AUTOCONHECIMENTO: RESPEITE AS LEIS UNIVERSAIS E TENHA O UNIVERSO A SEU FAVOR

Respeitar as Leis Universais é o primeiro passo consciencial que todo e qualquer ser humano precisa dar para parar de patinar no seu caminhar evolutivo. Quando tomamos consciência que ir contra os princípios das Leis Universais é pura perda de tempo e que o contrário faz o universo conspirar a nosso favor começamos a evoluir a passos largos e na direção da vida plena. Lendo o texto a seguir você vai entender melhor como funciona esse mecanismo universal.  

As Leis Universais

Mensagem de 11 de Outubro de 2021  

As Leis Universais trabalham de fato com os princípios criativos naturais, onde tudo existe e flui em coerência harmônica, como UM. Todas as formas partem e são partículas da Fonte Divina Única, portanto, a Divindade existe em Tudo. Não há necessidade de forçar nada. Tudo flui, tudo é criado e se recria numa bela sincronicidade, equilíbrio e harmonia. Amor.

Lembrem-se disto.

Quando tudo flui em harmonia, há paz. Paz interna. Equilíbrio. A sua própria alma sempre irá lhe avisar, através de seus próprios poderes intuitivos e seus próprios sentimentos, quando algo não for certo para você e quando algo estiver fora da Lei Universal e portanto, não é para o seu bem maior.

Escute-a.

Não permita a ninguém substituir o seu próprio saber intuitivo, não importa quem eles sejam. Se você SENTE que algo é errado, isso não serve para você. O instinto de rebanho é o da ovelha que segue cegamente.

Aqueles que estão conscientes e despertos e em sintonia com as Leis Divinas e com a Divindade dentro de si mesmos e com o seu saber intuitivo e orientação, possuem a habilidade de se libertar e permanecer na totalidade de sua própria Luz e assim, caminharem sozinhos se for necessário e serem verdadeiros para consigo mesmos.

De fato, eles nunca estão sozinhos, pois a Unidade interna, União, Paz e Harmonia do Divino e do Todo Universal vive dentro deles. A sua alma é uma Fagulha Divina e portanto, você é parte e partícula da Fonte Divina que o criou.

O maior presente que você pode dar a si mesmo, é a liberdade total de ser UM.

Um com Tudo o Que É.

Divindade.
Integridade.
Equilíbrio interno, amor e paz.
Viver a sua verdade.
Saber quem você é em verdade.
Saber o que você é em verdade.
Saber como servir em verdade.

EU SOU O QUE SOU

Judith Kusel — Fonte: https://www.judithkusel.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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DICA DE LIVRO: AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO DE DEEPAK CHOPRA

A nossa DICA DE LIVRO desta quarta-feira é um dos maiores sucessos de venda do renomado autor Deepak Chopra. Em As sete leis espirituais do sucesso, o autor rompe com a ideia mais tradicional de sucesso. Transformador, o novo conceito transcende as barreiras daquilo que se restringe simplesmente à realização material, elevando sua definição a um nível muito mais pleno, estreitamente ligada à compreensão das necessidades da alma humana e daquilo que é capaz de realizá-la. É exatamente por isso que este livro faz tanto sucesso no mundo todo, já que se manteve entre os mais vendidos nos Estados Unidos por mais de 60 semanas seguidas. Em sua primeira edição, em 1994, Deepak Chopra abordou um tema que se mostra cada vez mais relevante: a realização pessoal. Identificou de forma prática e acessível os sete princípios que contribuem para que as pessoas abandonem a concepção equivocada de sucesso e o atinjam em sua plenitude. Segundo o autor, ninguém jamais se sentirá completamente realizado enquanto submeter a sua felicidade às conquistas materiais. As sete leis espirituais do sucesso apresenta uma visão mais clara e abrangente dos resultados positivos alcançados quando sugere que devemos nos manter atentos às leis simples e poderosas que regem a harmonia do universo. A partir da compreensão dessas leis, percebemos que o sucesso, em seu sentido mais amplo, não é resultado de ações previamente calculadas, trabalho árduo e ambição, mas a tradução da serenidade e do bem-estar, de profundos sentimentos de alegria e realização pessoal. A sintonia com esses princípios nos permite alcançar o que verdadeiramente desejamos – nos transformar em pessoas melhores e, definitivamente, bem-sucedidas. Lendo esse livro sensacional você vai transformar a sua vida!

