REFLEXÃO: SE PERMITIR AO NOVO É DAR UM PRESENTE A SI MESMO, A OPORTUNIDAD DE RECOMEÇAR

Mais um texto incrível publicado por Beth Michepud em seu site Sabedoria Universal é o destaque da nossa edição, aqui na coluna REFLEXÃO. O texto de Alexandro Gruber nos ajuda a perceber que finais doem, mas recomeços curam. Portanto, lhe convido a ler esse texto extraordinário para enriquecer a sua mente, o seu dia e refletir um pouco!

Recomeços curam

 

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Certamente todos nós, em algum momento da vida, resistimos à alguma mudança. Nenhuma mudança é simples ou fácil, todas requerem uma boa dose de desprendimento e coragem. O texto de Alexandro Gruber nos ajuda a perceber que finais doem, mas recomeços curam.

“Um dia você entende que nem tudo nasceu para “ser para sempre”. Aliás, nada nasceu para ser assim. Existem coisas que são eternas, mas eternidade nunca foi sinônimo de igual. O que é sempre igual não muda, não cresce, não melhora, não evolui.

Chega um momento que algumas coisas precisam ter fim: quando um ciclo se cumpre, quando uma necessidade é atendida, quando um propósito se realizou. E isso vale para pessoas, coisas e situações. Nesse processo muitos fins vão doer. Mais pelo nosso apego a determinada imagem da situação como está, das expectativas e sonhos sobre ela, do que pela partida em si.

Perceber que a vida vai mudar (ou que está mudando) assusta. Muitas vezes machuca. Mas se ater a algo que não nos acrescenta um dia irá doer muito mais. Às vezes algumas pessoas precisam seguir seus caminhos, novas pessoas precisam assumir seus destinos em nossas vidas, situações precisam mudar conforme nossas necessidades de aprendizado, e sempre existem aquelas coisas que precisamos admitir que não nos fazem bem.A sabedoria da natureza nos ensina que a vida tem fases, estações e que ninguém deve manter um fruto que já passou do tempo para ser consumido. Finais doem, mas são saudáveis porque são as portas para o recomeço. Uma vida sem o novo perde todo o seu significado.

É preciso saber colocar pontos finais, deixar ir, concluir velhas histórias, chegar ao fim de antigos caminhos, pois é por detrás da curva de cada história finalizada que estão as novas experiências, as novas oportunidades as situações exatas que vão nos moldar para uma versão melhor. Se permitir ao novo é dar um presente a si mesmo, a oportunidade (e a aventura) de recomeçar! Finais podem doer, mas os recomeços… os recomeços curam! “Luz e Paz!

Fonte: sabedoriauniversal.wordpress.com

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CANDIDATO DO NOVO À APREFEITO DE NATAL FERNANDO PINTO, DESISTE DA CANDIDATURA

Por G1 RN

 

Fernando Pinto, do Novo, foi diagnosticado com Covid-19, segundo equipe de campanha — Foto: Reprodução/Inter TV CabugiFernando Pinto, do Novo, foi diagnosticado com Covid-19, segundo equipe de campanha

O candidato a prefeito de Natal pelo partido Novo, Fernando Pinto, anunciou que desistiu de concorrer às eleições 2020 nesta sexta-feira (16). Ele está internado, tratando uma pneumonia decorrente de uma infecção por Covid-19, e afirmou que, por isso, não teria condições de continuar a campanha.

“Por tratar-se de uma campanha muito curta, em consequência da enfermidade, não terei capacidade física para apresentar minhas propostas para melhorar a cidade de Natal”, afirmou, em nota.

Ainda na nota, o candidato agradeceu aos incentivadores de sua campanha e pediu apoio aos candidatos do partido à Câmara Municipal. Por fim, Fernando Pinto ainda declarou que continuará trabalhando para ajudar a cidade.

O candidato do Novo é o primeiro, entre os concorrentes ao Poder Executivo na capital potiguar a desistir da campanha eleitoral. Agora, o pleito conta com 13 candidatos.

