parlamentares um “julgamento digno” e voltou a alegar ser inocente da morte do pastor Anderson do Carmo em 16 de junho de 2019, atingido por mais de 30 tiros na garagem da casa onde morava com a deputada e os filhos.

“Mesmo que não acreditem em mim e na minha inocência, peço que me permitam um julgamento digno. Eu não matei meu marido, eu não matei ou mandei matar o pastor Anderson do Carmo”, disse Flordelis.

Processo de cassação

O deputado Alexandre Leite, relator do processo contra Flordelis no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pediu a cassação da parlamentar durante a leitura do voto na última terça-feira (1º).

“O que a gente percebe é que essa versão de pessoa generosa, afetuosa, religiosa, altruísta [de Flordelis], foi descortinada para dar lugar a uma personalidade desvirtuada, perigosa e manipuladora. E, por isso, voto pela perda do mandato da deputada, tendo em vista que a representada tem um modo de vida inclinado para práticas de conduta não condizentes com o que se espera de um representante do povo”, diz um trecho do voto do deputado Alexandre Leite.

Até o momento, Flordelis não foi presa por causa da imunidade parlamentar. A deputada, porém, é monitorada por uma tornozeleira eletrônica.

Fonte: CNN

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A CASA BRANCA AINDA ESTÁ DANDO OS RETOQUES FINAIS EM SEU PLANO PARA REDUZIR AS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA DOS EUA

Mundo espera divulgação da meta climática dos EUA antes da cúpula

Encontro de Biden com líderes mundiais tem o objetivo de mostrar o compromisso norte-americano com as questões ambientais

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Governo Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas para reduzir emissões

CHRIS KEANE/REUTERS – FOTO DE ARQUIVO

A Casa Branca ainda está dando os retoques finais em seu plano para reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos EUA até 2030, antes de uma cúpula esta semana com líderes mundiais, incluindo Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China.

O governo do presidente Joe Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas ambiciosas para reduzir suas emissões, mas ainda não revelou seu próprio plano. Antes do início da cúpula na quinta-feira, a Casa Branca deve anunciar uma meta para cortar as emissões em cerca de 50% até 2030, em comparação com os níveis de 2005.

“Ainda resta muito tempo antes do início da cúpula”, disse um funcionário do governo a repórteres na quarta-feira (22), quando pressionado sobre a meta, conhecida como Contribuição Nacionalmente Determinada ou NDC, na sigla em inglês.

Os Estados Unidos têm sido o maior emissor histórico de gases do efeito estufa e atualmente estão atrás apenas da China. Sua meta será observada de perto como um sinal de quão seriamente Biden leva em conta a mudança climática. Ele prometeu restaurar a liderança dos EUA nas questões sobre o aquecimento global depois que o ex-presidente Donald Trump retirou o país do acordo climático de Paris.

Biden trouxe os EUA de volta ao acordo de Paris em janeiro, e a cúpula de dois dias foi projetada para mostrar um compromisso norte-americano e global renovado de limitar o aquecimento do planeta a 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais, a fim de evitar impactos climáticos cataclísmicos.

Uma ordem executiva de Biden que direcionará o Tesouro dos EUA e outras agências importantes para desenvolver uma estratégia sobre os riscos relacionados ao clima para ativos financeiros públicos e privados era inicialmente esperada esta semana, mas está atrasada, disse uma fonte familiarizada com a situação.

“Nos próximos dias e horas, muitos outros aumentos de ambição serão articulados”, disse o enviado internacional para o clima, John Kerry, em um evento organizado pelo Washington Post na manhã de quarta-feira.

Nas últimas 24 horas, Kerry anunciou medidas que ajudarão os Estados Unidos a reduzir sua participação nas emissões globais.

Ativistas, algumas corporações e outros líderes mundiais querem uma meta agressiva dos EUA, e alguns reagiram cedo para dizer que um corte de cerca de 50% não seria suficiente.

“Embora muitos aplaudam o compromisso do presidente de reduzir as emissões dos EUA em pelo menos metade até 2030, temos a responsabilidade de dizer a verdade: não está nem perto do suficiente”, afirmou Evan Weber, diretor político do influente grupo de jovens ativistas do Movimento Sunrise, acrescentando que a promessa reportada “será uma sentença de morte para nossa geração e para os bilhões de pessoas na linha de frente da crise climática nos Estados Unidos e no exterior.”

Líderes de todo o mundo estão participando da cúpula, que será realizada virtualmente por causa da pandemia covid-19.

Fonte: R7

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QUEIROZ TEM LIBERDADE CONCEDIDA PELO STJ, MAS CONTINUARÁ DETIDO EM CASA POR ORDEM DE GILMAR MENDES

STJ concede liberdade a Queiroz, que ainda seguirá preso por ordem do Supremo

Corte considerou que Queiroz está detido provisoriamente a um tempo excessivo, mas ex-assessor segue detido em casa por ordem do ministro Gilmar Mendes

Guilherme Venaglia e Iuri Corsini, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro

Atualizado 16 de março de 2021 às 23:15

Ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz é visto dentro de um carro do Tribunal Corte considerou que ex-assessor está detido provisoriamente a um tempo excessivo
Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por quatro votos a um, revogar a prisão domiciliar de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Queiroz deve continuar detido em casa, no entanto, porque segue em vigor uma outra decisão nesse sentido, do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O STJ entendeu que somente uma nova decisão de Mendes pode mudar a situação do ex-assessor de Flávio Bolsonaro

A decisão vale também para Márcia Aguiar, esposa do ex-assessor.

O casal continuará tendo que usar tornozeleira eletrônica, além de outras medidas cautelares como a proibição de deixar o País, sem prévia autorização judicial, e manter contato com outros investigados.

A defesa de Queiroz e Márcio têm entendimento contrário e alegam que o julgamento do STJ produz efeitos imediatos, isto é, sem necessidade de novo aval do STF.

Os ministros do STJ decidiram pela liberdade de Fabrício Queiroz e Márcia por julgarem que o ex-assessor está detido provisoriamente a um tempo excessivo.

