REFLEXÃO: QUANTOS PROBLEMAS VOCÊ TEM?

Nesta terça-feira, aqui na coluna REFLEXÃO, trago mais uma mini-palestra da yoga Camila Zen. Desta vez ela relata um conto que nos ensina a enxergar os nossos problemas de outra maneira. Afinal de contas, dá pra resolver todos os problemas da nossa vida? Vamos assistir ao vídeo e refletir sobre isso!

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AUTOCONHECIMENTO: MEDITAÇÃO, AMIGA DE UM SONO RESTAURADOR. SAIBA COMO!

Já mencionei aqui varias vezes e em meus livros que o caminho do autoconhecimento começa pela meditação. Essa importante e milenar prática para relaxamento é o destaque desta coluna neste sábado. Existem muitas formas, técnicas e objetivos diferentes para meditar. O texto a seguir foca na meditação para dormir. Então, relaxe, leia o texto com calma e atenção e aprenda como melhorar a qualidade do seu sono para ter um dia seguinte maravilhoso!

Meditação para dormir — Aprenda a fazê-la!

123RF – Direitos autorais: Michelangeloop

Aorigem da palavra “meditar” do latim “meditare” significa “voltar ao seu centro”. Nada mais claro do que o próprio significado da palavra para explicar esta prática que tem se tornado cada vez mais conhecida atualmente.

A meditação propõe o relaxamento corporal e a diminuição da respiração, que consequentemente acalmam e tranquilizam o corpo físico e energético. O essencial para meditar é ter um foco interno, com a observação do próprio corpo, ou externo, escutando algum som, por exemplo.

Você pode meditar com uma pessoa guiando os passos que deve seguir ou aprender o que se identifica melhor e praticá-la sozinho. É equivocado dizer que durante a meditação a mente não pensa em “nada”, o ideal na verdade é observar os pensamentos passando sem entrar neles ou ter emoções relacionadas.

Meditação: amiga de um sono restaurador

Imagem de um monge sentado em um gramado fazendo meditação.

Foto por Truthseeker08 no Pixabay

Por ter um efeito tranquilizador para o corpo, fazer meditação antes de dormir pode melhorar a qualidade do seu sono! É comum que com a rotina agitada cada vez mais pessoas tenham dificuldade para dormir, e muitas mesmo que durmam rapidamente acordam cansadas no dia seguinte, o que pode ser um sinal de que o sono não foi suficiente para descansar o tanto que precisava.

Criar o hábito de meditar antes de dormir pode interromper padrões negativos que dificultam o seu sono, como levantar várias vezes para ir ao banheiro, ficar pensando em preocupações ao deitar ou em tarefas que precisa fazer no dia seguinte. Isso porque você irá reorganizar seus pensamentos, substituindo o que atrapalha seu sono pelo estado de relaxamento.

Os benefícios no seu corpo de meditar antes de dormir são inúmeros, dentre eles estão:

Redução do estresse.
Controle do apetite.
Melhora o metabolismo.
Fortalece o sistema imunológico.
Aprimora a concentração, raciocínio, memória e foco.
Melhora a disposição e humor.

Atrás de um bom dia, tem uma noite bem dormida!

Imagem de três monges em uma linda floresta, eles estão sentados sobre um tronco fazendo meditação.

Foto por Truthseeker08 no Pixabay

Seja o seu dia de descanso, passeio, ou até mesmo de trabalho quando o seu foco é o máximo de produtividade, com certeza uma boa noite de sono está por trás de um dia em que seus objetivos são alcançados.

Dormir bem em paralelo à prática de atividades físicas e alimentação balanceada, pode ser sinônimo de mais tempo de vida, já que seu corpo estará com os sistemas equilibrados e funcionando bem.

Além disso, o deixa mais concentrado e atento, já que durante o sono o cérebro processa informações que recebeu ao longo do dia. Com esse foco, ficará mais fácil estudar, realizar tarefas do trabalho, e tudo que exija concentração e raciocínio.

Dicas para meditar antes de dormir

Imagem de um monge sentado no chão em posição de meditação.

Foto por Sasin Tipchai no Pixabay

Quando tiver realizado tudo o que precisa antes de dormir, com o quarto preparado para descansar, incluindo luzes apagadas, sente-se confortavelmente na cama, com a coluna ereta. Se quiser coloque uma música longa, ou uma playlist de músicas calmas do seu gosto.