 Fonte: G1 RN

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POLÍTICA: CANDIDATO DO PARTIDO NOVO DIZ QUE TRÁFICO NEM DEVERIA SER CRIME

Novo começa a mostrar a cara: Candidato do partido diz: “tráfico nem devia ser crime”

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

Fotomontagem: Marcelo Castro e André do Rap

Não demorou muito…

Gradativamente o Partido Novo vem mostrando sua verdadeira face!

O candidato a vereador na cidade de São Paulo, empresário Marcelo Castro, defendeu em suas redes sociais a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, que mandou soltar o traficante André do Rap.

Até ai, tudo bem. A argumentação usada é que é chocante, estapafúrdia.

Segundo Castro, o “tráfico nem devia ser crime”.

“O tal do “André do Rap” tava preso temporariamente há um ano.

A lei é clara: prisão preventiva por mais de 90 dias tem que ser fundamentada. Não foi. Acerta MAM (Marco Aurélio Mello).

Ademais, o cara foi preso por tráfico, não por assassinato ou latrocínio.

Tráfico nem devia ser crime”, escreveu o candidato.

Confira:

Posteriormente, Marcelo Castro afirmou que não sabia que o caso tratava “de um chefão do PCC”.

“Com esse nome, achei que era vendedor de droga de baile funk”, tentou justificar.

Confira:

A carapuça de Amoêdo e sua turma vai caindo!

O Novo não é “novo”. O Novo é um engodo.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO QUE MUDA REGRA DA CNH FOI SANCIONADO COM VETOS POR BOLSONARO

Bolsonaro sanciona com vetos novo Código de Trânsito que muda regras da CNH

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 14 de outubro de 2020 às 03:03

Motoristas enfrentam trânsito na zona sul após novas medidas de isolamento em SPTrânsito de veículos em São Paulo
Foto: CNN (04.mai.2020)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou com vetos, nesta terça-feira (13), a lei que muda o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e aumenta a validade e o limite de pontos para a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A sanção foi antecipada pelo presidente em transmissão nas redes sociais na terça-feira e, pela noite, a Secretaria-Geral da Presidência dilvugou detalhes sobre trechos vetados. Posteriormente, a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (14).

As novas regras passarão a valer após seis meses (180 dias) a partir da publicação.

 

“Até lá, se vencer os cinco anos de habilitação, você vai ter de tirar outra carteira, tá certo? Então, esse prazo existe para que todo mundo tome consciência para não cometer infrações, tá certo? Esse é o objetivo desses 180 dias”, comentou Bolsonaro ao anunciar o prazo.

O presidente destacou, ainda, que o objetivo das mudanças no CTB propostas pelo governo é o de “facilitar a vida do motorista”.

Segundo Bolsonaro, modificações como o aumento da pontuação máxima beneficiarão motoristas profissionais, como taxistas, caminhoneiros e motoristas de aplicativo. “Estamos dando uma chance maior para elemento que cometeu uma infração de trânsito continuar com a sua carteira. Tirar a carteira de habilitação dessas pessoas é tirar o ganha-pão deles”, ressaltou.

Novos prazos e mudança na pontuação

Entre as principais alterações sancionadas estão a ampliação da validade da CNH e o aumento do número de pontos para que a carteira de habilitação seja suspensa. Veja o que mudará:

Maior validade da CNH

Em relação ao tempo para renovação do documento fica definido o seguinte: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais.

Pontuação maior para perder carteira

Sobre as alterações na pontuação para suspensão de dirigir fica estipulado:  20 pontos, caso constem 2 ou mais infrações gravíssimas na pontuação; 30 pontos, caso conste 1 infração gravíssima na pontuação;  40 pontos, caso não conste nenhuma infração gravíssima na pontuação. No caso de o condutor exercer atividade remunerada utilizando-se do veículo, a penalidade será imposta quando o infrator atingir o limite de 40 pontos.

Outras regras

Além disso, a partir de agora, em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista sob efeito de álcool ou outro psicoativo a pena de reclusão não poderá ser substituída por outra mais branda, ou seja, ‘restritiva de direitos’

Ainda, o exame de aptidão física e mental passa a ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado.