‘Rachadinhas’

Fabrício Queiroz foi assessor de Flávio Bolsonaro durante o período em que o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exerceu mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.

Queiroz e o senador são investigados no inquérito das “rachadinhas”, que apura suspeita de coleta ilegal de parte dos salários de servidores nomeados para o gabinete de Flávio e de diversos outros parlamentares da Alerj.

Mais cedo, o STJ deu duas decisões contrárias aos interesses de Flávio Bolsonaro. A Quinta Turma rejeitou o pedido para anular o compartilhamento dos relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com o Ministério Público e também rejeitou anular as decisões já tomadas no processo pelo juiz Flávio Itabaiana, contestado pelo senador.

De acordo com promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro, Queiroz era o operador do suposto esquema de “rachadinhas” no gabinete do, então, deputado Flávio Bolsonaro.

O MP afirma que o ex-assessor parlamentar  empregava funcionários fantasmas e exigia parte do salário (ou mesmo a integralidade dele) de volta. Flávio Bolsonaro e Queiroz negam as acusações.
Ao todo, ainda de acordo com o Ministério Público, 13 funcionários participaram do esquema, movimentando 383 depósitos na conta bancária de Queiroz, totalizando o montante de R$ 2 milhões.

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ALEGANDO GERAR CUSTOS AO ESTADO, GOVERNADORA DO RN VETA LEI QUE PERMITIA IDOSO E DEFICIENTE SER VACINADO EM CASA

SABE OS DEFICIENTES E IDOSOS? Fátima Bezerra vetou lei que permitia que eles fossem vacinados em casa porque gerava custo ao estado

 SAÚDE

A governadora Fátima Bezerra vetou integralmente um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que previa a vacinação domiciliar para pessoas que tenham deficiência física e idosos que possuam comprovada dificuldade de locomoção.

Isso facilitaria bastante a vacinação contra Covid-19 deste público alvo. Na época, o argumento utilizado pela governadora foi de que geraria custos ao Poder Executivo e que o Legislativo não pode aprovar leis que resultem em gastos ao Governo, salvo na lei orçamentária.

Apesar do veto ter ocorrido em 2019, quando ainda não vivíamos este período de pandemia, caso o projeto não tivesse sido vetado de forma integral, idosos e pessoas com deficiência física seriam beneficiados hoje e já poderiam ter sido vacinadas em casa contra a Covid-19. Atualmente, a vacinação domiciliar deste público está sendo realizada pelas equipes de saúde dos municípios.

O projeto foi de autoria do ex-deputado Dison Lisboa (PSD). O veto foi publicado na edição de 6 de fevereiro de 2019.

Fonte: Blog do BG
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POLÍCIA ENCONTRA EX-PRESIDENTE INTERINA DA BOLÍVIA ESCONDIDA DENTRO DE UMA CAMA

Ex-presidente interina da Bolívia foi achada dentro de uma cama

Policiais encontraram Jeanine Añez em sua própria casa após horas de busca; relembre a trajetória, da presidência à prisão

INTERNACIONAL

 Do R7, com AFP

Jeanine Añez foi encaminhada para a capital, La Paz, após ser detida em Trinidad

LUIS GANDARILLAS / AFP – 13.2.2021

A ex-presidente interina da Bolívia, Jeanine Añez, foi detida na madrugada deste sábado (13) em Trinidad, a cidade onde mora, no noroeste do país. Durante horas, policiais a procuraram pela cidade, e chegou a se cogitar que ela teria fugido, possivelmente para o Brasil. No fim, ela foi encontrada dentro do box de uma cama em sua própria casa.

A televisão boliviana mostrou Áñez chegando ao aeroporto de El Alto, que serve La Paz, momento em que ela acusou sua prisão como “ilegal”. Junto a ela, que não estava algemada, estavam o ministro do Governo (Interior) Carlos Eduardo del Castillo e vários policiais.

Ela foi acusada pelo Ministério Público boliviano de sedição, terrorismo e conspiração. As acusações dizem respeito ao período após a eleição de 2019, que foi vencida pelo então presidente Evo Morales. Após acusações de fraude eleitoral e em meio a uma onda de protestos e violência contra seus aliados, ele renunciou à presidência e deixou o país.

Da presidência à prisão

Foi nesse contexto que Jeanine Áñez deixou de ser uma senadora de direita quase desconhecida e se tornou a presidente interina da Bolívia, em uma sessão legislativa atípica após a renúncia de Evo Morales. Com a Bíblia em mãos, jurou reconstruir o destino do país onde hoje foi presa por “sedição e terrorismo”.

Em novembro de 2019, esta advogada de 53 anos, opositora ferrenha de Morales, prometeu novas eleições em breve. No entanto, um ano depois, após o adiamento de duas eleições e com a pandemia de coronavírus no pano de fundo, Áñez deixou o poder em novembro de 2020 após a vitória de Luis Arce, do mesmo partido de Morales.

A segunda mulher na história da Bolívia a alcançar o cargo de presidente reconheceu sua derrota contra os rivais de esquerda, que um ano antes ela acreditava que não voltariam a recuperar o poder.

“Parabenizo os ganhadores e peço que governem pensando na Bolívia e na democracia”, disse Áñez.

A ex-presidente, que também foi apresentadora de televisão, morava na cidade de Trinidad, capital do departamento amazônico de Beni (noroeste), onde foi presa pela polícia com base em uma ordem assinada por dois promotores de La Paz.

No domingo passado, Áñez se candidatou ao governo de Beni nas eleições locais, mas ficou em terceiro lugar com 13% dos votos.

Após a derrota, prometeu que continuaria impulsionando “as oportunidades e o bem-estar para as famílias benianas”, sem fornecer detalhes.

No entanto, nesta sexta-feira, assim que soube que era alvo de uma orden de prisão, Áñez afirmou que era vítima de uma mentira e justificou a “sucessão constitucional devido a uma fraude eleitoral” de novembro de 2019.

A saída de Morales

Áñez assumiu a presidência dois dias depois de Morales renunciar após 14 anos no poder, em meio a uma forte convulsão social surgida após as eleições gerais um mês antes.