Fonte: Acervo particular

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SECRETÁRIO GERAL DA ONU COBRA QUE OS TALIBÃS GARANTAM AS LEIS INTERNACIONAIS E O DIREITO À LIBERDADE

Secretário geral da ONU alerta sobre direitos das mulheres afegãs

Antonio Guterres cobrou que os talibãs e os demais envolvidos no conflito garantam as leis internacionais e o direito à liberdade

INTERNACIONAL 

por Agência EFE

Secretário geral da ONU, Antonio Guterres

MAXIM SHEMETOV/REUTERS – 12.5.2021

O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, lançou um alerta neste domingo (15) sobre os direitos das mulheres e das crianças no Afeganistão, em meio a tensão provocada com a tomada de parte do território pelos talibãs.

“O secretário geral está acompanhando com profunda preocupação a volátil situação no Afeganistão”, indica comunicado emitido hoje pela ONU à imprensa.

“O conflito está forçando centenas de milhares de pessoas a deixar suas casas. Segue havendo informação de abusos e violações de direitos humanos sérios nas comunidades afetadas pelos confrontos”, completa Guterres.

A nota aponta que o diplomata português está “especialmente preocupado” pelo futuro de mulheres e crianças afegãs, cujos “direitos obtidos com esforço, devem ser mantidos”.

Além disso, o secretário geral da ONU cobrou que os talibãs e os demais envolvidos no conflito garantam o cumprimento das leis internacionais e o direito à liberdade de todas as pessoas.

Guterres ainda exigiu que as agências de ajuda humanitária tenham “acesso sem restrições” aos necessitados.

Mais cedo, o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, fugiu do país, o que resultou na tomada de Cabul pelos talibãs e acelerou a retirada das delegações diplomáticas estrangeiras que já estava em curso

Fonte: R7

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NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO QUE MUDA REGRA DA CNH FOI SANCIONADO COM VETOS POR BOLSONARO

Bolsonaro sanciona com vetos novo Código de Trânsito que muda regras da CNH

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 14 de outubro de 2020 às 03:03

Motoristas enfrentam trânsito na zona sul após novas medidas de isolamento em SPTrânsito de veículos em São Paulo
Foto: CNN (04.mai.2020)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou com vetos, nesta terça-feira (13), a lei que muda o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e aumenta a validade e o limite de pontos para a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A sanção foi antecipada pelo presidente em transmissão nas redes sociais na terça-feira e, pela noite, a Secretaria-Geral da Presidência dilvugou detalhes sobre trechos vetados. Posteriormente, a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (14).

As novas regras passarão a valer após seis meses (180 dias) a partir da publicação.

 

“Até lá, se vencer os cinco anos de habilitação, você vai ter de tirar outra carteira, tá certo? Então, esse prazo existe para que todo mundo tome consciência para não cometer infrações, tá certo? Esse é o objetivo desses 180 dias”, comentou Bolsonaro ao anunciar o prazo.

O presidente destacou, ainda, que o objetivo das mudanças no CTB propostas pelo governo é o de “facilitar a vida do motorista”.

Segundo Bolsonaro, modificações como o aumento da pontuação máxima beneficiarão motoristas profissionais, como taxistas, caminhoneiros e motoristas de aplicativo. “Estamos dando uma chance maior para elemento que cometeu uma infração de trânsito continuar com a sua carteira. Tirar a carteira de habilitação dessas pessoas é tirar o ganha-pão deles”, ressaltou.

Novos prazos e mudança na pontuação

Entre as principais alterações sancionadas estão a ampliação da validade da CNH e o aumento do número de pontos para que a carteira de habilitação seja suspensa. Veja o que mudará:

Maior validade da CNH

Em relação ao tempo para renovação do documento fica definido o seguinte: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais.