Vetos

A Secretaria-Geral antecipou vetos do presidente de trechos ou artigos na íntegra. Veja os trechos retirados do projeto de lei:

Especialista em medicina de tráfego

Sob a justificativa de inconstitucionalidade e busca pelo interesse público, no artigo 147, que exames médicos para a aprovação da CNH, foi vetada a expressão “com titulação de especialista em medicina de tráfego” para o especialista que realiza exames. Segundo o governo, o termo viola o princípio constitucional do livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendidos os requisitos mínimos de qualificação profissional.

Em consequência, vetou-se também o art. 5° do PL, sobre requisitos a médicos e peritos, pela razão de “não se mostrar adequada a previsão de restringir a realização dos exames de aptidão física e mental apenas aos médicos e psicólogos peritos examinadores, com titulação de especialista em medicina do tráfego e em psicologia do trânsito”.

Circulação de motociclistas entre os demais veículos

O presidente vetou na íntegra o artigo 56-A, que permitiria “a passagem de motocicletas, motonetas e ciclomotores entre veículos de faixas adjacentes no mesmo sentido da via quando o fluxo de veículos estiver parado ou lento”. Por consequência, também foi vetado o parágrafo único do artigo 211, sobre aplicação de infrações à passagem de motocicletas, motonetas e ciclomotores.

Na justificativa, Bolsonaro afirma que “em que pese a boa intenção do legislador, o dispositivo restringe a mobilidade e gera insegurança jurídica”.

A explicação do presidente acrescenta que “atualmente, há ampla possibilidade de circulação entre os veículos e a proposta reduz a mobilidade das motocicletas, motonetas e ciclomotores, que é o diferencial desses veículos que colaboram, inclusive, na redução dos congestionamentos. Além disso, a dificuldade de definição e aferição do que seja ‘fluxo lento’ aumenta a insegurança jurídica, sendo inviável ao motociclista verificar se está atendendo eventual regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), gerando insegurança jurídica na aplicação da norma”.

Autorização especial para tráfego de veículo de transporte de carga

Foi vetado o 1º parágrafo do artigo 101, que previa que a emissão de Autorização Especial de Trânsito (AET) para todo veículo ou combinação de veículos utilizados no transporte de carga, que não se enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo Contran, seria concedida por meio de requerimento que especifique as características do veículo ou da combinação de veículos e da carga, o percurso, a data e o horário do deslocamento inicial ou o período a ser autorizado.

Segundo o presidente, “embora se reconheça o mérito da proposta, a medida poderia inviabilizar as atividades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Esse dispositivo contraria o interesse público ao promover um acréscimo de demanda desproporcional às atividades atualmente desempenhadas pelo DNIT”.

Avaliação psicológica do condutor

Bolsonaro vetou o 1º parágrafo do artigo 268, que determinava a realização de avaliação psicológica ao condutor que colocar em risco a segurança do trânsito

Segundo a Presidência, a inclusão desse inciso “contraria o interesse público por gerar insegurança jurídica, ao encerrar norma restritiva de direito aberto e que admite interpretação, diante da ausência de critérios objetivos que a sustentem. Ademais, o dispositivo trata a avaliação psicológica como uma punição, o que não se coaduna com as punições estabelecidas no CTB”.

Comunicação sobre transferência de propriedade do veículo

O presidente vetou o artigo 233-A, que previa multa aplicável ao antigo proprietário (vendedor), caso este deixasse de encaminhar ao órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal o comprovante de transferência de propriedade, no prazo de 60 dias, depois de expirado o prazo concedido ao comprador do veículo.

Na justificativa, Bolsonaro afirmou que “a medida contraria o interesse público ao instituir a dupla penalização ao vendedor, uma vez que o art. 134 da proposta de alteração do CTB já prevê a penalidade de responsabilização solidária em relação à multa imposta ao comprador, caso ele não informe quem é o novo titular do veículo”.

