COMPROMISSOS DO PRESIDENTE :EM CLIMA DE CELEBRAÇÃO BOLSONARO COMEMOROU OS RESULTADOS POSITIVOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E RESSALTOU A RELIGIOSIDADE DO POVO BRASILEIRO

Como é bom estar à frente de uma nação que é mais de 90% cristã”

Jair BolsonaroJair Bolsonaro

Em clima de celebração, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou, esta terça-feira (12), para comemorar os resultados positivos da Caixa Econômica Federal (CEF). Ele pontuou as medidas do seu governo no evento em comemoração aos 160 anos do banco público, no Palácio do Planalto.

Em seu discurso, Bolsonaro ressaltou a religiosidade dos membros integrantes do governo e exaltou a atuação de ministros, da Caixa e também da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“Como é bom estar à frente de uma nação que mais de 90% do povo é cristão. O Estado é laico, mas seu presidente e seu ministério são cristãos. Quem diria, temos ministros, terrivelmente, católicos e três pastores entre nós”, declarou o presidente.

Enaltecendo a religião, Bolsonaro saiu em defesa da liberdade do povo brasileiro.

“A liberdade não tem preço. Quem vai mudar o Brasil não será um homem ou uma mulher, mas todos nós. Estamos aqui porque acreditamos em Deus”, afirmou.

Durante o evento, o chefe do Executivo elogiou o trabalho desempenhado pela Caixa e atribuiu ao presidente do banco, Pedro Guimarães, e à primeira-dama, a contratação de pessoas com deficiência, como ação de inclusão do governo.

“Também, senhora primeira-dama, você participou e você sabe o seu poder no governo. Em grande parte (devemos) a você e ao Pedro (Guimarães) a contração de três mil pessoas com deficiência. Isso era discurso no passado”, garantiu.

Jair Bolsonaro ressaltou que o governo se antecipou às demandas do setor em seu primeiro ano de gestão, ao expor as atividades da instituição bancária para lotéricos e representantes da categoria.

“Apresentamos para vocês uma cesta de direitos e de benefícios. Muitos se surpreenderam porque, geralmente, só se é atendido no Brasil, quando se faz reivindicações. Nós nos antecipamos a problemas, buscamos soluções. Nós trabalhamos dessa forma”, comemorou.

A equipe econômica, liderada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes e as ministras Tereza Cristina, da Agricultura, e Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos também foram lembrados na ocasião.

Ao final da fala, Bolsonaro ainda mandou recado à imprensa brasileira em que afirmou que a mídia “nunca teve tanta liberdade” como no governo dele.

“Minha adorada imprensa, vocês nunca tiveram tanta liberdade como no nosso governo. Nunca se ouviu falar no meu governo de controle social da mídia ou democratização da mesma. Vocês têm liberdade demais, de sobra”, disse, em tom carinhoso, discordando das recentes censuras das mídias sociais a autoridades conservadoras.

“Elas não concorrem com vocês (imprensa), uma estimula a outra”, justificou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOAS NOTÍCIAS : IDOSOS E JOVENS TÊM RESULTADOS POSITIVOS COM VACINA DE OXFORD

Os primeiros testes revelam que a vacina de Oxford apresentou resultado positivo em idosos e jovens. As respostas imunológicas da vacina foram similares entre adultos mais velhos e mais jovens, segundo informou a farmacêutica AstraZeneca. Uma bela notícia que você precisa ler para saber de todos os detalhes.

Vacina de Oxford dá resultados positivos em jovens e idosos

Por redação
Vacina Oxford/AstraZeneca - Foto: REUTERS/Dado RuvicVacina Oxford/AstraZeneca – Foto: REUTERS/Dado Ruvic

Notícia boa sobre a vacina de Oxford contra Covid-19, que está sendo testada no Brasil: testes revelam que ela apresentou resultado positivo em idosos e jovens.

A farmacêutica AstraZeneca informou que as respostas imunológicas da vacina foram similares entre adultos mais velhos e mais jovens. E disse também que as reações adversas foram menores em adultos idosos, que são mais sensíveis à Covid-19, doença provocada pelo coronavírus.

A notícia foi divulgada pela agência de notícias Reuters. Na reportagem, um porta-voz da AstraZeneca disse que os resultados obtidos foram animadores e que “ajudam a construir a evidência para a segurança e imunogenicidade da AZD1222”.