Pontuação maior para perder carteira

Sobre as alterações na pontuação para suspensão de dirigir fica estipulado:  20 pontos, caso constem 2 ou mais infrações gravíssimas na pontuação; 30 pontos, caso conste 1 infração gravíssima na pontuação;  40 pontos, caso não conste nenhuma infração gravíssima na pontuação. No caso de o condutor exercer atividade remunerada utilizando-se do veículo, a penalidade será imposta quando o infrator atingir o limite de 40 pontos.

Outras regras

Além disso, a partir de agora, em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista sob efeito de álcool ou outro psicoativo a pena de reclusão não poderá ser substituída por outra mais branda, ou seja, ‘restritiva de direitos’

Ainda, o exame de aptidão física e mental passa a ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado.

Vetos

A Secretaria-Geral antecipou vetos do presidente de trechos ou artigos na íntegra. Veja os trechos retirados do projeto de lei:

Especialista em medicina de tráfego

Sob a justificativa de inconstitucionalidade e busca pelo interesse público, no artigo 147, que exames médicos para a aprovação da CNH, foi vetada a expressão “com titulação de especialista em medicina de tráfego” para o especialista que realiza exames. Segundo o governo, o termo viola o princípio constitucional do livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendidos os requisitos mínimos de qualificação profissional.

Em consequência, vetou-se também o art. 5° do PL, sobre requisitos a médicos e peritos, pela razão de “não se mostrar adequada a previsão de restringir a realização dos exames de aptidão física e mental apenas aos médicos e psicólogos peritos examinadores, com titulação de especialista em medicina do tráfego e em psicologia do trânsito”.

Circulação de motociclistas entre os demais veículos

O presidente vetou na íntegra o artigo 56-A, que permitiria “a passagem de motocicletas, motonetas e ciclomotores entre veículos de faixas adjacentes no mesmo sentido da via quando o fluxo de veículos estiver parado ou lento”. Por consequência, também foi vetado o parágrafo único do artigo 211, sobre aplicação de infrações à passagem de motocicletas, motonetas e ciclomotores.

Na justificativa, Bolsonaro afirma que “em que pese a boa intenção do legislador, o dispositivo restringe a mobilidade e gera insegurança jurídica”.

A explicação do presidente acrescenta que “atualmente, há ampla possibilidade de circulação entre os veículos e a proposta reduz a mobilidade das motocicletas, motonetas e ciclomotores, que é o diferencial desses veículos que colaboram, inclusive, na redução dos congestionamentos. Além disso, a dificuldade de definição e aferição do que seja ‘fluxo lento’ aumenta a insegurança jurídica, sendo inviável ao motociclista verificar se está atendendo eventual regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), gerando insegurança jurídica na aplicação da norma”.

Autorização especial para tráfego de veículo de transporte de carga

Foi vetado o 1º parágrafo do artigo 101, que previa que a emissão de Autorização Especial de Trânsito (AET) para todo veículo ou combinação de veículos utilizados no transporte de carga, que não se enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo Contran, seria concedida por meio de requerimento que especifique as características do veículo ou da combinação de veículos e da carga, o percurso, a data e o horário do deslocamento inicial ou o período a ser autorizado.

Segundo o presidente, “embora se reconheça o mérito da proposta, a medida poderia inviabilizar as atividades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Esse dispositivo contraria o interesse público ao promover um acréscimo de demanda desproporcional às atividades atualmente desempenhadas pelo DNIT”.

Avaliação psicológica do condutor

Bolsonaro vetou o 1º parágrafo do artigo 268, que determinava a realização de avaliação psicológica ao condutor que colocar em risco a segurança do trânsito

Segundo a Presidência, a inclusão desse inciso “contraria o interesse público por gerar insegurança jurídica, ao encerrar norma restritiva de direito aberto e que admite interpretação, diante da ausência de critérios objetivos que a sustentem. Ademais, o dispositivo trata a avaliação psicológica como uma punição, o que não se coaduna com as punições estabelecidas no CTB”.

Comunicação sobre transferência de propriedade do veículo

O presidente vetou o artigo 233-A, que previa multa aplicável ao antigo proprietário (vendedor), caso este deixasse de encaminhar ao órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal o comprovante de transferência de propriedade, no prazo de 60 dias, depois de expirado o prazo concedido ao comprador do veículo.