Novo projeto em 2021

Na transmissão em que anunciou a sanção com vetos ao projeto, Bolsonaro afirmou que o governo federal deve enviar em 2021 outro projeto para mudar a legislação de trânsito, já que o Congresso alterou o texto original enviado pelo Executivo.

“Não era aquilo que queríamos, mas houve algum avanço e com toda certeza no ano que vem a gente pode apresentar um novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa”, disse, em transmissão nas redes sociais junto com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Segundo Bolsonaro, um dos pontos que deverá constar em um novo projeto no ano que vem é o exame de saúde e aptidão por qualquer médico, o que hoje ocorre em clínicas específicas.

“Queremos que a inspeção de saúde, que não foi aceita pela Câmara agora, fosse feita por qualquer médico”, disse. Segundo o presidente, a ideia é “acabar com o monopólio das clínicas” e diminuir os custos para o cidadão.

Fonte: CNN

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NOVO MÍSSIL BALÍSTICO INTERCONTINENTAL É EXIBIDO PELA COREIA DO NORTE

 

Coreia do Norte exibe novo míssil balístico intercontinental

Durante desfile militar, um novo míssil balístico intercontinental foi apresentado pelo exército da Coreia do Norte

INTERNACIONAL

Da EFE

Kim Jong-un inspecionando guardas durante desfile militar onde novo míssil foi exibido

O Exército da Coreia do Norte exibiu neste sábado (10), durante desfile militar na capital Pyongyang, um novo MBI (míssil balístico intercontinental) com uma envergadura maior do que o Hwasong-15, o projétil de maior alcance testado pelo regime até agora.

Este novo míssil, cujo nome é desconhecido e Pyongyang ainda não testou, foi um dos novos ativos do programa de mísseis que a Coreia do Norte exibiu durante este desfile militar realizado hoje para marcar o 75º aniversário do partido único.

A Coreia do Norte não lança um MBI em caráter experimental desde novembro de 2017 – quando testou o Hwasong-15 -, coincidindo com sua virada diplomática para tentar negociar um acordo de desnuclearização com os Estados Unidos, apesar das negociações com Washington nesta área esteja estagnada há quase dois anos.

Embora o líder norte-coreano Kim Jong-un tenha evitado enviar uma mensagem dura aos EUA em seu discurso antes do desfile, a exibição de um novo projétil maior que o Hwasong-15 – que tem capacidade potencial para atingir o território americano -, por outro lado, transmite a ideia de que Pyongyang seguirá desenvolvendo mísseis cada vez mais sofisticados se não fizer as pazes com Washington. Nesse sentido, Kim disse que seu regime “continuará fortalecendo sua força militar de autodefesa e dissuasão”, mas assegurou que “nunca” a usará para atacar preventivamente.

Entre as novidades exibidas no desfile também estavam os novos TEL (lançadores eretores móveis de grande porte) que transportavam o novo míssil mencionado, bem como outro novo projétil de alcance intermediário aparentemente chamado Pukguksong-4.

Pyongyang também apresentou novos sistemas de radar antiaéreo, novos lançadores de mísseis de tração sobre esteiras e até novas blindagens para suas unidades de infantaria.

Tudo isso levanta dúvidas sobre o cumprimento das sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) como punição por seus testes de armas, que visam cortar o fornecimento de materiais e tecnologia para o programa nuclear e de mísseis do exército norte-coreano.

 

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ECONOMIA: ESTAMOS VIVENCIANDO O NOVO FANATISMO DO SÉCULO, O LOCKDOWN

Nesta edição desta sexta-feira, aqui na coluna ECONOMIA você vai conhecer a mais nova ideologia totalitária que se chama “Lockdown”. Fruto da polaridade que assolou e tomou conta do mundo a partir de 2018, o Lockdown tomou corpo a partir da pandemia do coronavírus e se tornou o novo fanatismo do século. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer com mais profundidade essa nova ideologia política.

Lockdown: a nova ideologia totalitária

Vivenciamos o novo fanatismo do século

 

Toda ideologia política tem três elementos: uma visão do inferno com um inimigo que tem de ser esmagado; uma visão de um mundo mais perfeito; e um plano de transição de um para o outro.