De olhos fechados, pense sobre o seu dia, agradeça pelas coisas boas que aconteceram e aprendizados, depois, comece a pensar que esse é o momento de descansar e se desligar das atividades realizadas no dia.

Comece a respirar profundamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Depois de manter a respiração lenta e profunda, comece a relaxar cada parte do seu corpo, desde os dedos dos pés, até a cabeça, como se cada parte começasse a relaxar. Perceba onde há mais tensões e toque massageando, se quiser.

Mantenha a respiração e relaxamento por pelo menos 5 minutos, aos decorrer dos dias aumente o tempo da prática para no mínimo 20 minutos. Fique tranquilo se parecer difícil no começo, os pensamentos podem insistir que você desfoque o relaxamento de início, mas aos poucos conseguirá focar a própria meditação.

Meditações guiadas

Imagem de três monges praticando a meditação.

Foto por Honey Kochphon Onshawee no Pixabay

Caso você seja iniciante na arte de meditar, poderá gostar de meditações guiadas, que são áudios facilmente encontrados pela internet, em que uma pessoa dita as instruções ao longo da meditação. Você precisa apenas fechar os olhos, sentar em uma posição confortável, e aproveitar deste momento.

Como meditações podem ter objetivos diversos, o ideal é que você busque por uma para dormir. Nas narrações você será orientado a controlar sua respiração, e até mesmo a imaginar cenários ou pontos de energia. Certamente trarão efeitos de tranquilidade e paz para uma boa noite de sono.

Crie o hábito de meditar

Se você tem uma vida corrida, pode parecer muito complicado colocar um novo hábito em meio a tudo isso, mas acredite, ela compensará seus esforços iniciais! Caso sofra de insônia, levará muito menos tempo para fazer a meditação e começar a sentir os efeitos dela, do que seguir se virando na cama esperando o sono chegar.

Além disso, você começará a sentir os benefícios da meditação e de uma boa noite de sono, e aos poucos sua vida irá se transformar para melhor! Aproveite desse poder de encontrar consigo mesmo todas as noites e relaxar corpo e mente. Bons sonhos!

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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REFLEXÃO: AS CONTRIBUIÇÕES DA CIÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NA EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA

Durante muito tempo nas eras moderna e contemporânea a ciência caminhou batendo de frente com a espiritualidade, desde que o biólogo Charles Darwin formulou a sua teoria da evolução há 146 anos. De lá até aqui os materialistas tentaram de todas as formas provar a inexistência de Deus. De tanto tentar os ateus passaram a estudar e a conhecer a bíblia com mais profundidade do que os próprios teístas. Mas não conseguiu provar nada. De algum tempo para cá uma corrente da ciência passou também a estudar as filosofias e religiões orientais milenares que não estão presas a dogmas e crenças limitantes. Desde então e com o advento da Física Quântica a ciência passou a se aproximar e se alinhar com a espiritualidade. O texto a seguir exalta e analisa essa contribuição mutua entre a ciência e a espiritualidade.

Física Quântica e Espiritualidade — Equilibrio Entre a Fé e a Ciência.

Contribuições da ciência à espiritualidade

“Técnicas de meditação para a saúde mental estão no ápice.
Estudos científicos que demonstram as ligações entre os diferentes
estados de consciência e seus efeitos sobre a atividade cerebral e
sobre o corpo em geral estão se tornando cada vez mais comuns”.

Nilda Venegas Bernal*

A atual abordagem da ciência às verdades expressas pelas grandes tradições espirituais é uma expressão do crucial movimento para o despertar coletivo da consciência humana. Até muito recentemente, o pensamento geral sobre isso era dominado por uma racionalidade centrada no corpo físico, que representava a ciência convencional. Como os instrumentos e as técnicas desenvolvidos para pesquisa científica foram além dos limites conhecidos, produziu-se uma rejeição do que estava previamente estabelecido – o paradigma dominante; e abriu-se um novo estágio com possibilidades que transcendem o físico ou o tangível.
O mundo e seus campos sutis podem ser experimentados e investigados para serem entendidos.
O pesquisador pode reconhecer seu envolvimento e participação no processo de investigação e observação. Isso nos faz lembrar as explicações de Krishnamurti a respeito do observador e do observado.
Podemos citar pontos determinantes nos campos da física quântica, da relatividade, da biologia, da psicologia, etc., que harmonizam os princípios descritos nas grandes tradições espirituais do Oriente, como o Budismo, o Hinduísmo, o Taoísmo e assim por diante, e descobrir que eles estão essencialmente expressos na Teosofia. Líderes nesses campos
descobrem com alegria a grande ressonância das novas postulações da ciência com as verdades eternas.