Na justificativa, Bolsonaro afirmou que “a medida contraria o interesse público ao instituir a dupla penalização ao vendedor, uma vez que o art. 134 da proposta de alteração do CTB já prevê a penalidade de responsabilização solidária em relação à multa imposta ao comprador, caso ele não informe quem é o novo titular do veículo”.

Novo projeto em 2021

Na transmissão em que anunciou a sanção com vetos ao projeto, Bolsonaro afirmou que o governo federal deve enviar em 2021 outro projeto para mudar a legislação de trânsito, já que o Congresso alterou o texto original enviado pelo Executivo.

“Não era aquilo que queríamos, mas houve algum avanço e com toda certeza no ano que vem a gente pode apresentar um novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa”, disse, em transmissão nas redes sociais junto com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Segundo Bolsonaro, um dos pontos que deverá constar em um novo projeto no ano que vem é o exame de saúde e aptidão por qualquer médico, o que hoje ocorre em clínicas específicas.

“Queremos que a inspeção de saúde, que não foi aceita pela Câmara agora, fosse feita por qualquer médico”, disse. Segundo o presidente, a ideia é “acabar com o monopólio das clínicas” e diminuir os custos para o cidadão.

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: MP FACILITOU VENDA DE 24 MILHÕES EM BENS DE CRIMINOSOS

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quinta-feira o competente comentarista Alexandre Garcia analisa a as consequências da MP que facilitou a venda dos bens de criminosos e também fala sobre o mutirão que está sendo feito no congresso nacional, sob pressão popular, para aprovar com urgência PEC que tramita no senado e projeto de lei que tramita na Câmara pela prisão em 2ª instância. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Fonte:

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ECONOMIA: AS 10 LEIS FUNDAMENTAIS DA ECONOMIA

Na coluna ECONOMIA deste domingo reproduzo aqui mais um artigo extraordinário sobre “As dez leis fundamentais da economia”, cujas sociedades que atualmente as respeitam e não tentam revogá-las enriquecem. Leia o artigo a seguir, de autoria do economista Antony Mueller e saiba quais são essas leis!

As dez leis fundamentais da economia

Sociedades que as respeitam e não tentam revogá-las enriquecem

Em meio a tantas falácias econômicas sendo repetidas de maneira aparentemente incessante pela mídia e pelos comentaristas, a função do economista intelectualmente honesto é desfazer essa cortina de fumaça para o público e reafirmar algumas das mais básicas leis da economia.

Este Instituto já apresentou uma lista extremamente sucinta das dez leis fundamentais da economia. Vários leitores pediram para que ela fosse aprofundada. Eis, portanto, as dez leis fundamentais da economia que sempre devem ser repetidas para jamais serem esquecidas.

1. Para consumir é necessário antes produzir

A produção necessariamente vem antes do consumo. Para consumir algo, esse algo deve antes existir. É impossível consumir algo que ainda não foi criado.

Embora essa seja uma constatação lógica e óbvia, ela é recorrentemente ignorada. A ideia de que o governo deve estimular o consumo da população para que isso então impulsione a produção e toda a economia é predominante na mídia e nos meios acadêmicos. Trata-se de uma perfeita inversão de causa e consequência.

Bens de consumo não simplesmente caem do céu. Bens de consumo são o resultado final de uma longa cadeia que envolve vários processos de produção interligados. Essa cadeia é chamada de “estrutura de produção”.

Mesmo a produção de um item aparentemente simples, como um lápis ou um sanduíche, requer uma intrincada rede de processos produtivos que levam tempo para ser concluídos e que envolvem vários países e continentes.

Estimular o consumo, por definição, não pode gerar crescimento econômico.

2. O consumo é o objetivo final da produção

As pessoas produzem aquilo que outras pessoas querem consumir. Não faz sentido econômico produzir algo que ninguém irá consumir.

Por isso, o consumo é o objetivo de toda a atividade econômica. E a produção é o seu meio.