Os meios de transição geralmente envolvem a tomada e a subsequente utilização total da ferramenta mais poderosa da sociedade: o estado.

Por esta razão, a tendência das ideologias é serem totalitárias. Eles dependem fundamentalmente de sobrepujar as preferências e escolhas dos indivíduos e substituí-las por um sistema de crenças e comportamentos planejado por algum comitê de iluminados.

Um caso óbvio é o comunismo. O capitalismo é o inimigo. Controlar os trabalhadores e abolir a propriedade privada seria o paraíso. E os meios para se alcançar isso seriam a expropriação violenta das posses da burguesia, com o assassinato dos resistentes.

O socialismo oferece uma versão mais suave do mesmo projeto: na tradição fabiana, você alcança estes mesmos objetivos por meio do planejamento econômico gradual.

A ideologia do racismo postula algo diferente. O inferno seria a integração étnica e a mistura de raças. O paraíso seria a homogeneidade racial. E os meios de mudança são a marginalização ou o genocídio de algumas raças.

O fascismo vê o livre comércio global, o individualismo e a imigração como os inimigos, ao passo que um poderoso nacionalismo seria o paraíso. E a maneira de se fazer a transição é tendo um grande líder. Você pode observar as mesmas características em certos tipos de tradicionalismo religioso teocrático.

Cada uma dessas ideologias vem com um foco intelectual principal, algum tipo de estória projetada para chamar a atenção. Exploração. Desigualdade. Teoria racial. Identidade nacional. Salvação. E cada uma vem com sua própria linguagem para sinalizar o apego à ideologia.

Praticamente todas as ideologias acima já são bem conhecidas e já estão bem desgastadas. O mundo já tem muita experiência prática com cada uma delas. É possível simplesmente recorrer à história para observar os padrões, reconhecer seus apoiadores e refutar suas teorias.

A nova ideologia totalitária

Este ano de 2020 nos deu uma nova ideologia com tendências totalitárias. Ela possui uma visão do inferno, do céu e um meio de transição. Possui um aparato de linguagem único. Tem um foco mental. Possui sistemas de sinalização para revelar e recrutar adeptos.

Essa ideologia tornou-se mundialmente conhecida como “lockdown”. Podemos também adicionar o sufixo “ismo” à palavra: lockdownismo.

Sua visão do inferno é uma sociedade na qual os patógenos circulam livremente. Seu paraíso é uma sociedade controlada inteiramente por tecnocratas médicos, cuja principal tarefa é a supressão de todas as doenças. O foco mental são os vírus e outras pragas. A antropologia é considerar todos os seres humanos como pouco mais do que sacos recheados de patógenos mortais. As pessoas suscetíveis à ideologia são as pessoas com vários graus de misofobia — outrora considerada um problema mental, mas que agora foi elevado à condição de consciência social.

Este ano foi o primeiro teste do lockdownismo. Ele já chegou impondo os controles mais intrusivos, abrangentes e praticamente globais de seres humanos na história registrada. Mesmo em países onde o Estado de Direito e as liberdades individuais são fontes de orgulho nacional, as pessoas foram colocadas em prisão domiciliar. Suas igrejas e empresas foram fechadas. Milhões de empreendedores e trabalhadores foram humilhados pelo estado, o qual, além de proibi-los de trabalhar, ainda afirmou que suas atividades não eram essenciais para ninguém. A polícia foi estimulada a impingir todos os decretos draconianos e a prender dissidentes que oferecessem qualquer resistência.

A devastação é comparável a períodos de guerra, exceto pelo fato de que foi uma guerra imposta pelo governo ao direito das pessoas de se locomoverem e comercializarem livremente.

E o que é mais impressionante é que, depois de tudo isso, ainda não foi apresentada uma mísera evidência empírica, de qualquer lugar do mundo, de que esta política totalitária, estupefaciente e sem precedentes teve algum efeito em controlar o vírus, para não dizer em aniquilá-lo.