O então presidente indígena se candidatava para um quarto mandato até 2025, mas os opositores alegaram que houve fraude nessas eleições e exigiram a anulação de todo o processo eleitoral. Em seguida, membros da polícia se amotinaram em todo o país.

Junto com Morales, renunciaram também seu vice-presidente Álvaro García e os presidentes e primeiros vice-presidentes das câmaras dos Deputados e Senadores, todos oficialistas e na linha de sucessão constitucional.

A oposição de então argumentou que não podia haver vazio de poder e que cabia a Áñez, então segunda vice-presidente do Senado, assumir o primeiro cargo do país.

Bíblia, pandemia e prisão

Áñez entrou no Palácio do Governo com uma Bíblia debaixo do braço e prometeu que sua única missão seria convocar as eleições gerais como manda a Constituição em um prazo de seis meses. Ela foi a segunda presidente mulher da Bolívia, depois de Lidia Gueiler (1979-1980), derrubada por um golpe militar.

A repressão policial contra partidários de Morales causou cerca de 35 mortes, segundo dados da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

Apesar de ter prometido apenas convocar as eleições, Áñez anunciou em janeiro de 2020 sua candidatura à presidência, o que gerou críticas de seus opositores e até mesmo de seus aliados.

Com a chegada da pandemia na Bolívia em março desse ano, uma primeira denúncia de corrupção surgiu na compra de respiradores mecânicos espanhóis. Áñez responsabilizou seu ministro da Saúde e o demitiu.

Em setembro, ela acabou desistindo de se candidatar para a eleição presidencial devido às pesquisas que previam sua derrota certa para Arce e os opositores.

Após o retorno do MAS ao poder, a ex-deputada Lidia Patty apresentou em dezembro ao Ministério Público um pedido de investigação e denunciou Áñez, vários de seus ministros, ex-chefes militares e policiais de terem cometido um golpe de Estado.

Fonte: R7
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OPINIÃO: ESTOU SEMPRE PRONTO PARA SERVIR A PÁTRIA, RESPONDEU GENERAL APÓS CONVITE PARA PRESIDIR A PETROBRÁS

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Estou sempre pronto a servir a Pátria!”, respondeu sem vacilar o general Joaquim Silva e Luna à pergunta: “Pronto para nova missão?”

Era um telefonema de Bolsonaro a Silva e Luna, chamando o general que pôs ordem na Itaipu para, agora, presidir a Petrobras.

A história é interessante. Ao organizar seu governo, Bolsonaro convidou Silva e Luna para ser o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, convite que o general pernambucano aceitou sem se fazer de rogado.

E, assumindo o cargo, logo determinou a mudança da sede administrativa da empresa para Foz do Iguaçu, local onde a usina tem suas instalações.

Até então, a sede estava em Curitiba (a uns 640 km de distância), num imóvel de luxo cujo aluguel custava R$ 208 mil mensais.

Além disso, dispensando o conforto de Curitiba, ele fixou sua residência em Foz do Iguaçu, decisão inédita que o tornou o primeiro diretor-geral brasileiro a morar na localidade em que a usina funciona.

De caráter óbvio, tais medidas produziram uma redução de gastos com diárias e passagens aéreas para o deslocamento entre Curitiba e Foz.

Os dados não são atuais, mas revelam como era antes. Um relatório de controle interno registrou que, no ano de 2014, os gastos com diárias e passagens para funcionários e gestores chegaram a R$ 8,8 milhões.

Em suma, ele mandou diretores para o local de trabalho, cortou luxos (inclusive carros oficiais) e acabou com “patrocínios” distribuídos sem critério, obtendo, em apenas dois anos, uma economia de R$2,5 bilhões: uma gestão marcada pela austeridade e pela otimização dos recursos.

E agora ele é chamado a uma “nova missão”: dar um jeito na Petrobras.

Segundo os jornalões, Bolsonaro andava furibundo (normal!) com Roberto Castelo Branco, então presidente da Petrobras.

Porque houve quatro aumentos de preços da gasolina em apenas dois meses, somando 27%, muito acima da inflação do período; e porque, durante a pandemia, Castelo Branco ficou em casa, trabalhando em “home office”.

Para mais, quando os caminhoneiros ameaçaram entrar em greve contra os constantes aumentos de preços do diesel, Castelo Branco esquivou-se dizendo que o problema não era da Petrobras.

Mas Cláudio Humberto, no Diário do Poder, tem afirmado que os preços escorchantes dos combustíveis têm a ver com o custo da Petrobras, isto é, com sua política de salários e vantagens para funcionários.

Conforme levantamento do Diário do Poder, “Os brasileiros pagam, sem saber, truques que multiplicam salários dos 52 mil funcionários da Petrobras. Os salários [dos mais favorecidos, sem contabilizar o dos executivos] chegam a R$107 mil mensais, sem contar os penduricalhos”.

O levantamento vai além, radiografando a estatal: “Na Petrobrás, os valores somados de ‘auxílios’ (babá, creche, cuidador, alimentação, refeição etc.) acrescentam quase R$3 mil aos salários.”

“Um dos mais caros privilégios do pessoal da Petrobras, a ‘assistência à saúde’, soma mais de R$2,3 bilhões por ano bancados pelo brasileiro.”

E quando está mal, por má gestão ou vítima de roubo como na “era PT”, a Petrobras recorre ao Tesouro Nacional para cobrir prejuízos.

É preciso saber onde está o nó.

A Constituição Federal, no art. 177, garante para a União (leia-se “para a Petrobras”) o monopólio na lavra e refinação do petróleo e importação ou exportação de derivados – uma blindagem contra a concorrência.

Como resultado, além do excesso de impostos a encarecer o combustível na bomba, o consumidor paga por uma Petrobras imunizada contra a livre concorrência e quase privativa de seus empregados.

Será que o general Silva e Luna consegue meter a mão nesse vespeiro? É a missão a que está sendo chamado.

Se conseguir realizar parte do que fez na Itaipu Binacional, haverá de consagrar-se como um dos maiores presidentes da Petrobras.