Já o jornal Financial Times informou a vacina de Oxford deverá ser uma das primeiras aprovadas.

O medicamento provocou a produção de anticorpos e células T em idosos.

Brasil

Brasil participa do estudo global da vacina desenvolvida pela Oxford com 5 mil voluntários.

No último dia 15, um brasileiro que integrava os estudos morreu em decorrência de complicações causadas pela doença, mas a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informou que os testes não serão interrompidos, apesar da morte do voluntário João Pedro Feitosa, de 28 anos.

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou, no início deste mês, em entrevista à CNN Brasil, que 30 milhões de doses da vacina estarão disponíveis no país a partir de janeiro.

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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DICA DE LIVRO: 100% PRESENTE DE JOEL MORAES

Nesta quarta-feira a nossa DICA DE LIVRO é um Best Seller da Editora Gente, do autor Joel Moraes, mais conhecido como Joel Jota. Ele nos afirma que você só vai vencer quando estiver 100% presente. Ao longo de uma rotina estressante e desmotivadora, vemos nossos sonhos se tornarem distantes e, muitas vezes, não sabemos como alcançá-los. Essa sensação de derrota, no entanto, é uma armadilha que criamos para nós mesmos e que nos impede de ter clareza sobre qual é a nossa meta, e mais, nos impossibilita de focar as ações necessárias para conquistar o resultado que queremos e merecemos. Contudo, há um modo de jogar o jogo de outra maneira. O sucesso é treinável e, neste livro, você aprenderá os 5 passos para desenvolver alta performance em todas as áreas da sua vida e começará a construir o seu novo futuro antes de chegar aos capítulos finais. Uma leitura rápida, didática e instigante!

Fonte: Acervo próprio

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BOAS NOTÍCIAS: MELHORAR O HUMOR É MAIS SIMPLES DO QUE VOCÊ PODE IMAGINAR

Uma forma simples de melhorar o humor é uma caminhada de 15 minutos por semana com contemplação da paisagem. É o que afirma pesquisa feita pela Trinity College Dublin e pela UCFS Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos. Eles chamam de “caminhada inspiradora” e foi realizada com 52 adultos, com idades entre 60 e 90 anos. Leia a reportagem completa e conheça o conteúdo dessa pesquisa!

Pesquisa descobre forma simples para melhorar o humor

Nem remédios, nem chá. A alternativa barata e eficiente para melhorar seu humor está na caminhada. Bastam apenas 15 minutos, uma vez por semana, mas é preciso contemplar e admirar as coisas que você vê pela frente.

É o que mostra um estudo publicado esta semana, feito pela Trinity College Dublin e pela UCFS Universidade da California, em São Francisco, nos Estados Unidos.

A pesquisa descobriu que uma curta caminhada “inspiradora”, uma vez por semana, pode melhorar drasticamente o humor do ser humano porque faz maravilhas para a saúde mental das pessoas e as ajuda a sorrir mais e desviar o foco dos problemas para o mundo natural.

“O que mostramos aqui é que uma intervenção muito simples – essencialmente um lembrete para desviar ocasionalmente nossa energia e atenção para fora, em vez de para dentro – pode levar a melhorias significativas no bem-estar emocional”, disse  a professora Virginia Sturm, da UC San Francisco.

E é importante caminhar admirando as coisas que você vê pela frente:

“A admiração é uma emoção positiva desencadeada pela consciência de algo muito maior do que a gente mesmo e não compreensível imediatamente – como a natureza, a arte, a música ou ser pego em um ato coletivo, como uma cerimônia, concerto ou marcha política”, disse Dacher Keltner, psicólogo PhD da UC Berkeley.

“Experimentar a admiração pode contribuir para uma série de benefícios, incluindo uma maior noção de tempo e sentimentos aprimorados de generosidade, bem-estar e humildade.”

A pesquisa

O pequeno estudo foi feito com 52 adultos, com idades entre 60 e 90 anos. Metade foi convidada a contar a emoção de admiração que sentiu durante suas caminhadas e o grupo de controle foi convidado apenas a dar um passeio.

Após cada caminhada, foi pedido aos participantes para que preenchessem um questionário detalhando as emoções que tiveram com experiência.