Ainda mais impressionante, os poucos locais que permaneceram completamente abertos (Dakota do Sul, Suécia, Tanzânia, Bielorrússia) não perderam mais do que 0,06% da sua população para o vírus, em contraste a locais como Nova York e Grã-Bretanha, que se fecharam totalmente e apresentaram as mais altas taxas per capita de mortalidade.

A mesma metodologia

Logo no início, a maioria das pessoas concordou, pensando que a mediada era de alguma forma necessária e de curto prazo. Duas semanas se estenderam para 30 dias, que se estenderam para 7 meses, e agora somos informados de que nunca haverá um momento em que não mais seremos obrigados a continuar professando essa nova fé de política pública. Trata-se explicitamente de um novo totalitarismo. E, como ocorre com todos esses regimes, há um conjunto de regras para os governantes e outro distinto para os governados.

O aparato da linguagem agora é incrivelmente familiar: achatamento da curva, desaceleração da disseminação, distanciamento social, contenção em camadas direcionadas, intervenção não-farmacêutica.

O inimigo é o vírus e qualquer pessoa que não esteja vivendo sua vida de maneira exclusivamente voltada a evitar a contaminação. Como você não pode ver o vírus, isso geralmente significa gerar uma paranóia sobre O Outro: alguém diferente de você tem o vírus. Qualquer um pode ser um super disseminador, e você pode reconhecê-los por seu comportamento desobediente e não-submisso.

Repentinamente, “especialistas” e autoridades ao redor do mundo impuseram restrições sobre quem você pode receber em sua casa, proibiram todos os eventos, aboliram as viagens, e até mesmo atiçaram desconfiança contra animais de estimação. Tudo isso levou ao efetivo desmantelamento da rotina em todas as cidades, algo que ainda está longe de se recuperar.

O novo puritanismo e o desprezo pelas consequências

A postura dos adeptos do lockdown almeja uma sociedade de volta ao estado da natureza, com uma idílica purificação da vida. Essa neurose com uma sociedade sem patógenos ajuda a explicar uma das mais estranhas características do lockdownismo: seu puritanismo.

Observe que o lockdown atacou especialmente qualquer coisa que se pareça com diversão: filmes, teatros, eventos culturais, esportes, viagens, boliche, bares, restaurantes, hotéis, academias e clubes. Ainda agora existem locais com toques de recolher para impedir as pessoas de ficarem fora de casa até tarde — sem absolutamente nenhuma justificativa médica.

Se uma atividade é divertida, ela vira um alvo.

Existe um elemento moral aqui. O pensamento é que, quanto mais as pessoas estão se divertindo, quanto mais escolhas elas fazem por conta própria, mais doenças (pecados) se espalham. Trata-se de uma versão sanitária da ideologia religiosa de Savonarola, que levou à Fogueira das Vaidades.

O lockdownismo tem todos os elementos esperados. Tem um foco maníaco em uma única preocupação — a presença de patógenos —, com a exclusão de todas as demais preocupações. A menor das preocupações é a liberdade humana. A segunda menor preocupação é a liberdade de associação. A terceira menor preocupação são os direitos de propriedade. Tudo isso deve se curvar à disciplina tecnocrática dos mitigadores de doenças.

As constituições e os limites ao governo não importam. E observe também quão pouco a terapêutica médica aparece. Não se trata de fazer as pessoas melhorarem. Trata-se apenas de controlar toda a vida.

E vale notar também que não se deu a mais mínima atenção para as consequências não-premeditadas. A destruição de milhares de pequenas empresas e empregos levou milhões à depressão (com aumento substantivo no número de overdoses e suicídios). As vidas de incontáveis milhões ao redor do mundo foram despedaçadas. Em outras palavras, o lockdown não apenas não alcança bons resultados em termos de saúde pública, como, ao contrário, ele faz o oposto.

Isso nada mais é do que puro fanatismo, uma espécie de insanidade forjada por uma visão selvagem de um mundo unidimensional em que toda a vida é organizada em torno da prevenção de doenças.