 

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GOVERNADOR DO AMAZONAS CULPA FESTAS CLANDESTINAS PELA EXPLOSÃO DE CASOS DE COVID-19 NO ESTADO

Jovens levaram doença para casa, diz governador do Amazonas

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 14 de janeiro de 2021 às 21:27

Governador do AM rebate críticas de Arthur Virgílio

Diante do colapso do sistema de saúde no Amazonas, o governador do estado, Wilson Lima (PSC), culpou as festas clandestinas ocorridas no final de 2020 como as principais culpadas pela explosão de casos de Covid-19 no estado neste início de ano.

“Algo que contribuiu muito para o aumento significativo dos casos no Amazonas foram as festas clandestinas. As pessoas nas festas passavam copos de bebida de boca em boca. Aquilo foi fatal, não tinha outro caminho senão as pessoas serem infectadas,” disse o governador.

Ainda na trilha dos eventos clandestinos, Lima disse que o que se viu no Amazonas foi um processo de jovens levarem o vírus para casa, algo que pode ser notado de acordo os grupos etários mais infectados e com mais mortes pelo novo coronavírus no estado.

“No Amazonas os mais infectados estão entre 20 e 49 anos. Os que mais morrem estão acima dos 73 anos. Isso nos leva a crer que os jovens estavam sendo infectados e levando a doença para casa.”

Por conta do alto número de casos graves em pessoas mais velhas, a capital do estado, Manaus, vive atualmente uma crise de falta de tubos de oxigênio. Segundo o governador, a demanda por este material quadruplicou nas últimas duas semanas.

“No pico da pandemia levamos 30 dias para dobrar o consumo de oxigênio no estado. Agora em menos de 15 dias o consumo de oxigênio quadruplicou. Fomos surpreendidos por esse aumento excepcional.”

Fonte: CNN

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O PERESIDENTE DO SENADO DAVI ALCOLUMBRE, ARTICULA ASSUMIR A PRIMEIRA VICE-PRESIDÊNCIA DA CASA EM UMA EVENTUAL GESTÃO DO SENADOR RODRIGO PACHECO

Alcolumbre deve rejeitar ministério de Bolsonaro para ser vice no Senado

Bárbara Baião e Thais Arbex, da CNN, em Brasília

Atualizado 30 de dezembro de 2020 às 20:03

Alcolumbre leva candidato a presidente do Senado para receber bênção de Bolsonaro - Folha PE

Sondado pelo Palácio do Planalto para assumir um ministério, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, articula para assumir a primeira vice-presidência da Casa em uma eventual gestão do senador Rodrigo Pacheco, do DEM. As conversas envolvem a cúpula do PSD que, segundo relatos feitos à CNN, deve ter a maior bancada no bloco, com onze parlamentares, e teria de ceder o espaço na Mesa a Alcolumbre.

A ofensiva do atual presidente do Senado para emplacar Pacheco ganhou força após um almoço com o presidente Jair Bolsonaro, na semana passada. Os dois correligionários pretendem iniciar a campanha com um giro por 15 estados ao lado de aliados, a partir do dia 5 de janeiro. Além disso, o senador Flavio Bolsonaro, do Republicanos, ajudaria no pedido de votos com senadores.

Desde que o STF vetou a possibilidade de recondução na mesma legislatura, Alcolumbre tem trabalhado para emplacar um sucessor do DEM com aval do governo. Mas, as negociações tem deixado de fora o MDB que, diante do cenário, busca viabilizar uma candidatura própria sob o argumento da proporcionalidade, já que tem a a maior bancada da Casa, com 13 senadores.

No próximo dia 6, o partido quer oficializar a filiação dos senadores Vital do Rego e Rose de Freitas. O próximo passo seria construir consenso em torno de um nome da bancada que represente uma relação de maior independência ao presidente Jair Bolsonaro. Entre os cotados, estão a senadora Simone Tebet e o senador Eduardo Braga.

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ÚLTIMOS DIAS DE TRUMP NA CASA BRANCA, EMBORA NÃO ACEITE QUE PERDEU AS ELEIÇÕES

Eleições EUA 2020: ‘Ele não aceita que perdeu’: os últimos dias na Casa Branca de Trump

Nos bastidores da Casa Branca, as pessoas veem as coisas como são. Eles sabem que seus dias na Ala Oeste estão contados. E também sabem que, quando o chefe está perdendo, é melhor ficar longe dele

NTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

Trump retorna à Casa Branca após celebrar o Dia de Ação de Graças com sua família

Getty Images

Os dias de Trump à frente da Casa Branca se aproximam do fim e um silêncio assustador toma conta do local, ao mesmo tempo em que o presidente tenta desafiar o resultado da eleição nos tribunais.

Brian Morgenstern, o vice-diretor de comunicações, usava uma jaqueta com o emblema da Casa Branca em seu escritório na Ala Oeste. A jaqueta estava totalmente fechada, como se ele estivesse saindo. A sala, a algumas portas do Salão Oval, estava escura, com as cortinas fechadas.

O chefe dele, o presidente, estava em outra parte da Casa Branca. Naquele momento, Donald Trump estava no viva-voz com Rudy Giuliani, o chefe de seu esforço legal para contestar a eleição, e um grupo de legisladores estaduais que se reuniram para uma “audiência”, como eles definiram, em um hotel em Gettysburg, na Pensilvânia.

“Esta eleição foi fraudada e não podemos permitir que isso aconteça”, disse o presidente por telefone.

Morgenstern estava monitorando o evento pela tela do computador, distraído. Um momento depois, ele girou em sua cadeira e falou com um visitante sobre faculdade, imóveis, beisebol e, quase como uma reflexão tardia, as realizações do presidente.

O esforço de Trump para contestar os resultados da eleição na Pensilvânia fracassou na semana passada, não muito tempo depois da chamada audiência, e mesmo isso teve uma base legal duvidosa. Um juiz do Tribunal de Apelações disse que “não havia base” para contestação. Uma certificação das cédulas mostrou que o presidente eleito Joe Biden venceu o Estado por mais de 80 mil votos.