Resultados

De acordo com a pesquisa, adultos mais velhos que fizeram “caminhadas de admiração” semanais de 15 minutos, durante oito semanas, relataram um aumento de emoções positivas, como compaixão e gratidão, e menos angústia em suas vidas diárias.

Um participante refletiu sobre as ‘belas cores do outono e a ausência delas em meio à floresta perene … como as folhas não eram mais crocantes sob os pés por causa da chuva e como a caminhada estava mais esponjosa agora … a maravilha que uma criança pequena sente ao explorar seu mundo em expansão.

“Considerando que os participantes do grupo de controle mostraram um foco mais interno. Um deles comentou: ‘Pensei em nossas férias no Havaí na próxima quinta-feira. Pensei em todas as coisas que tive que fazer antes de partirmos.

Com informações do Metro

Fonte: Só Notícia Boa

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SANÇÕES ECONÔMICAS E DIPLOMÁTICAS CRESCERAM NOS ÚLTIMOS ANOS, MAS OS RESULTADOS SÃO QUESTIONÁVEIS

Por que os conflitos de hoje giram em torno das sanções econômicas

Alternativas a ofensivas militares, sanções econômicas e diplomáticas cresceram nos últimos anos, mas seus resultados são questionáveis

INTERNACIONAL

Mariana Ghirello, do R7

Conselho de Segurança da ONU reunidoConselho de Segurança da ONU reunido

Nos últimos anos o mundo viu o número de sanções internacionais aumentarem, com anúncios quase semanais de medidas deste tipo sendo tomadas entre países que, se não estão em confronto aberto, vivem momentos críticos em suas relações diplomáticas, políticas ou econômicas — às vezes, tudo ao mesmo tempo.

Mas apesar de parecerem estar mais em evidência, as “sanções internacionais” existem desde o século 19. Contudo, foi a partir da criação da Liga das Nações, e posteriormente da ONU (Organizações das Nações Unidas), que elas ganharam força. Seus efeitos são conhecidos, mas o resultado fica longe do objetivo.

As duas grandes guerras impulsionaram vários países a estabelecerem marcos legais internacionais para a manutenção da segurança e da paz mundial, com o objetivo também de solucionar conflitos sem o uso da força. Apesar de não existir uma lei específica para punições, as sanções são como “avisos” do descumprimento destas regras.

Alternativa ao uso da força militar

As sanções internacionais funcionam como alternativas ao uso da força militar e podem ser divididas em três grandes blocos, como explica o professor da escola de Relações Internacionais da FGV, Pedro Brites. Segundo o especialista, elas possuem ainda um caráter pedagógico.

“Existem as sanções econômicas, comerciais, financeiras, e para investimentos. As militares, que abrangem o embargo militar, como por exemplo a restrição a movimentação de tropas. E ainda as diplomáticas, podem incluir proibição de vistos, ou proibir que países participem de blocos”, exemplifica.

Brites comenta ainda que existem as sanções podem ser desportivas, que podem ser tomadas unilateralmente ou multinalteralmente, ou seja, por vários países, de impedir a participação em eventos mundiais por equipes de países sancionados.

Quem pode aplicar?

As sanções podem ser decididas por um país, de maneira individual, contra outro país, como por exemplo, as sanções comerciais determinadas pelos Estados Unidos contra a China. A China, por exemplo, após sanções pelos EUA sobre alguns de seus produtos, recorreu à OMC (Organização Mundial de Comércio).

O professor Brites explica que não existe um tribunal que possa julgar este tipo de sanção, então cabe ao país que se sentir lesado procurar os órgãos relacionados ao assunto. “Não existe um tribunal específico ou que abarque todas as sanções, mas no caso de sanções comerciais, o tema pode ser levado à OMC”, reforça.

Outra instância que pode aplicar sanções é o Conselho de Segurança da ONU. Ele é formado por 15 membros: cinco permanentes, que possuem o direito a veto – Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China – e dez membros não-permanentes, eleitos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, com mandato de dois anos.

Este é o único órgão da ONU que tem poder decisório, isto é, todos os membros das Nações Unidas devem aceitar e cumprir as decisões do Conselho.