Note-se, também, a ignorância (intencional) do fato de que nossos organismos (por meio do sistema imunológico) evoluíram junto com os vírus ao longo de um milhão de anos. Não há nenhum reconhecimento dessa realidade, mesmo entre os “especialistas”.

Ao contrário, o único objetivo é tornar o “distanciamento social” o novo credo nacional.

O objetivo

Isso tem de ser dito mais claramente: o que tudo isso realmente significa é a imposição da separação humana forçada. Significa o desmantelamento de mercados, cidades, eventos esportivos presenciais e o fim do seu direito de circular livremente.

Todo o argumento se baseia em um simples erro: a crença de que mais contato humano dissemina mais doença e mortes. Em contraposição a essa insanidade, o eminente epidemiologista de Oxford Sunetra Gupta argumenta que a globalização e mais contato humano amplificaram as imunidades e tornaram a vida vastamente mais segura para todos.

Os defensores do lockdown foram surpreendentemente bem-sucedidos em convencer as pessoas de seus pontos de vista malucos. Todo o necessário é você acreditar que o único objetivo de todos na sociedade é evitar o vírus. A partir daí, todas as implicações se tornam explícitas. Antes que você perceba, você já se juntou a um novo culto totalitário.

Para concluir

Os lockdowns estão cada vez menos parecidos com um gigantesco erro e cada vez mais semelhantes a uma ideologia política fanática, um experimento político que ataca frontalmente os postulados básicos da civilização.

Já passou da hora de levarmos essa ideologia a sério e combatê-la com o mesmo fervor com o qual indivíduos livres resistiram a todas as outras ideologias maléficas que visavam a destituir a humanidade de toda a sua dignidade, e a substituir as liberdades individuais pelos terríveis sonhos de intelectuais e seus fantoches empoleirados nos governos.

Fonte: Mises Brasil

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É HORA DE UM VERDADEIRO PACTO NACIONAL PELA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO, DIZ NOVO MINISTRO MILTON RIBEIRO

Educação é ideal que deve nos unir, diz novo ministro Milton Ribeiro

Anna Satie, da CNN em São Paulo

10 de julho de 2020 às 21:57

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Educação, Milton RibeiroO presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Educação, Milton Ribeiro

novo ministro da Educação, Milton Ribeiro, fez uma publicação no Facebook na noite desta sexta-feira (10) em que diz que a qualidade da educação deve ser ideal para unir toda a sociedade.

“É hora de um verdadeiro pacto nacional pela qualidade da educação em todos os níveis. Precisamos de todos: da classe política, academia, estudantes, suas famílias e da sociedade em geral. Esse ideal deve nos unir”, escreveu.

Com uma foto ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ele anunciou sua indicação ao cargo e disse que trabalhará “incansavelmente para atender às mais altas expectativas e necessidades do nosso grande país”.

Ribeiro falou que sua atuação se dará em conjunto com estados, municípios e seus gestores, e que sabe da responsabilidade de sua missão.

Entre os desafios do novo titular estão a realização do Enem e a volta às aulas em meio à pandemia, assim como a renovação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), que vigora apenas até dezembro —sua prorrogação depende de votação no Congresso.

Pastor presbiteriano, Ribeiro é o quarto nome a passar pelo MEC em pouco mais de um ano e meio de governo Bolsonaro. Antes dele, vieram Ricardo Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli, que não chegou a ser empossado.

Fonte: CNN

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DONALD TRUMP FORMALIZOU NESTA TERÇA FEIRA O INÍCIO DO ROMPIMENTO DOS EUA COM A OMS

Em meio a novo pico de coronavírus no país, Trump oficializa saída dos EUA da OMS

Decisão foi anunciada em maio e formalizada agora, mas só se concretizará daqui a um ano. Pano de fundo é disputa geopolítica com a China

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

Trump oficializa saída de EUA da Organização Mundial da SaúdeTrump oficializa saída de EUA da Organização Mundial da Saúde EPA

Depois de culpar repetidas vezes a Organização Mundial da Saúde (OMS) pelos maus resultados causados pela pandemia de coronavírus no mundo, de suspender o repasse de verbas para a organização e de ameaçar deixar seu assento no órgão, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump formalizou o início do rompimento com a OMS nesta terça-feira, dia 7.