Os resultados das eleições em Michigan, Wisconsin, Nevada, Geórgia e Arizona foram certificados e Biden foi confirmado como o vencedor em todos os cinco.

Funcionários do governo começaram a trabalhar para uma transição para a nova administração, e o novo presidente assume em 20 de janeiro.

Trump continua a reivindicar vitória. Ainda assim, nos bastidores da Casa Branca, as pessoas veem as coisas como elas são. Eles sabem que seus dias na Ala Oeste estão contados. E também sabem que, quando o chefe está perdendo, é melhor ficar longe dele.

“Estamos otimistas. Ainda estamos trabalhando duro”, diz Morgenstern.

Ele era, no entanto, o único em um labirinto de escritórios da Ala Oeste. Ele segurava uma máscara de pano nas mãos e brincava com os cordões da máscara. O único som era o zumbido baixo de uma TV em outra sala.

Normalmente, esses escritórios estão cheios de pessoas, com assistentes trabalhando todas as horas. Mas agora não.

Jack O’Donnell, que já administrou um cassino em New Jersey para Trump, diz que entende por que as pessoas que trabalham para o presidente iriam embora em um momento como este.

“Você está pisando em cascas de ovo. Ninguém quer dizer a coisa errada.”

Certa vez, lembra O’Donnell, Trump estava caminhando por uma sala de teto baixo em um prédio que estava em reforma. “Houve alguns problemas”, diz O’Donnell. Ele estava se referindo a problemas com a reforma, erros que Trump logo percebeu.

“Ele deu um pulo no ar e atingiu o teto”, diz O’Donnell. “Ninguém quer ficar perto dele quando ele está bravo.”

A raiva do presidente, sua ambição e determinação são lendárias. Ele teve sucesso em parte ao abraçar aforismos positivos e negar o fracasso, um estilo de liderança que foi estabelecido no início de sua carreira e que ultimamente anda exagerado.

Ele apareceu na sala de reuniões da Ala Oeste na semana passada para se gabar do mercado de ações. O Dow Jones havia fechado acima de 30 mil pontos, um nível recorde. O presidente, diz Morgenstern, estava “comemorando o sucesso do mercado que certamente se deveu em parte às suas políticas”, como “melhorar os negócios” e “independência energética”.

Investidores disseram que as ações subiram porque a transição para um governo Biden foi oficialmente anunciada. Mas para Trump, a vitória pertencia a ele.

Suas reivindicações de vitória e sua recusa em admitir a derrota não têm impacto no resultado: a transição para a Casa Branca de Biden está em andamento.

No entanto, a postura do presidente é importante, já que milhões de pessoas o admiram. Essas pessoas o seguirão assim que ele deixar a Casa Branca, seja concorrendo novamente a um cargo, como muitos esperam, ou construindo um império de mídia. No dia em que Trump falou com parlamentares em Gettysburg, os apoiadores se reuniram em frente ao hotel com cartazes: “Parem a fraude eleitoral”.

No livro Trump: The Greatest Show on Earth: The Deals, the Downfall, the Reinvention (Trump: O maior espetáculo da Terra: os Negócios, a Queda, a Reinvenção, em tradução livre), do jornalista Wayne Barrett, pessoas que conhecem Trump disseram que ele encarava o caso do ex-presidente Jimmy Carter, derrotado em 1980 após apenas um mandato, como um sinal de alerta.

“A velocidade com a qual você dispara para cima é a velocidade com a qual você pode despencar”, teria dito ele, de acordo com as fontes do livro, acrescentando que Carter caiu na obscuridade depois de deixar a Casa Branca e se tornou tão anônimo quanto “um caixeiro viajante”.

Para evitar o fracasso, Trump nega a realidade, dizem aqueles que o conhecem. Ele fez vários pedidos de falências como empresário, mas agiu como se fosse parte de um plano. “Ele dizia: ‘fiz isso intencionalmente'”, lembra Jack O’Donnell, que trabalhava para ele, acrescentando: “É um absurdo”.

“Em sua mente, ele não perdeu”, disse O’Donnell, descrevendo a eleição. “Ele nunca vai ceder. Sempre dirá: ‘foi tirado de mim.'”

Trump agora está lutando pelo controle republicano do Senado e planeja ir à Geórgia no sábado, onde haverá nova eleição, para apoiar os candidatos.

Enquanto isso, do lado de fora do escritório de Morgenstern, uma das mesas vazias é decorada com um porta-copos: “O fracasso não é uma opção”.

O lema resume a filosofia de Trump e sua abordagem em relação à Presidência — pelo menos até ele sair.

Fonte: R7

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RODRIGO MAIA DIZ QUE NEM SE O STF AUTORIZAR NÃO SERÁ CANDIDATO A PRESIDENTE DA CÂMARA

Disputa pela Câmara tem até ‘gincana’ na casa de Maia

da CNN, em São Paulo

03 de dezembro de 2020 às 21:39

Disputa pela Câmara tem até 'gincana' na casa de Maia | EXPRESSO CNN - YouTube

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está empenhado em dizer que não será candidato à reeleição da Casa, nem mesmo se o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar.

Na terça-feira (24), Maia reuniu os seis candidatos que estão no mesmo grupo político para que eles estabelecessem critérios, a fim de saber quem sairá na frente na disputa. A apuração é do analista de política da CNN Fernando Molica.

Marcelo Ramos (PL), Marcos Pereira (Republicanos), Baleia Rossi (MDB), Aguinaldo Ribeiro (PP), Luciano Bivar (PSL) e Elmar Nascimento (DEM) participaram do encontro.

Na reunião, ficou decidido que o parlamentar que conseguisse trazer para o grupo um partido com 40 deputados, ganharia pontos.

A discussão foi para definir, entre eles, como ficaria a pontuação.

Fonte: CNN

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GEOPOLÍTICA: AUSTRÁLIA FOCARÁ SUA PRESENÇA NO MAR DO SUL DA CHINA, E NÃO ENVIARÁ MAIS MARINHA AO ORIENTE MÉDIO

Devido a pandemia e outros interesses de segurança nacional a Austrália muda o seu posicionamento estratégico GEOPOLÍTICO e resolve retirar sua já tradicional presença no Oriente Médio para focar sua presença militar no Mar do Sul da China. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê! 