O Mahachohan, em sua carta de 1881, disse: “A doutrina que promulgamos ser a única verdadeira deve, apoiada por evidências como nos estamos preparando para dar, tornar-se por fim triunfante como toda outra verdade. Contudo é absolutamente necessário inculcá-la gradualmente, reforçando suas teorias, fatos incontestáveis para aqueles que sabem, com inferências diretas deduzidas e corroboradas pela evidência fornecida pela moderna ciência exata.”
Essas palavras falam de nosso presente, no qual cada um de nós, do próprio local onde estamos, podemos participar da oportunidade de colaborar com a expressão e a realização dessas verdades transcendentais, num momento em que
ciência e espiritualidade começam a falar uma linguagem semelhante. Atualmente, técnicas de meditação para a saúde mental, mais conhecidas como ciências contemplativas, estão no ápice. Nesse campo está sendo concluída uma
abordagem científica contemporânea às práticas e aos valores espirituais, isto é, uma tendência para a integração do conhecimento do ser humano e a respeito do ser humano, que pode permitir uma visão mais completa. Estudos científicos que demonstram as ligações entre os diferentes estados de consciência e seus efeitos sobre a atividade cerebral e sobre o corpo em geral estão se tornando cada vez mais comuns.
A crescente colaboração e integração dos ensinamentos do Budismo, das neurociências e das ciências da mente mudou o aparecimento de novas técnicas e modelos padronizados para cultivar saúde mental e bem-estar. A neurobiologia
interpessoal é baseada na integração do conhecimento precedente de várias disciplinas.
A integração poderia ser considerada como um mecanismo comum subjacente a várias maneiras de chegar ao bem-estar. O modo como prestamos atenção ao momento presente pode melhorar diretamente o funcionamento do corpo, da mente, da saúde mental e das relações interpessoais. Essa forma de atenção desenvolve os circuitos cerebrais de tal maneira que nos permite estabelecer um relacionamento responsivo e harmonioso com a nossa própria mente.
Jon Kabat-Zinn, professor emérito da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts, acredita que “uma definição de plena atenção (mindfulness) é prestar atenção de um modo particular: com propósito, no momento presente, sem julgamento”. No campo da psicologia, que, como disse Jung, é a essência da alma, atualmente as práticas de plena atenção podem ser estudadas e investigadas. A psicologia profunda tem feito isso há algum tempo, para atender ao nosso eu interno. Em Psychology and Alchemy, Jung afirma:
“Sua visão só se tornará clara quando você examinar seu próprio coração. Quem olha para fora sonha; quem olha para dentro desperta.”
Somos lembrados da citação feita
pelo Mestre K. H., que diz: “Os sofrimentos morais e espirituais do mundo são mais importantes e precisam de auxílio e cura mais do que qualquer ciência precisa de nossa ajuda em qualquer campo de descoberta.”
O indivíduo que apresenta algum tipo de problema ou sofrimento, seja físico ou mental, como todos nós em nossa vida, pela natureza comum da existência, consegue ter contato durante a terapia com uma maneira transformadora e autêntica de focar os problemas. É possível mostrar como “o senso de atenção ao que é” só pode ser descoberto através da nossa própria experiência.
Esse tratamento deliberado, sem esforço, livremente, sem julgamento e não reativo, permite a aceitação daquilo que é doloroso.
Nesse processo que permite ao participante ver como e o que cada um sente e pensa, ele está desapegado dos pensamentos que são a base de seu sofrimento.
Até o ponto em que a função cognitiva que controla os processos psicológicos habituais pode ser observada, e assim progressivamente enfraquecida, estamos penetrando um estado de metacognição no qual os indivíduos alcançam liberdade interior e são capazes de aumentar sua capacidade para compreender que não são simplesmente pensamentos ou emoções. Existe uma observação que nos permite estar livres no momento do aqui e agora – e esse é o único momento. Os apegos e impedimentos que são a causa profunda do sofrimento são superados. A prática natural dessa forma de atenção resulta num estado de bem-estar psicológico, paz, serenidade e felicidade, que pode se refletir na vida das pessoas na forma de maior doação, equanimidade, senso de beleza e compaixão.
O modo como centramos nossa atenção contribui para moldar a mente. Quando desenvolvemos um modo concreto de atender as exigências do aqui e agora, vemos a verdadeira natureza da mente; estamos diante de uma forma especial
de atenção, a plena atenção.
No Oriente, coração e mente são definidos pela mesma palavra. A plena atenção inclui uma combinação afetiva e compassiva de estar presente com um generoso e amigável interesse. A senda do sofrimento, cuja natureza e transcendência Buda nos mostrou, está manifestada na prática da medicina de corpo e mente.
Estar saudável é aceitar, compreender, integrar e transcender. A qualidade do amor e sua gentileza implícita permitem a transformação do ser humano.
Em psicologia analítica, a totalidade da pessoa é considerada uma meta rumo à qual o desenvolvimento
psicológico no processo terapêutico nos move. O terapeuta ou analista consegue acompanhar o indivíduo nesses estágios relacionados à estrutura do eu, quando os conteúdos psicológicos são abertos para integrar os aspectos previamente desconhecidos, amplificando-os como uma parte individual da totalidade.
A abertura da porta do inconsciente permite uma integração progressiva que leva o indivíduo à transcendência da dualidade da mente. O processo de individuação que Jung expressa continua tomando forma e o indivíduo reconhece
sua unidade interna, ou totalidade; essa unidade conecta e une o indivíduo a outros seres humanos, e ele percebe que nunca esteve separado, mas sempre profundamente unido e conectado a eles.
Jung afirma, em Psychology and Alchemy, que “não fosse um fato da experiência que os valores supremos residem na alma, a psicologia não me interessaria em absoluto, pois a alma seria então nada mais que uma fumaça miserável”. Em The Structure and Dynamics of the Psyche, ele nos inspira: “A vida sempre tem de ser tratada como algo novo.” Krishnamurti disse que “para descobrir algo novo, deve-se começar consigo mesmo, partir numa viagem completamente desnudo, principalmente de conhecimento”.
E assim perguntamos a nós mesmos: qual é a qualidade da menteque nos permite sempre viver o que é novo? Podemos nomeá-la?