Defensores de políticas governamentais voltadas a “criar empregos” violam esta óbvia ideia. Programas voltados para a criação artificial de empregos transformam a produção no objetivo final, e não o consumo dessa produção. Criar empregos artificialmente significa estimular a produção de algo que não está sendo demandado voluntariamente pelos consumidores.

São os consumidores que atribuem valor aos bens de consumo final. Ao atribuírem valor aos bens de consumo, eles indiretamente também atribuem valor aos fatores de produção (mão-de-obra e maquinário) utilizados no processo de produção destes bens de consumo.

São os consumidores, portanto, que determinam o valor da mão-de-obra, da matéria-prima e de todos os maquinários e equipamentos utilizados em todos os processos de produção.

Ignorar as reais demandas do consumidor e querer criar empregos artificiais e processos de produção que não estão em linha com os desejos do consumidor é uma medida que tenta revogar toda essa realidade. Tal medida é economicamente destrutiva, pois imobiliza mão-de-obra e recursos escassos em atividades que não estão sendo demandadas pela população. Isso significa destruição de capital e de riqueza.

3. Nada é realmente gratuito; tudo tem custos

Não existe almoço grátis. Receber algo aparentemente gratuito significa apenas que há outra pessoa pagando por tudo.

Por trás de cada universidade pública, de serviços de saúde “gratuitos”, de bolsas estudantis e de toda e qualquer forma de assistencialismo jaz o dinheiro de impostos de pessoas que trabalham e produzem.

Embora os pagadores de impostos saibam que é o governo quem confisca parte de sua renda, eles não sabem para quem ou para onde vai esse dinheiro. E embora os recebedores desse dinheiro e dos serviços custeados por esse dinheiro saibam que é o governo quem está por trás de tudo, eles não sabem de quem o governo tomou esse dinheiro.

4. O valor das coisas é subjetivo

A maneira como cada indivíduo atribui valor a um bem é subjetiva, e varia de acordo com a situação e com os gostos deste indivíduo. Um mesmo bem físico possui diferentes valores para diferentes pessoas.

A utilidade de cada bem é subjetiva, individual, situacional e marginal. Por isso, não pode haver algo como “consumo coletivo”. Mesmo a temperatura de uma sala traz sensações distintas para cada pessoa ali presente. A mesma partida de futebol possui diferentes valores subjetivos para espectador, como é facilmente perceptível no momento que um dos times faz um gol.

5. É a produtividade o que determina os salários

A produção de um indivíduo durante um determinado período de tempo determina o quanto ele pode ganhar durante esse período de tempo.

Quanto mais esse indivíduo produzir um bem ou serviço voluntariamente demandado pelos consumidores em um determinado intervalo de tempo, maior poderá ser a sua remuneração.

Em um mercado de trabalho genuinamente livre, empresas contratarão mão-de-obra adicional sempre que a produtividade marginal de cada um desses trabalhadores for maior que o seu salário (custo). Em outras palavras, sempre que um trabalhador adicional for capaz de gerar mais receitas do que despesas, ele será contratado.

A concorrência entre as empresas irá elevar os salários até o ponto em que ele se equiparar à produtividade.

O poder dos sindicatos pode alterar a distribuição dos salários entre os diferentes grupos de trabalhadores, mas não pode elevar o valor total dos salários de todos esses trabalhadores. Estes dependem inteiramente da produtividade.

E o que aumenta a produtividade da mão-de-obra? Poupança, investimentos e acumulação de capital.  Sem poupança não há investimento. E sem investimento não há acumulação de capital. Sem acumulação de capital não há maior produtividade. E sem mais produtividade não há aumento da renda.

6. Gastos representam, ao mesmo tempo, renda para uns e custo para outros

Keynesianos dizem que todo gasto gera renda. Eles apenas se esquecem de que todo gasto é também um custo. O gasto é um custo para o comprador e uma renda para o vendedor. A renda é igual ao custo.

O mecanismo do multiplicador de renda keynesiano diz que, quanto mais se gasta, mais se enriquece. Quanto mais todos gastam, mais ricos todos ficam. Tal lógica obviamente ignora os custos. O multiplicador fiscal, por definição, implica que os custos aumentam junto com a renda. Se a renda se multiplica, os custos também se multiplicam. O modelo do multiplicador keynesiano ignora esse efeito do custo.