Austrália não enviará mais Marinha ao Oriente Médio e focará sua presença no Mar do Sul da China

Thaís Garcia

Publicado em 23.10.2020

Por  

 

A presença naval australiana de três décadas no Oriente Médio chegará a um fim abrupto neste ano, enquanto o Governo Federal se debate com um ambiente estratégico cada vez mais incerto perto de casa.

A ministra da Defesa australiana, Linda Reynolds, anunciou que a Austrália não enviará mais um navio da Marinha Real Australiana ao Oriente Médio, o que ocorria todos os anos. O último navio da Marinha australiana implantado na região, o HMAS Toowoomba, retornou à Austrália em junho deste ano.

A Austrália também se retirará da coalizão naval liderada pelos Estados Unidos que patrulha o Estreito de Ormuz no final de 2020. Isso significa que cerca de 30 anos de operações marítimas australianas no Oriente Médio – amplamente focadas em operações de contraterrorismo e pirataria – logo chegarão ao fim.

Em comunicado, Reynolds disse que as prioridades do governo australiano agora mudaram.

“Só este ano a Marinha respondeu ao incêndio florestal e às crises de covid-19, uma implantação de cinco navios em todo o Sudeste Asiático e no Pacífico, um compromisso contínuo com as iniciativas do ‘Pacific Step Up’ e várias atividades de grande sucesso com nossos parceiros regionais”, disse a ministra.

“Agora enfrentamos um ambiente estratégico cada vez mais desafiador, que exige mais recursos da Força de Defesa Australiana (ADF) mais perto de casa.

“Como resultado, a Força de Defesa Australiana reduzirá sua presença naval no Oriente Médio para permitir que mais recursos sejam implantados em nossa região”, acrescentou.

A mudança foi sinalizada na recente Atualização Estratégica de Defesa do Governo, que declarou que a deterioração das circunstâncias estratégicas forçaria os militares a se concentrarem mais fortemente no Indo-pacífico e na região imediata da Austrália.

A China se envolveu em um grande aumento naval na última década, além de afirmar um controle crescente sobre as águas contestadas do Mar do Sul da China, construindo uma série de fortificações militares.

A relação entre os Estados Unidos e seus aliados e a China também se tornou cada vez mais hostil no pós-pandemia, aumentando drasticamente o risco de conflito na região.

A Austrália tem participado de um número crescente de exercícios navais na região com uma série de aliados e parceiros, incluindo os Estados Unidos e o Japão.

No início deste ano, navios de guerra australianos encontraram a Marinha chinesa enquanto navegavam perto de ilhas contestadas “reivindicadas” por Pequim em seu caminho para exercícios trilaterais.

No próximo mês, a Marinha australiana também voltará aos exercícios navais do Malabar com os EUA, Japão e Índia, após um hiato de mais de uma década.

Altos funcionários, militares e ministros do Governo Morrison vêm contemplando a mudança do Oriente Médio há vários anos. No ano passado, houve um debate dentro do governo federal quando o Governo Trump pediu à Austrália para se juntar a uma coalizão naval liderada pelos EUA para proteger os navios no Estreito de Ormuz, perto do Irã. No final, o Governo Morrison concordou em enviar uma aeronave de vigilância e uma fragata para se juntar à missão.

O Chefe de Operações Conjuntas da Marinha autraliana, Tenente-general Greg Bilton, disse que a mudança anunciada pelo governo foi “histórica” ​​e a ministra Reynolds declarou que a Austrália poderia estar “orgulhosa” de sua contribuição naval.

“Há mais de 30 anos apoiamos a liberdade de navegação, a segurança marítima e o livre fluxo de comércio no Oriente Médio”, disse ela.

“Em cooperação com nossos parceiros, nossos compromissos têm sido inestimáveis ​​para cessar o comércio global de drogas, apoiando a redução de linhas de financiamento para atividades de terrorismo e aumentando a capacidade das forças regionais.”

Fonte: Conexão Política

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ECONOMIA-POLÍTICA: NESTA SEGUNDA FEIRA PAULO GUEDES E RODRIGO MAIA SE ENCONTRARÃO EM UM JANTAR NA CASA DO MINISTRO DO TCU

Paulo Guedes e Rodrigo Maia vão jantar nesta segunda

PAULO GUEDES E RODRIGO MAIA VÃO JANTAR NESTA SEGUNDA - Blog de Daltro Emerenciano

Estremecidos depois de inúmeros desencontros, declarações cortantes e dificuldade de definir uma agenda comum entre Executivo e Legislativo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se encontram nesta segunda-feira para tentar desinterditar o debate.

O encontro será num jantar na casa do ministro do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas, relator, no órgão, das matérias relativas ao Ministério da Economia e interlocutor próximo de Maia, de ministros do STF e de senadores como Renan Calheiros (MDB-AL), que, surpreendentemente, também atua nos bastidores da tentativa de aproximar o ministro e o deputado.

Havia uma expectativa de que Guedes e Maia fossem se encontrar neste domingo, mas a conversa foi adiada. O ministro foi chamado no sábado para um almoço no Palácio da Alvorada. O clima foi descrito como “tranquilíssimo” por interlocutores do governo ao BRP, e o convescote serviu para distensionar o ambiente depois que o ministro da Economia terminou a semana espinafrando publicamente o colega Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro brincou que Guedes “meteu a porrada”, e procurou descontrair o ambiente. Participaram do churrasco outros ministros e amigos da família Bolsonaro.

Jantar
A conversa de Maia e Guedes vai tentar destravar a agenda legislativa da economia, sobretudo a reforma tributária. Maia disse que Guedes interditou essa proposta ao ameaçar e nunca mandar a nova CPMF para o Congresso.

Na semana que passou, eles voltaram a trocar farpas. Guedes acusou Maia de se unir à esquerda para impedir as privatizações, e o deputado chamou o ministro de desequilibrado.