* Nilda Venegas Bernal é psiquiatra, palestrante e teósofa.

Fonte: Revista Sophia edição 84

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UMA CURTA HISTÓRIA BUDISTA SOBRE O MEDO

Nesta quinta-feira você vai assistir na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL uma curta história budista sobre o medo que termina com 4 palavras que resumem a filosofia sofista, budista e estoica: ENTREGO, CONFIO, ACEITO e AGRADEÇO. Essas quatro palavras são os pilares de uma forte oração que faço todos os dias, que diz assim:

ENTREGO, a minha situação atual a vontade de Consciência Divina do meu Eu Superior que me guia, incondicionalmente.

CONFIO no poder e na sabedoria dessa consciência maior e me permito ser guiado e inspirado por ela através do meu coração.

ACEITO o resultado seja ele qual for, pois sei que ele é melhor para o meu momento e para a minha evolução.

AGRADEÇO pela energia recebida, mesmo que eu não possa compreendê-la nesse momento. Agradeço também pelo melhor resultado, pois sei que já está a caminho, e o melhor se manifestará em breve na minha vida. Um novo ciclo em minha evolução.

Em tempos de coronavírus não sucumba ao medo. Assim vírus agradece. Acredite no poder da consciência maior e dessa oração. Lutando bravamente venceremos a pandemia e sairemos mais fortes!

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AUTOCONHECIMENTO: SAIBA COMO LHE DAR COM A INVEJA, COM MONJA COEN

O destaque desta quarta-feira na coluna AUTOCONHECIMENTO você vai aprender com a Monja Coen como lhe dar com sentimentos inadequados como a inveja no seu dia a dia. Assista mais essa brilhante palestra dessa sábia monja e Seja uma Pessoa Melhor!

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AUTOCONHECIMENTO: BUDISMO, A FILOSOFIA EM BUSCA DA PAZ INTERIOR

Na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira trago um resumo animado sobre BUDISMO, A Filosofia em Busca da Paz Interior. Assistindo esse vídeo você vai conhecer a filosofia do Budismo e entender que, na verdade o budismo não é uma religião e sim uma filosofia de vida que busca a expansão da consciência.

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AUTOCONHECIMENTO: A LEI DA ATRAÇÃO NO BUDISMO

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira temos mais uma mini-palestra da Monja Coen que responde a uma pergunta de uma ouvinte do seu programa: Sobre a lei da atração: o que eu penso, sinto e desejo se materializa, como ensina a mecânica quântica de Amit Goswami e Greg Braden?

A Monja responde o que é a Lei da Atração sob a ótica do Budismo. Vale a pena conferir!

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