Graves erros de política econômica ocorrem quando as políticas governamentais contabilizam os gastos públicos apenas pela ótica da renda, ignorando completamente o efeito dos custos.

Gastos, portanto, são custos. O multiplicador da renda implica a multiplicação dos custos.

7. Dinheiro não é riqueza

O valor do dinheiro consiste em seu poder de compra. O dinheiro serve como um instrumento para se efetuar trocas. Quanto maior o poder de compra do dinheiro, maior sua capacidade de efetuar trocas.

Mas o dinheiro, por si só, não é riqueza. É apenas um meio de troca. Riqueza é abundância de bens e serviços e bem-estar. A riqueza de um indivíduo está, portanto, em sua capacidade de ter acesso aos bens e serviços que ele deseja

O governo criar mais dinheiro não significa criar mais riqueza. Uma nação não pode aumentar sua riqueza ao aumentar a quantidade de dinheiro existente.

Robinson Crusoé não estaria um centavo mais rico caso encontrasse uma mina de ouro ou uma valise repleta de dinheiro em sua ilha isolada.

8. O trabalho, por si só, não cria valor

O trabalho, quando combinado com outros fatores de produção (matéria-prima, ferramentas e infraestrutura), cria produtos. Mas o valor desses produtos depende do quanto ele é útil para o consumidor.

A utilidade desse produto depende da valoração subjetiva feita por cada indivíduo (ver item 4). Por isso, criar empregos apenas para que haja mais empregos é algo economicamente insensato (ver item 2).

O que realmente importa é a criação de valor, e não o quão duro um indivíduo trabalha. Para ser útil, um produto ou serviço tem de gerar benefícios ao consumidor. O valor de um bem ou serviço não está diretamente ligado ao esforço necessário para produzi-lo.

Um homem pode gastar centenas de horas fazendo sorvetes de lama ou cavando buracos, mas se ninguém atribuir qualquer serventia a estes sorvetes de lama ou a estes buracos — e, portanto, não os valorizar o suficiente para pagar alguma coisa por eles —, tais produtos não terão nenhum valor, não obstante as centenas de horas gastas em sua fabricação.

9. O lucro é o bônus do empreendedor bem-sucedido

No capitalismo de livre concorrência, o lucro econômico é o bônus extra que uma empresa ganha por ter sabido alocar corretamente recursos escassos e ter sabido satisfazer as demandas dos consumidores.

Em uma economia estacionária, na qual não ocorre nenhuma mudança, não haveria nem lucros nem prejuízos, e todas as empresas teriam a mesma taxa de retorno. Já em uma economia dinâmica e crescente, ocorrem mudanças diariamente nos desejos dos consumidores. E aqueles mais capazes de antecipar essas mudanças nos desejos dos consumidores e que souberem como direcionar recursos escassos — mão-de-obra, matéria-prima e bens de capital — para satisfazer esses consumidores irão colher os lucros econômicos.

Empreendedores capazes de antecipar as demandas futuras dos consumidores irão auferir as maiores taxas de lucro e irão crescer. Empreendedores que não tiverem essa capacidade de antecipar os desejos dos consumidores irão encolher até finalmente serem expulsos do mercado.

10. Todas as verdadeiras leis econômicas são puramente lógicas

As leis econômicas são aprioristas, o que significa que elas não precisam ser previamente verificadas e nem podem ser empiricamente falsificadas.

Ninguém pode falsificar tais leis empiricamente porque elas são verdadeiras em si mesmas. Como tal, as leis fundamentais da economia não requerem verificação empírica. Referências a fatos empíricos servem meramente como exemplos ilustrativos; elas não representam uma declaração de princípios. (Veja exemplos práticos aqui.)

É possível ignorar e violar as leis fundamentais da economia, mas não é possível alterá-las.  Sociedades que entenderem e respeitarem essas 10 leis econômicas — sem tentar revogá-las — irão prosperar.

Fonte: Mises Brasil

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