Fonte: Blog do BG

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SE ENCONTRARAM NA CASA DE TOFOLLI BOLSONARO, KASSIO NUNES E ALCOLUMBRE

Kassio Nunes encontra Bolsonaro e Alcolumbre na casa de Toffoli

Por Igor Gadelha, CNN  

 Atualizado 03 de outubro de 2020 às 22:21

Bolsonaro chega sem máscara e abraça Toffoli, também sem máscara (03.out.2020)

Um dia após ser oficialmente indicado para a vaga do decano Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal, o desembargador Kassio Nunes se encontrou na noite deste sábado (3) com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o ministro Dias Toffoli.

A reunião aconteceu na casa de Toffoli, no Lago Norte, em Brasília. A interlocutores, o anfitrião e Alcolumbre afirmaram que os quatro se reuniram para assistir ao jogo do Palmeiras contra o Ceará, pela Série A do Campeonato Brasileiro. A partida começou às 19 horas deste sábado.

O encontro ocorre em meio às articulações de Nunes em busca de apoio para ter sua indicação aprovada pelo Senado. Nesta sexta-feira (2), Alcolumbre almoçou com Bolsonaro no Palácio do Planalto, quando pediu para o senador tentar acelerar a sabatina do desembargador.

Segundo interlocutores do presidente do Senado, ele pretende bater o martelo sobre a data da sabatina durante a reunião de líderes da Casa marcada para a próxima terça-feira (6). A expectativa é de que só ocorra depois de 13 de outubro, data em que Celso de Mello
se aposentará oficialmente.

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PALÁCIO SERÁ DEVOLVIDO PELA FAMÍLIA DO DITADOR FRANCO

 

Família do ditador Franco é condenada a devolver palácio

Justiça considerou que houve fraude na doação do imóvel, usado como casa de veraneio, para o ditador espanhol, em 1941

INTERNACIONAL

Da EFE

O Pazo de Meirás, em Sada, vai ser devolvido ao Estado Espanhol

A Justiça da Espanha condenou nesta quarta-feira (2) a família do falecido ditador Francisco Franco a devolver o Pazo de Meirás, palácio que fica em Sada, na região de La Coruña, na Galícia, e servia como residência de veraneio de sua família, declarando-o propriedade do Estado.

A sentença, que pode receber apelação, conclui que o imóvel foi um presente dado ao chefe de Estado espanhol como tal, e não a Franco a título pessoal.

A juíza Marta Canales decidiu que a venda do imóvel, registrada em 24 de maio de 1941, ao então ditador, foi uma “simulação”, o que “determina a nulidade do mesmo”.

Briga com a família Franco

O Pazo de Meirás foi nomeado Bem de Interesse Cultural em 2008, uma distinção que obrigou a família a mantê-lo aberto ao público pelo menos quatro dias por mês, mas as férias dos parentes de Franco dificultavam os horários de visita, o que obrigou o governo regional da Galícia, onde fica o palácio, a abrir um processo de sanção contra eles em 2017.

A estratégia legal do Escritório de Advocacia do Estado concentrou-se em provar a irregularidade da suposta compra do imóvel por Francisco Franco. Já os herdeiros alegam ter sido proprietários do imóvel “até hoje”, de “boa fé” e “com título de propriedade”, sem que tivessem sido feitos investimentos a partir do orçamento público.

Esta irregularidade estaria relacionada aos documentos de compra em 1941, considerados autênticos pela família. Entretanto, o imóvel havia sido vendido anteriormente, em 1938, pelos herdeiros da escritora galega Emilia Pardo Bazána a uma organização franquista (a Junta Pro Pazo del Caudillo) que procurava obter o edifício como residência de veraneio para o ditador. A justiça espanhola entendeu que, na transação ocorrida três anos depois, Franco não pagou nada por ele.

 

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POLICIAL: POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO NA RESIDÊNCIA DO GOVERNADOR DO PIAUÍ

PF “invade” a casa do governador petista no Piauí

Wellington Dias

A Polícia Federal está cumprindo nesta segunda-feira (27) mandado de busca e apreensão na residência do governador Wellington Dias, petista do Piauí.

É a Operação Topique.

Paralelamente, em Brasília, o gabinete da deputada federal Rejane Dias, esposa do governador, também é alvo de busca e apreensão.

O STF, desta feita, permitiu. A ministra Rosa Weber, ao contrário de Dias Toffoli no caso José Serra, autorizou que o juiz de primeira instância determinasse a coleta de documentos e informações na Câmara.

A mulher do governador assumiu por diversas vezes a Secretaria de Educação do Piauí, no período em que vigorou mais este esquema de corrupção petista.

Ao todo, estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal no Piauí.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ESPOSA DE QUEIRÓZ QUE ESTAVA FORAGIDA, JÁ ESTÁ EM CASA E UTILIZARÁ TORNOZELEIRA ELETRÔNICA

Esposa de Queiroz já está em casa, afirma advogado

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 11 de julho de 2020 às 11:53

Paulo Emílio Catta Petra, advogado de Fabrício Queiroz, afirmou na manhã desde sábado (11), que Márcia Oliveira de Aguiar, esposa de Queiroz, já está em casa.

O casal, que não tinha residência declarada, viverá agora em um apartamento no bairro da Taquara, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ambos terão que utilizar tornozeleiras eletrônicas e não poderão entrar em contato com outras pessoas.

Márcia estava foragida desde o dia 18 de junho, até que uma decisão do presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio de Noronha, lhe concedeu prisão domiciliar. A justificativa do magistrado foi que a mulher precisaria cuidar do marido, que faz tratamento contra um câncer.

“Consta dos autos exame patológico de Fabricio Queiroz em que foi recomendado acompanhamento e monitoramento oncológico próximo e constante com exame clínico, radiografia de pulmão, tomografia de abdome total e exames laboratoriais nos primeiros cinco anos após a cirurgia”, afirmou o ministro Noronha em trecho da decisão.

Márcia estava foragida quando foi decretada a prisão de Queiróz, encontrado após meses escondido em um imóvel em Atibaia (SP), de propriedade do advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef. A assessoria da defesa não soube informar como Aguiar chegou ao local nem a que horas.