Que sanções a ONU pode aplicar

Segundo a própria ONU, atualmente existem 14 regimes de sanções destinados a apoiar a solução política de conflitos, a não proliferação de armas nucleares e a luta contra o terrorismo.

Um exemplo das sanções aplicadas pelo Conselho são as que limitaram as relações comerciais da Coreia do Norte . Em 2017, a China foi obrigada a fechar grandes empresas da Coreia do Norte que existiam no país, por meio da qual Pyongyang conseguia ter acesso a capital estrangeiros.

Já ao Irã, foram impostas medidas restritivas comerciais e diplomáticas.

Nos dois casos, a questão em debate era a transparência e também o programa nuclear dos dois países, que se recusaram a parar o enriquecimento de urânio, utilizados em bombas atômicas.

Efeitos no mercado

Uma das sanções mais antigas e conhecidas são os embargos econômicos impostos à Cuba. Em 1960, após a Revolução Cubana reestatizar empresas que eram privadas, os EUA aplicaram sanções econômicas que impedem parceiros comerciais de manterem relações com a ilha.

Em 2019, a Assembleia Geral da ONU chegou a solicitar que os Estados Unidos deixassem de aplicar sanções econômicas à Cuba, mas o país se negou acatar a recomendação. Com isso, Cuba continua proibida de realizar exportações ou importar produtos para o mercado interno, o que afeta diretamente a população que sofre com desabastecimento e escassez.

Durante a pandemia do novo coronavírus, em abril de 2020, uma especialista em Direitos Humanos da ONU chegou solicitar novamente o fim das sanções econômicas para evitar crises de fome em Cuba, na Venezuela, no Irã, na Síria e no Zimbábue.

“A história mostrou que sanções econômicas unilaterais geralmente têm impactos dramáticos e prejudiciais sobre os direitos econômicos, sociais e culturais. Como resultado, o bem-estar das populações civis fica seriamente comprometido”, disse Hilal Elver, relatora especial da ONU para o direito à alimentação.

As sanções foram questionadas também pelo ex-secretario geral da ONU, Kofi Annan, morto em 2018. Na ocasião, ele observou que as sanções surtiam efeitos econômicos, mas não atingiam o objetivo, de promover ou favorecer mudanças internas. Annan chegou a dizer que as sanções eram “improdutivas”

Nova guerra fria

A professora de Direito Internacional e Comparado da USP (Faculdade de Direito do Largo São Francisco), Maristela Basso explica que as as sanções podem anteceder uma guerra comercial entre dois países. E elas podem ter formas diferentes, apesar de terem o mesmo efeito.

“Ela implicam em imposição de barreiras ao comércio com aquele país que se quer atingir como aumento de alíquotas de importação, ou até mesmo proibições de importações, imposição de barreiras ao comércio como imposição de certificados e obtenção de autorizações administrativas, como licenças ambientais, sanitárias e técnicas”, destaca.

Maristela afirma que na maioria das vezes, se o país retaliado tem condições de responder, o faz com retaliações cruzadas — impondo restrições também no mesmo setor que foi retaliado ou em outro sensível para aquele país que iniciou a sanção.

A professora especialista também aponta para um crescimento da aplicações de sanções internacionais. Para ela, isso se deve principalmente ao enfraquecimento da OMC, iniciada no fim da gestão do ex-presidente Barack Obama e mantida no governo de Trump.

“Depois da criação da OMC, em 1995, as sanções diminuíram porque foram proibidas pela organização. Mas elas voltaram no governo de Donald Trump que enfraqueceu a OMC, deixando o órgão de solução de controvérsias e onde se discutiam as retaliações, inoperante”, reforça.

A professora complementa que essa tendência de crescimento das sanções mostram uma forma de solucionar disputas e controvérsias questionável, o bilateralismo. Contudo, ela afirma que é no multilateralismo que o mundo precisa apostar.

“[As sanções] quebram o equilíbrio comercial, geram contra retaliações e enfraquecem o multilateralismo, pondo o foco no bilateralismo que estava superado desde pelo menos 1995”, alerta.

Ao comentar especificamente a guerra comercial travada entre Estados Unidos e china através das sanções, ela diz que com essas medidas “perdemos todos”. “Nesse novo tipo de guerra fria, muito provavelmente, pode não haver nenhum vitorioso”, finaliza.

Fonte: R7

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