Em uma carta enviada a António Guterres, secretário-geral da ONU, a administração Trump informa que o país quer dar início formal ao processo de retirada da OMS, braço das Nações Unidas para a saúde.

Ao fazer o movimento, Trump notificou o Congresso, que precisará dar sua anuência nas diversas fases de desligamento entre o país e a organização multilateral. Uma resolução aprovada pelos congressistas americanos em 1948 permite a retirada dos Estados Unidos da OMS, mas determina que o procedimento deverá levar pelo menos um ano. Os americanos também terão que pagar uma série de taxas pela renúncia à posição, que só aconteceria definitivamente em julho de 2021.

Disputa com a China

Os Estados Unidos são hoje o maior financiador da OMS, responsáveis por cerca de 15% de todo o orçamento anual do órgão. Apenas em 2019, o governo americano repassou US$ 400 milhões ao órgão.

No entanto, desde março, o presidente americano passou a atacar a OMS e suas ações para combater a epidemia. Trump acusa a instituição de ter acobertado a falta de transparência dos chineses em relação ao vírus, o que teria levado ao espalhamento planetário do SARS-CoV2.

A China se tornou nos últimos anos o principal adversário dos americanos na arena internacional. Para Trump, ao atirar na OMS, ele acerta a China e, com isso, pode ganhar pontos com seu eleitorado conservador, pouco simpático aos chineses.

Além disso, a quatro meses de enfrentar as urnas para tentar se reeleger, Trump tem repetido que fez o melhor que podia para conter a epidemia no país e que, se os resultados não foram ideais, isso aconteceu por uma falha da OMS em orientar os países.

“Bater na OMS como cúmplice da China traz poucos riscos para os interesses americanos e pode ser decisivo para alguns eleitores na campanha de Trump”, explica Michael Cornfield, analista político da Universidade George Washington.

O governo americano já afirmou que propôs reformas do órgão, condição para que o país se mantivesse entre os quadros. Sem uma resposta positiva da organização, no fim de maio, Trump afirmou “nós vamos romper nossa relação com a OMS e direcionar os fundos” para organizações de caridade sanitária internacional.

Futuro incerto

O descontentamento do governo Trump com organismos multilaterais não é uma novidade e tem crescido conforme aumenta o peso e a presença da China nesses fóruns. Para alguns analistas, no entanto, ao se retirar da discussão no escopo da OMS, os americanos deixam o caminho livre para que a China ocupe esse vazio de poder.

China e Estados Unidos se engajaram em uma disputa para, em meio a epidemia, determinar quem espalha mais recursos e ajuda globalmente, em uma diplomacia de luvas e máscaras que tenta garantir áreas de influência.

O líder democrata da Comissão de Relações Internacionais, senador Robert Menendez, não poupou críticas diante do anúncio de retirada dos Estados Unidos da OMS em meio ao novo pico de casos de coronavírus pelo país nas últimas duas semanas. Até agora, os americanos já perderam mais de 130 mil pessoas para a doença e se tornaram a nação com maior número absoluto de vítimas fatais e casos.

“O Congresso recebeu a notificação de que o presidente oficialmente retirou os Estados Unidos da OMS, em meio a uma pandemia. Chamar a resposta de Trump ao coronavírus de caótica e incoerente seria pouco. Isso não vai proteger nem as vidas nem os interesses americanos, vai apenas deixar os americanos doentes e sozinhos”.

Embora tenha sido formalmente iniciada, a saída dos Estados Unidos da OMS não necessariamente vai se concretizar. Caso o democrata Joe Biden vença as eleições presidenciais em novembro e assuma o controle do país no ano que vem, o processo deve ser revertido. Biden já afirmou ao longo da campanha que pretende fortalecer a presença americana em organismos multilaterais como a OMS.

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