A esposa de Queiroz aguarda instruções da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) para saber como será colocada a tornozeleira eletrônica. Já Queiroz deixou ontem à noite o presídio de Bangu 8, já com a tornozeleira eletrônica.

Queiroz é investigado em suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), pelo qual o parlamentar ficaria com parte dos salários dos assessores contratados pelo gabinete do então deputado estadual, em seu antigo gabinete, na Assembleia Legislativa do Rio. Flavio prestou depoimento na terça-feira a promotores do Ministério Público do Rio.

“A defesa do senador reafirma que Flávio Bolsonaro não praticou qualquer irregularidade e que confia na Justiça”, afirmam os advogados.

Fonte: CNN

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MÉDICA GERIATRA AFIRMA QUE “VAMOS TER LUTO POR FALTA DE CONSCIÊNCIA” SOBRE A GRAVIDADE DA DOENÇA

MÉDICA GERIATRA AFIRMA QUE “VAMOS TER LUTO POR FALTA DE CONSCIÊNCIA” SOBRE A GRAVIDADE DA DOENÇA
New graves fill the the Nossa Senhora Aparecida cemetery, in Manaus, Amazonas state, Brazil, Tuesday, April 21, 2020. The cemetery is carrying out burials in common graves due to the large number of deaths from COVID-19 disease, according to a cemetery official. (AP Photo/Edmar Barros)

 

Ana Claudia Quintana Arantes: “Vamos ter um luto pela falta de consciência. Muitos vão se arrepender de não ter ficado em casa”

Médica geriatra e especialista em cuidados paliativos diz que as perdas para a pandemia vão causar luto “pela falta de consciência” sobre a gravidade da doença

Fucnionários de um cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, realizam um sepultamento na terça-feira, 31.Fucnionários de um cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, realizam um sepultamento na terça-feira, 31.NELSON ALMEIDA / AFP

“Como você está lidando?”, pergunta a médica Ana Cláudia Quintana Arantes, geriatra e especialista em cuidados paliativos. Em tempos de pandemia de coronavírus, a pergunta “tudo bem?”, costumeira em um cumprimento, nunca foi tão retórica. Neste momento em que o mundo contabiliza, dia a dia, o crescente número de infectados e mortos em decorrência da doença, um terço da população mundial está em casa em quarentena e muito se fala em perdas econômicas, a médica contabiliza as perdas emocionais.

AO VIVO | Últimas notícias sobre o coronavírus no Brasil e no mundoMortes sem diagnóstico reforçam suspeitas de que estatísticas de coronavírus em São Paulo estão defasadasA urgente tarefa de cadastrar 11 milhões de pessoas para receber a ajuda de 600 reais pela crise do coronavírus

Especialista em cuidar de quem está muito próximo ao final da vida, ela já prevê que a humanidade passará por três tipos de luto. Além do luto real, das perdas objetivas, ela acrescenta o luto antecipatório —a percepção de que a morte está chegando. “Além disso, vamos ter um luto pela falta de consciência. Muitas pessoas vão se arrepender de não ter tido cuidado antes e vão pensar “eu poderia ter ficado em casa, poderia ter convencido as pessoas a ficarem em casa”, afirma. “Haverá arrependimento coletivo também”, aposta.

Desde que a pandemia se instalou, o número de mortos já passaram de 179.000 ao redor do mundo e mais de 2,5 milhões de pessoas estão doentes. No Brasil, o mortos chegam a quase 3.000 nesta quarta-feira. Há países, no entanto, que estão se mostrando mais eficazes em suas políticas de combate à doença, como a Coreia do Sul, que realiza testagem em massa na população. Por outro lado, na Itália, caminhões transportam corpos para serem enterrados depois que o número de mortos em decorrência da Covid-19 saturou todos os cemitérios da Lombardia. Na Espanha, uma pista de patinação no gelo dentro de um shopping se transformou em um imenso morgue para receber os corpos.

Necrotérios temporários, hospitais de campanha em campos de futebol, despedidas dos parentes feitas por meio de uma tela de celular, já que ninguém pode se aproximar de uma pessoa infectada. A pandemia do novo coronavírus que se alastrou por quase o mundo inteiro aponta para uma imensa cicatriz que será formada por cenas surreais e a sensação de um luto coletivo, não importa qual língua você fale ou em qual lugar do mundo você viva.

A médica entende de despedidas. É autora de dois livros sobre o tema —A morte é um dia que vale a pena viver (Sextante, 2019) e Histórias lindas de morrer (Sextante, 2020). Para ela, o momento de uma pandemia é peculiar também sob o ponto de vista da morte. “Num cenário de pandemia, não há condição de dar sentido ao processo [da morte]. As pessoas vão morrer sozinhas, ninguém vai poder pegar na mão, pois as visitas são proibidas”.

A despedida também já está sendo solitária. No Brasil, os casos confirmados de óbitos pela covid-19 devem obedecer a um protocolo que prevê a não realização de velórios, os corpos devem ser enterrados com os caixões lacrados e a uma distância dos familiares, já que um corpo ainda pode transmitir o vírus até 72 horas após o falecimento. Por isso, além das quase 3.000 pessoas que já morreram com a doença confirmada, até mesmo os casos suspeitos da doença, ou cuja morte se deu por para respiratória ou por razões não definidas, estão passando pelo mesmo processo. A despedida está sendo privada até mesmo àqueles que não confirmaram ter o vírus no corpo. Quem perde um parente que mora longe também encontra dificuldades de transporte para chegar a enterros e despedidas, sem falar de quem está no exterior, num contexto de queda drástica no número de viagens aéreas internas e externas. “A experiência da dignidade no meio disso tudo [da pandemia] está difícil de ser encontrada”, afirma Ana Claudia Quintana.

Porém, no meio de previsões ainda tão nebulosas, a médica, enfim, responde à pergunta feita no início desta entrevista. “Como estou lidando? Ajudando a fortalecer as campanhas de solidariedade”, diz. “É o único jeito.”

FONTE:  El País

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